– Convivência Sadia e Necessária. Viva a Tolerância!

Todos nós temos virtudes e fraquezas.

Todos nós somos iguais em respeito, mas diferentes quanto a opiniões.

Todos nós temos (ou não) um partido, uma religião, um time de futebol, uma preferência ou gosto diferente.

E principalmente, todos nós vivemos e dependemos de um mesmo planeta.

Por quê não respeitar a diferença do próximo?

Há aqueles que não conseguem viver ao lado do seu semelhante justamente por ter uma opinião política ou um comportamento diferente. Pra quê?

Somos todos humanos. Iguais e diferentes ao mesmo tempo. Assim, reflitamos tal verdade!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Moderados dialogam, os Radicais trombam!

Sensacional a reportagem sobre os jovens moderados “esquerdistas e direitistas” do Brasil. Nada de fanáticos e alucinados! E olhe que é uma matéria que tem 3 anos, mas que poderia servir de exemplo para muitos lunáticos hoje.

A nova realidade a surgir é composta por jovens de esquerda, não-radicais, não alienados ao lulopetismo somados com os jovens de direita, democráticos, não radicalizados em diálogo social. Um contraponto aos extremistas atuais.

Ótimo! Esse é o ideal da sociedade brasileira, que deve ter acima de tudo…bom senso. Xô radicalismo, viva a moderação!

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– Não ao Novo Normal!

Eu quero o Normal, pois essa história de “Novo Normal” é o aceite de que a volta da normalidade não será possível.

Busquemos o ideal através dos esforços coletivos, prevenindo-nos e acabando com o Novo Coronavírus e suas neuroses.

– O que fazer quando se tem dinheiro?

Você tem muito dinheiro?

Pense:

Se o Senhor lhe deu riquezas, é para fazer em seu nome muitas boas obras para os outros.”

Papa Francisco, em seu tuíte diário de hoje.

E isso não é uma verdade?

– O Cansaço das Consequências da Pandemia

As restrições necessárias que temos passado, fruto dos cuidados da pandemia, estão sendo cada vez mais maçantes. Mas não se pode relaxar!

Talvez o tempo de isolamento, o medo de contágio e tantos outros transtornos (não venha politizar esse texto, não tem propósito algum disso aqui), esteja deixando todo mundo exausto. O desejo de voltar à “normalidade verdadeira” é grande, e que ela seja o ideal, não o “novo normal”, pois esse é ainda “anormal” (falamos disso aqui: https://wp.me/p4RTuC-qVW).

Eu não aguento mais usar máscaras, álcool em gel a todo instante e banhos a cada saída de casa (que só faço quando necessário). Estou passado de inúmeros cuidados com as pessoas que amamos, a fim de que não se contaminem. Cansei de aceitar home office, home schooling, home isso ou aquilo. Quero a normalidade, a volta das escolas, a possibilidade de passear e se divertir com quem gostamos; o retorno das catequeses e celebrações religiosas, a vida em comunidade e a alegria de participar de eventos esportivos. Evidentemente, sem vírus, sem riscos, sem neurose e com a certeza da segurança.

Procuro fazer a minha parte; sei que outros fazem mais ainda do que é o necessário e outros que não estão nem aí.

Aguardemos. Haja paciência e, mais difícil ainda, resiliência. Vide as crianças sentindo a saudade dos amiguinhos e dos parques, os idosos desejosos de espairecerem e carentes de contato físico (que nunca será substituído pelo virtual).

Essa experiência que passamos é traumática pela duração e esforço, e o impacto dela em cada um é muito particular.

A sociedade não sairá pior nem melhor de tudo isso, em minha humilde opinião. Algumas pessoas sim, mas o coletivo, reforço, não, justamente pela sua proporção gigante e a parcela de egoísmo. E a vida continuará, como ocorreu ao longo da história mundial.

Talvez, no fundo, alguns cidadãos mais conscientes do ocorrido e engajados numa sociedade melhor, reflitam o seguinte pensamento (elaborado pelo filósofo Mário Sérgio Cortela):

“Depois de tudo o que passou, terei saído com vergonha ou com decência?”

É isso aí. Vamos dar nossa parcela de contribuição para que não tenhamos remorso e possamos acabar logo com essa situação cansativa econômica, sanitária e socialmente falando.

– O Suicídio de Robbin Willians

Há 6 anos… repost deste triste fato:

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

– Os Homens que Ficam em Casa pelos Filhos.

Olha que bacana: é cada vez maior o número de homens que abrem mão da vida profissional para a dedicação à criação dos filhos. Nesses casos, a mãe vai ao trabalho fora de casa e o pai faz as tarefas do lar, numa inversão social aceitável nos dias atuais (embora, inaceitável anos atrás).

Extraído de: http://is.gd/AqXoa8

PAIS DO LAR

Aos poucos, os parques infantis, as reuniões escolares e os consultórios pediátricos conhecem um novo frequentador: o homem que fica em casa para criar os filhos

por Rachel Costa

Todo dia ele faz tudo igual: prepara o café da manhã, leva e busca na escola a filha Alice, 3 anos, dá banho na menina e, enquanto a mulher, Lúcia Farias, 32 anos, está no trabalho, prepara o jantar. Pilotar fogão, trocar fralda, contar história para a filha dormir, nada disso parece estranho ou incômodo ao fotógrafo gaúcho Ricardo Toscani, 32 anos, que cumpre sem fazer cara feia todas essas atividades, que no passado eram delegadas à mãe. “Não existe barato melhor que buscar seu filho depois da aula”, diz. Na casa dele e da mulher é assim: papai fica em casa enquanto mamãe vai trabalhar. “Quando ele falou: ‘depois dos quatro meses de licença maternidade, eu assumo’, eu fiquei mais tranquila e topei a gravidez”, conta Lúcia, que não pensava em ser mãe.

Configurações como essa ainda são pouco comuns no Brasil e causam certo estranhamento. Expressões como “mas homem não sabe trocar fralda” ou questionamentos como “seu marido não vai trabalhar nunca mais?” não raro são ouvidos pelas famílias onde existe “dono” de casa. Mas não se engane: esses homens são apenas os primeiros de um novo modelo de pai que está em gestação, resultado direto da busca por igualdade entre os sexos. E se aqui ainda são raros, o mesmo não ocorre em outras partes do mundo. Na Suécia, por exemplo, ficar em casa é um direito adquirido pelo pai, que pode dividir, do modo como quiser, os 480 dias de licença dados ao casal – desde que no mínimo 60 dias sejam para o homem.

