– Sobre Pessoas e Negócios  

Uma postagem da Revista Exame mostrou com perfeição o que penso sobre Relacionamento Social, Produção e Mercado:

A imagem diz tudo. Veja: 

Resultado de imagem para exame 100% dos clientes são pessoas

– Licença para ser pai torna-se mais abrangente no Brasil!

Lhe traz a simpatia o fato de uma empresa estender seu período de licença-paternidade, para que o novo-pai possa desfrutar mais desse novo momento de alegria e adaptação?

Em alguns países, a Constituição local permite que se somem os dias entre pais e mães para que eles fiquem em casa conforme convier (a mulher “transfere as sobras dos seus dias” ao marido. Por aqui, os dias das mães e dos pais na licença são pré-determinados, mas isso parece estar mudando pela iniciativa privada.

Extraído de: https://istoe.com.br/licenca-para-ser-pai/

LICENÇA PARA SER PAI

Cresce número de empresas no Brasil que oferecem mais de 20 dias de licença-paternidade para seus funcionários, com ganhos de produtividade e engajamento

por Paula Diniz

Houve uma época em que só as mulheres cuidavam dos filhos e isso parecia natural. Os homens ficavam com a responsabilidade do sustento familiar e se contentavam com seu papel de coadjuvante nas questões domésticas. Mas essa situação ficou para trás. Um reflexo desses novos tempos de pais mais participativos é a rápida ampliação do tempo de licença-paternidade pelas empresas e instituições brasileiras. Desde 2006, quando a ex-presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei beneficiando servidores públicos e funcionários de empresas privadas para desfrutarem do benefício, os pífios cinco dias previstos na Constituição de 1988 foram estendidos para 20 dias nas companhias que aderirem ao Programa Empresa Cidadã. O último levantamento da Receita Federal mostra que 20.484 empresas já entraram no programa – o equivalente a mais de 13% das organizações brasileiras aptas a aderir. No último dia 5, houve um claro sinal de mudança em um ambiente tradicionalmente machista. O Senado aprovou um projeto de lei que amplia a licença-paternidade dos militares de 5 para 20 dias.

Divisão de responsabilidades

“Tento dividir todas as tarefas com minha esposa, só não dividimos a amamentação”, diz o gerente de processos da Natura Rafael Bortolotti, 35 anos, que desfruta atualmente da licença paternidade. “O principal benefício da licença estendida é a possibilidade de criar maior vínculo com o bebê. A paternidade está me tornando alguém melhor.” A Natura, seguindo uma tendência cada vez mais forte no País, vai além da lei e oferece 40 dias de licença por conta própria como investimento no colaborador, em sua família e, consequentemente, em si mesma. “Os funcionários retornam da licença com vínculo mais forte, há melhor qualidade de trabalho”, conta Marco Milazzo, diretor de remuneração e reconhecimento da Natura. “A pesquisa de engajamento tem mostrado índices melhores ano a ano desde que a licença-paternidade passou para 40 dias, em 2016”. A licença-paternidade é optativa e não interfere nas férias.

A Johnson & Johnson Brasil é outra empresa que estendeu a licença para 40 dias no ano passado a todos os funcionários, pais adotivos ou biológicos. “É um importante diferencial para o recrutamento da nossa futura força de trabalho”, diz Guilherme Rhinow, diretor de RH. A Reserva, confecção e varejista de moda masculina, dá 45 dias de licença-paternidade para seus funcionários desde que seu CEO, Rony Meisler, passou um mês em casa após o nascimento do seu segundo filho, em 2016. Ele pôde estar perto do bebê em seus primeiros momentos de vida e dar todo suporte à sua esposa. “Sou a prova viva de que a licença paterna nos primeiros dias de vida do filho é fundamental para criar vínculos”, diz Meisler. O Facebook oferece a licença parental de quatro meses em todos os seus escritórios do mundo. É possível tirar o período em diferentes momentos durante o primeiro ano da criança. A licença também é disponível para parceiros do mesmo sexo. O Google oferece 12 semanas também com prazo de até um ano para usar a licença. Cada pai escolhe a solução que mais faz sentido para sua vida. “É uma questão de divisão de responsabilidades. Precisamos permitir que os pais tenham participação mais ativa”, disse a empresa por meio de sua assessoria de imprensa.

“Sou a prova viva de que a licença-paternidade estendida é fundamental para criar vínculos com o recém-nascido” Rony Meisler, CEO da Reserva

Focados no trabalho, os pais delegaram às mães toda tarefa de cuidar, sem um modelo masculino próximo. “É comum o homem ser mandado de volta pela companheira antes de terminar a licença-paternidade por se sentir deslocado na própria casa. Não fomos educados para a paternidade, por isso um curso preparatório é importante”, diz Guilherme Valadares, membro do Comitê Eles por Elas da ONU Mulheres e editor-chefe do portal Papo de Homem, que oferece cursos e consultoria estratégica em masculinidades para empresas e, em breve, lançará um curso online de paternidade ativa também para pessoas físicas. “Como vamos rediscutir o papel dos homens nas famílias se eles ficam só cinco dias em casa? Lutamos para que todas as empresas ofereçam pelo menos 20 dias, mas temos aí uma questão”, comenta Valadares. Para ter a licença estendida pelo Programa Empresa Cidadã, os pais devem participar de atividade de orientação sobre paternidade consciente, oferecida ou recomendada pela empresa.

Crédito: Claudio Gatti

CARINHO Rafael Bortolotti, da Natura: licença de 40 dias para cuidar de Catarina e divisão de tarefas com a esposa (Crédito: Claudio Gatti)

– Nickollas e a sensibilidade do treinador do Palmeiras

Desde o último domingo, viralizou a imagem de uma mãe narrando o jogo entre Palmeiras x Corinthians a seu filho deficiente, chamado Nickollas.

A  TV Palmeiras encontrou a responsável pelo garoto e conseguiu marcar um encontro com os jogadores que ele tanto gostava.

Aqui, uma observação que eu já escrevi algumas vezes: o quão é chato trabalhar em jogo do Luís Felipe Scolari (na minha carreira de árbitro já tive essa oportunidade in loco)! Como se comporta mal, debocha, reclama… mas faço questão de fazer essa observação pois, a figura humana que demonstrou ser na receptividade do menino, faz com que independente do time que você torça ou da simpatia ou antipatia nutrida ao Felipão, te sensibilize.

Assista em: https://youtu.be/TKWqdB7q70s

– Esquerda e Direita agem iguais no Brasil! Da santificação à demonização dos candidatos pelo radicalismo dos fanáticos.

Cansa tanta proliferação de Fake News, em especial as absurdas teorias conspiratórias criadas na Web sobre a facada de Bolsonaro.

Um matéria da Veja da semana passada mostrou: Esquerda e Direita agem igual, contratando divulgadores de notícias mentirosas pela Internet através da proliferação de “robozinhos postadores de falsas manchetes”. Fomentam matérias de apoio aos candidatos, e por aí a falsidade e a picaretagem vai.

Pior é ver gente inocente (e alguns com certa vivência) acreditando nas bobagens somente pelo fato de que “leu no Facebook ou no Twitter”.

É isso mesmo que no fundo ambos querem: ignorância do povo para dominá-los seja como for.

E sobre a facada de Bolsonaro e o radicalismo criado pelo fanatismo político, já escrevi aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/06/a-facada-em-bolsonaro-os-dois-lados-vao-aproveitar-da-situacao/

Confesso: dá nojo ver as postagens nas redes sociais nos últimos dias. Bolsonaro vai de mártire pacifista da democracia até o patamar de enviado do capeta para militarizar o país e ressuscitar a ditadura com seus métodos de tortura.

Da santificação à demonização, em apenas um clique. Impressionante o fanatismo.

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– Ajudar sempre é importante!

Hoje a Rede de Fast Food Mc Donalds promove o evento “McDia Feliz”, onde parte da renda da venda dos lanches Big Macs é revertida para instituições de combate ao câncer e outros organismos solidários.

Louvável atitude, que deveria ser tomada de exemplo por outras empresas.

Socialmente falando, irrepreensível. Comercialmente analisando, uma excelente jogada de marketing e economicamente viável – pois se deixa de faturar com o lanche a preço de custo, ganha com a imagem responsável e maximiza os lucros com a venda de batatas e refrigerantes, fazendo valer a pena financeiramente.

Independente disso, ajude! São empresas assim que devem ser respeitadas, pois atuam onde o Governo deixa de agir.

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– Empresas que controlam as “Idas ao banheiro” aumentam!

Nesses tempos em que a Economia vai muito mal, reduzir despesas e otimizar o trabalho é importante. Mas há certos exageros de empresas e de funcionários: alguns chefes que cobram muito versus empregados que fazem corpo mole.

