– A Pé é mais rápido do que de Trem

 

Recomendo aos amigos a leitura da Revista Exame da penúltima semana (Ed 984). Nela há um estudo que mostra: para se ir a pé de Limeira a Santos, você leva 4,5 dias. Para ir de trem e embarcar algo no Porto de Santos, no mesmo trecho, 12 dias!

É o Custo-Brasil…

– Schincariol e Petrópolis descartam SAB Miller

 

Leio na Revista Exame (Ed 26/01/2011, coluna Primeiro Lugar), que a Sab Miller ainda não encontrou o parceiro ideal para entrar com mais impacto no mercado brasileiro.

 

Quanto mais demorar, pior será a ela, já que o mercado está a todo vapor!

 

Abaixo, a matéria e os motivos:

 

A DISCRETA CHEGADA DA SAB MILLER

 

O cortejo da cervejaria inglesa SAB Miller ao mercado brasileiro é antigo. Recentemente, a empresa, segunda maior cervejaria do mundo, voltou a conversar com a brasileira Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Crystal, e tentou negociar coma Schincariol, vice-lider do mercado local. Com a Petrópolis o negócio não andou por falta de acordo financeiro. A família dona da Schincariol nem sequer iniciou negociações, porque não aceita abrir mão do controle. Sem acordo, os ingleses da SAB Miller firmaram um pequeno contrato de distribuição coma gaúcha ImportBeer. No mercado, comenta-se que a entrada modesta é apenas uma forma de posicionar a marca no mercado antes de uma aquisição importante.

– Kia e Hyundai vencem em 2010!

 

Kia e Hyundai fazem parte de um só conglomerado sulcoreano. Entretanto, aqui elas brigam ferozmente. Mas o que surpreende é que, acima da expectativa da matriz, ambas cresceram mais do que previsto elevando o conceito de suas marcas e ganhando boa fatia de mercado. As 2 empresas foram as primeiras em crescimento no mercado automobilístico no ano passado. Abaixo:

 

OS COREANOS VENCERAM EM 2010

 

Por Marianna Aragão, Rev Isto É Dinheiro, Ed 23/10/2010, pg 65-68

 

Inimigas ferrenhas aqui e lá fora, Hyundai e Kia foram as montadoras que mais cresceram no Brasil no ano — difícil vai ser repetir o feito daqui para a frente!

 

Em uma das incontáveis cenas recentes de humor da novela Passione, exibida atualmente pela Rede Globo, a socialite emergente Clô, personagem interpretada pela atriz Irene Ravache, dá pulos de alegria ao receber de presente do marido um carro zero-quilômetro. Desde sua estreia na TV, em outubro, o novo automóvel de Clô — um Cerato, sedã médio da coreana Kia Motors, cuja nova versão foi recém-lançada no Brasil — já apareceu mais seis vezes na trama. Outros 26 carros da marca estão estacionados no pátio da emissora, prontos para as cada vez mais recorrentes ações de merchandising.

Poucos meses antes, durante a Copa do Mundo de futebol realizada na África do Sul, a também coreana Hyundai, que pertence ao mesmo conglomerado da Kia na Coreia do Sul (aqui as duas atuam de forma independente), autorizou pela primeira vez em sua história uma adaptação local de sua campanha mundial — o “tchá tchá” do comercial original, que significa gol, foi substituído no Brasil por palavras de encorajamento à seleção verde-amarela. Iniciativas como essas — apoiadas num orçamento em publicidade que deve chegar à casa do bilhão de reais em 2010 — deixam claro o grau de agressividade a que chegaram as duas montadoras coreanas no Brasil.

Hyundai e Kia vão encerrar 2010 entre as montadoras que mais cresceram no país. No caso da Hyundai, o aumento nas vendas entre janeiro e novembro foi de 54%, puxadas em grande parte pelo desempenho do hatch i30, hoje seu modelo mais vendido. O crescimento foi suficiente para colocá-la à frente da japonesa Toyota e no sétimo lugar do ranking de montadoras. A Kia, por sua vez, avançou 134%, atingindo 1,6% de participação de mercado. Para efeito de comparação: o setor como um todo cresceu 10% em 2010, uma expansão invejável quando comparada aos resultados dos mercados desenvolvidos. “Precisávamos fazer barulho para mostrar a nova cara da marca aos brasileiros”, diz José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors no país. “Não somos mais a montadora que produzia a van Besta. Temos carros de qualidade para competir de igual para igual no mercado.”

A arrancada das duas montadoras ocorre num momento particularmente atípico do mercado brasileiro. A despeito do bom momento que vive o setor, que deve encerrar o ano com um recorde de 3,5 milhões de unidades vendidas, marcas como Toyota, Honda, Renault, Peugeot, Citroën e Nissan fizeram poucos lançamentos no período (a Honda, por exemplo, nem sequer reestilizou as versões já existentes). Ao todo, apenas oito veículos novos dessas montadoras chegaram às concessionárias. Enquanto isso, as coreanas aceleraram a introdução de novos modelos no Brasil.

A Kia apresentou seis carros novos no país, entre modelos compactos e sedãs médios — outros três estão previstos para o primeiro semestre de 2011. Além disso, abriu 27 revendas, elevando o total de lojas para 144 (outras 23 já estão acertadas para os próximos meses). A Hyundai, por sua vez, lançou três carros, deu início à produção da SUV Tucson no Brasil em abril e já anunciou a construção de uma nova fábrica em Piracicaba, no interior de São Paulo, que fará carros populares a partir de 2012 — um indicativo de que a empresa passará a contar com peças de reposição nacionais, até então uma vantagem de seus concorrentes. “Kia e Hyundai continuam se alfinetando no Brasil, mas aparentemente perceberam que, mais importante do que isso, é brigar para vender carros”, diz Stephan Keese, diretor da consultoria Roland Berger e especializado no mercado automotivo.

 

Agressividade

 

De todas as montadoras — sejam elas coreanas ou não —, nenhuma foi tão aguerrida em sua estratégia comercial quanto a Kia. Entre os meses de agosto e novembro, a empresa reduziu de 3 000 a 5 000 reais os preços de três de seus maiores sucessos de mercado: o sedã Cerato, o hatch Picanto e o utilitário Soul. Ao mesmo tempo, passou a vender as versões 2011 de seus carros pelo preço de tabela de 2010. Apesar do óbvio sacrifício das margens de lucro, a Kia dobrou o ritmo mensal de vendas nesse período, em comparação ao desempenho nos meses anteriores à promoção. (A Kia nega que esteja reduzindo sua rentabilidade.) “Com quase 40 marcas presentes no país, fica praticamente impossível para qualquer montadora ganhar uma participação relevante de mercado”, diz Julian Semple, diretor da consultoria Carcon Automotive. “Não surpreende, portanto, que a Kia tenha partido para soluções mais radicais.”

Mais do que uma simples questão de preço, contou a favor das montadoras coreanas a crescente reputação de qualidade que seus carros vêm adquirindo — aqui e lá fora. Segundo dados da consultoria americana JD Power, os veículos da Hyundai contam com índices de qualidade superiores aos de marcas como Volvo e BMW. A Kia ainda está abaixo da média, mas fica à frente de Volkswagen, Land Rover e da luxuosa Jaguar. A soma de uma imagem de qualidade e preços agressivos levou a filas de espera de até três meses para alguns dos carros dessas marcas, caso da picape Sportage, da Kia, lançada no Salão do Automóvel de São Paulo em outubro. “Estamos com o estoque zerado”, diz Gandini. “A Kia cresceu 30% no mundo em 2010, e os coreanos não estavam contando com isso.”

– Subida nas Ações do PanAmericano

 

Mercado de ações é algo interessante. Após o empresário Sílvio Santos vender o Banco PanAmericano  por aproximadamente R$ 450 mi para o Banco BTG pactual, de André Esteves, as ações subiram 22% em um só dia.

 

Já pensou quem resolveu comprar no dia da descoberta da fraude e vender ontem, que grana levou?

 

Isso é ganhar dinheiro sem produzir nada. Aos espertos, meus cumprimentos!

– Pequenas Empresas com Possibilidade de Retorno a Curto Prazo (através de franquias).

