– Manaus e o Novo Coronavírus: uma tragédia que alerta o Brasil.

Se você está assistindo os noticiários na noite deste domingo, veja que tristeza está acontecendo em Manaus!

Impossível não se comover com os mortos, seus familiares e o caos na saúde pública. Colapsou o sistema, hospitais lotados e pessoas desamparadas. Manaus está em desespero por conta da falta de leitos e recursos no combate ao Covid-19.

E pensar que pessoas insensíveis ainda tratam tudo isso como gripezinha… Meu Deus!

Não se politize ou deboche desta tragédia. Reze, previna-se, defenda-se. E que as imagens de lá não sejam idênticas nas demais cidades do Brasil.

COVID-19: Imagens de Manaus devem ser exemplo para não reabrir ...

Assista em: https://g1.globo.com/google/amp/fantastico/noticia/2020/04/26/coronavirus-manaus-vive-cenario-de-caos-nos-hospitais-e-cemiterios.ghtml

– Os números do Covid_19 no Brasil são reais ou irreais?

Se você não tomar cuidado, enlouquece! Nessas horas, a sensatez e serenidade devem andar juntas, especialmente quando entramos nas Redes Sociais.

Os números e fotos a respeito do Novo Coronavírus, essa pandemia que paralisou o planeta e que é altamente contagioso, assustam. E é bom que as pessoas tenham a realidade dos fatos em destaque, a fim de que se previnam.

Porém, no mundo virtual há aqueles que desconfiam de tudo (até da existência do vírus). Outros, mais descrentes, dizem que a pretexto de interesses econômicos, a pessoa morre de câncer e é creditada como Covid_19.

Usando sempre a lógica e o bom senso, a verdade pode ser exatamente o contrário: com a falta de testes para a população, com o descuido de muitas pessoas e a existência de assintomáticos pela natureza do próprio agente contaminador, o número de infectados e de mortos deve ser bem maior do que o divulgado. 

Aliás, nunca se saberá ao certo quantos foram vítimas reais de contaminação – com óbito ou nãojá que se necessitaria testar 210 milhões de brasileiros (algo impraticável). Dessa forma, as subnotificações e os despercebidos engrossariam muito mais as listas diárias, caso fossem contados.

O que não se pode, evidentemente, é: desdenhar do perigo dessa enfermidade. Estão em testes várias medicações: a hidroxicloroquina no Brasil (remédio para malária), o ivermectin na Austrália (remédio para vermes) e outros mundo afora – sem que nenhum desses tenha ainda o aceite UNÂNIME da comunidade médica (que é quem deve dar a palavra final, pois são os médicos especialistas que podem atestá-los, não líderes políticos ou cabos eleitorais fanatizados). Vamos torcer, portanto, para que a Ciência consiga dar seu parecer final o quanto antes, já que a Medicina / Química / Farmacologia estão trabalhando bastante. E, claro, desejando que em breve tenhamos uma vacina.

Enquanto esperamos, vale tomar as providências para que as coisas não saiam do controle. Viram como o caos está imperando em Manaus, por exemplo? Lá, a taxa de mortalidade chega a 8,5%!

Compartilho: https://epoca.globo.com/brasil/muita-chuva-poucos-testes-mais-gente-na-rua-que-levou-amazonas-explosao-de-casos-de-covid-19-24386887?%3Futm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=post

MUITA CHUVA, POUCOS TESTES EM MAIS GENTE NA RUA: O QUE LEVOU O AMAZONAS PARA A EXPLOSÃO DE CASOS DE COVID

O primeiro caso de Covid-19 no Amazonas foi confirmado em 13 de março – o Estado foi o 13º do país a identificar um contágio pelo novo coronavírus. Pouco mais de um mês depois, a situação da epidemia no Estado é a mais grave do país.

O Amazonas tem a pior taxa de incidência do Brasil: são 521 casos para cada milhão de habitantes, segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, de 20 de abril.

De acordo com dados de 17 de abril, a taxa no Estado era 2,75 vezes a média nacional. No boletim do dia 20, o Ministério da Saúde não informou a taxa de incidência no Brasil e no Estado.

O Amazonas também tem a pior taxa de mortalidade, com 45 óbitos por cada milhão de habitantes, quase o dobro do registrado nos segundos colocados, Pernambuco e Rio de Janeiro, que têm 24 óbitos por milhão.

Em Manaus, onde estão cerca de 80% dos casos confirmados no Estado até agora, essas taxas são ainda maiores. Houve até agora 762 casos por milhão de habitantes, o quinto pior índice entre as capitais, e 72 mortes por milhão de habitantes, o maior entre todas as capitais.

Foram confirmados até a última terça-feira (21/4) 2.270 casos e 193 mortes – o quarto e quinto maior total do país respectivamente. A taxa de mortalidade do vírus no Amazonas, de 8,5%, também está acima da média nacional, de 6,4%.

A situação se agravou ainda mais porque o Amazonas está perigosamente perto de ter ocupado todos os seus leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública, que ficam, todos, em Manaus.

A taxa de ocupação chegou a 95% no início de abril e levou os governos federal e estadual a mobilizar verbas, equipamentos, profissionais e a abrir novos hospitais em regime de emergência para tentar impedir o colapso total do sistema de saúde.

Na terça-feira passada (14), a Prefeitura de Manaus anunciou em nota que, por causa do grande aumento do número de sepultamentos no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, decidiu abrir valas comuns para enterrar as vítimas do novo coronavírus.

A gravidade da crise levou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), a se reunir na segunda-feira (20/4) com o vice-presidente, Hamilton Mourão, para pedir ajuda ao governo federal para uma situação, que, segundo disse em entrevista à Folha de S. Paulo, deixou de ser de emergência para se tornar um “estado de calamidade”.

Na entrevista, Virgílio criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter respondido “não sou coveiro” ao ser questionado sobre o número aceitável de mortes nesta pandemia.

“Não sei se ele serviria para coveiro. Talvez não servisse. Tomara que ele assuma as funções de verdadeiro presidente da República. Uma delas é respeitar os coveiros”, disse Virgílio, que chorou ao falar do assunto, segundo a Folha.

A BBC News Brasil conversou com profissionais de saúde que atuam no Amazonas para entender o que levou situação a se agravar tão rápido ali, e eles apontaram alguns dos motivos que contribuíram para o Estado ter o quadro mais crítico do país nesta pandemia.

O primeiro motivo é o clima. Os meses de novembro e abril concentram o maior volume de chuvas no Estado, e isso favorece a proliferação de vírus que causam síndromes respiratórias, explica a imunologista Bárbara Baptista, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Amazonas.

“Na época de chuvas, as pessoas ficam mais em ambientes fechados, com pouca ventilação, respirando o mesmo ar, o que gera um aumento de infecções virais”, diz Baptista.

A temporada de chuvas coincidiu justamente com a época em que o novo coronavírus, descoberto em dezembro na China, começou a se espalhar pelo mundo.

E, neste ano, choveu acima da média, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em Manaus, foram 441,9 mm em janeiro, bem mais do que os 270 a 300 mm que normalmente chovem neste mês. Em fevereiro, foram mais 232,1 mm, abaixo da média para o mês.

Mas o acumulado de 674 mm em janeiro e fevereiro fez do primeiro bimestre de 2020 o mais chuvoso dos últimos quatro anos. E, em março, voltou a chover mais do que de costume.

A temporada de chuvas aumenta a circulação de vírus que causam problemas respiratórios – como influenza comum, adenovírus e H1N1 -, e eleva o número de pessoas internadas nos hospitais pelas doenças que causam.

O Estado tem um sistema de saúde com capacidade limitada. Até meados de março, havia 533 leitos de UTI nas redes pública e privada, segundo o governo estadual. Isso corresponde a 13 leitos para cada 100 mil habitantes, 40% abaixo da média nacional, de 20 leitos a cada 100 mil habitantes.

Em uma época em que há ainda menos leitos disponíveis por causa de outras doenças, aumenta muito a chance de um hospital lotar com o fluxo de pacientes extra gerado pela pandemia de um vírus altamente contagioso.

Um estudo recente apontou que uma pessoa é capaz de infectar outras 2,79, mas sua rápida disseminação tem levado epidemiologistas a revisar o índice para mais de 3.

“O sistema de saúde da região pode não estar dando conta não só por causa da Covid-19, mas por outras doenças que circulam na região nesta época”, afirma Baptista.

A BBC News Brasil pediu uma entrevista à Secretaria de Saúde do Amazonas sobre o aumento do número de casos no Estado, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Baptista também aponta que muitos amazonenses, em especial em Manaus, não cumpriram devidamente as recomendações de isolamento social.

“O governo começou a fazer campanhas no início de março, mas não houve resposta. A gente via muitas pessoas nos mercados, farmácias, e não se respeitava as regras de distanciamento neste lugares para evitar a disseminação”, diz a pesquisadora.

