– Até Gênios Erram!

Punir quem erra sem uma chance de conserto é burrice. Até gênios erram. Quer um exemplo?

Galvão Bueno, locutor excepcional e número 1 da Rede Globo, confidenciou que logo no seu primeiro trabalho cometeu um erro gravíssimo: errou o vencedor do GP de Fórmula no qual fazia sua estréia. Teve certeza da sua demissão, mas, felizmente, um diretor o seguro para uma segunda chance.

E se Galvão tivesse sido demitido?

Vale a pena pensar duas vezes antes de punir. Veja que depoimento interessante (extraído de: http://is.gd/NC9nQK)

ERREI O VENCEDOR DO GP

Galvão Bueno conta como deu a vitória ao piloto errado em sua estreia como locutor de Fórmula 1 na Rede Globo

Por Flávia Iuri

Fui para a Rede Globo há mais de 30 anos, no segundo semestre de 1981. Nas transmissões da Fórmula 1, minha estreia foi no Grande Prêmio (GP) da África do Sul, de 1982. Eu e o Reginaldo Leme (comentarista). A locução de Fórmula 1 é muito difícil. Comparável com a de um desfile de escola de samba. Você tem de entender o enredo. Não é como no futebol, em que está tudo ali para todo mundo ver. O cara chuta, faz falta. A bola vai para fora, o jogador faz o gol, perde o gol. A corrida tem tática de parada. É preciso entender se o carro está ganhando ou perdendo rendimento. Hoje, tenho as páginas de computador que me dão, volta a volta, a classificação, a diferença entre um carro e outro, a média de velocidades. Naquele tempo não tinha. Uma jornalista ajudava a montar o mapa da corrida. Fazíamos os cálculos manualmente e não podíamos tirar os olhos da pista.

Não havia parada para trocar pneus. Não havia reabastecimento. Se o pneu de alguém furasse, ele estava praticamente fora da corrida. Os carros iam do começo ao fim da corrida sem parada, as trocas eram raríssimas. O pneu do carro do Alain Prost furou. Ele parou no boxe, trocou o pneu e voltou. Mas, da nossa posição, eu não via a saída dos boxes. Só a entrada. E, depois de voltar, o Prost ultrapassou o René Arnoux. Não tive visão da ultrapassagem e achei que ele estivesse tentando tirar uma volta de atraso. Eu falava enfaticamente: ‘René Arnoux! Não há a menor possibilidade de ele perder a corrida. René Arnoux faz uma corrida espetacular. O Prost voa na pista, mas Arnoux tem uma enorme vantagem, de praticamente uma volta inteira. Não tem como perder. Não pode perder. É o René Arnoux! René Arnoux!’.

Daí chega a imagem da TV e mostra o Alain Prost recebendo a bandeirada. O vencedor era ele, que havia feito a ultrapassagem que não vimos. Na minha primeira corrida de Fórmula 1 na Globo, errei o vencedor. Olhei para o Reginaldo, em estado de semipânico, para pedir ajuda. Ele abriu os braços e fez cara de ‘não sei o que fazer’. Fomos para os comerciais. Quando a transmissão voltou, recomecei como se nada tivesse acontecido: ‘Esse Prost é um fenômeno, maravilhoso, sensacional. Entrou para a história! Furou o pneu, foi para os boxes, trocou pneu, voltou, tirou a diferença e ganhou a corrida. Fantástico! Fantástico!’.

A volta de Johannesburgo para São Paulo era um voo de oito horas e meia. Passei esse tempo todo pensando no que o Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, diretor da TV Globo) ia fazer. Existia essa mística sobre o perfeccionismo do Boni, que não admitia erros. Para mim, era certo que o Boni ia me demitir. Foi uma tortura. O evento seguinte era o Grande Prêmio do Brasil. O Boni até quis me deixar de fora, mas o Ciro José, na época diretor de esportes, me bancou. Lembro que a caminho do autódromo eu ainda disse para o Ciro: ‘Se eu aprontar outra dessas, estamos, eu e você, na rua’. Não foi preciso. Fiz a transmissão do GP naquele ano e em todos os anos seguintes. No mês passado, cobri meu 30o Grande Prêmio do Brasil pela Globo. Mas a estreia foi um susto.

– O Aprendiz: Programa da TV Record é uma boa ou não?

Posso ser apenas um chato com um julgamento rigoroso. Mas… tenho formação acadêmica há 16 anos em Administração de Empresas, trabalho na área há 20 anos, docente universitário de disciplinas do assunto há 13; tenho Mestrado na Área e Doutorado Incompleto. E me atualizo constantemente sobre Adm, e…

ASSISTI AO PROGRAMA APRENDIZ!

Amigos, tudo o que nós falamos sobre Assédio Moral foi praticado no episódio que assisti.

Peraí, a realidade, o verdadeiro cotidiano dos administradores não é bem aquele. Pressão no trabalho, busca de metas e outras dificuldades são normais e esperadas. Prática do assédio, má educação e constrangimento são outras.

Posso estar enganado, mas não é aquilo que ensinamos e praticamos no dia-a-dia… Parece realmente ser um programa de TV, mas cujo nome não faz jus à intenção dele.

– Os Felizes e os Infelizes no Trabalho: qual é a Profissão que traz mais Felicidade ao Profissional?

Quem disse que profissão rentável financeiramente está associada à idéia de satisfação na carreira?

A Forbes trouxe uma matéria interessante: profissionais felizes normalmente ganham menos do que os infelizes. E sabe quem está no topo da lista dos mais felizes no emprego? Religiosos (padres, pastores, rabinos e outros clérigos). O menos infeliz, na lista, seria Gerente de Marketing!

Abaixo, extraído de FORBES por UOL (em: http://is.gd/rhY2xo)

LISTA APONTA AS 10 PROFISSÕES MAIS FELIZES E AS 10 MAIS INFELIZES

O site da revista Forbes divulgou uma lista das dez profissões que mais contam com pessoas felizes e das dez carreiras que tornam os seus profissionais pessoas infelizes. O ranking é resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Um dado que surpreende é que a lista das carreiras que proporcionam menos alegrias está recheada de cargos de grande reconhecimento e bons salários; diferentemente da lista dos mais felizes, cuja remuneração não atinge patamares tão altos.

Os clérigos, por exemplo, ocupam o primeiro posto da lista dos mais felizes. Veja abaixo a lista completa:

MAIS FELIZES

MAIS INFELIZES

Clérigos

Diretor de tecnologia da informação

Bombeiros

Diretor de Vendas e Marketing

Fisioterapeutas

Gerente de Produto

Escritores

Desenvolvedor Web Sênior

Professores de educação especial

Especialista Técnico

Professores

Técnico em Eletrônica

Artistas

Assistente judicial

Psicólogos

Analista de Suporte Técnico

Vendedores de serviços financeiros

Operador de CNC
(Controle Numérico Computadorizado)

Engenheiros de operação

Gerente de marketing

 

– Pão-De-Açúcar: Ótimo Exemplo Social; Péssimo Atendimento

O que acha disso: bolsas de estudo desde os cursos técnicos até a pós-graduação. Idem aos filhos de funcionários!

Fantástico, né?

O Pão-de-Açúcar afirma que fará isso reduzindo os custos da empresa. Tomara.

Confesso uma grande admiração pela empresa por suas ações empreendedoras e inovadoras. Mas detesto ir às suas lojas. Extra, Comprebem, Pão-de-Açúcar… sempre sofro (sofria, pois não vou mais) nesses super/hipermercados!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270121-16363,00-O+BOLSA+FAMILIA+DO+PAO+DE+ACUCAR.html

O BOLSA FAMÍLIA DO PÃO DE AÇÚCAR

Por Roberto Viturino

Contratar e reter mão de obra para as funções mais básicas têm sido um problema para os varejistas. No Pão de Açúcar, a rotatividade em funções como caixa de supermercado e empacotador chegou a ultrapassar 40% nos últimos anos – fruto, principalmente, do aquecimento econômico, que gerou mais postos de trabalho no país. Para reduzir o alto turnover (sobretudo de mulheres), o presidente da empresa, Enéas Pestana, bolou um plano que prevê a distribuição de um pacote de benefícios. “Nosso objetivo é diminuir a rotatividade para 20% em 2012”, diz. O programa começou com a distribuição de um cartão contendo R$ 100 de crédito mensal para as funcionárias que têm filhos de até 5 anos. Elas podem usá-lo para comprar alimentos, produtos de higiene ou vestuário infantil nas lojas do grupo varejista. “Livramos parte do salário, que as mães podem empregar em outras coisas, como o pagamento de uma creche”, diz o executivo. Em seis meses, quase 15 mil mulheres receberam o benefício.

Em novembro, a empresa passará a dar bolsas de estudo aos funcionários (homens e mulheres). A escolha será livre – serão cobertos desde cursos de idiomas e técnicos até graduação e pós-graduação. “O principal alvo são as pessoas da base da pirâmide”, diz Pestana. O próximo afago, ele diz, serão bolsas aos filhos dos funcionários. Os benefícios irão custar R$ 30 milhões no próximo ano. Como não havia recursos previstos para isso, Pestana teve de usar a criatividade. “Convenci os acionistas a liberarem parte das economias oriundas da redução de desperdícios nas lojas.”

– Árbitros de São Paulo estão em Paz

Na Revista Virtual Terra Magazine, há o blog do jornalista Luciano Borges (Blog do Boleiro, acesse-o em: http://is.gd/SoLNih). E ele entrevistou o Cel. Marinho, presidente da Comissão de Árbitros da FPF.

Na oportunidade, foi questionado sobre árbitros terem medo de não serem escalados por pressão política. E ele respondeu que:

Hoje em dia, isso é quase impossível de acontecer (…) Hoje, o nível de preparação que o árbitro tem aqui, em São Paulo, e a cultura que nós colocamos fazem com que ele trabalhe tranquilo, sem nenhuma influência”.

