– Ninguém punido na confusão entre Vasco 0x1 Flamengo?

Por que a demora em se punir os envolvidos na briga de São Januário, no Vasco x Flamengo?

Até quando teremos vândalos e selvagens praticando violência nos estádios?

Aliás, qual o motivo do mundo do futebol permitir essas situações bizarras em pleno século XXI? 

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– O Tráfico de Drogas acabando com a Vida das Meninas Brasileiras

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– O Equilíbrio Emocional: em busca de boas condições de vida!

Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.

Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.

A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

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– O Assédio Espiritual

Não bastassem os termos “Assédio Sexual” e “Assédio Moral”, agora surge uma nova modalidade de atentado: o Assédio Espiritual.

Veja que interessante este material, a partir da entrevista da jornalista Marília de Camargo César, em entrevista à Revista Época, pg 69-70, de 29 de junho de 2009, a respeito dos excessos da “busca de novos fiéis”:

HÁ ABUSOS EM NOME DE DEUS

por Kátia Melo

A igreja evangélica está doente e precisa de uma reforma. Os pastores se tornaram intermediários entre Deus e os homens e cometem abusos emocionais apoiados em textos bíblicos. Essas são algumas das afirmações polêmicas da jornalista Marília de Camargo César em seu livro de estreia, Feridos em nome de Deus (editora Mundo Cristão), que será lançado no dia 30. Marília é evangélica e resolveu escrever depois de testemunhar algumas experiências religiosas com amigos de sua antiga congregação.

ÉPOCA – Por que você resolveu abordar esse tema?
Marília de Camargo César –
Eu parti de uma experiência pessoal, de uma igreja que frequentei durante dez anos. Eu não fui ferida por nenhum pastor, e esse livro não é nenhuma tentativa de um ato heroico, de denúncia. É um alerta, porque eu vi o estado em que ficaram meus amigos que conviviam com certa liderança. Isso me incomodou muito e eu queria entender o que tinha dado errado. Não quero que haja generalizações, porque há bons pastores e boas igrejas. Mas as pessoas que se envolvem em experiências de abusos religiosos ficam marcadas profundamente.
ÉPOCA – O que você considera abuso religioso?
Marília –
Meu livro é sobre abusos emocionais que acontecem na esteira do crescimento acelerado da população de evangélicos no Brasil. É a intromissão radical do pastor na vida das pessoas. Um exemplo: uma missionária que apanha do marido sistematicamente e vai parar no hospital. Quando ela procura um pastor para se aconselhar, ele diz: “Minha filha, você deve estar fazendo alguma coisa errada, é por isso que o teu marido está se sentindo diminuído e por isso ele está te batendo. Você tem de se submeter a ele, porque biblicamente a mulher tem de se submeter ao cabeça da casa”. Então, essa mulher pede um conselho e o pastor acaba pisando mais nela ainda. E usa a Bíblia para isso. Esse é um tipo de abuso que não está apenas na igreja pentecostal ou neopentecostal, como dizem. É um caso da Igreja Batista, que tem melhor reputação.
ÉPOCA – Seu livro questiona a autoridade pastoral. Por quê?
Marília –
As igrejas que estão surgindo, as neopentecostais (não as históricas, como a presbiteriana, a batista, a metodista), que pregam a teologia da prosperidade, estão retomando a figura do “ungido de Deus”. É a figura do profeta, do sacerdote, que existia no Antigo Testamento. No Novo Testamento, Jesus Cristo é o único mediador. Mas o pastor dessas igrejas mais novas está se tornando o mediador. Para todos os detalhes de sua vida, você precisa dele. Se você recebe uma oferta de emprego, o pastor pode dizer se deve ou não aceitá-la. Se estiver paquerando alguém, vai dizer se deve ou não namorar com aquela pessoa. O pastor, em vez de ensinar a desenvolver a espiritualidade, determina se aquele homem ou aquela mulher é a pessoa de sua vida. E ele está gostando de mandar na vida dos outros, uma atitude que abre um terreno amplo para o abuso.
ÉPOCA – Você afirma que não é só culpa do pastor.
Marília –
Assim como existe a onipotência pastoral, existe a infantilidade emocional do rebanho. A grande crítica de Freud em relação à religião era essa. Ele dizia que a religião infantiliza as pessoas, porque você está sempre transferindo suas decisões de adulto, que são difíceis, para a figura do pai ou da mãe, substituí­dos pelo pastor e pela pastora. O pastor virou um oráculo. Assim é mais fácil ter alguém, um bode expiatório, para culpar pelas decisões erradas.
ÉPOCA – Quais são os grandes males espirituais que você testemunhou?
Marília –
Eu vi casamentos se desfazer, porque se mantinham em bases ilusórias. Vi também pessoas dizendo que fazer terapia é coisa do diabo. Há pastores que afirmam que a terapia fortalece a alma e a alma tem de ser fraca; o espírito é que tem de ser forte. E dizem isso apoiados em textos bíblicos. Afirmam que as emoções têm de ser abafadas e apenas o espírito ser fortalecido. E o que acontece com uma teologia dessas? Psicoses potenciais na vida das pessoas que ficam abafando as emoções. As pessoas que aprenderam essa teologia e não tiveram senso crítico para combatê-la ficaram muito mal. Conheci um rapaz com muitos problemas de depressão e de autoestima que encontrou na igreja um ambiente acolhedor. Ele dizia ter ressuscitado emocionalmente. Só que, com o passar dos anos, o pastor se apoderou dele.
ÉPOCA – Qual foi a história que mais a impressionou?
Marília –
Uma das histórias que mais me tocaram foi a de uma jovem que tem uma doença degenerativa grave. Em uma igreja, ela ouviu que estava curada e que, caso se sentisse doente, era porque não tinha fé suficiente em Deus. Essa moça largou os remédios que eram importantíssimos no tratamento para retardar os efeitos da miastenia grave (doença autoimune que acarreta fraqueza muscular). O médico dela ficou muito bravo, mas ela peitou o médico e chegou a perder os movimentos das pernas. Ela só melhorou depois de fazer terapia. Entendeu que não precisava se livrar da doença para ser uma boa pessoa.
“O pastor está gostando de mandar na vida dos outros
e receber presentes. Isso abre espaço para os abusos”
ÉPOCA – Por que demora tanto tempo para a pessoa perceber que está sendo vítima?
Marília –
Os abusos não acontecem da noite para o dia. No primeiro momento, o fiel idealiza a figura do líder como alguém maduro, bem preparado. É aquilo que fazemos quando estamos apaixonados: não vemos os defeitos. O pastor vai ganhando a confiança dele num crescendo. Esse líder, que acredita que Deus o usa para mandar recados para sua congregação, passa a ser uma referência na vida da pessoa. O fiel, por sua vez, sente uma grande gratidão por aquele que o ajudou a mudar sua vida para melhor. Ele quer abençoar o líder porque largou as drogas, ou parou de beber, ou parou de bater na mulher ou porque arrumou um emprego. E começa a dar presentes de acordo com suas posses. Se for um grande empresário, ele dá um carro importado para o pastor. Isso eu vi acontecer várias vezes. O pastor gosta de receber esses presentes. É quando a relação se contamina, se torna promíscua. E o pastor usa a Bíblia para legitimar essas práticas.
ÉPOCA – Você afirma que muitos dos pastores não agem por má-fé, mas por uma visão messiânica…
Marília –
É uma visão messiânica para com seu rebanho. Lutero (teólogo alemão responsável pela reforma protestante no século XVI) deve estar dando voltas na tumba. O pastor evangélico virou um papa, a figura mais criticada pelos protestantes, porque não erra. Não existe essa figura, porque somos todos errantes, seres faltantes, como já dizia Freud. Pastor é gente. Mas é esse pastor messiânico que está crescendo no evangelismo. A reforma de Lutero veio para acabar com a figura intermediária e a partir dela veio a doutrina do sacerdócio universal. Todos têm acesso a Deus. Uma das fontes do livro disse que precisamos de uma nova reforma, e eu concordo com ela.
ÉPOCA – Se a igreja for questionada em seus dogmas, ela não deixará de ser igreja?
Marília –
Eu não acho. A igreja tem mesmo de ser questionada, inclusive há pensadores cristãos contemporâneos que questionam o modelo de igreja que estamos vivendo e as teologias distorcidas, como a teologia da prosperidade, que são predominantemente neopentecostais e ensinam essa grande barganha. Se você não der o dízimo, Deus vai mandar o gafanhoto. Simbolicamente falando, Ele vai te amaldiçoar. Hoje o fiel se relaciona com o Divino para as coisas darem certo. Ele não se relaciona pelo amor. Essa é uma das grandes distorções.
ÉPOCA – No livro você dá alguns alertas para não cair no abuso religioso.
Marília –
Desconfie de quem leva a glória para si. Uma boa dica é prestar atenção nas visões megalomaníacas. Uma das características de quem abusa é querer que a igreja se encaixe em suas visões, como querer ganhar o Brasil para Cristo e colocar metas para isso. E aquele que não se encaixar é um rebelde, um feiticeiro. Tome cuidado com esse homem. Outra estratégia é perguntar a si mesmo se tem medo do pastor ou se pode discordar dele. A pessoa que tem potencial para abusar não aceita que se discorde dela, porque é autoritária. Outra situação é observar se o pastor gosta de dinheiro e ver os sinais de enriquecimento ilícito. São esses geralmente os que adoram ser abençoados e ganhar presentes. Cuidado.