“Para o meu avô, o mais importante era ganhar dinheiro para sustentar a família”, disse à ISTOÉ o jornalista americano Jeremy Smith, que trocou o emprego pelo filho Liko quando ele tinha um ano de vida. “Dos pais do século XXI, é esperado que eles ajudem com as tarefas domésticas e no cuidado emocional e psicológico dos filhos, não ficando mais só por conta de sustentar financeiramente a casa”, diz. A escolha de Smith lhe rendeu momentos inesquecíveis. “Estava com ele quando aprendeu a andar”, conta o pai, que transformou a experiência no livro “A Jornada do Papai” (tradução livre, Beacon Press, 2009) e no blog Dialética do Papai (daddy-dialectic.blogspot.com). Escolado na arte de cuidar do rebento, Smith garante que, embora não sejam muitos os homens como ele, nunca se sentiu solitário nos Estados Unidos. “É comum encontrar outros pais com seus filhos pelos parquinhos aqui na cidade de São Francisco. Somos uma minoria, mas estamos aí”, declara.

Mesma constatação é feita nas clínicas pediátricas. “Cada vez mais vejo homens sozinhos com a criança no meu consultório”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo, que garante que os pais são tão bons cuidadores quanto as mães. Defensores dos pais do lar também têm se proliferado entre os cientistas. Um deles, o psiquiatra americano Kyle Pruett, da Universidade de Yale, defende que a tendência masculina de desenvolver brincadeiras físicas com as crianças ajuda em muito no desenvolvimento e a presença paterna na infância forma adolescentes mais seguros sobre sua sexualidade.

Basta, portanto, encarar o desafio de peito aberto para o papai descobrir que é um grande mito aquele papo de que homem não “leva jeito” com criança. “Claro que tem umas coisas que dão muito desespero”, admite o jornalista paulista Ricardo Brandt, 36 anos, pai das bebês gêmeas Beatriz e Helena. Ele não se esquece das primeiras cólicas das filhas e das crises de choro noturnas sem nenhuma razão aparente. “Cansa a gente muito, mas não existe coisa mais gratificante que ver o sorriso delas”, diz o pai, autor do blog O Papai, as Gêmeas e a Mamãe. Quando a mulher, Taís, engravidou, Brandt resolveu entrar de cabeça na experiência paterna. “Voltei para o interior e tirei um ano sabático para ficar com as meninas”, conta ele, que largou o emprego em São Paulo e foi para Araras, interior do Estado. Ter de inventar uma solução para ficar com os filhos, como fizeram Brandt e Toscani, é comum no Brasil, uma vez que a licença-paternidade prevista em lei é de apenas cinco dias. “Ainda estamos bem atrasados, vai demorar para a Constituição absorver essa mudança que já está acontecendo na sociedade”, considera o assessor legislativo da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. Mas, tudo indica, é uma questão de tempo.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Polícia menstrual: o Costume que assusta em uma Ditadura

Leio a indicação para um livro da escritora chinesa Liija Zhang, intitulado “A garota da Fábrica de Mísseis”.

A autora, que também é jornalista, conta os tempos difíceis do Interior da China, trabalhando em fábricas do Governo, onde a Polícia Menstrual fiscalizava se as operárias não estavam grávidas.

Mundo cão, não? De certo, em algumas cidades de lá ainda existe isso…

– Parabéns, Internet! Está ficando velhinha…

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 29 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

– O Risco Refrigerante X Câncer no Pâncreas

Leio com certo susto: pesquisadores de Cingapura realizaram diversos estudos e concluem: beber 2 latinhas de refrigerantes por semana pode aumentar a chance de ter câncer no pâncreas!

Será que aqueles que gostam da bebida, ao ler tal matéria, mudarão o hábito?

Extraído da Revista Época (site, em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI120768-15257,00.html)

REFRIGERANTE AUMENTA RISCO DE CÂNCER NO PÂNCREAS, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, afirma que beber mais que duas latinhas de refrigerante por semana pode causar câncer de pâncreas. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (8) na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.

De acordo Marcos Pereira, que liderou o estudo, os altos níveis de açúcar encontrados em refrigerantes podem aumentar o nível de insulina no organismo, o que, para ele, contribui para o crescimento de células de câncer no pâncreas. A insulina, que ajuda o organismo a metabolizar o açúcar, é produzida no pâncreas.

Alguns pesquisadores, como Pereira, acreditam que a ingestão de açúcar pode favorecer o aparecimento do câncer, embora já tenha sido provado que a tese é contraditória. O estudo foi realizado com 60.524 homens e mulheres em Cingapura. Eles foram acompanhados por 14 anos. Durante esse período, 140 dos voluntários desenvolveram câncer no pâncreas. Aqueles que bebiam duas ou mais refrigerantes por semana apresentaram um risco mais elevado (87%) de desenvolver a doença. Pereira disse acreditar que as conclusões se aplicam a outros lugares do mundo. “Cingapura é um país com um sistema de saúde excelente. Os passatempos favoritos da população são comer e fazer compras. Dessa maneira, acredito que os resultados podem ser aplicáveis a outros países ocidentais”, diz o pesquisador. Para Susan Mayne, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é preciso ter cautela com os resultados. “Embora esse estudo aponte esse risco, a conclusão foi baseada em um número relativamente pequeno de casos. Não fica claro se isso é uma associação causal ou não”, diz. “O consumo de refrigerantes em Cingapura foi associado a diversos outros comportamentos nocivos para a saúde, como o tabagismo e o consumo de carne vermelha”, diz Susan. Outras pesquisas relacionaram o câncer de pâncreas à carne vermelha torrada.

O estudo também é questionado por Ang Peng Tiam, diretor médico do Parkway Cancer Center, em Cingapura. “Se, de fato, o açúcar é a causa de câncer de pâncreas, então esse risco deveria ser observado em muitas outras dietas, como, por exemplo, nas pessoas que comem uma grande quantidade de arroz ou doces”, diz. “Eu bebo mais que duas latas de refrigerante por semana e não vou mudar o meu hábito apenas por causa desse relatório”, afirmou Tiam.

O câncer de pâncreas é uma das formas mais mortais da doença.Estima-se que existam 230 mil casos no mundo todo. Somente nos Estados Unidos, 37.680 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pâncreas no ano passado. 34.290 morreram da doença.