“Talvez as pessoas tenham pensado que estavam lidando com algo distante, que estava acontecendo nas grandes metrópoles, mas se esqueceram que Manaus tem tudo que estas cidades têm.”

Essa também é a opinião de Guilherme Pivoto, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia no Estado.

“Manaus é a capital financeira da região Norte, com um fluxo grande de pessoas de fora do país, principalmente da América do Norte. Temos voo direto para Miami, por exemplo.”

O médico diz que ele e seus colegas costumam circular bastante pela cidade, porque trabalham em vários hospitais, e a percepção comum é de que havia muito movimento nas ruas com o comércio aberto, mesmo após os primeiros casos serem confirmados.

“Conforme as medidas foram sendo reforçadas, as pessoas foram aos poucos aderindo mais, até mesmo nos bairros periféricos, mas, no meu ponto de vista, tinha mais gente na rua do que deveria”, diz Pivoto.

O monitoramento da adesão ao isolamento social feito por empresas de tecnologia aponta na mesma direção, segundo apurou a BBC News Brasil.

O Google acompanha, com base nos sinais de GPS de celulares, a queda de circulação em estabelecimentos comerciais e de recreação, supermercados e farmácias, parques, estações de transporte público e locais de trabalho, em 26 Estados e no Distrito Federal.

A empresa já divulgou dois relatórios sobre o assunto, ambos feitos depois dos decretos estaduais de isolamento social – no Amazonas, a decisão começou a valer em 23 de março. Os índices destas datas – 29 de março e 5 de abril – foram comparados com a circulação média registrada nas semanas de 3 de janeiro a 6 de fevereiro.

Nos dois levantamentos, a circulação no Amazonas caiu menos do que na média do país em todas as cinco categorias.

Em 29 de março, o Estado teve a menor redução do país no movimento das estações de transporte público, e a sexta menor em comércio e recreação.

Uma semana depois, o Amazonas registrou a segunda menor queda nas estações, atrás só de Goiás, e a nona menor em comércio e recreação.

Por sua vez, a empresa In Loco criou um índice de isolamento social próprio, com base nas informações de 60 milhões de celulares, coletadas desde 1º de março.

Os dados mostram que, na primeira semana após o decreto de isolamento social entrar em vigor no Amazonas, o índice de adesão no Estado foi de 51%, cinco pontos percentuais a menos do que a média brasileira, de 56% – e essa diferença chegou a um pico de 11 pontos percentuais em 25 de março.

O Amazonas ficou naquela semana muito abaixo de algumas das maiores adesões do país, como por exemplo no Ceará e no Rio Grande do Sul (60%), em Goiás (61%), em Santa Catarina (62%) e no Distrito Federal (64%).

Tamanho real da epidemia

Bernardino Albuquerque, da Ufam, diz também que a testagem é insuficiente no Estado – um problema comum em todo o país.

“A confirmação de casos foi muito seletiva e demorada, em um velocidade muito menor do que a da propagação do vírus”, afirma o infectologista.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 16 de abril, 8.072, ou 1,69% dos 476.272 testes laboratoriais para covid-19 distribuídos aos Estados, foram destinados ao Amazonas.

Com muitos casos suspeitos e poucos exames, a testagem em todo o Brasil foi restrita aos casos mais graves.

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Taxa de mortalidade de covid-19 no Amazonas está acima da média nacional Foto: Reuters

 

– O custo da Cloroquina tem sido alto. Mas a especulação…

Há exatamente 1 mês, o Laboratório do Exército (LQFEx), uma instituição do tempo do Brasil Império e muito respeitada, pagava R$ 488,00 pelo quilo da Cloroquina, a fim de produção de remédios para a malária. Hoje, sabe-se que o medicamento tem sido testado para a cura do Covid-19, embora existam algumas polêmicas sobre o uso eficaz sem efeitos colaterais.

Pois bem: na Rádio Bandeirantes, o presidente do SINDUSFARMA Nelson Mussolini (o principal representante da indústria farmacêutica) contou que a importação deste produto em grande escala, nos tempos de baixa procura, custava US$ 108.00/kg (próximo do que o Exército pagou). Com a procura alta dos últimos dias devido ao contágio do Novo Coronavírus, o Hospital Albert Einstein pagou antecipadamente US$ 250.00 para garantir o produto. Entretanto, o fornecedor cancelou o pedido, devolveu o dinheiro e pediu US$ 1600.00!

Sacanagem dos especuladores ou não?

– Dr Cohen e a polêmica sobre o comportamento dos atletas Pós-Covid_19!

Respeito muito o Dr Moisés Cohen. A única vez que conversei com ele (em consulta) fiquei muito satisfeito. O cara é bom, o admiro, mas… me decepcionou ao falar sobre a volta do futebol, agora que é consultor da FPF. Sugeriu coisas ilusórias na continuidade do Paulistão (se é que terá), como gol sem abraço, jogadores sem chegar perto do árbitro, além de outros comportamentos complicados.

Minha pergunta é: e o contato físico natural do jogo, não existirá? Esse detalhe, repetido à exaustão, não contará como risco de contágio, se comparado com os outros exemplos?

Seria hilário imaginar jogo sem ninguém encostar em outras pessoas. Aliás, há a ideia de criação de um protocolo para que os times façam testes de Covid e, estando os jogadores negativados, fiquem 15 dias isolados do restante do mundo para jogarem todo o torneio.

Abaixo, extraído de: https://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2020/04/medico-da-fpf-sugere-gol-sem-abraco-de-jogadores-na-volta-do-paulista/

MÉDICO DA FPF SUGERE GOL SEM ABRAÇO DE JOGADORES

Final do Campeonato Paulista de 2020. Quarenta e cinco minutos do segundo tempo. Zero a Zero. Escanteio. Zagueirão no ataque sobe e marca de cabeça o gol do título. Corre sozinho para comemorar. Nenhum companheiro o abraça. Nem chega perto dele. Não rola abraço entre ninguém. Essa cena imaginária parece impossível, mas, algo parecido pode acontecer quando a quarentena para combater a transmissão do novo coronavírus acabar e (se) o Estadual for retomado.

A possibilidade existe porque Moisés Cohen, presidente da comissão médica da FPF, planeja recomendar aos jogadores que não se abracem e não tenham outro tipo de contato ao comemorarem gols.

“Temos que dar o exemplo, mesmo se tivermos segurança de que ninguém está contaminado. Então, faz o gol, pula sozinho para comemorar. Se todo mundo se abraçar, imagina o reflexo que isso pode ter no torcedor. O cara que está assistindo pela TV vai falar: ‘se eles estão se abraçando não tem perigo’. Daí ele pode sair abraçando todo mundo”, afirmou Cohen.

Na próxima segunda, ele fará uma videoconferência com médicos de clubes paulistas para discutir protocolos de saúde para quando os jogos forem retomados. O projeto não está fechado e depende também das alegações das agremiações.

O cenário ideal para Cohen é que todos os times fiquem concentrados durante 15 dias para terminar o Campeonato Paulista. No início da concentração, os jogadores fariam testes para saber se foram contaminados pelo novo coronavírus. Nesse caso, quem testar positivo é afastado.

As diferentes condições financeiras e de estrutura entre os clubes pode ser um obstáculo. Há times que sinalizaram que teriam que manter o elenco num hotel e que não têm verba para isso.

Hoje, um problema seria conseguir os testes. Obter kits suficientes para aumentar a testagem é uma das principais dificuldades das autoridades brasileiras da área da saúde.

“Precisamos ver como estarão as coisas quando o campeonato puder voltar. É possível que a necessidade de testes em outros países já tenha diminuído e que a compra não seja tão difícil”, afirmou Cohen.

Se você achou estranha a história de comemorar gol sem abraço, pode se preparar porque o Campeonato Paulista pode voltar com outras cenas inusitadas.

Indagado pelo blog sobre as zonas mistas (locais em que a imprensa espera pela passagem de atletas para tentar entrevistá-los), o médico pensou numa inovação.

“Não tinha pensado nisso. Mas ouvindo você falar, acho que isso tem que mudar. As entrevistas podem continuar acontecendo, mas com os jogadores nos estádios e os repórteres em suas casas. Pode ser por videoconferência, como fazemos quase tudo hoje”, declarou Cohen.

E o que fazer com as rotineiras rodinhas de jogadores em volta dos árbitros para reclamar? “Também não tinha pensado nisso, mas vai ter que acabar. Acho que vai ter que dar cartão amarelo logo. Essa questão da transmissão do vírus (facilitada pelo contato físico ou proximidade entre as pessoas) vai ter reflexo em tudo. Até no pipoqueiro que trabalha no dia do jogo”, disse o médico da federação.

A diretoria da FPF ainda não tem sinalização do Governo Estadual de quando os jogos poderão voltar a ser realizados. Porém, a entidade trabalha com a hipótese de partidas sem torcida no primeiro momento em que as regras de distanciamento social forem relaxadas.

