– Próteses de Silicone Impróprias: o Escândalo Mundial

Durante toda a semana, as emissoras de rádio e TV noticiaram o alerta da ANVISA sobre as Próteses de Silicone da marca francesa PIP (Poly Implants Prothèses).

Acontece o seguinte: nos anos 90, o uso de próteses de silicone era comum em mulheres que retiravam os seios após intervenções cirúrgicas para a extração de Câncer de Mama. No Brasil, havia pouquíssimas opções (nenhuma nacional), e uma das marcas pioneiras era a PIP, pois foi a primeira a desenvolver (parece incrível por ser um conceito tão básico) próteses que diferenciavam a mama esquerda da direita.

Nos anos 2000, o uso de silicone se popularizou em questões estéticas, onde mulheres aumentavam os seios para melhorar a beleza e aumentar muitas vezes a auto-estima de um corpo bonito.

Porém, a francesa PIP faliu (a líder, hoje, é uma marca da Johnson & Johnson). E lá na França, especialistas descobriram que ao invés do silicone com a formulação correta para próteses, a empresa utilizava silicone industrial (para a construção civil). O caso veio à tona depois que uma mulher de 53 anos morreu após serem encontrados traços de silicone no pulmão e no esôfago. Outras mulheres francesas que há tempos usavam tal marca de silicone contraíram câncer.

No Brasil, estima-se que 25.000 próteses da PIP foram comercializadas. O risco observado é o de vazamento da prótese, contaminando o corpo.

Fico pensando: imagine o trauma de uma mulher que sofreu com o câncer, implantou essas próteses e teve rompimento delas? Sem contar as que implantaram com finalidade estética.

O fundador da empresa, preso, alegou que isso foi feito (o uso de silicone inadequado para fins médicos, que forçam a ruptura das próteses) para aredução de custos e maior competitividade”.

Assustador a ganância comercial, não?

– Um Demagogo com Liberdade de Expressão

Há certas coisas que impressionam negativamente. Vejam só: Hugo Chávez, que faz tratamento contra o câncer, disse que:

Não seria estranho se eles tivessem desenvolvido a tecnologia para induzir o câncer e ninguém soubesse disso até agora”.

Ele se referia ao fato de Lula, Dilma, Cristina Kirchner, Fernando Lugo e ele próprio terem sofrido de câncer, E SUGESTIONOU QUE A CIA (EUA) houvera sido responsável pela doença deles.

Demais, não? E um demagogo como ele é presidente de um importante país…

– Quem disse que o Esporte Profissional é Saudável?

Normalmente, jogo golfe aos domingos. Não posso correr mais. Esse é o meu esporte”.

Ronaldo Nazário.

Estou com meu joelho em recuperação por culpa do menisco. Ainda não decidi se opero ou não, mas o desgaste dele tem uma origem indubitável: o desgaste dos treinos para a arbitragem profissional de futebol.

Quando eu atuava, nós, árbitros, sempre nos debatíamos sobre os excessivos exercícios e das cobranças quando ao condicionamento físico. A planilha de treinos não é algo saudável. Hoje, o resultado é esse: problemas físicos em decorrência dos inviáveis treinos.

Você que é árbitro: cuidado. Siga as recomendações do seu profissional de confiança. Não se deixe levar por pedidos indevidos de federações. Em SP, a FPF possui a equipe do Fedato, que é excepcional. E lembre-se: não abuse, afinal, você deve ser árbitro, não corredor.

– O Caubói do Câncer

Li a história de alguém que faz diferença. Ele é Henrique Prata, o benemérito que sustenta com dinheiro, ações e disposição o Hospital do Câncer em Barretos.

Não o conhece?

Veja que exemplo (extraído da Folha de São Paulo, Ed 24/12/11, pg C5)

O CAUBÓI DO CÂNCER

Por Araripe Castilho

Quando parou de estudar aos 15 anos e saiu de baixo das asas dos pais médicos para administrar fazendas do avô em Barretos, no interior de SP, Henrique Duarte Prata nem imaginava que um dia trabalharia com medicina.

Hoje, aos 58, ele “matuta” dia e noite para administrar o Hospital de Câncer de Barretos, instituição reconhecida por dar “atendimento de rico a pacientes pobres do SUS” -como Prata define.

Fazendeiro bem-sucedido e peão de boiadeiro aposentado, ele tem uma maneira simples de falar e um modo caubói de se vestir.

Prata assumiu o hospital de seus pais Paulo e Scylla Prata, no final dos anos 80. Tinha 35 anos e já era um rico fazendeiro. Ironicamente, seu objetivo era fechar a instituição, que atende só pessoas com câncer desde 1967.

Nos anos 80, a hiperinflação ajudou a quebrar o hospital -com dívidas de US$ 1,2 milhão na época.
A 30 dias de fechar as portas, Prata foi procurado por um dos médicos antigos do hospital. Ele o pediu que, antes de fechar o local, liberasse a cirurgia de um de seus pacientes. Caso não fizesse isso, a transferência dele para São Paulo talvez lhe custasse a vida.

No dia seguinte, Prata diz que estava “transformado” e comunicou ao pai que não só manteria o hospital aberto como ampliaria o complexo. “Ele achou que eu tinha enlouquecido.”

Nos anos 90, Prata passou o chapéu buscando doações de artistas para erguer novas instalações. Os espaços têm os nomes de seus “padrinhos”, como Chitãozinho e Xororó e Xuxa.

Esse tipo de ação é necessário porque a conta do hospital não fecha. Atendendo 3.500 pacientes ao dia, a instituição tem gasta R$ 15 milhões por mês, mas recebe só R$ 9,5 milhões do SUS.

PLANOS

Para atender um número maior de pessoas, muitos planos surgem “da cachola” do “Doutor Peão”. A inauguração, em 2011, do maior centro de treinamento em cirurgia minimamente invasiva da América Latina é um deles.

Outro sonho concretizado é a criação de uma faculdade de medicina em Barretos para aumentar a oferta de oncologistas. A primeira turma deve começar em fevereiro.

Em março, quando a família Prata completa 50 anos de gestão do hospital, ele pretende lançar um livro e inaugurar um centro infantil.

Para a conclusão da ala para crianças do Hospital de Câncer, ainda faltam R$ 3 milhões. “Fiz um trato com São Judas Tadeu para ele me arrumar esse resto dentro de seis meses. Do contrário, deixo de ser devoto dele.”

– Líderes Latino Americanos sofrendo de Câncer

Cristina Kirchner está com Câncer.

Primeiro, foi a presidente Dilma (quando Secretária da Casa Civil), aí tivemos José Alencar; depois Hugo Chávez, Lula… E não nos esqueçamos de Fidel Castro.

Nada de predisposição aos cargos de liderança por aqui, mas, infelizmente, uma coisa é inegável: muitos cidadãos terão mais e mais câncer, pois os casos parecem aumentar em números relativos e absolutos.

– Infoxicação: Já Sofreu Disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”

Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto. 

– Cigarro é o grande Indutor à Cocaína, diz Universidade

Talvez seja notícia velha, mas mesmo assim ela é comprobatória e reforça os cuidados com a saúde: pesquisa da Universidade de Columbia mostrou que a nicotina intensifica a ação do gene FosB, relacionado à dependência química. Assim, quem fuma cigarros tem chance de 78% maior do que os não fumantes em consumir cocaína.

