– O erro de arbitragem de Corinthians 0x1 Vitória e a discussão entre Vagner Mancini versus Felipe Garraffa: quem tem razão?

Para começar falando de arbitragem, vale lembrar que na partida de sábado na Arena em Itaquera não tivemos muita polêmica; entretanto há o erro da anulação do gol do time baiano, que era legal e seria uma conquista com placar mais amplo. Em suma: não houve interferência no resultado final.
A discussão maior ficou para o pós-jogo, pois Felipe Garraffa, repórter da Rádio Bandeirantes, perguntou ao treinador Vagner Mancini sobre o êxito, “apesar da proposta de jogar por uma bola, ter 20% de posse e somente uma finalização“. Mancini ficou irritado e questionou o jornalista se ele assistiu o jogo, e após a resposta afirmativa, emendou um “você deve ser corintiano” ao Garraffa, que alegou que a leitura do jogo era aquela mesmo dita.

Considerações:

1- Felipe Garraffa, jovem mas com berço, assumiu uma responsabilidade grande ao substituir repórteres mais experientes que têm sido demitidos da sua emissora. Agarrou a oportunidade, tem qualidade, mas fez uma pergunta equivocada. Não houve somente uma finalização do Vitória, além de que Mancini claramente fez o que o Corinthians faz e que começou a ser manjado: dar a bola para o adversário! É assim que o Corinthians faz e é assim que o Vitória fez contra o próprio Timão.

2- Mancini, feliz por quebrar a incrível invencibilidade do Corinthians, e na casa do adversário, ainda mais fugindo da Zona do Rebaixamento, estava em êxtase! O questionamento indevido “quebrou o seu encanto” e o fez dar uma resposta “atravessada”. Errou, poderia ter evitado retrucar da forma que o fez, mas permitiu que o repórter terminasse a sua fala. Claro, não abona o evitável comentário sobre o clube do Parque São Jorge.

3- É evidente que Mancini não sabia que um dia Garraffa torceu para o Corinthians ao fazer o comentário, descoberto por haters nas redes Sociais posteriormente à cizânia, ao resgatem tuítes antigos de legítimo torcedor do hoje jornalista (alguns até ironizando os adversários). Sabe o que pareceu? Getterson, aquele atleta contrato pelo São Paulo e que foi dispensado após tuítes antigos de “torcedor corintiano e anti-são-paulino”.

4- Dessa forma, vale refletir: quem nunca errou?

Em tempo: Vagner Mancini venceu o Corinthians com o Vitória, empatou com o time dirigindo a Chapecoense, e quando o Paulista de Jundiaí jogava a A1 do Paulistão (nos bons tempos do Galo da Serra do Japi), nunca perdeu para o Corinthians. Qual é o segredo?

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– Cuca desrespeitou Borja?

Colocar um atacante (no caso, a mais cara contratação da história do clube) para jogar apenas 1 minuto nos acréscimos, é algo desrespeitoso.

Concordo que o colombiano Miguel Borja não está jogando nada, mas a atitude de Cuca no jogo do Vasco, colocando-o para ‘decidir’ a partida, é sacanagem.

Se o time está ganhando, ok. Justifica-se que é para segurar a bola no ataque. E se fosse zagueiro, para matar o jogo.

Se o time está perdendo, por quê somente nos acréscimos?

Também não concordo com os métodos supersticiosos do treinador Cuca. Calça vinho, passar a mão na careca, ajoelhar-se… respeito crendices, mas aí parece transtorno obsessivo. Ainda mais, lamento o fato do Palmeiras ter dispensado seus psicólogos pela Comissão Técnica atual.

Profissionalismo urgente, pessoal!

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– O WO do Mogi Mirim simboliza muita coisa.

Paulista de Jundiaí na série B (4a divisão) de SP. Guarani de Campinas, outrora campeão Brasileiro, na A2 de São Paulo. União São João de Araras, que se gabava de ser clube-empresa, de portas fechadas. A Portuguesa eliminada da Série D do Brasileirão e correndo risco de ser eliminada precocemente da Copa Paulista. E, fechando o caixão, o tradicional Mogi Mirim que outrora revelou o técnico Vadão do famoso “carrossel caipira” com Rivaldo, Leto e Válber, dá oficialmente o seu primeiro WO em sua vida profissional (contra o Ypiranga, na série C) e anuncia que abandona o torneio.

Motivo? Greve de jogadores por 6 meses de salários atrasados.

Sei que os equipes pequenas do Estado de SP padecem com a FPF rica e os times pobres. Sei que custa caro jogar profissionalmente. Sei que o ridículo calendário que só garante 3 meses de competição à maioria dos times os arrebenta. Sei ainda que o futebol deixou de ser um atrativo e concorre com diversos outros lazeres, mas…

Sabemos que a gestão correta, honesta, transparente, profissional e saneada financeiramente inexiste em boa parte dos clubes. E você poderá pegar cada um dos times citados e enumerar por ordem de importância os causadores da falência dos times, desde a má administração aos problemas inerentes do futebol no Brasil.

A questão é: quantos times RENTÁVEIS sobrarão no país daqui alguns anos, com o panorama irreversível de necessidade de se agir com responsabilidade no esporte?

Isso me preocupa muito…

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– Assédio Moral sobre Felipe Melo?

Quer dizer que o Felipe Melo entrou contra o Palmeiras na Justiça alegando Assédio Moral?

Mesmo com o áudio vazado dele?

Contraditoriamente “sentido”, apesar das declarações de que é “Pitbull” e que “bateria em uruguaio com responsabilidade” e insistentemente “usando o nome de Jesus”?

É claro que ele faz a estratégia do advogado para romper o contrato com o seu clube. Mas que é irônico, claro que é!

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– O Showman R10 topa jogar. Desde que não treine…

Ronaldinho Gaúcho está com 37 anos, e há tempos não joga profissionalmente “a sério”. Atualmente, ele faz jogos-exibição mundo afora, nos lugares mais diferentes do globo, de Mianmar à Honduras. E nesta semana, em El Salvador, foi perguntado se ele estava aposentado. Respondeu o ex-melhor do mundo:

Se tiver uma equipe que me queira sem precisar treinar, então, é possível voltar

Já imaginaram se ele levasse mais a sério a carreira? Teria conquistado ainda mais títulos de número 1 do planeta. Mas, claro, é uma opção de vida: gozar as glórias, prestígio e dinheiro adquirido.

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– E o Zé Ricardo será substituído por quem?