De acordo com a American Cancer Society, a taxa de cinco anos de sobrevida para pacientes com câncer de pâncreas é de cerca de 5 por cento.

– E há aqueles que não creem na força do Covid_19?

Passamos da fase de que anônimos morriam vítimas do Novo Coronavírus. Fomos para a fase de conhecidos, amigos e parentes. Nos últimos dias, começamos a observar gente importante e conhecida sofrer com esse mal. 

Estamos falando de mais de 90 mil mortes e milhões de infectados por um vírus “malandro”, que reage muito diferente em cada pessoa. A Ciência, apesar dos esforços, não consegue ainda produzir um remédio ideal, universal e confiável.

A solução?

  • Prevenção hoje, e vacina nos próximos dias (assim que ela surgir)!

O que mais entristece é que os inúmeros falecidos não comovem mais muita gente, que relaxou nos cuidados e acaba se contaminando e transmitindo às outras pessoas – seja por aglomeração ou por imprudência. 

Pior do que esses, é o pessoal que fica politizando a pandemia, querendo defender ou acusar político A ou B através de um fanatismo absurdo – e que grita que não é fanático (lógico, nenhum irracional raciocina sobre sua irracionalidade).

Vamos parar de bobagem em Rede Social e agir com os alertas preventivos. Cuidar-se, neste momento, é também pensar no próximo (ou melhor, no não contágio do seu vizinho).

– Sobre a campanha da Natura com Thammy Miranda, um pai transgênero.

Thammy Miranda está no noticiário, juntamente com a Natura pela propaganda do Dia dos Pais da marca de cosméticos. Vamos fazer algumas consideracões sobre esse delicadíssimo tema?

Para não ficar arestas no entendimento: Thammy era conhecida pela alcunha artística de “Thammy Gretchen”, filha da conhecida cantora do “Melô do Piripiri”. Ela estampou algumas capas de revistas masculinas, como a Sexy.

Anos atrás, Thammy revelou que era lésbica, o que revoltou sua mãe Gretchen e sua tia, a cantora Sula Miranda – e trouxe surpresa para seus admiradores. Mais tarde, se descobriu transgênero e resolveu fazer a mudança de sexo, adotando seu nome e sobrenome de nascimento (Thammy Miranda). Hoje, Gretchen e Thammy vivem uma boa relação, incluindo a esposa da mesma e o filho desta relação.

Aí que surge a polêmica atual: Thammy Miranda e esposa tiveram um bebê, e a Natura resolveu fazer sua propaganda do Dia dos Pais homenageando os mesmos com… Thammy, um pai transgênero, ao lado do seu filho Bento.

É óbvio que o departamento de marketing desejou a repercussão sobre a escolha de um “pai não convencional aos padrões” do que um pai heterossexual (ou, como li numa postagem de Rede Social, um pai “homem de verdade”). Empresas deste porte calculam muito bem quanto vale uma ação promocional inclusiva (mesmo que tenha gente contrária) versus aumento / queda nas vendas, rejeição na mídia e aumento do valor de imagem.

Não pensemos que uma organização (comércio ou indústria) queira apenas o “ser politicamente correto” e abra mão das vendas. Sem lucro, retorno ou divulgação da marca, nada adianta. É falácia achar que ela, Natura, está preocupada com as campanhas de boicote, pois previu o retorno que tem sido positivo. Prova disso é que as ações da Natura subiram somente num dia 6,73% com esta campanha dos Dias do Pais (a maior alta da Ibovespa).

Resumindo: ao apostar num tipo de pai que representa a minoria (é uma questão de lógica: a maior parte dos pais são homens heterossexuais, não pais transgêneros ou gays), a Natura desagradou muita gente. Mas ganhou dinheiro e valor de mercado com tal atitude.

Agora, sobre “gostar ou não da campanha”, aí é questão de foro íntimo de cada um. Compre ou não da Natura, é um direito seu. Não condeno quem se desagradou com ela, pois é algo intrínseco de cada um. Idem a quem gostou.

– Os líderes mais admirados pelos universitários brasileiros há 10 anos. A lista mudou muito?

Olha que curioso: em 2010, os líderes mais admirados por 35 mil universitários dos últimos semestres e recém-formados foram pesquisados pelos grupos “Cia de Talentos”, “Next View” e “TNS”, e resultou em:

1) Roberto Justus
2) Barack Obama
3) Lula
4) Steve Jobs
5) Eike Batista
6) Bernardinho
7) Abílio Diniz
8) Bill Gates
9) Sílvio Santos

E você, quem acrescentaria ou tiraria desta relação em 2020? Valem nomes da nossa cidade ou região:

– Síndrome do Pensamento Acelerado: tenha muito cuidado…

WEB – O excesso de informações, com tanta facilidade que temos hoje, pode causar a SAP.

Sabe o que é isso? Um mal dos tempos modernos…

Compartilho em: https://youtu.be/j1UOJC-4lKM

– Como discutir com quem nunca viu, sentiu, viveu, estudou ou se interessou pelas coisas do mundo?

Quem vive exemplificando situações do passado e as comparando com as do presente NÃO é museu, como muitos gostam de aclamar contrariamente com o dito popular, ironizando os que resgatam a história. O sujeito que tem essa possibilidade de ilustrar É CULTO! O problema é se prender aos tempos remotos e “ficar por lá”. Usar os dados para discutir casos atuais é ter subsídio.

Eu assusto ao ver gente do Esporte, da Política e da Economia comentando fatos antigos e que estão na minha memória, se referindo aos acontecimentos acompanhados do lembrete de que não era nascido naquela época! Não por eles, mas por mim. Tô mais experiente pela idade ou simplesmente passei pelo tempo?

Tudo isso, aliás, seria sinal de envelhecimento?

Afinal, parece que foi ontem mesmo que me diziam: quando você for mais velho, vai encarar o mundo de outra forma. E é isso mesmo. Apesar de eu “ainda ser jovem, embora esteja meio gasto pelos anos”, a visão das coisas é bem mais madura, equilibrada e, sem dúvida, com a sensatez em abundância que não se tem na adolescência ou juventude.

Vamos a alguns exemplos?

