Venha, Natal.
Estamos preparando nossos corações. E a simplicidade e beleza dos presépios nos ajudam nessa época.

Venha, Natal.
Estamos preparando nossos corações. E a simplicidade e beleza dos presépios nos ajudam nessa época.

A Revista Isto É de dias atrás trouxe uma interessante matéria: a volta da importância dos anjos no cenário religioso. Não que tinham sido abolidos, mas por muito tempo esquecidos.
Nela, se fala dos anjos no contexto católico, protestante, judaico, islâmico e esotérico, com as diversas classificações de anjos conforme a crença.
Para quem gosta do tema, abaixo, extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/183375_O+PODER+DOS+ANJOS
O PODER DOS ANJOS
Redescobertos por pessoas de diversos credos, ganham uma face mais humana e se tornam um novo fenômeno de mercado
Por João Loes
O fenômeno envolve gente de todos os credos e religiões, promove uma espécie de sincretismo e produz campeões de vendas. A inglesa Hazel Raven, por exemplo, já vendeu mais de três milhões de exemplares de sua obra “A Bíblia dos Anjos”, em que explora justamente a receita da mistura de várias linhas místicas aos poderes desses ajudantes celestiais. No livro, ela utiliza fontes respeitadas de informação em várias correntes religiosas e místicas e elabora uma espécie de hierarquia dos anjos (leia quadro na pág. 87). Trata também de como eles possuem papel relevante nos ensinamentos e práticas nos mais diversos cultos.
“Como filão na área do misticismo e esoterismo, pouca coisa é tão promissora quanto a retomada dos anjos”, afirma Arlete Genari, gerente editorial da Editora Madras, que lançou três novos títulos do gênero em 2011. “A volta do interesse por eles proporciona uma espécie de remix da angeologia”, diz o historiador Adilson Silva Ramachandra, editor do Grupo Editorial Pensamento-Cultrix, que tem 35 livros sobre o tema em seu catálogo e estuda reeditar alguns dos clássicos que foram sucesso de vendas nos anos 1990, na chamada primeira onda angelical. Por remix entenda-se essa adaptação de diversas áreas ao novo filão dos anjos. Até mesmo adeptos de práticas já consagradas recorrem a eles em busca de renovação e diferenciação em seus mercados. Em São Paulo, por exemplo, há academias de ioga que incorporaram os anjos às suas rotinas de exercícios e meditação. Pela ioga, o anjo pode ser invocado com movimentos que ativam diferentes centros de energia do corpo. “Essencialmente, com a meditação e a ioga que propomos, queremos que as pessoas se tornem anjos”, afirma Ivana Tamagaya, professora da sede nacional da Organização Brahma Kumaris Brasil.
“A beleza dos anjos se mistura a todas as tradições, culturas e religiões”, afirma Doreen Virtue, doutora em psicologia e autora de “Manual da Terapia dos Anjos” (Ed. Madras) e outros três títulos sobre o assunto. Doreen é uma desbravadora desse novo mercado. Em seu site, além dos livros, vende baralhos de tarô angélico – são oito, sempre com 44 cartas, disponíveis a US$ 15,95 (R$ 29) cada –, um aplicativo para celular que, por US$ 6,99 (R$ 13), envia mensagens diárias de anjos a quem o adquire, e até joias com representações consagradas desses seres. A onipresença deles ajuda a alastrar o fenômeno. Na “Bíblia” de Hazel Raven, fazem sucesso as curiosas seções que descrevem a ação dos anjos que podem ser invocados em nosso cotidiano. Ali, por exemplo, encontra-se um suposto “anjo da cozinha”, chamado Isda, que teria o poder de assegurar que os nutrientes dos alimentos sejam plenamente absorvidos pelo corpo ou garantiria o sucesso de uma complicada receita. Há também os “anjos de estacionamento”, que intercederiam na hora de achar uma vaga para parar o carro. Todos eles seriam uma espécie de genérico do mais famoso dos anjos, o da guarda, que passa a assumir responsabilidades estranhamente prosaicas. O livro segue adiante e apresenta, ainda, os cristais que representam cada anjo e ensina como montar um altar e escrever cartas a eles.
Outro fenômeno de nossos tempos, a cabala, lado místico do judaísmo que angaria um número cada vez maior de adeptos, também resolveu temperar sua filosofia com os anjos. O valor numérico da palavra anjo, em hebraico, representa “um canal”. E é nesse sentido que a cabala vê o anjo: uma forma de canalizar a energia positiva. Uma das maneiras de invocar os anjos é pelos 72 nomes de Deus. A pessoa repete os nomes e os anjos ajudam a alcançar o objetivo. Cada um corresponderia a uma intercessão divina: cura, amor, pujança, etc. Yonatan Shani, representante do Kabbalah Centre no Brasil, afirma ter vivido uma experiência angelical quando morava nos Estados Unidos. Certa vez, chegando a um consultório médico, ele viu um homem se aproximar com uma arma. “Primeiro pensei em como fugir, mas vi que não tinha jeito”, diz Shani. Então, ele começou a meditar e a pensar nos 72 nomes de Deus. “O homem chegou a 50 centímetros de mim, com a arma engatilhada e apontada. Parou, olhou no meu olho, colocou a mão no meu ombro e disse: ‘Me desculpa, não sei o que deu em mim.’” O rabino tem certeza de que foi seu anjo da guarda que o salvou.
Os anjos cultuados e invocados nesta Nova Era têm pouco a ver com os relatados nas histórias do Novo Testamento. Aqueles estavam muito distantes e perderam o apelo por se apresentarem em situações identificadas com um tempo que já não existe mais. Mesmo assim, as correntes esotéricas e místicas costumam fazer associações com os tradicionais arcanjos católicos presentes nos afrescos. Na astronomia, Miguel é o Sol e Gabriel a Lua. No terreno dos cristais, o primeiro vira lápis-lazuli e o segundo Danburita. Já na cromoterapia, técnica que utiliza cores na cura das doenças, Miguel é o “raio azul-safira”, recomendado para aumentar a capacidade de comunicação e o desapego dos problemas mundanos, e Gabriel o “raio laranja”, para amenizar o estresse gerado por perdas e medos e estimular a criatividade e o otimismo. Até o hinduísmo entrou na onda – segundo ele, o primeiro representaria o chakra da garganta e o segundo seria o do sacro. Há também os óleos essenciais, as estações do ano… Cada arcanjo tradicional é associado a algum elemento. Basta a pessoa saber qual seu anjo correspondente e adquirir, no mercado esotérico, o produto correto.
Esses seres também estão incorporados ao Reiki, terapia que se baseia na imposição das mãos como forma de se restabelecer o equilíbrio energético. O centro de terapia Rikiangelos, que difunde a prática no mundo, promove cursos regulares, presenciais e a distância sobre o tema. Pelas técnicas ensinadas, a pessoa que faz a imposição das mãos invoca o “Angel Reiki” para guiá-lo aos pontos vulneráveis do corpo do paciente. Mesmo aí os arcanjos bíblicos entram em ação: Rafael, Gabriel, Miguel e Uriel. Há até Reiki de Anjos para crianças. Nesse curso, 20 anjos ajudaram a orientar os pequenos em seu desenvolvimento pessoal.
O resgate dos anjos trouxe à tona personagens que viveram o boom desse mercado nos anos 1990 e depois entraram numa espécie de ostracismo. Mônica Buonfiglio é o caso mais notório. Há cerca de duas décadas criou o Tarô dos Anjos, transformado em livro que vendeu nada menos que 2,5 milhões de cópias. Quando o fenômento esfriou, ela deixou até de dar consultas. Nos últimos meses, voltou a ser procurada. “Agora, faço por dia de três a quatro mapas astrais por meio do tarô que criei”, conta. A astrologia, é claro, também compôs uma tabela com 72 anjos, divididos em 12 signos, sendo seis para cada signo.
A nova era angelical propõe um novo jeito de invocar os anjos. O contato agora está pouco ritualizado e menos regido por regras, como era na década de 1990, quando houve a chamada primeira onda angelical. Muito do que foi produzido sobre o assunto àquela época tinha como objetivo mecanizar a comunicação com esses seres, por meio da repetição de palavras, por exemplo, ou a utilização de velas e incensos para canalizá-los. “Hoje a conversa parte de um mergulho que cada um faz na própria consciência”, diz a especialista Liane Alves. Em seu curso, ela faz reuniões com até sete pessoas, onde há a leitura da obra “Diálogo com os Anjos”, escrita pela húngara Gitta Mallasz durante a Segunda Guerra Mundial, que deve se tornar um documentário dirigido pela atriz francesa Juliette Binoche, uma adepta dos anjos.
