– Milagres Contemporâneos

Compartilho interessantíssimo material sobre os “Milagres da era Moderna”: como são provados ou desmascarados, a posição do Vaticano sobre os mesmos e como as religiões entendem ‘o que é Milagre’ e sua freqüência.

Clique em: http://www.istoe.com.br/reportagens/83528_MILAGRES+CONTEMPORANEOS+PARTE+1

– Santa Teresa D´Ávila: o Dia da Virtude da Paciência!

Hoje é dia de Santa Teresa, grandiosa religiosa que nos deixou a bela oração:

Nada te perturbe.

Nada te espante.

Tudo passa.

A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe.

Nada me espante.

A quem tem Deus nada falta.

Só Deus basta.”

(Extraído de: http://www.catequisar.com.br/texto/oracao/santos/45.htm)

Abaixo, história de vida de Santa Teresa D’Ávila

FRASES DE SANTA TERESA D’ÁVILA

Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração…

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, na Espanha. Mulher de grande inteligência e sabedoria, foi proclamada Doutora da Igreja em 1970 pelo papa Paulo VI, como Mestra de espiritualidade.

Realizou uma grande reforma no Carmelo e fundou outros, inclusive dois de frades. Escreveu obras famosas e de grande valor espiritual como “Caminho de perfeição”, “Moradas ou Castelo Interior” e “Livro da vida”. Além de ser a autora do poema “Nada te perturbe”.

Confira um pouco de seu pensamento expresso em frases:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

(Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4257)

– Vem aí a Festa de Nossa Senhora Aparecida do Bairro Medeiros de Itupeva

por Reinaldo Oliveira

21ª FESTA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA APARECIDA DO BAIRRO DO MEDEIROS (ITUPEVA)

A comunidade do Bairro do Medeiros, conhecida como a comunidade da Igreja de Pedra, realizará dos dias 12, 13, 14, 20 e 21 de outubro a tradicional festa em louvor à padroeira Nossa Senhora Aparecida.

A programação da parte religiosa tem início no dia 12 às 9h, com a Procissão saindo do Posto de Saúde para a igreja, seguido de solene celebração litúrgica e coroação de Nossa Senhora Aparecida. .

No dia 13, às 18h, Missa com os Romeiros. No dia 14, tem o Desfile de Cavaleiros, com saída às 11h da Praça da Pedreira, e na chegada à Igreja a Bênção aos Cavaleiros.

No dia 20, às 18h, celebração da Palavra. No dia 21, às 10h, celebração da Palavra.

Todos os dias após a parte religiosa, tem a parte festiva com barracas servindo porções diversas, churrasco, pastel e bebidas.

A comissão organizadora convida toda a população de Itupeva e cidades vizinhas a participarem desta tradicional festa em Louvor a Nossa Senhora Aparecida.

Reinaldo Oliveira -Pastoral da Comunicação-Contato 98791.9217

– Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

Durante as minhas orações diárias, uma das minhas preferidas é consagrar a própria vida ao Sacratíssimo Coração de Jesus Cristo. Compartilho-a:

CONSAGRAÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Eu (nome..) dou e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo a minha pessoa e minha vida, minhas ações, penas e dores, não querendo servir-me de parte alguma de meu ser, se não para honrar, amar e glorificar.

É esta minha vontade irrevogável – pertencer-lhe e fazer tudo por seu amor, renunciando completamente ao que não for do seu agrado.

Eu vos tomo, pois, ó Sagrado Coração, por único objeto do meu amor, protetor de minha vida, segurança de minha salvação, remédio de minha fragilidade e inconstância, reparador de todos os meus defeitos e asilo seguro na hora da morte.

Sede, oh! coração de bondade, minha justificação para com Deus nosso Pai, e afastai de mim os castigos de sua justa cólera.

Oh! Coração de amor, põe em vós toda minha confiança, pois tudo receio de minha fraqueza e malícia, mas tudo espero da vossa bondade.

Destruí em mim tudo o que vos possa desagradar ou resistir.

Que o vosso puro amor se grave tão profundamente no meu coração, que eu não possa jamais esquecer-me nem separar-me de vós.

Suplico-vos também, por vossa suma bondade, que o meu nome seja escrito em vós, pois eu quero fazer consistir toda a minha felicidade e minha glória em viver e morrer convosco na qualidade de vosso escravo.

Assim seja.

animation2jesuszl8.gif

– Espaço para Boas coisas no Coração

Dias atrás, ouvi esta linda e verdadeira observação a respeito do dia-a-dia materialista das pessoas:

Cada vez mais, estamos atarefados e presos a compromissos. Não temos tempo para relaxar. Nos concentramos demais no trabalho e ‘demenos’ em Deus. Vamos acumulando coisas, obrigações, tarefas e desejos que poderiam ser adiados ou nem existirem, e sufocamos o pouco espaço que destinamos às coisas do Céu”.

Puxa, isso é muito sério mesmo. Nos poucos minutos que as vezes reservamos para conversar com Deus, misturamos tanta coisa em nossa mente que nosso coração não produz nada. E a espiritualidade e o desapego aos bens terrenos ficam sem chances de aflorar. Assim, a fraternidade não brota e nos tornamos escravos dos compromissos.

Seria bom se o nosso propósito de vida fosse o mesmo de grandes santos, como José Maria Escrivá: “TUDO O QUE FAZER, FAÇA DE MANEIRA CRISTÔ.

As vezes nos esquecemos dessa grande verdade… Eu próprio devo esse Mea Culpa

imgres.jpg

– A Vida Pública de Jesus

Dando continuidade aos nossos encontros semanais da catequese do Crisma, compartilho o tema deste sábado:

A VIDA PÚBLICA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. É o único nome divino que traz a salvação, e agora pode ser invocado por todos, pois se uniu a todos os homens pela Encarnação, de sorte que “não existe debaixo do Céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).>

Catecismo da Igreja Católica, § 432

Veremos neste tópico o Cristo iniciando sua missão, revelando-se publicamente Filho do Altíssimo. Após a pregação de João Batista para que o povo estivesse preparado para acolher o Messias, Jesus prega às comunidades o amor, a misericórdia, a vida em plenitude. Pela remissão dos pecados do mundo todo, Ele aceita vir como homem para morrer na cruz.

– Reflexão 1: Você acreditaria em alguém nascido do seu meio, e que depois de adulto formado começasse a pregar? E que fosse o Messias esperado?

Judeus esperavam um Salvador de diversas formas: (sicários, zelotasanawins, essênios).

– Reflexão 2: Hoje, a Igreja espera Cristo nos diversos movimentos: quais são eles?

Em Mateus 3, 13-17 vemos Jesus Cristo iniciando sua vida pública ao ser batizado por João Batista. O Batismo, antes por água, passa a ser com o Espírito Santo. Jesus, mesmo cheio do Espírito Santo, quer ser batizado para iniciar sua pregação.

– Reflexão 3: Por que Jesus quis ser batizado?

Jesus, então com 30 anos, se retira ao deserto para jejuar. É um sacrifício e ao mesmo tempo uma preparação para sua missão. No deserto, vemos o relato em Lucas 4, 1-14 do diabo tentando impedir que Jesus cumprisse sua missão.

– Reflexão 4: Hoje, o que nos leva a ser tentados?

Em Lucas 4, 14-21 vemos que se cumpria a profecia de Isaías, pois nela Cristo se declara o Filho de Deus. É importante ver que depois de 700 anos tudo se cumpria em Jesus, o que caracteriza ainda mais a divindade dele

Será que se Cristo viesse ao mundo em nossos dias, encontraria um povo até certo ponto incrédulo como daquela época? – Com certeza, seria muito maior a incredulidade nossa. Se naquele tempo, com as profecias na mão, com os milagres que aconteciam por Jesus, o povo muitas vezes vacilava, imagine no nosso tempo, onde muitas pessoas exploram a necessidade de outras, há falsas religiões e charlatães em diversos lugares… Repare que somos privilegiados de vivermos neste tempo, pois vimos que o Messias veio e ressuscitou, e nos deixou aberto o caminho para a nossa vitória sobre o pecado. Basta aceitá-lo ou não.

– Reflexão 5: há gente que explora comercialmente o nome de Jesus nos dias atuais?

No Evangelho de São Mateus 4, 17-22 podemos ver Cristo chamando seus apóstolos, formando com eles uma comunidade. Aos apóstolos, Jesus costumava dizer: “Não foram vocês que me escolheram, mas Deus que os escolheu”.

– Reflexão 6: Na nossa vida, deparamos ou depararemos com muitos desafios. Como você reage às dificuldade: fica com medo; fica com medo e depois confia em Deus; demora para confiar; ou confia de imediato?

A partir daqui, veremos a pregação de Jesus: as bem-aventuranças, em Mateus 5, 1-12, onde ele mostra que é o consolador e que serão felizes aqueles que morrerem em prol do seu próximo ou de Deus.

– Reflexão 7: Você aceita tranquilamente a ideia de que Deus nos recompensará com a Vida Eterna aos que sofrem e aos que lutam, ou é preferível receber tudo agora em vida? Por que pessoas de bem, muitas vezes, sofrem? Ex: dona Zilda Arns.

Cristo mostra seu poder em diversas curas, como podemos ver em Mateus 8, 1-13 e Marcos 5, 21-43.

– Reflexão 8: No seu dia-a-dia, você procura o “Deus dos milagres” ou os “milagres de Deus?”

Jesus ensinava ao povo por parábolas. Parábolas são algumas estórias contadas comparando-as com os dias de hoje, usando modelos simples de fatos e de fácil compreensão para as pessoas entenderem como age Deus. Veja algumas parábolas em Mateus 21, 28-32 e Mateus 13, 24-30.

– Reflexão 9: Jesus resolveu utilizar parábolas para evangelizar. E você, quando vai explicar algo sobre a fé: consegue evangelizar com facilidade ou tem dificuldade para falar de Deus?

