– Chega de discursos de Vitimismo no futebol. Assumamos as culpas e responsabilidades!

Eu amo o futebol, mas não posso ser um alienado por ele. Futebol deve ser diversão sadia para o torcedor, que precisa entender ainda que para o dirigente honesto e responsável, o esporte é um negócio que tem a finalidade de render dinheiro e fomentar empregos na indústria do entretenimento.

Portanto, sem romantismo ou saudosismo de outros tempos, deve-se entender que o fanatismo deturpa este entendimento lúdico e racional. Torcedor se “descabelar” e sofrer, é algo desnecessário. Chorar por um time de futebol? Pare com isso, não devemos nos estressar – afinal, o clube de futebol é uma entidade privada que visa lucro, não mais uma associação de pessoas que pensa em algo para se divertir. E daí lembremo-nos que os Governos (Federal, Estadual ou Municipal) não devem dar benesses a essas entidades, pois o dinheiro público deve ser para ações educacionais, de saúde ou outras mais relevantes.

Parafraseio o italiano Arrigo Sacchi:

“O futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”.

Assim, cuidado com os espertalhões que querem transformar os torcedores em “frente de batalha”, através de discursos demagogos (até porque, esses mesmos grupos de pessoas, um dia podem se rebelar contra a cartolagem que os usa). Quer exemplos?

Há inúmeros declamadores de “teorias das conspirações”. Dos times grandes aos pequenos, você ouve coisas como: “Minha equipe é sempre perseguida pela FPF”, ou, “A CBF sempre quer me prejudicar”, ou ainda: “Sempre a juizada vem meter a mão no nosso time”.

Repararam no “sempre”?

Ora, pense: diretores martelam esse discurso inflamando os torcedores que o replicam. E isso é subterfúgio para incompetência! Os cartolas não falam que contratam mal os seus jogadores, que gastam irresponsavelmente seu dinheiro, ou ainda que demitem treinadores que eles mesmo contratam errado e insistem num ciclo de contratação e demissão sem critério algum.

TODOS os clubes reclamam de arbitragem, de organizadores, de tudo. Mas NENHUM faz protesto por favorecimento quando eles ocorrem – e é lógico que ocorrem, pois se um time é prejudicado em campo, o adversário é quem se beneficia. Assim, quem perde chia, quem ganha se cala. E, por obviedade, tudo é discurso para mascarar a incompetência (os erros de árbitros e de organizadores acontecem, mas não na proporção reclamada, infinitamente mais fomentada para disfarçar).

Menos vitimismo, mais profissionalismo.

Imagem extraída de: https://www.portalzap.com/liga-das-estrelas-fut7-confira-os-resultados-dos-jogos-do-final-de-semana-e-os-proximos-confrontos/

– O que levaria os treinadores estrangeiros a recusarem o Palmeiras?

Quem está na América do Sul, sabe que o “oásis” financeiro no futebol pode ser o Brasil. Com condições de pagar salários bem maiores do que a média dos nossos vizinhos, a lógica mandaria que um convite para treinador estrangeiro a time grande daqui seria quase irrecusável.

Porém, vemos que recusaram o Palmeiras (que é um gigante e paga em dia): Miguel Ángel Ramírez, Sebástian Beccacece, Quique Setién e Gabriel Heinze!

Como explicar?

Três hipóteses:

  • Têm medo de encararem um desafio maior do que poderiam,
  • Têm receio da instabilidade da permanência dos treinadores no Brasil (perdeu, é demitido), e
  • Têm projetos para trabalhar na Europa?

Exceto a 1a, as outras duas são aceitáveis. Dinheiro, é fato, não seria o problema. A dificuldade deve ser, claramente, nas condições de trabalho e garantia de tempo. Afinal, Felipão, Mano e Luxemburgo (3 treinadores de Seleção Brasileira) não aguentaram no cargo.

– O que as Mulheres Desejam nas Empresas?

Veja que interessante: a Revista Época Negócios trouxe uma matéria sobre quais benefícios as mulheres desejam nas empresas.

E você, mulher, concorda com a pesquisa abaixo? Deixe sua opinião:

A EMPRESA FEMININA

Pesquisa realizada pela consultoria Sophia Mind aponta os benefícios mais valorizados pelas mulheres

Por Sílvia Balieiro

Em seu primeiro emprego num grande banco, Regina Nunes, hoje presidente da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, enxergou uma oportunidade para ser promovida. “Queria ir para uma área, mas o banco me mandou para outra”, diz Regina, que optou por deixar a instituição. “Tinha carinho pela empresa, mas não havia oportunidades”, afirma. A experiência de Regina está longe de ser um caso isolado. Uma pesquisa realizada pela consultoria Sophia Mind, e divulgada com exclusividade por Época NEGÓCIOS, mostra quais são os benefícios mais valorizados pelas mulheres. Foram entrevistadas 465 profissionais com idade entre 25 e 50 anos, de empresas privadas e públicas. As entrevistadas avaliaram 57 benefícios, classificando-os de acordo com sua satisfação ou aspiração.
O que as mulheres mais valorizam? Em primeiro lugar aparece o aconselhamento de carreira, citado por 63%; em segundo, plano de cargos e salários, importante para 59% das entrevistadas. “Isso mostra que hoje a vida profissional está totalmente ligada à realização pessoal”, diz Andiara Petterle, CEO do Bolsa de Mulher, grupo do qual faz parte a Sophia Mind.
O levantamento aponta ainda um desencontro entre o que as mulheres gostariam e o que as empresas oferecem, como horário flexível, por exemplo, desejado por 86%, mas oferecido por 37% das empresas. Cláudia Pagnano, vice-presidente de mercado da companhia aérea Gol, está entre as mulheres que valorizam o horário flexível oferecido pela empresa. Com dois filhos e dois enteados, Cláudia pode acompanhar mais de perto a vida das crianças. “Isso não interfere na produtividade. Além disso, a empresa sabe que estou à disposição sempre que precisar”, diz.
A pesquisa perguntou ainda em quais empresas as entrevistadas gostariam de trabalhar. As três mais citadas: Petrobras, Google e Natura. Por quê? “A Petrobras, além da estabilidade, oferece um plano de carreira aos funcionários. O Google é uma empresa moderna e meritocrática. Já a Natura é reconhecida como uma empresa responsável. Todas essas características são desejadas pelas mulheres”, diz Andiara.
A nota final média dada pelas mulheres aos benefícios que suas empresas oferecem foi 5,3, numa escala de 0 a 10. “A pesquisa mostra que as empresas precisam ser ainda mais sensíveis às necessidades da mulher”, afirma Andiara. Apenas 7% deram notas 9 ou 10.

O que a empresa já oferece

1. Clima de camaradagem : 69%

2. Informalidade nos trajes : 51%

3. Avaliação de desempenho : 50%

4. Treinamentos internos : 50%

5. Festas de confraternização : 9%

O que elas gostariam de ter :

1. Salário compatível com o mercado : 98%

2. Plano de carreira definido : 93%

3. Bolsa para pós-graduação : 93%

4. Cursos de idioma : 93%

5. Salário maior que o mercado : 92%

O que as mantém na empresa :

1. Aconselhamento de carreira : 63%

2. Plano definido de cargos e salários : 59%

3. Sala de aleitamento para mães : 54%

4. Salário maior que o do mercado : 53%

5. Oportunidade de carreira no exterior : 52%

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como o Cruzeiro seduziu Felipão?

Respeitosamente, que “gelada” vai encarar Luís Felipe Scolari, não?

O Cruzeiro está numa situação financeira e institucional gravíssima, fugindo do rebaixamento da série C. Demitiu vários treinadores na temporada e teve a recusa de outros. Entretanto, Felipão aceitou o desafio! Por quê?

Estando com a vida tranquila em Portugal, com muito dinheiro no bolso, é inexplicável entender os motivos que motivaram o treinador veterano a assumir tal desafio. Se sou ele, vou curtir a aposentadoria com a família e usufruir tudo o que conquistou. Não vale a pena tal dor de cabeça…

Aliás: sem bigode é sinal dos novos tempos?

– Treinadores e Jogadores aos olhos do Árbitro: quem é o “boa gente da bola”?

Repost de 7 anos:

O Futebol é um universo miscigenado, com atores das mais diversas condutas, transmitindo amor e ódio aos torcedores.

