– Crise e racionamento da água nos… EUA!

Pensam que problemas climáticos só ocorrem aqui?

A Califórnia vive a maior seca da história, e o governador decretou racionamento de 25% do consumo

Veja que curioso: mesmo com um deserto muito grande, na década de 50 resolveu-se irrigar o estado para incentivar a agricultura. Conclusão: hoje a Califórnia é o celeiro dos Estados Unidos, respondendo por 50% de tudo o que se planta. Com isso, o aumento populacional pela riqueza gerada fez com que a população saltasse de 15 para 39 milhões de habitantes. Assim, falta água! Acompanhada da falta de chuva…

Nos supermercados, o consumidor americano já sente o resultado da seca: um pé de alface custa hoje 4.00 dólares (ou R$ 12,64)!

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– Que Deus conforte os Alckmins!

Que Deus console a família do Governador Geraldo Alckmin e todos os outros falecidos no acidente da queda de Helicóptero em Carapicuíba.

Claro que há gente espalhada em todo mundo sofrendo, mas apenas queria registrar: dizem que enterrar um filho é a maior dor que um pai e uma mãe podem sentir.
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– Os perigos da Pílula Anticoncepcional

Se eu que sou homem assustei, ficou imaginando as mulheres!

Veja o que a Época traz sobre novas pesquisas sobre efeitos colaterais das pílulas contraceptivas. Abaixo:

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Quando a pílula anticoncepcional é a pior escolha

Elas descobriram – tarde demais – que jamais deveriam ter tomado anticoncepcional. Como a vasta maioria das brasileiras, nada sabiam sobre 
os gravíssimos riscos dos hormônios

CRISTIANE SEGATTO
27/03/2015 22h58 – Atualizado em 28/03/2015 00h1
>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
Na tarde de uma quinta-feira de fevereiro, a funcionária pública Daniele Medeiros Alvarenga cortava rabiolas para enfeitar o telhado da casa, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro. Era seu aniversário de 33 anos. Daniele estava feliz. Pela primeira vez em três décadas, queria festejar duas vezes. No sábado, a reunião familiar seria na varanda. Assim que terminasse de preparar os enfeites coloridos naquela quinta-feira, Daniele transportaria uma caixa de cupcakes até o cenário da primeira comemoração: o Hospital Oeste D’Or, no Rio. Ela saíra de lá seis meses antes. “Como dizem os médicos, estou aqui por um milagre.”Por muito pouco, ela não se tornou mais uma vítima fatal do desrespeito às recomendações da Organização Mundial da Saúde, a OMS, para o uso seguro de pílula anticoncepcional
A pedagoga, que antes da licença-médica trabalhava como assessora na Câmara de Vereadores de Mangaratiba, jamais poderia ter tomado um contraceptivo hormonal. Sabia que era portadora de uma condição genética (conhecida como trombofilia) que aumenta em até 30 vezes o risco de formação de coágulos na corrente sanguínea de mulheres que usam hormônios. Os danos provocados por esse tipo de coágulo costumam variar entre graves e irreversíveis: trombose nas veias, embolia pulmonar, trombose nas artérias do cérebro, AVC, paralisia, morte.
O drama de Daniele começou no ano passado. Ela procurou uma ginecologista para tratar cistos ovarianos, que causavam fortes cólicas menstruais. A médica ofereceu duas opções: remover o ovário policístico ou usar uma pílula anticoncepcional para tentar tratá-lo. Daniele optou por não fazer a cirurgia. Preferiu manter o órgão porque pretendia engravidar. “Disse à ginecologista que era portadora de um fator genético que aumenta o risco de trombose”, afirma. “Ela respondeu que, nesse caso, receitaria uma pílula com baixa dosagem hormonal.”
Ao contrário do que a OMS recomenda, Daniele saiu do consultório com uma receita de Yasmin, nome comercial da pílula composta pelos hormônios drospirenona e etinilestradiol, fabricada pela Bayer. Ela tomou o remédio durante três meses. Em seguida, sofreu uma embolia pulmonar. Isso acontece quando um coágulo formado em alguma veia do corpo chega aos pulmões e obstrui a passagem do sangue por uma artéria. As consequências foram gravíssimas: três paradas cardíacas, dois meses de internação, 40 dias em coma.
Quando finalmente acordou, Daniele era outra. Descobriu-se impotente, frágil. Não falava – fora submetida a uma traqueostomia, necessária para permitir a chegada de ar aos pulmões. Nem se movia – perdera muita massa muscular. Tudo, até mesmo a tarefa mais prosaica, tornou-se um obstáculo a superar: comunicar-se, comer, andar. O recomeço foi difícil – segue difícil. Ela ainda caminha com vagar e se cansa facilmente. Não dirige nem sai sozinha, mas já conseguiu se livrar da cadeira de rodas e da cadeira de banho. Os longos cabelos lisos caíram. Estão crescendo diferentes, “encaracolados como os de Reynaldo Gianecchini depois da quimioterapia”.
Restou uma sequela explícita e permanente. Daniele perdeu os dez dedos dos pés. Eles precisaram ser amputados por causa de uma necrose, provocada pelos medicamentos que a mantiveram viva. “Quando vi o empenho das pessoas para me salvar e me deixar com um dano mínimo, não lamentei a perda dos dedos”, diz. A lesão está sempre à mostra. No auge do verão carioca, Daniele comprou um vestido longo e estampado e uma sandália com duas faixas. As fitas que se ajustam sobre o peito dos pés permitem que ela ande sem perder o calçado. “A ausência dos dedos é parte do que sou. É uma lembrança do que superei”, diz. “Agora, vou lutar para que nenhuma outra mulher passe por isso.”
Nos últimos anos, os Estados Unidos e a Europa passaram a debater intensamente os riscos dos anticoncepcionais. É uma discussão que nasceu após surgirem relatos de efeitos adversos graves e de centenas de mortes, principalmente entre consumidoras das pílulas à base de drospirenona – substância sintética semelhante à progesterona, produzida pelo organismo feminino. Com leve ação diurética, ela ajuda na eliminação do sal. Além de evitar a gravidez, o produto, lançado nos Estados Unidos em 2001 e no Brasil em 2003, prometia reduzir a oleosidade da pele, evitar inchaços e atenuar sintomas da tensão pré-menstrual. Foi um sucesso global – até que se acumularam os relatos dos sérios efeitos colaterais. Sobrevieram os processos contra o fabricante. Até o ano passado, a Bayer havia pagado US$ 1,7 bilhão para liquidar 8.200 ações de pacientes e familiares na Justiça americana. Mais casos estão pendentes em tribunais estaduais e federais dos Estados Unidos.

>> Continue lendo esta reportagem em ÉPOCA desta semana
Os riscos da pílula anticoncepcional

Pesquisas mostram que contraceptivos de longo prazo, como o DIU, são mais eficientes na prevenção da gravidez – difícil é implantá-los