Nós veremos que Jesus Cristo ainda realiza muitos outros fatos em sua vida pública (vida de pregação) para não deixar dúvida que ele era (e é) Deus e também que possuía (e possui) autoridade sobre o Céu, a Terra e o inferno.  Prova disso, são os relatos em Mateus 8, 28-34, onde Jesus Cristo expulsa (exorciza) satanás.

– Reflexão 10: e aí: você tem medo do diabo, receio ou não se preocupa com ele? Aproveite e responda: no mundo, o bem e o mal se confrontam, numa terra onde há equilíbrio entre essas forças?

Também em Mateus 16, 24-28 podemos ver a realeza de Cristo quando ele se transfigura (dá uma amostra aos discípulos da vida Eterna) e em Marcos 6, 30-44 onde ele realiza o nosso conhecido milagre da multiplicação dos peixes.

Jesus, na verdade, não veio mudar a Lei de Moisés, que era a Lei que Deus deixou ao povo, mas pelo contrário, ele aperfeiçoa a Lei, explica na Verdade o que é vontade de Deus, e um exemplo disso é o ensinamento do maior mandamento que Deus dá aos homens: o mandamento do amor, em Mateus 22, 34-40.

Cristo ainda facilita a comunicação entre o Céu e a Terra ensinando-nos a orar: É a oração do Pai Nosso, contida em Mateus 6, 1-15. No Pai Nosso, vemos uma série de pedidos: súplica, louvor, perdão, proteção!

– Reflexão 11: rezar é se comunicar com Deus. Você tem conseguido arranjar tempo para rezar todos os dias? Em que horários e em que situações você faz suas orações?

Finalizando, podemos ver que Cristo é o Senhor, um Senhor bondoso, misericordioso e paciente. Ele não veio para condenar, mas para ensinar. Ele é aquele próprio que nos julgará no dia do juízo final, como vemos relatado em João 5, 19-29 e João 6, 35-40.

DINÂMICA: Cristo veio nos salvar, ensinou-nos diversas coisas, curou, fez coisas milagrosas e revolucionou o mundo. O que mais lhe toca após o encontro sobre a “Vida Pública de Jesus?

imgres.jpg

– Dia de São Francisco de Assis

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!

Abaixo:

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

– A Capa de Neymar na Placar

Gosto da Revista Placar e sou assinante de longa data. Mas que é de extremo mau gosto a capa deste mês, não tenho dúvida: o capetinha Neymar (pergunte aos árbitros se ele não merece o adjetivo) crucificado numa cruz como Cristo?

Tenha dó…

imgres.jpg

– Dia do Anjo da Guarda

Hoje (02/10) a Igreja Católica celebra o Dia do Anjo da Guarda!

Crê-se que, a cada indivíduo, Deus dá um anjo para o guardar. Os irmãos espíritas acreditam que são centelhas divinas. Os esotéricos atribuem inúmeros poderes e até algumas correntes os caracterizam como entidades. Os evangélicos, confesso, não sei como encaram os anjos.

A nós, católicos, são servos de Deus, que nos ajudam e protegem. Não tem poder divino, muito menos realizam qualquer magia. Apenas servem e nos cuidam com carinho. São amigos protetores.

Você tem o hábito de conversar com o seu anjo da guarda? Ele está ao seu lado, espiritualmente. Já o agradeceu?

Sinceramente, o meu anjo da guarda deve reclamar a Deus diariamente: “como esse cara dá trabalho a mim”… rsrsrs

– Dia de Santa Terezinha do Menino Jesus

Outubro é um mês com importantes datas de santos católicos, não? No próximo dia 04, temos a memória de São Francisco de Assis. Hoje, da jovem freirinha Terezinha, que, apesar de morrer na juventude, tornou-se Doutora da Igreja!

Conta-se que nesse dia as graças alcançadas por sua intercessão são acompanhadas de rosas perfumadas. É uma bela e romântica simbologia!

Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós!

– Dia dos Santos Anjos Gabriel, Rafael e Miguel

Hoje é dia de São Gabriel, São Rafael e São Miguel. A Igreja Católica os celebra como “Arcanjos”, titulação dada pela sua importância.

Todo o início de nomes com “EL” se remete a Deus e a alguma ação.

Assim,

  • Gabriel = Deus anuncia (o anúncio a Maria)
  • Rafael = Deus cura (a cura de Tobit, pai de Tobias)
  • Miguel = Deus combate (a luta contra Lúcifer).

Eles estão entre nós, embora não os enxerguemos. São servos de Deus e nossos amigos.

Santos Anjos, roguem por nós!

– Corrida de Rua “Caminhadas de Abraão”: Judeus + Cristão + Islâmicos

William Ury é antropólogo e professor em Harvard. Especialista em “Negociações de Paz”, ele criou uma ONG chamada “Caminhada de Abraão”, e que hoje promove uma corrida de rua em São Paulo.

A entidade promove a integração das 3 grandes religiões mundiais: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, através de provas de pedestrianismo, usando o nome de Abraão, personagem que está presente com grande importância na Bíblia cristã, na Torá judaica e no Alcorão muçulmano.

Para ele, a prova de hoje no Brasil (em São Paulo) é uma das mais simbólicas, pois, talvez, seja um dos poucos lugares do mundo onde as 3 religiões convivem pacificamente.

De fato, isso é uma grande verdade! Felizmente…

– Intolerância Motivada pela Burrice

O Sabath é o dia de guarda aos judeus; o Domingo aos cristãos; e hoje, Sexta-feira, é o do mundo islâmico. E protestos acontecerão por todo Oriente Médio contra o infeliz filme “Inocência dos muçulmanos” (já abordado no blog) e também em relação às caricaturas irônicas de Maomé por parte de uma revista francesa.

É sabido que os árabes não gostam de retratar em gravuras o seu profeta. Fazê-lo de forma jocosa, e ainda inventar um filme insinuando-o como pedófilo e homossexual, não é “mexer num vespeiro?

Por culpa dos idiotas que fizeram o filme as gravuras, os governos dos EUA e França estão tendo trabalho mundo afora. Polêmicas claramente evitáveis…

 

– E se Jesus fosse Casado?

Se Jesus fosse casado, sua fé mudaria?

Ou se a Virgem Maria, após o nascimento de Cristo, tivesse tido mais filhos?

Tais questões voltam à tona após documento encontrado no século IV e estudado em Harvard, o qual seria um suposto Evangelho Apócrafo da ‘Esposa de Jesus’.

Ora, vale lembrar que muitas coisas registradas ou encontradas não necessariamente representam a verdade da época, pois, afinal, naquele tempo também havia fanáticos, mentirosos e fantasiosos sensacionalistas (como hoje).

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,papiro-diz-que-jesus-se-casou,932443,0.htm

PAPIRO DIZ QUE JESUS SE CASOU

Descoberta não é uma prova, diz historiadora de Harvard, mas reacende um debate de séculos

Uma historiadora da Universidade de Harvard identificou um pedaço de papiro datado do século 4 que sugere que Jesus Cristo teria se casado. No fragmento, escrito no idioma copta, surgido do Egito antigo, há uma frase nunca vista nas Escrituras: “Jesus lhes disse: ‘Minha mulher…” A frase é interrompida neste ponto, mas, na linha de baixo, lê-se “…ela será capaz de ser minha discípula”.

“A tradição cristã sustentou por muito tempo que Jesus não era casado, mesmo sem provas históricas confiáveis para corroborar essa afirmação”, disse em nota a historiadora Karen King, que anunciou a descoberta num encontro de especialistas na cultura copta em Roma. Entretanto, Karen, de 58 anos, que já publicou vários livros sobre descobertas recentes relativas aos Evangelhos, lembra que “esse novo evangelho não prova que Jesus foi casado”.

A origem do fragmento é um mistério, assim como a identidade de seu proprietário, que preferiu o anonimato. Até ontem, a historiadora o havia mostrado apenas a um seleto grupo de especialistas em papirologia e na língua copta. Eles concluíram que a probabilidade de o fragmento ser falso é remota. 
Mesmo com tantas questões pendentes, a descoberta pode reacender o debate em torno da polêmica: Jesus foi casado? Maria Madalena foi sua mulher? Ele teve uma mulher entre seus apóstolos? São perguntas feitas desde os primeiros séculos da Cristandade, mas que se tornam relevantes hoje com o debate em torno da possibilidade de mulheres assumirem funções de padres.

Ineditismo. Antes de partir para Roma, Karen recebeu em seu escritório, na quinta-feira, os jornais The New York Times, The Boston Globe e uma revista de Harvard. Apesar de reiterar que sua descoberta não prova que o Jesus histórico tenha sido casado, ela disse que o achado é “excitante” porque é a primeira declaração atribuída a Jesus ele diz que tinha uma mulher. 

Esse fragmento sugere que alguns dos primeiros cristãos tinham uma tradição na qual Jesus era casado”, diz ela. “Sabemos que existia uma controvérsia no século 2 sobre o casamento de Jesus, assim como um debate sobre se os cristãos deveriam se casar ou fazer sexo.” 

Karen diz que ficou sabendo do que chama de “O Evangelho da Mulher de Jesus” quando recebeu, em 2010, um e-mail de um colecionador de papiros coptas, gregos e arábicos com um pedido de ajuda para traduzir o documento, O colecionador o comprou em 1997 de um professor de egiptologia alemão. Não se sabe onde, quando ou como o papiro foi descoberto originalmente. 

“Karenecebeu o fragmento de dezembro passado. Após três meses, ela o levou a Nova York para mostrá-lo a dois papirologistas, das renomadas Universidades de Nova York e Princeton. Eles concluíram que “é algo impossível de falsificar” e que o significado das palavras “minha mulher” não pode ser questionado. A idade do fragmento será confirmada por espectroscopia.

A pesquisa de Karen deve ser publicada em janeiro na revista Harvard Theological Review. Ariel Shisha-Halevy, um respeitado especialista em copta da Universidade Hebraica de Jerusalém, também consultado pela especialista, disse acreditar que “o texto é autêntico”. / NYT e REUTERS

Fragmento de papiro do século 4 escrito em idioma copta - Reprodução

– E as Igrejas entram de vez nas Eleições!