Ora, em qualquer atividade profissional existe a pressão em diversas formas. Vendedores, por metas. Policiais, pela represália. Professores, pelo aprendizado. E árbitros, pela necessidade de maior número de acertos, pela manutenção do excepcional condicionamento físico, pela pressão do jogo em si, e, claro, pela pressão política.

Seria utopia crer que a pressão política não existe. Se assim fosse, todos os árbitros da categoria Ouro estariam indo a sorteio nas finais do Campeonato Paulista de 2011. Também não ocorreria o fato de suspeitas terem sido levantadas pelo Jornal da Tarde no episódio entre Palmeiras X Corinthians onde Paulo César de Oliveira foi sorteado. Aliás, lembremo-nos que um dia Paulo César de Oliveira foi suspenso por errar num jogo Grêmio Prudente X Palmeiras – mas por questões técnicas, nunca políticas, correto?

O grande problema em geral de todas as federações é: independência. Presidente de Comissão de Árbitro NÃO DEVE receber dirigente de clube para ouvir queixas. Mas isso é permissível hoje.

Todo árbitro, após o jogo, tem o seguinte ritual:

1º) Agradece a Deus pelo término da partida.

2º) Se questiona se foi bem ou mal.

3º) Levanta a dúvida: será que alguém da Comissão de Árbitros está aqui? Será que viram meus acertos ‘in loco’?

4º) Se intranqüiliza: será que algum dirigente do clube A ou B vai reclamar na Federação por algum lance?

5º) Projeta: estarei na rodada de domingo ou do meio de semana escalado novamente?

6º) Debate sobre tudo isso no coletivo, colocando essas idéias e dúvidas com os bandeiras.

7º) Liga para alguém da família e pergunta: e aí? Fui bem?

8º) Volta pra casa ansioso para saber dos desdobramentos de sua atuação.

Tais indicadores não são indícios de que se vive sobre pressão? E num futebol cada vez menos esportivo e totalmente business, a pressão política cada vez é maior. Antes, se preocupava em não errar contra os times grandes. Hoje, dependendo da situação, até erros contra equipes pequenas mas emergentes, como São Bernardo, Americana, entre outras, são preocupantes.

Sem dúvida, a maior pressão estará no próprio comandante da instituição: o presidente da Comissão de Árbitros, que ouvirá os lamentos dos reclamantes. Mas, como disse e reafirmo, NÃO DEVERIA RECEBÊ-LOS, como prova da sua independência. Só o fato de permitir que reclamem é uma demonstração de possível aceite.

Felizmente, como dito pelo Cel Marinho, os árbitros da FPF podem trabalhar tranqüilos. Não será erro contra time grande, assédio político, lamentações de equipes médias, fixação de política demagógica e nem a possibilidade de punições por calções de temporadas passadas que vetarão um árbitro. Amém.

E você, também acredita que não exista pressão política?

Abaixo, a matéria citada:

CHEFE DA ARBITRAGEM DE SP: É QUASE IMPOSSÍVEL POLÍTICA INFLUENCIAR ÁRBITRO

Jogador do Corinthians até este ano, Ronaldo tornou-se, nesta quinta-feira, membro do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014. O presidente do clube, Andrés Sanchez, já havia sido anunciado como diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Essa ascensão alvinegra ao poder do futebol nacional intensificou a discussão sobre a pressão aos árbitros para a última rodada do Campeonato Brasileiro, domingo (4), quando o Corinthians disputa o título com o Vasco.

Presidente da Comissão Estadual de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol, Coronel Marcos Marinho garante que os árbitros não apitam influenciados por questões políticas, como, por exemplo, o medo de não serem escalados para jogos futuros: “Hoje em dia, isso é quase impossível de acontecer”.

Vasco e Flamengo se enfrentam sob mediação de Péricles Bassols, do Rio de Janeiro. O clássico entre Corinthians e Palmeiras caberá ao árbitro paulista Wilson Luiz Seneme, de 42 anos, um dos cotados para apitar a Copa do Mundo de 2014 junto com Paulo César Oliveira, também de São Paulo, e Sandro Meira Ricci, do Distrito Federal.

Hoje, o nível de preparação que o árbitro tem aqui, em São Paulo, e a cultura que nós colocamos fazem com que ele trabalhe tranquilo, sem nenhuma influência – assegura Marinho, que assumiu essa função logo depois do escândalo de manipulação de resultados nas Séries A e B de 2005, ganhando autonomia.

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Uau: estou tomando um remédio forte, e assim como José Simão tem seu colírio alucinógeno, o meu comprimido leva aos mais impressionantes delírios. Tive a impressão de estar na Vila Xurupita, no jogo dos Anjos X São Belarmino. E o juizão, um moreno forte, arrebentou. Mas não é que o coitado do homem se deu mal? Vi um francês que apitou de bermuda cinza e se escafedeu. E um branquelo na geladeira por cair um coqueiro. E outro que passou pelo freezer após um temporal em São José (dos Campos ou do Rio Preto?). Na escuridão vi uma cartela de bingo. E a câmera chegou às 14h. Santa Bárbara, protetora dos raios, rogai por nós.

Vou mudar de medicamento, virei apocalíptico. Cruz credo.

(No Apocalipse de São João, existe a forma literária de linguagem chamada ‘apocalítica’. São João, o Evangelhista – não o Batista – o escreveu de maneira figurada, com termos da cultura do meio que vivia, usando dos simbolismos de sua gente para se comunicar. Soldados romanos, que o encarceravam, nada entendiam; achavam inclusive que o discípulo que se intitulava “aquele que Cristo mais amava” teria enlouquecido…)

– Apelação da FPF?

A Federação Paulista de Futebol está realizando os testes físicos para os árbitros, visando a temporada 2012. Ocorrerá nos dias 30/11, 01/12, 02/12 e 03/12.

Nos 3 primeiros dias, ocorrerá aqui em Jundiaí, na nova Pista de Atletismo entregue pelo Prefeito Miguel Haddad há 10 dias. Moderna, com os padrões internacionais, substituiu a antiga pista de areia do Complexo Esportivo Nicolino de Luca (o “Bolão”). No último dia, ocorrerá em São José do Rio Preto.

Tudo muito bom. Oferecer aos árbitros uma pista de ótima qualidade é importante. Mas aí vem a observação de como falta profissionalismo à entidade, que muito cobra dos árbitros e pouco oferece à eles.

Vejamos:

1-O teste ocorre em Jundiaí na 4ª, 5ª e 6ª feira, em dias de virada de mês. Ora, se o árbitro não é profissional, fica fácil pedir à empresa para que o libere nesses dias tão importantes, não? Solicitar ao patrão uma folga no dia 30 ou dia 01 é sensacional…

2-Árbitros que moram vizinhos de Jundiaí terão 3 dias de escolha. Árbitros vizinhos de S. J. do Rio Preto só o sábado. Mas e quem mora em cidades mais distantes? E os outros pontos do Estado de São Paulo? Só duas sedes?

3-São Paulo será o centro dos árbitros da Copa do Mundo de 2014. Mas terão um centro de treinamento adequado para eles? Custa crer que a cidade de São Paulo não tenha uma pista de atletismo disponível para seus árbitros e tenha que pedir emprestado às outras cidades. A propósito, se a FIFA desejar, pode concentrar os árbitros aqui na Terra da Uva, pois, afinal, a cidade é bem localizada, a pista de atletismo é boa, o estádio Jaime Cintra pode ser utilizado para outros treinos técnicos, possuímos bons hotéis, além, claro, da boa qualidade de vida de Jundiaí e seus belos pontos turísticos.

4-É incrível imaginar que a Federação de futebol mais rica do Brasil não tenha seu próprio Centro de Treinamento. Acordos com clubes e utilização de estádios para treinamento de árbitros mostra a fraqueza da infraestrutura. Já não era tempo de construir um?

Cobra-se muito profissionalismo dos árbitros; mas não se devolve nada à eles…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Estudantes que Cursam o que Gostam são Minoria em SP

A Veja SP desta semana traz uma pesquisa interessante sobre os estudantes paulistanos:

28% dos estudantes escolheram uma faculdade por desempenhar a atividade profissional e/ou exigência profissional (não é a escolha que gostariam)

36% dos estudantes, depois de graduados trabalham na área que gostam.

Especificamente, a percentagem dos estudantes que escolhem estudar no que gostam é:

Administração: 18%

Artes: 11%

Comunicação: 10%

Direito: 9%

Engenharia: 9%

Abaixo, a matéria:

ESCOLHA SEM FUTURO

(…) Um levantamento mostra que 72% dos candidatos paulistanos escolhem o curso de nível superior motivados por aspectos pessoais e só metade deles segue carreira na mesma área após a formatura. Os outros 28% (continua em… Http://veja.io/educ)

– Galvão fora do Brasileirão para sempre! Que pena.

Segundo Keila Jimenez, da Folha de São Paulo de hoje, Galvão Bueno não narrará mais jogos do Campeonato Brasileiro. O competentíssimo narrador já houvera declarado que se aposentará em 2014, depois da Copa do Mundo do Brasil.

Assim, tirando outros eventos Top atuais da Globo como F1 e o MMA, Galvão só aparecerá em jogos de futebol da Seleção. Mais espaço para Milton Leite, por exemplo, para se firmar nas transmissões do torneio nacional.

Galvão é amado e odiado. Escrevi isso sobre seu ufanismo e profissionalismo em: http://is.gd/8o5FjB .

– Profissionais se Dedicam Conforme a Possibilidade

Intelectual aluga o cérebro, Trabalhador Braçal aluga os músculos, Prostituta aluga a fantasia

Ruth Escobar

Cada um faz o que pode na oferta de trabalho. Concorda ou discorda desta lógica?

– O Ufanista: o ódio e o amor ao Galvão Bueno. Pilotos Brazucas e Vettel.

Galvão Bueno é o cara. Goste ou não dele, o sujeito é acima da média. Conheço muitos que o assistem por prazer, e outros que o assistem para poder criticá-lo.

Mas não tenha dúvida: ele é excepcional. Numa corrida que não vale nada, consegue trazer emoção ao GP de Fórmula 1 do Brasil, que neste ano ficou esvaziado pela decisão antecipada.

