– Paremos com gritos homofóbicos: pelo hábito, pela força ou pela multa.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– A Triste Realidade dos Jogadores de Futebol no Brasil

Você acha que todo “boleiro” é rico, passeia o mundo e fica em hotel 5 estrelas?

Calma lá, não é bem assim…

Veja essa triste realidade, retratada no Estadão de domingo, em seu Caderno de Esportes:

NO BRASIL, JOGADOR DE FUTEBOL É AMEAÇADO E GANHA MAL

Estudo de entidade ligada aos jogadores constata que a situação dos atletas no País é de má condição de trabalho e instabilidade

Por Jamil Chade

Distante das grandes estrelas, a grande maioria dos jogadores de futebol no Brasil vive uma situação de vulnerabilidade, salários baixos e até ameaças. Isso é o que revela um levantamento recém-concluído da Federação Internacional dos Futebolistas Profissionais (FIFPro). O estudo envolveu entrevistas com quase 14 mil atletas pelo mundo e mostra que, se a indústria do futebol movimenta bilhões e enriquece cartolas, milhares de seus principais atores – os atletas – vivem à sombra desse cenário de riqueza, glamour e luxo.

Para realizar o maior levantamento já realizado em âmbito mundial sobre a real situação dos jogadores de futebol, o sindicato contou com a ajuda especialistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra.

O Relatório Global de Emprego da FIFPro convidou os jogadores a responderem a 23 perguntas, abordando temas como salários, contratos, transferências, treinamento, fixação de correspondências, violência, segurança no trabalho, saúde, bem-estar e educação. No caso dos dados referentes ao Brasil, eles foram coletados a partir de uma pesquisa inicial com cerca de 105 jogadores profissionais espalhados por clubes de todo o País.

O levantamento concluiu que, em média, 52% dos atletas nacionais sofreram atrasos no pagamento de seus salários nos últimos dois anos, um índice bastante alto.

No lado B do futebol brasileiro e longe da realidade de astros como Neymar, já independente financeiramente aos 24 anos, a ampla maioria dos jogadores – 83,3% – ganha menos de US$ 1 mil (R$ 3,5 mil) por mês. Muitos deles, segundo a pesquisa, precisam dividir seu tempo entre o futebol e outros empregos que possam ajudar a complementar a renda. Apenas 1,1% dos jogadores profissionais do Brasil recebem um salário maior que R$ 50 mil.

Levando-se em consideração os dados da CPI do Futebol no Senado, encerrada nesta semana sem pedir punição para nenhum dirigente do futebol brasileiro, pode-se concluir que o que José Maria Marin e Ricardo Teixeira, dois ex-presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ganharam em salários apenas como presidentes do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 (cerca de R$ 11 milhões) seria suficiente para bancar dez clubes durante um ano inteiro.

INCERTEZA

A instabilidade é outra marca dos atletas de futebol no Brasil. Na pesquisa realizada em 54 países e com jogadores que atuam em 87 ligas na Europa, Américas e África, os brasileiros são os que têm em média os contratos mais curtos, de apenas 11 meses. E 47% deles sequer têm uma cópia de seu contrato de trabalho.

A vulnerabilidade ainda é reforçada pela alta taxa de jogadores que afirmam ter sido alvos de algum tipo de ameaça. Segundo a pesquisa, 29% dos que atuam no futebol brasileiro disseram que foram vítimas de ameaças físicas por parte de torcedores e mesmo treinadores.

Os dados nacionais, em muitas ocasiões, são ainda mais dramáticos que a média mundial. Segundo o estudo, mais da metade dos jogadores brasileiros registrou atrasos em seus pagamentos – a taxa internacional é de 40%.  As ameaças contra os brasileiros ainda seriam quase três vezes superiores à média mundial, de apenas 10%.

PREOCUPAÇÃO

O lado B do futebol mundial também preocupa o sindicato. “Não podemos aceitar esta situação’’, comentou o secretário-geral da FIFPro, Theo van Seggelen. Segundo ele, a média de salários no esporte oscila entre US$ 1 mil (R$ 3,5 mil) e US$ 2 mil (R$ 7 mil) por mês. “Nem todos os jogadores têm três carros de cores diferentes. São seres humanos normais, que merecem ser pagos a tempo e hora, porque também têm filhos e contas para pagar’’, alerta Van Seggelen.

Apenas 2% dos jogadores têm vencimentos acima de US$ 750 mil (R$ 2,6 milhões) por ano, patamar considerado como a fronteira entre os atletas da pequena elite mundial do esporte o restante dos milhares de profissionais. “Essa é a realidade de nossa indústria do futebol, que é completamente diferente do que a maioria dos torcedores pensam”, afirmou o secretário-geral da FIFPro.

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– Homem ou Mulher? As 12 expressões de sexualidade!

Que tempos modernos… para alguns, um pouco difíceis para adaptação.

É o meu caso: nada de homofobia ou algo equivalente, mas apenas uma questão pessoal baseada na minha cultura e valores. Aprendi que o homem casa com a mulher e forma a família para ter filhos.

Sim, o assunto é espinhoso e respeito o gosto sexual de cada um (e tenho o meu: heterossexual, bem definido). Mas achei curioso: João Luiz Vieira, Doutor em Educação Sexual e autor de diversos livros sobre o assunto, elencou 12 (DOZE) ‘tipos” sexuais.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/romance-urbano/noticia/2015/07/nem-todo-mundo-faz-sexo-do-jeito-que-voce-acha-que-deve-ser-o-mais-certo.html

Nem todo mundo faz sexo do jeito que você acha que deve ser o mais certo

onze sexos (Foto: )
(Foto: Thinkstock/Getty Images)

“Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo” , introdução de Arqueologia do Saber, Michel Foucault (1926-1984)

Lembro-me de em criança um tio implicar comigo quando eu usava “coisa” para pedir algo. Ele dizia que tudo tem nome, até o que não existe. A sociedade gosta de substantivar até a metafísica. Alfabetos e ideogramas, símbolos gráficos usados para representar uma palavra ou um conceito abstrato, foram criados para que a comunicação entre humanos fosse inteligível. A sexualidade não se livrou disso. O substantivo é inerente a uma espécie complexa como a nossa, em que a fricção de genitais ou o orgasmo não são pares no desejo porque o estado emocional decorrente deles nos interessa com peso igual ou até maior. 

