– Encontros de Catequese para a Crisma: Chagas, Boatos, Verdades e Pecados da Igreja

Todo catequista se vê em meio a temas de difícil trato com os jovens que buscam o Sacramento da Confirmação. E nós, catequistas da Paróquia São João Bosco (Jundiaí/SP), sentimos a grande dificuldade que é falar sobre erros ou “não erros” da Igreja Católica.

O Catolicismo tem Cristo como a cabeça da Igreja; por isso a Igreja é Santa! Mas é formada por homens e mulheres; por isso ela também é pecadora!

Somos à imagem e semelhança de Deus. Não iguais, porque não somos onipresentes, onipotentes nem oniscientes. Mas semelhantes, pois diferenciado-nos do pecado.

Iluminados à Luz do Espírito Santo, nos reunimos e conseguimos criar os seguintes tópicos para a discussão com nossos crismandos do que seria inicialmente um tema sobre as Conturbações durante a História da Igreja, e que passou a ser: Controvérsias, Erros, Falhas e Supostos Engôdos / Pecados da Igreja Católica. Abaixo:

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO COM OS CRISMANDOS:

  • O que você mais tem receio de discutir, sente medo, fica em dúvida ou refuga/ entristece sobre a nossa Igreja?
  • Quais os pecados que comumente a Igreja Católica é acusada e que você costuma ouvir?
  • Como é a defesa da sua fé quando ouve críticas ao Catolicismo? Sabe contestar / contra-argumentar de maneira cristã, sem proselitismo e de maneira ecumênica?

HIGHLIGHTS PARA O ENCONTRO (“provocações-chaves”):

  1. Quanto às riquezas da Igreja, você sabe discutir sobre “a fortuna” do Vaticano? Por quê o Papa não vende tudo e dá o dinheiro aos pobres? Aliás, o que é da Igreja Católica e o que é obra sacra / patrimônio da humanidade sob tutela e conservação do Vaticano?
  2. O escândalo do “Vatileaks“: o que saberia o Papa Bento XVI e o que se apurou com o Papa Francisco? Os desfalques e prejuízos no Banco do Vaticano: sabe / entende isso?
  3. O dinheiro do dízimo vai para o bolso de quem? Sobre os custos das obras de caridade, das despesas com manutenção dos templos, salários dos religiosos e outros custos contabilizados e apresentados à comunidade. Por quê dar o dízimo? É obrigatório? Tem percentual realmente fixo? Em espécie ou em atos?
  4. A Vida Social dos religiosos: são humanos ou são santos? Tem fraquezas ou são blindados pelo escudo da fé? Padre erra? Bispo se confessa? A quem prestam contas? Ostentação acontece?
  5. Pedofilia e outras chagas da Igreja: por quê? Eles têm vocação ao sacerdócio ou não? É tentação do Demônio? Os escândalos são escondidos ou investigados? Quem pune pedófilos? É um exclusivo pecado da Igreja Católica?
  6. Os Tribunais da Inquisição: foram exclusivos do Catolicismo? Sabe diferenciar a “Santa Inquisição” com a queima das bruxas, hereges ou atos diversos dos Tribunais Inquisitórios das igrejas protestantes alemães e dos governos / reinados? Os números dos condenados pela Igreja Católica, pela Igreja Protestante e pelos Reis; qual são? Idem ao número das pessoas SALVAS graças aos tribunais eclesiásticos dos católicos. Debater e diferenciar quem eram os inquisidores, os acusados e os salvos. 
  7. Heresias diversas, ciência, fé, adversidades e ignorâncias: sabemos entender as coisas que aconteciam naquele período? Os cismas, o manifesto de Martinho Lutero. E se ele não abandonasse a Igreja e ajudasse na Reforma Interna? Nós somos os agentes reformatórios quando vemos a fé deturpada? É como a política: nos omitimos no erro ou apontamos a solução? Somos a própria Igreja ou coadjuvantes sem voz?
  8. Os Santos que apontaram os erros; a Infalibilidade Papal é da conduta ou das questões da crença; os dogmas e mistérios da fé.
  9. Os perdões pedidos pela Igreja às diversas causas; as catequeses e conversões forçadas; as vendas de indulgências: o que foram, como aconteceram?
  10. Pio XII e o Nazismo; os papas e o poder. A opção preferencial pelos pobres. Sabemos entender a ação da Igreja no contexto histórico e a acolhida aos excluídos, marginalizados e perseguidos?

Como se lê, são 3 questões para reflexões e 10 provocações, onde colocamos os assuntos (atuais nos noticiários e comuns nas aulas de História dos jovens) para serem debatidos. É muito importante que o catequista faça uma boa pesquisa sobre os mesmos, pois consideramos pertinente tal material. Claro, tão importante quanto é a participação dos crismandos para entender quais as verdades desses assuntos, o que é sensacionalismo, e quais são as chagas que a Igreja reconhece e se penitencia.

Compartilho um ótimo material do nosso irmão André, que pode ajudar muito no esclarecimento das dúvidas. Acesse o link aqui (em formato Word): História da Igreja – A verdadeira

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– O Monopólio pelo Nome de Deus

Vejam só: o colunista e escritor Christopher Hitchens, em sua coluna quinzenal na Revista Época (15/02/2010, pg 82), tratou de um polêmico assunto: como abordar o nome de Deus!

Explico: na Malásia, “Deus” se traduz como Alá. Como existem cristãos e muçulmanos no país, e estes últimos chamam Deus por Alá, o grupo reinvindicou exclusividade no nome de Deus! Como se Deus, Pai, Alá, Javé fossem todos pessoas diferentes…

Um mesmo Criador com nomes diferentes e pedidos de uso exclusivo por seus fiéis… É o que faltava! Disputarem a pronúncia correta!

O MONOPÓLIO DO USO DA PALAVRA DEUS

Um grande tumulto ocorreu na Malásia no mês passado, depois que o juiz da Suprema Corte Lau Bee Lan proferiu uma decisão judicial sobre o nome adequado para chamar Deus. Grupos muçulmanos haviam apresentado uma reclamação de que cristãos locais estavam usando a palavra “Alá” em suas cerimônias e publicações. Na língua malaia, coincidentemente, essa é a palavra usada para denominar Deus de uma forma geral – e “Deus” é um termo difícil de ser evitado pelos cristãos.

A decisão da alta corte foi dividida. Dizia que o jornal malaio Catholic Herald podia usar “Alá” em sua edição na língua malaia, desde que fosse vendido “apenas dentro dos limites da igreja e ostentasse o rótulo ‘Somente para não muçulmanos’”. Até mesmo essa restrição foi considerada insuficiente para os islâmicos. Algumas igrejas e conventos foram incendiados com bombas, e o governo da Malásia lamentou publicamente a decisão do tribunal. Segundo um relato da Associated Press, as autoridades acreditam que “tornar Alá sinônimo de Deus pode confundir os muçulmanos e acabar induzindo-os a se converter ao cristianismo”. Esse risco parece ser pequeno. A maior parte dos 2,5 milhões de cristãos da Malásia é etnicamente chinesa ou indiana. A verdade é que existe uma leve, porém inconfundível, pincelada de racismo na demanda dos muçulmanos malaios. E isso está acontecendo em um dos países muçulmanos mais celebrados como “moderado”.

Quando falam suavemente para públicos ocidentais ignorantes, os propagandistas muçulmanos algumas vezes dizem de forma reconfortante que nós todos – cristãos, judeus, muçulmanos – adoramos o mesmo Deus. É verdade que o Corão contém muito material tomado emprestado do Pentateuco e do Novo Testamento, mas também é verdade que ele em geral é considerado autêntico somente quando escrito ou declamado em árabe. A língua franca bahasa, da Indonésia e da Malásia, contém muitos empréstimos do árabe, incluindo a palavra que começa com D, mas isso não impede seus falantes cristãos de ter de ouvir que não podem seguir sua própria fé em sua própria língua.

Passei meus primeiros anos na ilha de Malta, aquele maravilhoso pontinho de terra entre a Líbia e a Sicília. Malta tem uma língua própria, que eu falava do meu jeito infantil. Alguns filologistas, certa época, consideravam que a língua maltesa descendia da fala dos cartagineses, mas ela tem um parentesco muito mais próximo do árabe falado no Magreb (Líbia, Tunísia e Marrocos). É a única língua semita escrita com caracteres latinos, e, ao lado do inglês, é língua oficial do país. E em maltês a palavra para “Deus” é “Alá”, o que significa que, quando proferida por um padre, soa exatamente igual. Isso se torna ainda mais interessante por Malta ser provavelmente o país mais cristão da Europa, mais católico do que a Espanha, Portugal e Irlanda e até a Polônia.

Pode ser que essa informação inquietante ainda não tenha chegado aos ouvidos dos jihadistas, os praticantes da “guerra santa”. Mas ela agora se junta à lista elástica de problemas pelos quais os muçulmanos se dão o direito de se sentir injustiçados. Quem poderia adivinhar que até o ano passado não tinham percebido que havia não muçulmanos falando a mesma língua que eles?

O árabe é uma língua importante para a literatura e a poesia, e palavras derivadas dela (como “álgebra”) são encontradas em nossos dicionários. Seria de imaginar que os muçulmanos se sentissem lisonjeados por os cristãos da Europa mediterrânea e da Ásia usarem a palavra árabe para o divino. Mas parece que o sectarismo sinistro agora está à frente de tudo. Talvez em nossas redações os editores devessem começar a fazer ajustes relevantes, de modo que multidões gritando “Allahuh Akbar” sejam traduzidas como se estivessem dizendo “Alá é grande”, e as pessoas entoando “Insh’allah” sejam citadas como se estivessem dizendo “Se Alá quiser”, em vez de “Se Deus quiser”. Se essa mudança algum dia fosse adotada, porém, pode estar certo de que haveria tumulto do mesmo jeito.

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– Parabéns aos Catequistas nesta data!

Parabéns às pessoas de boa vontade que de coração se dedicam à Catequese e ensino religioso, sem esperar recompensa ou algo em troca, a não ser, a fé!

Hoje se celebra o Dia do Catequista (último domingo de Agosto), e o texto é do ano passado, mas serve para a data. Extraído de:

http://cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11993

DIA DO CATEQUISTA

Ide e pregai o Evangelho a toda criatura!

A Igreja Católica celebra neste dia 25 o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.

Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.

Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

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– Coaching de Fé ou Exagero?

Abaixo, publico um recorte da Folha de São Paulo da semana passada. Ele retrata algumas curiosidades da ExpoCristã, uma feira voltada ao Mercado Evangélico. Nele, há uma manchete de um “motivador teólogo” destinado a “pastores desmotivados”.

Independente da crença: poderia ser para sacerdotes católicos, rabinos judeus, religiosos islâmicos…, mas a cobrança de R$ 1.000,00 (sendo assim, um serviço profissional de motivação), em se tratando da fé, não é algo discutível?

No mínimo, tal teólogo realiza algo “diferente”, não? Sou a favor que pessoas engajadas na Evangelização a façam de maneira desprovida, embora, confesso: é algo novo e discutível.

OPS: isso não quer dizer que padres e pastores devam trabalhar de graça, logicamente.

– Por quê tanto ódio?

Mais um atentado covarde dos terroristas do ISIS aconteceu, ontem, em Barcelona.