Aqui, não dá para discutir muito: o treinador do Flamengo, Zé Ricardo, demitido no domingo, estava na corda bamba há bastante tempo. Entretanto, o presidente Bandeira de Melo fez de tudo para segurá-lo.

Seu erro? Escalar o time ao barulho da torcida, abrindo mão de suas convicções. Foi nítido tal vacilo.

Fica a questão: qual nome de técnico nacional pode assumir o Mengão?

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– Neymar em Paris: decisão correta!

Se eu tiver uma proposta para mudar de faculdade, lecionando com maior conforto e ganhar mais, qual é o problema?

Isso independe do tamanho da instituição. Você avalia condições de trabalho, ambiente organizacional, distância, praça e, logicamente, remuneração. Aí você avalia: vale a pena ou não?

Pense você também, leitor amigo: se você receber uma proposta de trabalho com maior vantagem de dinheiro e outras benesses, ao menos não a estudaria?

Qual o pecado do jogador profissional Neymar querer mudar de emprego?

O contrato foi cumprido (afinal, a multa foi paga), ele vai se mudar de Barcelona para Paris, será o principal jogador do seu time em um campeonato ascendente (vide os investimentos do Lille e do Mônaco – este último foi longe na Liga dos Campeões da Europa na última edição), receberá R$ 11.000,00 por hora, além de se tornar um pop star adorado desde o Parque dos Príncipes até o presidente Macron. Goza de prestígio irrestrito em todo o território francês.

A questão é: por quê não aceitar?

Fez bem em ir. Neymar está muito mais maduro do que o jogador cai-cai de início de carreira. Jogará pelo PSG a UCL (como assim jogaria com o Barcelona), e encontrará times mais fáceis no campeonato local, como “Osasunas” e “Getafes” na versão francesa. E, claro, dará outro patamar à Liga da França.

Aqui duas considerações:

– O Barcelona tomou o mesmo veneno de quando assediou Neymar no Santos FC. Ou já se esqueceu dos 10 milhões dados veladamente?

– O altíssimo valor de mais de 200 milhões de Euros é uma quantia exorbitante. Concordo. Mas apesar de socialmente ser um tapa na cara, é um recurso privado. Ninguém foi lesionado com isso.

Se ele é assediado assim só pela passagem na China (foto abaixo), imagine no dia-a-dia em Paris!

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– Eu nunca acreditei em Felipe Melo

Vazou um áudio de Felipe Melo, volante afastado do Palmeiras (e confirmado por ele próprio), onde chamava o treinador Cuca de mau caráter e de outros atributos, fazia críticas à sua relação com ele, dizia ter várias propostas de clubes brasileiros e diz que pode estar acertando sua transferência ao Flamengo.

À ESPN, Melo disse que isso foi dito sob “efeito de champagne”. Mas a questão é: vazou ou “se deixou vazar”?

Muito esquisito, parece uma situação vazada, mas não ouso julgar. O certo é que, para mim, isso era inevitável. Sempre achei ele um jogador comum com comportamento explosivo. Não gosto de jogador com olhos odiosos, que confunde garra com pancada, além do péssimo custo-benefício.

A culpa? Do próprio Palmeiras em apostar em Felipe Mello. Não foi ele quem pediu para jogar no Verdão.

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– Eneagrama e os 9 Perfis de Personalidade!

Muito bacana: compartilho uma matéria sobre os 9 tipos de personalidade estudados através de um eneagrama (sobre como as pessoas enxergam o mundo).

Ótimo para a vida pessoal e profissional.

Abaixo, extraído do Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, 31/07/2016, Pg 4, por lalves@jj.com.br

ENEAGRAMA: DESCUBRA-SE EM UM DOS 9 PERFIS DE PERSONALIDADE

Cada pessoa enxerga e reage de forma diferente às situações do dia a dia. Segundo o Eneagrama, um sistema milenar de autoconhecimento, essas diferenças de pontos de vista se dão através de nove personalidades padrão. “É como se cada pessoa recebesse óculos para ver o mundo. O formato da lente destaca ou isola certos aspectos e gera atitudes diversas, mesmo diante da mesma circunstância”, explica Denise dos Ouros, professora de Eneagrama e coach.

Para Denise, a maior parte dos desentendimentos e conflitos é causada pelo fato de não conhecermos e respeitarmos o ponto de vista alheio. “Por exemplo, uma simples goteira pode dar origem a diversas reações. Como exemplo, cito o compositor Chopin, o qual teve um relacionamento amoroso com a escritora George Sand. Conta a lenda que durante um período de chuvas, gotejava no bangalô onde estavam hospedados, na Espanha. Ao ouvir o barulho da água pingando, Chopin sentou-se ao piano, reproduziu o som e compôs ‘A Gota D´água’. Ao passo que George procurou pela caixa de ferramentas, arrastou uma mesa, subiu sobre ela e começou a consertar o local por onde a água entrava”, compara.

Denise comenta os perfis de Chopin e George segundo o Eneagrama. “Arriscaria dizer que Chopin era um tipo 4 e a George Sand era um tipo 8. Eu poderia dissertar sobre a inteligência que vem do coração, a qual capta a melodia natural de uma goteira e transforma-a em melodia instrumental. Ou explicar mais sobre a inteligência que vem do corpo, entra em movimento e parte para a imediata solução do problema”, detalha a coach.

A explicação a partir da observação de um fato demonstra como o Eneagrama pode ser aplicado no dia a dia. “A ferramenta ajuda a superar barreiras, reforçar pontos fortes e concretizar anseios mais profundos. Propicia o exercício da empatia, melhorando substancialmente relacionamentos pessoais e familiares. No campo profissional, sua aplicabilidade está ligada ao desenvolvimento de lideranças e de equipes com alta performance, prevenção e redução de conflitos e  na melhoria na comunicação”, exemplifica a professora.

Segundo Denise, a conscientização da pessoa quanto ao seu tipo no Eneagrama não pode ser imposta, mas reconhecida e aceita para que o desenvolvimento pessoal aconteça. “Descobrindo a motivação pela qual agimos podemos sair do piloto automático, encontrando outras maneiras de resolver dilemas, criar oportunidades e melhorar nossos relacionamentos”, explica.

QUEM É QUEM NO ENEAGRAMA?

Tipo 1 | Perfeccionista

Enxerga o mundo por lentes meio quadradas, procura corrigir a si e aos outros através de normas, métodos, relógios e disciplinas. O seu crítico interior muitas vezes não permite que ele relaxe ou se divirta.

Tipo 2 | Doador

Ao vestir esses óculos, o doador parece ter sempre uma maçã nas mãos, pronta para oferecer ao outro, costuma estar mais preparado para ajudar do que para lidar com as próprias necessidades.