Se o cigarro é uma porta de entrada, que tal deixar de fumar? A culpa de um vício indesejado pode não ser sua, mas dos agentes do cigarro, certamente é!

– O Morto em Frente ao Hospital Particular: falta de solidariedade ou capitalismo ao extremo?

Ontem, um caso grave em Jundiaí: um senhor sofreu ataque cardíaco em frente ao Hospital Pitangueiras. Imediatamente, pessoas que estavam na calçada tentaram socorrê-lo, já que estava na porta do hospital. Nenhum médico quis atendê-lo. Coincidentemente, um bombeiro que passava no local tentou ajudá-lo, solicitando novamente por um médico. Nada. A alegação é que a obrigação era do SAMU (serviço público), já que ali é um hospital particular.

Populares chamaram a polícia, e o resultado final: o infartado acabou morrendo e dois médicos foram presos. Mas já estão soltos… pagaram fiança de R$ 1.000,00 cada.

E aí? Um Hospital Particular teria a obrigação de atender um transeunte que sofra um infarto na sua porta, ou, o que vale, é o talão de cheques disponível para pagar a conta?

Sinceramente, faltou humanidade nesse caso…

Extraído do Bom Dia Jundiaí: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/6786/Idoso+morre+e+medicos+sao+detidos+em+Jundiai

IDOSO MORRE E MÉDICOS SÃO DETIDOS

Por Marcelo Utida

Polícia Civil caracteriza omissão de socorro a uma vítima que teve mal súbito a 50 metros do hospital

O aposentado Edgar José da Rocha, 72 anos, morreu nesta quinta-feira (8) por parada cardiorrespiratória a cerca de  50 metros do Hospital Pitangueiras, no Vianelo. O delegado do 6º Distrito Policial, Carlos Alberto Abrantes, caracterizou o caso como omissão de socorro por parte da equipe médica e indiciou dois médicos  por homicídio culposo (sem intenção de matar).

Eles foram para a delegacia no carro da polícia e só acabaram liberados após o pagamento de fiança de R$ 1 mil cada. O hospital nega ter havido omissão de socorro. A polícia não revelou o nome dos médicos.

O aposentado, que morava na Vila Progresso, começou a passar mal por volta das 8h, quando caminhava em frente a um estacionamento ao lado do hospital, na avenida Pitangueiras. Com o mal súbito, ele teve uma queda e bateu a cabeça no chão, onde se formou uma poça de sangue.

A atendente Moniele Aparecida Polini Lidiani, 25, foi uma das primeiras a ver o  homem caído. Segunda ela, “neste momento, o aposentado ainda apresentava sinais de vida”. O primeiro pedido de socorro, segundo  contou,  foi feito a um segurança do hospital. “Ele negou qualquer ajuda”, disse. O fato teria gerado   indignação nas pessoas que estavam ali.

O  Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar foram acionados, no mesmo instante em que passava pela avenida o soldado Cassaniga, do 19º Grupamento de Bombeiros, que fez os primeiros-socorros.  Ele também tentou ajuda do hospital, mas sucesso. Depois, disse: “Se a vítima fosse atendida logo que começou a passar mal, poderia ter uma chance a mais”. 

O  Samu chegou cerca de dez minutos depois. Os  socorristas obrigaram o hospital a abrir as portas, mas  o aposentado deu entrada já morto.  

Família /Um filho da vítima, Edgar Luis Rocha, 30, informou que o pai tinha boa saúde e gostava de caminhar de manhã. O aposentado deixou mulher e dois filhos. Ele assegurou  que vai abrir um processo contra o hospital.

CRM irá abrir sindicância

O CRM (Conselho Regional de Medicina) informou que abrirá uma sindicância para apurar a possível omissão de socorro por parte dos médicos  ao aposentado Edgar José Rocha. A investigação vai correr
sob sigilo.

30 Minutos foi o tempo de espera até a  entrada no hospital

OAB se manifesta em nota

A Comissão de Direito Médico da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) enviou uma nota informando que juridicamente o profissional médico tem a obrigação de zelar pela saúde de todo o ser humano. “No entanto, deve ser pesado a possibilidade de fazê-lo, levando em conta o Código de Ética Médica”.

Lembre-se:
Código de Ética Médica_ É vedado ao médico deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo.

Hospital contesta indiciamento de médicos

Os dois médicos  indiciados pela Polícia Civil por homicídio culposo foram liberados nesta quinta após pagarem as fianças. Eles ficaram  cerca de quatro horas no 6º DP.

O advogado Glauco Ramos informou que o hospital irá recorrer. “O delegado tomou uma decisão precipitada, pois ainda não ouviu as testemunhas do hospital”, disse.

O caso ainda envolveu um técnico em enfermagem, o superior de enfermagem e um funcionário da segurança, terceirizada pela empresa WCA Brasil, que também foram levados pela polícia. Mas, para o delegado, estas pessoas não foram responsáveis pelo delito e responderão posteriormente.

Por meio de sua assessoria, o Hospital Pitangueiras também se pronunciou contrário à decisão, que  disse ter sido arbitrária por parte do delegado Carlos Alberto Abrantes. “Não é obrigação do hospital atender pacientes na rua, mas sim indicar o Samu que é responsável pelo procedimento legal. Isto não é omissão de socorro”, informa a assessoria.

O hospital confirmou que os dois médicos indiciados ontem vão permanecer em suas funções.

Trechos da decisão policial

“À vista das provas testemunhais e da falta do laudo de exame necroscópio, em termos jurídicos, entendo que se trata aqui de homicídio culposo tipificado no Código Penal perpetrado pelos médicos que tomaram conhecimento pessoal pelo técnico de enfermagem do mal súbito da vítima ocorrido nas cercanias do hospital, dotado de plena capacidade para realizar o atendimento de urgência e emergência. Há entendimento doutrinário e jurisprudencial nesse sentido, sobretudo pois o médico tem o dever legal e ético de atuar para evitar o resultado letal. (…) Crime instantâneo, consumado está no momento da omissão. Crime afiançável na fase inquisitória de persecução criminal a mesma foi arbitrada o valor de R$ 1 mil a cada autuado.”

– Cuidados de um Posto de Combustíveis: evento CEREST / VISAT

Estive nesta manhã num evento promovido pelo Centro Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST – Jundiaí, uma subdivisão do SUS para os municípios de Jundiaí, Várzea Paulista, Itatiba, Campo Limpo Paulista, Cabreúva, Louveira, Itupeva, Jarinú e Morungaba), em parceria com a Vigilância Sanitária do Trabalhador, sobre “Boas Práticas de Revenda de Combustíveis a Varejo”

Muito se falou no encontro sobre cuidados com a saúde do trabalhador, além de práticas ideais dos consumidores e proprietários dos Postos de Combustíveis. A grande preocupação se fez quanto a contaminação do Benzeno por parte dos frentistas e clientes, já que a gasolina contém 1% de sua formulação com tal elemento químico (1,5% para gasolina premium) e o mesmo é cancerígeno.

Segundo a pesquisadora Maria de Fátima Barrozo da Costa, da FIOCRUZ, as emissões de Benzeno correspondem, no Brasil, em 1% originadas pelo cigarro, contra 83% de motores a gasolina!

