– O Episódio Derradeiro da Blockbuster Chegou?

 

Imagine o cenário: uma empresa símbolo na virada do século, com 60.000 funcionários e que hoje possui apenas 2.400?

 

Trágico, não?

 

Pois é: a locadora de filmes Blockbuster foi vendida em meio a crise. De ícone mundial à empresa estagnada, a pergunta fica: sobreviverá?

 

No Brasil, ela era administrada pela família Moreira Sales (dona do Unibanco) e que vendeu sua participação às Lojas Americanas, que nunca pensaram na questão de locação de filmes, mas nos pontos estratégicos para implantar junto à elas suas lojas “Express”.

 

Extraído de: Revista Época, Ed 11/04/2011, pg 30.

 

O FIM DA ERA BLOCKBUSTER

 

Por Danilo Venticinque

 

Desde que a primeira loja da rede abriu as portas, em 1985, a Blockbuster foi um pesadelo para as locadoras de bairro. Com suas promoções agressivas e prateleiras repletas de lançamentos, a empresa americana dominou por duas décadas o mercado de locação de fitas de vídeo, games e, mais tarde, DVDs. Como outros gigantes do entretenimento off-line, porém, a Blockbuster perdeu boa parte de seu público na concorrência com a internet. Em setembro de 2010, depois do fechamento de milhares de lojas e pressionada por uma dívida de mais de US$ 1 bilhão, a empresa pediu concordata. Na última quarta-feira, após três dias de leilão, a empresa de televisão via satélite Dish Networks ofereceu pouco mais de US$ 320 milhões pelos direitos da marca e cerca de 1.700 lojas da rede. Caso a venda seja aprovada pela Justiça, o novo controlador deve enfrentar o desafio de reabilitar a empresa em crise – ou liquidar seu patrimônio.

O valor oferecido na compra é uma prova da decadência da Blockbuster. Em 2002, ela chegou a ser avaliada em US$ 5 bilhões. Em seu auge, empregava 60 mil pessoas em mais de 9 mil lojas. Hoje são apenas 2.400, e 700 deverão fechar ainda neste ano.

A crise da Blockbuster não significa que alugar filmes deixou de ser um bom negócio. Mas indica a falência de um modelo. Desde o surgimento da Netflix, em 1997, o consumidor passou a ter a opção de alugar filmes sem sair de casa. O serviço é simples: o cliente acessa o site da locadora, faz uma lista dos filmes que deseja ver e paga uma assinatura. Recebe os DVDs em casa e, depois de assistir aos filmes, devolve-os para receber os próximos da lista. O crescimento da empresa acompanhou a popularização da internet: em 2009, ela ultrapassou a marca dos 10 milhões de assinantes. Ao mesmo tempo, surgiram outros concorrentes para a Blockbuster, como a compra de filmes no sistema pay-per-view e os sites para download e streaming de vídeo. Ameaçada, a Blockbuster tentou imitar os concorrentes. Mas tombou por culpa de seus enormes gastos: para oferecer filmes pelo correio ou pela internet, nenhuma empresa precisa ter tantas lojas e funcionários.

No Brasil, com a concorrência da pirataria, a crise da Blockbuster chegou antes. Em janeiro de 2007, as Lojas Americanas compraram por R$ 186,2 milhões as 127 lojas e os direitos sobre a marca no país. Ao contrário do que ocorre no exterior, o número de lojas interessava mais que a marca: a aquisição fazia parte de um plano para aumentar a presença das Lojas Americanas no país.

As razões da compra da Blockbuster pela Dish parecem menos claras. Tom Cullen, vice-presidente da empresa, citou como motivos “a marca altamente reconhecível” e os “múltiplos métodos de entrega”. Especula-se que, com a estrutura mais enxuta e uma nova administração, a Blockbuster possa se reerguer e enfrentar a NetFlix e outros sites em seu próprio território. Mas, para que isso ocorra, muitas lojas ainda deverão fechar.

– Dona Telefônica… pela Enésima Vez!

 

Speedy fora do ar! E é a única possibilidade de Internet onde moro, aqui no Medeiros. Tanto eu quanto os vizinhos ligaram à Telefônica desde ontem, mas parece que ela não se importa com os consumidores. O prazo para que o Speedy volte a funcionar na parte final da Av Reynaldo Porcari era de 12h, a partir das 8h de ontem.

 

Depois de 28h, nenhuma providência tomada. Dá-lhe Telefônica! E sem concorrentes, fica fácil se omitir.

 

E você, já teve problemas com a Telefônica? Deixe seu comentário:

– Google e Facebook: a briga pelo CEO

 

Alexandre Hohagen era “o cara” do Google Brasil. Como presidente da empresa, foi sempre elogiado pelos ótimos resultados. E, claro, sua fama de bom administrador cada vez maior.

 

No mês passado, eis que Hohagen pede a conta para assumir a presidência latino-americana do… Facebook! E sem quarentena nem período de impedimento, artifícios usados por grandes corporações para que executivos não levem os segredos corporativos para o adversário.

 

A briga promete… E você: utiliza qual rede social como prioritária: Orkut, Facebook, Twitter ou outra? Deixe seu comentário:

– Greenpeace versus Petrobrás

 

Dias atrás, falamos das ações do Greenpeace em nossas aulas sobre ONG’s e Responsabilidade Social.

 

Olhem aí, queridos alunos: agora o alvo é a Petrobrás! E é uma ação na Nova Zelândia!

 

Extraído de: http://glo.bo/ezMBhX

 

O GREENPEACE CONTRA A PETROBRÁS

 

Uma frota com cerca de 20 barcos de ativistas, liderados pelo movimento Greenpeace, impede os trabalhos de exploração de gás natural da Petrobras na Nova Zelândia. Os defensores do meio ambiente temem que a exploração do produto na região possa causar um desastre semelhante ao ocorrido no Golfo do México, no ano passado, e protestam pelo fim das operações da embarcação Orient Explorer, da companhia brasileira.


No final do ano passado, a Petrobras recebeu autorização do governo neozelandês para verificar a existência de gás natural e petróleo na Bacia de Raukumara, na costa nordeste do país, e na semana passada o Orient Explorer iniciou os primeiros testes de perfuração na região.


Um porta-voz da Petrobras teria afirmado que a companhia está trabalhando dentro da legislação internacional e seguindo as próprias leis neozelandesas, e que a perfuração no local é “simples e segura”. A informação não foi suficiente para impedir que grupos de ambientalistas se aliassem a tribos maori – a população indígena neozelandesa – em uma batalha contra a Petrobras. Nesta terça-feira (5), os barcos dos ativistas chegaram bastante próximos ao Orient Explorer.


“Não temos confiança nessa companhia ou no governo quando dizem que nenhum dano ocorrerá ao que nos é caro. Não queremos nenhuma exploração de petróleo ou perfurações nas nossas águas”, afirmou Dayle Takitimu, da comunidade maori Te Whānau-ā-Apanui. A principal preocupação desse povo é que, caso seja mesmo descoberto petróleo, este venha a vazar no oceano, destruindo a cadeia natural local e acabando com os recursos naturais de que vivem os indígenas.


Em resposta, a Petrobras disse que o projeto estava apenas no início, e que ainda teria mais cinco anos de duração, tempo durante o qual seriam feitos investimentos em tecnologia segura. A companhia brasileira também voltou a afirmar seu compromisso e sua expertise no campo de exploração do petróleo, assegurando que um acidente dificilmente ocorra.

“Estamos comprometidos a levar nossos projetos da forma mais íntegra possível, valorizando a diversidade cultural e humana e promovendo a cidadania e o respeito pelos direitos humanos, o que inclui o direito aos manifestantes de expressar seus pontos de vista”, afirmou a Petrobras em um comunicado publicado nos principais jornais neozelandeses nesta terça.


O governo neozelandês também se mostrou contra uma possível parada nas operações da empresa brasileira, e afirmou que “o pior cenário” seria se a Petrobras resolvesse suspender suas atividades e retornar com o Orient Explorer para o Brasil. Os investimentos no setor de petróleo e gás na Nova Zelândia são uma prioridade do governo local, e a parceria com o Brasil se mostrou importante.


Segundo um porta-voz do Greenpeace, as embarcações de ativistas se manterão em alto mar e pedem ao Orient Explorer que cesse suas operações. O capitão do navio da Petrobras confirmou que esteja sendo pressionado por mensagens, mas disse que a empresa continuará realizando os testes.

– SABMuller conseguiria comprar a Schin?

 

Segundo a Folha de São Paulo da última segunda-feira, a Schincariol estaria a venda por US$ 2 bilhões de dólares. A empresa, segundo o jornal, nega. A briga estaria entre a SABMuller e a Femsa, sendo que os mexicanos estão correndo por fora.

