Depois de adquirir 10% das ações do microblog Twitter, Elon Musk “chuta o pau da barraca” e oferece R$ 43 bi pela Rede Social!
Ter muito dinheiro permite tais loucuras…
Depois de adquirir 10% das ações do microblog Twitter, Elon Musk “chuta o pau da barraca” e oferece R$ 43 bi pela Rede Social!
Ter muito dinheiro permite tais loucuras…
Nós, simples mortais, vemos frequentemente os golpes de clonagem de Redes Sociais em nossos telefones. Mas quando se vê gente importante…
Não é que até a Luiza Trajano, do Magazine Luiza, foi vítima?
Será que o texto do golpista foi o mesmo que costumamos ver: “pai, tô escrevendo de um telefone de uma amiga. Preciso blábláblá…”
Abaixo, extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/nem-a-bilionaria-luiza-trajano-escapou-do-golpe-do-whatsapp/
NEM A BILIONÁRIA LUIZA TRAJANO ESCAPOU DO GOLPE DO WHATSAPP
Por Victor Irajá
Nem a bilionária Luiza Trajano escapou do já nãp tão novo golpe do WhatsApp. Nesta terça-feira 12, a fundadora do Magazine Luiza publicou nas redes sociais a seguinte mensagem: “Pegaram uma foto minha e estão se passando por mim no WhatsApp, pedindo dinheiro. Por favor, não mandem e não cliquem em nada. É fraude”, escreveu. Seria cômico se não fosse trágico. Um dos seguidores de Luiza fez troça nos comentários da publicação: “Imagine alguém recebendo um zap de Luiza Trajano falando: ‘Oi, to sem limite e sem dinheiro aqui, pode me emprestar
200 reais pra pagar um boleto? dia 15 eu te devolvo’”, brincou.
Aos 70 anos, a empresária segue na lista das mulheres mais ricas do país, com 1,4 bilhão de dólares. Ela é a quinta brasileira entre as mulheres com grandes fortunas no Brasil. A tradicional lista da revista Forbes mostrou que há 62 brasileiros no rol de pessoas mais ricas do mundo. Desse total, apenas oito dessas pessoas são mulheres. Cofundadoras ou herdeiras de negócios que vão do varejo ao agronegócio, as oito brasileiras, juntas, somam uma fortuna de 19,1 bilhões de dólares — ou 90,5 bilhões de reais.

Foto: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo
Escrever sob forte emoção, sem equilíbrio emocional ou simplesmente “com vontade de polemizar”, pode trazer sérios problemas nas Redes Sociais.
Se alguém ofende seu semelhante nela, com a rapidez da Web, mesmo que apague certamente será visualizado por um grande número de pessoas.
Aliás, há pessoas que se esquecem que as publicações, quando públicas, são lidas e ficam aparentes para outras que não gostariam. E aí o cidadão ofendido, desrespeitado, mesmo que ali não responda, sabe o que aconteceu.
Me impressiona a falta de inteligência de quem possa crer que o mundo gira em torno dele, e que suas verdades são únicas e as dos outros, invalidadas.
Respeitar a opinião alheia é importante, não significando concordar ou não. Podemos pensar o inverso do nosso próximo, mas isso não quer dizer que ele deva ser desrespeitado.
Aliás, críticas ao trabalho profissional de alguém ou simplesmente desvalidar uma opinião que você não concorda, normalmente é algo feito com o estômago. Aí o sujeito cai em si, vê as idiotices escritas e resolve “disfarçar” a cáca.
Quem apaga comentários nas redes sociais, sabe que algo está errado e que pode sofrer consequências. Desde injúrias até ameaças, o Facebook, o Twitter e outras Redes estão cheias de pessoas que as tratam como “antissociais” – embora esses “apagadores” exijam que os outros sejam partidários socialmente de seus ideias.
Pobre mundo virtual, que revela o íntimo das pessoas do mundo real…
Cá entre nós: quando você verificar que alguém promove desavenças e ofensas, e tentar ajudar a pessoa (trazendo-a para a razão e para as regras do exercício de cidadania) mas ela simplesmente não só ignorar como agir contrariamente… torça para que outra pessoa a ajude, pois a birra dela (que no fundo, sabe que está errada) impedirá que a humildade o faça voltar ao bom senso e permitirá que a arrogância a domine.
