– Da TV para as Estratégias Empresariais!

 

Sílvio de Abreu é mestre em escrever Novelas. E Passione é prova disso, mostrando a similaridade entre estratégias das empresas e da indústria do entretenimento. Guardar o nome de um assassino para a penúltima cena, levar as pessoas acreditarem ou desacreditarem nas personagens, e prender a atenção de um público de TV tão volátil quanto o de hoje, é digno de aplausos.

 

Parabéns a ele. Assistia a ESPN e, quando de repente, os apresentadores do Sportscenter Paulo Soares e Antero Grecco se perguntavam como acabou a novela. Sem falar nos TT do Twitter e outras mídias atentas.

 

E como a Globo “é o que é”, ganha audiência até de quem não assiste novela. Como alternativas nas TVs a cabo, os canais Telecine (da Globo) ofereceram bons blockbusters, como, por exemplo, Avatar.

 

Trocando em miúdos: a alternativa da Globo era algo da própria Globo!

– Wagner Ribeiro solta o Verbo!

 

Amigos, imperdível a entrevista do empresário de jogadores de futebol Wagner Ribeiro na ESPN. Ame-o ou deteste-o, o cara é muito inteligente!

 

Vale uma conferida, está nesta edição de Janeiro / 2011.

– O Ministro Ficha-Suja

 

Por muito tempo viajei à região das termas goianas de águas quentes. Em especial, próximo à Pousada do Rio Quente, que era um parque dentro de uma fazendola encravada no município de Caldas Novas – GO.

 

O empreendimento, muito famoso, era uma das grandes fontes de imposto para o município. Entretanto, com a criação do município de Rio Quente, o hoje Rio Quente Resort e seus vizinhos passaram a ter mais vantagens, já que o município praticamente é o próprio Parque e seus próximos colaboradores. Sacaram a inteligente jogada? Os impostos “ficam em casa”.

 

Agora, Frederico da Silva Costa, um dos membros da família proprietário do Rio Quente Resort, será o braço direito do Ministro do Turismo. Mas existe um problema: segundo a revista Época dessa semana (citação abaixo), ele é ficha-suja e está atolado até o pescoço em denúncias de favorecimento à suas empresas e desvios de dinheiro!

 

Abaixo, a matéria-denúncia:

 

Tá começando bem a composição do ministério no novo governo…

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI200949-15223,00-A+FICHA+SUJA+DO+EXECUTIVO+DO+TURISMO.html

 

A FICHA SUJA DO EXECUTIVO DO TURISMO

 

Por Andrei Meireles, Marcelo Rocha e Murilo Ramos

 

O homem nomeado para ser o segundo do Ministério do Turismo liberou dinheiro para obra que favoreceu empresa da família e está com os bens bloqueados pela Justiça por suspeita de desvio de dinheiro público

 

O Ministério do Turismo foi criado em 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para acomodar o aliado PTB em seu governo. Nasceu com um orçamento de R$ 377,7 milhões, acanhado para os padrões da Esplanada. A pasta cresceu em tamanho e prestígio durante os dois mandatos de Lula. Chegou a 2010 com uma verba de cerca de R$ 7 bilhões para administrar. Ficou rico e passou a ser cobiçado pelos partidos que compõem a base de sustentação de Lula e, agora, da presidenta Dilma Rousseff. Com a perspectiva de realização no Brasil da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas em 2016, o ministério ganhou ainda mais destaque no mapa do poder. Parte significativa dos recursos para organizar as duas competições vai passar por ali. O novo protagonismo do Ministério do Turismo ficou manchado com a revelação de que verbas de convênios firmados pela pasta para patrocinar festas e eventos eram desviadas. O escândalo envolveu dezenas de parlamentares no momento em que o Congresso discutia o Orçamento da União para 2011. O senador Gim Argello (PTB-DF) renunciou à relatoria do Orçamento depois da descoberta de que destinou verbas para empresas de fachada.

Com esse histórico de problemas recentes, esperava-se que a presidenta Dilma Rousseff tomasse providências para moralizar a gestão do Ministério do Turismo. Não foi bem o que ocorreu. Antes mesmo de assumir o comando da pasta, o deputado Pedro Novais (PMDB-MA), de 80 anos, protagonizou outro escândalo. Novais apresentou uma conta à Câmara em que pediu ressarcimento de despesas com uma suíte de motel em São Luís, no Maranhão, onde teria ocorrido uma festa com 15 casais. Apesar do constrangimento, Novais conseguiu ser confirmado como ministro por causa dos apoios do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), o líder do PMDB na Câmara.

Estimulado por essa demonstração de força, Henrique Alves patrocinou na semana passada mais uma nomeação no ministério: a de Frederico Silva da Costa para secretário executivo, o segundo cargo mais importante da pasta. Antes de ser promovido, Frederico da Costa era o responsável pelos investimentos do ministério em obras de infraestrutura. Tinha como principal atribuição a coordenação do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), que é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e foi lançado em março de 2008, durante a gestão da petista Marta Suplicy. Na primeira leva de empréstimos do Prodetur foram destinados R$ 13 milhões para a construção de uma rodovia em Goiás, a GO-507, que reduz em cerca de 30 quilômetros o percurso para os turistas das regiões Sul e Sudeste que visitam a região de Rio Quente, onde está localizado o Rio Quente Resorts, um dos principais polos turísticos do país, por causa de suas águas termais.

A nova rodovia facilitou o acesso para 70% do cerca de 1 milhão de turistas que anualmente visitam o resort, mas, ao mesmo tempo, suscita uma questão de possível conflito de interesses. Metade do capital da empresa Rio Quente Resorts – maior beneficiária da construção da estrada – pertence à família de Frederico da Costa. Além disso, o empreendimento é dirigido por seu irmão, Francisco Costa Neto. Em resposta por escrito enviada pela assessoria do Ministério do Turismo, Frederico da Costa não tratou da questão do conflito de interesses e justificou o financiamento da construção da estrada como um atendimento a um pedido do governo de Goiás em favor de uma das maiores áreas turísticas do país.

Outro programa do Ministério do Turismo, o Fundo Geral de Turismo (Fungetur), também beneficiou o resort da família do novo secretário executivo com um financiamento. A Caixa Econômica Federal, que administra o Fundo, se nega a revelar o valor dos repasses com o argumento de que seria uma quebra de sigilo bancário. Além disso, no ano passado, pela primeira vez em 18 anos, o tradicional Rally dos Sertões teve uma de suas etapas no Rio Quente Resorts. Foi também a primeira vez que o evento recebeu verbas do Ministério do Turismo: R$ 806 mil. Nesse caso, o ministério afirma que o patrocínio ao evento decorreu de um convênio com o governo de Goiás.

Na secretaria executiva, Frederico da Costa terá influência em todo o ministério, com poderes sobre os bilionários projetos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Será um salto em relação às funções públicas assumidas por ele a partir de 2003, ocasião em que trocou o emprego em uma das empresas da família, a Graham Bell Engenharia de Telecomunicações, por um cargo no então recém-criado Ministério do Turismo. Frederico entrou no governo Lula pelas mãos do então ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, do PTB, e foi escalado como responsável pela gestão de recursos e investimentos em infraestrutura turística. Na época de sua entrada no governo, ele tinha valores modestos sob seu comando – R$ 52,8 milhões. Num crescimento espetacular, as verbas do ministério para obras de infraestrutura somaram no ano passado cerca de R$ 2,7 bilhões (leia o quadro).

No governo federal, Frederico da Costa mostrou aptidão para administrar um orçamento com volume de recursos crescentes e desenvoltura para conquistar aliados políticos. Ele sobreviveu à saída do PTB do ministério e foi promovido nos quatro anos em que o PT administrou a pasta. Em todo esse período, Frederico cuidou da distribuição de verbas para a construção de rodovias e outras obras de infraestrutura em todo o país. Com esse cacife, Frederico da Costa caiu nas graças de vários políticos. Um deles foi o deputado Henrique Eduardo Alves, que se tornou seu principal padrinho.

Se tem a seu favor a gratidão e o apoio de políticos como Henrique Eduardo Alves, o novo secretário executivo tem contra ele alguns problemas na Justiça. Desde fevereiro de 2010, Frederico da Costa, seu pai, Francisco Hyczy da Costa, e seu irmão, Francisco Costa Neto, estão com os bens bloqueados pela Justiça Federal no Tocantins. Eles são acusados de praticar fraudes para desviar recursos públicos. De acordo com o Ministério Público Federal, no final da década de 90 a família de Frederico abriu a empresa Forasa Indústria Alimentícia S.A. e solicitou um financiamento à Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). O empréstimo de R$ 4,7 milhões seria aplicado na construção de uma fábrica de processamento de tomate no município de Formoso do Araguaia, no Tocantins. Durante o ano de 2000, a Forasa recebeu o total do empréstimo em quatro parcelas e, de acordo com o contrato, deveria investir igual valor no empreendimento. A Polícia Federal apurou que nenhum centavo foi aplicado na construção da fábrica e que o valor total do empréstimo foi desviado. Segundo a denúncia do MPF, diretores da Forasa teriam falsificado notas fiscais, contratos de prestação de serviço, cheques e recibos. As atas de assembleia-geral simulavam o aumento do capital social da Forasa, com um depósito de mais de R$ 1,5 milhão na conta da empresa. Os extratos foram incluídos nas prestações de contas à Sudam. Mas os valores eram sacados e desviados para o pagamento de serviços não executados pelas empresas Aliança Projetos e Construções Ltda., Gebepar S.A. e Campina Verde Ltda. Os investigadores não conseguiram localizar nem o endereço da Aliança, apontada na denúncia como uma empresa-fantasma.

Frederico era diretor presidente da Forasa e presidente de seu conselho de administração quando a empresa obteve o financiamento da Sudam. De acordo com sua versão, ele deixou os dois cargos em outubro de 2000, quando apenas uma das quatro parcelas havia sido liberada. Mas se manteve como acionista até dezembro de 2002, quando se desligou dos negócios da família para ingressar no governo Lula. Em seu currículo no site do Ministério do Turismo, Frederico omite sua participação na Forasa. Ele registra apenas que no mesmo período foi diretor financeiro da Graham Bell, outra empresa da família. A Gebepar e a Campina Verde, que emitiram notas frias, também são empresas da família. A Gebepar é dona de 50% do Rio Quente Resorts – o balneário beneficiado pela rodovia pavimentada com recursos do Ministério do Turismo.

Na nota enviada a ÉPOCA, a assessoria do ministério afirma que “no período em que o secretário participou da direção da empresa foi liberada uma parcela do financiamento, no valor de R$ 850 mil, cuja aplicação foi fiscalizada e aprovada pelo órgão competente”. Os dois técnicos da Sudam encarregados da fiscalização, porém, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público Federal como envolvidos na fraude. Segundo a acusação, eles apresentaram relatórios que informavam que o projeto tinha andamento normal e atestaram a realização de várias obras de construção civil. Ao vistoriar o local do empreendimento, a Polícia Federal comprovou a fraude. Os agentes constataram que nada foi construído no imóvel onde deveria ter sido erguido o parque industrial da empresa. Nos 5 hectares do terreno, foi encontrada apenas uma plantação de melancias.

Quando entrou para o governo, em 2003, Frederico da Costa não estava com os bens bloqueados. Ainda não havia motivos para impedir sua nomeação. Agora é diferente. Ao chegar ao segundo posto mais importante do Ministério do Turismo – na prática, o principal responsável por sua máquina –, Costa ostenta graves pendências na Justiça. Desta vez, o governo teria sólidas razões para avaliar, com mais cuidado, a promoção de um homem com suspeitas de envolvimento em dinheiro público para um posto tão importante da Esplanada dos Ministérios.

– Paulo Coelho é Censurado no Irã

 

‘Demo-cracia’ é isso aí! Todos podem expressar sua opinião, desde que seja a mesma do que a do presidente.

 

Sendo assim, o Irã determinou a proibição de comercialização de qualquer livro de Paulo Coelho em seu território.

 

Motivo?

 

Não declarado. Proibiu-se e ponto final.

 

Claro que deve existir algum motivo fundamentalista. Mas vale um dado interessante: Paulo Coelho já vendeu 6 milhões de livros a iranianos. Se considerarmos que ele ganha 1 dólar por livro (ganha mais, claro), imagine o quanto já faturou? Aliás, imagine quanto ele já deve ter faturado no mundo!

 

É talentoso. Então, sem críticas. Gostar ou não de suas posições é outra história…

 

E você, o que acha da proibição dos livros de Paulo Coelho sem justificativa? Deixe seu comentário:

– O Golpe da Pulseira Power Balance!

 

Está na moda uma pulseira chamada Power Balance, que promete trazer equilíbrio e que fora desenvolvida com tecnologia da NASA. Celebridades e anônimos desfilam com ela no braço. Muitos dizem que ela é fantástica.

 

Pois bem: o fabricante declarou que elas não funcionam e praticamente assumiu que a propaganda é enganosa, prometendo reembolso de quem se sentiu lesado!