 

Caso se confirme, seria uma pena! Quanto mais forte o empreendedorismo nacional, melhor. Mas a guerra das cervejarias é cruel…

– O Empreendedor Sérgio Habib e a “Aventura” da JAC

 

Sérgio Habib personifica a figura do empreendedor na sua essência. Ele, pioneiro na chegada dos carros da Citroen no Brasil, agora aposta suas fichas na chinesa JAC. Montou 50 agências concessionárias, contratou o apresentador Fausto Silva como garoto propaganda e resolveu dar 6 anos de garantia. Audaciosamente, comparou os 11 anos de venda da Toyota com suas 2 semanas de JAC no país. Entretanto, nos quesitos segurança da montadora chinesa…

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI222865-15259,00.html

 

A ARRANCADA DO CARRO CHINÊS

 

por Leopoldo Mateus

 

O empresário Sérgio Habib comemora o sucesso inicial de vendas da JAC. Agora vem a parte mais difícil: conquistar o respeito dos fãs de automóveis

 

A etiqueta “made in China” já provocou reações mais fortes no consumidor brasileiro. Ele franzia a testa e se perguntava quanto tempo o produto iria durar. Essa fase passou, principalmente por falta de alternativa – a China é a fábrica oficial do mundo, dos produtos eletrônicos mais sofisticados e confiáveis às bugigangas mais xexelentas. Quem compra, compra produtos feitos na China. Mas o brasileiro estará pronto para acelerar um carro chinês pelas estradas?

A julgar pelos resultados das duas primeiras semanas de vendas, a chinesa JAC Motors tem motivos para acreditar que a resposta seja sim. “A Toyota levou 11 anos para vender no Brasil 4 mil carros em um mês. Nós vendemos 2.400 em duas semanas”, diz Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC, importador oficial da marca. Ah, sim: ele não está nem aí para a imagem geral da manufatura chinesa. “Eu não falo em nome de carro chinês nem de produto chinês. Falo pela JAC.” Não se sabe se o ritmo vai continuar, mas a empresa elevou a expectativa de vendas no ano de 35 mil carros para 45 mil.

Parte desse sucesso inicial tem de ser creditado ao esforço de marketing (o apresentador Fausto Silva é o caro garoto-propaganda) e à tentativa de adaptar os veículos ao gosto brasileiro. Foram gastos dois anos e R$ 30 milhões em testes para entender o consumidor local. Havia muito o que fazer. “Chinês gosta de carro com interior bege, brasileiro prefere escuro”, diz Habib. No final, foram 242 modificações, incluindo detalhes de painel, direção, limpador de para-brisas, borrachas das portas. Nada disso garantia, porém, que o carro enfrentaria bem o campo de provas das ruas brasileiras.

Na reta final, em agosto passado, cinco JACs com mais de 100.000 quilômetros rodados foram entregues a taxistas. A opinião deles encorajou Habib a oferecer seis anos de garantia. “No Brasil, as maiores garantias são da Kia e da Hyundai, de cinco anos. Na Europa e nos Estados Unidos, são comuns garantias de sete a dez anos”, diz o consultor especializado José Caporal, da Megadealer Auto Management. “Nesse ponto, eles mostram autoconfiança.”

Conquistar espaço no mercado e na cabeça dos apaixonados por carros a partir do zero é sempre um desafio, por uma questão de hábitos e por outras bem práticas. “Quem compra um carro de uma montadora nova não sabe se vai conseguir revender o carro por bom preço nem se as peças de reposição vão atender à demanda”, diz Caporal. Habib pode até não gostar da associação com a fama chinesa, mas a JAC espera superar os obstáculos iniciais cultivando a imagem de barata em comparação com a concorrência.

A vanguarda da chegada ao Brasil são dois modelos, o J3 (que pretende concorrer com Fox, Fiesta e Sandero) e o J3 Turin (que tentará tomar mercado do Fiesta Sedan e do Siena). Eles custam entre R$ 37 mil e R$ 40 mil. A montadora promete peças de reposição, revisões e seguro econômicos na faixa em que vão concorrer. O valor inicial cobrado pelas seguradoras seria a metade dos concorrentes na mesma faixa de preço. Até julho será lançado o J6, uma minivan do porte da Chevrolet Zafira. No fim do ano, chegará o J5, um sedã que pretende concorrer com o Toyota Corolla.

O baixo custo e a garantia ampla, entretanto, não tornarão fácil a sobrevivência da JAC no Brasil, caso os veículos não tenham qualidade compatível com o que já existe no mercado. Nesse ponto, a média da indústria chinesa precisa avançar. Em outubro de 2010, o carro chinês Geely CK foi reprovado em testes de segurança do instituto Latin-NCap. No teste de colisão, o modelo recebeu nota zero, numa escala até 5. Em março de 2009, já havia ocorrido fiasco semelhante: o chinês Brilliance BS4 recebeu a nota mais baixa nos testes de segurança feitos pelo instituto alemão Adac, que estuda carros vendidos na Europa. No teste específico de contenção de danos causados a pedestres em eventuais atropelamentos, o sedã também recebeu nota zero. A esse histórico ruim da produção chinesa Habib tem uma resposta pronta: os JACs são veículos globais, com design japonês e italiano e autopeças de fornecedores tradicionais, como Bosch e Delphi. Ele não é um principiante – a JAC é apenas o passo mais arriscado de um veterano no ramo.

Habib, um engenheiro eletrônico com pós-graduação em administração na Universidade Harvard, começou a importar os carros Citroën em 1991. Em 2000, tornou-se presidente da marca no Brasil e expandiu a rede de 30 para 130 concessionárias em oito anos. Hoje, tem 83 concessionárias de Citroën, Jaguar, Aston Martin e da JAC. Na empresa, cultiva a imagem de informal – não para na própria mesa e circula para conversar com os funcionários. Como bom empreendedor fascinado pelo que faz, saboreia os detalhes do negócio com certa obsessão. “Se você ligar para ele agora e perguntar quantos carros da JAC ou da Citroën foram vendidos no Recife no fim de semana, ele sabe”, diz um funcionário.

Mas ele obteve sucesso, até agora, apoiado em marcas tradicionais. Ao abrir a rede JAC com 50 concessionárias no Brasil, Habib inicia um tipo de empreendimento completamente diferente. A empresa está presente em mais de 100 países, mas os resultados não são significativos nem na China. Em 2010, vendeu lá 418 mil unidades e exportou 20 mil, números bem discretos (a China produziu 18 milhões de carros no ano passado). O mercado brasileiro já estreia como o segundo maior para a companhia, e a expansão local foi decisiva para que Habib decidisse trazer a JAC.

A previsão é que 3,5 milhões de novos automóveis cheguem às ruas em 2011. Habib aposta em conquistar principalmente os motoristas novatos, ainda sem conceitos e preferências tão arraigados e mais abertos a experimentar. “O brasileiro compra carro primeiro porque é bonito, segundo porque é completo e terceiro porque é barato”, diz Caporal. Por isso, ele acredita que a JAC terá sucesso – ao menos, enquanto durar a curiosidade dos brasileiros sobre o carro chinês.

– Os Parceiros da RedeTV na Compra dos Direitos do Futebol

 

A pendenga dos direitos de TV continua, entre Globo, Record e RedeTV. No papel, a Globo perdeu e os direitos de 2012 a 2014 são da RedeTV.

 

Olha que curioso: segundo a Revista Exame, pg 30, Ed 988, por Maurício Onaga, os anunciantes concorrentes da Globo já compraram cotas da RedeTV. Na Globo, 3 patrocinadores-masters do futebol são: Itaú, Volks e Vivo. Na Rede TV, serão: Bradesco, GM e OI.

 

A briga será boa, hein?

– Jundiaí terá mesmo a Apple?

 

O “Bom Dia Jundiaí” levantou que a Foxconn, uma espécie de “montadora” da Apple, deseja construir iPhones e iPads em uma nova unidade para exportá-las ao mundo todo. E que nossa Jundiaí é uma das grandes candidatas a tal planta!

 

Tal notícia causou muita repercussão na cidade, tanto que a IstoÉ desta semana trouxe 3 páginas sobre o assunto. Abaixo:

 

JUNDIAÍ: A ESPERA DA APPLE

 

Cidade Paulista vive alvoroço após ser apontada como possível destino de uma linha de produção do fabricante do iPad

 

por Patrícia Diguê

 

A “terra da uva”, como é conhecida a cidade paulista de Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, só tem pensado em uma outra fruta. Desde a semana passada, o apetite local é pela maçã. Mas não a de comer. Aliás, a maçã dos sonhos dos jundiaienses já está até mordida. É aquele símbolo da marca mais cobiçada de produtos eletrônicos do mundo, a americana Apple, que poderá escolher a cidade, sede de 90 multinacionais, para instalar sua primeira fábrica brasileira.

