– Reze com o Papa e o Crucifixo Milagroso de Roma

Pedindo pelo fim da pandemia, uma oração do Papa Francisco com envolvimento mundial dos fiéis acontecerá junto ao Crucifixo Milagroso. Um ato de fé, súplica e humildade

Conheça essa história e participe, em: https://www.terra.com.br/amp/noticias/mundo/crucifixo-milagroso-sera-levado-para-o-vaticano,b137a458610a168219f5b755b8befd059tnspueo.html

CRUCIFIXO MILAGROSO SERÁ LEVADO PARA O VATICANO

O “Crucifixo Milagroso” de Roma será levado para a Praça São Pedro, no Vaticano, nesta sexta-feira (27) para que o Papa Francisco faça uma oração especial pelo fim da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A celebração está marcada para às 18h (14h no horário de Brasília).

A peça religiosa fica exposta na Igreja de São Marcelo no Corso e foi visitada pelo Pontífice em 15 de março. Naquele dia, o líder católico também fez uma oração especial pelo fim dos casos da nova doença.

Segundo a tradição, o “Crucifixo Milagroso” é objeto de profunda veneração pelos fiéis de Roma desde 1519, quando permaneceu ileso em um grande incêndio que destruiu a igreja no centro de Roma. Pouco tempo depois, em 1522, foi usado em uma procissão pelas ruas da capital italiana, que durou 16 dias, e a ele foi atribuída o fim da peste que atingia a cidade. Por conta disso, ganhou fama entre os romanos de por fim a grandes epidemias e é muito venerado inclusive pelos Papas através dos tempos.

Até o momento, de acordo com o Centro de Estudos John Hopkins, já são 474.204 casos da Covid-19 no mundo, com 21.353 mortes registradas. A maior parte dos falecimentos está na Itália, com 7.503, e na Espanha, com 3.647.

– Como um católico pode se confessar sem padre em tempo de Quarentena (de acordo com o CIC).

Não é nenhum subterfúgio, engodo ou desculpa para não procurar um padre para se confessar, mas confessar-se diretamente a Deus é uma opção em casos extremos como os que vivemos, em que a Igreja Católica permite que façamos a fim de nos reconciliarmos dignamente.

Nesse momento em que as Igrejas estão fechadas e os atendimentos paroquiais restritos, estando no Tempo da Quaresma e necessitando do Sacramento da Confissão, o Papa Francisco nos orienta seguir o que diz o Catecismo da Igreja Católica.

Abaixo, extraído de: Vatican News (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-recorda-como-receber-perdao-sem-sacerdote.html_).

O PAPA RECORDA COMO RECEBER O PERDÃO SEM O SACERDOTE

A salus animarum, a salvação das almas é a lei suprema da Igreja, o critério interpretativo fundamental para determinar o que é justo. É por isso que a Igreja sempre procura, de todos os modos, oferecer a possibilidade de se reconciliar com Deus a todos aqueles que o desejam, que estão em busca, esperando ou que, de alguma forma, se dão conta de sua condição e sentem a necessidade de serem acolhidos, amados e perdoados. Nestes tempos de emergência devido à pandemia, com pessoas gravemente doentes e isoladas nas unidades de terapia intensiva, bem como para as famílias que são solicitadas a permanecerem em casa para evitar a difusão do contágio, é útil lembrar a todos a riqueza da tradição. Foi o que fez o Papa Francisco durante a homilia da missa na Santa Marta na sexta-feira, 20 de março.

“Eu sei que muitos de vocês se confessam para a Páscoa a fim de se reconciliar com Deus”, disse o Papa. “Mas muitos me dirão hoje: ‘Mas, padre, onde posso encontrar um sacerdote, um confessor? Não se pode sair de casa! E eu quero fazer as pazes com o Senhor, quero que Ele me abrace, que o meu pai me abrace. O que posso fazer se não encontro um sacerdote?’ Você faz o que diz o Catecismo”.

“É muito claro: se você não encontra um sacerdote para se confessar”, explicou o Papa, “fale com Deus, ele é seu Pai. Diga-lhe a verdade: ‘Senhor, eu fiz isso e aquilo. Perdoa-me’. “Peça-lhe perdão de todo o coração, com o Ato de Contrição e prometa-lhe: ‘Depois, eu vou me confessar, mas perdoa-me agora’. E logo você retornará à graça de Deus. Você mesmo pode se aproximar, como o Catecismo nos ensina, do perdão de Deus sem ter um sacerdote. Pensem nisso: este é o momento! E este é o momento certo, o momento oportuno. Um Ato de Contrição bem feito e a nossa alma se tornará branca como a neve”.

O Papa Francisco se refere aos números 1451 e 1452 do Catecismo da Igreja Católica, promulgado por São João Paulo II e redigido sob a orientação de Joseph Ratzinger, naquela época prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. O Catecismo, citando o Concílio de Trento, ensina que entre os atos do penitente, a “contrição” ocupa o primeiro lugar. Ela é «uma dor da alma e uma reprovação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar no futuro».

«Quando procedente do amor de Deus, amado sobre todas as coisas, a contrição é dita «perfeita» (contrição de caridade)», afirma o Catecismo. «Uma tal contrição perdoa as faltas veniais: obtém igualmente o perdão dos pecados mortais, se incluir o propósito firme de recorrer, logo que possível, à confissão sacramental». Portanto, na expectativa de ser absolvido por um sacerdote assim que as circunstâncias permitirem, é possível ser perdoado imediatamente com esse ato. Isso já tinha sido afirmado também pelo Concílio de Trento, no capítulo 4 da Doctrina de sacramento Paenitentiae, onde se afirma que a contrição acompanhada pela intenção de se confessar «reconcilia o homem com Deus, mesmo antes que esse sacramento seja realmente recebido».

Em: https://youtu.be/KRIBt3UhrjU

– Em prece, todos juntos com o Papa Francisco suplicando a Deus pelos que sofrem com o Coronavírus!

Tomar todas as providências sanitárias, prevenir-se, manter-se em resguardo e… REZAR!

Hoje, às 8h00 (horário de Brasília), não nos esqueçamos de um jeito uníssono levar a Deus nossas orações!

Abaixo:

– A Igreja Doméstica em Comunhão neste domingo!

Como é bom rezar! Neste 4º domingo do Tempo da Quaresma, impedidos pelas restrições de circulação e aglomeramento em decorrência da pandemia do Novo Coronavírus, as Celebrações Eucarísticas somente são televisivas / transmitidas por Streaming ou rádio. Assim, os bispos diocesanos da Igreja Católica tem incentivado o uso das mídias diversas para que os fieis possam celebrar mundo afora.

Para que pudéssemos comungar espiritualmente, preparamos nossa sala como uma pequena capela, e, em família, participamos da Missa. Foi muito bom!

Que todos nós possamos fazer das nossas residências, uma Igreja. E que nossa primeira comunidade seja nossa família, sempre.

Deus possa nos abençoar nesse momento ímpar da humanidade. Amém.

Faça da sua casa uma Igreja Doméstica também e incentive seus amigos.

– Missas pela Internet realizadas nas Paróquias da Cidade de Jundiaí: a que horas assistir?

Missas pela Internet na Cidade de Jundiaí: para aqueles que não deixarão de exercer a fé durante a quarentena (lembrando que estamos na Quaresma), e que não podem participar presencialmente da Santa Missa devido às orientações de isolamento contra o Covid-19, aqui vão os horários das celebrações para que se possa comungar espiritualmente.

Extraído de: https://conteudo.solutudo.com.br/jundiai/cidadania-jundiai/paroquias-de-jundiai-transmitem-missas-pela-internet-confira-os-horarios/

MISSAS NA CIDADE DE JUNDIAÍ TRANSMITIDAS PELA WEB

Seguindo os passos do Papa Francisco que, já há alguns dias, na impossibilidade da presença de fiéis por conta da grave situação sanitária em que a Europa se encontra, transmite as missas diárias pela TV e internet, muitos padres estão usando a criatividade e também transmitindo, via redes sociais, as celebrações.

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Missas com o povo na Diocese de Jundiaí estão suspensas por tempo indeterminado. (Foto: Diocese de Jales/Reprodução)

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Após a suspensão das missas com a presença de povo, decretada pelo Bispo Diocesano de Jundiaí, Dom Vicente Costa na última quarta-feira (18), como medida de prevenção contra o novo Coronavirus, a transmissão via internet tem sido encarada como uma necessidade, a fim de não deixar os fiéis sem as missas.