Depois dessa preliminar, queria apresentar-lhe os 11 sexos elencados pelo psiquiatra, psicoterapeuta e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa em seu livro homônimo de 2005. Seu trabalho minucioso ainda hoje serve de base para muitos estudos a respeito desse mosaico que é nossa expressão sexual. Ele nomina essas demandas, que, provavelmente, ganharão companhia num futuro nem tão distante assim. Eu incluiria uma 12ª. Qual? Leia abaixo.

Se você ainda se restringe a meia dúzia delas, vou precisar desenhar a diferença entre identidade (quem eu sou) com orientação (o que eu desejo). Um dado relevante: a orientação afetivo-sexual é primária porque não existe “para sempre” quando falamos de libido e desejo, ou seja, o lado direito da coluna abaixo pode ser completamente questionado diante de um amor.

Tabela sobre os 11 sexos (Foto: época )

Como disse acima, eu incluiria uma 12ª categoria, os assexuais, que negam a prática sexual, mas não deixam de representar uma identidade. Os assexuais se dividem entre românticos, que se envolvem afetivamente, e os aromânticos, que preferem lamber os beiços por chocolates a corpos nus. Há ainda subdivisões entre eles, heteromânticos, homoromânticos e biromânticos. Publicamos matéria recente sobre esses grupos, aqui mesmo no Romance Urbano. Vamos, então, aos outros 11, segundo o psiquiatra e, de repente, você não se sentirá sozinho ou esquisito porque, graças a Eros, há paladar para todos as línguas.

1º Homem heterossexual

Essa é fácil. São homens que se identificam com o masculino e têm interesse afetivo-sexual por mulheres heterossexuais, o encontro entre pênis e vagina os satisfazem. Sobre sexo anal falaremos na semana que vem, porque ele também está no jogo nesse sexo.

2º Mulher heterossexual

São mulheres que se identificam com o feminino e têm interesse afetivo-sexual por homens heterossexuais, o encontro entre vagina e pênis as satisfazem e, provavelmente, do pênis com o ânus.

3º Homem homossexual

Discriminado em sociedades primariamente evoluídas, ele se identifica com o masculino e deseja um outro masculino na cama, ou o encontro entre dois pênis.

4º Mulher homossexual 

Igualmente discriminada em sociedades limitadas, embora seja objeto de fetiche de homens heterossexuais, ela se identifica com o feminino e deseja um outro feminino na cama, ou o encontro entre duas vaginas.

5º Homem bissexual    

Esse precisa se explicar o tempo inteiro. Os homens heterossexuais acham que são homossexuais que não se assumiram, e gays tendem a acham que eles fazem jogo duplo. Nem uma coisa, nem outra. Eles nasceram biologicamente perfeitos, não apresentam disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e crescem comportando-se de forma masculina. Eles se sentem homens, mas há um desejo equalizado entre homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

6º Mulher bissexual     

Ela nasceu biologicamente perfeita, não apresenta disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e cresce comportando-se de forma  feminina. Ela se sente mulher. Mais discretas que os homens bissexuais (ou não), sentem desejo por homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

7º Homens travestis

Travesti é um homem que nasceu macho, educado como menino, mas tem uma identidade de gênero diversa. Ele tem identidade de gênero masculina, desenvolvida através do reconhecimento de seu corpo biológico e da educação, mas se sente TAMBÉM feminino. Homem e mulher simultaneamente. O travesti masculino deseja, primariamente, um homem para se relacionar  e sabe, biologicamente, que é homem e não deseja eliminar o seu órgão sexual masculino. Há casos de homens heterossexuais que, durante a relação sexual com sua companheira, vestem lingeries. Isso é uma parafilia chamada travestismo, mas só falarei sobre ela em outra coluna. 

8º Mulheres travestis       

Mulheres travestis são poucas e discretas. Não têm nenhuma disfunção orgânica e foram criadas como se do gênero feminino. As mulheres travestis comportam-se, na maioria das vezes, como homens, mas não rejeitam a sua condição biológica de mulheres e nem pensam em mudar de sexo.  Elas, porém, sentem necessidade de acrescentar caracteres sexuais secundários masculinos ao seu corpo: músculos, pelos e barba (adquiridos através de hormonização).

9º Mulheres transexuais 

Elas nascem com pênis e bolsa escrotal, mas se comportam e se sentem mulheres. Passam por momentos de crises de identidade violentas e sofridas, hormonizam-se e, na maioria das vezes, extirpam a genitália. Afinal, elas prefeririam ter uma vagina entre as pernas. Elas também não se veem como homossexuais porque a atração é por homens que se consideram heterossexuais. Ao se deparar com uma mulher transexual, com corpo feminino definido, e um homem, tenha certeza que está diante de um casal heterossexual. Alguns transexuais alteram apenas os caracteres sexuais secundários, como seios, forma do rosto e nádegas, e se adaptam à vida com sua genitália masculina.

10º Homens transexuais

A família tende a achar que a menina será homossexual. Como as mulheres transexuais, os homens trans desejam adequar o seu corpo biológico à sua identidade de gênero. Mas a situação é mais complicada porque as cirurgias são mais delicadas e, de certa maneira, restritas a alguns apectos sexuais secundários. Comum mesmo é realizar a mamoplastia masculinizadora, a retirada total dos seios. 

11º Intersexual  

A coisa é mais complicada por aqui porque tem a ver com problemas ligados aos cromossomos responsáveis pela nossa formatação sexual que podem enviar mensagens “erradas”, indicando formação de ovários e testículos ao mesmo tempo. Em linhas gerais, o indivíduo poderá nascer com órgão genital dúbio, em que os dois sexos, macho e fêmea, estão fundidos. Mas há diversas graduações de anomalias, como ausência de escroto e micropênis, úteros atrofiados, vulvas e vaginas mínimas, orifício no períneo. Esqueça a lenda que o intersexual tem os dois sexos desenvolvidos e que é como minhoca. Por que é preciso operar? Porque precisamos de UMA identidade genital. 

O que é que eu acho de todas essas rotulações? Ela é mais útil para quem é oprimido. O que significa, provavelmente, todos os 11 sexos, exceto os homens heterossexuais, que estão no topo da cadeia alimentar desde tempos imemoriais.

Identificando-se, certificando-se sobre a condução de seu desejo, descobrindo que você não é melhor nem pior que o vizinho, apenas diferente, chega-se à cidadania e o direito de ser o que nasceu para ser, e não estou falando de biologia. Estou falando de ressignificação e integração entre o que se é e o que aparenta ser.