“Temos que esperar, falar em voltar com os campeonatos agora é irresponsabilidade. O futebol tem que dar o exemplo porque tem muita visibilidade. Voltar neste momento, mesmo com portões fechados, seria um estímulo para as pessoas romperem o isolamento. Na reunião que tive com os presidentes da Série A-1 tentei mostrar o que está acontecendo, a gravidade da situação”, disse o médico.

O presidente da Federação Paulista, Reinaldo Carneiro Bastos assegura que a competição será retomada.

A falta que Paulo Nunes faz | UOL Esporte

Lembram da Máscara da Feiticeira em campo? Só falta termos contra Covid-19…

– Usar máscara é algo tão traumático? Não, né…

A prevenção e a boa vontade em ajudar contra o contágio da Pandemia não custa caro.

Eu acho desconfortável o uso de máscara de proteção. Mas e daí? É necessário e não é sacrificante.

A boa dica abaixo, na figura. Mas o lembrete: USE MÁSCARA!

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Quarentena?

Com toda essa confusão envolvendo o Coronavírus e a ampliação da Quarentena Paulista para até 10 de maio, evidentemente que as empresas precisam se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo.

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sair da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

Intenção de consumo das famílias cai 27% em um ano, mostra CNC ...

– Quem é o novo Ministro da Saúde, Nelson Teich

BOLA CANTADA: caiu Mandetta, o Ministro da Saúde, e entrou no seu lugar o oncologista Nelson Teich.

Sobre quem ele é e o que pensa,

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/16/quem-e-nelson-teich-o-mais-cotado-para-substituir-mandetta-no-ministerio-da-saude.ghtml

QUEM É NELSON TEICH

Nascido no Rio de Janeiro, o médico se formou pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e se especializou em oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca). Atualmente, é sócio da Teich Health Care, uma consultoria de serviços médicos.

Teich atuou como consultor informal na campanha eleitoral do presidente, em 2018, e, na época, até chegou a ser cotado para o cargo, mas acabou preterido por Mandetta.

Ainda assim, participou do governo, entre setembro de 2019 e janeiro de 2020, como assessor de Denizar Vianna, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

Dele, inclusive, foi sócio no MDI Instituto de Educação e Pesquisa. A empresa de pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais, humanas, físicas e naturais e treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial foi aberta em março de 2009 e fechada em fevereiro de 2019, segundo consta no site da Receita Federal.

Em 1990, fundou o Grupo Clínicas Oncológicas Integradas (COI), sendo seu presidente até 2018 — em 2015, a empresa foi comprada pela UHG/Amil.

Também foi fundador — e presidente (pro bono) — do COI Instituto de Gestão, Educação e Pesquisa, organização sem fins lucrativos criada em 2009 para a realização de pesquisas clínicas e projetos e execução de programas de treinamento e educação em diversas áreas do cuidado do câncer, e, em 2016, do Medinsight – Decisões em Saúde, empresa de pesquisa e consultoria em economia da saúde.

E, entre 2010 e 2011, Teich, que é doutor em Ciências da Saúde – Economia da Saúde pela Universidade de York, do Reino Unido, prestou consultoria nesta área no Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

“O Nelson é dos principais oncologistas do país e é um grande empresário, empreendedor e gestor de saúde. Seu momento atual é de dedicação a causas públicas”, diz Angélica Nogueira, diretora da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

A médica enfatiza que ele é muito político, técnico, científico e um exímio negociador. “Numa eventual transição, sua chegada pode ser positiva, por ser tratar de um profissional tecnicamente preparado e que poderá promover uma boa comunicação entre o Planalto e o Ministério da Saúde”, acrescenta.

O que pensa Teich sobre o coronavírus

Nas últimas semanas, o oncologista tem publicado artigos na rede profissional LinkedIn sobre o coronavírus. Em um deles, intitulado “COVID-19: Histeria ou Sabedoria?”, comenta sobre a polarização que tomou conta do Brasil no momento.

“A discussão sobre as estratégias e ações que foram definidas por governos, incluindo o brasileiro, para controlar a pandemia de covid-19 mostra uma polarização cada vez maior, colocando frente a frente diferentes visões dos possíveis benefícios e riscos que o isolamento, o confinamento e o fechamento de empresas e negócios podem gerar para a sociedade”, escreveu.

“É como se existisse um grupo focando nas pessoas e na saúde e outro no mercado, nas empresas e no dinheiro, mas essa abordagem dividida, antagônica e talvez radical não é aquela que mais vai ajudar a sociedade a passar por esse problema”, afirma, ainda, o artigo.

Destacou ainda que “a situação do gestor de saúde é muito difícil, porque ele precisa tomar decisões duras usando informações e projeções que apresentam grande incerteza” e que “o sucesso vai depender da capacidade de colher dados críticos em tempo real, de incorporar e analisar essa base de dados atualizada, de ajustar as projeções quanto aos possíveis impactos das escolhas, rever as decisões e desenhar novas medidas e ações”.

Em outro texto, “COVID-19: Como conduzir o Sistema de Saúde e o Brasil”, salienta que o isolamento horizontal, ao contrário do que defende Bolsonaro, é a melhor estratégia para o momento.

“Diante da falta de informações detalhadas e completas do comportamento, da morbidade e da letalidade da covid-19, e com a possibilidade do Sistema de Saúde não ser capaz de absorver a demanda crescente de pacientes, a opção pelo isolamento horizontal, onde toda a população que não executa atividades essenciais precisa seguir medidas de distanciamento social, é a melhor estratégia no momento. Além do impacto no cuidado dos pacientes, o isolamento horizontal é uma estratégia que permite ganhar tempo para entender melhor a doença e para implantar medidas que permitam a retomada econômica do país.”

Sobre a opção difundida pelo presidente, aponta que tem fragilidades e não representaria uma solução definitiva para o problema: “Como exemplo, sendo real a informação que a maioria das transmissões acontecem à partir de pessoas sem sintomas, se deixarmos as pessoas com maior risco de morte pela Covid-19 em casa e liberarmos aqueles com menor risco para o trabalho, com o passar do tempo teríamos pessoas assintomáticas transmitindo a doença para as famílias, para as pessoas de alto risco que foram isoladas e ficaram em casa. O ideal seria um isolamento estratégico ou inteligente”.

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Nelson Teich foi consultor informal na campanha eleitoral de Bolsonaro e chegou a ser cotado para assumir o Ministério da Saúde após a eleição — Foto: Reprodução/ BBC

 

– Utopia da FPF? Os testes rápidos… no aquecimento de um jogo, por exemplo?

Ao manifestar a vontade de continuar a jogar o Paulistão A1 em decisão unânime, a Federação Paulista e os clubes mostram que precisam demais da parcela restante a ser paga pela Globo (isso dá a entender no comunicado divulgado, e deixa no ar a possibilidade de decisões diferentes para a A2 e A3). Ao mesmo tempo, mostrou-se que não existe data definida e que tudo está muito vago.

Jogar com portões fechados é um desrespeito aos jogadores, árbitros e demais pessoas envolvidas. Não seriam eles vítimas de contágio também, levando o Novo Coronavírus aos familiares em suas casas?

Por mais que a FPF sugira (como fez) “testes rápidos” para detectar Covid-19 antes das partidas, a operacionalização é uma grande preocupação. Já imaginaram que loucura: se fizer um teste no dia anterior, quem garante que no dia seguinte a pessoa não esteja contaminada? Se fizer na chegada ao estádio, pense na situação: o goleiro dá positivo e é substituído imediatamente pelo reserva, que vai para o aquecimento surpreso por ser escalado. E se o reserva também testar positivo (deve-se levar em conta as possibilidades)?

Imagino, ainda, os árbitros: para um Corinthians x Palmeiras, o juizão acusa contágio e entra o 4o árbitro. Xiii…

Sejamos realistas: teste rápido que não seja dentro da praça do jogo, não vale, pois se fizer antes disso, a chance de se infectar é real!

Na prática, tudo continua como antes, com a diferença de que os clubes podem contratar novos jogadores para substituir os que estão saindo. Mas e dinheiro para isso, além de “qualidade do pé-de-obra” disponível no mercado de atletas?

Grande Vitória e Linhares são áreas com transmissão local de ...

– 1 bilhão do Itaú contra o Coronavírus

Por maior que seja o lucro de um banco, mesmo sendo uma ação que possa ser encarada como promocional por muitos, ainda contando com clientes insatisfeitos (como eu) por diversos motivos, é inegável a necessidade de se aplaudir o Banco Itaú!

A explicação abaixo, extraída de: https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/04/13/itau-doa-r-1-bilhao-e-cria-frente-de-combate-ao-coronavirus.ghtml

ITAÚ DOA R$ 1 BILHÃO E CRIA FRENTE DE COMBATE AO CORONAVÍRUS

Dinheiro se soma a outros R$ 250 milhões já doados pelo Itaú, dos quais R$ 150 milhões por meio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e do Instituto Unibanco

O Itaú Unibanco confirmou nesta segunda-feira a doação de R$ 1 bilhão para financiar ações de combate ao coronavírus, conforme já noticiado pelo Valor, com a criação da iniciativa Todos pela Saúde.