Não respeitar o próximo, ofender a dignidade alheia e desmerecer o trabalho honesto de qualquer um, faz com que o indivíduo se torne isolado, sozinho e triste. Como ele não pedirá desculpas – justamente pelo ambiente que ele próprio criou – se torça para que ele saia desse transtorno de relacionamento com as menores sequelas possíveis.
Quando uma pessoa qualquer te chama a atenção, ela pode estar errada ou não. Mas quando amigos insistem no cuidado com as palavras mais de uma vez, aí é outra história…
Que haja tempo para a cegueira social não acabar com as relações (ou com os amigos). Um pedido de desculpa, um “e aí, fui mal” ou uma autocrítica sempre fazem bem, evitando morrer sufocado por ele próprio.
Imagem extraída de: https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/pragmatica/redes-sociais/
Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!
Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.
Repost de 1 ano, mas atual:
Todas as opiniões contrárias às que eu tenho são sempre respeitadas em minhas Redes Sociais – até quando absurdamente existem ofensas. Não respondo da mesma forma, tento mostrar à pessoa a necessidade de não promover discurso odioso, tampouco impositivo.
É esse o problema: impor sua opinião, ao invés de debater ideias. E isso não pode ser seminário, pois, afinal, o ambiente é uma rede social. Ou Rede Antissocial?
Uma réplica, tréplica, resposta e… “Valeu. Nos falamos mais tarde!” Ninguém, no mundo ideal, impõe nada, mas enxerga o lado diferente e todos ficam em paz. Isso é convívio harmônico.
O problema é que muitas vezes você tem Amigos Virtuais que se tornam Inimigos ou Chatos Virtuais. Forçam a barra! Querem te catequizar conforme a crença que eles têm; praticam proselitismo político; sempre se acham “donos da razão” e, o mais comum: jogam nas costas dos outros as coisas que praticam equivocadamente e não enxergam.
Um exemplo?
Alguns:
Enfim: “tá um pé no saco!”
Um desses caras insuportáveis me escreveu em particular que precisava “abrir minha mente, pois por trabalhar em meio universitário fui dominado pela ‘Esquerdopatia LuloPetista’ e estava confuso”. Pode?
O que faz o fanatismo… cega as pessoas e vê todo mundo como errado – seja o fanático de Direita ou de Esquerda. E eu pensava que o grande mal do Brasil seria a falta de Educação de boa qualidade. Agora, percebo que é isso, aliada à carência de ídolos! Isso explica tanto radicalismo nas Redes Sociais (além, obviamente, dos algoritmos que forçam a visualização de tais temas e interesses).
Aliás, será que esses senhores: Jair Bolsonaro, Luís Inácio, João Dória, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, quando usam suas técnicas teatrais em palanques, não querem no fundo justamente isso? Ou seja: uma legião de adoradores, que os defendam mesmo nos equívocos?
Não dá para defender a política equivocada de prevenção contra a Covid adotada por Bolsonaro (ou não adotada, pelo desprezo da máscara e aglomeração não evitada); não dá para passar pano à falta de segurança financeira aos comerciantes adotada por Dória (que determina uma coisa e pratica outra); tampouco esquecer que Lula foi o grande pai do Mensalão e do Petrolão, escândalos que sucumbiram os cofres públicos (mesmo com gente mais jovem – e que nem viveu isso – crendo que o lobo em pele de cordeiro foi “vítima de injustiça”, como se nada tivesse existido nas compras de votos e desfalques bilionários na Petrobrás).
Se você chegou até essa última linha e não me xingou, ufa! Mantenha-me no seu círculo de ajuizado…
Ops: não sou adorador de político algum, nem me rotulo de Esquerda, Direita, Centro, Norte ou Sul.
Já perceberam o número de pessoas que fazem críticas ou elogios nas Redes Sociais, completamente desenganadas sobre o que leram, ou o que não leram?
Vejam só: a pessoa vê um título no Twitter, Facebook ou imagem no Instagram, e começa a escrever muita coisa sobre ele sem ler o corpo do texto. Ou ainda lê parte apenas e não termina. Ou lê e não entende nada!
