OFacebooktem botões como “amei”, “curti”, “força”, entre outras reações. Mas não tem um específico para expressar simplesmente “LIDO”, sem representar que gostou ou não.
Já o Linkedin possui 6 reações, mas nenhuma sem “sentimento“, apenas para dizer que fez a leitura.
Idem ao Twitter, que tem só um coraçãozinho. Quando você clica nele, muitas vezes não curtiu a postagem, apenas quis dizer que você leu ou o usa como uma espécie de “VISTO”. E isso leva a muitas complicações… especialmente se você clicar nele para “salvar a publicação” ou dizer que soube do assunto.
Fica a sugestão: um botão que indique que foi lida aquela postagem, sem a necessidade de concordância ou não.
Imagem extraída de: https://www.eonline.com/br/news/981501/twitter-pode-retirar-o-botao-curtir
Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade:as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!
Educação, Democracia, Empatia…aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão decidadania.
Muita gente foi surpreendida nessa tarde, ao ser informada que não estava conseguindo tuitar por ter “estourado o limite diário”. Pelo computador, havia mais explicações. Pelo celular, somente a mensagem que “não poderia ser enviado o tuíte”.
Mesmo quem não estourou os limites, talvez por um erro global de programação, recebeu a mensagem. Na verdade, o Twitter quer vender o plano “Twitter Blue”, que permite algumas facilidades e não tem os mesmos limites (aproximadamente R$ 60,00 por mês).
A dica para solucionar isso é: ao invés de tuitar imediatamente, programe para o minuto seguinte.
É fácil, veja só: quando digitar a mensagem, ao invés do “Tweetar“, clique no ícone do “Programar“:
Repare que “programar” está entre o emoji (a carinha) e o símbolo da localização (o marcador), representado por um calendário com um pequeno relógio.
Ao clicar, aparecerá o pedido para programar dia e horário. É só colocar no minuto seguinte e confirmar:
Pronto! Tudo dará certo e uma mensalidade foi economizada, de maneira legal e sem golpe, usando os recursos que o próprio twitter dá
Sobre as mudanças, abaixo, extraído do “Central de Ajuda do Twitter”.
SOBRE OS LIMITES DO TWITTER
Por que há limites?
Os limites aliviam um pouco a pressão nos bastidores do Twitter e reduzem o tempo de inatividade e a quantidade de páginas de erro. Para fins de confiabilidade, estabelecemos alguns limites para as ações de conta abaixo.
Limites atuais do Twitter
Os limites técnicos atuais para contas são:
Mensagens Diretas (diariamente): O limite é de 500 mensagens enviadas por dia.
Tweets: 2.400 por dia. O limite de atualização diária é dividido em limites ainda menores por intervalos de meia hora. Retweets são contados como Tweets.
Alterações no e-mail da conta: 4 por hora.
Seguir (diariamente): o limite técnico para seguir é de 400 por dia. Esse é somente um limite técnico da conta, e há regras adicionais que proíbem o comportamento de seguir de maneira agressiva.
Seguir (com base na conta): quando uma conta estiver seguindo outras 5.000 contas, as tentativas adicionais para seguir serão limitadas por taxas de proporção específicas da conta.
Esses limites incluem ações de todos os dispositivos, incluindo Web, mobile, celular, API etc. As solicitações de API de todos os aplicativos de terceiros são rastreadas de acordo com o limite de API por hora. As pessoas que usam vários aplicativos de terceiros em suas contas atingirão, portanto, o limite de API mais rapidamente.
Esses limites podem ser temporariamente reduzidos durante períodos de uso intenso do site. Nesses casos, publicaremos uma atualização no site Status do Twitter.
O que acontece se eu atingir um limite?
Se atingir um limite, você receberá uma mensagem de erro informando o limite atingido. Para limites baseados em tempo (como Mensagens Diretas, Tweets, alterações no e-mail da conta e limites de solicitação de API), você poderá tentar novamente após o limite de tempo expirar.
O limite de Tweets de 2.400 atualizações por dia é ainda dividido em intervalos de meia hora. Se você atingir o limite de atualizações/Tweets da conta, tente novamente algumas horas depois que o período do limite expirar.
