– Fatores de Honestidade e Desonestidade

A Revista Época desta semana traz uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

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– Latino: o Infeliz que fez o Macaco Fumar!

Falta do que fazer…

E o cantor Latino que publicou orgulhosamente nas suas Redes Sociais o seu “macaco de estimação” fumando narguilé?

São minutos de propaganda que conseguiu. Será adepto do “falem bem ou falem mal, mas falem de mim?

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– Millôr Fernandes e o Orgasmo

O Grande Millôr Fernandes (1923-2012) nos deixou uma tirada real sobre “traições”. Ele escreveu que:

O adultério é o mercado negro do orgasmo

De fato, aventurar-se nele deve ser uma fria! Não faça isso, a fidelidade é uma graça de Deus, e ao mesmo tempo, segurança para sua vida familiar, para a saúde e para a paz!

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– Bela, Recatada e do Lar

A Revista Veja publicou uma matéria sobre a possível “futura 1a dama do Brasil”, Marcela Temer. A publicação trouxe o título: “Bela, Recatada e do Lar”, e dela surgiram muitas discussões: é elogiosa ou há demérito? Machista ou não?

Para mim, uma reportagem como outra qualquer. Mas muitas pessoas acharam graça, outras não gostaram e outras se identificaram.

Para quem não leu, segue:

(OPS: um dos mêmes mais publicadas na Internet diz: pela diferença de idade do casal, “isso é golpe”!!! Leia e tire suas próprias conclusões)

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/bela-recatada-e-do-lar

MARCELA TEMER: BELA, RECATADA E “DO LAR”

Marcela Temer é uma mulher de sorte. Michel Temer, seu marido há treze anos, continua a lhe dar provas de que a paixão não arrefeceu com o tempo nem com a convulsão política que vive o país – e em cujo epicentro ele mesmo se encontra. Há cerca de oito meses, por exemplo, o vice-presidente, de 75 anos, levou Marcela, de 32, para jantar na sala especial do sofisticado, caro e badalado restaurante Antiquarius, em São Paulo. Blindada nas paredes, no teto e no chão para ser à prova de som e garantir os segredos dos muitos políticos que costumam reunir-se no local, a sala tem capacidade para acomodar trinta pessoas, mas foi esvaziada para receber apenas “Mar” e “Mi”, como são chamados em família. Lá, protegido por quatro seguranças (um na cozinha, um no toalete, um na entrada da sala e outro no salão principal do restaurante), o casal desfrutou algumas horas de jantar romântico sob um céu estrelado, graças ao teto retrátil do ambiente. Marcela se casou com Temer quando tinha 20 anos. O vice, então com 62, estava no quinto mandato como deputado federal e foi seu primeiro namorado.

Michelzinho, de 7 anos, cabelo tigelinha e uma bela janela no lugar que abrigará seus incisivos centrais, é o único filho do casal (Temer tem outros quatro de relacionamentos anteriores). No fim do ano passado, Marcela pensou que esperava o segundo filho, mas foi um alarme falso. “No final, eles acharam que não teria sido mesmo um bom momento para ela engravidar, dada a confusão no país”, conta tia Nina, irmã da mãe de Marcela. Ela se refez do sobressalto, mas não se resignou – ainda quer ter uma menininha. No Carnaval, Marcela planejou uns dias de sol e praia só com o marido e o filho e foi para a Riviera de São Lourenço, no Litoral Norte de São Paulo. Temer iria depois, mas, nos dias seguintes, o plano foi a pique: o vice ligou, dizendo que estava receoso de expor a família, devido aos ânimos acirrados no país. Pegou Marcela, Michelzinho, e todo mundo voltou para casa.

Bacharel em direito sem nunca ter exercido a profissão, Marcela comporta em seu curriculum vitae um curto período de trabalho como recepcionista e dois concursos de miss no interior de São Paulo (representando Campinas e Paulínia, esta sua cidade natal). Em ambos, ficou em segundo lugar. Marcela é uma vice-primeira-dama do lar. Seus dias consistem em levar e trazer Michelzinho da escola, cuidar da casa, em São Paulo, e um pouco dela mesma também (nas últimas três semanas, foi duas vezes à dermatologista tratar da pele).

Por algum tempo, frequentou o salão de beleza do cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi, famoso pela clientela estrelada. Pedia luzes bem fininhas e era “educadíssima”, lembra o cabeleireiro. “Assim como faz a Athina Onassis quando vem ao meu salão, ela deixava os seguranças do lado de fora”, informa Biaggi. Na opinião do cabeleireiro, Marcela “tem tudo para se tornar a nossa Grace Kelly”. Para isso, falta só “deixar o cabelo preso”. Em todos esses anos de atuação política do marido, ela apareceu em público pouquíssimas vezes. “Marcela sempre chamou atenção pela beleza, mas sempre foi recatada”, diz sua irmã mais nova, Fernanda Tedeschi. “Ela gosta de vestidos até os joelhos e cores claras”, conta a estilista Martha Medeiros.

Marcela é o braço digital do vice. Está constantemente de olho nas redes sociais e mantém o marido informado sobre a temperatura ambiente. Um fica longe do outro a maior parte da semana, uma vez que Temer mora de segunda a quinta-feira no Palácio do Jaburu, em Brasília, e Marcela permanece em São Paulo, quase sempre na companhia da mãe. Sacudida, loiríssima e de olhos azuis, Norma Tedeschi acompanhou a filha adolescente em seu primeiro encontro com Temer. Amigos do vice contam que, ao fim de um dia extenuante de trabalho, é comum vê-lo tomar um vinho, fumar um charuto e “mergulhar num outro mundo” – o que ocorre, por exemplo, quando telefona para Marcela ou assiste a vídeos de Michelzinho, que ela manda pelo celular. Três anos atrás, Temer lançou o livro de poemas intitulado Anônima Intimidade. Um deles, na página 135, diz: “De vermelho / Flamejante / Labaredas de fogo / Olhos brilhantes / Que sorriem / Com lábios rubros / Incêndios / Tomam conta de mim / Minha mente / Minha alma / Tudo meu / Em brasas / Meu corpo / Incendiado / Consumido / Dissolvido / Finalmente / Restam cinzas / Que espalho na cama / Para dormir”.

Michel Temer é um homem de sorte.

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– Combatendo a Arrogância Pessoal e Corporativa

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

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– Gás de Buzina: a Droga disfarçada de Brinquedo Inocente. Cuidado!

Mais uma pessoa morreu por culpa da inalação de “Gás de Buzina”. Uma moça de Rio Preto foi encontrada morta com a latinha ao seu lado, dentro de um condomínio de luxo da cidade.

A questão é: a Buzina não é usada para fazer barulho ou brincadeiras, mas o gás dela é usado como alucinógeno entre os jovens!

Assustador…

Abaixo, extraído de: http://www.antidrogas.com.br/mostranoticia.php?c=3821&msg=Buzina:%20de%20brinquedo%20a%20droga%20deste%20carnaval

BUZINA: DE BRINQUEDO A DROGA DESTE CARNAVAL

As famosas buzinas do barulho são vendidas livremente em lojas. E embora os avisos do rótulo avisem do risco, elas são inaladas porque produzem alucinação semelhante ao lança-perfume e o barulho do sino no ouvido é o reflexo do coração batendo, o que causa paradas respiratórias e muitos jovens morrem. A comunidade serve como um apelo para que o produto deixe de ser comercializado.