A notícia veiculada por um jornal local (“Rede Bom Dia”) de que a Foxconn, empresa de Taiwan que já fabrica produtos das gigantes Sony e da HP em Jundiaí, quer ampliar suas instalações na cidade para produzir Macs, iPhones, iPods e iPads colocou o município nas páginas de jornais e sites tanto do Brasil quanto do Exterior. “‘O Bom Dia’ nunca foi tão citado, o Brasil inteiro noticiou, e chegou até na ‘Forbes’”, disse o jornalista Fábio Pescarini, que trouxe à tona a informação, sobre a conceituada revista americana de economia. Dezenas de jornais e sites reproduziram a matéria do jornal local ao longo da semana passada.

Desde então, não se fala de outra coisa na cidade de 380 mil habitantes. “Quem sabe o Steve Jobs (CEO da empresa) não vem para inaugurar a fábrica?”, sonha a assessora de imprensa da prefeitura, Cíntia Souza, que está se desdobrando para atender a enxurrada de ligações de jornalistas querendo saber da novidade. A prefeitura, porém, diz que só pode revelar que a Foxconn, que tem duas fábricas na cidade, solicitou estudos para instalar uma terceira planta. Foxconn e Apple tampouco confirmam, mas na cidade é dado como certo que a fábrica virá.

“A gente gostaria de dar esta notícia, porque os produtos da Apple, além de desejados, têm alto valor agregado, o que gera mais renda e empregos”, afirma o prefeito Miguel Haddad, que tem um tablet iPad, adquirido em uma viagem ao Exterior. Ele está confiante que a Foxconn, que já é a montadora da Apple na China, elegerá a terra da uva para fabricar seus produtos.

O principal atrativo, conforme o prefeito, é a infraestrutura urbana e a logística da cidade (próxima ao porto, aeroportos e polos consumidores e servida de estradas e ferrovias), facilidades que já atraíram quase mil indústrias de 30 diferentes segmentos nas últimas décadas, entre elas o maior centro de distribuição da Casas Bahia, Coca-Cola, Itautec, TAM e Siemens. “As empresas vêm para cá e já têm tudo na porta”, afirma Haddad, já sonhando com um iPad 2 (lançado mundialmente este mês) “Made with pride in Jundiaí” (feito com orgulho em Jundiaí), o slogan do Conselho Municipal de Relações Internacionais. A Foxconn, presente em 14 países e empregadora de 1,3 milhão de pessoas, a maioria na China, também tem instalações em outras três cidades brasileiras: Indaiatuba e Sorocaba, em São Paulo, e Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. Em Jundiaí, abriu a primeira fábrica em 2007 e a segunda, em 2009, tornando-se a maior empregadora do município, com mais de três mil funcionários.

“A possibilidade de uma indústria como a Apple em Jundiaí tem mexido com toda a comunidade”, afirma o diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Jundiaí, Mauritius Reisky. “A instalação da empresa seria motivo de grande orgulho”, ressalta. Não é de hoje que a Apple, ícone de inovação no mundo digital, namora o Brasil para instalar mais uma linha de produção. O último flerte aconteceu quatro meses atrás, quando o empresário Eike Batista anunciou que negociava com montadoras da marca na Ásia e até anunciou o valor do investimento, US$ 1,6 bilhão. “Sim, a gente quer trazer (a Apple) porque a gente (o Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad”, declarou o megaempresário na ocasião.

Por causa dos rumores da semana passada, algumas publicações, incluindo a “Forbes”, relacionaram os planos do empresário, o oitavo homem mais rico do ano, à movimentação da Foxconn em Jundiaí. “Bilionário Batista pode realizar desejo de abrir fábrica da Apple no Brasil”, diz a reportagem. A assessoria de Eike não confirma a história, mas reafirmou que o grupo de Eike, o EBX, mantém o interesse em atrair fabricantes de tecnologia digital. Porém, ressalta que o local seria o Superporto do Açu, que a empresa está construindo em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro. Será que Jundiaí vai levar a melhor?

– Inovação: Muita grana ou Muita Competência?

 

Sempre questione a relação Competência Financeira X Competência Intelectual/Administrativa. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.

 

Veja só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?

 

Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177094-16644,00-O+FATOR+DECISIVO.html

 

O FATOR DECISIVO

 

O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido

 

Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.

A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai &mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.

 

A Apple investe bem menos em inovação do que
a média, mas obtém muito mais resultado


Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.

* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS

– Dona Telefônica aprontando de novo!

 

Sábado: 10 da manhã: Quero desligar a minha linha de telefone. Liguei à Telefônica para cancelá-la. Depois da irritante voz da atendente eletrônica, foram 08 minutos de espera e desisti.

 

Domingo: 08 da manhã: Liguei de um lugar mais confortável, foram 19 minutos de espera e desisti.

 

Mesmo Domingo: 08:20: Resolvi escolher a opção “Comprar uma linha” ao invés de “Cancelar Linha”. Tempo de espera? Exatos 12 segundos cronometrados.

 

É para xingar ou não?

– Brasil e Cana-de-Açúcar: o Ineditismo desde o Século XVI

 

Estamos importando 200 milhões de litros de álcool. Nunca fizemos nada parecido.

Desde o século 16, exportamos álcool e açúcar para o mundo. Parece que, depois de 500 anos, mudamos a história. Para pior… 

Vide o triste episódio dos combustíveis brasileiros, em: http://bit.ly/eImWpv

“Dá-lhe” Brasil…

– Crise dos Combustíveis: Brasil colocará Água na Gasolina!

 

Uma das situações mais inusitadas que poderia se imaginar está acontecendo em nosso país: a falta de combustíveis.

 

Em meio a crise, a Folha de São Paulo deste sábado (23/03/2011, Caderno Mercado, pg B1 à B12), traz um levantamento crítico do panorama.

 

Manchete de capa:

 

“CONTRA ALTA DO ÁLCOOL, BRASIL VAI COLOCAR MAIS ÁGUA NA GASOLINA”

 

Para a composição da gasolina brasileira, há a adição de 25% de álcool anidro. Como falta álcool, o Brasil adicionará 1% de água para segurar os preços.

 

E por que falta álcool?

 

O Etanol (álcool combustível) está sofrendo o período da entressafra. Entretanto, a maior parte da produção (que está baixa) está sendo exportada aos EUA. Assim, os produtores exportam o etanol produzido pela cana-de-açúcar (que é de boa qualidade e preço baixo), deixando os consumidores brasileiros sem o produto.

 

Para evitar que os postos de combustíveis fiquem sem etanol nas bombas, uma outra submanchete do jornal:

 

“BRASIL IMPORTARÁ ÁLCOOL DOS EUA”

 

Como os usineiros estão vendendo álcool de cana para os EUA, para se evitar a falta, o Governo importará 200 milhões de litros de álcool de milho dos… EUA! Isso mesmo: vendemos nosso álcool bom e barato para os americanos e compramos o álcool caro que os EUA procuram não usar.

 

Assim, os preços do Álcool nas bombas sobe; e como há álcool na Gasolina, outra manchete da Folha:

 

“ÁLCOOL VAI A R$ 2,80 (EM POSTOS DA CAPITAL) (…) GASOLINA JÁ ULTRAPASSA R$ 3,09”.

 

Nesse crítico cenário, não compensa abastecer etanol (álcool), e portanto, os consumidores migram para a gasolina. Entretanto, com a alta do consumo e o fato de todos estarem abastecendo gasolina, a Petrobrás não consegue produzir o suficiente. Quando o consumo estava equilibrado (metade da frota de carros de passeio abastecendo gasolina e metade álcool), tínhamos a auto-suficiência da gasolina. Agora, com tantos carros abastecendo gasolina, falta produto também.

 

Encerramos com outra manchete:

 

“PETROBRAS TRAZ GASOLINA DO EXTERIOR”

 

Hoje o país produz 380 mil barris de gasolina / dia. Importará 3 milhões de barris, volume que não era importado há 40 anos.

 

CUIDADOS:

 

Com a crise, 4 golpes na praça:

1) Gasolina Formulada – ao invés do produto refinado pela Petrobrás, há a produção de gasolina em “laboratórios”.

2) Gasolina Batizada – antes, o golpe era acrescentar álcool. Hoje, o golpe é acrescentar Naftalina líquida, que dá explosão no carro e depois faz o veículo parar.

3) Álcool Molhado – a adição de água nos tanques de álcool enganando o consumidor.

4) Álcool “Metanol” – o álcool sintético americano, extremamente explosivo e poluente, ao invés do álcool biocombustível.

5) 1 litro “econômico” – Quem garante que o litro vendido tem 1000 ml?

 

ABASTEÇA EM POSTOS DE CONFIANÇA. NESSE MOMENTO, A CREDIBILIDADE ESTARÁ ACIMA DE QUALQUER OUTRO FATOR.