Confira abaixo as paróquias que já estão se mobilizando para transmitir suas celebrações via internet e os seus respectivos horários:

Sábado

Domingo

Acessando o nosso site de eventos você também encontra os horários das missas pela internet ao longo da semana. É só acessar por aqui e se programar!

Também tem missa aí na sua paróquia que vai ser transmitida? O seu culto também será transmitido? Então cadastre em nosso site e ajude centenas de jundiaienses! É só acessar solutudo.com.br/eventos, fazer um cadastro rapidinho e pronto! 

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– Como se preparar para uma Missa não-presencial, em 10 dicas!

As Missas on-lines serão frequentes nas Dioceses que resolveram suspender as celebrações presenciais devido ao Covid-19.

Mas como se preparar para participar de uma Missa não estando presente na Igreja, de maneira adequada?

A dica vem da nossa Diocese, aqui de Jundiaí:

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– Dia de São José!

Hoje é dia de São José, esposo da Virgem Maria e grande patriarca da Sagrada Família; portanto, padrasto do Menino Jesus.

Mundo afora, hoje se festeja o Dia dos Pais. Assim, que possamos rezar:

“Valei-me São josé’ olhe por mim para que eu seja um chefe da minha família tão santo quanto tu fostes! Amém”

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– Diocese de Jundiaí suspende Missas Presenciais na região.

Infelizmente, por conta do surto de Covid-19, o Bispo Dom Vicente Costa se vê obrigado em pleno exercício quaresmal a suspender as celebrações presenciais na Diocese de Jundiaí.

Que Deus nos abençoe e nos sustente espiritualmente nesse delicado momento.

Abaixo, o informe oficial:

– A Quaresma Cristã e a Quarentena do Coronavírus!

Vale refletir essa observação:

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– A Igreja Católica e as Medidas contra o Coronavírus.

Hoje fomos à Missa na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na Vila Hortolândia (Jundiaí). Nela, as normas diocesanas para que se evite o contágio e transmissão do Novo Coronavírus (Covid_19), determinadas pelo Bispo Dom Vicente Costa, foram todas cumpridas.

O documento que regula a participação dos fiéis, em sintonia com as autoridades sanitárias / médicas do Brasil, abaixo:

COMUNICADO OFICIAL

Jundiaí − SP, 13 de março de 2020.

Comunicado da Diocese de Jundiaí – SP 

Recomendações de prevenção ao Novo Coronavírus

Fomos convocados, na manhã de hoje, pela Prefeitura Municipal de Jundiaí para compormos o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus (CEC), que tem como objetivo principal definir as diretrizes técnicas e epidemiológicas e a padronização do protocolo único de medidas de prevenção e atendimentos para os casos suspeitos ou confirmados da contaminação pelo novo coronavírus que está ameaçando a saúde da população no território municipal e de outros municípios de nossa Diocese. O Padre Leandro Megeto, Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora representou a Diocese nesta referida reunião.

Faz parte da nossa missão como Igreja ajudar o poder público a decodificar as informações acerca da disseminação do coronavírus. O momento é de muita seriedade e de compromisso de todos. Não existe motivo para pânico e alarde. Tudo o que está sendo proposto pelas autoridades sanitárias são medidas preventivas.

Mais uma vez recordamos o nosso compromisso com a vida. Neste tempo quaresmal, providencialmente, a Campanha da Fraternidade – 2020 faz refletir o exemplo do Bom Samaritano, imagem de Jesus Cristo e da Igreja, que vê, sente compaixão e cuida (cf. Lc 10,33-34).

Vale ressaltar que, até o momento, não há orientação do Ministério da Saúde quanto à suspensão de Missas e Celebrações. Por determinação do Governador do Estado de São Paulo, a partir do dia 14 de março de 2020, todos os eventos diocesanos e paroquiais acima de 500 pessoas, estão suspensos por tempo indeterminados.

Assim, atendendo a solicitação das autoridades da Vigilância Epidemiológica, pedimos a todos os fiéis, clérigos e leigos, da Diocese de Jundiaí – SP que rezem pela eliminação desta nova ameaça à nossa saúde e acolham rigorosamente as seguintes as medidas preventivas:

  1. Manter as igrejas abertas, limpas e bem ventiladas. Que seja disponibilizado álcool gel para a higienização das mãos;
  2. Aumentar, enquanto possível, nas igrejas com grande participação de pessoas, o número de Missas e Celebrações para evitar grandes aglomerações;
  3. Evitar, como recomendado no último Comunicado (28/02/2020), os apertos de mãos e abraços, bem como o contato físico na oração do Pai-Nosso e na saudação da paz;
  4. Não seja distribuída a Sagrada Comunhão sob as duas espécies, particularmente, nas Eucaristias com as Comunidades do Caminho Neocatecumenal. Com espírito de caridade para com os outros, preferencialmente, a comunhão seja recebida sempre na mão;
  5. Pessoas que apresentem febre ou sintomas respiratórios como tosse, coriza ou congestão nasal não devem frequentar as Missas e as Celebrações. É recomendável que os idosos não frequentem as Missas e as Celebrações mesmo sem apresentar sintomas. Esse é o grupo mais acometido pelo vírus, evoluindo para quadros mais graves e óbitos. As Missas transmitidas pela internet ou televisionadas serão o conforto e o remédio para o momento, até que seja superada a pandemia;
  6. O Bispo, os Padres e diáconos com febre ou sintomas respiratórios como tosse, coriza ou congestão nasal não devem presidir ou participar de Missas e Celebrações ou de outras atividades com a presença de muitos fiéis reunidos num mesmo local. No entanto, eles deverão celebrar privadamente;
  7. Adiar, nas direções espirituais individuais e confissões, o atendimento a pessoas que apresentem febre ou sintomas respiratórios como tosse, dor de garganta, coriza ou congestão nasal. Em casos de necessidade, orientar que a pessoa use máscara cirúrgica e que os Padres deverão manter, no mínimo, 1 metro de distância da pessoa. Os Padres e diáconos com febre ou sintomas respiratórios como tosse ou coriza ou congestão nasal não devem realizar desses atendimentos;
  8. Todos os Padres com mais de 60 anos devem evitar fazer os atendimentos acima citados;
  9. A proximidade com aquele que sofre é a marca do discípulo de Jesus: que os Padres não deixem de prestar assistência espiritual aos doentes e agonizantes. Estejam atentos, no entanto, aos cuidados necessários para as visitas: a) Higienizar bem as mãos, b) Caso seja necessário, usar máscara cirúrgica, c) Ao administrar o Sacramento da Unção dos Enfermos, se possível, usar luvas e colocar o dedo no vaso do Óleo da Unção uma única vez para cada doente. Esse cuidado é importante, pois o vaso pode se tornar um criadouro de vírus;
  10. As visitas regulares dos Agentes da Pastoral da Saúde fiquem suspensas. Não deixem, no entanto, de prestarem todos os auxílios necessários que os doentes e seus familiares necessitarem;
  11. Evitar a aglomeração de pessoas em festas, almoços, jantares e outros eventos da igreja. Na medida do possível, orientar as pessoas para que fiquem sempre em locais abertos e ventilados;
  12. As aulas do Centro Diocesano de Formação para o Laicato, em todos os seus Núcleos, a Escola Diaconal e as Catequeses em preparação aos Sacramentos fiquem suspensas na Diocese de Jundiaí.

O Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, formado em Jundiaí, está atento a todas as mudanças que irão acontecer no cenário brasileiro e darão sempre as orientações necessárias, toda vez que for necessário, para bem realizarmos nossa missão. Hoje as orientações são essas. A qualquer momento podem ser dadas orientações diferentes. Tenhamos a paz de espírito para passarmos por esse momento difícil. Lembramos, mais uma vez, que todas as medidas são preventivas e ainda não existe motivos para pânico.

Com orações e jejuns, responsabilidade e um autêntico compromisso com a defesa e a promoção da vida, passaremos por essa situação difícil e celebraremos, também, a vitória sobre este vírus que ameaça a nossa vida.

A todos abençoo.

Dom Vicente Costa.

 

– Quaresma e Reflexões: como você tem vivido esse tempo forte da Igreja?

Estamos no Período Quaresmal, quando relembramos a Paixão de Cristo e refletimos sobre a vida.