Tive o prazer de conviver com muitos deles. E, vez ou outra, me perguntam: “E Fulano, como é dentro de campo? E Beltrano, joga muito?”.

Pois bem: um árbitro de futebol repara mais no comportamento dos atletas do que na categoria. E sobre isso, vale meia-dúzia de observações:

1- Craque quase nunca reclama. Romário é o exemplo. Pouquíssimas vezes vi o Baixinho reclamar com o juiz. Sabe como era um bate-papo com ele antes de sortear o Toz (a moedinha da ‘Bola ou campo’)? Simplesmente cumprimentava, perguntava se fez boa viagem, falava sobre a temperatura, e se o jogo fosse em São Januário, aconselhava alguns “points pós-jogo”. Nunca vi o Romário simular ou pedir cartão para o adversário. Assim também se comportava Raí, Ronaldo Nazário, Bebeto…

2- “Botinudo” sempre será botinudo. Lembram-se do “Cocito”? Batia na própria sombra. E era marcado justamente pela violência. Se era falta simples, virava amarelo pelo seu histórico. Hoje, Felipe Mello leva essa fama. Mas atenção: é diferente do Domingos, o zagueiro que começou no Santos FC e rodou inúmeros clubes, que para muitos é sinônimo de pancada. Tive a chance de apitá-lo desde a base até o profissional, em diversas equipes: seus lances nunca são de falta violenta proposital, mas normalmente por imprudência. Dentro de campo, por mais incrível que possa parecer, é muitíssimo educado com a arbitragem, sendo que poderá ser expulso por violência involuntária, mas nunca por ofensas.

3- O mal comportado é figurinha carimbada na história do futebol brasileiro. Da década de 90, Djalminha e Edmundo são os mais recomendados para se discutir. Me recordo que certa feita, estava no Morumbi assistindo como aluno da Escola de Árbitros o jogo São Paulo x Vasco da Gama. O árbitro era Francisco Dacildo Mourão (hoje, fazendo sucesso como competente comentarista de arbitragem). Depois do jogo, perguntei a ele se o Edmundo (que já era Bad Boy naquele timaço vascaíno da década de 90) dava muito trabalho em campo. E ele respondeu serenamente: “Claro que não. Quando o Edmundo apronta, ele faz a besteira na frente de todo mundo. O duro é o Djalminha, que põe as mãos para trás, vem sorrindo como se pedisse desculpas para o árbitro mas na verdade vem xingando sua mãe”. Nunca me esqueci disso. No final da carreira do Edmundo, num domingo a tarde, eu estava como quarto-árbitro no Parque Antártica na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá; neste jogo, um jogador do time de Guará falou algo no ouvido do “Animal” que não pensou duas vezes: meteu o cotovelo sem se preocupar em estar sendo flagrado ou não. Mas o mais curioso é: fora de campo, no vestiário, o Edmundo se transformava! Educado e cortês…

4- Há também os chatos, aqueles que antes da bola rolar já enchem a paciência: Fábio Costa é um deles! Não quer assinar a súmula pois está concentrado no jogo, não quer trocar a camisa pois é supersticioso (mesmo ela sendo da mesma cor do time adversário), não quer tirar aliança para entrar em campo (e isso é obrigatório), além da grosseria. São os jogadores que encaram o árbitro como um inimigo: inclua-se na lista Marcelinho Carioca, Emerson Sheik, Kleber Gladiador… Aliás, são esses mesmos atletas que os adversários reclamam de lances desonestos e tentativas de agressão. E o pior é que todos esses citados deram várias provas disso.

5 – E os “Boas Praças”? O goleiro Marcos, Vampeta, Denilson… esses caras não desacatavam ninguém, eram queridos e/ou folclóricos. Vi os 3 em campo em jogos oficiais: tinham a bola como amiga, jogavam com gosto. Traziam alegria ao futebol.

6- Não pensem que árbitro fica reparando só em jogador dentro de campo. Ele também se preocupa (e muito) com os treinadores. E nessa área, ou melhor, na área técnica, trabalhei com os principais da atualidade: dos rabugentos aos educados.

Muricy é ranziza, mas a boleirada gosta dele; Scolari é chato ao extremo, se preocupa em tumultuar a vida dos árbitros e fazer seu time de vítima, jogando os atletas contra tudo e contra todos; Tite é educado, fala difícil, é intenso na beira do campo e tenta se impor, sem perder o respeito com o árbitro. Luxemburgo é ardiloso, reclama de tudo, cria situações e desvia o foco dos acontecimentos em cima dos árbitros. Mas o pior deles é Emerson Leão! Seu único sorriso é de ironia; é grosso e arrogante. Tenho certeza que, todo e qualquer árbitro quando o expulsava, o fazia com gosto! Na mesma linha vai o atual treinador do Criciúma: Argel Fucks! Apitei ele como treinador de times do Interior, e garanto que ele é tão violento no trato como nos pontapés que dava quando era jogador.

Gente educada (e competente) é: Nelsinho Baptista, Vagner Mancini, Caio Jr, Dorival Jr, Marcelo Oliveira, Levir Culpi…

Diante de tudo isso, vale ressaltar: o comportamento de um profissional de futebol é decisivo em muitos jogos. Imagine um hipotético jogo onde o Gamarra disputa uma bola com o Emerson Sheik na grande área. Se o zagueiro paraguaio (que foi famoso por raramente fazer faltas) fizer um pênalti duvidoso em Emerson (famoso por polemizar), na indecisão do árbitro, a decisão vai ser a marcação de simulação (mesmo que seja tiro penal).

O importante é: que todo profissional de futebol, independente se jogador ou treinador, não fique rotulado negativamente no começo da carreira, pois a fama criada é carregada por muito tempo.

– Expectativas de um Patrão e de um Empregado

Um embate sobre o que o Empregador quer do seu funcionário e o que o Empregado quer do seu patrão, em questões de ética, responsabilidade e respeito.

Sensacional, um caso real na rede virtual,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=o5K8rHXyJYA&t=2s

– O futebol não é algo sério: Daniel Alves, Flamengo e Torcidas.

O Governo liberou a possibilidade de até 30% da capacidade dos estádios para torcedores, ficando a cargo de autoridades estaduais e municipais regularem a fiscalização e permissão. No mesmo dia, a Inglaterra anunciou que não se deve ter torcedores nas arquibancadas nos próximos 6 meses. Quem está com a razão?

No Equador, o jogo do Flamengo estava confirmado, adiado, depois confirmado e com a necessidade de deixar o estádio em quarentena pós-partida. Levando em conta que o Del Valle, último clube que jogou com o Mengão testou TODOS como negativo, parece que os brasileiros é que foram imprudentes…

Por fim: Daniel Alves não viajou com o São Paulo pois estava lesionado com o braço. Mas postou foto com tamborim usando o membro machucado, feliz da vida. Se o clube não está em boa fase, é prudente tal postagem?

Falta no Brasil: seriedade, profissionalismo e… “semancol”

– Magazine Luiza e as vagas para trainees negros: nada de racismo reverso, amigos!

Queridos leitores, me sinto a vontade para escrever este post de tema tão polêmico por ser um defensor costumeiro da meritocracia em todos os setores. E o assunto em questão (a abertura de vagas exclusivas para pessoas de cor negra para trainees na Magalu) é o que “bombou” nos últimos dias.

Leio gente boa escrevendo sobre racismo reverso (e me surpreendo com isso, não tem nada a ver com esse caso). Outros, de privilégios desmedidos à uma minoria (também discordo). Por fim, uso da ação de contratação como marketing (e qual seria o problema?).

A empresa é privada e deseja contratar funcionários de uma maioria populacional (afinal, o Brasil, país mestiço, tem segundo o IBGE uma quantidade levemente maior de negros do que de brancos). O negro torna-se minoria na questão educacional e em outros índices sociais. Contratar essa parcela fora do mercado de trabalho é inclusão social (e se for usado como publicidade, não tem problema nenhum, pois é uma ação positiva).

Talvez, se não existisse uma grande quantidade de desempregados no país, muitas pessoas não dariam nem bola para o fato. Parece-me queixas de concorrência de candidatos.

O único questionamento pode ser: em condições normais de trabalho, o Magazine Luiza não contrataria negros com exclusividade?