Gitta e um grupo de três amigos se refugiaram em uma pequena cidade do interior da Hungria. Enquanto os exércitos de Hitler marchavam pelo país, os quatro jovens começaram a buscar respostas interiores sobre o que tinham a ver com todo aquele horror. Foram 17 meses de retiro, durante os quais Gitta elaborou o conteúdo do livro – usado como uma espécie de guia de perguntas para se estabelecer o diálogo com o anjo. Relançado no Brasil há seis meses, vendeu 4,1 mil exemplares. “Durante esses encontros, as pessoas buscam as passagens que as tocam, que têm a ver com o momento que elas estão vivendo”, diz Liane. Essas pequenas frases servem como uma espécie de caminho para o diálogo com o anjo. Ele pode ocorrer por meio de uma lembrança de infância ou de algo que chama a atenção. O importante, diz Liane, é estar atento para essas mensagens que vêm sob a forma de insights em que a pessoa consegue vislumbrar respostas para os problemas pelos quais está passando. Recebida essa espécie de sinal, o passo seguinte é dar uma resposta por meio de um ato, simbólico ou concreto.
De acordo com os especialistas, os anjos dessa chamada Nova Era são mais humanizados, estão próximos das pessoas e, portanto, mais acessíveis. Os rituais de invocação são mais livres e diversos. “Pouco há em comum com o que se via nas décadas passadas, mas prevalece a necessidade da meditação”, explica Sônia Café, autora do livro “Meditando com os Anjos”. Segundo diversos especialistas ouvidos por ISTOÉ, não existe uma única forma de se estabelecer contato com os anjos. A invocação, segundo eles, pode variar de pessoa para pessoa, de crença para crença, mas há um primeiro passo a ser seguido comum às diversas correntes: a manutenção do silêncio. “A mente precisa estar distante de qualquer pensamento para que a pessoa estabeleça uma sintonia com os anjos, que permita uma clareza de consciência”, diz Sônia.
Assim como a maneira de interpretar e encarar os anjos e a forma de se estabelecer uma conexão com eles muda de tempos em tempos, também são diferentes os motivos que levam as pessoas a buscar esse contato. “A humanidade está mais confusa do que nunca e os anjos são canais de comunicação com o conforto divino”,avalia Mirna Grzich, autora de “Anjos – tudo que você queria saber para entrar em contato agora” (Ed. Leya/Lua de Papel, 2011)livro que vendeu mais de 20 mil exemplares no ano de lançamento. “Hoje vivemos o que os filósofos e os antropólogos vêm chamando de cansaço da razão”, diz o padre Márcio Fabri, doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e professor de moral e ética cristã. Segundo ele, as atuais gerações cresceram sob o domínio dos entusiastas da razão, com a promessa de que o progresso da ciência faria tudo ficar melhor. “O problema é que, apesar de toda a evolução, percebemos que ainda temos que conviver com a doença, a maldade, a privação e o desamor”, afirma Fabri. A nova era de apelo aos anjos, de acordo com o padre, se baseia nessa frustração. “Aqueles que se desencantam com a razão carregam uma vontade quase incontrolável de se reencantar por alguma coisa”, complementa Luiz Alexandre Solano Rossi, doutor em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp). É nessa busca de explicações e conforto que as pessoas acabam mergulhando no mercado religioso. Nesse sentido, os anjos ganham visibilidade ainda maior, pois são aceitos e cultuados pela maioria das religiões tradicionais, como católica, protestante, judaica e muçulmana, embora nenhuma delas admita oficialmente uma versão mais moderna de seus anjos. “A existência desses seres espirituais não corporais, alguns servidores e mensageiros de Deus e outros de Satanás é uma verdade de fé”, afirma o padre Valdeir dos Santos Goulart, assessor e membro do secretariado-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Um alento para quem não quer se entristecer com o desrespeitoso filme do grupo Porta dos Fundos, sobre um Jesus Gay e baladeiro que não quer cumprir sua missão no pesudo-humorístico tão polêmico: a estréia de Dois Papas, uma superprodução da própria Netflix que procura mostrar a grandeza do papa Francisco e do papa emérito Bento XVI!
Sobre o nefasto filme de humor citado, as observações feitas aqui: https://wp.me/p4RTuC-orf
Sobre a excelente produção religiosa a estrear, abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2019/11/01/dois-papas-supera-religiao-com-atuacoes-magistrais-de-jonathan-pryce-e-anthony-hopkins-g1-ja-viu.ghtml
‘DOIS PAPAS’ VAI ALÉM DA RELIGIÃO DE JONATHAN PRYCE E ANTHONY HOPKINS; G1 JÁ VIU
Novo filme do brasileiro Fernando Meirelles não foca no debate sobre Igreja ao colocar veteranos em um encontro fictício dos papas Francisco e Bento XVI.
Por Cesar Soto
É difícil errar ao juntar dois dos maiores atores vivos e colocá-los em um grande e longo debate ao interpretar personagens dos mais notáveis. “Dois Papas”, novo filme do diretor Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), é prova disso.
Com duas atuações magistrais de Anthony Hopkins e Jonathan Pryce (“A esposa”) nos papéis dos papas Bento XVI e Francisco, a produção vai além do tema religioso ou da discussão sobre a Igreja e se transforma em um dos melhores do ano.
Ao cineasta, que consegue um dos melhores filmes de sua carreira, resta o mérito de reconhecer a força de seus protagonistas e se manter quase invisível durante os encontros dos dois, sem exageros ou afetações desnecessárias.
“Dois Papas” estreia na Netflix no dia 20 de dezembro. Exibições em cinemas brasileiros antes disso ainda não foram confirmadas pela empresa.
Mais do que papas, friends
O roteiro de Anthony McCarten (indicado ao Oscar por “A teoria de tudo”) constrói um encontro fictício entre o então cardeal argentino Jorge Bergoglio e o alemão Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, durante uma das maiores crises recentes da Igreja.
Enquanto a dupla, representantes maiores de duas ideologias opostas dentro da instituição, debate seus pontos de vista conflitantes, o filme aproveita para mostrar o passado do futuro papa.
Com o tempo, a discussão sobre a diferença entre mudanças de ideais e fazer concessões deixa apenas a boca dos personagens e se mostra presente em toda a narrativa, entrelaçada entre as cenas do encontro e os flashbacks da vida do argentino.
Lentamente, é possível (e tocante) testemunhar as mudanças que um provoca no outro, e o desfecho do embate pareceria forçado sem a força e a delicadeza das atuações.
Mais do que isso, a mensagem de encontrar semelhanças nas diferenças ao entender de verdade o outro lado soaria piegas e enfadonha.
Um Oscar para Jonathan
Com o alemão, Hopkins ganha o papel mais complexo e interessante, mesmo que Bergoglio apresente a maior jornada durante o filme.
Dominar e mostrar a complexidade de Ratzinger, personagem pouco carismático e sedento pelo poder, sem transformá-lo em um vilão fácil, é algo que poucos conseguiriam.
O que não significa que Pryce tenha participação menor. Além da óbvia semelhança física com Francisco, destacada por todo mundo desde sua atuação em “Game of thrones”, o ator desaparece no personagem.
Às vezes é possível esquecer que não é mesmo o argentino na tela, tamanho o nível de domínio sobre trejeitos e fala (mesmo sendo fácil perceber que suas falas em espanhol tenham sido dubladas por outra pessoa).
É quase inadmissível que o galês nunca tenha sido indicado ao Oscar. “Dois Papas” é a oportunidade da Academia corrigir esse erro histórico.
O argentino Juan Minujín (em seu primeiro trabalho de destaque em Hollywood) mantém o alto nível imposto por Pryce ao representar a juventude de Bergoglio, e a complexidade de sua relação – e passividade – com a sanguinária ditadura argentina.