No treino, gritou ufanisticamente:

Vai Massa, vai Senna, vai Barrichelo. Quem sabe é agora. Interlagos merece o 8º, 9º, e 10º lugar”.

Ah, vai dormir, Jacaré!  Ao invés da briga pela Pole-Position, nossos pilotos estão lá atrás. E mesmo assim (com o ridículo pedido) o Galvão consegue trazer euforia.

Respeito demais o Rubinho; entendo a fase do Massa pós-acidente; e torço pelo Bruno Senna. Mas a disputa Piquet X Ayrton… não veremos mais.

E o Vettel? É a cara do campeão moderno. Preparado para ser ídolo. Ícone de uma nova geração. Competente. Carismático. Nada mais a dizer.

– Árbitro Alemão, Congresso de Arbitragem Brasileiro e Ações Práticas: a distância é extrema…

Dias atrás, na Alemanha, o árbitro da 1ª Divisão da Bundesliga (Campeonato Nacional), Barak Rafati, tentou o suicídio. Ele estava escalado para o jogo entre Colônia X Main e os bandeiras o encontraram com os pulsos cortados no banheiro do hotel em que se hospedavam, horas antes da partida.

Muito se especulou sobre os motivos. Mas o presidente da Comissão de Árbitros alemã, Herbert Fandel, declarou, segundo o Uol Esportes (clique em http://is.gd/uXQRNq para a citação):

Os árbitros são criticados e colocados na opinião pública (…) Nos últimos anos, as decisões dos árbitros estão sendo colocadas no centro das atenções da mídia e muitas situações que não são claras são interpretadas contra o árbitro, e isso se soma ao comportamento desrespeitoso de alguns treinadores, funcionários e jogadores.”

Ou seja: tanto lá como cá, os árbitros são culpados por tudo. E a queixa do dirigente é objetiva, já que ele lembra que erros de grande dificuldade, não-claros, sempre são criticados (às vezes, por pessoas que nem entendem das Regras do Jogo). E o árbitro citado houvera sido eleito, pela 3ª vez, como o pior árbitro do Campeonato Alemão pela conceituada revista Kicker. Tudo isso, somado ao ambiente de unfair-play e desrespeito criado contra os árbitros de futebol, poderia ter culminado nessa tentativa de suicídio, segundo Herbert Fandel.

Claro, seria exagero afirmar que ele tentou se matar por culpa dos percalços da carreira na arbitragem… mas… o que isso tem a ver com o tema do post?

Tudo a ver!

Concomitantemente, em Florianópolis, era realizado um Congresso de Dirigentes Sindicais de Árbitros, organizado pela ANAF (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol). Presidentes de Sindicatos de Árbitros de quase todo o Brasil estavam na aprazível capital catarinense (ninguém faz Congresso em Cubatão, Franco da Rocha, Francisco Morato… – só em local turístico de belezas naturais incontestáveis) e, ao invés da concentração de esforços sobre temas que busquem respeito aos árbitros de futebol, priorizando tópicos como os do relato crítico do dirigente alemão (que são situações idênticas às nossas), houve tempo para homenagens a dirigentes do apito, entre eles, o presidente da Comissão de Árbitros, Sérgio Correa da Silva.

Nada contra a figura do presidente. Mas ‘homenagear por bons serviços prestados à arbitragem o presidente da CA-CBF’ não é esnobar o tempo escasso, em oportunidade não corriqueira, onde coisas mais importantes deveriam ser discutidas? Aliás, é curioso: confesso ser ignorante o suficiente em ter na lembrança algum sindicato homenageando o patrão.

A pergunta é: o que de prático resultou do Congresso da Anaf? O que mudou e mudará na vida de cada árbitro? Afinal, quem manda e os que representam os mandados estavam juntos reunidos.

Infelizmente, a resposta parece ser evasiva mesmo…

– Domingo de trabalho, mas com tempo para Deus e para a Família

Sou vítima do mundo globalizado e assim como milhares (ou milhões) de brasileiros tenho que trabalhar aos domingos.

Mas dá para se virar, acordar cedo e tentar conciliar as coisas que mais importam na vida: Deus e a Família.

Que tal um minutinho de reflexão nessa manhã?

Olha que legal: por coincidência, estou com um CD no meu computador aqui no meu serviço com “Oração da Família”, coleção: “A canção e a mensagem”, do padre Zezinho, SCJ.

Compartilho a letra, já que não dá para disponibilzar a melodia:

ORAÇÃO DA FAMÍLIA

Que nenhuma família comece em qualquer de repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

Que marido e mulher tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!

Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

– Trade Dress em alta na Administração de Empresas?

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– Profissionalismo e Sinceridade no Futebol. Dá Confusão?

E como dá!

André Lima, atacante do Grêmio, contestado por alguns pela sua qualidade técnica, se recusa a ser negociado pelo clube gaúcho e consequentemente ter que jogar no Palmeiras. Parece que o clima no Verdão assusta a qualquer um e impele que jogadores até desse nível o recusem. A que ponto o Palmeiras chegou… pelo menos, o jogador mostrou sinceridade.

Já o Corinthians assedia Kleber Gladiador, ex-palmeirense que freqüentava as quadras da Torcida Organizada da Mancha Verde e jurava amor pela “causa”. Depois de tentar trocar o clube pelo Flamengo, o amor acabou e até carteirinha da Gaviões da Fiel apareceu. Mas o agente do atleta não quer saber se sentimentalismo algum, pois, afinal, seu cliente é um profissional.

Sinceridade e profissionalismo são terminologias usadas a belprazer no futebol…

– A Polêmica da Jornada Móvel de Trabalho do McDonald’s: trabalho escravo?

O que você pensa sobre isso?

Funcionários são chamados a trabalhar em horários a mais da sua carga horária,  de movimento nas lojas, sem o pagamento de hora-extra; os horários são modificados na chama “Jornada Móvel de Trabalho” (termo criado pela empresa para explicar o regime de trabalho dos seus funcionários), onde a conta das 44 horas semanais não fecha e holerits podem vir alterados?

Pasmem: esse é o cenário mostrado pela Comissão de Defesa da Pessoa Humana, ontem, na Assembléia Legislativa de São Paulo, contra o McDonald’s, configurando trabalho escravo!

E veja que curioso: o McDonald’s está em quase todas as listas de “Melhores Empresas para se Trabalhar”.

A Comissão de Defesa extrapola nas acusações ou o McDonald’s mascara o trabalho de seus empregados?

Abaixo, extraído do site da AL: http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.4b8fb127603fa4af58783210850041ca/?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&id=15ad3c600b983310VgnVCM100000600014ac____

DIREITOS HUMANOS OUVE REPRESENTANTE DO MCDONALD’S SOBRE TRABALHO DEGRADANTE

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT) ouviu, nesta quarta-feira, 9/11, Pedro Parisi, diretor de Relações Governamentais da Arcos Dourados Comércio de Alimentos Ltda., empresa responsável pela franquia McDonald”s no Brasil. 
Com o auditório lotado, a reunião contou com a presença de representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Apart-Hotéis, Restaurantes, Bares, Lanchonetes e Similares do Estado de São Paulo (Sinthoresp), que apresentou vídeo com denúncia (apresentada ao Ministério Público em 1995) a respeito de supostas estratégias utilizadas pelo McDonalds para pagar menos de um salário mínimo aos seus funcionários. 

De acordo com o Sinthoresp, o funcionário permanece à disposição da empresa, sendo chamado para o trabalho somente quando há movimento na loja, e recebe apenas pelas horas trabalhadas. Holerites com ganhos entre R$ 70 e 200 foram mostrados para corroborar a informação. Advogados do sindicato afirmaram que o McDonalds se utiliza da “jornada móvel e variável de trabalho, que, na prática, deixa o funcionário sem ter conhecimento do quanto trabalhará e, consequentemente, do montante que receberá. Tal jornada seria uma forma de esconder a estratégia da empresa de exploração dos trabalhadores. 

O deputado Carlos Bezerra Júnior (PSDB) informou que 42 deputados já assinaram pedido de CPI para investigar o trabalho escravo no Estado de São Paulo, e pediu sua instauração imediata diante das graves denúncias apresentadas, apesar da fila de pedidos de CPIs que precedem à do trabalho escravo. 

OUTRO LADO – Pedro Parisi afirmou que o McDonalds tem uma política de inclusão do jovem, uma vez que metade de seus funcionários está no primeiro emprego e tem menos de 18 anos. Assegurou que a empresa investe maciçamente em capacitação de seus funcionários e que o objetivo da jornada móvel de trabalho é dar flexibilidade ao jovem que estuda. Exemplo disso seria o fato de que os estudantes são dispensados em semana de prova, quando solicitam. 

Disse também que os funcionários são consultados sobre a tabela de jornada de trabalho e, juntamente com o gerente da loja, definem o funcionamento dela. Alegou que desde junho do ano passado foram instalados pontos eletrônicos com sistema biométrico em todos os restaurantes da rede, garantindo absoluto controle das horas trabalhadas, por parte da empresa e dos funcionários. 

Depoimentos – Ex-funcionários do McDonalds, presentes na plateia, deram seus depoimentos, negando as afirmações de Pedro Parisi. Disseram que sofriam humilhações, trabalhavam em condições insalubres, não tinham treinamento adequado e os salários eram indignos. 
“O McDonalds promove uma jornada criminosa”, opinou a advogada do Sinthoresp, Ethel Pantuso. Segundo ela, a empresa impõe ao trabalhador um contrato que o obriga a ficar à disposição 44 horas semanais, podendo trabalhar apenas 10, sendo informado do turno que trabalhará (manhã, tarde ou noite) com 30 dias de antecedência, o que impossibilitaria seus estudos. A denúncia apresentada pelo sindicato foi julgada procedente no Paraná, que considerou ilegal a jornada móvel de trabalho, mas foi negada em São Paulo. 
Após as indagações dos deputados e da plateia aos representantes do McDonalds, sobre as denúncias em questão, o diretor de recursos humanos da Arcos Dourados, João Germano, deu depoimento pessoal sobre sua trajetória no McDonalds, contando que começou fritando batatinhas” e chegou a um cargo de diretoria. Assegurou que desconhece a prática de exploração indigna do trabalho na empresa e se comprometeu a apurá-las. Pedro Parisi se disse “assustado” com as denúncias, alegando que também pretende apurá-las como puder. 
Ao encerrar a reunião, Adriano Diogo declarou que as respostas “evasivas” dos convidados se configuram como uma enrolação, e que isso não seria admitido em CPI, que tem os poderes de investigação equivalentes aos do Judiciário. Concluiu pedindo sua imediata instalação, para que as denúncias sejam apuradas de forma mais profunda e efetiva. 
Participaram da reunião os deputados Leci Brandão (PCdoB), Marcos Martins (PT), Rafael silva (PDT), Dilmo dos Santos (PV), Heroilma Soares Tavares (PTB) e José Cândido (PT).