Por fim: contratar negros foi uma ação louvável. É esperado que em outras situações, contrate-se também outros desempregados com dificuldade em entrar no mercado de trabalho, como, por exemplo, pessoas em condições de vulnerabilidades / miséria / moradores de ruas para cargos que possibilitem sua inclusão.

– O que empregador e empregado procuram, quando há um processo de contratação?

Eu li no LinkedIn, e vi que a postagem impulsionou-se por si só pelo conteúdo: uma recrutadora postou sobre o que a empresa que ela representava buscava dos futuros funcionários. Em meio aos comentários dos candidatos e as exigências, uma pessoa respondeu sobre o que um funcionário esperava da empresa. Foi interessante e permitiu que surgisse uma interessante reflexão!

Leia, abaixo (extraído da própria Rede Social das duas pessoas, pois o conteúdo foi público):

ANDRESSA PALTIANO escreveu:
Procura-se:
Profissionais que permaneçam com a mesma energia e comprometimento do dia da entrevista de emprego.
Que entendam que o momento é de crise e que nesta hora mais do nunca precisamos dar o máximo para sairmos dessa juntos.
Que saibam que as vezes precisamos dar um passo atrás pra pular 3 logo ali.
Que leiam a postagem de vagas até o final e com a devida atenção.
Acima de tudo, que estejam afim de fazer a diferença e não o mais do mesmo.
Se você atender aos requisitos acima, me manda teu cv inbox!

MICHELE MENEZES respondeu:
Procuro:
Empresas que estejam alinhadas em sua cultura x discurso.
Que entendam que em um momento de crise não se deve reduzir em dois terços o salário.
Que não se aproveite da vulnerabilidade do candidato para propor um salário de fome.
Que realmente coloquem como requisito o que será necessário para a vaga.
Que estejam dispostas a investir no funcionário que trabalhará para aumentar seus lucros.
Se você tiver uma empresa assim, enviarei meu currículo!

O que fazer quando se tem um funcionário problema na empresa?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

IN ENGLISH –

I read on LinkedIn, and saw that the post went viral on its own because of its content: a recruiter posted about what the company she represented was looking for in future employees. Amidst the comments from candidates and the requirements, one person responded about what an employee expected from the company. It was interesting and sparked a great reflection!

Read below (excerpted from the two people’s own Social Media, as the content was public):


ANDRESSA PALTIANO wrote:

Looking for:

Professionals who maintain the same energy and commitment from the day of the job interview.

Who understand that we are in a time of crisis and that now more than ever we need to give our all to get out of this together.

Who know that sometimes we need to take a step back to jump three right ahead.

Who read the job posting all the way to the end and with due attention.

Above all, who are keen on making a difference and not just doing more of the same.

If you meet the requirements above, send me your CV in my inbox!

MICHELE MENEZES responded:

I’m looking for:

Companies whose culture and discourse are aligned.

Who understand that in a time of crisis, one should not reduce salaries by two-thirds.

Who do not take advantage of a candidate’s vulnerability to propose a starvation wage.

Who truly list as a requirement what will be necessary for the position.

Who are willing to invest in the employee who will work to increase their profits.

If you have a company like that, I will send my resume!

– Qual “estilo” e qual “nome” para treinador do Corinthians?

Para organizar o time do Corinthians, imagino que a diretoria esteja procurando um treinador de “linha dura” para instigar o comprometimento dos jogadores e acertar a tática da equipe. Ou o perfil que ela procura seria outro?

Sendo esse estilo, quem estaria disponível na praça para ser contratado (e que agradaria a torcida)?

Não imagino que o interino Coelho será efetivado neste momento tão particular que o clube vive.

– Por que ninguém demite quem contrata mal?

Tiago Nunes, técnico do Corinthians, foi demitido pelo presidente Andrés Sanches. Mas já pareceram o seguinte: Ele, Leco, Peres, e tantos outros cartolas, é que são responsáveis pela contratação dos treinadores que eles próprios demitem.

O problema não seria os “contratados”, mas a competência de “quem contrata”?

Por fim: era bola cantada que sobraria para Tiago. Não “ornou” como técnico do Coringão, além de ter que administrar o elenco com salários de até 4 meses atrasados.

– As cobranças intimidatórias no futebol funcionam? O momento é: RECONSTRUÇÃO e PACIÊNCIA!

Cobrar com violência ou intimidação no futebol resolve nos dias atuais?

Não. No presente e no passado mais recente, eu nunca vi. Aliás, desde quando “dedo na cara” faz time jogar mais bola?

Avalie: quando o Corinthians estava às vésperas de ser rebaixado para a Segunda Divisão do Brasileirão (Dualib já tinha saído e Andrés Sanches entrado), os atletas foram intimidados pelas torcidas Gaviões da Fiel e Rua São Jorge e, ao invés de “jogar mais”, assustaram e o time acabou caindo. Idem ao Palmeiras do último rebaixamento, quando a Mancha Verde deu uma prensa nos atletas (que haviam vencido a Copa do Brasil no mesmo ano).

A verdade é: os jogadores, hoje, são descartáveis nos times e vice-versa. Passam, simplesmente, e pouquíssimos criam raízes. Não conhecem a história das agremiações e estas, por sua vez, cambaleadas por dívidas e dificuldades, não conseguem se impor, tornando-se uma relação trabalhista temporária. Se o jogador vê seu clube ser invadido, “ele entrega o boné” e cai fora. A Comissão Técnica desanima e a Diretoria fica ainda mais enrolada.

Estamos no século 21 – de profissionalismo e futebol-business, onde a paixão deve ficar na arquibancada. Todos têm uma função bem clara no esporte hoje: o torcedor deve consumir os produtos ou não, incentivando ou vaiando sua equipe; os jogadores devem receber em dia e mostrar serviço em campo (ganhar ou perder é outra história, a questão é: dedicação e trabalho honesto). A imprensa deve reportar e ser isenta, clareando o que acontece e não se omitindo nas situações desagradáveis. A diretoria deve unir forças para os recursos financeiros aparecerem e promover ações agregadoras, a fim de que a gestão profissional, aliada ao marketing, traga a confiança da sociedade e atraindo assim novos parceiros.

Digo tudo isso pois às vésperas da volta da Série A3, o Paulista FC (como também outros clubes) vivem um momento diferente, de recomeçar um torneio como se fosse o início dele – e de tiro curto! No Galo, em especial, um momento de transição no comando, onde Rodrigo Alves está tendo a árdua missão com seus pares de trazer confiabilidade à comunidade tricolor.

É sabido que o Galo passou por inúmeras parcerias: algumas positivas, outras nocivas e muitas polêmicas. Atualmente, a oportunidade de fazer diferente foi concedida a quem fazia críticas anteriormente (e que eram de maneira justa em muitos momentos). Dessa forma, há de se ter paciência!

O Paulista Futebol Clube nunca foi “de alguém”, embora possa ter parecido o contrário; ele é uma agremiação privada de sócios, que como muitas, passam por ciclos de sucesso ou de infortúnio. Formado por pessoas, é natural que se tenha tanta paixão e manifestações diversas envolvidas. Mas a verdade e a realidade são: torçamos para que tudo ocorra com tranquilidade, para que as cobranças no tom adequado possam existir, longe da violência ou de especulação, e que os resultados nos jogos sejam entendidos dentro das possibilidades ocorridas de maneira normal, sem criminalizar uma pessoa ou um grupo (tanto em caso de vitória como em derrota).

Talvez a grande novidade da nova gestão – e isso deve ser abordado – seja o OTIMISMO e a vontade de fazer algo diverso. Dê-se então crédito a isso por hora.

O que não pode acontecer em Jundiaí (de forma alguma) é o incentivo à violência, como ocorrido em Santa Catarina. Todos viram o vídeo de Cíntia Carvalho, nutricionista que trabalha no Figueirense e que foi uma das vítimas da invasão no Estádio Orlando Scarpelli. Talvez ela tenha dito algo muito relevante e pouco debatido:

“Essa história do torcedor ou qualquer cara enfiar o dedo na cara do profissional que trabalha com o futebol e querer ensinar como deve ser, sem respeito com o próximo, tem que acabar”.