 

Amigos, compartilho um bom texto da Revista Exame Pequenas e Médias Empresas, cujo tema é o investimento em 8 opções de franquias onde o retorno de investimento seja de até 1 ano!

 

Aos administradores de empresas e empreendedores interessados, o link está em: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8-franquias-de-retorno-rapido?p=1#link

 

Aparecerá uma janela com 8 fotos com as 8 opções de franquias. Clique sobre elas e o detalhamento do investimento aparecerá.

– Padilha sai por Cima em Guerra “invencível” contra as Cervejarias

 

Tempos atrás, havia um pequeno clamor para que se reduzisse sensivelmente as propagandas de cerveja, até chegar ao estágio das de cigarro.

 

Luta inglória. Afinal, o lobby em Brasília é muito forte.

 

Assim, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sabendo dessa situação, inteligentemente encontrou uma solução: pode fazer propaganda à vontade, mas incrementem mensagens politicamente corretas, como: Beba com Moderação; Se dirigir não Beba (todas já existentes mas com maior apelo publicitário), além de propagandas mais responsáveis.

 

Tomara que funcione!

– Mabe em Crise no Brasil?

 

Pela reportagem da Exame, parece que sim! Ou crise ou reengenharia. Segue abaixo:

 

Extraído de: Revista Exame, edição 984, pg 24

 

OS MEXICANOS ESTÃO ENCOLHENDO

 

A mexicana Mabe, dona das marcas de eletrodomésticos como Bosch, GE, Continental, Dako e a própria Mabe, vai diminuir de tamanho no Brasil. Além do fim da fabricação dos produtos Bosch, os mexicanos deverão retirar a marca Mabe do mercado. Com resultados pouco animadores nos últimos anos e muitas marcas concorrentes, a empresa deverá concentrar mais seus recursos. Nas últimas semanas, funcionários da Mabe deixaram a empresa e fornecedores passaram a reclamar de atrasos nos pagamentos. Pessoas próximas à Mabe dizem que a empresa chegou a negociar a venda para a coreana LG. A Mabe não confirma.

– Nokia líder no Recife!

 

Segundo a Revista América Economia (Janeiro / 2011, pg 11), a Nokia é a líder em smartphones no Brasil (36,4%, contra 17,2% Samsung e 6,6% LG).

 

Entretanto, sabe-lá-Deus quais as razões, no Nordeste ela é disparada a marca mais vendida. Tanto que a sua loja conceito recém inaugurada em nosso país encontra-se em ecife.

 

Como explicar esse fenômeno mercadológico?

– Foxconn: Fábrica de Suicidas?

 

A Foxconn tem ganhado notoriedade no mundo novo: maior fornecedor de peças dos aparelhos iPhone, Computadores Dell e Playstation, a empresa que conta com 300 mil funcionários em sua unidade de Shenzhen é, no mínimo, maluca!

 

Veja essa matéria, extraída de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177070-16363,00-UMA+FABRICA+DE+SUICIDAS.html

 

UMA FÁBRICA DE SUICIDAS

 

Crenças da chinesa que fabrica produtos Apple dão pistas de onde vem o estresse dos funcionários

 

A sede da Foxconn, maior fabricante de eletrônicos do mundo, localiza-se em Shenzhen, no sul da China, e parece uma cidade. Abriga mais de 300 mil empregados que, da linha de montagem, fazem sair grande parte dos aparelhos da Apple, dos computadores Dell e dos Sony PlayStation vendidos no mundo. Além de trabalhar, os funcionários dormem, comem, estudam e, ultimamente, se suicidam na fábrica. Desde o início do ano, 11 pessoas se mataram, a maioria atirando-se da janela de seus dormitórios.

A empresa resolveu agir. Cercou todos os edifícios com mais de 3 milhões de metros quadrados de redes, abriu um escritório para assistência psicológica 24 horas por dia e aumentou o salário em 30%, para o equivalente a R$ 300. O fato atraiu a atenção do mundo para a administração do fundador, o chinês Terry Gou, 59 anos. Livros com sua biografia estão espalhados pela empresa e ajudam a entender sua filosofia de trabalho. Conheça algumas de suas crenças, trazidas à tona em uma recente reportagem da revista americana Bloomberg BusinessWeek.

 

1-      Pessoas famintas costumam ter uma mente lúcida.

2-      Um ambiente rigoroso é muito bom.

3-      Fora dos laboratórios, não existe tecnologia. Só imposição de disciplina.

4-      Um exército de milhares é fácil conseguir. Já um general é difícil encontrar.

5-      Use as regras do jogo ditadas pelos estrangeiros para ganhar.

– A Ilha Outdoor da BMW em SC

 

A BMW inovou. Para promover seus carros da subsidiária Mini Cooper, montou uma ilha artificial no meio do Oceano, em Santa Catarina (em Jurerê Internacional – para quem não conhece essa praia, uma boa pedida). No pedaço de terra, apenas um carro e uma bela modelo… O marqueteiro estava inspirado, não?

 

Extraído de Revista Exame, 29/12/2010, por Samantha Lima

 

UMA ILHA PARA O MINI

 

A montadora alemã BMW, dona da Mini Cooper, vai aproveitar a alta concentração de jovens endinheirados durante o verão na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis, para promover seu simpático – e caro – carrinho. A empresa contratou o artista plástico Eduardo Srur para criar uma ilha artificial onde um Mini Countryman, o mais novo modelo da marca, ficará exposto. Ao seu lado, uma bela modelo passará o dia tomando sol e cuidando de carro. Na areia, binóculos serão distribuídos para quem quiser ver mais detalhes de ambos.

– Bhrama X Itaipava

 

E a pendenga judicial entre a AmBev e a Cervejaria Petrópolis?

 

A Bhrama fez uma campanha muito grande para lançar sua lata vermelha (que, por sinal, acho horrível! Mudou psicologicamente até mesmo o gosto da cerveja…). A ideia não era uma simples ação de marketing, mas diferenciar sua embalagem das demais, já que, de longe, a latinha das cervejas mais baratas copiavam a Bhrama.

 

Não é que a Itaipava mudou sua lata para vermelho também?

 

Agora, a Justiça decidiu que no prazo de 30 dias a Cervejaria Petrópolis, dona da marca, está obrigada a recolher suas latinhas vermelhas.

 

Gostei da decisão. Mercado é concorrência dura mas leal, não baseada na picaretagem.

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– E a Disparada do Etanol?

 

O álcool combustível (etanol) passou a ser vantajoso, segundo a revista Posto Hoje (Ed da segunda quinzena de janeiro /2011), em apenas GO, MT, SP e TO. Isso, claro, dependendo do veículo e do rendimento.

A média de preços nos postos brasileiros foi de R$ 1,856 na última semana. Em Jundiaí, o preço mais alto encontrado foi de R$ 1,899 (tal valor já não compensa o uso dele).

 

Curiosidade: a média do preço em Nova Friburgo/RJ, onde a tragédia das chuvas ocorreu, teve seu preço (abusivo e covarde) registrado como R$ 4,50 para a Gasolina e R$ 3,20 para o Etanol, com a alegação de que as dificuldades de transporte e escassez motivaram esse aumento.

 

ETANOL SOBE DE NOVO E SÓ COMPENSA EM QUATRO ESTADOS

O preço do etanol subiu de R$ 1,848 para R$ 1,856 nesta semana nos postos brasileiros, segundo pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgada sexta-feira (14). Com o novo valor, o combustível deixou de ser competitivo no Paraná e agora só leva vantagem sobre a gasolina em quatro Estados: ainda vale a pena abastecer com etanol em Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Tocantins. Em apenas uma semana, o etanol ficou 10,3% mais caro para os goianos. Por outro lado, nos postos paulistas, houve uma leve queda no preço médio do combustível. Os consumidores pagam, em média, R$ 1,724 pelo litro.

– Sem Conta Bancária?

 

Com tantos lucros que os bancos têm, leio agora que 39,5% da população brasileira não tem conta bancária!

 

Que mercado a ser explorado, não? E com a fome dos bancos em lucros… aquele que quebrar será fruto da incompetência!

– Da TV para as Estratégias Empresariais!