Esse testemunho acima foi retirado da comunidade “Eu Amo Buzina”, dentro do site de relacionamentos Orkut – absolutamente popular entre a juventude do Brasil e se refere à morte de uma jornalista de 25 anos, durante o carnaval do ano passado, em São Paulo. O testemunho vai na contramão de dezenas de outros comentários de adolescentes, no mesmo site, que exaltam abertamente os efeitos alucinógenos, relaxantes ou desinibidores provocados pela inalação dos gases (butano e propano) que compõem essas buzinas – vendidas livremente no comércio, inclusive em lojas de brinquedos. São aquelas latinhas de metal com uma corneta em cima, inicialmente utilizadas como instrumento de sonorização de barcos, mas que se popularizaram (como efeito sonoro) em estádios de futebol, bailes de formatura e, claro, no carnaval.

Mas uma cena inusitada tem sido flagrada nas prévias do carnaval de Pernambuco: jovens utilizando a buzina com a corneta voltada para o nariz ou a boca – inalando os gases – tal como fazem com drogas como o lança-perfume e o loló. E a ligação com essas drogas é realmente direta. Os efeitos relatados pelos usuários são os mesmos. Os riscos – alertados por médicos e químicos – também. E há um terceiro e (talvez mais decisivo) elo: a forte repressão da polícia fez o lança-perfume sumir do “mercado”.

“Quando a polícia quer proibir alguma coisa de verdade, consegue. Foi o que aconteceu com a lança, que é um produto industrializado. O loló qualquer um pode fabricar e a buzina é legalizada”, contou um usuário recifense de 31 anos, que relata o que sentiu ao inalar os gases da buzina: “O efeito é igual ao do lança-perfume. Apesar de já ter cheirado, sou contra e também sou contrário à venda. A idéia de cheirar uma buzina é muito louca e ninguém sabe qual o mal que os gases existentes nela podem provocar”, conclui o folião, que admitiu já ter tido experiência com outros tipos de drogas. O pesquisador do Serviço de Toxicologia de Pernambuco, da UFPE, Arquimedes Fernandes Monteiro de Melo, explica o mal que a inalação dos gases butano e propano pode causar: “É a droga da moda. Todo carnaval, sempre inventam uma. Este ano, são essas buzinas. E esses gases causam riscos severos ao sistema cardiorrespiratório e ao sistema nervoso central. Se a pessoa tiver problemas no coração, pode ter uma morte súbita, explicou. Uma jovem do Recife, de 28 anos, que admitiu consumir a droga lícita em festas de carnaval relatou que o cheiro e o efeito lembram o do lança-perfume, mas o barato é bem mais rápido. Fiquei um pouco anestesiada e com um zumbido no ouvido. O lado ruim é que a buzina provoca uma azia danada, mesmo no dia seguinte.

Autor: Fred Figueiroa

OBID Fonte: Diário de Pernambuco-PE

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– E o carro da motorista idosa que caiu na Balsa da Travessia Santos – Guarujá?

Quando vou ao Litoral e embarco na balsa sentido Guarujá, sempre me pergunto: “será que algum carro já caiu daqui?”.

Nesta semana, uma senhora caiu com o veículo e foi salva. Só que o carro afundou e está bem no meio da travessia de navios (a DERSA interditará o serviço de balsas no domingo, 10h, para remover o automóvel).

Abaixo, extraído de G1.com:

IDOSA E CÃO SÃO RESGATADOS APÓS CARRO CAIR NO MAR EM TRAVESSIA DE BALSA

Um veículo caiu no mar enquanto era transportado em uma balsa que realiza a travessia entre as cidades de Santos e Guarujá, ambas no litoral de São Paulo. O acidente ocorreu no começo da tarde deste domingo (27).

De acordo com testemunhas, a motorista, de 69 anos, estava com um cão no interior do veículo quando o automóvel caiu no mar. Ninguém ficou ferido.

Uma embarcação ocupada por profissionais da praticagem passava ao lado da balsa e presenciou o acidente.

Eles conseguiram resgatar a motorista e o cachorro momentos antes do automóvel ter afundado. A vítima e o cachorro passam bem.

Em nota, a Dersa, empresa responsável pela travessia de balsas, afirmou que o veículo já estava estacionado em uma das embarcações, quando a motorista acelerou, perdeu o controle e caiu com o veículo no mar. Ainda segundo a empresa, os funcionários da balsa prestaram socorro à motorista e ao cão.

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– Você acredita em Especialistas e sabe tomar decisões sem influência?

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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– Zika Vírus surgiu no Brasil por culpa da Copa das Confederações?

Vejam que loucura: a Universidade de Oxford, em parceria com o Instituto Evandro Chagas (do Pará, especializado em dengue e doenças florestais) rastreou o mapeamento genético do Zika Vírus. Os resultados foram divulgados na importante Revista Science e dizem que o Zika está em nosso país desde 2013 em Pernambuco, com o surpreendente diagnóstico de que, comparado com os outros tipo de Zika existentes no mundo, ele é idêntico ao da Polinésia Francesa.

E sabe a conclusão?

Em Junho de 2013, a Seleção do Taiti, uma ilha da Polinésia Francesa, jogou em Recife (PE) na Copa das Confederações da FIFA, que precede a Copa do Mundo.

Será que…

Sim, provavelmente é o que você pensou. A Copa de 2014 importou involuntariamente o Zika para nosso país, de uma Seleção que nem disputou o Mundial! Que legado…

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– Selfie de Ostentação!

Muitos gostam de se autofotografar e colocar nas redes sociais seus rostos. A isso se dá o nome de Selfie. É um modismo. Mas sabia que ele também está saindo de moda?

Agora está em voga o Braggie, que é um “Selfie de Ostentação”.

Está comendo um belo camarão na praia? O cara fotografa e coloca na rede social. Praia com os amigos? Faça os outros morrerem de inveja. E por aí vai.

Comportamento social de emergente – é nisso que se resume o Braggie!

Sobre o tema, abaixo, extraído do Portal Jovem Pan:

BRAGGIE

Viagens, restaurantes, carrões, jatinhos. Depois da onda do “selfie” (tipo de fotografia em que a pessoa clica ela mesma e posta o resultado nas redes sociais), os famosos resolveram investir no “braggie”, imagem feita unicamente para mostrar que estão bem de vida – e deixar os amigos morrendo de inveja. Confira alguns na galeria a seguir!

Clique em: http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/famosos/braggie-nas-redes-sociais-moda-agora-e-fazer-inveja-aos-amigos.html

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– Viva a Classe Média

Amigos, compartilho interessante crônica enviada pelo jornalista Reinaldo Oliveira (há mais de 1 ano), a respeito da Classe Média, hábitos e política.