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– Uma criança pode decidir mudar de sexo? O caso da filha de Brad Pitt e Angelina Jolie

Nos atuais tempos de diversidade sexual, muitos escolhem o que querem fazer com o corpo a seu bel-prazer. Independente de crenças, costumes e culturas, as democracias devem respeitar o cidadão que se denomina e se comporta como homossexual. Para alguns, é uma escolha; a outras, é natural.

Mas uma criança teria condições de pedir para mudar de sexo? Está ciente do que é isso?

Fiquei assustado com o que li: a filha do galã Brad Pitt (que recentemente foi acusado de se drogar na frente das crianças e isso foi determinante para seu divórcio) com a atriz Angelina Jolie (bissexual assumida, outrora namorada da modelo Jenny Shimizu), chama-se Shiloh. Com 2 anos, a mãe disse que a filha queria ser chamada de “John”. Aos 4, disse ao pai que queria ser menino. E agora, aos 11 anos, decidiu virar homem!

Não é tudo muito sexualizado / erotizado / sexista / sei lá o quê? É apenas uma criança que deveria viver em paz sua inocente infância!

Extraído de: http://meuestilo.r7.com/casa-e-familia/filha-de-angelina-jolie-e-brad-pitt-comeca-processo-de-mudanca-de-sexo-30062017

FILHA DE ANGELINA JOLIE E BRAD PITT COMEÇA PROCESSO DE MUDANÇA DE SEXO

Shiloh, de 11 anos, começou a tomar hormônios

Shiloh Jolie Pitt, filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, começou o tratamento para mudar de sexo. A menina de 11 anos está fazendo substituição hormonal para interromper as mudanças do corpo feminino.

Angelina declarou, em entrevista a Oprah Winfrey, em 2008, que, quando tinha apenas dois anos, Shiloh pedia para ser chamada de John. Aos quatro, a criança gostava de se vestir como menino e falava aos pais que gostaria de ser um menino.

Shiloh será acompanhada por um psicólogo durante o processo.

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– Crianças podem errar!

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

Esses radicalismos cada vez mais estão sendo usados para educar as crianças. Ou são perfeitas ou fracassadas, não podendo, então, errar nunca!

Crianças devem errar para aprender! Mas como “controlar esses erros” e até onde há a permissão para eles?

Carl Honoré, filósofo, fala sobre como os adultos tornam muitas vezes a fase infantil em fase de preparo “pré-stress”.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2082/criancas-precisam-de-liberdade-para-errar-o-filosofo-escoces-diz-153093-1.htm

CRIANÇAS PRECISAM DE LIBERADADE PARA ERRAR

por Suzane Frutuoso

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.

ISTOÉ – Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil? Carl Honoré – Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.

ISTOÉ – Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo?
Honoré – Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios – na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.

ISTOÉ – Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial?
Honoré – É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.

ISTOÉ – Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças?
Honoré – Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos.

Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada.

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

ISTOÉ – Por que isso acontece?
Honoré – Porque os pais dessa geração perderam a autoconfiança. O que nos torna iscas fáceis de empresas que criam produtos desnecessários para cuidar de crianças. Ao mesmo tempo, a sociedade é profundamente impaciente. Queremos tudo agora. E achamos complicado recuar e deixar as coisas acontecerem. Sou pai e sei como é confuso criar uma criança nos dias de hoje. O foco do livro não é demonizar os pais. É nos fazer menos culpados e inseguros em relação aos nossos filhos.

ISTOÉ – Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável?
Honoré – Primeiro, não pressionando os muito pequenos. No esporte, há um número recorde de crianças com lesões graves, como rompimento dos ligamentos, porque estão treinando como profissionais. Quando crescem, deixam o esporte de lado por perderem o prazer de praticá-lo devido à competição que viveram muito jovens. Para medir a paixão de um filho por algo é necessário observar, ouvir e ler os sinais dele. Se nunca fala sobre uma atividade que pratica pode ser sinal de que não está completamente engajado naquilo. Se dorme no carro a caminho da atividade ou tem olheiras, provavelmente está sendo exigido demais. Se você tem de brigar para que um filho se dedique ao que faz, talvez seja hora de parar. A resistência contínua é sinal de que a atividade não é a ideal para a criança. Ou não é o momento certo. Também é crucial não deixá-la preocupada em relação ao desempenho. Encoraje-a a se dedicar constantemente, mas sem pressa. O pai do golfista Tiger Woods permitiu que ele fosse adiante num ritmo comedido. Sua política era fazer Tiger se desenvolver em seu próprio ritmo, nada além disso. E olhe como funcionou!