Começando com o futebol: dias atrás ouvi alguém falar da qualidade do esporte jogado hoje e fez referência à Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1994 (extremamente pragmática) do Carlos Alberto Parreira, classificada na bacia das almas para aquele Mundial graças à convocação de Romário para decidir o jogo contra o Uruguai no Maracanã. Um pouco antes, nas Eliminatórias, em desespero, os jogadores até entraram de mãos dadas contra a Bolívia (uma tremenda novidade), mas mesmo assim não conseguiam transmitir confiança. Assim sendo, o Baixinho, que estava sendo boicotado pelo treinador, foi chamado para decidir. O comentarista, falando sobre essa Seleção, disse que “eu nem nascido eu era naquele tempo, mas sei que o time era mais criticado pela antipatia do que pela falta de ofensividade”.

Como assim, cara-pálida?

Eu já era adulto quando ocorreu o Tetra! Lembro-me direitinho… devo estar ficando velho mesmo, mas Raí não funcionou como deveria e Zinho ganhou o apelido de “enceradeira”. O Brasil venceu pela sólida defesa e pela genialidade de Bebeto e Romário no ataque.

Dito isso, pense: você se lembra quando “nasceu para o futebol”?

Eu lembro muito bem da década de 80 (quando se conseguia decorar as escalações das equipes). Me recordo daqueles times parrudos que a Ponte Preta apresentava ao Brasil (um até decidiu o Paulistão perdendo para o São Paulo, quando o torneio tinha peso quase igual ao do Campeonato Brasileiro) e que queria se igualar em façanha ao Guarani de 1978 (que não vi jogar e foi pelo Brasileirão), dirigido por Carlos Alberto Silva.

É da minha infância futebolística (ou adolescência) o grande Valdir Perez no gol; Serginho Chulapa no São Paulo e depois no Santos; e do Leão boicotado no Corinthians. Tive o privilégio de ver Zico (que golaço inesquecível contra a forte Iugoslávia, que já não existe mais), Falcão, Careca… Aliás, e o Denner, mais recentemente?

Vi os 3 Ronaldos surgirem no futebol (CR7, R10e R9) e deles, já vi 2 pararem. Vi o Nenê surgir no Paulista de Jundiaí (apitei ele no Sub 17 na Fazenda São João em Itupeva, quando de vez em quando o time ía treinar por lá) e hoje ele é um “senhor de 40 anos”. Lembro-me dos times de intensidade da década de 90 do Luxemburgo, quando ele era “O Estrategista”.

Infelizmente, a história, com o passar do tempo, fica esquecida e algumas pessoas pensam que o mundo “nasceu hoje ou ontem”. Ela nasceu há muiiiiiito tempo. A memória, por exemplo, não exalta e nem fala como deveria sobre o fabuloso Leônidas da Silva, o Diamante Negro (e sua bicicleta na Copa de 1938) e que fez o São Paulo FC ser grande na década de 40 – ele virou “nome de chocolate”, sendo homenageado até hoje, mesmo que muitos não saibam que o doce surgiu por conta de presenteá-lo pela figura importante que era. Mas os mais jovens sãopaulinos talvez se lembrem do bom Dodô, igualmente atacante, cuja fisionomia era idêntica a do Leônidas, mas sem bigode e sem a altíssima categoria..

E já que falei em Dodô, lembrei-me do folclórico Dadá (que hoje seria taxado de arrogante pelo excesso de folclore nas suas declarações). E escuto também falarem que Dudu “é craque”. É mesmo? Mas não se compara com o Dudu da Academia, que era Craque com C maiúsculo… Respeitosamente, qualquer Jadson ou Renato Augusto viraram craques no futebol atual. Pita, no auge, seria galáctico perto deles – e outros camisas 8, 9 ou 10 dos anos 80.

Mudando de assunto… e se falar sobre Política ou Economia?

Mesma coisa. Muita gente jovem, que não procurou estudar ou entender para discutir, quer falar de democracia tendo visto um ou dois partidos no poder. Nasceram depois do Real e só conhecem uma moeda! Eu tenho certeza que conheci mais de meia dúzia (tô velho mesmo…). Meu pai, muito mais! Aliás, em 1994 era o tempo da Gasolina a R$ 0,67 e do Álcool a R$ 0,34, além do quilo do frango a 1,00 real.

FHC era comunista, Dilma terrorista, Lula piquetista. Lembram disso, ocorrido lá atrás? Os que falam do militarismo  (sendo jovens) nem viveram ele, mas alguns lunáticos o defendem – e outros o odeiam, mas defendendo lados errados da luta pela necessária redemocratização! Eu me lembro do Figueiredo, do Andreazza, do Tancredo e do Maluf na última eleição indireta. Aliás, citei Paulo Salim Maluf, conhecido por ser “aquele do rouba mas faz” (não é frase do Lula não, e nem do próprio Maluf – ela foi roubada do Adhemar de Barros), e hoje o vejo como uma caricatura daquele homem poderoso de outrora.

Como nossos netos conhecerão a história desse período em que vivemos, com tanto fanatismo, tentando-se polarizar o país entre Bolsonaro e Lula como deuses ou diabos? Está difícil mostrar o meio-termo, as virtudes e os defeitos reais de todos, com tanto fake news e radical adorador.

Eu “brinquei” de ser “fiscal do Sarney”. Eu vi a Perestroika e a Glasnot. Eu fiz trabalho na escola sobre o momento histórico da Alemanha: se reunificaria ou não a Oriental com a Ocidental? Ah, esquece, poucos se lembram delas…

Será que as gerações de hoje só pensam no futuro e ignoram o ontem? Repito a introdução: “dizem que quem vive de passado é museu”. Alto lá! Quem CONHECE o passado pode evitar erros no presente e prever / fazer um futuro melhor. E a geração atual, que poderia estudá-lo melhor com as ferramentas de hoje, não está fazendo isso.

Enfim, os tempos mudaram e continuam mudando. Me lembro da primeira vez que ouvi falar sobre “enviar um email”. E diziam que seria inevitável que essa ferramenta se popularizasse, mas foi o que aconteceu. E mais coisas que me recordo e nossos filhos não imaginam: andei de barco no Rio Tietê em Pirapora; vi meu pai ser sorteado no Consórcio de Vídeo Cassete e festejar quando era contemplado no Plano de Expansão da Telesp! Lembro da chegada da Blockbuster no Brasil (muita molecada só soube o que era isso assistindo o filme da Capitã Marvel)…

Eu queria ter a cabeça de hoje quando tinha 18 ou 20 anos – não que eu era “descabeçado / inconsequente”, mas é que os anos nos amadurecem, os hormônios não estão à flor da pele e a experiência e vivência já se fazem sentir e dar confiança.