A grande preocupação se deve ao seguinte dado: a exposição a 1 ppm de benzeno durante 40 anos (uma porção por milhão), 13 pessoas a cada 1.000 desenvolveriam leucemia.

Outras preocupações debatidas: os clientes que praticam a poluição sonora, onde o excesso de ruído prejudica a saúde do frentista. Ou ainda, o uso de celular próximo aos locais que contém combustíveis.

Falou-se também sobre o “Projeto Posto de Revenda de Combustível e Revenda a Varejo (PRCV)”, sobre práticas e metas para a redução de emissores poluentes químicos.

Ainda, tivemos a palestra com o Dr Raimundo Simão de Melo, procurador regional do trabalho, sobre Responsabilidade Civil e Criminal na promoção e prevenção à saúde dos trabalhadores.

Por fim, houve a apresentação do “Projeto de Saúde do Trabalhador de PRCV de Jundiaí”, por parte do engenheiro Celso Augusto de Souza.

Ótima iniciativa. Espera-se, evidentemente, que todos cumpram as recomendações de prevenção à saúde discutidas nessa manhã.

Abaixo, dicas de Cuidados para Consumidores, Frentistas, e Donos de Postos de Combustível.

CUIDADOS DOS CONSUMIDORES

– Não fume, nem use celular na área do posto;

– cuidado ao acessar a área do posto, diminua a velocidade de seu veículo;

– não permaneça na área do posto sem necessidade, pois a área oferece risco de explosão e contaminação;

– evite participar de aglomerações na área do posto.

CUIDADOS DOS FRENTISTAS

– Evite sujar suas mãos de gasolina, óleo diesel e outros derivados de petróleo;

– mude de roupa imediatamente se sujá-la com qualquer tipo de combustível ou inflamável e outros derivados de petróleo.

– não cheire gasolina, álcool ou outro produto do petróleo;

– não aproxime o rosto do tanque do veículo ao abastecê-lo para evitar respirar os vapores do combustível;

– não use flanela, estopas ou paninho para se limpar;

– se tiver que lavar a roupa de trabalho em casa, não as misture com as demais roupas, lave-as separadamente;

– jamais retire combustível de um tanque ou outro recipiente aspirando o líquido com a boca. Use bomba de sucção adequada.

CUIDADOS DOS PROPRIETÁRIOS

– Crie barreiras para reduzir a velocidade dos veículos ao adentrar na área do posto, para evitar atropelamentos;

– faça manutenção nos tanques, mangueiras e bicos, corrigindo possíveis vazamentos;

– evite aglomeração de pessoas na área de abastecimento de veículos, principalmente se possuir loja de conveniência;

– não permita que terceiros liguem o som alto em seu estabelecimento, pois isto prejudica o seu funcionário.

– Você sabe o que come? Cerca de 1/3 dos Vegetais do Brasil estão com produtos químicos proibidos

Produtos líderes em agrotóxicos irregulares no Brasil: o Pimentão contém 92%, Morango e Pepino com 63% – e que podem provocar câncer!

Matéria da Folha de São Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1017638-agrotoxico-irregular-aparece-em-28-dos-vegetais-no-brasil.shtml

AGROTÓXICO IRREGULAR APARECE EM 28% DOS VEGETAIS DO BRASIL

por Vanessa Correa

Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Das amostras de alimentos analisadas pela agência, referentes ao ano de 2010, 28% apresentaram ou limites acima do recomendável ou substâncias não aprovadas para o produto –um agrotóxico recomendado para o cultivo de eucalipto usado numa lavoura de tomate, por exemplo.

O campeão de irregularidades é o pimentão –92% das amostras analisadas foram consideradas insatisfatórias no relatório do Para (Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Anvisa). Há dois anos, esse índice era de 65%.

Os outros dois alimentos mais problemáticos são o morango e o pepino, com 63% e 57% de amostras com mais agrotóxicos do que o permitido, respectivamente.

Foram analisadas 2488 amostras em todos os Estados e no Distrito Federal, exceto São Paulo, que não quis participar da avaliação.

Segundo José Agenor Álvares da Silva, diretor da Anvisa, o problema de resíduos químicos em alimentos pode estar relacionado ao custo dos agrotóxicos. Os pequenos produtores, diz ele, acabam comprando produtos baratos, mas inadequados para um determinado cultivo. (…)

A ingestão de comida com excesso de agrotóxicos de forma prolongada pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal.

– FHC no Roda Viva: Drogas e Saúde Pública

Ontem, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve no Roda Viva da TV Cultura (aliás, depois das últimas mudanças o programa voltou a ser bom). E falou sobre um tema controverso: liberação da Maconha. Argumentou que se morre mais gente por culpa do tráfico do que do vício.

Questionado se com a descriminalização o número de doentes por culpa do uso da maconha aumentaria, FHC disse que a solução é simples:

É só melhorar a Saúde Pública

Fácil, não? Ele ficou 8 anos no Governo e não vimos melhoras significativas. Lula ficou mais 8 anos, e nada. E diz: “só” melhorar a Saúde?

Quantos hospitais são construídos por ano no Brasil? Quantos você tem perto da sua casa?

Esse discurso é só para inglês ver. Belas palavras que enganam a sociedade.

– Governo Espanhol versus Vaticano: Excessos de Apelo?

O que dizer da Campanha contra a AIDS promovida pela Espanha? No cartaz, um padre que ao invés de levantar a Eucaristia acaba por levantar uma camisinha, como se estivesse no momento litúrgico da Consagração!

Poderiam utilizar outro exemplo, tranquilamente…

Olha a matéria e a foto abaixo, publicada na IstoÉ, Ed 2144, pg 33, Seção Semana:

GOVERNO ESPANHOL BATE DURO CONTRA O VATICANO

Por Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva

Em sua nova campanha de prevenção da Aids, o governo espanhol bateu forte na Igreja Católica, que se coloca contrária ao uso da camisinha porque defende o sexo somente com a finalidade de procriação. A campanha publicitária mostra um sacerdote segurando uma hóstia e, a seguir, esse mesmo padre segurando uma camisinha – as duas imagens sugerem um dos pontos altos da missa, justamente o momento da consagração. O áudio da campanha diz, referindo-se ao Vaticano: “São eles que realmente te amam? Não se deixe enganar”

– Adeus Sócrates

Pois é… o Dr Sócrates morreu nessa madrugada. Não agüentou outro baque na saúde.

Triste. Um ex-atleta que não se cuidou, cuja carreira futebolística, somada às ações democráticas e personalidade forte, foram marcantes.

Dias atrás postei uma opinião dele sobre sua simpatia à “Democracia Cubana”. Ridícula. Mas isso não faz que eu o respeite menos por isso.

Descanse em paz e que os demais possam evitar seus erros no trato à saúde e mirem nas suas virtudes vividas.

– Agrotóxicos em Demasia nos Alimentos. Você Parou para Pensar nesse Problema?