Os recursos serão administrados por um grupo de especialistas, sob a liderança do médico Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Também integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (Conass) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.

O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga também dará apoio ao programa, conforme noticiou o Valor.

Segundo o Itaú, caberá à equipe definir as ações que serão financiadas, com respaldo em “premissas técnicas e científicas”.

A atuação da Todos pela Saúde se dará por meio de quatro eixos. O primeiro é o de informar, com campanha de incentivo ao uso de máscaras pela população; orientações sobre higiene e valorização de iniciativas de solidariedade da sociedade civil.

O segundo é o de proteger, com disponibilização de equipamentos de proteção individual e testagem para profissionais de saúde e aplicação de testes na população.

O terceiro é o de cuidar, com ações de apoio a gestores públicos estaduais e de grandes municípios na estruturação de gabinetes de crise; capacitação e apoio aos profissionais de saúde; uso de telemedicina para monitoramento de casos e apoio aos profissionais de saúde; ampliação da capacidade e eficiência em estruturas hospitalares referenciadas; e distribuição de insumos estratégicos, mobilização de equipamentos e recursos humanos.

O quarto eixo é de retomar, voltado à colaboração para o desenvolvimento de estratégias com objetivo de retorno mais seguro às atividades sociais; e a programas de monitoramento da população com risco elevado.

“Com esta iniciativa, temos a intenção de fazer algo estruturante, que tenha impacto positivo sobre toda a sociedade brasileira. O grupo de especialistas escolhidos para esta missão vai identificar as principais necessidades do País e priorizá-las”, afirmou Paulo Chapchap por meio de nota.

O dinheiro se soma a outros R$ 250 milhões já doados pelo Itaú, dos quais R$ 150 milhões por meio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e do Instituto Unibanco.

“Desde o início da pandemia, mobilizamos pessoas e recursos na luta contra a covid-19 e seus efeitos sociais e econômicos. Esta nova iniciativa dá a dimensão do quanto estamos preocupados e engajados na solução da crise”, disse o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, no comunicado.

Itaú Unibanco vai doar R$ 1 bilhão para combater o novo coronavírus

– A Atividade Física e o Câncer: nada de cama, mas sim de… CORRIDA!

Qual o melhor tratamento oncológico que existe hoje?

Difícil um médico dizer com exatidão. Para um leigo, quase impossível. Mas algo que pode ajudar é a prática esportiva. E olha só que recomendação bacana dos especialistas, abaixo:

Texto extraído de: https://abrilsaude.files.wordpress.com/2018/05/exercicio-cancer.jpg

OS BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA PARA QUEM LUTA CONTRA O CÂNCER

Além de ajudar a evitar tumores, o exercício é importante durante o tratamento – por vários motivos. Veja as últimas recomendações dos especialistas

Por Theo Ruprecht

Antes da quinta sessão de quimioterapia, a médica da fisioterapeuta Roberta Peres, diagnosticada com câncer de mama aos 27 anos, avisou que trocaria os remédios. É um protocolo comum, que pode reduzir a intensidade de efeitos colaterais. “Mas ela me disse que, entre outros sintomas, eu talvez tivesse dores parecidas com as de um treino forte na academia”, lembra. Após a químio, Roberta definiu seu sofrimento de outro jeito: “Eram como facadas. No dia seguinte, falei que não iria aguentar e meu marido sugeriu caminharmos no parque para eu me distrair. Foi delicioso”.

O desconforto não sumiu, porém diminuiu a ponto de ela repetir a dose na próxima manhã e até trotar um pouco. “Tive câncer, fiz químio… e corri careca”, arremata Roberta, hoje com 29 anos e um perfil no Instagram que estimula outros pacientes a tomarem as rédeas da vida diante da doença. Ao longo das 11 sessões quimioterápicas seguintes (uma por semana), ela continuou dando suas passadas com o aval da doutora e notou ganhos em ânimo, autoestima, força…

“Está evidente que a atividade física ameniza consequências da doença e da terapia”, afirma o oncologista Auro Del Giglio, do Hospital do Coração, em São Paulo. Durante uma palestra que dará no Ganepão, um dos maiores congressos científicos do Brasil, o especialista vai destacar o papel da movimentação contra a fadiga gerada pelo tratamento. “Não há drogas adequadas para enfrentar essa reação adversa. Apenas os exercícios funcionam mesmo”, explica. Soa esquisito dizer que “gastar energia vai gerar energia”, mas é nesse sentido que as evidências científicas andam.

Uma revisão internacional de 34 estudos reuniu dados de 4 366 indivíduos com tumores. Seu resultado é categórico: não importa o tipo da doença, tirar o corpo da cama combate a indisposição. “Eu me poupava nos dias de quimioterapia, porque ficava sonolenta. Só que nos outros já voltava a me exercitar”, conta Roberta. Ela admite que os primeiros passos exigem esforço extra, contudo a sensação de esgotamento se dissipa com o suor.
“Na verdade, a atividade física libera neurotransmissores que trazem prazer e bem-estar”, explica José Cesar Rosa Neto, doutor em fisiologia e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. A malhação ainda freia a degeneração muscular, uma repercussão comum após o diagnóstico que atrapalha tarefas cotidianas e intensifica a canseira.

Não por menos, o brasileiro Daniel Galvão, codiretor do Instituto de Pesquisa em Medicina do Exercício da Universidade Edith Cowan, na Austrália, concentrou-se no potencial de treinos supervisionados com práticas aeróbicas e de flexibilidade e força em 57 homens com câncer de próstata avançado – a doença havia invadido os ossos. Mesmo nesse cenário grave, os participantes expressaram uma melhora nas funções físicas sem desenvolver complicações.

“O estudo tem um enorme impacto, porque indivíduos com metástases ósseas até então eram excluídos de programas de exercício”, raciocina Galvão. Está aí um erro comum: imaginar que o câncer pede cama.

MAIS BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA CONTRA O CÂNCER

Sono: a sensação de relaxamento após o esforço físico facilita o adormecer e melhora a qualidade do sono.
Disposição: sacudir a poeira é uma das principais maneiras de afastar a fadiga típica da quimioterapia.
Peso: ao contrário do que se pensa, vítimas do câncer podem engordar. E o exercício queima calorias.
Dor: os incômodos são aplacados com as substâncias analgésicas liberadas pelo esporte.

Como o exercício ajuda o tratamento em si

Resistir aos solavancos do tratamento é primordial para finalizá-lo. E aqui a malhação ofereceria vantagens. “Embora faltem pesquisas, o bom senso sugere que, se essa prática atenua reações adversas, ajudaria a pessoa a aguentar a estratégia desenhada pelo médico“, reflete Del Giglio.

Um indício de que o argumento bate com a realidade vem de um trabalho da Universidade de Alberta, no Canadá. Divulgado em 2007, ele reuniu 242 mulheres com câncer de mama submetidas à químio. Resultado: 78% das que foram orientadas a fazer musculação seguiram o plano original do doutor sem grandes intercorrências, ante 66% das que ficaram paradas.

Tais dados justificariam a menor taxa de mortalidade associada aos enfermos que suam a camisa após o diagnóstico. Em um levantamento de 2015 publicado no British Journal of Sports Medicine, os mais ativos apresentavam um risco 22% menor de morrer por causa do tumor.

Só considere que, talvez, dados como esse decorram do fato de que os sujeitos com cânceres mais agressivos se mexem menos – não seria o esporte que afasta a doença, e sim o contrário. “De qualquer forma, também existe a teoria de que os exercícios gastam parte da energia que abasteceria o tumor”, explica Sandro Fernandes da Silva, educador físico da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Fora isso, em experiências no laboratório, o esforço físico estimula o suicídio de células cancerosas e faz o sistema imune reconhecê-las melhor.

A atividade física ainda rechaça transtornos que abreviam a longevidade do pessoal que venceu o câncer. Exemplo: vários dos fármacos empregados lesam o coração. “Quem recebeu quimioterapia na infância às vezes desenvolve insuficiência cardíaca já aos 30 ou 40 anos”, revela Rosa Neto. “Mas o treinamento parece remodelar o órgão e manter seu funcionamento”, completa.

Na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisadores recrutaram 100 voluntárias que haviam se tratado recentemente contra o câncer nos seios e colocaram metade para realizar exercícios. Depois de quatro meses, eles perceberam que a turma do agito exibiu quedas em colesterol, pressão e outros marcadores da síndrome metabólica. “Sobreviventes do tumor de mama com essa condição têm maiores índices de mortalidade. Logo, erradicá-la aumentaria a sobrevida”, diz a fisiologista Christina Dieli-Conwright, autora da investigação.

A dificuldade é sair do sedentarismo em um momento tão complicado – até porque o câncer impõe restrições. “No nosso trabalho, um grande desafio foi a falta de confiança das mulheres em movimentar os braços”, recorda-se Christina. Ora, não raro a cirurgia contra o tumor de mama abala as estruturas dos membros superiores.