– Chery não quer a Nutriplus como sócia?

 

Leio na Revista Exame da última semana (23/03/2011, por Maurício Onaga, pg 26, Coluna Primeiro Lugar) que a montadora chinesa Chery, que constrói uma unidade fabril em Jacareí, estuda a possibilidade de assumir por inteiro a operação brasileira. Atualmente, a Chery é sócia do grupo JLJ, dono da Nutriplus (área da alimentação). Pelo fato da sócia ser citada em denúncias de superfaturamento e desvios de verbas públicas (segundo a Exame na citação acima), os chineses estão incomodados.

 

Tal desejo de abandonar o sócio se concretizará? As denúncias se confirmarão?

 

Quem sabe apareçam esclarecimentos na próxima edição da Revista. Aqui, espaço aberto!

– Faltará Combustível no Brasil?

 

Poderá faltar combustível no Brasil? Talvez…

 

O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabriele (segundo Jean Peter, da Rádio Bandeirantes, no Jornal em 3 Tempos) confirmou que não haverá aumento nos preços da Gasolina nesse ano no Brasil.

 

Ora, em que país vivemos? Ou melhor, em qual país vive o presidente? Nesta última semana, a Gasolina subiu cerca de R$ 0,15 nas distribuidoras, por conta do aumento do preço do Anidro. Além do preço estar em alta, faltam combustíveis!

 

O Etanol sofre pela interminável entressafra e pelo aumento das exportações do Brasil aos EUA. Em contrapartida, a Cosan (gigante do setor), por exemplo, anunciou a importação de álcool de milho dos americanos. Exportamos o álcool de cana mais barato aos EUA e compramos o álcool caro deles? Loucura!

 

Como os donos de veículos estão optando pela Gasolina ao invés de Álcool nos carros bicombustíveis (pelo preço excessivamente caro no mercado), um efeito colateral aconteceu: a Petrobrás não dá conta de refinar a quantidade de Gasolina necessária. Ou seja: aumentou o consumo e a frota de veículos, mas a produção se compensava com o álcool no mercado interno. Sendo assim, algumas distribuidoras de combustíveis começaram a racionar as vendas, impondo cotas de compras.

 

Se nada for feito, poderá faltar combustível na virada do mês devido a redução de estoques no Brasil. Incrível!

– Subway supera McDonald’s em número de Lojas no Mundo

 

Segundo o “The Wall Strett Journal”, o McDonald’s não é mais a maior rede fast food do mundo. Ao menos, em número de lojas. A Subway hoje possui 33.749 lanchonetes, contra 32.737 do concorrente. Mas em volume de vendas, o McDonald’s ainda é o líder mundial: 24 bilhões de dólares / ano, US$ 9 bi a mais do que o Subway.

 

No Brasil o principal concorrente do McDonald’s é a brasileira Habib’s, seguido pela brasiliense Giraffas e com o incômodo do Burger King em fase inicial.

– Malefícios e Benefícios de um Rival

 

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/2011, pg 60, trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, e alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante. Bons exemplos: Puma X Adidas, deixando a Nike disparar!

 

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

 

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

 

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

“A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

– E a JAC Motors parece que chegou mesmo!

 

A montadora chinesa JAC Motors chegou enfim pra valer no Brasil. Com 150 milhões de reais para serem gastos com publicidade, a empresa invadiu Facebook, Twitter, Orkut e outras mídias. Almeja ainda patrocinar o Flamengo, para popularizar sua marca no meio do futebol (quem fez isso foi a Hyundai com o Fluminense, lembram?)

 

Nos anos 80, eu não confiava em carros japoneses. Hoje eles são excepcionais.

Nos anos 90, eu não botava fé em carros coreanos. Hoje, me convencem.

Na primeira década dos anos 2000, eu não acredito em carro chinês. Será que na próxima década os respeitarei?

 

Sinceramente, a cultura empresarial japonesa, coreana e chinesa, às vezes parecida, pode ser diferente demais em alguns aspectos. Por isso a minha desconfiança. Hoje, não compraria um carro chinês de forma alguma!

– Álcool a R$ 2,30? A Abrupta Subida do Preço do Etanol

 

Dias atrás conversamos sobre o aumento dos preços do álcool combustível (em: http://bit.ly/gJoOKS ) . Cada vez mais há a migração dos carros bicombustíveis para a opção gasolina.

 

Compartilho interessante matéria da Folha de São Paulo deste sábado, caderno Economia, por Karla Domingues e Mauro Zafalon:

 

ÁLCOOL MANTÉM ALTA EM SP E JÁ CUSTA R$ 2,30 POR LITRO

 

A demanda por combustíveis supera as expectativas, devido à evolução da economia. A procura por álcool também está aquecida, o que permite reajustes de preços nas usinas e nos postos.

A avaliação é de Antonio de Padua Rodrigues, diretor da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Em anos anteriores, os consumidores já migravam para a gasolina quando a paridade estava em 65% da gasolina, o que não ocorre neste ano.

Mas, se o preço continuar subindo, mais consumidores irão para a gasolina. “Até porque as usinas não produzirão, nas próximas semanas, o suficiente para o patamar atual de demanda.”

A Folha apurou R$ 2,30/litro ontem em postos de São Paulo.

– Beleza e Poder: Competência e Discriminação no Ambiente de Trabalho

 

Beleza e competência têm juntas algumas relação?

 

O Poder deve ter algumas restrições com a aparência?

 

Pois bem: a oportuna e pertinente matéria da Revista Isto É Dinheiro (de 20/10/2010, ed 680, pg 68-74, por Paulo Brito) traz interessante matéria sobre Mulheres Bonitas em cargos executivos. Na reportagem, diferenças entre postura, salário, relação e discriminação entre mulheres “feias e bonitas” (se é que existe mulher feia… particularmente, beleza é algo relativo e subjetivo).

 

Abaixo, compartilho:

 

BELEZA E PODER

 

Até que ponto o visual de uma presidente influi no sucesso de sua empresa? Algumas líderes revelam o que enfrentam pelo fato de serem bonitas

Uma das obras-primas de Vinicius de Moraes é um poema chamado Receita de mulher. O primeiro verso diz: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.” Há quem enxergue na frase cunhada pelo poetinha uma certa dose de machismo, mas, no mundo corporativo, ela tem se tornado decisiva. 

Executivas em cargos elevados e de beleza indiscutivelmente fora do comum parecem saber disso muito bem. E nenhuma nega que capricha em cada detalhe de seu visual para comparecer de modo atraente às reuniões nas quais representa sua empresa. Em outras palavras, elas vão vestidas para vender. 

O capricho delas é, na verdade, um complexo conjunto de escolhas que inclui roupas, penteado, maquiagem, postura, perfume, gestos, linguagem e muito mais. Isso, queiram elas ou não, vai despertar os sentidos de cada um dos presentes às reuniões. 

 

E a expectativa, sem sombra de dúvida, é de que todo esse cuidado as ajude a atingir as metas de suas companhias. Nessa discussão, que é quase um tabu entre as executivas, não há um consenso. 

 

Patrícia Gaia, 43 anos, a presidente do grupo Armani no Brasil, tem certeza absoluta de que, no setor em que trabalha, o da moda e do luxo, a aparência é, sim, fundamental. “A beleza ajuda muito, sim. Não no fechamento de um negócio, mas ajuda”, afirma ela. 

 

Já a empresária Gisela Mac Laren, 42 anos, presidente do estaleiro Mac Laren Oil, empresa com faturamento de US$ 50 milhões, tem uma visão oposta. “Beleza é algo que desprezo”, diz, com uma voz ríspida, para deixar claro que não quer ter essa imagem associada à sua empresa. 

 

O fato é que, independentemente da crença de cada uma, a aparência tem um papel importante tanto para o bem como para o mal. “A beleza tem, sim, influência”, diz à DINHEIRO o economista americano Daniel Hamermesh, professor da Universidade do Texas e da Universidade de Maastrich, na Holanda. 

Ele estuda isso há décadas e publicou seu primeiro trabalho sobre o assunto especialmente para o governo americano. A pesquisa contou com a ajuda de um grupo, formado por quatro pessoas, que classificou as fotos de 4.400 recém-formados de uma faculdade de direito em cinco categorias que iam do feio ao belíssimo. 

 

Periodicamente, esses ex-alunos informavam seu nível salarial à faculdade e, a partir dessa base, foi possível determinar uma forte correlação entre beleza e rendimentos. “Esse fato já está cientificamente comprovado: gente bonita ganha melhor. O que estamos estudando, agora, é como isso está ocorrendo em diferentes profissões e o que produz esses efeitos.” 