… e esperança dos deficientes visuais.
Hoje, pela tradição católica, é dia festivo a Santa Luzia, protetora da visão. Que ela possa nos ajudar a ver o Cristo na figura do próximo, enxergar o amor no coração das pessoas para que sejamos a luz que clareia o mundo!
– Santa Luzia, rogai por nós.

No ano passado, o grupo humorístico Porta dos Fundos fez um filme para a Netflix onde Jesus e os discípulos durante a Santa Ceia (momento da Instituição da Eucaristia) ficam drogados pois Judas coloca narcóticos para eles ficarem dopados e curtir uma noitada. A película, evidentemente, trouxe muita polêmica.
Neste ano, novamente o Porta dos Fundos faz um filme satirizando Jesus: dessa vez, Ele é gay, vai a uma festa surpresa de 30 anos com seu namorado e Maria está pronta para dizer que seu pai é Deus, pois ele pensava que o Criador era seu tio.
Pra quê?
Num país de maioria cristã, é lógico que deveria se existir um cuidado com tais produções de mau gosto. Evidentemente temos liberdade de expressão, mas não parece ser oportunismo e busca de uma parcela anticristã da população tais filmes? Uma ofensa gratuita às pessoas que tem no Cristo seu sagrado sentido de religião, tudo em torno de fama e dinheiro?
Para expressar o que se pensa ou satirizar, há a necessidade de se entender qual o limite de respeito e ofensa ao próximo. Duas opiniões (a minha é a número 1):
1- A de quem contraria, em: https://www.youtube.com/watch?v=xFkPjYZpMJI
2- A de quem defende, em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2019/12/desculpem-meu-aramaico.shtml
Atualizando: a resposta de Fábio Porchat em: https://istoe.com.br/fabio-porchat-responde-criticas-sobre-especial-de-natal-do-porta-dos-fundos/

Por EVA, o pecado simbolicamente entrou no mundo.
Mas eis que o anjo disse AVE, CHEIA DE GRAÇA (…)! E Deus, pelas suas palavras angelicais, revela que uma virgem, concebida sem pecado, geraria o Salvador!
A Virgem? Maria, a Imaculada Conceição! E é a respeito desse dogma de fé que celebramos hoje: o de que Maria de Nazaré nasceu sem pecado para gerar Jesus Cristo.
Abaixo,
extraído de: https://formacao.cancaonova.com/igreja/doutrina/dogma-da-imaculada-conceicao-de-maria/
O DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
O Papa Pio IX, no dia 08 de dezembro de 1854, juntamente com 54 cardeais, 43 Arcebispos, 100 Bispos e mais de 50 mil romeiros, que vieram do mundo todo, declarou a Bula INEFFABILIS DEUS , que traz o seguinte dogma:
“É de Deus revelada a Doutrina que sustenta que a Virgem, Bem-Aventurada Maria, no primeiro instante de sua conceição (nascimento), por singular Graça e privilégio do Deus Onipotente, em vistas dos méritos de Jesus Cristo, o Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, e dessa maneira deve ser crida por todos os fiéis”.
Desde este dia, os Católicos passaram a acreditar que Maria nasceu Imaculada, quer dizer, sem mácula, sem mancha, sem pecado, não tendo herdado o pecado de Adão, como todos os outros herdamos.
O Dogma ainda fala que a Bem-aventurada Virgem Maria, desde o primeiro instante de sua concepção, foi preservada do pecado original. Um privilégio dado por Deus por causa do seu divino Filho.
O dogma aponta para dois pontos importantes:
a) a Virgem Santíssima foi preservada do pecado original desde o princípio de sua concepção;
b) a Virgem Santíssima recebeu este privilégio, apesar de humana, por causa de Jesus Cristo, gerado em seu ventre.
Depois de 3 anos dessa solene proclamação, no dia 11 de agosto de 1858, Nossa Senhora apareceu, milagrosamente, quinze dias em seguida, perto da pequena cidade de Lourdes, na França, a uma menina pobre, de 13 anos de idade, chamada Bernadete.
No dia 25 de março, Bernadete suplicou que Nossa Senhora lhe revelasse seu nome. Após três pedidos seguidos, Nossa Senhora lhe respondeu: “Eu sou a Imaculada Conceição”.
A palavra concepção vem do latim. Não é o nascimento da criança. Concepção é o momento que o espermatozóide fecunda o óvulo. De bilhões e bilhões de espermatozóides, apenas um fecunda o óvulo. No momento que o espermatozóide entra no óvulo, temos a concepção de um bebê.
Imaculada significa sem mácula, sem pecado, como já vimos.
Conceição significa concepção. Quer dizer que a Concepção de Maria foi sem mancha, sem pecado.
Agora imagine Maria.
O espermatozóide que fecundou o óvulo de Maria foi dado pelo Espírito Santo.
No momento que o espermatozóide divino penetrou no óvulo, Deus perdoou e apagou da vida de Maria todo o pecado, inclusive o original. Deus pode fazer isto, pois para Deus nada é impossível (cf. Lc 1,37; 18,27).
Jesus jamais poderia ter nascido de uma mulher pecadora. Caso contrário, Ele teria, no seu sangue, como por herança, como todos nós temos, o genes espiritual do pecado, aquele que faz com que qualquer ser humano também cometa pecado.

Vivemos numa era onde o equilíbrio emocional, espiritual, físico e financeiro precisam estar cada vez mais em sinergia. E sinceramente, penso que isto não é bom. Este equilíbrio, honestamente, é necessário, pois verdadeiramente bom seria que simplesmente vivêssemos em paz. Mas como hoje é dia de Santo Ambrósio, um santo alemão do século 3, compartilho uma reflexão maravilhosa do mesmo e que se faz necessária neste mundo tão ferido dos dias de hoje, onde o conforto das pessoas, às vezes, se baseia na vingança; onde alardeia-se o sucesso às custas do insucesso profissional de outros; ou, ainda, que neste mundo capitalista tão competitivo, nem todos têm espaço. Tudo isso pode ser verdade, mas não deveria.
Assim, lembremo-nos do pensamento ambrosiano:
“Ninguém cura a si mesmo ferindo os outros”.
O amor, a oportunidade e a presteza podem ter lugar num mundo cada vez mais vazio e contraditoriamente repleto de anseios.

Hoje a Igreja celebra o dia do Gigante das Missões: São Francisco Xavier, jesuíta que sonhou evangelizar na China e que converteu 30 mil pessoas!
Veja que bela história:
Extraído de http://www.ecclesiae.com.br/santos-catolicos/dezembro/sao-francisco-xavier-03-dez.html
DIA DE SÃO FRANCISCO XAVIER
São Francisco Xavier nasceu no castelo de Xavier na Espanha em 1506. Em 1534, no dia da Assunção, Francisco Xavier, juntamente com Inácio de Loyola, que conheceu na Universidade de Paris onde estudou, e outros cinco companheiros se consagraram a Deus, fazendo voto de pobreza e colocando-se à disposição do Papa.
Foi ordenado presbítero na Igreja Montmartre em Veneza e foi um dos sete primeiros religiosos com os quais Santo Ignácio fundou a Companhia de Jesus ou Comunidade de Padres Jesuítas.
Foi nomeado pelo Papa Pio X Patrono de todos os missionários porque foi, sem dúvida, um dos maiores missionários que existiram, sendo chamado “gigante da história das missões”.
Aos 35 anos iniciou sua vida missionária nas colônias portuguesas nas Índias. Neste momento, teve início seu grande feito: São Francisco Xavier teve uma intensa atividade missionária que abrangeu uma área tão vasta que seria excepcional mesmo nos dias de hoje. Percorreu a Índia e diversas ilhas durante 4 anos. Após este período, embarcou para o Japão, mas seu grande desejo era poder ser missionário na China.
Como estava proibida a entrada aos brancos da Europa, foi para Singapura e depois conseguiu que o capitão de um navio o levasse para a ilha deserta de San Chao a 100 quilômetros de Hong-Kong, onde ficou gravemente enfermo e morreu em 3 de dezembro de 1552, aos 46 anos de idade. Em 11 anos de missionário, administrou o batismo a mais de trinta mil convertidos.
Anos mais tarde, seus companheiros da congregação quiseram levar seus restos a Goa, que foi o centro de onde sua atividade missionária se irradiou e encontraram seu corpo incorrupto, conservando-se assim até nossos dias. São Francisco Xavier foi declarado santo pelo Sumo Pontífice em 1622 junto com a Santa Teresa, Santo Ignácio, São Felipe e São Isidro.

Sim, somos influenciáveis; uns poucos, outros muitos. E por quê ou por quem nos influenciamos?
A resposta pode vir de uma reflexão bacana, trazida em tuíte do Papa Francisco:
“Se os bens materiais e o dinheiro tornam-se o centro da vida, eles apoderam-se de nós e nos escravizam”.
E então: o que tem sido o centro de sua vida?