 

Sílvio de Abreu é mestre em escrever Novelas. E Passione é prova disso, mostrando a similaridade entre estratégias das empresas e da indústria do entretenimento. Guardar o nome de um assassino para a penúltima cena, levar as pessoas acreditarem ou desacreditarem nas personagens, e prender a atenção de um público de TV tão volátil quanto o de hoje, é digno de aplausos.

 

Parabéns a ele. Assistia a ESPN e, quando de repente, os apresentadores do Sportscenter Paulo Soares e Antero Grecco se perguntavam como acabou a novela. Sem falar nos TT do Twitter e outras mídias atentas.

 

E como a Globo “é o que é”, ganha audiência até de quem não assiste novela. Como alternativas nas TVs a cabo, os canais Telecine (da Globo) ofereceram bons blockbusters, como, por exemplo, Avatar.

 

Trocando em miúdos: a alternativa da Globo era algo da própria Globo!

– Wagner Ribeiro solta o Verbo!

 

Amigos, imperdível a entrevista do empresário de jogadores de futebol Wagner Ribeiro na ESPN. Ame-o ou deteste-o, o cara é muito inteligente!

 

Vale uma conferida, está nesta edição de Janeiro / 2011.

– O Ministro Ficha-Suja

 

Por muito tempo viajei à região das termas goianas de águas quentes. Em especial, próximo à Pousada do Rio Quente, que era um parque dentro de uma fazendola encravada no município de Caldas Novas – GO.

 

O empreendimento, muito famoso, era uma das grandes fontes de imposto para o município. Entretanto, com a criação do município de Rio Quente, o hoje Rio Quente Resort e seus vizinhos passaram a ter mais vantagens, já que o município praticamente é o próprio Parque e seus próximos colaboradores. Sacaram a inteligente jogada? Os impostos “ficam em casa”.

 

Agora, Frederico da Silva Costa, um dos membros da família proprietário do Rio Quente Resort, será o braço direito do Ministro do Turismo. Mas existe um problema: segundo a revista Época dessa semana (citação abaixo), ele é ficha-suja e está atolado até o pescoço em denúncias de favorecimento à suas empresas e desvios de dinheiro!

 

Abaixo, a matéria-denúncia:

 

Tá começando bem a composição do ministério no novo governo…

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI200949-15223,00-A+FICHA+SUJA+DO+EXECUTIVO+DO+TURISMO.html

 

A FICHA SUJA DO EXECUTIVO DO TURISMO

 

Por Andrei Meireles, Marcelo Rocha e Murilo Ramos

 

O homem nomeado para ser o segundo do Ministério do Turismo liberou dinheiro para obra que favoreceu empresa da família e está com os bens bloqueados pela Justiça por suspeita de desvio de dinheiro público

 

O Ministério do Turismo foi criado em 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para acomodar o aliado PTB em seu governo. Nasceu com um orçamento de R$ 377,7 milhões, acanhado para os padrões da Esplanada. A pasta cresceu em tamanho e prestígio durante os dois mandatos de Lula. Chegou a 2010 com uma verba de cerca de R$ 7 bilhões para administrar. Ficou rico e passou a ser cobiçado pelos partidos que compõem a base de sustentação de Lula e, agora, da presidenta Dilma Rousseff. Com a perspectiva de realização no Brasil da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas em 2016, o ministério ganhou ainda mais destaque no mapa do poder. Parte significativa dos recursos para organizar as duas competições vai passar por ali. O novo protagonismo do Ministério do Turismo ficou manchado com a revelação de que verbas de convênios firmados pela pasta para patrocinar festas e eventos eram desviadas. O escândalo envolveu dezenas de parlamentares no momento em que o Congresso discutia o Orçamento da União para 2011. O senador Gim Argello (PTB-DF) renunciou à relatoria do Orçamento depois da descoberta de que destinou verbas para empresas de fachada.

Com esse histórico de problemas recentes, esperava-se que a presidenta Dilma Rousseff tomasse providências para moralizar a gestão do Ministério do Turismo. Não foi bem o que ocorreu. Antes mesmo de assumir o comando da pasta, o deputado Pedro Novais (PMDB-MA), de 80 anos, protagonizou outro escândalo. Novais apresentou uma conta à Câmara em que pediu ressarcimento de despesas com uma suíte de motel em São Luís, no Maranhão, onde teria ocorrido uma festa com 15 casais. Apesar do constrangimento, Novais conseguiu ser confirmado como ministro por causa dos apoios do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), o líder do PMDB na Câmara.

Estimulado por essa demonstração de força, Henrique Alves patrocinou na semana passada mais uma nomeação no ministério: a de Frederico Silva da Costa para secretário executivo, o segundo cargo mais importante da pasta. Antes de ser promovido, Frederico da Costa era o responsável pelos investimentos do ministério em obras de infraestrutura. Tinha como principal atribuição a coordenação do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), que é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e foi lançado em março de 2008, durante a gestão da petista Marta Suplicy. Na primeira leva de empréstimos do Prodetur foram destinados R$ 13 milhões para a construção de uma rodovia em Goiás, a GO-507, que reduz em cerca de 30 quilômetros o percurso para os turistas das regiões Sul e Sudeste que visitam a região de Rio Quente, onde está localizado o Rio Quente Resorts, um dos principais polos turísticos do país, por causa de suas águas termais.

A nova rodovia facilitou o acesso para 70% do cerca de 1 milhão de turistas que anualmente visitam o resort, mas, ao mesmo tempo, suscita uma questão de possível conflito de interesses. Metade do capital da empresa Rio Quente Resorts – maior beneficiária da construção da estrada – pertence à família de Frederico da Costa. Além disso, o empreendimento é dirigido por seu irmão, Francisco Costa Neto. Em resposta por escrito enviada pela assessoria do Ministério do Turismo, Frederico da Costa não tratou da questão do conflito de interesses e justificou o financiamento da construção da estrada como um atendimento a um pedido do governo de Goiás em favor de uma das maiores áreas turísticas do país.

Outro programa do Ministério do Turismo, o Fundo Geral de Turismo (Fungetur), também beneficiou o resort da família do novo secretário executivo com um financiamento. A Caixa Econômica Federal, que administra o Fundo, se nega a revelar o valor dos repasses com o argumento de que seria uma quebra de sigilo bancário. Além disso, no ano passado, pela primeira vez em 18 anos, o tradicional Rally dos Sertões teve uma de suas etapas no Rio Quente Resorts. Foi também a primeira vez que o evento recebeu verbas do Ministério do Turismo: R$ 806 mil. Nesse caso, o ministério afirma que o patrocínio ao evento decorreu de um convênio com o governo de Goiás.

Na secretaria executiva, Frederico da Costa terá influência em todo o ministério, com poderes sobre os bilionários projetos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Será um salto em relação às funções públicas assumidas por ele a partir de 2003, ocasião em que trocou o emprego em uma das empresas da família, a Graham Bell Engenharia de Telecomunicações, por um cargo no então recém-criado Ministério do Turismo. Frederico entrou no governo Lula pelas mãos do então ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, do PTB, e foi escalado como responsável pela gestão de recursos e investimentos em infraestrutura turística. Na época de sua entrada no governo, ele tinha valores modestos sob seu comando – R$ 52,8 milhões. Num crescimento espetacular, as verbas do ministério para obras de infraestrutura somaram no ano passado cerca de R$ 2,7 bilhões (leia o quadro).

No governo federal, Frederico da Costa mostrou aptidão para administrar um orçamento com volume de recursos crescentes e desenvoltura para conquistar aliados políticos. Ele sobreviveu à saída do PTB do ministério e foi promovido nos quatro anos em que o PT administrou a pasta. Em todo esse período, Frederico cuidou da distribuição de verbas para a construção de rodovias e outras obras de infraestrutura em todo o país. Com esse cacife, Frederico da Costa caiu nas graças de vários políticos. Um deles foi o deputado Henrique Eduardo Alves, que se tornou seu principal padrinho.