MARCELA BUSCATO
Mãe de três crianças, a carioca Elizângela Barbosa, de 32 anos, morreu em setembro num hospital de Niterói, no Rio de Janeiro. A causa da morte: aborto realizado numa clínica clandestina. Elizângela não tinha condições de cuidar de um quarto filho. Precisava voltar a trabalhar. O corpo da auxiliar administrativa Jandira dos Santos, de 27 anos, desaparecida em agosto, foi enterrado dias após a morte de Elizângela. Fora encontrado carbonizado dentro de um carro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Grávida de quatro meses, Jandira fizera o aborto em outra clínica ilegal. Tinha medo de perder o emprego por causa da gravidez, resultado de um relacionamento efêmero. A crueza das mortes chocou o país e reacendeu a polêmica sobre o aborto.
Se o debate se arrasta por décadas e parece longe do fim, uma nova safra de pesquisas, nacionais e internacionais, sugere um caminho para reduzir as chances de que outras mulheres se exponham ao sofrimento – e ao risco de perder a vida – enfrentado por Elizângela, Jandira e outros milhões de brasileiras. Uma pesquisa da Universidade de Brasília estima que 20% das brasileiras fazem aborto durante a vida reprodutiva.
Os novos estudos sugerem que contraceptivos mais seguros do que a pílula,   o método mais popular no Brasil, poderiam diminuir o número de gestações não planejadas. São três tipos de contraceptivos: um implante sob a pele que libera hormônios para impedir a ovulação e dois tipos de dispositivos colocados dentro do útero, mais conhecidos como DIU. Eles contêm cobre ou hormônio.  Tornam o ambiente intrauterino hostil ao encontro do espermatozoide com o óvulo. Considerados de longa duração, podem ficar no corpo entre três e dez anos (leia o quadro). Apesar das vantagens, são pouco usados no Brasil. Apenas 4,5% das mulheres usam DIU, e 0,4% implante. A pílula é o contraceptivo preferido de 71,3% das brasileiras, segundo levantamento realizado a pedido do Ministério da Saúde em 2006. “A oferta de opções contraceptivas não está na quantidade e no alcance necessário, como mostra o número de mulheres que engravidam sem planejar”, diz a epidemiologista Maria do Carmo Leal, da Fundação Oswaldo Cruz. Uma pesquisa coordenada por ela revelou que 55% das gestações no Brasil não são planejadas.
Um estudo publicado em agosto por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que os métodos de longa duração são uma ferramenta importante para evitar abortos. O uso do implante subdérmico, do DIU de cobre e do hormonal poderia ter evitado entre 1.056 e 1.412 abortos, em quase 21 mil mulheres atendidas em dez anos no Hospital da Mulher, da Unicamp. “Esses métodos não dependem de que a mulher se lembre de usá-los, como acontece com a pílula. Por isso, são altamente eficazes”, diz o ginecologista Luis Bahamondes, coordenador do estudo. As mulheres atendidas na Unicamp também usaram uma injeção hormonal a cada três meses. Ela reduz a chance de esquecer de tomar o medicamento, mas não a elimina inteiramente. Estatísticas internacionais sugerem que 6% das mulheres engravidam se há falha no uso. A segurança oferecida pelos DIUs e pelo implante é maior. Entre 0,2% e 0,8% das mulheres engravidam com o DIU nas falhas como o deslocamento do dispositivo. Para o implante subcutâneo, a gravidez é menor: 0,05%. Com a pílula, chega a 9%. Quase uma em cada dez se há erro no uso.
A impopularidade dos métodos de longa duração no Brasil começa pelo fato de apenas um deles – o DIU de cobre – ser distribuído na rede pública. O sistema intrauterino que libera hormônios e o implante subdérmico não fazem parte das opções oferecidas pelo Ministério da Saúde. Estão disponíveis apenas em consultórios particulares. O preço dos dispositivos, somado ao custo da colocação pelo médico, pode chegar a R$ 2 mil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar determina que os planos de saúde cubram a colocação do DIU de cobre e do hormonal, mas não há exigência para cobertura do implante na pele. O oferecimento na rede pública aumentaria o acesso aos métodos de longa duração. “Já pedimos uma reunião com o Ministério da Saúde, para solicitar que sejam incluídos na política de planejamento familiar”, diz Marta Franco Finotti, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. 
Em nota, o Ministério da Saúde afirma que a inclusão de novos medicamentos na rede pública depende da comprovação da eficácia e do custo-benefício.
>> ONG prevê para 2017 injeção anticoncepcional para homens
A eficácia está estabelecida por dados acumulados desde o lançamento do DIU com hormônio, na década de 1990, e de implantes, nos anos 1980. O custo-benefício foi calculado num estudo divulgado no mês passado por um pesquisador da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, em parceria com uma consultoria de mercado e uma empresa farmacêutica, patrocinadora do estudo e produtora do DIU hormonal e de uma marca de implante. Segundo o estudo, o preço dos métodos de longa duração equivalem a quase três anos do gasto mensal com contraceptivos de curto prazo, como a pílula, nos EUA. Como duram entre três e cinco anos, o custo final é equivalente ou menor.
Mesmo a existência do método de prevenção de longo prazo na rede pública não garante seu uso. É o que acontece com o DIU de cobre. Ele é distribuído pelo Ministério da Saúde, mas muitas mulheres reclamam que é difícil colocá-lo nas unidades básicas de saúde de seus municípios. “Quando procuram por esse método, são incentivadas a usar pílula ou preservativo”, afirma a educadora Simone Ferreira, da organização não governamental S.O.S Corpo, de Pernambuco, que promove ações educativas para formar lideranças femininas no Estado.
>> “Desafiei as estatísticas e tive três filhos depois dos 35”
O problema não acontece só em municípios de Pernambuco. A dona de casa Gleiciane Mota, de 23 anos, tentou colocar o DIU de cobre em postos de saúde de duas cidades diferentes do Estado de São Paulo: na capital e em Campinas, no interior. Não conseguiu. Na primeira vez, em São Paulo, Gleiciane acabara de ter o primeiro filho, Dylan, hoje com 4 anos. A médica disse que não fazia o procedimento e que ela deveria esperar por outro profissional. A fila era tão grande que, com medo de engravidar, Gleiciane aceitou usar as injeções trimestrais de anticoncepcional. Em razão de efeitos colaterais, trocou para a pílula comum. Seis meses depois, estava grávida do segundo filho, Aaron, de 1 ano e meio. “Eu sabia que me esqueceria de tomar, por isso queria o DIU desde o começo”, diz Gleiciane. Após o nascimento de Aaron, ela tentou colocar o DIU de novo, desta vez num posto de Campinas, onde mora atualmente. Também não conseguiu. A médica recomendou que ela pedisse a outra profissional. Ela estava de férias e, depois, saiu de licença. Gleiciane recorreu à Unicamp para colocar o DIU.
A dificuldade enfrentada por mulheres como Gleiciane se deve, muitas vezes, menos à falta do DIU de cobre na unidade de saúde e mais ao despreparo dos profissionais. “Pode acontecer de o médico não se sentir seguro para fazer o procedimento, por falta de experiência ou porque contraria seus valores religiosos. Então, ele encaminha a paciente a outro profissional”, afirma o ginecologista Adalberto Aguemi, médico da prefeitura de São Paulo. A agenda apertada dos médicos nas unidades de saúde também contribui para que optem por prescrever a pílula. É mais rápido do que colocar o DIU. “O ideal é marcar dois horários para fazer o procedimento”, diz a ginecologista Celina Sollero, responsável pela área de saúde da mulher da Secretaria de Saúde da prefeitura de Campinas. “Mas é difícil conseguir esses horários durante o período menstrual da mulher, quando o procedimento deve ser feito. Muitas unidades sofrem com a falta de ginecologistas.”
Outra barreira é a resistência ao uso do DIU. Problemas de saúde causados por um dos primeiros modelos a chegar ao mercado americano, na década de 1970, criaram mitos que duram até hoje nos EUA – e no Brasil. Pacientes americanas sofreram infecções graves, causadas pelo material usado no dispositivo pioneiro, chamado Dalkon Shield. Os casos levaram a empresa à falência e culminaram com o aperfeiçoamento dos modelos novos. O temor persiste. Muitas pacientes se recusam a usar. Ainda há médicos que resistem a prescrever para mulheres que nunca tiveram filhos, com medo de que a colocação seja difícil ou de uma possível infecção que cause infertilidade.
A publicação recente de estudos, que lembra uma campanha não declarada, tenta mudar a percepção pública sobre os métodos de longa duração. No final de setembro, a Sociedade Americana de Pediatria recomendou que os profissionais orientem adolescentes sexualmente ativas a usar o implante subdérmico, o DIU hormonal e o DIU de cobre como contraceptivos de preferência. No início deste mês, um estudo da Universidade de Washington reafirmou a segurança dos métodos para as jovens. Os resultados sugerem que a taxa de gravidez em 1.400 adolescentes que usaram um dos três métodos foi inferior à média nacional. Apenas 3,4% ficaram grávidas, em comparação com 15,9% das adolescentes do país. Menos de 1% fizeram abortos, enquanto a estimativa nacional é de 4%. “Como os métodos de longa duração são eficazes, há menos mulheres que engravidam sem planejar e, consequentemente, não há necessidade de um aborto”, afirma a epidemiologista Gina Secura, autora do estudo.
>> “Não sou uma mãe pior porque meu filho mora com o pai”
A adoção de contraceptivos de alta eficácia não protege contra doenças sexualmente transmissíveis nem é garantia de que gestações não planejadas deixarão de acontecer. Mesmo quando o uso é perfeito, há uma margem de falha do próprio método. Isso significa que o risco de abortos inseguros pode ser reduzido com os métodos de longa duração, mas não extinto. “Só planejamento familiar não resolve o problema do aborto”, diz a antropóloga Debora Diniz, pesquisadora de bioética e gênero da Universidade de Brasília. “Por que continuamos a punir uma mulher que sofreu uma falha do método, que errou ao usá-lo ou que tomou uma decisão equivocada?” O país precisa discutir com seriedade o direito das mulheres à escolha, mas não se pode esquecer que ele começa na possibilidade de acesso ao melhor método de contracepção, diferente de mulher para mulher.

– Teodorin, o Magnata Extravagante

Está na Veja SP: Teodoro Nguema Obiang Mangue, famoso “Teodorin”, filho do ditador de Guiné Bissau (aquele mesmo dos 10 milhões de dólares doados ao carnaval carioca), é um excêntrico playboy!

Ele possui um apartamento triplex em nome da Nova Forma Imobiliária (aqui de Jundiaí!!!), que se localiza nos Jardins, em SP, medindo 1320 m2 e com 12 vagas na garagem. Paga R$ 30.000,00/ mensal de condomínio, e só o possui, pasme, para guardar os 9 carros de luxo que ele é dono.