– Mr Bean e Barrichello

Curioso: o ator Rowan Atkinson, o Mr Bean, é o entrevistado da semana na Isto É por Elaine Guerini. E sabem do que ele mais gosta nos momentos de lazer? De automobolismo brasileiro!

Seu ídolo confesso: Rubens Barrichello. O admira pela competência e pela longevidade.

Também o admiro. É um profissional de talento indubitável, embora seja gozado por muitos. Mas veja o saldo bancário dele e o tempo de profissão para dizer que não é vencedor…

– As Principais Causas de Demissão no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois, em sua coluna no jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

FOFOCAS NO TRABALHO;

JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

– Agressões no Futebol: A Culpa é de Quem?

Dias atrás, quando o atleta da S.E. Palmeiras João Vitor foi agredido por torcedores, vários jogadores e dirigentes se manifestaram publicamente. Andrés Sanches, presidente do arquirrival Corinthians, disse que numa situação dessa, a equipe não deveria entrar em campo e que deveria-se paralisar o campeonato!

Ontem, o árbitro gaúcho Jean Pierre, que havia apitado América X Corinthians, foi agredido (com seus auxiliares) durante conexão em São Paulo. Fizeram o boletim de ocorrência, onde se registrou que eram torcedores do Corinthians. E depois de meia-hora, a PF os liberou!

– Nesse episódio, houve o mesmo impacto de manifestações e a mesma indignação como a do caso João Vitor?

– Andrés Sanches sugeriu que os árbitros não entrassem em campo, como no episódio do jogador palmeirense? Deixará de fazer reclamação formal contra o árbitro, em compaixão?

(Interessante que reclamará do pênalti mal marcado contra; o pênalti a favor, se esqueceu…)

A ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol – está se mobilizando para que a CBF tome providências, ou essas entidades não gostam de entrar em atrito?

– Os árbitros se manifestaram em conjunto?

Amigos, fica a observação: futebol é esporte! E quando agressões começam a acontecer com frequência, algo está errado. Daqui a pouco, o alvo pode ser até mesmo jornalistas que defendam algo contrário ao desejo dos dirigentes (lembram-se do episódio do Milton leite com o Vasco da Gama e seu dirigente imperador?)

Aí vemos com o conceito de que o futebol é business, negócio, evento. Ok. Que providências devem ser tomadas quando o agredido é o único elemento não-profissional desse futebol-empreendimento comercial? E que com frequência acaba sendo ele- o trabalhador amador do sistema – a levar a responsabilidade da incompetência das equipes em campo?

Claro que a arbitragem brasileira está num momento crítico e os dirigentes não dão a devida atenção, mas é de uma tamanha irresponsabilidade ouvir discursos OFICIAIS de que o Corinthians tem DVD de erros da arbitragem“, ou da fala de Luiz Felipe Scolari jogando a culpa pelos resultados na arbitragem, como foi dito contra o Coritiba, de que não consigo entender o critério do Alício, o jogador que sofreu a falta estava 5 segundos depois em pé, apesar dela ter sido por trás, e ainda assim expulsou meu atleta“.

É fácil jogar os erros nas costas de quem já está cambaleando. O problema é: uma hora ou outra, algum torcedor fanático, iludido por chororôs descabidos e persistentes, fará alguma bobagem maior. E a culpa será de quem?

Zezé Perrela pintou e bordou no  final de 2010. Qual a punição por chamar o presidente da CA/CBF de ladrão e dizer abertamente que havia esquema?

Escrevo esse texto neste final de segunda-feira. Até agora, não há uma linha no site da CBF ou da ANAF sobre o episódio. Os primeiros que deveriam se manifestar, nada fizeram. Parece que nada aconteceu ou isso é algo corriqueiro ou um fato desprezível.

Por fim: Já que a CBF obriga os árbitros a comprarem suas passagens aéreas pela Pallas Eventos Esportivos, por que não sorteia árbitros de mesmos estados e os faz ir de vôo direto, sem escala na terra dos torcedores das equipes envolvidas (já que ela se preocupa tanto com o bem-estar dos árbitros)?

E o pior é acreditar que os agressores já estão impunes e pronto para agirem na próxima semana. E a cada rodada do término do Brasileirão, mais dirigentes, treinadores e jogadores incentivam tais atos, inconscientemente fometando a violência contra os árbitros.

Triste ver que isso ainda acontece justo no país da Copa, no celeiro de craques e terra de cartolas vitalícios. Imagino que ontem, no luxuoso hotel onde se encontraram Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero, Jeromè Valcke e o nobre deputado da bancada da bola, Vicente Cândido, tenham discutido tal problema.

Ou será que isso não é problema?

Antes, a preocupação era quando o árbitro saía do estádio, com a meia dúzia de bêbados que ficavam no portão dos vestiários.  Hoje, temos que nos preocupar inclusive no aeroporto. Evoluímos…

Gente, não vamos esperar outro “Escobar”, jogador colombiano morto por um torcedor. Façamos algo! Ou será que vão tomar providências somente quando um dirigente de Federação for agredido? Ah, mas eles só andam com segurança…

– Visão Profissional de Max Weber versus Visão Profissional de Andrés Sanches

O mundo do Futebol, se comparado ao universo da Administração de Empresas, nos permite estudos de casos e debates fantásticos.

Ontem, o presidente do Corinthians Andrés Sanches, em entrevista ao repórter Fábio Seródio da Rádio Jovem Pan, disse a respeito do atacante Adriano e seus costumeiros festejos, ao ser indagado sobre as dificuldades do atleta em seu processo de recuperação:

Não sou babá dele, na folga ele faz o que quiser

(Áudio em: http://jovempan.uol.com.br/videos/no-sou-bab-dele-na-folga-ele-faz-o-que-quiser-61717,1,0)

A declaração se baseia em que o mandatário do Corinthians não se importa com o consumo de álcool, festejos ou condutas do jogador fora do horário e do ambiente de trabalho. Em suma, na folga, tudo pode (embora o atleta esteja afastado do time se recuperando fisicamente).

Qualquer profissional do futebol dirá que o descanso ajudará na recuperação, que evitar o consumo de álcool fará bem, que o resguardo o ajudará a voltar ao trabalho mais cedo…

Porém, caímos numa discussão: o que é ser Profissional nos dias atuais?

Na última semana, discutimos com estudantes em Administração o conceito sobre Profissional, dentro da visão Weberiana.

Max Weber, um dos mais árduos defensores do capitalismo e contraponto das idéias de Karl Marx em seu tempo, é pai da Sociologia da Burocracia, obra que desencadeou em valorosos conceitos em Gestão de Empresas & Profissionalismo. Max Weber era alemão, e considerado um gênio na sua época. Formado em Economia, Direito, Sociologia, Filosofia, Teologia e Música (ufa!), das suas idéias na virada do século XIX/XX surgiu o conceito na década de 30 de que o Profissional era:

um indivíduo dedicado à sua instituição, onde teria no seu emprego, que é a fonte de renda que lhe custeia a sobrevivência, sua principal atividade. Na empresa, o homem é ocupante de um cargo, e por tal motivo, deve aceitar os interesses organizacionais acima dos seus interesses individuais, capaz de representar a empresa em qualquer ambiente, dando-lhe exclusividade e sendo remunerado de acordo com o seu empenho”.

Em outras palavras, o profissional é aquele que representa a empresa durante o horário de trabalho e fora dele; é a imagem da organização, pois leva o nome da mesma por estar vinculado a ela. Deve-se dedicar a uma única instituição, pois não seria cabível dividir seu tempo com outra atividade (uma das duas seria prejudicada). Deve se cuidar para não afetar seu rendimento. E, por fim, ganhará muito bem como recompensa de tais exigências.

Exemplos práticos?

– Um médico poderia abusar de bebida alcoólica e ir dormir tarde, sendo que as 7:00 da manhã tem uma cirurgia delicada marcada?

– Um esportista pode descumprir ordens da sua equipe, mesmo que sua vontade seja diferente da do time? (vide Rubens Barrichello no GP da Áustria, anos atrás, onde teve que abdicar da vitória em prol do seu companheiro Schumacher, a pedido da Ferrari).

– Um executivo de multinacional poderia ter comportamento discriminatório, provocando debates sociais levando a consumidores a boicotarem seus produtos, por culpa da opinião pessoal dele em tema polêmico?

– Dirigentes de clubes de futebol poderiam abrir mão do precioso tempo de suas empresas a fim de dedicarem-se aos seus clubes, sem remuneração, apenas por paixão?

Enfim, dentro do conceito weberiano/burocrático, o profissional é o indivíduo dedicado à instituição, que deve ter uma conduta dentro e fora da organização irrepreensível, pronto a atender a empresa a qualquer instante, e que deverá ter um alto salário como compensação.

Claro que há outros conceitos profissionais nos dias de hoje, transformando a questão “ser profissional” muito subjetiva. Para uns, o funcionário da empresa leva o nome da empresa para todos os lugares em que freqüenta, e por isso deve ter cuidados com o que faz. Para outros, fora do horário de trabalho, o vínculo deixa de existir e pode-se fazer o que bem entender.