Se tem a seu favor a gratidão e o apoio de políticos como Henrique Eduardo Alves, o novo secretário executivo tem contra ele alguns problemas na Justiça. Desde fevereiro de 2010, Frederico da Costa, seu pai, Francisco Hyczy da Costa, e seu irmão, Francisco Costa Neto, estão com os bens bloqueados pela Justiça Federal no Tocantins. Eles são acusados de praticar fraudes para desviar recursos públicos. De acordo com o Ministério Público Federal, no final da década de 90 a família de Frederico abriu a empresa Forasa Indústria Alimentícia S.A. e solicitou um financiamento à Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). O empréstimo de R$ 4,7 milhões seria aplicado na construção de uma fábrica de processamento de tomate no município de Formoso do Araguaia, no Tocantins. Durante o ano de 2000, a Forasa recebeu o total do empréstimo em quatro parcelas e, de acordo com o contrato, deveria investir igual valor no empreendimento. A Polícia Federal apurou que nenhum centavo foi aplicado na construção da fábrica e que o valor total do empréstimo foi desviado. Segundo a denúncia do MPF, diretores da Forasa teriam falsificado notas fiscais, contratos de prestação de serviço, cheques e recibos. As atas de assembleia-geral simulavam o aumento do capital social da Forasa, com um depósito de mais de R$ 1,5 milhão na conta da empresa. Os extratos foram incluídos nas prestações de contas à Sudam. Mas os valores eram sacados e desviados para o pagamento de serviços não executados pelas empresas Aliança Projetos e Construções Ltda., Gebepar S.A. e Campina Verde Ltda. Os investigadores não conseguiram localizar nem o endereço da Aliança, apontada na denúncia como uma empresa-fantasma.

Frederico era diretor presidente da Forasa e presidente de seu conselho de administração quando a empresa obteve o financiamento da Sudam. De acordo com sua versão, ele deixou os dois cargos em outubro de 2000, quando apenas uma das quatro parcelas havia sido liberada. Mas se manteve como acionista até dezembro de 2002, quando se desligou dos negócios da família para ingressar no governo Lula. Em seu currículo no site do Ministério do Turismo, Frederico omite sua participação na Forasa. Ele registra apenas que no mesmo período foi diretor financeiro da Graham Bell, outra empresa da família. A Gebepar e a Campina Verde, que emitiram notas frias, também são empresas da família. A Gebepar é dona de 50% do Rio Quente Resorts – o balneário beneficiado pela rodovia pavimentada com recursos do Ministério do Turismo.

Na nota enviada a ÉPOCA, a assessoria do ministério afirma que “no período em que o secretário participou da direção da empresa foi liberada uma parcela do financiamento, no valor de R$ 850 mil, cuja aplicação foi fiscalizada e aprovada pelo órgão competente”. Os dois técnicos da Sudam encarregados da fiscalização, porém, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público Federal como envolvidos na fraude. Segundo a acusação, eles apresentaram relatórios que informavam que o projeto tinha andamento normal e atestaram a realização de várias obras de construção civil. Ao vistoriar o local do empreendimento, a Polícia Federal comprovou a fraude. Os agentes constataram que nada foi construído no imóvel onde deveria ter sido erguido o parque industrial da empresa. Nos 5 hectares do terreno, foi encontrada apenas uma plantação de melancias.

Quando entrou para o governo, em 2003, Frederico da Costa não estava com os bens bloqueados. Ainda não havia motivos para impedir sua nomeação. Agora é diferente. Ao chegar ao segundo posto mais importante do Ministério do Turismo – na prática, o principal responsável por sua máquina –, Costa ostenta graves pendências na Justiça. Desta vez, o governo teria sólidas razões para avaliar, com mais cuidado, a promoção de um homem com suspeitas de envolvimento em dinheiro público para um posto tão importante da Esplanada dos Ministérios.

– Paulo Coelho é Censurado no Irã

 

‘Demo-cracia’ é isso aí! Todos podem expressar sua opinião, desde que seja a mesma do que a do presidente.

 

Sendo assim, o Irã determinou a proibição de comercialização de qualquer livro de Paulo Coelho em seu território.

 

Motivo?

 

Não declarado. Proibiu-se e ponto final.

 

Claro que deve existir algum motivo fundamentalista. Mas vale um dado interessante: Paulo Coelho já vendeu 6 milhões de livros a iranianos. Se considerarmos que ele ganha 1 dólar por livro (ganha mais, claro), imagine o quanto já faturou? Aliás, imagine quanto ele já deve ter faturado no mundo!

 

É talentoso. Então, sem críticas. Gostar ou não de suas posições é outra história…

 

E você, o que acha da proibição dos livros de Paulo Coelho sem justificativa? Deixe seu comentário:

– O Golpe da Pulseira Power Balance!

 

Está na moda uma pulseira chamada Power Balance, que promete trazer equilíbrio e que fora desenvolvida com tecnologia da NASA. Celebridades e anônimos desfilam com ela no braço. Muitos dizem que ela é fantástica.

 

Pois bem: o fabricante declarou que elas não funcionam e praticamente assumiu que a propaganda é enganosa, prometendo reembolso de quem se sentiu lesado!

 

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/esportes/maisesportes/2011/01/fabricante-assume-power-balance-nao-funciona.html

 

FABRICANTE ASSUME: POWER BALANCE NÃO FUNCIONA

 

Pulseira que faz sucesso no mundo todo, prometia aos usuários mais equilíbrio e força

 

A pulseira Power Balance, que virou febre mundial em 2010 não tem nenhum fundamento científico que comprove seu funcionamento. A afirmação, polêmica, foi feita pela própria empresa em comunicado emitido por sua filial australiana, após reclamações de consumidores em órgãos de defesa do consumidor do país.


“Nós admitimos que não existe nenhuma evidência científica que suporte nossas propagandas”, afirmou a empresa, que entrou em acordo com o equivalente ao Procon local. Além disso, a empresa oferecerá o reembolso a todos os que se sentiram lesados e fizerem solicitação para tal até junho.


A propaganda afirma que o uso da Power Balance é capaz de oferecer mais flexibilidade, força e equilíbrio a quem a utilizar, discurso que seduziu pessoas comuns, celebridades e até mesmo atletas, que chegaram a emprestar sua imagem para promovê-la. A empresa já foi punida pelo mesmo motivo com multas na Espanha e Itália e proibição de propaganda, no Brasil, onde focava em supostos efeitos terapêuticos.


Entre os brasileiros, atletas como Rubens Barrichello, Neymar e Ronaldo chegaram a utilizá-la – ainda que, oficialmente, fosse por estética e moda.

– O Nefasto Pedágio da Estrada de Itatiba

 

Moradores de Jundiaí e de Itatiba estão (e devem estar mesmo) revoltados com o pedágio da Rodovia Constâncio Cintra.  Afinal, está em funcionamento uma praça de pedágio entre os 2 municípios, afetando os moradores que moram nas redondezas. No trecho curto, porém movimentado e perigoso, a concessionária Rota das Bandeiras iniciou a cobrança no último mês de dezembro.

 

Mas o pior: a rodovia não foi duplicada ainda! Ora, garantir recursos para as obras a partir da cobrança antecipada do pedágio é covardia. Os usuários estão financiando os recursos (ou, numa leitura mais rigorosa, pagando pelo serviço a se realizar!).

 

Assim, até eu quero ter uma concessionária de rodovia. Com o dinheiro do pedágio antecipado, faço as obras. Bom negócio, não?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: http://www.conjur.com.br/2011-jan-05/juiz-nega-pedido-ministerio-publico-suspender-pedagio

 

JUIZ NEGA PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA SUSPENDER PEDÁGIO

 

O juiz substituto da 1ª Vara Cível de Itatiba (SP), Gustavo Nardi, negou o pedido do Ministério Público de São Paulo que queria a suspensão da cobrança do pedágio na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), no trecho entre Itatiba e Jundiaí. A promotora de Justiça do Consumidor, Adriana Regina de Santana Ludke, já afirmou  que vai recorrer da decisão. As informações são da Folha Online.

Para a promotora, a cobrança de tarifa dos moradores dos bairros segregados pelo pedágio é “desproporcional e onerosa, fere o princípio da modicidade tarifária e o da igualdade, dentre outros, e viola as diretrizes básicas das relações jurídicas de consumo”. A praça de pedágio no km 77,1 da rodovia começou a funcionar no dia 13 de dezembro. As tarifas são de R$ 1,85 para veículos de passeio e por eixo comercial e R$ 0,90 para motos.