Quando Teodorin vem ao Brasil, ele se hospeda no Fasano. Ele só tem o imóvel para guardar os carros…

Não era melhor alugar um estacionamento?

Tanta gente sem dinheiro, e outros rasgando dólares com uma facilidade…
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– Dengue no Bairro Medeiros. Culpa de quem? Melhor agir do que tentar responder!

Tristemente, casos e mais casos de dengue estão surgindo aqui no Bairro Medeiros (Jundiaí/SP).

Tenho 38 anos e sou nascido e criado aqui. Nunca vi nada igual! O que está acontecendo?

Claro, o surto da doença não é exclusividade nossa. Há uma proliferação de registros em todo o Estado de São Paulo e, felizmente, não ocorreram mortes por aqui até então.

Há culpados?

Talvez. A reposta lógica é sim. Mas quem ou como? Os hábitos das pessoas são os mesmos de outros anos, o problema é que muitos e muitos casos migraram para nosso estado e por aqui surgiram focos. É evidente que há gente descuidada; alguns são desinformados e outros relaxados, fazendo com que casos locais surjam também.

O que menos importa agora é: como começou.

O que mais importa urgentemente é: como acabar com esses casos?

Com as chuvas chegando, aumenta-se a possibilidade de criadouros. E como TODOS estão vendo o crescimento de casos, há de se prevenir.

Não podemos ficar esperando ações preventivas da Prefeitura, afinal, estas ações devem começar PRIMEIRAMENTE por parte dos moradores da comunidade em que vivemos. É hora de agir! Cada cidadão fazendo a sua parte, vizinho de casa falando um com ou outro abertamente sobre o problema; vizinhos de rua se cobrando; vizinhos de condomínio, vizinhos dos vizinhos, e por aí vai.

Crianças ou idosos, vale a informação. Disseminar, espalhar, avisar! E cada um de nós, cidadãos, devemos até mesmo pela cidadania que exercemos, sermos esses agentes aqui no Medeiros. Se o Poder Público agir, ótimo (é uma das atribuições dele). Se for omisso, que se cobre – mas nada se espere dele, pois correremos o risco de criar raízes se esperarmos sentados. VAMOS FAZER A NOSSA PARTE: médicos, engenheiros, operários, donas-de-casa, estudantes, aposentados; seja quem for: contribua!

Precisamos tomar cuidado com algumas situações: vasos, potes, floreiras vazias, pneus e tantas outras coisas que possam empoçar e ali o mosquito proliferar. Em especial, terrenos baldios. Mas atenção: não podemos confundir mata nativa, campos, pastoreio ou roça com terrenos baldios. Esses são aqueles onde se joga lixo e entulho, potenciais berços para o transmissor da dengue criar.

Aliás, propriedades verdes (e cuidadas) são necessárias a todos nós, já que dão equilíbrio ao ecossistema e nada têm a ver com a dengue (se fosse isso, um alerta das autoridades seria tombar tudo e concretar!). Reforço: os terrenos baldios, abandonados, locais de animais peçonhentos e largados pelos seus proprietários, SIM, evidentemente. Conversando com pessoas no dia-a-dia, vejo certa confusão sobre isso.

E já que falamos do “verde”, vale observar: é tão grande o desmatamento do nosso bairro que vemos uma quantidade grande de animais sendo atropelados nas ruas, totalmente desorientados. Vale também aos pássaros que perdem os ninhos e outras situações que desequilibram o dia-a-dia daqui por culpa do crescimento desordenado (que não é único nas nossas redondezas).

Enfim, sítios e reservas da Natureza não são os alvos; afinal, a responsabilidade e o verdadeiro alvo são de todos nós: moradores de casa, prédio, campanas ou chácaras. O objetivo é: ELIMINAR CRIADOUROS, SEJA ONDE FOR!

Vamos nos unir e tentar acabar com os focos. A vitória dos moradores do Medeiros e todos os seus parques e jardins que o compõe (Sarapiranga, Carolina, Antonieta, Nova Medeiros, Chácaras Encantadoras e Saudáveis, Vila Pires, Portal, Retão, Natália, Lígia; Alice; Santa Rosa; Planalto; Belezone; Inca, e tantos outros locais desse grande bairro) começa conosco! Só assim aqueles que até agora não se acossaram contra a dengue, se sentirão incomodados e forçados pela situação.

Aproveito e convido: postem aqui informações sobre sintomas, meios de prevenção e outras ações que possam ajudar.

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– Bizarrices da TV entre Gugu e Suzanne

Por não assistir muito TV, me sinto, às vezes, meio “por fora” do mundo artístico. Nem sabia que o Augusto Liberato (o Gugu) tinha voltado à televisão. E fiquei bobo ao ler que ele entrevistou, em clima de amizade e celebridade, Suzane Von Richthofen (a assassina que junto com os irmãos Cravinhos matou a própria família sob efeito de Cocaína, a fim de ficar com a herança). Junto dela, sua esposa “Sandrão” (uma sequestradora condenada junto com ela).

Difícil levar um programa assim a sério. O jornalista José Ilan (@joseilan) definiu muito bem em seu twitter a situação:

E temos uma feliz e risonha entrevista sobre a vida amorosa de uma homicida-psicopata com uma sequestradora-homicida. Jornalismo puro”.

Perfeito. Criminosas que se tornaram celebridades!
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– Enquanto alguns passam fome…

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tema “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

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– Ostentação Desnecessária

Muitos gostam de se autofotografar e colocar nas redes sociais seus rostos. A isso se dá o nome de Selfie. É um modismo. Mas sabia que ele também está saindo de moda?

Agora está em voga o Braggie, que é um “Selfie de Ostentação”.

Está comendo um belo camarão na praia? O cara fotografa e coloca na rede social. Praia com os amigos? Faça os outros morrerem de inveja. E por aí vai.

Comportamento social de emergente – é nisso que se resume o Braggie!

Sobre o tema, abaixo, extraído do Portal Jovem Pan:

BRAGGIE

Viagens, restaurantes, carrões, jatinhos. Depois da onda do “selfie” (tipo de fotografia em que a pessoa clica ela mesma e posta o resultado nas redes sociais), os famosos resolveram investir no “braggie”, imagem feita unicamente para mostrar que estão bem de vida – e deixar os amigos morrendo de inveja. Confira alguns na galeria a seguir!

Clique em: http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/famosos/braggie-nas-redes-sociais-moda-agora-e-fazer-inveja-aos-amigos.html

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– Ótimo conselho do Papa às Famílias:

Gostei e compartilho a dica de Francisco:

Ter filhos não pode se tornar uma opção irresponsável, mas não ter filhos é uma escolha egoísta. Com os filhos a vida rejuvenesce e ganha energia.”

Filhos: alegria dos pais!
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– Cuidado com o Nbome!

Cada vez mais a ciência nos surpreende – para o bem e para o mal.

Agora, as mentes inteligentes (mas malignas) desenvolveram uma nova, potente e letal droga: o Nbome.

Conheça essa porcaria que está virando moda no meio universitário:

(Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/sao-paulo/conheca-nbome-droga-alema-que-ganhou-ruas-de-sao-paulo.html)

CONHEÇA NBOME, A DROGA ALEMÃ QUE GANHOU AS RUAS DE SÃO PAULO

Uma droga minúscula capaz de causar alucinações de 12 a 15 horas, com risco de morte, já vendida em festas em São Paulo, foi sinônimo de preocupação no Carnaval. É droga sintética, tem nome complicado – N-BOMe, e é cara (valor varia de R$30,00 a R$40,00 cada selinho de 1 centímetro). O N-Bome matou o estudante Vitor Hugo Santos, em setembro do ano passado, em festa na Universidade de São Paulo; o Instituto Médico Legal define a morte do estudante como o primeiro relato de uso e morte pela droga no Brasil.

Nas festas, o N-BOMe é confundido com outra droga, o LSD, que tem formato e uso semelhante. O perito José Luiz da Costa, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia, com especialização nos Estados Unidos sobre novas drogas sintéticas, alerta: para experimentar o N-BOMe não é preciso ser usuário de outras drogas.

José Luiz da Costa descreve esta droga letal: “ela não existe em pó porque a quantidade que se tem neste selinho é da ordem de um a dois miligramas. É uma substância extremamente difícil de ser detectada no sangue porque as concentrações  são muito baixas . Tem efeito semelhante ao LSD, mas é mais ativo e mais potente, com alucinação auditiva e visual. Aumenta muito a frequencia cardíaca e a pressão arterial, mas sem relato de parada cardíaca induzida por causa da droga. O efeito dura de 12 a 15 horas. Não há relatos de morte de overdose causada pela droga, mas há casos de morte pelo uso da droga”.