Roberta, que passou por quatro operações antes de ver sua doença sumir dos radares, é prova disso: “Meu alongamento foi para as cucuias. Aí eu comecei a fazer pilates e ioga, que me ajudaram a recuperar a flexibilidade”. Claro que cada caso demanda cuidados específicos, que exigem supervisão. “Mas todos, ao se exercitarem, deixam de viver só em função do tratamento”, dá o recado. Tem virtude melhor do que essa?

Os exercícios físicos na prática

“As recomendações para pacientes com câncer estão sendo revistas”, adianta o pesquisador Daniel Galvão. Hoje, as diretrizes gerais se assemelham às voltadas ao restante da população – ou seja, pedem para incluir modalidades aeróbicas, musculação e alongamentos por ao menos 150 minutos na semana.

No entanto, há particularidades de acordo com o tipo de tumor, o estágio da doença e as características da pessoa. “Durante o tratamento, devemos focar na segurança, cobrar supervisão e reforçar que não é a hora de apertar o passo”, ressalta o oncologista Antonio Carlos Buzaid, da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Veja, a seguir, táticas para se manter ativo em meio à luta contra o câncer:

O calendário: veja como se sente após uma sessão do tratamento e se exercite nos dias em que os sintomas abrandarem.
A expectativa: concentre-se mais nos benefícios da atividade contra o tumor e menos – bem menos – no desempenho.
Os cuidados: se a doença se espalha para o fêmur, por exemplo, é bom não sobrecarregar a perna. Respeite as limitações impostas pelo médico.
A supervisão: o ideal é programar os treinos junto a educadores físicos e outros profissionais com experiência em oncologia.

– A prevenção contra o Coronavírus depende também de se evitar a ignorância!

Neste 45º dia da chegada do Novo Coronavírus no Brasil, as mortes deverão ultrapassar (quando divulgadas à tarde) lamentável a marca de 1000 pessoas.

Infelizmente, há quem desdenhe do número e queira absurdamente comparar com outros dados de doenças (normalmente falsos, retirados da Internet), alegando que são poucas vítimas.

Não se engane: em 2019 inteiro, morreram 782 pessoas de Dengue, 796 da Gripe H1N1 e 15 de Sarampo em nosso país (dados do Ministério da Saúde). E em 1 mês e ½ de Covid… lembrando que o pico ainda está por vir.

Higienização e pouca exposição: são as duas coisas que previnem. Além de se evitar a ignorância, é claro.

– O primeiro banco de espermatozoides exclusivamente doados por portadores de HIV do mundo foi inaugurado na Nova Zelândia

Tenho medo dessas situações. Respeito a ciência, mas temo como cidadão comum justamente pelo trauma de quem viveu os anos 80 e o medo dessa praga.

Aliás, há tempos refleti aqui no blog sobre a doação de sêmem. Para mim, hoje, não é uma ação adequada justamente pela quantidade de crianças à espera de adoção (mas isso é um outro tema…). Mas a questão do título desta postagem chamou a atenção. 

Abaixo, em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/11/27/nova-zelandia-inaugura-primeiro-banco-de-esperma-hiv-positivo-do-mundo.htm

NOVA ZELÂNIDA INAUGURA PRIMEIRO BANCO DE ESPERMATOZOIDES HIV POSITIVO

A Nova Zelândia inaugurou, hoje, o primeiro banco de espermatozoides exclusivamente doados por portadores de HIV. O objetivo, de acordo com os administradores do banco, é diminuir o estigma em torno da doença sexualmente transmissível.

Como apontou reportagem da Deutsche Welle, todos os doadores tem uma “carga viral indetectável”, obtida através de tratamentos médicos que tornam impossível a transmissão do vírus para outros indivíduos.

“Um banco de esperma HIV positivo é perfeitamente seguro”, definiu o professor Mark Thomas, da Auckland University, especialista em doenças infecciosas. “Quando a pessoa está passando por tratamento consistente, é impossível detectar o vírus em seu sangue e em outros fluídos”.

Batizado de Spem Positive, o empreendimento não encontrou dificuldade de achar doadores. Poucos deles, no entanto, desejaram vir a público, temendo o estigma que a doença carrega.

Rodrigo Olin, que comanda a New Zealand AIDS Foundation, foi um desses poucos: “Infelizmente, as pessoas ainda sentem vergonha de falar sobre o seu status positivo. O que importa é que, antes, não podíamos doar espermas e criar vidas, e agora podemos”.

Banco de esperma em Birmingham, Reino Unido - Getty Images

– Em 43 dias, Covid-19 já matou mais em 2020 do que Sarampo, Dengue e H1N1 em 2019 inteiro! E sobre a hidroxicloroquina, uma posição.

Não acredite em Fake News e em fanáticos políticos, de Esquerda ou de Direita. Acredite na verdade, na lisura e na ponderação.

Dessa forma, segundo o Ministério da Saúde (números oficiais), já morreu mais gente por conta do Coronavírus em 2020 do que das “doenças populares replicadas na Internet por Fake News do que em todo ano de 2019”. Abaixo:

  • Nos 365 dias de 2019, os mortos no Brasil foram:
       Dengue: 782.
       Gripe H1N1: 796.
       Sarampo: 15.
  • Em 43 dias de 2020, os mortos pelo Novo Coronavírus no Brasil foram:
       Covid-19: 823.

Portanto, percebamos como a coisa é séria. Vaias para quem divulga números falsos e minimiza a pandemia e Aplausos para quem estuda, pesquisa e trabalha em soluções médicas.

Diante disso, existe a polêmica sobre a hidroxicloroquina, dividindo muitos médicos. Em si, a situação é que o remédio usado para combater a malária, lúpus e artrite teria ótimos resultados se ministrada em pacientes de Covid-19.

Quem é contra, sustenta que ainda faltam pesquisas mais profundas. Quem é a favor, alega que estamos numa tragédia mundial e já é hora de usar a droga oficialmente.

Compartilho um texto muito bom (na verdade, uma carta) assinada por 30 importantes cientistas brasileiros, a respeito do uso favorável da hidroxicloroquina. O link em: https://brasilsemmedo.com/cientistas-publicam-carta-aberta-ao-ministro-da-saude/

Bahia autoriza tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina ...

– Já são 114 mortes por Covid-19 no Brasil nas últimas 24 horas. Que Deus nos ajude!

Falamos ontem sobre a necessidade de cuidados máximos nessa semana com o contágio pelo Novo Coronavírus (em: https://wp.me/p4RTuC-pkU). A previsão seria de grande número de infectados nos próximos 14 dias.

Vale lembrar os procedimentos básicos: para quem não pode ficar recluso, usar máscaras, passar álcool gel, manter distância de outras pessoas e caprichar na higiene.

Mas pense na progressão das mortes, ainda não estando no pico: essa praga altamente contagiosa matou mais de cem brasileiros somente em um dia. Quantos morrerão até o final dela? E como ficarão os hospitais se o sistema entrar em colapso?

Brasil registra 11.130 casos de covid-19 e 486 mortes | Agência Brasil

– Bolsonaro e Mandetta: igualzinho ao futebol…

A “demissão / não demissão do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por parte do presidente Jair Bolsonaro, foi aparentemente a mesma estratégia ocorrida no mundo do futebol.

Em um primeiro momento, o cartola deixa vazar a insatisfação com o treinador e testa com os seus pares a possibilidade de demiti-lo. Aí ocorre um segundo momento: alguém se passa de “fonte confiável” para a imprensa (usando os jornalistas), dá como certa a saída do técnico e ao mesmo tempo a especulação do nome do seu substituto. Se a torcida (ou o eleitor / população) aprovar, consome-se o ato. Se a repercussão for negativa, não passou de “barrigada dos repórteres” ou “desespero para dar um furo”.

O futebol imita a vida, e a política imita o futebol neste caso. Em meio das vaidades do Planalto, o Ministro da Saúde ganha sobrevida por algumas rodadas – lembrando que há treinador que cai mesmo fazendo um bom trabalho aqui no Brasil!

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta em coletiva no Planalto Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

– Mantenhamos a prudência: Duas semanas de apreensão no Brasil, Japão em alerta e Equador enterrando em caixões de papelão!

Se prevê que entre os dias 06 a 20 de abril teremos os dias mais delicados no que tange a contaminação pelo Novo Coronavírus em nosso país. Dessa forma, todos os cuidados são necessários.

Alguns países que haviam tentado não fazer o isolamento acabaram cedendo: vejam o Japão, que começou a orientar as pessoas para ficarem em casa. Pior: o Equador, que mesmo tentando segurar a população, vê o tão temido colapso nos hospitais (já que o número de pessoas infectadas é altíssimo e a rede de saúde não consegue atender não só eles, mas as pessoas de outras enfermidades), resultando em um grande número de óbitos que culminou na falta de, pasmem, caixões nas funerárias (assim como tem sido feito na Venezuela)!