Dom Odilo Scherer, bispo da Arquidiocese de São Paulo, divulgou uma nota condenando a candidatura de Celso Russomano (PRB) à Prefeitura da capital paulista, lembrando que o presidente do partido, Marcos Pereira, que é da Igreja Universal, vinculou o Kit Gay (um dia sugerido pelo Ministério da Educação) à ‘depravada educação da Igreja Católica’.

Infeliz e desrespeitoso ao extremo, não?

Em: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1153307-igreja-catolica-ataca-universal-e-chefe-da-campanha-de-russomanno.shtml

IGREJA CATÓLICA ATACA UNIVERSAL E CHEFE DA CAMPANHA DE RUSSOMANO

Por Daniela Lima

A três semanas da eleição, a Igreja Católica fez ontem um duro ataque à campanha de Celso Russomanno e à Igreja Universal do Reino de Deus insinuando que eventual vitória do candidato do PRB representa uma ameaça à democracia.

Russomanno lidera as pesquisas de intenção de voto para prefeito de São Paulo e tem o apoio da Universal, que é ligada ao PRB.

Em nota, a Arquidiocese de São Paulo ressalta o vínculo do candidato com a igreja neopentecostal, que acusa de incitar a intolerância religiosa, e expõe preocupação com sua possível eleição.

“Se já fomentam discórdia, ataques e ofensas sem o poder, o que esperar se o conquistarem pelo voto? É para pensar”, diz a nota assinada pela arquidiocese, que é comandada pelo cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo.

A nota acusa o bispo da Universal Marcos Pereira, que é presidente do PRB e chefia a campanha de Russomanno, de disseminar posições “ridículas, confusas e desrespeitosas” sobre os católicos.

Ela é uma resposta a texto que Pereira publicou em maio de 2011 em seu blog e que voltou a circular recentemente nas redes sociais.

No artigo, o presidente do PRB vincula a Igreja Católica à proposta de distribuição do chamado “kit gay”.

Idealizado na gestão de Fernando Haddad (PT) –hoje também candidato a prefeito de São Paulo– no Ministério da Educação, o tema despertou reações negativas de evangélicos, o que levou a presidente Dilma Rousseff a determinar sua suspensão.

O “kit gay” tinha o objetivo de combater a homofobia nas salas de aula com vídeos e material didático.

O texto de Pereira tem sido vinculado, nas redes sociais, à campanha de Russomanno. A Arquidiocese disse que só agora conheceu o seu teor.

“Estamos vivendo a política da catequização da Igreja de Roma. (…) Dias de absurdos e depravações. Dias em que filhos e netos chegam à escola e recebem ‘kits’ distribuídos pelos próprios professores lhes ensinando como serem gays ou como optarem por serem gays”, diz Pereira no artigo. de 2011

“Precisamos salvar o Brasil e torná-lo um país verdadeiramente laico, completamente livre da influência da religião”, conclui o bispo.

A arquidiocese classificou o texto de Pereira como “destempero”. “Atribuir o malfadado ‘kit gay’ e os males da educação no Brasil à Igreja Católica não faz sentido e cheira a intolerância.”

PERFIL FALSO

Procurado, Pereira disse que o texto foi escrito em “outro contexto” e que, hoje, é letra morta. “Esse texto não diz nada sobre o momento atual, e a mim não interessa ressuscitá-lo”, afirmou.

“Criaram um perfil falso e começaram a divulgar no Twitter. A quem interessa trazer isso de volta agora?”, questionou. A assessoria de Russomanno disse que ele não comentaria.

Esse não é o primeiro embate entre a Igreja Católica e a Universal. O episódio mais rumoroso ocorreu em 1995.

No feriado de Nossa Senhora Aparecida, o bispo Sérgio Von Helde, da igreja evangélica, chutou uma imagem da santa em um programa da Universal transmitido ao vivo pela TV Record.

A emissora pertence ao bispo Edir Macedo, líder da denominação –que também já atacou a Igreja Católica em diversas ocasiões.

Colaborou DIÓGENES CAMPANHA, de São Paulo.

– A Infelicidade do Filme Desrespeitoso ao Islã

Um filme que ridiculariza o profeta Maomé, insinua ingenuidade dos seus seguidores e que sugere pedofilia e homossexualismo. Quer roteiro mais inapropriado para um muçulmano assistir?

Pois é… “Inocência dos Muçulmanos” é o nome da película desrespeitosa filmada por uma americano, que além de ser de mau gosto, evocou a ira dos radicais.

Se alguém fanático já se torna insuportável quando está errado, imagine se ele tiver razão? Terroristas devem estar rindo a toa!

Uma pena que, independente da crença, se desrespeite uma religião. A insensibilidade do cineasta ficou evidente. Porém, nada justifica atos extremistas.

Fico pensando: imaginem a dor de cabeça que Obama deve estar tendo, pois, afinal, embaixadas dos EUA se tornaram o alvo de protesto.

Extraído de: http://is.gd/qt6aV7

EMBAIXADA DOS EUA SÃO ALVO EM PAÍSES ÁRABES POR CULPA DE FILME

Um filme de produção norte-americana no qual, segundo islâmicos, o profeta Maomé é ridicularizado continua gerando uma série de protestos pelo mundo árabe, nesta quinta-feira (13).

Centenas de manifestantes invadiram na manhã desta quinta-feira (13) a Embaixada dos Estados Unidos em Sana, no Iêmen, durante mais um episódio de protesto contra o vídeo, que já causou ataques violentos contra legações americanas na Líbia e no Egito.

De acordo com a agência AFP, a polícia atirou para o alto para tentar dispersar os manifestantes, mas eles conseguiram entrar na área no local e atearam fogo em vários carros.

Segundo a agência Efe, os manifestantes derrubaram a porta principal do complexo da legação diplomática, onde também fica a residência do embaixador. Não há informações sobre vítimas.

Ainda nesta manhã, outros confrontos foram registrados também no Iraque. Centenas de simpatizantes do clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr protestaram na cidade de Najaf, 150 km ao sul de Bagdá, contra o filme, com frases hostis aos Estados Unidos e a Israel. Najaf, uma das principais localidades sagradas dos xiitas, abriga o mausoléu de Ali, figura central desta corrente religiosa.

No Irã, quase 500 pessoas protestaram nesta quinta em Teerã perto da embaixada da Suíça, que representa os interesses dos Estados Unidos no país.

Mais de 200 policiais e bombeiros impediram a aproximação dos manifestantes da embaixada. Os funcionários da representação foram retirados do local por precaução. Os manifestantes gritavam frases como “Morte aos Estados Unidos” e “Morte a Israel”.

O filme amador “Inocência dos Muçulmanos”, de orçamento reduzido, trama confusa e cenários artificiais, que pretende ser uma descrição da vida do profeta Maomé e evoca temas como homossexualismo e pedofilia, provocou a revolta dos muçulmanos no Oriente Médio e norte da África.

VITIMAS NO EGITO

Durante a madrugada, a embaixada americana no Egito, localizada no centro da capital, Cairo, também foi alvo de ataques, numa revolta generalizada dos islâmicos. Ao menos 16 pessoas ficaram feridas em choques entre manifestantes e policiais nas imediações do prédio, segundo o Ministério de Saúde do país.

Entre os feridos há um oficial da polícia e quatro agentes, e nove pessoas foram detidas após os incidentes, de acordo com a agência de notícias Mena.

O chefe do Departamento de Primeiros Socorros do Ministério, Ahmad al Ansari, afirmou que ao menos 11 pessoas foram atendidas em ambulâncias no local, enquanto outras duas foram internadas em um hospital.

Segundo a agência de notícias Mena, soldados da Segurança Central mantêm na manhã desta quinta-feira (13) todas as ruas de acesso à legação diplomática fechadas, depois dos confrontos desta madrugada entre as forças da ordem e manifestantes acampados na região.

Imagens da televisão egípcia mostraram a situação nos arredores do complexo, onde dezenas de jovens seguem lançando pedras contra a barreira policial, que responde com gás lacrimogêneo.

Os choques se originaram quando a polícia tentou desmantelar um acampamento junto à sede diplomática em protesto pelo vídeo realizado nos EUA por um cidadão israelense-americano – segundo informaram meios de comunicação desse país -, no qual a figura do profeta Maomé seria banalizada.

O acampamento foi erguido depois dos protestos de terça-feira (11) frente à embaixada, nos quais vários manifestantes conseguiram escalar o muro do complexo, arrancar a bandeira dos EUA e substituí-la por outra que dizia “Não há Deus maior que Alá e Maomé é o seu profeta”.

Durante os distúrbios, os agentes usaram gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes, que responderam com pedras e garrafas.

O controvertido vídeo foi supostamente o estopim do protesto frente ao consulado americano em Benghazi, no leste da Líbia, que acabou na noite de terça-feira (11) em um ataque contra o edifício no qual morreu o embaixador Christopher Stevens e três funcionários da legação.

– Facedízimo?

Segundo a Revista de Economia “Isto É Dinheiro” (Ed 778, pg 65), a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, lançou um aplicativo para o Facebook exclusivo para receber dízimo dos fiéis. Através da Rede Social, o fiel pode fazer suas doações tranquilamente do seu equipamento eletrônico, de maneira segura e on-line.

Moderno, não? Tal ideia tem sido batizada de Facedízimo.

Inegavelmente, Edir Macedo é um homem de vanguarda.

– Liturgia Dominical Encorajadora!

Para os que estão desesperançosos, eis que a Palavra de Deus traz uma mensagem de ânimo!

Àqueles que têm o coração perturbado: ‘Tomai ânimo, não temais! Eis o vosso Deus’ (Is35,4) (…). ‘Porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para que fossem ricos na fé e herdeiros do Reino de Deus aos que o amam?’ (Tg2, 4-5) (…). ‘[E Jesus] fez bem todas as coisas. Fez ouvir os surdos e falar os mudos’ (Mc7,37) (…)! [Assim,] Louvarei o Senhor por toda a vida (Salmo 145,2).

