– Ôba-Ôba de Obama no Brasil

 

Barack Obama, presidente dos EUA, estará neste final de semana no Brasil, fazendo um “tour político” pela América Latina.

 

A sua assessoria já declarou que quando estiver no Rio de Janeiro, Obama quer subir ao Cristo Redentor, nadar em Ipanema e discursar na Cinelândia. Não poderá fazer tudo isso, o serviço de segurança não deixará. Ainda mais que os EUA conseguiram aprovar sanções na ONU contra a Líbia e que permitiria uma invasão militar. Mas, estando no Brasil, Obama pode se sentir ainda seguro…

 

O certo é que ele terá que discursar no Teatro Municipal e almoçará Feijão Tropeiro, Picanha, além de Sorvete de Graviola (esse é o cardápio oficial). E negociará Etanol e Petróleo com dona Dilma.

 

Você sabia que os EUA pagam 1/3 no valor do álcool de cana brasileiro em relação ao produzido lá, que é de milho? Mesmo com a alta taxa de subsídios no nosso produto, que os americanos visam proteger a indústria local…

 

Na verdade, a viagem é estratégica e importante comercialmente para os 2 países.

– Alta nos Preços dos Combustíveis assusta!

 

Incrível como certas declarações governamentais são repletas de demagogia!

 

O preço do Etanol fugiu totalmente do controle do Governo. As exportações aumentaram, o consumo também, mas a produção ao mercado interno não cresceu na mesma proporção!

 

Nos últimos dias, falta etanol em algumas regiões brasileiras. Claro, não interessa vender o produto aos brasileiros, mas sim exportá-lo. Vendemos álcool de cana ao estrangeiro e compramos absurdamente álcool de milho para o não desabastecimento do país!

 

O Anidro, álcool que é misturado na gasolina para a venda aos consumidores, disparou de  preço. Assim, o Etanol já custa mais de R$ 2,00 (em algumas localidades, passa dos R$ 2,20) e por tabela a Gasolina sobe também!

 

O duro é a Petrobrás dizer que está tudo bem, dizendo que os preços estão defasados se compararmos com o mercado externo e que a gasolina não vai subir, ignorando totalmente os fatores internos como, por exemplo, o álcool!

 

Veja abaixo a ridícula declaração do diretor de abastecimento da BR. Será que ele pensa que somos todos ignorantes? A sua fala é dessa semana:

 

(Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/petrobras-promete-manter-preco-da-gasolina-apesar-da-alta-do-petroleo)

 

PETROBRAS NEGA AUMENTO NO PREÇO DA GASOLINA

 

Há um mês e meio acima da barreira dos 100 dólares o barril, a cotação internacional do petróleo passa ao largo dos preços internos dos principais combustíveis vendidos no país: gasolina, diesel e GLP. Na expectativa de uma reversão rápida do conflito no norte da África, a Petrobras mantém a intenção de não repassar a alta ao preço de refinaria.


“Nossa política aqui não vai mudar. Não há previsão de reajuste de preço, quer seja no diesel, na gasolina ou no GLP”, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, em entrevista à Agência Estado.


O executivo argumenta que a companhia monitora a evolução internacional e trabalha com um limite para a cotação, que não quis revelar. Quando começou a seguir a política de descolamento com o mercado internacional, a estatal havia estipulado um limite de três meses para o cálculo da média de preços e a fixação de novos patamares, mas na prática não seguiu essa fórmula.

Costa, falando por hipótese, comenta que uma elevação do petróleo a 150 dólares exigiria uma reação “urgente” no mercado doméstico, mas não revela os parâmetros que estão sendo usados pela Petrobras, alegando que se trata de uma estratégia interna. “O tempo (limite para deflagrar um repasse) varia de acordo com o preço. Não dá para dizer que a cada três meses teremos uma variação em relação ao mercado internacional. Se o petróleo bater, daqui a pouco, 150 dólares o barril, obviamente vamos ter de pensar numa coisa urgente para resolver isso.”