Estamos no Tempo do Advento, que significa: “espera por aquele que há de vir”!
É uma espécie de “ano novo litúrgico” para os católicos, tempo de aguardar o Natal do Senhor Jesus. Época de esperança, de fé, de conversão.
Há 1600 anos aproximadamente, num primeiro domingo do advento como esse, um jovem chamado Agostinho, após ouvir a leitura de Romanos 13, 11-14, convertia-se. E desregrado cidadão passa a ser um grande santo, doutor da Igreja: Santo Agostinho!
A Leitura é essa (Carta de São Paulo aos Romanos):
“Irmãos: Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.”
E nós, estamos prontos para a conversão nesse belo tempo litúrgico?

Há 1 ano…
O fantástico cientista Albert Einstein era judeu, mas duvidava da própria fé e da predileção pelos seus irmãos de crença.
Nesta semana, foi leiloada uma carta onde com duras palavras ele questiona a existência de Deus e a própria escolha do povo de Israel como “escolhido”.
Abaixo, extraído de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/12/carta-de-einstein-sobre-deus-e-leiloada-por-tres-milhoes-de-dolares.html
CARTA DE EINSTEIN SOBRE DEUS É LEILOADA POR 3 MILHÕES DE DÓLARES
No documento, o físico também questiona o judaísmo, sua própria religião
Albert Einstein, além de gênio da física e vencedor do Prêmio Nobel, também gostava de escrever cartas. Não é à toa que, quando uma delas é revelada ao público, tem grandes chances de ser leiloada. Com a famosa “Carta de Deus” não foi diferente: o manuscrito em que o cientista questiona a existência da entidade divina foi leiloado na última terça-feira (4) por US$ 2,89 milhões (algo em torno de R$ 8,1 milhões).
De acordo com a casa de leilões Christie’s, em Nova York, o valor arrecadado pela venda do item superou quase o dobro do valor que era esperado. Inicialmente a estimativa era receber em torno de US$ 1,5 milhão (ou cerca de R$ 5,8 milhões) pelo artigo.
“A palavra Deus é para mim nada mais do que a expressão e o produto das fraquezas humanas, a Bíblia é uma coleção de lendas honrosas, mas ainda primitivas que são, no entanto, bastante infantis”, diz o físico, que era judeu, em um dos trechos do documento.
A carta foi escrita ao filósofo Eric Gutkind em resposta ao livro Choose Life: The Biblical Call to Revolt (ou “Escolha a Vida: o chamado bíblico para a rebelião”, em tradução livre). Anteriormente, ela foi oferecida em leilão em 2008 e comprada por um colecionador privado por US$ 404 mil, segundo a empresa Christie’s.
Entre os trechos do manuscrito, Einstein ressalta também que o judaísmo não é superior a outras religiões e que os judeus não são o povo escolhido. “Para mim, a religião judaica é como todas as outras religiões, uma encarnação da superstição primitiva.”
“O povo judeu, ao qual eu pertenço com muito gosto, e em cuja mentalidade me sinto profundamente ancorado, até para mim não tem nenhum tipo de dignidade diferente de outros povos. Na minha experiência, eles não são de fato melhores do que outros grupos humanos.”
O criador da teoria da relatividade escreveu dezenas de cartas durante a sua vida. Outros artigos do cientista arrecadaram grandes valores em leilões passados, mas a “Carta de Deus” bateu o recorde. Antes, o maior valor tinha sido atribuído em 2002 a uma mensagem do cientista ao presidente Franklin Roosevelt, na qual alertava sobre os perigos de construções de bombas poderosas, arrematada por US$ 2,1 milhões.

Meu avô (como todo italiano legítimo) costumava, quando muito irritado, xingar até mesmo a Deus! Depois passava… E era repreendido pois não poderia “bestemmiare” perto dos netos (ou seja: blasfemar).
Junto às polêmicas contra o racismo na Itália (que infelizmente estão constantes), uma outra punição tem sido muito discutida por lá: a de tomar o nome de Deus ou de santos em vão! E está gerando suspensão.
Compartilho, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2019/10/30/falar-nome-de-deus-em-vao-e-vetado-na-italia-e-ja-quase-suspendeu-astros.htm
FALAR NOME DE DEUS EM VÃO É PROIBIDO NA ITÁLIA E GERA PUNIÇÃO
Nesta semana, dois atletas do Campeonato Italiano foram suspensos por um jogo pela federação por… blasfemar em campo. É isso mesmo: por lá, proferir em campo o nome de Deus e outras figuras religiosas em vão ou em contexto considerado desrespeitoso pode render punição. Os meio-campistas Francesco Magnanelli, capitão do Sassuolo, e Matteo Scozzarella, do Parma, foram os últimos atingidos pela regra que vigora há quase uma década e já rendeu dor de cabeça a astros como Gianluigi Buffon e Zlatan Ibrahimovic.
Foi em 2010 que a federação decidiu que xingamentos e blasfêmias deveriam ser punidos com cartão vermelho direto. Caso o árbitro não perceba o ato em campo, o infrator pode ser punido posteriormente, com auxílio de imagens de TV e leitura labial – foi assim nos casos de Magnanelli e Scozzarella. O motivo anunciado para a regra, na época de sua aplicação, foi desestimular o uso de “linguagem ofensiva” nos gramados.
Desde então, alguns jogadores já foram punidos por falar mais do que podiam. No ano passado, o volante Rolando Mandragora, da Udinese, também tomou um jogo de gancho depois de perder um gol e desabafar usando os nomes de Deus e da Virgem Maria. Outros que já se deram mal foram o técnico Domenico Di Carlo (Chievo), o atacante Davide Lanzafame (Parma) e o meia Luca Siligardi (Livorno). Mas o primeiro jogador da história a ser punido por blasfemar poderia ter sido ninguém menos que Gianluigi Buffon.
O lendário goleiro, ainda hoje na ativa aos 41 anos pela Juventus, foi acusado de falar o nome de Deus em vão após falhar em um jogo contra o Genoa, em 2010. Em sua defesa, Buffon disse que falou “zio”, que significa “tio”, e não “Dio” (Deus). Ele escapou de punição após se desculpar publicamente. “Se um dia eu tiver a sorte de encontrar Deus, é Ele quem vai decidir me perdoar ou não”, disse o jogador na época.
Ibrahimovic também quase se complicou em 2011, quando jogava pelo Milan. O astro sueco foi filmado supostamente proferindo blasfêmias em um jogo contra o Cagliari, mas acabou não sendo formalmente acusado porque o vídeo não oferecia prova definitiva do ato.
Apesar de ser apoiada por grande parte da comunidade futebolística na Itália, a regra também tem seus opositores. A Federação Internacional dos Futebolistas profissionais (Fifpro) divulgou um comunicado contra a decisão da federação italiana em 2010, dizendo que a decisão feria o direito fundamental da liberdade de expressão dos jogadores. Até hoje, porém, a norma segue de pé.
Essa não é a única polêmica envolvendo punições no futebol italiano recentemente. Os diversos casos de racismo nesta temporada, com insultos em estádios contra jogadores como Lukaku (Inter de Milão), Kessié (Milan), Dalbert (Fiorentina), Juan Jesus (Roma) e Ronaldo Vieira (Sampdoria), têm causado pressão por medidas mais rígidas da federação. Alguns dos casos, como o envolvendo Lukaku, acabaram sem punição, enquanto outros, como o envolvendo Dalbert, renderam apenas uma multa ao clube cuja torcida proferiu as ofensas.

Ibrahimovic escapou de punição em 2011, quando jogava pelo Milan, por blasfemar em campo Imagem: Max Rossi/Reuters
Hoje, dia 27, se comemora uma das mais belas invocações marianas: a de Maria, Nossa Senhora das Graças.
Já fez sua oração hoje?
ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo- nos de vossos pés para vos expôr, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada).
Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.