Dentro das coisas que impressionam, há aquelas que fazem “marcação cerrada em cima dos colaboradores que vão ao banheiro demais”, alegando que poderiam estar matando o tempo de trabalho.

E não é que isso virou caso na Justiça?

Olha só, extraído de: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/08/tst-condena-empresa-por-controlar-ida-ao-banheiro-dos-empregados.html

TST CONDENA EMPRESA POR CONTROLAR IDA DOS EMPREGADOS AO BANHEIRO

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou uma agroindústria de Santa Catarina por controlar as idas dos funcionários ao banheiro, a ponto de premiar os que menos utilizavam. Na avaliação dos ministros, houve lesão à dignidade humana por parte da empresa, que pagará R$ 5 mil de danos morais a uma ex-empregada.

A decisão foi unânime. Ela foi publicada em 12 de agosto pelo TST e divulgada pelo Tribunal na segunda-feira (17).

De acordo com a trabalhadora, cada ida ao banheiro precisava ser registrada no cartão de ponto dos trabalhadores. Com o controle em mãos, os dirigentes davam uma “gratificação de descanso” para os que gastavam menos tempo.

Diante do controle excessivo, ela apresentou reclamação trabalhista contra a agroindústria, exigindo indenização por danos morais. Afirmou que, em um primeiro momento, a empresa fixou o horário e o tempo para idas ao banheiro (dois intervalos de 10 minutos por dia, quando o maquinário tinha que ser desligado para manutenção).

Depois de muita reclamação, a empresa liberou o uso de 20 minutos por dia em qualquer momento, desde que cada saída e retorno ao posto de trabalho fossem registrados no ponto.

Na defesa, segundo o TST, a empresa argumentou que o tempo de uso do banheiro não era descontado. “Porém, como existem alguns funcionários que em alguns dias não utilizam esse intervalo ou utilizam menos que o tempo concedido e permanecem trabalhando, a empresa adotou o sistema de registrar os horários e trimestralmente efetua o pagamento desse intervalo ao funcionário que não utilizou”, detalhou a empresa, argumentando ser injusto que o trabalhador que gastasse menos tempo “não fosse remunerado por isso”.

Análise do Tribunal

O juiz de origem rejeitou o pedido da indenização, por não reconhecer violência psicológica no ato da empresa, já que a regra valia para todos. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12º Região, em Santa Catarina.

Ao analisar o recurso da trabalhadora ao TST, o ministro João Oreste Dalazen, relator do processo, ressaltou o “absurdo” de se ter que controlar as necessidades fisiológicas para atender a um horário determinado pelo empregador. Na avaliação dele, ainda pior foi o registro do tempo no banheiro.

O ministro destacou que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho catarinenses está em desacordo com a jurisprudência do TST. Isso porque a restrição ao uso do banheiro por parte do empregador, em detrimento da satisfação das necessidades fisiológicas dos empregados, acarreta ofensa aos direitos de personalidade. Também pode configurar “constrangimento, lesão à dignidade humana e risco grave de comprometimento da própria saúde”.

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– Os Banheiros Transexuais chegam às Escolas

Nos novos tempos em que tudo deve visar o politicamente correto, algumas faculdades inovam e adotam sanitários pensando em evitar a transfobia.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/07/banheiros-unissex-ganham-espaco-em-universidades-do-pais.shtml

BANHEIROS UNISSEX GANHAM ESPAÇO EM UNIVERSIDADES DO PAÍS

Uso por alunos transexuais avança entre polêmicas e reações contrárias à medida

Por Mariana Estarque

No início deste ano, um adesivo foi colado na porta de um banheiro da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e, no mesmo dia, o lugar se tornou um campo de batalha. No aviso oficial estava escrito: “Banheiro unissex. Afinal, todo mundo usa o banheiro pelo mesmo motivo, né?”.

A mensagem era acompanhada pelos dois tradicionais bonequinhos, um de saia, outro sem. No meio deles, um sujeito novo, com metade da saia.

Por trás do tom bem-humorado do aviso, a medida do Centro de Ciências da Educação (CCE) dizia respeito a um debate sério sobre direitos básicos: o uso do banheiro por pessoas trans. Desde 2015, ao menos oito universidades federais adotaram banheiros unissex ou resoluções que permitem aos alunos usarem esses espaços segundo o gênero com o qual se identificam.

Na UFPI, já no primeiro dia, o adesivo oficial foi rasgado. Alunos que apoiavam a medida colaram cartazes por cima. Os papéis foram destruídos. Estudantes decidiram então pintar “unissex”. E assim ficou.
O diretor do CCE, Luis Carlos Sales, responsável pelo novo banheiro, diz que hoje o conflito está encerrado. “Acalmou. Não tem aviso oficial, mas todos sabem o que é.”

O professor destinou só um banheiro para uso comum, os outros permanecem iguais. “Alguns alunos trans não se sentiam à vontade nos banheiros convencionais, então atendemos a demanda deles”.

Assim como a Federal do Piauí, a Fluminense, a de Juiz de Fora, a do Sul da Bahia, a do ABC, a do Paraná, a do Rio Grande do Norte e do Tocantins adotaram medidas similares. Elas representam mais de 10% das 68 universidades federais do país. Em 2017, PUC-SP e USP fizeram o mesmo.

Segundo o Ministério da Educação, não há um levantamento oficial sobre o tema.

De acordo com a diretora de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), Marina Reidel, professora e mulher trans, a expansão dos banheiros está ligada a uma resolução de 2015.
Ela estabelece que as pessoas têm direito de usar o banheiro de acordo com a identidade de gênero, e dispõe sobre o uso do nome social em instituições de ensino. A decisão não tem força de lei, mas norteia políticas do setor.

A implementação dos banheiros e das políticas varia. Algumas partem de demandas de trans, outras surgem após agressões. Alguns casos são ações da universidade, outros, de unidades específicas.

A Federal do Paraná, por exemplo, abriu um banheiro  de uso comum em 2017, após requerimento de alunos trans. A medida não causou reações inflamadas, diz Silvana Carbonera, vice-diretora do setor onde a unidade foi feita.

Na Federal do Rio Grande do Norte, também não houve polêmica, segundo a reitora,  Angela Maria Paiva Cruz. Na Federal do Tocantins, em Araguaína (a 400 km de Palmas), a medida foi tomada após reclamações de heterossexuais.

“Chegavam mulheres evangélicas, chorando, que tinha ‘homem’ no banheiro. Os alunos trans não tinham para onde ir: eram sempre enxotados”, diz o diretor do campus, José Ribeiro, que transformou três banheiros em unissex.

Nem sempre, porém, há reações . A Escola Multicampi de Ciências Médicas, da UFRN, em Caicó, interior do estado, transformou todos os banheiros em unissex em 2016, com a entrada de uma aluna trans na residência médica. “Encontrei uma instituição que respeitou a minha dignidade”, diz Patrícia Targino Dutra, 30.

Patrícia se tornou professora da instituição. “Impressiona a postura da escola, no meio do sertão nordestino, onde o machismo impera.”

Na PUC-SP, que criou um banheiro unissex em 2017, a aluna e membro de um coletivo LGBT Luiza Ferrari, 22, diz que os embates acabaram. “A reação foi maior nas redes sociais”, diz a integrante da associação de professores, Maria Beatriz Abramides.

Entre as universidades que optaram por manter espaços segregados, mas garantir o acesso de trans por meio de portarias ou campanhas nos banheiros estão a Federal de Juiz de Fora (UFJF), Sul da Bahia (UFSB), do ABC (UFABC), Fluminense (UFF) e USP.

As quatro primeiras adotaram medidas que valem para toda a universidade. Já na USP, a iniciativa ficou restrita a uma unidade.

Em 2016, mulheres agrediram e expulsaram uma aluna trans do banheiro da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da USP. Então, o conselho estabeleceu que os banheiros podem ser usados segundo a identidade de gênero.

Para a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da FFLCH, Elizabeth Harkot de La Taille, a implementação foi tranquila e “teve um efeito educativo”.

A UFF, por outro lado, ainda vive a polêmica, quase um ano após liberar os banheiros. A medida foi uma reação à atitude do vereador de Niterói (RJ) Carlos Jordy, do PSL, partido de Jair Bolsonaro.

Jordy afirma que enviou ofícios para a UFF, Ministério Público Federal e polícia sobre o tema e o uso de drogas. “Pessoas mal intencionadas podem dizer que se identificam com outro gênero para cometer assédio, estupro.”