 

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/esportes/maisesportes/2011/01/fabricante-assume-power-balance-nao-funciona.html

 

FABRICANTE ASSUME: POWER BALANCE NÃO FUNCIONA

 

Pulseira que faz sucesso no mundo todo, prometia aos usuários mais equilíbrio e força

 

A pulseira Power Balance, que virou febre mundial em 2010 não tem nenhum fundamento científico que comprove seu funcionamento. A afirmação, polêmica, foi feita pela própria empresa em comunicado emitido por sua filial australiana, após reclamações de consumidores em órgãos de defesa do consumidor do país.


“Nós admitimos que não existe nenhuma evidência científica que suporte nossas propagandas”, afirmou a empresa, que entrou em acordo com o equivalente ao Procon local. Além disso, a empresa oferecerá o reembolso a todos os que se sentiram lesados e fizerem solicitação para tal até junho.


A propaganda afirma que o uso da Power Balance é capaz de oferecer mais flexibilidade, força e equilíbrio a quem a utilizar, discurso que seduziu pessoas comuns, celebridades e até mesmo atletas, que chegaram a emprestar sua imagem para promovê-la. A empresa já foi punida pelo mesmo motivo com multas na Espanha e Itália e proibição de propaganda, no Brasil, onde focava em supostos efeitos terapêuticos.


Entre os brasileiros, atletas como Rubens Barrichello, Neymar e Ronaldo chegaram a utilizá-la – ainda que, oficialmente, fosse por estética e moda.

– O Nefasto Pedágio da Estrada de Itatiba

 

Moradores de Jundiaí e de Itatiba estão (e devem estar mesmo) revoltados com o pedágio da Rodovia Constâncio Cintra.  Afinal, está em funcionamento uma praça de pedágio entre os 2 municípios, afetando os moradores que moram nas redondezas. No trecho curto, porém movimentado e perigoso, a concessionária Rota das Bandeiras iniciou a cobrança no último mês de dezembro.

 

Mas o pior: a rodovia não foi duplicada ainda! Ora, garantir recursos para as obras a partir da cobrança antecipada do pedágio é covardia. Os usuários estão financiando os recursos (ou, numa leitura mais rigorosa, pagando pelo serviço a se realizar!).

 

Assim, até eu quero ter uma concessionária de rodovia. Com o dinheiro do pedágio antecipado, faço as obras. Bom negócio, não?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: http://www.conjur.com.br/2011-jan-05/juiz-nega-pedido-ministerio-publico-suspender-pedagio

 

JUIZ NEGA PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA SUSPENDER PEDÁGIO

 

O juiz substituto da 1ª Vara Cível de Itatiba (SP), Gustavo Nardi, negou o pedido do Ministério Público de São Paulo que queria a suspensão da cobrança do pedágio na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), no trecho entre Itatiba e Jundiaí. A promotora de Justiça do Consumidor, Adriana Regina de Santana Ludke, já afirmou  que vai recorrer da decisão. As informações são da Folha Online.

Para a promotora, a cobrança de tarifa dos moradores dos bairros segregados pelo pedágio é “desproporcional e onerosa, fere o princípio da modicidade tarifária e o da igualdade, dentre outros, e viola as diretrizes básicas das relações jurídicas de consumo”. A praça de pedágio no km 77,1 da rodovia começou a funcionar no dia 13 de dezembro. As tarifas são de R$ 1,85 para veículos de passeio e por eixo comercial e R$ 0,90 para motos.

A promotora também pede a isenção do pagamento da tarifa para moradores e trabalhadores dos bairros Pomar São Jorge, Aparecidinha, Chavini, Nova Xampirra, Pinhal, Princesa da Colina e condomínio Parque da Fazenda que foram segregados do restante da área urbana de Itatiba pela localização da praça de pedágio.

Em Ação Civil Pública contra a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a concessionária Rota das Bandeiras, a promotora pede, ainda, a suspensão da cobrança até que as obras licitadas sejam executadas pela concessionária ou, pelo menos, até que a duplicação da rodovia seja finalizada. 

“É de responsabilidade exclusiva da concessionária a prestação de um serviço adequado, assim como é direito dos usuários do sistema rodoviário receber serviço adequado como contrapartida do pagamento de pedágio. Todavia, a Rota das Bandeiras, ao iniciar a cobrança da tarifa antes do término das obras objeto da licitação, está oferecendo aos consumidores um serviço inadequado, pois os usuários pagam a tarifa de pedágio e utilizam uma estrada sem os melhoramentos previstos no contrato, em flagrante desrespeito aos direitos dos consumidores e da população”, afirmou a promotora.

Além disso, segundo Adriana Ludke, a obra de duplicação da rodovia — que teve início em agosto de 2010 e tem previsão de término em novembro de 2011 — causa transtornos com grande parte da via sem acostamento, trânsito lento em razão dos maquinários e funcionários no local e falta de segurança e de condições adequadas de tráfego na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra.

A ação foi ajuizada no dia 27 de dezembro com base em informações colhidas durante um inquérito civil instaurado logo que a construção da praça de pedágio teve início — em março do ano passado — e inclui um abaixo-assinado com aproximadamente 2.500 assinaturas de usuários.

Segundo a promotora, o juiz, em uma análise superficial, entendeu que a cobrança da tarifa está sendo feita de acordo com o contrato licitado, não sendo requisito para a cobrança de pedágio o término das obras previstas no contrato. “A decisão também deixou de analisar o pedido liminar no tocante à isenção de pagamento de pedágio pelos moradores e trabalhadores dos bairros segregados do restante da área urbana do município em razão da localização do pedágio”, disse a promotora.

A Rota das Bandeiras informou que o cumprimento do cronograma das obras na rodovia depende do processo de desapropriações, da obtenção de licenças ambientais e de remanejamento de intervenções instaladas às margens da via, por parte das outras concessionárias que possuem o serviço delegado, como dutos de gás, cabos de telefonia, redes de água e energia, entre outras. Segundo a concessionária, no total, serão duplicados 17 km de rodovia. Entre as obras previstas, também está um viaduto no acesso ao condomínio Parque Fazenda, no km 74,6.

“O pedágio, entre outras funções, também tem como objetivo garantir recursos para todos esses investimentos. Mas é importante destacar que é com a cobrança do pedágio que a Rota das Bandeiras presta de maneira ininterrupta, 24 horas por dia durante todos os dias da semana, serviços de fundamental importância para oferecer segurança e conforto ao usuário que trafega no Corredor Dom Pedro, que inclui a SP-360”, informou a concessionária por meio de nota.

A Rota das Bandeiras também informou que administra a rodovia “de acordo com as determinações previstas no contrato de concessão firmado com o governo do Estado e cumpre rigorosamente todas as decisões judiciais”.

Já a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo informou que não foi notificada sobre a ação.

– Copa São Paulo de Futebol Jr ou de Empresários Carentes de Vitrine?

 

Imagine essa partida: Cacerense Ltda X Rondonópolis S/A.

 

Parece jogo oficial?

 

Pois este clássico matogrossense poderá ser assistido na Copa São Paulo Jr, que começa nessa quarta-feira. A competição está repleta de equipes S.A. e Ltda. Times empresas de diversos pontos jogarão contra os grandes de SP e do RJ. Alguns deles poderão ser o Oratório – AP, Santa Maria de Brasília – DF, IAPE – MA ou o glorioso Vitória das Taboas – PE.

 

Como se pode observar, é provável que o nível técnico da Copinha seja ruim. Para os meninos do Atlético Acreano – AC ou do Grêmio Sampaio – RR, poderá ser a aventura de suas vidas… mas para o principal campeonato de juniores do Brasil, outrora chamado de Campeonato Brasileiro da Categoria, não está inchado demais? Parece o Brasileirão dos tempos da ditadura: “onde a ARENA vai mal, mais um time no Campeonato Nacional”.

 

A Copa da Inglaterra tem centenas de equipes nas suas fases iniciais. Sempre com mata-mata, afunilando a competição paulatinamente. Competições com número tão alto de clubes em fases iniciais EM GRUPO não deveriam existir. Deveria ser jogos eliminatórios entre as equipes sem tanta expressão, para, depois do funil, as melhores se juntarem aos grandes.

 

Que tal 4 grupos de 4 equipes? Os grandes de SP, RJ, MG e RS mais os vindos do Play Off classificatório fariam uma disputa entre eles para se tirar os quatro semifinalistas.

Evitaria-se jogos de 11 X 0 como no ano passado. Não correríamos o risco de um zagueiro de time de aluguel, montado só para o torneio, acertar involuntariamente a perna de um atacante promissor de clube mais tradicional e prejudicar a carreira dele.

Aguardemos. Vamos esperar que o Sete de Setembro – MS ou o Gurupi – TO façam boas campanhas. Aliás, quanto time na Copa São Paulo que não disputa a Série A, B, C ou D do Brasileirão, não?

 

E você, o que acha do inchaço da Copa São Paulo? Deixe seu comentário:

– Celeiro do Mundo? Que Mentira…

 

A idéia de que fazemos sobre o Brasil ser “celeiro do mundo”, devido a sua extensão territorial e qualidade da terra, talvez seja mais uma vontade popular do que um propósito governamental.

 

Digo isso pois há algum tempo li que importamos arroz do Vietnã. Ora, isso é um absurdo! Os arrozais de SC e GO não dariam conta de saciar a fome no mercado interno?

 

Agora, leio com espanto: estamos importando… CAFÉ!

 

Qualquer estudante de ensino médio sabe que no começo do século passado o café era a nossa maior riqueza. E sabe de quem compramos? Da China!

 

Os chineses compram nossos grãos, levam à China, torrem e moem o café e nos revendem! E sai mais barato do que se o processo fosse feito aqui. Dá para acreditar?

 

E você, o que acha disso? Nossa política agrária está, digamos, abandonada? Deixe seu comentário:

 

(informações da Folha de São Paulo, caderno Mundo, pg c3, 03/01/2010)

– O Absurdo Aumento dos Combustíveis na Bolívia

 

Todas as mídias noticiaram: a população da Bolívia saiu às ruas contra o aumento dos combustíveis ordenado por Evo Morales.

 

A Gasolina, por exemplo, subiu 83%.

O Diesel, 73%.

A tarifa dos ônibus, 100%.

E o salário mínimo, 20%.

Tudo numa canetada!

 

Imagine se fosse aqui! Apesar de que, com os freqüentes aumentos do etanol, a coisa não é tão diferente…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4867345-EI8140,00-Crise+da+gasolina+deixa+feridos+e+detidos+na+Bolivia.html

 

CRISE DA GASOLINA DEIXA 15 FERIDOS E 21 DETIDOS NA BOLÍVIA

 

Quinze agentes ficaram feridos e 21 pessoas foram detidas nos choques entre policiais e manifestantes nesta quinta-feira nas cidades bolivianas de El Alto e Cochabamba, em meio à crise provocada pelo aumento de até 83% nos preços dos combustíveis.

“Há 15 policiais feridos em El Alto, dois gravemente. Em Cochabamba, 16 (manifestantes) foram detidos, e outros cinco em El Alto”, informou o ministro do Interior, Sacha Llorenti. Segundo o ministro, “atos de vandalismo” foram cometidos por ativistas “identificados” do Movimento Sem Medo (MSM), do ex-prefeito de La Paz Juan del Granado.

Llorenti informou que manifestantes atacaram a polícia com pedras, e os agentes reagiram com bombas de gás lacrimogêneo. Durante os protestos, a multidão quebrou o portão da sede da vice-presidência boliviana, incendiou postos de pedágio, destruiu agências da empresa aérea estatal BoA e atacou as sedes da Central Operária e do sindicato dos plantadores de coca. Os manifestantes também tentaram queimar uma bandeira da Venezuela e incendiar o monumento ao guerrilheiro Ernesto Che Guevara.

El Alto, cidade-dormitório vizinha a La Paz, foi tomada por milhares de manifestantes, que levantaram barricadas e incendiaram pneus para interromper o trânsito. Em Cochabamba, os grevistas do transporte de carga estacionaram caminhões nos cruzamentos para bloquear o tráfego. Santa Cruz de la Sierra, motor do desenvolvimento boliviano, também era muito afetada pela paralisação dos transportes.

Durante a tarde, um grupo liderado pelo MSM tentou chegar ao Palácio Presidencial de La Paz, mas foi reprimido pela polícia de choque, que dispersou o protesto com bombas de gás lacrimogêneo. Diante da repressão policial, o grupo desistiu de chegar à Praça das Armas, onde estão as sedes dos poderes Executivo e Legislativo.

Em meio aos protestos, a população correu em busca de alimentos e formou enormes filas em torno dos mercados de La Paz. Os manifestantes exigem a renúncia de Morales, que deflagrou a crise ao decidir pelo fim dos subsídios aos combustíveis, provocando um aumento de 83% na gasolina e de 73% no díesel.