Compilação da 1ª e 2ª leitura + Evangelho de 09/09/2012

Encorajador e belo, não?

– Voto de Cajado nas Eleições 2012 em alta!

Nos tempos de Coronelismo no Brasil, havia o “Voto de Cabresto”. Os poderosos conseguiam através da influência politico-financeira (e por força de ameaça) conquistar votos dos mais humildes. Tal panorama mudou. Agora, temos o “Voto de Cajado”, onde o eleitor é influenciado pelo líder religioso da sua crença.

Se você observar, nas diversas mídias vemos relatos de candidato X na Missa do padre Y, candidato A no culto do Pastor B, e por aí em diante. E alguns pedem objetivamente o voto para seus fiéis.

Respeito toda religião e procuro praticar bem a minha. Mas o fiel deixar se influenciar por um nome específico orientado pelo seu sacerdote, parece-me indevido. Vejo com bons olhos que as Igrejas divulguem listas de candidatos afinados com os preceitos da sua profissão de fé e considerados potenciais honestos políticos; mas fechar especificamente com alguém, aí não!

Um exemplo claro em 2012: Celso Russomano. Do partido da Igreja Universal, já foi em culto, missa, sessão espírita; e onde tiver um templo, lá estará.

E você, o que pensa sobre isso?

– Natividade de Maria (Aniversário de Nossa Senhora)

Neste sábado, celebramos a festa da Natividade de Nossa Senhora, ou seja, o nascimento da Virgem Maria, mãe de Jesus.

Já faz sua Oração à Imaculada hoje?

Extraído de: http://is.gd/BB1XMK

FESTA DO NASCIMENTO DE MARIA

A Natividade de Nossa Senhora é celebrada pelos cristãos do Oriente desde o início do cristianismo.  Já no Ocidente, ela passou a constar do calendário litúrgico a partir do século VII.  Neste ano, será celebrada no dia 08 de setembro.

Celebrar a natividade de Maria é, em um sentido bastante humano, celebrar a festa de seu aniversário.  E como gostamos de celebrar o aniversário daqueles que nos são queridos!…  Maria nasceu de uma forma humana como cada um de nós: fruto do amor entre um homem e uma mulher, viveu em família e como toda jovem de seu tempo, um dia sonhou em casar-se e constituir sua própria família.

Uma vida normal, que talvez seguisse anônima se não fosse a sua aceitação total à vontade de Seu Senhor.  Maria, escolhida por Deus para ser mãe de seu Filho que encarnaria para a salvação da humanidade, recebe esta escolha, não sem antes questionar – o questionamento próprio da natureza humana – mas profundamente aberta ao caminho que o Pai passava a lhe mostrar.

Por isso tudo, celebrar a natividade de Nossa Senhora é celebrar um marco fundamental da história da salvação. Peça fundamental nessa história, Maria é a intercessão que ligará a Trindade à humanidade.  Através de seu corpo, por Deus preparado livre do pecado, Jesus vem ao mundo e nele realiza seu mistério salvífico. 

Que a Festa da Natividade nos faça relembrar essa história tão especial, com os olhos agradecidos diante daquela que soube dizer sim e, através disso, tornar-se mãe não somente de Jesus, mas de toda a humanidade.

Uma oração pelo nascimento de Maria:

“Abri, ó Deus, para os vossos servos e servas os tesouros da vossa graça; e assim como a maternidade de Maria foi a aurora da salvação, a festa de seu nascimento aumente em nós a vossa paz.  Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém”.

Texto Bíblico sugerido:  Mt 1, 1-16.18-23

(São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria, aqui retratada quando criança)

– Dízimo de Sobras

Essa eu tirei da postagem do G+ de Eisenhower Souza, e retrata uma realidade para muitos católicos: nunca sobra nada para doar a Deus e às obras de caridade. Veja só:

Dura verdade! Dízimo não pode ser esmola…

– Grito dos Excluídos na Diocese de Jundiaí e Considerações

Na próxima sexta-feira, dia 07, uma grande manifestação em defesa da Justiça social acontecerá em diversas localidades do país: o “Grito dos Excluídos”.

Em Jundiaí, boa expectativa. sobre o evento e considerações, abaixo, no convite oficial (enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira):

GRITO DOS EXCLUÍDOS 2012 – Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta os direitos à toda população!

A Diocese de Jundiaí realizará no dia 07 de setembro às 15h, na Catedral Nossa Senhora do Desterro o II Grito dos Excluídos, iniciando com a solene celebração Eucarística, presidida pelo bispo Dom Vicente Costa e posteriormente uma caminhada até a Praça Floriano Peixoto para as manifestações no Coreto da Catedral.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, um espaço de animação e profecia, que ocorre em todo o País com o apoio da CNBB, no Dia da Pátria, 7 de Setembro, para chamar a atenção da sociedade para as condições de exclusão social no País. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem a luz o protesto oculto e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.

Convidamos a todos, autoridades, agentes do Executivo e Legislativo, e em especial os agentes de pastorais sociais, sindicatos, movimentos sociais, associações, entidades beneficentes, movimentos populares e de classe, para juntos com as pessoas que vivem em situação de exclusão, participemos deste momento de denúncia e principalmente de propostas de um modelo de sociedade justa e solidária. Solicitamos as organizações participantes que tragam bandeiras, faixas e cartazes para exposição durante a celebração. 

Coordenação da Ação Evangelizadora

Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí

Apoio:

Pastorais Sociais da Diocese de Jundiaí, Cáritas Diocesana de Jundiaí, Campanha da Fraternidade.

Outras informações com Claudinho 97367.1584 ou Rosangela 97500.9614

UM ESTADO A SERVIÇO DA NAÇÃO

por Laudelino Augusto

No próximo dia 7 de setembro, Dia da Pátria, faremos memória do “brado retumbante: Independência ou Morte!”. Grande parte da Nação ainda padece “dependência e morte”, fazendo crescer um novo e mais retumbante grito, o “GRITO DOS EXCLUÍDOS E EXCLUÍDAS”.

Em todos os cantos do País, serão realizados atos públicos, romarias, celebrações, seminários, feiras, acampamentos, chamando à atenção da Sociedade brasileira para as situações de exclusão social que ainda persistem. O “Grito” é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural, de pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos e excluídas”.

Este evento é uma proposta das pastorais sociais da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, como uma das atividades a serem desenvolvidas na linha do serviço que a Igreja Católica deve prestar à Sociedade brasileira.O “Grito dos Excluídos” será celebrado anualmente, em nível nacional, no dia 7 de setembro…” (CNBB 56, 129).

O tema deste ano, é em consonância com a 5ª Semana Social Brasileira que pergunta: “Estado , para quê e para quem?”,  e, “Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!”.

Em pleno processo de Eleições, o “Grito” ganha uma conotação mais forte e especial, representando o clamor por cidadania, por justiça social, por ética em tudo e em todos. Os candidatos precisam entender e exercer o “Poder-Serviço”, o “Poder Obediencial” que “ouve” o clamor do povo e busca atender às suas necessidades, que estejam dispostos a “mandar como quem obedece”, como fez o próprio Mestre e Senhor Jesus.

Neste contexto, o “Grito” por eleições limpas, com candidatos limpos, sem gastos excessivos, com ética e com propostas concretas e possíveis, vai compondo com o grande “Grito” da Nação Brasileira: “INDEPENDÊNCIA E VIDA !”

No dia 7 de setembro, ressoaremos o forte grito da Nação brasileira  por “um Estado a serviço da Nação” e, no dia 7 de outubro, a oportunidade de, pelo voto consciente e responsável, elegermos autênticos servidores do povo.  ( * È presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil)

– A Morte do Reverendo Moon

Uma das figuras mais polêmicas, influentes e ricas do Século XX morreu: o Reverendo Moon, líder religioso, detentor de extensas propriedades de terra e vários negócios no mundo (e principalmente no Brasil).

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/mundo/2012/09/reverendo-moon-um-polemico-messias-que-levantou-um-imperio-milionario.html

REVERENDO MOON: O POLÊMICO MESSIAS QUE LEVANTOU UM IMPÉRIO

por Agência EFE

Sun-Myung Moon, que morreu nesta segunda-feira aos 92 anos, foi o fundador da Igreja da Unificação, um controvertido movimento espiritual com vários milhões de seguidores pelo mundo todo, e que amealhou uma enorme fortuna.

Pai de 15 filhos e avô de mais de 40 netos, o multimilionário reverendo Moon, autoproclamado “messias” perante seus seguidores, viveu quase sempre rodeado de uma polêmica que não o impediu de conjugar sua faceta espiritual com atividades empresariais e políticas, principalmente na Ásia, Estados Unidos e América Latina.

Sun-Myung Moon nasceu em janeiro de 1920 em uma família de camponeses no que hoje é a Coreia do Norte, quando o território se encontrava sob o jugo do império japonês.

Após estudar dois anos engenharia em Tóquio, retornou à península coreana e pregou na Coreia do Norte, onde foi preso três anos pelo Governo comunista e mais tarde libertado pela coalizão liderada pelos EUA, assim que explodiu a Guerra da Coreia (1950-1953).

Outra vez na Coreia do Sul fundou em 1954 a Igreja da Unificação, uma seita religiosa marcada pela glorificação do próprio Moon, o “pai autêntico”, que assegurava agir por mandato divino e sob os ensinamentos da Bíblia.

Moon, que considerava a Coreia como uma “terra sagrada”, expandiu seu movimento com um discurso neocristão e crenças como a chegada de um segundo messias, a comunicação com os mortos e a predestinação divina de todo indivíduo.

No começo dos anos 70 decidiu se mudar para os EUA, onde passaria 13 meses na prisão em 1984 por evasão de impostos.

O reverendo assegurava que o próprio Jesus Cristo lhe pediu para completar o trabalho evangelizador que Deus tinha encomendado e que não pôde finalizar ao ser crucificado.