E você, o que pensa sobre conhecer a história para falar do presente e sonhar com o futuro?

– Mário do Tik Tok?

Há uma rede social que é febre entre os jovens: a chinesa Tok Tok, onde os adolescentes se divertem e também alguns adultos. São vídeos rápidos e de diversos temas.

Nela, há um brasileiro chamado Mário Jr, que ficou conhecido como o “sedutor do Tik Tok”. Ele se destacou por vídeos onde faz “cara de galã” com conversas fictícias em que tenta paquerar garotas.

Eu não acesso a essas coisas, pois não curto e nem tenho tempo. Lógico, respeito quem curta. Entretanto, vejo sites e blogs detonando Samy Dana e o Programa Pânico, pois quando participou de uma pequena entrevista lá, Mário disse que tinha largado os estudos. Samy, num óbvio conselho (eu faria a mesma coisa), orientou-o a voltar aos estudos (por ser algo importante a todos) – e os participantes brincaram entre si sobre a relevância do Tik Tok na vida deles. Tudo normal.

O que tem de crítica… que bobagem!

Não existiu humilhação alguma, o jovem teve oportunidade para dizer o que queria, ninguém o deixou constrangido e ele próprio, Mário Jr, estava tímido por estar não ar. Mas o assunto ganhou uma dimensão absurda. Pode?

Coisas inacreditáveis como essa (a “desnecessária polêmica”) tomam corpo por um fato: fãs adolescentes do garoto!

O que faz as Redes Sociais hoje, não?

– Quem disse que os homens não podem conversar com os pássaros?

Achei incrível: tribos africanas que se comunicam com pássaros em busca de mel – e que são atendidos!

O homem moderno tem muito a aprender ainda com a natureza selvagem…

Abaixo, extraído de Revista Isto É, ed 2434pg 80, por Lucas Bessel

OS HOMENS QUE CONVERSAM COM PÁSSAROS!

Ao analisar a relação entre tribos africanas e aves especialistas em encontrar mel, pesquisadores comprovam que é possível haver comunicação e colaboração entre seres humanos e animais silvestres.

Honeyguide é o nome popular em inglês de uma família de pássaros encontrados na Ásia e em boa parte da África, ao sul do deserto do Saara. Traduzindo literalmente, eles seriam chamados de “guias do mel”. Essas aves são famosas pela capacidade de achar colmeias no alto de árvores ou no interior de troncos. A partir de agora, a fama desses passarinhos se estenderá também ao campo científico. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram comprovar que é possível haver comunicação e colaboração entre seres humanos e animais silvestres. Para isso, estudaram a parceria que algumas tribos africanas estabeleceram com os “guias do mel”. Quando querem sair para caçar o precioso alimento, essas pessoas usam um tipo específico de chamado – que soa como “brrr-hmm” – para atrair as aves, que respondem saindo à procura das colmeias (confira quadro). O acordo também funciona no sentido contrário: quando encontram as colmeias por conta própria, os pássaros da família Indicatoridae (indicadores) emitem um som particular para chamar os humanos.

Essa inusitada parceria é conhecida pelos europeus desde o século 16, quando um missionário português descreveu a caça ao mel pela primeira vez. As observações, no entanto, foram desacreditadas pela comunidade científica da época. Agora, o estudo publicado na revista “Science” mostra que o acordo entre homem e pássaro não é coincidência.

Sucesso maior

“O chamado característico dos humanos deixa claro que eles querem seguir os pássaros”, diz a bióloga Claire Spottiswoode, professora das universidades de Cambridge e da Cidade do Cabo, que conduziu os estudos com membros do povo Yao em Moçambique. “Os ‘guias do mel’ usam essa informação para escolher seus parceiros para a caça.” O levantamento demonstrou que a colaboração aumenta as chances de sucesso de 17% para 54%. Enquanto as pessoas se fartam com o mel, os pássaros estão interessados na cera de abelha e nas larvas existentes no interior das colmeias.

A colaboração entre pessoas e animais treinados é relativamente comum, como demonstram os cães de caça e os falcões usados em competições. Na natureza, no entanto, esse é um fenômeno raro. De acordo com os cientistas, o único outro caso conhecido, mas que ainda precisa ser estudado, é o de golfinhos que se unem a pescadores na busca por peixes.

– Excesso de informação faz o sujeito ser mais Inteligente? Sobre a Gestão Emocional e a Síndrome do Pensamento Acelerado.

Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?

O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…

Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?

Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!

Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.

Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?

E no nosso dia-a-dia?

Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!

Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

– Esses almoços voltarão em breve, né?

Na minha linha do tempo aparece uma foto (de 2015) de um típico almoço em família que realizamos costumeiramente. Porém, em tempos de pandemia, isso já não é possível… 

Como reunir todos desde que estejam imunizados e/ou na mesma quarentena?

Um dia o normal há de voltar… Aliás, que foto para às 12h00! Deu fome…

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– Você é egoísta consigo mesmo?

COMPORTAMENTO – Você se esforça demais para agradar os outros e esquece-se de você próprio?

Cuidado com o auto-egoísmo!

Veja só que reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=66pAtONzfBQ&t=2s

– Máscara até quando?

COVID_19 – Chegaremos quando à fase da pandemia onde as pessoas dispensarão as máscaras?

Aliás, uma consideração: e aqueles que estão imunizados, devem continuar a usá-las?

Para não escandalizar os outros, sim.

Em: https://youtu.be/uyJruFWq1Pk

– A dificuldade de interpretar textos!

O número de analfabetos do Brasil nunca será real, crendo que aquele que “sabe assinar o seu nome” não deve ser contabilizado (como é agora).

Mas um problema tão grande quanto esse é: o de Analfabetos Funcionais! Como é difícil para alguns a interpretação de textos…

Sobre isso, abordamos em: https://youtu.be/SU5cX72Ho14

– Vale a pena nunca julgar! Quem levou o preconceito humano como ao limão?

A Flor do Limoeiro serve para fazer esta perfeita analogia: até os (as) mais azedos (as) têm sua beleza…

O limão não é doce, seu suco pode manchar a pele e o preço não vale quase nada. Entretanto, as limonadas são gostosas e o que aparenta ser desagradável, vez ou outra floresce singela e delicadamente. Vide o clique do limoeiro da minha casa (abaixo).