Tipo 3 | Realizador

Fazendo, realizando, competindo e conquistando, o realizador vive em busca de uma estrelinha. Quando olha muito para o céu, acaba esquecendo seus próprios sentimentos.

Tipo 4 | Romântico

Sob emoções muito profundas, em tons quase dramáticos, o romântico através dos seus óculos, olha o mundo e observa o que está faltando. Essa falta o remete para o passado ou para o futuro.

Tipo 5 | Observador

Com esses óculos o mundo que é observado parece não ter nada a oferecer. Daí o observador volta para sua caverna e armazena o que tem para si.

Tipo 6 | Cético

O cético enxerga o mundo como um lugar ameaçador, por isso busca constantemente proteção e segurança. Tem uma percepção desconfiada dos fatos que o leva a atacar em alguns casos e o paralisa em outros.

Tipo 7 | Sonhador

O sonhador vê a sua frente um mundo de múltiplas possibilidades e gosta de experimentar um pouco de cada coisa, vivendo mais na superfície. Ele geralmente não gosta de olhar para a dor e o sofrimento.

Tipo 8 | Protetor

O protetor ao colocar seus óculos se acha grande e poderoso, pronto para quebrar regras e lutar contra injustiças. Esse exagero protege suas fraquezas e vulnerabilidades.

Tipo 9 | Mediador

O mediador se desconecta de si mesmo e enxerga um mundo de paz e amor, sem conflitos (como aquele sonhado nos anos 60), esquecendo-se de suas vontades próprias.

HISTÓRIA DO ENEAGRAMA

O estudo sobre as origens do Eneagrama aponta que seu símbolo pode ter pelo menos 2.500 anos e que mestres, líderes espirituais e filósofos como Pitágoras e Platão já utilizavam sua forma geométrica para representar vários sistemas dentro das escolas de sabedoria.

A palavra Eneagrama tem origem grega: Ennea (nove) e Gramma (pontos), sendo traduzida como “figura de nove pontas”. Esses sistemas e ensinamentos ligados à figura do Eneagrama percorreram um longo e misterioso caminho nas areias do tempo até chegarem ao século XX.

Outro marco da presença do Eneagrama nas antigas tradições aparece no séc. IV d.C., quando os padres do deserto colocaram na estrela de nove pontas as virtudes e as paixões humanas.

No início do século XX, o Eneagrama foi trazido para o Ocidente (França e EUA) pelo filósofo greco-armênio George I. Gurdjieff, que havia viajado aos pontos mais remotos do mundo antigo em busca da ciência que possibilitava a transformação da psique humana.

Quem desenvolveu a tipologia psicológica do Eneagrama, descobrindo a relação entre o símbolo e os tipos de personalidade foi o também filósofo boliviano Oscar Ichazo, por volta de 1950.

Na década de 70 o Dr. Claudio Naranjo, chileno, psiquiatra do Instituto Esalen, em Big Sur, California (EUA) participou de treinamentos com Ichazo, na Escola chilena de Arica, aprendeu o método e ampliou seu uso e aplicabilidade na psicologia moderna.

Hoje o Eneagrama conta com validação científica e acadêmica, incluindo diversas teses de mestrado e doutorado nos EUA e na Europa. No mundo dos negócios, o Eneagrama está sendo aplicado por alguns cursos de MBA de instituições como Stanford e Loyola nos EUA, FGV e USP no Brasil.

Sobre a Oito Ouros – Denise dos Ouros Vicentin,  coach especializada em eneagrama, atua na área de desenvolvimento humano e coaching pessoal, profissional e empresarial. A partir do sistema do eneagrama, a profissional auxilia as pessoas na descoberta de suas motivações. Denise possui experiência de mais de 30 anos em ambientes corporativos e há 5 anos fundou a Oito Ouros. É certificada pelo Enneagram Professional Training Program e possui formação em Psicologia Transpessoal, Biopsicologia, Trabalho Sistêmico, Constelação Organizacional e Abordagem Integral.

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– DESOCUPE-SE. Você consegue?

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo

de experiência quer ter

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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– Gafes a serem evitadas nos Curricula!

Vejam só: a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre bobagens colocadas nos currucula vitae em busca de emprego. São exemplos a se evitar e dicas para uma boa elaboração. Vale a pena dar uma olhada!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

AS GAFES MAIS COMETIDAS EM CURRICULUM

Estudante envia foto de Nicolas Cage em vez de currículo para recrutador e vira celebridade na web; veja outros vexames memoráveis no currículo, segundo o Career Builder

por Talita Abrantes

Lembra da Luiza que estava no Canadá? Pois exatamente no Canadá, uma estudante ganhou o status de celebridade instantânea das redes sociais – exatamente como a brasileira há alguns meses atrás. Mas por um motivo que faria qualquer um corar de vergonha em frente ao headhunter.

Em vez de encaminhar seu currículo por e-mail para o recrutador, Vanessa Hodja anexou uma foto (para lá de bizarra) do ator Nicholas Cage. O recrutador a avisou.

Ela publicou a seguinte mensagem (em letras maiúsculas e com um print do e-mail) em  seu perfil noTumblr: “Jesus Cristo, acidentalmente, eu enviei para meu potencial futuro chefe uma foto do Nic Cage…”.

Não deu outra. Em instantes, a imagem circulou pela internet e Vanessa virou exemplo para uma porção de candidatos desatentos nos Estados Unidos.

Mas ela não é a única. Pesquisa da Career Builder, divulgada hoje, mostra que Vanessa não está sozinha quando o assunto é “mico” na hora de enviar ou escrever um currículo.

O site americano especializado em carreira pediu que recrutadores americanos contassem quais foram os erros mais bizarros que já presenciaram quando o assunto é currículo.

AS GAFES MAIS MEMORÁVEIS

1 O candidato chamou a si mesmo de gênio no currículo e convidou o recrutador para entrevistá-lo em seu próprio apartamento
2 Em um processo de seleção para um emprego na Antártida, um dos candidatos afirmou que era capaz de falar “antarticano”, fluentemente.
3 Para deixar o currículo mais charmoso, um candidato não pestanejou em decorá-lo com uma série de pequenos coelhos cor de rosa.

4 Um candidato afirmou que seu currículo foi criado para ser “cantado ao som de ‘The Brady Bunch’”, uma série musical exibida na televisão americana nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o programa ficou conhecido como “A família Sol-Lá-Si-Dó”.

5 Durante o processo de seleção para uma vaga de gestão, um dos candidatos listou “caçador de jacarés” como uma habilidade em seu currículo.