Os “moonies”, como se denomina os seguidores da Igreja da Unificação, ocuparam as capas das revistas por causa dos casamentos em massa e simultâneos, nos quais dezenas de milhares de pessoas que não se conheciam previamente contraíam casamento.

No maior deles, cerca de 30 mil casais contraíram casamento em 1992 no estádio olímpico de Jamsil (Seul).

Este tipo de cerimônia suscitou as críticas de quem assegurava que o movimento tentava subjugar a vontade de seus fiéis, já que frequentemente era o próprio Moon que escolhia os futuros esposos e esposas.

Mas se alguma coisa deu publicidade internacional à Igreja da Unificação foi a batalha na mídia que manteve em 2001 com o Vaticano por causa do famoso caso do bispo africano Emmanuel Milingo.

O religioso católico contraiu casamento em março daquele ano pelo rito da seita Moon com uma mulher sul-coreana, o que criou um grande rebuliço e representou a ameaça de excomunhão para o bispo rebelde, que finalmente voltou ao “rebanho” e mostrou seu arrependimento perante João Paulo II.

No plano político, Moon, apesar de sua forte tendência anticomunista, chegou a se reunir com líderes como o fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung, no começo dos anos 90; Richard Nixon nos anos 70; o último presidente da URSS, Mikhail Gorbachev, nos 80; e o argentino Carlos Menem nos 90.

Enquanto levantava seu reinado espiritual, se assentava como um ativo magnata empresarial, com negócios que abrangiam desde os meios de comunicação até a hotelaria, a indústria e o esporte na Coreia do Sul, Estados Unidos e América Latina.

Fundou vários meios de comunicação, entre eles o jornal americano “The Washington Times”, que representa um sólido ponto de vista conservador e que em 2010 tinha uma tiragem de perto de 40 mil exemplares.

O braço empresarial da Igreja da Unificação é o grupo Tongil, um dos maiores conglomerados da Coreia do Sul e proprietário entre outras coisas do Seongnam Ilhwa Chunma, o time de futebol com mais títulos da K-League (Campeonato Coreano).

Moon também passará para a história por peculiares façanhas como publicar até 450 volumes de sermões, oferecer um discurso de 16 horas seguidas sem descanso ou ser o único líder que alcançou em vida levar sua religião a mais de 190 países, segundo sua organização.

Após sua morte, à frente da Igreja vai continuar seu filho mais novo, Hyung Jin Moon, nomeado líder desta em 2008, enquanto o conglomerado Tongil continuará presidido por seu quarto filho, Kook Jin Moon.

– Fim dos Tempos neste 2012?

Na última edição da Revista Superinteressante de 2011, houve uma matéria falando sobre “Apocalipse e Fim de Mundo”, por Salvador Nogueira.

O texto bacana e curioso mostra alguns cenários para o mundo acabar. Supersticiosos negarão, e alguns dizem que 2012 é a data limite. Mas um trecho da publicação me chamou a atenção:

“(…) O mundo já acabou para 99% de todas as espécies que surgiram desde que a primeira de todas as formas de vida apareceu, há 3,5 bilhões de anos.”

Puxa, somos uma fraçãozinha perto do que o planeta já viveu. O mundo já acabou diversas vezes e renasceu outras tantas, com formas diferentes de vidas e espécies.

A questão é: estamos na derradeira oportunidade, e se somos o 1% que sobrou é porque somos mais resistentes, como sobreviventes, ou somos a própria nova ameaça?

– Evento do Laicato Paulista

Não é só de religiosos ordenados que a Igreja Católica vive. Olha aí boas iniciativas e evento de Leigos.

LAICATO PROMOVEU SIMPÓSIO PARA CELEBRAR O JUBILEU DE PRATA DO CNLB-SUL1

por Reinaldo Oliveira

Os leigos e leigas do Estado de São Paulo, participaram nos dias 25 e 26 de agosto, na Casa de Apostolado Salvatoriano, em São Paulo, de um Simpósio e celebração pelo Jubileu de Prata do Conselho Nacional do Laicato do Brasil – Regional Sul 1.

Com o tema “O Concílio Vaticano II e o Laicato”, o Simpósio teve como assessores para o tema “O significado eclesial do Vaticano II”, a profª Lúcia Pedrosa e o padre Antonio José de Almeida. Para o “Diálogo com o Mundo” os professores Carlos Francisco Signorelli e João Décio Passos. Para a “América Latina e a Teologia da Libertação” o padre Benedito Ferraro e Fernando Altemeyer e finalizando as mesas  temáticas;  “Vocação e Corresponsabilidade”  teve a exposição dos professores Francisco Catão e Eva Rezende.  

O Simpósio, durante os dois dias possibilitou um mergulho, um beber na fonte do histórico e contemporâneo do tema, passado pelos assessores e enriquecido pelos apartes e colocações oportunas daqueles que vivenciaram estes vinte e cinco anos de caminhada.

Momentos confraternos de lembranças, reminiscências e emoção, como os testemunhos vivos, o filme sobre o Concílio Vaticano II, partilha, oração e de momentos de cultura. Também enriquecedor e ânimos renovados nas palavras de incentivo de Dom Edmilson Caetano, bispo de Barretos/SP e presidente da  Comissão do Laicato do Regional Sul 1 da CNBB, e de Dom Milton Kenan Junior, bispo referencial do CNLB-SuL 1.

Encerrando o Simpósio que deu forças e renovou o ânimo para a atividade laical, mais um momento do jeito leigo de ser: em solene celebração eucarística presidida pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer e concelebrada por Dom Milton Kenan Junior e padre Julio Lancelotti, na Casa do Povo de Rua, aconteceu a acolhida e união de leigos e leigas com o Povo de Rua, num momento de mística, emoção e renovação de esperanças, acreditando que uma vida laical cristã é possível.

Acendendo a chama participativa para a caminhada laical, na bênção do envio, ministrada pelos celebrantes, cada representante dos CNLBs das Sub Regiões Pastorais, recebeu uma lanterna com uma vela acesa que permanecerá nas Sub Regiões Pastorais até o mês de novembro.

Neste mês, nos dias 9, 10 e 11, haverá um grande momento celebrativo para o encerramento do Ano Jubilar do CNLB-Sul 1, que será realizado no Centro de Convivência das Irmãs Agostinianas, na cidade de Jundiaí/SP.

A presidência do CNLB-Sul 1 agradece a todas as Comissões envolvidas na realização do Simpósio e deseja que a chama da esperança continue sempre acesa para  a caminhada laical, “Pelo Reino de Deus, no coração do mundo”.

– Dia do Catequista

Hoje é um dia muito especial àqueles que, sem esperar nada em troca, fazem aquilo que Jesus mandou: “Ide e Evangelizai”. É que neste domingo se celebra o Dia do Catequista!

Ser catequista é levar às pessoas (sejam crianças, jovens ou adultos) a busca da compreensão do amor de Deus; é incentivar os princípios de cidadania e solidariedade; é fazer com que uma visão mais espiritualizada e ao mesmo tempo humana da vida sejam percebidas.

Parabéns a todos os catequistas (e me incluo aqui).

Abaixo, texto extraído de: http://is.gd/O0jdMx

DIA DO CATEQUISTA

Quando Jesus se sentava entre os amigos e os discípulos e lhes falava de Deus.

Quando se esquecia das horas passadas felizes debaixo da sombra das árvores para revelar a Boa Nova a todos, quando abria seu coração para ensinar a rezar, a cuidar da vida, a ser bom, a buscar a verdade e a justiça, a chamar Deus de Pai, Paizinho, Jesus era catequista.

Quando Maria, lá na sua casa de Nazaré, colocava Jesus menino em seus joelhos e lhe falava de Deus e lhe explicava a história do povo de Israel, quando juntos rezavam os salmos, quando ela abria seu coração e louvava ao Senhor, cantando como os anjos do céu, Maria era catequista.

Quando Ana, mãe de Maria, chamava a filha junto de si e lhe falava das promessas de Deus, quando lhe lembrava as profecias que anunciavam o Messias, quando rezavam juntas para que o Salvador viesse logo, Ana era catequista.

E a história vai longe no tempo passado e irá mais longe no tempo futuro, porque ser catequista é uma alegria muito grande, porque é transmitir a preciosíssima herança da fé, o bem mais importante que uma família pode legar a seus filhos, que uma comunidade pode dar a seus irmãos. Porque ser catequista é aceitar um dom de pura doação e felicidade, visto que só é possível falar da abundância do coração. Porque ser catequista é assumir também o testemunho de vida, visto que a palavra ensinada precisa ter o eco dos gestos e dos sentimentos, e dos atos e do olhar. Porque ser catequista é ser sempre discípulo e um pouco mestre, sempre disponível e missionário.

Mas a maior alegria de ser catequista é viver se sentindo como que junto a Jesus, debaixo das árvores, ouvindo-o falar de Deus. Naquelas horas de encontro, de partilha e pura felicidade, parece que Maria nos toma em seu colo de Mãe e os anjos se aproximam para louvar ao Senhor. Porque a catequese pode ser como que um pedacinho de Paraíso, espaço e tempo de busca e encontro de Deus.

– Lembremo-nos de Madre Teresa neste dia!

Hoje, 26 de agosto, é aniversário da bondosa e inesquecível Madre Teresa de Calcutá. Considerada por alguns a missionária do século XX, fundou a congregação Missionárias da Caridade, tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de Santa das Sarjetas. O reconhecimento do mundo pelo seu trabalho concretizou-se com o Prêmio Templeton, em 1973, e com o Nobel da Paz, no dia 17 de outubro de 1979. Morreu em 1997 aos 87 anos, de ataque cardíaco, quando preparava um serviço religioso em memória da Princesa Diana de Gales, sua grande amiga, que faleceu num acidente de automóvel em Paris. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram ao vivo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. No dia 19 de outubro de 2003, o Papa João Paulo II beatificou Madre Teresa. Se estivesse viva, estaria completando 102 anos. Parabéns!

(extraído do Facebook de Antonio Afif, compartilhado)

– Jovens de Boa Vontade

Como reformar a Igreja, se a mão de obra as vezes se encontra fora do seu alcance?