Viveremos duas semanas que exigem prudência!

Abaixo, a triste situação de Guayaquil, em material extraído da IstoÉ:

Extraído de: https://istoe.com.br/caixoes-de-papelao-suprem-demanda-durante-emergencia-sanitaria-no-equador/

EQUADOR USA CAIXÕES DE PAPELÃO PARA MORTOS DO CORONAVÍRUS

Guayaquil, cidade mais castigada pelo novo coronavírus no Equador, tenta responder com caixões de papelão à alta demanda de féretros provocada pela pandemia, informou neste domingo a Associação de Papeleiros.

O município recebeu uma doação de mil caixões de papelão prensado da associação, que foi entregue a dois cemitérios da localidade. “É para que possam cobrir a demanda de caixões, que estão em falta na cidade ou são extremamente caros”, disse um porta-voz do conselho de Guayaquil à AFP.

A província de Guayas, que está militarizada e cuja capital é Guayaquil, registra a maior incidência da Covid-19 no país, com 2.524 infectados, entre eles 126 mortos.

Os caixões estão em falta na cidade, assinalou Santiago Olivares, dono de uma funerária. “Vendi 40 que tinha na sucursal do centro e outros 40 da sede de Durán. Pedi mais 10 para o fim de semana e já acabaram.”

Os caixões no porto de Guayaquil, motor econômico do Equador, são vendidos por um preço a partir de 400 dólares, mas, na cidade, os fornecedores não conseguem atender à demanda.

“Devido ao toque de recolher, não há fornecimento suficiente de material”, explicou Olivares, lembrando que um caixão de papelão não atende às normas sanitárias do governo para o enterro de vítimas da Covid-19.

Os caixões de papelão “serão de grande ajuda para proporcionar uma sepultura digna aos mortos durante esta emergência sanitária”, publicou no Twitter a prefeitura de Guayaquil, onde famílias imploram para que as autoridades removam os corpos de residências e ruas.

O Equador, que reportou 3.646 casos de Covid-19, e 180 mortos, está sob um toque de recolher de 15 horas. O governo equatoriano também decretou estado de exceção.

Equador usa caixões de papelão para suprir demanda de mortos por ...

– Controle Emocional em época de Quarentena!

Gostei e vale compartilhar:

– Vacinação da Gripe em Jundiaí retornará na 2a feira.

Informação importante a nós, jundiaienses: a vacina contra a gripe, que havia acabado, chegou e voltará a ser aplicada na próxima 2a feira!

A boa dica é: no Parque da Uva, a vacinação será no esquema Drive Thru.

– Não se pode morar (nem morrer) na rua!

Viram as imagens de Las Vegas (EUA), onde um grande estacionamento foi demarcado com retângulos a fim de que os moradores de rua possam dormir “seguros” e não contrair o Novo Coronavírus?

Puxa… me chocou. O que acontecerá ao mundo?

Assistir cenas como essa, ver os caixões empilhados no Equador ou o desespero de espanhóis e italianos, traz uma grande tristeza.

Há pouco, no noticiário noturno, tanto o presidente americano Donald Trump pediu para pessoas ficarem em casa quanto Boris Johnson, primeiro-ministro inglês, que acrescentou “ficar em casa é salvar vidas”.

Não existe muita saída: é uma bola de neve, que arrasa economias, destrói sonhos e, principalmente, mata!

Ouvir os relatos de quem morre pela insuficiência respiratória causados pelo Covid-19 dá medo. É ser sufocado e nada poder fazer.

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– Novo Coronavírus está assustando com sua violência! Mais letal do que os chineses falaram?

As 8 nações onde o Novo Coronavírus mais matou ontem, 4a feira, com seus respectivos números de mortos foram:

1041 nos EUA
923 na Espanha
727 na Itália
563 no Reino Unido
509 na França
156 na Alemanha
134 na Holanda
123 na Bélgica

Diante desses dados (repare: de UM único dia), como explicar os boletins chineses de que o perigo maior era para os idosos, sendo que hoje se percebe que pessoas saudáveis também não estão “tão imunes” como se acreditava? Quer dizer que no país mais populoso do mundo, que tanto demorou a notificar a OMS, morreu “pouca gente pelo eficiência de suas ações”, ou diante da ditadura que existe por lá, as informações oficiais do Governo mascararam os números reais de mortos?

Se nas Democracias as informações já são duvidosas (especialmente do número de infectados, já que não são todas as pessoas que conseguem fazer o teste – ao contrário, é a minoria), imagine onde não existe Liberdade de Expressão e a única fonte de informação é o próprio Governo de Pequim? A lógica, o bom senso e a inteligência levam a crer que morreram muito mais pessoas do que o número divulgado pelo Partido Comunista Chinês.

A verdade é: a Pandemia é maior do que se imaginava, e agora que o caos está chegando ao mundo mais “real” das coisas (sem a censura das informações, vide o médico chinês que tentou avisar logo no início do perigo do Covid 19 e foi detido – tendo morrido há pouco tempo pelo próprio vírus), devemos ter ideia do pavor que essa praga descontrolada realmente é.

Não sejamos ingênuos em acreditar que “tudo foi feito com presteza e a China controlou o Novo Coronavírus”. Se fosse assim, como entender a necessidade de SEGUNDA QUARENTENA como tem ocorrido por lá?

Que Deus nos ajude, especialmente quando os número explodirem aqui no Brasil. Não tenhamos politização da causa nem uso eleitoreiro, mas decisões corretas e racionais para salvar vidas. E, por fim, não ouçamos o discurso insensível de que “vai matar umas 5000 ou 7000 pessoas e por isso não pode quebrar a economia” (vide em: https://wp.me/p4RTuC-pcb). Com pesar, morrerão muito mais.

Extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/coronavirus-china-subnotificou-casos-e-mortes-diz-inteligencia-dos-eua/

CHINA SUBNOTIFICOU CASOS E MORTES, DIZ INTELIGÊNCIA DOS EUA

A China ocultou a extensão do surto de coronavírus, subnotificando o total de casos e mortes causadas pela doença, segundo um relatório elaborado pela inteligência americana, revelou uma reportagem da agência Bloomberg nesta quarta-feira, 1. Esta não é a primeira vez que os Estados Unidos acusam Pequim de mascarar os dados sobre a pandemia.

O documento com as conclusões sobre as alterações nos números foi entregue à Casa Branca na semana passada. Segundo funcionários da inteligência americana que falaram à Bloomberg sob condição de anonimato, ele conclui que a China publicou dados incompletos sobre mortes e contágios pela Covid-19 intencionalmente.

O surto de coronavírus começou na China em dezembro passado e hoje o país tem 82.361 casos e 3.316 mortes. Desde a descoberta da doença, o vírus já se espalhou por todo o mundo e atualmente os Estados Unidos são o país com maior número de infectados – 203.608 casos e 4.476 mortes.

Desde que os casos de coronavírus começaram a se multiplicar, Washington e Pequim se envolveram em uma nova disputa, com troca de acusações constantes.

Nesta terça-feira 31, a imunologista que assessora a Casa Branca, Deborah Birx, disse ainda que os dados equivocados divulgados pela China passaram a impressão para os demais países de que o problema era menor do que realmente é, e por isso nações como Itália e Espanha não se prepararam de forma suficiente para o surto.

Por sua vez, várias autoridades chinesas divulgaram teorias sobre uma suposta conspiração e até apontaram que o coronavírus foi levado para a China pelos militares americanos. Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, chegou a sugerir no Twitter que o “paciente zero” da pandemia pode ter vindo dos Estados Unidos. A informação se espalhou pelas redes sociais locais.

Passageiro tem a sua temperatura verificada na entrada de uma estação de metrô, em Pequim, na China Mark Schiefelbein/AP

– Vacinação sem sair do carro em Jundiaí!

Boa notícia! Haverá vacinação de idosos sem que eles precisem descer do carro em Jundiaí, na próxima 4a feira.

Informações no banner:

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– Se até no Sírio-Libanês houve contágio… pobres médicos e infelizes inconsequentes!

A coisa é séria, embora muitas pessoas não tem se dado conta: o Hospital Sírio Libanês, de altíssimo padrão e excelência, afastou 104 funcionários de diversas áreas por testarem positivo para Covid-19, nesta 2a feira.

Se com toda a estrutura e protocolos de segurança que há naquela reconhecida instituição acontece isso, imagine o que acontecerá aos que estão expostos os corajosos médicos brasileiros em outras unidades de saúde menos aparelhadas!

Pense: a Disneylândia está fechada, o Vaticano idem, as Corridas de Fórmula 1 adiadas, o Futebol parou, Os Jogos Olímpicos remarcados, mas… aqui no Brasil, o Novo Coronavírus “não é tão importante assim” como alguns mais confiantes dizem, né?