A promotora também pede a isenção do pagamento da tarifa para moradores e trabalhadores dos bairros Pomar São Jorge, Aparecidinha, Chavini, Nova Xampirra, Pinhal, Princesa da Colina e condomínio Parque da Fazenda que foram segregados do restante da área urbana de Itatiba pela localização da praça de pedágio.

Em Ação Civil Pública contra a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a concessionária Rota das Bandeiras, a promotora pede, ainda, a suspensão da cobrança até que as obras licitadas sejam executadas pela concessionária ou, pelo menos, até que a duplicação da rodovia seja finalizada. 

“É de responsabilidade exclusiva da concessionária a prestação de um serviço adequado, assim como é direito dos usuários do sistema rodoviário receber serviço adequado como contrapartida do pagamento de pedágio. Todavia, a Rota das Bandeiras, ao iniciar a cobrança da tarifa antes do término das obras objeto da licitação, está oferecendo aos consumidores um serviço inadequado, pois os usuários pagam a tarifa de pedágio e utilizam uma estrada sem os melhoramentos previstos no contrato, em flagrante desrespeito aos direitos dos consumidores e da população”, afirmou a promotora.

Além disso, segundo Adriana Ludke, a obra de duplicação da rodovia — que teve início em agosto de 2010 e tem previsão de término em novembro de 2011 — causa transtornos com grande parte da via sem acostamento, trânsito lento em razão dos maquinários e funcionários no local e falta de segurança e de condições adequadas de tráfego na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra.

A ação foi ajuizada no dia 27 de dezembro com base em informações colhidas durante um inquérito civil instaurado logo que a construção da praça de pedágio teve início — em março do ano passado — e inclui um abaixo-assinado com aproximadamente 2.500 assinaturas de usuários.

Segundo a promotora, o juiz, em uma análise superficial, entendeu que a cobrança da tarifa está sendo feita de acordo com o contrato licitado, não sendo requisito para a cobrança de pedágio o término das obras previstas no contrato. “A decisão também deixou de analisar o pedido liminar no tocante à isenção de pagamento de pedágio pelos moradores e trabalhadores dos bairros segregados do restante da área urbana do município em razão da localização do pedágio”, disse a promotora.

A Rota das Bandeiras informou que o cumprimento do cronograma das obras na rodovia depende do processo de desapropriações, da obtenção de licenças ambientais e de remanejamento de intervenções instaladas às margens da via, por parte das outras concessionárias que possuem o serviço delegado, como dutos de gás, cabos de telefonia, redes de água e energia, entre outras. Segundo a concessionária, no total, serão duplicados 17 km de rodovia. Entre as obras previstas, também está um viaduto no acesso ao condomínio Parque Fazenda, no km 74,6.

“O pedágio, entre outras funções, também tem como objetivo garantir recursos para todos esses investimentos. Mas é importante destacar que é com a cobrança do pedágio que a Rota das Bandeiras presta de maneira ininterrupta, 24 horas por dia durante todos os dias da semana, serviços de fundamental importância para oferecer segurança e conforto ao usuário que trafega no Corredor Dom Pedro, que inclui a SP-360”, informou a concessionária por meio de nota.

A Rota das Bandeiras também informou que administra a rodovia “de acordo com as determinações previstas no contrato de concessão firmado com o governo do Estado e cumpre rigorosamente todas as decisões judiciais”.

Já a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo informou que não foi notificada sobre a ação.

– Copa São Paulo de Futebol Jr ou de Empresários Carentes de Vitrine?

 

Imagine essa partida: Cacerense Ltda X Rondonópolis S/A.

 

Parece jogo oficial?

 

Pois este clássico matogrossense poderá ser assistido na Copa São Paulo Jr, que começa nessa quarta-feira. A competição está repleta de equipes S.A. e Ltda. Times empresas de diversos pontos jogarão contra os grandes de SP e do RJ. Alguns deles poderão ser o Oratório – AP, Santa Maria de Brasília – DF, IAPE – MA ou o glorioso Vitória das Taboas – PE.

 

Como se pode observar, é provável que o nível técnico da Copinha seja ruim. Para os meninos do Atlético Acreano – AC ou do Grêmio Sampaio – RR, poderá ser a aventura de suas vidas… mas para o principal campeonato de juniores do Brasil, outrora chamado de Campeonato Brasileiro da Categoria, não está inchado demais? Parece o Brasileirão dos tempos da ditadura: “onde a ARENA vai mal, mais um time no Campeonato Nacional”.

 

A Copa da Inglaterra tem centenas de equipes nas suas fases iniciais. Sempre com mata-mata, afunilando a competição paulatinamente. Competições com número tão alto de clubes em fases iniciais EM GRUPO não deveriam existir. Deveria ser jogos eliminatórios entre as equipes sem tanta expressão, para, depois do funil, as melhores se juntarem aos grandes.

 

Que tal 4 grupos de 4 equipes? Os grandes de SP, RJ, MG e RS mais os vindos do Play Off classificatório fariam uma disputa entre eles para se tirar os quatro semifinalistas.

Evitaria-se jogos de 11 X 0 como no ano passado. Não correríamos o risco de um zagueiro de time de aluguel, montado só para o torneio, acertar involuntariamente a perna de um atacante promissor de clube mais tradicional e prejudicar a carreira dele.

Aguardemos. Vamos esperar que o Sete de Setembro – MS ou o Gurupi – TO façam boas campanhas. Aliás, quanto time na Copa São Paulo que não disputa a Série A, B, C ou D do Brasileirão, não?

 

E você, o que acha do inchaço da Copa São Paulo? Deixe seu comentário:

– Celeiro do Mundo? Que Mentira…

 

A idéia de que fazemos sobre o Brasil ser “celeiro do mundo”, devido a sua extensão territorial e qualidade da terra, talvez seja mais uma vontade popular do que um propósito governamental.

 

Digo isso pois há algum tempo li que importamos arroz do Vietnã. Ora, isso é um absurdo! Os arrozais de SC e GO não dariam conta de saciar a fome no mercado interno?

 

Agora, leio com espanto: estamos importando… CAFÉ!

 

Qualquer estudante de ensino médio sabe que no começo do século passado o café era a nossa maior riqueza. E sabe de quem compramos? Da China!

 

Os chineses compram nossos grãos, levam à China, torrem e moem o café e nos revendem! E sai mais barato do que se o processo fosse feito aqui. Dá para acreditar?

 

E você, o que acha disso? Nossa política agrária está, digamos, abandonada? Deixe seu comentário:

 

(informações da Folha de São Paulo, caderno Mundo, pg c3, 03/01/2010)

– O Absurdo Aumento dos Combustíveis na Bolívia

 

Todas as mídias noticiaram: a população da Bolívia saiu às ruas contra o aumento dos combustíveis ordenado por Evo Morales.

 

A Gasolina, por exemplo, subiu 83%.

O Diesel, 73%.

A tarifa dos ônibus, 100%.

E o salário mínimo, 20%.

Tudo numa canetada!

 

Imagine se fosse aqui! Apesar de que, com os freqüentes aumentos do etanol, a coisa não é tão diferente…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4867345-EI8140,00-Crise+da+gasolina+deixa+feridos+e+detidos+na+Bolivia.html

 

CRISE DA GASOLINA DEIXA 15 FERIDOS E 21 DETIDOS NA BOLÍVIA

 

Quinze agentes ficaram feridos e 21 pessoas foram detidas nos choques entre policiais e manifestantes nesta quinta-feira nas cidades bolivianas de El Alto e Cochabamba, em meio à crise provocada pelo aumento de até 83% nos preços dos combustíveis.

“Há 15 policiais feridos em El Alto, dois gravemente. Em Cochabamba, 16 (manifestantes) foram detidos, e outros cinco em El Alto”, informou o ministro do Interior, Sacha Llorenti. Segundo o ministro, “atos de vandalismo” foram cometidos por ativistas “identificados” do Movimento Sem Medo (MSM), do ex-prefeito de La Paz Juan del Granado.