O extremismo religioso assusta. A intolerância dessas pessoas cega, fazendo com que o fanatismo não defenda sua crença, mas sim odeie quem pensa diferente. Há perfeitamente no mundo condições de que todas as profissões de fé convivam harmoniosamente. Só não acontece por conta desses loucos violentos!

#PrayForBarcelonaque os familiares das vítimas sejam confortadas.

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– Jesus Revolucionário e Violento?

Alguém já ouviu falar sobre o livro: “Zealot: the life and times of Jesus of Nazareth“?

Foi o livro mais vendido nos EUA por 3 semanas, e foi escrito pelo iraniano Reza Aslan, que é muçulmano. A polêmica dele é: pelo fato do autor ser de outra religião, muito se tem criticado se não houve viés religioso no seu texto. Em sua obra, ele fala de um Jesus que não era pacifista, mas um anarquista que queria ser governante de uma Jerusalém livre de romanos. Com métodos de Che Guevara, Cristo cativava pessoas pelo seu carisma e assim mudaria radicalmente Israel.

O prefácio do livro mostra isso:

Jesus era um zelote revolucionário, que atravessou a Galileia reunindo um exército de discípulos para fazer chover a ira de Deus“.

E aí, quer palpitar sobre o explosivo tema? De homem de paz a líder guerrilheiro, segundo o autor.

Deixe seu comentário:

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– O Papa exalta o Batismo de 3 jovens adotados por um casal gay paranaense

Nesses tempos de guerra e radicalismo, há ainda a importante prática da tolerância por aqueles que devem promover a paz e ser luz do mundo.

Digo isso pois o Papa Francisco escreveu uma carta parabenizando a iniciativa de um casal homossexual em buscar o Batismo na Igreja Católica de seus 3 filhos adotados. Os parceiros buscaram 4 paróquias onde o Sacramento foi negado, e por serem católicos praticantes (em que pese a discussão sobre o homossexualismo – aqui se torna uma outra questão a ser debatida) após uma conversa com o Arcebispo Metropolitano de Curitiba, conseguiram o aceite para a cerimônia sacramental.

No documento enviado a Toni e David (os cônjuges) e a seus 3 filhos, disse o Pontífice através do Secretário de Estado do Vaticano, Monsenhor Paolo Borgia:

“O Papa Francisco lhe deseja felicidades, invocando para a sua família a abundância das graças divinas, a fim de viverem constante e fielmente a condição de cristãos.”

Aqui devemos sempre ponderar: TODOS somos convidados ao Batismo. Que culpa os que foram batizados têm sobre o(s) ato(s) daqueles que os adotaram? O Batismo é a eles! Repare que o Papa não fez apologia ou condenação no documento, mas olhou com olhos misericordiosos de felicitações pelo passo da conversão pela água nova do Batismo, além do chamamento aos valores e práticas cristãs.

Como já tinha ouvido falar sobre a história, numa rápida busca na Internet, achei o artigo abaixo (que vai de encontro com o noticiário em geral).

Extraído do Estadão: (http://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,papa-francisco-envia-carta-de-felicitacoes-a-casal-gay-por-batismo-dos-filhos,70001928246)

PAPA FRANCISCO ENVIA CARTA A CASAL GAY POR BATISMO DOS FILHOS

Depois de batizar os três filhos em uma igreja católica de Curitiba, no Paraná, o casal Toni Reis e David Harrad recebeu uma carta de felicitações do Papa Francisco.

“O Papa Francisco lhe deseja felicidades, invocando para a sua família a abundância das graças divinas, a fim de viverem constante e fielmente a condição de cristãos”, diz o documento assinado pelo Monsenhor Paolo Borgia, assessor para os Assuntos Gerais da Secretaria de Estado.

A cerimônia foi realizada em abril e, dois meses depois, o casal enviou fotos e os certificados de batismo para o Pontífice, mas não esperava uma resposta.

“Nós estamos extremamente felizes. Queríamos comunicar ao sumo sacerdote essa acolhida da Igreja Católica que foi muito importante para nós, porque nossos filhos foram bem acolhidos e muito bem tratados pelo arcebispo e pelo padre”, disse Toni Reis ao E+.

Ele conta que foram a quatro igrejas da capital paranaense, mas o batismo era negado. A cerimônia só foi possível depois que falaram com o Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom José Antonio Peruzzo, que disse um sim imediato.

Reis diz que as palavras que mais chamaram a atenção deles na carta foram “felicidade” e “família”. “Um documento do Estado do Vaticano reconhecendo a gente como família é muito importante. O Papa deve receber muitas cartas, mas essa foi para nós e é oficial”, disse.

Os filhos deles, Alyson, de 16 anos, Jéssica, de 14, e Filipe, de 12, ficaram “super felizes e adoraram a foto autografada do Papa”, enviada junto com a carta. Agora, Reis vai fazer uma cópia colorida do documento e colocar em um quadro, que será ‘inaugurado’ no Dia dos Pais em um almoço especial em família. A carta original ficará muito bem guardada.

“Isso tem um simbolismo muito grande emocionalmente. Nesses tempos de fundamentalismo, o Papa falar isso pra gente nos conforta. Estamos felizes e realizados”, afirma Reis.

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O casal Toni Reis e David Harrad e seus filhos Allinson (esquerda), Felipe (centro) e Jéssica (direita), ao lado do padre Helio, em batizado no domingo, 23 de abril. Foto: David Harrad/Arquivo Pessoal

– Dia de Santa Marta, Padroeira das Cozinheiras e Acolhedora Mulher

Hoje é dia de uma Santa de suma importância e que se manteve discreta na Bíblia: Marta.

Amiga de Jesus, foi aquela que sempre estava fazendo seus afazeres domésticos. Seu irmão, Lázaro, igualmente amigo, foi ressuscitado por Cristo! Veja que bela história (extraída de CançãoNova.com):

FESTA DE SANTA MARTA

Hoje lembramos a vida de Santa Marta, que tem seu testemunho gravado nas Sagradas Escrituras. Padres e teólogos encontram em Marta e sua irmã Maria, a figura da vida ativa (Marta) e contemplativa (Maria). O nome Marta vem do hebraico e significa “senhora”.

No Evangelho, Santa Marta apresenta-se como modelo ativo de quem acolhe: “… Jesus entrou em uma aldeia e uma mulher chamada Marta o recebeu em sua casa” (Lc 10,38).

Esta não foi a única vez, já que é comprovada a grande amizade do Senhor para com Marta e seus irmãos, a ponto de Jesus chorar e reviver o irmão Lázaro.

A tradição nos diz que diante da perseguição dos judeus, Santa Marta, Maria e Lázaro, saíram de Bethânia e tiveram de ir para França, onde se dedicaram à evangelização. Santa Marta é considerada em particular como patrona das cozinheiras e sua devoção teve início na época das Cruzadas.

Santa Marta, rogai por nós!

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– Maria e a Arca da Aliança

Ouvi (não vi a foto) que circula um retrato da Virgem Maria sobre a Arca da Aliança, tirada aqui na Paróquia de São João Bosco. Algum efeito de luz / sombra / ou algo assim fez com que a Santíssima Mãe de Deus aparecesse num fenômeno a ser explicado.

Se sim, qual o fato espetaculoso? Como bem disse nosso pároco Padre Agnaldo, não seria surpresa, já que sabidamente, “onde o Filho está sua Mãe o acompanha”.

Maravilhosa tal reflexão, inspirada, sem dúvida, pelo Espírito Santo!

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– Santa Maria Madalena, Prostituição e Conversão

Neste dia 22, celebra-se o Dia de Santa Maria Madalena, protetora das prostitutas!

Calma, você não leu errado: no Catolicismo, é ela quem está na Comunhão dos Santos e intercede com carinho especial a Jesus para a conversão dessas mulheres.

Mas de onde veio essa crença?

Diz-se que a venda do corpo por favores sexuais é a atividade profissional mais antiga do mundo. Na Bíblia, há vários relatos de mulheres pecadoras envolvidas em prostituição. Entre elas, supostamente, fora Maria, nascida em Magdala, uma das mulheres mais engajadas na Evangelização e apóstola de Cristo.

Nos Evangelhos não há explicitamente a menção de que Maria Magdalena fora prostituta. Mas a Tradição Católica crê que a mulher à beira do apedrejamento por se prostituir e que foi salva por Jesus era ela. Recordando: naquele tempo, o crime de prostituição era punido com apedrejamento em praça pública pelos judeus, embora, para o homem, nada acontecia. Uma mulher – e acredita-se que seria Maria de Magdala – foi pega e, na iminência de ser morta, apareceu Jesus que diz à multidão:

Quem de vós não tiver pecado, que atire a primeira pedra”.

Dito isso, a multidão desencorajou-se e foi embora. E à mulher, Cristo diz:

Ninguém te condenou? Pois eu também não te condeno. Levante-se, vai, e não peque mais”.

Dessa forma, a prostituta se arrependeu dos pecados e se converteu. Passou a seguir Jesus e tornou-se discípula, tendo sido ela a testemunhar pela 1a vez a Ressurreição de Nosso Senhor, quando iria cuidar do corpo e encontrou o Sepulcro vazio.

Conta-se que Maria Madalena morreu em Eféseo (comunidade grega) evangelizando. Nos últimos anos, estórias cinematográficas como “O Código da Vinci” disseminaram o conto de que Maria Madalena casou-se com Jesus Cristo e com ele teve filhos.

O importante de tudo isso é: o processo de conversão! Alguns mudam de vida após uma experiência de amor; outros, à beira da dor. O certo é que algumas casas de apoio às prostitutas costumam levar o nome daquela que se converteu: Maria de Magdala. E ao contrário do que muitos pensam sobre “as mulheres de vida fácil” (que de fácil não tem nada), a maioria delas não quer se ultrajar em tal situação e precisa de AMPARO para o recomeço.

– Santa Maria Madalena, rogai por nós e por todas as mulheres que se humilham sexualmente para a sobrevivência. Amém.

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– Uma Verdade de Esperança!

Creiamos: se Deus cuida até dos passarinhos, por que não cuidaria dos seus filhos tão amados?

Gostei desse lembrete:

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– Dia de Santa Maria Goretti

Hoje é dia de Santa Maria Goretti, uma jovem italiana morta numa tentativa de estupro. Compartilho a história daquela que se tornou a Padroeira dos Adolescentes.

Extraído de: http://www.cademeusanto.com.br/santa_maria_goretti.htm

SANTA MARIA GORETTI

Santa Maria Goretti foi uma virgem, martir, com muitos milagres após a morte. Ela nasceu em 16 de outubro de 1890 na cidade de Corinaldo, Itália , filha de um fazendeiro, Luiggi Goretti que mudou-se com a família para Ferriere di Conca, perto de Anzio.
No dia 16 de julho de 1902 Maria estava sentada no degrau de sua casa remendando uma camisa, quando Alexandre Serenelli, filho do sócio de seu pai arrasou Maria para dentro e enquanto ele gritava e se debatia, ele rasgava as suas roupas tentava asfixia-la, apertando o seu pescoço. Ela debateu-se e ele a ameaçou com uma faca, e ela continuou a gritar que preferia morrer a perdeu sua virgindade, então ele a esfaqueou repetidamente nas costas e depois correu. Ela foi levada para o hospital mas estava claro que ela não iria sobreviver. Nas sua ultimas horas de vida ela perdoou o seu assassino. Ela morreu no mesmo dia do ataque. Alexandre foi sentenciado a 38 anos de cadeia. Uma noite ele experimentou uma visão de Maria Goretti apanhando flores e oferendo-as a ele e dai em diante ele experimentou uma mudança de personalidade e do modo de ver vida e pediu repetidamente o perdão a mãe de Goretti. No natal de 1937 Alexandre e a mãe de Maria Goretti, receberam a comunhão um ao lado do outro, atendendo, segundo a tradição, a visões que ambos tiveram, de que Santa Maria Goretti havia feito um pedido a eles em aparições separadas. Ele tem sido citado como um exemplo pelos advogados da abolição da pena de morte. 
Em 1947, Santa Maria Goretti foi beatificada pelo Papa Pio XII, que apareceu no “Balcão de São Pedro” com a mãe de Maria, três das suas irmãs e irmãos. Em 1950 ela foi canonizada pela sua pureza e uma grande multidão compareceu a cerimonia. Alexandre estava ainda vivo e compareceu a cerimonia. Na época de sua canonização já haviam sido verificados e certificados cerca de 40 milagres resultados de sua intercessão.