Deu um nó na sua cabeça? Escreva para mim que eu tentarei esclarecer com mais detalhes: jluiz@edglobo.com.br. 

– A Timidez no mundo feito para quem fala muito!

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não pára de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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– Ray Kurzweil e os Robôs

Antes de 2.030 poderemos namorar robôs

O que podemos falar do cara que é o número 1 de Bill Clinton e de Bill Gates?

Um dos maiores estudiosos sobre tendências afirma: em 2029 o computador se igualará com o homem em inteligência. Daqui 14 anos teremos serviçais autômatos em casa. E a morte será algo contornável na vida do homem.

Uau!

Entrevista na Isto É, Ed 2189, pg 8-12, por João Lóes, em: http://is.gd/v1IRei

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– Famílias “Moderninhas”: Você está preparado?

Na Suécia, a manifestação pública de um relacionamento de “3 membros casados e 5 filhos” traz à discussão: qual o conceito de “família hoje”?

Abaixo, da BBC.com:

‘CASAL DE 3’ ALIMENTA DEBATE SOBRE A FAMÍLIA

Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três se amam”.

A declaração feita pela sueca Linda Fridland, em um programa do canal de televisão TV4, criou uma polêmica sobre o conceito tradicional de família na Suécia, debate que também vem ocorrendo no Brasil.

Linda Fridland e o marido Erik viviam juntos havia 15 anos quando conheceram, em 2012, Hampus Engström na empresa de táxi em que trabalham. Foi quando os três se apaixonaram.

Linda e Erik já tinham quatro filhos. Hampus era pai de uma menina de três anos e se separaria da mulher pouco depois.

Naquele ano, todos passaram a viver juntos na mesma casa em Strömsund, no norte da Suécia.

“A família formada por um homem, sua esposa e seus filhos ainda é o conceito predominante. Mas, hoje em dia, as pessoas estão mais abertas ao fato de que existem outras formas de se viver”, diz Linda, que criou um blog para contar como é a relação a três.

O caso de Linda e seus dois maridos ainda é, no entanto, um tabu, mesmo na progressista Suécia, onde várias fronteiras se romperam ao longo dos anos no tradicional conceito de família.

Na literatura infantil sueca, tornaram-se comuns as histórias de filhos de casais homossexuais – crianças com dois pais ou duas mães.

Desde 2003, casais homossexuais têm o direito de adotar crianças, e lésbicas têm acesso a subsídios estatais para tentar engravidar por meio de tratamentos de fertilização.

A Suécia foi o primeiro país do mundo a aprovar, em 1944, uma lei que legaliza a homossexualidade e que perdura até hoje – na Rússia, atos homossexuais foram legalizados apenas entre 1917 e 1930, ficando proibidos até 1993, quando foram novamente autorizados. Em 2009, o governo sueco também legalizou o casamento gay.

Mas a noção de poliamor e de poligamia ainda enfrenta barreiras, como demonstram as várias páginas de artigos de jornais dedicados na Suécia a debater o caso de Linda, Erik e Hampus.

“O que parece incomodar mais as pessoas é o fato de ser uma relação entre uma mulher e dois homens, e não o contrário. É como se pensassem ‘ela não se contenta com um só’. Mas é um equívoco”, destacou Linda em entrevista ao jornal Aftonbladet.

“Não sou eu que tenho dois maridos. Somos nós três que temos dois cônjuges.”

Naturalidade

No programa Jenny Strömstedt, da TV4, Hampus disse que a pergunta mais frequente é sobre como as crianças reagem e se sentem nesta situação.

“Conversamos com cada uma delas. Contamos que viveríamos juntos, e elas reagiram com naturalidade”, disse Linda.

Hampus acrescentou que crianças não têm preconceitos: “Elas são abertas a diferentes formas de se viver”.

Para Klara Hellner Gumpert, especialista em psiquiatria infantil do prestigiado Instituto Karolinska, da Suécia, a mudança gradual de valores na sociedade provavelmente tornará mais natural e menos problemática a aceitação de novos conceitos de família.

“Em certos aspectos, pode ser difícil para uma criança viver em uma situação como esta. Pode sofrer com comentários maldosos de coleguinhas, por exemplo”, disse a psiquiatra à BBC Brasil.

“Por outro lado, vejo frequentemente no consultório crianças com problemas causados por pais ausentes, violentos ou que abusam do álcool. Pais convencionais podem prejudicar os filhos de muitas maneiras. Será que é mais difícil para uma criança viver em uma família com uma mãe e dois pais?”

A psiquiatra diz não considerar uma relação algo condenável, indesejável ou prejudicial para os filhos.

“Há muitos tipos diferentes de família. Algumas crianças crescem com uma mãe solteira, outras são criadas por avós doentes. Se uma relação a três é a forma de algumas pessoas serem felizes, respeito a escolha”, destaca Gumpert.

“Mas estas pessoas devem ter consciência de que estão divergindo do conceito normal de família e, por isso, devem lidar cuidadosamente com as crianças em relação a isso. O mais importante para qualquer criança, em qualquer forma de família, é o amor, a atenção e o cuidado que recebem dos adultos que as cercam.”

Conceito em formação

Na família de Linda, Erik e Hampus, novos padrões vão sendo formados aos poucos.

Os três têm responsabilidade para com as cinco crianças. Na escola dos filhos de Linda e Erik, o diretor deu permissão especial para que Hampus possa se envolver no seu desenvolvimento, como participar das reuniões com professores.

Na cozinha de casa, foi colocada uma grande mesa com oito cadeiras. Na lavanderia, foi preciso instalar uma nova máquina de lavar, com capacidade para oito quilos de roupas. O quarto de dormir dos adultos fica ao lado da sala de estar.

A reação dos colegas das crianças, segundo Hampus, têm sido natural. “Eu e Erik levamos as crianças a uma aula de esportes, e um coleguinha delas disse: ‘Vocês têm dois pais? Bacana!'”, conta ele.

No entanto, reação dos familiares foi menos amistosa – especialmente dos pais de Erik, que romperam com o filho. “É difícil dizer por que eles fizeram isso”, disse Erik à apresentadora Jenny Strömstedt. “Acho que sentem vergonha.”

Linda diz que perdeu a melhor amiga, com quem costumava conversar várias vezes por dia.

“Mas, no geral, a reação das pessoas tem sido melhor do que esperávamos”, disse ela.