Lembro-me das santas palavras do saudoso papa João Paulo II, agora “beato”, e em breve “santo”:

“A Igreja só será jovem quando o jovem for Igreja”.

Não precisa de comentários tal sábia observação!

– Feriado e Dia de Nossa Senhora do Desterro

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.

Mas por quê Desterro?

Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.

Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese. 

Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

– Funcionários e Empresa Zen: A Meditação Produtiva

Dias atrás discutimos em aula o tema “Espiritualidade nas Empresas”, abordando as correntes religiosas e suas influências no trabalho.

Agora, compartilho um material bacana, extraído de Época Negócios (citação em: http://is.gd/Tnhz0u), onde se trata da prática da meditação Zazen no emprego!

(Obs: tenho medo quando uma prática religiosa conflita com outra… Há de se ter cuidado, pois, afinal, nem todos os funcionários irão aceitar tais filosofias)

MEDITAÇÃO PRODUTIVA

Por Dárcio Oliveira 

Conheça a empresa que levou seus funcionários a um templo budista, usou a doutrina como ferramenta de treinamento e criou o conceito de “personal monk”

A primeira regra era o silêncio absoluto. Não se admitia um pio, nem mesmo uma conversinha paralela, sussurrada que fosse, entre os jovens executivos que acabavam de entrar no templo budista de Barra do Sahy, no litoral paulista. Eles chegaram à noite, vindos de ônibus, da capital, com o propósito de participar de um retiro espiritual de dois dias. Após o jantar, deveriam se dirigir aos dormitórios, em grupos de seis ou sete, acomodando-se em colchonetes espalhados pelo chão. No dia seguinte, bem cedo, depois de arrumar os quartos, rumariam em fila e sempre em sepulcral quietude a uma das salas da casa. Era hora do exercício de alongamento, seguido de Zazen, uma espécie de meditação em que os integrantes ficam ajoelhados sobre almofadas, de frente para a parede, com os olhos semiabertos. “O Zazen é o momento único de cada um, a busca pela luz interior”, define Ângelo Palumbo, ou Anju, um aprendiz de monge da Zendo Brasil, comunidade zen-budista criada há dez anos em São Paulo. Foi Anju quem conduziu a cerimônia, os exercícios de alongamento e de respiração e as tarefas comunitárias do grupo. Cuidou até do cardápio, baseado em peixes e pão caseiro. A única extravagância foi a pizza do último dia para celebrar o sucesso da vivência espiritual.

A experiência zen-budista de Barra do Sahy reuniu 20 funcionários da Pieracciani, uma consultoria paulistana especializada em gestão da inovação. Criada em 1992, a empresa vem se destacando nos últimos anos por adotar internamente um modelo de administração inspirado em conceitos humanistas e espirituais. Eis o credo da casa: pessoas de bem com a vida transformam o ambiente de trabalho. “E essa transformação só ocorre por meio do autoconhecimento, algo que pode ser estimulado pelos preceitos budistas”, afirma Valter Pieracciani, fundador da companhia e pai da iniciativa de contratar a consultoria monástica de Anju para lapidar seus consultores executivos. Segundo Valter, o retiro no litoral paulista foi tão bem recebido pelo time que deu origem a outra ideia: as sessões individuais com os monges. O “personal monk” é realizado na própria Pieracciani.

Ana Paula Keller, gerente de projeto da consultoria, garante que as experiências aperfeiçoaram aspectos como domínio da ansiedade, concentração, organização e administração do tempo. Seu colega Francisco Tripodi também lembra com entusiasmo do princípio zen-budista do “não eu”. Traduzindo: é a prática cotidiana de se livrar do egocentrismo, privilegiando o espírito de equipe. “São conceitos que valem para a vida e para o trabalho”, diz Tripodi.

O problema é que conversas sobre luz interior e “não eu” ainda causam certo estranhamento no ambiente corporativo, movido geralmente pela objetividade dos números e das tradições administrativas. Existem, claro, empresários e executivos adeptos do budismo, mas a maioria não costuma socializar os ensinamentos. E só os pratica fora do escritório. Steve Jobs é o exemplo mais famoso desta casta: um cidadão budista, mas um homem de negócios egocêntrico e materialista. O que a Zendo Brasil propõe é algo diferente: a utilização das técnicas do budismo como ferramenta de recursos humanos, uma experiência pioneira no Brasil.

“Aos poucos as empresas perceberão que pessoas de bem com a vida tendem a ser mais produtivas e inspiradoras”, diz a monja Coen, mestre de Anju e fundadora da Zendo Brasil. No caso da Pieracciani, o zen-budismo também ajudou a manter em seus quadros os talentos da irrequieta geração Y. “Nosso programa de retenção não se resume às meditações, claro, mas elas foram importantes para reduzir o nível de ansiedade da galera”, afirma Valter. “O controle emocional traz perenidade à equipe.”

– Dia de Santa Clara

Hoje é Dia de Santa Clara de Assis!

Compartilho a bela história dessa santa, abaixo, com a referida citação:

HISTÓRIA DE SANTA CLARA
Século XII, Assis, na Itália. Nasce Clara Favorone, filha de Hortolona e Favarone, uma família considerada nobre na sociedade local. Acredita-se que a data mais precisa de seu nascimento é 1194 (embora há historiadores que apontem o ano de 1193), em plena Idade Média, marcada pelo desmoronamento do sistema feudal e o crescimento do comércio.
Como filha primogênita, natural que sua mãe Hortolona temesse pela gravidez e, principalmente, pelo parto. Extremamente religiosa, ela sempre pedia um bom parto em suas orações, quando, um dia, ouviu uma voz que lhe dizia: “Não temas, mulher, porque terás um parto normal e a luz daquela que vai nascer resplandecerá com mais claridade que um dia de sol”. Por esse motivo, no Batismo, deu o nome de Clara.
A menina Clara cresceu num ambiente de nobreza e fartura, pois segundo o biógrafo Tomás de Celano, o pai era militar e a família, dos dois lados, de cavaleiros. Seu pai, Favarone, filho de Ofredúcio e neto de Bernardino, morava com os irmãos em uma bela e grandiosa casa, que a família possuía junto à Catedral de Assis havia mais de cinqüenta anos, embora eles também eram proprietários rurais, com castelos nas redondezas. Mas Clara também teve o suporte da fé. Sua mãe não se descuidou de educá-la para ações mais nobres ainda, principalmente fazendo piedade e caridade com o mais necessitados.
É Celano quem fala: “Estendia a mão com prazer para os pobres e, da abundância de sua casa, supria a indigência de muitos”. Nesse período da Idade Média, o dinheiro foi se tornando um novo rei. Os pobres e os doentes, aqueles que não podiam subir na escala social, eram marginalizados. Celano lembra bem que, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, Clara compreendia que as aparências e os adornos mundanos podiam ser enganosos. “Foi compreendendo que as coisas da terra, por mais belas que fossem, não podiam prender seu coração”.
É bom lembrar que a cultura cavalheiresca foi a primeira da Idade Média a ser elaborada por leigos e não por clérigos e tinha uma proposta de como deviam ser educadas as mulheres para serem agradáveis, discretas, piedosas, vindo a ser gentis esposas e mães de família. Tinham, enfim, que cuidar da boa fama e, as nobres, tinham uma vida bastante reclusa, enquanto as outras participavam dos negócios dos maridos, da luta diária para manter a família e para construir a civilização da cidade.
A menina Clara, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, aos poucos foi cultivando a vida piedosa e simples, uma característica que mais tarde ficaria evidente como mulher consagrada a Deus.
Quando estava próxima de completar 18 anos, os pais já começaram a pensar no seu casamento. Clara não concordava com a idéia de se casar tão jovem e estava sempre adiando a decisão. Na realidade, ela começava a se interessar pelo projeto de vida de um jovem de Assis: Francisco. Tomás de Celano explica assim: “Quando ouviu falar do então famoso Francisco que, como homem novo, renovava com novas virtudes o caminho da perfeição, tão apagado no mundo, quis logo vê-lo e ouvi-lo, movida pelo Pai dos espíritos, de quem, embora de modo diferente, tinham recebido os primeiros impulsos”.
Clara sempre esteve bem informada sobre os passos de Francisco em Assis, isso porque Frei Rufino e Frei Silvestre eram seus parentes. Não poucas vezes ela escutou as pregações de Francisco, que costumava falar na Igreja de São Rufino ou na Catedral de São Jorge.
A pregação de Francisco impressionava porque era diferente dos “sermões”. Em suas palavras e em seu modo de ser havia alguma coisa nova. Era certamente a força do Evangelho que transparecia. Francisco se apresentava vestido com muita simplicidade, sem aparato nem ostentação. Suas palavras são inflamadas de amor a Deus. Clara fica sabendo que a vida dos irmãos é extremamente pobre.
Segundo Celano, Francisco a visitou, e ela o fez mais vezes ainda, moderando a freqüência dos encontros para evitar que aquela busca divina fosse notada pelas pessoas e mal interpretada por boatos.
“A moça saía de casa levando uma só companheira e freqüentava os encontros secretos com o homem de Deus. Suas palavras pareciam flamejantes e considerava suas ações sobre-humanas”. A companheira de Clara nos encontros com Francisco foi Bona de Guelfúcio, testemunha em seu Processo e irmã de Pacífica de Guelfúcio, uma das primeiras religiosas de São Damião. Já com 18 anos, Clara tinha consciência de que não seria compreendida por seus pais quando desse passo decisivo. Havia confiado a Francisco como desejava realizar sua vocação e ele a guiaria para cumprir os desígnios de Deus. “Então se submeteu toda ao conselho de Francisco, tomando-o como condutor de seu caminho, depois de Deus. Por isso, sua alma ficou pendente de suas santas exortações, e a acolhia num coração caloroso tudo que ele lhe ensinava sobre o bom Jesus. Já tinha dificuldade para suportar a elegância dos enfeites mundanos, e desprezava como lixo tudo que aplaudem lá fora, para poder ganhar a Cristo”, completa o seu biógrafo.
Em pouco tempo, Clara chegou à Porciúncula. Francisco a acolheu e lhe deu as boas-vindas. Comovida, ela entrou na igreja, ajoelhou-se diante do altar e, por alguns instantes, deteve-se em oração. Depois, levantou-se com decisão; tirou o calçado, despiu-se do vestido de brocado e o trocou por uma túnica grosseira, retirou seu rico cinto e o substituiu por uma corda áspera.
Em seguida, ajoelhou-se ainda; soltou de uma vez os cabelos que deslizaram sobre os ombros; depois, permaneceu com a cabeça inclinada, à espera do último sacrifício.
Francisco recolheu com delicadeza a loura cabeleira e, bem devagarzinho, a cortou. A cerimônia estava acabada.
A reação dos parentes
Como era de se prever, a reação dos parentes de Clara não se fez esperar. Pela manhã, apenas descobriram sua fuga, puseram-se em pé de guerra e rapidamente chegaram ao mosteiro de São Paulo para reconduzi-la à casa. Ameaçaram arrombar a porta. Querem Clara, viva ou morta. Com o aparato exterior e as ameaças, esperam assustá-la, mas iludem-se! Clara é irremovível. Visto que era vã toda a ameaça, recorrem às boas maneiras, às lisonjas e às promessas; fazem apelo aos sentimentos, à dor da mãe, das irmãs, de toda a família, mas Clara é inflexível; sabe que está mais em segurança entre aquelas paredes do que se estivesse num castelo.
Agarra-se ao altar
Quando se dá conta de que estão a ponto de perder o controle e recorrer à violência, Clara, com um gesto, fez desmoronar todas as ilusões deles: foge para a igreja e corre para junto ao altar; com uma das mãos segura a toalha e com a outra retira o véu da cabeça, fazendo-a aparecer sem os cabelos que haviam sido cortados. Demonstrava, assim, ser agora consagrada a Deus e que ninguém podia tocá-la. Diante de tanta firmeza, aos familiares outra coisa não restou senão abandonarem a igreja e o mosteiro e partirem confusos.
Transferida para o mosteiro de Santo Ângelo
Em São Paulo, Clara pôde permanecer só poucos dias. Foram talvez as próprias monjas a solicitar o afastamento dela depois da confusão provocada por sua presença. Francisco interessou-se pela transferência dela. Mais uma vez, dirigiu-se aos Padres Beneditinos e obteve a transferência de Clara para o mosteiro de Santo Ângelo de Panzo.
Finalmente um pouco de paz!
Na quietude e no silencio do mosteiro de Santo Ângelo, Clara pôde revigorar o seu ideal de vida. Apegava-se cuidadosamente às prescrições da Regra de São Bento, que possui como fundamento: “Ora et Labora”! Com isso, Clara não pretendia, certamente, abraçar a Regra de São Bento. Não teria tido sentido sua fuga para a Porciúncula, durante a noite, seu total abandono a Deus para além de qualquer estrutura, a exemplo de Francisco.No mosteiro de Santo Ângelo, Clara viveu por algumas semanas. Foram para ela dias de serenidade e de alegria indescritíveis.
A alegria de Clara estava toda no sentir-se amada e protegida pelo Senhor, como mesmo amor com que uma mãe protege sua filhinha. A fuga de casa lhe havia fechado o mundo às costas para abrir-lhe um umbral do mistério de Deus. Sua vida, agora, havia se transformado em um arco-íris de oração e contemplação: em um agradecimento alegre e infantil. Fugira de casa em uma noite de primavera, para abraçar o ideal de total pobreza, e encontrara a verdadeira liberdade, a perfeita alegria. Havia atingido o seu sonho.
Encontra-se com sua irmã Inês
Clara sentia a necessidade de externar sua ardente experiência mística. Quase todos os dias, sua irmã Inês ia visitá-la: era uma jovem belíssima, de somente quinze anos, de grande sensibilidade para com o sobrenatural. Depois da fuga de Clara, os familiares haviam depositado nela sua esperança.
“Cara Inês — confiava-lhe a irmã — lembra-te: é preferível viver um só dia na casa do Senhor, que mil dias fora dela. A juventude é vento que passa. A beleza se desvanece como a fumaça. A vida termina e aqui não fica nada. Clara e Inês, que se julgavam portadoras de nova Ordem, não podiam certamente permanecer em Santo Angelo de Panzo.
Francisco obteve para elas o pequeno convento anexo a São Damião, juntamente com a igrejinha na qual haviam ido rezar tantas vezes.
São Damião se tomará, assim, cenáculo de mulheres apaixonadas pelo Senhor, uma semente destinada a germinar uma fileira de almas belas, sequazes intransigentes dos ensinamentos do Poverello.
Afinal, Francisco o havia predito, como conta Clara, em seu testamento.”Tendo subido no muro da dita igreja, assim gritava então, com voz elevada e em língua francesa: ‘Venham e ajudem-me nesta obra do mosteiro de São Damião, porque, dentro em breve, virão habitá-lo mulheres e, por sua fama e pela santidade de sua vida, dar-se-á glória ao Pai nosso celeste, em toda a sua Santa Igreja”.
Clara e Inês não ficaram por muito tempo sozinhas, porque muitas jovens de Assis foram atraídas por seu exemplo.
Destas primeiras companheiras, ficam-nos, além do nome, também documentação que testemunha a santidade de sua vida e sua fidelidade, sem compromisso algum, em seguir o exemplo de Clara.
Pouco depois da entrada em São Damião, pediu para unir-se às irmãs Offreducci uma amiga de infância de Clara, Pacífica; e de Perúgia, chegou Benvenuta, conhecida nos anos da fuga de Assis, juntamente com toda a sua família . Depois, juntou-se Balvina de Martino; no ano seguinte, Filipa, filha de Leonardo de Gisleno.
Todas prometeram obediência a São Francisco, que não deixará de seguir a pequena comunidade, com extrema diligencia e com o amor que merecia a mais bela flor do jardim espiritual.
Para as irmãs, que começaram a ser chamadas “Damianitas”, depois de terem provado sua coragem, a própria Clara prescreveu, com evangélica simplicidade, uma regra a ser observada. Em 1215, ela havia impetrado à Sé Apostólica a aprovação do Privilégio da Pobreza, documento singular, único, com o qual a Santa queria, aprovada pelo Papa, a escolha, para ela e suas sequazes, de não aceitar nenhuma posse.
E, na Regra Selada, aprovada pela forma de vida da nova comunidade, está escrito: “O bem aventurado pai, considerando que não temíamos nenhuma pobreza, fadiga, tribulação, humilhação e nenhum desprezo do mundo, que, antes, os tínhamos em conta de grande delícia, movido de paterno afeto, escreveu para nós a forma de vida deste modo:
“Como, por divina inspiração, vos fizestes filhas e servas do altíssimo Sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, de minha parte e por meus frades, ter sempre de vós e deles atento cuidado e especial solicitude’. O que ele, com toda a fidelidade, cumpriu enquanto viveu e quis que fosse sempre cumprido pelos frades”.
Depois de três anos de vida monástica, Francisco julgou oportuno dar à comunidade de São Damião um esboço de organização: pensou em nomear uma abadessa. Esta não podia ser senão Clara, a primogênita da Ordem.
Mas Clara refutou: “Não, não eu, Francisco! Fugi de todas as honras e da vaidade do mundo, não posso me colocar no comando das minhas irmãs. Quero só servir e obedecer!”
“Bem!” – disse-lhe Francisco em resposta – “se tu queres obedecer, então eu te peço que o faças por obediência!”.
Desejosa da palavra de Deus
Clara, apenas eleita abadessa, sentia necessidade de uma ajuda segura: temia, sobretudo, não ir pelo caminho da perfeita pobreza. Por isso, teria desejado encontrar-se mais vezes com Francisco. Mas o “Poverello” estava muitas vezes longe de Assis e evitava dirigir-se freqüentemente a São Damião para não suscitar “admiração e suspeita” entre as pessoas.
Havia recomendado aos seus frades para não terem muita “familiaridade” com as monjas e não entrarem nos seus mosteiros. E nisto, ele queria ser o exemplo. Em São Damião, Clara se encontrou, finalmente, à vontade.
Transpondo aquelas paredes em ruínas, compreendeu ter chegado para onde Deus, havia tanto tempo, a conduzia. Isso lhe diziam a nudez das paredes, a desolação dos locais, os muros sem reboco, as rústicas tábuas nem mesmo esquadradas do assim chamado “pequeno coro”, a escada íngreme e desconexa que levava ao dormitório, um grande quarto nu e frio.
Sem dúvida, era o convento mais pobre jamais visto: a verdadeira cidadela da Santa Pobreza.
Francisco havia predito a Clara que outras senhoras a haveriam de seguir e abraçariam o seu ideal de vida. Depois de Inês, a primeira a acorrer a São Damião foi Pacífica de Guelfuceio, aquela que a ajudou na fuga noturna.
Depois, veio Benvinda de Perusa, sua caríssima amiga. Em seguida, ajuntaram-se Balvina de Offreduccio, Cecília de Gualtiero, Angelúcia de Angeleio, Filipa de Ghislerio, Francisca de messer Capitâneo, Amata de Martino e tantas outras. Beatriz, irmã menor de Clara, e a mamãe Hortolana completaram o grupo.
Nasceu, assim, em São Damião, a segunda Ordem franciscana, o ramo feminino, ao qual Francisco gostava de chamar o das “Senhoras Pobres”.
Um oásis de paz
Em pouco tempo, a comunidade de São Damião tornou-se um autêntico oásis de paz, onde tudo era calor e intimidade.
A própria desolação do local, das paredes, dos utensílios, transmitiam serenidade e alegria. Lamento nenhum se levantava de São Damião: a pobreza da casa, incômodos, os leitos, o frio, a fome, não atormentavam. As Irmãs, quanto mais pobres, mais se sentiam contentes.
Clara, cada recanto do convento era um recanto do paraíso, cheio de calor e de intimidade: um perene convite à festa, à alegria.
As mais pobres do mundo
Nada era de sua propriedade, mas tudo era aceito como empréstimo; julgavam-se “peregrinas e forasteiras neste mundo”. Andavam de pés descalços em todas as estações, com vestimentas grosseiras e uma corda à cintura, a cabeça raspada e coberta com um pano branco e preto.
Seu alimento era “moderado e austero”; haviam-se proposto “jejuar durante todo o ano”. Por leito, tinha uma esteira estendida sobre o pavimento nu e, por travesseiro, um pedaço de madeira. O dormitório era um grande quarto frio e miserável, onde os pobres catres eram alinhados junto à parede.
Segundo Tomás de Celano, Clara estava muito doente depois de quarenta anos vivendo em extrema pobreza. “O vigor de corpo, castigado nos primeiros anos pela austeridade da penitência, foi vencido no final por dura enfermidade, para enriquecê-la, doente, com o mérito das obras. A virtude aperfeiçoa-se na enfermidade”, diz o biógrafo.
Quando a enfermidade começa a se agravar, Clara recebe a visita do Cardeal de Óstia, padroeiro e protetor da família franciscana. Tratava-se do Cardeal Reinaldo de Segni, que mais tarde seria o Papa Alexandre IV. Foi ele que obteve do Papa a confirmação do Privilégio da Pobreza.
Sabendo do estado de Clara, o Papa Inocêncio IV,que residira com a Cúria em Perúsia no período de 1251 a 1253, foi logo visitar a serva de Cristo com os cardeais, como conta a Legenda: “Entrou no mosteiro, foi ao leito, chegou a mão à boca da doente para que a beijasse. Ela a tomou agradecida e pediu com maior reverência para beijar o pé do Apostólico. Depois pediu com rosto angelical ao Sumo Pontífice a remissão de todos os pecados. Ele exclamou: “Oxalá precisasse eu de tão pouco perdão!” A irmã Inês veio de Monticelli, onde era abadessa, para visitar a Irmã Clara. Ao ver o estado dela, chorou muito. E foi consolada pela irmã: “Irmã caríssima, apraz a Deus que eu me vá; tu, porém, deixa de lado o pranto, porque chegarás junto do Senhor logo depois de mim, e Ele te concederá um grande consolo antes que eu me aparte de ti”. Na realidade, Inês morreu logo depois.
Tomás de Celano relata que no final pareceu debater-se em agonia durante muitos dias, nos quais foi crescendo a fé das pessoas e a devoção do povo. Também foi honrada diariamente como verdadeira santa por visitas freqüentes de cardeais e prelados. O admirável é que, não podendo tomar alimento algum durante dezessete dias, revigorava-se o Senhor com tanta fortaleza, que ela confortava no serviço de Cristo todos que a visitavam.
No leito de Clara, a presença dos frades: Frei Junípero, Frei Ângelo e Frei Leão.
O biógrafo diz que, no momento da partida, Clara conversava com sua alma nestes termos: “Vai segura, porque tens um bom companheiro de viagem. Vai, porque aquele que te criou, também te santificou e cuidando de ti, como uma mãe cuida de seu filho, te amou com terno amor. Senhor, sede bendito porque me criaste”.
A agonia durou uma noite inteira. Na manhã de 11 de agosto de 1253, Clara entrava na glória e ia encontrar-se com o Amado Esposo de sua alma. Nas portas do paraíso seria recebida pelo Pai Francisco.
a Legenda de Santa Clara, logo após a sua morte, as pessoas “afluíram em tamanha multidão que a cidade parecia deserta”. Até o podestá, ou prefeito, apresentou-se imediatamente “com um cortejo de cavaleiros e uma tropa de homens armados”. E, no dia seguinte, moveu-se a corte pontifícia inteira. Foi, então, que o papa e os cardeais, “achando que não era seguro nem digno que tão precioso corpo ficasse longe dos cidadãos, levaram-no honrosamente para São Jorge, com hinos de louvor, ao som das trombetas e com solene júbilo” (LSC 37).
Logo depois, a igreja de São Jorge foi reformada e ampliada, transformando-se na Basílica de Santa Clara, que ainda estava em obras quando, no dia 3 de outubro de 1260, seu corpo foi solenemente transladado. Lá ficou até 1850. O sarcófago foi descoberto no dia 30 de agosto desse ano, e aberto no dia 23 de setembro.
A partir daí, cavou-se uma cripta no solo da basílica e se cuidou de apresentar o corpo da Santa, revestido de hábito e deitado sobre um colchão, dentro de um precioso relicário, para que os peregrinos pudessem venerá-la. Tudo isso ficou pronto no dia 30 de outubro de 1872.
Clara foi canonizada no ano de 1255, pelo Papa Alexandre IV, já que o Papa Inocêncio IV morreu em dezembro de 1254. O anúncio solene foi feito na antiga cidade de Anagni, conquistada pelos romanos no século IV aC. Não se sabe exatamente a data, mas há uma corrente que coloca como marco o dia 15 de agosto, festa da Assunção.
Antes de partir, Clara deixou a sua bênção:
Eu vos abençôo, ainda viva, e
e abençoar-vos-ei depois da morte;
quanto posso vos bendigo,
E mais do que posso vos abençôo com todas
As bênçãos com as quais o Pai das misericórdias
Abençoa e abençoará os seus filhos
Do céu e da terra.
Extraído de:
http://www.ofmsantoantonio.org/historiaSantos/santaClara.html