Ela é padroeira das adolescentes, da castidade e das “Filhas de Maria.”

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– As freiras perseguidas na Nicarágua: ninguém falará nada?

Onde está o presidente Lula e demais autoridades para tomarem uma providência diplomática contra o ditador Noriega?

Freiras brasileiras perseguidas na Nicarágua, covardemente…

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/grupo-de-freiras-brasileiras-deixa-a-nicaragua-apos-invasao-em-sede/

GRUPO DE FREIRAS BRASILEIRAS DEIXA A NICARÁGUA APÓS A POLÍCIA INVADIR O CONVENTO

Organizações de direitos humanos disseram que polícia do país invadiu o local onde as freiras viviam; elas realizavam trabalho religioso e humanitário há sete anos

Um grupo de freiras brasileiras da organização “Fraternidad Pobres de Jesucristo” anunciou na segunda-feira (3), por meio de um comunicado, que continuará seu serviço de El Salvador, após sete anos realizando trabalho religioso e humanitário na Nicarágua.

Vários defensores dos direitos humanos e pessoas próximas às religiosas denunciaram no domingo (2) que a polícia da Nicarágua invadiu o local onde viviam. Eles até pediram respeito por sua integridade.

Uma fonte da Igreja Católica disse à CNN que tudo é consequência do fato de o governo não estar renovando os títulos de residência dos missionários estrangeiros.

A CNN solicitou uma resposta do governo da Nicarágua, mas ainda não obteve retorno.

A organização “Fraternidad Pobres de Jesucristo”, movimento que nasceu no Brasil e está presente em uma dezena de países, caracteriza-se por gerir alimentos e atender necessidades básicas de grupos em situação de risco social.

O governo do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, mantém uma campanha contra a Igreja Católica da Nicarágua.

Ele disse recentemente que a Igreja faz parte de uma rede de lavagem de dinheiro que supostamente envolve pessoas anteriormente condenadas por “traição à pátria” e várias dioceses do país, sem dar detalhes específicos, segundo um comunicado de imprensa divulgado pela Polícia Nacional.

As anunciadas investigações de lavagem de dinheiro representam o último episódio de uma série de ações empreendidas pelo regime de Ortega contra a Igreja Católica, que só neste ano registrou o fechamento de uma universidade na Arquidiocese de Manágua, prisões de padres, expulsão do país das freiras e o corte das relações diplomáticas com o Vaticano.

O grupo de freiras se manifestou por meio do Facebook. Elas agradeceram pelos sete anos de missão no país e pela “acolhida da Igreja e do povo”. “Queremos agradecer a todas as consagradas, leigos, jovens, benfeitores e amigos que construíram com nós a missão e fizeram possível levar Cristo aos pobres”.

No comunicado, confirmaram a mudança a El Salvador: “Com esses sentimentos informamos que nossas irmãs foram enviadas a missão de El Salvador”.

Em nota enviada à CNN, a “Fraternidad Pobres de Jesucristo” disse que funcionários do ministério de Governação e do Instituto de Migração chegaram à casa religiosa ao redor das 10h30 solicitando fazer uma vistoria.

“As três religiosas que pertencem à missão – duas brasileiras e uma paraguaia – se encontravam no momento e permitiram a entrada dos oficiais. Depois de vários questionamentos e de inspecionar a casa, as autoridades convidaram as irmãs a reunir seus pertences e se dirigirem ao micro-ônibus de Migrações, rumo à Managua, capital do país”, diz a nota.

No Instituto de Migração, as freiras foram permaneceram esperando durante quatro horas e, após a leitura da ata de deportação, foram levadas até a fronteira entre Nicarágua e Honduras, com destino a San Salvador, capital de El Salvador.

A nota diz que as missionárias foram acolhidas por freiras do instituto em San Salvador e “se encontram bem”.

De acordo com o comunicado, as religiosas já se preparavam para encerrar a missão em Nicarágua por “questões migratórias, tendo em conta que não puderam iniciar o processo de radicação no país”.

A CNN questionou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que disse não haver posicionamento por enquanto. A Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) também foi contatadamas ainda não houve retorno.

(Imagem extraída do Link acima):

 

 

 

 

(Elvin Sandoval e Merlin Delcid contribuíram para esta reportagem. Gabriele Koga, da CNN Brasil, colaborou para esta reportagem)

– Início da Trezena de Nossa Senhora do Carmo

Para quem é devoto da poderosíssima invocação de Nossa Senhora do Carmo, hoje é um dia especial: começa nessa 3a feira a Trezena por essa devoção à Virgem Mãe. Serão 13 dias de felizes orações, culminando no dia 16 (data da Festividade).

  • Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós.

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– O Assédio Espiritual

Não bastassem os termos “Assédio Sexual” e “Assédio Moral”, agora surge uma nova modalidade de atentado: o Assédio Espiritual.

Veja que interessante este material, a partir da entrevista da jornalista Marília de Camargo César, em entrevista à Revista Época, pg 69-70, de 29 de junho de 2009, a respeito dos excessos da “busca de novos fiéis”:

HÁ ABUSOS EM NOME DE DEUS

por Kátia Melo

A igreja evangélica está doente e precisa de uma reforma. Os pastores se tornaram intermediários entre Deus e os homens e cometem abusos emocionais apoiados em textos bíblicos. Essas são algumas das afirmações polêmicas da jornalista Marília de Camargo César em seu livro de estreia, Feridos em nome de Deus (editora Mundo Cristão), que será lançado no dia 30. Marília é evangélica e resolveu escrever depois de testemunhar algumas experiências religiosas com amigos de sua antiga congregação.

ÉPOCA – Por que você resolveu abordar esse tema?
Marília de Camargo César –
Eu parti de uma experiência pessoal, de uma igreja que frequentei durante dez anos. Eu não fui ferida por nenhum pastor, e esse livro não é nenhuma tentativa de um ato heroico, de denúncia. É um alerta, porque eu vi o estado em que ficaram meus amigos que conviviam com certa liderança. Isso me incomodou muito e eu queria entender o que tinha dado errado. Não quero que haja generalizações, porque há bons pastores e boas igrejas. Mas as pessoas que se envolvem em experiências de abusos religiosos ficam marcadas profundamente.
ÉPOCA – O que você considera abuso religioso?
Marília –
Meu livro é sobre abusos emocionais que acontecem na esteira do crescimento acelerado da população de evangélicos no Brasil. É a intromissão radical do pastor na vida das pessoas. Um exemplo: uma missionária que apanha do marido sistematicamente e vai parar no hospital. Quando ela procura um pastor para se aconselhar, ele diz: “Minha filha, você deve estar fazendo alguma coisa errada, é por isso que o teu marido está se sentindo diminuído e por isso ele está te batendo. Você tem de se submeter a ele, porque biblicamente a mulher tem de se submeter ao cabeça da casa”. Então, essa mulher pede um conselho e o pastor acaba pisando mais nela ainda. E usa a Bíblia para isso. Esse é um tipo de abuso que não está apenas na igreja pentecostal ou neopentecostal, como dizem. É um caso da Igreja Batista, que tem melhor reputação.
ÉPOCA – Seu livro questiona a autoridade pastoral. Por quê?
Marília –
As igrejas que estão surgindo, as neopentecostais (não as históricas, como a presbiteriana, a batista, a metodista), que pregam a teologia da prosperidade, estão retomando a figura do “ungido de Deus”. É a figura do profeta, do sacerdote, que existia no Antigo Testamento. No Novo Testamento, Jesus Cristo é o único mediador. Mas o pastor dessas igrejas mais novas está se tornando o mediador. Para todos os detalhes de sua vida, você precisa dele. Se você recebe uma oferta de emprego, o pastor pode dizer se deve ou não aceitá-la. Se estiver paquerando alguém, vai dizer se deve ou não namorar com aquela pessoa. O pastor, em vez de ensinar a desenvolver a espiritualidade, determina se aquele homem ou aquela mulher é a pessoa de sua vida. E ele está gostando de mandar na vida dos outros, uma atitude que abre um terreno amplo para o abuso.
ÉPOCA – Você afirma que não é só culpa do pastor.
Marília –
Assim como existe a onipotência pastoral, existe a infantilidade emocional do rebanho. A grande crítica de Freud em relação à religião era essa. Ele dizia que a religião infantiliza as pessoas, porque você está sempre transferindo suas decisões de adulto, que são difíceis, para a figura do pai ou da mãe, substituí­dos pelo pastor e pela pastora. O pastor virou um oráculo. Assim é mais fácil ter alguém, um bode expiatório, para culpar pelas decisões erradas.
ÉPOCA – Quais são os grandes males espirituais que você testemunhou?
Marília –
Eu vi casamentos se desfazer, porque se mantinham em bases ilusórias. Vi também pessoas dizendo que fazer terapia é coisa do diabo. Há pastores que afirmam que a terapia fortalece a alma e a alma tem de ser fraca; o espírito é que tem de ser forte. E dizem isso apoiados em textos bíblicos. Afirmam que as emoções têm de ser abafadas e apenas o espírito ser fortalecido. E o que acontece com uma teologia dessas? Psicoses potenciais na vida das pessoas que ficam abafando as emoções. As pessoas que aprenderam essa teologia e não tiveram senso crítico para combatê-la ficaram muito mal. Conheci um rapaz com muitos problemas de depressão e de autoestima que encontrou na igreja um ambiente acolhedor. Ele dizia ter ressuscitado emocionalmente. Só que, com o passar dos anos, o pastor se apoderou dele.
ÉPOCA – Qual foi a história que mais a impressionou?
Marília –
Uma das histórias que mais me tocaram foi a de uma jovem que tem uma doença degenerativa grave. Em uma igreja, ela ouviu que estava curada e que, caso se sentisse doente, era porque não tinha fé suficiente em Deus. Essa moça largou os remédios que eram importantíssimos no tratamento para retardar os efeitos da miastenia grave (doença autoimune que acarreta fraqueza muscular). O médico dela ficou muito bravo, mas ela peitou o médico e chegou a perder os movimentos das pernas. Ela só melhorou depois de fazer terapia. Entendeu que não precisava se livrar da doença para ser uma boa pessoa.
“O pastor está gostando de mandar na vida dos outros
e receber presentes. Isso abre espaço para os abusos”
ÉPOCA – Por que demora tanto tempo para a pessoa perceber que está sendo vítima?
Marília –
Os abusos não acontecem da noite para o dia. No primeiro momento, o fiel idealiza a figura do líder como alguém maduro, bem preparado. É aquilo que fazemos quando estamos apaixonados: não vemos os defeitos. O pastor vai ganhando a confiança dele num crescendo. Esse líder, que acredita que Deus o usa para mandar recados para sua congregação, passa a ser uma referência na vida da pessoa. O fiel, por sua vez, sente uma grande gratidão por aquele que o ajudou a mudar sua vida para melhor. Ele quer abençoar o líder porque largou as drogas, ou parou de beber, ou parou de bater na mulher ou porque arrumou um emprego. E começa a dar presentes de acordo com suas posses. Se for um grande empresário, ele dá um carro importado para o pastor. Isso eu vi acontecer várias vezes. O pastor gosta de receber esses presentes. É quando a relação se contamina, se torna promíscua. E o pastor usa a Bíblia para legitimar essas práticas.
ÉPOCA – Você afirma que muitos dos pastores não agem por má-fé, mas por uma visão messiânica…
Marília –
É uma visão messiânica para com seu rebanho. Lutero (teólogo alemão responsável pela reforma protestante no século XVI) deve estar dando voltas na tumba. O pastor evangélico virou um papa, a figura mais criticada pelos protestantes, porque não erra. Não existe essa figura, porque somos todos errantes, seres faltantes, como já dizia Freud. Pastor é gente. Mas é esse pastor messiânico que está crescendo no evangelismo. A reforma de Lutero veio para acabar com a figura intermediária e a partir dela veio a doutrina do sacerdócio universal. Todos têm acesso a Deus. Uma das fontes do livro disse que precisamos de uma nova reforma, e eu concordo com ela.
ÉPOCA – Se a igreja for questionada em seus dogmas, ela não deixará de ser igreja?
Marília –
Eu não acho. A igreja tem mesmo de ser questionada, inclusive há pensadores cristãos contemporâneos que questionam o modelo de igreja que estamos vivendo e as teologias distorcidas, como a teologia da prosperidade, que são predominantemente neopentecostais e ensinam essa grande barganha. Se você não der o dízimo, Deus vai mandar o gafanhoto. Simbolicamente falando, Ele vai te amaldiçoar. Hoje o fiel se relaciona com o Divino para as coisas darem certo. Ele não se relaciona pelo amor. Essa é uma das grandes distorções.
ÉPOCA – No livro você dá alguns alertas para não cair no abuso religioso.
Marília –
Desconfie de quem leva a glória para si. Uma boa dica é prestar atenção nas visões megalomaníacas. Uma das características de quem abusa é querer que a igreja se encaixe em suas visões, como querer ganhar o Brasil para Cristo e colocar metas para isso. E aquele que não se encaixar é um rebelde, um feiticeiro. Tome cuidado com esse homem. Outra estratégia é perguntar a si mesmo se tem medo do pastor ou se pode discordar dele. A pessoa que tem potencial para abusar não aceita que se discorde dela, porque é autoritária. Outra situação é observar se o pastor gosta de dinheiro e ver os sinais de enriquecimento ilícito. São esses geralmente os que adoram ser abençoados e ganhar presentes. Cuidado.