ISTOÉ – Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis?
Honoré – Talvez existam. Em ambos os casos, elas são prejudicadas ao serem impedidas de viver uma infância apropriada. O tempo delas não lhes pertence realmente. Criadas assim serão menos criativas. Estão tão preocupadas em agradar aos adultos e fazer tudo certo que não aprendem a pensar por si sós e a olhar para dentro de si mesmas. Sofrem com stress. Como têm cada minuto organizado e supervisionado por adultos, mais tarde descobrirão que é difícil viver por conta própria. Nunca amadurecerão. Há pouco tempo, soube do caso de um professor que pediu a um rapaz de 19 anos que desligasse o celular em aula e ouviu: “Por que você não resolve isso com a minha mãe?” Há pais que estão indo a entrevistas de trabalho com os filhos negociar salários e benefícios.

ISTOÉ – Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados?
Honoré – Muito. Eles têm um mundo de conselhos, alertas e opções – e ficam sem saber o que fazer. E quando não sabemos o que fazer acabamos fazendo o que todo mundo está fazendo. Pais confiantes são resistentes ao pânico e à pressão, conseguindo assim encontrar o caminho para educar seus filhos. Não existe fórmula mágica para educar. Cada criança é única, assim como cada família. O segredo é encontrar a fórmula que funciona melhor para você e seu filho.

ISTOÉ – Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos?
Honoré – É o mesmo fenômeno aqui na Inglaterra. Eles querem que o filho entre numa boa universidade. O problema é o sistema para chegar lá. As melhores escolas são tão obcecadas em alcançar as maiores pontuações nos exames de avaliação que a educação sofre falhas. Há colégios hoje que são como fábricas com uma linha de produção. É uma escolha difícil para os pais. Não se pode esperar que sacrifiquem o futuro de seus filhos. Então, acredito que seja a única coisa que esses pais podem fazer nas atuais circunstâncias. Mas há outro ponto a ser lembrado. Criar um mundo perfeito para seu filho, no qual tudo é gerado de acordo com as necessidades dele, em que as emoções dele sempre vêm primeiro, não é uma preparação razoável para a vida adulta. Não é assim que o mundo real funciona. Nem todos aqueles que vão para as melhores escolas particulares e mais renomadas universidades são mais felizes, saudáveis e bem-sucedidos.

O que é fundamental na educação de uma criança?
Honoré – Elas precisam de tempo e espaço para explorar seu próprio mundo. Precisam de amor e atenção. Devem ter permissão para se arriscar.

Há um movimento na Inglaterra contra festas de aniversário esbanjadoras. Muitos pais estão limitando os presentes que os filhos recebem ou até os proibindo. Estão reaprendendo a dizer não. Investimos tempo, dinheiro e energia num currículo matador para nossos filhos, mas tendemos a vacilar na disciplina. Do mesmo modo, crianças precisam dizer não para nós às vezes. Vejo uma mudança se aproximando. Pelo mundo, escolas estão revendo a obsessão por exames e evitando o excesso de atividades acadêmicas para que os alunos tenham tempo de relaxar, refletir e aprender coisas sozinhos.

Há pouco tempo uma escola escocesa eliminou a lição de casa para as crianças de 3 a 13 anos. Em um ano, as notas em matemática e ciências melhoraram 20%.

ISTOÉ – Há outros exemplos?
Honoré – Sim. Para que os jovens voltem a se interessar por esportes, as ligas esportivas estão reprimindo o abuso de pais que enfatizam a importância de ganhar a qualquer custo. Recentemente, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) reformulou o formulário de matrículas com ênfase num número menor de atividades extracurriculares que os alunos considerassem importantes para a futura carreira e optassem por assuntos que lhes despertassem paixão. Até mesmo Harvard está revendo o excesso de atividades, como mostra uma carta da direção encaminhada aos novos alunos.

“Você pode equilibrar melhor sua vida se participar de algumas atividades por puro divertimento, mais do que daquelas que imagina que serão um diferencial para conseguir emprego. As relações humanas que você construir com seus colegas pode ter uma influência maior em sua vida futura do que o número de cursos que você fará.” O título: “Vá devagar: absorvendo mais de Harvard fazendo menos.”

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– Caia fora das Drogas, Fábio Assunção!

Que pena!

Fabio Assunção, ator que já foi o grande galã da Rede Globo, há tempos teve problemas com drogas. Agora, extrapolou até com a Polícia, quebrando o vidro da viatura.

Leia e assista no link abaixo (extraído do Blog do Paulinho).

CLIQUE EM: A vida fora da Globo: Fabio Assunção, alterado, no camburão

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– Parada Homo 2017 e a Parada Hetero

Há quase 6 anos, neste espaço, fiz uma observação que permanece atual. Portanto, respeitosamente republico:

Neste final de semana, haverá a Parada Gay em SP, e são esperadas 3 milhões de pessoas, sendo que a Prefeitura Municipal distribuirá 1 milhão de preservativos (o que sugere que 1/3 poderão fazer sexo seguro). Mas esta não é a questão levantada. A questão é o respeito a dignidade, que parece ser esquecido.
Fico pensando sobre toda essa manifestação dos grupos LGTB durante a Parada Gay. E chego a conclusão de que tal evento nada mais é do que um carnaval homossexual, sem atender aos propósitos da causa defendida.

O lema pregou o fim da Homofobia e respeito aos direitos dos homossexuais. Mas como levar a sério, se os manifestantes estão sambando a um volume inaudível, com fantasias diversas e outros praticamente nús?

Ligo a TV e vejo um moreno, em cima de um trio elétrico, apenas de mini-saia. Onde está a defesa da manifestação? Onde estão as faixas defendendo os direitos gays?

No sábado anterior, houve uma caminhada lésbica na Av Paulista, com aproximadamente 200 pessoas, em defesa do direito das homossexuais. Sinceramente, este protesto tem muito mais respeito e dignidade do que os 3 milhões da Avenida Paulista. Elas protestaram, os outros festejaram.

Respeito o homossexual, mas não faço defesa da prática. A opção sexual de cada um deve ser discreta, respeitosa, para que não se torne vulgaridade ou promiscuidade. A Parada Gay se tornou uma festa de apologia, libertinagem e pornografia, aceita pela mídia e pelos grupos empresariais que querem negociar com este público consumidor.

Já imaginaram a repercussão de uma parada de 3 milhões de heteros, fazendo apologia a heterossexualidade? Seria condenada por muitos.

causa que poderia ser cidadã parece se tornar libertina. Infelizmente.

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– Que fedor e que suicídio… e o cara não se manca! Sobre tabagismo e narcóticos.