A aluna de ciências sociais Liège Nonvieri, 22, trans, se sentiu contemplada pela resolução. Ela já usava o banheiro feminino, mas achou que o posicionamento da UFF foi importante.

Para a aluna de pedagogia Amanda Figueiredo, 30, a resolução tirou seu “direito e privacidade”. Ela se define como cristã e conservadora, e diz que se preocupa com sua segurança. “Se [um homem heterossexual] entrar, quem vai falar? Para depois ser acusado de homofóbico?”

Para o movimento UFF Livre, contrário à resolução, identidade de gênero e orientação sexual são questões “de foro íntimo”, e as placas visam “atender interesses de uma militância político-ideológica”.

A professora de estudos de gênero da Federal da Bahia (UFBA) Maíra Kubik diz que a violência contra mulheres é um risco, mas não deve ser usada para retirar direitos das trans. “Mulheres são estupradas em qualquer lugar”. Ela, com apoio de movimentos LGBT, diz que é melhor não identificar os banheiros.

A ideia do “terceiro banheiro”, entretanto, é controversa. Segundo Marina Reidel, do MDH, esse é um arranjo possível.  “Não é o melhor, mas são acordos para minimizar a violência e humilhação”, pondera.

Professora de psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro, Jaqueline de Jesus, trans, discorda. “Ou todos são unissex ou nenhum. Isso joga as trans no banheiro estranho, e reforça a segregação”.

bomba.jpgNa USP, banheiros ganharam adesivos após agressão a aluna trans – Zanone Fraissat/Folhapress

– Funcionários que têm até 16o Salário por ano? E nós é quem os pagamos?

Ouvi e me assustei ao comprovar: o BNDES tem cerca de 5000 funcionários concursados e muitos outros como cargo de confiança. Eles tem até 16o salário como remuneração, e alguns não aparecem para trabalhar.

E depois querem aumentar os impostos para cobrir o déficit do Governo?

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– O uso comedido das Redes Sociais: a demissão do diretor da Disney!

James Gunn, o importante diretor de Hollywood e responsável pelos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, da Marvel (que hoje é uma empresa do grupo Disney) foi demitido na semana passada por tuítes de cunho racista em 2013!

Segundo a emissora, nenhum tipo de preconceito pode ocorrer por seus colaboradores, já que ela, Disney, tem valores sociais a defender. Gunn, por sua vez, diz que errou, mas que hoje é uma pessoa melhor.

E aí?

Se por um lado, deve-se separar a vida pessoal da profissional, ao mesmo tempo, deve-se entender que o profissional representa a instituição que trabalha. Difícil não associar, né?

O certo é: cuidado com o que você registra na Internet, pois as opiniões podem se perpetualizarem!

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– A caçadora de girafas e a sua polêmica postagem!

Que infelicidade da caçadora!

Uma mulher norte-americana foi praticar “caça-esportiva” na África (isso é esporte?) e encontrou uma girafa negra. A matou e postou “sua felicidade na Internet”.

Foi há um ano, mas só agora repercutiu!

Extraído de: https://exame.abril.com.br/mundo/cacadora-americana-gera-revolta-ao-postar-foto-ao-lado-de-girafa-morta/

CAÇADORA AMERICANA GERA REVOLTA AO POSTAR FOTO AO LADO DE GIRAFA MORTA

As imagens são de junho de 2017, mas elas viralizaram depois que o blog sul-africano Africland Post compartilhou as imagens em redes sociais.

Centenas de pessoas mostraram indignação nas redes sociais depois da publicação de fotografias de uma mulher americana que posa ao lado de um fuzil e de uma girafa negra que acabava de ser caçada em um parque da África do Sul.

“Um animal pacífico e dócil que não fez nenhum dano. E o mata para que? Por orgulho? Como prêmio? Pelos risos?”, “Que peça imunda de lixo americano é esta mulher!” ou “Não merece ser considerada um ser humano”, são algumas das mensagens compartilhadas nos últimos dias no Twitter, dirigidas a Tess Thompson Talley, a mulher que mora no Kentucky e que matou o animal.

“Orações porque meu sonho de caça único na vida foi realizado hoje. Avistei esta girafa negra macho pouco habitual e a acossei durante um bom momento”, disse a caçadora quando publicou as fotos em sua conta pessoal do Facebook.

“Sabia que era bom. Tinha mais de 18 anos, 4 mil libras (1.800 quilos) e fui benzida por conseguir 2 mil libras (900 quilos) de sua carne”, acrescentou Talley.

A viagem de caça aconteceu em junho de 2017, mas as imagens da americana ao lado da girafa se tornaram virais nos últimos dias depois que o blog sul-africano Africland Post as compartilhou na rede social.

“Uma americana branca selvagem que é praticamente uma neandertal vem à África e dispara contra uma girafa negra muito rara, graças à cortesia da estupidez sul-africana. O seu nome é Tess Thompson Talley. Por favor, compartilhem”, escreveu o Africland Post em um tweet que foi compartilhado mais de 45 mil vezes.

A caça esportiva, que atrai pessoas de todo o mundo para transformar animais selvagens em troféus, é legal na África do Sul e reporta à economia do país uma grande quantidade de dinheiro.

Além da África do Sul, há outros países que a permitem. No Zimbábue houve igualmente grandes polêmicas por esta prática, como quando em 2015 um dentista americano matou Cecil, o leão mais famoso do país.

A girafa, o mamífero mais alto do mundo, foi reconhecida como animal em perigo de extinção em 2016 pela União Internacional para a Conservação do Meio Ambiente (IUCN, em inglês).

Segundo os dados da IUCN, as espécies deste animal, que vive na África do Sul e Oriental, caíram de 155 mil exemplares calculados em 1985 a 97.562 em 2015.

– Júlio Cocielo e o humor racista!

Não sou chegado nesses novos humoristas “youtubers”; portanto, desconhecia quem era o tal de Júlio Cocielo. Só soube que era seguido por milhões de pessoas após a polêmica com o jogador francês Mbappé, que fez dois gols contra a Argentina (ele é comparado com Ronaldo Fenômeno na juventude e é de origem afrodescendente).

Por ser negro e veloz, num repente de infelicidade, Júlio escreveu no Twitter que:

Mbappé conseguiria fazer ‘uns arrastão’ Top na praia, hein?

Que tonto! Para que bolinar com a cor da pele do rapaz, e ainda por cima fazer troça de um problema tão sério vivido no Rio de Janeiro?

Mas não é a primeira vez que isso acontece. Fuçando na Internet, vejo que ele escreveu várias vezes outras bobagens, como:

Gritei VAI MACACA pela janela e a vizinha negra bateu no portão de casa pra me dar bronca”.

Onde está a graça? Ainda teve:

to começando a virar racista por causa dessas cotas que beneficiam os pretos”.

Um cara desses faz sucesso? Isso é humor? E quantas pessoas seguem esse cara, que em dezembro de 2013, escreveu com duplo sentido (não foi a intenção de defender, hoje se crê):

“o brasil seria mais lindo se não houvesse frescura com piadas racistas. Mas já que é proibido, a única solução é exterminar os negros”.

Chega. Muita idiotice para um cara só. Sendo racismo crime, não deveria levar um puxão de orelha o cidadão?

Não me venha justificar que é humor. Em pleno século XXI, com tantos problemas que a sociedade tem, trolar devido a cor da pele é indevido. Ademais, só existe uma raça: a humana! Se a cor da pele é mais clara ou escura, isso é irrelevante.

Dá para entender quem consome esse tipo de humor?

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– Catequese do Crisma a respeito do Bullying

Nas salas de aula onde lecionei nas turmas de Administração de Empresas, em diversas atividades falamos sobre as questões de ética, igualdade, equidade e respeito nas organizações. Porém, tal tema extrapola o ambiente de trabalho e deve ser discutido na sociedade em geral.

Dentro dos nossos encontros de Catequese do Sacramento do Crisma, aos nossos crismandos preparamos um material sobre o qual podem refletir as diversas formas de bullying.

A propósito, se tentarmos catalogar “o que é motivo de bullying”, teremos como mote (alguns exemplos):

etnia (nordestino, nortista), raça (negro, amarelo), religião (cristão, muçulmano), condição social (rico, pobre), estética (alto, magro, gordo, baixo), gênero (másculo, afeminado), idade (jovem, velho), ideologia (esquerda, direita), comportamento (extrovertido, tímido) e outras tantas questões que podem constranger por preconceito, gerando gozações e apelidos.

Compartilho um compilado adaptado pela equipe de catequistas da Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP, a partir de dois bons textos extraídos de brasilescola.com.br e pesformosos.com.br.

BULLYNG

Você tem vergonha de ser o que você realmente é?