Em tempos de saudável democracia, convém-se acreditar que o profissional é aquele que cumpre seus deveres com a empresa e que suas ações particulares são inquestionáveis. Mas aí temos o dilema: tudo que é permitido, de fato, é devido? Nem tudo que se pode, em muitos casos, deve-se fazer, pois há se confunde permissividade absoluta com irresponsabilidade desregrada.

Um atleta de futebol em recuperação, embora possa no seu horário de descanso fazer o que bem entender (beber, fumar, festejar), deve ter cuidados? Alguns atos não poderiam retardar sua plena forma, prejudicando a equipe?

O que você pensa sobre isso: ser profissional no século XXI é algo diferente do que em outras épocas?

Encerrando: lembro-me do caso da jornalista Soninha, apresentadora de um programa para adolescentes na TV Cultura, demitida por declarar à Revista Época que consumia maconha e defendia a liberação. A justificativa, na oportunidade, é que tal declaração pessoal não era condizente à filosofia profissional e educacional da emissora. Misturaram opinião pessoal com conduta profissional?

– Árbitro pedir camisa de jogador. Pode?

Claro que não. Por motivos óbvios e exemplo práticos, explico:

Normalmente, as grandes equipes costumam entregar kits aos árbitros. Calma, nada de tentativa de suborno, mas souvenirs, lembranças da sua passagem por aquele estádio. Chaveiros, canetas ou camisas. Brindes, em geral.

Pequenas e médias equipes também fazem isso eventualmente, dependo da condição financeira. Certa vez, em Lençóis Paulista, tanto a equipe de arbitragem e os adversários ganharam cestas de chocolates do patrocinador local, que era o fabricante das guloseimas. Em outra oportunidade, em Americana (a equipe do Rio Branco sempre fazia isso), cortes de tecido (a cidade é conhecida como “tecelã”). Em São Carlos você ganhava toalhas. E por aí vai.

Até esse ponto, do oferecimento ser souvenir, tudo bem. Ou algum árbitro se venderá por uma camisa de clube? Claro que não.

Dar uma lembrança e aceitar/ou não, independente do placar, é até mesmo uma questão educacional.

O problema passa a ser o seguinte: PEDIR.

Vi muitas vezes colegas de arbitragem pedirem camisas. Nunca o fiz, pois sempre achei deselegante, e confesso que nunca tive motivos para pedir também. Ganhei, e confesso também, camisas de todos os grandes clubes de São Paulo, que foram por mim doadas. Sempre as recebi com os demais integrantes e nunca sozinho.

Em algumas situações como quarto árbitro, já passei pela delicada situação de árbitro me pedir para solicitar aos dirigentes camisas. Não o fiz por achar apelativo.

Quando a partida foi disputada sem problemas, se não houve polêmica, se tudo ocorreu bem, se por ventura o árbitro sacar da sua mala uma camisa para ser autografada pelo craque do time à um amigo torcedor, penso que tudo bem (embora não faria isso). Já presenciei isso também.

Algo complicado: árbitros que recebem camisas de brinde e as revendem. Isso também já aconteceu. Faturar em cima da gentileza de alguém. É mercenarismo.

O problema em pedir é a contrapartida da equipe em caso de derrota. Já vi dirigente levando camisas antes do jogo e reclamando ao término da partida: “assalta o time e ainda leva camisa”. Difícil…

A FPF proíbe seus árbitros de receberem qualquer coisa em seus vestiários. Presentes e agrados nem pensar.

A CBF, por sua vez, regulou a proibição de aceite em 2004, após a polêmica do dirigente do Vitória, Paulo Carneiro, ter acusado o árbitro Edilson Soares da Silva (lembram-se dele, o famoso Michael Jackson do apito?) de pedir camisas do Santos, após o término da partida Vitória 1 X 2 Santos.

No último sábado, Francisco Carlos Nascimento supostamente teria pedido a camisa de Neymar no jogo entre Santos 4X1 Atlético Paranaense. Repito: para quem ganha taxas de arbitragem num valor considerável e apita uma grande sequência de jogos, o valor de uma camisa é irrisório… Porém, o valor de estima é de ser “a” camisa do Neymar, a roupa em que ele vestia numa atuação de gala, onde a loja não possui; só quem esteve no espetáculo poderia obtê-la com maior facilidade.

O árbitro negou em entrevista, dizendo que foi Durval quem pediu seu par de cartões como lembrança. Mas mesmo se Chicão tivesse pedido, pelos lances polêmicos, seria indevido. Em outras situações, poderia ser estranho, mas aceitável. Antonio Lopes, treinador adversário do Santos, pediu afastamento sumário do árbitro (em: http://ht.ly/7drX5)

É uma questão de cultura. Mas e você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Sobre o jogo entre Santos X Atlético Paranaense, você pode ver a análise da arbitragem no site “Pergunte ao Árbitro”( http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/10/30/o-lance-de-alan-kardec-de-impedimento-passivo-como-defini-lo-analise-da-arbitragem-de-santos-x-atletico-paranaense/) ou no Blog do Professor Rafael Porcari (http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/10/30/analise-de-arbitragem-santos-x-atletico-paranaense-brasileirao-2011-29102011-pacaembu/)

– Casas Bahia é Condenada por “Quer pagar Quanto?” e “Olhou Levou”

Sabem aqueles dois chatíssimos e pegajosos bordões da Casas Bahia (citados no título)? Custaram R$ 5.000,00 à empresa.

Uma funcionária alegou que ele tinha duplo sentido, e por se sentir constrangida em usar um broche com essas palavras, processou a empresa.

Segundo o seu advogado, as expressões remetiam ao oferecimento de ‘sexo fácil e pago…

Para você, andar com o broche das Casas Bahia, dentro da loja, junto com outras pessoas com o mesmo uniforme escrito “Olhou levou (…) quer pagar quanto?” é apelativo para o empregado e remete à prostituição? O juiz que determinou a pena estava com ou sem razão?

Leia abaixo:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/996450-quer-pagar-quanto-faz-casas-bahia-indenizar-funcionaria.shtml

“QUER PAGAR QUANTO” FAZ CASAS BAHIA INDENIZAR FUNCIONÁRIA

A gigante varejista Casas Bahia foi condenada a pagar R$ 5.000 por danos morais a uma funcionária por tê-la obrigado a usar broches com os famosos bordões da empresa “Quer pagar quanto?” e “Olhou, Levou”. Por se tratar de uma decisão em segunda instância, ainda cabe recurso.

Para o desembargador Marcelo Antero de Carvalho, relator do processo, “a obrigatoriedade do uso de broches com dizeres que dão margens a comentários desrespeitosos por parte de clientes e terceiros configura violação do patrimônio imaterial do empregado”.

O acórdão da Sexta Turma do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da Primeira Região foi unânime em seguir o voto do relator.

Na defesa, a empresa alegou que o uso de broche fazia parte da política de vendas da companhia, que ele somente era usado quando havia promoção e seu uso era restrito às dependências da loja. A defesa também argumentou que os clientes sabiam que as frases e chavões lançados nos broches eram ligados às promoções.

VEXAME E HUMILHAÇÃO

Mas o TRT manteve a decisão da primeira instância, do juiz Eduardo von Adamovich, de que os broches com as expressões “Quer pagar quanto?” ou “Olhou, Levou” poderiam levar a situações de vexame e humilhações.

Segundo o acórdão, é irrelevante a ocorrência ou não de brincadeiras maliciosas, pois o uso do broche por si só configura a exposição da empregada a eventuais reações desrespeitosas de clientes e terceiros.

A decisão do tribunal reduziu o valor da indenização a ser paga pelas Casas Bahia de aproximadamente R$ 12 mil para R$ 5.000, alegando que o montante definido em primeiro grau era “desproporcional”.

Procurada pela Folha, a assessoria de imprensa das Casas Bahia disse que não se manifestaria sobre a condenação.

– Tevez Consegue unir os Rivais contra ele! As Camisas no Lixo de Carlitos!

Rivais históricos, torcedores do Manchester City e do Manchester United se uniram pela primeira vez. Motivo: o ódio por Carlitos Tevez.

O argentino não cumpre contratos por onde passa, e costuma esnobar seus contratos. Raivosos, os torcedores em comum contrataram caminhões de lixo para recolher tanto camisas do United quanto do City!

Hilário, o vídeo está em: http://www.miragens.abola.pt/videosdetalhe.aspx?id=14671 , e a pintura é personalizada pelas duas equipes!

– O que Motiva / Desmotiva nas Empresas

Na noite de ontem, em debate com os alunos sobre as idéias behavioristas na Administração de Empresas, questionamos os mesmos o seguinte:

1) O que mais lhe motiva em seu trabalho?

2) O que mais lhe desmotiva em seu trabalho?

Ironicamente, a resposta foi a mesma, na maioria, para as duas questões: o SALÁRIO.

Para quem respondeu que o salário motiva, alegou que é pelo dinheiro que se mantém na empresa, sendo o ambiente de trabalho e a tarefa em si desmotivadores.

Já para quem respondeu que o salário desmotiva, alegou que para não ficar parado se submete a tal remuneração; se pudesse, trocaria de emprego.

Outros alunos elogiaram ou criticaram o relacionamento com os colegas/chefia, clima organizacional e status do cargo. Porém, uma resposta me chamou a atenção:

O que em motiva é poder ver o que aprendo na faculdade, e é justamente isso que me desmotiva, pois minha empresa faz tudo ao contrário do que estudo com meus professores”.

Laboratório de trabalho ao pé-da-letra…

– A Chuteira Verde do Imperador: Amadorismo, Superstição, Medo ou Simplesmente… Tolice?

Segundo o Jornal Lance!, deste sábado, Duílio Monteiro Alves, diretor do Corinthians, se desesperou ao ver Adriano Imperador treinar com chuteiras verdes. Fez o atacante trocá-las, pois a torcida poderia interpretar mal.

Cáspita, é claro que ele fala do fato dela ser Verde e burramente fazer alusão ao Palmeiras.

Pensando assim…

-No almoço dos atletas tudo o que for verde deverá ser retirado do prato?