Problemas

Resta agora ao trio lidar com os problemas enfrentados por um novo modelo de família em uma sociedade feita para funcionar com dois cônjuges.

Linda e Erik são casados legalmente e têm direito de herdar os bens um do outro. Mas não teriam direito aos bens de Hampus, que também não poderia ser herdeiro de Erik e Linda.

A solução será escrever um testamento, a fim de garantir os direito de herança entre os três.

Eles gostariam de se casar oficialmente, mas a lei sueca não reconhece a poligamia.

Há dois anos, o Partido do Centro (Centerpartiet) chegou a incluir em seu programa de governo uma proposta para reconhecer legalmente o casamento poligâmico.

A proposta provocou uma tempestade no debate em torno dos novos conceitos de família e acabou sendo retirada da versão final do programa do partido.

Mas o movimento jovem do Centerpartiet permanece comprometido com a ideia. “Trata-se de garantir que todos os cidadãos sejam iguais perante à lei”, observa a presidente do movimento, Hanna Wagenius.

“Já existem muitas pessoas vivendo relações não-convencionais. Se alguém ama mais de uma pessoa, essa pessoa deve ter os mesmos direitos e a mesma proteção legal que aqueles em uma relação monogâmica.”

Para Hanna, é uma questão de tempo a sociedade ver relações poligâmicas como algo normal.

“Não há nenhum argumento razoável contra este tipo de relação. Só não estamos acostumados a enxergar as coisas desta forma”, opina.

Linda e seus dois maridos concordam. Para eles, uma legislação mais flexível ajudaria não só a eles, mas também outras pessoas que não se enquadram no conceito tradicional de família.

“Da forma como as coisas são hoje, olham para nós e pensam estamos fazendo algo ilegal”, observa Linda. “Mas, se a lei dissesse que nossa forma de viver é válida, muitos olhariam de forma mais natural para outros tipos de união.”

Erik, Linda e Hampus vivem juntos há dois anos e cuidam de seus cinco filhos. "Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três se amam"

– Suas publicações nas redes sociais dizem o que você é. Sobre “Reputação Digital”:

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

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– Comece seus propósitos de Ano Novo agora mesmo. Que tal?

No final do ano, as pessoas costumam fazer planos, pensar em coisas melhores, enchem-se de esperança para o novo período. Alguns fazem listas de metas e objetivos; outros, ao contrário, se deprimem.

Mas se o assunto é mudar de vida, por quê precisa-se esperar a nova data?

Precisamos ter desejo de mudar (para melhor) sempre!

Se quer emagrecer, comece hoje!

Vai mudar de hábitos? Mude-os agora.

Durante minhas madrugadas de insônia, costumo conversar com Deus. E o ambiente de silêncio é excepcional para se ouvir bem a voz dEle. E nesses bate-papos, sempre fica o convite da mudança, ou melhor, da conversão diária. E ela consiste em: ser mais paciente; reclamar menos, envergonhar-se nunca, agir e nunca se omitir, sorrir mesmo quando dói, entusiasmar o próximo, ser amigo e solidário e… viver!

Difícil?

Quando vivemos cansados, reclamando, indispostos e rabugentos, isso se torna algo crônico em nós. Mas é preciso coragem, disposição e fé.

Que tal começar hoje o que você (e eu me incluo aqui) planeja fazer em 01 de janeiro?

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– Dia das Bruxas ou Dia do Saci?

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do HalloweenÉ uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– Intoxicação de informação: um mal dos nossos dias…

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– 800.00 euros por bebê na Itália

Alguns países europeus estão envelhecendo. A Itália é um deles. E para que a taxa de natalidade cresça, o país estuda pagar 800.00 euros por bebê ao papai e a mamãe!

Extraído de: http://veja.abril.com.br/mundo/italia-pode-dar-800-euros-para-cada-bebe-que-nascer-no-pais/

ITÁLIA PODE DAR 800 EUROS PARA CADA BEBÊ QUE NASCER NO PAÍS

Em 2015, o país registrou apenas 487.800 nascimentos, o menor número da história

A Itália pode dar 800 euros (mais de 2.500 reais) por mês para as futuras mamães e papais que terão um filho, como forma de incentivar as famílias a reverter os baixíssimos índices de natalidade no país, a partir do dia 1º de janeiro de 2017. A informação está em um “rascunho” do orçamento enviada pelo governo italiano para a avaliação da União Europeia, que contém 122 parágrafos, mas o governo já adiantou que não mudará seu projeto.

Em 2015, o país registrou apenas 487.800 nascimentos, o menor número da história. Além disso, o total de habitantes sofreu uma queda de 139.000 pessoas, chegando a 60,65 milhões. “Se seguirmos essa tendência, daqui a 10 anos nascerão menos de 350.000 bebês por ano no nosso país, uma redução de 40% em relação a 2010. Seria um apocalipse demográfico”, declarou a ministra da Saúde Beatrice Lorenzin, autora da proposta.

Caso seja aprovada, os pais da criança devem fazer a solicitação no sétimo mês de gravidez para ter direito ao benefício. Além disso, para todos que nasceram antes do dia 1º de janeiro deste ano, será concedido um bônus de 1.000 euros (3.400) ao ano para ajudar nas despesas com a creche dos filhos — seja pública ou privada.

O documento, que ainda poderá passar por adaptações, prevê ainda o “bônus casa” para as pessoas que forem atingidas por terremotos, como o que ocorreu no último dia 24 de agosto. O benefício será estendido até 2021 para as áreas que sofrem com mais abalos sísmicos.

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– Sobre a Reforma da Previdência Social

Muito se tem falado sobre as mudanças nas regras da aposentadoria, e costumeiramente é o segurado quem perde. Mas cá entre nós: elas não deveriam ocorrer aos Militares e aos Políticos também, ao invés de atingir somente o cidadão comum e trabalhador?

O próprio presidente Temer declarou:

Meu exemplo serve para revelar como há aposentadorias precoces”.

E sabe porque ele disse isso? Temer aposentou-se aos 55 anos (em 1996), e recebe R$ 33.000,00 como aposentado da Procuradoria do Estado. E quanto será que ele recebe das outras aposentadorias (como a de deputado, por exemplo)?

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– Renascer dia-a-dia, Reinventar-se, Repensar-se

Disse Jesus a Nicodemus: “Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.

Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.

RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;

SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;

PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’?)

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– Analfabetismo Brasileiro em 8,5%

Um número oficial interessante: em 2012, o Analfabetismo da População Brasileira é de 8,5%.