Todas as opiniões contrárias às que eu tenhosão sempre respeitadas em minhas Redes Sociais – até quando absurdamente existem ofensas. Não respondo da mesma forma, tento mostrar à pessoa a necessidade de não promover discurso odioso, tampouco impositivo.
É esse o problema: impor sua opinião, ao invés de debater ideias. E isso não pode ser seminário, pois, afinal, o ambiente é uma rede social.Ou Rede Antissocial?
Uma réplica, tréplica, resposta e… “Valeu. Nos falamos mais tarde!”Ninguém, no mundo ideal, impõe nada, mas enxerga o lado diferente e todos ficam em paz. Isso é convívio harmônico.
O problema é que muitas vezes você tem Amigos Virtuais que se tornam Inimigos ou Chatos Virtuais. Forçam a barra! Querem te catequizar conforme a crença que eles têm;praticam proselitismo político; sempre se acham “donos da razão” e, o mais comum:jogam nas costas dos outros as coisas que praticam equivocadamente e não enxergam.
Um exemplo?
Alguns:
Te chama de radical, mesmo você sendo sensato e pedindo à pessoa ponderação.
Demonstra fanatismo, e ousa dizer que você está fanatizado por conta do assunto que você abordou.
Fala da dualidade política entre Esquerda e Direita, Lula e Bolsonaro, em todos os temas que forem postados (mesmo sem ter relação).
Não se aguentam e nem tem trabalho de ler seu texto, postando odiosamente contra você pela leitura simples do título.
A cada 10 palavras escreve as hashtags: #GloboLixo, #Bolsonaro2022, #LulaLivre ou coisas assim.
Faz questão de, quando lê crítica ao Bolsonaro, te chamar de Comunista; quando lê crítica a Lula, de Facista. Quando mostra moderação, de Isentão.
Enfim: “tá um pé no saco!”
Um desses caras insuportáveis me escreveu em particular que precisava“abrir minha mente, pois por trabalhar em meio universitário fui dominado pela ‘Esquerdopatia LuloPetista’ e estava confuso”.Pode?
O que faz o fanatismo… cega as pessoas e vê todo mundo como errado – seja o fanático de Direita ou de Esquerda. E eu pensava que o grande mal do Brasil seria a falta de Educação de boa qualidade. Agora, percebo que é isso, aliada à carência de ídolos! Isso explica tanto radicalismo nas Redes Sociais (além, obviamente, dos algoritmos que forçam a visualização de tais temas e interesses).
Aliás, será que esses senhores:Jair Bolsonaro, Luís Inácio, João Dória, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, quando usam suas técnicas teatrais em palanques, não querem no fundo justamente isso? Ou seja: uma legião de adoradores, que os defendam mesmo nos equívocos?
Não dá para defendera política equivocada de prevenção contra a Covid adotada por Bolsonaro (ou não adotada, pelo desprezo da máscara e aglomeração não evitada);não dá para passar pano à falta de segurança financeira aos comerciantes adotada por Dória (que determina uma coisa e pratica outra);tampouco esquecer que Lula foi o grande pai do Mensalão e do Petrolão, escândalos que sucumbiram os cofres públicos(mesmo com gente mais jovem – e que nem viveu isso – crendo que o lobo em pele de cordeiro foi “vítima de injustiça”, como se nada tivesse existido nas compras de votos e desfalques bilionários na Petrobrás).
Se você chegou até essa última linha e não me xingou, ufa!Mantenha-me no seu círculo de ajuizado…
Ops: não sou adorador de político algum, nem me rotulo de Esquerda, Direita, Centro, Norte ou Sul.
As Redes Sociaispotencializam qualquer coisa:da angústia à esperança, do consolo ao ataque, das paixões políticas à ojeriza dos debates.
Enfim, os algoritmos radicalizam as pessoas que sucumbirem aos macetes do Facebook e outros lugares da Web. Portanto: mantenha-se sóbrio no mundo virtuale acesse todos os lados para se manter lúcido digitalmente. Isso evita a ilusãoe ofanatismo.
Pois bem: vejo que muitas pessoas se dão conta disso ultimamente, mas aí nós temos algo irônico que muitas vezes corre paralelamente: a Reputação Real!
– Pense: quem você é nas Redes Sociais?
– Pense mais: quem você é na Vida Real?
– Pense além disso: quem você é no seu Íntimo?