 

Se por um lado pode abrir portas, por outro a beleza cria situações constrangedoras. É o que relata Mônica Ferro, 43 anos, dona da loja de iluminação Wall Lamps, no bairro dos Jardins, em São Paulo. Bonita e dona de um negócio que este ano pode faturar R$ 12 milhões, Mônica já apareceu em várias reportagens. 

 

Em uma delas, foi fotografada de saia. Pouco tempo depois, foi procurada por um cliente que disse ter lido o texto e pedia uma reunião. “Eu o atendi junto com outra pessoa e, minutos depois, concluí que ele não estava totalmente interessado nos produtos”, conta ela, rindo. “Pelo teor da conversa, notei que aquilo não ia terminar num negócio. 

 

Mesmo assim, continuei a reunião, mas houve uma hora em que ele não resistiu e falou ‘mas a senhora tem umas pernas…’ e continuou a conversa. Curiosamente, nesse dia eu usava calça comprida.

Eu, polidamente, agradeci, e felizmente ele nunca mais voltou. Mas essas coisas são assim: os homens jogam. Se colar, colou”, completa. Para não ter de enfrentar essas situações, a dona da Kapeh Cosméticos, Vanessa Vilela, 32 anos, toma certos cuidados no seu dia a dia de executiva. O primeiro é vestir-se com discrição: decotes sempre abreviados, às vezes uma echarpe no pescoço, tailleurs e calça comprida de corte social.

 

Outro recurso: sempre que possível, leva sua sócia e o marido dessa sócia para as reuniões. “Um homem que tenha quase ultrapassado os limites dos assuntos comerciais comigo deve ter sido muito sutil. 

 

Em geral, são muito bem-comportados e educados”, diz Vanessa. Para reforçar sua blindagem ao assédio, ela deixa claro que o assunto tratado é exclusivamente aquele que motivou a reunião. “O objetivo de nossas pautas é sempre atingir as metas de qualidade e vendas da Kapeh, que este ano deve faturar R$ 1 milhão”, diz Vanessa. 

 

A dona da rede Spa Mais Vida, a ex- triatleta Renata de Abreu, 32 anos, uma loira de 1,79 m de altura, nunca se sentiu assediada: “Acho que até pela minha postura, pela minha maneira discreta de vestir, pela seriedade nas conversas”, conta. 

 

Mas ela sabe que corre esse risco. “Acho que dei sorte”, diz. E sabe como se desvencilhar de uma brincadeira de mau gosto. “Se isso acontecer, não acho que será difícil contornar. É o caso de interromper a reunião na mesma hora, pedir licença, desconversar, adiar tudo”, completa. 

Pode parecer mero detalhe, mas a questão da beleza feminina no universo executivo, predominantemente tomado por homens, ajuda a forjar o comportamento de algumas empresárias. Gisela Mac Laren, que desde 2000 comanda o Estaleiro Mac Laren Oil, de Niterói, é uma delas. 

 

Considerada a “diva” do setor naval brasileiro, é igualmente bonita e discreta, mas quem a conhece das reuniões de negócios sabe que nem de longe sua imagem deve ser associada a falta de conhecimento do setor naval ou a fragilidade. 

 

Para deixar claro qual é sua posição, ela age com firmeza nas negociações e é conhecida por seu aperto de mão ao estilo “quebra ossos”, como descreve um empresário dessa área. Com o tom de voz beirando a rispidez, ela afirma que sua beleza não é vantagem alguma.

 

Mas, evidentemente, sabe o poder que a aparência tem sobre os interlocutores. Tanto é que, como atua em um setor machista, criou algumas regras de conduta dentro da sua empresa. Sempre vestida com terninhos pretos da marca americana Theory, ela instituiu tanto a cor preta quanto as roupas discretas como obrigatórias para todas as mulheres da empresa. 

Em poucas palavras, Gisela não quer nenhuma ousadia. Apesar disso, não abre mão de detalhes pessoais, como maquiagem, joias reluzentes e tilintantes e, às vezes, um toque do Sensuelle, da Chanel. “Não acho que a beleza traga qualquer vantagem nos negócios nem para quem trabalha”, diz a empresária. “A elegância, a vestimenta, o comportamento, a qualidade da comunicação, o respeito, isso sim. Tudo isso ajuda a compor a imagem pública de cada pessoa”, completa. 

 

Uma funcionária como a porto-riquenha Debrahlee Lorenzana, que até agosto do ano passado trabalhava numa agência do Citibank, em Nova York, dificilmente teria espaço na empresa de Gisela. 

 

A voluptuosa moça usava roupas curtas no ambiente de trabalho. Seus trajes incluíam decotes generosos para valorizar um busto tamanho 46, construído com duas cirurgias plásticas, e curvas realçadas por duas lipoaspirações. Foi demitida sem explicações e, por isso, abriu um processo contra o banco. 

 

O verdadeiro motivo, alega seu advogado, foi o “ambiente de trabalho hostil criado por causa do seu estilo de vestir”. O caso de Debrahlee reflete o outro lado da moeda: entre os efeitos que a boa aparência de uma executiva pode provocar está a incredulidade de certos homens na competência delas.

Vanessa Vilela, da Kapeh, já viu um cliente quase virar as costas por não a reconhecer, num evento, como a dona da empresa. “Ele queria mais informações sobre os produtos e pediu para falar com alguém ‘superior’, embora eu já estivesse ali”, conta. 

 

A situação é idêntica à enfrentada por Mônica Ferro em uma reunião com um arquiteto: “Ele achou que eu era um bibelô, que estava na reunião só de enfeite, e disse à minha vendedora que queria falar com alguém mais graduado. Bem, aí eu tive de dizer quem eu era. Na hora ele abaixou a cabeça e ficou bem sem-graça”, comenta. “Em certos casos, acho que os homens querem passar por cima da gente”, diz. 

 

A consultora de  etiqueta e comportamento Cláudia Matarazzo faz questão de salientar que, num primeiro momento, a beleza ou a ausência dela são cruciais. “Você leva apenas 20 segundos para formar sua impressão sobre uma pessoa. Dentro dessa impressão, a imagem representa 60%. Depois, vem o tom de voz, com mais uns 30%. Nos 10% que faltam está o restante dos aspectos”, diz a consultora. “E, quando essa primeira impressão é boa, pode até mascarar qualidades ruins da pessoa.” Mas não por muito tempo. 

De acordo com Patrícia Gaia, da Armani, o resultado pode ser desastroso. “Uma pessoa que não seja bonita e também não seja capacitada é perdoada. Mas uma pessoa bonita e não capacitada é considerada uma ‘boba’”, afirma. É mais ou menos o que pensa a psicóloga Adriana Gomes, coordenadora de pós-graduação da faculdade ESPM, de São Paulo. “A beleza não permeia a decisão. Pode ser um facilitador no início das negociações, mas não no seu final. E a competência da pessoa deve ser consistente”, afirma. 

 

Renata de Abreu, do Spa Mais Vida, sabe disso e usa sua aparência como um cartão de visita. “Como vendo, tenho de ser o exemplo”, admite. “Do mesmo modo, ninguém iria se animar com um personal trainer fora do peso.” Ela tem resultados para mostrar: este ano, seus spas vão faturar R$ 6 milhões, em sete endereços, e até 2012 ela deve abrir outras 27 filiais. “É inegável que a beleza de uma mulher influencia o mundo do trabalho.

Não quer dizer que essa beleza torne as coisas mais fáceis. Mas a verdade é que aspectos subjetivos como esse têm um peso muito maior do que os executivos gostariam de reconhecer”, garante o consultor Boanerges Freire, da Boanerges & Cia. “Todos falam de objetividade nos negócios e nas reuniões, mas as relações comerciais acontecem entre as pessoas. Somos influenciados por aspectos subjetivos.” 

 

O cirurgião plástico Alexandre Senra, de São Paulo, que diariamente atende executivos de ambos os sexos, revela quanto essa questão aflige as pessoas. Uma de suas pacientes, executiva bonita que se aproximava dos 40 anos, resolveu investir numa plástica para defender sua posição na empresa. 

 

“Ela estava em uma companhia que iria ser absorvida por outra. Pelo que me contou, ela corria o risco de ser demitida por causa da idade assim que isso acontecesse”, diz Senra. Afinal de contas, profissionais mais jovens estavam a caminho. “O que a moça fez: veio ao meu consultório e optou por uma plástica. Até onde eu sei, depois da fusão ela continuou na equipe, não foi dispensada”, afirma.

– Ôba-Ôba de Obama no Brasil

 

Barack Obama, presidente dos EUA, estará neste final de semana no Brasil, fazendo um “tour político” pela América Latina.