Sobre esses casos de Analfabetismo Funcional (e quem tem, muitas vezes não se envergonha de mostrar com seus escritos mal redigidos),
extraído de: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm
ANALFABETISMO FUNCIONAL
Você sabe o que é analfabetismo funcional?
São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.
De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.
Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.
Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.
Por Luana Castro
Graduada em Letras

Imagem extraída de: https://www.calstate.edu/impact-of-the-csu/teacher-education/educator-quality-center/featured-news/Pages/Teachers–Your-Feedback-Matters.aspx
Se temos liberdade de expressão e democracia, nos é dado o direito de nos comunicarmos pelas Redes Sociais – e o dever de arcarmos com as consequências.
Digo isso pois dias atrás a contra do empresário Luciano Hang, dono da Havan, foi suspensa pelo Twitter. Ele compartilhou um vídeo do Dr José Augusto Nasser onde o médico dizia a barbaridade de que a vacina da Pfizer contra a Covid poderia desenvolver “câncer para as crianças“.
Lógico, pais ficaram com medo. Mas é a opinião de um antivax, que despreza a Ciência e a maioria absoluta de outros médicos e estudos. O twitter considerou fake news e retirou a conta do ar.
Ora, eu penso que isso é censura! Se escreveu uma idiotice, as pessoas sensatas devem respirar fundo, avaliar a bobagem e desprezá-la. Mas a Rede Social chegar a esse ponto?
Eu sei que o twitter é privado e que isso é uma infração às suas regras. Ou seja: não gostou, não participa dela. Mas imagino que ao invés de apagar, deveria colocar um alerta de que há uma impressão de notícia sensacionalista, ou algo que o valha.
A verdade é: nestes tempos polêmicos, as pessoas se tornam irresponsáveis na divulgação de algumas coisas (e obviamente não deveriam). Mas me preocupa quem avalia “o que pode e o que não pode”, pois radicalismos ocorrem por vários lados.

Crédito da Imagem: Alan Santos/PR, extraído de: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/twitter-suspende-conta-de-luciano-hang-dono-da-havan/
E a gente fica refém muitas vezes da Internet, não?
No caso das Redes Sociais, quando uma das mais usadas está fora do ar… ai, ai, ai…
Eu, por exemplo, estou observando que o twitter está fora do ar desde às 22h… quase meia-noite e não voltou!
E para quem trabalha com elas dia e noite…?
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2019/T/j/qmFAvfT5i1Gdb4bTKiBw/screen-shot-2019-07-11-at-4.06.51-pm.png)
E não é que em 2021, a postagem “patrocinada” de uma celebridade no Instagram que mais rendeu dinheiro foi a do português Cristiano Ronaldo?
Para cada post na sua conta (que tem mais de 380 milhões de seguidores), CR7 cobrou US$ 1,6 mi! O argentino Lionel Messi tem 294 milhões de seguidores e cobra US$ 1,17 mi.
CRISTIANO RONALDO TEVE O POST MAIS CARO DO INSTAGRAM EM 2021
A indústria de influenciadores, como vem sendo chamada há alguns anos, vem dando espaço para um novo termo, a Creators Economy. Nela, os criadores de conteúdo vão muito além do que produzir conteúdo ou postar nas redes sociais, eles geram negócios, desenvolvem parcerias e criam verdadeiros ecossistemas no entorno de suas marcas. De acordo com a CB Insights, em 2021, a Creator Economy movimentou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo, uma alta de 30% em relação ao ano de 2020.
Para 2022, a perspectiva é que essa indústria se consolide, sobretudo no Brasil. Parte importante desse movimento tem relação direta, atualmente, com o live-commerce, geração de conteúdo ao vivo que se propõe a vender produtos e serviços. Apesar da evolução na maneira de se enxergar o influenciador, ainda existe o básico, ou seja, os levantamentos que mostram o valor cobrado de um post. Neste, da consultoria Statista, um balanço de 2021 mostra quais foram as celebridades e influenciadores com o post no Instagram mais caro considerando a média.