VIVA A CLASSE MÉDIA BRASILEIRA

Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS

João Ubaldo Ribeiro escreveu a obra “Viva o Povo Brasileiro”. Aliás, um trabalho de mestre: releitura fictícia da história do Brasil a partir da cultura negra. Neste momento de euforia por parte das autoridades governamentais e da publicidade, poderíamos parafrasear o escritor com a saudação de “Viva a classe média brasileira!”. Segundo os dados, já ultrapassa a casa dos 100 milhões de cidadãos! Sorrateiramente, porém, levanta-se uma pergunta incômoda e inquieta: qual o critério para medir a passagem da pobreza à classe média? Os beneficiados das políticas compensatórias, por exemplo, podem ser chamados de nova classe média? Classe média sujeita à ajuda permanente do Estado ou classe média capaz de caminhar com as próprias pernas? A pergunta pode ser feita de outra forma: onde está a tão alardeada classe média?

Grande parte desta, ao que parece, continua morando nas periferias das grandes e médias cidades, até mesmo em favelas e cortiços. Tem esgoto a céu aberto e nem sempre conta com água encanada; desloca-se como “sardinha em lata” no transporte coletivo, ou perde horas diárias no trânsito caótico. Vive sob o signo do medo e da violência, sem a proteção do Estado e muitas vezes conforme os ventos incertos do crime organizado. Dificilmente consegue matricular os filhos em escolas particulares e tem de contentar-se com o ensino público de qualidade nem sempre confiável… A isso chamamos de classe média! Mas essa nova fatia da população brasileira pode consumir! Aí está um dado que as autoridades e o mercado podem comemorar com grande euforia. Viva, pois, o consumo da classe média brasileira. Agora ela pode comprar carro, TV de não sei quantas polegadas, móveis, eletrodomésticos, e assim por diante. No entanto, aqui se erguem novamente uma série de dúvidas. Se o critério para vencer a fronteira entre uma classe e outra permanece o consumo individual e familiar, onde estão os investimentos do Estado em termos de infraestrutura?

A única política pública que vem se destacando por parte dos governos federal, estadual e municipal parece ser o incentivo ao consumo, através de um marketing apelativo, estridente e por vezes agressivo, para não dizer irresponsável. Disso resultam sinais preocupantes de uso e abuso de cartões de crédito, crescimento dos percentuais de inadimplência, devolução de produtos impagáveis, nome sujo na praça… Enfim, dívidas sobre dívidas! No fundo, uma robusta classe média requer um padrão de investimento público igualmente robusto. Condições de vida e trabalho sadias e duradouras: malha viária e ferroviária para o transporte público urbano e à distância; ensino fundamental de qualidade e gratuito, com perseverança dos alunos; sistema de saúde sem os acidentes quase diários de falta de atendimento, filas, demora, e erro médico; segurança sem os efeitos colaterais da truculência, tortura e extermínio de jovens e adolescentes; reforma agrária e política agrária no campo, com apoio ao pequeno produtor e à agricultura familiar; rede integrada de portos e aeroportos…

Não é isto o que se vê na sociedade brasileira. Há muito que fazer em termos de políticas públicas efetivas, voltadas para essa mesma classe média, que ainda amarga uma situação endêmica de carência e precariedade. Receber ajuda do Estado para o consumo é algo que evidentemente amplia os direitos do cidadão. Mas como fazê-lo tornar-se protagonista de sua própria trajetória de existência? Convém não esquecer que o pão da dignidade humana vem do suor do rosto, ao passo que “o pão da esmola vem regado pelas lágrimas da vergonha”, como costuma dizer, ainda em décadas passadas, o jornalista Mauro de Santayana. O consumo, em princípio não é bom nem mau. Todo cidadão tem suas necessidades e o direito aos bens do progresso. Mas, se e quando desacompanhado de uma infraestrutura de formação (em nível pessoal) e um horizonte de oportunidades (em nível social), o mesmo consumo pode tornar-se freneticamente febril, impulsivo, doentio. O estímulo às compras pressupõe uma base sólida de serviços públicos. Para isso servem os impostos cujo montante, no Brasil, nada deixa a desejar. O que deixa a desejar é o uso correto de tamanha carga tributária. O termo carga, neste caso, nada tem de metafórico e exige um retorno por parte dos governos.

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– O desespero de uma nota falsa

Quarta-feira de Cinzas: dia difícil para quem faz serviço de banco. Agências lotadas, muita confusão e situações difíceis. Dentre os muitos percalços, presenciei uma triste cena. Na agência Itaú da Rua do Rosário, há pouco, um senhor foi pagar sua conta com uma nota de R$ 100,00. O caixa identificou de bate-pronto que a nota era falsa. Ao avisar o cliente, um surto! O dono da nota entrou em desespero e teve um ataque de fúria. Começou a gritar, xingar, exigir que o caixa recebesse a conta com a nota. O caixa tentou acalmá-lo sem sucesso. O coitado do cidadão se tornou agressivo, batia no balcão e falava vários palavrões. E queria a nota de volta a qualquer custo. Ameaçava todo mundo, quase saltou o biombo, implorou e se descontrolou. De acordo com a lei, a nota deve ficar retida – mas isso não era entendível para ele. 

A fila era de 36 pessoas no início da discussão. E simplesmente parou. 

O mais incrível disso não foi o desespero do cliente e seu surto: o mais impressionate foi o número de pessoas que riam sem compaixão disso. Achavam graça, se divertiam com o nervosismo e a situação de alguém enlouquecido que falava bobagens e estava fora de si.

Triste comportamento da raça humana. Como se pode ironizar um pobre que foi tapeado e está inconformado?

E se a situação fosse com alguns dos risonhos insensíveis que estavam na fila?

Apenas faço o relato de uma situação que não me entra na minha cabeça. As pessoas são assim mesmo, insensíveis, ou a sociedade perdeu a noção da piedade? 

 

– Homofobia ou Heterofobia?

Tempos atrás, uma confusão ocorreu em frente ao Mackenzie. Homossexuais reclamavam de homofobia e acabaram extrapolando contra o chanceler da instituição, Augustus Nicodemus (matéria retrada em Veja SP, edição de 01 de dezembro de 2010). 

Todos somos iguais perante Deus. Discriminação de qualquer forma é crime no Brasil. Até aí, sem discussões. 

A preocupação é: parece que aqueles que não concordam com a homossexualidade acabam sendo marginalizados. E aqueles que marginalizam não concordam com a heterossexualidade. 

Algo muito importante: defender o homossexualismo não é fazer apologia dele; praticá-lo não dá direito também de criticar o heteressexualismo

Independente da opção sexual, todos devem-se respeitar mutuamente. Nas “Cartas à Redação” da mesma Veja SP, na edição posterior, uma leitora escreveu acertadamente o que penso: 

HOMOFOBIA 

Gostaria de manifestar minha solidariedade ao chanceler Augustus Nicodemus, do Instituto Presbiteriano Mackenzie (“Confusão no Mackenzie”, 1º de dezembro). É importante salientar que a Constituição eleva à condição de direito fundamental a liberdade de consciência e de crença, mediante previsão no artigo 5º, inciso VI, que assim dispõe: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Ocorre que o Projeto de Lei nº 122/06 (Lei da Homofobia) criminaliza qualquer manifestação contrária ao homossexualismo. Ora, a “Bíblia Sagrada”, que é o fundamento das religiões mais praticadas no Brasil (catolicismo e protestantismo), faz diversas referências contrárias à prática do homossexualismo. Não significa dizer que se deva tolerar a discriminação de homossexuais, os quais, como todo ser humano, precisam ser respeitados. Porém, também não se podem cercear os direitos garantidos pela Constituição à liberdade de consciência e de culto, que, uma vez fundados na “Bíblia Sagrada”, não se coadunam com a homossexualidade. Ou será que o livro mais lido no mundo será tirado de circulação no Brasil, assim como se pretende fazer com as obras de Monteiro Lobato?
CLAUDIA RODRIGUES ALMEIDA

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– E as fortes chuvas em Jundiaí na quarta-feira?