Será que somos meros personagens, representando papéis no trabalho, na escola, na família e, por dentro, temos “outro eu”?
Não é assustador ver a quantidade de pessoas que fala sobre todo e qualquer assunto, com tom professoral (mesmo se equivocando), desrespeitando a opinião alheia?
Ao mesmo tempo, com uma dose de fanatismo nas Redes Sociais, desacreditam quem tem formação só porque pensam diferente!
Tempos difíceis… Saramago, nessa arte abaixo, diz tudo:
Programa que analisa imagens postadas na rede social é capaz de detectar a doença com 70% de precisão, índice superior ao dos clínicos gerais nos EUA
As fotos postadas na rede social de compartilhamento de imagens Instagram revelam mais do que supõem seus 500 milhões de usuários mundiais. Por meio de análise dessas imagens, um software criado por pesquisadores das Universidades Harvard e de Vermont, nos Estados Unidos, conseguiu detectar a depressão de quem as postou com 70% de precisão. Isso quer dizer que, no teste, de cada 10 usuários com depressão que postaram fotos no Instagram, sete foram identificados pelo programa. Trata-se de um índice de acerto superior ao dos clínicos gerais nos EUA, frequentemente os primeiros a serem procurados quando há suspeita da doença.
Para chegar ao diagnóstico, o software analisa e pesa uma série de características das fotos compartilhadas na rede social. Variações de tema, filtro, cor, brilho e saturação são levadas em conta, além do horário, frequência e localização das postagens. Descobriu-se, por exemplo, que imagens com cores que puxam para o cinza ou o azul, com menos curtidas e comentários, e postadas na madrugada estão mais associadas a perfis de depressivos. A ausência de pessoas nas fotos também é indicador da doença, além da escolha do filtro “Inkwell”, que transforma imagens coloridas em preto e branco.
Não é de hoje que softwares são programados para procurar sinais de depressão no conteúdo postado em redes sociais (leia quadro). Até agora, porém, as experiências se limitavam a fazer análises de conteúdo em formato de texto. Nos poucos casos em que fotos eram levadas em conta, os programas se limitavam a contar sorrisos, um indicador genérico demais para um diagnóstico tão complexo.
CONTATO HUMANO
Para os criadores da novidade, a ideia não é que o programa substitua profissionais de saúde, mas que ele os auxilie em seus trabalhos. “A meu ver, esses programas podem ajudar no sentido de indicar probabilidades ou hipóteses de diagnóstico”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP. “Mas nada substitui o contato humano.”
A DOR DA ALMA NAS REDES SOCIAIS
Softwares já detectam sinais da depressão em usuários do Facebook e do Twitter
Facebook
Programa criado pelo Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT) prevê crises em quem sofre de distúrbio maníaco-depressivo pelo horário e frequência das postagens. Já o EmotionDiary monitora geolocalização e likes em posts para detectar depressão.
Twitter
Programa da Microsoft analisa horário, linguagem e engajamento em tweets e acerta diagnóstico de depressão em 70% dos casos. Já software da Universidade de New South Wales detecta tendência suicida por estrutura de texto e palavras-chave.
Estando com as pessoas que você ama, NÃO USE o celular.
Dispense o aparelho. Aproveite o tempo para viver a vida real com sua família, não a virtual. Faça essa experiência.
Aqui em casa, estamos tentando reduzir ao máximo o uso dele, curtindo-nos mutuamente e evitando a dispersão que ele traz (sem falar na chance de vício).
Quanto aos idiotas que ofendem nas Redes Sociais (após mais um episódio nesta semana, envolvendo o jogador William, do Corinthians), eu poderia parafrasear a Luciana Mariano, dizendo que devemos entrar na Justiça – ela está processando todo mundo que faz comentário sexista, preconceituoso, ofensivo de qualquer espécie (leiam as brilhantes entrevistas dela ao UOL e à Veja). Eu queria corroborar comMauro Cezar Pereira, que mandou 17 pessoas para a delegacia de uma vez (segundo seu depoimento no Bate-Pronto da Jovem Pan). Mas eu desejo ir além:a cada um dos “folgados” que acham que podem escrever qualquer bobagem na Internet, o sentimento é de que o ofendido deveria ter a oportunidade de fazer uma acareação com o ofensor, justamente para que o “valentão” possa perceber a burrada que fez, achando que digitando suas asneiras nada aconteceria; que ele faça um curso de reeducação social, que ele indenize moralmente o ofendido e que seja obrigado a prestar serviço comunitário (um acúmulo de penas, de verdade, como ato de reinserção na sociedade).