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– Viva São Pedro e São Paulo, os Primeiros Papas da Igreja Católica!

São Pedro e São Paulo: os santos considerados primeiros Papas da Igreja Católica.

Abaixo, a história desses gigantes do Cristianismo, extraído de CançãoNova.com, link “Santo do Dia”:

FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO APÓSTOLOS

Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.

Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.

Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

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– Viva São João Batista!

Hoje é dia de São João Batista, primo de Jesus, o precursor do Messias. Aquele que abria caminhos e endireitava as veredas, à espera do Salvador. Herodes o matou e entregou a sua cabeça em uma bandeja à cunhada, sua amante, pelos motivos de que denunciava o pecado e lutava pela Justiça e Amor (não o confunda com São João, o Evangelista, Apóstolo de Cristo).

Viva São João Batista, que nos ensina a servidão ao Cristo e a lutar pela Paz, Pureza e Justiça.

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– O motivo dos Arautos do Evangelho estarem sob observação das Autoridades da Igreja Católica

Semana passada, falamos sobre uma manchete sensacionalista contra o grupo católico “Arautos do Evangelho”, onde se falava até de “Pacto com o Diabo” (relembre aqui: http://wp.me/p4RTuC-j4u).

Agora, a Folha de São Paulo publica e o UOL reproduz a reportagem “menos sensacionalista”. Dessa feita, ouviram os dois lados.

Compartilho abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/06/22/denuncia-de-ritual-de-exorcismo-poe-grupo-catolico-brasileiro-na-mira-do-vaticano.htm?cmpid=tw-uolnot

DENÚNCIA DE RITUAL DE EXORCISMO PÕE GRUPO CATÓLICO BRASILEIRO NA MIRA DO VATICANO

  • Reprodução
    Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, ex-líder dos Arautos do Evangelho, realiza ritual

    Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, ex-líder dos Arautos do Evangelho, realiza ritual

Uma série de vídeos que apresentam rituais de exorcismo e reuniões para discutir conversas de padres com o que seriam “demônios” incorporados em fiéis colocaram o grupo religioso católico brasileiro Arautos do Evangelho sob escrutínio do Vaticano.

O UOL teve acesso a nove vídeos gravados por integrantes do grupo há cerca de um ano e meio e que foram compartilhados fora do grupo neste ano. Nestas gravações, há cenas de um monsenhor falando em latim e realizando um ritual que seria para tirar o que ele chama de demônio do corpo de duas adolescentes. Em outro, um membro dos Arautos lê um relatório que narra o diálogo entre um padre e um “demônio” que estaria incorporado em uma mulher.

Fiéis católicos denunciaram ao Vaticano a prática de rituais não condizentes com os dogmas católicos. A organização Arautos do Evangelho é um grupo subordinado ao Vaticano e surgido de uma dissidência da TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade) nos anos 90. Eles negam qualquer prática que não seja autorizada pela hierarquia eclesiástica da Igreja Católica (leia mais abaixo).

De acordo com o monsenhor José Correa, chanceler da Diocese de Bragança Paulista (interior de SP), região administrativa da Igreja Católica onde fica a principal casa dos Arautos, diversas denúncias acompanhadas dos vídeos chegaram ao conhecimento do bispo Dom Sérgio Aparecido Colombo, responsável pela diocese, em meados de abril, e foram remetidas para o Vaticano.

O bispo Colombo emitiu comunicado no início de maio afirmando que nenhuma pessoa na região da Diocese possui autorização da Igreja Católica para fazer rituais de exorcismo canônico, uma prática litúrgica rara, mas oficial da Igreja Católica, que depende de formação e autorização específicas. Hoje o Brasil possui cerca de 30 padres autorizados a realizar rituais de exorcismo oficialmente, de acordo com as regras do Direito Canônico.

“O bispo convocou representantes dos Arautos, que negaram qualquer prática irregular”, afirma Correa. Segundo ele, foi recomendada “moderação” ao grupo. Além disso, as denúncias com os vídeos, o alerta do bispo e as respostas dos Arautos foram encaminhados para a Nunciatura Apostólica no Brasil (representação do Vaticano no país), que mandou o material para o Vaticano, em Roma.

O caso foi revelado na semana passada pelo projeto “Vaticano Insider”, do jornal italiano “La Stampa”. Se for levado adiante pela congregação, em última instância pode provocar uma “visita apostólica”, ou seja, quando uma comissão do Vaticano vai a algum lugar fazer uma investigação mais aprofundada.

O que mostram os vídeos?

  • Reprodução

Em dois dos vídeos que provocaram a polêmica, jovens do sexo feminino participam de um ritual comandado pelo monsenhor João Scognamiglio Clá Dias. Nas imagens, as jovens, vestidas com a túnica característica do grupo, são tratadas como se estivessem possuídas por demônios. Ao final do ritual, é assumido por eles que foram curadas. É possível ver Dias lendo orações em latim e dando tapas diversas vezes na cabeça e no rosto das jovens atormentadas, na maioria das vezes com folhas de papel.

Em outros dois vídeos, o líder dos Arautos discute em uma reunião privada com outros membros supostas conversas que padres ligados ao grupo teriam tido com demônios (termo usado por eles) incorporados em fiéis durante rituais que não são mostrados. 

Em uma das reuniões filmadas, é dito que monsenhor Dias exorcizou uma jovem ao final de uma missa, na medida em que ela apresentaria sinais de estar possuída. Em meio ao ritual, segundo conta um integrante dos Arautos em vídeo, “o demônio teria feito revelações ao padre”, por meio da jovem que eles chamam de X durante a discussão. Insatisfeitos com o conteúdo das revelações, os Arautos teriam chamado X novamente e “invocado” o que seria este demônio de volta a ela, “para explicar melhor” o que havia dito antes. “Este é o demônio mais capaz que já resistiu entre nós”, diz o monsenhor Dias durante a discussão gravada.

Em outra reunião filmada, o grupo discute um relatório feito por um padre sobre o que ele teria “ouvido de um demônio”. Na leitura do documento, feita a um grupo de membros dos Arautos, é mencionado um episódio que fala da morte do papa Francisco. 

“Para nós, este é um assunto encerrado”

Em meio à polêmica, o líder máximo do grupo, monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, renunciou. De acordo com o padre Alex Barbosa de Brito, representante dos Arautos, o afastamento de Dias nada teve a ver com o caso dos vídeos e já vinha sendo considerado por ele havia pelo menos dois anos.

“Ele comunicou o conselho em 28 de abril, bem antes da reunião na Diocese de Bragança e o comunicado do bispo”, diz padre Alex. “Não há polêmica, não há investigação, o que existe são pessoas que não gostam da gente e ficam inventando histórias para tentar nos prejudicar. Já esclarecemos tudo ao bispo e para nós este é um assunto encerrado.”

Segundo um representante dos Arautos, padre Alex, os vídeos que parecem registrar rituais de exorcismo na verdade são uma bênção de libertação, que qualquer padre pode dar a qualquer fiel que peça isso a ele.”

O UOL procurou o padre Valeriano dos Santos da Costa, diretor da Faculdade de Teologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) para falar sobre o assunto. “Fiquei sabendo da história mas não vou opinar”, diz o padre. “Uma bênção de libertação pode ser muitas coisas, mas não conheço os detalhes da história.”

  • Frederic Jean – 8.fev.1993/Folhapress

    Plínio Correa de Oliveira, em foto de 1993

Os Arautos do Evangelho são um grupo oficialmente ligado à Igreja Católica que nasceu de uma ruptura no seio da TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade) após a morte do fundador Plínio Correa de Oliveira, em 1995. De acordo com a CNBB, trata-se de uma Associação Internacional de Fiéis de Direito Pontifício. Fundada em 1960, a TFP era um grupo católico da sociedade civil ultraconservador de direita que promovia marchas e protestos contra a reforma agrária, entre outros temas, nas décadas de 1980 e 1990. Neste século, perdeu protagonismo e membros para os Arautos.

Registros são bênçãos de libertação, diz padre dos Arautos

Segundo padre Alex, dos Arautos do Evangelho, o que os vídeos apresentam não são rituais de exorcismo. “Não é um exorcismo canônico, é um ato reservado e particular que qualquer padre pode conceder a qualquer fiel que assim pedir”, afirma o padre. “São bênçãos de libertação privadas e solicitadas por quem recebe”, afirma.