Dia 31 de maio foi Dia Mundial de Combate ao Tabagismo. Ótimo! É preciso se conscientizar dos males que surgem do fumo.

Há certas situações que mostram como o cigarro “ilude” a pessoa e a faz se tornar totalmente dependente. Veja:

O relógio marcava 06h, eu estava entrando na padaria e… para fora, um “mané” fumando o seu tubo cilíndrico composto de tabaco e nicotina. E que cheiro ruim! Parece que recepcionava os fregueses… Uma senhora abanou a mão para se livrar da fumaça e o cara nem percebia (dizem que quem fuma perde a percepção do cheiro). Não vê o incômodo.

Logo cedo, com a bonita manhã que despertava, à beira da Serra do Japi, somente se tiram duas conclusões:

1) O vício impede o cara de sentir o ar puro da Natureza logo neste horário;

2) A dependência o deixou insensível para tais coisas.

Os fumantes adultos de hoje foram vítimas da cultura da glamourização do cigarro de tempos atrás. A indústria do fumo atrelava a imagem do cigarro ao sucesso, em propagandas homéricas no esporte, em filmes e outras publicidades. Mas hoje, com tanta informação dos malefícios, é inadmissível que adolescentes e jovens caiam nessa armadilha. E aí ficam outras duas observações:

1) o jovem é um “Maria-vai-com-as-outras”, não tendo personalidade para recusar;

2) o burro entendimento de que se “experimentar uma só vez não vai se viciar” predomina.

Saibam: todo usuário de maconha começou experimentando algo oferecido por “amigos” (entre aspas mesmo) e se viciou. Idem ao cigarro. E depois da maconha vem a cocaína. Os mesmos péssimos e falsos amigos dizem que “fumar maconha é fraco, o ‘negócio’ é cheirar. E daí vem o pior: as drogas mais modernas em outros formatos, como o perigosíssimo LSD ou o esctasy.

Se você fuma, lembre-se: o seu cigarro e a sua fumaça incomodam muita gente! Respeite os outros com sua poluição (e intoxicação) pessoal, além da preocupação com o câncer.

Se você experimenta ou experimentou algum narcótico, fuja desse mundo! Se alguém te oferecer, recuse. Se for intimidado, chame a Polícia! Se sentir acuado, peça ajuda a quem te ama. Se ficar refém da dependência, abandone imediatamente àqueles que oferecem e não se acanhe em desabafar com pessoas sóbrias. Se sofrer bulliyng, não vacile – tenha personalidade e diga: “eu sou mais forte e mais legal sem essas porcarias”! Saia por cima, o verdadeiro “vacilão” é o usuário.

Você conhece algum dependente (de cigarro, de drogas ilícitas e de álcool) saudável?

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– O difícil julgamento do ladrão tatuado!

Muita polêmica sobre o ladrão de bicicletas que foi flagrado e teve a testa tatuada.

Vamos lá: um jovem de 17 anos (já pode até escolher o Presidente da República nas Eleições, não é mais criança, mas perante a lei é “de menor”) foi flagrado roubando a bicicleta de um deficiente físico (o dono da bike anda de muleta pois amputou a perna esquerda). As duas pessoas que o flagraram, um deles tatuador, escreveu a seguinte mensagem em sua testa (sob explícita tortura, filmando o ato): “Eu sou ladrão e vacilão.

E aí, quem foi mais cruel: o que roubava um aleijado ou o que torturou o gatuno?

Aqui valeu a lei do olho-por-olho, dente-por-dente. E isso é bom?

Pense: levar a bicicleta de um cara que nem pode se defender, é insensibilidade total. Idem a quem pune com as próprias mãos de tal forma.

Alguns poderão alegar que a Justiça nem o prenderia pois “é de menor”. Mas aí a culpa é da lei! Mude-se a lei.

Claro, não estou sendo a favor do bandido ou dos tatuadores, mas se cada um de nós devolvermos uma ofensa com outra mais forte ainda, o mundo vira uma gritaria. Se cada tapa resultar em outro, ferirá qualquer princípio cristão.

É lógico que bandido é bandido. E repito: roubar a bike de um deficiente é sacanagem – tanto quanto a mensagem deixada à dor em sua testa.

Pense: e se cada um de nós fôssemos tatuados em nossa testa pelos nossos erros? O que estaria escrito?

Faltaria testa para muita gente moralista da boca pra fora. Tipo: “não devolvo o que acho na rua”; “sou carola mas traio meu marido”; “furo fila mesmo”; “não pago meus impostos”; “se bobear eu levo mesmo”; “se eu fosse político roubaria também”, ou, talvez o pior: “Todo mundo tem seu preço”.

Enfim: não julgarei o bandido como vítima da intolerância, pois ele não pensou duas vezes ao cometer o roubo. Mas não concordo com a justiça pela próprias mãos do tatuador também (que já está preso na cadeia, junto com seu colega).

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– Presidiários que virarão Trabalhadores

Notícia exemplar: Presos da cadeia de Taubaté, em acordo com o Governo do Estado, Prefeitura Municipal e Entidades da Sociedade, trabalharão como serventes de pedreiro na construção de moradias populares às comunidades carentes.

Ótima iniciativa. Me recordo que há uns 12 anos, lecionava na UNINOVE (campus Memorial) e em um projeto com os alunos de Administração de Empresas para a Rede Globo (um concurso de idéias para uma sociedade melhor, dentro do Jornal SP TV) propôs a criação de uma “indústria da construção civil estadual”, formada por gente do sistema penitenciário: olarias e fábricas de blocos com presos trabalhando; outros como pedreiros e serventes. Assim, o preço baratearia e ajudava a resolver o problema habitacional (além do social, claro).

Hoje, os caras ficam ociosos nas celas, tacando fogo nos colchões e dando prejuízo ao Estado…

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– Feliz Dia Comercial dos Namorados

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr, atual prefeito de São Paulo), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– E o preconceito racial continua existindo. Um lamentável episódio:

Quer coisa mais desumana do que discriminar pessoas? E ainda mais aquela feita pela cor da pele ou condição social? Isso é humilhante.

Leio que um jornalista (de pele branca) estava com seu filho (que tem pele negra) no luxuoso Shopping Pátio Higienópolis. Em determinado momento uma segurança (QUE TAMBÉM É NEGRA) perguntou a ele se o “garoto pedinte” o estava molestando.

Meu Deus… isso ainda existe em pleno século XXI? E se o garoto fosse loirinho de olhos azuis, ocorreria a abordagem?

Essas coisas é que entristecem a humanidade… Leia o relato do próprio pai em sua publicação:

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– Andreas von Richthofen pagou indevidamente pela fama da irmã!

Coitado de Andreas von Richthofen, vítima de má jornalismo, fofoca e doenças psíquicas. O jovem é irmão de Suzane von Richthofen, a moça que junto do namorado e do futuro cunhado (os irmãos Cravinhos), mataram os pais para ficar com a herança.