“O pessoal do DEA, a polícia americana antidrogas, quando descobre um laboratório de síntese dessa droga sintética tem todo um protocolo especial para entrar no local como se fosse arma química porque, como é extremamente potente, a quantidade necessária para causar um efeito é muito pequena. Se um perito entrar num laboratório desse e esbarrar a mão desprotegida ou inalar o pó no ambiente, pode começar a ter efeitos alucinógenos no local”, completou.

O NBOME é droga sintética que começou a ser produzida em 2003, na Alemanha. Seu propósito inicial era de marcador de atividade de receptores de serotonina (uma substância química envolvida na comunicação entre as células nervosas), no cérebro. Como droga, ficou conhecida no exterior há cinco anos. No Brasil, chegou entre 2011 e 2012 e, após sucessivas apreensões em 2013, em estados como São Paulo e Santa Catarina, foi proibido, em fevereiro de 2014. Nesta data, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária colocou 11 variações do NBome (como o 25I-NBOMe ou 25B-NBOMe) na lista de substâncias proibidas.
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– Até quando o ISIS fará essas barbaridades?

Meu Deus! Que horror as mortes promovidas pelos malucos radicais do Estado Islâmico (ISIS).

Até quando a comunidade internacional suportará suas ações?

Depois de decapitar e filmar suas vítimas a sangue frio, ostentando as cabeças de americanos, ingleses, franceses e até de japoneses como se fosse um troféu, esses terroristas resolveram prender as pessoas em jaulas e atear fogo nelas vivas!

Barbárie que não merece comentários. O filme do jordaniano morrendo vivo é uma das coisas mais vergonhosas que a humanidade pode ver.

Não tive coragem de ver o vídeo até o fim. Apenas publico a foto:
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– 20 anos para o País Enriquecer de fato?

Olhem que interessante matéria de Exame.com, por Nicholas Vital: o prazo para sermos uma nação desenvolvida seria de 20 anos!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0980/noticias/vinte-anos-para-ficar-rico

20 ANOS PARA O BRASIL FICAR RICO

Está em curso um fenômeno novo para o país: o amadurecimento em massa da população. Mas é preciso correr, pois a janela de oportunidades tem data para fechar

Ronaldos e Giseles à parte, a maioria dos mortais segue um roteiro de vida semelhante. Primeiro experimentamos as delícias da infância e da adolescência. Depois, chega a hora de começar a trabalhar, um momento marcado por muito esforço e pouco dinheiro. Com o tempo, as oportunidades vão surgindo e o desafio é conseguir garantir um descanso tranquilo no período final. E assim passamos de geração em geração. Também os países seguem uma trajetória semelhante, com graus diferentes de sucesso. Numa fase inicial, nações jovens têm uma fatia grande da população abaixo da idade de trabalho. Com o tempo, as crianças crescem e começam a trabalhar. É um período ideal para aproveitar o impulso e crescer. Depois vem a fase do envelhecimento, em que o ímpeto econômico se esvaece. Se tudo der certo nesse caminho, haverá, então, riqueza suficiente para financiar o sossego dos idosos.

O Brasil já foi uma nação jovem. E seremos, no futuro, um país velho. A boa notícia é que estamos — agora — no auge do período produtivo. Encontra-se em curso um fenômeno demográfico e social novo para o país: o amadurecimento em massa da população. O crescimento populacional vertiginoso ficou para trás. Após crescer geometricamente por dois séculos, o número de brasileiros aumenta cada vez menos e não deve ultrapassar a marca de 220 milhões. Ao mesmo tempo, com expectativa de vida de 73 anos, o país tem hoje dois terços da população entre 15 e 64 anos — a faixa etária considerada economicamente mais produtiva. A proporção dos que estão em idade de produzir vai continuar a crescer até 2022, quando atingirá um pico de 71%. A previsão é que nessa data o número de brasileiros em idade ativa passe dos atuais 130 milhões para 147 milhões. As chances de negócios abertas por essa transformação silenciosa são enormes. “Se em dez anos não abrirmos 100 milhões de novas contas, é porque algo deu errado”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco. Segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos, o número de agências bancárias no país deve crescer 50% na próxima década, o que significa a criação de cerca de 150 000 postos de trabalho. O crescimento no setor bancário é apenas um exemplo do salto esperado em inúmeros mercados na próxima década.

“Essa é uma chance única na história de qualquer país”, disse a EXAME Ronald Lee, diretor do departamento de demografia e economia da Universidade de Berkeley e membro da Comissão Americana para Estudos do Envelhecimento. A chance a que Lee se refere é batizada pelos especialistas de bônus demográfico — a fase com o máximo possível de gente trabalhando. Uma projeção realizada pelos professores Cássio Turra e Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, mostra que o Brasil tem um potencial de crescimento de 2,5% ao ano gerado exclusivamente pelo bônus demográfico. Outra conta, feita por Marcelo Neri, pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, sugere um aumento de até 2,7% ao ano na renda média dos brasileiros em função do bônus e do aumento da escolaridade, iniciado nos anos 90. No cenário elaborado por Turra e Queiroz, o Brasil, se crescer apenas à média anual de 2,5% propiciada pelo bônus demográfi co, chegará a 2030 com um produto interno bruto de 3,3 trilhões de dólares, 50% maior que o atual. Mas o país tem crescido mais que isso — e os economistas avaliam que será possível manter um ritmo de 4,5%. Isso elevaria, no mesmo prazo, o PIB para 4,8 trilhões de dólares, o sufi ciente para alcançar um padrão de renda equivalente ao que Portugal tem atualmente. Numa hipótese mais otimista, de o bônus ser aproveitado para impulsionar reformas mais profundas, em duas décadas o Brasil atingiria o nível de renda per capita atual da Espanha e teria um PIB de 7 trilhões de dólares. “Os brasileiros estão diante de uma oportunidade de ouro, mas ela é temporária. Após duas décadas, o envelhecimento da população inverterá a curva e fará a proporção de inativos subir. Por isso, para tirar o máximo proveito até lá, o Brasil deve investir fortemente nas novas gerações, em especial provendo boa educação básica”, diz Lee. O recado é claro: temos mais 20 anos para fazer a lição de casa, modernizando a economia e melhorando a qualidade da educação, e, assim, nos tornar uma nação rica. Caso contrário, estaremos no pior dos mundos. Corremos o risco de envelhecer sem ter conseguido integrar o clube dos desenvolvidos — e aí será muito mais difícil chegar lá.

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– O Papa e a Paternidade Responsável

Surpreendente: o Papa Francisco declarou que 3 seria um número ideal de filhos hoje a qualquer casal, a fim de contrabalancear a baixa natalidade dos países europeus, onde a população envelhece e os “casais resistem a engravidar”.

Na mesma declaração, criticou aqueles que tem filhos demais sem se preocupar em como criá-los, tomados pelo desejo, “procriando-se como coelhos” (segundo palavras do Pontífice), sendo paternidade / maternidade irresponsável.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/Dvjiqt

PATERNIDADE E MATERNIDADE RESPONSÁVEIS

Ao falar de contracepção, papa defende paternidade responsável

A contracepção foi um dos temas que os jornalistas abordaram com o Papa Francisco na coletiva que aconteceu no voo de Manila para a Roma nesta segunda-feira, 19. A resposta do Santo Padre reiterou o que a Igreja defende: uma paternidade responsável, de forma que os cristãos não precisam ser como coelhos, tendo filhos em série.

O Santo Padre contou que, há alguns meses, repreendeu uma mulher que estava grávida do oitavo filho, após sete cesáreas. “Esta é uma irresponsabilidade. ‘Não, eu confio em Deus’. ‘Mas, veja, Deus te dá os meios, seja responsável’. Alguns acreditam que – desculpem a palavra – para ser bons católicos devemos ser como coelhos. Não. Paternidade Responsável”.

A abordagem feita ao Papa foi ligando a contracepção ao mito de que os cristãos devem ter muitos filhos.  Francisco recordou que a Igreja sempre promoveu o princípio da paternidade e maternidade responsáveis, contido na encíclica Humanae vitae, de Paulo VI.

Ele lembrou que a abertura à vida é condição do Sacramento do matrimônio. Recordou também que Paulo VI estudou essa questão da abertura à vida com uma comissão, como fazer para ajudar tantos casos, tantos problemas. Mas Paulo VI não se deteve apenas aos problemas pessoais.

“Ele olhava para o neo-malthusianismo universal que estava em andamento (…) E como se chama este novo malthusianismo? É o menos de 1% do nível dos nascimentos na Itália, o mesmo na Espanha. Aquele neo-malthusianismo que procurava um controle da humanidade pelas potências. Isso não significa que o cristão deve fazer filhos em série”.