Sobre as reuniões onde são discutidas supostas conversar de padres dos Arautos com o que eles chamam de demônios, ele explica que foram retiradas do contexto e que os Arautos vão processar os responsáveis pela divulgação das imagens.

“Não implicou nenhuma mudança de rumos nos Arautos do Evangelho, seja em seu relacionamento para com a Sagrada Hierarquia e a sociedade civil, seja na atuação com a imensa quantidade de aderentes do movimento. O objetivo do encontro registrado era, simplesmente, intercambiar impressões a respeito de determinados fenômenos preternaturais, num ambiente de amena e distendida intimidade”, diz o padre Alex.

Segundo ele, o grupo concluiu depois que as “revelações” não eram verdadeiras. “Muitas vezes estes fenômenos têm explicações psiquiátricas, não eram uma possessão de verdade, outras são uma informação falsa dos demônios, que tentam nos enganar a todo momento.”

Argentino fez denúncias ao Vaticano e à Diocese de Bragança

Um dos fiéis católicos que denunciou os Arautos do Evangelho à Diocese de Bragança e ao Vaticano é o gerente de projetos argentino Alfonso Beccar Varela, 53. Varela é ex-integrante da TFP. “É uma instituição da igreja que tem crenças muito estranhas e que se alegra contemplando a hipótese da morte de papa, assim como uma visão apocalíptica da realidade”, diz Varela. “Fiz a denúncia por que considero um perigo para a Santa Sé, e os católicos em geral, um grupo ter práticas como essas.”

Segundo dados deles mesmos, os Arautos do Evangelho estão hoje presentes em 78 países e contam com cerca de 200 sacerdotes. No total, são 50.557 pessoas entre homens, mulheres e “terciários” (que não fazem parte do grupo, mas de alguma forma “orbitam” ao redor dele).

Quando Plínio Corrêa (o fundador da TFP) morreu, em 1995, houve uma cisão entre dois grupos da organização, que disputam até hoje na Justiça quem tem direito ao nome e aos bens da TFP –o caso começou em 1997 e hoje está no STF (Supremo Tribunal Federal). Enquanto a TFP minguava em meio à disputa judicial, os Arautos cresciam.

  • Lalo de Almeida/Folhapress

    A Basílica Nossa Senhora do Rosário, na serra da Cantareira, que pertence aos Arautos

Recentemente, os Arautos do Evangelho protagonizaram outra polêmica. Em 2008, inauguraram uma basílica de 60 metros de altura em um terreno de 96 mil metros quadrados na serra da Cantareira, em Caieiras, na Grande São Paulo. Moradores da região questionam o tamanho da obra em área de mata, mas os Arautos conseguiram todas as licenças necessárias para a construção.

O que acontece agora

“O prefeito da Congregação, cardeal Braz de Aviz, está realizando um inquérito”, afirma o vaticanista (estudioso especializado na Igreja Católica) Andrea Tornielli, em entrevista ao UOL. O italiano foi o responsável pela revelação na imprensa da história.

“Até agora não foi feito nenhum pronunciamento sobre a alguma decisão oficial sobre o caso. Mas fontes seguras no Vaticano confirmam tudo e a Santa Sé não se pronuncia, mas também não nega nada”, afirma o jornalista. “É difícil saber no que vai dar, por que o inquérito acabou de começar. Neste tipo de caso a visita apostólica costuma ser mais frequente, mas é difícil saber ainda.”

Agora, cabe à Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, entidade com sede no Vaticano que é comandada pelo cardeal brasileiro Braz de Aviz, decidir se vai levar uma investigação adiante ou não. Ainda não foi divulgada nenhuma decisão sobre o caso. “Não cabe a nós decidir nada, apenas passamos para o Vaticano o que estava acontecendo para eles decidirem se há algo a ser feito”, diz Correa.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) diz, por meio de sua assessoria de imprensa, que tomou conhecimento da polêmica e que o assunto foi incluído na pauta da reunião do Conselho Permanente que acontece até esta quinta (22).

Procurados pela reportagem para comentar o assunto, representantes da Nunciatura no Brasil não responderam aos telefonemas nem aos pedidos por e-mail. Também foram procurados o cardeal Braz ou algum representante da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, sem sucesso.

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– Pastor Cláudio Duarte, que falou mal de Nossa Senhora, pede desculpas.

Oriundo da Igreja Batista, Cláudio Duarte, pastor, é marcado pelo bom humor e irreverência de suas palavras. Porém, foi infeliz numa declaração anti-ecumênica e depois se desculpou. Viram a polêmica?

O pregador disse ter ido a uma Igreja Católica e durante a Missa ministrou aos presentes dizendo queMaria não é uma divindade (IMPORTANTE – Para os católicos, Maria também não é deusa, mas sim a primeira dos cristãos, por ser esposa do Espírito Santo, serva do Pai e mãe do Filho – tendo sido imaculada por todo o sempre pela Graça de Deus). Disse mais, abaixo:

“Esses dias fui pregar em uma Igreja Católica e falei que os protestantes muitas vezes ignoram a importância de Maria. Como eu vou dizer que Maria foi uma mulher qualquer se ela foi a única mulher nessa Terra que teve o privilégio de ouvir o Filho de Deus lhe chamando de mãe (…) Mas ninguém pode ser mãe de alguém que é mais velho (…) Ela não morreu virgem e não pecou por causa disso, ela era casada com o Zé.”

O pastor posteriormente disse que foi irônico, apenas brincou e não quis ofender ninguém. Assumiu ter sido infeliz nas suas palavras, embora, tenha dito que “os católicos presentes naquela missa deram risada com o que falou”.

Sinceramente, sabe o que penso?

O Pastor Cláudio Duarte tem sido um excepcional evangelizador e reconhecidamente entendeu ter errado em tocar no assunto tão querido aos católicos: a pura VENERAÇÃO (não é adoração) à Virgem Mãe. Ecumenismo é rezar nas semelhanças da Fé a Deus, que é o mesmo para cristãos (Pai), judeus (Yaveh), islâmicos (Allah).

Sem polêmicas desnecessárias.

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– Os “Arautos do Evangelho” são acusados de pacto com o Capeta?

Leio e fico coçando a cabeça

Publicado na Folha de São Paulo de hoje, mas poderia ser no Notícias Populares… (recorte abaixo)

Quer dizer que um grupo católico quer MATAR o Papa e fez pacto com o Diabo? 

E ninguém foi ouvido ou procurado para entrevista? 

Hum… sem defender ou criticar os Arautos do Evangelho (citados abaixo), mas é meio, digamos, matéria exageradamente fantasiosa, não?

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– Semana Jovem de Dom Bosco

Que tal passar a semana rezando, entre amigos, ouvindo coisas boas?

É essa a proposta na Paróquia São João Bosco. Participe, jovens

Abaixo: 

– Santo Antonio, Pai dos Pobres!

E hoje é dia de Santo Antonio (chamado por alguns “de Pádua” ou de “Lisboa” – locais onde viveu santamente).

Você sabia que a história de santo casamenteiro só existe entre nós? Santo Antonio é conhecido lá fora como “pai dos pobres”.

Pobre, humilde, mas magnífico nas questões de fé. Esse era o perfil deste santíssimo homem.

Santo Antonio, rogai por nós!

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– Catequese do Sacramento do Crisma: Piercing e Tatuagem frente ao Cristianismo

O corpo, para os católicos, é templo de Deus. É uma “casa para a alma”, que usamos enquanto nesse plano terreno e que apodrece quando morremos após nosso derradeiro suspiro. A alma vai para o plano celeste, a fim de viver na comunhão dos santos (que é desejado, pois nem todos obtém êxito). O corpo – carne – é enterrado, cremado, destruído. Na Parusia (a volta de Jesus), teríamos o “corpo glorioso”, como manifestou Cristo Chagado ou também na passagem da transfiguração no Tabor.

Dessa forma, pensemos: se o corpo humano que temos, Graça que nos é dada por Deus, é a vestimenta para o espírito, por quê o maltratamos?

Nessa linha: fumar, embriagar-se, usar drogas e outros mal-tratos para a nossa carne tenderiam a nos deturpar – incluindo, propriamente, a alma, a conduta, o comportamento,a representação e a exposição.

Nunca podemos julgar pelas aparências. Dessa forma, a estética do corpo deve ser desprezada para considerar a bondade e a maldade dos corações. É o velho e popular ditado: “não importa a beleza exterior, mas sim a interior”.

Entretanto, podemos chocar o próximo com nossa aparência externa. Uma tatuagem do “olho de Rá” na testa leva a questionamentos a quem adoramos verdadeiramente. Uma boca cheia de piercings remete muitas vezes à sensualidade extrema e ao desejo, que para alguns, teriam até mesmo provocações sado-masoquistas.

Diante de tudo isso, algumas necessárias provocações:

1- Você cuida da sua saúde, preservando o seu corpo de drogas lícitas e ilícitas?

R: Se sim, ótimo.

2- Você se embeleza para ter uma aparência bonita?

R: Se sim, tudo bem. É muito bom se cuidar também por fora.

3- Você maltrata seu corpo ou sacrifica alguma coisa para atingir o padrão de beleza ideal a seus conceitos?

R: Se sim, atenção. Isso é motivo para sacrifício? Sério mesmo?

4- Você sabe o que cada adorno ou pintura (brinco/piercing e tatuagem) representam?

R: Se sim, ótimo, pois você tem consciência de como é a manifestação visual do seu padrão demonstrado. Se não, cuidado: que mensagem você está levando?

Enfim: o tema que discutiremos com nossos crismandos é penoso para muitos, mas necessita-se discuti-lo à luz da fé cristã, da razão e sem preconceito.

Inicialmente, vale assistir a resposta cuidadosa que o Padre Fábio de Melo dá (vídeo abaixo) ao ser questionado sobre Piercing e Tatuagens. Repare que ele é cauteloso para explicar e sabe medir as palavras sobre o que se pode transmitir ao usar piercing ou tatuagens. Em: https://www.youtube.com/watch?v=NsnJwY0dl8k

Pense: você está transmitindo CONSCIENTE ou INCONSCIENTEMENTE uma mensagem com uma frase ou um símbolo? Mais do que isso: você sabe a origem relacionada com sensualidade, provocações, representações de divindades e outras marcas da historicidade dos piercings e tatuagens?

Ajudo com dois artigos abaixo. Leia:

O 1o, extraído de InfoEscola: http://www.infoescola.com/artes/piercings/

PIERCINGS

Embora o cultivo do piercing como adorno corporal seja moda na sociedade contemporânea, esta prática de transformar o corpo físico, perfurando-o, com o objetivo de inserir fragmentos metálicos assépticos, é uma tradição que remonta há pelo menos 5000 anos na história da humanidade.

Historicamente ele tinha uma conotação similar à da tatuagem, no sentido de exprimir escolhas individuais, de traduzir um rito sagrado, ou de conferir status nobre a determinadas pessoas. No mundo contemporâneo ele também adquiriu outro sentido, mais estético, menos existencial, tornando-se mais um item fashion.

Entre os habitantes da Nova-Guiné eles têm a finalidade de conceder a quem os usa as qualidades do animal do qual estes enfeites são extraídos. Eles adornam especialmente o nariz e também estão presentes na arte corporal. Os Kayapós também recorrem aos piercings para furar as orelhas dos bebês e enfeitar o lábio inferior das crianças. Seu líder se destaca dos demais membros ao exibir, nos eventos privados, um objeto de quartzo nos lábios.