Bullying é um termo da língua inglesa (bully= valentão) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas. Verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa, que não tem a possibilidade ou capacidade de se defender. São atitudes realizadas dentro de uma relação desigual de forças e poder. Na prática, traduz-se em atos de covardia, tirania, agressão, opressão, maus tratos, ironias. Essas agressões possuem um caráter intencional e, muitas vezes, a pessoa que sofre o bullying pode ser abordada por uma ou por várias pessoas.

O bullying se divide em duas categorias:

Bullying direto: é a forma mais comum entre os agressores masculinos, incluindo a agressão física e verbal.

Bullying indireto: essa é a forma mais comum entre as mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social, ou a famosa “risadinha”” da vítima.

Em geral, a vítima teme o agressor em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência física, verbal ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying pode ocorrer em qualquer ambiente: na rua, na escola, faculdade, igreja, shopping, entre outros.

– Agressor: você participa da agressão até mesmo quando ri de alguém que está sendo vítima, principalmente, quando você é o agressor direto, quando violenta
fisicamente ou verbalmente a vítima.

– Vítima: são as pessoas que sofre a violência física, verbal ou sexual. Sofrem, na maioria das vezes, calados por temerem denunciar o agressor.

– Testemunha: as pessoas que presenciam o bullying, na grande maioria alunos que convivem com a violência e silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor.

As crianças e adolescente que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamentos agressivos. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

“Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensa, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas, humildemente considerem os outros superiores a si mesmo. Cada um cuide, não somente de seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus”. Fl 2,1-5

O termo bullying não está na Bíblia, mas, nem por isso quer dizer que a Bíblia não se dirige significativamente a esta expressão da nossa cultura. A Bíblia dirige-se a cada um desses aspectos. E vai além, porque ela tem palavras de consolo e fortalecimento para o sofredor, caminhos de verdadeira transformação em Cristo para o agressor, palavras de incentivo para o pacificador. Você e eu temos a oportunidade de penetrar na vida destas pessoas por meio de um relacionamento de amor. Podemos identificar os problemas usando a nomenclatura que Deus usa e aplicar as verdades das Escrituras.

Encontramos na Bíblia inúmeras ilustrações e ensinos sobre ira, discriminação e muitos outros problemas que geram o bullying, mas, também teremos a solução para eles. Quando a Bíblia menciona algo com tanta frequência, podemos esperar que seja uma luta universal. O Bullying não é novidade atual, e o procedimento de vida correta aparece nas Escrituras:

“todavia não foi isso que vocês aprenderam de Cristo. De fato, vocês ouviram falar dele, e nele foram ensinados de acordo com a verdade que está em Jesus. Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e, em santidade, provenientes da verdade”. Ef 4,20-24.

Se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, é importante que possamos espalhar uma contracultura de paz, especialmente nas crianças, que precisam ser moldadas e nelas semeadas boas sementes de paz, amor, harmonia. Vivemos um tempo de aprendizado de como lidar com isso: escola, pais, agressores e agredidos, que muitas vezes não sabem o que fazer, mas, o grande plano neste momento, é aprender com o incentivo de gestos de compreensão, de cada vez mais cultivar respeito às diferenças individuais e o olhar de fé e atitude de cada um de nós.

A vida em Cristo nos remete a amar ao próximo como Ele mesmo nos amou:

“Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.” (Jo 13,34).

Devido a isso, não agrida ninguém por características físicas, raça, personalidade…. lembre-se que Deus nos fez à Sua Imagem e Semelhança e nos ama igualmente, independente de nossas diferenças. Ame o próximo.

Para reflexão:
– Exemplo de bullying na Bíblia: Lc 16,19
– Discussões: Cyberbullying, Liberalismo e Conservadorismo, Feminismo x Machismo, Apelidos e Bullying

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– Os deputados que professam a fé em Brasília: curioso e instigante!

Você sabia que a Câmara dos Deputados tem uma Capela Ecumênica?

Pois é: as diversas profissões de fé a frequentam. Mas o que você não sabe é: os cultos (das mais diversas religiões) acontecem em diversas salas. E há muita gente criticando isso, em especial, o deputado Jean Wyllys.

Em: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,a-hora-do-louvor-na-camara-dos-deputados,70001779597

A HORA DO LOUVOR NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Por André Borges

Cerimônias católicas e evangélicas ocorrem todas as semanas em plenários de comissões

Não há santos na sala da Comissão de Tributação e Finanças da Câmara dos Deputados. O que se vê nas paredes são quadros com rostos de parlamentares como o ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima ou o ex-deputado e hoje ministro Moreira Franco.

Divindades também não estão retratadas na sala da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ali há fotografias em preto e branco de ex-presidentes da comissão, como a do senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e a do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. Toda semana, porém, esses retratos têm sido testemunhas de cerimônias religiosas, em horário de funcionamento da Casa.

Na quarta-feira passada, já passavam das 9h30 quando o deputado Eros Biondini (PROS-MG) empunhava um violão e comandava o culto da Renovação Carismática Católica no plenário da Comissão de Ciência e Tecnologia, entre músicas e citações cristãs. “Pisa na cabeça da serpente, passa na frente, desata os nós, intercede por nós”, dizia. Ao seu lado, o deputado Flavinho (PSB-SP) erguia uma Bíblia aberta.

A poucos metros dali, no mesmo corredor, o deputado Pastor Eurico (PHS-PE) dava o tom do encontro evangélico que conduzia no plenário da Comissão de Tributação e Finanças. “Temos tido compromisso e temos buscado fazer o que Deus manda através da sua palavra, fazer justiça nesta Casa. E louvo a Deus, porque aqui estão os homens que aceitaram o preço. E nós sabemos o quanto temos pago. Aqui tem homens de Deus sérios, não tem nenhum aqui com cara de propina.”

Os encontros religiosos, iniciados às 8h30, seguiram até as 9h35. Nesse intervalo, a Câmara já tinha ao menos nove diferentes eventos ocorrendo em suas dependências, conforme a agenda legislativa. Os trabalhos incluíam, por exemplo, uma audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor para debater o uso de medicamento para leucemia e um seminário sobre transporte de cargas.

O uso dos plenários de comissões da Câmara para cultos não é uma prática nova, mas se intensificou nos últimos anos, segundo informações confirmadas pela assessoria da Casa. Os eventos religiosos ocorrem, em média, três vezes por semana, às segundas e quartas, quando os deputados estão em Brasília, e às sextas, atendendo a pedidos de funcionários. Para realizar os eventos, os deputados pedem que sejam reservadas salas que não terão sessão.

“Desde que não interfiram em nenhuma atividade parlamentar ou institucional e observem a antecedência máxima de 15 dias, todos os pedidos são deferidos, independentemente da natureza do culto religioso, preservando-se a laicidade do Estado”, disse a assessoria.

O Pastor Eurico, que em 2014 apresentou o projeto conhecido como “cura gay”, nega que o culto evangélico concorra com a agenda da Casa e diz que não se incomoda em orar nas comissões. “Não vejo nenhum problema. Todo tipo de reunião acontece nessas salas”, diz. “Esse horário das 8 horas às 9h30 já é chamado de o horário dos cafés”, afirma o parlamentar.

Segundo o deputado Flavinho, que é vice-presidente da Frente Parlamentar Católica, o horário e o dia dos cultos “levam em conta a disponibilidade dos participantes e, também, as diretrizes da Câmara dos Deputados, de forma a não gerar despesas adicionais”.

CRÍTICAS

Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), a apropriação da Câmara, em horário de trabalho, reflete a força que as bancadas religiosas têm na Casa. “Infelizmente, temos na Câmara uma bancada fundamentalista religiosa, que tem como projeto de poder o rompimento da laicidade do Estado”, diz.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) também critica a realização das cerimônias. “Acho gravíssimo. Todas as religiões podem ter espaço e expressão nas audiências públicas, mas não podem se apropriar da instituição como se uma igreja fosse.”

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– Consequências do bullying nas notas das crianças

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado.

Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

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– YES? Mas não é bem assim…

Vejo duas propagandas no Instagram e fico coçando a cabeça: será que moro no mesmo Bairro Medeiros que essa publicidade?

Abaixo, dois prints do Instagram:

No primeiro, me assusto ao ver como é “tão perto do Centro”! Eu levo 25 minutos de carro pelas rodovias para chegar ao Centro de Jundiaí, devido ao congestionado trânsito de 15 km. É o caminho mais curto.

No segundo, vejo que haverá um shopping em frente ao Yes. Em frente ou dentro do Condomínio? Afinal, em frente a construção está a minha casa. Ao lado, meu cunhado. Do outro, a dona Teresa e família…

Sinto que nesse trecho aprazível de chácaras residenciais, o sossego vai acabar. Aliás, como se permite construir um condomínio vertical em meio a tantas moradias térreas rurais?