O Santo Padre acredita que três filhos é um número bom para a família a fim de manter a população, pois menos que isso ocasiona o outro extremo, que tem a Itália como exemplo: diz-se que em 2024 não haverá dinheiro para pagar os aposentados do país. Novamente, a palavra-chave é “paternidade responsável”, que se faz com diálogo.

Francisco destacou como curiosidade o outro aspecto dessa questão: o fato de que, para os mais pobres, um filho é um tesouro e Deus sabe como ajudá-los. “Talvez alguns não são prudentes nisso, é verdade. Paternidade responsável. Mas é preciso olhar também para a generosidade daquele pai e daquela mãe que veem em cada filho um tesouro”.

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– Liberdade de Expressão e de Ação; a Criança Abandonada e o Papa

O papa Francisco foi inserido como um dos protagonistas e criticado sobre o conceito e debate de “Liberdade de Expressão” após declarar que ela deva ter limites, e esse limiar é exatamente a ofensa ao próximo. Ou seja: posso me manifestar a vontade, respeitando os demais cidadãos.

Penso exatamente igual a ele. O mau uso da liberdade de expressão pode trazer consequências indesejáveis devido a fanáticos e malucos que não estejam preparados para viver em sociedade civilizada.

Reinaldo Azevedo, polêmico jornalista de extrema direta e radical em alguns posicionamentos, na contramão desse pensamento, declarou na Rádio Jovem Pan e na Folha de São Paulo que:

“- Francisco tem cabeça e postura de cura de aldeia, não de papa. Suas entrevistas ambíguas são detestáveis. O jesuíta leu mal São Paulo e não sabe que cítara e flauta têm de soar de modo distinto. Suas opiniões sobre o atentado e a liberdade de expressão são covardes, imprecisas e politiqueiras. Deveria se esconder debaixo da cama com Barack Obama para conversar sobre o nada. Ainda bem que nenhum católico vai tentar me dar mil chicotadas por isso”.

Ora, o jornalista defende a liberdade de expressão e ao mesmo tempo critica o Papa pelo que ele expressou. Mas que raio de defesa é essa?

Nós temos um outro problema: a liberdade de ação! Todos nós podemos fumar, temos liberdade de ir a uma tabacaria e comprar cigarros. Mas se deve? Não faz mal à saúde e incomoda os não-fumantes (como eu)?

Nem tudo que é permitido, sempre será devido. Nossas ações são responsáveis por grande parte dos problemas da humanidade. Posso me expressar contra uma determinada religião, mas é correto ofender e escandalizar a quem a professa? Isso não dá o direito de quem se sente ofendido em promover uma jihad (guerra santa), mas deve permitir a expressão do protesto. Processar a revista Charle Hebdo, reclamar e boicotar a publicação são ações livres de resposta. Mas e se expressar com atitude violenta?

Nem a violência moral (ou imoral) deve ser incentivada como a de caricaturas ofensivas de coisa séria, tampouco a violência física como resposta. São nossas ações que conduzirão o futuro da sociedade e da vida de cada um de nós.

Nesta segunda-feira, ainda na Folha de SP, há o relato da missa campal do Papa nas Filipinas. E eis que uma garota que fora abandonada ainda bebê (Glyzelle Palomar, 12 anos) perguntou a ele em encontro de jovens preliminar à celebração na Universidade São Tomás de Manilla:

– “Muitas crianças acabam se envolvendo com drogas e prostituição. Como Deus permite uma coisa dessa?”

Emocionado, Francisco abraçou-a e disse a todos:

“- Nesse lugar, ela foi a única a perguntar uma questão a qual não existe resposta”.

Será que não existe? Para mim, o sumo pontífice quis ser gentil a todos e na sua simplicidade não se prolongou. Mas a ausência dos pais e a criminalidade dos irresponsáveis que defendem o uso de narcóticos e a liberação do sexo ainda precoce seria uma resposta justa; claro, não por omissão de Deus, mas pela liberdade mal gerida por nós, homens e mulheres, a qual não sabemos usar, além dos percalços do dia-a-dia.

Resumindo: o radicalismo, a criminalidade e o mal uso de nossa liberdade (de ação ou de expressão) são as causas que nos fazem discutir algo que dispensaria discussão.
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– As Demissões na Indústria Brasileira são culpa de quem? Da Argentina???

Falarmos que as demissões que assolam o Brasil (e em especial as que acontecem nas montadoras) é o assunto do momento, não é loucura.

Claro, o culpado-mor será a equipe econômica da presidente Dilma. Mas só dela?

A justificativa da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) é de que a crise na Argentina é a grande vilã. Pode até ser; mas é, de fato?

Não, não é. Neste mundo globalizado é cada vez mais importante ter parceiros em todo o planeta para não ficarmos reféns de um segmento. Creditar à presidente Cristina Kirchner os resultados ruins daqui é desvio de foco.

Nos abrimos economicamente com o “fim da reserva de mercado” que mantínhamos, herança da ditadura, através do presidente Collor. FHC nos inseriu na economia global e em contratos com as nações desenvolvidas. Lula costurou acordos comerciais com mercados vizinhos e alternativos na África e Ásia. Porém, o grande mercado consumidor que deveria sustentar a nossa economia anda ruim; e ele é o… mercado interno!

Irônico, não? Com a crise de empregos e política assistencialista perpétua, não nos tornamos autossustentáveis!

Tenho medo dos próximos anos na economia brasileira. E você?
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– Impunidade que destoa só no meio artístico? O caso Rick e Renner.

Confesso: se encontrar na rua, não sei quem é Rick ou Renner. E humildemente digo: não conheço uma música sequer da dupla.

Mas na fila de espera do médico eu leio que Renner se envolveu em um acidente de trânsito por estar dirigindo bêbado 1 dia após o Natal, que não era a primeira vez que estava ao volante embriagado, que teve a CNH cassada em outro acidente e que já esteve preso. Trocou a cadeia por cestas básicas.

E se o cara mata uma família estando “mamado” com seus carrões?

Que raio de impunidade é essa?

Coisas de um país que não quer dar certo… Se ele fosse pobre, seus ótimos advogados conseguiriam tal liberação?

Talvez sim, talvez não. Mas bêbado não pode dirigir! Os motoristas agradecem.

E incluam nesse rol: celulares ao volante, molecada sob efeito de narcóticos e motoristas com habilitações compradas. São tão perigosos quanto os bebuns.
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– Extintor ABC se tornou artigo raro

E o martírio que tem sido encontrar um Extintor ABC para substituir o antigo BC?

O que aconteceu foi o seguinte: o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decretou que os veículos deveriam ter como equipamento de segurança o citado extintor “mais completo”. A medida é a de número 333 de 06 de novembro de 2009, e previa que a partir de 01 de janeiro de 2015 todos os extintores antigos fossem trocados.

Acontece que os carros fabricados a partir de 2005 já saiam de fábrica com o extintor ABC, por outra medida do Contran (de 2004). E quem possuía carros de 2004 para baixo, não se importou ou nem soube da mudança da lei.

Por 6 anos a lei foi “esquecida”, até que, próximo do limite do prazo, começou a correria pela troca.

Agora, poucos comércios têm estoque do produto, não houve uma campanha sobre o assunto e a confusão ficou instaurada.

A propósito: seu extintor está em ordem? Cuidado com a multa salgada: R$ 127,69 e 5 pontos na carteira de motorista.

Resumindo: vá até o seu carro e verifique qual é o seu extintor. Vai que já é ABC e você está se preocupando à toa.

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– Irmãos Galyon: Motivo para você não reclamar da Vida!

Devemos viver com alegria, mesmo em meio a muitos problemas.

Quer um exemplo disso?

Os irmãos Galyon, siameses, 63 anos, a vida inteira foram literalmente unidos pelo corpo. Agora, felizes, irão (juntos, é claro), curtir a Disney após baterem o recorde mundial de longevidade (com suas 4 pernas, 4 braços, 2 estômagos, 2 pulmões, 2 corações e 1 pênis).

Sobre não operar e tentar separar os corpos, eles justificam: “O bom Deus nos fez assim”.

Abaixo, extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/siameses-mais-velhos-do-mundo-celebram-aniversario-na-disney,fadfc32b017aa410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

SIAMESES MAIS VELHOS DO MUNDO CELEBRAM ANIVERSÁRIO NA DISNEY

Os irmãos Galyon nasceram em Ohio, em 1951, e dividem o intestino, pênis e reto.

Com 63 anos, os gêmeos siameses Ronnie e Donnie Galyon se tornaram os mais velhos do mundo, batendo o antigo recorde dos italianos Giacomo e Giovanni Battista Tocci. Para comemorar o aniversário recente, em outubro, e o título confirmado pelo Guinness Book, os irmãos decidiram viajar ao parque de diversões Disney World, além de conhecer o Busch Gardens. As informações são do Daily Mail.