Para suavizar a alta dos combustíveis, Morales aumentou em 20% o salário mínimo e a remuneração das Forças Armadas, da polícia e dos funcionários da saúde e da educação. O presidente também anunciou outras medidas, como incentivos a agricultores e a pequenos empresários. Morales convocou ainda os militares para tentar reduzir os efeitos das greves que paralisam o país.

O ministro da Defesa, Rubén Saavedra, anunciou que homens das Forças Armadas farão e venderão pães ao “preço antigo”, diante da decisão do sindicato dos padeiros de parar a categoria por 24 horas e elevar o preço do pão em até 100%.

Os militares bolivianos também foram chamados para dirigir ônibus e caminhões visando atenuar o aumento unilateral de 100% nos preços das passagens de taxis e micro-ônibus que ignoram a greve nos transportes. A Força Aérea Boliviana está realizando voos comerciais na rota La Paz-Cochabamba-Santa Cruz ao preço simbólico de 150 bolivianos (R$ 33).

Morales afirma que elevou os preços da gasolina e do díesel para enfrentar o contrabando de combustíveis para os países vizinhos, ao custo anual de US$ 150 milhões. A Bolívia tem um consumo de 35 mil de barris diários de petróleo, e em 2010 produziu apenas 4.500 barris diários. O restante é importado, principalmente de Venezuela e Argentina.

– Hypermarcas entra no UOL!

 

Novos negócios no fechamento do ano: a Hypermarcas, de João Alves de Queiroz (dona das marcas Bozzano, NeoQuímica, Assolan, e inúmeras outras empresas) comprou ontem 28,78% do UOL (Universo on Line), tornado-se o segundo maior acionista da empresa.

 

Atualmente, o UOL é comandado pela Folha de São Paulo, que detém 54,87%.

– Por quê só em UMA Revista?

 

Pergunta pertinente: por que a CEF fez uma gigantesca propaganda, ou melhor, anúncio pago, de várias páginas, somente na revista Isto É e não nas concorrentes?

 

No final do ano?

 

Com exclusividade?

 

Hummm….

– McDonald’s “produzirá” combustíveis!

Se você acha que o Diesel atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

 

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica de 30 de agosto de 2010.

 

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

 

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

– Capas Idênticas por Questão Concorrencial ou por Falta de Criatividade?

Veja e Época são duas respeitadíssimas revistas. Mas as suas edições dessa semana são idênticas! Ambas fazem questão de relatar listas das “10 mais” do ano.

 

Dez fatos, 10 pessoas, 10 esperanças… Tudo 10. A cópia de uma em relação a outra é 10 também!

 

Por que isso acontece? Falta de assunto ou o fato é meramente questão concorrencial?

– Iniciativas Ecologicamente Corretas

 

A Revista Veja da última semana trouxe um suplemento chamado “Sustentabilidade”, onde idéias e negócios verdes são apresentados.

 

Destaco uma matéria intitulada “Onda Verde” (pg 50, 22/12/2010), sobre exemplos de empresas que se deram bem com a iniciativa ecológica. Compartilho:

 

ONDA VERDE

 

Por trás dos investimentos em negócios sustentáveis existe a certeza de que os produtos com menor impacto ambiental promovem mais riqueza – para as empresas e para o planeta. Alguns exemplos:

 

CERVEJA – AmBev:

 

De 2004 a 2009, a fabricante de bebidas reduziu de 4,37 litros para 3,9 litros o volume de água necessário para a fabricação de 1 litro de cerveja. Além disso, vende praticamente tudo o que sobra do processo de fabricação.

O bagaço de malte é transformado em ração para o gado, a levedura seca é utilizada na produção de temperos e o vidro é reciclado para dar origem a novas garrafas. No ano passado, a venda desses subprodutos representou uma receita extra de 78,8 milhões de reais.

 

TALÃO DE CHEQUES VERDE – Real / Santander

 

Com uma composição de 75% de papel virgem e 25% de papel reciclado, o talão de cheques verde foi lançado em 2004 pelo Banco Real antes de ele ser absorvido pelo espanhol Santander.

Embora tenha um custo de fabricação igual ao do modelo tradicional, a versão de papel reciclado economiza 2,5 milhões de folhas de papel tamanho A4 por mês, o equivalente a 214 árvores.

O Santander vende as sobras dos cheques compensados, que, depois de guardados por 30 dias e microfilmados, numa espécie de registro digital do documento, são enviados à picotagem para a fabricação de papel-toalha e outros produtos.

Essa venda rende ao banco 2500 reais por m~es, quantia doada a uma instituição de caridade.

 

LÂMPADA LED – G.E.

 

No início do ano que vem, o gigante americano lançará no Brasil uma lâmpada de 9 watts com tecnologia LED. A lâmpada produz a mesma luminosidade das incandescentes de 40 watts, mas com uma economia de 77% de energia elétrica.

Sua vida útil é de 25.000 horas, ou dezessete anos, considerando quatro horas de uso diário.

A nova lâmpada foi anunciada como o lançamento mais recente da linha Ecomagination, com mais de noventa produtos verdes, criada em 2005.

Desde então, a GE faturou 70 bilhões de dólares somente com as vendas nesse segmento.

– Como se Livrar de Impostos por R$ 418,00 usando o Nome de Deus em vão!

Compartilho com os amigos uma interessante matéria do colunista da Folha de São Paulo Hélio Schwartsman. Para provar que abrir uma igreja e ficar isento de impostos através dela no Brasil, era muito fácil, abriu a sua própria: Igreja Heliocêntrica do Evangelho.

Para isso, gastou quase R$ 418,00, não precisou de nenhuma prova doutrinária ou base teológica. Simplesmente abriu a “empresa”.

Assim, igrejas charlatanistas se misturam com as Igrejas sérias e ludibriam o povo, o Estado e, claro, a economia. Dessa forma, a Igreja Católica, as Protestantes, e outras confissões religiosas sérias são colocadas em cheque por culpa dos picaretas!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u660688.shtml

O PRIMEIRO MILAGRE DO HELIOCENTRISMO

(…) Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, e Rafael Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo. Precisamos apenas de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não consecutivos). É tudo muito simples. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para criar um culto religioso. Tampouco se exige número mínimo de fiéis.

Com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas esses não são os únicos benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e vários outros “Is” de bens colocados em nome da igreja.

Há também vantagens extratributárias. Os templos são livres para se organizarem como bem entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão especial.

A discussão pública relevante aqui é se faz ou não sentido conceder tantas regalias a grupos religiosos. Não há dúvida de que a liberdade de culto é um direito a preservar de forma veemente. Trata-se, afinal, de uma extensão da liberdade de pensamento e de expressão. Sem elas, nem ao menos podemos falar em democracia.

Em princípio, a imunidade tributária para igrejas surge como um reforço a essa liberdade religiosa. O pressuposto é o de que seria relativamente fácil para um governante esmagar com taxas o culto de que ele não gostasse.

Esse é um raciocínio que fica melhor no papel do que na realidade. É claro que o poder de tributar ilimitadamente pode destruir não apenas religiões, mas qualquer atividade. Nesse caso, cabe perguntar: por que proteger apenas as religiões e não todas as pessoas e associações? Bem, a Constituição em certa medida já o fez, quando criou mecanismos de proteção que valem para todos, como os princípios da anterioridade e da não cumulatividade ou a proibição de impostos que tenham caráter confiscatório.

Será que templos de fato precisam de proteções adicionais? Até acho que precisavam em eras já passadas, nas quais não era inverossímil que o Estado se aliasse à então religião oficial para asfixiar economicamente cultos rivais. Acredito, porém, que esse raciocínio não se aplique mais, de vez que já não existe no Brasil religião oficial e seria constitucionalmente impossível tributar um templo deixando o outro livre do gravame.

No mais, mesmo que considerássemos a imunidade tributária a igrejas essencial, em sua presente forma ela é bem imperfeita, pois as protege apenas de impostos, mas não de taxas e contribuições. Ora, até para evitar a divisão de receitas com Estados e municípios, as mais recentes investidas da União têm se materializado justamente na forma de contribuições. Minha sensação é a de que a imunidade tributária se tornou uma espécie de relíquia dispensável.

Está aí o primeiro milagre do heliocentrismo: não é todo dia que uma igreja se sacrifica dessa forma, advogando pela extinção de vantagens das quais se beneficia.

Sei que estou pregando no deserto, mas o Brasil precisaria urgentemente livrar-se de certos maus hábitos, cujas origens podem ser traçadas ao feudalismo e ao fascismo, e enfim converter-se numa República de iguais, nas quais as pessoas sejam titulares de direitos porque são cidadãs, não porque pertençam a esta ou aquela categoria profissional ou porque tenham nascido em berço esplêndido. O mesmo deve valer para associações. Até por imperativos aritméticos, sempre que se concede uma prebenda fiscal a um dado grupo, onera-se imediatamente todos os que não fazem parte daquele clube. Não é demais lembrar que o princípio da solidariedade tributária também é um dos fundamentos da República.

Hélio Schwartsman, 44, é articulista da Folha. Bacharel em filosofia, publicou “Aquilae Titicans – O Segredo de Avicena – Uma Aventura no Afeganistão” em 2001. Escreve para a Folha Online às quintas.

– A Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva

 

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

 

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.

 

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193}:

 

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

 

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Devassa + Schin frente os planos de Bud + Heineken

 

A Heineken, através da FEMSA, desembarcará (novamente) no Brasil, mas desta vez de maneira popular. A AmBev promete fazer muito barulho com a Budweiser no Brasil. Claro, estamos falando das donas de marcas famosas como Bhrama, Antártica, Kaiser e Bavária, que relançarão suas marcas globais no ano que vem.

 

Nesta semana, a Revista Exame, em matéria de João Werner Grando (Ed 982, 15/12/2010, pg 56-58) abordou essa nova guerra concorrencial com um enfoque: onde fica a Devassa nisso tudo? A cerveja do grupo Schincariol só detém 0,4% do mercado, mesmo com custos milionários, segundo a publicação.

 

De acordocom o texto, tal péssimo resultado iniciou uma onda de demissões na cervejaria ituana e a volta da Administração Familiar.

 

O que esperar em 2011? Um contraste da Nova Schin à Devassa onde abaixo, compartilho:

 

A LOURA AINDA NÃO ENTREGOU

 

Mesmo com o lançamento milionário de uma nova marca, a Schincariol não conseguiu ganhar participação de mercado e iniciou uma onda de demissões – de gerentes a vice-presidente O empresário paulista Adriano Schincariol protagonizou dois movimentos radicais – e opostos – nos últimos três anos. O primeiro ato começou em 2007, pouco tempo após a morte de seu pai e presidente da cervejaria que leva o sobrenome da família, José Nelson Schincariol. Com a ajuda da consultoria Egon Zehnder, Adriano contratou, em pouco mais de um ano, cerca de 30 executivos de mercado para ocupar os principais postos na administração da empresa – num processo de profissionalização amplo e meteórico. Menos de dois anos depois, porém, a estrutura começou a ser desmontada com a saída do então presidente Fernando Temi e, em seguida, de outros cinco diretores. O segundo ato começou no final de julho deste ano, quando Johnny Wei, vice-presidente comercial e um dos poucos remanescentes da fase de profissionalização, foi demitido. Gilberto Schincariol Júnior, de 27 anos de idade, vice-presidente de operações e primo de Adriano, assumiu o cargo de Wei. Nos meses seguintes, outros oito diretores também foram desligados. No final de setembro, 150 funcionários – de gerentes a analistas foram demitidos numa só tacada. Executivos próximos afirmam que o corte pode ter chegado ao dobro do número informado pela cervejaria. “Nos últimos anos, a empresa ficou inchada”, afirmou Adriano a EXAME. “A gente precisava deixar de fazer PowerPoint e vender mais cerveja.”