A história deste adorno tem início com as primeiras comunidades e clãs das raças ancestrais. Ele estava presente nas tribos de todo o planeta, nas castas indianas, entre os faraós egípcios e legionários romanos. Nos séculos XVIII e XIX  este hábito se disseminou entre os aristocratas, porém foi relegado à obscuridade no século XX. A partir de 1970, porém, eclodiu mais uma vez através dos ícones da moda londrina e dos criadores artísticos que frequentam o circuito alternativo. Seu retorno atinge o ápice nos anos 90.

O piercing historicamente mais usado é o inserido no lóbulo da orelha; normalmente ela conferia a quem o usava o status da fortuna; hoje é o meio mais comum de exibir um objeto de adorno precioso. Os romanos acreditavam que este artefato lhe proporcionaria vastos recursos financeiros e sensualidade.

No nariz o piercing passou a ser usado há pelo menos 4000 anos, no Oriente Médio, depois se disseminou pelas terras indianas no século XVI. Aí o nostril, como era conhecido, foi absorvido pelos mais ilustres. Desta forma este adorno ganhou conotações de status social. Nas décadas de 60 e 70 este enfeite foi importado pelos hippies para o Ocidente; nos anos 80 e 90 foi rapidamente assumido pelos punks e outras tribos. Ainda hoje preserva sua popularidade.

O piercing utilizado na língua era muito comum entre Astecas e Maias, distinguindo os sacerdotes dos templos. Eles acreditavam que, através desta prática, poderiam interagir melhor com as divindades. Atualmente os jovens modernos continuam a adotá-lo, mesmo que seu sentido original tenha se perdido. Estes mesmos povos cultivavam o uso destes enfeites na boca e nos lábios, considerados órgãos repletos de poder e sensualidade. Por esta razão eles optavam por objetos de ouro puro.

São igualmente comuns os piercings nos mamilos, simbolizando vigor e energia, antigamente sinais de passagem para o estágio da masculinidade entre os aborígenes americanos, e moda feminina adotada pelas vitorianas inglesas em 1890; e os de umbigo, outrora valorizados no Antigo Egito, acessíveis somente aos faraós e seus familiares, e atualmente os mais usados em todo o Planeta.

Os piercings podem ser produzidos com os mais diversos metais, tais como Titânio ou Teflon, por provocarem menos reações orgânicas e, portanto, uma menor incidência de alergias ou inflamações. Apesar do que indica a história deste artefato e mesmo a crença moderna, o ouro não é o material mais indicado, pois em algumas pessoas pode produzir respostas alérgicas.

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Se você achou curioso, saudável e sem problema algum (do ponto de vista histórico, social, religioso e pessoal), continue usando, conforme sua consciência. Mas se necessita de um pouco mais de entendimento e/ou convencimento se é algo bacana ou não, compartilho o 2o artigo, agora extraído de:

http://www.megacurioso.com.br/tatuagens/37264-voce-sabe-quais-sao-as-origens-da-tatuagem-.htm

TATUAGEM

Você certamente conhece alguém que tem um desenho gravado na pele. Ou é você que tem uma tattoo? Usadas para marcar um momento importante, fazer uma homenagem ou simplesmente para embelezar o corpo, as tatuagens têm suas origens muito antes de Cristo.

Com o passar do tempo e dos acontecimentos históricos, os estilos de tatuagem foram mudando, assim como o público adepto a carregar esse tipo de arte na pele. Para entender melhor a história da tatuagem, suas influências e suas origens, confira o artigo:

Os primeiros registros

O registro mais antigo de uma tatuagem foi descoberto em 1991 no cadáver congelado de um homem da Idade do Cobre. Os restos mortais do homem, que foi apelidado pelos cientistas de “Ötzi”, datam de 3.300 anos antes de Cristo. Em seu corpo foram encontradas diversas linhas na região das costas, tornozelos, punhos, joelhos e pés. Supõe-se que os desenhos tenham sido criados a partir da fricção de carvão em cortes verticais feitos na pele.

Depois de estudar o corpo, exames de raio X revelaram degenerações ósseas ao lado de cada uma das tatuagens. Isso levou os cientistas a acreditar que o povo de Ötzi – que são os ancestrais de parte dos europeus – utilizasse os desenhos como uma espécie de tratamento médico para diminuir a dor.

Fonte da imagem: Reprodução/IDW

Com o desenvolvimento das civilizações, as tatuagens ganharam outros significados. De acordo com o National Geographic, as mulheres que dançavam nos funerais egípcios por volta de 2000 antes de Cristo tinham os mesmos desenhos abstratos de traços e pontos encontrados em múmias do sexo feminino desse período. Mais tarde, nota-se também o surgimento de tatuagens que representavam Bes, a deusa egípcia da fertilidade e da proteção dos lares.

Os romanos e as cruzadas

Enquanto algumas civilizações costumavam adornar seus corpos com desenhos e técnicas variadas, os antigos romanos não faziam tatuagens por acreditarem na pureza da forma humana. Por esse motivo, as tatuagens eram banidas e reservadas apenas para os criminosos e os condenados.

Com o passar do tempo, os romanos começaram a mudar sua visão com relação à tatuagem, motivados principalmente pelos guerreiros bretões, que usavam insígnias de honra tatuadas na pele. Assim, eles passaram a admirar a bravura dos guerreiros e os símbolos que eles carregavam. Em pouco tempo, soldados romanos também gravaram suas próprias marcas. Outro fato interessante é que os médicos romanos desenvolveram excelentes técnicas para aplicar e remover os desenhos.

Já durante as cruzadas dos séculos 11 e 12, as tatuagens foram usada para identificar os soldados de Jerusalém. Todos aqueles que tivessem o desenho da cruz em seus corpos receberiam um enterro propriamente cristão se fossem mortos em batalhas. O National Geographic ressalta que após as cruzadas a tradição da arte gravada na pele caiu em desuso no Ocidente por um período, mas continuou a crescer em outras partes do mundo.

Fonte da imagem: Reprodução/Baxter’s Tattoo Blog

A origem do nome

No começo do século 18, marinheiros europeus tiveram seu primeiro contato com povos que viviam em ilhas na região sul e central do Oceano Pacífico e tinham as tatuagens como um importante aspecto cultural.

No Havaí, por exemplo, quando as pessoas estavam de luto, elas tinham três pontos tatuados na língua. Já em Borneo, os nativos costumavam gravar a imagem de um olho na palma da mão do falecido para que servisse como um guia espiritual que o levaria à próxima vida. Na Nova Zelândia, os Maoris – um povo nativo da região – tatuam o rosto como uma forma de expressão e uma maneira de identificar a família a que se pertence.

Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic

Em 1769, o capitão britânico James Cook desembarcou no Taiti, onde a palavra “tatau” era usada para designar a maneira com que a tatuagem era feita – fazendo a tinta penetrar no corpo. Um dos instrumentos utilizados pelos habitantes das ilhas do Pacífico para realizar os desenhos consistia em uma concha afiada presa a uma vareta de madeira. Acredita-se que a palavra “tatau” tenha dado origem ao termo “tattoo”, um dos nomes mais usados para os desenhos gravados na pele.

A tradição oriental

A tatuagem é uma prática vastamente difundida no Japão desde o século 5 antes de Cristo. Usada para o embelezamento do corpo ou para marcar criminosos, a arte chegou a ser proibida em 1870. Isso fez com que os tatuadores passassem a atender ilegalmente e deu origem a desenhos únicos, que são reconhecidos como tipicamente japoneses na atualidade.

Fonte da imagem: Reprodução/Tattoo Tatuagem

A Yakuza – também conhecida como a máfia japonesa – é uma das principais referências em tatuagem no Japão. Usando uma técnica chamada “tebori”, que é mais rudimentar, demorada e dolorida do que a tatuagem feita com máquina, os membros da Yakuza cobrem seus corpos do pescoço aos tornozelos com desenhos cheios de significados, como o dragão, a carpa, o tigre, os lutadores e alguns tipos de flores.

A tatuagem nos dias de hoje

Em 1891, o inventor americano Samuel O’Reilly patenteou a primeira máquina elétrica de tatuagem do mundo, deixando para trás as ferramentas tradicionalmente utilizadas no Ocidente. Nos anos seguintes, a tatuagem ficou marcada como uma forma de expressão de grupos de contracultura, marinheiros e veteranos da Segunda Guerra Mundial.

Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic

Ao longo de toda a história da tatuagem, os desenhos gravados no corpo sempre geraram polêmica e, em alguns casos foram recebidos com preconceito. Atualmente, as pessoas que carregam imagens na pele não pertencem mais a um determinado grupo. Os desenhos são os mais variados e servem como uma forma de expressão individual.

A popularização da prática da tatuagem pode ser vista em feiras e convenções que são regularmente organizadas em diversos países e reúnem um público bastante eclético que tem como único ponto em comum o interesse pelos desenhos gravados na pele.

Taí. Diante de toda informação e discussão, avalie: é, para nós católicos, causa de orgulho ou de preocupação o uso de piercing e tatuagens? Ou ainda: para embelezar-se, faz-se condição sine qua non estar tatuado e furado para estar na moda? Por último: você usa por apenas uma “bobinha rebeldia”?

Lembre-se: o que você demonstra ao usar um piercing ou que mensagem você transmite ao estar tatuado. Lembre-se mais ainda: seu corpo é templo do Espírito Santo! Cuidar bem, livrando-o do cigarro, das bebidas e dos vícios que o denigrem é salutar também para a alma.

Agora, se você não é católico praticante, descarte toda essa carga de conhecimento e mantenha seus hábitos / modismos/ tendências a bel-prazer.

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– Nossa Senhora da Visitação

Hoje a Igreja Católica relembra a Festa da Visitação de Nossa Senhora. É a solenidade que se recorda quando a Virgem Maria, mãe de Jesus, está grávida e visita sua prima Isabel (em algumas traduções, Elisabeth), que na velhice engravidou e gerou João Baptista.

Nos Evangelhos, conta-se que João estremeceu no ventre ao perceber a presença do Cristo Salvador, cheio do Espírito Santo. E nesse momento, Maria canta o belíssimo Magnificat, inspirado nos textos do profeta Isaías.

Lindíssimo!

MAGNIFICAT

A minh’alma engrandece o Senhor,
exulta meu espírito em Deus, meu Salvador!
Porque olhou para a humildade de sua serva,
doravante as gerações hão de chamar-me de bendita!

O Poderoso fez em mim maravilhas,
e Santo é seu nome!
Seu amor para sempre se estende,
sobre aqueles que O temem!

Manifesta o poder de seu braço,
dispersa os soberbos;
derruba os poderosos de seus tronos
e eleva os humildes;
sacia de bens os famintos,
despede os ricos sem nada.

Acolhe Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,
como havia prometido a nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos para sempre!

Se preferir, ouça e assista em: https://www.youtube.com/watch?v=SBWbw9NTtwg

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– O Papa, Trump e o Protocolo exigido para as mulheres

Muita coisa para se falar sobre as visitas internacionais do presidente americano Donald Trump, que fez uma viagem mundo afora que o deixou dias ausente da Casa Branca.