Em que cidade se situa o Sírio Libanês mesmo? O principal estádio de futebol municipal, o Pacaembu, se tornou  um hospital de campanha. Mas, segundo incrédulos, é exagero da mídia… Culpa da Globo? As pessoas que morreram são de mentirinha, não?

Esqueça a história de que o H1N1 foi mais grave ou outras balelas. Querem comparar números de uma epidemia inteira ocorrida com as poucas (e terríveis semanas) do Novo Coronavírus. Não sejamos imprudentes e saibamos separar as coisas.

Ironias a parte, lamento pelo que vi hoje: após dias sem sair de casa, fui levar alguns remédios de rotina para meus sogros em sua chácara na região do Bairro do Paiol Velho (onde o Delivery não chega). No caminho, na Estrada de Santa Clara, passei por comércios movimentadíssimos, muitos grupos de ciclistas passeando tranquilamente para a Serra do Japi e até alguns cavalos e charretes!

Juro (e não costumo jurar): se eu não soubesse que é uma 2a feira e que estamos mundialmente em resguardo, imaginaria que seria um sábado ou um feriado.

O quanto antes nos preservarmos em casa, mais rápido será a volta ao normal. Mas com a inconsequência de quem está curtindo “mini-férias”, aí não vai dar.

ATENDIMENTO DOMICILIAR NO DIAGNÓSTICO DE CORONAVÍRUS | Sérgio Franco

– Pergunte ao Pacaembu se está tudo bem…

Se a vida está tudo bem e pode-se manter a rotina, como alguns insistem em dizer, veja a imagem abaixo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.

Parece-me que não é um jogo de futebol que acontecerá, tampouco um show que se realizará…

Quando uma Praça Esportiva como esta vira Hospital, é necessário levar a sério a situação, não acham?

– Sonhar é Preciso!

Nesses tempos turbulentos, muita gente têm dificuldade para dormir. E isso é perigoso, pois novos estudos mostram que além de descansar no sono, é necessário sonhar!

Os motivos para isso?

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/por-que-e-preciso-sonhar/

POR QUE É PRECISO SONHAR

Pesquisa mostra que estamos sonhando pouco. Isso pode levar a graves problemas de saúde, entre eles dificuldade de memória e obesidade

Por Cilene Pereira

Um artigo científico publicado na semana passada no jornal da Academia de Ciências de Nova York acendeu um alerta em um campo da vida humana que parecia imune às circunstâncias históricas. De acordo com o trabalho, a sociedade vive uma epidemia silenciosa de perda dos sonhos. Estamos deixando de sonhar. Quem assina o estudo – uma revisão de pesquisas a respeito do assunto – é Rubin Naiman, especialista em sono e sonhos da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

O grande problema disso é que, a exemplo do sono, sonhar promove benefícios diretos à saúde mental e física. É também por meio dos sonhos que traumas podem ser tratados, fobias amenizadas e memórias consolidadas. “Se não sonhamos, não digerimos nossas experiências. É como uma indigestão psicológica”, disse Naiman à ISTOÉ. O ato está associado ainda à regulação de processos metabólicos importantes que, se não ocorrerem da forma esperada, podem levar à obesidade e diabetes.

RELAXAMENTO TOTAL
A falta de tempo para sonhar é resultado do crescimento das dificuldades que o homem moderno apresenta para dormir. A insônia é hoje um dos principais problemas de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que 36% da população sofram de insônia. Sem dormir, obviamente é impossível sonhar. Mas, mesmo dormindo, porém com qualidade ruim, também não se sonha. Para que os sonhos aconteçam, o sono precisa atingir o estado REM (rapid eyes moviment, em inglês), o mais profundo de todos os estágios. “Nesses momentos, o cérebro está em relaxamento total”, explica Naiman. “E consegue processar o que registrou durante o dia, tentando atenuar as emoções negativas e consolidando as memórias.”

A patente importância dos sonhos e, ao mesmo tempo, a constatação de que eles estão rareando, obrigam os cientistas a buscarem meios de estimulá-los. Os primeiros, mais óbvios, objetivam induzir o sono com mais facilidade. Nessa seara, destacam-se a ênfase na adoção de hábitos como os de manter os horários de se deitar e o uso de substâncias que auxiliam. Entre elas, estão a melatonina (hormônio que participa do ciclo circadiano) e suplementos com l-triptofano, aminoácido precursor da serotonina. O composto ajuda no tratamento da insônia.

Outra estratégia é a indução aos chamados sonhos lúcidos. Nesse caso, o indivíduo tem consciência de que está sonhando e é capaz de interferir em seu conteúdo. O recurso vem sendo estudado porque, aplicado corretamente, ajuda a apagar ou a atenuar sentimentos ruins relacionados às memórias, contribui no tratamento de traumas, fobias e para a melhora da performance esportiva por atletas. Nos sonhos, eles “treinam” força, equilíbrio e coordenação, entre outras habilidades. Segundo os resultados vistos até agora, há impacto positivo real no desempenho esportivo de cada um deles.

Na semana passada, o pesquisador australiano Denholm Aspy, da Universidade de Adelaide, anunciou ter testado com sucesso um novo método para permitir a ocorrência de sonhos lúcidos. Consiste na combinação de três recursos, entre eles um pelo qual a pessoa acorda depois de cinco horas e repete a si mesma que adormecerá, terá um sonho lúcido e se lembrará de seu roteiro. “Estamos perto de uma maneira bastante efetiva de indução dos sonhos lúcidos”, disse Aspy à ISTOÉ. “Eles poderão ser usados para beneficiar muita gente.”

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– O Prefeito de Milão admite: nosso erro foi pedir para as pessoas continuarem a rotina, sem entender a virulência do Novo Coronavírus

Milão admite: pedir para as pessoas não ficarem em casa foi o grande erro, motivando a disseminação do Coronavírus e as milhares de mortes na cidade.

As palavras são do próprio prefeito, Giuseppe Sala. Abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2020/03/26/interna_mundo,840540/erramos-um-mes-apos-campanha-para-nao-parar-milao-tem-4-4-mil-mort.shtml)

“ERRAMOS”: UM MÊS APÓS CAMPANHA PARA NÃO PARAR, MILÃO TEM 4,4 MIL MORTOS

Prefeito de Milão admite que campanha #MilãoNãoPara foi um erro: “Ninguém ainda havia entendido a virulência do vírus”

Por Luiz Henrique Campos*/Estado de Minas

O prefeito de Milão, Giuseppe Sala, reconheceu, nesta quinta-feira (26/3), que errou ao apoiar a campanha “Milão não para”, que, lançada há exatamente um mês, estimulou os moradores da cidade a continuar as atividades econômicas e sociais, mesmo com a pandemia do novo coronavírus.

No início da divulgação da hashtag na internet, em 26 de fevereiro, a Lombardia, região setentrional da Itália, tinha 258 pessoas infectadas pelo vírus, e o país inteiro contabilizava 12 mortes.

Hoje, Milão é a província da Itália mais atingida pela Covid-19, registrando 32.346 casos de pessoas contaminadas e 4.474 óbitos, de acordo com balanço da Defesa Civil divulgado nesta quinta-feira, 26 de março. Em termos quantitativos, a cidade abriga 40,1% da população italiana acometida pela doença, representando 54,4% das mortes no país.

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título #MilãoNãoPara. Eram 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente errado”, reconheceu Giuseppe Sala, em entrevista a uma emissora italiana. “Ninguém ainda havia entendido a virulência do vírus, e aquele era o espírito. Trabalho sete dias por semana para fazer minha parte, e aceito as críticas”, afirmou.

Catedral de Milão é reaberta apesar da ameaça do novo coronavírus ...

– Jamais pensei em concordar com o Sarney, mas…

Ironias mundanas: José Sarney, que reinou por muito tempo em nosso país, disse à Folha de São Paulo:

“Sem a vida humana nada se compra nem se vende”.

A frase foi dita quanto se questionou sobre a inevitável recessão que teremos. Refletindo-a, como não deixar de admitir isso?

Nunca imaginei que concordaria com ele em um assunto tão delicado… Preserva-se a rotina diária sem resguardo, e sobra o quê? Faz resguardo, e a produção vai para onde? Ô difícil decisão!

Mas, para mim, os cuidados para a vida (em especial dos que não podem se infectar) deve prevalecer.

A mágoa de Sarney - Época

 

– A amplitude do Covid-19 e o pedido das prostitutas

Em um país de grande diversidade e de número elevado de entidade de defesa de direitos, uma categoria levanta a vós pedindo ajuda contra o novo coronavírus: a das prostitutas em MG.

Embora possa parecer inusitado, o mote é respeitável:

Extraído de: https://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2020/03/covid-19-prostitutas-de-mg-querem-ser-incluidas-em-plano-do-governo/

COVID-19: PROSTITUAS DE MINAS GERAIS QUEREM SER INCLUÍDAS EM PLANO ESPECIAL

“Ninguém pensa nas prostitutas, mas todo mundo usa”. Com essa afirmação, Cida Vieira cobra dos governantes a inclusão da categoria nas discussões sobre o combate ao novo coronavírus e medidas para minimizar eventuais prejuízos da classe.