– Os Observadores à Paisana contra o Racismo na Copa do Mundo

A Copa do Mundo da Rússia começará na 5ª feira, e para coibir o racismo e qualquer outra forma de discriminação (sexual, religiosa ou política), a FIFA colocará 3 observadores em cada estádio, à paisana, para identificar tais situações.

Lembrando que: se perceptível, o árbitro deverá parar o jogo até as manifestações preconceituosas na arquibancada cessarem.

Extraído de: https://sportv.globo.com/site/programas/copa-2018/noticia/fifa-implementara-acoes-de-combate-ao-racismo-no-mundial-da-russia.ghtml

FIFA IMPLEMENTARÁ AÇÕES DE COMBATE AO RACISMO NO MUNDIAL DA RÚSSIA

Árbitros poderão interromper ou suspender partidas em caso de manifestações discriminatórias. Observadores estarão espalhados pelos estádios para denunciar atos hostis

A Fifa anunciou, nesta quinta-feira, que implementará ações de combate ao racismo e a favor da diversidade durante a Copa do Mundo da Rússia. Os jogos terão um sistema de monitoramento, que inclui a presença de observadores espalhados pelos estádios. Em campo, os árbitros poderão interromper ou suspender partidas em caso de manifestações discriminatórias vindas da arquibancada. As ações já foram implementadas nas Eliminatórias e na Copa das Confederações.

– No ano passado, na Copa das Confederações, a atmosfera foi muito amigável – disse a secretária-geral da Fifa, Fatma Samoura. – A Fifa tem uma abordagem de tolerância zero à discriminação e isso é algo que levamos muito a sério. Além das medidas educacionais que incluem um guia de boas práticas, temos sistemas em vigor para reagir e sancionar atos discriminatórios, bem como medidas para garantir um ambiente livre de discriminação na Copa do Mundo – completou.

As ações foram criadas em uma parceria da Fifa com a Fare Network, organização com um longo histórico de combate à discriminação no futebol. Todas as partidas do Mundial 2018 terão três observadores espalhados pelos estádios. Os profissionais terão a missão de monitorar o comportamento dos torcedores de ambas as equipes, reportando aos oficiais de segurança eventuais atos racistas e discriminatórios.

Os árbitros também terão total liberdade para intervir em casos de atos racistas. De acordo com o chamado “procedimento de três etapas”, eles terão a autoridade para primeiro parar a partida e solicitar um anúncio público pedindo que o comportamento discriminatório cesse. O segundo passo é suspender a partida até que o comportamento inadequado pare. Caso os atos persistam, o árbitro pode encerrar o jogo.

– Temos um forte sistema de monitoramento no local. Além disso, todos que fazem parte da organização do jogo, incluindo funcionários, voluntários, equipes, mordomos e pessoal de segurança foram informados e treinados para garantir que, se ocorrerem incidentes discriminatórios, a ação correta seja tomada rapidamente – disse o chefe de sustentabilidade e diversidade da Fifa, Federico Addiechi.

A nova edição do Guia de Boas Práticas da Fifa sobre Diversidade e Anti-Discriminação foi publicada esta semana no site oficial da entidade e distribuída a todas as associações filiadas. Nos dias 6 e 7 de julho, durante as quartas de final da Copa do Mundo, a Fifa também celebrará os Dia do Combate à Discriminação com um protocolo especial pré-jogo.

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– A Regra que Proibia Mulheres de Jogarem Futebol!

Calma, não é nenhuma lei atual tampouco uma regra idealizada pela FIFA outrora em seus primórdios. Nem a International Board pensou em tal preconceito no esporte.

Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”.

Sim, amigos, nosso país já passou por tal barbaridade em desrespeito às mulheres.

Abaixo, material da Folha de São Paulo, arquivo de 25/05/2003 – 12h06

FUTEBOL FEMININO FOI PROIBIDO NO BRASIL NA DITADURA VARGAS

por João Carlos Assumpção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]”, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

Resultado de imagem para Time de futebol feminino cor de rosa

– Zagallo, o injustiçado

Vejo uma foto no site da CBF onde se mostra Zagallo recebendo uma camisa 13 (seu número da sorte, como costuma contar) do atual treinador Tite.

Se tivesse nascido em outro país, Zagallo teria uma estátua na entrada da CBF. Jogador, treinador, técnico e coordenador das Seleções Brasileiras que ganharam as 4 primeiras Copas do Mundo. Só não foi em 2002, mas vice em 98.

O problema é que o ar folclórico, o excesso de otimismo e algumas rusgas do “Velho Lobo” fazem as gerações mais novas o desrespeitarem. Lembram do: “Vocês vão ter que me engolir”, após vencer a Copa América, às vésperas da Copa da França?

Mário Jorge Lobo Zagallo: uma figura mítica (e por quê não: mística também) da Seleção Brasileira.

Eu o respeito demais, não só pelos seus cabelos brancos, mas pelo seu passado. Aliás, me choca um pouco vê-lo tão debilitado pela avançada idade.

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– O Papa e a declaração acolhedora ao gay chileno

Ainda sentindo as críticas por não ser efusivo contra os acusados de cometer abuso sexual nas Dioceses do Chile, o Papa Francisco trouxe uma prova de acolhimento e tolerância.

Disse Francisco a um cidadão homossexual, chamado Juan Carlos Cruz:

O fato de ser gay não interessa. Deus te fez assim, te ama assim e eu não quero saber. O papa te ama assim. Tem de ser feliz como é”.

É por aí mesmo. Deus detesta o pecado, mas ama o pecador.

Abaixo, extraído de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/201cdeus-te-ama-assim201d-afirma-o-papa-francisco-a-homossexual

“DEUS TE AMA ASSIM”, AFIRMA O PAPA FRANCISCO A HOMOSSEXUAL

Na mais explícita declaração de um papa contra o conservadorismo religioso em relação às orientações sexuais, Francisco confortou um homossexual vítima de abusos por parte de um padre chileno. “O fato de ser gay não interessa. Deus te fez assim, te ama assim e eu não quero saber. O papa te ama assim. Tem de ser feliz como é”.

Juan Carlos Cruz, para quem o papa dirigiu suas palavras, foi uma das vítimas do padre Fernando Karadima, condenado pelo Vaticano por ter cometido abusos sexuais no Chile na década de 1980. O escândalo levou ao pedido de renúncia coletiva dos clérigos chilenos.

Francisco deu um passo mais ousado em relação a sua evasiva frase de 2013. “Quem sou eu para julgar?”, perguntou na ocasião quando pressionado a externar sua posição sobre o tema.

A declaração é ainda um outro gesto de desculpas de Francisco após as infelizes declarações durante a sua passagem pelo Chile em janeiro. Na ocasião, o papa definiu como “calúnias” as acusações contra o bispo Juan Barros, que teria encobrido os abusos sexuais praticados por Karadima durante décadas.

A defesa de Barros motivou críticas ao papa. Entre os insatisfeitos estava o cardeal norte-americano Sean O’Malley, nomeado para suceder a Bernard Law na diocese de Boston na sequência dos escândalos de pedofilia naquela cidade. O’Malley acusou Francisco de ter causado “grande dor” às vítimas de abusos sexuais por parte integrantes da Igreja.

Após as reprimendas públicas, o papa se desculpou: “O drama dos abusados é tremendo. O que é que sentem as vítimas? Tenho de pedir-lhes desculpa, porque a palavra ‘prova’ feriu. A minha expressão não foi feliz. Peço desculpa se as feri, sem me aperceber, sem o querer. Dói-me muito”.

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– Elton John e suas Bobagens Gratuitas

Admiro a produção artística de Elton John e sua luta contra a homofobia. Mas seus pronunciamentos são polêmicos. Leio uma entrevista dele onde afirma categoricamente que Jesus Cristo era gay (e não é fake news…).

Para quê falar uma bobagem desta, polemizar e criar mal-estar? Repúdio total à sua declaração, mesmo respeitando sua crença. A fim de defesa de seus ideais, não precisa dizer algo que sabidamente não existe ou é.

Abaixo, extraído de: IG (clique aqui para a citação)

ELTON JOHN AFIRMA QUE JESUS ERA GAY

Uma entrevista de Elton John à revista americana Parade promete botou fogo na mídia. A revista chegou às bancas no domingo (21) e a principal declaração do cantor já caiu na rede. Elton afirmou que Jesus Cristo foi “um homem tolerante, super inteligente e gay, que entendia os problemas humanos”.”Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que nós fossemos amáveis e capazes de perdoar. Eu não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica vivendo no Oriente Médio… Seria melhor estar morto”, disse o cantor inglês.