Veja o ranking com os dez mais caros de 2021:
Cristiano Ronaldo
O jogador do Manchester United cobrou, em média, US$ 1,6 milhão por post no Instagram. Na plataforma, Cristiano tem 383 milhões de seguidores.
The Rock
O preço médio do ator e lutador The Rock é de US$ 1,52 milhão em uma conta de mais de 285 milhões de seguidores.
Ariana Grande
A cantora, que se apresentou no Fortnite este ano e tem 285 milhões de seguidores, cobra, em média, US$ 1,51 milhão por post na rede social.
Kylie Jenner
A empresária e modelo cobra, em média, US$ 1,49 milhão por post e tem 294 milhões de seguidores em sua conta no Instagram.
Selena Gomez
A atriz Selena Gomez, que conta com 284 milhões de seguidores no Instagram cobra, em média, US$ 1,47 milhão por publicação.
Kim Kardashian
Com 274 milhões de seguidores no Instagram, os posts de Kim Kardashian chegam a custar US$ 1,42 milhão.
Lionel Messi
O jogador do Paris Saint Germain, que está no topo dos melhores do mundo do futebol juntamente com Cristiano Ronaldo, tem um post avaliado em US$ 1,17 milhão em uma conta de 294 milhões de seguidores.
Beyoncé
Com seus 227 milhões de seguidores no Instagram, a cantora cobra, em média, US$ 1,11 milhão por post.
Kendall Jenner
A modelo e empresária com 208 milhões de seguidores no Instagram cobra US$ 1,05 milhão por cada post em sua rede social.

O jogador do Manchester United tem 383 milhões de seguidores no Instagram (Crédito: Getty Images)
Que loucura é essa ideia de Metaverso criada pelo Facebook. E há loucos que entraram nessa onda…
Dá para acreditar que existe especulação imobiliária nele e até terrenos são vendidos?
Quanto tempo vai durar isso, não sei. Mas há quem ganhará e perderá muito dinheiro...
Extraído de: https://www.tecmundo.com.br/mercado/229320-terreno-virtual-vendido-r-13-milhoes-metaverso.htm
TERRENO VIRTUAL É VENDIDO POR R$ 13 MILHÕES NO METAVERSO.
por Lucas Vinicius Santos
O metaverso é planejado por dezenas de empresas há alguns anos, mas a sua popularidade aumentou consideravelmente após o anúncio da entrada da Meta nesse mercado — inclusive, as criptomoedas relacionadas ao tema também subiram. Na última terça-feira (23), um terreno virtual situado em um mundo digital foi vendido por US$ 2,4 milhões, cerca de R$ 13,4 milhões na cotação atual.
De acordo com informações reveladas pelo comprador do terreno, Tokens.com, o espaço foi adquirido no metaverso da Decentraland — lá, os usuários podem comprar lugares virtuais, passear pelo mundo e até conhecer avatares de outras pessoas.
Dinheiro real no mundo virtual
Assim como outros espaços virtuais, a Decentraland é um metaverso que usa a tecnologia de blockchain para realizar transações. Inclusive, a compra foi considerada a mais valiosa já realizada na plataforma.
Conforme revelado pela Tokens.com, o terreno tem um tamanho total de 566 metros quadrados e é dividido em 116 sublotes, cada um medindo cerca de 5 metros quadrados. A companhia quer usar a área para eventos digitais de moda e venda de roupas de avatares, por isso o espaço foi comprado na Fashion Street.
Conforme revelado pelo CEO da Tokens.com, Andrew Kiguel, a aquisição faz parte de um conjunto de investimentos realizado pelo Metaverse Group, empresa subsidiária do site. Há alguns meses, outro terreno foi vendido por mais de US$ 900 mil (R$ 5 milhões) no mesmo universo.
Todas as transações da Decentraland são realizadas via MANA, criptomoeda baseada em ethereum. O ativo aumentou 400% após a revelação do novo nome da empresa responsável pelo Facebook, Meta, e pelo anúncio do novo metaverso.
Foto: Shutterstock. Extraída de: https://www.tecmundo.com.br/mercado/229320-terreno-virtual-vendido-r-13-milhoes-metaverso.htm
INTERNET – Vez ou outra, precisamos sumir das Redes Sociais e do Mundo Virtual em prol do Mundo Real: especialmente para resolver problemas e estar com as pessoas que amamos.