 

Embora o discurso de Adriano seja de que os cortes visam simplificar a estrutura da Schincariol- ou, em suas palavras, recuperar “o foco nas vendas” -, para executivos próximos à companhia a mudança representa um esforço para cortar custos num momento em que os resultados estão aquém do esperado. De acordo com suas próprias projeções, a cervejaria deverá faturar 5,8 bilhões de reais em 2010 – 15% mais em relação ao ano anterior. O problema é que a concorrência cresceu mais, e a Schincariol perdeu espaço num mercado que vai movimentar 56,7 bilhões de reais neste ano. De 2008 para 2009, a participação em volume no mercado de cervejas caiu de 13,2% para 11,8%, segundo dados da Nielsen. Neste ano, a fatia diminuiu para 9,8% (em outubro). O maior trunfo para recuperar espaço, a nova marca de cerveja Devassa Bem Loura, lançada no Carnaval, não teve o efeito planejado. Apesar do barulho da campanha, que consumiu investimentos de cerca de 100 milhões de reais e teve a socialite americana Paris Hilton como garota-propaganda, as vendas ficaram abaixo das expectativas iniciais. Uma projeção da consultoria Euromonitor estima que a Devassa Bem Loura deverá terminar este ano com participação de 0,2%. Segundo executivos próximos à companhia, a meta previa uma parcela de pelo menos 1,5% para este ano (o que representaria cerca de 150 milhões de reais em vendas). Os executivos da Schincariol não confirmam as metas e afirmam que as vendas da nova marca estão dentro das projeções. Os primeiros sinais de que as coisas não seriam fáceis surgiram alguns meses após o lançamento, inicialmente considerado um sucesso. Com a presença da garota-propaganda Paris Hilton, a Schincariol conseguiu ofuscar a principal concorrente, a AmBev, no sambódromo do Rio de Janeiro. A marca caiu na boca do povo, mas, segundo EXAME apurou, a estratégia de distribuição não funcionou como o previsto. Como se tratava de uma cerveja mais cara que a Nova Schin, e que seria vendida exclusivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, foi criada uma estratégia especial para colocá-la nos bares e supermercados. Formou-se uma equipe específica para a marca, com cerca de 150 vendedores especializados. No plano inicial, a equipe só seria integrada à rede de distribuidores da Schincariol no meio do ano – de modo a ganhar mais escala. Os bons resultados iniciais fizeram com que a integração fosse antecipada para abril. “Uma equipe separada era a base da estratégia de distribuição da Devassa”, afirma um executivo próximo à empresa. “Ao ser incluída no portfólio dos distribuidores, a cerveja tomou-se apenas mais uma marca e perdeu a força.”

 

CONCORRÊNCIA GLOBAL

 

Na atual reestruturação, o principal alvo foi a área comercial. Ao assumir a vice-presidência da divisão, Gilberto demitiu seis dos oito diretores que até então se reportavam a Wei. (procurado, Wei não deu entrevista) Entre os demitidos estavam os diretores de canais, autosserviço e da Região Sul, além de três diretores dedicados a planejar investimentos e medir resultados de cada canal de venda (posições que foram extintas). A lógica das mudanças, segundo Adriano, é eliminar intermediários e, assim, retomar a antiga ligação direta entre a área corporativa e os vendedores. “Com o conhecimento do Gilberto sobre a produção e a minha experiência comercial, formaremos uma boa dupla”, afirma Adriano. À espera da dupla estão concorrentes empenhados em criar um cenário ainda mais adverso. No início deste ano, a Heineken adquiriu a Femsa, dona das marcas Sol e Kaiser, cuja rede de distribuição, acredita-se, ampliará a participação de sua marca global no pais. A AmBev, dona de quase 70% de participação do mercado nacional de cerveja, prepara-se para lançar a americana Budweiser no Brasil em 2011. “Será uma briga de grandes marcas globais, algo inédito no Brasil”, afirma Danny Claro, professor de marketing do Insper. Como se comportará a loura Devassa no meio dessa briga?

– O Antidoping das Cias Aéreas

 

E se sua empresa lhe pedisse um exame toxicológico? Ou seja, um exame que diria se você já fez uso de LSD, cocaína, maconha, entre outras drogas? Qual a sua reação?

 

A Linhas Aéreas Azul é a pioneira no Brasil em pedir esses exames a seus pilotos. A medida é polêmica, e leva à discussão: até onde as empresas podem pedir tal exame?

 

Claro, dependendo do setor de atividade, tal solicitação pode até fazer sentido. Mas teremos outras áreas do trabalho que certamente tal pedido poderia soar como abusivo. O constrangimento ocorrerá: daqueles que nunca fizeram uso de drogas, em se sentirem incomodados pela desconfiança; e os dos que já usaram drogas, em serem descobertos!

 

Em sua atividade, isso será um problema, caso tenha que realizar um “antidoping profissional”? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, compartilho a reportagem da Folha de São Paulo, 31/05/2010, pg D3, de Eduardo Geraque

 

SETOR AÉREO DISCUTE APLICAR EM PILOTOS TESTE ANTIDOPING

 

Exames, comuns nos Estados Unidos, são vistos como fundamentais para melhorar a segurança dos voos. No Brasil, Azul passa a adotar medida em funcionários; Anac estuda criar uma regulamentação.


O setor aéreo brasileiro começa a discutir um controle mais rigoroso sobre o consumo de drogas e álcool de suas tripulações. Os exames antidoping já são comuns em países como os EUA.

 

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirma que está estudando a possibilidade de regulamentar testes para o setor, mas ainda não há prazo de implantação.
Enquanto isso, a Azul será a primeira empresa brasileira a realizar análises químicas esporádicas entre todos os seus funcionários.

 

A TAM ainda não decidiu se exigirá os exames. A empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, disse apenas que “está estudando” o assunto. Varig e Gol, do mesmo grupo, não dizem se pretendem adotar o teste.  

 

SEGURANÇA
A medida, no exterior, é vista como fundamental para melhorar a segurança de voo. A discussão sobre os testes antidoping para pilotos e comissários, segundo especialistas ouvidos pela Folha, realmente está atrasada.


Os exames toxicológicos são feitos a partir de fios de cabelo. As análises flagram um grupo grande de substâncias psicoativas, como maconha, cocaína, crack e LSD.


A grande vantagem do teste com fio de cabelo é que ele tem uma “janela larga” -detecta o consumo de drogas dos últimos 90 dias.


No caso da Azul, os testes começaram em 2008 apenas nos exames admissionais.
Segundo a médica Vânia Melhado, que presta serviços para a empresa e preside a Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial, agora será iniciado o teste aleatório para todos os funcionários. “Em dois anos, todo o grupo de pilotos será avaliado.”


São feitos uma média de cem testes por mês na companhia. Dos 1.900 já feitos, só quatro foram positivos.


“A pessoa sabe que fará o exame. Isso funciona como um filtro”, diz Johannes Castellano, diretor da Azul.

 

TRANSPARÊNCIA
Os testes antidopings no setor aéreo são bem-vindos, diz o psicólogo Paulo Mittelman, especialista em estratégias de prevenção antidroga.


Para ele, os exames não podem ser feitos a revelia de ninguém. “Tem que existir uma política clara, transparente. O sigilo também é fundamental no processo.”
O psicólogo diz acreditar que o funcionário que tem um resultado positivo nos testes retorna após tratamento como um excelente profissional. “Ele sempre fará questão de mostrar que resolveu o problema.”

 

Frase: “Dentro de um contexto maior, ela [a adoção dos testes antidoping] é bastante positiva. Veja o caso do bafômetro na questão do trânsito. Realmente ajudou a diminuir os acidentes” – PAULO MITTELMAN  – psicólogo especialista em estratégias de prevenção antidroga.

– Números das Drogas e seus Preços

 

Impressionante a força do tráfico de drogas e seu comércio. A Revista Veja (ed 2195 na Coluna Panorama) divulgou os preços e quantidade de produtos. Abaixo:

 

– 39 toneladas de maconha, 314 quilos de cocaína e 54 de crack foram aprendidos no Complexo do Alemão.

 

– R$ 5,00 custa a embalagem de 3 gramas de maconha.

– R$ 10,00 custa cada grama de crack.

– R$ 20,00 custa cada grama de cocaína.

 

Quer dizer, que, para existir o vendedor, tem que ter comprador. E muitos idiotas financiam os bandidos… Lamentável!

– Feriado de Mentira

 

Hoje é aniversário de Jundiaí. Não seria feriado?

 

NÃO. Às vésperas do Natal, o comércio nem pensa em fechar as portas. Em outros tempos, a debandada dos jundiaienses para fazer compras em outras cidades (Campinas e São Paulo) era geral!

 

Agora, para evitar perder consumidores, não se “celebra” feriado municipal.

 

E você, o que acha disso: O Aniversário de Jundiaí deveria ser feriado ou não? Deixe seu comentário:

– O Administrador da Década é… tchan-tchan-tchan…!

 

Segundo a Revista Exame, um site ligado ao Wall Street Journal e voltado à Administração, após análises, concluiu que o Administrador de Empresas da primeira década do século 21 é o executivo da Apple, Steve Jobs.

 

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/sabe-quem-e-o-ceo-da-decada-steve-jobs

 

SABE QUEM É O CEO DA DÉCADA? STEVE JOBS

 

O site MarketWatch, ligado ao Wall Street Journal, elegeu Steve Jobs como o CEO da década. A razão para o sucesso de Jobs está ligada ao seu desempenho à frente da Apple.

 

“Por liderar uma onda vitoriosa no topo do mundo da tecnologia, desenvolvendo mudanças nos computadores e nos dispositivos, além de desencadea um retorno estelar para os investidores, Steve Jobs é CEO MarketWatch da década”, argumenta o site.


Ao lado de Steve Jobs, participaram da eleição os CEO da Amazon, Jeff Bezos, da Starbucks, Howard Schultz, do Google, Eric Schmidt, e da Cummins, Tim Solso.


O MarketWatch explica que foram usados para avaliar os CEOs o retorno das empresas na bolsa norte-americana, o desempenho dos produtos para os consumidores e o tratamento dado pelas empresas aos funcionários.


Além disso, iniciativas de governança corporativa e sustentabilidade também foram utilizadas para checar o desempenho dos cinco CEOs, que concorriam ao prêmio.CEO do Ano

 


Já o vencedor do prêmio de CEO de 2010 foi dado a Alan Mulally, que comanda a Ford.

Para o site MarketWatch, ele mostrou um grande desempenho, “em um show retumbante do apoio dos leitores, para a sua resiliência perante à crise histórica da indústria automobilística”.

– O Rombo do Carrefour!

 

Leio no Estadão de hoje (Caderno Negócios, pg B19), que a Agência de Turismo do Carrefour foi vendida para a CVC. A estratégia de vender algumas atividades não tão lucrativas faz parte do plano de recuperação do supermercadista francês.

 

Sabem quanto foi o rombo do Carrefour nesse ano (até a última apuração no período)?

 

R$ 1,2 Bilhão!

 

Uau…

– Cadastro Positivo é uma boa!

 

Assim como temos listas negras de péssimos pagadores (Serasa, SPC), vem aí o Cadastro Positivo, cujo intuito é classificar os bons pagadores nas instituições de crédito.

 

Jóia. Quem paga bem deve ser aclamado no comércio. Alguém escreveu dias atrás que Sílvio Santos só se safou por ter sido sempre um bom pagador; caso não fosse, já estaria quebrado.

 

Cadastro Positivo já!

– Módicos Retornos Financeiros

 

Leio em algum lugar que o aluguel de 600m2 do McDonald’s no Aeroporto de Cumbica custa R$ 650 mil reais.

 

Quanto precisa vender em lanches para ter um bom retorno, com este custo só ao senhorio, fora os demais?

– O Nefasto Desenvolvimento de Correntes e Emails Mentirosos: uma verdade sobre os combustíveis.

 

Tem gente que quer aparecer. Alguns acreditam piamente em tudo que lêem. Os mais esclarecidos, tiram dúvidas e tentam se certificar com as pessoas devidas que não estão sendo ludibriados. A Internet é como papel, aceita tudo. Você pode escrever uma verdade ou uma mentira, e como fica registrado na rede mundial de computadores (WWW), alguns passam a acreditar.

 

Na verdade, acredito que boa parte de informações da rede, infelizmente, é falsa ou mentirosa. Se você não tem essa sensibilidade é que deve-se ao fato de felizmente ter um relacionamento com sites de grande confiança e nível cultural elevado.

 

Digo isso pois é cada vez maior o número de email mentirosos criados apenas para tumultuar a sociedade ou para algum gaiato se vangloriar de ver seu serviço ganhar tamanho. Vide os imbecis emails difamatórios do “Criança Esperança” ou dos “escorpiões encontrados em brinquedos do playground do McDonals…”

 

A moda agora é de uma suposta campanha contra o consumo de gasolina. Eu, mais do que ninguém, reclamo dos altos impostos do produto (afinal, sou proprietário de um posto de combustível e sofro na pele com os encargos). Já recebi esse email de pelo menos 20 pessoas diferentes e outros tantos de amigos que me questionam. Abaixo, a mensagem que tem sido divulgada amplamente (sem autor, claro, eles se escondem, com as cores e erros de português do original) e mais abaixo ainda a resposta.

 

GASOLINA (GNV,  DIESEL e ÁLCOOL) Como  poderemos baixar os preços??? 

NÃO DEIXE  DE LER ..

Você  lembra do Criança Esperança?

A UNICEF e  a Rede Globo abriram as pernas….

Foi a  força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO
que  DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.

Então  continue a ler. 

Não deixe  de participar, mesmo que  você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você  não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a  você.
Você  sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a  gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool?  Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o  preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool?  E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?