Dias atrás o Evangelho repercutiu a pergunta de uma pessoa a Jesus sobre uma mulher, que casada com mais de um marido por viuvez, de qual forma seria a relação conjugal no Céu.
E aí? Quem seria o marido dela?
Jesus fala sobre o corpo glorioso, de ser como os anjos, da comunhão dos santos, entre outras explicações. Mas gostei bastante da explicação do Professor Felipe Aquino, que compartilho abaixo, bem didática.
Aqui em: https://www.facebook.com/PFelipeAquino/videos/437491477170648/?sfnsn=scwspmo&d=n&vh=e
O leigo é aquele voluntário, abnegado, servidor, que trabalha por amor a Deus e ao Próximo pela Igreja. E nesse domingo, que a liturgia celebra a Festa de Cristo Rei do Universo, é também o Dia do Leigo.
Veja uma bela mensagem de Dom Frei Severino Clasen, Bispo de Caçador/SC, em uma oportunidade de anos atrás, na época presidente da Comissão Episcopal para o Laicato. Perfeita para hoje:
MENSAGEM PARA O DIA NACIONAL DOS CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS
Saúdo todos os leigos e leigas do Brasil pelo seu dia na festa de Cristo Rei!
Viva Cristo Rei!
Todas as criaturas necessitam de um ambiente saudável para nascer, crescer e viver em paz. É preciso construir a casa para que se possa viver com dignidade como pessoa humana, desde o momento em que tem início a existência, pois, já carrega a imagem de Cristo.
Jesus Cristo é proclamado Rei do Universo no último domingo litúrgico do ano. Ele tem um Reino para nós. Pela graça do Batismo, somos filiados à Igreja. Como mãe, a Igreja oferece as condições espirituais e humanas para que a vida seja de fato vista como dom e riqueza imensurável. Portanto, cada criatura humana carrega dentro de si o grande sinal de Deus Uno e Trino. A festa de Cristo Rei é para todos os batizados. Lembramos nesse dia especialmente os leigos e leigas.
A Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato, ao saudar os leigos e leigas, convoca-os para trabalhar na messe do Senhor e construir o Reino de paz e de justiça. O nosso espaço, o lugar onde vivemos, deve se tornar um sinal do Reino definitivo anunciado por Jesus Cristo. Por isso, são chamados para contribuir na evangelização. Saudamos e cumprimentamos os milhões de leigos e leigas que se dedicam à evangelização; são infinitamente a maioria absoluta que anunciam o Cristo Rei através da catequese, da liturgia, da coordenação de grupos, das pastorais, dos movimentos, associações, novas comunidades, CEBs, dos conselhos de leigos e da presença nos diferentes espaços da sociedade como na cultura, na economia, no mundo do trabalho, nas artes, na família, na política, na vida profissional, na educação, nos meios de comunicação, dentre outros. Reconhecemos que a maioria dos agentes de evangelização são as mulheres.
O trabalho humilde, simples, cotidiano, constante, sereno, fecundo das mulheres é a beleza gigantesca no anúncio do Reino de Deus. Que os homens também se sintam participantes nessa tarefa divina e santa, pois temos tantos homens espalhados pelo mundo afora se dedicando no anúncio do Evangelho e sua justiça. Que na festa de Cristo Rei, dia do leigo, saibamos valorizar todos os que são partícipes da gloriosa vinda de Cristo e com Ele, possamos construir o Reino definitivo.
No ano de 2014, teremos muitas oportunidades para aprofundar a reflexão sobre a missão e o ministério dos leigos. Está na hora de somarmos forças para equilibrar as relações no mundo todo, que nenhum filho de Deus, passe fome, se perca no crime e seja recolhido em prisões, mas que tenha saúde, educação, espaço para o lazer, trabalho digno, moradia; esse é o Reino que ainda deve ser construído, e a força do Evangelho nos proporciona e nos condiciona para tanto. Como afirma do Documento de Aparecida os leigos e leigas são chamados a ser construtores do Reino. É uma questão de decisão, de participação e de iniciativa criativa e inspirada pela força de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
Que a fé, aumentada e professada neste Ano da Fé, seja a força motora em cada cristão para ser instrumento de paz em toda parte.
Que o modelo de vida de família, testemunhada por Jesus, Maria e José, encoraje os leigos e leigas para serem discípulos missionários do Reino de Deus.

Aliás, veja que maravilha nossas crianças ensaiando para a Missa do Cristo-Rei: https://www.youtube.com/watch?v=rcs7BVmB7XM
Gostei demais da mensagem do Papa Francisco, que tuitou durante sua viagem apostólica a respeito da busca da vida eterna.
Escreveu o Pontífice:
“O Reino dos Céus é a nossa meta comum; uma meta que não pode ser só para amanhã, mas imploramo-la e começamos a vivê-la hoje.”
O Céu deve ser o fim que buscamos, pois nele estaremos na eternidade em comunhão com Cristo. Sendo assim, nossa vida terrena é um tempo de preparação, e durante essa passagem, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos (o mandamento do Amor, deixado por Jesus) é o caminho para sermos santos diariamente.
Desde já, almejemos essa meta (de chegarmos ao Céu) não isolados, mas em comunidade.

Espetacular para que entendamos o que é tolerância: na visita que Francisco está fazendo em Bangcoc, o Pontífice visitou um hospital católico e se reuniu com o líder máximo do Budismo local.
Respeitando a cultura de lá e aberto ao Ecumenismo e a Convivência Pacífica, o Papa e o Monge defenderam o direito à crença, a pacificação das nações em conflito e a luta contra a exploração sexual infantil.
Aliás, ao ver a foto dos dois religiosos no templo de Buda, imagino: o quão era possível imaginar autoridades de religiões tão diferentes, unidas por um único propósito: a PAZ?
Sensacional.
Papa Francisco e Patriarca Budista Supremo da Tailândia no templo de Wat Ratchabophit, em Bangcoc, nesta 5a (21) — Foto: Mídia Vaticana / AFP (extraído de Globo.com)
O respeito à fé, às convicções políticas e à sexualidade deve ser sempre preservado. Muitas vezes nos deparamos com assuntos polêmicos, que podem fazer proselitismo ou determinar preconceito contra uma crença religiosa (ou descrença).
Nos dias atuais, o radicalismo a favor ou contra alguma religião, partido político ou causas sociais (como LGBTQ+) acaba entrando no noticiário por seus manifestantes e defensores – em algumas ocasiões, de maneira ofensiva.
Procurar a neutralidade e preservar o direito ao exercício da cidadania (sem fazer apologia ou repulsa) é fundamental. E, apesar de muitas críticas que se possa fazer em alguns setores do Governo, ao ler sobre a criação de um canal de denúncias para que se tenha a possibilidade de reclamar de conteúdos inapropriados (que critiquem a fé desde o cristianismo até as de raízes africanas; de promoção de campanha partidária / política de Esquerda ou Direita; ou ainda de erotização precoce ao invés de educação sexual) penso ser uma acerto muito grande!
A questão não é censurar (censura nunca deve ser feita), mas a necessidade de mostrar a pluralidade de ideias e manifestações (não de um lado apenas, para que não seja um ensino doutrinário) é indiscutível.
Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/11/damares-anuncia-canal-de-denuncias-para-questoes-contra-moral-religiao-e-etica-nas-escolas.shtml
DAMARES ANUNCIA CANAL DE DENÚNCIAS PARA QUESTÕES CONTRA MORAL, RELIGIÃO E ÉTICA NAS ESCOLAS
Segundo a ministra, canal está sendo formatado em parceria com o MEC e será anunciado em breve
A ministra Damares Alves (Direitos Humanos) disse nesta terça-feira (19) que um canal de denúncias está sendo formatado em parceria com o MEC (Ministério da educação) para receber queixas de conteúdos que possam ser considerados inadequados nas escolas.
“O que nós queremos é tão somente o cumprimento da lei”, afirmou ela a jornalistas, fazendo referência a Convenção Americana de Direitos Humanos, o Pacto de San José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário.
“Lá está dizendo que a escola não pode ensinar nada que atente contra a moral, a religião e a ética da família. A família precisa ser ouvida.”
Segundo Damares, o canal será anunciado em breve e será conduzido pelo Ministério da Educação. Questionada sobre o papel da sua pasta, ela disse que será o de conversar com as famílias, sem entrar em detalhes de como isso será feito.
Ela também não explicou em que formato funcionará o canal —se pela internet, via telefone ou outra forma— e não citou previsão para a implementação, mas disse que deve ocorrer ainda este ano. O MEC não retornou o contato da reportagem para comentar sobre o tema.
A ministra havia falado sobre o canal de denúncias na segunda-feira, ao compartilhar, no Twitter, uma reportagem do site Metrópoles sobre o caso de um professor de Brasília que teria ensinado sobre sexo anal e oral a alunos do sexto ano e pedido uma redação a respeito do tema.
“Tudo o que nós queremos: bom senso. Foi um episódio de um educador, esse rapaz pode estar doente, perturbado, não está bem orientado, foi um episódio isolado. O que nós queremos é que episódios como esse não aconteçam mais”, disse em Belo Horizonte.
Segundo Damares, o objetivo é trabalhar uma parceria entre escola e família, onde cada um esteja ciente de seu “dever e papel”. Ela garantiu que o objetivo não é punir educadores e que não será instaurada “uma guerra contra a escola”.
“Não existe aqui nenhum governo radical, opressor, que vai proibir falar desses temas, obedecendo o material didático certo, a idade certa e a forma certa de falar”, explicou.
A ministra defendeu que é importante falar de educação sexual nas escolas para “empoderar a criança”.
Damares citou sua própria história de abuso, ocorrida quando tinha 6 anos. Ela conta que não sabia que poderia denunciar o que aconteceu e que, se tivesse sido orientada, estaria empoderada para se proteger.
Em setembro, o ministro da educação, Abraham Weintraub, enviou ofício para as secretarias de educação do país com orientações sobre respeito a crenças religiosas, pluralismo de ideias e sobre o veto de propagandas partidárias em sala de aula. Temas que remetem ao que é preconizado pelo movimento Escola sem Partido.
Na época, Weintraub disse que colocaria os canais de comunicação do MEC à disposição para receber denúncias de casos que fossem considerados extremos.
Em Belo Horizonte, Damares também disse que não estava previsto, mas que irá sugerir que o canal de denúncias seja incluído no Pacto pela Infância —pacto de programas sociais— articulado com outros ministérios.
Ela antecipou outro programa do governo que será anunciado nos próximos dias. O “Creche para todos”, diz ela, tem como meta colocar em dois anos todas as crianças do país, na faixa de 0 a 4 anos, em creches. Os detalhes também serão tratados pelo MEC.
A agenda da ministra na capital mineira incluiu participação em audiências públicas e o recebimento do título de cidadã honorária do estado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
Respondendo à pergunta se irá para o novo partido do presidente Jair Bolsonaro, Damares disse que não foi convidada ainda e que irá pensar.