Por mais que esperemos das autoridades (não importa quais sejam) medidas preventivas contra problemas climáticos (desde as mais simples, como limpeza de bueiros às obras de assentamentos), uma coisa é inegável: com a força dos ventos e da água, muitas vezes não conseguimos dimensionar o estrago que acontecerá.

Vide o temporal desta 4a feira. Na minha região, o calor do meio-dia estava insuportável. O tempo mudou e um vendaval acompanhado de raios e trovões se formou. Caiu muita chuva, passou, voltou o sol e próximo das 15h… relâmpagos intermináveis e um aguaceiro incrível! O que mais impressionou foi o volume de água, faz tempo que não caia tamanha quantidade.

Nesta 5a, há muita gente contabilizando os danos de queima de equipamentos, limpando galhos (ou árvores caídas de jardim) e outras coisas. O mais importante é: que ninguém se machuque ou tenha e machucado!

Quanto aos bueiros, que citei acima, fica a constatação: se a população fosse ordeira e educada, sem porcalhões que jogassem lixo nas ruas, a coisa não seria melhor?

Abaixo, fotos extraídas do Jornal da Região, enviadas pelos leitores. Impressionante: Região do Jardim das Tulipas e Residencial Jundiaí:

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– A Inexistência de Candidatos Negros ao Oscar e o Boicote a Hollywood.

Antes do texto, vale ressaltar: só existe uma raça no universo, A RAÇA HUMANA, e rotular cidadãos pela cor da pele é coisa de gente de espírito pequeno.

Dito isso, leio que os atores negros dos EUA protestarão na Cerimônia da Entregar do Oscar 2016 devido ao preconceito dos escolhidos, já que pelo segundo ano consecutivo não há atores ou atrizes negros indicados ao prêmio.

A pergunta é inevitável: não houve papel ou atuação convincente para a indicação ou puro racismo?

Difícil saber, pois para nós, pessoas comuns, seria preciso assistir uma gama gigantesca de filmes para dizer algo.

É claro que se compararmos a quantidade de atores e personagens brancos e negros que estão no cinema, perceberemos que há claro desequilíbrio numérico, inegável proporcionalmente. Mas é a mesma de QUEM ESCOLHE OS INDICADOS?

Abaixo, extraído de Terra Notícias, sobre algumas celebridades que anunciaram que boicotarão a entrega.

(De: http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/will-smith-se-junta-a-boicote-e-diz-que-nao-ira-ao-oscar,fee3ba8adf230b70a99a4a419b3f2289uws5vny3.html)

WILL SMITH SE JUNTA A BOICOTE E DIZ QUE NÃO IRÁ AO OSCAR

O ator Will Smith anunciou nesta quinta-feira que não irá à cerimônia de entrega do Oscar, que será realizada em 28 de fevereiro, como protesto pela falta de atores negros entre os candidatos aos prêmios da Academia de Hollywood. “Somos parte desta comunidade, mas, no atual momento, nos sentimos incomodados de estar aí e dizer ‘está tudo bem'”, disse ele à rede de TV ABC .

Desde a semana passada, quando foram anunciadas as indicações, nas quais pelo segundo ano consecutivo não há atores negros, choveram hashtags nas redes sociais como #OscarsStillSoWhite (#OscarAindaMuitoBranco). Ao todo, 20 homens e mulheres brancos disputam nas categorias de atuação.

Além dele, o diretor Spike Lee também disse que não participará da premiação e foi apoiado por Idris Elba, George Clooney, Lupita Nyong’o, Mark Ruffalo, entre outros. A esposa de Smith, a atriz Jada Pinkett Smith, foi uma das primeiras vozes a se manifestar contra a falta de candidatos negros.

“Acredito que a diversidade é o superpoder americano. Acredito que tenho que proteger e lutar por esses ideais que engrandecem nosso país e a comunidade de Hollywood”, afirmou Smith, que foi candidato este ano ao Globo de Ouro como melhor ator dramático pelo filme “Um Homem Entre Gigantes” (previsto para estrear em março no Brasil), mas que não foi indicado ao Oscar.

Na entrevista, ele enfatizou a responsabilidade que eles têm dentro da comunidade negra e afirmou que se não são “parte da solução”, serão então “parte do problema”.

No último fim de semana, a presidente da Academia de Hollywood, Cheryl Boone Isaacs, reagiu à falta de diversidade mostrada pelas indicações nas últimas duas edições com a promessa de “grandes mudanças”.

“Eu gostaria de reconhecer o magnífico trabalho dos indicados deste ano. Ao mesmo tempo em que comemoramos suas extraordinárias conquistas, me sinto aflita e frustrada pela falta de inclusão. É um tema de conversa difícil, mas importante, e é hora de grandes mudanças”, disse.

Cheryl Boone Isaacs, que é afro-americana, afirmou que a Academia vai tomar “medidas drásticas para modificar a composição dos membros” e prometeu “uma diversidade muito necessária” nos próximos anos. De acordo com um levantamento do jornal Los Angeles Times, 93% dos acadêmicos são brancos, 76% são homens e a idade média é de 63 anos.

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– Rolezinho ou Rolezão?

Um “rolezinho” no Parque do Ibirapuera está dando o que falar. Um mega evento ocorrido no último final de semana registrou um aumento da violência no local com saldo de duas moças estupradas.

O jovem organizador do último encontro conseguiu reunir 12.000 pessoas, e disse à Rádio Bandeirantes que

É um evento para descontrair a moçada, ‘bater uma bolinha’ e trocar ideias.

Com tal público, deve ter levado a bola, dois times e a torcida inteira!

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– E quando não existia Internet?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet.

É mais ou menos a metade do Brasil. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda, mas há 20 anos o acesso eram ínfimo. Há 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta. Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

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– Como despertar o Black Bloc que existe dentro de você!

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

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– O Radar Escondido da João Cereser

O jornalista Rafael Santos, através de sua página no Facebook, divulgou uma matéria revoltante: como um Policial Rodoviário se camufla na Rodovia João Cereser, próximo à nova Passarela da Unip, com um radar “de pistola” no meio do mato. A viatura está numa rua paralela!

Ridículo. Isso não é educar o trânsito, é política arrecadatória.

O vídeo está em: https://www.facebook.com/rafaelsantosnoticias/videos/1037536952952207/

Na mesma matéria, há um esclarecimento sobre a lei de trânsito, que obriga a visibilidade do equipamento e do agente. Abaixo:

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– O Golpe da Falsa Cobrança do IPVA 2016

Cuidado: espertalhões criaram um “falso aviso” do IPVA 2016. Tal golpe, segundo a TV Bandeirantes, foi confirmado pela Secretaria da Fazenda doo Governo do Estado de SP.