QUAL É A MÁGICA ??
Você  sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva  de petróleo do MUNDO.
Realmente,  só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do  DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros  exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.
CHEGA !!!
Se  trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos  esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se  você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover  alguma ação lícita, inteligente,  ousada e emergencial.
Unindo  todos em favor de um BEM COMUM !!! 
Existia  uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca  fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha:  “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi  popular em abril ou maio passado.
Nos USA e  Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de  Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se voce não compra gasolina  hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio  consumidor, que um problema para os vendedores. 
MAS houve  um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações  de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo  e propôs um plano que realmente funciona.
Nós  precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são  “meia-dúzia”. 
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós,  os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!! 
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na  parte mais sensível do corpo humano: o  BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
MAS COMO ??!! 
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e  não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão  forte a ponto dos  preços dos combustíveis CAIREM, se  todos juntos agirmos para
FORÇAR  UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS. 
É assim que o mercado age!!!
Isso  é Lei de Mercado e Concorrência!!! 
Aqui está a idéia: 
Para  os próximo meses (
DEZEMBRO,JANEIRO E FEVEREIRO…)
não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a 
PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias  de mercado. Isso  é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE  LEI DA OFERTA E DA PROCURA; 
Mas,  para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples  de se fazer!!
Continue abastecendo  e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um
BR (Petrobrás). Porque  a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados. 
Mas  não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de  pessoas!! 
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos,  dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez  pessoas, (300 x 10  = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).
(fonte da
ANP –  Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A  BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte. 
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS
 E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!! 
 CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS!!!!!!!!!!! 
 
Não custa tentar !

Agora repassem!!!

 

Um idiota que se acha esperto tentando fazendo acreditar que a UNICEF e a Globo tem um esquema organizado de corrupção através do Criança Esperança. Quanta ingenuidade! A Globo ganha em imagem e marketing institucional, requisitos claros às empresas observados por qualquer aluno de Administração de Empresas sobre “Responsabilidade Social das Organizações”. A Unicef é uma ONG, um braço da ONU que realiza ações nobres (ou tenta) no mundo todo. A prestação de contas é clara e transparente. O resto é bobagem.

 

Sobe os combustíveis, aqui vai a resposta que dei ao meu amigo Evandro, que estranhou tal email por corrente e me escreveu:

 

“Boa noite, Rafael!

 

Já recebi essa mensagem já de vários amigos,

 

vou repassar para você, que conhece sobre o assunto,

 

para ver se ela tem alguma lógica.”

 

(o email é aquela mensagem acima, abaixo a resposta:)

 

“Fala Evandrão! É ‘mais ou menos’ assim. Explico:


Nos países vizinhos, há venda subsidiada pela PDVSA (a empresa de petróleo da Venezuela). Hugo Chavez, em troca de apoio político de países vizinhos, vende petróleo com custo quase zero (o Brasil não entra nessa lista de vizinhos).


A carga de impostos é realmente alta, e os lucros da Petrobras também. Entretanto, há uma lei / norma / política que obriga a Petrobrás a acompanhar o preço do mercado internacional. Assim, como a Europa e os EUA ainda são os maiores consumidores, nosso preço é baseado pelos deles (mesmo sendo uma lei burra – a idéia é que se secassem nossos poços de petróleo, quando importássemos, não tenhamos impacto significativo no preço).


Mas existe um porém: hoje, boicotar a gasolina é irrelevante, pois na maior parte do Brasil o álcool é menos vantajoso do que a gasolina (SP é uma das poucas exceções, o preço está empatando na maioria das regiões do estado).


Em resumo: estamos ferrados mesmo… rsrs


Abração,
Rafael Porcari”

– As Agências Bancárias no Complexo do Alemão. E em Jundiaí?

 

Se a ação das Forças de Segurança no Complexo de Favelas do Alemão mudará permanentemente a região, ninguém sabe. Mas algo curioso é o fato do Itaú Unibanco querer abrir agências bancárias nos Morros Cariocas, sendo que o Complexo do Alemão receberá a primeira ação de implantação de novas agências da instituição bancária.

 

O Bradesco foi pioneiro nessas ações, abrindo uma unidade na Favela de Paraisópolis.

 

Fico pensando: guardadas as proporções, que tal uma agência na região do São Camilo? Já que a Prefeitura Municipal de Jundiaí vem se empenhando em modificar aquela comunidade, que tal as ações nãos e limitarem à construção de praças e incentivar tais empreendedores (bancos, lojas, entre outros)?

 

E já que o assunto é agência bancária, que tal os bancos olharem com carinho para outros bairros da cidade? Vejam o caso da região do Parque Eloy Chaves, composta pelo Eloy 1 e 2, Jardim Tannus, Jardim Ermida 1 e 2, Condomínios Morada da Serra, do Barão, Primavera… e muitos outros tantos! Não há uma agência bancária! Qual seria o motivo? Clientes (e clientes em potencial) sobram na região! Uma agência ali beneficiaria outros bairros ainda, como Medeiros e até mesmo a cidade de Itupeva.

 

E você, o que pensa disso? Os bancos estão mal distribuídos em nossa cidade ou o número de agências é suficiente? Deixe seu comentário:

– O Cruzeiro da Fé

Na onda de cruzeiros temáticos (universitários, musicais, clubísticos), surgem os mais diversos e inusitados. Neste ano, um desses bem sucedidos: um cruzeiro religioso, de profissão católica e com propósito de retiro espiritual!

Apesar de não ser popular e acessível, uma boa oportunidade de se aliar fé & lazer.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/51765_O+CRUZEIRO+DA+FE?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

O CRUZEIRO DA FÉ

por José Loes

Durante quatro dias a bordo de um navio, católicos participam de missas e terços, curtem show do padre Fábio de Melo e fazem fila para se confessar

“O negócio dela é padre”, brinca Atílio de Almeida, empresário paulistano de 56 anos, sobre a sogra, Maria de Lourdes Abreu, que completou 90 anos no dia 5 de fevereiro. Contrariando filhos, netos e bisnetos, Maria de Lourdes trocou a festa por uma passagem a bordo do primeiro cruzeiro católico do Brasil, batizado de Navegando com Nossa Senhora. “Minha mãe nem gosta de navio, mas quando soube que era católico e teria show do padre Fábio de Melo, seus olhos brilharam”, lembra Maria Auxiliadora de Almeida, filha de Maria de Lourdes e esposa de Atílio. O passeio inédito em águas brasileiras teve apoio oficial da Igreja Católica. Os organizadores contaram com a ajuda da Arquidiocese de Campinas, no interior de São Paulo, para montar um roteiro de missas, shows e palestras religiosas para os passageiros – sem deixar de lado, é claro, as festas, bebidas e até as jogatinas típicas de uma viagem de cruzeiro. “É uma nova forma de exercitar a fé”, explica Claudemir Carvalho, sócio da CNS Viagens Religiosas (CNSVR), organizadora do evento. Cerca de 1,9 mil passageiros pagaram de R$ 790 a R$ 2,6 mil para embarcar no passeio, que entre os dias 9 e 12 de fevereiro foi de Santos ao Rio de Janeiro, depois a Búzios, para, por fim, retornar a Santos. Duas missas diárias, além de dois terços, somaram seis horas de oração para cada um dos quatro dias de viagem. Todas as cabines se esgotaram quatro meses antes de o navio partir e 300 interessados ficaram na lista de espera. “Ficamos surpresos com a procura e tivemos que dobrar nosso efetivo para dar conta da demanda”, afirma Carvalho.

Há quem arrisque uma explicação para o sucesso de público da empreitada. “A viagem surge como uma forma de unir descanso e diversão sem exageros com convivência familiar, reforço da fé e contato com pessoas diferentes”, teoriza o engenheiro José Roberto de Oliveira, que levou as duas filhas e a esposa, Silvia, de Santo Ângelo, Santa Catarina, para navegar com Nossa Senhora. E como eram diferentes os passageiros a bordo do navio. A pluralidade estava clara já na primeira celebração religiosa a bordo: a consagração de uma réplica oficial da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Sob um céu que ameaçava desabar a qualquer momento, a festa reuniu boa parte dos passageiros. Aos gritos de “Viva Nossa Senhora”, eles celebraram a figura da mãe de Jesus Cristo agitando lenços azuis e brancos. Entre os presentes havia freiras de hábito, moças de biquíni e canga, senhores com camisa, senhoras alinhadas, padres de batina e rapazes de bermuda e chinelo de dedo. Essa saudável confusão de estilos permearia toda a viagem e se manifestaria ainda com mais força durante a primeira oração do terço, no dia 9. Reunidos no Bar La Rambla, que funciona como anexo do Cassino Biarritz, no nono dos 12 andares do navio, cerca de 500 fiéis misturaram sotaques enquanto rezavam a velha ladainha, puxada pela hoje missionária Myrian Rios, exsímbolo sexual, ex-atriz e ex- Roberto Carlos, não necessariamente nessa ordem, que fez as vezes de mestre de cerimônias na embarcação. Vez ou outra, as ave- marias eram abafadas por barulhentas máquinas caça-níqueis que, embora oferecessem até US$ 2 mil em prêmios, ficaram vazias.

Um bar no mesmo ambiente, recheado de garrafas de uísque, tequila e vodca a US$ 12 (R$ 21,80) a dose contrastava com o clima de oração. “Um senhor chegou a pagar por um uísque, mas, quando percebeu que ninguém estava bebendo, cancelou”, explica o barman Henrique Tyminski. Se tivesse mantido o pedido, provavelmente não teria atraído olhares de reprovação. A bordo reinava a tolerância. Afinal, onde mais uma dupla de freiras seria abordada por moças de biquíni com latas de cerveja na mão pedindo uma bênção? Essa foi apenas uma das situações inusitadas vividas pelas irmãs Rute e Raquel, da Congregação das Missionárias Josefinas do Coração Eucarístico de Jesus, que vivem em Ituiutaba, Minas Gerais. Situações que encararam com naturalidade. “Conversei muito com o padre antes de aceitar vir, estava preparada”, explica a irmã Raquel. Tanto ela quanto irmã Rute ganharam a viagem de presente de um benfeitor anônimo e sofreram para decidir se iriam. “Chorei demais, mas agora estou achando ótimo”, admite irmã Rute. Segundo ela, conhecer gente diferente estava sendo a parte mais enriquecedora do passeio. Pacientes e sempre de hábito, apesar do calor de mais de 35 graus, as religiosas circularam pelos deques atendendo a todos. E acredite: não é fácil circular de hábito ou batina em um cruzeiro católico. “Dei confissão hoje pela manhã, mas logo tirei a batina”, explicava padre Benedito Tadeu Rossi, à paisana. “Se não tirasse, não ia conseguir andar!” Como as irmãs missionárias, ele viajou a passeio com outro pároco de sua cidade, Araras, no interior de São Paulo, mas se dispôs a ajudar.

A organização conta que tinha estabelecido que dois dos seis padres da Arquidiocese de Campinas fizessem rodízio para atender quem quisesse se confessar. Não foi suficiente. Mais dois sacerdotes ficaram à disposição dos fiéis e o horário de atendimento teve de ser estendido. A sede dos fiéis pelo contato com os religiosos parecia inesgotável. Mas um, em especial, atraiu atenções e flashes como um verdadeiro pop star – padre Fábio de Melo, que já vendeu mais de dois milhões de discos com músicas católicas, além de um milhão de livros da mesma temática. Ele passou como um furacão pelo navio. Os shows que fez – dois oficiais e um extra, na piscina da embarcação – foram os que mais atraíram fãs e fiéis. Para o comerciante de Cubatão Aluízio José dos Santos, padre Fábio é único. “Ele comunica de igual para igual, não usa palavras difíceis”, garante Santos, que embarcou com a esposa, Maria das Graças, numa viagem que, há poucos anos, não passava de sonho. “Via os navios passando da loja em que trabalho em São Vicente (litoral paulista) e pensava que um dia estaria lá dentro”, revela. O Navegando com Nossa Senhora se encaixou bem ao bolso e às aspirações do casal, que tem três filhos. “Da próxima vez vamos tentar trazê-los”, afirma Maria das Graças. Segundo Carvalho, da CNSVR o casal já pode começar a preparar o bolso. Depois do sucesso do primeiro cruzeiro católico, o segundo já tem data para acontecer – de 21 a 24 de janeiro de 2011, em um navio para 2,1 mil passageiros. Haverá espaço para pelo menos mais 300 fiéis. É o milagre da multiplicação.

– Como é Fácil Pagar Dívidas Impagáveis, estando no Governo

 

Falamos há pouco tempo sobre a falta de Ética na Política, utilizando o fato das doações financeiras de Blairo Maggi à campanha do PT PÓS-ELEIÇÕES E ÀS VÉSPERAS DO ANÚNCIO DO NOME DO MINISTRO DA AGRICULTURA, do qual ele é cotado (o artigo está disponível clicando em: ÉTICA NA POLÍTICA É COISA RARA)

 

Pois bem: sabemos que a dívida criada pela campanha de dona Dilma é altíssima. Como pagá-la, sem recursos suficientes?

 

Uma solução é o uso de doações de “empresas amigas”, que depois teriam esse montante financeiro de volta através de vitórias em “concorrências” públicas e o lucro vultuoso nas obras realizadas.