O que pensam os casais que optam por terem o relacionamento sexual após o casamento?
Sobre “Namoro de Corte”,
Extraído de: https://is.gd/3QCjVq
COMO NOSSOS AVÓS
Quem são e o que pensam os jovens adeptos do “namoro de corte”, em que o primeiro beijo é dado depois do casamento
Por Camila Brandalise
Aos 22 anos, a professora Samila Souza Rodrigues namora há dois e está de casamento marcado para janeiro de 2018. Subir ao altar com o noivo, Roney Reis de Andrade, 23 anos, significará mais do que a celebração de uma nova vida. É quando vai acontecer o primeiro beijo do casal. Isso mesmo, primeiro beijo.
Para além de movimentos como “Eu Escolhi Esperar”, em que casais decidem ter relações sexuais apenas depois de se casarem, e na contramão das reivindicações dos jovens por mais liberdade quando o assunto é sexo, há pessoas que decidem começar um relacionamento e namorar nos moldes de antigamente: sem beijo, sem contato físico, sempre com alguém por perto.
É o chamado “namoro de corte”. “Quem vê de fora pensa que é loucura, mas não, é uma decisão bem consciente. Claro que tenho desejo, mas quero fazer tudo dentro da aliança do casamento, no tempo certo”, afirma Roney.
REDUÇÃO DE “DANOS”
A ideia de “namoro de corte” está totalmente atrelada à religião. Entre os casais que aderem à prática, pelo menos uma das duas pessoas faz parte de alguma igreja em que se discute sobre a importância de se relacionar mais intimamente só depois de firmado o compromisso do matrimônio. Pode parecer pouca gente, mas há um grande número de comunidades on-line dedicadas a tratar apenas desse assunto.
Os defensores explicam o que é, discutem o que vale e o que não vale dentro da “corte” e trocam experiências. O consultor de marketing Rodrigo Santos Rodrigues de Andrade, 25 anos, é dono de um dos grupos nas redes sociais que tratam do assunto, ele próprio adepto dessa modalidade de namoro. “Antes de saber o que era, já tinha decidido que era o que eu queria. Como não tem contato físico, é livre de depravações”, diz Rodrigo. “Comecei a conversar com minha atual namorada em fevereiro sobre a possibilidade de nos relacionarmos. Tiramos um período para oração, para ter certeza se era o que queríamos e, em abril, oficializamos nossa ‘corte’.”
Segundo os casais, não há garantia do sucesso do relacionamento, ainda que os riscos sejam menores. No site Eu Escolhi Esperar, que integra um movimento nacional, há depoimentos como o da advogada e cristã Kamila Carvalho Borges: “A corte também não é uma garantia que o romance dará certo, mas que se não acontecer da maneira esperada, os ‘danos’ serão menores, e em alguns casos, inexistentes”, afirma ela, que é casada com o cantor e compositor Lincoln Borges, membro da Missão Cristo Vive, de Vitória (ES). “Não significa reprimir desejos. Apenas esperar o momento certo. Posso dizer isso pela minha vida e por tudo que tenho desfrutado que está sendo uma experiência preciosa”, afirma Roney.
Inspiração nas escrituras
A maioria dos jovens pratica o namoro de corte por motivação religiosa, citando os versículos bíblicos de Tessalonicenses 4:3-4
“A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual”
“Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa”.

TEMPO CERTO Samila e Roney, noivos que nunca se beijaram: “experiência preciosa” (Crédito: GABRIEL REIS)
Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!
Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.
Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.
É dele a frase:
“Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!“
Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.
Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

Foto-arte extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-alberto-magno-o-grande-doutor-por-um-acordo-com-a-virgem-66711
O Papa Francisco esteve em oração pelos que são perseguidos pela intolerância religiosa, em especial os cristãos que vivem na Síria e que são mortos cruelmente. Por exemplo, a morte de um padre nesta semana. Tuitou o pontífice:
Estou próximo à comunidade armeno-católica de Kamichlié, na Síria, reunida para as exéquias do seu pároco, o sacerdote Joseph Bedoyan, assassinado ontem com o seu pai. Rezo por eles, pelos seus familiares e por todos os cristãos na Síria.
Aqui uma grande preocupação: pouco se fala das mortes promovidas pelo ISIS ou outros grupos terroristas contra específicos grupos religiosos. Por quê?

(foto de um atentado do Estado Islâmico contra católicos anos atrás, na Síria).
Que tal rezar enquanto você pratica sua atividade física na esteira ou na rua, monitorando seus batimentos cardíacos para, depois da prece, estudá-los?
Pois é: vem aí um SmartWatch católico, que une tecnologia para ajudar a meditar na fé!
Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/tecnologia/conheca-o-erosary-o-relogio-inteligente-da-igreja-catolica/
O eROSARY, O “RELÓGIO INTELIGENTE” DA IGREJA CATÓLICA
Acessório pode ser usado tanto para monitorar exercícios quanto personalizar uma oração
por Rafael Battaglia
Como fazer o catolicismo, com seus dois mil anos de idade, parecer mais moderno? Simples: tecnologia.
Durante uma coletiva de imprensa na última semana, o Vaticano anunciou o lançamento do eRosary, um dispositivo eletrônico que funciona como um “rosário inteligente” – um gadget que monitora a atividade física e, de quebra, ajuda os usuários em suas orações.
Dessa forma, o papa (e a Igreja Católica) entram no crescente fenômeno dos wearables: roupas, calçados, acessórios e qualquer tipo de dispositivo vestível conectado à internet. Sabe aquele seu amigo que comprou um Apple Watch (ou modelos de relógio similares da Samsung, Xiaomi, etc.)? É exatamente isso.
Segundo a Forbes, o mercado de wearables vai dobrar até 2022. A previsão é que ele valha mais de US$27 bilhões até lá, com 233 milhões de dispositivos comercializados. Não é por menos, afinal, há diversas aplicações para eles: dá para usar no trabalho, para fazer exercícios, monitorar a saúde – e colocar as orações em dia.
O eRosary é composto por dez contas (ou “bolinhas”, feitas com ágata preta e hematita) e uma central de processamento em formato de cruz, cujo sensor mapeia a atividade física do usuário: batimentos cardíacos, respiração, pressão, entre outros. Confira a ficha técnica da pulseira, segundo o site The Verge:
– Bluetooth 5.0
– Resistência à água e poeira
– Carregamento sem fio
– Bateria de íon de lítio com capacidade de 15mAh
O aparelho foi desenvolvido pela GadgeTek, uma divisão da Acer, e pode ser conectado ao Click To Pray (“Clique para Rezar”, um trocadilho com a palavra “play”). O aplicativo funciona como uma espécie de “Spotify católico”: dá para compartilhar orações com outros fiéis e até com o próprio Papa Francisco – o projeto faz parte de uma iniciativa da Igreja Católica para criar uma rede integrada de devotos mundo afora.
Além disso, o dispositivo “atualiza” a tradição católica de rezar o rosário: guiando-se pelas contas, como manda o costume, é possível personalizar a oração, escolhendo versões temáticas para a reza que serão lançadas ao longo do ano.
O preço? US$110 (R$449). Por ora, o eRosary está à venda apenas na Amazon da Itália e na loja online da Acer. Resta saber se os católicos vão se adaptar ao upgrade.