– O Sucesso e a Falta dos iPads

 

Os EUA venderam 500 mil iPads 2 em apenas uma semana!

 

Claro, tais números trazem um lucro muito grande à Apple, que só não consegue ganhar mais por conta da falta de capacidade em aumentar a produção, fazendo com que faltem os produtos nas lojas. Isso explica a carência de iPhones nas lojas brasileiras.

 

Em suma: quanto for produzido, quanto venderá!

– Muricy e a Multa a pagar / a receber

 

Não quero ser “o chato”, mas…

 

Dizem (dizem, logicamente, não significa ‘ser verdade’) de que Muricy Ramalho negociou para sair do Fluminense. Afinal, existia multa rescisória pelas duas partes e pediu para o Flu para não pagá-la, já que ele quem pediu demissão.

 

A pergunta é inevitável: se Muricy pediu para não pagar a multa ao sair do Fluminense, por que não pediu para não recebê-la quando foi demitido do Palmeiras? A ética é apenas unilateral?

– Trazer com mais de 30 dá. Mas e os que estão no Auge?

 

Leio que Luís Fabiano voltará ao Brasil. O São Paulo acertou por R$ 17 milhões o seu retorno.

 

Uau!

 

É muito dinheiro para um jogador de 30 anos. Certamente o Tricolor Paulista não está pensando em ganhar dinheiro na revenda do atleta, mas com o marketing em cima dele.

 

Mas aí fica a constatação: Ronaldo voltou em fim-de-carreira; Ronaldinho Gaúcho voltou em mau momento. Robinho veio na baixa e já voltou. Luís Fabiano chegou, mas não tão moço. Conseguirá o futebol brasileiro repatriar talentos jovens, como Alexandre Pato, Hernanes, Ramirez?

 

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– Detalhes que Atrapalham as Grandes Empresas: as Aranhas da Mazda!

 

Nem sempre ter os mais altos índices de produtividade e qualidade tornam uma empresa perfeita e os clientes satisfeitos. A SORTE (que é algo subjetivo) também é um fator importante.

 

Veja que inusitado: clientes proprietários de carros Mazda descontentes com seus veículos. E a culpa não era da empresa, mas sim de aranhas! Uma determinada espécie do aracnídeo gosta do cheiro da gasolina, entra pelo escapamento e ainda assim não morre!

 

O caso é relatado abaixo, extraído de: http://www.noticiasautomotivas.com.br/mazda6-passa-por-recall-por-causa-de-aranhas/

 

MAZDA6 PASSA POR RECALL POR CAUSA DE ARANHAS

 

A Mazda está fazendo um recall para seu modelo 6 por causa de aranhas. Isso mesmo. Na América do Norte e América Central, 65.000 unidades do modelo estão sendo chamadas, pois concessionárias da marca já relataram 20 casos de aranhas fazerem seus lares dentro de um respiro da linha de combustível.

Por conta destes ninhos, o tanque poderia ter sua pressão aumentada demasiadamente, levando a rachaduras e até mesmo a incêndios. Das 65.000 unidades, 50.000 estão nos EUA e as outras 15.000 estão no Canadá, México e Porto Rico.

A Mazda não sabe dizer porque as aranhas andam procurando abrigo ali e confirma que nenhum acidente foi causado por conta disso. Até agora.

– O Xarope Charlie Sheen

 

Como os vaidosos são realmente egoístas, não?

 

Charlie Sheen, astro da comédia “Two and half men”, da Warner Bross (maior audiência da Tv Americana), recebe US$ 2 milhões por episódio. Agora, ele vai à imprensa reclamar porque acha que o salário é pouco. Disse que não dá para viver se não ganhar, no mínimo, 3 milhões de dólares por episódio!

 

O ótimo ator é conhecidamente encrenqueiro e costumeiro conhecido da polícia devido as suas brigas, orgias e consumo de drogas.