Bom ou ruim?

Imagine que a média é nacional; portanto, bem menor no Sul / Sudeste e bem maior no Norte / Nordeste.

Considere o seguinte: analfabeto é aquele que não sabe ler nem escrever. Se a pessoa saber apenas assinar o próprio nome, já está fora dessa estatística, pois é “semialfabetizado”. Sem contar aqueles que mal sabem ler e escrever (analfabetos funcionais) e que não estão contabilizados.

Em 1997, o índice era de 14,7%. A queda para 8,5% é boa, mas o número ainda é alto e o conceito de “alfabetização” utilizado é contestável.

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– Hábito, Mania ou Dependência?

Vejam que curioso: muitas vezes, temos manias / vícios que podem atrapalhar nosso desempenho. Mas sabemos distinguir o que é hábito, mania ou dependência?

Extraído da Revista Época, Ed 10/09/2012, por Thaís Lazzeri

HÁBITO, MANIA OU DEPENDÊNCIA?

As principais diferenças entre esses tipos de comportamento:

 

HÁBITO

MANIA

DEPENDÊNCIA

O QUE É

Comportamento repetido com frequência, consciente ou não.

No jargão popular, sinônimo para um comportamento estranho ou diferente. No campo da psicologia, é considerada uma doença.

A necessidade incontrolável de realizar algo ou determinado comportamento para se sentir bem. O indivíduo torna-se escravo dessa atitude.

DIA A DIA

Pode ou não atrapalhar a rotina. O indivíduo está no controle da situação.

Quando a frequência aumenta e surgem sinais como instabilidade emocional, passa a comprometer a rotina. Lavar as mãos é bom. Fazer diversas vezes seguida, não.

É prejudicial e, dependendo da circunstância, pode ser fatal. O indivíduo não está no controle da situação.

CUIDADO

Perceber se é ruim ou bom para sua vida. À medida que nota o que não está bom, o indivíduo é capaz de fazer a mudança.

Se o indivíduo ou alguém próximo notar algo estranho que fuja da normalidade, vale conversar com um psicólogo ou psiquiatra

Em geral, o indivíduo não está no controle da situação.

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– 50 vezes mais potente que a morfina e sendo consumida entre os jovens…

Triste. Na Unicamp, descobriu-se uma série de substâncias químicas e novas drogas sendo comercializadas no Interior Paulista.

– Estudantes, pensem bem! vale a pena arriscar no mundo das drogas, sejam elas quais forem?

Extraído de Estadão.com:

UNICAMP DETECTA NOVAS DORGAS NA REGIÃO DE CAMPINAS

Novas substâncias químicas estão sendo agregadas às drogas que circulam na região de Campinas. Um estudo do Centro de Controle de Intoxicações (CCI), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), descobriu que traficantes têm incluído os compostos fentanil e butilona em produtos vendidos como comprimidos de ecstasy ou LSD, geralmente comercializados em papéis coloridos e cristais. No último mês de agosto, seis jovens, entre 18 e 30 anos, foram intoxicados por essas novas drogas sintéticas na região – um deles morreu por parada cardíaca.

O fentanil, substância que causou a morte do cantor Prince em abril deste ano, é considerado cerca de 50 vezes mais potente que a morfina. Ele serve para anestesia e como analgésico e foi sintetizado pela primeira vez em 1959. Entrou no mercado nos anos 60 como um anestésico endovenoso. Já a butilona é uma catinona sintética e pode provocar intoxicações tão graves quanto as causadas pela cocaína ou a metanfetamina. Em forma de cristais, é usada em vários países como agrotóxico ou repelente, mas também tem efeito alucinógeno.

“Em agosto, em uma semana, atendemos seis casos de intoxicação de jovens por drogas sintéticas, um deles fatal. Identificamos até quatro drogas num único exame laboratorial. Os jovens correm um risco grande com essas substâncias. Muitas vezes, a interação delas tem um efeito letal”, diz Rafael Lanaro, toxicologista do Laboratório de Toxicologia Analítica (LTA) do CCI. Um dos pacientes atendidos pelo CCI tem 25 anos e estava numa festa em Campinas. Chegou inconsciente no Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp. Ele teria consumido LSD e álcool. Nos exames foi detectado o fentanil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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– Colégio Dom Pedro II abomina termos masculinos e femininos aos alunos e libera saia para homens.

Em tempos de inclusão social e de diversidade, existem certos excessos. O quase bicentenário Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro, há 1 ano não usa mais o termo “aluno” ou “aluna”, mas “alunx” para distinguir os estudantes, a fim de deixá-los à vontade quanto a opção sexual.

Nesta semana, outra novidade: anunciou que meninos e meninas poderão escolher qual das opções de uniformes (masculina ou feminina) desejam frequentar as aulas. Ou seja: homens poderão escolher saias!

Novos tempos?

Extraído de: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,colegio-pedro-ii-no-rio-libera-saia-para-meninos,10000077010

COLÉGIO PEDRO II LIBERA SAIA PARA MENINOS.

O tradicional Colégio Pedro II, escola federal fundada em 1837, não tem mais uniformes masculino e feminino. Na prática, o uso de saias está liberado para os meninos. Em 2014, estudantes fizeram um “saiato”, depois que uma aluna transexual vestiu a saia de uma colega e teve de trocar o uniforme. Desde maio deste ano, o Pedro II adota na lista de chamada o nome social escolhido por alunos e alunas transexuais.

Portaria publicada em 14 de setembro lista o uniforme, sem distinguir que peças são para uso masculino ou feminino. Anteriormente, as meninas deveriam usar saia e camisa branca com viés azul e os meninos, calça de brim e camisa totalmente branca.

“Não se trata de fazer ou não distinção de gênero. Trata-se de cumprir resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT (órgão ligado ao Ministério da Justiça). Eu apenas descrevo as opções de uniforme; deixo propositalmente em aberto, para o uso de acordo com a identidade de gênero”, afirmou o reitor Oscar Halac.

Ele reconhece que a decisão pode “causar certo furor” pelo fato de o Pedro II estar entre as escolas mais tradicionais do País. “Tradição não é sinônimo de anacronia. Mas pode e deve significar nossa capacidade de evoluir e de inovar”, disse.