OS ERROS MAIS COMUNS

Você, provavelmente, sentiu muita vergonha alheia ao ler a lista das gafes mais memoráveis. Mas, acredite, mesmo com bom senso, muita gente pode perder a oportunidade de emprego por deslizes, aparentemente, inofensivos.

Para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa do Career Builder, 61% dos recrutadores afirmam que desclassificam um candidato que envia um currículo com erros gramaticais ou, pasmem, de digitação. Confira o ranking de erros que podem tirar você do processo seletivo:

1 Erros gramaticais e de digitação
2 Copiar frases prontas do anúncio de emprego
3 Enviar o currículo com um e-mail inapropriado. (Exemplo: gatinha65@xxx.com)
4 Não listar suas principais habilidades
5 O currículo ter mais do que duas páginas
6 Enviar um currículo impresso em um papel decorativo.
7 Na hora de descrever sua experiência, focar mais nas tarefas do que nos resultados que entregou em cada função.
8 Enviar uma foto junto com o currículo
9 Ser prolixo e escrever grandes blocos de textos

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– Luxemburgo e sua ressurreição

Depois de tantas frases polêmicas, evitáveis e, até certo ponto, imbecis, Vanderlei Luxemburgo voltou à velha forma no Sport-PE!

Cá entre nós: dizer que “Guardiola era só marketing“, que “estava se aposentando no futebol“, que “desejava ser Senador da República” e ainda que “não precisa ficar à beira do campo treinando os jogadores“, só prejudicou sua carreira. Não combina com quem quer ser TOP, além, claro, dos seus últimos ruins trabalhos realizados.

Resumindo: se não se envolver em noticiário de suposta “dívida de cassinos” e outros enroscos, e focar só no campo, Luxemburgo ainda tem lenha para queimar (se imaginarmos o futebol brasileiro e sua atual realidade).

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– Até quando o saldo do Adriano Imperador estará positivo?

Triste fim que está se anunciando a Adriano Imperador…

O atleta que se destacou numa Copa América marcando o gol decisivo contra a Argentina, que fez parte do “quadrado mágico” de Parreira, se mantivesse o foco, seria centroavante da Seleção Brasileira até hoje e estaria ganhando muito dinheiro!

Vez ou outra vemos o Adriano sendo encontrado alcoolizado, em situação deprimente, cheio de amigos da comunidade “gastando a grana” que ganhou ao longo dos anos de futebol da curta carreira.

Há quanto tempo ele não trabalha? Aposentou-se definitivamente?

Se a “cabeça vazia é oficina do Capeta”… lembremo-nos que $ não leva desaforo para casa.

Mais uma filmagem vazada do dia-a-dia do ex-Imperador: https://www.youtube.com/watch?v=JM4LIqccYSc&feature=youtu.be

– Pratto deu baile em Leco!

Ouvindo a entrevista do presidente Leco, do São Paulo FC, fiquei impressionado com a sua cara-de-pau em insinuar que a diretoria está corretíssima e que deu todas as condições adequadas ao Rogério Ceni trabalhar. Isentou-se completamente!

Claro que Rogério tem seus defeitos, mas declarar o que disse, ignorando uma necessária autocrítica, é ruim. Bem fez o atacante Lucas Pratto, responsabilizando em primeiro lugar os atletas, e depois os outros.

A cartolagem do São Paulo, há tempos, está devendo…

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– Quem vai demitir os demissores de Mancini?

Vagner Mancini foi demitido da Chapecoense por contas dos resultados atuais (mesmo tendo liderado o Brasileirão e alertado de que era uma falsa ilusão a posição).

A pergunta é: Mancini classificou o time catarinense para a segunda fase da Libertadores da América; entretanto, por culpa de uma decisão equivocada de um cartola do time – que autorizou a escalação de um jogador suspenso alegando que estava liberado, foi eliminado fora de campo.

Mancini, que classificou o time dentro de campo, está demitido. O dirigente, que desclassificou a equipe, continua lá!

A propósito: cogita-se Argel como possível novo treinador! Fico imaginando o comportamento dele no previsto jogo amistoso Barcelona x Chape… Vai mandar ou não bater em Messi e Neymar para “deixar de fazer graça”, como ele costuma ver o futebol?

Lamentável a decisão da diretoria da Chapecoense.

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– Números curiosos: a multa de Ceni e a percentagem maluca da classificação do Brasileiro 2017. E… Vadão?

Rogério Ceni foi demitido do São Paulo Futebol Clube. Entrará na lista de casos como Falcão (Internacional), Bobô (Bahia), e outros tantos craques-ídolos que foram treinadores em seus clubes e que não vingaram na nova função, seja por falta de paciência ou por falta de competência.

Talvez a personalidade forte tenha atrapalhado, ou a inexperiência na nova seara. As ideias de Rogério eram boas na teoria, mas obter êxito e comprová-las na prática nem tanto, devido a qualidade técnica do elenco e o “entra e sai” dos jogadores.

Você terá duas visões do caso:

1) O otimista dirá que as vendas de David Neres ou Luiz Araújo, que num primeiro momento tiveram aval negativo de Ceni (que houvera convencido ao menos Araújo para ficar mais um pouco no time) conseguiram uma valorização acima do que se saísse prematuramente, e isso pagaria a multa.

2) O pessimista dirá que, se aguardasse perder um ou mais dois jogos, chegaria ao índice inferior de 47% de aproveitamento, dispensando a multa contratual de 5 milhões de reais estabelecida entre as partes em contrato, já que “o 1o semestre já estava sendo jogado fora mesmo”.

Mas pense: O SPFC já estaria com o semestre perdido mesmo? O time está em 17o colocado, na zona de rebaixamento, com míseros 11 pontos e 33,3% do total possível de rendimento. Só que o Vasco da Gama, o clube com menos pontos classificado para a fase inicial da Libertadores da América, tem 16 pontos e 48,4%! Sim, neste Campeonato Brasileiro, com menos de 50% de aproveitamento você já ganha uma vaga para o principal torneio sulamericano. Em duas rodadas, as posições poderiam se inverter?

Portanto, o São Paulo começará uma nova fase, com novos jogadores que estrearão e novo treinador. A diretoria se arriscou a recomeçar do zero, e só o tempo dirá se foi correta ou não a decisão.

E quem será o treinador?

Se fala em Dorival Jr (o “bola da vez”), mas se especula Paulo Autuori, Marcelo Oliveira… e, na tarde de ontem, uma informação do nosso comandante do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora, Adilson Freddo, sobre um nome-surpresa: Vadão, líder da Série B com o Guarani, houvera sido contactado.