Abaixo, extraído de: http://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticia/100000787823/ipva-fique-atento-ao-golpe-do-boleto-falso.html

IPVA: FIQUE ATENTO AO GOLPE DO BOLETO FALSO

O aviso de pagamento do IPVA de 2016 já está chegando na casa de muita gente. Só que as pessoas estão preocupadas porque começaram a circular no Whatsapp mensagens dizendo que há um golpe novo na praça: o boleto falso do imposto.

E está difícil encontrar alguém que ainda não tenha recebido o alerta: vários ouvintes entraram em contato com a Rádio Bandeirantes para relatar sobre a fraude em São Paulo e em outros estados do país.

A Secretaria da Fazenda de São Paulo, responsável pela cobrança do IPVA, confirmou o golpe. Em São Paulo, os avisos de pagamento legítimos do IPVA de 2016 já estão sendo enviados pelo governo.

E por isso a dúvida: será que o documento recebido é verdadeiro ou falso? O que é legítimo é o aviso de vencimento: um papel onde constam os dados do veículo e as informações do valor do imposto, mas sem um código de barras.

Esta é a principal diferença para o documento falso, que tem logo de cara um código de barras para as pessoas efetuarem o pagamento. A Secretaria da Fazenda do governo de São Paulo esclarece que não envia boletos do IPVA, mas sim um aviso de vencimento.

As pessoas têm que fazer o pagamento em uma agência bancária, pela internet ou em um caixa eletrônico informando o número do Renavam do veículo.

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– Quanto se arrecadou na Mega Sena da Virada

As apostas da Mega Sena da Virada ultrapassaram R$ 6 bilhões de reais. Mas os prêmios pagos não atingiram R$ 2 bi.

Lucro fácil, não?

Abaixo, extraído do UOL.com

MEGA ARRECADOU R$ 6,3 BI

Sem considerar a Mega da Virada –que será sorteada na quinta (31)–, os 109 concursos regulares da Mega-Sena realizados em 2015 tiveram uma arrecadação de R$ 6,338 bilhões. Contudo, desse valor bilionário, apenas 31,3% –pouco mais de R$ 1,9 bilhão– transformaram-se em premiação líquida aos vencedores de sena, quina e quadra, de acordo com levantamento do UOL.

A porcentagem é menor dos que os 32,2% que a Caixa Econômica Federal, promotora da modalidade lotérica, diz destinar a premiações. Segundo o banco, a diferença reflete a incidência de Imposto de Renda sobre os prêmios.

“Se, em um determinado concurso, houve muitos prêmios acima de R$ 1.903,98 (limite de isenção do IR), haverá incidência de IR em mais prêmios. Então, o valor médio do prêmio líquido será levemente menor”, disse a Caixa, por meio de nota.

Também não foram contabilizados no total da premiação de 2015 os valores acumulados para a sena nos dois últimos sorteios regulares do ano, o 1773 e o 1774, que não tiveram acertadores e acumularam para a Mega da Virada.

Distribuição

Da arrecadação em um concurso, 54% destinam-se ao Fundo Nacional de Cultura, aos comitês Olímpico e Paralímpico, ao FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) e ao Fundo Penitenciário. Na conta, ainda estão incluídas as despesas da Caixa Loterias.

Apenas os outros 46% referem-se ao valor bruto das premiações, explica a Caixa. Com os descontos de Imposto de Renda, obtém-se os 32,2% que, em princípio, formam o prêmio líquido, valor que efetivamente é destinado aos acertadores de sena, quina e quadra.

Da parcela da receita que se torna premiação líquida, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados. Outros 38% são divididos, pela metade, entre os vencedores da quina e da quadra. Do restante, 22% ficam acumulados para os concursos de final 0 ou 5 e outros 5% ficam acumulado para a sena do último concurso do ano de final zero ou 5.

Premiações

Ao longo do ano, a Mega distribuiu R$ 1,08 bilhão aos apostadores dos 38 jogos que acertaram as seis dezenas nos 30 sorteios em que a sena saiu em 2015. Os acertadores da quina acumularam, no mesmo período, R$ 371 milhões, enquanto os da quadra, R$ 530 milhões.

No total, foram R$ 1.983.964.152,95 em prêmios no ano que se encerra, um valor 20,6% maior em relação aos R$ 1.644.442.761,87 de 2014. A quantia destinada a premiações no ano passado, aliás, equivale a 30,5% dos R$ 5,3 bilhões arrecadados em seus 104 concursos.

Receita maior

A arrecadação da Caixa com a Mega-Sena em 2015 cresceu 17,9% na comparação com os R$ 5,3 bilhões obtidos pelos concursos regulares em 2014.

O aumento na arrecadação deve-se, em parte, ao custo maior da aposta. Em maio deste ano, o valor do jogo simples, com apenas seis dezenas, passou de R$ 2,50 para R$ 3,50, uma alta de 40% que acabou colaborando com a elevação da inflação no país.

Em abril de 2014, o custo do jogo com apenas seis dezenas já havia subido 25%, de R$ 2,00 para R$ 2,50.

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– Depois do descanso…

… a volta!

Mini-férias de final de ano. Aliás, 2015 ainda não terminou, mas minha cota de 3 dias de descanso já acabou. Voltamos ao ritmo de trabalho.

Valeu a pena refrescar a cabeça durante o Natal. Sol e diversão são necessários. Minha filhota que o diga!

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– O Incêndio no Museu da Língua Portuguesa

Que pena. Um dos museus mais bacanas que já visitei é o Museu da Língua Portuguesa, na Região Central de São Paulo. Moderno, interessante e interativo, hoje está sofrendo um incêndio.

Abaixo, extraído de: Folha.com

INCÊNDIO DE GRANDES PROPORÇÕES ATINGE MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

Um incêndio de grandes proporções atinge o Museu da Língua Portuguesa, na região central de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (21). Não há informações de feridos. O local não estava aberto para visitas. 

Acredita-se que o fogo tenha começado por volta das 16h30 no primeiro andar do museu e rapidamente passou para os andares de cima. Parte do telhado de todo o prédio histórico, que abrange também a Estação da Luz, já foi destruída.

Segundo o Corpo de Bombeiros, 37 carros e 97 profissionais estão no local para combater as chamas. As causas do incêndio ainda não foram divulgadas. Por volta das 17h10, a corporação relatou ter controlado o fogo.

A CPTM informou que, por motivo de interferência externa, os trens não estão circulando entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda, bem como entre as estações Luz e Brás. O metrô está funcionando normalmente. 

Por motivo de segurança, o acesso à estação Luz foi fechado. A empresa recomenda que os passageiros recorram ao metro. Mas quem precisa usar as linhas da CPTM, deve se dirigir à estação Brás ou Palmeiras-Barra Funda. 

O trânsito na Praça da Luz, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), está totalmente bloqueado, nos dois sentidos.