É claro que, neste mundo tão pilhado, todos têm seus hatersestalkers (além do moleque que vai no perfil do jornalista encher o saco e desdenhar das suas ideias, normalmente sem respeito e querendo impor sua opinião). Eu perdôo todos e ignoroa maior parte (ao menos, em algumas situações que vivi, procurei ser o bom samaritano e mostrar às pessoas os seus erros com respostas educadas). Mas eu sei que é difícil… Dos que procurei (sim, procurei alguns e obtive resposta), tentei mostrar que estavam errados (com alguns, tive sucesso; com outros, bloqueei). E vi muita coisa maluca: gente que “foge simplesmente”, pois acreditava que não teria resposta, gente que “chama pro pau” e cai fora, e até um coitado que pediu para escrever pois não gostava de “conversar por telefone” (não sei se é insociabilidade ou medo).
A verdade é: há bobos que, ao lerem uma opinião que discordam,OFENDEM gratuitamente a pessoa. A troco de quê? Pensam que a Internet é uma terra sem lei, provocam seu próximo e depois ainda se fazem de vítima! “Ai, que grosso, não aceita crítica e me bloqueou”, como se a crítica feita fosse educada… Depois voltam a seguir a pessoa criando perfis diferentes.
Por fim: recebeu ameaça de morte? Vá a delegacia e não deixe quieto. Os haters da Internet não vencerão. Os xaropes escondidos atrás de seus computadores acabarão sozinhos nessa…
Parabéns Cássio, Willian, Luciana, Mauro e tantos outros que fazem o mesmo. Eu os aplaudo.
O mundo virtual está virando “terra de ninguém”. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos(que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).
Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”.Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficamávidos de que você retribua uma curtição. É mole?
E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta”. Ué? Maspor que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores?Não tenho interesse nisso.
Twitter?Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender.Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.
O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!
Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…
Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.
Credo! Que enxurrada de postagens sobre Lula e Bolsonaro que começaram a surgir no Facebook!
Desde ontem, os algoritmos resolveram massificar esses dois nomes. Seria hora de abandonar essa rede social?
Saudade do Orkut, que permitia visualizar as postagens de todos os amigos por ordem cronológica, sem distinção de assuntos. Nada dessa “forçação” do Grupo Meta.
Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.
Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.
Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.
MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você– sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente?Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
O Fanatismo cega. Quando eu criticava as picaretagens do ex-presidente Lula, automaticamente recebia o adjetivo de antipetista. Quando faço críticas a algumas atitudes “transloucadas”do presidente Bolsonaro, aí viro petista. Mas quando as publicações elogiam ou elogiavam um ou outro, neca. E ambas perguntam: e o Dória? Mas o cara não lê as postagens onde há críticas a ele, como as que fiz da vaidadee da ciência sem cientificidade!
Dá para o leitor mais apaixonado decidir?
Seriam os algoritmos do Facebook os grandes culpados?Será que toda vez teremos que postar dizendo que não somos comunista, coxinha, mortadela, bolsodória, blablablá?Ou ainda assim o radicalismo de quem lê faz questão em não entender?
Cada vez mais crente que sim: a paixão por política vicia e domina a pessoa.
Amigos(amigos pra valer) temos muito poucos na vida. É fato! Temos muitos conhecidos, colegas e pessoas que se relacionam com a gente.Mas amigos de verdade, não são muitos.
E amigos virtuais?
Essa categoria criada pelo Facebook (que se estendeu para Twitter, Instagram e outras Redes Sociais) engloba os amigos, colegas, conhecidos, famosos, anônimos, admiradores e até haters.“Cabe todo mundo”.
Mas deveria caber?
Talvez sim, talvez não.Se a pessoa te incomoda, reclama de tudo o que você posta, por quê está inserida na sua Rede Social?Não faz sentido!
Facebook e seus semelhantes são: entretenimento, ferramenta de trabalho ou as duas coisas concomitantemente. Mas pense: vale a pena aguentar trolls?