Trump visitou os 3 lugares com maior concentração de seguidores das 3 grandes religiões mundiais, e, estrategicamente, falou sobre a paz em todas elas: Israel (Judaísmo), Arábia Saudita (Islamismo) e Vaticano (Cristianismo). Foi uma oportunidade ímpar para que se discutisse uma trégua em diversos conflitos, especialmente no Oriente Médio.

Dará certo? Difícil, mas a torcida é para que sim. Trump esteve hoje na Itália, na reunião de cúpula do G7, onde não aceitou discutir questões ecológicas.

Circulou uma foto em que o Papa Francisco estava com a cara “amarrada” ao lado de Trump. Claro, viralizou, mas foi um instante curioso – nada de constrangimento ou má vontade. E nessa viagem soube-se ainda que, curiosamente, apenas 7 mulheres não ordenadas possuem o direito de vestir roupas brancas na frente do Papa!

Inimaginável tradição? Pode ser. Mas é um costume antigo que poucos conheciam.

Abaixo, extraído de: http://segredosdomundo.r7.com/quem-sao-as-unicas-7-mulheres-do-mundo-que-podem-usar-branco-na-frente-do-papa/

QUEM SÃO AS ÚNICAS 7 MULHERES DO MUNDO QUE PODEM USAR BRANCO NA FRENTE DO PAPA?

Entenda o “privilégio do branco”

O direito de usar branco em encontros e audiências com o Papa é chamado de “privilégio do branco”. Esse direito está reservado a princesas e rainhas católicas e especialmente em encontros importantes no Vaticano, como audiências privadas, canonizações, beatificações ou missas especiais.

O protocolo diz ainda que qualquer outra mulher que não tenha o “privilégio do branco” deve usar um vestido preto sem decote e com mangas compridas e uma mantilha preta na cabeça ao se encontrar com o Papa.

Durante visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao papa, por exemplo, suas filhas Melanie Trump e de Ivanka usavam vestidos preto de mangas longas e véus cobrindo a cabeça.

Quem são as mulheres com o privilégio do branco?

Princesa Charlene do Mônaco

Rainha Letizia da Espanha

Rainha emérita Sofia da Espanha

Rainha Matilde da Bélgica

Rainha Paola da Bélgica

Grã-duquesa Maria Teresa do Luxemburgo

Princesa Marina de Nápoles

Papa Francisco

Apesar de ser um protocolo do Vaticano, fotos recentes revelam que o atual Papa Francisco é mais flexível que seus antecessores. Em 2014 a a rainha Elizabeth, da Inglaterra, “visitou” o Papa usando um vestido lilás, e não preto como manda a regra.

– Design Inteligente versus Teoria da Evolução em Destaque.

Um debate respeitoso e de ideias opostas: foi assim que aconteceu sobre a discussão do Prof Dr Marcos Eberlin e o Prof Fábio Amaral, da USP, no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan.

Enquanto o 1o defende que a vida surgiu da combinação de elementos através de uma “mão inteligente” (um Criador, Deus, Força Maior, Mente Pensante ou Ser Cósmico), o 2o defende a evolução das espécies sem interferência divina.

Para mim, não se deve fazer um embate de Fé e Razão, pois Religião e Ciência não são concorrentes, mas complementares. Além disso, a TDI (Teoria do Design Inteligente) não é uma nova religião, como erroneamente alguns pensam. Reunem Batistas, Luteranos, Católicos e outras crenças com diversos estudiosos.

Um adendo: três papas (sim, os 3 últimos pontífices) defenderam tais ideias (vide em: https://professorrafaelporcari.com/2014/11/17/design-inteligente-papas-e-revista/).

Assista o vídeo no YouTube, a partir de 30’56” até 55’30”. Vale a pena, em: https://www.youtube.com/watch?v=1Z0yEqqMU7c

A chamada da notícia está abaixo:

Extraído de: http://jovempanfm.uol.com.br/morning-show/defensores-do-design-inteligente-e-teoria-da-evolucao-divergem-sobre-origem-do-universo.html

DEFENSORES DO DESIGN INTELIGENTE E TEORIA DA EVOLUÇÃO DIVERGEM SOBRE ORIGEM DO UNIVERSO

Falar sobre a origem da vida e do universo é sempre complicado por conta dos diversos pontos de vista e teorias evolucionistas. A mais nova polêmica gira em torno da teoria do Design Inteligente, que ganhou um núcleo de estudos na Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo.

O Morning Show desta quinta-feira (25) trouxe Marcos Eberlin e Fábio Raposo do Amaral, que possuem opiniões diferentes em relação a origem da vida. Eberlin é presidente-executivo da Sociedade Brasileira do Design inteligente, enquanto Amaral é vice-chefe do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade Federal de São Paulo.

O defensor do “DI” explica que a teoria estuda e analisa dados científicos mais recentes sobre os eventos que deram origem ao universo e aos seres vivo. Eberlin acredita que o ser humano é tão complexo que não seria possível ter surgido por meios naturais.

“Vemos que os avanços científicos em química e biologia mostram a incapacidade de causas naturais como origem da vida e que foi uma mente inteligente deu origem ao universo”, opinou.

Ateu, Fábio relembra que a evolução científica tem o seu método utilizado há 150 anos e ressaltou que respeita o espaço do Design Inteligente, praticamente colocando-a como uma nova religião. Para ele, porém, é necessário haver uma separação onde a teoria deve se envolver.

“Há 150 anos usamos o método cientifico para explicar a evolução e em nenhum momento precisamos de motivos divinos para explica-la”, aponta.

– As curiosidades sobre Fátima em seu centenário

O ano de 2017 é especial para portugueses e brasileiros, pois se comemora 100 anos da aparição de Maria em Fátima e 300 anos do surgimento da imagem em Aparecida.

O Papa Francisco visitará Portugal amanhã (12) e sábado (13) para as festividades da padroeira local.

Saiba algumas curiosidades,

Extraído de: http://istoe.com.br/cinco-fatos-sobre-as-aparicoes-de-fatima/

CINCO FATOS SOBRE AS APARIÇÕES DE FÁTIMA

O papa Francisco peregrina na sexta-feira e no sábado a Fátima, no centro de Portugal, para celebrar o centenário das aparições da Virgem Maria. A seguir, cinco coisas que é preciso saber sobre este santuário do catolicismo:

1– Cem anos de devoção popular – 

No dia 13 de maio de 1917, três pequenos pastores com idades entre 7 e 10 anos disseram ter visto a Virgem Maria em cima de uma azinheira um Cova da Iria, na época um terreno pedregoso próximo à localidade de Fátima. Esta “mulher mais brilhante que o sol” apareceu em outras cinco ocasiões nos meses seguintes.

A emoção provocada pelo anúncio levou entre 50.000 e 70.000 pessoas a se reunir em Cova da Iria durante a última aparição, em 13 de outubro, quando ocorreu um fenômeno meteorológico raro descrito como “o milagre do sol”.

A devoção à Nossa Senhora de Fátima, que a Igreja não autorizou oficialmente até 1930, foi marcada por intensas manifestações de fé. Para expiar os pecados ou agradecer à Virgem pela ajuda prestada aos fiéis com problemas de saúde, amor ou dinheiro, muitos peregrinos caminham até Fátima durante vários dias e percorrem de joelhos o caminho que leva até a Capela das aparições, de centenas de metros.

2– Três pastores, dois santos – 

No sábado, o papa Francisco presidirá a cerimônia de canonização de dois dos pastores que disseram ver a virgem: Francisco Marto e sua irmã mais nova, Jacinta, que morreram de gripe espanhola em 1919 e 1920, aos dez e nove anos, respectivamente.

As duas crianças foram beatificadas por João Paulo II em Fátima em 13 de maio de 2000.

Sua prima, Lúcia dos Santos, a mais velha dos três pequenos pastores, que se tornou freira, viveu até os 97 anos. O Vaticano planeja beatificá-la desde 2008, três anos após sua morte.

Os restos dos três videntes descansam dentro da basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, que domina sobre a esplanada do santuário erguido em Cova da Iria.

3– Uma mensagem em três segredos – 

Segundo a versão da irmã Lúcia, a Virgem lhes passou uma mensagem que deviam manter em segredo, mas da qual o papa Pio XII revelou publicamente duas partes em 1942.

O primeiro segredo se referia a uma “visão do inferno” para denunciar o ateísmo e as perseguições contra a Igreja.

O segundo evocava “uma guerra ainda pior” à que estava ocorrendo em 1917, e pedia a penitência dos cristãos e a “conversão da Rússia”, na época atingida pela revolução bolchevique.

O terceiro segredo, revelado pelo Vaticano em 2000, continha uma visão, julgada profética, do atentado lançado contra João Paulo II na praça de São Pedro de Roma, em 13 de maio de 1981.

Em uma visita a Portugal em 2010, seu sucessor, Bento XVI, deu uma interpretação atualizada, afirmando que a Virgem anunciou o sofrimento da Igreja, que na época foi atingida por escândalos de pedofilia.

4– Os papas peregrinos – 

O papa Francisco será o quarto pontífice a peregrinar a Fátima. Paulo VI foi o primeiro que rezou no lugar das aparições, em 1967, por ocasião de seu 50º aniversário.

João Paulo II, que viajou para lá em 1982, 1991 e 2000, sentia uma devoção particular por Nossa Senhora de Fátima. Convencido de que salvou sua vida durante a tentativa de assassinato da qual foi alvo, ofereceu ao santuário a bala que o feriu gravemente e que atualmente está na coroa da imagem da Virgem.

Em 2010, Bento XVI foi acolhido ali por 500.000 fiéis.

5– Oito milhões de visitantes – 

Com os oito milhões de visitantes aguardados neste ano e os entre seis e sete milhões dos anos anteriores, Fátima é um dos santuários marianos mais frequentados do mundo, como o de Guadalupe, no México (20 milhões), o brasileiro de Aparecida (12 milhões), ou Lourdes, na França (6 milhões).

Os 43 hotéis de Fátima, uma pequena localidade de 12.000 habitantes, não hesitaram em aumentar as tarifas de seus quartos durante a visita do Papa, e esperam obter uma alta de 20% de suas receitas deste ano, de 32 milhões de euros.

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– 5a feira de 5 momentos

Fotografar é uma paixão! Sendo assim, compartilho 5 cliques da virada de 4a para 5a feira!

1. O entardecer de cores belas que surgiu ao final de ontem:

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2. Nossa Azaléia Branca em formato de estrela embelezando o jardim:

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3. São Floriano, o padroeiro dos bombeiros, celebrado hoje:

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4. Nosso amanhecer às 06h da manhã:

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5. A mais legal: nossa Rosa Mesclada. Sem filtros, apenas com o foco destacando a flor!

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Ótima quinta-feira a todos!

– Valei-me, São José, no seu Dia de Santo Operário!

Hoje é dia de São José Operáriopadroeiro dos trabalhadores. Outra data comemorativa de São José é dia 19 de março, no qual é venerado sob o título de “Patrono das famílias”, pois foi esposo da Virgem Maria e padrasto de Jesus.

Abaixo, história de São José:

SÃO JOSÉ

O nome “José” significa “Deus acrescenta um filho” ou “Deus cumula de bens”, em hebraico. É um nome muito conhecido. Existem muitos santos com o nome de José: José de Anchieta, José Benedito Cottolengo, José Cafasso, José de Calasanz, José de Copertino, José Marello, José Moscati, José Oriol e outros.