Está aqui um problema a ser discutido com maior profundidade: a questão: AGROTÓXICOS & INTERESSES DA TERRA. Abaixo:

AGROTÓXICOS ENVENENAM OS ALIMENTOS E É MOTIVO DE VIOLÊNCIA NOS CAMPOS

Por Reinaldo Oliveira

Em vários acontecimentos no País, em 2011, foi falado da preocupante quantidade de agrotóxicos que estão sendo usados em plantações de alimentos no mundo todo, gerando prejuízos à saúde da população mundial que consome estes alimentos. Através de uma pesquisa realizada de 1999 a 2009, concluiu que por sua grande extensão agrícola, o Brasil é hoje o campeão mundial de uso de agrotóxicos. O mercado de veneno é dominado, 70%, por três empresas transnacionais de origem dos Estados Unidos, Suíça e Alemanha. Recentemente participei na cidade de Embu das Artes, nos dias 28, 29 e 30 de outubro, do 8º Encontro Nacional de Fé e Política que reuniu mais de 3700 pessoas do Brasil e do Exterior, onde fiz uma intervenção na plenária sobre Agroecologia x Agronegócio, falando sobre a expansão da plantação de cana no Oeste Paulista. Nesta plenária havia participantes de todo o Brasil, porém um ponto marcante foi colocado sobre o que está acontecendo no sul de Minas Gerais. Ali de acordo com relatos feitos, até as plantações de café, predominantes na região, estão sendo contaminadas com o veneno. A explicação dada é de que próximo dos cafezais existem grandes plantações de soja e a pulverização de inseticida é feito por aviões, logo as propriedades próximas destas plantações são atingidas pelo veneno. E muitos outros relatos impactantes foram feitos sobre o abuso no uso de agrotóxicos, além de perseguição ao pequeno agricultor e até casos de assassinatos praticados por quadrilhas organizadas a serviço dos grandes produtores. Outras preocupações ali colocadas dizem respeito às pequenas propriedades que produzem alimentos orgânicos e como as grandes propriedades vizinhas usam sementes transgênicas, estas pequenas propriedades que cultivam alimentos orgânicos estão sendo contaminadas. Mas com relação ao assunto, uma importante matéria publicada no jornal Valor Econômico, do dia 23 de novembro – pág A11, traz uma manchete “Guerrilha proíbe uso de agrotóxicos no Paraguai”  e faz o relato de que um grupo guerrilheiro daquele País emitiu comunicado ameaçando produtores de soja que utilizam grandes quantidades de inseticidas em seus cultivos. A ameaça foi feita através da Rádio Nandurí, de Assunção. Na nota o grupo alerta: “fica terminantemente proibida a fumigação e envenenamento dos grandes cultivos de soja, que estão afetando a saúde de comunidades vizinhas”, dizia o texto endereçado aos grandes produtores de soja. Alertava para que eles abandonem esta prática e, se persisitirem na destruição do meio ambiente, levando doenças aos camponeses, o grupo seria implacável com os sojicultores. A matéria traz ainda que este grupo guerrilheiro não é muito grande, porém suas atuações, sempre violentas, vem assustando empresários e membros do governo paraguaio. Um grande investidor em terras e soja do Estado do Paraná, estando na região e ouvido pela reportagem declarou que as terras lá são boas e baratas, propicias para a plantação da soja, porém diante do alerta do grupo, ia pensar mais um pouco sobre adquirir terras naquele local. Outro investidor brasileiro que já está há muitos anos instalado no local, disse que a defesa que o grupo guerrilheiro faz da região não é tanto pelo lado preventivo ou ecológico, mas porque onde a soja chega, chega também estradas, melhorias na infraestrutura e isto atrapalha os negócios do grupo porque diminui o espaço para plantar maconha. Independente deste exemplo, a verdade é que a produção massificada de alimentos – o agronegócio, tem levado os produtores a utilizarem cada vez mais, quantidades maiores de agrotóxicos e, apesar de ser informado que há controle da quantidade permitida sem que afete o consumidor, é difícil o setor competente realmente averiguar e o fato é que o trabalhador que está em contato direto com a aplicação destes agrotóxicos estão adoecendo, bem como muitas pessoas também estão adoecendo pelo mesmo motivo. A inquietação é de que este assunto envolve grandes grupos transnacionais, muito dinheiro e este é um fator que impede que um maior número de casos que ocorrem, provocados em conseqüência de alimentos contaminados por agrotóxicos não sejam divulgados. É isso!!   

– Prevenção ao Câncer de Pele

Amigos, hoje é Dia Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele.

Este é um dos mais traiçoeiros tipos de câncer: aparece quietinho, do nada.

Já foi ao dermatologista? Usa protetor solar? Aproveite a lembrança da data e marque um médico. A prevenção é necessária e a melhor atitude.

Mas… você conhece bem os vários tipos e várias marcas de protetor?

Veja o teste realizado pelo INMETRO. Apenas duas marcas foram aprovadas! Ele está em: http://is.gd/tW09M1

 

– A Lei Federal do Fumo X Lei Estadual, vista pelo jundiaiense dr José Renato Nalini

O Dr José Renato Nalini, desembargador e doutor em Direito Constitucional, é aqui de Jundiaí. E como uma das pessoas mais respeitadas do meio jurídico, deu uma entrevista à Rádio Bandeirantes falando sobre a Lei do Fumo.

Indagado sobre qual deveria valer, já que em São Paulo já temos uma lei sobre a proibição do Fumo e se a Federal estaria acima dela, disse:

Valerá a mais rigorosa, já que se encara a questão como de saúde e de meio ambiente, e o meio ambiente é um direito fundamental futuro, que se preocupa com as novas gerações. Assim, vale a mais severa”.

Nem sempre a Lei Federal prevalece sobre a Estadual.

– Para Boa Memória, Beba Água!

Essa aqui é nova pra mim: apesar de saber dos benefícios da água, leio na Revista Sport Life de Outubro, pg 12, que deixar de beber água faz a pessoa se tornar esquecida, traz cansaço e ‘emburrece’:

“A desidratação reduz o estado de alerta, atrapalha a memória a curto prazo e aumenta o cansaço. Uma desidratação de apenas 1% a 2% já é suficiente para reduzir a performance cognificativa.”

Todo mundo bebendo água, pessoal. Afinal, água é vida!

– Lula Careca

Pois é… e o presidente Lula, se antecipando à queda de cabelos por causa da quimioterapia, raspou a cabeça.

É um momento difícil para quem tem câncer. E para os seus familiares também. Lula aparece sorridente, tirou de letra! Olha a foto:

 

Ricardo Stuckert/Divulgação

Infelizmente, sei bem disso…

– Austrália Radicaliza na Venda de Cigarros

Contra o fumo, o governo australiano radicalizou: a embalagem dos cigarros será padronizada, com imagens fortes como já vemos no Brasil, mas sem logomarca.

Todas as caixas terão em pequenas letras o nome da marca, como “Marlboro” ou “Hollywood”. Não será permitido cores fora do padrão nem outras formas de apelo comercial.

Surtirá efeito? O que você acha disso?

Abaixo, extraído de: OPERAMUNDI (citação no link)

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/17744/australia+e+o+primeiro+pais+do+mundo+a+proibir+marca+no+maco+de+cigarro.shtml

AUSTRÁLIA É O PRIMEIRO PÁIS DO MUNDO A PROIBIR MARCA DE CIGARRO

As empresas reagiram, dizendo que a decisão pode ser copiada em outros países e prejudicar as vendas

A Câmara Alta do Parlamento da Austrália aprovou nesta quinta-feira (10/11) uma lei que  proíbe a exibição de qualquer logo nas embalagens de cigarro. O nome da marca será escrito com uma fonte predeterminada, igual para todas. A decisão agora segue para a Câmara Baixa australiana para sanção, que criou o projeto de lei

A medida, que passará a valer em dezembro de 2012, preservará nas embalagens as imagens denunciando os males provocados pelo fumo (veja imagem abaixo). 