– Entendendo e Respeitando as Diferentes Personalidades e Caráteres, do Ponto de Vista Cristão

Cada indivíduo tem um conjunto de atributos – virtudes, talentos, fraquezas, deficiências, características pessoais que as fazem ser únicas no mundo. Por mais parecido que alguém seja, ninguém é igual a ninguém. E essas peculiaridades ajudam a formar a personalidade das pessoas, sejam elas mais extrovertidas, tímidas, inquietas, entre tantas…

Sendo assim, as pessoas diferem de opinião; de gosto; de humor; de simpatia. E, com tantas diferenças e individualidades, devem conviver bem, respeitando-se e convivendo harmonicamente.

Cristo nos diz:

Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Ora, amar as pessoas que já amamos é fácil. Àquelas que nutrimos simpatia, idem.

E quando falamos de pessoas rotuladas como “mau caráter”, marcadas pela sociedade como cidadãos que não servem de exemplo ou que vemos hábitos ruins? Como amá-las?

Claro que isso é difícil. Todos querem se aproximar de pessoas de bom caráter, e buscam evitar o mau-caratismo. Mas como conviver?

Respeitando aquele que pode ter se desviado do bom caminho, já é um começo. Ajudando-o a mudar de vida, um segundo passo.

Mas não se esqueça: alguém que tenha bom caráter e que esteja se relacionando com pessoas que são ditas “transgressoras”, deve tomar cuidado para ao invés de influenciar positivamente, não se influenciar negativamente. Tem que ter PERSONALIDADE!

Lembra-se do que nossas mães diziam sobre “ter cuidado para não andar com má companhia?” Pois é: você deve evitar o hábito e a influência da ‘má companhia’, mas contagiar com o bom-caratismo o próximo.

Difícil, né? Missão para cristãos de boa vontade, de bom caráter e de personalidade persistente.

Sendo assim, que tal refletir sobre alguns pontos?

  1. Todos gostamos que respeitem a nossa personalidade ou individualidade. Mas respeitamos sempre as características do próximo? Sendo assim, diga: o que você tem dificuldade em suportar nas pessoas; que lhe irrita; aquilo que você considera um defeito?
  2. O que você acha que irrita nas pessoas que convivem consigo, aquilo que você sabe que é da sua personalidade e que incomoda os outros?
  3. O que fazer para suportar o que não gostamos e mudar aquilo que as pessoas não gostam de nós?

– Voltamos à Catequese. Que bom!

Hoje retomamos os encontros da catequese para o Sacramento do Crisma, aqui na Capela Nossa Senhora de Fátima (Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP).

Servir a Deus, mesmo que minimamente como catequista (já que deveríamos nos engajar em mais tarefas), é algo que nutre a alma.

Que possamos ajudar nossos crismandos a buscarem e desejarem de coração tão belo sacramento (O sacramento do Crisma é a Confirmação do Batismo, agora, adultos e maduros na ).

– China X Igreja Católica

A China, reconhecida ditadura, nunca é questionada como deveria em relação aos Direitos Humanos. Claro que o poderio financeiro e o desejo de parcerias comerciais das nações com o Dragão Asiático são os fatores preponderantes para tal fato.

Lá, não existe liberdade religiosa, e o chinês tem o “direito” de escolher uma das 5 religiões aceitas pelo Governo. Igreja Católica ou Protestantes inexistem, sendo que o Governo controla uma igreja que equivaleria a elas: a Associação Patriótica Chinesa, que ordena Bispos e celebra rituais sem a benção do Vaticano. Os sacerdotes são observados pelas autoridades políticas e devem fazer ligações entre Cristo e a supremacia da China.

Porém, uma voz se levantou: o bispo de Xangai, Tadeu Ma Daquin, se rebelou contra a autoridade local e exigiu comunhão das igrejas e não subserviência a Pequim. Conclusão: foi preso para desincentivar outros bispos que desejassem união a Roma.

Católicos e Evangélicos costumam celebrar seus cultos à moda dos primeiros cristãos: clandestinamente, as escondidas, longe dos religiosos ligados ao Partido Comunista Chinês.

Aqui, onde há plena liberdade de culto, muitas vezes nos envergonhamos em falar de Cristo em público. Quem dera os chineses reprimidos pudessem ter nossas possibilidades…

– Dia de Sant’Anna e São Joaquim: A Festa dos Avós!

Hoje é dia dos Avós!

Tal data é celebrada neste dia, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, avós de Jesus Cristo (pais da Virgem Maria).

Você já deu um abraço aos seus avós hoje?

Atenção: o que vale não é o presente, e sim o afeto!

Parabéns aos vovôs e vovós!