Quantas pessoas amarguradas que conhecemos são azedas na simpatia, enrugadas no relacionamento e amargas no comportamento. Mas como podemos julgar o íntimo delas?

Dessas, vale esperar um florescer eventual, uma demonstração de boa vontade ou, se nada disso existir, o respeito às causas internas dela ter se tornado uma pessoa murcha ou infrutífera.

O que não se pode nunca é: julgar! Nem taxar, rotular ou discriminar. A beleza pode ser imperceptível por razões nas quais nem imaginamos…

Ops: mas que papo é esse que usou o limão para questionar? Poderia ser o jiló, o coentro e outras tantos exemplos duvidosos da Mãe-Terra! rsrs

Brincadeiras à parte, fica a reflexão: olhemos com mais doçura para as pessoas, procurando minorar o azedume existente.

Imagem: Arquivo pessoal.

– Metade do Ano já foi! E que prejuízo social, econômico, emocional….

Caramba, já estamos em 1o de julho. Que ano horroroso para o Comércio e para a Indústria. Péssimo para a Educação. Tenebroso para os Governos e, acima de tudo, fúnebre para muitas famílias, culminando na catástrofe emocional que vivemos.

Há de se ter muita paciência com o atual momento. A reclusão e o desemprego, provocados pelos efeitos devastadores da Covid-19 na vida de todos nós, alteraram os relacionamentos e trazem à discussão a necessidade de maior equilíbrio nas tomadas de decisões de todos os setores.

Sou cético quanto a qualquer tipo de superstição (mas respeito quem crê ou pensa diferente). No entanto, fica a consideração: nos programas de final de ano, lá em 2019, nenhum deles mostrou com as “bolas de cristal” que tamanha calamidade aconteceria?

Reergamo-nos quando possível e sobrevivemos enquanto podemos. Há de melhorar!

– Alguém conhece alguma pessoa que tenha vivido uma pandemia anterior?

COMPORTAMENTO – O ineditismo de algo como o que está acontecendo com a nossa sociedade em relação à Covid-19, é perceptível a quase todos os viventes do planeta.

Pontuando ao longo do século passado e comparando com a gripe espanhola, em: https://youtu.be/zpaYPIVLReQ

– A infelicidade de Renê Simões sobre a volta do futebol e violência doméstica

Puxa, sempre admirei Renê Simões no mundo do futebol, mas confesso que me decepcionei.

Disse o treinador sobre a pandemia e o futebol, a favor da volta dos jogos:

“Vamos discutir o futebol como fator social para ajudar as pessoas que estão em casa enlouquecendo. Eu tenho amigos aqui que já se separaram, outros já bateram na mulher, outros batem nos filhos, estão enlouquecendo. Então se colocar futebol, pode ser que ajude em alguma coisa (…). Nós já tivemos mais de 100 jogadores brasileiros com Covid. Nenhum deles foi internado, nenhum deles foi entubado. No mundo todo, só conheço um caso que fugiu da regra, que foi o Dybala da Juventus que foi testado positivo, 14 dias depois positivo de novo, mais 14 dias positivo de novo, mas resolveu tudo. Eu não tenho um caso de jogador que tenha sido internado, entubado, e porque, porque são pessoas extremamente saudáveis, e esse vírus não é para as pessoas saudáveis, esse vírus quer as pessoas que tenham alguma deficiência, que os jogadores não tem”. (extraído de Globoesporte.com)

Não entendi tal justificativa, especialmente em relação à violência doméstica estar atrelado a isso. O cara assistir ao seu time na Televisão não o torna menos agressivo contra a sua companheira, pois é questão de caráter!

O curioso é: o próprio Renê Simões foi contaminado pela Covid-19. Por quê desdenhar deste perigo?

– O Centro de Jundiaí está morto?

Triste cenário da Terra da Uva, às 11h da manhã de hoje: muitos andarilhos e mendigos no Centro, com frio e em meio à pandemia.

É essa a Jundiaí com qualidade de vida que se apregoa?

E nós, enquanto cidadãos? O que fazemos para mudar o cenário?

E como cristãos?

E como eleitores?

Não devemos fazer vista grossa a tudo isso. Prefeito, Vereadores, População: é nossa a responsabilidade para tirar essa gente do submundo e dar dignidade a eles e a nós também. Qualquer um fica constrangido em ver a imundice da sujeira e mendicância aflorada das ruas centrais da cidade em que vivemos.

E se fosse uma foto noturna, o que veríamos nas ruas centrais?

– Acontece ou não?

Acho que acontece com todos nós, não?

No popular, essa imagem representa o dito: “as pessoas vêem as pingas que eu tomo mas não os tombos que eu levo”

– O comércio ilegal de Plasma de curados por Covid-19.

Um dos tratamentos discutidos contra o Novo Coronavírus é o de “plasma imune”, onde supostamente pessoas curadas de Covid-19 estariam imunizadas e doariam seu sangue para que esse componente fosse usado em outras pessoas, por conta dos anticorpos.

Na Bolívia, nosso pobre vizinho, o tráfico de doações de sangue pode render entre R$ 2.500,00 a R$ 15.000,00. É mole?

Extraído de: https://brasil.elpais.com/internacional/2020-06-24/um-emprego-em-troca-de-uma-bolsa-de-plasma-sanguineo-na-bolivia.html

RECUPERADOS DA COVID-19 NA BOLÍVIA RECEBEM ATÉ OFERTA DE EMPREGO EM TROCA DE PLASMA SANGUÍNEO

Tráfico de doações de sangue como tratamento para a covid-19 prospera à margem da lei e reflete a desigualdade no acesso à saúde em um sistema hospitalar à beira do colapso

Por Fernando Molina

Na Bolívia, uma bolsa de 400 mililitros de plasma sanguíneo de uma pessoa recuperada de covid-19 pode ser trocada por um emprego, o pagamento de dívidas ou quantias em dinheiro que vão de cerca de 2.500 a mais de 15.000 reais. Esse tráfico é uma das consequências colaterais da aposta do Ministério da Saúde e da maioria dos hospitais bolivianos no plasma hiperimune, um componente do sangue de quem superou a doença e que, neste país, é considerado uma última esperança para os pacientes graves. A maioria das doações foi voluntária, mas as autoridades sanitárias reconhecem que houve “múltiplas violações” enquanto os incentivos para aqueles dispostos a doar o plasma se multiplicam: muitas empresas e negócios oferecem descontos ou presentes aos clientes que tiverem feito doações, e pelo menos duas universidades anunciaram que aceitarão alunos sem vestibular se comprovarem que foram doadores.