Celebramos a festa daquele José que serviu de modelo para todos os outros: José, o carpinteiro, patrono da Igreja Católica. Ele recebeu de Deus uma missão sem igual: foi escolhido para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. (Mt 1,18-25). Por ter sido educador de Jesus quando menino, adolescente e jovem, José teve grande importância na história da salvação. São José é visto como o homem do silêncio, escondimento e humilde. É também o homem do trabalho para sustentar sua família; é o homem justo, isto é, reto, obediente, de fé profunda, totalmente disponível à vontade de Deus.

José tinha a profissão de carpinteiro. Era um artesão simples e modesto. E foi esta profissão que ele ensinou a Jesus.

Não sabemos quando José morreu. Provavelmente foi pouco antes de Jesus começar sua pregação pública.

O Papa Pio IX declarou São José como protetor de toda a Igreja Católica e o Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores.

Muitos santos foram devotos de São José: São Francisco de Sales, Santa Terezinha do Menino Jesus, São Tomás de Aquino; São José Marello e muitos outros…

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– Hoje é o Domingo da Misericórdia!

Os domingos posteriores a Festa da Páscoa são conhecidos como “Domingo da Misericórdia”; dia de perdão, caridade e serviço. A data foi instituída pelo saudoso Papa João Paulo II, hoje santo da Igreja Católica.

Cá com meus botões: o mundo não seria diferente se todos os dias tivéssemos esse propósito?

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– A Liturgia do Servo Sofredor.

Está desanimado? Dias atrás, numa das leituras da Missa, ouviu-se uma Palavra confortante sobre confiar em Deus em meio ao sofrimento”. Leia abaixo, é de Isaías, Capítulo 50, 4-9a:

“4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba: não desviei o rosto de bofetões e cusparadas7Mas o Senhor Deus é o meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado. 8A meu lado está quem me justifica; alguém me fará objeções? Vejamos. Quem é meu adversário? Aproxime-se. 9aSim, o Senhor Deus é meu Auxiliador; quem é que me vai condenar?”

Pois é: se Deus está comigo, quem poderá ser contra mim? Se Ele está conosco, quem poderá ser maior que nós na batalha espiritual?

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Imagem de Nossa Senhora das Dores da catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí/SP. Autoria Pessoal.

– Feliz Páscoa

Feliz Páscoa!

Hoje é dia de estar com a família e celebrar com a alegria a Ressurreição de Cristo!

Boas confraternizações, repletas de paz e orações!

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– Sexta-Feira Santa

Gosto muito de uma afirmação parafraseada do Papa Francisco, por parte do Cardeal de São Paulo, Dom Odilo Scherer. Ele disse que:

Sem referência a Jesus Cristo crucificado, não há cristianismo verdadeiro. A Igreja seria apenas uma ONG piedosa“.

Correto. Os valores espirituais devem ser preservados e somados à ação solidária. Pensemos nisso nesta 6a feira Santa.

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– Católicos e Luteranos, do Conflito à Comunhão!

Gosto muito quando as igrejas não “competem entre si” e deixam as diferenças de lado para irmanarem-se no que tem em comum. Isso é Ecumenismo, crer e agir no que têm de iguais, respeitando-se no que se têm de diferente.

Digo isso pois em Outubro de 2017 se lembrará dos 500 anos da Reforma Protestante de Martinho Lutero, a tanto o Protestantismo quanto o Catolicismo buscarão se unir nas reflexões e orações, ambos suscitados pelo Espírito Santo. O próprio Papa Francisco participou dessas orações em conjunto.

Compartilho um maravilhoso artigo do Bispo da Diocese de Jundiaí, Dom Vicente Costa, sobre Divergências e Concordâncias. Abaixo, extraído do Jornal “O Verbo”:

DO CONFLITO À COMUNHÃO

“Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim, e eu em ti.
Que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste”

(Jo 17,21).

Prezados irmãos da Igreja de Deus que se faz presente na Diocese de Jundiaí:

Na história da Igreja Católica sempre houve divergências, conflitos, tensões; alguns muito sérios que causaram rupturas profundas no seio da Igreja. Nem sempre, nós, cristãos vivemos os apelos que o Senhor Jesus fez aos seus discípulos na Última Ceia: “Que todos sejam um” (Jo 17,21). A primeira grande ruptura aconteceu no Oriente, quando, em 1054, formalizou-se a separação entre Roma e Constantinopla devido a tensões políticas e teológicas. A segunda grande ruptura aconteceu no Ocidente, quando Martinho Lutero afixou, em 31 de outubro de 1517, as 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha. Este gesto de Lutero marcou o início da Reforma. Infelizmente, as primeiras reações às propostas de Lutero não foram nada amistosas. De ambas as partes, não houve possibilidade de acordo e o conflito foi se tornando cada vez mais tenso. Causas de natureza política, além de causas culturais, provenientes de uma nova visão de mundo, fruto do pensamento de separar a razão e a fé, contribuíram para acerbar o conflito. Nos anos seguintes, a Reforma ocasionou o surgimento de muitas igrejas cristãs evangélicas de diversas origens e convicções em matéria de doutrina e na prática da vida cristã, fenômeno este que vem aumentando muito, no Brasil, nos últimos anos.

Após séculos de incompreensão, posições fixas, preconceitos, profundas divergências, e até o recurso a meios violentos, o Espírito Santo suscitou na Igreja de Jesus Cristo um movimento ecumênico que procurou estabelecer o diálogo e o mútuo entendimento entre as Igrejas Cristãs.

A resposta da Igreja Católica ao movimento ecumênico iniciou-se no ano de 1960, quando São João XXIII criou o Secretariado para a Unidade dos Cristãos. Logo após, com a abertura da Igreja Católica aos novos sinais dos tempos e com a realização do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965), as barreiras da separação foram sendo superadas, e admitindo, inclusive, a contribuição do testemunho dos irmãos separados na evangelização.

Dentro deste espírito ecumênico e com o objetivo de comemorar os 500 anos da Reforma Luterana, o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e a Federação Luterana Mundial publicaram um subsídio muito importante com o título: Do conflito à comunhão. Comemoração conjunta Católica-Luterana da Reforma em 2017 (Editora Sinodal e Edições CNBB). É a primeira tentativa histórica no âmbito ecumênico de descrever a história da Reforma conjuntamente; de analisar, com serenidade, realismo e espírito crítico os argumentos teológicos que estavam em jogo; de identificar a convergência alcançada entre ambas as partes e as diferenças ainda persistentes, como também apontar alguns caminhos na busca da comunhão. Neste sentido, reconhecendo que no Batismo somos todos irmãos em Cristo Jesus e que a unidade do Corpo de Cristo exige de todos nós oração e uma contínua conversão do coração, católicos e luteranos oferecem “cinco imperativos ecumênicos” na busca desta comunhão: (1) Reforçar o que existe de comum e não aquilo que nos divide; (2) O testemunho mútuo da fé; (3) O compromisso na busca da unidade visível; (4) Redescobrir a força do Evangelho de Jesus Cristo para o nosso tempo; (5) Testemunhar juntos a graça de Deus.

O Papa Francisco tem sempre incentivado o diálogo ecumênico com as Igrejas Cristãs. Particularmente, em relação aos luteranos, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro do ano passado, realizou uma viagem apostólica à Suécia por ocasião da comemoração comum luterano-católica da Reforma. Na oração ecumênica na Catedral Luterana de Lund, ele afirmou: “Também nós devemos olhar, com amor e honestidade, para o nosso passado e reconhecer o erro e pedir perdão, só Deus é o juiz”. E concluiu: “Nós, luteranos e católicos, rezamos juntos nesta Catedral e estamos conscientes de que, sem Deus, nada podemos fazer; pedimos o seu auxílio para sermos membros vivos unidos a Ele, sempre carecidos da sua graça para podermos levar, juntos, a sua Palavra ao mundo, que tem necessidade da sua ternura e misericórdia” (31 de outubro de 2016).

Queridos irmãos diocesanos: acreditemos na força do movimento ecumênico capaz de suscitar em nós um processo de purificação da memória do passado para superarmos as divisões ocorridas na história do Cristianismo. Também a Igreja Católica precisa reconhecer que necessita de uma contínua reforma e renovação, pois somos santos e pecadores. Desde a minha chegada à Diocese de Jundiaí procurei incentivar os encontros periódicos entre católicos e cristãos de outras Igrejas Cristãs. Continuando o maravilhoso trabalho assumido por Dom Amaury Castanho, o 3º Bispo Diocesano, que tanto incentivou o Movimento de Fraternidade de Igrejas Cristãs (MOFIC), eu e um grupo de Presbíteros e Diáconos Permanentes da nossa Igreja temos nos reunido periodicamente com pastores e pastoras do CONPAS (Conselho dos Pastores de Jundiaí). O primeiro encontro desse grupo aconteceu no dia 2 de agosto de 2013 e desde então nos reunimos, alternadamente, em locais de ambas as partes, para orar e refletir sobre a Palavra de Deus, buscando sempre a nossa comunhão. Padre Antônio Ferreira da Silva, Pároco da Paróquia Santa Luzia, em Campo Limpo Paulista, e o Pastor Isaías Rezende Guimarães, Presidente do CONPAS, têm ajudado muito a coordenar o grupo. Fruto dessa união, foi organizada a Capelania Cristã Hospitalar no Hospital de Caridade São Vicente de Paulo. Realizamos também celebrações cristãs, como: o Encontro de Oração na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18 de maio de 2015); a “Celebração pela Vida” com o gesto: “Abrace o São Vicente” (18 de dezembro de 2015), e mais recentemente, a Celebração Cristã pela Vida: “Abrace o Rio Tietê!”, em Pirapora do Bom Jesus (6 de junho de 2016). Para comemorar a Reforma Luterana, o grupo programou uma série de eventos (cf. pág. 6 desta edição do Jornal O Verbo).

O Decreto do Concílio sobre o Ecumenismo (“Unitatis Redintegratio” – “A reintegração da unidade”) termina afirmando que nesta busca de comunhão entre as Igrejas Cristãs, não devemos “por obstáculos aos caminhos da Providência; e que não se prejudiquem os futuros impulsos do Espírito Santo”. Pois a tarefa de “reconciliar todos os cristãos na unidade de uma só e única Igreja de Cristo excede as forças e a capacidade humana”. Por isso, coloquemos inteiramente a nossa esperança “na oração de Cristo pela Igreja, no amor do Pai para conosco e na virtude do Espírito Santo. ‘E a esperança não será confundida, pois o amor de Deus se derramou em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado’ (Rm 5,5)” (n. 24b). De fato, para quem crê no amor e na misericórdia de Deus, nada é impossível.

E a todos abençoo.

Dom Vicente Costa
Bispo Diocesano

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– O Estado Islâmico em busca da morte de Cristãos!

Pura maldade! Às vésperas da chegada do Papa Francisco ao Egito, os terroristas do ISIS (Estado Islâmico) atacaram naquela região 2 igrejas nas quais se celebrava a Missa de Domingo de Ramos (a Igreja de São Jorge em Tanta e a Igreja de São Marcos em Alexandria, ambas da profissão Copta), matando 44 pessoas e ferindo 100.

A culpa desses coitados?

Adorar a Jesus e não a Maomé.

Intolerância, fanatismo, idiotice… um mundo onde não se respeita o diferente.

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