Nunca haverá bloqueio, desfazer amizade ou retaliação por argumentar diferente por minha parte. Não fui educado para isso… o debate inteligente, respeitoso e cordial sempre fará parte.Mas se ele ocorre somente por um dos lados que discute, pra quê insistir nessa “amizade virtual”?
Em Jundiaí, quem é primo de 1o, 2o ou 3o grau, é carinhosamente chamado de primo. Primo é primo e ponto final. E a Luciana Mariano é uma prima querida, batalhadora, que desde os tempos da Rádio Difusora esbanjava competência.
Fico extremamente feliz que ela não deixou que os gratuitos, injustos e imbecis ataques sexistas que ela recebe (justamente por homens invejosos) ficassem impunes. Nas Redes Sociais, idiotas pensam que “tudo podem”, pois equivocadamente acham que é uma “terra sem lei”.
As pessoas não conhecem a história de luta, os momentos de sofrimento, angústia e até mesmo depressão que alguém pode vivenciar na batalha de um simples trabalho honesto. Especialmente as mulheres em um mundo machista.
Todos os meus aplausos à Luciana, e que tal atitude inspire outras tantas mulheres. Abaixo:
NARRADORA DA ESPN ABRE 156 PROCESSOR POR ATAQUES EM REDES
Toda vez que abre o microfone pra trabalhar, a narradora de futebol Luciana Mariano recebe uma enxurrada de mensagens. Muitas são elogios. Mas junto das palavras de apoio, a jornalista diz que também é atacada por comentários de ódio. As mensagens vão desde “você é horrível” a desejos como “quero que você morra de câncer” ou “quero que sua família morra em um acidente de carro e só você sobreviva, para que sofra”.
“É uma coisa muito revoltante. Quando a gente entra para narrar começam a surgir milhares de tuítes. Imagine você trabalhando e o tempo todo alguém dizendo que você faz mal seu trabalho. Se isso não é uma espécie de assédio moral, não sei o que é”, conta, em entrevista a Universa. Cansada dos ataques, Luciana decidiu entrar na justiça. E já abriu 156 processos e ganhou 48.
As mensagens mais pesadas costumam vir por inbox no Instagram, rede social que Luciana quase não usa para falar de suas transmissões. A narradora conta com uma equipe legal de oito pessoas que monitoram as redes e como seu nome é citado 24 horas por dia. Os conteúdos são analisados por advogados e uma psicóloga para saber se é possível enquadrá-los em algum crime ou não. Muitos dos agressores têm perfil falso e, segundo ela, 90% alegam não ser empregados, o que os impede de pagar multa, mas não de fazer trabalho social. “Eu não vou abrir mão de nada”, diz.
A ideia da Luciana não é ganhar dinheiro com isso, tanto que não lucrou um real com as ações. “Meu foco não é dinheiro, e sim, a justiça”, diz.
Machismo na carreira
Com 30 anos de carreira no esporte, Luciana Mariano foi a primeira narradora de futebol na televisão do Brasil. E por mais que o quadro de nomes tenha aumentado nos últimos anos, o preconceito com a voz feminina no esporte continua. Após um longo período de ataques online, a jornalista resolveu tomar medidas legais.
“Esse é um processo que está acontecendo há bastante tempo. Não só comigo. Todas as mulheres que narram relatam a mesma coisa: o ódio e a invasão que recebemos na internet”, diz Luciana, que reforça que a princípio as mulheres no esporte precisavam ser bonitas e eram usadas como acessórios, mas com o passar do tempo, o movimento feminista deu força a elas, mostrando que a inclusão era importante. “Foram necessários 20 anos para termos uma comentarista mulher. Ser narradora é última barreira”, conta.
“Quando dizem que não gostam de mulher narrando é porque não estão acostumados com a gente. Em 20 anos, por exemplo, um narrador homem chegou a fazer 6 mil jogos. Eu tenho apenas 400. É como comparar o desempenho de uma criança de um ano com alguém que já está fazendo mestrado. E por que não temos esse entendimento e paciência? Por causa do machismo. Caso contrário, entenderiam que é importante dar oportunidade”, diz Luciana.