 

A sua assessoria já declarou que quando estiver no Rio de Janeiro, Obama quer subir ao Cristo Redentor, nadar em Ipanema e discursar na Cinelândia. Não poderá fazer tudo isso, o serviço de segurança não deixará. Ainda mais que os EUA conseguiram aprovar sanções na ONU contra a Líbia e que permitiria uma invasão militar. Mas, estando no Brasil, Obama pode se sentir ainda seguro…

 

O certo é que ele terá que discursar no Teatro Municipal e almoçará Feijão Tropeiro, Picanha, além de Sorvete de Graviola (esse é o cardápio oficial). E negociará Etanol e Petróleo com dona Dilma.

 

Você sabia que os EUA pagam 1/3 no valor do álcool de cana brasileiro em relação ao produzido lá, que é de milho? Mesmo com a alta taxa de subsídios no nosso produto, que os americanos visam proteger a indústria local…

 

Na verdade, a viagem é estratégica e importante comercialmente para os 2 países.

– Alta nos Preços dos Combustíveis assusta!

 

Incrível como certas declarações governamentais são repletas de demagogia!

 

O preço do Etanol fugiu totalmente do controle do Governo. As exportações aumentaram, o consumo também, mas a produção ao mercado interno não cresceu na mesma proporção!

 

Nos últimos dias, falta etanol em algumas regiões brasileiras. Claro, não interessa vender o produto aos brasileiros, mas sim exportá-lo. Vendemos álcool de cana ao estrangeiro e compramos absurdamente álcool de milho para o não desabastecimento do país!

 

O Anidro, álcool que é misturado na gasolina para a venda aos consumidores, disparou de  preço. Assim, o Etanol já custa mais de R$ 2,00 (em algumas localidades, passa dos R$ 2,20) e por tabela a Gasolina sobe também!

 

O duro é a Petrobrás dizer que está tudo bem, dizendo que os preços estão defasados se compararmos com o mercado externo e que a gasolina não vai subir, ignorando totalmente os fatores internos como, por exemplo, o álcool!

 

Veja abaixo a ridícula declaração do diretor de abastecimento da BR. Será que ele pensa que somos todos ignorantes? A sua fala é dessa semana:

 

(Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/petrobras-promete-manter-preco-da-gasolina-apesar-da-alta-do-petroleo)

 

PETROBRAS NEGA AUMENTO NO PREÇO DA GASOLINA

 

Há um mês e meio acima da barreira dos 100 dólares o barril, a cotação internacional do petróleo passa ao largo dos preços internos dos principais combustíveis vendidos no país: gasolina, diesel e GLP. Na expectativa de uma reversão rápida do conflito no norte da África, a Petrobras mantém a intenção de não repassar a alta ao preço de refinaria.


“Nossa política aqui não vai mudar. Não há previsão de reajuste de preço, quer seja no diesel, na gasolina ou no GLP”, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, em entrevista à Agência Estado.


O executivo argumenta que a companhia monitora a evolução internacional e trabalha com um limite para a cotação, que não quis revelar. Quando começou a seguir a política de descolamento com o mercado internacional, a estatal havia estipulado um limite de três meses para o cálculo da média de preços e a fixação de novos patamares, mas na prática não seguiu essa fórmula.

Costa, falando por hipótese, comenta que uma elevação do petróleo a 150 dólares exigiria uma reação “urgente” no mercado doméstico, mas não revela os parâmetros que estão sendo usados pela Petrobras, alegando que se trata de uma estratégia interna. “O tempo (limite para deflagrar um repasse) varia de acordo com o preço. Não dá para dizer que a cada três meses teremos uma variação em relação ao mercado internacional. Se o petróleo bater, daqui a pouco, 150 dólares o barril, obviamente vamos ter de pensar numa coisa urgente para resolver isso.”

– O Sucesso e a Falta dos iPads

 

Os EUA venderam 500 mil iPads 2 em apenas uma semana!

 

Claro, tais números trazem um lucro muito grande à Apple, que só não consegue ganhar mais por conta da falta de capacidade em aumentar a produção, fazendo com que faltem os produtos nas lojas. Isso explica a carência de iPhones nas lojas brasileiras.

 

Em suma: quanto for produzido, quanto venderá!

– Muricy e a Multa a pagar / a receber

 

Não quero ser “o chato”, mas…

 

Dizem (dizem, logicamente, não significa ‘ser verdade’) de que Muricy Ramalho negociou para sair do Fluminense. Afinal, existia multa rescisória pelas duas partes e pediu para o Flu para não pagá-la, já que ele quem pediu demissão.

 

A pergunta é inevitável: se Muricy pediu para não pagar a multa ao sair do Fluminense, por que não pediu para não recebê-la quando foi demitido do Palmeiras? A ética é apenas unilateral?

– Trazer com mais de 30 dá. Mas e os que estão no Auge?

 

Leio que Luís Fabiano voltará ao Brasil. O São Paulo acertou por R$ 17 milhões o seu retorno.

 

Uau!

 

É muito dinheiro para um jogador de 30 anos. Certamente o Tricolor Paulista não está pensando em ganhar dinheiro na revenda do atleta, mas com o marketing em cima dele.

 

Mas aí fica a constatação: Ronaldo voltou em fim-de-carreira; Ronaldinho Gaúcho voltou em mau momento. Robinho veio na baixa e já voltou. Luís Fabiano chegou, mas não tão moço. Conseguirá o futebol brasileiro repatriar talentos jovens, como Alexandre Pato, Hernanes, Ramirez?

 

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– Detalhes que Atrapalham as Grandes Empresas: as Aranhas da Mazda!

 

Nem sempre ter os mais altos índices de produtividade e qualidade tornam uma empresa perfeita e os clientes satisfeitos. A SORTE (que é algo subjetivo) também é um fator importante.

 

Veja que inusitado: clientes proprietários de carros Mazda descontentes com seus veículos. E a culpa não era da empresa, mas sim de aranhas! Uma determinada espécie do aracnídeo gosta do cheiro da gasolina, entra pelo escapamento e ainda assim não morre!

 

O caso é relatado abaixo, extraído de: http://www.noticiasautomotivas.com.br/mazda6-passa-por-recall-por-causa-de-aranhas/

 

MAZDA6 PASSA POR RECALL POR CAUSA DE ARANHAS

 

A Mazda está fazendo um recall para seu modelo 6 por causa de aranhas. Isso mesmo. Na América do Norte e América Central, 65.000 unidades do modelo estão sendo chamadas, pois concessionárias da marca já relataram 20 casos de aranhas fazerem seus lares dentro de um respiro da linha de combustível.

Por conta destes ninhos, o tanque poderia ter sua pressão aumentada demasiadamente, levando a rachaduras e até mesmo a incêndios. Das 65.000 unidades, 50.000 estão nos EUA e as outras 15.000 estão no Canadá, México e Porto Rico.

A Mazda não sabe dizer porque as aranhas andam procurando abrigo ali e confirma que nenhum acidente foi causado por conta disso. Até agora.

– O Xarope Charlie Sheen

 

Como os vaidosos são realmente egoístas, não?

 

Charlie Sheen, astro da comédia “Two and half men”, da Warner Bross (maior audiência da Tv Americana), recebe US$ 2 milhões por episódio. Agora, ele vai à imprensa reclamar porque acha que o salário é pouco. Disse que não dá para viver se não ganhar, no mínimo, 3 milhões de dólares por episódio!

 

O ótimo ator é conhecidamente encrenqueiro e costumeiro conhecido da polícia devido as suas brigas, orgias e consumo de drogas.

 

Veja o que a jornalista Yara Barretta escreveu sobre Charlie Sheen, extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/conexaoorlando/celebridades/charlie-sheen-%e2%80%93-obituario-prematuro/

 

CHARLIE SHEEN – OBTUÁRIO PREMATURO

 

“Eu sou especial e jamais serei um de vocês!”, disse o ator em uma entrevista no final de fevereiro, de acordo com a New York Magazine. Mas o que exatamente ele quis dizer com “vocês”? Pessoas que tem que viver todos os dias “com suas esposas feias e seus filhos feios e olhar para suas vidas de perdedores e então eles olham para mim e dizem ‘Não consigo processar’. Bem, não, e jamais conseguirão! Parem de tentar! Relaxem e aproveitem o show!”

Para Mark Harris, autor do texto, quase tudo é perdoável: arrogância, cocaína, estrelas pornô, prisões, supostas overdoses. Mas não chamar seu chefe em  público de “palhaço”, “nazista do AA” e “charlatão”, nem mesmo vindo de uma pessoa que diz possuir “sangue de tigre e DNA de Adonis.”

E já tem gente escrevendo o obituário desse ator-problema, de acordo com a seção da revista (que nome mais apropriado!), Abutre.

Será prematuro? ATMZ diz que Sheen colocou no twitter que hoje à noite vai fazer seu próprio radio show, ao vivo na internet.

– Trainees são Submetidos a Reality Shows e Test Drivers?