Por fim: dê-se tempo aos profissionais que estão trabalhando, e termino com a frase do amigo jornalista Fernando Sampaio, que por diversas vezes me falou sobre o cuidado de misturar paixão e razão no futebol, lembrando que “o torcedor torce, mas tem que tomar cuidado pois também, com raiva, ‘distorce'”. E é isso mesmo: o equilíbrio deve sempre existir para que os resultados possam ser cobrados. Sem ele, fica difícil trabalhar.

(O depoimento citado acima da nutricionista, na íntegra e com a profissional aos prantos, em: https://www.lance.com.br/figueirense/video-nutricionista-faz-forte-desabafo-relata-agressao-torcedores-invasao.html).

– A culpa de chefes ruins é de…

quem os escolhem!

Segundo o livro dos consultores em Administração Jefrrey Cohn e Jay Moran (“Por que somos tão ruins para escolher bons líderes?”), alguns fatores são decisivos. Abaixo, a lista deles:

(extraído de: http://is.gd/p5wZ61)

POR QUE HÁ TANTOS LÍDERES RUINS?

Rafael Palladino, do Banco Panamericano. Carly Fiorina, da HP. Bob Nardelli, do Home Depot. Gilberto Tomazoni, da Sadia. Bernie Ebbers, da WorldCom. Harry Stonecipher, da Boeing. Dominique Strauss-Kahn, do FMI. A lista de executivos-chefes que se mostraram inadequados, por motivos que vão de fraude e escândalos sexuais a erros de gestão ou omissão, é enorme. Tão grande que impõe a questão: é assim tão difícil escolher um bom líder para a empresa? Pelo ritmo intenso de trocas de comando – o estudo anual da consultoria Booz & Co. conclui que a rotatividade nas 2,5 mil maiores companhias abertas em 2010 foi de 11,2% –, parece que sim. Por quê?

O primeiro motivo é a pressão a que estão submetidos os executivos-chefes. Num mundo mais competitivo, em que os resultados precisam vir mais rapidamente, é natural que a rotatividade aumente. Mas um estudo psicológico de como são feitas as escolhas de líderes apontou problemas recorrentes, capazes de causar grandes prejuízos. O estudo é dos pesquisadores Jeffrey Cohn e Jay Moran, da consultoria Spencer Stuart, autores de Why Are We Bad at Picking Good Leaders? (“Por que somos ruins para escolher bons líderes?”). A seguir, as cinco principais armadilhas em que conselho e acionistas caem:

O GRANDE CARISMA DIANTE DO PÚBLICO ÀS VEZES CAMUFLA
UMA FALHA NA HABILIDADE DE SE COMUNICAR FACE A FACE

1. Síndrome da patota_Cercar-se de iguais é intrínseco ao ser humano. “Muitos executivos do alto escalão favorecem, mesmo que inconscientemente, os profissionais com histórico, experiências e características similares às suas próprias”, dizem os autores. No Banco Panamericano, Rafael Palladino, um ex-personal trainer sem diploma em administração sob cuja gestão o banco quase fechou, era primo em primeiro grau de Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos.

2. Síndrome dos holofotes_A loquacidade e o carisma, o talento de magnetizar uma plateia, costumam impressionar os selecionadores. O prestígio do CEO carismático é ainda residual da “Era Jack Welch” na GE. Casos como o de Steve Jobs, que dá verdadeiros shows nas apresentações da Apple, reforçam o mito. Porém, como advertem os autores, o grande carisma diante do público às vezes camufla uma insuficiência na comunicação íntima, face a face. “Falar em público é uma capacitação aprimorável com um coach. Já a comunicação direta com o interlocutor é algo bem mais difícil de desenvolver”, dizem.

3. Síndrome do deslocamento_Poucos CEOs foram tão demonizados na década passada quanto o autocrático Bob Nardelli, em sua desastrada passagem pela rede de varejo Home Depot. Ao tentar gerar eficiência operacional, Nardelli quase destruiu a cultura descentralizada, informal e amigável que era marca registrada da rede. O CEO chutado, obviamente, estava longe de ser um tolo. Na década de 90, fora um dos executivos mais admirados dos Estados Unidos, na General Electric. “Há casos em que as competências do executivo estão deslocadas, e não têm como ser bem utilizadas na empresa”, dizem Cohn e Moran. O caso de Nardelli era mais ou menos como exigir de um caminhão Scania a performance de uma Ferrari.

4. Síndrome do menino-prodígio_É fácil ficar impressionado com profissionais brilhantes, principalmente se forem jovens geniais. Mas esse encantamento às vezes impede de enxergar falhas grandes em outros aspectos, como a ética ou a capacidade de comunicação. O caso mais notório, na última década, foi o de Jeffrey Skilling, ex-CEO da Enron, hoje cumprindo pena de 24 anos numa cadeia americana por causa de uma bilionária fraude de “contabilidade criativa”. Precoce, Skilling era braço direito do então presidente Kenneth Lay, nos anos 90. Ajudou-o a catapultar a capitalização de mercado da Enron, de US$ 2 bilhões para US$ 70 bilhões. Tornou-se sucessor natural de Lay. Foi um desastre.

5. Síndrome do bom-moço_É o contrário da anterior, o encantamento com o executivo-modelo, querido por todos. A justificativa em geral vai para o lado de que a pessoa é uma ótima “formadora de equipes”, ou “cria sinergia”. A dura realidade, dizem os autores, é que “os melhores líderes raramente são bons membros de equipe”. O profissional “bom-moço” tem ascensão rápida na escada corporativa. Mas quase sempre dá um ótimo número 2, não número 1. Tendendo à gestão por consenso, ele costuma agregar profissionais de pensamento homogêneo.

Ter em mente essas armadilhas não vai livrar as empresas de sofrerem deslizes. Mas diminui, dizem Cohn e Moran, a possibilidade de um desastre.

Contabilidade criativa – É a manipulação das demonstrações financeiras de empresas, aproveitando brechas na legislação para turbinar resultados. A expressão tornou-se célebre em 2001 com os escândalos contábeis da Enron e da WorldCom

– Recrutamento de trainees via Redes Sociais: cuidado com suas postagens…

Há 8 anos, publicamos essa matéria. Mas o tema é atualíssimo! Abaixo:

Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS

por Carolina Stanisci

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.

Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

– Credulidades e Incredulidades pessoais que tenho com o futebol

O futebol é um microcosmo social. Portanto, nele e em volta dele, acontece de tudo:

  • Torcedores profissionais que sugam os clubes, mas também apaixonados que devotam a vida por atletas que nem sabem da sua existência.
  • Cartolas que pregam a libertação das práticas corruptas de diretorias anteriores, mas fazem a mesma coisa com roupagem diferente.
  • Empresários que tentam forçar a escalação dos seus atletas e que, na impossibilidade, tentam derrubar treinador.
  • Jogadores que jogam para garantir o técnico no cargo e outros que procuram derrubá-lo.
  • Contratos fechados na surdina e contratos arranjados para as vésperas de eleição no clube, claramente como “obra política e/ou eleitoreira”.
  • Jogador caro de clube grande que paga “pedágio” para treinador e diretor (com o nome atual de “rachadinha”) e jogador ou treinador de agremiação pequena que paga ao clube para ser escalado e/ou dirigir o time (comprando a vaga).
  • Técnico-empresário que leva seus jogadores do “portfólio” a fim de usar o clube como barriga de aluguel para outros.
  • Jogo “de compadre” para garantir resultado agradável aos dois times. 
  • Árbitros santos e árbitros endemoniados dentro e fora de campo.

Se continuar o relato, perceberemos que, se usarmos da racionalidade, o futebol não é um esporte que dá prazer, mas sim um negócio suspeito da indústria do entretenimento. Mas… ainda assim a gente gosta de ver a bola rolar!

E você: no que acredita ou desacredita no futebol?

– A ilusão de “por e tirar” dinheiro em clube de futebol

Tivemos uma época de “mecenas” no futebol: Castor de Andrade, o bicheiro, financiava o Bangu no Rio de Janeiro. Outros nomes folclóricos bancavam suas equipes Brasil afora, seja com dinheiro lícito ou ilícito.

Foi muito comum em um período que dirigentes tirassem grana do próprio bolso por amor ao clube. Dizem que o seu Vicente Matheus fazia isso pelo Corinthians, perdendo muitos valores para ajudar seu time do coração.