 

Complexo? Imoral? Corruptível? Para nós, sim. Mas para quem tem know-how, nem tanto…

 

Compartilho um email esclarecedor enviado por um amigo e consultor na área sucroalcooleira sobre como se paga essa dívida através de ações suspeitas e totalmente interessadas (omito o nome do emitente por razões óbvias), cujo original está no blog do jornalista José Roberto de Toledo (OESP, clique aqui para visualizá-lo).

 

Veja abaixo se o esquema não é realmente muito bem feito. E nós, pobres mortais eleitores e contribuintes, novamente pagamos as contas:

 

COTADO PARA O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, SENADOR BLAIRO MAGGI DOA R$ 1 MILHÃO PARA A CAMPANHA DE DILMA PÓS ELEIÇÃO

 

Cotado para assumir o Ministério da Agricultura, o senador eleito Blairo Maggi (PR) ajudou em mais de uma maneira a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Através de suas empresas, o ex-governador de Mato Grosso doou R$ 1 milhão para o Comitê Financeiro Nacional para Presidente da República, administrado pelo PT.

 

Foram duas doações, registradas na contabilidade oficial da campanha petista. O mais curioso é que elas ocorreram na semana passada, muito depois do término da eleição. Ao que tudo indica, o empresário, um dos maiores produtores de soja do mundo, estava ajudando a fechar a conta da campanha de Dilma.

 

A maior doação foi feita pela Amaggi Exportação e Importação Ltda: R$ 700 mil, na quinta-feira passada. No dia seguinte, a Agropecuária Maggi Ltda doou mais R$ 300 mil ao mesmo Comitê Financeiro Nacional.

 

Na terça-feira, Blairo foi convidado a acompanhar a presidente eleita em viagem a Tucuruí, no Pará, para inauguração de duas eclusas construídas por outro doador da campanha de Dilma, a Camargo Corrêa. Se emplacar mesmo no ministério, ele deverá entrar na cota do PR.

 

O Comitê Financeiro Nacional para Presidente, do PT, recebeu 46 doações de empresas com valores superiores a R$ 10 mil após o término da campanha. Elas somam R$ 12,741 milhões. A maior doação individual foi feita pela Construtora Queiroz Galvão S/A, no valor de R$ 2 milhões.

 

Mas o setor que mais contribuiu após o fechamento das urnas foi o sucroalcooleiro. Foram pelo menos R$ 3,5 milhões nas últimas semanas. Segundo usineiros ouvidos (…), o segmento foi convidado a ajudar a fechar a contabilidade da campanha de Dilma após o término da eleição.

 

A Cosan, maior empresa do setor, fez duas doações em novembro, somando R$ 1,5 milhão. A Copersucar também doou R$ 500 mil no dia 23 passado. E a Usina São Martinho fez dois aportes no dia seguinte que totalizaram também R$ 500 mil.

 

Um caso especialmente interessante é o da Açúcar Guarani S/A. A empresa, controlada pelo grupo francês Tereos, fez duas doações à campanha de Dilma, que totalizaram R$ 1 milhão, nos dias 19 e 22 de novembro. A Petrobras é sócia da empresa.

 

Em abril, a Guarani recebeu um aporte da Petrobras no valor de R$ 682 milhões, o que garantiu 26,3% das ações da companhia à Petrobras Biocombustível. A PBio, como é chamado o braço da estatal voltado ao etanol, deverá investir mais R$ 929 milhões na Açúcar Guarani ao longo dos próximos cinco anos, o que lhe valerá 45,7% do capital da empresa.

– Administração de Empresas nas Asas da Red Bull

 

Compartilho com os amigos uma história de sucesso empreendedor, publicada na IstoÉ Dinheiro de 24/11/2010, pg113-117, por Eliane Sobral, a respeito do grande CEO da Red Bull, o austríaco Dietrich Mateschitz, que fez uma bebida se tornar um sucesso mundial, utilizando-se de eventos paralelos e boa administração. E anuncia: vem aí a Red Bull Cola e o Red Bull Fone!

 

O HOMEM QUE DEU ASAS PARA A RED BULL

 

É bem provável que você nunca tenha ouvido falar no paulistano Leonard Ang.  Pois Ang defendeu as cores do Brasil e trouxe para cá o inédito título de campeão internacional de… aviãozinho de papel! Para quem já passou dos 30 anos, o Campeonato Mundial de Aviões de Papel, realizado em Salzburgo, na Áustria, pode parecer uma grande bobagem. 

 

Mas milhares de jovens espalhados pelo mundo acompanharam com especial interesse a insólita competição. O próprio Ang teve de disputar o título com outros 73 competidores. Quem inventou o curioso torneio foi o bilionário austríaco Dietrich Mateschitz. Mas no currículo deste homem de 66 anos consta um feito, digamos, mais relevante: Mateschitz praticamente criou o mercado de bebidas energéticas, 28 anos atrás, com o lançamento do Red Bull.

 

Chamar a atenção de forma pouco convencional tornou-se a marca registrada de Mateschitz e, conhecendo um pouco mais de perto o funcionamento da empresa criada pelo empresário, fica a dúvida se o negócio dele é produzir bebidas ou ideias mirabolantes. A resposta mais provável é “os dois”. Ao mesmo tempo que investe um punhado de dólares no torneio internacional de aviãozinho, ele não pensa duas vezes para aplicar US$ 150 milhões numa equipe de Fórmula 1, como fez no ano passado. O resultado, em ambos os casos, mostra que Mateschitz não perderia dinheiro se resolvesse virar publicitário. 

 

Depois de conquistar o título de construtores da Fórmula-1, a Red Bull Racing (RBR) ganhou também o campeonato de pilotos com o alemão Sebastian Vettel. “Se você considerar o alcance global da Fórmula 1 e sua presença maciça na mídia mundial, seja tevê, seja impresso ou online, e ainda a imagem incontestável da F-1 como tope do esporte a motor, o retorno sobre o investimento é tão evidente que nem sequer precisa ser avaliado”, disse Mastechitz com exclusividade à DINHEIRO. 

 

Na Fórmula 1 desde 1987, quando começou patrocinando o compatriota Gerhard Berger, Mateschitz foi ampliando sua presença na principal competição do automobilismo mundial. Em 1995, passou a ser a principal patrocinadora da Sauber. Só dez anos depois é que a marca formou sua própria equipe, a Red Bull Racing. Um ano depois, a empresa comprou a Minardi e a rebatizou como Scuderia Toro Rosso. 

 

Os resultados não poderiam ser melhores. Os investimentos – US$ 150 milhões só no ano passado para manter as duas equipes – deram resultados a Mateschitz dentro e fora das pistas. Com apenas cinco anos de Fórmula 1, a Red Bull Racing conseguiu alcançar mais exposição que a tradicionalíssima Ferrari, de Fernando Alonso e Felipe Massa, de acordo com um levantamento realizado pela consultoria britânica MargauxMatrix. 

Não é só por conta da visibilidade que o empresário foi atrás da Fórmula 1. A categoria reúne atributos – como dinamismo, performance, trabalho em equipe, charme e poder – que casam perfeitamente com as características que o energético produzido pelo austríaco passa para o público consumidor. 

 

“Ultrapassar a Ferrari fora das pistas é um feito incrível”, afirma James Gibson, diretor comercial da consultoria britânica, acrescentando que não consegue imaginar exposição melhor do que essa. Ele não, mas Mateschitz não só imagina como põe tudo em prática. E rapidamente. 

 

Em 2008, quando a Piazza San Marco, em Veneza, na Itália, sofreu uma inundação, o surfista Duncan Zuur, patrocinado pela Red Bull, “pegou uma onda” na enchente e surfou até a polícia chegar e acabar com a festa. O “feito” de Zuur ganhou os jornais do mundo inteiro e só na internet o vídeo foi visto mais de um milhão de vezes. 

 

Com um produto pioneiro e um marketing ímpar, a Red Bull transformou-se numa máquina de fazer dinheiro e é essa máquina que alimenta a fortuna de Mateschitz. Com um patrimônio pessoal de US$ 4,1 bilhões, ele é o segundo homem mais rico da Áustria – só perde para Karl Wlaschek, dono de uma rede de supermercados, com US$ 300 milhões a mais que Mateschitz.

Para manter em movimento as engrenagens dessa máquina, o empresário não economiza no marketing. Nada menos que 35% de todo o faturamento anual da Red Bull é investido na promoção da marca. No ano passado, a receita da empresa foi de 3,2 bilhões de euros, com 3,921 bilhões de latinhas do energético vendidas em todo o mundo – o que coloca a Red Bull no ranking dos maiores exportadores da Áustria, onde a bebida é fabricada.  

 

Mais do que um orçamento bilionário para promover a marca, o que vem transformando a Red Bull num fenômeno global de marketing é a forma que Mateschitz trabalha e faz sua equipe trabalhar. Pode-se dizer que a sede da Red Bull é a versão austríaca do Google – conhecido pela forma descontraída de seus empregados. Lá, todo mundo tem liberdade e é incentivado a criar e ter ideias o tempo inteiro. Ninguém precisa ficar perdendo tempo consultando uma infinidade de escalões superiores para pôr as ideias em prática.

 

Ao mesmo tempo que a informalidade impera, cada um dos quase sete mil funcionários da Red Bull sabe muito bem qual é o seu papel. “Pode-se dizer que Mateschitz é centralizador. Mas também deve-se dizer que ele só centraliza aquilo que não comprometa a performance de sua marca”, diz um executivo do mercado de bebidas, familiarizado com a história da empresa. Outra característica da Red Bull conhecida pelo mercado são os bons salários e a oportunidade de ascensão que ela oferece. 

 

Pedro Navio é um bom exemplo. Está na empresa há dez anos, começou como estagiário e hoje é gerente-geral da Red Bull Brasil. “Mas não é fácil entrar lá. Se você não domina pelo menos dois idiomas, além do seu, já fica na primeira fase do processo de seleção que pode demorar meses para ser concluído”, diz uma jovem que trabalhou por alguns anos na empresa.

O cuidado com sua mina de ouro é tamanho que Mateschitz apressou-se em declarar que sua equipe de Fórmula 1 não faria o abominável jogo de equipe – o mesmo que fez Felipe Massa abrir passagem para Fernando Alonso no GP da Alemanha em agosto e escandalizou o mundo do esporte. 

 

“O mundo inteiro condenou a Ferrari depois do que eles fizeram em Hockenheim e nós nunca sequer pensamos nisso. Um segundo lugar, em circunstâncias corretas, pode ser melhor do que uma vitória em razão de pedidos e confirmações”, diz Mateschitz. De acordo com gente próxima ao empresário, ele estava realmente muito mais preocupado em preservar os valores da marca Red Bull que criou do que em comemorar mais um título ao lado da equipe da RBR. 

 

Traduzindo: ele ficou com medo de que uma atitude antidesportiva contaminasse seu produto. “Queremos estabelecer a Red Bull Racing como uma das três ou quatro equipes de ponta da categoria, lutando por títulos de pilotos e construtores em todas as temporadas. Nossas perspectivas na Fórmula 1 são totalmente de longo prazo”, disse o empresário, que também tem a equipe Toro Roso na competição.  A declaração de Mateschitz também responde à pergunta se pretendia vender o nome da escuderia para bancar as despesas crescentes com o time. 

 

A possibilidade surgiu no meio automobilístico junto com a informação de que a Red Bull já não estaria apresentando o desempenho de pouco tempo atrás. De fato, a crise econômica mundial nos últimos meses de 2008 fez as vendas da empresa recuarem em quase 100 milhões de latas entre 2008 e 2009 e o faturamento caiu 1,66%. 

 

Além disso, na esteira do sucesso do energético austríaco, outros produtos similares surgiram e hoje há mais de 15 marcas diferentes de bebida energética no mercado mundial, entre elas a Burn e a Rockstar, distribuída por Coca e Pepsi-Cola, respectivamente. A Red Bull não divulga números globais, mas, pelo menos no Brasil, ela ainda reina absoluta com 60% de participação de mercado, de acordo com dados da Nielsen. Em 2009, a empresa comemorou não só o crescimento de 30% de vendas aqui como o marco histórico das 100 milhões de latas vendidas no mercado brasileiro.

 

“Nós não levamos o produto para o consumidor, nós trazemos o consumidor para o produto”, diz Mateschitz, para explicar o sucesso de sua empresa e de seu produto pouco saboroso. A escolha do sabor de Red Bull, aliás, é um outro capítulo na história da empresa. “Ele realizou um teste de degustação e ao final escolheu aquele que as pessoas menos tinham gostado”, comenta uma fonte familiarizada com a história da empresa. 

 

O empresário teria justificado a decisão de forma muito simples e objetiva, bem a seu estilo: “Eu não quero que as pessoas gostem de Red Bull. Eu quero que elas amem.” Solteiro por convicção e não por falta de opção, Mateschitz não tem feito outra coisa desde que descobriu o poder dos drinques energéticos: trabalhar incessantemente na marca.