Nesta época, devemos nos atentar a 3 santas práticas: o Jejum, a Caridade e a Oração.

ORAÇÃO nos ajuda a estarmos em diálogo com Deus; a CARIDADE nos aproxima dos nossos irmãos necessitados; já o JEJUM é em busca do nosso auto-controle.

Quanto ao Jejum, vale lembrar: não é deixar de comer carne e ir comer bacalhau. A idéia central é de abdicar de algo que gostamos e reverter em favor dos pobres. Se eu como muito, deixo de comer e com o dinheiro compro comida aos famintos; se eu perco muito tempo assistindo televisão, deixo de assistir e aproveito aquele tempo para praticar ações sociais. Enfim, é trocar algo que nos dá prazer em favor de ações fraternas.

Jejum, portanto, não é relacionado exclusivamente ao alimento, mas sim a atitude!

Particularmente, penso na Quaresma como um período de CORAGEM! Sim, coragem para mudar minha conduta, para abrir mão de algumas vaidades, para tomar decisões particulares, para aceitar desafios e principalmente: para ser uma pessoa melhorPara isso, intensifico essas 3 práticas citadas. Mas sempre me puxando a orelha para lembrar que, sem coragem e propósito de não vacilar, não conseguirei, já que nossa natureza é fraca e pecadora.

A propósito: se você é católico, não tenha vergonha em dizer: “estou vivendo o Tempo Quaresma buscando a conversando diária de maneira mais intensa!”

Foto: Wesley Almeida – Canção Nova

 

– Carlo Acutis, o 1o santo que jogou video-game?

Poderemos em breve ter um Santo dos Millennials (a chamada “Geração Z”), se tudo ocorrer como parece estar sendo encaminhado pela Graça do Espírito Santo.

Carlo Acutis, jovem que jogava Playstation e de valores corretos e necessários aos dias atuais, tem seu processo de canonização acelerado pela quantidade de testemunhos.

Sobre o “1o santo que jogou video game” e suas virtudes importantes nesse mundo tão globalizado e tecnológico, abaixo:

Em: https://www.youtube.com/watch?v=F07PW91_JcU

– O melhor remédio para o coração (e não é expressão popular) é o… perdão!

Muitos falam que o perdão faz bem para o coração. Claro, no “coração” com, sentido de alma, poeticamente falando de bondade, de uma forma a se entender como bem estar interior.

Mas o curioso é: perdoar faz bem literalmente ao coração, nosso órgão que bombeia sangue!

Veja que interessante os motivos:

Extraído de: https://www.einstein.br/noticias/noticia/perdoar-faz-bem-para-coracao

PERDOAR FAZ BEM PARA O CORAÇÃO

Será que essa afirmação é verdadeira?

​Quantas vezes o ato de conceder perdão a alguém trouxe um alívio interior? Você se lembra?

Esse ato simples, mas difícil, traz, sim, benefícios ao coração. Perdoar não é colocar as angústias, problemas e mágoas debaixo do tapete. Existe todo um processo para que isso ocorra.

A pessoa que perdoa fica mais otimista e afetuosa. O peito agradece. Isso porque diminui-se o nível de adrenalina, hormônio liberado em situações estressantes. A pressão arterial tende a ficar estável e o sono melhora. Ou seja, há um enorme ganho de qualidade de vida.

Fonte: dr. Marcelo Katz, cardiologista do Hospital Albert Einstein, Publicado em: 05/03/2018

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– Design Inteligente, Ciência e Fé. Qual o problema?

Hoje, a Teoria do Design Inteligente (TDI) traz à luz um novo debate: a Ciência e a Religião ainda são taxadas como inimigas?

Para muitos, sim. Há aqueles que procuram um meio-termo, e outros, ainda, sustentam que elas se complementam. Há séculos, foram notórios os conflitos entre estudiosos e religiosos. 

A TDI tem trazido uma certa polêmica por desconhecimento de pessoas que não sabem o que ela defende. Para muitos, a TDI é puramente criacionista – embora isso não seja verdade. Há radicais também, como em toda e qualquer, e isso pode assustar quem não a conhece. Bem simploriamente: o homem e a mulher foram desenhados, criados, guiados por uma mão poderosa, dentro de um processo evolutivo.

Porém, pelo menos 3 Papas se pronunciaram sobre ela, e todos de forma positiva:

O falecido Papa João Paulo II, no começo do seu pontificado, proclamava a belíssima encíclica de que “a Fé e a Razão são duas asas que nos elevam para o Céu”. Em 1996, declarou que:

A Teoria da Evolução das Espécies era mais do que uma hipótese”.

Isso não impede que o Livro do Gênesis deixe de ser respeitado, já que é uma versão poética inspirada à luz do Espírito Santo sobre a Criação do Mundo, mostrando que tudo foi formado por Deus a seu tempo, mostrando por Adão e Eva (referindo-se aos primeiros homens e mulheres) como o pecado entrou na humanidade.

Já o Papa Emérito Bento XVI demonstrou muita simpatia ao declarar que:

O Design Inteligente sustenta a evolução, já que a idéia de que a seleção natural por si só é insuficiente para explicar a complexidade do mundo”.

Seu mais próximo auxiliar, o Cardeal Schoenborn, em 2005, foi perfeito em sua objetiva mensagem, a qual comungo, escrevendo que:

A evolução no sentido da ancestralidade comum pode ser verdade, mas a evolução no sentido neo-darwinista – um processo não planejado e sem guia – não é”.

Recentemente, o Papa Francisco declarou que:

Deus não usa uma varinha mágica capaz de fazer tudo (…) Ele criou os seres humanos e deixou que eles se desenvolvessem de acordo com as leis internas que ele deu a cada um para que eles cheguem ao seu cumprimento. O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção do Criador Divino, mas sim o exige”.

Em suma, podemos sintetizar numa única questão: tudo foi uma grande coincidência?

Me custa crer que uma força maior – e na minha fé, um Criador (Deus, Nosso Pai) – não tenha sido o grande responsável pelo Universo. Imaginar que os milhares de seres surgiram pela combinação aleatória de forças químicas, biológicas e inanimadas, é ser, até certo ponto, forçoso.

Para crer em evolução das espécies não precisa ser ateu. Ao contrário: aquilo que Deus construiu aos poucos, evoluiu conforme seus anseios. Ou foi um grande acaso que após milhões de anos o homem reina sobre a Terra?

Ainda sobre esse assunto, o professor Marcos Eberlin, uma autoridade sobre TDI (e um dos homens mais respeitados no Brasil e no Exterior sobre a área de Química, com inúmeros trabalhos importantes apresentados), falou na página 3 da Folha de SP, em “Tendência e Debates”.

Abaixo, em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2020/02/o-design-inteligente-tido-como-vertente-do-criacionismo-e-uma-teoria-cientifica-valida-sim.shtml

DEBATE: O design inteligente, tido como vertente do criacionismo, é uma teoria científica válida?

  • SIM. É a maior novidade científica sobre nossas origens

(Expressa a opinião do autor do texto: Marcos Eberlin)

Ciência é busca da verdade, que liberta de superstições. É confronto de hipóteses à luz dos dados. A teoria do design inteligente (TDI) é ciência de detecção de design, que distingue efeitos de causas naturais daqueles de causas inteligentes. 

A TDI argumenta com leis (exemplo: biogênese) e critérios (complexidade irredutível, informação, antevidência e ajuste fino), segue o método científico (observação, hipótese, experimentos e conclusão) e se alicerça só em dados: da física, da bioquímica, da biologia, da cosmologia e de ciências afins. 

É falseável, pois detalha suas teses; faz previsões acertadas, como a riqueza genética do “DNA ex-lixo” e a utilidade dos “órgãos vestigiais”, como o apêndice. É defendida por milhares de cientistas, alguns laureados com o Nobel, que publicam artigos e livros, como “A Caixa Preta de Darwin”, “Signature in the Cell”, “Darwin’s Doubt”, “Darwin Devolves” e “Foresight”. TDI é ciência, e em sua mais pura essência.

A TDI defende Deus? Falso! Se Ele é Deus, não carece de defesa. Defendemos a ciência. Aponta para um criador? Fato! Mas a evolução não aponta para a inexistência dele? O biólogo Richard Dawkins não se declarou intelectualmente realizado como ateu após Darwin? Seria a evolução uma vertente do ateísmo? Cientistas como Francis Collins são criacionistas evolutivos. Eu, teísta, assim o fui. Seria a evolução uma vertente do criacionismo? Antony Flew —o maior ateu do século 20— tornou-se um defensor da TDI. O astrônomo Fred Hoyle era ateu, mas optou pelos ETs como seu designer.