 

Antes de começar o post, vale um registro: apesar dos termos em inglês, o artigo é em português, ok? Quantos termos estrangeiros num título só… rsrsrs

 

Sempre recomendo aos meus alunos formandos que procurem se tornarem trainees. É uma oportunidade ímpar para a formação de administradores capacitados, gabaritados e bem remunerados.

 

Compartilho uma interessante matéria do Estadão a respeito da seleção desses trainees. Não é que as empresas abusam da criatividade, submetendo os candidatos a verdadeiros Big Brothers da vida?

 

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/sua-carreira,test-drive-e-reality-show-para-trainees,not_56824,0.htm

 

TEST DRIVE E REALITY SHOW PARA TRAINEES

 

Multinacionais recorrem a programas especiais para escolher novos talentos

 

Há seis anos, o gerente de finanças Flávio Flores fez um test drive que mudou sua vida: integrou a primeira turma do Latin American Financial Seminar (LAFS), programa de identificação de talentos promovido pela multinacional Procter&Gamble (P&G).

A comparação é dele. “Como em um test drive, tive a oportunidade de optar por um emprego depois de vivenciá-lo por um tempo”, conta. Durante uma semana, o gerente – então um estudante do último ano de engenharia elétrica – aprendeu sobre os processos e desafios reais da empresa, tendo de propor, ao final, soluções práticas para os problemas apresentados. “Tive de expor minha proposta para os altos executivos da empresa.”

Uma semana após o seminário, Flores foi contratado como estagiário da Procter. Pouco tempo depois, já estava efetivado como gerente. “Desde então, já passei pelo chão de fábrica e hoje estou na matriz.”

Esse tipo de programa é usado por várias empresas como alternativa aos processos comuns de recrutamento de trainees.

Para o diretor de finanças da P&G, Marcelo Mejlachowicz, o LAFS é a melhor maneira de identificação de jovens talentos. “Este processo existe há 20 anos na Europa, mas é recente na América Latina. É um modelo inovador, que possibilita ao estudante experimentar um caso de negócios real.”

Realizado na sede latino-americana da empresa, na Cidade do Panamá, o seminário garante a contratação dos participantes que tiverem melhor desempenho – e possibilita que vislumbrem seu futuro profissional. “Em uma semana, você sabe como vão ser os próximos dez anos de trabalho”, diz Flores.

Competição. Durante os quatro anos de sua graduação em marketing, Renan Tavares estudou muita teoria, mas sentia a falta de pôr a mão na massa. Foi em outro programa de recrutamento que ele teve a oportunidade mostrar serviço, e com bons resultados. “Minha equipe ficou em terceiro lugar em um concurso mundial de marketing”, conta o atual trainee da L’Oréal.

O programa no qual Tavares participou é o Brandstorm, promovido anualmente pela organização francesa. Nele, um desafio é proposto para equipes de universitários que estejam nos dois últimos anos da graduação. “Na edição de 2009, da qual participei, tivemos de desenvolver o conceito de um perfume de uma das marcas da empresa”, conta.

Com a orientação de gerentes da multinacional, elaboraram uma proposta e venceram a final nacional. O passo seguinte foi a grande final, na França, onde arrebanharam o terceiro lugar.

Para Juliana Bonomo, gerente de recrutamento e seleção da L’Oréal, a competição é uma boa oportunidade para que os estudantes se aproximem da empresa – que, por sua vez, observa atentamente para identificar novos talentos. “Utilizamos o jogo como uma forma de recrutamento”, diz. “Ao participar do processo, o estudante pula diversas etapas em nossos processos tradicionais de seleção”, afirma.

Tavares recebeu o primeiro contato dos profissionais de recursos humanos da organização ainda na final regional. “A abordagem definitiva foi na França. Eu já voltei de lá com entrevista marcada e acabei me tornando estagiário.” Hoje, o rapaz é trainee da área de Marketing, e deve ser efetivado como analista já em abril. “Depois que você participa do programa fica difícil não querer trabalhar na empresa”, conta.

Aprendiz. De acordo com o presidente do conselho deliberativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Felipe Westin, os processos de identificação de talentos baseados em experiências reais são uma versão em carne e osso do programa de TV O Aprendiz, no qual um grupo de pessoas disputa uma vaga. “É como um reality show, uma competição que dá um contexto prático tanto para a empresa quanto para o jovem”, conta.

Westin alerta, porém, para a necessidade de melhorar o planejamento, por parte das empresas, no recrutamento dos participantes dos programas. “Não basta o jovem ter somente um perfil agressivo para foco em resultados. Ele deve ter bom relacionamento, pois ao começar a trabalhar efetivamente vai precisar dessa competência.” O presidente aconselha que os recrutados tenham o apoio de um mentor. “Eles não devem ser jogados às feras”, aconselha.

Claudia Storch participa atualmente da primeira edição do Generation Philips, promovido pela multinacional do ramo de eletroeletrônicos. Durante o processo, ela desenvolveu projetos em três áreas diferentes da companhia – inclusive com uma passagem na Holanda.

“Foi uma excelente maneira de ampliar meu escopo profissional”, conta a paulistana formada em relações internacionais. “Por meio do trabalho em equipe, devemos resolver problemas reais de cada área, propondo soluções para seus gargalos.”

Para a gerente de talentos da empresa, Denise Reis, a ideia do programa é formar os futuros profissionais de maneira desafiadora. “Os jovens sempre apresentam estratégias inovadoras.”

– Fiat supera Volkswagen em Mês Histórico!

 

No melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat alcançou 23,4% do mercado, contra 21% da Volkswagen e 17,9% da Chevrolet. Mas o número mais relevante não é esse, e sim outro: após 20 anos consecutivos, o Gol perdeu a liderança de veículo mais vendido do Brasil para o Uno Mille, por exatos 481 carros!

 

Competência e inovação resultam nisso. Parabéns aos italianos da Fiat e aos engenheiros brasileiros da empresa.

– PepsiCo entre as Mais inovadoras.

 

Compartilho interessante material enviado por Vanderlei Noronha sobre a inovação na Administração de Empresas. Em destaque, a PepsiCo

 

PEPSICO ENTRE AS COMPANHIAS MAIS INOVADORAS DO MUNDO PELA REVISTA FAST COMPANY

 

A PepsiCo foi recentemente apresentada, na edição 2011 da revista Fast Company, como uma das “World’s Most Innovative Companies” ou “Companhias Mais Inovadoras do Mundo”. Selecionada entre milhares de empresas em todo o mundo, a PepsiCo é a única empresa do segmento de alimentos e bebidas a fazer parte da lista, na 33º posição no ranking, entre as 50 maiores empresas. Veja a lista completa aqui 2011.

Enquanto a PepsiCo é líder em inovação em todas as áreas do negócio, a empresa foi reconhecida este ano “para sua ambiciosa nutrição de P&D.” O artigo diz: “A gigante de snacks-alimentos abriu recentemente um centro de pesquisa clínica utilizado para tornar seus produtos mais saudáveis – cortando açúcar, gordura e sódio em 25 por cento nos próximos 10 anos – sem alterar seu sabor. Menores e de fácil dissolução, os cristais de sal para snacks, por exemplo, podem significar menos sódio com o mesmo sabor salgado”.

Em 2010, a Frito-Lay (operação de snacks salgados na América do Norte) foi homenageada como uma das empresa mais inovadoras por os seus esforços ambientais, conseguindo um “aterro sanitário zero” em um terço de suas 32 plantas.

– Empreendedorismo Halal

 

Já que citei abaixo a Época, compartilho algo interessante da Época São Paulo (Ed Março/2011): a boa matéria sobre os 8 açougues árabes do bairro do Pari.

 

Os muçulmanos comem algumas carnes (frango, boi e cordeiro) após certos rituais aprovados por sua religião. Não comem outras (porco, cães, elefantes, ursos, gatos, macacos e aves de rapina; alimentos cultivados com pesticidas e bebidas alcoólicas) por motivos também religiosos. As carnes permitidas pelo seu livro sagrado, o Alcorão, são chamadas de Halal (lícitas, em árabe) e as proibidas são Haram (pecaminosas).

 

Assim, vale a dica: um grande negócio a ser explorado é o de açougues e restaurantes halal, que tem um potencial de clientela nascente e emergente em São Paulo.

 

Vale a dica e a leitura da matéria, em www.epoca.com.br.

– Exemplo do caso Piracicaba X Hyundai serve à Jundiaí, Sorocaba, Campinas…

 

Cerca de R$ 600 milhões em investimentos diretos e mais de R$ 300 milhões dos recursos indiretos advindos de parceiros (portanto, quase R$ 1 bi!). De empregos, serão 6.000 novas contratações.