Em entrevista à “Globo News”, a curadora do Museu da Língua Portuguesa, Isa Ferraz, disse que o incêndio não representa necessariamente uma perda ao acervo. Segundo ela, há cópias dos documentos armazenados em outros locais.

“Meu único alívio é que esse museu é totalmente baseado em um acervo audiovisuais e interativos. Ou seja, não há nada dentro dele que seja totalmente perdido”, disse o curador Marcello Dantas à rádio “CBN”. “Mas é uma perda gigante de formação para a cidade.”

Sobre o museu

Inaugurado em março de 2006, o Museu da Língua Portuguesa é composto por três pavimentos dedicados à valorização e difusão do idioma (patrimônio imaterial). Reúne exposições sobre as origens, a história e as influências sofridas pela língua, bem como promove cursos, palestras e seminários sobre o tema.

O espaço fica aberto a visitas de terça a domingo, das 10h às 17h. Estava em cartaz a exposição “Esta Sala é uma Piada”, que reunia mais de 100 obras entre charges, caricaturas e histórias em quadrinhos, selecionadas do 42º Salão Internacional de Humor de Piracicaba.

O edifício é considerado um patrimônio histórico do século 19, inspirado na construção inglesa. Em 1946, um incêndio teria destruído boa parte do prédio, que foi restaurado em 2006. O projeto de restauração chegou a custar R$ 37 milhões.

– As crianças pobres e doentes visitadas pelo Papa Francisco

Dias atrás, o Papa Francisco esteve na África, em visita pastoral. De surpresa, na República Centro-Africana, foi a um hospital infantil de carentes no município de Bangui.

As imagens dizem algo que nossos corações não querem ouvir: são crianças como as nossas; mas doentes e abandonadas pela família!

Veja (duvido que não se sinta compaixão delas): 

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– Miss Universo 2015 e a gafe do Apresentador!

Um verdadeiro mico: o apresentador Steve Harvey comandava o Miss Universo nesta noite de domingo direto de Las Vegas. Eis que chega o momento de aclamar a vencedora e ele anuncia Ariadna Gutiérrez, a Miss Colômbia, como nova Miss Universo!

Confetes, aplausos, gritos na torcida. Veio a faixa, a coroa e… ôh-ôh. Não é que ele anunciou a Miss errada?

O mestre de cerimônia, muito constrangido, precisou corrigir e dizer que errou no nome da ganhadora, e chamou a Miss Filipinas Pia Wurtzbach como nova Miss Universo. Então, houve uma cerimônia de “descoroação” da colombiana.

A cara dela diz tudo:

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– Zika Vírus: Cuidado com o mosquito! Conheça mais:

Assustadora essa epidemia do vírus ZIKA, que está provocando horrorosas consequências. Em especial, mulheres que tiveram os sintomas anteriormente, teoricamente se curaram e só agora, na gravidez, descobrem que o vírus ficou quietinho alojado. Consequência: microcefalia nas crianças.

Abaixo, um “perguntas e respostas esclarecedor”,

extraído de: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/12/zika-virus-entenda-transmissao-os-sintomas-e-relacao-com-microcefalia.html

ZIKA VÍRUS

Identificado pela primeira vez no país em abril, o zika vírus tem provocado intensa mobilização das autoridades de saúde no país. Enquanto a doença costuma evoluir de forma benigna – com sintomas como febre, coceira e dores musculares – o que mais preocupa é a associação do vírus com outras doenças. O Ministério da Saúde já confirmou a relação do zika com a microcefalia e investiga uma possível relação com a síndrome de Guillain-Barré. Veja o que já se sabe sobre o vírus:

Como ocorre a transmissão?

Assim como os vírus da dengue e do chikungunya, o zika também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Quais são os sintomas?

Os principais sintomas da doença provocada pelo zika vírus são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias. O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue, por exemplo.

Como é o tratamento?

Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.

Qual é a relação entre o zika e a microcefalia?

A relação entre zika e microcefalia foi confirmada pela primeira vez no mundo no fim de novembro pelo Ministério da Saúde brasileiro. A investigação ocorreu depois da constatação de um número muito elevado de casos em regiões que também tinham sido acometidas por casos de zika.

A evidência crucial para determinar essa ligação foi um teste feito no Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde no Pará, que detectou a presença do vírus zika em amostras de sangue coletadas de um bebê que nasceu com microcefalia no Ceará e acabou morrendo.

Como a situação é muito recente, ainda não se sabe como o vírus atua no organismo humano, quais mecanismos levam à microcefalia e qual o período de maior vulnerabilidade para a gestante. Segundo o Ministério da Saúde, as investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer essas questões.

Quais são as recomendações para mulheres grávidas?

O Ministério da Saúde orienta algumas medidas para mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar tendo em vista a ocorrência de casos de microcefalia relacionados ao zika vírus.

Uma delas é a proteção contra picadas de insetos: evitar horários e lugares com presença de mosquitos, usar roupas que protejam a maior parte do corpo, usar repelentes e permanecer em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção ou mosquiteiros.

É importante informar o médico sobre qualquer alteração em seu estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação. Um bom acompanhamento pré-natal é essencial e também pode ajudar a diminuir o risco de microcefalia.

Há risco de microcefalia se a mulher engravidar depois de se curar do zika?

Segundo o médico Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, o que se conhece sobre a relação entre o zika e a microcefalia é insuficiente para determinar se há risco de engravidar logo depois de se curar de uma infecção pelo zika vírus.

“O que se pode dizer, baseado em contextos gerais, é que parece que a viremia do zika é curta, ou seja, a pessoa infectada fica pouco tempo com o vírus circulando na corrente sanguínea.” Caso isso seja confirmado, é possível que não haja risco de gravidez logo após o fim da infecção, porém ainda é cedo para ter certeza.

Qual é a relação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré?

Alguns estados do Nordeste que tiveram a ocorrência do vírus zika têm observado um aumento incomum dos casos da síndrome de Guillain-Barré, como Pernambuco, Bahia, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte e Maranhão.

Trata-se de uma doença rara que afeta o sistema nervoso e que pode provocar fraqueza muscular e paralisia de braços, pernas, face e musculatura respiratória. Em 85% dos casos, há recuperação total da força muscular e sensibilidade. Ela pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum entre adultos mais velhos.

O Ministério da Saúde está investigando esses casos, mas até o momento não confirma a correlação. A pasta deve divulgar as conclusões desse estudo nas próximas semanas.

Especialistas afirmam que é muito provável que exista uma conexão. “Neste momento, temos que encarar que existe um indício forte de relação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré, mas para ter certeza absoluta precisamos de mais elementos e avaliar com mais profundidade os pacientes que desenvolveram a síndrome”, diz o médico Marcondes Cavalcante França Junior, coordenador do Departamento Científico de Neurogenética da Academia Brasileira de Neurologia.

Há suspeita de associação do zika com outras doenças?

Até o momento, não há evidências de que o zika possa estar relacionado a outras doenças além da microcefalia e da possibilidade de conexão com a síndrome de Guillain-Barré.

O zika já provocou mortes no Brasil?