E não é que Oswaldo Alvarez poderia ser o perfil desejado? Sabe montar bons esquemas com times de elenco médio, foi campeão do Rio-SP com o próprio Tricolor e é chamado de “homem que lançou Kaká”, dando oportunidade a ele e a outros garotos da base.

Não creio que seja loucura se Vadão for realmente contratado. Afinal, foi técnico da seleção feminina na gestão de Marco Aurélio Cunha, outro cartola são-paulino.

E você, o que acha desse nome?

Obs: em 2014, abordamos um tema interessante sobre ex-árbitros e ex-jogadores em nova função pós-carreira, e questionamos na oportunidade:

“Mas já imaginaram Marcos como treinador do Palmeiras ou Rogério Ceni do São Paulo? Aceitariam o risco de arranhar a imagem construída até hoje? Seriam treinadores de um clube só, como foram enquanto jogadores? E as vaias, para onde iriam? E, claro: a competência estará no mesmo nível?”

O link sobre essa postagem com outras considerações está em:

https://professorrafaelporcari.com/2014/03/28/de-jogadoresarbitros-a-treinadoresinstrutores/

Em tempo: como estaria agora Ney Franco, que teve pendenga com Ceni por supostamente o goleiro “querer escalar” o time?

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– Levir e Luxemburgo são atuais?

No sábado tivemos a vitória do Sport Recife em cima do Santos na Vila Belmiro. E duas coisas precisam ser discutidas:

  • Levir Culpi, de boas entrevistas, é um treinador atualizado? Ou está no Peixe por ser um “reformador de elencos” que barra estrelas, reconhecidamente?
  • Vanderlei Luxemburgo, outrora estrategista e de currículo vencedor, é um técnico que conhece o que há de mais novo mundo afora? Ou está no Leão por ser um “cara de nome”, que chama os holofotes para si?

Não desdenho de nenhum dos dois nomes (respeito-os muito), apenas questiono: eles têm estudado? Eles estão a par de tudo o que há de mais moderno? Estão em boa fase?

Vale refletir… eles estão “configurados” ao futebol moderno?

– A Polêmica de Leandro Donizete: falta de profissionalismo?

Leandro Donizete chiou no Santos FC por não ser titular. O jogador, que não se firmou titular, ao saber que continuaria como reserva com Levir Culpi se recusou a participar do próximo jogo do Peixe.

Peraí: o cara ganha R$ 300 mil / mês e faz “mole” para ficar no banco?

Primeiro: tem que ganhar a vaga dentro de campo (independente de salário). Segundo: há de ser profissional…

Ô dinheiro mal gasto do Santos, não?

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– Eu estava dando crédito a Luxemburgo…

Nos anos 90, Vanderlei Luxemburgo era incontestável estrategista. No começo dos anos 2000, trabalhei algumas vezes em jogos com ele na função de 4o árbitro e fiquei impressionado como ele falava com os boleiros e mudava o jogo.

Dando sempre valor a quem venceu e tem experiência, queria crer (para o bem do futebol) que o Luxa não estivesse ultrapassado ou que não era verdade a história de que só sabia trabalhar com jogadores estrelas. Ledo engano…

Não bastasse os problemas extracampo (cassinos, polêmicas com empresários e declarações estapafúrdias – como a de que Guardiola seria somente “marketing” e que ele, Vanderlei, não precisa mais aprender nada no futebol), há pouco disse que entraria na Política. Ato contínuo, assumiu o Sport-PE e não consegue bons resultados.

Será que é hora de admitir: Luxemburgo FOI um grande treinador de futebol no passado?

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– Pessoas mais Bonitas são menos Colaboradoras?

Vira-e-mexe, vemos estudos que beiram o preconceito. Talvez este seja um deles.

As universidades de Barcelona, Madri e Edinburgo resolveram pesquisar a relação “Beleza x Comportamento”, e chegaram a conclusão que pessoas atraentes cooperam com o próximo em 45,7%; já os menos atraentes cooperam em 67,3%.

Conceito de beleza: simetria facial!

Cá entre nós: que grande bobagem, não? Como os reitores deixam o dinheiro dessas instituições escoarem pelo ralo… além do conceito de “belo” ser subjetivo, o que deve valer é a beleza interior!

(informações extraídas da Revista Superinteressante, ed 89, pg 18,por Fernando Badô)

E aí, você tem a mesma impressão ou não? Deixe seu comentário:

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– A indevida brincadeira do “E se nada der certo”?

Em tempos politicamente corretos, valorizar todas as profissões e respeitar o trabalho alheio é fundamental. Não só por educação, mas por cidadania. Todo trabalho, sendo honesto, é plausível.

Ganhou atenção o evento “E se nada der certo?”, promovido pelos alunos do Instituto Evangélico de Novo Hamburgo (IENH-RS), que fizeram a seguinte brincadeira (com aval do próprio IENH): se você não passar no vestibular, e se nada der certo, você vai… (e se vestiam conforme a profissão do que se tornariam se não entrassem numa boa faculdade).

Pois bem: os alunos da elite gaúcha se vestiram de garçons, frentistas, domésticas, caixas de supermercado, atendentes do McDonalds, garis, cozinheiros, faxineiras…

Que sem graça e que sarro desrespeitoso! Não são nobres tais profissões / profissionais?

Se você estiver desempregado e precisar trabalhar honestamente, não aceitaria ser varredor de ruas? Qual o pecado?

Retrato uma consideração de Maurício Bento do Huffpost Brasil (vide em: https://is.gd/kDNqwZ), onde ele lembra quais empregos tiveram profissionais de sucesso:

O primeiro emprego de Michael Dell, fundador da marca de computadores Dell, foi lavador de louça.

O primeiro emprego de Marissa Mayer, CEO do Yahoo, foi caixa de supermercado.

O primeiro emprego de Doug McMillon, CEO do Walmartfoi descarregador de caminhão no almoxarifado da empresa.

Eles deram certo duas vezes, por reconhecerem a dignidade dessas profissões, como por terem aproveitado as oportunidades e crescido na carreira.

Quem não deu certo foi Eduardo Cunha, que já foi presidente da Câmara, mas foi cassado e preso.

Quem não deu certo foi Antonio Palocci, que já foi ministro da Fazenda de Lula, mas está preso.

Quem não deu certo foi Aécio Neves, que foi grampeado pedindo dinheiro ilegal, contribuiu para a prisão da própria irmã, Andrea Neves, teve seu mandato suspenso e pode ser preso a qualquer momento.