 

Esses são os números da Hyundai em Piracicaba. A prefeitura local, dando o terreno e isenção de IPTU por 20 anos, conseguiu a instalação da nova fábrica. A sedução por renúncias fiscais é questionável, mas, ao final das contas, o benefício social é garantido.

 

Parabéns, Piracicaba. Que outras cidades estejam atentas a grandes investimentos e possam negociar as novas plantas.

 

E você, o que acha de isenções fiscais em troca de instalação de empresas? Deixe seu comentário:

 

– Viral da Gisele Bündchen?

 

Nesta semana, vazou por aí um vídeo da Gisele Bündchen varrendo uma suposta casa. E a cada dia, esse mesmo vídeo que aparentemente parece ser amador, ganha ares de profissional.

 

Tá na cara que é um Viral, ou seja, um vídeo solto na rede para iludir momentaneamente as pessoas e ganhar notoriedade. E, depois de um tempo, se revela uma propaganda.

 

Recentemente a Kaiser fez isso, colocando o ator que interpretava o “Baixinho da Kaiser” como namorado da atriz Karina Bach. Depois que as revistas de fofoca noticiaram tal enlace, se revelou que o affair, na verdade, era uma ação publicitária.

 

De quem você acha que é a ação da Gisele? Na minha modesta opinião, 99,9999999% de ser da Sky; afinal, ela é contratada desta empresa. E você?

 

Aguardemos para descobrir!

– Preço dos Combustíveis Disparam no Brasil

 

Amigos, quem está com o tanque do seu veículo vazio, corra aos postos de combustíveis!

 

No último final de semana de fevereiro, as distribuidoras surpreenderam com aumentos significativos nos produtos. A culpa seria da entressafra e a conseqüente falta de produto. Com o aumento do Etanol (álcool), a Gasolina, por conter Anidro, sobe também. E, por incrível que possa parecer, segundo “O GLOBO”, em matéria de 25/02/2011, o Nordeste Brasileiro começou a importar Etanol dos EUA! Os preços em Fortaleza, por exemplo, regulam em R$ 2,799 para a Gasolina e R$ 2,299 para o Etanol.

 

Nesta última sexta-feira, as distribuidoras sediadas em Paulínia reajustaram seus produtos. Segundo as mesmas, a alta persistirá até o Feriado do Carnaval (provavelmente aproveitarão as viagens dos turistas no feriado prolongado), sendo que em meados de março o preço poderá cair, com a nova safra entrando no mercado.

 

Curiosamente, o ESTADÃO (citação abaixo) traz uma matéria sobre as exportações de etanol brasileiras aos EUA. Quer dizer: exportamos álcool de cana e importamos álcool de milho.

 

Acreditem se quiser!

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110221/not_imp682255,0.php

 

O ETANOL PERDE TERRENO

 

Além de grande consumidor mundial de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, o Brasil aspira a tornar-se um dos grandes exportadores mundiais do produto. Até agora, porém, a produção nacional de etanol tem-se caracterizado pela instabilidade, com variações de produção e preços que afetam o consumo interno e limitam a exportação. E o etanol vem perdendo mercado no País e no exterior. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), foram vendidos diretamente nos postos 15 bilhões de litros de álcool hidratado em 2010, 8,5% a menos que no ano anterior, o primeiro recuo da demanda desde 2003. Por sua vez, o consumo de gasolina aumentou 17,5% em relação a 2009. Quanto às exportações do biocombustível, o Brasil ainda detém a liderança mundial, mas está ameaçado de perdê-la para o etanol produzido a partir de milho nos Estados Unidos, altamente subsidiado e protegido da concorrência externa por uma pesada sobretaxa.

É bem verdade que o aumento das importações de veículos movidos a gasolina puxou o consumo desse combustível. As compras de automóveis estrangeiros por brasileiros em 2010 se elevaram mais de 50% em comparação com 2009, custando US$ 8,54 bilhões ao País. Além disso, o etanol ficou bem mais caro para os carros bicombustíveis aqui fabricados. Os preços variam de região para região, mas, segundo a ANP, ficaram 77% aquém do preço da gasolina, quando, para atrair o consumidor, deveriam ficar abaixo de 70%. O governo, porém, não precisou diminuir o porcentual de adição de 25% de álcool anidro à gasolina, o que exigiu 22,2 bilhões de litros, um pouco menos que em 2009 (22,7 bilhões de litros).

Como ciclicamente ocorre, as cotações em alta do açúcar no mercado internacional fizeram as usinas destinar uma maior quantidade de cana para essa produção, o que foi agravado pela quebra de safra no Centro-Sul. Não são esperadas grandes mudanças neste ano, a se confirmarem as previsões de que as cotações do açúcar ainda seguirão elevadas.

Quanto ao etanol, a perspectiva é de que seus preços no mercado interno se mantenham estáveis, com variações sazonais. Segundo analistas, o preço do álcool hidratado com relação à gasolina só se tornará mais vantajoso se for autorizado um aumento dos preços dos derivados de petróleo em geral, com o objetivo de mantê-los em linha com as cotações no mercado internacional. Essa, no entanto, é uma medida que o governo evitará adotar para não agravar a inflação.

Uma forma de manter um diferencial competitivo do etanol é cobrar uma alíquota maior do ICMS sobre a gasolina, como já fazem os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. É duvidoso que outros Estados venham a fazer o mesmo, o que importará em novo recuo do etanol no mercado interno, como prevê Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica (Globo, 16/12). Segundo ele, serão produzidos no País, neste ano, entre 15 bilhões e 16 bilhões de litros de etanol hidratado, volume semelhante ao de 2010, o que significará perda de mercado, já que o consumo de combustíveis crescerá com o aumento da frota de veículos.

Já as exportações brasileiras de etanol em 2010 ficaram em torno de 1,5 bilhão de litros, superando por pouco as vendas externas americanas do sucedâneo de milho, estimadas em 1,3 bilhão de litros. E este ano não começa bem nessa área: em janeiro, a exportação de etanol foi de 95,3 milhões de litros, 60,3% abaixo do volume no mesmo mês do ano passado.

Vê-se que falta muito ainda para que o Brasil possa recuperar a competitividade interna do etanol e seja capaz de exportar regularmente o produto em volumes significativos, de modo a transformá-lo em uma commodity no mercado internacional. Cabe à iniciativa privada vencer esse desafio, e investimentos de grande vulto estão sendo feitos ou são planejados para aumentar a oferta de etanol. A principal ajuda que o governo pode dar é fazer gestões nos foros internacionais e junto aos países desenvolvidos para superar as resistências protecionistas ao produto brasileiro.

– A confusão do Shopping Campineiro Servindo de Exemplo à Jundiaí

 

Que verdadeiro imbróglio o problema do Shopping Iguatemi em Campinas!

 

A questão é a seguinte: este shopping (que chegará em Jundiaí em breve) cobrava R$ 4,00 do seu estacionamento. Resolveu reajustar o valor em R$ 5,00, e, imediatamente, o PROCON entrou na Justiça, alegando que 25% era aumento abusivo. E conseguiu barrar o novo preço!

 

Liminar vem, liminar vai, e a confusão persiste. O Shopping é privado e alega que investe em comodidade ao seu público (A e B), e que o índice não é baseado na inflação, mas sim no custo em conforto.

 

Sinceramente, respeito o PROCON, mas… não há algo mais importante a fazer? Se os clientes do Iguatemi estão incomodados, há diversas outras opções de Shopping na região. E, aparentemente, não há incômodo para eles.

 

Que tal o PROCON se preocupar com a Telefônica, CPFL e outras empresas que abusam dos consumidores e são reconhecidamente problemáticas nas questões de respeito ao cliente?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Kadhaphi, Gaddafhi ou o Equivalente na Economia Brasileira

 

Já li em diversas revistas e jornais várias formas para se escrever o nome do ditador líbio. Assim, tratemos-o pela escrita mais simples: Kadafi. E o que ele tem a ver conosco?

 

Muita coisa.

 

A Líbia é grande produtora de petróleo, e com a crise interna do povo que pede democracia em seu território, as exportações do “Ouro negro” pararam. Consequentemente, já aumentou o preço do barril do petróleo no mercado internacional. E, nós brasileiros, mesmo dentro da nossa auto-suficiência na produção, corremos o risco de ver o preço do combustível ser majorado, já que a Petrobrás acompanha o preço nacional com base nos preços internacionais (é como se ainda importássemos petróleo para refiná-lo em Gasolina).

 

Pior: chegando nas proximidades do pico da entressafra da cana-de-açúcar, o preço do Etanol ainda ganha fôlego para (quem sabe derradeiro) aumento no valor. E como a Gasolina contém 20% de álcool anidro em sua composição…

 

Assim, vale a pena manter-se atento: deixar o tanque do veículo cheio, nos próximos dias, é sinal de prudência e economia…