Mais recentemente, vimos pessoas físicas financiando as equipes, emprestando dinheiro a juros mais baixo do que se conseguisse nos bancos, com o compromisso da agremiação devolver quando possível. Vide a família Teixeira no Santos e Paulo Nobre no Palmeiras.

No Interior do Estado de São Paulo, onde muitos clubes estão quebrados financeiramente, torcedores ilustres sempre procuravam colaborar para que o clube não fechasse. Ou com algum pagamento de conta atrasada, influência política / judicial, lobby à federação ou emprestando recursos. Ter como garantia de recebimento (no caso de empréstimo) uma fatia / percentual de jogador, tornou-se algo comum. “Você investe X na equipe e fica com tal garoto da base como contrapartida”, correndo o risco de perder dinheiro, caso o atleta não vingue ou abandone a carreira.

O certo é: aquilo que é feito com transparência e cumprimento de palavra, nada tem de errado. O que não pode é fazer algo fora do combinado, às escuras, sacaneando alguém que diz que torce / gosta / defende.

Lembremo-nos: o futebol profissional é negócio. Se ilude com a história de “amor à camisa” o torcedor que esperneia ou briga com alguém de maneira fanática, irracional ou tomada pela paixão. Vivemos outros tempos, onde o saudosismo já entrou em campo e que provavelmente dará lugar às novas práticas de gestão e sobrevivência.

– E se o São Paulo tivesse ficado com Vágner Mancini?

Fernando Diniz está sendo muito contestado no São Paulo Futebol Clube. Os resultados negativos pesam. Apesar de, em alguns jogos, ter realmente existido a beleza do jogo ofensivo (e eu gosto disso), a despreocupação total com a defesa torna o Tricolor do Morumbi vulnerável.

O erro do SPFC foi ter perdido Mancini, que estava fazendo um time sólido, mesclando jovens e experientes. Optou em “mudar a pedido dos atletas mais caros”. Se deu mal.

Se demitir Diniz agora, com uma eleição a caminho, como oferecer um contrato longo com qualquer treinador respeitável?

Um pepinaço para o atrapalhado presidente Leco resolver.

– Coaching para ajudar a escolher a carreira adequada em busca da felicidade profissional!

Um dos grandes desafios aos jovens é “escolher a profissão”. Muitas vezes os testes vocacionais não são suficientes, e para escolher a felicidade profissional, busca-se o auxílio de um coach.

Compartilho interessante matéria, extraído do Jornal de Jundiaí (Modulinho Empregos, página 1, ed 1024, 27 de agosto de 2017, por Simone de Oliveira).

COACH DE CARREIRA COMO OPÇÃO PARA QUEM DESEJA OTIMIZAR A PROCURA DO EMPREGO

Sabemos que a escolha da profissão é um dos momentos mais importantes na vida de um jovem, já que determina os caminhos que serão seguidos por longos anos.

Trata-se de uma decisão extremamente difícil para ser tomada aos 18 anos por alguém que, quase nunca, tem a maturidade necessária para identificar quais são os seus principais talentos e vocações. O resultado deste cenário: muitos optam pela área errada e, futuramente, ficam insatisfeitos no trabalho.

O que nem todos sabem, porém, é que os equívocos na hora de determinar os próximos passos da carreira não ocorrem apenas entre os jovens. Muitos adultos, com vasta experiência no mercado, também erram bastante ao tentar mudar de área ou mesmo ao tentar crescer na profissão. De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de RH), quase metade dos brasileiros está infeliz com o que faz da vida – e esses dados não estão apenas relacionados à profissão escolhida, mas também à falta de reconhecimento, ao excesso de tarefas e aos problemas de relacionamento.

No passado, as pessoas costumavam delegar as decisões de suas carreiras para as organizações, que traçavam quais seriam os próximos passos a seguir. Hoje, as companhias oferecem as oportunidades, mas a responsabilidade pelo próprio sucesso está cada vez mais nas mãos dos profissionais. No entanto, entender o seu perfil e identificar os melhores caminhos e estratégias é uma tarefa difícil, que necessita de um plano estruturado e muito bem planejado. Isso pode exigir a ajuda de um profissional especializado, seja para fazer uma transição de carreira, mudar de profissão, desenvolver as competências necessárias ou fazer planos para o futuro.

Neste cenário, o primeiro passo a ser tomado é investir no autoconhecimento. Por se tratar um processo muito complexo, muitas pessoas optam por contratar um profissional de coaching, que pode ajudá-las a refletir, a planejar ações de melhoria e a conhecer os próprios desejos e capacidades, o que é fundamental para identificar onde devem se inserir no mercado. Saber exatamente o que mais gera incômodo no trabalho atual e o motivo de isso ocorrer, certamente, trará mais clareza sobre os passos seguintes.

Antes de tomar decisões, é preciso se questionar: o que é mais importante para mim, ter um bom salário ou trabalhar em um ambiente agradável e sem pressão? Ter uma rotina fixa ou contar com maior liberdade de horário? A felicidade profissional tem muito a ver com o que sabemos de nós mesmos, quais são os nossos principais valores pessoais e como gostaríamos de estar inseridos no mundo.

Neste processo de autoconhecimento e descoberta, com cerca de dez encontros semanais e foco em um objetivo especifico, o profissional de coaching ajuda as pessoas a se entenderem melhor e a descobrirem aonde querem chegar. Ele não trará respostas, mas ajudará o profissional a encontrá-las dentro dele. É preciso, porém, estar disposto a se abrir de uma forma bastante profunda, ter uma atitude ativa e planejar objetivos, já que o processo só funciona quando há muito comprometimento e um plano de ação com metas específicas.

Qualquer pessoa pode procurar a ajuda de um coach, desde que tenha consciência de que a felicidade não depende de mais ninguém além dela mesma.

– O que é “ter sucesso” para a Geração Z?

O que significa “ter sucesso” para o jovem brasileiro?

Veja se é igual aos seus propósitos,

em: https://www.youtube.com/watch?v=Ccgyn1wMj08

– Relações Positivas entre Chefe e Subordinados

O Diário de São Paulo trouxe em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Half, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

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Imagem extraída do link acima:

– O Lema da relação de Trabalho e Vida do Sílvio Santos.

Nesta próxima semana, Sílvio Santos comemorará 39 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.

Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:

Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.

Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

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– Sobre a demissão de Jesualdo Ferreira:

Perfeito este tuíte sobre o Santos FC demitir Jesualdo:

Euler Victor @eulervictor_
·
A lógica do Futebol brasileiro:
– Contrata um treinador com uma metodologia diferente do antecessor.
– Impedido de fazer contratações por punição da Fifa.
– Pandemia.
– Atrasos salariais.
– Processos.
– Eliminação do estadual.
– Demite o treinador faltando 2 dias para o início do Brasileirão

– Futebol como negócio, mas tratado por amadores apaixonados! Sobre o teste de Covid e o letreiro na Área:

Cá entre nós: sabemos que Corinthians x Palmeiras é uma guerra dentro e fora de campo, que começa dias antes da própria partida.

Nestes temos de futebol profissional / business, ninguém quer perder. Sendo assim, todos os artifícios (que devem estar dentro da lei) são usados para a busca da vitória.

Os dirigentes não colaboram para que esse resultado seja buscado com ética e moral. Vide Andrés Sanches questionando a necessidade de exames de Covid_19 de acordo com o Protocolo Sanitário (isso porquê o futebol era chamado de “exemplo” nos cuidados da retomada).

Na verdade, só se pode constatar algo já perceptível: “vale tudo” para ganhar o jogo, onde o profissionalismo é administrado por apaixonados amadores.

Em tempo: depois do dia 22 de julho (veja a data que estamos), a grama cresceu, já deve ter sido cortada, mas os letreiros SCCP continuam inscritos no campo de jogo da Arena Corinthians? O “conserto” não some, mas o vandalismo sim?

Aliás, sobre essa irregularidade contra a Regra 1, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/07/22/o-corinthians-poderia-ter-disfarcado-a-pichacao-com-sccp/

Corinthians x Palmeiras: horário, local, escalações e transmissão

– Como o Empreendedor pode ter um “infarto feliz”, trabalhando sem freios!

Para mim, um tapa na cara com luva de pelica!