Além das afirmações sobre Jesus, Elton também falou de seu passado e os envolvimentos com drogas e com homens mais novos. Até encontrar David Furnish, com quem se casou em 2005, Elton tinha o hábito de namorar rapazes desocupados. “Eu sempre escolhia alguém mais novo. Queria levá-los para conhecer o mundo, educá-los. Dava relógios, roupas de Versace, carros. Eles não trabalhavam. Dependiam de mim”.

Elton também falou sobre a fama e as mortes de John Lennon, Michael Jackson, Gianni Versace e a Princesa Diana. “Dois deles foram mortos na porta de casa. Nada disso teria acontecido se não fossem famosos. Fama atrai lunáticos”.

– A triste história da UTI Neo Natal com formigas sobres os bebês!

Vergonha!

Em Minas Gerais, o descaso das autoridades na área de saúde revolta. Formigas andam nas incubadoras dos recém-nascidos!

Onde é que esse país vai chegar…

Extraído do “O Estado de Minas”,
em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/03/26/interna_gerais,946829/video-mostra-formigas-em-bebe-no-cti-de-maternidade-em-bh.shtml

FORMIGAS INVADEM CTI DE MATERNIDADE EM BELO HORIZONTE E ANDAM SOBRE BEBÊS

Imagens em vídeo foram gravadas por funcionário da unidade e denunciadas pela Asthemg. Fhemig informou que intensificou dedetização no local

Por Cristiane Silva, Simon Nascimento e Benny Cohen

Um vídeo gravado por um funcionário da Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte, mostra uma infestação de formigas em incubadoras, sondas de oxigênio e em cima de bebês no Centro de Terapia e Tratamento Intensivo (CTI) neonatal da unidade.

A denúncia foi feita pela Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg).
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Nas imagens, vê-se a infestação das formigas na cabeça de um dos recém-nascidos, nos tubos de oxigênio e nos acessos para injeção de medicamento. O CTI neonatal é destinado à crianças prematuras e em tratamento de alguma enfermidade.

Em nota, a Asthemg condenou a presença dos insetos nos leitos dos bebês e disse que a situação é resultado “da negligência da administração do hospital com o cuidado dos pacientes”.

Ainda conforme a associação sindical, a situação vem se repetindo e já foi denunciada à direção do hospital anteriormente. O Estado de Minas tentou contato com a diretoria da Asthemg, para esclarecer as denúncias, mas os diretores não atederam as ligações até a publicação desta matéria.

A Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela administração da maternidade, informou que investiga a presença de formigas no salão do CTI neonatal e uma dedetização foi programada para o local.

Sobre a reclamação de reincidência dos problemas, a Fhemig informou que notificou a empresa responsável por realizar a dedetização na maternidade anteriormente, e os técnicos deverão retornar à unidade para aplicação de “formicida mais potente”.

Enquanto a sala em que as formigas foram encontradas passa por operações de limpeza, os bebês foram levados para outros leitos. O recém-nascido que aparece nas imagens, segundo a Fhemig, está bem, mas segue no CTI.

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– A Vergonha do reajuste do Alvará em Jundiaí

Insisto neste tema que já escrevi dias atrás e que vejo absurdos maiores ainda: recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará, a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento. E, acredite, há comércio que passou de 5.000,00 para mais de 16.000,00! Triplicou como?

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta tudo isso SEM JUSTIFICAR NADA? O país está em crise, as vendas caíram, ninguém tem dinheiro, e de onde surge esse índice inexplicável de aumento? Onde está o maldito indexador que comprova a necessidade de tais realinhamentos? Cadê o critério, a lógica, o entendimento, a justiça?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

RIDÍCULO! Eu pago todos os meus impostos com muito sacrifício e em dia – e isso me custa demais, estou todo esfolado – e sou “assaltado” dessa forma? É por isso que o país não vai pra frente: ninguém incentiva o micro-empreendedor, não se fomenta a geração de emprego e se faz o que quer com o dinheiro do contribuinte.

Não era mais fácil a Prefeitura cortar os CC, reduzindo seus custos, ao invés de desforrar no imposto?

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– Os erros e acertos no desabafo de Romero, atacante estrangeiro do Corinthians

O jogador corintiano Romero reclamou que há má vontade por parte da imprensa com ele pelo fato de ser paraguaio. Deixou no ar que sofre de xenofobia e se entristece quando seu país é denegrido.

E ele tem razão?

De certo modo, quanto à imagem do Paraguai, sim. Se um whiski é falsificado, falamos que não é escocês, mas deve ser paraguaio. Se um time está na ponta de cima da tabela mas se duvida da força de conquistar um campeonato, se chama de “cavalo paraguaio”.

Sobre a perseguição pessoal, aí não. Romero é voluntarioso, mas tecnicamente fraco. Veja se outros estrangeiros como Dario Pereira (Uruguai), Elias Figueroa (Chile), Conca (Argentina), Arce e Gamarra (ambos do Paraguai) reclamaram de má vontade da imprensa pelo local de nascimento deles.

Repito: Romero tem razão quando fala que vê o desdém do brasileiro às coisas do seu país (imagine um brasileiro vendo um compatriota sendo chamado de “macaquito”), mas não a tem quando se queixa do pouco reconhecimento à sua habilidade como futebolista.

E você, pensa o quê: Romero tem ou não razão?

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– Tapetão no Carnaval Carioca de novo?

Diziam que no Brasil a única coisa que “era levada a sério” seria o Carnaval. Parece que não é mais…

Pelo segundo ano seguido, cancelaram o rebaixamento das escolas da 1a para a 2a divisão, salvando a Grande Rio e a Império Serrano. A decisão foi tomada pela Liga das Escolas de Samba, pelo prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella, pelo governador Pezão e pelo presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

Detalhe: a Tuiuti e a Beija Flor, que criticaram a corrupção e a ética no país, votaram a favor de tal “virada de mesa”.

Triste retrato do país… nem isso é mais respeitado!

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– A Pegadinha do Site “Reclame Aqui” vale ser compartilhada!

Sabe aquelas empresas que você não pode ouvir nem falar? Tem banco, cia aérea, telefone fixo e outros conglomerados que acabamos ficando reféns para sermos atendidos.

Veja só esse vídeo: um executivo de uma gigante organização, líder em reclamações no “Reclame Aqui”, vai comer em um restaurante chique e é mal atendido. Na hora de ir embora… surpresa!

A reação é impagável. Sentiu na própria pele.

Assista em: https://youtu.be/XRcxh4RR7-s

– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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– O pênalti corretamente assinalado e a trolagem erroneamente disseminada.

Justiça seja feita: muitas vezes critiquei as razoáveis / ruins atuações do árbitro Adriano de Assis Miranda, mas ele foi bem no Morumbi na partida entre São Paulo x Bragantino. O Tricolor venceu o Massa Bruta com um gol de pênalti cobrado por Nenê.

Sobre o pênalti, corretamente assinalado no be-a-bá perfeito da arbitragem: próximo à jogada, no posicionamento correto em que o árbitro deve estar, Adriano percebeu que a perna do são-paulino foi atingida pelo chute do adversário de Bragança e a bola não foi adiantada para se crer em simulação. Aliás, o movimento dela é bem significativo, mostra que quem a conduzia foi interceptado e sua velocidade se mantém “à espera de querer ser chutada”. Enfim: todos os indícios para se marcar pênalti.

Se o jogo foi fraquinho dentro de campo, uma polêmica desnecessariamente criada ocorreu fora dele: a brincadeira do Canal a Cabo Esporte Interativo no qual há um veado para anunciar o começo do jogo no Morumbi. Isso provocou a ira dos torcedores nas Redes Sociais e virou um tremendo antimarketing para a emissora.

Em São Paulo, os mascotes dos clubes são confundidos por gozações de mascotes das torcidas impostos pelos adversários. O Santos tem a figura de uma baleia e o apelido é Peixe; mas os rivais ironizam como sardinha. O Corinthians é o Mosqueteiro, mas os adversários impuseram o termo gambá para a torcida. O Palmeiras, tradicional Periquito com a figura do papagaio Zé Carioca, tinha seus torcedores sarcasticamente chamados de Porco – e a torcida assumiu orgulhosamente o apelido e a bolinagem ficou sem sentido. O São Paulo, representado pelo santo homônimo com auréola e a batina com as faixas da camisa 1, tem como apelido jocoso recente atribuído de Bambi, em referência ao personagem infantil de Walt Disney que é um doce filhote de veado campeiro. Claro que o veado animal é para lembrar o termo pejorativo viado, que se refere aos homossexuais, querendo dizer que são-paulinos são “bichas”.