De acordo com o reitor, a medida tem ainda o objetivo de “contribuir para que não haja sofrimento desnecessário” entre estudantes transexuais e levantar a discussão sobre tolerância e o respeito às diferenças. “A escola pública precisa sinalizar que é hora de parar de odiar por odiar.” Nesta segunda, não havia alunos de saia ou meninos e meninas que tenham trocado camisas nas unidades do Centro e zona sul. Halac disse acreditar que serão poucos os que adotarão saias. “Aqui dentro eles estão seguros. Lá fora, ainda não.”

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– Pérolas Catalogadas por Ross e Petras

Um sucesso por aí é a obra: “Antologia das Maiores Besteiras já Ditas”, dos irmãos Ross e Petras. Eles catalogaram frases interessantes de personalidades, mostrando curiosas infelicidades ditas. Por exemplo:

Perdemos porque não ganhamos” – Ronaldo Nazário, jogador, após ser questionado por uma derrota (categoria “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”)

Vou fazer desse país uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.” – João Batista Figueiredo, último presidente militar brasileiro, falando da abertura democrática que ele pretendia (categoria: “Mais Idiotas Repetições Ideológicas”)

Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”. – João Alves, deputado acusado de corrupção, justificando seu enriquecimento (categoria: “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”)

Vida de rico em geral é muito chata”. – Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente, contando sobre o dia-a-dia (categoria: “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas”)

Extraído de: http://is.gd/BFPw9Q

ANTOLOGIAS DAS MAIORES BESTEIRAS JÁ DITAS

Por Mauricio Stycer, Crítico do UOL

Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e João Baptista Figueiredo, o ex-deputado João Alves e o ex-jogador Ronaldo estão entre as personalidades mundiais que ganharam lugar numa obra de grande relevância: o “Livro das Maiores Besteiras Já Ditas” (“Book of All-Time Stupidest Top 10 Lists”).

Os autores são os irmãos Ross e Kathryn Petras, que se definem como “especialistas em besteiras”. Desde 1993 dedicam-se ao duro ofício de reunir e dar publicidade às abobrinhas e aos absurdos ditos por celebridades, políticos, esportistas e jornalistas.

A primeira coletânea foi “The 776 Stupidest Things Ever Said” (“As 776 Maiores Besteiras Já Ditas”). O sucesso do livro levou a um segundo, depois a um terceiro… O calendário diário (com 365 besteiras) que publicam há 18 anos já vendeu mais de 4 milhões de exemplares. Não falta material.

Este ano, reuniram o supra-sumo das besteiras num volume especial. Agruparam as frases estúpidas em listas de “10 mais”. FHC, por exemplo, conquistou um lugar na lista das “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas” com uma reflexão feita em 1998, quando era presidente: “Vida de rico em geral é muito chata”.

Figueiredo figura na lista das “Mais Idiotas Repetições Ideológicas” com um dos muitos absurdos que falou em sua presidência, entre 1979 e 85: “Vou fazer desse pais uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.”

Já João Alves tem lugar de honra na lista das “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”. Questionado numa CPI, em 1993, sobre o seu incrível enriquecimento, ele explicou: “Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”.

O ex-craque Ronaldo é citado numa lista muito boa – “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”. Foi a sua singela explicação para uma derrota: “Perdemos porque não ganhamos”.

Este novo livro dos irmãos Petras reúne mais de duas mil pérolas, a grande maioria dita por americanos. É verdade que muitos outros brasileiros mereciam figurar na antologia, mas os quatro citados não fazem feio e representam bem o país. O livro pode ser adquirido na Amazon (por US$ 8,76).

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– Uma criança de 9 anos pode escolher o seu sexo?

Eu estou assustado. Leio que a garotinha Shiloh, filha dos artistas consagrados Angelina Jolie e Brad Pitt, se veste como um menino e não gosta do seu nome de menina. Prefere ser chamada de John! E os pais atendem o pedido e apoiam a decisão da criança de ser tratada como menino (mesmo sendo menina e tendo, pasmem, 9 anos apenas)!

Caramba, as coisas não estão sendo feitas de uma maneira precoce? Não entra na minha cabeça que uma menina de 9 anos, que deve ter todos os bens materiais que deseja e auxílio de profissionais para cada coisa que necessita, possa tomar decisões assim e que tenha apoio dos pais. Não é uma questão de se discutir sexualidade hetero ou homo. É UMA CRIANÇA! Tem que pensar em brincar, se divertir, estudar e fazer amizades. Claro, sempre com o papai e a mamãe.

O mundo está enlouquecendo e coisas indevidas se dando importância numa idade tão tenra e inocente da vida. Precocidade total!

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– O golpe dos Frentistas com os Trombadões

Viram esta filmagem que se tornou um viral na Internet?

O motorista estaciona para abastecer o carro, o frentista fica enrolando para que os marginais previamente combinados cheguem e, na sequência, eles assaltam a vítima.

Não sei onde foi, mas já ouvi falar sobre esse golpe em postos de combustíveis movimentados da capital paulista. Os bandidos ficam à espreita, tendo combinado com as pessoas ao redor.

Vale a pena ter atenção!

– E quebrou a TSū. Quais as outras redes sociais que pagam para você publicar? Vem vindo a Xiglute…

Pois é: a Rede Social TSū, que assustou tanto o Facebook (que até a bloqueou em suas postagens), quebrou!

O diferencial era que as postagens curtidas e/ou compartilhadas na rede, de conteúdo original, eram pagas. Dessa forma, quanto mais você publicava e mais era visto, ganhava uma remuneração (centésimos de centavos de dólar, mas que no montante, acabavam valendo a pena). Enquanto que o Facebook ficava com o lucro total dos seus anunciantes, a TSū repartia 90% dele com todos os usuários.

Assim, por estar apenas ficando com 10% das receitas e o conteúdo de internautas aumentando, a rede remuneradona de posts não aguentou.

Agora, a substituta possível (dividindo 70% dos lucros), é a Wowapp (www.wowapp.com), ou a Kiklot (www.kiklot.com), ou ainda o eToro (que não sei bem como funciona). Eu uso, para fotos, a Gaption (por ser apaixonado em fotografias, ela permite ótimos cliques). No lugar específico da Tsū, há ainda a Xiglute, que é brasileira.

Sobreviverão mais que a TSū? Ou do que a Bubblews, que viveu por 3 anos?

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– A invasão de caçadores de PokemónGo e as mortes imbecis

A vida é um bem valioso, certo? Perdê-la de maneira absurda é revoltante.