Ela é diretora-geral da Aprosmig (Associação das Prostitutas de Minas Gerais).

Para Cida, governos estadual e federal ignoraram a classe ao definirem as principais políticas envolvendo a pandemia.

Sua entidade marcou para esta quinta (19) [já ocorrida] um evento em sua sede para discutir medidas de segurança para a saúde das prostitutas e a possibilidade de continuidade do exercício da atividade em tempos em que o isolamento virou questão de sobrevivência. A sindicalista afirma ter convidado a Polícia Militar de Minas Gerais e donos de hotéis para participar da discussão.

“Estamos falando de um grupo vulnerável, que precisa receber mais atenção. Vai ter exame em cliente para detectar se ele está contaminando? Como vai ser a prevenção? Como elas farão para sobreviver se pararem de trabalhar?”, indaga Cida.

O Governo Federal anunciou que vai dar ajuda financeira a trabalhadores informais

Cida defende que seja regulamentada uma maneira de as profissionais do sexo também receberem ajuda diante da iminência de queda nos negócios.

“Se vão ajudar caminhoneiro, eles têm que ajudar prostituta também. Como elas vão pagar suas contas se deixarem de trabalhar”, afirmou.

Na opinião da sindicalista, um desaquecimento no ramo pode gerar uma série de implicações. “Ninguém pensou no aumento nos casos de violência contra as mulheres se as prostitutas pararem. Não vai haver aumento de estupros quando os homens perceberem que não conseguem mais sair com uma prostitutas? Se as boates fecharem, elas irão para as ruas, ficarão desprotegidas” argumentou Cida.

“Queremos uma posição do governo em relação às medidas de prevenção específicas para as prostitutas e assistência para elas”, completou.

A categoria faz parte da Classificação Brasileira de Ocupações. Acontece que a profissão não foi regulamentada. Assim, as prostitutas não têm direito a benefícios trabalhistas.

Acreditando haver abandono das prostitutas por parte das autoridades, a associação mineira elaborou uma lista de recomendações para passar as suas associadas com o objetivo de elas se protegerem contra o Covid-19 sem deixarem de trabalhar.

“Algumas recomendações são usar luvas, evitar o toque de lábio com lábio e a respiração próxima em relação ao cliente”, explicou.

De acordo com a diretora, a entidade tem 3,5 mil associadas. Segundo Cida, entre elas há várias pessoas idosas e que fazem parte do grupo de risco de contaminação do Covid-19.

*Além dos habituais posts publicados neste blog, por tempo indeterminado, esse espaço também será dedicado a temas relacionados ao novo coronavírus

Esquecidas pelo #MeToo, prostitutas protestam na França contra ...

– Pobres Médicos brasileiros…

Minha prima Mônica (Dra Mônica Franco de Oliveira) é médica. Ela, vocacionada como é, está trabalhando praticamente sem folga nesses últimos dias por conta do Covid-19. Com a ajuda de familiares, têm deixado os filhos em casa, no isolamento, e sai a cuidar da vida dos desconhecidos.

“É médica, a profissão exige isso”, você poderá dizer. Mas, neste terrível momento de incertezas, será que ela também não gostaria de estar com as pessoas queridas em resguardo, como muitos estão?

Mas vamos lá: o mote dessa postagem não é falar sobre ela, mas da classe que ela representa: os médicos do Brasil, que nesse momento se desdobram para ajudar e fazer além do que lhes é devido.

Quer um exemplo? Os Equipamentos de Proteção e Segurança! Nem todos estão tendo acesso a material de qualidade. Os EPIs do Exterior são completamente diferentes do que os fornecidos aos médicos daqui, trazendo indignação aos profissionais que acabam ficando bem mais desprotegidos do que seus colegas de outros países. Aliás, reflita: eles são a linha de frente, os primeiros a serem infectados por pacientes. Não se deveria pensa com muito mais carinho e zelo pela segurança deles?

Assim, valorize o médico que te consultar. Ame-o, respeito-o, reze por ele e pelos seus familiares. São mais do que merecedores! Embora, infelizmente, há aqueles que endeusam ídolos da Política ao invés de anônimos salvadores da Pátria.

– Até o Batman alertando!

Uma imagem diz tudo!

Sobre Batman, Robin, seu fiel mordomo Alfred e o Coronavírus, abaixo:

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– Não, presidente… De novo com a história de “gripezinha e resfriadinho”?

Aí fica difícil até mesmo para o mais ferrenho eleitor de Jair Bolsonaro defender suas declarações. De novo, SOMENTE hoje, quase 800 mortos na Itália e 450 na Espanha. Mas enquanto as mortes vão se somando diariamente em todo o mundo, e o Brasil vê o número disparar de infectados e mortos, minimiza-se a pandemia como se fosse alguma coisa “desprezível”!

Ao invés de pedir para as pessoas se resguardarem, o presidente Jair Bolsonaro vai em cadeia nacional de rádio e tv dizer que é gripezinha e resfriadinho?

Aí é sacanagem… não pode ser lúcido tal pronunciamento. E ninguém o orientou?

Como diria o Zé Boca-de-Bagre, o amigo do Prof Reinaldo Basile aqui de Jundiaí, Bolsonaro deve ter um monte de inimigos e quer vê-los morrendo de Covid-19…

Se eu sou o Ministro Mandetta, que está implorando para as pessoas se prevenirem e tomarem cuidados básicos, pediria demissão do cargo. O que adianta ele se esforçar tanto para conscientizar as pessoas do perigo do Novo Coronavírus, seu chefe faz exatamente o contrário?

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– Os números dos casos de Coronavírus no Brasil são reais?

É lógico que os casos reais de Coronavírus estão longe dos números divulgados. E por vários motivos: os poucos exames que divulgam os casos positivos (pessoas saudáveis que contraiam o coronavírus, fora do grupo de risco, dificilmente serão submetidas a curto prazo; pobres e demais excluídos (pois o exame, se pago, é caríssimo) e a própria não locomoção da pessoa ao Posto de Saúde / Hospital.

Assim, se nos assustamos com os números oficiais, devemos ficar mais impactados com os não contabilizados – que são, verdadeiramente, a grande massa e que não serão contados e nunca saberemos quantos foram.

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– Ajude os Bancos de Sangue neste momento tão delicado

Se as pessoas já estavam com medo de ir a qualquer hospital nos últimos dias, com o pedido de quarentena o movimento desnecessário à uma entidade de saúde diminuiu (desde que não seja urgente ou do próprio caso suspeito de Covid-19).

Mas também os casos de “movimento necessário” caem por tabela: por exemplo, o de doadores de sangue!

Sou doador voluntário regular, e por um probleminha de saúde (controlado hoje, sem gravidade) estou impedido de doar por um tempo. E, conversando com pessoas que também abraçam a causa, me assustei ao saber o quanto despencou o número de bolsas de sangue e de plaquetas: motivados pela época (pós-Carnaval) medo de infecção e refúgio em casa.

Apesar de toda a quarentena, existe essa necessidade urgente! Se você é saudável e preenche os requisitos, tome os cuidados devido e vá doar sangue. Os bancos de sangue PRECISAM muito desse precioso líquido, insubstituível!

A vida agradece…

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– Os gastos no Futebol e na pesquisa Científica

Eu sei que são coisas distintas, mas é impossível (ao menos), não refletir!

Veja a resposta dessa pesquisadora espanhola, sentindo-se pressionada sobre perguntas a respeito de tratamento e cura para o Coronavírus. Na imagem:

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Pode até ser uma Fake News (não estou dizendo que é ou não), mas a ideia para se questionar é extremamente válida!

– Um pulmão com coronavírus: como ele é?

A CNN Brasil conseguiu a comparação real de um pulmão sadio e um com coronavírus. Impressionante!

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/03/22/raio-x-mostra-evolucao-do-coronavirus-em-pulmoes-veja-antes-e-depois

TOMOGRAFIA REVELA PULMÕES ANTES E DEPOIS

A CNN obteve com exclusividade neste domingo (22) duas imagens de tomografia do tórax de uma mulher com mais de 70 anos de idade. As duas imagens foram feitas em um espaço de dois dias e revelam a evolução do novo coronavírus nos pulmões. 

No segundo exame (imagem superior) é possível verificar espaços esbranquiçados nos pulmões, que são inflamações, consequência direta da presença do coronavírus no órgão. 

Segundo Pedro Benedito Jr., diretor-executivo da Prevent Senior, que cedeu as imagens para a CNN, o termo técnico para essa imagem é “vidro fosco”, quando há acúmulo de líquido nos pulmões. 

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– Dicas para as crianças não pegarem Coronavírus!

Recadinho para todas as crianças: a Maria Estela avisa o que precisa fazer para se proteger do Coronavírus!

Assista esse vídeo: https://youtu.be/6bG9FmBifrs

(E faça como a gente: use a imaginação e brinque dentro de casa).