Seria a TDI uma vertente do ateísmo ou da panspermia? O filósofo David Berlinski e o bioquímico Michael Denton são agnósticos e defendem a TDI. Seria a TDI uma vertente do agnosticismo? Sejamos honestos: tanto a evolução quanto a TDI, enquanto ciência, acomodam diferentes posições filosóficas e teológicas: é inevitável! É desonesto invocar essas posições no debate.

Um designer metafísico não pode ser estudado pela ciência? Fato! Mas a TDI não estuda o designer, nem se arrisca; avalia só a obra —o universo e a vida. A TDI é ciência análoga ao programa Seti (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês), às ciências forenses e à arqueologia. Aplicaram a metodologia de detecção de design do Seti ao DNA e publicaram o artigo “The ‘Wow! signal’ of the terrestrial genetic code” (Icarus, 2013). Há design inteligente (DI) detectável no DNA.

A teoria da evolução é consenso e mais lei do que a gravidade? Falso! Veja os “Dissidentes de Darwin”: mais de mil bravos cientistas. Sociedades de DI se espalham pelo mundo. Quem ousaria desafiar Darwin, se absoluto fosse? Congressos tentam “salvar” a evolução, como o “New Trends in Evolutionary Biology” (Royal Society, 2016). Lá, disseram: “Não sabemos como a evolução fez, só não foi por DI!”

Adaptações ocorrem? Fato! Mas são frutos de “DI genético” e se limitam às famílias, como experimentos equivalentes a “milhões de anos” demonstraram. Tentilhões continuam tentilhões; vírus, vírus; celacanto, celacanto. Mutações criam máquinas moleculares de novo e sofisticam a vida? Falso! Não há sequer um exemplo disso na literatura. 

O registro fóssil confirma Darwin? Falso! A explosão cambriana —o surgimento repentino de diversos e complexos animais no período Cambriano— e a carência de formas transicionais demonstram que não.

Não se iluda com “discursos”. Ninguém desqualifica adversários como “hereges religiosos” se fosse possível refutar suas teses.

A TDI é a maior novidade científica sobre nossas origens. Revigora a ciência; a resgata do dogma materialista. Cresce no mundo todo, pois é ciência pura. O filósofo Thomas Kuhn previu o “pânico acadêmico” de quebras de paradigmas, como esse que o design inteligente causa, e a dificuldade de desviar o “Titanic darwinista”. Mas estamos virando o leme! A verdade vencerá —quem viver, verá!

Marcos Eberlin

Presidente da Sociedade Brasileira de Design Inteligente (TDI Brasil), é doutor em química pela Unicamp e pós-doutor pela Universidade de Purdue (EUA)

TENDÊNCIAS / DEBATES

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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– Você quer se confessar?

Durante esse tempo da Quaresma, é importante a busca da reconciliação! Arrepender-se dos seus pecados, buscar a conversão de vida e a misericórdia que vem de Deus.

Aqui na nossa comunidade (Paróquia São João Bosco, Jundiaí-SP), teremos as confissões de acordo com o informe da figura abaixo:

 

Aproveite. É tempo de mudar e chance de se reinventar!

– A Igreja que imuniza Coronavírus?

Tenho e vivo minha fé católica. Respeito todas as crenças cristãs, não cristãs e descrença alheias. Mas algumas coisas preocupam. Por exemplo: a promessa de benção imunizadora contra o Coronavírus!

Veja esse caso no RS e se pergunte: o pastor responsável está sendo charlatão ou fala motivado pela sua fé inquestionável?

Não julgo. Mas questionar é importante.

Extraído de: https://g1.globo.com/google/amp/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/03/02/policia-investiga-igreja-que-teria-prometido-imunizar-fieis-do-coronavirus-em-porto-alegre.ghtml

IGREJA PROMETE IMUNIZAR FIÉIS CONTRA O CORONAVÍRUS

Culto da igreja Catedral Global do Espírito Santo anunciou, em um panfleto, que ‘unção de óleo consagrado’ imunizaria qualquer doença, citando também o coronavírus.

A 4ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre abriu, nesta segunda-feira (2), um inquérito para investigar a possibilidade de charlatanismo na divulgação de um culto da igreja Catedral Global do Espírito Santo, na Capital, que, supostamente, prometeu a imunização de doenças, citando o coronavírus. 

G1 entrou em contato com a igreja e com o pastor Sílvio Ribeiro. Ele disse à reportagem que se manifestará na terça-feira (3). 

O culto foi realizado no último domingo (1º). No panfleto de divulgação, a igreja anuncia: “O poder de Jesus contra o coronavírus: venha porque haverá unção com óleo consagrado no jejum para imunizar contra qualquer epidemia, vírus ou doença”. 

Conforme a delegada Laura Lopes, o inquérito foi instaurado para apurar a possibilidade de crime de charlatanismo, que, conforme o Código Penal, seria “inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível”. Nos próximos dias, ela deve começar a ouvir pessoas ligadas à igreja. 

Pela veiculação do folder, a delegacia instaurou a investigação, que tem 30 dias de prazo para conclusão. Até o momento, a Polícia Civil afirmou que só tem conhecimento deste caso. 

“A gente tem o folder que foi nos encaminhado, que diz que imunizaria o coronavírus. Uma equipe de policiais foi até o culto, era um serviço discreto, mas tinha gente que conhecia eles e não foi tão discreto”, afirma. 

“Eles [policiais] perguntaram, falaram com pastor e fiéis, e em princípio nada de ilegal ali foi constatado”, detalha a delegada. 

O culto foi filmado e está disponível na internet. Nas imagens, o pastor Sílvio Ribeiro diz que “se você tem o Espírito Santo, a doença vai cair quando chegar em você. O Brasil vai pegar esse demônio aí pelo sangue de Jesus. Não vai ser casa de demônio.” 

Em outro momento, exclama: “o coronavírus é a trombeta de Deus proclamando arrependei-vos (repete). O que é o coronavírus? Não é pra ti (repete), eu vou profetizar, ninguém que é lavado, remido, redimido, perdoado, justificado, inspirado, ungido, lavado, salvado pelo sangue de Jesus, vai morrer”, afirma.

 

– O respeito no dia-a-dia: o irrepreensível puxão de orelha do Papa à falta de noção ao comportamento na Web

Disse o Papa Francisco quanto ao comportamento dos católicos durante a Quaresma:

A Quaresma é um momento para abrir mão de palavras inúteis, fofocas, boatos, tagarelice e se dirigir a Deus pelo nome (…) Vivemos em uma atmosfera poluída por violência verbal demais, palavras ofensivas e danosas demais, que são amplificadas pela internet. Hoje, as pessoas insultam umas às outras como quem diz ‘bom dia’.

A observação do Papa é quase perfeita. “Seria perfeita” (em tom jocoso, lógico) se o discurso fosse a todas as crenças e descrentes, além de ser perene (não necessariamente na Quaresma).

Que esse chamamento à conversão seja diário!

Papa participa de audiência no Vaticano

Foto extraída de Exame.com tendo como legenda: “Vaticano: nos últimos anos, o papa foi alvo de insultos de sites católicos ultraconservadores (Remo Casilli/Reuters)”

– O tema e o lema da Campanha da Fraternidade 2020!

Em 2020, baseando no exemplo de servidão da recém canonizada Irmã Dulce (agora, Santa Dulce dos Pobres), a Igreja Católica no Brasil, através da CNBB, abordará na Campanha da Fraternidade em 2020 a necessidade de cuidar do próximo e respeitar o irmão, em um grande pedido de tolerância e solidariedade.

O tema será “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso” e o lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”.

Que nós possamos refletir e agir nesse desafio de despojamento!

Campanha-da-Fraternidade-2020

– O Significado da Quarta-Feira de Cinzas

Hoje começa a Quaresma, tempo forte, de conversão, destinado a práticas de jejum, caridade e oração. E esse novo tempo litúrgico temos como início a Celebração das Cinzas.

Veja que interessante sentido tem tal costume (extraído de: http://is.gd/BdBBKX )

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Na Bíblia, encontramos relatos no Antigo Testamento, e também na época de Jesus,  de pecadores públicos se que vestiam com panos de saco e colocavam cinzas na cabeça e no corpo como sinal de arrependimento. Era um sinal visível de mudança de vida. O pecador reconhecia suas ofensas a Deus e passava a fazer jejum e penitência.