Quem não deu certo foi Dilma Rousseff, cujas políticas destruíram a economia do País, abriram espaço para corruptos como Joesley Batista se tornarem grandes e que acabou em impeachment.

Quem não deu certo foi Marcelo Odebrecht, que já foi presidente de uma das maiores empreiteiras do mundo e hoje está preso.

As pessoas humildes e honestas que ajudam e servem mais de 200 milhões de brasileiros diariamente, essas deram muito certo. Jovens que não reconhecem isso é que podem acabar dando muito errado.

Perfeito! Bons profissionais começam com humildade, dignificando o trabalho duro e respeitando o seu próximo!

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– Quem é o melhor técnico dos Paulistas no momento? Sobre a relatividade dos trabalhos.

Dorival Júnior foi demitido do Santos FC, muito embora o presidente santista Modesto Roma Filho tivesse garantido a sua permanência. Coisas do futebol…

Mas quem é o melhor treinador no estado de São Paulo? É difícil apontar alguém no momento?

  1. Seria Cuca, o atual campeão brasileiro que ainda não engrenou com o Palmeiras?
  2. Seria Carrille, o ex-interino que foi efetivado e fez do Corinthians o atual campeão paulista?
  3. Seria Ceni, ídolo do São Paulo mas que está começando um trabalho como treinador pela 1a vez?
  4. Seria Kleina, que mesmo com um elenco modesto tem frutificado bons resultados na Ponte Preta?

Talvez seria justo dizer que, pelo histórico de conquistas recentes, Cuca é o melhor técnico; só que Carrille faz o melhor trabalho. Ou não?

Quem pode se vangloriar (falando dos demais treinadores), mas que por modéstia não faz, é Vagner Mancini, que é líder do Brasileirão 2017, dá entrevistas ponderadas dizendo que sabe que a liderança pode ser uma ilusão, e que em pouco tempo começou um trabalho do zero com jogadores que nem se conheciam!

Quem é de Jundiaí (como eu), sabe: Mancini é trabalhador, cara sério e que, enquanto treinador do Paulista FC, por saber trabalhar com garotos da base e dar chances ao lançá-los paulatinamente (fez isso com Neymar no Santos FC, sucedendo Luxemburgo que ainda não confiava no então franzino garoto, o “filé de borboleta”), ao mesmo tempo jogava com esquemas sólidos em busca da vitória (repetiu isso no Grêmio, onde foi demitido com 5 vitórias em 5 jogos por não aceitar interferência na escalação do time por seu diretor), era aclamado por aqui como “futuro técnico do São Paulo FC” (pelas características citadas).

Não chegou ao Tricolor do Morumbi, embora tenha passado por outros grandes. Mas vale sonhar: após a experiência de vencer a Copa do Brasil por um time pequeno e disputar a Libertadores com ele (há 11 anos o Galo da Serra do Japi venceu o poderoso River Plate), repetirá o feito vencendo o Campeonato Brasileiro por outro pequeno?

Em tempo – que paradoxo para nós, que defendemos o futebol como ciência: Renato Gaúcho, o que se autodeclara “praieiro e avesso aos novos ensinamentos no esporte”, está dando um “olé” na campanha do Brasileirão com o Grêmio em Milton Mendes, o “estudioso que foi para a Europa fazer curso UEFA” e que está patinando no Vasco da Gama.

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– Como Combater a Arrogância nas Empresas e na Vida

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que já sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

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– Um Time pode Pedir ou Vetar Árbitros?

Nos últimos dias, alguma polêmica sobre pedidos de árbitros estrangeiros por times brasileiros e/ou “importação” de árbitros de outros estados nos regionais, para os jogos decisivos.

Ao contrário do que muitos pensam, um clube pode (em tese) não aceitar um árbitro em seu jogo. Pode até escolher quem ele quiser para apitar suas partidas.

Isso acontece pelo fato de que os árbitros não são profissionais em quase todo mundo (as exceções notórias são Inglaterra e a semi-profissionalização na Argentina).

Quando você assiste a qualquer jogo do Brasileirão, você vê jogadores, treinadores, médicos e preparadores físicos profissionais. O árbitro não, pois ele é apenas federado e não é empregado de nenhuma entidade formal do universo futebolístico.

Isso ocorre pois as federações e confederações não querem assumi-los como funcionários, fugindo das responsabilidades trabalhistas e financeiras. Dessa forma, para apitar um jogo profissional, o árbitro deve ser federado (isso indica que ele foi capacitado por uma federação) e que está apto a ser contratado por uma equipe.

Você leu corretamente: CONTRATADO. Os juízes de futebol assinam um documento dizendo que são prestadores autônomos de serviço, trabalhando para os clubes filiados à FIFA, em suas competições amadoras ou profissionais”.

Sendo assim, os clubes são os responsáveis por fornecer a arbitragem de um jogo. Para isso, eles pedem às Comissões de Árbitros que indiquem os oficiais.

Teoricamente, numa partida entre Flamengo x Santos, o clube carioca é quem contrata o árbitro, indicado pela CBF, CONMEBOL ou FIFA, com sua aprovação. No jogo de volta, o time santista se encube.

Na prática, sabemos que não é bem assim. Mas é nisso que um clube se apega ao alegar ter direito de escolher um árbitro para a sua partida.

Se o árbitro fosse funcionário das federações, ou se os departamentos de arbitragem fossem independentes, certamente a situação seria outro…

Pena que não seja esse o modelo desejado por sindicatos e cooperativas da categoria.

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– Rogério Ceni e as complexidades do cargo

É chover no molhado repetir a discussão de que um ídolo não deveria ser treinador pois corre o risco de não ter o mesmo sucesso. Assim, vamos ao cerne da questão: O que está acontecendo com Rogério Ceni?

É nítido que suas ideias se aplicam ao futebol em longo prazo, e talvez não exista a paciência necessária. Mais: sem jogadores inteligentes para assimilarem suas estratégias e capacitados para realizar tecnicamente o proposto, não dará certo. Some-se a isso a arrogância e/ou falta de humildade de suas entrevistas, recheadas de estatísticas (sim, isso é válido), mas sabedor que, no fundo, neste mundo da bola, o que vale é o número 3 (de 3 pontos por vitória), coisa não obtida nas últimas partidas.

Será que a diretoria sustentará o treinador e o próprio Rogério Ceni não tentará adaptar sua filosofa ao regular potencial do elenco?

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– O Futuro do Galo: existiria repulsa se o Red Bull sugerisse união ao Paulista? Sobre a chegada da Carabao no Brasil.

Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.