 

Veja o que a jornalista Yara Barretta escreveu sobre Charlie Sheen, extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/conexaoorlando/celebridades/charlie-sheen-%e2%80%93-obituario-prematuro/

 

CHARLIE SHEEN – OBTUÁRIO PREMATURO

 

“Eu sou especial e jamais serei um de vocês!”, disse o ator em uma entrevista no final de fevereiro, de acordo com a New York Magazine. Mas o que exatamente ele quis dizer com “vocês”? Pessoas que tem que viver todos os dias “com suas esposas feias e seus filhos feios e olhar para suas vidas de perdedores e então eles olham para mim e dizem ‘Não consigo processar’. Bem, não, e jamais conseguirão! Parem de tentar! Relaxem e aproveitem o show!”

Para Mark Harris, autor do texto, quase tudo é perdoável: arrogância, cocaína, estrelas pornô, prisões, supostas overdoses. Mas não chamar seu chefe em  público de “palhaço”, “nazista do AA” e “charlatão”, nem mesmo vindo de uma pessoa que diz possuir “sangue de tigre e DNA de Adonis.”

E já tem gente escrevendo o obituário desse ator-problema, de acordo com a seção da revista (que nome mais apropriado!), Abutre.

Será prematuro? ATMZ diz que Sheen colocou no twitter que hoje à noite vai fazer seu próprio radio show, ao vivo na internet.

– Trainees são Submetidos a Reality Shows e Test Drivers?

 

Antes de começar o post, vale um registro: apesar dos termos em inglês, o artigo é em português, ok? Quantos termos estrangeiros num título só… rsrsrs

 

Sempre recomendo aos meus alunos formandos que procurem se tornarem trainees. É uma oportunidade ímpar para a formação de administradores capacitados, gabaritados e bem remunerados.

 

Compartilho uma interessante matéria do Estadão a respeito da seleção desses trainees. Não é que as empresas abusam da criatividade, submetendo os candidatos a verdadeiros Big Brothers da vida?

 

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/sua-carreira,test-drive-e-reality-show-para-trainees,not_56824,0.htm

 

TEST DRIVE E REALITY SHOW PARA TRAINEES

 

Multinacionais recorrem a programas especiais para escolher novos talentos

 

Há seis anos, o gerente de finanças Flávio Flores fez um test drive que mudou sua vida: integrou a primeira turma do Latin American Financial Seminar (LAFS), programa de identificação de talentos promovido pela multinacional Procter&Gamble (P&G).

A comparação é dele. “Como em um test drive, tive a oportunidade de optar por um emprego depois de vivenciá-lo por um tempo”, conta. Durante uma semana, o gerente – então um estudante do último ano de engenharia elétrica – aprendeu sobre os processos e desafios reais da empresa, tendo de propor, ao final, soluções práticas para os problemas apresentados. “Tive de expor minha proposta para os altos executivos da empresa.”

Uma semana após o seminário, Flores foi contratado como estagiário da Procter. Pouco tempo depois, já estava efetivado como gerente. “Desde então, já passei pelo chão de fábrica e hoje estou na matriz.”

Esse tipo de programa é usado por várias empresas como alternativa aos processos comuns de recrutamento de trainees.

Para o diretor de finanças da P&G, Marcelo Mejlachowicz, o LAFS é a melhor maneira de identificação de jovens talentos. “Este processo existe há 20 anos na Europa, mas é recente na América Latina. É um modelo inovador, que possibilita ao estudante experimentar um caso de negócios real.”

Realizado na sede latino-americana da empresa, na Cidade do Panamá, o seminário garante a contratação dos participantes que tiverem melhor desempenho – e possibilita que vislumbrem seu futuro profissional. “Em uma semana, você sabe como vão ser os próximos dez anos de trabalho”, diz Flores.

Competição. Durante os quatro anos de sua graduação em marketing, Renan Tavares estudou muita teoria, mas sentia a falta de pôr a mão na massa. Foi em outro programa de recrutamento que ele teve a oportunidade mostrar serviço, e com bons resultados. “Minha equipe ficou em terceiro lugar em um concurso mundial de marketing”, conta o atual trainee da L’Oréal.