Os irmãos Galyon nasceram em Ohio, em 1951, e dividem o intestino, pênis e reto. Após os siameses nascerem, os médicos estudaram por mais de dois anos a possibilidade de um procedimento cirúrgico para separá-los, porém, não puderam garantir a vida de ambos. Por causa disso, a família preferiu que continuassem do jeito que nasceram. “O bom Deus nos fez assim. Ele é nosso salvador”, diz Ronnie.

Segundo informou o irmão mais novo de Ronnie e Donnie, Jim Galyon, os dois estão felizes pela “fama” – já que conseguiram bater o recorde e receberão o título do Guinness Book em breve. O sonho de conhecer o parque na Flórida foi, finalmente, realizado meses após o aniversário comemorado em outubro. “Nós temos muito que comemorar, eles estão bem e com muita saúde”, afirmou Jim.

Os dois possuem quatro pernas, quatro braços, dois estômagos e dois corações – porém compartilham órgãos vitais da cintura para baixo (intestino, reto, pênis etc). Como não conseguiram seguir os estudos por “distraírem os outros alunos”, segundo diziam seus professores, os irmãos trabalharam até os 39 anos em apresentações de circo e teatro. Depois disso, se aposentaram e vivem, recentemente, com o irmão Jim – quem deu a viagem à Disney de presente de aniversário aos dois.

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– Sobra dinheiro para as festas de Reveillon?

A carestia aumenta aos olhos do povo e as Prefeituras estão falidas Brasil afora, mas para fazer festa tem dinheiro em caixa?

Digo isso pois leio: no Rio de Janeiro, “seu Jorge” receberá 700 mil reais para cantar na praia!

Ora bolas: o artista que tem o privilégio de cantarolar em tal evento (seja ele quem for) é quem deveria agradecer a oportunidade.

Tanta grana para um cantor tocar meia dúzia de músicas numa única noite faz pensar: será que não tem gente levando algum?

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– E se você ganhar na Mega Sena hoje?

Hoje será sorteada a Mega Sena da Virada, o super concurso das Loterias da Caixa com prêmio hiper-mega-blaster milionário.

A chance de acertar é de 1 em 50 milhões. Considerando todos os brasileiros vivos (incluindo as crianças), se todos apostarem uma vez e de maneira diferente, 4 pessoas ganham o prêmio. Como isso não é possível, só resta dizer: é muito difícil acertar!

E o que você faria se levasse a bolada de mais de R$ 200.000.000,00?

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– Roto falando do Esfarrapado?

A não-eliminação do famoso ponto de tráfico a céu aberto chamado de Cracolândia, em SP, é uma vergonha ao cidadão.

Pessoas drogadas misturadas a bandidos, zumbis em meio a meliantes, e tudo feito sem constrangimento.

Pura indignidade humana!

Leio que o prefeito paulistano Fernando Haddad criticou o policiamento na região. Sim, realmente deve ser criticado, bem como o próprio Haddad, mentor do bolsa crack, cujo propósito era dar dinheiro ao viciado para que ele o empregasse em outra coisa que não fosse a droga.

Conclusão: com mais grana no bolso, o viciado passou a consumir mais, o preço do crack aumentou e a violência se manteve absurdamente alta.

Durma-se com um barulho desse…

Ninguém fala em recuperar o logradouro e promover um mega programa de desintoxicação dos viciados?

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– Loemy Marques e o exemplo do descuido!

Repercute muito a história de Loemy Marques, uma linda modelo que não tendo conseguido o sucesso que queria na carreira, experimentou crack uma 1a vez e nunca mais largou a droga.

Hoje, com 24 anos, é refém das drogas e representa toda indignidade que uma pessoa pode chegar. Triste. Vítima dessas porcarias que são oferecidas e que muitos, seja por qual motivo for, usam uma única vez e depois não param.

E há quem faça apologia das drogas…

VICIADA EM CRACK, EX MODELO VIVE NAS RUAS DE SP

por Eduardo Anizzelli, FSP, 24/11/2014

Loemy Marques, 24, não para quieta. A abstinência está no auge. Observa duas fotos suas na capa da revista “Veja São Paulo”. Na primeira, aparece linda, nos tempos de modelo. Na segunda, a imagem atual, após dois anos de vício em crack e morando na rua.

“Você precisa decidir qual das duas você quer ser”, diz um amigo, tentando impedi-la de voltar ao fluxo -nome dado à aglomeração de viciados que hoje fica na esquina da rua Helvétia com a alameda Cleveland, na cracolândia, região central de São Paulo.

“Estou confusa, quero fumar”, diz ela.

É tarde de sábado (22). Loemy senta-se e levanta-se várias vezes de uma cadeira de plástico na sede do Recomeço, projeto do governo estadual para tratar dependentes, enquanto é disputada por equipes de programas de TV.

A ex-modelo que virou craqueira ficou “famosa” a partir da divulgação de sua história, naquele mesmo dia.

Ela contou à revista que começou a fumar crack em 15 de setembro de 2012, quando teve dois celulares e R$ 800 roubados por dois bandidos.

Foi então que alguém colocou um cachimbo com a droga na boca dela, e veio uma sensação descrita como “uma tomada para carregar”.

Vítima de abusos do padrasto na infância, voltou a sofrer abuso na cracolândia. Para manter o vício, também chegou a se prostituir.

PROPOSTA

“Não viemos explorar a tragédia dela”, diz um produtor de TV. “O que estamos oferecendo é uma proposta de final feliz, ela vai para um hotel, para uma clínica. Mas queremos exclusividade.”

Enquanto isso, o funcionário de outra emissora se oferece para comprar um maço de cigarros para ela. Para irritação do primeiro, ela sai por alguns minutos com o homem. Quando volta, segura um Marlboro vermelho e um chocolate Diamante Negro.

Uma das equipes oferece que Loemy vá para um hotel.

“Não quero. Não consigo ficar sozinha lá”, diz. “Estou acordada há dois dias. Vou ficar acordada até apagar e depois me interno no Cratod [centro estadual de referência de álcool e outras drogas].”

Da última vez que a preparadora de modelos Debora Souza, 36, viu Loemy, já a encontrou na casa de um amigo em “estado deplorável”. “Mas não sabia que ela tinha ido parar na rua”, afirma.

Loemy passou por cursos na Skin Model, onde Debora trabalha. “Foi em meados de 2012. Ela estava crua ainda”, conta. “Mas tinha todo o potencial do mundo, uma beleza estilo anos 80.”

Debora conta que começou a receber queixas de indisciplina. “Ela ficava muito revoltada de não ser aprovada no casting [seleção] e tinha comportamentos súbitos de gritar com as pessoas”, diz. “Outra vez, gostaram dela, mas no meio da prova de roupa ela saiu para fumar e voltou com a roupa cheirando cigarro.”

Longe das passarelas, Loemy chegou a tentar se internar e voltar para o interior de Mato Grosso, onde vive a família. No fim, sempre acabava voltando à cracolândia.

No domingo (23), Loemy continua no fluxo.

Quando não está fumando crack, anda de um lado para o outro e, às vezes, abaixa-se para procurar algo no chão.

Poucos ali a conhecem, mas muitos se identificam com a história dela.

“Eu era engenheiro mecânico até um ano e meio atrás. Saí com uma prostituta, fumei uma pedra e hoje não consigo sair daqui”, diz um homem de 36 anos, ao ser questionado se a conhecia.

Apesar do 1,79 m de altura, Loemy passa despercebida no meio dos demais viciados.

Com o cachimbo na mão, não quer conversa. Enfia-se entre as dezenas de barracas onde os viciados fumam e desaparece de vista.

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– Julien Blanc é o palestrante mais odiado pelas mulheres!

Já ouviu falar do “conselheiro amoroso” Julien Blanc?

Eu já! Quem não o conhece, pode pensar que ele é um tipo de Hitch, personagem de Will Smith nos cinemas que ajudava aos homens a perderem a timidez e conquistar as mulheres.

Nada disso. Ele, de fato, dá conselhos a homens. Mas para conquistar grosseiramente as mulheres, a lá homem das cavernas! Ele se denomina “artista da pegação”.

Seus métodos condenáveis estão levando a diversas ONGs a pedirem a proibição da sua entrada no Brasil, onde deseja realizar palestras.

Veja como ele orienta, abaixo, extraído da Revista Época, 17/11, pg 18-19:

COMO DESPERTAR O FOGO NAS MULHERES – DE RAIVA

Por Cristina Grillo

Em fotos e vídeos que circulam pela internet, ele até parece bonitinho, com certo charme, do tipo que tem chances de terminar uma noitada bem acompanhado. Mas o que o americano Julien Blanc (foto), de 28 anos, diz em suas “aulas” é grosseria pura. Ele pretende ensinar candidatos a machos alfa a “pegar” mulheres. Sim, é esse o termo que ele usa. Não se trata de “conquistar”.