Ela, inclusive, já recebia apoio de um nome de peso do jornalismo para exercer sua função desde o início da carreira: Luciano do Valle. “Ele me alertou sobre isso há 30 anos. Dizia que o problema não era eu narrar, porque conteúdo eu tinha, e sim, que eu precisava de sequência. Outra coisa que escutei dele e que entendi agora foi que quando uma mulher narra, não vão prestar atenção no jogo, e sim, na mulher e procurar erros”, conta.
Só porque exerço uma função que é normalmente masculina para uma sociedade machista e patriarcal mereço ser xingada, hostilizada e ofendida?none
Com tantos ataques e constantes, a jornalista pensou em desistir milhares de vezes. Para ela, ler esse tipo de conteúdo constantemente pode fazer adoecer devido ao grande desgaste emocional. “Acredito que é difícil para toda mulher que entra nesta função. Chega um ponto em que as pessoas ficam normalizando a situação, dizendo que é normal. Eu não acho”, questionaLuciana.
Conscientização necessária
Com esses processos, Luciana afirma que sua tentativa é conscientizar as pessoas que a internet não é terra de ninguém. “Embora tenha que ser por punição. Não tem outro caminho. Estou lutando por algo que já deveria ser meu, mas é necessário fazer isso para que haja um exemplo. Não dá para virar saco de pancada só porque eu trabalho”, diz.
Após o post comentando os processos, os ataques diminuíram. Teve até quem comentou que estava se sentindo ameaçado.
Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista. Imagem: Acervo pessoal
Luciana tem uma reunião com o departamento de inclusão e diversidade da ESPN em breve e quer levar o assunto para se der discutido dentro da empresa também. “É algo que interessa a todos e temos que trabalhar juntos. Sei que é muito difícil uma emissora se pronunciar por algo que não é público, já que as piores ofensas chegam via inbox. Como me pronuncio frente a um cara que paga para assistir ao canal e não gosta? Sei que me afeta, mas, às vezes, não é um assunto para a emissora”, diz.
Para ela, além das medidas legais, é preciso um trabalho de conscientização também dentro das empresas. Funcionária da ESPN, onde há um núcleo de inclusão e diversidade, Luciana diz que é preciso pensar uma forma de proteger as mulheres.
“Não estou falando no sentido de privilegiá-las. Mas, por exemplo, dar sequência de jogos, não mudar o time toda hora, porque isso causa um alvoroço. E também evitar jogos como, por exemplo, que um Galvão Bueno narraria. Ainda estamos passando por um processo de aprendizagem”, diz.
COMO A COCA-COLA CRIOU A PRIMEIRA BEBIDA DO METAVERSO?
por Luís Gustavo Pacete
Por meio da plataforma Creations, a marca lançou o refrigerante Byte dentro do Fortnite, um dos maiores jogos da atualidade.
A Coca-Cola protagonizou um feito inédito em sua história na semana passada ao lançar uma bebida no metaverso. A Byte é um refrigerante de edição limitada que foi criado dentro do jogo Fortnite. O projeto nasceu da Creations, plataforma lançada pela empresa em fevereiro para testar novos projetos, sobretudo digitais. A primeira estreia desde o surgimento do Creations foi o lançamento, em fevereiro, do sabor Starlight. O novo produto terá edição limitada disponível no México, Brasil, Argentina, Paraguai, Colômbia, Chile, Estados Unidos e China.
Uma amostra da Byte já havia aparecido em uma ilha criada no Fortnite. “Assim como os pixels ativam a conexão digital, a Byte permite às pessoas se unirem para compartilhar momentos e essa é a premissa de Coca-Cola, independentemente se dentro de um game ou não”, disse Oana Vlad, diretora sênior de estratégia global da The Coca-Cola Company, ao anunciar o produto.
A marca também lançou uma coleção inédita de produtos licenciados da Coca-Cola Jeans e Coca-Cola Shoes. “Este novo sabor da Coca-Cola Creations é um aceno aos gamers. Estamos muito orgulhosos por ter ajudado a criar algo especial que une as nossas comunidades em torno do seu lançamento”, disse Lachlan Power, jogador profissional e fundador da organização PWR, dedicada aos universos gamer e de comportamento. “Foi muito empolgante para a PWR poder colaborar para a criação de uma experiência que promove o trabalho em equipe.”