Todos nós estamos chateados com a impensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.

Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…

Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade – é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.

Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?

Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:

  1. O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem (não é isso que sempre cobramos?)
  2. Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
  3. Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
  4. Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
  5. Eles tem inovação. Nós temos tradição.

Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com a Lousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.

Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).

Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.

Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada (a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!

E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M City dos sheiks sauditas. O Chelsea do russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?

Aliás, quando Dietrich Mateschitz (o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.

Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho? Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceriado Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.

E sabem o que mais?

A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.

Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).

INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.

Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!

Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…

EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO (sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?

***

Observações:

1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?

2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?

3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?

4- Curiosidade: veja uma propaganda pequena da Carabao, citada como parceira do Flamengo, em: https://www.youtube.com/watch?v=3i7Z_-epUWs

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– O Paulista de Jundiaí foi rebaixado (de novo).

Há uma semana de acabar a 3a divisão de SP, um grande do interior caiu.

O Paulista Futebol Clube, Tricolor da Terra da Uva, Galo da Japi, Campeão da Copa do Brasil, nos seus mais de cem anos, nunca jogou a 4a divisão estadual. E neste domingo (364 dias exatos após cair da A2 para a A3), foi rebaixado novamente, agora para a “Bezinha” de SP.

Triste. O time não tem mais para onde cair. Seu estádio vai a leilão dia 27 de abril, não tem índice técnico para jogar a Copa Paulista deste ano e, se voltar a jogar, somente será em Abril de 2018 na 4a divisão.

Os gestores financeiros que jogaram o Galo em tão pouco tempo nessa situação de pindaíba e caos devem ser responsabilizados.

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– Que arrependimento em abrir mão do que se gosta…

Confesso: tive que abrir mão (por diversos motivos) das aulas em que eu seria docente do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Que remorso…

Lecionar é uma paixão. Me realizo na sala de aula, me sinto bem! E por força maior, não pude aceitar a minha contratação após o concurso público (mesmo tendo sido aprovado com louvor na aula-teste).

Vida que segue… Voltarei à vida acadêmica assim que estiver liberado!

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– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

– A Tristeza da torcida do Paulista e a questão do Tombamento do Estádio.

Tive muito cuidado com as palavras para escrever esse texto, magoado pelo fato do estrondoso anúncio do leilão do Estádio Jayme Cintra, propriedade particular do Paulista Futebol Clube, equipe profissional que há mais de um século representa Jundiaí no cenário futebolístico.

Fora a época das parcerias (Magnata, Lousano, Parmalat) o Galo da Serra do Japi sempre esteve com o pires na mão. Nos pós-parcerias o Tricolor da Terra da Uva se virou muito bem por algum tempo. Mas sem parceiro, com inúmeros processos trabalhistas e outras pendengas por tempo tão contínuo, nunca vi tal cenário.

Sem dinheiro, o Paulista vem padecendo. Depois da conquista da Copa do Brasil e do não acesso à série A para o Campeonato Brasileiro, o dinheiro foi sumindo (para onde, não sei) e caindo de divisão nacional ano a ano. No Estadual, resistiu o quanto pode, namorou a A2, casou com ela e a traiu com a A3. E traição custa caro, pois agora briga para fugir da 4a divisão regional.

Todos nós de Jundiaí aprendemos a amar o Paulista! E ao ver o anúncio na Folha de São Paulo do leilão do estádio para 27 de abril, a fim de saldar um montante de R$ 1,4 mi (parte de uma dívida cujo valor REAL do montante nunca se sabe ao certo), deu uma grande angústia.

Como resolver?

O time não tem receitas para se auto-sustentar (as rendas de jogos são negativas, os beneméritos da cidade fazem o possível para que não se feche o clube e empresas não querem investir pois o retorno é incerto). Só existem duas respostas para explicar essa dantesca crise: má gestão ou corrupção nas gestões que deixaram esse triste legado.

As dívidas trabalhistas, muitas delas, foram julgadas à revelia ou mal defendidas. E quando isso acontece, sabe-se que o valor explode!

Na possibilidade de perder o estádio, que está avaliado em R$ 35 milhões de reais (mas no leilão pode ser arrematado por R$ 17,5 a fim de se garantir recursos para pagar os credores), o COMPAC (Conselho do Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí) tombou o estádio nesta terça-feira à noite em solenidade no Museu Solar do Barão.

Sabe o que isso resolve?

NADA! E escrevo isso com pesar, pois as dívidas continuam as mesmas, só são postergadas mais ainda, como se vinha fazendo (o leilão se deve a 14 ações já julgadas). Quantas outras ações não virão?

A única coisa que acontecerá é que, ocorrendo o leilão, o arrematador fica com o terreno e não pode demolir o estádio. Ora bolas, se o novo dono for “Caxias”, o Paulista perdeu o seu patrimônio do mesmo jeito!

De que adianta o tombamento? Claro que dificulta para um empreendedor oferecer um lance com um imóvel deste porte que não pode ser derrubado. Mas numa área tão valiosa, com tanta gente cobiçando, é ingenuidade que não apareça algum projeto que contemple o estádio com outra utilidade ou um projeto de engenharia que faça alguma coisa.

Se no leilão aparecer comprador, mesmo com o estádio em pé, bye-bye Jayme Cintra, o imóvel não será mais do Paulista. E jogará onde? Na vizinha Campo Limpo Paulista? No campo do simpático Primavera? Como sobreviverá?

Três opções, com alto grau de dificuldade de algumas delas se concretizar:

1 – Um apaixonado investidor arrematar a praça esportiva e permitir que o Paulista continue jogando por lá;

2 – Vender o Estádio e o Terreno (“destombando-se”), e negociando dinheiro e uma nova arena para se jogar;

3 – Pedir a bondosa colaboração dos credores para que adiem seus recebimentos.

Qual a melhor solução?

As únicas que eu não gostaria: que o Paulista não deixe de pagar suas contas (se DEVE, não pode dar calote), não dê o golpe de fechar as portas e voltar como EC Paulista ou Esportivo Paulista de Jundiaí (sacaneando quem tem que receber), nem seja orgulhoso de se associar com potenciais novos parceiros (desde que sejam honestos).

Cá entre nós: há quanto tempo as grandes empresas não investem no time? Ninguém rasga dinheiro, e se não o fazem, é porque não é um bom negócio ou não tem recursos. Mais ainda: desde sempre se procura dirigente competente para tocar o time. Se encontra fácil?