-Caso conquiste o Campeonato Brasileiro, irá omitir qualquer adorno verde do brasão da CBF que faz menção ao campeão da temporada?

-Que tal arrancar a grama do CT, já que ela é verde?

Time que é grande deve pensar mais alto… essas bobagens devem ficar com os torcedores fanáticos, não com dirigentes ou atletas profissionais.

O gozado é que a outra chuteira escolhida era cinza e rosa… Os adornos que fazem alusão à feminilidade podem; mas ao verde…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Boas Ofertas de Trainee aos Universitários e Recém Formados

Compartilho material do Folha Classificados, enviado pelo Bacharel em Administração Sérgio F Santos, sobre vagas de Trainees. Se você está no último ano da faculdade ou é recém formado, boa pedida!

PROGRAMAS DE TRAINEE OFERECEM ATÉ 4.800,00

Apesar de boa parte das seleções de trainee terem inscrições abertas até setembro, muitas empresas seguem recrutando. Há vagas para recém-formados em diversas áreas.

Conhecer um idioma estrangeiro e ter disponibilidade para mudar de cidade são, muitas vezes, pré-requisitos. As empresas, por sua vez, oferecem salários que podem chegar a R$ 4.800 e pacotes competitivos de benefícios.

Veja abaixo algumas companhias com inscrições abertas.

 

Empresa: Anglo American
Vagas: não divulgado
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011, inglês intermediário ou avançado, bons conhecimentos do pacote Office, disponibilidade para viagens e para residir nas cidades de Niquelândia e Barro Alto (GO) e de São Paulo
Remuneração: R$ 4.800
Benefícios: participação nos lucros, previdência privada, assistência médica, odontológica e seguro de vida
Inscrições: até 9/10 no
site da Cia de Talentos

 

Empresa: Grendene
Vagas: não divulgado
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre julho de 2008 e dezembro de 2011, inglês intermediário e disponibilidade para mudança
Remuneração: R$ 3.500
Benefícios: assistência médica e odontológica, plano de saúde, seguro de vida, cesta básica e subsídio na compra de calçados
Inscrições: até 24/10 no
site da empresa

 

Empresa: Grupo Cambuci
Vagas: não divulgado
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre julho de 2010 e dezembro de 2011 em administração, ciências contábeis, ciências da computação, economia, engenharia ou marketing, fluência em inglês e/ou espanhol, afinidade com sistemas de informação e disponibilidade para mudança
Remuneração: não divulgado
Benefícios: não divulgado
Inscrições: até 9/10 no
site da empresa

 

Empresa: Grupo Positivo
Vagas: 22
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011 em cursos como engenharia, economia, marketing, letras, jornalismo e psicologia, inglês avançado e disponibilidade para morar em Curitiba (PR)
Remuneração: R$ 4.500
Benefícios: não divulgado
Inscrições: até 16/10 no
site da empresa

 

Empresa: Jamef Encomendas Urgentes
Vagas: 10
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre 2007 e 2009 em administração, economia, engenharia, contabilidade ou áreas correlacionadas e disponibilidade para viajar
Remuneração: não divulgado
Benefícios: convênio médico e farmácia, cesta básica e vale-transporte
Inscrições: até 31/10 no
site da empresa

 

Empresa: Magnesita
Vagas: não divulgado
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre maio de 2010 e junho de 2012 em engenharia, geologia, administração, comércio exterior, química, economia ou contabilidade, inglês fluente, conhecimentos do pacote Office e disponibilidade de mudança
Remuneração: não divulgado
Benefícios: não divulgado
Inscrições: até 23/11 no
site da empresa

 

Empresa: Montcalm Montagens Industriais
Vagas: não divulgado
Pré-requisitos: conclusão do curso superior entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011 em engenharia (civil, de controle de automação, de metalurgia, de produção, elétrica, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, mecânica de produção e mecatrônica), bons conhecimentos do pacote Office, inglês intermediário e disponibilidade para viagens e para residir em outros Estados
Remuneração: R$ 4.000
Benefícios: assistência médica, vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida e participação nos resultados
Inscrições: até 31/10, pelo site do
Ciee

 

Empresa: MRV Engenharia
Vagas: 22
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre julho de 2009 e dezembro de 2011 em áreas ligadas a administração, arquitetura, comercial, direito, engenharia ou finanças e conhecimentos avançados do pacote Office e
Remuneração: não divulgado
Benefício: orientação de carreira personalizada
Inscrições: até 30/10 no
site da empresa

 

Empresa: SAP Brasil
Vagas: 20
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior em administração, ciência da computação, ciências contábeis, economia, engenharia, física, matemática ou tecnologia da informação (e áreas correlatas) entre julho de 2010 e dezembro de 2011
Remuneração: não divulgado
Benefícios: não divulgado
Inscrições: até 30/10, no site da
Cia de Talentos

Empresa: Sascar
Vagas: de 3 a 5
Pré-requisitos: conclusão do ensino superior entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011 em engenharia, ciências contábeis, administração ou economia, inglês fluente e disponibilidade para mudar de cidade
Remuneração: não divulgado
Benefícios: assistência médica e odontológica, vales transporte e alimentação, seguro de vida e participação nos resultados
Inscrições: até 10/10 no
site da empresa

– Afirmação das Mulheres nos cargos de Chefia e Fim do Machismo Corporativo. Será?

A jornalista Ana Paula Padrão escreveu na Revista IstoÉ desta semana (Ed 2186, pg 130) um artigo bacana: o preconceito sobre as mulheres, e a relação entre jovens, homens, subordinados e futuras lideranças femininas no mundo do trabalho.

Aos preconceituosos e conservadores, boa pedida! Abaixo:

O FIM (COMPULSÓRIO) DO MACHISMO CORPORATIVO

A mulher não quer mais copiar o modelo executivo masculino. As velhas piadinhas machistas cansaram nossa beleza

Por Ana Paula Padrão

“Jovem, olhe para a garota a seu lado e trate-a muito bem. Um dia ela vai ser sua chefe!”
A piada não é minha. Foi dita pelo consultor Max Gehringer num congresso do qual participamos.
E, quer saber? Ele tem toda a razão.

Nos últimos nove anos, o número de mulheres na população brasileira cresceu 11,5%. E o número de mulheres com carteira assinada subiu espantosos 53,4%! No mesmo período, a quantidade de mulheres no ensino superior teve um aumento de 59,1%, contra 47,2% dos homens.

Conclusão: você, empresário, vai ter que contratar cada vez mais mulheres. O que é simples. Difícil é mantê-las lá. Creches, horários flexíveis, cotas para mulheres, nada adianta. Num determinado momento, elas se desinteressam. Para cada dez pessoas em cargos de diretoria no Brasil, apenas 2,3 são mulheres. Por quê?

Pesquisa inédita feita pelo Instituto Data Popular para o portal Tempo de Mulher (www.tempodemulher.com.br) mostra que 66% das mulheres em todas as classes sociais rejeitam a ideia de abandonar o trabalho em benefício da casa e da família. Ou seja, ela quer ficar na empresa. Mas a empresa quer mesmo ficar com ela?

De novo, aos números. Na mesma pesquisa Data Popular/Tempo de Mulher, feita com três mil pessoas em todo o país, 46% das mulheres das classes AB e C afirmam que as empresas onde estão oferecem pouca ou nenhuma condição para que elas conciliem trabalho e família. E, quando indagadas especificamente sobre o ambiente de trabalho, 87% das mulheres, de todas as classes sociais, afirmam que há preconceito contra as mulheres no trabalho. Quanto maior a renda, mais clara essa percepção. Entre as mulheres da classe AB, 51% afirmam que já passaram por situações constrangedoras na empresa pelo fato de serem mulheres.

Para Laura Liswood, secretária-geral do Council of Women World Leaders, influente organização que reúne mulheres presidentes ou ex-presidentes de empresas e países, o tal teto de vidro é apenas “uma fina camada de preconceito masculino”. Para ela, empresas repetem arquétipos sociais que impedem a ascensão da mulher.
E, para mim, a lógica masculina, ainda que inconsciente, só será combatida com suas próprias armas.

Poderia publicar aqui uma centena de estudos comprovando que grupos liderados por mulheres são mais produtivos e eficientes do que equipes chefiadas por homens. Vamos apenas ao mais recente. Estudo da consultoria Deloitte, realizado no primeiro trimestre deste ano, mostra que as companhias de capital aberto da Europa que contam com mulheres na direção ou no conselho tiveram retorno superior a 10% sobre o capital, se comparadas com aquelas que não têm mulheres na liderança.

A mão de obra feminina é um fato. A qualificação dessa mão de obra também, como vimos nas pesquisas. Mas também é verdade que a mulher não quer mais copiar o modelo executivo masculino. Convenhamos. As velhas piadinhas machistas cansaram nossa beleza. Quando as empresas perceberem que um ambiente corporativo mais confortável para as mulheres está diretamente relacionado a um lucro maior, o teto de vidro se partirá. Trate bem a moça a seu lado.

Um dia ela ainda vai ser sua chefe.

– Felipão, a Lei do Silêncio e os culpados

Felipão disse que não existe a lei do silêncio imposta no Palmeiras, e que isso (em outras palavras) é fruto da intriga da Imprensa!

Os péssimos resultados, o empate contra o lanterna do campeonato em casa, além das confusões do clube, devem ser mesmo fruto da imprensa…. é ela quem marca, quem bate pro gol, quem treina o time e quem escala. Outro dia, a culpada era a arbitragem. E na semana que vem, quem será?

O desprestígio do Palmeiras e a péssima fase são nítidos. Nessa semana, o jornal Lance, por exemplo, trouxe duas capas: sempre com uma do São Paulo e outra do Corinthians. Palmeiras só no rodapé.

E você, o que pensa sobre isso? De quem é a culpa?

– Como se dar bem na relação Chefe X Empregado:

O Diário de São Paulo trouxe em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas
Qualificação é essencial para um líder:
Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

– Big Brother dos Boleiros

Antigo, (1 ano atrás), mas curioso e atual… Abaixo:

Comportamento adequado, preservação do corpo, resguardo e descanso. São essas algumas características que os profissionais do futebol devem ter. Ou melhor, deveriam!