Fomento ao ecossistema gamer
Além da ilha criada no Fortnite, a Coca-Cola também lançou um jogo de realidade aumentada (AR) que pode ser acessado digitalizando uma lata do produto. Para a América Latina, a marca fez parceria com a Women in Gamex, uma comunidade que busca fomentar, promover, tornar visível e aumentar a consciência sobre o papel da mulher na indústria de videogames na América Latina. “A comunidade Women in Gamex é um ponto de encontro para mulheres criadoras e entusiastas de videogames, onde elas podem levantar sua voz, compartilhar suas experiências, construir redes de confiança e apoio. Para uma melhor representação e visibilidade das mulheres, precisamos da inclusão e participação ativa das mulheres na indústria dos videogames”, disse Diana Rodríguez Aparicio, membro e fundadora da organização.
Além da bebida no game, a Coca-Cola também lançou uma linha de produtos licenciados
NEM A BILIONÁRIA LUIZA TRAJANO ESCAPOU DO GOLPE DO WHATSAPP
Por Victor Irajá
Nem a bilionária Luiza Trajano escapou do já nãp tão novo golpe do WhatsApp. Nesta terça-feira 12, a fundadora do Magazine Luiza publicou nas redes sociais a seguinte mensagem: “Pegaram uma foto minha e estão se passando por mim no WhatsApp, pedindo dinheiro. Por favor, não mandem e não cliquem em nada. É fraude”, escreveu. Seria cômico se não fosse trágico. Um dos seguidores de Luiza fez troça nos comentários da publicação: “Imagine alguém recebendo um zap de Luiza Trajano falando: ‘Oi, to sem limite e sem dinheiro aqui, pode me emprestar 200 reais pra pagar um boleto? dia 15 eu te devolvo’”, brincou.
Aos 70 anos, a empresária segue na lista das mulheres mais ricas do país, com 1,4 bilhão de dólares. Ela é a quinta brasileira entre as mulheres com grandes fortunas no Brasil. A tradicional lista da revista Forbes mostrou que há 62 brasileiros no rol de pessoas mais ricas do mundo. Desse total, apenas oito dessas pessoas são mulheres. Cofundadoras ou herdeiras de negócios que vão do varejo ao agronegócio, as oito brasileiras, juntas, somam uma fortuna de 19,1 bilhões de dólares — ou 90,5 bilhões de reais.
Escrever sob forte emoção, sem equilíbrio emocional ou simplesmente “com vontade de polemizar”, pode trazer sérios problemas nas Redes Sociais.
Se alguém ofende seu semelhante nela, com a rapidez da Web, mesmo que apague certamente será visualizado por um grande número de pessoas.
Aliás, há pessoas que se esquecem que as publicações, quando públicas, são lidas e ficam aparentes para outras que não gostariam. E aí o cidadão ofendido, desrespeitado, mesmo que ali não responda, sabe o que aconteceu.
Me impressiona a falta de inteligência de quem possa crer que o mundo gira em torno dele, e que suas verdades são únicas e as dos outros, invalidadas.
Respeitar a opinião alheia é importante, não significando concordar ou não. Podemos pensar o inverso do nosso próximo, mas isso não quer dizer que ele deva ser desrespeitado.
Aliás, críticas ao trabalho profissional de alguém ou simplesmente desvalidar uma opinião que você não concorda, normalmente é algo feito com o estômago. Aí o sujeito cai em si, vê as idiotices escritas e resolve “disfarçar” a cáca.
Quem apaga comentários nas redes sociais, sabe que algo está errado e que pode sofrer consequências. Desde injúrias até ameaças, o Facebook, o Twitter e outras Redes estão cheias de pessoas que as tratam como “antissociais” – embora esses “apagadores” exijam que os outros sejam partidários socialmente de seus ideias.
Pobre mundo virtual, que revela o íntimo das pessoas do mundo real…
Cá entre nós: quando você verificar que alguém promove desavenças e ofensas, e tentar ajudar a pessoa (trazendo-a para a razão e para as regras do exercício de cidadania) mas ela simplesmente não só ignorar como agir contrariamente… torça para que outra pessoa a ajude, pois a birra dela (que no fundo, sabe que está errada) impedirá que a humildade o faça voltar ao bom senso e permitirá que a arrogância a domine.