Ontem se divulgou que ele fora detido “doidão na Cracolândia“. Alguns até mesmo o tacharam de cúmplice da irmã! Quanta maldade…

O rapaz tinha 15 anos na época, não participou do crime e chorou muito a perda da família. Ficou órfão POR CULPA DA IRMÃ, que confessou que com os cúmplices consumiu Cocaína e que planejou a morte dos genitores por dinheiro. Mais do que isso: Andreas não estava na Cracolândia, estava na Chácara Flora. Ele é graduado, mestrado e doutorado em Química pela USP! Lamentavelmente, o “último que sobrou vivo e livre daquela família” foi diagnosticado com problemas mentais quando pulou a casa onde foi detido.

O grande problema é: RÓTULO! Pagou pela fama da irmã pelos desavisados…

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– As mudanças na Previdência Social nos desafiam!

Cada vez que o Governo Federal fala em mudanças na aposentadoria dos trabalhadores (e as escuto desde os 12 anos de idade, discursadas por PMDB, PSDB e PT), a população brasileira fica arrepiada!

Cada vez mais se posterga a possibilidade do cidadão comum se aposentar. Afrouxa-se o salário, estende-se o período a trabalhar e cria-se uma série de empecilhos.

Coitado do aposentado brasileiro… mas tudo isso é uma afronta ainda maior se compararmos com a aposentadoria daqueles que fazem as leis: deputados, senadores e presidente!

É um desafio à nossa inteligência imaginar que aqueles que determinam como será nossa relação com a Previdência Social são os que tem aposentadoria integral, polpuda, com mordomias e após míseros poucos anos de trabalho. Por quê os político não se submetem às mesmas regras do que nós, simples trabalhadores e mortais?

Sem contar, claro, o custo-corrupção dessa conta…

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– Celulares Proibidos para Pedestres

Fort Lee, cidade americana do estado de Nova Jersey, quer diminuir os atropelamentos. Para isso, investirá na fiscalização contra os pedestres. Estudo da Prefeitura local apontam que os acidentes acontecem por culpa de quem está a pé, e não dirigindo. E uma das causas principais é a atenção fixa no celular enquanto caminha. Tanto que se estipulou uma multa de US$ 85.00 para o cidadão que estiver desatento enviando SMS ou teclando na Internet.

E aí: a Prefeitura de Fort Lee está com ou sem razão?

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– Todos podem ser Batizados? Até Marcianos?

O Papa Francisco, desde os tempos como Cardeal Bergóglio na Argentina, incentivava para que se buscasse o Batismo. Mães solteiras, crianças abandonadas ou todo aquele que a própria Igreja pudesse questionar, deveriam ser batizados caso desejassem. Uma Igreja inclusiva, sempre foi essa a proposta!

A ideia é de que: se a pessoa deseja uma vida nova em Cristo, por quê fazer triagem sobre o desejoso fiel?

E sobre isso, disse:

Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos… por exemplo, alguns viessem até nós (verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças) e um deles dissesse ‘Eu quero o batismo’, o que aconteceria?” (…) o Espírito Santo sopra para onde quer. Então quem sou eu para colocar impedimentos”.

É isso aí! Papa atento aos anseios, questionamentos e propostas de uma sociedade cada vez mais complexa.

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– A Cracolândia em Guerra e os Bandidos sendo protegidos

É “a mortadela fatiando a máquina”, ou se preferir, a “banana comendo o macaco”.

Leio que a PM e a GCM precisaram agir dentro da Cracolândia, devido a tumultos. O local, dominado por traficantes (que são donos literalmente dos espaços) e viciados (que não podem sair de lá pois são reféns), virou cenário de guerra.

O curioso é que alguns grupos CONDENARAM a ação da Polícia Militar. Os traficantes não permitem que as famílias retirem os seus entes do vício; o comércio de drogas ao céu aberto predomina; um mundo a parte lá existe (ou melhor, um inferno).

E pensar que existe aqueles que querem saber como funcionam as drogas… Tonto é aquele que aceita “uma provadinha”, ou ainda aquele que diz: “vou experimentar e não fará mal, pois sou forte”.

Extraído de: http://noticias.r7.com/sao-paulo/coletivos-publicam-carta-contra-repressao-policial-na-cracolandia-11052017

COLETIVOS PUBLICAM CARTA CONTRA REPRESSÃO POLICIAL NA CRACOLÂNDIA

Ação da PM e da GCM na quarta deixou quatro pessoas feridas a bala

Ao menos 28 grupos publicaram na noite desta quarta-feira (10) uma carta de repúdio contra as ações violentas da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana na região conhecida como Cracolândia, no bairro da Luz, centro de São Paulo.

O documento foi divulgado horas após agentes públicos de segurança entrarem em confronto com os usuários de drogas que moram na região. Aos menos quatro pessoas ficaram feridas por disparos dos policiais.

Segundo a PM, a confusão começou após homens da GCM perseguirem e prenderem um suspeito de roubo na Alameda Dino Bueno. A GCM então pediu apoio da PM para conter a confusão, após os agentes entrarem no chamado “fluxo”, o trecho da Dino Bueno, entre a Rua Helvétia e o Largo Coração de Jesus, que é totalmente ocupado pelos usuários. A polícia acabou interditando vias da região, como a Avenida Rio Branco no sentido da Marginal do Tietê. O controle de pessoas e veículos se manteve até a noite de ontem.

De acordo com a carta, “foi mais um ataque a populações desprotegidas que estão nas periferias e pontos de interesse do mercado imobiliário. O projeto é apenas eliminar os grupos que demonstram a falência das políticas públicas. A guerra às drogas é novamente a justificativa para o extermínio e o encarceramento dos pobres e negros”.

O R7 apurou que, desde o início da gestão João Dória, usuários de crack e grupos que prestam assistência aos dependentes químicos — inclusive funcionários dos programas Recomeço, do governo do Estado, e do De Braços Abertos, da prefeitura — temem uma megaoperação de limpeza da população que vive naquelas ruas. Isso prejudicaria o trabalho de redução de danos que vem sendo realizado na Cracolândia nos últimos anos.

O clima de incerteza se instalou desde que o prefeito João Doria anunciou, durante a campanha eleitoral do ano passado, o fim do De Braços Abertos, o que não aconteceu até agora. Pelo programa, o dependente químico recebe moradia e remuneração em troca de serviços como varrição de ruas e plantio. O usuário é incentivado a reduzir o consumo de drogas, por meio de acompanhamento multidisciplinar, mas a internação não é exigida.

Em janeiro, a prefeitura declarou que o novo programa de combate ao crack, chamado “Redenção”, vai exigir exames antidoping frequentes dos usuários como contrapartida para receberem a moradia. Quem não aceitar correrá o risco de perder o auxílio.