Uma moda que pode se tornar costumeira: a espionagem da vida pessoal dos jogadores, a fim de descobrir o que fazem nas horas vagas!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2138 de 01/01/2010, pg 82-83, por Rodrigo Cardoso

MARCAÇÃO FORA DE CAMPO

Barcelona contrata detetives para espionar a vida privada de seus jogadores, algo que os clubes fazem informalmente no Brasil

No filme “Boleiros”, de Ugo Giorgetti, o ator Lima Duarte interpreta um treinador de futebol que faz marcação cerrada a um boêmio jogador, craque de seu time, no hotel onde os jogadores estão concentrados. Em uma das cenas, enquanto o treinador passa de quarto em quarto para se certificar de que os atletas estavam na cama, descansando, um membro da comissão técnica vigiava a recepção do hotel, já suspeitando que o tal jogador armava uma noitada às escondidas. Era assim, de forma primária, que muitos clubes tentavam até pouco tempo atrás controlar as atividades extracampo de seus boleiros-problema. O Barcelona, da Espanha, porém, profissionalizou o expediente. À frente de seu tempo na forma de jogar futebol, o clube catalão mostrou-se pioneiro também fora das quatro linhas ao contratar uma agência de detetives particulares para fazer marcação cerrada em seus craques.

A mando do então presidente da agremiação, Joan Laporta, a agência Método 3 passou o outono de 2008 seguindo os passos dos brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Deco, do camaronês Samuel Eto’o e do espanhol Gerard Piqué. De acordo com a revista espanhola “Interviú”, que revelou o caso, o trabalho custou o equivalente a R$ 11,8 mil. O zagueiro Piqué foi espionado 24 horas por dia durante uma semana. Os outros três foram investigados da seguinte forma: o clube informava as festas que ocorriam na cidade e os detetives apareciam nos locais. O espanhol foi o único que teve a ficha limpa no relatório enviado ao Barcelona – apenas Piqué ainda defende o time azul-grená. Já os brasileiros e o africano teriam cometido atos de indisciplina que ferem o regimento interno do clube. Meses depois, Ronaldinho e Deco foram negociados. Eto’o ficou até o final daquele ano, quando foi vendido.

Hoje meia do Fluminense, Deco, pego de surpresa com a notícia, negou ser baladeiro e explicou que a espionagem teve motivação política. “O Sandro Rossel, atual presidente do Barcelona, foi quem me contratou e os outros três ­jogadores. Ele era vice do Laporta antes, mas os dois brigaram”, diz. “Curioso que o único que não teve problema seja justamente o que continua no clube.” Além dos atletas, a esposa de Rossel e o antigo treinador da equipe, Frank Rijkaar, também teriam sido espionados.

No Brasil, a marcação extracampo não chega a ser tão profissional, mas existe. Além de treinadores, que controlam a vida afetiva de seus comandados com o auxílio de outros atletas do elenco, torcedores fanáticos fazem as vezes de espiões. Para tanto, têm como informantes seguranças, barmen, caixas e recepcionistas de casas noturnas. “Gente da comissão técnica e até diretores já pediram para a gente ficar de olho em jogador”, afirma André Guerra, presidente da Mancha Alviverde, torcida organizada do Palmeiras.

Segundo ele, o ex-atacante palmeirense Vagner Love esteve na mira de cartolas e torcedores, no ano passado. Dois dias antes de uma partida decisiva, em novembro, o jogador foi flagrado por imagens do circuito interno de uma boate, em São Paulo. Uma cópia da gravação chegou até a Mancha, que a enviou para diretores palestrinos. “Eles viram as imagens. O Love estava embriagado, às 6h da manhã. Quatro horas depois, o time embarcou para o Rio de Janeiro e ele andou no jogo”, diz Guerra. O atacante, hoje na Rússia, deixou o Palmeiras depois de brigar na porta de um banco com torcedores, que cobravam dele, dentro de campo, o mesmo entusiasmo nas baladas.

Este mês, o atacante Jóbson de Oliveira, 22 anos, do Botafogo, passou a ser monitorado 24 horas por dia. Em julho, ele retornou ao futebol após seis meses suspenso por doping – havia consumido cocaína antes de uma partida. Depois de iniciar um tratamento contra a dependência química, teve uma recaída e foi visto em algumas festas. Como há o receio de que a bebida seja um chamariz para a cocaína, uma pessoa passa o dia ao lado do jogador, o leva aos treinos e chega a dormir no apartamento de Jóbson. Gislaine Nunes, advogada que gerencia a carreira de jogadores de futebol, vê com indignação o fato de clubes ou torcedores vigiarem a vida particular dos atletas. “Casos como o do Barcelona mostram como os jogadores são tratados como coisas, dementes, e provam o quanto o futebol é arcaico, provinciano.” O filme “Boleiros” passeia por esse universo. Nele, o treinador Lima Duarte fracassou como detetive e o craque do time tem uma noite de prazer com uma maria-chuteira vivida por Marisa Orth.

– Fazer Faculdade? Aumento em 150% do Salário!

A OCDE (Organização para o Comércio e Desenvolvimento Econômico) divulga um estudo que mostra que, no Brasil, quem faz faculdade tem salário maior em 156% dos que não estudaram. É a maior diferença num universo de 30 países estudados.

Algumas considerações para um importante debate:

1) É claro que fazer um curso superior é necessário. Porém, já estamos no patamar onde o diferencial não é mais “ter faculdade”, mas sim a pós-graduação. Qualquer Lato Sensus ou MBA pode alavancar a carreira do profissional. Faculdade deve ser encarada como início, e não destino final dos estudantes.

2) Tais números são de um Brasil generalizado. Em núcleos mais desenvolvidos, como SP-Capital, SP-Interior, RJ, os números provavelmente devem ser diferentes dos de regiões mais remotas do país. Ter curso superior em grande metrópole é diferente do que em zona retirada.

3) Dependendo da atuação profissional, os valores podem modificar sensivelmente. Áreas do conhecimento que geram mais oportunidade de trabalho obviamente tem diferenças das áreas onde não há oferta.

E você, quer comentar sobre isso? Sente essa diferença no seu ambiente de trabalho? Deixe seu comentário:

FAZER FACULDADE NO BRASIL PODE AUMENTAR O SALÁRIO EM 150%

Por Pedro Peduzzi, Agência Brasil

Investir em uma formação de ensino superior resulta em ganhos futuros. A conclusão faz parte de relatório divulgado hoje (13) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o documento, no Brasil, ter curso superior resulta em um aumento de 156% nos rendimentos. É o mais alto índice entre todos os 30 países pesquisados.

O estudo aponta que, nos países analisados, em média, um indivíduo que concluiu a educação superior recebe pelo menos 50% a mais do que uma pessoa com ensino médio concluído.

De acordo com a OCDE, no Brasil, 68,2% dos indivíduos que completaram a universidade ou um programa avançado de pesquisa ganham duas vezes mais que a média de um trabalhador. O estudo aponta, ainda, que 30,1% dos brasileiros entre 15 e 19 anos não estão estudando e que, desses, 16,1% estão empregados, 4,3% estão desempregados e 9,7% não estão na força de trabalho.

A população brasileira de 15 a 29 anos e com mais estudo é a que tem menor probabilidade de estar desempregada. Entre a população dessa faixa etária que está fora do sistema educacional, 6,2% dos graduados da educação superior estão desempregados. Na mesma situação, estão 10,2% dos jovens que concluíram o ensino médio e 5,58% dos que não concluíram esse nível de ensino.

A falta de qualificação de nível médio é, de acordo com o estudo, “um sério impedimento para encontrar emprego”. Jovens que não concluem o ensino médio e que não estão estudando estão 21 pontos percentuais menos propensos a encontrar um emprego.

A OCDE avalia que há um “alto nível de vulnerabilidade” na educação brasileira, principalmente entre os estudantes com 15 anos de idade. Cerca de 50% deles apresenta baixa pontuação em leitura. Entre os países que participaram do estudo, a média é 19%.

Além disso, o risco de obter essa pontuação baixa é uma vez e meia maior para estudantes com desvantagem de origem socioeconômica; 1,3 para os meninos em relação às meninas; e 1,3 para estudantes cujos pais têm baixo nível de escolaridade.

O relatório aponta também que, entre 2000 e 2008, o Brasil foi o país que mais aumentou os gastos por aluno da educação primária até o segundo ciclo da educação secundária (ensino médio), equivalente a uma elevação de 121%.

“O mundo reconhece que o Brasil fez, na última década, o maior esforço de investimento na educação básica entre todos os países avaliados [pela OCDE]”, comemorou o ministro da Educação, Fernando Haddad, após participar da abertura de um congresso internacional sobre educação, ocasião em que comentou o relatório.

No entanto, a OCDE disse também que o total do produto nacional investido pelo Brasil em educação continua abaixo da meta da organização. No Brasil, o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado à educação cresceu 1,8 ponto percentual, passando de 3,5%, em 2000, para 5,3%, em 2008. A média da OCDE ficou em 5,9% em 2008. Para Haddad, se o país mantiver “o passo dos investimentos”, conseguirá alcançar o percentual dos países ricos.

– Funcionário “feio” ganha menos do que funcionário “bonito”

Ora essa: mais um modelo preconceituoso! Nos EUA, pesquisa aponta: Pessoas consideradas “belas” ganham 17% a mais que empregados considerados “feios”. Além de que, os belos são contratados mais facilmente.

Você concorda com esse trabalho?

Extraído de: http://www.agora.uol.com.br/grana/ult10105u973408.shtml

TRABALHADOR BONITO GANHA MAIS QUE FEIO, DIZ PESQUISA

Ananda Nobre, 27 anos, chegou rapidamente ao posto de gerente do hotel em que trabalha. Para ela, além da boa formação, uma característica que a ajudou na carreira foi a beleza física.