Llorenti informou que manifestantes atacaram a polícia com pedras, e os agentes reagiram com bombas de gás lacrimogêneo. Durante os protestos, a multidão quebrou o portão da sede da vice-presidência boliviana, incendiou postos de pedágio, destruiu agências da empresa aérea estatal BoA e atacou as sedes da Central Operária e do sindicato dos plantadores de coca. Os manifestantes também tentaram queimar uma bandeira da Venezuela e incendiar o monumento ao guerrilheiro Ernesto Che Guevara.

El Alto, cidade-dormitório vizinha a La Paz, foi tomada por milhares de manifestantes, que levantaram barricadas e incendiaram pneus para interromper o trânsito. Em Cochabamba, os grevistas do transporte de carga estacionaram caminhões nos cruzamentos para bloquear o tráfego. Santa Cruz de la Sierra, motor do desenvolvimento boliviano, também era muito afetada pela paralisação dos transportes.

Durante a tarde, um grupo liderado pelo MSM tentou chegar ao Palácio Presidencial de La Paz, mas foi reprimido pela polícia de choque, que dispersou o protesto com bombas de gás lacrimogêneo. Diante da repressão policial, o grupo desistiu de chegar à Praça das Armas, onde estão as sedes dos poderes Executivo e Legislativo.

Em meio aos protestos, a população correu em busca de alimentos e formou enormes filas em torno dos mercados de La Paz. Os manifestantes exigem a renúncia de Morales, que deflagrou a crise ao decidir pelo fim dos subsídios aos combustíveis, provocando um aumento de 83% na gasolina e de 73% no díesel.

Para suavizar a alta dos combustíveis, Morales aumentou em 20% o salário mínimo e a remuneração das Forças Armadas, da polícia e dos funcionários da saúde e da educação. O presidente também anunciou outras medidas, como incentivos a agricultores e a pequenos empresários. Morales convocou ainda os militares para tentar reduzir os efeitos das greves que paralisam o país.

O ministro da Defesa, Rubén Saavedra, anunciou que homens das Forças Armadas farão e venderão pães ao “preço antigo”, diante da decisão do sindicato dos padeiros de parar a categoria por 24 horas e elevar o preço do pão em até 100%.

Os militares bolivianos também foram chamados para dirigir ônibus e caminhões visando atenuar o aumento unilateral de 100% nos preços das passagens de taxis e micro-ônibus que ignoram a greve nos transportes. A Força Aérea Boliviana está realizando voos comerciais na rota La Paz-Cochabamba-Santa Cruz ao preço simbólico de 150 bolivianos (R$ 33).

Morales afirma que elevou os preços da gasolina e do díesel para enfrentar o contrabando de combustíveis para os países vizinhos, ao custo anual de US$ 150 milhões. A Bolívia tem um consumo de 35 mil de barris diários de petróleo, e em 2010 produziu apenas 4.500 barris diários. O restante é importado, principalmente de Venezuela e Argentina.

– Hypermarcas entra no UOL!

 

Novos negócios no fechamento do ano: a Hypermarcas, de João Alves de Queiroz (dona das marcas Bozzano, NeoQuímica, Assolan, e inúmeras outras empresas) comprou ontem 28,78% do UOL (Universo on Line), tornado-se o segundo maior acionista da empresa.

 

Atualmente, o UOL é comandado pela Folha de São Paulo, que detém 54,87%.

– Por quê só em UMA Revista?

 

Pergunta pertinente: por que a CEF fez uma gigantesca propaganda, ou melhor, anúncio pago, de várias páginas, somente na revista Isto É e não nas concorrentes?

 

No final do ano?

 

Com exclusividade?

 

Hummm….

– McDonald’s “produzirá” combustíveis!

Se você acha que o Diesel atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

 

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica de 30 de agosto de 2010.

 

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

 

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

– Capas Idênticas por Questão Concorrencial ou por Falta de Criatividade?

Veja e Época são duas respeitadíssimas revistas. Mas as suas edições dessa semana são idênticas! Ambas fazem questão de relatar listas das “10 mais” do ano.

 

Dez fatos, 10 pessoas, 10 esperanças… Tudo 10. A cópia de uma em relação a outra é 10 também!

 

Por que isso acontece? Falta de assunto ou o fato é meramente questão concorrencial?

– Iniciativas Ecologicamente Corretas

 

A Revista Veja da última semana trouxe um suplemento chamado “Sustentabilidade”, onde idéias e negócios verdes são apresentados.

 

Destaco uma matéria intitulada “Onda Verde” (pg 50, 22/12/2010), sobre exemplos de empresas que se deram bem com a iniciativa ecológica. Compartilho:

 

ONDA VERDE

 

Por trás dos investimentos em negócios sustentáveis existe a certeza de que os produtos com menor impacto ambiental promovem mais riqueza – para as empresas e para o planeta. Alguns exemplos:

 

CERVEJA – AmBev:

 

De 2004 a 2009, a fabricante de bebidas reduziu de 4,37 litros para 3,9 litros o volume de água necessário para a fabricação de 1 litro de cerveja. Além disso, vende praticamente tudo o que sobra do processo de fabricação.

O bagaço de malte é transformado em ração para o gado, a levedura seca é utilizada na produção de temperos e o vidro é reciclado para dar origem a novas garrafas. No ano passado, a venda desses subprodutos representou uma receita extra de 78,8 milhões de reais.

 

TALÃO DE CHEQUES VERDE – Real / Santander

 

Com uma composição de 75% de papel virgem e 25% de papel reciclado, o talão de cheques verde foi lançado em 2004 pelo Banco Real antes de ele ser absorvido pelo espanhol Santander.

Embora tenha um custo de fabricação igual ao do modelo tradicional, a versão de papel reciclado economiza 2,5 milhões de folhas de papel tamanho A4 por mês, o equivalente a 214 árvores.

O Santander vende as sobras dos cheques compensados, que, depois de guardados por 30 dias e microfilmados, numa espécie de registro digital do documento, são enviados à picotagem para a fabricação de papel-toalha e outros produtos.

Essa venda rende ao banco 2500 reais por m~es, quantia doada a uma instituição de caridade.

 

LÂMPADA LED – G.E.

 

No início do ano que vem, o gigante americano lançará no Brasil uma lâmpada de 9 watts com tecnologia LED. A lâmpada produz a mesma luminosidade das incandescentes de 40 watts, mas com uma economia de 77% de energia elétrica.

Sua vida útil é de 25.000 horas, ou dezessete anos, considerando quatro horas de uso diário.

A nova lâmpada foi anunciada como o lançamento mais recente da linha Ecomagination, com mais de noventa produtos verdes, criada em 2005.

Desde então, a GE faturou 70 bilhões de dólares somente com as vendas nesse segmento.

– Como se Livrar de Impostos por R$ 418,00 usando o Nome de Deus em vão!

Compartilho com os amigos uma interessante matéria do colunista da Folha de São Paulo Hélio Schwartsman. Para provar que abrir uma igreja e ficar isento de impostos através dela no Brasil, era muito fácil, abriu a sua própria: Igreja Heliocêntrica do Evangelho.

Para isso, gastou quase R$ 418,00, não precisou de nenhuma prova doutrinária ou base teológica. Simplesmente abriu a “empresa”.

Assim, igrejas charlatanistas se misturam com as Igrejas sérias e ludibriam o povo, o Estado e, claro, a economia. Dessa forma, a Igreja Católica, as Protestantes, e outras confissões religiosas sérias são colocadas em cheque por culpa dos picaretas!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u660688.shtml

O PRIMEIRO MILAGRE DO HELIOCENTRISMO

(…) Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, e Rafael Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo. Precisamos apenas de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não consecutivos). É tudo muito simples. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para criar um culto religioso. Tampouco se exige número mínimo de fiéis.

Com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas esses não são os únicos benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e vários outros “Is” de bens colocados em nome da igreja.

Há também vantagens extratributárias. Os templos são livres para se organizarem como bem entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão especial.

A discussão pública relevante aqui é se faz ou não sentido conceder tantas regalias a grupos religiosos. Não há dúvida de que a liberdade de culto é um direito a preservar de forma veemente. Trata-se, afinal, de uma extensão da liberdade de pensamento e de expressão. Sem elas, nem ao menos podemos falar em democracia.