Em fevereiro, Doria afirmou que o Redenção vai “retirar” os dependentes da rua. A remoção seria feita de forma “humanitária”, segundo o prefeito, que não detalhou a ação. Até hoje o programa ainda não foi explicado para a população, sendo adiado mais de uma vez. A expectativa é que seja iniciado no segundo semestre. A técnica de internação forçada já foi aplicada na Cracolândia, sem sucesso.

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– O Perigoso Consumo de Certos Energéticos

No Brasil, vemos um sem-número de marcas de bebidas energéticas sendo lançadas. Do tradicional Red Bull ao Burn da FEMSA / Coca-cola, passando pelo TNT da Petrópolis / Itaipava, o mercado cresce muito. Até a AmBev lançou o seu, à base de “Guaranaína”.

Tais bebidas têm certas quantidades limites de cafeína, taurina e estimulantes, todas controladas pelos órgãos de saúde. Algumas marcas desconhecidas usam doses acima do permitido e estão na praça. Outro costume é o de jovens misturarem a mesma com bebidas alcoólicas.

Mas o que surpreende é o seguinte: nos EUA, uma determinada marca de energético está causando mortes, devido ao seu consumo desregrado e formulação!

Extraído de: http://super.abril.com.br/cotidiano/energetico-virou-caso-policia-eua-622557.shtml

ENERGÉTICO QUE VIROU CASO DE POLÍCIA

por Carolina Cimenti

Cafeína, taurina, guaraná e três vezes mais álcool que a cerveja dentro de uma só lata. Conheça o Four Loko.

“O gosto era péssimo, mais doce que xarope pra tosse. Mas o efeito era ótimo. Era a melhor bebida para curtir as festas da faculdade sem ficar dormindo por aí”, conta a estudante Christine Chiang, 23, da Universidade de Nova York. Ela está se referindo ao Four Loko – um superenergético que combina 156 miligramas de cafeína (o dobro de uma lata de Red Bull) e 12% de álcool, quase o triplo da graduação alcoólica da cerveja. Além de forte, era barato: custando menos de US$ 1 a lata, logo virou a principal escolha de quem queria ficar “bem louco” gastando pouco. Mas isso logo deu margem a excessos. “A pessoa continuava alerta, mesmo depois de ingerir o que seria equivalente a várias doses de bebida destilada. E por isso acabava bebendo mais, até desmaiar”, conta Christine. Criado e fabricado por uma empresa até então desconhecida, a Four Energy Drinks, o Four Loko ganhou o apelido de “apagão em lata” e começou a criar polêmica nos EUA. Em Washington, 7 jovens foram hospitalizados com sintomas de coma alcoólico depois de consumir o produto numa festa, e a polêmica chegou ao auge no final do ano passado, quando um rapaz de 19 anos sofreu um ataque cardíaco na Filadélfia, supostamente provocado pelo consumo da bebida. Tudo isso fez com que o governo dos EUA proibisse a comercialização do Four Loko. As latinhas que já estavam no mercado foram recolhidas e enviadas para uma refinaria na Virgínia – onde a bebida está sendo destilada e transformada em álcool para carros.

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– Dirigir Embriagado ou Dirigir ao Celular?

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência da bebida. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. 

Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.

”A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen.

Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.

”As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse.

”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”.

”É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou.

As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

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– Definindo “Felicidade”! Você concorda com esse conceito criado?

Em uma matéria da Revista Superinteressante (ed Dez/2013, por Karin Hueck e Rafael Quick), há a definição de Felicidade pelo psicólogo (e vencedor de um Prêmio Nobel de Economia) Dr Daniel Kahneman. Segundo ele:

Felicidade não é só um estado de espírito, é também a soma das nossas memórias (…) ser feliz na vida durante cada momento é diferente de ser feliz com a vida”.

A idéia do estudioso é que quando estamos em uma maré de boa sorte, alguns eventos difíceis não derrubam a felicidade das nossas memórias, apenas a felicidade das nossas experiências. Ao final, quando olhamos para os últimos acontecimentos, as lembranças e as experiências caminham juntas, porque são as experiências mais recentes que definem a nossa felicidade.

E aí, concorda com ele ou não?

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– Golpe do cartão está sofisticado!

Ouço mais uma modalidade de golpes com cartão bancário. Se não bastassem os inúmeros e-mails que são enviados com links contendo vírus, agora bandidos ligam às pessoas dizendo ser da Central de Segurança do Banco / Bandeira do Cartão, perguntando sobre compras inexistentes.

Como os bancos e as operadoras de cartões fazem isso como praxe, a pessoa acaba acreditando que é uma ligação séria. E o pior é que, por meio destas, alertado sobre um suposto clone do cartão, o cliente passa todos os dados aos vigaristas!

Cuidado, vale a pena estar atento.
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– O IDH do Brasil é uma vergonha!

Saiu a tabela com os valores do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mundo afora. O Brasil está na 79a posição, com IDH 0,754. O melhor país para se viver é a Noruega, com IDH 0,949.

Estamos, acreditem, atrás da Venezuela (0,767 – na 71a posição).

Como um país onde não se tem nem fraldas ou remédios como a Venezuela está 8 posições a frente do IDH brasileiro?

Ops: a Argentina está na posição 45, com IDH 0,827, apesar de tudo que os Hermanos passaram recentemente.

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– Um Mundo Desigual

Leio que a ONU constatou que 6 bilhões de pessoas possuem ao menos um aparelho de celular. Há aqueles que possuem mais de um… Porém, cerca de 2,5 bilhões não tem ao menos um banheiro em suas casas!

Mundo difícil, não?

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– Deputado cuiabano declara: a Disney faz apologia ao homossexualismo e diz que Mickey Mouse é gay!

Deve estar faltando assunto e serviço em Brasília. O Deputado Federal Victório Galli (PSC-MT) se diz preocupado com o Mickey, “pois ele é gay e quer enganar as crianças“!

Ai, ai, ai…

Extraído de: http://istoe.com.br/deputado-diz-que-mickey-e-homossexual-e-que-disney-faz-apologia-ao-gayismo/

DEPUTADO DIZ QUE MICKEY É HOMOSSEXUAL E QUE DISNEY FAZ APOLOGIA AO ‘GAYISMO’

A polêmica com o deputado federal Victório Galli (PSC-MT) começou na semana passada, quando ele compartilhou, em sua página do Facebook, uma ilustração em que Jesus aparece “protegendo” uma criança do Mickey. Alguns dias depois, o deputado explicou seu posicionamento sobre a Disney durante uma entrevista.

“Em relação a essa situação do Mickey e da Disney, a gente vê que em todas as suas atuações, eles fazem apologia ao homossexualismo. Inclusive o Mickey, se você fizer um estudo profundo como eu já fiz, ele é homossexual. As pessoas estão enganadas com essa mensagem subliminar que a Disney está passando para a sociedade, principalmente às nossas crianças”, disse ele ao jornalista Paulo Coelho, da rádio Capital, de Cuiabá, capital do Mato Grosso.