As empresas reagiram, dizendo que a decisão pode ser copiada em outros países e prejudicar as vendas. Em junho desse ano, a Philip Morris entrou com uma ação judicial contra o governo da Austrália para tentar barrar a medida. Para a Philip Morris, a medida – pioneira no mundo e elogiada pela Organização Mundial da Saúde – reduz o valor das marcas, dando margem a uma bilionária indenização para a indústria.

“Estamos insatisfeitos com a aprovação da lei – apesar de não haver evidência aparente que este movimento fará qualquer diferença para a saúde pública”, afirmou em comunicado a gigante do ramo British American Tobacco.

“A British American Tobacco Austrália sempre evitou os tribunais, mas caso seja pressionada, irá tomar todas as medidas legais cabíveis para defender sua propriedade intelectual, marcas valiosas e direito de competir como um negócio legítimo venda um produto legal. “

As autoridades australianas dizem que o fumo mata 15 mil australianos por ano e provoca custos sociais e de saúde de cerca de US$ 32 bilhões. “A indústria do tabaco está furiosa desde a primeira vez em que anunciamos esta iniciativa. Eles querem continuar vendendo seus produtos nocivos, e nós pretendemos diminuir este mercado”, respondeu a ministra da Saúde australiana, Nicola Roxon.

“Mas não vamos ser intimidados a não tomar essa decisão, apenas porque as empresas de tabaco dizem que podem combatê-la nos tribunais. Estamos prontos para tomar medidas legais”, concluiu Roxon. 

De acordo com a agência Reuters, o mercado do tabaco na Austrália gerou uma receita total de cerca de US$ 10 bilhões em 2009, acima dos US$ 8,3 bilhões em 2008, embora o fumo, em geral, esteja em declínio. Cerca de 22 bilhões de cigarros são vendidos no país a cada ano.

– Como é bom acordar cedo! Acordar e ser acordado. Por alguém, por si ou por Deus!

Sou integrante da parcela da população que curte a madrugada.

Calma, não dos notívagos, mas dos madrugadores ao pé-da-letra. Dormir cedo e acordar cedo é muito bom!

Devido minhas atividades, muitas vezes sou obrigado a dormir muitíssimo tarde e acordar antes do sol nascer. Mas, sempre que podemos, minha família vai pra cama cedo. Como diriam os mais antigos, na “hora da novela”.

Sou partidário daqueles que dizem que a noite é perigosa. E é mesmo! Tudo a noite é mais difícil: a escuridão ajuda a insegurança, o cansaço atrapalha o desenvolvimento das tarefas, e por aí vai!

Cedo, há maior disposição. O corpo e a mente descansaram. O espírito está mais pré-disposto a desafios!

Hoje, levantei as 03:30h. Pudemos dormir às 21:00h (ufa, que benção!). E acordei com uma vontade intensa de trabalhar!!!

É um hábito. Já corri 30 minutos a 12,5 km/h (com roupas “fosforescentes”, afinal, está escuro); ainda preparei as provas para meus alunos, estou escrevendo no Blog e daqui há pouco tem mais trabalho. Nesse ritmo, há tempo para as escapadelas planejadas para cuidar da família. Ótimo.

Tudo isso é diferente da insônia, que é terrível. Mas há algo parecido: e quando você acorda elétrico durante a noite? Já tive isso também.

Alguns dirão que essa euforia é fruto do inconsciente que acaba por despertar de alguma coisa vivida e não percebida. Outros colocarão a culpa na alimentação ou excesso de cafeína. Padre Lucas, um amigo, me dizia que:

O Espírito Santo age quando e como quer”.

Tenho isso em minhas anotações! Ele fazia questão de ressaltar que empolgações inexplicáveis, idéias brilhantes e vontade imensa de fazer acontecer eram impulsionadas pela Graça de Deus.

Concordo com todas essas afirmações, que trazem a nós a saúde para o corpo, alma e mente!

E você, gosta de acordar cedo?

– Bolsa Filtro Solar já!

Ouço, agora, uma entrevista com uma dermatologista chamada Dra Valéria. Ela lembra que o filtro solar é importantíssimo no dia-a-dia, não só àqueles que trabalham debaixo de sol, mas a qualquer instante. Fez diferenciação de raios UVA e UVB (basicamente, um produz queimaduras e outro provoca câncer de pele), alertou sobre os filtros solares de baixa qualidade no mercado, e sugeriu: BOLSA FILTRO SOLAR para o brasileiro.

Carteiros já recebem tal produto; por quê outras categorias também não?

E aí vem a sugestão: que tal as ricas federações de futebol fornecerem filtro solar a seus árbitros? Ou mesmo as cooperativas e sindicatos que os representam?

E aí, o que achou da idéia? Deixe seu comentário:

– O ideal SUS para os Portadores de Câncer de Laringe

Coisas que surpreendem: todos viram a polêmica sobre a campanha para que o presidente Lula se trate na rede pública de saúde, ok? Àqueles que postaram tal desejo, se apegam no argumento de que em 8 anos de Governo, deveria ter melhorado o SUS, e agora experimentaria um hospital ao qual entregou à população.

Pois bem: neste domingo, Cristiane Segato, na Revista Época, pg 55-58, trouxe pessoas que sofrem do mesmo mal que o ex-presidente e que procuraram a rede pública de saúde.

Pasmem: encontraram um tratamento próximo do Hospital Sírio-Libanês (e em muitos pontos do Brasil, o que a maioria da população acredita: descaso e péssimas condições).

Mas o SUS que dá certo pode ser encontrado bem próximo de onde Lula se trata: no ICESP (Instituo do Câncer do Estado de São Paulo), na região da Avenida Paulista, onde se encontrará algo bem parecido com a excelência do Albert Einstein ou do Sírio Libanês. E até os mesmos médicos!

Se Luís Inácio quisesse se tratar lá, pela rede pública, teria o mesmo tratamento, com a mesma rapidez. Mas aí vem um detalhezinho chato, chato… O hospital foi construído na gestão do ex-governador José serra (PSDB). Nessa hora, entra a vaidade?

Creio que não. É uma questão simplesmente de confiança.

E você, o que pensa sobre isso?

– Você confia nos Medicamentos Genéricos? O que as Grandes Fabricantes Fazem na Disputa pela Liderança do Mercado

Preço, Qualidade e Confiabilidade: os Genéricos conseguem trazer isso a seus usuários?

Crescendo 40% ao ano em vendas, faturando 4,3 bilhões de reais só com os dois líderes, com preços até pela metade do valor do remédio-referência.

Qual o milagre dos medicamentos genéricos?

Compartilho interessante artigo sobre a briga EMS X Medley pela Liderança desse segmento.