Lá pelo século X, tornou-se costume na Igreja, que todos os fiéis recebessem cinzas em suas frontes. Isso acontecia no primeiro dia da Quaresma. Surgia então a Quarta-feira de Cinzas. Desde aquela época até os dias atuais, esse costume é mantido. Abre-se o tempo da Quaresma com a recepção das cinzas, sinal exterior de que a Igreja, Povo de Deus, manifesta claramente a disposição em submeter-se à penitencia. Como Povo de Deus, todos nós damos sinal ao mundo de que somos pecadores e a penitência é o remédio eficaz no combate ao pecado em busca da conversão.

Somos peregrinos neste mundo em busca da Casa do Pai. Somos caminheiros rumo ao Reino definitivo. Nesta caminhada tropeçamos, erramos, pecamos e, a Igreja, Mãe e Mestra, nos indica a Quaresma como tempo apropriado para a penitência. Mas o que é penitência? Temos consciência do que essa palavra significa?  A tendência comum é de nivelarmos a penitência às práticas do jejum e abstinência. Sem dúvida essas duas práticas são realmente manifestações de penitência. São salutares e devem ser exercidas não apenas nos quarenta dias que antecedem a Páscoa, mas no decorrer de nossa vida. Procuremos então, aprofundar um pouco mais no significado cristão de penitência.

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, penitência é sinônimo de conversão, de mudança do coração, de mudança de mentalidade, de correção de rumo, de volta para Deus por meio de Cristo, nosso Salvador. Fazer penitência implica mudança interior, exige oposição ao pecado, abandono de tudo o que era empecilho em nossas vidas e que nos afastava de Deus. Exercer a penitência é mergulhar  no mais profundo de cada um de nós, é atingir a essência do nosso ser e reorientar nossa vida para Cristo, nosso Senhor.

Na Quarta-feira de Cinzas, no momento em que recebemos as cinzas em nossas frontes, ouviremos o seguinte apelo da Igreja: “Convertei-vos e crede no Evangelho!” Esse apelo deve atingir o âmago de cada cristão para que ocorra a mudança do coração. É Deus quem nos chama à conversão. Abstinência, jejum e oração pela graça da conversão são instrumentos para esse fim.

Na maioria das vezes, a conversão é lenta e vai acontecendo aos poucos em nossa vida. O Senhor está sempre nos chamando, não cessa de nos convidar a mudar de vida. Por isso, a conversão é um processo gradativo, desde que nosso sim a esse chamado seja uma constante em nosso peregrinar.

Porque somos pecadores, necessitamos da graça de Deus para que a penitência ou conversão seja eficaz. Necessitamos dela o tempo todo, não apenas na Quaresma. A conversão nunca é total, sempre fica em nós uma resistência ao Evangelho e à graça: a dificuldade de oferecer o perdão a quem nos ofendeu profundamente, colocar em prática o amar ao próximo como a nós mesmos, as vezes o indiferentismo diante do sofrimento de tantos marginalizados. Enfim, resistências à graça de Deus que nos afastam do Senhor e nos tornamos necessitados de sua misericórdia. Por Cristo, o Pai está sempre disposto a nos conceder misericórdia e a graça da conversão. Mas é preciso responder à essa graça sem demora. O convite de Deus ao arrependimento é constante e insistente. Por isso a partir da Quarta-feira de Cinzas e em toda a época da Quaresma, o Povo de Deus é chamado à penitência e conversão.

Ouçamos a voz de Deus e façamos o nosso mergulho no mais íntimo do nosso ser para a conversão do coração, pois: “No tempo favorável, eu te ouvi; e no dia da salvação, vim em teu auxílio. Eis agora o tempo favorável, o dia da salvação.” (2 Cor 6, 2).

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– Não ataque o Papa por receber Lula. Ataque o próprio Cristo (leia o texto antes de criticar).

De Maduro a Trump, podendo ser Bolsonaro ou Lula: o Papa, como chefe de Estado que é (chefia o Vaticano), recebe pedidos de visita. Como sucessor de São Pedro que é (liderando a Igreja), vai a todos os lugares com todas as gentes.

Cristo se reunia com pecadores – das prostitutas aos marginalizados (incluindo uma das espécies mais criticadas da sua época: os cobradores de impostos, que eram vilões aproveitadores que extorquiam os pobres, como Mateus, que virou São Mateus Evangelista).

Assim, como condenar as pessoas – de maior ou menor popularidade, de melhor ou pior conceito, beirando a santificação ou a demonização que o Papa Francisco, legítimo sucessor da representação de São Pedro (a pedra da Igreja instituída por Jesus), recebe ou visita? O próprio Emanuel é chamado de Grande Médico, Deus Conosco, que veio socorrer os doentes em primeiro lugar e depois aos sadios.

Escreveu o respeitadíssimo Padre Zezinho a respeito da visita de Lula ao Pontífice:

“O que leva os agressores a ofender o Papa Francisco não é a fé . É a política. São católicos radicais, liberais e ultraconservadores contra a esquerda e o comunismo, que não tendo lido os documentos sociais da Igreja pensam mais politicamente e do que catolicamente!”.

Para ser ainda mais perfeito, Dom Odilo Scherer, bispo de São Paulo:

“Por esses dias estão sendo publicadas muitas asneiras sobre o Papa. Quem é Católico, use apenas o bom senso e ñ se deixe levar por reflexões inflamadas. As mentiras e calúnias têm vida curta. Entre um franco atirador oportunista e o Papa, fique com o Papa e a Igreja.”

Perfeito. Lembremo-nos que São João Paulo II, que sofreu um terrível e covarde atentado contra a própria vida, perdoou Mehmet Ali Ağca, um terrorista turco que o baleou. Assim, a fala na imagem abaixo retrata e explica perfeitamente o ocorrido:

 

– Carlinhos Brown, canções do Olodum e a negação do Catolicismo.

Respeito todas as crenças e descrença. Mas, para quem gosta de Carnaval e professa o Catolicismo, fica um alerta sobre as inspirações das músicas do Olodum / Carlinhos Brown e outros ritmos que podem gerar dúvida à fé católica.

Atenção: não é discriminação por nenhuma parte, é apenas uma observação quanto à origem das canções versus a espiritualidade e vivência na fé. O próprio Carlinhos Brown explica a origem espiritual nesse vídeo (abaixo).

Aos 35’10”, ele fala um pouco sobre os Orixás que inspiram suas canções; aos 39’00’, os motivos pelos quais a Quaresma não é respeitada; aos 41’01”, a explicação sobre Deus não ser uma entidade monoteísta.

Importante: ele não ofende nenhuma crença, mas defende simplesmente a sua. Vale a pena conhecer para, quem quer viver sua fé sem influências de outras, aprender sobre as outras (e evitar coisas que possam contrariar suas crenças durante o carnaval).

Em: https://www.youtube.com/watch?v=N4Onc4PwhNE&list=PLW3mXBgY1SKVDkJrb8qNiaLuZovwcnRTP&index=4&t=0s

– Festejando o Carnaval de maneira santa: é Possível?

Há alguns que dizem: o “Carnaval é coisa do Capeta“. De fato, é. Assim como também pode ser o Futebol, a Política e qualquer outra coisa que se faça de maneira libertina.

Calma, não estou demonizando ou santificando os festejos carnavalescos. Apenas convidando a uma discussão à luz da fé católica.

Jesus, no Evangelho de dias atrás, nos lembrava que “se um olho é causa de pecado, arranca-o”. Perfeito! A mensagem do Salvador é a de que evitemos ocasiões. Imagine um dependente químico em recuperação: se ele mantiver a roda de amigos usuários, os costumes antigos e a frequência de lugares que levam à prática do uso de narcóticos, fatalmente pecará. Igualmente pode ser o Carnaval, dependendo do ambiente e do seu espírito. Questione-se:

  • As pessoas que ali estão te levarão a pecar?
  • O modo de agir dos que lá estão é o mesmo que o seu?
  • Sua consciência do que é “certo” ou “errado” ficará abalada?
  • Alguém ou algo te influenciará negativamente?
  • Ganho ou perco algo estando por lá (no salão, no bloco de rua, no Sambódromo)?