Um garoto de 9 anos morreu afogado no RS após cair de um barco. Ele e seu amigo caçavam Pokemóns e acabou se desequilibrando e caindo da embarcação.

Pessoas tem sido atropeladas. Celulares roubados em vias públicas por desatentos jogadores. Em Jundiaí, após um megaencontro de fãs, o Parque da Cidade e o Jardim Botânico sofreram vandalismos, como problemas nas instalações elétricas por mal educados caçadores que, desesperados para carregar seus celulares, fizeram mau uso das tomadas e desligaram equipamentos públicos.

Em contrapartida, ouço matérias de quem está tirando bom proveito: hospitais infantis que incentivam crianças a levantarem da cama para brincarem de caçadores de bichinhos. Além disso, pais contentes que ao andar, os filhos fazem atividade física. Aí, sim!

O modismo não pode ser uma alienação. E toda forma radical ou viciada traz desconforto.

Um fato curioso: a Arquidiocese de São Paulo, visando atrair turistas e fiéis, emitiu um convite: quer que jogadores venham caçar Pokemón nas igrejas católicas, conheçam os templos e participem das celebrações (e nessa hora, dê um tempo no joguinho).

Tudo tem o bom ou mal propósito. Vale o bom senso!

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– Estamos falidos socialmente?

Talvez estejamos próximos do final dos tempos. Viram a capa do Estadão de hoje?

Nela, há a manchete: “Estado Islâmico dá dicas na Web de como atacar no Rio“.

Se a outrora Cidade Maravilhosa já não vivesse com tantos problemas sociais, como a criminalidade dos traficantes de drogas e milicianos que agem da mesma forma coercitiva, agora o EI (ISIS) querendo tumultuar.

Quem lutará pela vida dos cariocas de bem e demais inocentes?

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– Feijoada e Arroz-Feijão asiático no prato do brasileiro!

Nos últimos dias, o preço do feijão disparou no Brasil. A queda do seu valor ainda está demorando para acontecer nos patamares anteriores.

O que assusta é: 44% do que comemos, vem da China (feijão preto) e Argentina (feijão carioca).

Dá para acreditar que o Brasil, com tanta terra de boa qualidade, importa feijão? O arroz já estava vindo do Vietnã, pois Goiás e Santa Catarina estão produzindo menos.

Coisas como essa eu nunca entenderei. E há quem diga que somos “celeiro do mundo e se plantando tudo dá”!

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– Outro atentado terrorista (em Nice, na França) promovido pelo ISIS. E achamos que estará tudo tranquilo na Olimpíada Brasileira?

Toda semana tem sido igual: os terroristas do Estado Islâmico (ISIS) estão atacando algum lugar do mundo através de lobos solitários (seus “soldados suicidas”, que agem isoladamente explodindo tudo).

Ontem, 5a feira, um enésimo atentado desses malucos. E isso acontece na mesma semana em que o Serviço Secreto da França avisou que tinha informações concretas de que um lobo solitário brasileiro poderia promover um ataque à delegação francesa durante a Rio-2016.

Você duvida disso?

Eu não.

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– Sobrecarga no Trabalho, em Casa e no Lazer? DESOCUPE-SE:

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo

de experiência quer ter

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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– Segundo Semestre já?

Nossa! Metade do ano já foi…

Todo dia 01 é corrido pra mim, mas sempre é possível postar alguma coisa. Certo?

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– Você sabe o que é Ideologia do Gênero?

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a “Ideologia do Gênero”, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

– O que fazer para detectar um filho problemático?

Leram a entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06)?

Ela disse que:

Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

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– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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– E nós reclamando de chuva… Coitada de Jarinu!

Nossa vizinha e aprazível Jarinu passou uma noite de domingo terrível. O belo município recebeu 40 segundos (sim, menos de 1 minuto) de vendaval a mais de 100 km/h.

Nós estamos reclamando aqui na minha região que a chuva não cessa. Entretanto, há aqueles que realmente podem reclamar, vítimas do tornado.

Abaixo, extraído de UOL.com:

MICROEXPLOSÕES DEIXAM JARINU SEM ÁGUA NEM LUZ. “CIDADE ACABOU”, DIZ MORADORA

por Mariana Estarque, enviada especial

“Jarinu não existe mais, corta o coração de ver”, disse a dona de casa Viviane de Morais, 27, assustada com a destruição da cidade, a 68 km de São Paulo.

Ela foi uma das centenas de moradores de Jarinu que saíram de casa nesta segunda-feira (6) para ver os estragos causados por uma tempestade.

A causa foi um fenômeno conhecido por microexplosão, na qual rajadas de vento em alta velocidade batem no chão e se espalham.

Os fortes ventos, que atingiram Jarinu na noite anterior, provocaram uma morte e feriram 50 pessoas, quatro delas transferidas para o hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí.

“Acabou a cidade, me dá até um tremor. Que triste!”, conta a dona de casa Isabel Nakamura, 71, que tirava fotos de uma das ruas destruídas.

Como a maioria dos serviços de Jarinu está interrompida, grupos de moradores perambulam, atônitos, pela cidade. Entre uma pausa para fotos de celular e suspiros, é comum ouvir: “Achei que fosse morrer” ou “pensei que o mundo fosse acabar”.

Muitas ruas locais estão interditadas, com árvores caídas. Os galhos e troncos também danificaram diversas casas no centro da cidade. Segundo a administração local, dez prédios públicos foram atingidos, inclusive a prefeitura, que está fechada.

O vento arrancou parte do telhado do prédio e, segundo funcionários, vários equipamentos ficaram estragados. “Perdemos cerca de 60% dos documentos do setor de obras e 80% do setor jurídico”, afirma André Noveli, assessor de finanças.

TERROR

Perto da prefeitura, o cemitério local também ficou destruído. Os muros caíram e as flores, colocadas nos túmulos, se espalharam pelas ruas.

O teto de um posto de gasolina desmoronou, e caminhões, que estavam no local, tombaram de lado, virados pela tempestade.

Nas zonas mais atingidas, há dezenas de telhas de alumínio e zinco retorcidas, levadas pelo vento, que ficaram penduradas no alto de árvores e postes.

“É um terror, a cidade está detonada, bombardeada. Nunca vi nada parecido, em 40 segundos acabou com Jarinu”, disse o prefeito, Vicente Cândido Teixeira Filho.

De acordo com a prefeitura, a maior parte da cidade seguia sem energia elétrica e água, no início da tarde de segunda. Telefones fixos e celulares também não funcionavam, principalmente durante a manhã. Hospitais e escolas ficaram fechados.