Até o momento, o Ministério da Saúde confirma três mortes relacionadas ao vírus zika. Um dos casos é o do bebê do Ceará que nasceu com microcefalia, cujas amostras de sangue serviram como evidência da relação entre o zika e a microcefalia. Outro caso é de um homem do Maranhão que também tinha lúpus. Houve ainda o caso de uma menina de 16 anos no Pará.

Como é feito o diagnóstico de zika?

Ainda não há um teste padrão para diagnosticar a doença. “Como o zika é novo, não temos uma padronização nos testes. Para se ter certeza do diagnóstico, é preciso usar a técnica de PCR, que é complexa e não está disponível no mercado”, diz Rodrigo Stabeli, vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

No Brasil, somente três unidades da Fiocruz, além do Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, têm a capacidade de fazer esse exame. “Esses laboratórios têm a missão de desenvolver um método melhor de diagnóstico para suprir esse problema epidemiológico”, diz Stabeli.

Enquanto não existe um teste padrão, o diagnóstico nas regiões em que já se constatou a presença do vírus vem sendo feito por critérios clínicos.

Quais são as medidas de prevenção conhecidas?

Como o zika é transmitido pelo Aedes aegypti, mesmo mosquito que transmite a dengue e o chikungunya, a prevenção segue as mesmas regras aplicadas a essas doenças. Evitar a água parada, que os mosquitos usam para se reproduzir, é a principal medida.

Em casa, é preciso eliminar a água parada em vasos, garrafas, pneus e outros objetos que possam acumular líquido. Colocar telas de proteção nas janelas e instalar mosquiteiros na cama também são medidas preventivas. Vale também usar repelentes e escolher roupas que diminuam a exposição da pele. Em caso da detecção de focos de mosquito que o morador não possa eliminar, é importante acionar a Secretaria Municipal de Saúde do município.

Por enquanto, não existe vacina capaz de prevenir a infecção pelo vírus zika.

Qual é a diferença entre dengue, chikungunya e zika?

Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Zika e dengue são do gênero Flavivirus, já o chikunguna é do gênero Alphavirus.

As doenças têm gravidades diferentes. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.

Já a febre por zika vírus leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias. Apesar de os sintomas serem mais leves do que os de dengue e chikungunya, a relação do vírus com a microcefalia e a possível ligação com a síndrome de Guillain-Barré tem trazido preocupação.

O Aedes aegypti pode transmitir mais de uma doença ao mesmo tempo?

Segundo estudos conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é possível que um mosquito transmita dengue e chikungunya ao mesmo tempo a um paciente. Ainda não há estudos, porém, que avaliem a possibilidade de o zika vírus ser transmitido simultaneamente aos outros dois vírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está monitorando a situação do zika?

Sim. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde emitiram um alerta mundial sobre a epidemia de zika vírus. Segundo a OMS, somente neste ano foram confirmados casos de zika em nove países das Américas. Brasil, Chile – na ilha de Páscoa -, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Suriname e Venezuela.

Quando o zika foi identificado pela primeira vez?

O vírus foi identificado pela primeira vez em 1947 em um macaco rhesus na floresta Zika, da Uganda. No Brasil, ele foi identificado pela primeira vez em abril de 2015.

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– O Futurólogo Ray Kurzweil e o Namoro com Robôs

Antes de 2.030 poderemos namorar robôs

O que podemos falar do cara que é o número 1 de Bill Clinton e de Bill Gates?

Um dos maiores estudiosos sobre tendências afirma: em 2029 o computador se igualará com o homem em inteligência. Daqui 14 anos teremos serviçais autômatos em casa. E a morte será algo contornável na vida do homem.

Uau!

Entrevista na Isto É, Ed 2189, pg 8-12, por João Lóes, em: http://is.gd/v1IRei

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– O destaque desnecessário a Futilidades desrespeitosas de Val Marchiori

Em um país em crise, com a economia muito mal e gente em desespero, certas coisas poderiam ser evitadas: a Ostentação é uma delas.

Leio na Revista Época uma entrevista da socialite Val Marchiori, que chega a ser um deboche às pessoas de bem. Ela escreveu um livro que é uma ode ao luxo, chamado “Sete passos para a riqueza e a prosperidade”.

Nele, ela fala sobre a importância do dinheiro e da felicidade, lamentando as dificuldades:

Hoje, quando vou para Itália, em vez de comprar 7 bolsas, só compro 3 da Chanel. O euro está caro, mas desconfio da crise. Tente comprar uma passagem para Nova York no Reveillon de 1a classe, está lotado”.

Imagine suas contas vencendo, comida faltando na geladeira e a pessoa triste pelo número d ebolsas. Aliás, quem precisa de 7 bolsas?

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– Fanatismo Cristão como do Estado Islâmico?

Em tempos de necessidade de tolerância social e religiosa, onde o Ecumenismo e o respeito aos diversos credos se fazem necessários, lamento assistir um vídeo da cantora gospel Ana Paula Valadão totalmente contrário a esses ideais.

Temos acompanhado o ódio a quem crê diferente proporcionado pelos terroristas do Estado Islâmico. O ISIS não admite cultura diversa (não necessariamente religiosa) do que pensa, e clama por eliminação dos que são diferentes, a não ser que os “pecadores” se convertam. Pois bem: nesse cansativo vídeo de 7 minutos, Ana Paula profetiza a queda da Igreja Católica e a “conversão” dos padres e seminaristas a Jesus. Ela dá a entender que os católicos são idólatras e pecadores (é o desfecho da sua fala). Mais: critica desrespeitosa e intolerantemente outras profissões de fé que não sejam a mesma do que a dela.

Quero crer que a cantora protagonizou um momento de infelicidade, e que ela teve apenas um “repente” de fanatismo radical, deturpando certas verdades. Vamos lá:

  1. Católico não é idolatra, ela está mal informada ou desconhece a fé dos outros. No Catolicismo, só existe um Deus (uno em essência, manifestado na Trindade Santa em pessoas): Pai, Filho e Espírito Santo. Nossa fé é cristológica, pois Jesus, o Filho Divino, remiu nossas culpas e é o único Salvador. Maria Santíssima e outros tantos homens e mulheres que ganharam a santidade não são adorados, mas venerados! Eles servem de modelo de fé para seguirmos Jesus.
  2. Imagens nas Igrejas são como Fotografias: apenas pedaços de gesso que respeitosamente nos trazem a lembrança de pessoas virtuosas. Uma estátua de Nossa Senhora é como uma foto de uma mãe que guardamos, por exemplo, no bolso.
  3. Respeitar a crença do próximo é exercício de cristandade e imposição da democracia. O próprio Jesus nunca violentou ninguém à conversão. Se alguém crê em outros deuses ou é de outra religião, que se respeite perante o Deus que nós acreditamos e perante também a Constituição do Brasil. Você tolerar a crença diversa do seu irmão não significa acreditar no que ele acredita, mas significa respeitar civilizadamente o seu próximo.
  4. Diante dessas considerações anteriores, seria interessante refletir: a cantora está evangelizando com sua música e seu discurso, ou promovendo uma competição religiosa, onde os perdedores devem se converter para tornarem-se co-vitoriosos?

O tom de guerra interreligioso, tristemente, lembra o que os extremistas muçulmanos estão fazendo e sendo criticados mundo afora: a Jihad (guerra santa).