Uma reflexão em: https://www.youtube.com/watch?v=aXVPEA9XlUU
INTERNET E FANATISMO – Uma bolha? Um mecanismo de bipolarização?
No que as Redes Sociais estão atrapalhando a sociedade?
Entenda: https://www.youtube.com/watch?v=5xXOYlJufYI
As Redes Sociais potencializam qualquer coisa: da angústia à esperança, do consolo ao ataque, das paixões políticas à ojeriza dos debates.
Enfim, os algoritmos radicalizam as pessoas que sucumbirem aos macetes do Facebook e outros lugares da Web. Portanto: mantenha-se sóbrio no mundo virtual e acesse todos os lados para se manter lúcido digitalmente. Isso evita a ilusão e o fanatismo.

Não é assustador ver a quantidade de pessoas que fala sobre todo e qualquer assunto, com tom professoral (mesmo se equivocando), desrespeitando a opinião alheia?
Ao mesmo tempo, com uma dose de fanatismo nas Redes Sociais, desacreditam quem tem formação só porque pensam diferente!
Tempos difíceis… Saramago, nessa arte abaixo, diz tudo:
Se você desnuda o seu caráter ofendendo publicamente o próximo em Redes Sociais, o que dirá no seu íntimo diariamente ?
Orgulha-se disso?
Respeite. Sempre!

E o LinkedIn vai fechar sua operação na China, lançando um site genérico sem postagens.
Motivo?
Exigências do Governo Chinês (as mesmas que foram feitas ao Facebook, Twitter e tantas outras Redes Sociais). Ou seja: aceitar censura e controle das autoridades locais contra qualquer coisa que possa ser crítica ao Partido Comunista.
Viver numa ditadura, seja de Esquerda ou de Direita, deve ser horroroso, não?
Sobre esse tema, em: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2021/10/14/microsoft-vai-fechar-linkedin-na-china-e-criar-versao-sem-posts-de-usuarios.ghtml
Com o apagão do Facebook, Instagram e WhatsApp por 6 horas na última 2ª feira, viu-se algumas pessoas em desespero pela abstinência das Redes Sociais.
Isso é assustador, pois qualquer dependência é perigosa. Vivemos muito tempo sem elas, e não podemos nos tornar reféns das mesmas.
Por outro lado, memes hilários como este, abaixo, nos divertiram. Vejam só:
E Mark Zuckerberg resolveu os problemas do Facebook!
Como os memes proliferam, eis mais um: fez um “gato” para a Rede voltar ao ar…
O que será que aconteceu, não?
Usuários de 3 Redes Sociais (WhatsApp, Facebook e Instagram) estão reclamando: elas estão fora do ar desde a hora do almoço!
Se as pessoas estão se queixando porque a usam por ludismo, paciência. Mas para quem trabalha com elas, aí a coisa pega…
E aí, Zuckerberg, o que acontece? O Twitter e o Telegram, redes que não lhe pertencem, são muito mais instáveis…
Por questões pessoais, quis (ou precisei) ficar um pouco fora da Internet nesse final de semana. E fez bem…
Sabe aquele momento que você tem coisas mais importantes a fazer e pensar do que responder pacientemente um comentário mal-educado? Ou que você se silencia para não ser grosseiro? Ou simplesmente não tem disposição de ver entrando na sua tela assuntos cansativos e coisas que não lhe são prioritárias?
O mundo virtual tem seus limites. E o meu, quanto a ele, confesso, deve ser no momento em que ele “rouba tempo e humor” na vida real.
Fica a dica: se estiver em um dia problemático, evite a Web, especialmente as Redes Sociais. Esteja com as pessoas que você ama, apoie-as e seja apoiado. Será ótimo para sua paz interior, além da saúde mental. E aí, outra observação: a paciência, a temperança e o equilíbrio emocional devem ser trabalhados diariamente, moldando sempre nosso comportamento. Afinal, são elementos para a construção da paz.
Eu tenho muita preocupação com os vícios – sejam eles de qualquer natureza. E leio que, especialmente, os da Internet estão em alta.