Evidentemente o torcedor do SPFC detesta essa brincadeira, que nos nossos tempos politicamente corretos se torna fruto de homofobia, caso algum homossexual queira se queixar fora do contexto inserido. Mas a grande pergunta é: será que se o São Paulo Futebol Clube tivesse acertado seus direitos de transmissão com o Esporte Interativo (como fizeram tantos outros clubes, deixando a Rede Globo de lado), a emissora colocaria esse “veadinho” nas Redes Sociais mesmo assim?
Trolagem de torcedores, se entende devido a realidade social (não quer dizer que concordo, mas entendo). Só que uma emissora de TV fazer isso gratuitamente é pisar na bola!

O SPFC divulgou uma nota repudiando. O EI pediu desculpas alegando erro de um funcionário. E você, o que pensa sobre tudo isso?

Leia as notas do time e da emissora, em: https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2018/02/08/esporte-interativo-usa-meme-de-veado-em-jogo-do-sp-e-clube-lamenta-postura/

Abaixo a imagem do Twitter do canal:

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– Flanelinha em São Paulo levará multa de R$ 1.000,00. E em Jundiaí?

O combate aos flanelinhas começou na Capital. Os que intimam os motoristas quando estacionam seus carros podem até ser multados em um mil reais. Ótimo.

Enquanto isso, recordo-me do acontecido comigo em Jundiaí: flanelinha, agente de trânsito e funcionário do parquímetro em…

Leia você mesmo: https://professorrafaelporcari.com/2018/01/13/parquimetro-e-flanelinha-tudo-junto-e-misturado/

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– O que se fará ao Nacional pelas ofensas à Chapecoense?

Fico pasmo ao ver a inércia da Conmebol pelo ato ridículo ocorrido e não punido sumariamente: em plena Arena Condá, no 1o jogo da Pré-Libertadores da América, torcedores do Nacional-URU insensivelmente ironizaram os torcedores da Chapecoense com gestos de “aviãozinho caindo”, em alusão aos mortos na tragédia que envolveu a delegação da Chape.

Quer piada mais sem graça ou ato mais insonso do que esse? Justo no estádio em que se fez o velório onde o mundo inteiro chorou as dezenas de mortos? E como os familiares e amigos das vítimas receberam tais ofensas?

Há imagens da zombaria circulando pela internet, mas por conta dos direitos de transmissão, não tenho link acessível permanente com o vídeo.

Não pode ficar impune tal situação. Aguardemos! Aqui no Brasil, o Grêmio recentemente foi eliminado de uma edição da Copa do Brasil devido a manifestação racista. E agora, qual a pena para o Nacional-URU neste ato fúnebre, macabro e desumano de seus aficcionados  Se é que se pode chamar tais torcedores imbecis de humanos…

Em tempo: não consigo acessar a súmula deste jogo. Será que o árbitro relatou o ocorrido (mesmo sendo desnecessário devido às claras filmagens)? Aliás, a ironia do destino: um Nacional (o da Colômbia) demonstra grandeza com sua torcida e seu homônimo (o do Uruguai) tal pequeneza… 

 

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– O Primeiro Clube de Futebol Transgênero do nosso país!

Há muito polêmica sobre homossexualismo no esporte. Nos últimos dias, o assunto tem sido sobre atletas que mudam de sexo, e a “bola da vez” é a jogadora Tiffany, transexual contestada por outras jogadores pela sua fisiologia mais forte.

Mas você sabia que no Brasil há um time de futebol formado exclusivamente por meninos transgêneros?

Veja que curioso: o clube “Meninos Bons de Bola” é formado por atletas que um dia foram meninas e hoje mudaram de sexo. Abaixo, extraído do Jornal OESP, edição 29/10/17, página A26:

PRIMEIRO TIME TRANSGÊNERO DO BRASIL

Equipe de São Paulo é formada por atletas que nasceram meninas, mas fazem tratamento para se tornarem homens.

por Gonçalo Júnior

Raphael Henrique Martins é um homem transexual. Ele nasceu como mulher, mas se identifica com o gênero masculino. Por isso, fez cirurgia para a retirada dos seios e realiza tratamento hormonal que promove o crescimento de pelos e mudança na voz. No futebol, isso era um problema. Ele não queria jogar no time das meninas, pois não se sentia como elas. Por outro lado, era discriminado entre os meninos. Decidiu apostar na coluna do meio e criou o “Meninos Bons de Bola”, a primeira equipe transgêneros do País.

A possibilidade de inserção social, saber em que time você joga, é uma das conquistas do grupo. “O esporte é um modo de viabilizar o encontro entre essas pessoas, proporcionando lazer e bem-estar e um grupo de apoio entre pares”, diz a psicóloga Moira Escorse, que acompanha voluntariamente o time, mas também atende outras demandas da comunidade LGBT.

O futebol é um aliado importante na transição, a passagem de um sexo ao outro, também do ponto de vista físico e psicológico. O tratamento hormonal provoca alterações físicas, entre elas, o ganho de peso. O futebol ajuda no aperfeiçoamento da forma física e no controle da ansiedade.

Em campo, o time está só começando, é amador. São 25 jogadores que treinam uma vez por semana em quadra do Sindicato dos Bancários. No domingo passado, quando o Estado foi conhecer o elenco, os bancários haviam pedido o local. O jeito foi treinar em uma quadra pública. O “Meninos” só tem um uniforme. As ações de divulgação são feitas por alunos de Comunicação da Universidade Metodista. O time tem até apoio jurídico. Tudo é voluntário.

No próximo fim de semana, a equipe viaja para Curitiba para a Champions Alliance, evento esportivo e cultural da prefeitura local em prol da diversidade. Para conseguir os R$ 2,6 mil da viagem, os jogadores fizeram uma vaquinha de R$ 20 por mês e venderam balas e doces nos semáforos de São Paulo.

O calendário de 2018 é mais ambicioso. A ideia é dar um salto. Os organizadores estudam ampliar o elenco para atuar na várzea e treinar mais. Além disso, querem disputar os Gay Games, maior evento LGBT do mundo, em Paris. Para isso, vão fazer campanha nas redes sociais para arranjar patrocinadores e obter R$ 80 mil. Todos trabalham em outras atividades.

Cristiano Nunes é cabeleireiro e um dos craques do time. Sua habilidade vem dos treinos no Juventus, quando ainda era menina, dos 11 aos 16 anos. Naquela época, era Cristiane Henrique Nunes. Hoje, aos 33, o meia se prepara para fazer a retirada dos seios, um dos principais procedimentos – na visão dos atletas – para se tornar homem. No domingo, quando anunciou que não poderia viajar para Curitiba por causa da cirurgia, chamou o procedimento de “libertação”. E foi aplaudido pelos companheiros.

Cristiano não quis aguardar na fila no Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer o procedimento. Demora. Claudio Galícia, outro jogador dos Meninos Bons de Bola, conta que sua cirurgia demorou cinco anos. Para juntar os R$ 10,5 mil do procedimento na rede privada, em São Bernardo do Campo, teve de economizar por mais de um ano. “Não sobrava para nada”.

Ele é casado há 15 anos e conta que sempre teve uma conversa aberta e franca com sua mulher sobre tudo. O restante da família se divide: uns apoiam, outros fingem não entender ou ignoram sua opção. “O futebol sempre foi uma dádiva e me ajuda em tudo: conter a ansiedade, fazer amigos e viver como sou”.

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Eles nasceram meninas – Wherther Santana / Estadão

– E se o jogador simular que está sendo algemado?

Aconteceu na Itália: no jogo entre Chievo x Juventus, um atleta simulou estar “com as mãos algemadas” pelas decisões do árbitro em forma de protesto, e foi expulso.

Alto lá! Entenda o gesto e veja os motivos culturais de se “mostrar algemado” na Itália,

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/italiano/ultimas-noticias/2018/01/28/zagueiro-e-expulso-apos-simular-estar-algemado-em-protesto-contra-juiz.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-esporte&utm_source=t.com&utm_medium=social

ZAGUEIRO É EXPULSO APÓS SIMULAR ESTAR ALGEMADO EM PROTESTO CONTRA JUIZ

O zagueiro do Chievo Fabrizio Cacciatore foi expulso no último sábado (27) após um protesto curioso. Inconformado com uma decisão da arbitragem, o italiano cruzou os punhos como se estivesse algemado, sugerindo que o juiz deveria ser preso por supostamente estar roubando.

Indignado, o árbitro mostrou o vermelho direto, expulsando o jogador.