Em princípio, a imunidade tributária para igrejas surge como um reforço a essa liberdade religiosa. O pressuposto é o de que seria relativamente fácil para um governante esmagar com taxas o culto de que ele não gostasse.

Esse é um raciocínio que fica melhor no papel do que na realidade. É claro que o poder de tributar ilimitadamente pode destruir não apenas religiões, mas qualquer atividade. Nesse caso, cabe perguntar: por que proteger apenas as religiões e não todas as pessoas e associações? Bem, a Constituição em certa medida já o fez, quando criou mecanismos de proteção que valem para todos, como os princípios da anterioridade e da não cumulatividade ou a proibição de impostos que tenham caráter confiscatório.

Será que templos de fato precisam de proteções adicionais? Até acho que precisavam em eras já passadas, nas quais não era inverossímil que o Estado se aliasse à então religião oficial para asfixiar economicamente cultos rivais. Acredito, porém, que esse raciocínio não se aplique mais, de vez que já não existe no Brasil religião oficial e seria constitucionalmente impossível tributar um templo deixando o outro livre do gravame.

No mais, mesmo que considerássemos a imunidade tributária a igrejas essencial, em sua presente forma ela é bem imperfeita, pois as protege apenas de impostos, mas não de taxas e contribuições. Ora, até para evitar a divisão de receitas com Estados e municípios, as mais recentes investidas da União têm se materializado justamente na forma de contribuições. Minha sensação é a de que a imunidade tributária se tornou uma espécie de relíquia dispensável.

Está aí o primeiro milagre do heliocentrismo: não é todo dia que uma igreja se sacrifica dessa forma, advogando pela extinção de vantagens das quais se beneficia.

Sei que estou pregando no deserto, mas o Brasil precisaria urgentemente livrar-se de certos maus hábitos, cujas origens podem ser traçadas ao feudalismo e ao fascismo, e enfim converter-se numa República de iguais, nas quais as pessoas sejam titulares de direitos porque são cidadãs, não porque pertençam a esta ou aquela categoria profissional ou porque tenham nascido em berço esplêndido. O mesmo deve valer para associações. Até por imperativos aritméticos, sempre que se concede uma prebenda fiscal a um dado grupo, onera-se imediatamente todos os que não fazem parte daquele clube. Não é demais lembrar que o princípio da solidariedade tributária também é um dos fundamentos da República.

Hélio Schwartsman, 44, é articulista da Folha. Bacharel em filosofia, publicou “Aquilae Titicans – O Segredo de Avicena – Uma Aventura no Afeganistão” em 2001. Escreve para a Folha Online às quintas.

– A Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva

 

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

 

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.

 

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193}:

 

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

 

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Devassa + Schin frente os planos de Bud + Heineken

 

A Heineken, através da FEMSA, desembarcará (novamente) no Brasil, mas desta vez de maneira popular. A AmBev promete fazer muito barulho com a Budweiser no Brasil. Claro, estamos falando das donas de marcas famosas como Bhrama, Antártica, Kaiser e Bavária, que relançarão suas marcas globais no ano que vem.

 

Nesta semana, a Revista Exame, em matéria de João Werner Grando (Ed 982, 15/12/2010, pg 56-58) abordou essa nova guerra concorrencial com um enfoque: onde fica a Devassa nisso tudo? A cerveja do grupo Schincariol só detém 0,4% do mercado, mesmo com custos milionários, segundo a publicação.

 

De acordocom o texto, tal péssimo resultado iniciou uma onda de demissões na cervejaria ituana e a volta da Administração Familiar.

 

O que esperar em 2011? Um contraste da Nova Schin à Devassa onde abaixo, compartilho:

 

A LOURA AINDA NÃO ENTREGOU

 

Mesmo com o lançamento milionário de uma nova marca, a Schincariol não conseguiu ganhar participação de mercado e iniciou uma onda de demissões – de gerentes a vice-presidente O empresário paulista Adriano Schincariol protagonizou dois movimentos radicais – e opostos – nos últimos três anos. O primeiro ato começou em 2007, pouco tempo após a morte de seu pai e presidente da cervejaria que leva o sobrenome da família, José Nelson Schincariol. Com a ajuda da consultoria Egon Zehnder, Adriano contratou, em pouco mais de um ano, cerca de 30 executivos de mercado para ocupar os principais postos na administração da empresa – num processo de profissionalização amplo e meteórico. Menos de dois anos depois, porém, a estrutura começou a ser desmontada com a saída do então presidente Fernando Temi e, em seguida, de outros cinco diretores. O segundo ato começou no final de julho deste ano, quando Johnny Wei, vice-presidente comercial e um dos poucos remanescentes da fase de profissionalização, foi demitido. Gilberto Schincariol Júnior, de 27 anos de idade, vice-presidente de operações e primo de Adriano, assumiu o cargo de Wei. Nos meses seguintes, outros oito diretores também foram desligados. No final de setembro, 150 funcionários – de gerentes a analistas foram demitidos numa só tacada. Executivos próximos afirmam que o corte pode ter chegado ao dobro do número informado pela cervejaria. “Nos últimos anos, a empresa ficou inchada”, afirmou Adriano a EXAME. “A gente precisava deixar de fazer PowerPoint e vender mais cerveja.”

 

Embora o discurso de Adriano seja de que os cortes visam simplificar a estrutura da Schincariol- ou, em suas palavras, recuperar “o foco nas vendas” -, para executivos próximos à companhia a mudança representa um esforço para cortar custos num momento em que os resultados estão aquém do esperado. De acordo com suas próprias projeções, a cervejaria deverá faturar 5,8 bilhões de reais em 2010 – 15% mais em relação ao ano anterior. O problema é que a concorrência cresceu mais, e a Schincariol perdeu espaço num mercado que vai movimentar 56,7 bilhões de reais neste ano. De 2008 para 2009, a participação em volume no mercado de cervejas caiu de 13,2% para 11,8%, segundo dados da Nielsen. Neste ano, a fatia diminuiu para 9,8% (em outubro). O maior trunfo para recuperar espaço, a nova marca de cerveja Devassa Bem Loura, lançada no Carnaval, não teve o efeito planejado. Apesar do barulho da campanha, que consumiu investimentos de cerca de 100 milhões de reais e teve a socialite americana Paris Hilton como garota-propaganda, as vendas ficaram abaixo das expectativas iniciais. Uma projeção da consultoria Euromonitor estima que a Devassa Bem Loura deverá terminar este ano com participação de 0,2%. Segundo executivos próximos à companhia, a meta previa uma parcela de pelo menos 1,5% para este ano (o que representaria cerca de 150 milhões de reais em vendas). Os executivos da Schincariol não confirmam as metas e afirmam que as vendas da nova marca estão dentro das projeções. Os primeiros sinais de que as coisas não seriam fáceis surgiram alguns meses após o lançamento, inicialmente considerado um sucesso. Com a presença da garota-propaganda Paris Hilton, a Schincariol conseguiu ofuscar a principal concorrente, a AmBev, no sambódromo do Rio de Janeiro. A marca caiu na boca do povo, mas, segundo EXAME apurou, a estratégia de distribuição não funcionou como o previsto. Como se tratava de uma cerveja mais cara que a Nova Schin, e que seria vendida exclusivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, foi criada uma estratégia especial para colocá-la nos bares e supermercados. Formou-se uma equipe específica para a marca, com cerca de 150 vendedores especializados. No plano inicial, a equipe só seria integrada à rede de distribuidores da Schincariol no meio do ano – de modo a ganhar mais escala. Os bons resultados iniciais fizeram com que a integração fosse antecipada para abril. “Uma equipe separada era a base da estratégia de distribuição da Devassa”, afirma um executivo próximo à empresa. “Ao ser incluída no portfólio dos distribuidores, a cerveja tomou-se apenas mais uma marca e perdeu a força.”