A tirada de Pedro Mello, do “Blog do Empreendedor”, é muito engraçada! Ele retrata os esforços de como um empreendedor deve fazer para ter logo um infarto! Claro, ele questiona a relação “dedicação ao trabalho versus saúde“.

Vale a pena dar uma conferida:, em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/pedro_mello/20090604_listar_dia.shtml?permalink=171883

EMPREENDEDOR TAMBÉM MORRE DE INFARTO

Essa semana gravei o 70o Fiz do Zero pra IdealTV e uma coisa que tenho percebido nesses dois anos de gravações é que são raros os empreendedores que entrevisto e sinto que estão tranquilos, cuidando da saúde mental, física e espiritual.

Estava pensando nisso quando recebi um e-mail do Pedro Antunes, com texto do Dr. Ernesto Artur, um cardiologista com uma nova proposta para você:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

Como empreendedores normalmente são pessoas com muita coragem e teimosia, aqui vão as dicas do Dr. Ernesto pra você pensar um pouco…

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, ISSO É BESTEIRA. Tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego está faltando, surge aquela dor de estômago, a cabeça não anda bem. Simples, tome logo estimulantes, energéticos e antiácidos. Eles vão te deixar tinindo, novinho em folha.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. Por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita sempre para si: Eu não perco tempo com bobagens!

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– Trabalhar descontente ou não trabalhar contente?

CARREIRA – Trabalhar contrariado ou ser um desempregado feliz?

Um dilema para muitos, valendo um bom debate em: https://youtu.be/RTZnF0cwJpg

– Einstein acusou equivocadamente 26 membros do Red Bull Bragantino como “positivo para Covid”, às vésperas do jogo contra o Corinthians.

Uma situação gravíssima, em todos os aspectos: os erros médicos promovidos pelo respeitadíssimo Hospital Albert Einstein na bateria de testes do Coronavírus, independente de quem ou qual seja o resultado. Quatro influências diretas disso:

  • Para a Medicina, pois erros assim não podem acontecer;
  • Para uma empresa, como o Red Bull Bragantino, que tem feito valer os protocolos sanitários;
  • Para um Campeonato Profissional, onde a cabeça dos jogadores e a impossibilidade da normalidade nortearam os dias que antecederam a partida!
  • Para cada um dos Testados outrora como positivos: e o medo dos seus familiares e do próprio cidadão?

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/rodrigo-mattos/2020/07/31/einstein-erra-26-testes-de-covid-do-red-bull-para-jogo-com-corinthians.htm

EINSTEIN ERRA 26 TESTES DE COVID DO RED BULL PARA JOGO COM CORINTHIANS

Por Rodrigo Mattos

O Hospital Albert Einstein errou os resultados de 26 testes para coronavírusfeitos com jogadores e estafe do Red Bull Bragantino antes do jogo contra o Corinthians, pelas quartas de final do Paulista. Os atletas foram diagnosticados com Covid-19, foram afastados de treinos e só puderam jogar porque exames em cima da hora deram negativo. A informação foi publicada inicialmente pelo “O Globo” e confirmada com duas fontes pelo blog. O laboratório confirmou que houve divergência nos testes do Bragantino por conta de problemas em um reagente usado.

O Einstein é o laboratório responsável pelos exames de coronavírus para o Brasileiro da Série A e para o Paulista. Isso gerou uma discussão no Conselho Técnico da Federação Paulista e o problema foi comunicado pelo Red Bull à CBF.

O clube vem fazendo testes para coronavírus duas vezes por semana, do tipo RT-PCR, os mais confiáveis. Além de jogadores, são feitos exames em membros da comissão técnica, estafe que trabalha no Centro de Treinamento e em jogos no estádio do time. Eram cerca de 70 testes feitos no Einstein por rodada.

Antes do jogo diante do Corinthians, foi feita uma nova rodada de exames. Só que, ao contrário das vezes anteriores, houve em torno de um terço dos testes deram positivos, em um total de 26.

Desses que tiveram resultados positivos, foram 13 atletas e membros de comissão técnicas. Um total de sete titulares que atuariam diante do Corinthians teve análise com positivo para Covid-19. Outras 13 pessoas eram de pessoal do estafe de estádios e do CT.

O Red Bull estranhou esses resultados porque vinha testando constantemente. Os jogadores foram afastados por dois dias dos treinos. Mas o clube decidiu refazer os testes. Levou todas as pessoas para novos exames nos laboratórios Fleury e Cura. Os exames deram negativos.

Com esses resultados em mão, o clube voltou ao Eistein no dia do jogo para refazer os testes. O laboratório fez os exames e constatou que as 26 pessoas, na realidade, tinham exames negativos. Com isso, os sete titulares foram liberados para jogar às 17 horas do dia do jogo diante do Corinthians, que ocorreu a partir das 19 horas.

Questionado, o Hospital Albert Einstein reconheceu que houve divergência nos resultados do Red Bull que deram positivo no primeiro teste, e negativo no segundo. Atribuiu o problema a reagentes com instabilidade de funcionamento. E afirmou que as substâncias não serão mais utilizadas. Veja a nota abaixo:

“O Einstein recebeu amostras de secreção nasofaríngea de atletas e membros da Comissão Técnica do Red Bull Bragantino para análise da presença da Sars-Cov2. As amostras tiveram resultado liberado no fim da tarde da última terça-feira, dia 28, sendo que algumas apresentaram resultado positivo.

Na quinta-feira, dia 30, o Red Bull Bragantino solicitou um novo teste destas amostras, que foram coletadas e processadas no mesmo dia. No novo processamento, estas amostras resultaram negativas.

Na análise dos processos internos, identificou-se um lote específico de reagentes importados (“primers”) com instabilidade de funcionamento, que foram provavelmente os responsáveis pelos resultados divergentes.

A fabricante, uma empresa internacional, foi imediatamente notificada sobre a ocorrência e os lotes com desempenho atípico foram retirados da rotina de exames do laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein.”

Jogadores do Red Bull Bragantino durante aquecimento antes de partida contra o Corinthians

– Guilherme Bellintani, o presidente diferente no mundo do futebol!

Ele promove ações sociais importantes, cuidando de causas como o racismo e a transfobia. É paparicado pelos clubes rivais por ser um bom gestor. Fez seu time, o Bahia, gozar de grande respeito e bons resultados. Referimo-nos a Guilherme Bellintani, presidente do clube.

Nesta semana, após vencer o Botafogo da Paraíba, criticou a arbitragem por ter FAVORECIDO seu time. No twitter, escreveu que:

“Bahia se classificou merecidamente. Mas três lances mudariam o resultado do jogo. Gol legal anulado do Botafogo/PB, gol irregular do Bahia e pênalti não marcado em Elber. Bahia sempre lutou pelo VAR no Brasileirão. Está na hora do VAR na Copa do Nordeste. É um avanço necessário”.

Sobre esse personagem diferente do mundo do futebol, abaixo:

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/07/25/como-presidente-do-bahia-virou-idolo-e-ate-cobicado-por-torcidas-rivais.htm

GUILHERME BELLINTANI VIRA ÍDOLO DE TORCEDORES

Quem não se lembra do jogo em que Ronaldinho Gaúcho foi aplaudido de pé pela própria torcida do Real Madrid depois de fazer dois golaços pelo Barcelona em pleno Santiago Bernabéu? Ou do momento em que Cristiano Ronaldo, ainda no time merengue, recebeu aplausos da torcida da Juventus após uma pintura de bicicleta pela Liga dos Campeões?

Guardadas as devidas proporções, o mesmo vem acontecendo no Brasil, mas de outra forma, e não com um jogador: o ‘idolatrado’ da vez, e não só pela torcida rival, é um presidente: Guilherme Bellintani, do Bahia.

No caso do mandatário tricolor, o palco não são os estádios, e sim as ruas e, principalmente, as redes sociais. Basta uma leve bisbilhotada no Twitter, por exemplo, para perceber o quanto o atual presidente tricolor é cobiçado por torcedores dos outros clubes – e até do próprio Vitória.

É comum ver pedidos de torcedores de ‘venha pro meu time’ para jogadores e técnicos, mas não para presidentes. Mas por que será que isso acontece? Com a palavra, o próprio presidente, entrevistado pelo UOL Esporte.