Vários países, inclusive o Brasil, estão fazendo pesquisas sobre o uso do plasma de pessoas convalescentes no combate do coronavírus. No procedimento, que já foi utilizado em outras epidemias, o plasma de um paciente curado é transferido para uma pessoa infectada. O objetivo é que os anticorpos presentes no plasma forneçam imunidade, ajudando na diminuição da infecção e da carga viral de pessoas com a doença. Porém, ainda não há estudos que demonstrem a eficiência desta terapia.

Na Bolívia, que registra nesta quarta-feira um total de 26.389 casos e 846 mortos, a pandemia gerou uma oportunidade para pessoas com recursos escassos que sobreviveram à enfermidade. Devido ao desespero das famílias dos doentes, há quem aceite em participar do negócio ilegal de venda de plasma, que prospera em meio ao colapso dos serviços sanitários e que pode ser sancionado com até oito anos da prisão. “O que distorceu a doação voluntária? O medo, transformado em pânico, de perder um familiar. Primeiro, as pessoas começam a pedir plasma nas redes sociais diante do primeiro diagnóstico, do primeiro resultado positivo, sem saber se seu familiar vai chegar à terapia ou se vai precisar ou não do plasma. Por via das dúvidas…”, conta o jornalista José Pomacusi, que cobre os efeitos da pandemia na cidade de Santa Cruz de la Sierra (no leste), a mais afetada pela covid-19 em todo o país. “Segundo, quem tem dinheiro ou uma empresa oferece um pagamento ou um emprego em troca do plasma. Há quem ofereça 500 dólares (2.576 reais) e quem chega a pagar até 3.000 (15.458 reais). Quem tem uma empresa oferece um emprego ao potencial doador, se vir que está desempregado”, afirma Pomacusi.

Em Santa Cruz e outras duas cidades, Trinidad e Cochabamba, os serviços médicos públicos e privados, em particular as UTIs, estão paralisados. Em La Paz, a sede de Governo, a situação é só um pouco melhor. A cada dia surgem relatos de pessoas que morrem logo depois de percorrerem vários hospitais sem encontrar um respirador que lhes permita suportar a infecção. “Não desejo a ninguém o que eu passei… Sei que tudo está paralisado, mas os médicos deveriam ser um pouco mais humanitários e tratar com paciência uma família que está com seu ser querido agonizando… Tenho uma raiva… Porque tudo que sai no noticiário é só para aparecer, porque não há os equipamentos necessários para salvar vidas. Tudo é uma mentira”, disse a filha de uma destas pessoas ao jornal El Deber.

A situação dos bancos de sangue, onde é feita a extração de plasma dos doadores, não é diferente. Em Santa Cruz só há uma máquina para aférese de plasma. Seus esforçados operadores conseguiram passar de 10 a 30 extrações por dia para responder à emergência, mas, mesmo assim, não dão conta da extraordinária demanda. Há semanas eles vêm solicitando a aquisição de mais duas máquinas, mas o Ministério da Saúde não lhes respondeu. Mesmo que a doação de plasma seja gratuita, quando o receptor não tem plano de saúde precisa pagar 3.200 bolivianos (2.400 reais) para acessar o banco de sangue. É um serviço público, mas a quantia é cobrada para repor os equipamentos e as substâncias usadas na extração. A soma ultrapassa em mais de 500 reais o salário mínimo nacional.

Não é a única dificuldade que os mais pobres devem enfrentar em busca de atendimento médico. Para que o plasma possa ser usado, é preciso que o doador prove que seus exames de covid-19 deram positivo, primeiro, e depois, que tenha o resultado negativo. Ou seja, que a pessoa efetivamente adoeceu e se curou. O problema está em que os serviços públicos não entregam um documento onde fique registrado que o resultado do exame foi positivo; isto só ocorre se o teste for feito em laboratórios privados. Esse empecilho burocrático complica a obtenção de doadores. Do outro lado, o beneficiário do plasma deve pagar de seu bolso o exame privado para verificar que o doador é negativo no momento da transfusão, já que os testes gratuitos oferecidos pelo Estado são escassos. Para isso, necessita de mais 1.000 bolivianos (750 reais).

Em suma, o tratamento com plasma só está à disposição dos bolivianos endinheirados, como também ocorre com os outros procedimentos contra a covid-19. Antes da pandemia, 60% dos leitos de UTI e 80% dos respiradores da Bolívia eram privados. Ainda não foram quantificadas eventuais mudanças no atual período.

Os hospitais privados cobram entre 500 e 1.500 dólares por dia de pacientes graves, sem contar a taxa pelo respirador. Um cidadão denunciou que teve que pagar 70.000 bolivianos (mais de 52.000 reais) por quatro dias de atendimento ao seu filho na clínica mais luxuosa de Santa Cruz. A maioria dos seguros privados não cobre os efeitos de uma pandemia, então apareceu um especial que custa cerca de 800 reais por ano. Ao mesmo tempo, os planos de saúde mistos, que são propriedade do Estado, das entidades patronais e sindicatos, e que no país são chamados de “caixas de saúde”, só autoriza a internação de pacientes que estejam com as mensalidades em dia.

Paciente recuperado doa plasma em um centro de saúde em La Paz, Bolívia, em 10 de junho.

Paciente recuperado doa plasma em um centro de saúde em La Paz, Bolívia, em 10 de junho.AIZAR RALDES / AFP

– Você não é trouxa sozinho!

Está se sentindo bobo, preocupando-se com a pandemia, enquanto outros cometem excessos?

Calma. Você não é exceção. Muita gente se sente revoltada por fazer sua parte e outros não.

Veja só, extraído de: https://www.revistabula.com/33119-a-festa-da-estupidez-parece-que-a-pandemia-acabou-e-so-eu-esqueci-de-sair-de-casa/

A FESTA DA ESTUPIDEZ: PARECE QUE A PANDEMIA ACABOU E SÓ EU ESQUECI DE SAIR DE CASA

Por Dany Santos

Pode ser que esteja muito difícil pra você se sentir emocionalmente estável neste momento em que muita gente já praticamente abandonou o isolamento apesar das 50 mil mortes e mais de 1 milhão de infectados. É preciso se fortalecer e saber que não estamos sós, então, saiba: eu estou mantendo o isolamento assim como você.