 

CONCORRÊNCIA GLOBAL

 

Na atual reestruturação, o principal alvo foi a área comercial. Ao assumir a vice-presidência da divisão, Gilberto demitiu seis dos oito diretores que até então se reportavam a Wei. (procurado, Wei não deu entrevista) Entre os demitidos estavam os diretores de canais, autosserviço e da Região Sul, além de três diretores dedicados a planejar investimentos e medir resultados de cada canal de venda (posições que foram extintas). A lógica das mudanças, segundo Adriano, é eliminar intermediários e, assim, retomar a antiga ligação direta entre a área corporativa e os vendedores. “Com o conhecimento do Gilberto sobre a produção e a minha experiência comercial, formaremos uma boa dupla”, afirma Adriano. À espera da dupla estão concorrentes empenhados em criar um cenário ainda mais adverso. No início deste ano, a Heineken adquiriu a Femsa, dona das marcas Sol e Kaiser, cuja rede de distribuição, acredita-se, ampliará a participação de sua marca global no pais. A AmBev, dona de quase 70% de participação do mercado nacional de cerveja, prepara-se para lançar a americana Budweiser no Brasil em 2011. “Será uma briga de grandes marcas globais, algo inédito no Brasil”, afirma Danny Claro, professor de marketing do Insper. Como se comportará a loura Devassa no meio dessa briga?

– O Antidoping das Cias Aéreas

 

E se sua empresa lhe pedisse um exame toxicológico? Ou seja, um exame que diria se você já fez uso de LSD, cocaína, maconha, entre outras drogas? Qual a sua reação?

 

A Linhas Aéreas Azul é a pioneira no Brasil em pedir esses exames a seus pilotos. A medida é polêmica, e leva à discussão: até onde as empresas podem pedir tal exame?

 

Claro, dependendo do setor de atividade, tal solicitação pode até fazer sentido. Mas teremos outras áreas do trabalho que certamente tal pedido poderia soar como abusivo. O constrangimento ocorrerá: daqueles que nunca fizeram uso de drogas, em se sentirem incomodados pela desconfiança; e os dos que já usaram drogas, em serem descobertos!

 

Em sua atividade, isso será um problema, caso tenha que realizar um “antidoping profissional”? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, compartilho a reportagem da Folha de São Paulo, 31/05/2010, pg D3, de Eduardo Geraque

 

SETOR AÉREO DISCUTE APLICAR EM PILOTOS TESTE ANTIDOPING

 

Exames, comuns nos Estados Unidos, são vistos como fundamentais para melhorar a segurança dos voos. No Brasil, Azul passa a adotar medida em funcionários; Anac estuda criar uma regulamentação.


O setor aéreo brasileiro começa a discutir um controle mais rigoroso sobre o consumo de drogas e álcool de suas tripulações. Os exames antidoping já são comuns em países como os EUA.

 

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirma que está estudando a possibilidade de regulamentar testes para o setor, mas ainda não há prazo de implantação.
Enquanto isso, a Azul será a primeira empresa brasileira a realizar análises químicas esporádicas entre todos os seus funcionários.

 

A TAM ainda não decidiu se exigirá os exames. A empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, disse apenas que “está estudando” o assunto. Varig e Gol, do mesmo grupo, não dizem se pretendem adotar o teste.  

 

SEGURANÇA
A medida, no exterior, é vista como fundamental para melhorar a segurança de voo. A discussão sobre os testes antidoping para pilotos e comissários, segundo especialistas ouvidos pela Folha, realmente está atrasada.


Os exames toxicológicos são feitos a partir de fios de cabelo. As análises flagram um grupo grande de substâncias psicoativas, como maconha, cocaína, crack e LSD.


A grande vantagem do teste com fio de cabelo é que ele tem uma “janela larga” -detecta o consumo de drogas dos últimos 90 dias.


No caso da Azul, os testes começaram em 2008 apenas nos exames admissionais.
Segundo a médica Vânia Melhado, que presta serviços para a empresa e preside a Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial, agora será iniciado o teste aleatório para todos os funcionários. “Em dois anos, todo o grupo de pilotos será avaliado.”


São feitos uma média de cem testes por mês na companhia. Dos 1.900 já feitos, só quatro foram positivos.


“A pessoa sabe que fará o exame. Isso funciona como um filtro”, diz Johannes Castellano, diretor da Azul.

 

TRANSPARÊNCIA
Os testes antidopings no setor aéreo são bem-vindos, diz o psicólogo Paulo Mittelman, especialista em estratégias de prevenção antidroga.


Para ele, os exames não podem ser feitos a revelia de ninguém. “Tem que existir uma política clara, transparente. O sigilo também é fundamental no processo.”
O psicólogo diz acreditar que o funcionário que tem um resultado positivo nos testes retorna após tratamento como um excelente profissional. “Ele sempre fará questão de mostrar que resolveu o problema.”

 

Frase: “Dentro de um contexto maior, ela [a adoção dos testes antidoping] é bastante positiva. Veja o caso do bafômetro na questão do trânsito. Realmente ajudou a diminuir os acidentes” – PAULO MITTELMAN  – psicólogo especialista em estratégias de prevenção antidroga.

– Números das Drogas e seus Preços

 

Impressionante a força do tráfico de drogas e seu comércio. A Revista Veja (ed 2195 na Coluna Panorama) divulgou os preços e quantidade de produtos. Abaixo:

 

– 39 toneladas de maconha, 314 quilos de cocaína e 54 de crack foram aprendidos no Complexo do Alemão.

 

– R$ 5,00 custa a embalagem de 3 gramas de maconha.

– R$ 10,00 custa cada grama de crack.

– R$ 20,00 custa cada grama de cocaína.

 

Quer dizer, que, para existir o vendedor, tem que ter comprador. E muitos idiotas financiam os bandidos… Lamentável!

– Feriado de Mentira

 

Hoje é aniversário de Jundiaí. Não seria feriado?

 

NÃO. Às vésperas do Natal, o comércio nem pensa em fechar as portas. Em outros tempos, a debandada dos jundiaienses para fazer compras em outras cidades (Campinas e São Paulo) era geral!

 

Agora, para evitar perder consumidores, não se “celebra” feriado municipal.

 

E você, o que acha disso: O Aniversário de Jundiaí deveria ser feriado ou não? Deixe seu comentário:

– O Administrador da Década é… tchan-tchan-tchan…!

 

Segundo a Revista Exame, um site ligado ao Wall Street Journal e voltado à Administração, após análises, concluiu que o Administrador de Empresas da primeira década do século 21 é o executivo da Apple, Steve Jobs.

 

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/sabe-quem-e-o-ceo-da-decada-steve-jobs

 

SABE QUEM É O CEO DA DÉCADA? STEVE JOBS

 

O site MarketWatch, ligado ao Wall Street Journal, elegeu Steve Jobs como o CEO da década. A razão para o sucesso de Jobs está ligada ao seu desempenho à frente da Apple.

 

“Por liderar uma onda vitoriosa no topo do mundo da tecnologia, desenvolvendo mudanças nos computadores e nos dispositivos, além de desencadea um retorno estelar para os investidores, Steve Jobs é CEO MarketWatch da década”, argumenta o site.


Ao lado de Steve Jobs, participaram da eleição os CEO da Amazon, Jeff Bezos, da Starbucks, Howard Schultz, do Google, Eric Schmidt, e da Cummins, Tim Solso.


O MarketWatch explica que foram usados para avaliar os CEOs o retorno das empresas na bolsa norte-americana, o desempenho dos produtos para os consumidores e o tratamento dado pelas empresas aos funcionários.


Além disso, iniciativas de governança corporativa e sustentabilidade também foram utilizadas para checar o desempenho dos cinco CEOs, que concorriam ao prêmio.CEO do Ano

 


Já o vencedor do prêmio de CEO de 2010 foi dado a Alan Mulally, que comanda a Ford.

Para o site MarketWatch, ele mostrou um grande desempenho, “em um show retumbante do apoio dos leitores, para a sua resiliência perante à crise histórica da indústria automobilística”.

– O Rombo do Carrefour!

 

Leio no Estadão de hoje (Caderno Negócios, pg B19), que a Agência de Turismo do Carrefour foi vendida para a CVC. A estratégia de vender algumas atividades não tão lucrativas faz parte do plano de recuperação do supermercadista francês.

 

Sabem quanto foi o rombo do Carrefour nesse ano (até a última apuração no período)?

 

R$ 1,2 Bilhão!

 

Uau…