O jornalista então perguntou como o Mickey poderia ser homossexual se namora com a Minnie. “Isso é o que eles fazem para enganar as pessoas. O objetivo é destruir famílias”, disse. E continuou: “O próprio nome dele em relação aos exemplos que fazem, as cores, assim por diante, você vê uma mensagem subliminar que ele está fazendo uma apologia e apoiando a questão gay.”

O repórter insiste, pedindo exemplos mais claros de que o Mickey seria gay. “Eu não tenho aqui em mãos, como passar os pontos nesse sentido. Mas a mensagem, a forma como se coloca, de transmitir a linguagem para nossas crianças, tudo leva nesse sentido”, explicou o deputado.

Mas, segundo Galli, o Mickey não é o único personagem “gay” da Disney: “Infelizmente outro filme em que os personagens transmitem mensagem em relação ao homossexualismo é aquele desenho animado do leão, o Rei Leão. Na realidade é outra mensagem que transmite a apologia ao ‘gayismo’. É na questão que o rei leão deveria ser um animal feroz, de transmitir respeito aos outros animais, ele se torna um animalzinho frágil, que carece de proteção dos outros”, citou.

O jornalista então conta que está juntando dinheiro para levar os filhos aos parques Disney e pergunta qual é a opinião do deputado sobre isso. “Indo lá, você não vai trazer uma formação positiva para sua família eles vão ver, entre outras coisas, que eles estão denegrindo a família tradicional, isso é patente, é só você fazer um estudo que você vai descobrir isso”, opinou Galli.

A partir daí, o jornalista questiona o político se teria algum problema se os personagens da Disney fossem realmente homossexuais, ao que Galli respondeu: “Cada um faz o que quiser, mas para quem defende a família tradicional, é fator negativo. O errado é que a pessoa tá fazendo apologia. Eu não sou contra ninguém ser gay, meu filho, eu não sou contra ninguém ser lésbica. Eu não sou contra um barbudo viver como casado com outro barbudo, uma cara lisa viver como casada com outra cara lisa, tirando a natureza do homem e da mulher, desde que a pessoa tenha mais de 18 anos, faça isso entre quatro paredes e não faça apologia.”

Na última sexta-feira, 10, após a polêmica, o deputado postou em sua página do Facebook uma nota de esclarecimento, em que diz que suas críticas foram baseadas num beijo gay exibido recentemente num desenho da produtora, e no casal homossexual do “live-action” de “A Bela e a Fera”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 16.

“Está claro que aderiram a agenda da militância marxista mundial. Isso faz parte de uma engenharia social que busca acabar com os valores cristãos e, estou tratando deste assunto há muito tempo. Fiz uma ironia quanto ao “vovô” Mickey Mouse (o símbolo máximo da Disney) e sabíamos que eu seria perseguido por conta dessa declaração. Se não fosse assim, não teríamos condições de chamar a atenção de papais, mamães, vovôs e vovós para o tema ‘Engenharia Social’, disse na nota.

Nos comentários de suas publicações recentes, o deputado ressalta que não tem “nada contra gays, apenas contra o ativismo LGBT” e que sempre vai “alertar quando o alvo forem crianças”, defendendo aquilo no que acredita.

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– Como explicar o desejo assassino do filho de tentar matar a mãe por duas vezes?

Foi detido em Jundiaí um jovem de 17 anos que tentou matar pela segunda vez sua mãe. A primeira tentativa frustrada foi com uma enxada, a segunda com uma faca.

Tem como explicar os motivos que levam o filho a fazer isso com a sua própria progenitora?

Com a razão, nunca. O mundo está muito violento e imoral…

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– A Saia Masculina começa a virar moda no Brasil!

O que você acha disso: homens brasileiros usam cada vez mais “saia” como roupa de passeio.

Sem preconceito nem entrando na opção / preferência sexual de ninguém, mas… eu não me sentiria a vontade usando um vestido, por exemplo.

Motivos? Constrangimento e desconforto.

E você, homem, o que acha disso?

Extraído de ISTO É, ed 2463, pg 50

ELES ESTÃO DE SAIA

Por Camilla Brandasille

Nas passarelas da alta-costura masculina desde 1980, tendência chega aos guarda-roupas dos homens e enfatiza discussão sobre moda sem gênero

A primeira saia usada pelo artista baiano Leonardo França, 36 anos, foi emprestada da mulher. Foi depois de ouvir uma entrevista com Laerte, cartunista que ganhou manchetes ao expor sua preferência por vestir modelos femininos. França gostou do estilo e da mensagem que vestir a peça carregava. “Acho bonito esteticamente e, ao usá-la, tento expandir o entendimento de ser heterossexual experimentando coisas tidas como femininas, independentemente se vai coincidir com o que se chama pretensamente ‘de homem’ ou ‘de mulher’”, afirma. Depois das primeiras experiências com o traje, até então inusitado, decidiu ele mesmo entrar em uma loja e comprar sua saia, hoje uma peça usual em seu guarda-roupa. “Uso também para mostrar ao meu filho de três anos que ele pode utilizar elementos de vários universos.”

Construção social
Como França, outros homens, famosos e anônimos, têm aderido a essa tendência, que surgiu nas passarelas na década de 1980, em desfiles dos estilistas Jean Paul Gaultier, Giorgio Armani e Kenzo, como explica Astrid Façanha, professora de Moda do Centro Universitário Senac, em São Paulo. Na época restrita aos desfiles, hoje, mais de 30 anos depois, a moda tem ocupado ruas e vitrines, principalmente de marcas que surgem com uma proposta “genderless” (sem gênero). “Ainda que seja uma tendência contemporânea, é interessante perceber que em outras culturas e momentos históricos as saias eram peças masculinas”, afirma o estilista e consultor de moda Dudu Bertholini. Como na Grécia Antiga e no Império Romano, na Índia e na Irlanda dos “kilts”. “Então, se olharmos de um ponto de vista objetivo, a roupa não tem gênero. Nada vai dizer que isso ou aquilo é masculino ou feminino. São construções sociais que criamos ao longo da história.”

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– Só para entender… Coerência, Incoerência ou Irrelevância?

Suzane Von Richtofen está na cadeia por matar os pais. Todo ano, por bom comportamento, tem direito ao induto de dia das mães e dia dos pais. Na prisão, chegou a engatar um namoro lésbico com a colega de cadeia Sandrão, que após ser solta criticou a ex-namorada dizendo que a relação era pretexto para ter mais benefícios. Posteriormente, virou adventista e conseguiu um noivado com um advogado do interior, dizendo querer casar e ser mãe. Agora, pela ajuda do Governo Federal através do FIES, poderá cursar uma Faculdade Católica em Taubaté.

Sem preconceito (embora a história de vida da moça possa trazer tal mote):

  • ela está tendo uma verdadeira chance de recomeçar a vida, com a ajuda do Estado;
  • ela está sendo privilegiada; ou
  • ela está usando um subterfúgio para ter mais tranquilidade na espera do término da sua pena?