Tudo começou quando, no segundo tempo da partida do Chievo contra a Juventus, Cacciotore se envolveu em um choque com um adversário e ficou no chão. O juiz autorizou a entrada da equipe médica, mas como o Chievo já estava com dez homens em campo, o zagueiro não quis sair e deixar seu time em desvantagem ainda maior.

O árbitro insistiu, e, contrariado, Cacciotore deixou o gramado fazendo o gesto de algemas, primeiro sobre a cabeça e depois nas costas.

O técnico português José Mourinho já havia feito esse gesto quando comandava a Inter de Milão, de maneira que as algemas já são interpretadas na Itália como uma forma de protesto contra supostas manipulações da arbitragem. O treinador acabou punido com três jogos de suspensão e uma multa de 40 mil euros.

Depois do jogo, vencido pela Juventus por 2 a 0, os dois gols marcados após a expulsão de Cacciatore, o zagueiro foi ao Instagram se desculpar.

“Peço desculpas publicamente porque o gesto feito foi um grande erro”, escreveu ele. Peço desculpas aos meus companheiros, ao treinador, ao clube, aos nossos fãs e aos amantes do futebol. Certamente é um gesto errado, para não ser feito, um exemplo que um profissional não deve dar. Desculpe por ter dado problemas aos meus colegas de equipe que estavam lutando desde o primeiro até o último minuto… o meu ato foi uma explosão impulsiva e, certamente, eu paguei caro. Desculpe.”

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– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– São Caetano 0x4 Corinthians e os prejuízos diversos

Que mico o Azulão passou e que cáca promoveu no Pacaembu no último domingo!

Tirou o jogo da sua casa, o Anacleto Campanella, a fim de uma renda maior e deu tudo errado. Segundo o borderô, o time teve um prejuízo de R$ 27.000,00. A energia elétrica acabou no estádio e o jogo atrasou. Além de ter levado 4 gols, viu a FPF barrar as crianças que entrariam de mascote e um grande choro delas.

Os gestores do futebol brasileiro aprenderão quando a trabalhar com mais profissionalismo e seriedade?

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– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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– Um manifesto da GM contra o comando feminino?

Li no Jornal de Jundiaí e só resta dizer: que vergonha!

Quer dizer que os Guardas Municipais fizeram um abaixo assinado pedindo que não sejam comandados por mulheres?

Confere?

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-53015-gm-faz-abaixo-assinado-para-frear-ascensão-de-mulheres-na-liderança

GM FAZ ABAIXO-ASSINADO PARA FREAR ASCENSÃO DE MULHERES NA LIDERANÇA

“Se metade da corporação for mulher, a Guarda acaba”. Foi isso que um grupo de mulheres da Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) escutou de um colega homem sobre a tentativa de estabelecer, em lei, medidas para que a igualdade de gênero seja alcançada na instituição.

Um abaixo-assinado foi protocolado na prefeitura pedindo veto ao trecho da lei municipal que assegura um percentual de vagas femininas nos cargos de inspetor e subinspetor. A medida vai contra o Estatuto Geral das Guardas Municipais, definido sob a lei federal 13.022/14.

Atualmente, a GMJ conta com efetivo de 349 oficiais, dos quais apenas 38, ou 10,8%, são mulheres. Nenhuma delas ocupa um cargo de liderança na corporação.

Mesmo assim, o documento teria sido assinado por cerca de 200 membros, mais da metade do efetivo total, segundo as mulheres que conversaram com a reportagem do Jornal de Jundiaí no anonimato e disponibilizaram uma cópia da primeira página do abaixo-assinado.

PERCENTUAL MÍNIMO

A lei 13.022, sancionada em agosto de 2014, prevê a reserva de um percentual mínimo para o sexo feminino em cargos de todos os níveis da Guarda, definido em lei municipal. O texto diz, ainda, que os municípios teriam dois anos – contados a partir da sanção – para que possam se adequar à legislação. Isso significa que, desde agosto de 2016, a GMJ está irregular.

Em março de 2017, uma comissão de guardas foi criada para debater o estatuto e elaborar uma minuta de projeto de lei para a adequação do município à legislação federal. A princípio, segundo contam as GMs de Jundiaí, o texto da lei definia que 30% das vagas de ingresso e promoção na instituição fossem assegurados às mulheres.

Porém, no texto da minuta ao qual a reportagem teve acesso e que supostamente tramita na prefeitura hoje, consta que apenas 10% das vagas para a promoção aos cargos de inspetor e subinspetor ficam asseguradas ao efetivo feminino. O grupo diz que o trecho foi alterado depois que duas das três mulheres da comissão foram afastadas.

Agora, o abaixo-assinado da GMJ pede que o trecho em questão seja vetado, de forma que nenhuma vaga fique reservada para a liderança feminina. “Eles dizem que, se houver a cota, as mulheres vão ser promovidas pelo gênero e não pelo mérito”, disse uma delas.

“Esse argumento de que as cotas colocam pessoas menos preparadas nas vagas é comum, mas infundado”, diz Raquel Marques, presidente da ONG Artemis, que promove políticas públicas pelos direitos da mulher. “Diversos estudos provam que o desempenho dos cotistas não é menor que o dos demais”.

Ela afirma que as cotas obrigam a instituição a olhar para o problema. “Se hoje não existem mulheres suficientes em condições de ocupar a liderança, a cota obriga a guarda a capacitá-las melhor”.

Ela diz, ainda, que a maioria das organizações de ponta possui políticas afirmativas para garantir mais mulheres, negros e LGBTs em seus quadros de liderança. “Me parece que este abaixo-assinado em Jundiaí está na contramão de 2018”, revela Raquel.
LIDERANÇA

Isis Regina de Abreu, a única mulher em 68 anos de GMJ que conquistou um cargo de liderança, afirma que a cota para as mulheres é necessária, principalmente se o concurso interno para a promoção continuar sendo realizado pela própria instituição.

“Se ele fosse feito por uma empresa independente, a cota nem seria necessária. Se abrissem 10 vagas e 10 mulheres tivessem um desempenho melhor, todas as vagas seriam delas, sem necessidade de reservar uma parte”, analisa Isis.

Porém, ela diz que existem interesses machistas por trás do abaixo-assinado. “Os guardas pensam que vão ter que dar o lugar às mulheres mesmo tendo um bom desempenho, mas eu sei muito bem como as coisas funcionam lá dentro. Sem o percentual reservado, os homens vão fazer de tudo para ‘queimar etapas’ e impedir que uma mulher seja graduada”, emenda.

O jeito que as coisas funcionam, segundo a ex-subinspetora da Guarda, é contornar o processo de todas as formas para que sejam graduados apenas quem as lideranças querem. “No concurso que eu prestei, um guarda administrativo fez a prova a lápis, já que era a própria administração da GMJ que iria corrigir”, lembra.

Outra forma de impedir a graduação das mulheres, segundo Isis, é encontrar um motivo qualquer para que elas respondam a um processo na corregedoria interna da GM, ficando assim impedidas de serem promovidas. “Basta você espirrar mais alto que já te mandam para lá”, afirma.

Ela diz que um grupo de guardas tentou impedir sua graduação. “Primeiro pediram recurso, depois foram ao jurídico reclamar que não poderia ter uma subinspetora sem CNH, como eu, mas o edital não exigia”, conta. O processo levou oito meses até que ela pudesse, finalmente, assumir o cargo e, mesmo na liderança, enfrentou grandes dificuldades.

Algumas formas de afrontar sua autoridade eram sutis. “Eu dava ordens e o guarda se recusava a obedecer. Mesmo eu colocando isso no relatório, ele não sofria nenhum tipo de consequência”, diz. Mas Isis também recebeu ameaças mais diretas.

“Uma vez, um dos comandantes apoiou as duas mãos na minha mesa e disse que faria de tudo para me tirar da guarda. Depois de um tempo, me colocaram para ficar na sede da GM olhando para a parede. Foi então que decidi me aposentar. Nunca me deixaram exercer a liderança de fato”, desabafa.

GUARDA HUMANIZADA

Segundo Isis, a Guarda Municipal precisa de mais mulheres em todos os cargos para tornar a GM mais humana. “Querendo ou não, a mulher tem mais sensibilidade e sabe a hora de ser turrona ou flexível”, diz.

Ela acredita que mais mulheres na liderança da GMJ poderiam melhorar o jeito como a instituição lida com os problemas internos da corporação. “Muitos guardas sofrem com depressão, bipolaridade, alcoolismo ou vício em drogas – e ainda trabalham armados. É impressionante como todos entram saudáveis e ficam doentes. As sequelas não vêm das situações que vivemos na rua, mas do jeito que superiores tratam subordinados”.

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Foto: Jornal Regional