Dito isso, lembremo-nos novamente dos doentes: o próprio Cristo não veio aos sadios, como ele disse, mas aos que precisavam de médico. Não aos santos militantes, mas aos pecadores padecentes! Sua radicalidade ao Evangelho é a pura essência do Amor, em todos os sentidos. Ser radical é ser irreversível e incorruptível ao “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Dessa forma, questione-se: festejar uma festa pagã como o Carnaval, estando rodeado por nudez, erotismo, embriaguez e outras situações pecaminosas, me contaminará?

Se você for facilmente influenciável, é claro que sim. Se for razoavelmente volúvel, também. Se for firme nos seus propósitos de cristão, talvez (não podemos nos esquecer que o Inimigo de Deus usa de coisas atraentes e de sedução para corromper os filhos amados do Criador).

Recordamo-nos mais uma vez de Jesus: sentado com marginais, reunido com pessoas má vistas na época, indo às prostitutas e chamando os excluídos. E essa radicalidade por “levar a Boa Nova e viver no amor” não é função de nós, católicos batizados e confirmados na fé com o Sacramentando do Crisma? Ser cristão é “ser novo Cristo”.

Tragamos o advento de Jesus aos dias de hoje: se tudo não ocorresse há 20 séculos mas sim hoje, será que Jesus, se ao invés de nazareno fosse paulistano, não frequentaria a Cracolândia na região da Sé e da Luz? Poderia frequentar as difamadas e degradadas regiões de prostituição homossexual como a Amaral Gurgel e Indianópolis? Estaria ele circulando e evangelizando na região conhecida como “Boca do Lixo”? É claro que sim!

Na mesma comparação temporal, imagine: se nas Bodas de Caná, onde Jesus tomava vinho com seus amigos nesta conhecida passagem bíblica da festa de casamento, não poderia ele no século XXI estar tomando caipirinha numa festa de carnaval? Não confunda a abstemia ou o alcoolismo. Beber um aperitivo não é pecado; o problema é embebedar-se, sair da sobriedade e consequentemente causar confusão, maltratando o corpo (templo do Espírito Santo) e colocando a sociedade em risco (especialmente com acidentes de trânsito).

Em todos esses ambientes: de prostituição, bebida, festejos, em lugares indevidos ou nos devidos, a força do discípulo de Jesus será abalada? Se você for convicto de fé e estiver revestido da armadura de Deus, o Espírito Santo, não. Correrá riscos? Claro, somos de carne e osso (fortalecidos pelo Espírito, logicamente).

Entretanto, e a resposta clara e objetiva sobre “pular ou não Carnaval”?

Impossível ser monossilábico. Vejamos o desfile da Escola de Samba da Vila Maria, em São Paulo: a Arquidiocese de São Paulo conseguiu um feito incrível, beirando o milagre: transformou a “festa da carne” (de alegria e satisfação carnal) em um santuário de conversão (ao menos, durante a passagem da agremiação e para os que se envolveram – de leigos engajados na fé até à pessoas que há anos, ou melhor, décadas, não ouviam uma Palavra Santa). Membros de outras escolas, torcidas e partícipes foram evangelizados, presentes ali ou pelas imagens da TV. E não nos esqueçamos também do aconselhamento aos apóstolos: “quem tem ouvidos, ouça“! Quantos corações foram tocados? Quantas “sementinhas” plantadas?

Ao longo da história da Igreja, pessoas iluminadas conseguiram tornar santos os eventos pagãos. A festa do solstício de verão, ocorrida entre os pagãos há mais de 7000 anos no final de dezembro, foi apropriada para que os cristãos celebrassem nesta data o Natal do Senhor Jesus. Templos de Baal (ou Baalzebu, que aportuguesou-se “Belzebu”, um dos nomes do Diabo), transformaram-se em sinagogas e posteriormente locais de igrejas cristãs. A Páscoa judaica, festa da passagem de Yaweh, virou a abundância da vida e colheita de Salvação com a ressurreição de Jesus e a transformação da data para os seus seguidores em Páscoa cristã. No Sambódromo do Anhembi, onde outrora os cultos afros e outros sincretismos eram quase que exclusividade do local, em aversão ao Catolicismo, tornou-se por algum tempo espaço do amor da Mãe, de Nossa Senhora Aparecida, cujo tema sobre os 300 anos da aparição da sua imagem de Conceição permitiu o conhecimento de muitos ignorantes sobre o surgimento da devoção mais querida de nosso país, tornando-a popularmente com o título de Rainha e Padroeira do Brasil.

Por fim, vale ressaltar: para que o evento ocorresse, toda nudez, menção pejorativa, heresia ou algo que pudesse escandalizar o mais crente dos católicos foi exigido. Bispos da Igreja e demais autoridades eclesiásticas estiveram atentos para que nada fosse profanado. E desta feita, ineditamente, o Carnaval tornou-se festejo cristão de evangelização. Vide as lágrimas dos foliões e da alegria daqueles que levaram a imagem e o tema da Mãe do Nosso Senhor às multidões.

Tudo cabe seguir o modelo de Jesus e dos santos da Igreja. Tornar o pecador em convertido, ir aos que não conhecem ou aos que pecam, fazer algo novo! Sim, foi possível tornar o evento um local familiar.

Quer voltar ao começo da nossa conversa? Rememore o primeiro parágrafo deste artigo: “Há alguns que dizem: o ‘Carnaval é coisa do Capeta’. De fato, é. Assim como também pode ser o Futebol, a Política e qualquer outra coisa que se faça de maneira libertina”.

Se as arquibancadas dos estádios de futebol gritam xingamentos, fedem maconha e exaltam ódio entre os adversários, serei eu um deles? Que eu tenha a firmeza de torcer em paz (o falecido Papa João Paulo II disse: o esporte deve servir para inspirar os valores éticos e cristãos). Se a Política é repleta de corruptos e entrelaçada com os corruptores, não devo crer que como candidato fulano ou ciclano poderia ser um vereador ou um deputado honesto, temente a Deus? Que eu tenha discernimento na hora do voto (disse o Papa Francisco: a Política é o grau mais alto da Caridade – relembre tal frase aqui: http://wp.me/p4RTuC-c0U). Se a Sapucaí é o local de folia, que eu faça do ambiente um local de congraçamento das famílias.

Em suma, um excepcional ensinamento do espanhol São José Maria Escrivá, servo de Deus, que extrapola a questão da falibilidade papal dos dois temas do parágrafo acima e mostra a radicalidade de quem quer ser seguidor de Jesus:

“Tudo o que eu fizer, que eu faça de maneira cristã.”

Se eu for um advogado, um médico, um policial, um comerciante, um professor, um estudante, um filho, um catequista, um aprendiz, um sábio, um ignorante… não importando o que eu seja (até mesmo um carnavalesco), que eu faça de um modo cristão, respeitando o Evangelho, nosso Credo e o Catecismo da Igreja Católica, iluminados pelas Sagradas Escrituras e do Magistério Eclesial, dentro do amor incorruptível.

Encerrando: que as manifestações populares sejam oportunidades de união e confraternização adequadas, nunca eventos pecaminosos ou de pura libertinagem explícita, levando à diversão sadia dentro da cultura dos povos. Isso não é só respeito, ecumenismo, evangelização ou folia, isso é também cidadania!

Repetindo: no Carnaval, se for ao baile, à avenida do samba, ao clube ou até mesmo aos convites mais reservados, “tudo o que eu fizer, que eu faça de maneira cristã”. É assim que blindamos nosso corpo, nossa mente e principalmente nossa alma das investidas de Satanás!

– A Sagrada Eucaristia em tempos de Coronavírus

O Covid-19 (o nome de batismo do novo Coronavírus que tem assustado o mundo) tem provocado debates em todos os setores. Na Índia, por exemplo, uma associação de médicos tentou proibir a distribuição de Eucaristia alegando risco de contágio dessa doença.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2020/02/04/coronavirus-medicos-tentam-proibir-distribuicao-da-comunhao/

CORONAVÍRUS: MÉDICOS TENTAM PROIBIR DISTRIBUIÇÃO DA COMUNHÃO

Associação médica alegou risco de transmissão do vírus, mas a Justiça negou o pedido

A Qualified Private Medical Practitioners Association, associação de médicos localizada no sul da Índia, solicitou à Justiça do país que proibisse a distribuição da Comunhão durante as Missas. O argumento era de que a forma de distribuição configuraria risco de transmissão do vírus e colocaria “em perigo a saúde do público em geral”.