De acordo com o economista americano Daniel Hamermesh, Ananda não é uma exceção. Ele publicou recentemente o livro Beauty Pays (em tradução livre: A beleza remunera). A obra reúne vários estudos e conclui que pessoas bonitas recebem salários maiores.

O trabalho de Hamermesh, porém, não estabelece padrões para a definição do que é ser bonito. O economista driblou essa questão.

No estudo mais abrangente do livro, um grupo de avaliadores classificou a beleza do rosto de 2.774 profissionais. Os avaliadores olhavam para as fotos ou para as próprias pessoas e diziam se elas tinham ou não boa aparência. Nem sempre a decisão do grupo era unânime.

O estudo concluiu que os trabalhadores americanos colocados entre os 7% mais feios ganham até 17% menos do que os 33% considerados mais bonitos.

HOMENS

A pesquisa do economista indica que a beleza pesa mais no salário deles do que no delas. A comparação foi feita entre um terço dos mais belos com os 7% mais feios. Entre as duas extremidades há 17% de diferença salarial, em média. Para as mulheres, a diferença é de 12%.

Além da beleza, outros fatores ligados à aparência influenciam a remuneração.

A socióloga inglesa Catherine Hakim elencou sete itens que, segundo ela, contam pontos em todas as relações humanas (veja quais são no quadro ao lado). Trata-se de características como atratividade sexual e vivacidade.

A advogada Valéria Belfort, 51, diz que percebe a gentileza de colegas nos momentos de descontração. “Às vezes, depois da audiência, eles procuram ser simpáticos”. Ela afirma que já recusou trabalhos por notar que a beleza estava em jogo.

– CADÊ MEUS POSTS? Terrablog com problemas…

Amigos, alguns posts sumiram do meu blog, devido à problemas no Terra Blog. Tanto no “Blog do Professor Rafael Porcari” quanto no “Pergunte ao Árbitro”, posts de Julho, Agosto e Setembro sumiram do ar (e são quase 400 textos!)

Assim que o Terra solucionar a pendenga, eles voltam. Peço desculpas àqueles que procuram algum tema e não encontraram.

Att

Rafael Porcari

– Parquímetro para…?

Em Jundiaí, os parquímetros arrecadam bem e fazem sucesso (ou polêmica) nas ruas de Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes. Alguns motoristas entendem a lógica de estacionamento rotativo e outros acabam por detestar a iniciativa que já perdura por alguns anos.

Bonn, cidade que foi a capital da antiga Alemanha Ocidental, inovou: adaptou seus parquímetros para cobrar a taxa de permanência não de veículos, mas de pessoas. E de um grupo específico: das prostitutas.

Lá, durante à noite, as moças que exercem a dita “profissão mais antiga do mundo” estarão liberadas para exercer sua atividade nas calçadas, e  pagarão à Prefeitura Local uma taxa de permanência (encare como ISS ou outra contribuição qualquer), usando os parquímetros para isso.

Assim como os carros estacionados têm que mostrar o ticket de permanência nos vidros, as moças deverão mostrar os comprovantes às autoridades fiscalizadoras.

E aí, o que acha disso: imposto sobre trabalho ou a Prefeitura age como uma espécie de cafetina pública? Deixe seu comentário:

Quanto se arrecadaria nas cidades brasileiras com tais medidas…

– Corrupção na Arbitragem: se SIM/NÃO, vale a reflexão: estaríamos na hora de um choque de Gestão?

Há certos momentos na história política do país que “termos fortes” foram utilizados para marcar um novo momento: Certo dia, o ex-presidente FHC, a fim de referendar a política neoliberal, criou o termo “desenvolvimento sustentável”, o qual a ONU começou a usá-lo com certa freqüência. O também ex-presidente Lula enfatizava suas ações para destacar o ineditismo dizendo “nunca antes nesse país”. O atual Governador Geraldo Alckmin pregou, quando candidato à presidência, a necessidade de um “choque de gestão”. Dilma, em meio à corrupção assustadora, defende a “faxina geral”.

Todos esses termos foram usados como marco. Não seria o momento adequado para desenvolvermos sustentavelmente o futebol, praticar um choque de gestão nas estruturas arcaicas e ditatoriais, para uma faxina geral nunca antes vista nesse país?

Digo isso pelas graves acusações que assolaram o futebol carioca nessa semana, e que não espantaria a maciça opinião pública se ocorressem em outros estados: Árbitros de futebol dizem negociar resultados em troca de ascensão na carreira (artigo em: http://bit.ly/nXU8au).

O dito escândalo, a ser ainda provado e comprovado (afinal são denúncias, e não provas) não espanta mais. Será que nos acostumamos tanto com a corrupção, a ação desmedida e antiética dos favorecimentos escusos e com a picaretagem, que não nos escandalizamos mais?

Árbitros de futebol submetidos aos mandos e desmandos de dirigentes de conduta duvidosa, segundo a matéria da TV Record. Pior: entidades com ar de chapa-branquismo, pois afinal, os dirigentes da Federação local são aqueles que representam os árbitros em forma de Sindicato e Cooperativa! Não é inconcebível que o patrão represente a entidade que defende os empregados contra os interesses dele próprio?

Só resta parabenizar os árbitros cariocas por tais iniciativas. Não é fácil ter essa coragem, pois, afinal, o risco de tiro no pé é grande. Estar de fora é mais fácil, pois quem está atuando sabe que as represálias são prováveis. Não dá para ser ingênuo em acreditar que o árbitro critique o dirigente e tenha respaldo do seu sindicato ou cooperativa, já que lá está o mesmo dirigente que terá que o defender. Haverá auto-acusações da cartolagem? Impossível.

Não sou mais árbitro atuante, portanto escrevo como cidadão e observador desta categoria que pertenci e tanto amei por 16 anos. Os árbitros e dirigentes que estão atuando são os mesmos de quando eu atuava. Conheço-os, relacionava com eles, sei das virtudes e os critiquei sobre os defeitos (defeitos, a propósito, que todos temos). Mas claro que a luta solitária é inglória.

Em 2005, participei da minha primeira pré-temporada com os árbitros da 1ª divisão de SP. O então presidente da CEAF, José Evaristo Manuel, socava a mesa do hotel Della Volpe, na Frei Caneca, e dizia: “Não quero ouvir falar de favorecimento ao Corinthians, ao Palmeiras ou a qualquer time grande”. Ele era de Taubaté, e os árbitros morriam de medo de estarem escalados lá. Mas…o Taubaté conseguiu algum acesso nas divisões de baixo nesse período?

Costuma-se falar muita bobagem sobre favorecimento ou não a determinados clubes. Real ou irreal é outra história. A pressão não é o pedido escancarado ao árbitro, pois isso seria facilmente perceptível. Mas você já levantou a hipótese (atenção: HIPÓTESE não é afirmação, é apenas suposição de um fenômeno a ser discutido) de que:

a simpatia percebida pelos árbitros por determinados clubes na relação com a Federação poderia fazer com que se errasse, na dúvida, contra esse ou aquele time? (a antipatia teria o mesmo valor…)

árbitro que erra contra time grande some do mapa. Mas errou contra pequeno…

árbitro caseiro em time amigo que precisa ganhar e joga em casa? Na mesma proporção, “sorteia-se” árbitro disciplinador quando a situação é inversa.

árbitro sente o assédio moral?

Levantei suposições. Nada de cartola querer pegar telefone para ameaçar processo. Afinal, isso não acontece comprovadamente, como disse anteriormente.

Já perceberam que quando se fala contra a entidade o cara vira inimigo? Conversei com uma dúzia de árbitros nessa semana. Alguns evitam o bate-papo, pois por dizer que acho incompatível dirigente de Federação controlar o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa passo a ser “persona non grata”, pela minha tese. Normal. Quando elogia, vira “amigão”. É o mesmo sentimento que talvez o jornalista Paulinho sinta quando denúncia mazelas no Corinthians em seu blog, ou Juca Kfouri sente quando critica a CBF. Falar que ouviu a Rádio Jovem Pan então? Esqueça, isso é profanar a casa. Como disse um amigo árbitro via telefone (que não importa o nome): “comentar que é amigo do Fernando Sampaio ou do Rogério Assis? Pede pra sair do quadro” – e o pior é que não foi apenas 1 árbitro, foram alguns… (detalhe: esses jornalistas defendem os árbitros. Irônico, não?)

Nesse país, defender a democracia é satanizar àquele que manifesta tal vontade. Claro, afinal, estar à frente de federações, sindicatos, clubes, é sentir o gosto duvidoso do poder vitalício e a influência exercida sobre aqueles que aceitam a troca deliberada.

Uma pena. Com toda a confusão no Rio de Janeiro, o tema poderia ser amplamente debatido. Mas não será.

E deixo uma reflexão aos amigos, de uma humilde opinião: Para que os árbitros precisam de Cooperativa e Sindicato administrados por dirigentes das Federações? Tal situação acontece em muitos estados desse país, e ninguém faz nada. Pra quê tê-las, se moralmente a independência não é explícita?

Novamente: Parabéns aos colegas do Rio de Janeiro. Os rebeldes egípcios derrubaram Mubarak e contaminaram o espírito revolucionário na África árabe e parte da Ásia: vide Iêmen, Bahrein, Síria, e, recentemente, Líbia.

Que os Kadafis do futebol que impedem a democracia (e que são aclamados por dirigentes políticos e puxa-sacos de plantão) também caiam de seus pedestais até então inabaláveis.

Ops: sei que as rádio-escutas e os trolls invadiram a minha caixa de comentários. Tudo bem. O que vale é olhar para os filhos e orgulhar-se do que fez, falou ou deixou. Muitos não podem fazer isso…

E aí: Concorda com esse artigo? Deixe seu comentário:

– Greve dos Funerários? Pode?

Serviços essenciais são proibidos em paralisar suas atividades. Policiais, médicos públicos… mas… e funerários?

Os agentes funerários de São Paulo estão em greve. Hoje é quinta-feira, e desde 2ª ninguém é enterrado em cemitérios municipais da capital paulista.

O assunto parece mórbido, mas preocupante… para a família de um falecido, é de extrema complicação tal situação! E o que fazer?