Hoje está sendo um dia especialmente difícil porque passaram fotos inacreditáveis na minha timeline. Tinha foto de gente na praia, pessoas viajando, praças lotadas com gente sem máscara e pessoas frequentando salão de beleza. Parece que a pandemia acabou e só eu esqueci de sair de casa. Tem uma festa rolando aqui perto com direito a karaokê. Chega a ser triste e patético. A festa da estupidez.

Mas, nós estamos firmes. Sabemos que os números não são bons. Vemos todos os dias médicos dizendo que não é o momento de relaxar. Não existe evidência científica que justifique o afrouxamento. Estamos fazendo o certo. Estamos sendo fiéis ao nosso pacto social. Estamos sendo responsáveis. Estamos, principalmente, respeitando as 50 mil famílias que perderam seus entes queridos.

Eu só queria mesmo que você soubesse que você não está só. Você não é trouxa. Você não está exagerando. Você e eu estamos sendo responsáveis e respeitosos. Força pra você. Força pra mim. Sigamos!

– O brasileiro perdeu sua característica de amabilidade?

BRASIL – Nosso país deixou de ser um país hospitaleiro / pacífico / que ri mesmo com problemas?

A “pilhagem política” mudou tudo isso?

Refletindo em: https://youtu.be/UXoescM82HM

– Comportamento dos homens com as mulheres é dúbio?

Ufa, ainda bem que recebi esse meme da minha irmã e não da minha esposa. 

Isso é ser “sexista”? Não… é só uma brincadeira da Internet (e os itens abaixo não me dizem respeito kkk)

Imagem extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para postar os créditos.

– Qual é o seu grande medo?

Você tem um grande temor na vida?

Os brasileiros, segundo o Datafolha, temem (na ordem que segue) depender fisicamente de alguém, perder a saúde mental ou precisar de dinheiro, respectivamente.

E o medo de morrer?

Veja só onde ele está,

Extraído de: http://www.osul.com.br/maioria-dos-brasileiros-nao-teme-morte-ou-velhice-mas-tem-pavor-de-se-tornar-dependente-de-alguem-revela-pesquisa-do-datafolha/

A MAIORIA DOS BRASILEIROS NÃO TEME A MORTE OU A VELHICE, MAS TEM PAVOR DE SE TORNAR DEPENDENTE DE ALGUÉM, REVELA PESQUISA DO DATAFOLHA

A maioria dos brasileiros não teme a morte ou a velhice, mas tem pavor de se tornar dependente fisicamente, mentalmente ou financeiramente, aponta pesquisa do instituto Datafolha.

Entre os entrevistados, 84% têm medo de depender fisicamente de alguém, 83% temem a dependência mental e 78% a financeira. As mulheres são mais medrosas do que os homens: 87% a 81%, 86% a 79% e 81% a 75%, respectivamente.

No total, 71% dos brasileiros não temem a velhice e 74% não têm medo da morte. Os homens são os mais destemidos em ambos os temas: 76% contra 67% das mulheres e 79% contra 69%, respectivamente. Na média, os brasileiros querem viver até os 89 anos de idade, resposta que se mantém constante em todas as faixas etárias.

A faixa dos que têm mais de 60 anos é a que menos tem medo da velhice e da morte (80% nos dois casos). E aqui de novo os homens são mais destemidos: 83% contra 78% para velhice, 84% contra 74% para a morte. O ápice dos que têm muito medo da velhice acontece dos 35 aos 44 anos: 11% deles dão essa resposta. Já em relação ao medo de morrer, ele decresce com a idade, de 67% de destemidos entre os mais novos até 80% entre os mais idosos.

“É natural que as pessoas tenham medo menor de algo que elas já têm certeza [a morte] e temam mais aquilo que está incerto. Sei que vou morrer, mas não sei se ficarei inválido, pobre, dependendo de outras pessoas”, disse o geriatra Douglas Crispim, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os brasileiros com curso superior são os mais apavorados: 13% dizem ter muito medo da velhice. Os mais ricos são ainda mais medrosos: 19% dos que ganham acima de dez salários mínimos (no total da população) têm muito medo de envelhecer, contra 9% entre os que ganham menos de cinco salários mínimos. Os brasileiros mais ricos têm também menos medo de morrer: 17%, contra 26% dos mais pobres.

Dependência financeira

Das três dependências, a financeira é a que apresenta maior queda quando se olham os mais velhos: 69% dos idosos temem depender de alguém financeiramente, contra 78% dos mais jovens. O pico é na faixa dos 35 aos 44 anos, na qual 82% assumem o temor. O medo, entre os idosos, de ficar dependente física ou mentalmente chega a 83% entre mulheres, aponta a pesquisa.

“O sistema público de saúde caótico e os planos cada vez mais caros fazem com que muita gente que vive do seu trabalho corra o risco de ficar sem um meio de sobrevivência se perder o emprego ou se tornar inválido”, diz Crispim.

Na pesquisa do Datafolha, foram ouvidos 2.732 brasileiros com 16 anos ou mais sobre assuntos como saúde, sociedade, família e finanças. O levantamento, realizado em todas as regiões do País, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

– Haverá preconceito (ou já há) por se aproximar de quem teve Covid-19?

Perguntas para se fazer brevemente:

Quem está imunizado, tem que usar máscara para evitar o preconceito? Refletindo sobre tal situação, se você não transmite mais o novo coronavírus não teria o porquê das máscaras. Apenas deve-se usá-la para tranquilizar a pessoa do lado.

– Há medo de se aproximar de quem já teve Covid-19? Não deveria se ter… Teremos que ter cuidado para não confundir as coisas: uma pessoa curada é a mesma pessoa de sempre.

– Quem sofreu com a recuperação, teve todo o apoio psicológico para estar reintegrado na sociedade?

A grande preocupação, e que não podemos deixar de pensar é: haverá por algum tempo PRECONCEITO sobre quem foi exposto ao Novo Coronavírus?

– Gripe Espanhola 1918 versus COVID-19 em 2020

Vale estudar o passado para entender o presente!

Sobre as pandemias separada por mais de um século,

em: https://youtu.be/zpaYPIVLReQ