O pedido apresentado ao Tribunal ressaltava que, na maioria das igrejas cristãs da Índia, o vinho é distribuído pelos sacerdotes em um único cálice, que passa de boca em boca pelas pessoas que comungam. Segundo a associação, a prática “gera uma possibilidade muito alta de contaminação por saliva”. Além disso, os médicos alertaram que o sacerdote distribui a Eucaristia na língua, ação que permite a contaminação pela saliva e deveria ser restringida, a fim de evitar a transmissão de doenças.

A Justiça, entretanto, negou o pedido dos médicos, alegando que não há nenhum caso em que o recebimento da Sagrada Eucaristia tenha causado a propagação de uma doença, demonstrando que não lhes corresponde interferir na “prática centenária”. O Tribunal assinalou ainda que as denominações cristãs têm “abordagens diferentes para a administração e recepção do Sacramento Sagrado”. No entanto, nunca sua recepção não é obrigatória, sendo que cada fiel deve decidir recebê-la devido a sua “fé absoluta como seguidores do cristianismo”.

Com informações de ACI Digital

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– Dia de São Brás, protetor da Garganta!

Você que usa muita a garganta no dia-a-dia (professores, radialistas e profissionais), hoje é dia de seu padroeiro: São Brás, que, segundo a tradição católica, cuida dos males da garganta.

SÃO BRÁS

O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente foi médico, mas entrou numa crise existencial (não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade). Na sua busca pelo sentido da vida conheceu a Evangelização e viveu por Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo a santidade na sua profissão.

Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava retirar-se. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.

Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.

Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus que é amor.

São Brás, rogai por nós!

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– Sobre a vida! Quem tiver olhos (e juízo), que leia:

…esse recorte de jornal diz tudo:

– Crer sem participar é saudável para a alma?

A maior parte dos brasileiros tem fé. Alguns frequentam Igrejas; uns se fanatizam, outros vivem a fé de maneira madura e outros ainda a vivem de maneira volátil. Muitos, hoje, declaram que “crêem, mas do seu jeito“.

Os termos “católico não praticante“, “crente participante de várias denominações” ou “religioso com um lado independente de igreja” estão na moda. Na verdade é um fenômeno onde se “acredita em algo sem frequentar ou conhecer uma fé“. Se preferir: “ter certeza de algo sem uma catequese, do seu jeito particular.

O que você pensa sobre “Crer sem participar“, quando se fala de Igrejas versus Fé Pessoal? Para mim, há a necessidade de uma direção espiritual, um templo, um sacerdote para organizar, orientar e otimizar a vivência religiosa, conciliando prática e fé.

Não é algo meio bagunçado “não ter um norte a seguir“?

Compartilho um curioso tema sobre isso, da Folha de São Paulo da última 3a feira, página 2:

UBER DAS IGREJAS

por Hélio Schwartsman

O fenômeno uber chegou também às igrejas. Pesquisa Datafolha divulgada no domingo mostrou que em apenas seis anos mais do que dobrou a fatia dos brasileiros que afirmam não ter uma religião. Eles passaram de 6% em 2010 para 14% na sondagem deste ano.

“Sem religião” é uma categoria capciosa. Ela abarca, além dos óbvios ateus e agnósticos, pessoas que, por diversas razões, não se sentem mais ligadas a nenhuma denominação religiosa, mas não perderam sua fé num Deus pessoal ou mesmo numa “força maior”. Gente que está trocando de igreja também costuma declarar-se sem religião numa fase imediatamente anterior àquela em que abraça o novo credo. A categoria inclui ainda fieis compulsivos, que frequentam tantas igrejas que já nem sabem dizer a qual pertencem.

Eu vejo esse uber eclesial com certa simpatia. Em primeiro lugar, ele indica que há forte liberdade religiosa no país, não apenas no plano jurídico-institucional mas também no das pressões sociais, que são muitas vezes mais severas que as leis. Hoje, já não há estigma importante associado àqueles que mudam de religião ou a abandonam por completo.

Esse troca-troca pode ser um indicativo de que pelo menos parte dos brasileiros está vivendo o seu “believing without belonging” (crer sem pertencer), expressão cunhada pela socióloga Grace Davie para referir-se ao fenômeno que, na Europa Ocidental, acabou resultando no esvaziamento das igrejas com manutenção de algumas das crenças religiosas.

Não é que eu considere o esvaziamento das igrejas um fim em si mesmo. Mas, se ele surge como consequência de um ambiente no qual as pessoas têm mais liberdade para decidir de forma autônoma como viverão suas vidas, não vejo como não aplaudi-lo. A religião é como a poesia, o sexo ou o rock. Pode ser uma fonte perfeitamente legítima de prazer para os apreciadores, mas não deve ser imposta a ninguém.

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– Dia da Conversão de Saulo para São Paulo

Hoje se festeja o feriado de São Paulo, e a cidade comemora com boa parte dos paulistanos indo passear, outros celebrando na própria capital dos paulistas.

Mas leve em conta: hoje também é um dia religioso – o dia da Conversão de Saulo de Tarso, perseguidor de cristãos, que se torna Apóstolo de Jesus sendo batizado como Paulo.

Abaixo, a bela história de São Paulo:

Extraído de: http://www.e-biografias.net/sao_paulo/

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um escritor do cristianismo primitivo. Treze epístolas do Novo Testamento são atribuídas a ele. Foi o maior propagador do cristianismo depois de Cristo. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém, quando teve uma visão de Jesus envolto numa luz incandescente e desde então começou suas pregações do Cristianismo.

São Paulo, Apóstolo (5-67) Nasceu em Tarso na Cilícia, era judeu e cidadão romano. Perseguidor das primeiras comunidades cristãs, foi conivente com o assassinato do protomártir Estêvão. Quando perseguia os cristãos, a caminho de Damasco, teve uma visão de Jesus envolto em uma luz incandescente que o cegou, durante três dias. Desde então converteu-se e começou a pregar o Cristianismo, viajando pelo mundo, pregando o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição.

A conversão de São Paulo é uma das mais importantes da história da Igreja. Mostra o poder da graça divina, capaz de transformar Saulo, perseguidor da Igreja, no “Apóstolo Paulo” por excelência, que tem a iniciativa da evangelização dos pagãos. Ele próprio confessa, por diversas vezes, que foi perseguidor implacável das primeiras comunidades cristãs. Por causa disso atribui a si mesmo o título de “o menor entre os Apóstolos” e ainda, de “indigno de ser chamado Apóstolo”. Mas Deus, que conhecia a sua retidão, tornou-o testemunha da morte de Santo Estevão, cena descrita nos Atos dos Apóstolos. A visão de Estevão apontando para os céus abertos e Cristo, aí reinando, domina a vida toda de Paulo, o grande missionário do Cristianismo.

Percorreu a Ásia Menor, atravessou todo o Mediterrâneo em 4 ou 5 viagens. Elaborou uma teologia cristã e ao lado dos Evangelhos suas epístolas são fontes de todo pensamento, vida e mística cristãs. Além das grandes e contínuas viagens apostólicas e das prisões e sofrimentos por que passou, deve-se a ele que se auto denomina “servo de Cristo”, a revelação da mensagem do Salvador, ou seja, as 13 Epístolas ou Cartas. Elas formam como que a Teologia do Novo Testamento, exposta por um Apóstolo. São Paulo, Apóstolo, sofreu o martírio em Roma. O ano é incerto, mas deve ter ocorrido entre 64 e 67.

Duas festas litúrgicas foram criadas em homenagem a São Paulo. A primeira em 25 de janeiro, foi instituída na Gália, no século VIII, para lembrar a conversão do Apóstolo e entrou no calendário romano no final do século X. A segunda, lembrando o seu martírio a 29 de junho, juntamente com o do Apóstolo São Pedro, foi inserida no santoral (livro dos santos da Igreja Católica) muito antes da festa do Natal e havia desde o século IV o costume de celebrar neste dia três Missas. A primeira na basílica de São Pedro no Vaticano, a segunda na basílica de São Paulo fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos dois Apóstolos tiveram de ser escondidas por algum tempo para subtraí-las à profanação. Há um eco deste costume no fato de que além da Missa do dia é previsto um formulário para a Missa vespertina da vigília.