Você sabia que o Genérico do Viagra já roubou 75% do seu mercado?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270129-16642-2,00-MEU+GENERICO+E+MELHOR+QUE+O+SEU.html

MEU GENÉRICO É MELHOR DO QUE O SEU

Uma multinacional e uma pioneira no ramo dos genéricos disputam drágea a drágea a liderança do nicho que mais cresce no mercado de medicamentos no Brasil

Por Nelson Blecher

É um baque para os gigantes do setor farmacêutico. Nos próximos cinco anos, as patentes de medicamentos que somam vendas de US$ 267 bilhões anuais vão expirar, de acordo com projeções da consultoria PwC. Os dez maiores laboratórios do mundo devem perder 40% do seu faturamento. Tome o exemplo da americana Pfizer. Dois anos atrás, suas vendas atingiram o patamar de US$ 46 bilhões, graças a blockbusters, como o Viagra, lançados nos anos 90. O impacto do fim das patentes produzirá um rombo de US$ 12 bilhões no faturamento da Pfizer, segundo a PwC. Para ter uma ideia do tamanho do problema, basta citar que apenas dez meses após a queda da patente do Viagra no Brasil, em junho do ano passado, os genéricos já haviam roubado 75% de seu mercado.

Quem fez a festa, neste caso, foi a EMS Pharma, que carregou as prateleiras das farmácias com sua versão de citrato de sildenafila (o princípio ativo da droga) 24 horas após a data de expiração, no dia 20 de junho. Um executivo envolvido na operação diz que a EMS usou até aviões para cobrir a Região Norte em cinco dias. Somente no primeiro mês, 150 mil médicos foram comunicados pelos representantes do laboratório sobre sua pílula azul, num tom levemente diferente do produto original. Como os genéricos são vendidos a preços ao menos 35% inferiores, as vendas de sildenafila explodiram, de 2,4 milhões para 16,7 milhões de unidades em apenas um ano. A EMS afirma deter 66% desse mercado – e o faturamento da Pfizer com o Viagra caiu à metade. Não é à toa que a Pfizer decidiu começar a vender, no mês passado, versões genéricas dos seus campeões Viagra e Lipitor (que ajuda a controlar o colesterol), por meio do laboratório Teuto, do qual detém 40%.

Numa recente pesquisa da Proteste, uma associação de consumidores, 46% dos médicos apontaram insegurança em relação aos genéricos, devido a riscos de falsificação e suposta falta de rigor no controle de qualidade. Mas a população em geral ou não compartilha dessa desconfiança ou prioriza o preço. Os genéricos já dominam 60% do mercado não protegido por patentes. “Essa tendência acompanha a ascensão da classe C, responsável hoje por 40% do consumo de medicamentos”, diz Sydney Clark, vice-presidente da consultoria IMS Health. Segundo ele, o Brasil está no meio do caminho. “Nos Estados Unidos, Canadá e Alemanha, eles respondem por 90% das vendas.”

Um levantamento da IMS Health revela que nos últimos cinco anos o Brasil avançou três posições e se tornou o sétimo mercado do mundo. Até 2015, as vendas devem passar de R$ 62 bilhões (aí incluídos hospitais) para R$ 110 bilhões.

CADA UMA COM SEU TERÇO

No ranking nacional de genéricos, a Medley, braço da subsidiária brasileira do grupo francês Sanofi-Aventis, ocupa desde meados do primeiro semestre a liderança de vendas, seguida pela EMS. A consultoria não divulga os percentuais – e especialistas dizem que a vantagem é mínima. Com um portfólio de 200 produtos, a Medley afirma deter 33% de participação, ante 32,4% declarados pelo grupo EMS (que opera três outras marcas, Legrand, Germed e Nova Química, com produtos vendidos em pequenas farmácias, independentes de redes, que a IMS Health praticamente não contabiliza). Se as fatias estiverem corretas, são dois terços do mercado brasileiro.

O que se vê, portanto, é um confronto polarizado entre duas pioneiras dos genéricos no país, com culturas bem diferentes. A Sanofi-Aventis foi a primeira subsidiária multinacional a dar uma tacada decisiva nesta direção, ao incorporar a Medley por e 500 milhões, em abril de 2009. Para um veterano executivo do setor farmacêutico, que prefere não ser identificado, foi uma compra de oportunidade. Na corrida para conquistar fatias de mercado, os antigos controladores teriam concedido mais de 250 dias de prazo para financiar seus clientes – para manter sua participação, a Medley perdia rentabilidade. Graças a isso, o valor embolsado pelos ex-controladores teria caído para e 180 milhões. Ao assumir a companhia, o grupo Sanofi-Aventis teria reduzido o prazo para 60 dias. “Isso é conversa de quem não levou”, disse Heraldo Marchezini, 46 anos, presidente da subsidiária brasileira desde 2004.

Pode-se dizer que a EMS, baseada em Hortolândia, no interior paulista, é mais bem ambientada ao mundo dos genéricos. Ela foi a pioneira do ramo no Brasil, no ano 2000. Fundada em 1964, na região do Grande ABC, a partir de uma farmácia, a EMS é uma empresa tipicamente familiar controlada pelo paulista Carlos Sanchez. “Temos uma vantagem competitiva: a agilidade nas decisões”, disse o então vice-presidente Waldir Eschberger Jr., no final de agosto (poucos dias depois, ele passaria à posição de consultor da empresa). Uma meta constante perseguida pela companhia é ser a primeira a chegar ao mercado com novos genéricos. “Uma multinacional, porém, precisa consultar a matriz para dar qualquer passo, o que pode levar dois ou três meses.”

Como exemplo, ele citou que, embora a Medley tenha obtido um mês antes da EMS o registro do genérico do Diovan, medicamento para hipertensão arterial, não se opôs a uma notificação extrajudicial da Novartis. “Cada empresa assume seu nível de risco”, diz Décio Decaro, diretor da Medley. “Se assumir o risco e perder na Justiça, precisará recolher o produto do mercado.” É provável que a demora da Medley não tenha sido motivada nem por burocracia de multinacional nem por zelo. A Medley recentemente assinou um acordo de distribuição com a Sandoz, braço de genéricos da Novartis, e não fazia sentido brigar com o novo parceiro na Justiça. (Seguidas batalhas judiciais entre produtores de genéricos e de produtos patenteados se arrastam hoje no setor. O exemplo mais recente opõe o AstraZeneca a EMS e Torrent em torno do Crestor, ou rosuvastatina cálcica, num mercado avaliado em até R$ 250 milhões.)

TROCA DE BRAVATAS

“Vamos retomar a liderança do mercado até o final do ano”, afirma Marco Aurélio Miguel, diretor de marketing da EMS. “Eles falam muito, mas convém lembrar que temos 17 dos 20 genéricos mais vendidos no Brasil”, diz Marchezini. Parece mera troca de bravatas, mas a briga verbal está lastreada por investimentos pesados em marketing e na construção de fábricas de ambos os lados. Como essa disputa ao final se resolve no balcão, as duas empresas se envolvem em negociações agressivas com as redes de farmácias. Segundo Eschberger, os descontos para as farmácias podem ultrapassar 60% do preço de tabela. A multiplicidade de atividades de marketing inclui treinamento para balconistas, um exército de promotores em visita a médicos e investimentos altos em publicidade.