Enfim, é difícil (e não devemos) julgar, embora seja perturbante saber que muitos brasileiros estão tendo dificuldades com o FIES.

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– Fé contra a Depressão

A Depressão é um dos grandes males da sociedade moderna. E acompanhamos recentemente o processo de emagrecimento do Padre Marcelo Rossi, vítima dessa doença (não reconhecida por muitos).

O sacerdote disse que, contra ela, além dos medicamentos, se apegava a esta passagem bíblica em Eclesiásticos, cap. 30, vers. 22 e 24:

Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e se firme; concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de ti”.

Palavras bonitas e que nos remetem à busca da felicidade, tentando afastar da nossa mente os pensamentos que nos machucam.

Gostei!

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– A Polêmica de Eurico Miranda e os árbitros gays

E o presidente do Vasco da Gama polemizou: em entrevista à Antônia Fontenelle em seu canal no YouTube, disse que é contra árbitros gays:

“Eu não sou contra o gay. Me manifestei no futebol sobre isso por ser contra árbitro gay. Isso desde lá atrás. Motivo de eu ser contra? Não tenho nada contra o gay. Agora, contra a bicha, a bicha extrovertida e toda cheia de coisa… (…) Eles tendem a favorecer o parceiro ou querer namorar alguém”.

Xi… e se for mulher como árbitra ou bandeirinha? Não há jogador que quer namorar a juíza ou vice-versa? Ou a ética do profissionalismo de Eurico só vale para “paqueras homoafetivas”?

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– Meninas do ISIS podem casar com 9 anos. A cartilha das terroristas que assusta as crianças!

O fanatismo não tem limites. O grupo terrorista que criou um território islâmico entre a Síria e o Iraque (ISIS ou “Estado Islâmico”) abusa da falta de sensibilidade.

Agora, criou um departamento feminino, a Brigada Al-Khansaa, que publicou uma cartilha de como as mulheres devem se portar!

Nela está escrito que:

Meninas a partir de 9 anos já podem se casar. Aos 16, todas as mais puras já devem estar casadas. As mulheres devem ser mães e considerar a maternidade o propósito da sua existência. (…) Devem estar cobertas e longe dos olhos públicos. Devem rejeitar lojas de roupas e salões de beleza como se rejeitam as obras do demônio.

A educação das meninas se dará entre os 9 e 15 anos. Devem aprender a sharia (lei islâmica do casamento), tricô, culinária, religião e ciências. A mulher só poderá deixar seu lar se estudar teologia ou se desejar ser professora ou ainda médica. Não deve ter restrições se for chamada para a jihad (guerra santa).”

Estamos no século XXI e isso ainda existe!

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– É realmente diversão?

Leio que todo domingo à tarde, cerca de 20.000 adolescentes se reúnem no Parque do Ibirapuera para, segundo eles, “beber, fumar narguilé e beijar na boca até ficar doendo”.

“Programaço” de final de semana, não?

Fico me perguntando: são levados a tais bobagens por imposição cultural, modismo, falta de opções de lazer ou educação?

Salvemos essa moçada… urgente, pois são os futuros adultos do nosso Brasil.

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– Motivando o dia!

Acordar cedo e sentir o prazer de viver é muito bom! Três momentos de foto-motivação:

1. Madrugando pra correr: buscando a adrenalina e à disposição para a labuta:

 

2. Pensando em Deus e na vida: hoje, dia de Santa Águeda, a nobre que abandonou tudo para servir aos pobres.

3. Finda a corrida, a contemplação à Natureza. Como é bom viver no meio do mato!

Vale a máxima: corpo, mente e alma em sintonia! A mim, essa tríade é necessária.

– Mentir ou falar a Verdade?

Olhem que belo pensamento:

O castigo do mentiroso, além de ninguém acreditar nele, é ele não poder mais acreditar nos outros

George Bernard Shaw.

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– Vale a pena certos sacrifícios na vida?

Uma pergunta muito difícil para se responder sincera e honestamente para muitas pessoas: VOCÊ É FELIZ?

A dificuldade é: responder baseando-se em qual conceito de felicidade? Aliás, o que é ser feliz?

Difícil definir. Muitas vezes, você acha que é feliz mas não é. E outras, que é infeliz e justamente é o contrário.

Tudo isso é confuso. O grande problema é que hoje vivemos tempos de tribulações excessivas. Tomo por exemplo minha própria rotina: não dá para viver sem relógio, em especial àqueles que como eu detestam atrasos ou descumprimento de afazeres.

Gosto de muitas coisas que, por motivo de situações e de pessoas, me impedem de realizá-las. Falta-me tempo para hobbies e descanso. Acordo cada vez mais cedo e durmo cada vez mais tarde para cumprir minha carga de compromissos. E, devido a elas, sou obrigado a abrir mão das que verdadeiramente me dão prazeres.

Claro, você cairá no inevitável paradoxo do cotidiano: trabalhar para poder viver ou viver para trabalhar? Ou ainda: trabalhar no que se gosta ou naquilo que te remunera?

Com a crise brasileira, surgem ainda mais dificuldades, como as de que todo o sacrifício profissional é insuficientemente transformado em rentabilidade financeira. Somando-se os da vida pessoal, piorou!

Agradar o próximo, ser simpático, dedicado, amável ou ainda bondoso parecem ser qualidades cada vez mais raras e desprezadas pela sociedade. Tudo é em função do tempo, do dinheiro e do trabalho. Da carreira também? Talvez.

O ponto da questão é: por culpa de tarefas que me roubam disposição, devo abrir mão daqueles que me entusiasmam. São poucas as oportunidades onde busco a endorfina, aquela sensação de bem-estar (ou ainda o prazer simples de se fazer algo que gosto): no esporte, na escrita, no bate-papo ou na docência do ensino superior.

É por essas e outras que devemos avaliar muito bem nossas decisões e condutas. Planejar o futuro como? Com a esposa e filhos, com o emprego e o plano de carreira? Com amigos?

Nada disso. Planejar viver dia-a-dia, com as pessoas que você ama (e aqui incluo a família), sem sacrificá-los. Talvez em uma vida muito mais modesta que se almeja. Com mais saúde (é incrível a quantidade de amigos da minha faixa etária que assustadoramente sofreram enfarte) e alicerçado em Deus (ou na sua fé pessoal).

Confidencio: triste por abrir mão de algumas coisas que gosto por conta de problemas que desgosto. Um deles: o não-aceite das aulas no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), cujo cargo de docência passei em primeiro lugar e não poderei assumí-las por uma série de fatores que me estressam.

Mais ainda: quando você sabe que as recusas são motivadas por ocasiões evitáveis e pela falta de compreensão. Uma pena.

É vida que segue, forçando-nos a rever caminhos, parcerias e outros imbróglios. E mais ainda: o quanto vale a pena certos sacrifícios e a quem eles são?

Ótimo para refletir.

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