 

A ideia surgiu nos anos 80, quando Mateschitz era executivo de uma multinacional e viajava com frequência para a Ásia. Em Cingapura, taxistas contaram que a bebida era o combustível usado para enfrentar longas jornadas de trabalho. De volta à Áustria, Mateschitz investiu pouco mais de US$ 500 mil para criar a Red Bull e transformá-la na bebida preferida de jovens entre 18 e 29 anos de idade que adoram passar a noite na balada. 

“Eu não sou consumidor do produto, mas admito que acompanho a empresa com muita atenção. O que eles fazem é muito fora da caixa”, diz Silvio Laban, coordenador-geral dos programas de MBA e professor de marketing do Insper. Por “fora da caixa” entenda-se as estratégias de divulgação genialmente simples que a empresa põe em prática para se promover. 

 

Com seus próprios eventos esportivos, a empresa não divide a exposição. “Também não fazem eventos para a massa porque não é a massa que interessa. É o jovem, que passa cada vez menos tempo na frente da televisão”, afirma Laban. Entre as diversas atividades promocionais da Red Bull estão uma corrida de avião – que a empresa inventou em 2001 e que levou 400 mil pessoas ao Aterro do Flamengo, em maio deste ano, só no primeiro dia de competição. 

 

Vários atletas já tentaram atravessar o Canal da Mancha a nado. Pois, em 2003, a Red Bull colocou o paraquedista Felix Baumgartner para fazer a travessia entre a França e a Inglaterra, sobrevoando o canal, sem o auxílio de motores, apenas com um par de asas. Diante dessas ideias, patrocinar um time de futebol parece até meio sem graça. Pois a marca tem duas equipes, o New York Red Bull e o Red Bull Brasil, com sede em Campinas, interior de São Paulo. No total, são mais de 600 atletas patrocinados pela empresa em todo o mundo.

 

Gente pouco conhecida do grande público, mas com credenciais junto à “galera” que consome o energético de Mateschitz. Uma das maiores criadoras de conteúdo no mundo esportivo, curiosamente a empresa até mantém perfil nas mídias sociais mais badaladas do momento – Twitter e Facebook. Mas não é um campeão de audiência. No microblog, por exemplo, tem apenas 94 mil seguidores. 

 

Pouco, considerando-se o estardalhaço que a marca faz o ano inteiro e comparando com outras empresas como a rede de cafeterias Starbucks que possui um milhão de seguidores. “Também não é por acaso”, diz o professor do Insper. “A Red Bull sabe que as pessoas estão mais interessadas em saber o que os consumidores têm a dizer sobre uma empresa do que ouvir o que a empresa fala a respeito de si mesma”, afirma Laban.  

 

A Red Bull e seu criador, o bilionário Mateschitz, realmente não querem caminhar na mesma direção em que todos estão indo. Estima-se que apenas 20% do total investido pela empresa em marketing seja gasto com a publicidade tradicional. A propaganda, cujo slogan diz que “Red Bull te dá asas”, já está devidamente fixada na cabeça do consumidor e tudo o que a empresa precisa é continuar inventando moda. E ela inventa. 

 

As novidades – ainda inéditas no mercado brasileiro – são um refrigerante à base de cola, o Red Bull Cola, e uma operadora de telefonia celular, a Red Bull Móbile, que anda fazendo sucesso na Áustria, na Suécia e na Hungria. A empresa, que já está em 160 países com seu energético, não é mais uma companhia de uma marca só e Mateschitz dá sinais de que o céu é o limite quando o assunto é criar negócios e divulgá-los ao mundo. 

 

Não é só ele que leva a máxima a sério. O estudante de engenharia Leonard Ang voltará a Salzburgo, em 2012, para defender seu título de campeão internacional de aviãozinho de papel. “Como venci a competição do ano passado, estou automaticamente inscrito para a próxima. E já estou me preparando”, diz o estudante, que, depois do título, passou a consumir ainda mais o energético com dois touros vermelhos na embalagem. E isso é tudo o que Mateschitz quer.

– A Arte da Bajulação

 

Olha que texto bacana, publicado na Época Negócios (citação abaixo), sobre “a arte de ser um puxa-sacos”. Como se promover bajulando os chefes!

 

A ARTE DA BAJULAÇÃO

 

As loas disfarçadas aos chefes podem dar aquele empurrãozinho que faltava para sair uma promoção. É o que revela uma pesquisa

 

Por Robson Viturino com Álvaro Oppermann

 

Bajulação e puxa-saquismo não são propriamente uma novidade no cotidiano das empresas. No entanto, para quem rejeita essas práticas sem pensar duas vezes, um estudo recente da Kellogg School of Management traz uma notícia no mínimo preocupante. Por meio de entrevistas com executivos de companhias americanas com atuação em diversas áreas, os professores Ithai Stern e James West¬phal constataram que a subida ao alto escalão corporativo raramente se dá apenas por competência. Em grande parte dos casos, as promoções envolvem uma boa dose de politicagem, diplomacia e bajulação. “Os executivos geralmente ganham o ingresso para as posições mais disputadas usando formas sutis e sofisticadas de adulação”, afirmam os autores do estudo.

Os maiores puxa-sacos, segundo eles, são os advogados, os políticos e os vendedores – não necessariamente nesta ordem. Já no que diz respeito à faixa social, os profissionais oriundos das classes média e média-alta têm se mostrado mais hábeis, quando comparados às pessoas das classes mais baixas. Mas, quando se trata de puxa-saquismo, nem tudo é preestabelecido. Embora alguns grupos tenham maior “talento” para a bajulação, existem táticas que, de acordo com os professores, aumentam significativamente as chances de qualquer profissional saltar aos olhos do chefe.

Stern e Westphal identificaram técnicas de insinuação que, sem soar como abjetas, podem ajudar os interessados a subir os degraus da escada corporativa. Soa cínico, e provavelmente é. Mas vamos a elas:

 

Disfarçar a adulação como pedido de conselho_É o meio de elogiar os patrões sem deixar que o elogio soe como “rasgação de seda” ou cause constrangimento às duas partes. “Esta é uma tática certeira”, dizem os professores.

 

Discordar antes de concordar_Em vez de concordar na mesma hora, o bajulador tarimbado negaceia: “De início eu discordei de você, mas seus argumentos acabaram me convencendo”.

 

Fazer o elogio chegar às pessoas certas_A loa muitas vezes é mais eficaz quando feita indiretamente. Em outras palavras, é melhor falar bem do chefe aos seus amigos, cuidando para que suas palavras cheguem aos ouvidos certos, do que babar o tempo todo na sua gravata.

 

Fazer o elogio desculpando-se, para não constranger o chefe_Para se precaver, o bajulador ensaia desculpas antes de iniciar o paparico: “Eu não quero que você pense que elogio à toa, mas a sua apresentação foi sensacional!”.

 

Expressar a mesma opinião que os superiores_Não adianta concordar com eles. É preciso fazê-lo em voz alta. “Eu sou da mesma opinião” e “Acho que todos nós concordamos com você” são algumas das frases usadas.

Descobrir a opinião dos chefes_Se o bajulador não sabe o que pensam os seus superiores, ele sonda. E depois adequa seu argumento ao da chefia.

– A Volta por Cima da Sundown ou não?

 

Sou do tempo em que Bicicletas eram ou Caloi ou Monark. Importada? Só da Trek!

 

Claro que o panorama e o mercado mudaram. E um sem-número de novas marcas ganhou o mercado. Recentemente, uma delas, a Sundown, andou se destacando como a 3ª do ramo. Agora vejo na Revista Exame desta quinzena (17/11/2010, pg 19, por Marcelo Onaga) que a empresa tenta se recuperar, devido a inúmeros contratempos.

 

A SUNDOWN TENTA SAIR DA LAMA

 

A montadora de motos Sundown, que chegou a ser a terceira maior fabricante do país com 5,5% do mercado e produção de 90.000 unidades, tenta se reerguer. Depois de seus sócios Rolando e Isidoro Rozenblum enfrentarem acusações de sonegação fiscal e fraude, serem presos pela Polícia Federal e fugirem para o Uruguai, o controle da empresa foi comprado pelos empresários paranaenses Edison binotto e Fernando Buffa em junho dete ano. Problemas na transferência das ações, que só foi concluída no fim de outubro, deixaram a fábrica parada. Os novos sócios não pagam os salários dos 330 funcionários desde agosto e reconhecem dívidas de aproximadamente 2,5 milhões de reais. Hoje, a Sundown tem 0,8% de participação de mercado e suas concessionárias sofrem com a falta d eprodutos. Buffa, que preside a empresa, diz que voltará a pagar os salários em novembro e prevê a normalização da produção em 6 meses. “A marca é forte e temos um bom estoque de peças. Vamos voltar a conquistar o mercado”, diz.

– Uma Repaginada da Lacoste

A tradicional grife Lacoste sofreu a chamada crise de envelhecimento da marca. Agora, busca renovar sua marca e faz sucesso no Brasil associando sua imagem aos jovens.

UMA SEGUNDA VIDA PARA O CROCODILO

por CARVALHO, Denise. Revista Exame, pg 144-145, ed 16/12/2009

Num mundo marcado pela efemeridade como é o da moda, poucas empresas podem se orgulhar de ter uma marca tão longeva quanto a francesa Lacoste. Fundada em 1933, a empresa está hoje presente em 112 países e fatura quase 1,5 bilhão de euros. Seu logotipo, um inconfundível crocodilo verde, é imediatamente associado a roupas esportivas voltadas para um público de alto poder aquisitivo, na maioria praticante (ou apenas amante) de tênis e golfe. Com o passar dos anos, o pesadelo de muitas empresas tornou-se realidade para a Lacoste. Seus consumidores envelheceram – e, junto com eles, a percepção que os jovens consumidores têm da marca. (Segundo a própria empresa, a Lacoste é tida como uma marca voltada para homens de 40 a 55 anos.) As vendas mostraram o que isso podia significar.

No início desta década, o crescimento mundial médio da companhia não passava de 4% ao ano. Para combater a estagnação e a perspectiva de decréscimo ainda maior no número de consumidores com o passar dos anos, em 2000 a Lacoste iniciou o trabalho de renovação de sua marca, de modo a torná-la popular entre consumidores de 25 a 35 anos – faixa etária ávida por consumir produtos de moda e tecnologia. “Esse esforço vem gerando bons resultados na Europa e nos Estados Unidos”, disse a EXAME o espanhol José Luis Durán, ex-presidente mundial do Carrefour, contratado em julho para ocupar o cargo de principal executivo do grupo francês Devanley, que detém 35% da Lacoste e é responsável pela gestão da marca no mundo. “Agora chegou a vez do Brasil. É daqui que virá boa parte do nosso crescimento nos próximos anos.”

Para atrair o público jovem, a Lacoste manteve seu logotipo intacto em produtos completamente novos – processo que começou lá fora e agora ganha força no Brasil. As linhas de roupas, antes limitadas a algumas peças esportivas e às tradicionais camisas tipo polo, cresceram cerca de 40%, alcançando 350 modelos diferentes. Entre os novos produtos estão bolsas, tênis, óculos e até um celular, que a companhia pretende lançar no início de 2010. A abrangência do público foi ampliada. Crianças e mulheres jovens, normalmente consumidoras mais entusiasmadas, entraram no foco da empresa.

A intenção é atrair famílias inteiras para dentro das lojas. Isso mostra como a Lacoste, normalmente associada à qualidade e ao conservadorismo, precisou rever alguns de seus conceitos – mais especificamente sua elegância discreta baseada em tons como preto, branco e azul-marinho. Cerca de 60 tonalidades vibrantes, como laranja, verde, lilás e amarelo, ganharam força nas coleções. “No setor de vestuário, quanto maior o sortimento de produtos de uma marca, mais ela é percebida como moderna e jovial”, diz Ruy Santiago, da consultoria Bain&Co., especializado no setor de consumo. “É assim que as empresas mostram que estão antenadas.”

Neste ano, estima-se que o público jovem responderá por quase 15% do faturamento da Lacoste no Brasil – ante 7% em 2008. Mundialmente, há indicadores ainda mais expressivos. A taxa média de crescimento anual é cerca de 15% – quase quatro vezes a do início da década.

Além de renovar o portfólio de produtos, a operação brasileira da Lacoste vem reformando sua rede de lojas. Até o fim do ano, cerca de 85% de suas 60 franquias terá os móveis em tons sóbrios substituídos por prateleiras brancas e algumas araras. A ideia é deixar o ambiente com um ar mais despojado – além de permitir que o cliente manuseie com mais facilidade as peças. “Os consumidores jovens são autossuficientes e informais”, diz Ricardo Palmari, presidente da Lacoste no Brasil. “Não fazia sentido mantermos vendedores monopolizando o acesso às roupas.” Ao mesmo tempo, a Lacoste vai reforçar sua atuação em lojas multimarcas. A empresa pretende dobrar a presença nesses pontos nos próximos três anos, alcançando 700 lojas no país.“Com tudo isso, o Brasil deixará de ser uma operação irrelevante para se tornar a quarta maior do grupo”, diz Durán.