A EMS não tem poupado esforços de divulgação. Realiza testes de glicemia em praças públicas, durante os quais divulga informações sobre seus remédios. Seu genérico da “caixa azul” patrocina programas de rádio e está estampado em revistas especializadas. Foram reservados, segundo Miguel, R$ 120 milhões neste ano para que seus 220 representantes, equipados com iPads, visitem os consultórios levando as novidades. Cerca de 80 versões de produtos estão sendo lançadas neste período. Foram 200 no ano passado. Até julho, a EMS informa ter recebido a visita de 3,7 mil médicos em sua sede, convidados para conhecer o centro de pesquisa e desenvolvimento. Para reforçar a aproximação com a comunidade médica, a empresa promove, desde o ano passado, uma série de concertos com o maestro João Carlos Martins e a Orquestra Filarmônica Bachiana, do Sesi.

Essas atividades servem para contrabalançar a imagem do principal concorrente. “Nossas pesquisas comprovam que os médicos, quando receitam um genérico, costumam citar a Medley na receita”, diz Décio Decaro, diretor da Medley. Tal como o rival, a Medley patrocina atividades esportivas, como uma equipe de vôlei em Campinas e corridas de stock car.

Segundo Marchezini, o presidente da Sanofi-Aventis, a subsidiária brasileira está sendo observada como o modelo de diversidade perseguido pela corporação. Isso porque convivem no grupo cinco empresas com diferentes áreas de atuação. Duas delas foram incorporadas este ano – a Merial, de saúde animal, uma antiga associação com a Merck, e a Genzyme, que desenvolve remédios para doenças raras. Além da Medley, há a Sanofi-Pasteur, produtora de vacinas. Há no extenso portfólio da companhia (350 itens em 500 versões) desde produtos que consumiram milhões de euros em pesquisas, como o Jevtana, para tratamento de câncer de próstata, até sabonete para higiene íntima feminina, remédios de venda livre como Dorflex e Cepacol e os genéricos.

DO PARTICULAR PARA O GENÉRICO

A aquisição da Medley, segundo Marchezini, deveu-se à prioridade global de fortalecer a presença do grupo em mercados emergentes – uma das tendências apontadas pelos estrategistas do setor. A China deve se tornar um dos três primeiros mercados do mundo nos próximos cinco ou seis anos. E o Brasil integrará o segundo grupo, com a Rússia. Foi nos emergentes que o grupo Sanofi-Aventis colheu 30% de seu faturamento de e 30,3 bilhões no ano passado. O grupo é líder em vendas nos Bric, ocupa o segundo lugar do Leste Europeu e o terceiro na Ásia.

No ano passado, as vendas de medicamentos da subsidiária brasileira foram superiores a R$ 5,7 bilhões – menos de 3% delas com produtos protegidos por patentes. Isso indica que o caminho rumo aos genéricos estava traçado. Com mais de 90% do portfólio sem a proteção das patentes, ela já enfrentava rivais desse mundo. Mas comprar uma fabricante de genéricos não pode contaminar a cultura do laboratório? Marchezini jura que não. “A Sanofi-Aventis possui uma cultura diferente da maioria das multinacionais. Tem um histórico de 300 aquisições nos últimos 30 anos.” Lá convivem sob o mesmo teto Fernando Sampaio, 48 anos, o executivo responsável pela Pharma, e Decaro, de 52 anos, que retornou ao Brasil para assumir a Medley depois de atuar por três anos e meio como presidente da Sandoz na Espanha. “Fernando e Décio são ambos pilotos de corrida, mas com pistas diferentes”, diz Marchezini. Sampaio lida com pesquisadores nas áreas de diabetes e oncologia, por exemplo. Na área de marketing, cada produto deve ser tratado separadamente. Já a ênfase de Decaro está nos relacionamentos comerciais e no zelo pela imagem da Medley, um guarda-chuva dos genéricos. “São modelos distintos”, diz Sampaio. “Se a operação fosse conjunta, correríamos o risco de eliminar as virtudes de cada empresa.”

Marchezini diz que o ideal é que o balanço espelhe equilíbrio entre os três pilares do grupo: medicamentos de prescrição, produtos de consumo (como Dorflex e Cepacol) e genéricos, cada um com um terço do faturamento. Mas o terço dos genéricos anda mais forte. Quando a fábrica de hormônios que a empresa ergue em Brasília for inaugurada, em 2012, a subsidiária se tornará a maior plataforma de produção de genéricos dos mais de 100 países onde está o grupo. “Até 2014 teremos investido e 1 bilhão no Brasil.”

– FFLCH (tá feia a coisa, Parece Guerrilha!), Drogas e a Palavra de Içami Tiba

Quer dizer que os manifestantes da FFLCH/USP invadiram a reitoria na madrugada e estendem faixas no prédio?

Esses caras são a mente pensante e futuro da nação?

Lutam pelo direito de fumar maconha livremente no Campus?

Não querem a PM por lá?

E o resto da USP discorda de tudo isso… quem está certo?

Ouvi o respeitadíssimo dr Içami Tiba dizer em uma recente entrevista:

São filósofos, não médicos, que defendem a legalização da maconha. Não é um problema social para sociólogos discutirem, mas um problema de saúde, reservado pela autoridade médica. E os médicos acham um absurdo legalizar a maconha.”

Falar o quê? Estou com o dr Içami Tiba! E você?

– Uma Confissão: a Quimioterapia de Lula

Certas coisas são difíceis. Cada vez que ouço entrevistas sobre o tratamento do presidente Lula, e especialistas falam sobre os procedimentos e conseqüências da Quimioterapia, não tenho como evitar as lembranças de minha mãe, que tanto sofreu a cada sessão quimioterápica. Dores, efeitos colaterais horrendos, falta de lucidez…

Putz, confesso que dá vontade de chorar.

Força Lula. Não gosto do político, mas respeito o enfermo.

Aliás… está demorando para explorarem tal tema: Lula perderá a barba e o cabelo. Como ficará?

– Garganta, Tabaco + Álcool? Lula que o diga!

Depois das primeiras notícias sobre o caso Lula, agora vem outra reflexão: a combinação perigosa do excesso de álcool, cigarro e mau uso da voz. Voz tanto usada em discursos, debates e campanhas.

Se não fosse a voz, Lula talvez não tivesse sido eleito. Era o seu instrumento. Mas fica o lembrete: nós, professores que não cuidamos adequamos adequadamente da voz, deveríamos ser mais atentos. Não precisa se preocupar com bebida ou tabaco, se antes nem nos preocupamos com a garganta. Imagina o posterior estrago.

Li que na sua própria festa de 66 anos, Lula teve a suspeita quase que confirmada, à primeira vista. Presente de grego.

Não gosto do político Lula, mas respeito e admiro o cidadão Lula. Força.

– Administração de Empresas & Mal de Alzheimer: o Sofrimento da L’Oreal

A mulher mais rica da Europa é a francesa Liliane Bettencourt, com 89 anos. Ela é dona da L’Oreal, gigante dos cosméticos.

Entretanto, a executiva sofre de Mal de Alzheimer. E uma briga judicial a afastou do comando da empresa. A filha dela a processou! Alegou que o império financeiro estaria sendo prejudicado pela saúde da matriarca.

O que fazer?

Quem sofre dessa doença tem dificuldade de aceitá-la. É um dos males que mais temo! Entendo a posição da filha, mas… precisa ir à Justiça?

– O Lixo Gringo em terras Tupiniquins

Vez ou outra vemos notícias de que containers chegam do hemisfério norte trazendo lixo ao Brasil. É, isso mesmo: lixo.