Aos que estão em desespero, calma! Hoje é dia de São Judas Tadeu, considerado o santo auxiliador das pessoas que estão desesperadas.
Primo de Jesus, apóstolo e corajoso. Eis sua história (extraído de http://is.gd/J3ZYu7)
SÃO JUDAS TADEU
São Judas, designado por Tadeu (que significa o corajoso), é um dos Doze Apóstolos escolhidos por Jesus para o acompanhar na Sua vida pública. Irmão de S. Tiago Menor, primo de Jesus, seguiu o Divino Mestre de perto e depois do dia de Pentecostes dedicou-se à pregação do Evangelho na Judéia, Samaria, Mesopotâmia (hoje região do Iraque) e na Pérsia, aonde viria a morrer martirizado, juntamente com o Apóstolo São Simão, apelidado «o Zelote». Costuma ser representado com uma moca ou cacete na mão porque foi assassinado à paulada. O seu corpo foi trazido para Roma, onde é venerado na Basílica de São Pedro, no Vaticano. O Papa Paulo III concedeu indulgência plenária a quem visitar o seu túmulo no dia da sua festa, que a Igreja fixou no dia 28 de outubro.
Por causa da traição de Judas Iscariotes, o nome de Judas (que significa Deus seja louvado) veio a cair no opróbrio, devotando os cristãos tal horror e desprezo por aquela designação que o termo Judas passou a ser usado como equivalente de traidor, criminoso, assassino, homem desprezível ou diabólico. Narra Santa Brígida que Nosso Senhor quis reparar tal estado de coisas e fazer justiça a nome tão belo e sublimemente usado por Seu primo materno. Numa aparição àquela famosa santa sueca, Jesus, num momento difícil, disse-lhe para recorrer a São Judas Tadeu, pois ele queria ajudar os seus irmãos neste mundo. A influência das revelações de Santa Brígida estendeu-se desde a Idade Média ate os dias de hoje e é por isso que muitos cristãos passaram a recorrer a São Judas, a exemplo de Santa Brígida. Tais foram e têm sido os favores espetaculares do Santo que a sua fama alcançou todo o mundo católico, tornando-se conhecido na tradição cristã como o advogado das causas consideradas perdidas, desesperadas, angustiosas ou muito difíceis de resolver satisfatoriamente.
Poderoso patrono das causas difíceis e desesperadas
Assim, desde o século XIV, S. Judas é invocado nos casos difíceis e a experiência provou o poder da sua intercessão nas circunstâncias em que, esgotados todos os meios humanos, as causas parecem totalmente perdidas ou desesperadas.
Um escritor eclesiástico assegura que “entre os devotos de S. Judas, poucos há que não tenham recebido provas especiais da sua assistência nas doenças, nos assuntos mais difíceis e mesmo no desespero, nos temores, nos desgostos, nas calúnias, na pobreza, na miséria, e nas ocasiões em que toda a esperança humana parecia perdida”. S. Bernardo de Claraval tinha uma enorme devoção ao santo Apóstolo. Depois de ter conservado e honrado durante toda a sua vida uma relíquia do Santo, ordenou que, quando morresse, lhe pusessem sobre o coração e assim o enterrassem.
Dizia que não queria se separar daquele que tinha sido um poderoso protetor da sua pureza e o seu auxílio em todas as dificuldades.
Como São Bernardo, muitos têm encontrado no patrocínio de São Judas o alívio que há muito procuravam. A capela com a sua imagem na Basílica dos Mártires, em Lisboa, prova bem o agradecimento de inúmeras almas, que, aflitíssimas, a ele recorreram com eficácia. Mas capelas por todo o mundo atestam o mesmo fato. Ele entrou na devoção dos povos católicos e tem marcado a sua presença ao longo dos séculos com poderosos favores.

Tenho muita preocupação quando a Política quer tirar proveitos escusos da Religião (e idem quanto a relação inversa).
Digo isso pois, às vésperas da canonização de Irmã Dulce, que será chamada de Santa Dulce dos Pobres (a primeira mulher nascida em nosso país a ser reconhecidamente santa pelo Vaticano), muitas autoridades estão querendo aparecer nos holofotes, mesmo não vivendo o catolicismo (caso de evangélicos, ateus ou umbandistas que farão parte da comitiva oficial). Entretanto, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, chefe da maior nação católica do mundo, não irá. Para mim, uma surpresa, já que ele se declara um homem de muita fé cristã.
Leio no site da Revista Exame (em: https://is.gd/7TP4jG) que os motivos seriam:
Enquanto uma comitiva de políticos começa a desembarcar no Vaticano para a canonização da beata baiana Irmã Dulce, evento que acontecerá no próximo domingo 13, o presidente Jair Bolsonaro, que se considera católico mas levanta a bandeira evangélica na política, anunciou que não irá comparecer à cerimônia de santificação. Em seu lugar, de acordo com o Planalto, irá o vice-presidente Hamilton Mourão.
Em julho, o porta-voz da Presidência da República Otávio Rêgo Barros havia confirmado o comparecimento de Bolsonaro na canonização que será conduzida pelo Papa Francisco, alegando que a presença reforçaria o compromisso do presidente “na importância de o Brasil ser um Estado laico”. Na última quarta-feira, entretanto, a presidência informou que devido a compromissos de agenda, Bolsonaro não irá nem ao Vaticano nem a Salvador, em outra comemoração marcada para dia 20 – alguns consideram a decisão uma forma de agradar sua base evangélica e a primeira-dama.
Para não fazer feio com os católicos, entretanto, há previsão de que na tarde de sábado 12 o presidente compareça à festa da Padroeira de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, SP. “Em razão até de uma impossibilidade de que ele participe da cerimônia para a Santa Irmã Dulce em Salvador no dia 20, o presidente entendeu a importância de se fazer presente em eventos de fé católica”, disse o porta-voz da presidência.
Fico me questionando: a fé da população católica brasileira é real, ativa, participante; é apenas de “carteirinha” (a que se declaram batizados não-praticantes) ou a de conveniência?
Vale a pena refletir…
Uma observação importante: Irmã Dulce (Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, que faleceu em 1992), o “anjo bom da Bahia” é, talvez, uma grande inspiração para o catolicismo brasileiro não só pelas suas obras de caridade e amor ao próximo, vivendo o Evangelho de Jesus Cristo na radicalidade, mas também por ser contemporânea a nós, ou seja, uma santa dos nossos dias, que até há pouco tempo estava entre nós. Com ela, o Brasil passará a ter 37 santos, 51 beatos e 15 veneráveis, além dos 130 processos de canonização (vide em: https://is.gd/3aNTbX).

Como as coisas estão pilhadas no país! Está acontecendo o Sínodo Católico (um encontro de bispos) para a discussão da Amazônia.
Nele, se fala sobre a relação da Igreja com os índios, o respeito a esse povo, a preocupando com a natureza e a necessidade de cuidar do planeta. Em momento algum se discutiu internacionalizar a Floresta Amazônica, como alguns insistem em dizer. Ao contrário: se falou em respeito à soberania das nações que fazem parte da Amazônia Legal.
A quem interessa tumultuar uma questão de fé / evangelização e transformá-la em fato de divisão?

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!
Francisco, filho de ricos comerciantes, despojou-se para cuidar dos pobres. Viveu do essencial, na pobreza material e riqueza da fé. Cuidou da natureza, com apreço especial aos animais. Ele é o “irmão sol”, como ficou conhecido pela cumplicidade com sua companheira espiritual, Santa Clara, a “irmã lua”.
Sua oração, citada acima, aqui:
ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Outubro é um mês com importantes datas de santos católicos, não? No próximo dia 04, temos a memória de São Francisco de Assis. Hoje, da jovem freirinha Terezinha, que, apesar de morrer na juventude, tornou-se Doutora da Igreja!
Conta-se que nesse dia as graças alcançadas por sua intercessão são acompanhadas de rosas perfumadas. É uma bela e romântica simbologia.
Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós!

Para quem pôde ir na Missa nesta 4a feira, ouviu uma importante mensagem na Primeira Leitura, do profeta Esdras:
“Enquanto éramos escravos, Deus não nos abandonou”.
E trazendo isso para o nosso dia, fica a reflexão: somos escravos, hoje, do quê?
– Das nossas vontades? Dos nossos vícios? Das vaidades? Do dinheiro? Do trabalho?
Lembremo-nos: Deus continua estando conosco, não nos abandonando, seguindo o exemplo citado pelo povo hebreu. Assim, não nos permitamos escravizar seja pelo que for: pelas coisas mundanas ou pelas espirituais; pelos valores financeiros ou tormentas depressivas. Mas se ainda assim vacilarmos, lembre-se: Deus não nos esquece!