Sou bem tranquilo em escrever o seguinte: Dr Cláudio Levada, Pepe Verdugo, Milton Demarchi, Dr Marco Antonio Dias e outros abnegados (fui cirúrgico nos nomes citados) que dão a cara para bater, só estão lá pela mesma paixão dos torcedores. Ou acham que esses senhores levam dinheiro? Acreditemos: não vale pela dor de cabeça, além de serem pessoas honradas. Pra um lado a grana foi, não se sabe quanto, quando nem para onde, isso é lógico. Mas por quem?

Amigos torcedores, quem desvia grana cai fora e se faz de morto. Quem gere mal não põe seu trabalho no curriculum. Depois dessa tormenta, é necessário que se faça uma rigorosa auditoria para achar os culpados (e infelizmente nem dinheiro para isso se tem!).

A questão é: até quando o Paulista Futebol Clube irá resistir? Não se tem administradores profissionais à porta para entrarem no clube e com suas experiências de gestores salvarem o Galo. Mas para que isso aconteça, é preciso que as forças vivas da cidade, diretoria e torcedores se unam. Não precisam se amar, precisam se TOLERAR nesse momento.  Somente assim nosso querido time poderá permanecer com os aparelhos ligados na UTI. Sair do hospital somente se um Roman Abramovich aparecer aqui ou outro mecenas qualquer.

Força Galo, “pois tu és Paulista, de Jundiaí!”.

Vou parafrasear meu amigo Matias Souza: “Todo mundo tem uma opinião, respeito, e essa é a minha”.

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– As Profissões COM e SEM Futuro!

A Revista Época desta semana trouxe em sua matéria de capa sobre as profissões que estarão em alta e em baixa no futuro (por Marcelo Moura). Com base no termo Destruição Criadora“, utilizou-se tendências atuais para prever a evolução de algumas atividades. As variáveis foram a valorização do emprego, a procura por ele e, principalmente, revolução tecnológica.

Uma das caraterísticas vantajosas do homem frente às máquinas (que exercerão boa parte das tarefas) será a INTELIGÊNCIA SOCIAL, que se refere a capacidade de negociar, persuadir, coordenar e manter contato emocional com as pessoas. Outra seria a CRIATIVIDADE, pois as máquinas ainda não sabem improvisar.

Na reportagem, foram elencadas com chance de 0,004% de não-extinção:

– Terapeuta recreacional

– Supervisor de manutenção e reparador de máquinas;

– Gestor de emergências;

– Fonoaudiólogo e

– Nutricionista.

As profissões de médio risco foram:

– Advogado;

– Cuidador de crianças;

– Chef de cozinha;

– Químico;

– Bombeiro;

– Repórter / Jornalista.

As atividades que correm mais riscos de deixar de existir (acima de 93%):

– Vendedor ambulante;

– Marceneiro;

– Açougueiro;

– Projetista de cinema;

– Juiz de Futebol e árbitros de ótimos esportes;

– Bibliotecário;

– Operador de telemarketing.

Claro que a matéria fala de muitas nuances e está em 8 páginas (edição 861, pg 58-65). As outras profissões estão dispersas no texto, mas fico pensando: será que tais projeções realmente se concretizarão?

Em especial, imagino: como substituir o árbitro de futebol? As máquinas farão seu trabalho? Se justamente a capacidade de interpretação (tão subjetiva) não é possível para um autômato…

Enfim: o que você acha de tal profecia laboral? Deixe seu comentário:

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– Quer voltar mas não reduz o salário?

Leio que Everton Ribeiro quer deixar o seu clube nos Emirados Árabes Unidos e negocia com o SPFC.

Bom jogador, mas… ele morre de saudades do Brasil só que não aceita receber menos do que ganha no Oriente Médio.

Bobinho, não? O valor é alto por aqueles lados para compensar o “custo-saudade”. Se é insuficiente, aceite a realidade do seu país-natal recebendo menos ou peça aumento por lá.

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– Mas a Lei não está valendo para a FPF?

Poucos sabem, mas o Sindicato dos Atletas Profissionais (SAPESP) tenta paralisar o Paulistão em suas 3 divisões devido aos atrasos de salários de jogadores – e não consegue!

Atletas que estão com seus vencimentos atrasados deveriam expor as pendências para que a FPF retirasse os pontos do time, conforme o regulamento manda há algum tempo. Mas quantos tiveram coragem de fazer isso ao longo desses 4 anos de vigência?

Aliás, como conseguir que o Tribunal de Justiça da FPF puna os clubes?

Será que as entidades estão “se esforçando em ritmo lento” para que ninguém seja punido?

Aliás, é crível imaginar que todo mundo está com o salário em dia há tanto tempo, já que ninguém foi punido?

Há quem creia que sim…

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– A contratação do Goleiro Bruno, segunda chance e o efeito reverso.

O ex-goleiro do Flamengo, Bruno, que ficou preso por assassinato, saiu da cadeia e assinou contrato de trabalho com o Boa Esporte Clube, equipe de Minas Gerais.

Todos têm direito a uma nova chance na vida (embora, sejamos justos, acho que a moça assassinada não teve). Mas… já imaginaram as torcidas o xingando durante o jogo todo?

Será difícil para ele trabalhar no Brasil. Se tivesse proposta de fora, deveria ir ao exterior ao invés de assinar com o Boa, pois fatalmente não terá paz!

Aliás, a Nutrends, do ramo de nutrição e atual patrocinadora do Boa Esporte Clube, reincidiu o contrato de publicidade na camisa por não querer se associar com a imagem do jogador.

Será que o efeito desejado do Boa em lucrar com a criação de uma polêmica trouxe efeitos contrários?

E pensar que dias antes da prisão quase o Milan o contratou…

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– Worcation na moda?

Worcation é a junção de Work e Vacation (trabalho e férias, em português), e tal prática está cada vez mais frequente mundo afora.

É que em alguns países onde não existe legislação de férias remuneradas, tal situação – trabalhar em período supostamente de descanso – tem sido uma alternativa. Ou melhor: uma necessidade!

Cá entre nós: alguns profissionais já vivem isso no Brasil! O pequeno comerciante não consegue abandonar a rotina. Celulares de última geração, notebooks e outros apetrechos acompanham a mala de mini-férias (2 dias de descanso, em muitos casos).

É a tendência dos dias atuais… e aqui, com pesar, me incluo!

E você: consegue se afastar totalmente do serviço durante as horas / dias de repouso?

Woman in office stress vector illustration of cartoon girl manager working on computer with disheveled messy hair and documents piles. Overwork and deadline office work concept

Imagem extraída de: https://br.financas.yahoo.com/noticias/por-que-o-excesso-de-trabalho-e-tao-glamourizado-080036988.html