“Acho que essa conjunção de um clube que tem falado e buscado ser um clube com um propósito social, tratando o futebol além das quatro linhas, que tem governança, que é democrático, aberto, transparente, inovador e que traz elementos importantes de conceito de mudança no futebol… A combinação disso tudo com o exercício prático dessas coisas, e não só de falar, promove nas pessoas um desejo de acompanhar o trabalho”, analisa.

“Não é uma coisa de me verem como ídolo, mas as pessoas estão bem interessadas em acompanhar o trabalho. E também tem outra coisa importante: a gente nunca se apresenta como dono da verdade ou como única referência em nenhum tema. Muito pelo contrário. Eu sei que a gente ainda tem muito a aprender com vários outros clubes, cada um no seu projeto. Então, acho que o torcedor também vê que o Bahia valoriza o clube dele, que o Bahia vê que cada clube tem um pouco a contribuir e que a gente tem buscado pegar um pouco de cada um desses clubes e formar um projeto mais amplo com o valor que cada um tem; beber nessas fontes tradicionais do futebol brasileiro é muito importante”, acrescenta.

Os mais recentes elogios ao presidente surgiram depois do último jogo do Bahia. Nas redes sociais, ele anunciou que o clube, atendendo a inúmeros pedidos dos torcedores – colocou à venda a camisa utilizada contra o Náutico com a marca do SUS, em uma homenagem aos profissionais de saúde. E com um valor acessível: R$ 99, o mesmo da camisa popular.(…)

Também nesta semana, Guilherme já havia sido alvo de comentários positivos entre os torcedores ao participar do rachão entre os próprios jogadores à véspera do jogo contra o Náutico, pela Copa do Nordeste. A atividade foi transmitida ao vivo por meio do Sócio Digital, espécie de Netflix do Bahia, lançado na semana passada e que também tem conquistado aficionados de outras agremiações.

Apesar de não se ver como um ídolo dos torcedores, Bellintani se diz feliz com os comentários e faz questão de dividir o mérito pelos elogios com todos os profissionais do Bahia:

“É bom, dá prazer, estimula, e eu divido muito disso com a minha equipe. Eu tenho uma equipe muito focada na reconstrução desse clube que é o Bahia, que quase acaba e a gente está trabalhando para reconstruir. Acho que a nossa forma de comunicar facilita muito. A gente trata o torcedor como elemento central dessa história toda. Vemos o futebol se voltando muito pra dinheiro, remuneração, e isso é fundamental e trabalhamos também pra aumentar nosso faturamento”.

“Torcedor é o principal patrocinador do clube”

Com mandato iniciado em 2018 (e com término previsto para o fim deste ano), o presidente tricolor sempre procurou estar próximo do torcedor. Exemplos vão desde frequentes respostas aos questionamentos dos aficionados nas redes sociais até a participação ativa nas ações promovidas pelo Bahia — como, por exemplo, quando colocou a cerveja a R$ 1 no entorno da Fonte Nova para protestar contra o preço abusivo da bebida dentro da Arena.

E com Guilherme Bellintani na presidência, o Bahia tem atingido todos os públicos. São frequentes as ações do clube que tratam sobre questões mais humanas como racismo, direitos LGBTQ+, demarcação de terras indígenas e o tratamento das torcedoras nos estádios de futebol, entre outros.

“A gente coloca o torcedor como elemento principal disso tudo, é o principal patrocinador, o principal ativo, é o dono do nosso clube. E a gente fala pra todo mundo: quando a gente busca incluir a torcida que habitualmente não era lembrada, as minorias, que na verdade são maiorias, facilita muito, e comunicar com franqueza. Isso é fundamental e o torcedor percebe isso. Quando você fala olhando no olho é diferente de quando você fala simplesmente para implementar um discurso bonitinho”, acrescenta.

E não é que tem até torcedor do maior rival enchendo o presidente de elogios? Bellintani também tem uma explicação.

“Talvez pela minha forma como me refiro ao Vitória, com respeito. Claro que tem uma brincadeirinha aqui e ali, normal, sou torcedor e faço de vez em quando, mas mais no sentido de pequenas resenhas pra divertir. Mas sempre respeitei muito o Vitória como instituição e entendo que o torcedor também identifica isso. A rivalidade tem seus limites. Acho que a torcida do Vitória, uma parte pelo menos, me vê com respeito porque sabe que eu respeito a instituição”, completa.

– As dificuldades das mães cientistas em meio à pandemia.

A Pandemia trouxe dificuldades ao trabalho de muita gente. Mas uma situação não abordada como se deveria: o trabalho das mulheres cientistas que são mães!

Muito curioso, extraído de: https://g1-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/g1.globo.com/google/amp/bemestar/coronavirus/noticia/2020/07/18/pandemia-de-covid-19-afeta-mais-o-trabalho-de-cientistas-que-tem-filhos-aponta-estudo.ghtml

PANDEMIA DE COVID-19 AFETA MAIS O TRABALHO DE CIENTISTAS QUE TÊM FILHOS, APONTA ESTUDO

Efeito se intensifica para as mulheres que são mães. Pesquisa feita com 4,5 mil cientistas foi publicada na revista ‘Nature Human Behavior’, do grupo da revista ‘Nature’. Outro estudo ainda não publicado, feito no Brasil, também aponta a mesma tendência.

Por Lara Pinheiro

A pandemia de Covid-19 está afetando mais o trabalho de cientistas que têm filhos do que daqueles que não os têm, aponta um estudo publicado nesta semana na revista “Nature Human Behavior”, do grupo da revista “Nature”, uma das mais importantes do mundo.

O efeito é ainda maior para as cientistas mulheres cientistas que são mães, diz a pesquisa, feita por cientistas das universidades de Harvard, Yale, Northwestern e outros institutos nos Estados Unidos.

“Cientistas do sexo feminino e cientistas com dependentes jovens relataram que sua capacidade de dedicar tempo à pesquisa foi substancialmente afetada, e esses efeitos parecem aditivos: o impacto é mais pronunciado para as mulheres cientistas com dependentes jovens (…) Existe uma lacuna de gênero persistente e bem documentada na ciência. Descobrimos que existem realmente diferenças substanciais entre nossos entrevistados, homens e mulheres, em como a pandemia afetou seu trabalho”, continua o texto.

Eles chegaram às conclusões depois de conduzir um questionário com 4.535 pesquisadores nos EUA e na Europa, em abril, cerca de um mês depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a Covid-19 uma pandemia.

Menos tempo de pesquisa

O estudo constatou que, para 55% dos cientistas pesquisados (homens e mulheres, com ou sem filhos), a carga horária de trabalho semanal média caiu de 61 para 54 horas, cerca de 11%.

O tempo dedicado à pesquisa foi o que mais diminuiu: houve uma queda de 24% em média (o tempo de trabalho dos cientistas inclui outras atividades, como as administrativas, as de angariar recursos e as de ensino).

Só que, no caso das mulheres, a queda no tempo de pesquisa foi 5% maior que a dos homens. Isso foi visto mesmo quando ambos respondem o mesmo a todas as outras perguntas (como idade e área de atuação). Por exemplo: uma mulher geóloga, de 40 anos, perdeu 5% a mais do tempo de pesquisa do que um homem geólogo de 40 anos.

Para cientistas (homens ou mulheres) que tinham filhos de 5 anos de idade ou menos, a queda no tempo de pesquisa chegou a ser 17% maior do que para aqueles nas mesmas condições e sem filhos. Ter mais de um filho foi associado a uma queda adicional de 3% nesse tempo.

No caso de mulheres com filhos, então, explica Kyle Myers, professor da Universidade de Harvard e um dos autores do estudo, o tempo dedicado à pesquisa durante a pandemia foi 22% menor do que o de homens sem filhos.

“Portanto, se você quer saber como o grande declínio está associado a cientistas que são do sexo feminino e têm um filho pequeno como dependente, nas mesmas condições, adicione os 5% (do sexo feminino) e os 17% (ter dependentes pequenos) para chegar a um declínio geral de 22% no tempo de pesquisa em comparação com um homem que não tem um dependente pequeno” – Kyle Myers, professor de Harvard
“De fato, ‘proteger-se em casa’ não é o mesmo que ‘trabalhar em casa’ quando os dependentes também estão em casa e precisam de cuidados”
, pontuam os cientistas no estudo.