Saeid Mollaei é um importante judoca (campeão mundial de 2018) que perdeu uma luta recente na Copa do Mundo de Judô no Japão. Se vencesse, Mollaei, que é iraniano, enfrentaria um judoca de Israel (nação não reconhecida pelo Irã).
O atleta confessou que perdeu de propósito a luta, a mando do seu país, para não enfrentar um lutador de nação não-reconhecida. Agora, pediu asilo político na Alemanha.
A que ponto chega a intolerância religiosa, mesmo no esporte, não?
JUDOCA IRANIANO PRESSIONADO A NÃO ENFRENTAR ISRAELENSE SE RECUSA A VOLTAR PARA CASA
BERLIM (Reuters) – Um judoca iraniano está se recusando a voltar para casa depois de ter ignorado ordens da federação do país para se retirar de lutas para evitar uma possível final contra um israelense, informou a Federação Internacional de Judô (IJF) nesta segunda-feira.
A IJF disse que Saeid Mollaei foi pressionado por autoridades do Irã a desistir de seus combates de quartas de final e semifinal no campeonato mundial de judô em Tóquio, na semana passada, para não ter que possivelmente enfrentar o israelense Sagi Muki na final.
“Preciso de ajuda. Mesmo se as autoridades do meu país disserem que posso voltar sem problemas, estou com medo. Estou com medo do que pode acontecer com minha família e comigo”, disse ele em um comunicado publicado pela IJF.
Segundo a entidade, Mollaei recebeu diversas ordens, tanto do Comitê Olímpico Nacional quanto do governo, de se retirar de combates para evitar a chance de lutas com israelenses, e agentes de seguranças foram enviados à sua casa no Irã.
“Alguns minutos antes da disputa (de quartas de final), o treinador iraniano recebeu uma ligação de seu país”, disse a IJF em seu site. “Do outro lado da linha, o primeiro vice-ministro dos Esportes iraniano, Davar Zani, lhe deu a ordem de retirar Mollaei da competição para evitar um combate em potencial entre Irã e Israel”.
A IJF disse que depois o presidente do Comitê Olímpico Nacional iraniano também contatou Mollaei antes de sua semifinal, que o atleta perdeu, para instruí-lo a desistir.
Não foi possível contatar nem o Comitê Olímpico Nacional nem o Comitê Olímpico Internacional de imediato para obter comentários.
Não foi a primeira vez em que atletas de nações árabes ou do Irã receberam ordens para desistir ou se recusar a competir com atletas israelenses nas Olimpíadas ou em outras competições internacionais.
Na Olimpíada de Atenas de 2004, o então campeão mundial iraniano Arash Mirasmaeili se recusou a enfrentar o judoca israelense Ehud Vaks, sendo elogiado por isso na volta para casa. Na Rio 2016, o judoca egípcio Islam El Shehaby foi mandado para casa depois de recusar um aperto de mãos com o judoca israelense Or Sasson ao final da luta.
Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã se recusa a reconhecer Israel, e os dois são arqui-inimigos há décadas.
(Por Karolos Grohmann)

Todas as 5as feiras são dedicadas à Adoração ao Santíssimo Sacramento – o Corpo de Cristo, Jesus Eucarístico, Pão dos Anjos e Alimento da Alma.
Já fez sua prece hoje e/ou reservou um momento para seu lado espiritual?
🙏🏻#Catolicismo #Eucaristia #Religião #Fé

Hoje é dia de Santa Mônica. E sabe quem foi ela?
Mãe de Agostinho, um jovem rebelde, problemático, que fez a mãe sofrer até o leito de morte. Ela, Mônica, incansavelmente o amou e rezou para a sua conversão em bom moço até o último suspiro, quando seu filho resolveu mudar de vida. Depois disso, faleceu.
Agostinho se tornou Santo Agostinho, filósofo e doutor da Igreja! É por isso que Santa Mônica é reverenciada como padroeira das mães aflitas.

Parabéns às pessoas de boa vontade que de coração se dedicam à Catequese e ensino religioso, sem esperar recompensa ou algo em troca, a não ser, a fé!
Hoje se celebra o Dia do Catequista (último domingo de Agosto), e o texto (abaixo) é de anos anteriores, mas está bem atual.
Extraído de: http://cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11993
DIA DO CATEQUISTA
Ide e pregai o Evangelho a toda criatura!
A Igreja Católica celebra neste dia 25 o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.
O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.
Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.
Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.
Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.
O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.
Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.
Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.
Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.
Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.
A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.
Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.
A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).
E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Arqueólogos podem ter descoberto uma importante localidade registrada na Bíblia, mas perdida pela humanidade: Betsaida, onde Jesus multiplicou pão e peixes, chamou Pedro ao apostolado e curou enfermos.
Seria, de fato, ela?
Extraído de: https://istoe.com.br/cidade-dos-apostolos-edos-milagres/
A CIDADE DOS APÓSTOLOS E DOS MILAGRES
Pesquisadores encontram evidências do povoado em que, segundo a Bíblia, Jesus Cristo realizou a multiplicação dos pães e devolveu a visão a um cego
Um vilarejo às margens do mar da Galileia, de acordo com a Bíblia, possui significância especial na vida de Jesus. Seu nome é Betsaida, que seria o local de origem de três dos apóstolos de Cristo — André, Felipe e Pedro — além do lugar onde ele realizou uma série de milagres, como a multiplicação dos pães e peixes e a cura do homem cego. Agora, em agosto, uma equipe de pesquisadores israelenses revelou a descoberta da vila, fato que sempre esteve envolto em controvérsias acadêmicas. “Estou praticamente certo de que achamos Betsaida”, disse à ISTOÉ o arqueólogo responsável pelas buscas, Mordechai Aviam, professor de arqueologia na Faculdade Kinneret, em Israel. “Mesmo que, na minha área de estudo, não se possa normalmente falar em certezas absolutas.”
A chave para encontrar Betsaida foi localizar o que ela se tornaria depois: uma cidade romana rebatizada de Julias, em homenagem à filha do imperador Augusto. Os pesquisadores sabem disso graças a textos antigos do historiador Josefo que falam sobre sua fundação. O vilarejo onde Jesus atuou era muito pequeno, e provavelmente deixou pouquíssimo ou nenhum indício arqueológico para os dias atuais. Já um assentamento ligado a Roma seria mais desenvolvido, com estruturas duradouras.
Foram justamente essas as evidências encontradas por Aviam. Entre os achados estão duas moedas (uma delas retratando a face de Nero, datada do ano de 66 d.C.), uma parede coberta com cerâmicas do período e uma estrutura do que foi um mosaico, além de restos de uma casa de banho (edifício fundamental numa cidade romana). Além disso, objetos de épocas posteriores encontrados comprovam que o lugar era palco de adoração já nos primórdios do cristianismo (os templos de então eram feitos em locais de importância bíblica). Os mais relevantes mostram a existência de ruínas bizantinas que os arqueólogos acreditam ser de um monastério construído ao redor de uma igreja. Também há restos daquilo que teria sido um antigo engenho de açúcar do período das Cruzadas.
À BEIRA-MAR
A localização de Betsaida há tempos está envolvida em controvérsias científicas. Antes da nova descoberta, especulava-se que o sítio de e-Tell, onde também foram encontrados artefatos romanos, pudesse ser a velha morada dos apóstolos. Mas a posição não batia porque ele não ficava à beira-mar, o que não faz sentido para uma vila de pescadores. Foi só com o novo achado, no sítio de el-Araj, que as peças começaram a se encaixar. “A chance de ser Betsaida é muito maior do que a do sítio anterior”, afirma o arqueólogo Rodrigo Silva, professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo.
Os próximos passos da pesquisa visam precisamente cristalizar a noção de que a morada dos apóstolos ficava em el-Araj. A possibilidade de serem encontradas evidências diretamente ligadas a Jesus ou aos seus seguidores é baixa, mas não inexistente. Se conseguir fundos para financiar as buscas, as escavações devem se entender por mais quatro ou cinco anos.

REVELAÇÃO O sítio que melhor corresponde à bíblica Betsaida (Crédito: Divulgação
Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.
Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com
O CURA D’ARS
Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.
Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.
Ele era um cristão íntimo de #Jesus Cristo, servo de #Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).
João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.
Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.
São João Maria Vianney, rogai por nós!