Ficar preso às Redes Sociais é um dos perigos! E leio que o TikTok quer conscientizar os usuários sobre os perigos do uso excessivo.
Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/tiktok-pretende-educar-os-usuarios-sobre-os-efeitos-negativos-das-redes-sociais/
TIKTOK QUER EDUCAR USUÁRIOS SOBRE OS EFEITOS NEGATIVOS DAS REDES SOCIAS
Questões associadas à saúde mental não devem ser negligenciadas, nem esquecidas. Nesse sentido, o TikTok anunciou que vai implementar uma nova estratégia, para ajudar os usuários mais jovens a perceber os impactos negativos das redes sociais na saúde mental de cada um.
O guia da rede social pretende também encorajar o compartilhamento das histórias pessoais com o objetivo de ajudar quem possa estar travando batalhas semelhantes.
De nome “Guia do Bem-Estar”, a funcionalidade poderá ser utilizada no Centro de Segurança e dará cobertura a vários tópicos de relevo. Estando todos ele relacionados com a temática da saúde mental, destacam-se temas como os distúrbios alimentares, ansiedade e depressão. Através deste guia os usuarios podem se redirecionar para a visualização de busca que apresentarão resultados sobre os conteúdos.
Além de abordar os vários temas, o “Guia do Bem-Estar” do TikTok também encorajará os usuários a considerarem o impacto que compartilhar de histórias pessoais poderá ter nas batalhas que outros usuarios podem estar travando. Afinal, por ter um algoritmo tão específico, a rede social pode potencializar esses relatos e fazê-los chegar a muita gente.
O novo “Guia de Bem-Estar” é desenvolvido em parceria com Crisis Text Line, International Association for Suicide Prevention, Samaritans of Singapore, Live For Tomorrow, e Samaritans UK.
Antes desta nova estratégia, o TikTok direcionava os usuarios para linhas de ajuda aquando do surgimento de palavras ou frases consideradas um gatilho. No entanto, agora, a plataforma compartilhará conteúdos com todos os usuarios para que a comunidade possa se ajudar.
Estas alterações levadas a cabo pelo TikTok surgem na sequência de um estudo feito em 2019 que mostrou que três horas passadas numa rede social já podem surtir efeitos negativos na saúde mental de uma pessoa, principalmente dos usuarios jovens. Afinal, assim como acontece com o TikTok, 40% dos usuarios do Instagram têm idade inferior a 22 anos – só nos EUA, 22 milhões de adolescentes entram todos os dias na rede social.
Não sendo o debate sobre a saúde mental uma questão nova, com as redes sociais este ecoa muito mais. Portanto, é importante que as plataformas trabalhem no sentido de fazer os usuarios pensar duas vezes antes de compartilhar alguma coisa, assim como é importante apresentar meios para apoiar os mais vulneráveis aos conteúdos que por lá circulam.
Quando um “picareta” discorda de você, te ofendendo nas Redes Sociais, agradeça! As pessoas corretas não xingam.
Preocupe-se com críticas dos honestos, dos coerentes e dos sensatos. Dê ouvido a eles. Aos haters, educadamente desconsidere o dislike.
A internet é heroína para muitos e vilã para outras. Então, vale a dica: SAIBA usá-la!
Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=8hmCziTcTqk
Amigos, estou escrevendo também no Portal Futebol Interativo, um espaço muito bacana para a discussão do futebol.
O endereço é: https://www.futebolinterativo.com/blog/autores/rafael-porcari
Siga-me também nas outras redes:
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Te espero lá!
Que ótimo! O twitter andou fazendo uma “limpa” nos perfis fakes e deletou conta de robôs e outros trolls.
Perdi pouquíssimos (afinal, não tenho muitos, e quando percebo que é alguém mal intencionado, bloqueio… afinal a rede social é para quem se socializa, não para anti-sociais), mas vejo que artistas e políticos perderam bastantes!
Já imaginaram quanta gente perde tempo criando nicks falsos? Pra quê, se não foi por maldade…
Sua página na Rede Social pode te prejudicar a conseguir emprego?
Sim! Mas a perder também…
Em: https://www.youtube.com/watch?v=sVr_X3dTwY0
Se não é para ajudar, não atrapalhe!