Myers alerta, entretanto, que a pesquisa aponta que há uma correlação entre esses fatores, mas não é possível dizer que o gênero e o cuidado com os filhos são a causa da redução de horas.

“Fizemos o possível para explicar outras diferenças entre os cientistas, mas este estudo é apenas um começo para melhorar nossa compreensão de como a pandemia e políticas como distanciamento social e ficar em casa estão afetando os cientistas”, explica o professor de Harvard.

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Técnicos de laboratório conduzem testes sorológicos para Covid-19 em um laboratório em Or Yehuda, Israel, no dia 16 de julho.  — Foto: Jack Guez/AFP

Técnicos de laboratório conduzem testes sorológicos para Covid-19 em um laboratório em Or Yehuda, Israel, no dia 16 de julho. — Foto: Jack Guez/AFP

– Trabalho incessante e Descanso “de plantão”.

CARREIRA – O desafio de saber até onde os limites devem existir: o “extra do trabalho” por conta dos pedidos via WhatsApp e a questão do descanso interrompido.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=ZTWLdA8dsHI

– Pesquisadores que fazem a diferença em um mundo de pandemia!

Abdicar do convívio familiar por dias em nome da Ciência? Correr riscos em prol da descoberta de novos métodos médico-científicos para o bem das pessoas? Dedicar-se a uma causa incontestavelmente importante?

Esses são os verdadeiros pesquisadores brasileiros, dotados de vocação e espírito humanitário.

Muito me orgulha, particularmente, que a cientista desta matéria abaixo, a Dra Andréia Porcari, seja a minha esposa que amo muito

Em: https://www.usf.edu.br/noticias/noticias-historico-exibir/164788025/pesquisadora+da+usf+integra+projeto+financiado+pela+capes+para+diagnostico+inovador+da+covid19+em+parceria+internacional.htm

PESQUISADORA DA USF INTEGRA PROJETO FINANCIADO PELA CAPES PARA DIAGNÓSTICO INOVADOR DA COVID EM PARCEIRA INTERNACIONAL

A pesquisadora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Saúde da Universidade São Francisco (USF), Dra. Andreia Porcari, é uma das responsáveis por um projeto que propõe um método inovador para detecção da COVID-19. Este projeto foi um dos 30 selecionados, entre mais de 600 projetos, pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) no edital de seleção emergencial, que tem como tema “Prevenção e combate a surtos, endemias, epidemias e pandemias”, com resultado divulgado neste mês.

O título do trabalho é “Validação multicêntrica de biomarcadores diagnósticos e prognósticos de COVID-19 utilizando a nova caneta analítica MasSpec Pen e espectrometria de massas”. Este projeto ocorre através de uma parceria internacional com a Universidade do Texas, através da premiada Dra. Livia Eberlin, inventora de uma caneta capaz de detectar assinaturas químicas do câncer, chamada de Masspec Pen, reconhecida pelo Genius Award 2019, da MacArthur Foundation (EUA). A idéia é utilizar esta caneta para realizar o diagnóstico da Covid-19 de forma simples, rápida, de baixo custo e com alta eficiência.

A USF, responsável pela etapa de coleta de amostras e dados clínicos, estabeleceu uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Bragança Paulista, através da qual irá coletar amostras de pacientes hospitalizados por suspeita ou diagnóstico de COVID-19. O projeto conta ainda com a colaboração da UNIFAG. Além da USF, da UNIFAG, da SMS de Bragança, e da Universidade do Texas, participa também a Universidade Presbiteriana Mackenzie, através dos pesquisadores Prof. Dr. Marcos N. Eberlin, Prof. Thiago Canevari e Prof. Manuel Salustiano.

Esta parceria possibilitará a admissão de alunos de doutorado, além de trazer recursos para viabilizar os insumos da pesquisa. Projetos como este demonstram o empenho e compromisso de nossos cientistas e pesquisadores para encontrar melhores soluções para o enfrentamento da pandemia que afeta a todos nós.

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– Jorge Jesus e a decisão particular.

Todo mundo tem seus problemas na vida. Se uma pessoa pode escolher quanto quer ganhar, onde deve trabalhar e com quem quer coabitar, é problema particular dela.

Leio algumas críticas à saída do treinador Jorge Jesus do Flamengo para o Benfica. Ora, se existe uma cláusula no seu contrato que permite a saída mediante o pagamento de um valor, o contrato foi cumprido (não por tempo de trabalho, mas pelo depósito efetuado).

A boataria diz que ele ganhará menos em Portugal do que no Brasil, mas que a decisão foi tomada por pressão da família após um suposto affair do técnico com uma advogada brasileira. Pode ser verdade, pode ser mentira… mas a escolha é dele!

Não entendo que ele tenha sabido pela porta dos fundos. E você?

– No seu emprego, você se sente realizado profissionalmente?

CARREIRA – Os desafios para os jovens na faixa dos 30 anos de idade e a realização profissional!

A difícil missão em conciliar trabalho e qualidade de vida,

em: https://www.youtube.com/watch?v=kQ0_J1WO3-w&t=3s

– Saudade do Microfone!

Ô lembrança boa, “do tempo que se tinha futebol no Interior”. Faz tempo que não comentamos um jogo pela rádio, não? Pudera, com a pandemia… quem está na ativa dentro dos estádios? Ninguém.

Aqui um clique do “Time Forte do Esporte” de Adilson Freddo, da Rádio Difusora AM 810! Nossa equipe (da esquerda para a direita): Heitor Freddo, Robinson “Berró” Machado, Rafael Mainini, Rafael Porcari e Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira.

Se Deus quiser, logo voltaremos! Ops: e se as condições sanitárias deixarem, pois não entrará rádio na A1, só emissora de TV com direito de transmissão. Inimaginável algo assim em setembro na A3…

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– Atletas manhosos ou de uma geração mal preparada? A quem o jogador de futebol teme?

Repost de 17/07/19, e bem atual: a quem o jogador de futebol teme? Ao árbitro, não…

Ouvi uma colocação do jornalista Flávio Prado no Programa Esporte Discussão que foi sensacional. Ele questionou o seguinte: Os jogadores de futebol de hoje têm medo de quem?

Flávio relatou o que pessoas atualizadas no futebol dizem sobre o respeito dos boleiros para seus superiores. A transcrição abaixo:

“Jogador de futebol não respeita mais treinador. Sabe quem o jogador teme de verdade? Em primeiro, o empresário – que é quem guia o jogador, que faz ele jogar onde ele quiser. Se o empresário disser que ele deve jogar pelo meio, ele vai jogar; em segundo lugar o assessor de imprensa, porque eles morrem de medo do que vai sair e os assessores fazem terrorismo com ele; em terceiro, o diretor que tem acesso ao empresário e ao seu assessor de imprensa, e só em quarto lugar o treinador”.

Claro que se ponderou que a relação com treinadores “cascudos”, como Felipão e Cuca, a coisa é diferente. Mas tudo isso não é uma grande realidade? Repararam que o treinador comum, o “professor”, está cada dia mais perdendo a moral?

Jogador de futebol, em muitos casos (claro que não se pode dizer a totalidade, pois existem profissionais diferenciados) se vendem aos seus agentes, passando a ser mercadorias deles, perdendo até mesmo a vontade própria e o direito de decidir.

– Os últimos 3 pitacos do FlaFlu na Taça Rio

Depois de tudo o que já foi falado sobre Direitos de Transmissão e Confusão no Fluminense x Flamengo, vale ressaltar 3 coisas:

1- Jorge Jesus: se não falou até agora que vai ficar como treinador do Mengão e que não tem nada com o Benfica, é porque realmente considerou a possível negociação. Se sairá ou não, é outra história; mas firmeza que vai ficar, não mostrou. Teremos uma novela?

2- Aliás, se trabalha mal o time numa contenda e perde, o respeitado (e bom) treinador menospreza o adversário. O ar de arrogância é péssimo, como demonstrado na 4a feira.

3- Jogadores do Flu com máscara comemorando? Eu sei que emoção e respeito ao protocolo não combinam, mas… não foi curioso ver jogadores com máscaras pulando sobre os companheiros suados e desprotegidos depois do último pênalti?

Enfim, uma pergunta: nos dois próximos FLAFLUs, nenhuma emissora aberta ou fechada vai oferecer dinheiro para transmiti-los?