O mundo – e em especial o Brasil – já tem muitos problemas a serem resolvidos, não precisando de mais um de radicalidade como esse. O interessante é que Jesus Cristo era radical no amor, no acolhimento, na misericórdia e na tolerância! Coisas não assistidas por aqui…

Uma pena! Cristãos católicos / coptas/ ortodoxos ou evangélicos, islâmicos xiitas ou sunitas, judeus, budistas, hinduístas, confucionistas, umbandistas, kardecistas, agnósticos ou ateus: quem quer que seja, deve ser respeitado pelas leis da Sociedade e da Fé – e deste convívio vive e sobrevive o mundo civilizado.

O vídeo está em: https://m.youtube.com/watch?v=_wFDuJWXdwg

– Mundo que carece de Paz!

Cada vez mais a sociedade se mostra egocêntrica, individualista e violenta, não?

Vi essa imagem e acho que ela representa muito bem o atual momento do Brasil… Abaixo:

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– Playboy brasileira contrariou a Playboy matriz

Sem o advento da internet, o apelo das “revistas de mulheres peladas” era maior. Hoje, o mercado editorial – seja de bonitas, feias ou de qualquer outro assunto, está em baixa.

Assim, lemos dias atrás que a Playboy mudará sua linha de publicações e deixará de publicar fotos com o famoso “nu artístico”. Porém, nesta semana, a Playboy do Brasil anunciou que contrariará a Matriz e manterá fotos sensuais de mulheres peladas.

Cá entre nós: tal assunto é discussão para a “molecada” que gosta de pornografia. Os adultos arranjam outros meios… (pagos ou não, profissionais ou não).

Aliás, sem ser conservador (já sendo) – só existe uma forma de sexo seguro, real e não virtual: com sua esposa, dentro da fidelidade do relacionamento.

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– WhatsApp, Viber ou Messenger do Facebook?

Na era dos App de comunicação instantânea, apesar do Facebook querer popularizar (e forçar o uso do Messenger), o WhatsApp (cujo proprietário é o próprio Facebook) continua remando a distância.

O Viber corre por fora como alternativa; mas como poucos o tem, acaba “micando” para muitos. Estou nas 3 redes, mas confesso: sou avesso aos grupos!

O WhatsApp, particularmente, é um instrumento de trabalho que irrita. Deixo no silencioso e não aguento os alertas com publicações que me roubam o tempo (é um defeito meu, eu sei…). Mas é inegável suas qualidades quando bem usado – e a facilidade em utilizá-lo!

Coisas que me impressionam: minha filha de 6 anos está ensinando meu pai de 65 a utilizar o App!

Tempos de alfabetização tecnológica… precoce ou da 3a idade.

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– #SomosTodosTaísAraújo: uma reflexão!

Um idiota (sim, quem pratica racismo é imbecil) publicou mensagens racistas contra a competente e bela atriz Taís Araújo em rede social.

O que leva alguém a discriminar uma pessoa pela cor da pele? Só existe uma raça: a raça humana. E, cá entre nós: justamente a cor da pele de Taís realça a sua beleza (fora a sua inteligência).

A Polícia tem que prender o indivíduo. E o mais curioso: na hora das postagens, ela encenava “O Topo da Montanha”, um texto sobre Martin Luther King que trata de afeto, tolerância e igualdade…

Dizer o quê?

As bobagens do último fim de semana estão na foto:

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– #SomosTodosValentina! Denuncie o Primeiro Assédio.

Valentina, uma inocente garota de 12 anos que participou do programa Masterchef Júnior da TV Bandeirantes, sofreu ataques de pedofilia pelo Twitter.

Imaginem a menina esperar repercussão positiva e a vaidade de aparecer na TV, e sofrer com esses tarados, bandidos, safados?

Imaginem ainda o PAI e a MÃE dessa coitada, ao lerem os textos desses criminosos?

Pergunta básica: esses malandros já estão na cadeia?

Não, infelizmente…

Diante disso, surgiu a campanha: DENUNCIE O PRIMEIRO ASSÉDIO!

Isso não pode passar em branco.

#SomosTodosValentina! #PrimeiroAssédio

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– Dia Nacional da Juventude! Que tal construir uma nova sociedade?

Hoje se celebra o Dia Nacional da Juventude (30 anos de comemoração), no qual os jovens são convidados a transformar o mundo; a viver na alegria de uma sociedade solidária, evoluída na fraternidade e impelida à ação missionária; sempre na alegria e na esperança!

Justamente neste domingo, a Igreja traz na liturgia Jesus curando e tirando um cego da mendicância; e Ele lembra seus apóstolos: “fui eu quem os escolhi”!

Serve à nossa reflexão: o Senhor nos chama, nos cura e nos envia!

Compartilho, abaixo, extraído de: JovensConectados.Org.br

DNJ 2015: EDIÇÃO DE 30 ANOS DO EVENTO VAI REFLETIR A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA SOCIEDADE

Lema DNJ 2015: “Juventude construindo uma nova sociedade”

Neste ano de 2015, a juventude recebe um convite especial para as reflexões dos 30 anos de DNJ, que partem do tema da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade: Igreja e sociedade”.

O Concílio Ecumênico Vaticano II ensina a todos a serem ativos, criativos, construtores da sociedade. Essa presença dos cristãos, jovens cristãos, na sociedade recordam dois documentos importantes do Concílio: Lumen gentium (Luz dos povos) e Gaudium et spes (Alegria e esperança). O lema do DNJ 2015, “Juventude construindo uma nova sociedade”, deseja recordar a presença dos jovens cristãos na sociedade.

Na cartilha disponibilizada para download no site dos Jovens Conectados, o Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner destaca: “É jovem aquela, aquele que tem a força, o vigor de Deus. Deus é bondade, misericórdia, cuidado, fonte de todo o bem. É jovem a pessoa que imita Deus na generosidade fontal!”. Portanto, somos todos convidados a ser sinal de mudança.

Para celebrar o DNJ, é importante “preparar bem”. Por isso, os encontros de preparação são três e, o aprofundamento dos temas ajudará na celebração do Dia Nacional da Juventude:

  1. Construindo uma nova sociedade;
  2. Juventude e vida;
  3. Juventude e política;

O DNJ tem como objetivo que seja um momento “missionário”. Para o mês de outubro, mês missionário, os jovens encontrarão um roteiro para ação missionária descrito na cartilha. Os missionários jovens anunciando, testemunhando a vida que Jesus nos deixou com sua vida, morte e ressurreição na Comunidade, na Igreja local.

O convite é: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos” (Mc 10,45).

A Pastoral Juvenil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Encontro Nacional de Revitalização, em dezembro de 2013, após a JMJ, optou por fazer um caminho de Evangelização da juventude a partir de três eixos: Missão, Capacitação e Estrutura de Acompanhamento. Esses três eixos têm seus desdobramentos nas dioceses do Brasil. Ao mesmo tempo, desenvolve-se o projeto Rumo ao 300 anos de Aparecida, em sintonia com a Igreja no Brasil com o tema: “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão”. É nesse rico contexto que a Igreja celebra os 30 anos do Dia Nacional da Juventude.

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