Não respeitar o próximo, ofender a dignidade alheia e desmerecer o trabalho honesto de qualquer um, faz com que o indivíduo se torne isolado, sozinho e triste. Como ele não pedirá desculpas – justamente pelo ambiente que ele próprio criou – se torça para que ele saia desse transtorno de relacionamento com as menores sequelas possíveis.
Quando uma pessoa qualquer te chama a atenção, ela pode estar errada ou não. Mas quando amigos insistem no cuidado com as palavras mais de uma vez, aí é outra história…
Que haja tempo para a cegueira social não acabar com as relações (ou com os amigos). Um pedido de desculpa, um “e aí, fui mal” ou uma autocrítica sempre fazem bem, evitando morrer sufocado por ele próprio.
Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!
Educação, Democracia, Empatia…aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.
Todas as opiniões contrárias às que eu tenhosão sempre respeitadas em minhas Redes Sociais – até quando absurdamente existem ofensas. Não respondo da mesma forma, tento mostrar à pessoa a necessidade de não promover discurso odioso, tampouco impositivo.
É esse o problema: impor sua opinião, ao invés de debater ideias. E isso não pode ser seminário, pois, afinal, o ambiente é uma rede social.Ou Rede Antissocial?
Uma réplica, tréplica, resposta e… “Valeu. Nos falamos mais tarde!”Ninguém, no mundo ideal, impõe nada, mas enxerga o lado diferente e todos ficam em paz. Isso é convívio harmônico.
O problema é que muitas vezes você tem Amigos Virtuais que se tornam Inimigos ou Chatos Virtuais. Forçam a barra! Querem te catequizar conforme a crença que eles têm;praticam proselitismo político; sempre se acham “donos da razão” e, o mais comum:jogam nas costas dos outros as coisas que praticam equivocadamente e não enxergam.
Um exemplo?
Alguns:
Te chama de radical, mesmo você sendo sensato e pedindo à pessoa ponderação.
Demonstra fanatismo, e ousa dizer que você está fanatizado por conta do assunto que você abordou.
Fala da dualidade política entre Esquerda e Direita, Lula e Bolsonaro, em todos os temas que forem postados (mesmo sem ter relação).
Não se aguentam e nem tem trabalho de ler seu texto, postando odiosamente contra você pela leitura simples do título.
A cada 10 palavras escreve as hashtags: #GloboLixo, #Bolsonaro2022, #LulaLivre ou coisas assim.
Faz questão de, quando lê crítica ao Bolsonaro, te chamar de Comunista; quando lê crítica a Lula, de Facista. Quando mostra moderação, de Isentão.
Enfim: “tá um pé no saco!”
Um desses caras insuportáveis me escreveu em particular que precisava“abrir minha mente, pois por trabalhar em meio universitário fui dominado pela ‘Esquerdopatia LuloPetista’ e estava confuso”.Pode?
O que faz o fanatismo… cega as pessoas e vê todo mundo como errado – seja o fanático de Direita ou de Esquerda. E eu pensava que o grande mal do Brasil seria a falta de Educação de boa qualidade. Agora, percebo que é isso, aliada à carência de ídolos! Isso explica tanto radicalismo nas Redes Sociais (além, obviamente, dos algoritmos que forçam a visualização de tais temas e interesses).
Aliás, será que esses senhores:Jair Bolsonaro, Luís Inácio, João Dória, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, quando usam suas técnicas teatrais em palanques, não querem no fundo justamente isso? Ou seja: uma legião de adoradores, que os defendam mesmo nos equívocos?
Não dá para defendera política equivocada de prevenção contra a Covid adotada por Bolsonaro (ou não adotada, pelo desprezo da máscara e aglomeração não evitada);não dá para passar pano à falta de segurança financeira aos comerciantes adotada por Dória (que determina uma coisa e pratica outra);tampouco esquecer que Lula foi o grande pai do Mensalão e do Petrolão, escândalos que sucumbiram os cofres públicos(mesmo com gente mais jovem – e que nem viveu isso – crendo que o lobo em pele de cordeiro foi “vítima de injustiça”, como se nada tivesse existido nas compras de votos e desfalques bilionários na Petrobrás).
Se você chegou até essa última linha e não me xingou, ufa!Mantenha-me no seu círculo de ajuizado…
Ops: não sou adorador de político algum, nem me rotulo de Esquerda, Direita, Centro, Norte ou Sul.