“Acho que vamos demorar de três a quatro meses para arrumar a cidade”, afirmou o prefeito.

SEM LUZ E SEM ÁGUA

A Defesa Civil do Estado de São Paulo informou que já havia carros pipa em Jarinu para distribuir água em caráter emergencial para escolas e hospitais.

“A Sabesp vai trazer um gerador para restabelecer o fornecimento de água. E há 30 equipes da companhia de energia vindo para cá. A luz já está voltando aos poucos”, afirmou o coronel José Roberto de Oliveira, coordenador da Defesa Civil do Estado de São Paulo, que estava no local.

Segundo Oliveira, o órgão vai criar um gabinete de crise, mas não é possível prever quando os serviços na cidade serão normalizados.

“Felizmente foi de noite, em um domingo chuvoso, com poucas pessoas na rua. Se fosse em um horário de trabalho, teríamos muito mais vítimas. As telhas de alumínio abraçam os postes como se fossem folhas. Isso, se pega em alguém, divide a pessoa ao meio”, disse Oliveira, que descreveu a situação do município como “extrema”.

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– O caso de Cincinnati: o Gorila ou a Criança?

Aqui, me impressiona como o politicamente correto extrapola! No último sábado, uma criança de 3 anos caiu na jaula de um gorila no zoológico local. O animal pegou a criança e a arrastou para junto de si. Guardas imediatamente dispararam tranquilizantes, mas que levariam um certo tempo para fazer efeito. Desta forma, abateram o gorila para salvar o menino.

Agora, muita gente nas redes sociais reclama da ação! Dizem que foi uma morte impiedosa do animal, que poderiam evitar o acontecido e outras coisas em defesa do bicho.

Ora, se uma criança está em poder de um gorila, você vai fazer o quê? Vai deixar o risco do garotinho ser morto?

Parabéns às autoridades que salvaram o menino. Uma pena que o desfecho tenha sido a morte do animal, mas vale salvar uma vida humana do que de um animal irracional.

Aqui, se faça uma ressalva: e os pais negligentes? Onde estavam naquela hora?

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– Intolerância contra a Intolerância? Protesto da Parada Gay contra… a Bíblia?

Uma pena que propósitos de cidadania sejam desvirtuados. Diante da constituição brasileira, todos somos iguais, independente de raça, crença, idade, religião ou ideologia. E isso, se de fato praticado, é ótimo!

Entretanto, muitas pessoas confundem liberdade de expressão com direito de ofensa. No ano passado, uma modelo transexual se colocou como Cristo na cruz e fez um confuso protesto durante a Parada do Movimento GLBT.

Este ano, a mesma modelo (Viviane Beleboni) anunciou à Folha de São Paulo que se “fantasiará de Bíblia” protestando contra religiosos, com a inscrição “Bíblia é Retrocesso”.

Duas questões simples:

1 – Se eu fizer algum adereço pejorativo contra o Movimento Homossexual, estarei cometendo crime de homofobia pois ofende a opção sexual das pessoas gays. Por que ofender a opção de crença não é crime de perseguição religiosa?

2 – As causas cidadãs pretendidas pelos organizadores da passeata são respeitáveis dentro do estado democrático. Mas a Parada, em si, não torna o movimento enfraquecido ao transformá-lo em um “carnaval fora de época”? Pessoas quase peladas sambando, com estereótipos de erotismo, não me parecem defender causas sociais.

Enfim: não se combate intolerância com intolerância. Parece-me ser mais política e organizada a “Marcha das Lésbicas” realizada no sábado (que pediu pelos seus direitos sem ofender ninguém) do que a vultuosa Parada.

(foto da fantasia, abaixo, do G1.com):

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– Estupro coletivo: são humanos os envolvidos?

É assustador imaginar o acontecido à garota supostamente estuprada no Rio de Janeiro. Cerca de 30 bandidos teriam a maltratado sexualmente (lembrando que “estupro” não é necessariamente a conjunção carnal, mas também carícias não consentidas).

Agora, surgem versões de que a adolescente tinha um passado não tão pueril, e que havia inventado a história de estupro para justificar o sumiço com “alguns namorados” para a família que é evangélica. A advogada refuta veementemente a hipótese e a Polícia não descarta nenhuma situação. Algumas autoridades tiram proveito dizendo que tomarão providências e as redes sociais se mobilizam.

Independente a esse caso específico (se real ou fraude), existem inúmeros casos Brasil afora. E fica o lamento: que tipo de animal é o homem que, sedento por sexo, sai da razão e criminosamente estupra?

A culpa seria da família que não o educou? Da saúde mental que é doentia? Da cultura do sexo (não cultura do estupro, pois confesso não ver apologia a esse crime maldito – ao menos, nas coisas que vejo e leio).

Enfim: como resolver? Com escola, resgate de valores morais e outras formas educacionais?

O certo é: RESPEITO É CONDIÇÃO QUE NÃO SE ABRE MÃO!

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– Por que temos a 4a maior população carcerária do Brasil?

Um índice assustador: o crescimento do número de bandidos nas cadeias do Brasil.

Veja porque isso ocorre,

Extraído de: http://istoe.com.br/452253_POR+QUE+A+POPULACAO+CARCERARIA+NO+BRASIL+AUMENTOU+167+/

POR QUE A POPULAÇÃO CARCERÁRIA NO BRASIL AUMENTOU 167%

Por Antonio Carlos Prado e Elaine Ortiz

Como explicar que a população carcerária no País tenha aumentado 167% entre os anos 2000 e 2014, segundo os dados oficiais divulgados na semana passada pelo próprio ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Sabe-se hoje que pobreza é apenas um dos fatores que levam indivíduos à criminalidade e ao encarceramento – as causas prevalentes são transtornos de personalidade que poderiam ser tratados desde a adolescência se o Brasil proporcionasse (volta-se aqui a políticas sociais) a devida assistência médica e psicológica à população.

-Segundo o Ministério da Justiça, o Brasil está com 622.202 presos (número superior à população de Aracaju, por exemplo)

-Há déficit de 250.318 vagas (mais que o número de habitantes de Palmas)

-No planeta Terra, o Brasil registra a quarta maior população carcerária (EUA, China e Rússia estão na frente)

-No Brasil há 306 presos para cada 100 mil habitantes (a média mundial é de 144 presos por 100 mil habitantes)

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