O problema é que eles não vencem reciclar tanto lixo e não há espaço. Então, muitas vezes, aproveitadores abandonam aqui cargas gigantescas para serem descartadas, bem como em outros países no 3º mundo.

Muito bem: dias atrás, os jornais trouxeram uma matéria que em Pernambuco havia chegado container com lixo hospitalar! E não é que a Folha de São Paulo, Ed 15/10/2011, na matéria de Fábio Guibi, descobriu que esse mesmo lixo está sendo revendido aqui?

Que loucura! Lençóis manchados de sangue são “reaproveitados” por comerciantes picaretas e revendidos por aqui!

Imagine quanta contaminação… Isso é enganar ao extremo o pobre do consumidor desinformado.

Abaixo, matéria do Terra Notícias (http://is.gd/M4qpf1)

LENÇOL DE LIXO HOSPITALAR É VENDIDO EM PERNAMBUCO

Lençóis classificados como lixo hospitalar, procedente dos Estados Unidos, são vendidos por quilo em loja na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, a 205 km de Recife, em Pernambuco, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo. Nesta semana, a Receita Federal apreendeu dois contêineres com 23,3 t cada de lixo hospitalar trazido irregularmente dos Estados Unidos por uma empresa têxtil pernambucana.

Funcionários da loja que venderam o material nessa sexta-feira alegaram problemas no sistema para não fornecer nota fiscal ou recibo pela compra dos lençóis. Segundo a reportagem da Folha, a loja foi fechada após a aquisição, e não voltou a abrir durante o dia. A Receita afirmou que visitará a cidade, mas não especificou a data.

– Caso Toddynho: era, oficialmente, detergente!

Semana passada, crianças tiveram queimaduras na mucosa da boca por consumirem o achocolatado Toddynho. O caso repercutiu bastante, e agora surgem os esclarecimentos oficiais.

A Pepsico (fabricante e dona da marca Toddy) admitiu que uma falha durante o envasamento do Toddynho em sua fábrica de Guarulhos contaminou o produto por detergente (com PH ácido próximo à soda cáustica), o que ocasionou as queimaduras nas crianças gaúchas.

Que estrago para a marca, hein?

Nesses momentos, as empresas devem tomar muito cuidado. Muita gente não consumirá o produto por precaução, mesmo com o lote contaminado retirado. A imagem da empresa fica obviamente arranhada. A marca é tradicional, mas escândalos com crianças sempre trazem graves conseqüências.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Nota da Folha de São Paulo, abaixo:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/986452-toddynho-saiu-de-fabrica-na-grande-sao-paulo-com-detergente.shtml

– É para Cadeia ou para Internação?

Correu no mundo futebolístico o incêndio ocorrido na casa de Breno, ex-zagueiro do São Paulo e hoje no Bayern de Munique.

E não é que ontem o jogador foi para a cadeia, por ser acusado de atear fogo na própria casa e forjar um crime?

A troco de quê? De dizer que é vítima de racismo e poder voltar ao Brasil? Em sã consciência, creio que não.

Sinceramente, penso que, se confirmada a versão da Polícia Alemã, o caso é para internação. Ou alguém duvidaria de distúrbios psicológicos de alguém que procede de tal forma?

E você, o que pensa sobre isso: Xilindró ou Psiquiatria? Deixe seu comentário:

– Enfim, Brasil se preocupa com as Mamadeiras de Bisfenol A

Proibido nos EUA, tolerado no Brasil… Enfim alguém deu atenção a esse problema: o Bisfenol A (BPA) nas mamadeiras.

Outro dia falamos desse problema (em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/06/29/o-risco-do-bpa-ele-esta-proximo-de-voce/ ).

Abaixo, recente decisão da Anvisa (extraído da FSP, 16/09/2011, por Mariana Pastore)

MAMADEIRA PLÁSTICA COM BISFENOL A É PROIBIDA NO BRASIL

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou ontem a proibição da venda e fabricação de mamadeiras que contenham bisfenol A (BPA) no Brasil.
A decisão é baseada em estudos recentes que apontam riscos à saúde decorrentes da exposição à substância.

Ela está presente no policarbonato, usado na fabricação de mamadeiras e presente no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos.

Aquecer ou congelar o plástico acelera o desprendimento de moléculas de BPA.

Segundo a Vigilância Sanitária, apesar de não haver resultados conclusivos sobre o risco da substância, a proibição visa a proteger crianças com até 12 meses de idade.

A médica Elaine Costa, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, afirma que os efeitos tóxicos do bisfenol A foram encontrados em estudos em animais. “Eles demonstram que a exposição provoca doenças, mas estudos em humanos mostram só correlações.”

A grande preocupação é com o efeito sobre hormônios sexuais. O BPA poderia provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade.

“Como o BPA tem estrutura química semelhante à do estrógeno [hormônio feminino], ele atua como tal no organismo, podendo reprogramar as células e determinar infertilidade na vida adulta”, afirma a endocrinologista.

O principal substituto do plástico policarbonato, que contém o BPA, é o polipropileno. Segundo a Anvisa, a maioria das mamadeiras de plástico no país são de policarbonato.
A professora Juliana Machado, 35, de São Paulo, parou de comprar mamadeiras de plástico para sua filha Ana Rita, 3, quando a menina tinha seis meses.

“Minha mãe avisou que o plástico solta uma substância nociva quando é aquecido, então passei a comprar as mamadeiras de vidro.”

Ela conta que as de vidro são mais caras e difíceis de achar. “Tenho que comprar sempre no mesmo lugar.”

A indústria terá 90 dias para cumprir a determinação, a partir da publicação no “Diário Oficial da União”.

– Sábias palavras do amigo Ivan! Equitativos tratamentos para os males sociais…

Meu sábio amigo Ivan Gutierrez me mandou, e concordo e assino embaixo:

Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?

Verdade ou não?

– Sócrates: apenas mais um Alcoólatra entre muitos…

Claro que todos se compadecem com a triste situação em que vive Sócrates, o craque que hoje sofre de alcoolismo e permanece internado. Mas ele é apenas mais um entre tantos anônimos que sofrem desse vício: 11 mil pessoas morrem de cirrose por ano, num país de 15 milhões de alcoólatras (números da Associação Brasileira de Estudos do Álcool)!

Felizmente Sócrates tem muitos recursos. E os que não tem?

Boa sorte à essas pessoas e aos seus familiares. Triste realidade…

E aí: o alcoolismo, que é uma doença, é desprezado em nosso país ou as devidas atenções são dadas? Deixe seu comentário:

– Dr Sérgio Simon, o cara! Boa sorte, Gianechinni.

Leio na IstoÉ de 24/08 que o Dr Sérgio Simon, renomado oncologista, dá uma entrevista sobre o paciente Reynaldo Gianechinni, ator global.

Médico da apresentadora Hebe Camargo, de Maria Rita (ex-mulher do Roberto Carlos) e de tantos outros, ele é muito competente.

Digo isso por experiência própria: pela graça de Deus, esforços de meu pai e competência deste médico, minha mãe ganhou alguns anos a mais de vida.

Gianechinni está em boas mãos.

– 35,7% de Impostos sobre os Remédios

 

Projeto de Lei do Deputado Federal Luiz Reguffe quer isenção de impostos sobre todos os remédios.

 

A carga tributária?

 

É de 35,7%! Pobre não pode ficar doente nesse país…