Blanc merece terminar a noite bebendo cerveja quente ao lado de um bêbado chato. As reações raivosas a seu método ultrapassaram em muito o alcance de sua técnica ruim de conquista. Abaixo-­assinados se espalharam pelo mundo e fizeram com que ele fosse impedido de entrar na Austrália e no Reino Unido e fosse execrado no Canadá e no Japão. Em vídeo, Blanc afirmou que homens brancos poderiam abordar japonesas de qualquer forma que desejassem, sem temer as consequências. Ele planejava vir ao Brasil em janeiro, para dar aulas sobre seu “método”. Um abaixo-assinado no site Avaaz reunira, até a sexta-feira da semana passada, mais de 300 mil assinaturas pedindo ao Ministério das Relações Exteriores e à Polícia Federal que não concedessem visto de entrada ao fanfarrão. Na quinta-feira, o Itamaraty afirmava ter elementos suficientes para negar o ingresso de Blanc no país.

Blanc se define como um “pick up artist” – um artista da pegação, em tradução livre – e mostra em vídeos algumas de suas “técnicas”. Uma consiste em empurrar a cabeça da escolhida até que ela fique próxima de seu pênis. Não deixa de ser uma tática arriscada. Outra é apertar o pescoço da candidata, como se fosse sufocá-la, até conseguir um beijo. Descreve ainda um método que poderia ser chamado de “morde e assopra”. Ensina aos pupilos que eles devem ameaçar a futura conquista com palavras duras, depois aliviar a pressão. Diz que a técnica, de “curto-circuito emocional”, é infalível.

As táticas de Blanc falham. Uma troca de mensagens publicada na internet mostra uma tentativa sua de “pegar” a administradora de um grupo do aplicativo de encontros Tinder. Blanc, sem rodeios, convida a mulher a fazer sexo com ele e pede seu endereço. Ela responde: “Por que motivos eu daria meu endereço a alguém que acabo de conhecer no Tinder?”. Ele sugere, então, que se encontrem num lugar neutro. Ela, mais uma vez, nega. Autoconfiante, ele começa a executar a parte “morde” de sua técnica e xinga a “candidata” com os piores impropérios. Depois, passa à fase “assopra”. Pede desculpas, pergunta se há algo errado com sua aparência, implora por nova chance. Como resposta, recebe um link para uma imagem da bela cantora Adele – fazendo um gesto obsceno com o dedo médio.

A guerra contra Blanc começou na Austrália, onde ele planejava dar um de seus cursos, com ingresso em torno de R$ 2 mil. Um abaixo-assinado com 41 mil nomes, argumentando que ele incita à violência contra as mulheres, levou o governo australiano a negar-lhe o visto de entrada. Em uma semana, a história correu o mundo. Chegou ao Brasil na última terça-feira, com a abertura de um abaixo-assinado pedindo ao governo federal que não permita sua entrada no país.

“Em Tóquio, um homem branco pode fazer o que quiser”, diz Julien Blanc, autodenominado “artista da pegação”, numa lição em vídeo. As bobagens de Blanc passaram a ocupar gente em Brasília. A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República pediu providências ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Em nota, a secretaria se define como favorável à liberdade de expressão, em seguida afirma que “esse senhor” incentiva a violência contra as mulheres, “inclusive o estupro”. E acrescenta: o Anuário brasileiro de segurança pública estima que mais de 143 mil mulheres foram estupradas em 2013 no Brasil, com base nas 50.320 notificações. O Itamaraty passou a consultar outros órgãos do governo federal sobre o assunto.

O presidente da Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Eduardo Tess Filho, afirma que impedir a entrada de Blanc por causa de um abaixo-assinado pode levar a um “campo minado”. “Uma coisa é (barrar) um terrorista, um agitador, outra coisa é censura. Misturar movimento social feminista com censura é um perigo”, diz. O problema, para Tess, é definir se Blanc acarreta risco para as mulheres ou apenas para o bom gosto.

Um psiquiatra ouvido por ÉPOCA conta o caso de um paciente ainda em tratamento. O jovem afirma ter criado um método infalível para arrumar namoradas. “É só descobrir o que elas esperam de um homem e fazer tudo direitinho, sem questionar”, diz ele, segundo seu médico. O tratamento é para ensinar a ele como funcionam a conquista e a vida afetiva. Talvez, no lugar de protestos e de um abaixo-assinado para a Polícia Federal e o Itamaraty, Julien Blanc precise ser encaminhado para terapia.
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– Desacordo entre Imigrantes e MST!

Coisas de um mundo globalizado: em São Paulo, há um grande número de africanos provindos de Benin, Uganda e Angola (além dos nossos irmãos latinos haitianos que entram através do Acre) tentando a sorte por aqui. Quem os incentivou eu não sei, mas eles entram tranquilamente já que as fronteiras do país estão escancaradas.

Sem perspectivas de trabalho, acabam dormindo em abrigos ou invadindo prédios abandonados na capital, e aí que está a maluquice: os apartamentos são controlados pelo MST, que cobram dos “inquilinos” cerca de 150,00 reais!

É ocupação socialista pelo menos favorecido ou invasão capitalista para fundos próprio?

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– Realmente precisamos de um dia específico para Consciência Negra?

Sou contra certas datas festivas: Todo dia é dia das mães; dos pais; das mulheres; dos homens ou dos negros.

Muitas vezes, temos datas comerciais: o dia dos namorados, por exemplo. Ou outras demagógicas: não seria a de hoje um exemplo disso?

Detesto rotulações: raça branca, negra, amarela… Ora, somos todos uma única raça, a RAÇA HUMANA! Não importa a cor da pele, a preferência sexual ou a religião: todos somos iguais em direitos e deveres.

Perceberam que o “dia de reflexão” virou descanso para uns e aproveitamento político para outros? Pior: o fato das cidades determinarem feriado municipal ou não acaba desacreditando no dia como feriado em si. Ou é para todos os municípios, nacionalizando a data, ou não.

Mais grave do que isso é tratar o dia como se fossem os negros gente inferior que precisassem de piedade. Nada disso. A história de cotas ou privilégios não pode ser uma caridade de gente subestimada, pois para ser inteligente ou competente não há cor (diferente das cotas sociais – por pobreza – as quais defendo).

Que o Dia da Consciência Negra sirva para refletir a igualdade, não aumentar discussões discriminatórias ou comparações de raças; coisas que são bobagens abomináveis nos dias atuais.

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– Secura no Estado de São Paulo

Rodei pela Rodovia Dom Pedro I neste domingo e o cenário é assustador: as represas, ao seu lado, tão belas e chamativas, estando secas!

Assustador…

Olha só: 

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– Chikungunya assustando os Brasileiros

Enquanto assuntos como Política, Futebol e Ebola estão em alta no noticiário, outro silenciosamente vem assustando: o Chikungunya; parecido, mas mais cruel do que a Dengue e transmitido igualmente pelo Aedes Aegypti. Em Feira de Santana (BA), os casos são tão numerosos que o principal Banco de Sangue da cidade está recusando doações de sangue.

Conheça mais, extraído do G1:

CHIKUNGUNYA

A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa “aqueles que se dobram”, em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.

Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus chikungunya pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, e a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.
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– Mulheres do Mal numa Farra sem Fim?

Suzane Von Richthofen, a jovem que matou os pais junto com os irmãos Cravinhos, está presa na mesma cadeia que Elize Matsunaga, a ex-prostituta que casou e esquartejou o executivo da Yoki. Ambas tem algo em comum: o coração de Sandra Galega, a colega de cela que sequestrou e matou uma jovem em São Paulo.

Entenderam o absurdo: as três vivem juntas um triângulo amoroso lésbico dentro da Penitenciária, e agora duas se ameaçam de morte.

Cadeia é Parque de Diversão e lugar de paquera?

Nós é quem pagamos essa farra!

Prisão não é internato punitivo e corretivo dos erros cometidos?

Parece Motel…

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– Começou o Horário de Verão. Nããão…

Na virada deste sábado para domingo começou o Horário de Verão. Respeito quem goste, mas eu detesto!!!

Acordar com o dia bem escuro, ir embora ainda com calor e clarão… Muito cansativo!

E nas salas de aula? Não há professor que aguente as “primeiras aulas noturnas” ainda com sol.

O novo horário é ótimo para quem pode curtir a tarde/noite numa caminhada, tomando um chopp ou algum outro programa. Para quem ainda está no trabalho, é horrível.

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– Há 20 anos, já se previa a escassez das chuvas de hoje! E nada foi feito…

Os ecologistas avisaram sobre as mudanças climáticas que sentimos na pele atualmente, mas os governantes deram de ombro e medidas ecologicamente corretas nunca foram tomadas.

Quer prova disso?