A busca pelo público jovem –  e pela própria juventude – é quase um imperativo no mundo da moda. Marcas como Ralph Lauren, Hugo Boss e Tommy Hilfiger vêm investindo há pelo menos dez anos nesse público para acelerar o crescimento, sobretudo por meio da venda de acessórios como bolsas, óculos e sapatos. “Para não colocar em risco a reputação da grife, essas empresas criaram subcategorias de produtos”, diz Markus Stricker, sócio da consultoria AT Kearney especializado em varejo e bens de consumo. “Dessa forma, elas conseguem atrair novos consumidores sem abrir mão da aura de nobreza que permeia sua história.” Na alemã Hugo Boss, estima-se que menos de 50% do faturamento mundial de 1,6 bilhão de euros em 2008 veio de seus prestigiados paletós –  no ano 2000, essa linha respondia por 70% da receita total. Ganhará o jogo quem convencer a moçada de que é possível ser cool e quase aristocrático ao mesmo tempo.

Banho de loja

Como a Lacoste quer rejuvenescer sua marca no Brasil

MAIS MODELOS – O mix de roupas, antes limitado a peças esportivas para tênis e golfe e camisas tipo polo, foi aumentado em cerca de 40%, para 350 modelos

CORES VIBRANTES – Além das tradicionais tonalidades sóbrias, como preto, branco e azul-marinho, passou a oferecer peças em cores vibrantes, como laranja, verde e lilás

APELO FEMININO – As roupas para mulheres e crianças ganharam mais espaço nas lojas. Além disso, a empresa investiu na fabricação de acessórios como bolsas e tênis

AMBIENTE DESPOJADO – Nas lojas, os móveis em tons escuros estão sendo substituídos por prateleiras na cor branca e por araras. Com isso, o ambiente ganhou ar mais despojado.

– Curiosidades dos Direitos Autorais

Quando as músicas dos Beatles caem no domínio público? E personagens como o Mickey? Olha só cada interessante detalhe sobre Direitos Autorais, extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87227-8489-221,00-LIBEROU+GERAL.html

LIBEROU GERAL?

Popeye, Drácula e Elvis estão caindo em domínio público. Mas, antes de sair mexendo com as obras envolvendo os caras, saiba o que pode e o que não pode.

por Guilherme Rosa

Acuado num canto pelo vilão Brutus, Popeye recorre ao seu segredo para obter uma força descomunal: uma fatia de queijo brie acompanhada de uma taça de Châteauneuf du Pape. Se um animador francês quiser dar vida a esse roteiro, está liberado. É que, a partir deste ano, as aventuras do marujo e sua turma caíram em domínio público. Mas, por enquanto, só na Europa. Nos EUA, o personagem ainda está condenado ao espinafre até, pelo menos, 2034.

“O direito autoral vem em camadas. Sempre temos que perguntar o que exatamente caiu em domínio público e onde”, diz Ronaldo Lemos, advogado e diretor do Criative Commons Brasil. Na Inglaterra, por exemplo, o direito sobre gravações musicais termina 50 anos depois de seu lançamento. Ou seja, em 2012 as primeiras canções dos Beatles cairão em domínio público. Mas as composições continuarão tendo dono. O que vai estar liberado é o comércio e a edição das faixas gravadas pelo quarteto. Quem resolver fazer uma versão cover de “Love Me Do” continuará tendo que pagar.

No Brasil e nos EUA, os direitos sobre uma obra duram até 70 anos depois da morte do autor. Mas, diferentemente do Brasil, personagens controlados por empresas americanas são tratados de outra forma: a contagem é feita a partir de sua criação. É o caso do Mickey, que deveria ter caído em domínio público em 2003, não fosse um lobby ferrenho da Disney. Em 1998, o Congresso aumentou o prazo de direito autoral de uma empresa de 75 para 95 anos. Ou seja, Mickey só em 2023.

– Uma Renovada Tradição do Guaraná Jesus

O Guaraná Jesus, tradicional refrigerante cor-de-rosa consumido no Maranhão, recentemente ganhou prêmios pela sua renovação da embalagem. Após sua aquisição pela Coca-Cola, os consumidores temiam mudanças radicais, o que não ocorreu.

Compartilho o case bem-sucedido, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI155469-15259,00.html

 

MUDANÇA BENFEITA

 

Como uma pequena marca brasileira de refrigerante levou o maior prêmio mundial de design

 

POR Thiago Cid

 

Uma anedota maranhense afirma que, no Estado, o primeiro significado da palavra Jesus é um refrigerante. A brincadeira reflete um fenômeno que começou local, tornou-se famoso no Brasil e agora se apresenta ao mundo: o guaraná Jesus, segundo refrigerante mais consumido no Maranhão (atrás apenas da líder global Coca-Cola). A folclórica bebida cor-de-rosa ganhou a medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, a maior premiação mundial de design. A campanha vencedora ocorreu no fim de 2008 para renovar o visual da lata. A tarefa não era simples, já que a bebida angariou, ao longo de décadas, fãs entusiasmados.

O guaraná Jesus, criado em 1920, enraizou-se no gosto maranhense. Com pouquíssima propaganda, tornou-se quase um símbolo cultural do Estado. Ele deu origem a um subsegmento, o guaraná rosado, comum também no Piauí e Pará. Nos últimos anos, seu nome engraçado e sua cor fascinante ganharam simpatia Brasil afora. Há centenas de comunidades bem-humoradas a seu respeito no Facebook e no Orkut. Vídeos no YouTube brincam com o refrigerante em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Curitiba e outras cidades espalhadas pelo país – o tipo de tratamento espontâneo e alegre que empresas gastam milhões para conseguir. Há muito mais gente que fala sobre a bebida do que gente que já experimentou mesmo seu sabor muito doce, com traços de cravo e canela (a fórmula exata tem uma aura de mistério), mas os apreciadores reais não só existem, como se organizam para “importar” as latinhas do Maranhão. Por isso, renovar a lata sem incomodar os fãs seria um trabalho delicado. “Em marcas que são ícones, como o Jesus é no Maranhão, o desafio é manter a ligação emocional com os consumidores”, diz Leonardo Lanzetta, diretor executivo da agência de publicidade Dia, que montou a estratégia de marketing premiada. Em outras palavras: uma mudança desastrada faria com que o bebedor de Jesus não reconhecesse mais o produto que lembra sua infância, adolescência e tempos felizes.

Os publicitários fizeram uma campanha estadual com três propostas de novos desenhos para a lata e pediram votos dos fãs. Usaram a internet e mensagens por celular. Três pessoas fantasiadas de latinha – uma de cada opção – passearam por São Luís, brincaram com os passantes, visitaram colégios e entraram em casamentos, sempre recebidas com festa. O modelo vencedor lembra outro símbolo do Estado, os azulejos coloniais portugueses de São Luís. A Coca-Cola, que havia comprado a marca em 2001, esperou para fazer mudanças sem quebrar a ligação nostálgica dos bebedores com Jesus. “Foi um grande mérito da campanha. Os consumidores sentiram que a marca pertence a eles, e não à Coca-Cola”, afirma Júlio Moreira, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e especialista em marcas. Desde a campanha, as vendas do refrigerante cresceram 17%, segundo a consultoria Nielsen.

O resultado certamente teria agradado ao criador da bebida, o farmacêutico Jesus Norberto Gomes – que era ateu, foi excomungado e morreu em 1963. O guaraná resultou de uma tentativa frustrada de fabricar um remédio. Deu errado, mas os netos do farmacêutico adoraram o xarope. Nascia um produto vitorioso.

– O Novo Magnata do Petróleo

 

Você conhece Márcio Rocha Mello?

 

Pois bem: o dono da HRT, concorrente direto da EBX de Eike Batista, é um bilionário de sucesso. Com um detalhe: é o mais novo magnata do petróleo, sem ter explorado uma gota!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/39230_O+NOVO+MAGNATA+DO+PETROLEO

 

O NOVO MAGNATA DO PETRÓLEO

 

Por Carlos Sambrana

 

Conheça o empresário Márcio Rocha Mello, dono da HRT, empresa de petróleo que nasce com valor de mercado de R$ 5,1 bilhões e chega para brigar com a OGC

 

As festas do empresário carioca Márcio Rocha Mello, 57 anos, são famosas no setor do petróleo por uma característica, no mínimo, peculiar. Em todo congresso de óleo e gás que acontece no Rio de Janeiro, Mello, o homem que comanda a empresa HRT Participações em Petróleo, prepara um rega-bofe com show de escola de samba e mulatas devidamente trajadas em microfios-dentais. 

 

Na segunda-feira 25, ele fez jus à fama no lançamento de ações da HRT Participações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Depois dos discursos de abertura e de tocar a famosa campainha de abertura do pregão, músicos e voluptuosas passistas invadiram o salão da Bovespa. 

 

Mello, fã incondicional de samba, caiu na folia numa cena atípica para quem está acostumado a ver sisudos executivos de terno e gravata. Mas ele tinha motivos de sobra para festejar: sua empresa captou R$ 2,6 bilhões com a abertura de capital. O que chama a atenção nesse caso é que a HRT, com pouco mais de um ano de vida, ainda não extraiu uma gota sequer de petróleo – modelo semelhante ao da OGX, companhia do bilionário Eike Batista.

“O Brasil tem a segunda maior empresa de petróleo do mundo (a Petrobras) e a terceira maior bolsa. Hoje, começa a ter a maior empresa independente de óleo e gás do mundo”, disse Mello na Bovespa. Se depender de sua modéstia e de seus planos, essa é primeira de suas várias aparições como o novo magnata do petróleo.

 

O empresário foi forjado na Petrobras, onde trabalhou por 24 anos e ficou conhecido como um dos mais talentosos geólogos de petróleo do mundo. Aliás, entre 1990 e 2000, foi responsável por estudos de sistemas petrolíferos na grande maioria das bacias sedimentares do Brasil, África e América Latina. Ou seja, tem na cabeça o mapa das riquezas que estão debaixo da terra. 

 

“O Márcio Mello, em si, é o grande ativo da companhia”, diz Mauro Kahn, diretor do Clube do Petróleo e gerente da pós-graduação da Coppe UFRJ. “Ele, certamente, deve saber o que está comprando”, diz, referindo-se às áreas de exploração da HRT. É no que os investidores têm apostado. 

 

Desde que deixou a Petrobras, em 2000, Mello criou vários negócios ligados à área de petróleo, mas a HRT é, de longe, a sua grande tacada. Fundada em julho de 2009, a HRT iniciou as operações com a compra de 51% de 21 blocos de exploração na Bacia de Solimões, na Amazônia. Três meses depois, recebia um aporte de US$ 275 milhões de fundos de investimentos, como o MSD Capital, do bilionário americano Michael Dell.

Em junho deste ano, adquiriu mais cinco blocos na Namíbia e recebeu a certificação da empresa DeGolyer & MacNaughton atestando que as reservas da HRT chegam a 2,1 bilhões de barris de petróleo. Era a senha que faltava para convencer os investidores do potencial da empresa, que também conta com blocos nas bacias do Recôncavo, do Espírito Santo e Rio do Peixe. 

 

Em seu primeiro pregão, a ação foi lançada a R$ 1.205 e fechou cotada a R$ 1.167. Na quarta-feira 27, encerrou o pregão em R$ 1.135. Apesar da ligeira queda, o preço está entre R$ 1.005 e R$ 1.350, patamar vislumbrado pelos bancos Credit Suisse, Goldman Sachs e Citigroup, que coordenaram a operação. 

 

A aposta foi alta porque a HRT tem outra característica que se assemelha à OGX de Eike Batista. Seus principais funcionários têm vastas experiências no setor. Ocupam altos cargos na companhia executivos como John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e Eduardo de Freitas Teixeira, ex-presidente da Petrobras nos anos 90. Eles trabalham na sede da HRT, que ocupa três andares de um prédio na avenida Atlântica, em Copacabana. 

 

O escritório, com vista para o mar, revela um outro lado do executivo, notório por seu conhecimento técnico. É que todo visitante que chega na HRT é recebido com um par de pantufas e encontra o comandante da companhia descalço. A primeira explicação para isso é que o carpete é branco e, como em um laboratório, tem que ser mantido limpo. A outra explicação, frequentemente fornecida por Mello, é que os pés descalços sentem a energia do ambiente.  

 

Hoje, a HRT tem um valor de mercado de R$ 5,1 bilhões. Mello, ao estilo Eike Batista, acha pouco. Em uma entrevista concedida à revista Brasil Energia, antes do período de silêncio imposto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ele disse que a companhia tem potencial para chegar em US$ 10 bilhões. “Tudo em que botei o meu dedo virou ouro. Me chamam até de golden boy.” Será mais um dizendo que vai ser o homem mais rico do mundo?