Depois da Virgem Maria, são precisamente os Apóstolos Pedro e Paulo, juntamente com São João Batista, os santos comemorados mais frequentemente e com maior solenidade no ano litúrgico. Por muito tempo se pensou que 29 de junho fosse o dia em que, no ano 67, Pedro na Colina Vaticana e Paulo na localidade agora denominada Três Fontes testemunharam sua fidelidade a Cristo com o derramamento do sangue. Na realidade, embora o fato do martírio seja um dado histórico incontestável, e está além disso provado que aconteceu em Roma durante a perseguição de Nero, é incerto não só o dia, mas até o ano da morte dos dois apóstolos. Enquanto para São Paulo existe uma certa concordância entre testemunhas antigas indicando o ano de 67, para São Pedro há muitas discordâncias, e os estudiosos parecem preferir agora o ano de 64, ano em que, como atesta também o historiador pagão Tácito, “uma enorme multidão” de cristãos pereceu na perseguição que se seguiu ao incêndio de Roma.

Parece também que a festa do dia 29 de junho tenha sido a cristianização de uma celebração pagã que exaltava as figuras de Rômulo e Reno, os dois mitos fundadores da Cidade Eterna. São Pedro e São Paulo de fato, embora não tenham sido os primeiros a trazer a fé a Roma, foram realmente os fundadores da Roma cristã, um antigo hino litúrgico definia-os como pais de Roma.

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– A Hospitalidade é uma virtude ecumênica, diz o Papa!

Ser gentil é importante. Atencioso e cortês, tão quanto. Mas o Papa Francisco, ontem, durante seu pronunciamento para a Semana da Oração dos Cristãos, abordou um tema: ser hospitaleiro para quem pensa diferente!

Àqueles que pensam como nós, é mais fácil acolher. Mas ter a mesma receptividade com aquele que crê diferente?

Disse o Pontífice:

“Queridos, a hospitalidade é importante; é uma importante virtude ecumênica também. Primeiramente, significa reconhecer que outros cristãos são realmente nossos irmãos e irmãs em Cristo. Nós somos irmãos. Alguém lhe dirá: ‘Mas esse é  protestante, aquele é ortodoxo …’ Sim, mas somos irmãos em Cristo. Não é um ato de generosidade numa só direção, porque quando hospedamos outros cristãos, os acolhemos como um presente que nos é dado. Como os malteses, bons malteses, somos recompensados, porque recebemos o que o Espírito Santo semeou em nossos irmãos e irmãs, e isso se torna um presente para nós também, porque o Espírito Santo semeia suas graças em todos os lugares.  Acolher os cristãos de outra tradição significa, primeiramente, mostrar o amor de Deus por eles, porque eles são filhos de Deus, nossos irmãos, e também significa acolher o que Deus realizou em suas vidas. A hospitalidade ecumênica exige disposição para ouvir os outros, prestando atenção em suas histórias pessoais de fé e na história de sua comunidade, comunidade de fé com outra tradição diferente da nossa.

Perfeito: amar a Deus e ao próximo, independente de quem ele seja, não é somente questão de religião, mas de cidadania.

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– A força do Sacramento da Confissão! Perdoar-se, perdoar por Deus, perdoar ao Próximo e sentir a Graça do perdão!

Em tempos de ódio e de falta de perdão, num mundo tão competitivo, vale questionar: temos nos reconhecidos pecadores? Estamos cientes de quando erramos? E buscamos nos limpar espiritualmente, com o desejo ardente de buscar um dia-a-dia mais pleno, amoroso e ardoroso?

Bem direto: Temos nos confessado ou dado o devido valor à permissão de galgar tal presente dado pelo próprio Cristo?

Muitas vezes, ouvimos o termo Sacramento da Penitência e temos uma imagem sisuda de tal graça que nos é concedida por Deus. Ao contrário: a Igreja Católica nos convida a reconciliar com Deus, consigo e com o próximo, permitindo, através da Confissão, apagar nossas mágoas e faltas, remorsos e erros, ressentimentos e equívocos, buscando a abundância da alegria de uma vida plena.

Claro, deve-se estar arrependido de coração e ter o árduo desejo de não pecar mais. A importância e eficácia deste sacramento são abordados ao longo do CIC (Catecismo da Igreja Católica), mas destaco em particular:

“O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos apóstolos e lhes disse: ‘recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos’ (jo 20, 22-23)”.

Tal preciosidade não pode ser colocada em dúvida, e nem devemos nos questionarmos se fomos “perdoados mesmos“. Creia na Misericórdia, sem vacilar!

Alguém disse (me perdoe a não citação, tenho anotado em meus rascunhos):

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”.

Dessa forma, não tenhamos medo de gozar da reconciliação que nos foi dada pelo mesmo Jesus Cristo, Filho do Pai, que morreu por amor a nós e vivo está ressuscitado! O perdão está aí: para nos ajudar a viver em paz; caindo e levantando, mas sempre confiando no Amor que reconstrói (que é o perdão).

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– Maria e o Aborto. O que ela diria?

Sou contra o aborto, tenho minhas convicções e a opinião formada. Claro, respeito quem pensa diferente.

Mas se você pensa como eu – que a vida deve estar acima de tudo e que um inocente não pode ser vitimado sem defesa (ainda mais estando na barriga da mãe) – leia esse pensamento do padre Zezinho, SCJ:

A mãe de Jesus nunca diria ‘Meu Corpo, Minhas Regras’. Ela acreditava em Deus.

Perfeito. O corpo é Templo do Espírito Santo, dado por Deus a nós para fazermos bom uso dele. Nem as mulheres, nem nós, homens, devemos usar o artifício de que podemos fazer o que quisermos dele. Afinal, ele está apenas “emprestado a nós” até o derradeiro dia de nossas vidas, sendo uma “casca” para a nossa alma, no aguardo do corpo glorioso da ressurreição dos mortos!

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– O que devemos abandonar e o que devemos buscar, a fim de uma conduta melhor em nosso cotidiano – espiritualmente falando?

Meditar o Novo Testamento é muito bom. O que devemos abandonar em nossa vida e o que devemos acrescentar na conduta?

Ouça, em: https://www.youtube.com/watch?v=Wrl-I1ZKsd8

(A gravação do vídeo é amadora, mas a Palavra de Deus é perfeita).

 

– De cristão, a pessoa que atacou a sede do “Porta dos Fundos” pelo filme irônico a Jesus Cristo não tem nada.

Eduardo Fauzi Richard Cerquise, procurado pela Polícia pelo atentado contra o grupo humorístico “Porta dos Fundos” (jogou uma bomba na sede da produtora da trupe), gravou um vídeo chamamdo seus integrantes de “bandidos” e “intolerantes“.

Crê-se que o foragido faça parte dos Integralistas, grupo marcante do século passado que se notarizou pelo extremismo ao patriotismo e a defesa de determinados valores. Em certo momento da história, esse movimento foi relacionado ao Nazismo. Entretanto, os Integralistas do Século XXI (eles ainda existem) negam que ele seja um deles.

O certo é: Eduardo não pode ser chamado de “cristão revoltado com o filme ofensivo ao Cristianismo. Afinal, todo católico lembra que Jesus orientou, quando questionado por São Pedro, a perdoar “70 vezes 7” (que simbolicamente significa SEMPRE).

Para o cristão, deve-se “dar a outra face”, ou a “César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. NUNCA revidar, vingar ou maldizer.

Também eu detestei esse inoportuno filme que faz chacota ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, no Estado Democrático que vivemos, nos resta a criticar, boicotar a exibição e opinar. Praticar a violência nos equipara a quem foi violento espiritualmente conosco e nos tira o direito de sermos chamados de “cristãos”.

– Confraternização Universal e Dia da Rainha da Paz

O dia Primeiro de Janeiro é marcado por ser um dia de Confraternizações mundo afora, mesmo àqueles que não seguem o calendário cristão e, em tese, não é Ano Novo.

No tempo litúrgico, esse dia de festejos segue à festa católica da Virgem Maria, mãe de Jesus, sob a invocação de Nossa Senhora Rainha da Paz.

Paz. Simplesmente paz. É o que precisamos nesse ano que se inicia.

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– Feliz Natal

Simplesmente…

BOAS FESTAS. Que a Luz do Cristo nos ilumine e aqueça nossos corações. Que todo dia seja Natal, para que o espírito de solidariedade seja cotidianamente vivido!

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– Venha e viva o Advento!

Venha, Natal.

Estamos preparando nossos corações. E a simplicidade e beleza dos presépios nos ajudam nessa época.