Abaixo,

Extraído de Terra Notícias:

CAUSADA POR DESMATAMENTO, SECA EM SP FOI PREVISTA HÁ DÉCADAS

O Sudeste, o Centro-Oeste, o Norte e o Nordeste registraram recordes de temperatura nos últimos dias com a bolha de calor estacionada sobre estas regiões. Ela impede a chegada da umidade e consequentemente da chuva. Mas esse é apenas um dos reflexos de um cenário catastrófico já previsto há mais de 20 anos, que hoje, não se trata apenas de uma previsão, mas sim das consequências do desmatamento.  O engenheiro agrônomo com doutorado em biogeoquímica planetária do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Antônio Donato Nobre, autor de um estudo chamado Futuro Climático da Amazônia  – que deve ser publicado até o final do ano – afirma que a única forma de remediar a situação é adotar uma estratégia de guerra.

“Não quero ser radical, mas quando nós chegamos a esse ponto, nós precisamos ter um discurso de guerra”, diz comparando a ação dos governantes frente à crise financeira de 2008, quando foram investidos trilhões de dólares para salvar bancos privados da crise.  “É uma decisão que precisa ser tomada em 15 dias e não em 15 anos”.

O professor afirma que já vivemos dentro de um desastre, a exemplo do que ele vê todos os dias pela janela de seu apartamento em São José dos Campos, “vejo o céu do Saara, nós estamos aqui em um processo de desertificação, e eu torço para que esteja errado, para que eu esteja equivocado”.

“Essa onda de destruição tem consequência, agora é a hora da consequência e nós vamos pagar o preço… mas não são mais os cientistas ou a sociedade que estão falando isso, agora é o clima que está falando…. abra a sua torneira e veja se a água está saindo. Esta demonstração faz com que eu não precise me preocupar em relação sobre se o que eu estou falando é verídico ou não”.

Nobre explica que a principal causa do que temos testemunhado no Brasil é efeito do fim das florestas do Sudeste e do desflorestamento em andamento na Amazônia, que diminuiu a umidade do ar. Isso  faz com que as massas de ar seco fiquem estacionadas, diminuindo ainda mais a umidade e impedindo as chuvas. A importância das florestas é tamanha, que um estudo do qual Nobre participou mostrou que a vegetação amazônica produz mais umidade que o volume de água diário do rio Amazonas, que é o maior do mundo. 

Constatações como essa tem feito com que ele defenda ações mais urgentes e radicais contra o desmatamento e em favor do reflorestamento, porque as consequências já estão sendo sentidas. “Quando a gente está dentro de um desastre, não podemos raciocinar com a lógica antiga… essa lógica de que ‘será que a Dilma vai concordar’, não funciona em um desastre. Quando você está em um esforço de guerra é regime de exceção, de calamidade pública… é minha posição pessoal, mas é porque não vejo outra saída”, diz. 

Ele cita o exemplo do cientista da NASA James  Hansen, um dos maiores nomes no monitoramento de temperatura, que  começou a realizar protestos dizendo que as pessoas soubessem o que ele sabe, estariam juntos com ele protestando. 

“Isto já estava previsto há 20 anos atrás, já estavam gritando na  Eco 92 no Rio de Janeiro para ajudar a humanidade. É grave a situação, é gravíssima, mas não só, não fizeram nada, como aceleraram o processo de destruição. Agora é o custo. Destrói a sua casa, e agora não mais onde morar”, afirma.

Sua maior crítica é contra setores que defendem o desmatamento em favor da agricultura, que impuseram mudanças como o novo Código Florestal, mas que não levaram em consideração os efeitos que o clima tem sobre a própria agricultura, que depende muito da previsibilidade do clima. Ele diz que além da população, a agricultura sofrerá os impactos disso. “O que essas pessoas que falam em nome da agricultura fizeram foi dar um tiro no próprio pé”. “Porque mesmo com chuva, em um evento de 2004 no Rio Grande do Sul, faltou chuva em umas semanas no período em que a soja estava florescendo e teve mais de 60% de queda de produção”.

Bolha de Calor

Um dos efeitos do desmatamento e do processo de desertificação é a bolha de calor que nos últimos dias têm provocado altas recordes nos termômetros de diversas capitais do País. Na quinta-feira, foram registradas temperaturas superiores a 40ºC em ao menos seis cidades do Sul, Sudeste e Nordeste. A situação só deve melhorar a partir da semana que vem, segundo as previsões do Climatempo.

Enquanto isso no Sul, o problema são as chuvas de granizo e temporais  que destelham casas e inundam as ruas provocando um verdadeiro caos na vida cotidiana. Em Porto Alegre, em dois dias choveu mais da metade da média de um mês.

Está passando por problemas com a água em sua cidade? Mande relatos, fotos e vídeos para nós pelo vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra, clicando aqui, ou envie pelo aplicativo WhatsApp, disponível para smartphones, para o número +55 11 97493.4521.

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– Michael Phelps, Jobson, as Drogas e os Esportistas

 O megacampeão da natação Michael Phelps foi flagrado recentemente fumando maconha. Para piorar, perdeu a Carteira de habilitação por dirigir bêbado. Agora, se internou numa clínica de recuperação.

Ao menos, tomou medidas necessárias e percebeu o grande prejuízo que estava ocorrendo em sua carreira. E não só nela, mas na sua vida pessoal!

Veja no campo futebolístico: Mário Jardel perdeu tudo após as drogas; Jobson, atacante, de inúmeras oportunidades, também.

Vemos que o vício é um problema social que atinge todas as camadas. E o mais difícil ainda é quando pessoas sem suporte psicossocial estão fragilizadas e são levadas a essas tentações.

Imagine quantos garotos que enriquecem repentinamente e, de uma hora para outro, estão rodeados por mulheres, carrões, fama e… aproveitadores!

Será que os clubes de futebol estão preparados para evitar o surgimento de novos Jardéis e Jobsons? Promovem estrutura para prevenção?

O certo é: em qualquer ramo, devemos ensinar nossas crianças a fugirem das drogas lícitas e ilícitas. E sem vacilar!
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– O Papa e a Comunhão aos casais de Segunda União

Nesta semana está acontecendo um Sínodo Extraordinário sobre as Famílias. Os bispos estão discutindo várias temáticas delicadas dentro desse assunto: controle de natalidade, sexo antes do casamento, família homossexual e, o mais polêmico (devido aos últimos fatos): a Comunhão para Casais em 2a união.

Recentemente, o cardeal alemão Walter Kasper, teólogo preferido do Papa Francisco (segundo ele próprio), defendeu publicamente e escreveu sobre a necessidade da Igreja ser misericordiosa àqueles que fracassaram em um primeiro casamento e acolhê-los em uma segunda união, permitindo-os que permaneçam integralmente na Igreja recebendo normalmente a Eucaristia. O próprio Papa Francisco defendeu uma maior facilidade para anulações de casamento nos processos eclesiásticos, a fim de regularizar os casais em segunda união (que, na prática, se tornaria a primeira união com a não validação do anterior).

Porém, o cardeal americano Raymond Burke se irritou profundamente com essas idéias, e, nos últimos dias, publicou um livro condenando ferozmente a permissão de que os divorciados que se casaram novamente comunguem.

Assim, na abertura do Sínodo, coube a Francisco apaziguar os dois cardeais e puxar a orelha de ambos declarando:

“Um Sínodo não é para se discutir idéias lindas e inteligentes ou ver quem de nós é melhor, é para se deixar abrir à luz do Espírito Santo”.

Que realmente a Força do Alto esteja iluminando os religiosos ali presentes, a fim de que se esclareça conforme a vontade de Deus tal delicada questão.

Sinceramente, penso que os casais em 2a união já deveriam ter tido maior atenção desde outros pontificados! Parabéns ao Papa Francisco por querer resolver essa pendenga, assim como a questão do Batismo a crianças cujos pais não coabitam.

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– Redes Sociais são Estressantes, segundo pesquisa

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– Personalidade e Caráter

Hoje, nos nossos encontros da Catequese do Crisma, falaremos sobre #Personalidade e #Caráter!
Nascemos com nossas caraterísticas pessoais, mas o caráter pode ser moldado. O seu é (ou foi) formado por quem ou onde?

A Pureza é uma das suas manifestações!
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– A Piada do STJD no recurso gaúcho

Se o Grêmio tivesse vencido o Santos por ½ x 0, estaria vivo na Copa do Brasil e não seria punido pelo Racismo. Ao menos, é a mensagem que o STJD deixa a entender após o julgamento do recurso nessa 6a feira.

Petros havia sido suspenso por 180 dias e teve a pena reduzida para 3 jogos. O Grêmio, excluído da Copa do Brasil, teve a pena reduzida para a perda de 3 pontos. Como o resultado do jogo de ida foi derrota por 0x2, o time está com -3. Mas e se tivesse vencido o jogo de ida? Teríamos o jogo de volta!

Coisas dos togados do RJ!

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