Caso você seja a favor ou contra um lockdown, o seu direito de argumentar é válido. Vivemos uma democracia. O que não pode é: MENTIR!
Sendo uma pessoa importante, falar a verdade é mais necessário ainda. E lamento ler que o Deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, publicou uma Fake News sobre “ficar em casa faz o vírus proliferar”.
Escreveu ele no twitter:
“No lockdown as pessoas são condenadas a ficarem confinadas em casa, aumentando a proliferação do vírus.”
Como explicar que pessoas saudáveis, estando em casa, aumentam o vírus?
Uma pena. Para defender ou não um lockdown– insisto, é um direito seu – pode-se argumentar. Mas contar mentira, não!
Percebo que o Instagram e o Facebook travaram nesta 5a à tarde. Muitos com o mesmo problema?
Não se consegue ir à página inicial, tampouco postar qualquer coisa.
Curiosidade: uma coisa tão bobinha como essa, nos deixa tão preocupados? Cuidado com a dependência…
O Fanatismo cega. Quando eu criticava as picaretagens do ex-presidente Lula, automaticamente recebia o adjetivo de antipetista. Quando faço críticas a algumas atitudes “transloucadas” do presidente Bolsonaro, aí viro petista. Mas quando as publicações elogiam ou elogiavam um ou outro, neca. E ambas perguntam: e o Dória? Mas o cara não lê as postagens onde há críticas a ele, como as que fiz da vaidade e da ciência sem cientificidade!
Dá para o leitor mais apaixonado decidir?
Seriam os algoritmos do Facebook os grandes culpados? Será que toda vez teremos que postar dizendo que não somos comunista, coxinha, mortadela, bolsodória, blablablá? Ou ainda assim o radicalismo de quem lê faz questão em não entender?
Cada vez mais crente que sim: a paixão por política vicia e domina a pessoa.
Abordei esse desrespeito em: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

Pois é, amigos virtuais… o ambiente nas Redes Sociais está difícil, hein?
O que mais me impressiona é: as pessoas perderam a Educação!
Briga-se por política, por coronavírus, por religião… Cá entre nós: as pessoas não entendem que cada um pode ter a sua opinião, e essa é a BELEZA DA DEMOCRACIA?
Não brigue / ofenda / desdenhe de quem simplesmente pensa diferente de você.
Em: https://youtu.be/CqCQzajhwj0
Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.
Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.
Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.
MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Razões para praticar um “facebookcídio” (ou seja, cancelar sua conta no Facebook)?
Existem vários. Alguns em: https://www.youtube.com/watch?v=nCyUA4LBXnE
Calma! É apenas um repost para mostrar como o mundo se recicla e muda seus hábitos num período muito curto de tempo. Há apenas 10 anos, ganhava destaque o papel das Redes Sociais para a contratação de pessoas. E, o detalhe que chamava a atenção: o uso do Orkut, que nem existe mais! Compartilho:
Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:
Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm
SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS
por Carolina Stanisci
SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.
Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.
Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”
A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.
Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.
As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil. “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”
“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

Não gosto do estilo Trump de se relacionar. Como presidente, acertou em vários aspectos econômicos mas pecou em inúmeros outros sociais. A “sede do poder” demonstrada nos últimos dias assustou.
Porém, vejo que as Redes Sociais estão bloqueando suas contas, como Instagram, Twitter e Facebook. Aí eu não concordo, pois passa a ser censura.
Tanto a Extrema Direita quanto a Extrema Esquerda as usam. Porém, a liberdade de expressão e o direito de se manifestar devem ser sagrados (pois isso é democracia), e tirado do ar (ou processado criminalmente) quando a fala torna-se um crime. Por exemplo: mandar invadir uma instituição, determinar o ataque orquestrado contra a vida de alguém ou algo que o valha. Por posicionamento ideológico, seja qual for, nunca.
Se assim fosse, muitos adoradores das ditaduras cubanas e venezuelanas estariam fora das Redes Sociais, bem como os fanáticos teocráticos do Oriente Médio (incluindo líderes iranianos que escrevem sobre o fim do Estado de Israel).
Repito: não gosto do Trump (isso não quer dizer que eu goste do Biden), mas censurar, não. Punições somente nos casos citados, por se tornar crime.