O programa no qual Tavares participou é o Brandstorm, promovido anualmente pela organização francesa. Nele, um desafio é proposto para equipes de universitários que estejam nos dois últimos anos da graduação. “Na edição de 2009, da qual participei, tivemos de desenvolver o conceito de um perfume de uma das marcas da empresa”, conta.

Com a orientação de gerentes da multinacional, elaboraram uma proposta e venceram a final nacional. O passo seguinte foi a grande final, na França, onde arrebanharam o terceiro lugar.

Para Juliana Bonomo, gerente de recrutamento e seleção da L’Oréal, a competição é uma boa oportunidade para que os estudantes se aproximem da empresa – que, por sua vez, observa atentamente para identificar novos talentos. “Utilizamos o jogo como uma forma de recrutamento”, diz. “Ao participar do processo, o estudante pula diversas etapas em nossos processos tradicionais de seleção”, afirma.

Tavares recebeu o primeiro contato dos profissionais de recursos humanos da organização ainda na final regional. “A abordagem definitiva foi na França. Eu já voltei de lá com entrevista marcada e acabei me tornando estagiário.” Hoje, o rapaz é trainee da área de Marketing, e deve ser efetivado como analista já em abril. “Depois que você participa do programa fica difícil não querer trabalhar na empresa”, conta.

Aprendiz. De acordo com o presidente do conselho deliberativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Felipe Westin, os processos de identificação de talentos baseados em experiências reais são uma versão em carne e osso do programa de TV O Aprendiz, no qual um grupo de pessoas disputa uma vaga. “É como um reality show, uma competição que dá um contexto prático tanto para a empresa quanto para o jovem”, conta.

Westin alerta, porém, para a necessidade de melhorar o planejamento, por parte das empresas, no recrutamento dos participantes dos programas. “Não basta o jovem ter somente um perfil agressivo para foco em resultados. Ele deve ter bom relacionamento, pois ao começar a trabalhar efetivamente vai precisar dessa competência.” O presidente aconselha que os recrutados tenham o apoio de um mentor. “Eles não devem ser jogados às feras”, aconselha.

Claudia Storch participa atualmente da primeira edição do Generation Philips, promovido pela multinacional do ramo de eletroeletrônicos. Durante o processo, ela desenvolveu projetos em três áreas diferentes da companhia – inclusive com uma passagem na Holanda.

“Foi uma excelente maneira de ampliar meu escopo profissional”, conta a paulistana formada em relações internacionais. “Por meio do trabalho em equipe, devemos resolver problemas reais de cada área, propondo soluções para seus gargalos.”

Para a gerente de talentos da empresa, Denise Reis, a ideia do programa é formar os futuros profissionais de maneira desafiadora. “Os jovens sempre apresentam estratégias inovadoras.”

– Fiat supera Volkswagen em Mês Histórico!

 

No melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat alcançou 23,4% do mercado, contra 21% da Volkswagen e 17,9% da Chevrolet. Mas o número mais relevante não é esse, e sim outro: após 20 anos consecutivos, o Gol perdeu a liderança de veículo mais vendido do Brasil para o Uno Mille, por exatos 481 carros!

 

Competência e inovação resultam nisso. Parabéns aos italianos da Fiat e aos engenheiros brasileiros da empresa.

– PepsiCo entre as Mais inovadoras.

 

Compartilho interessante material enviado por Vanderlei Noronha sobre a inovação na Administração de Empresas. Em destaque, a PepsiCo

 

PEPSICO ENTRE AS COMPANHIAS MAIS INOVADORAS DO MUNDO PELA REVISTA FAST COMPANY

 

A PepsiCo foi recentemente apresentada, na edição 2011 da revista Fast Company, como uma das “World’s Most Innovative Companies” ou “Companhias Mais Inovadoras do Mundo”. Selecionada entre milhares de empresas em todo o mundo, a PepsiCo é a única empresa do segmento de alimentos e bebidas a fazer parte da lista, na 33º posição no ranking, entre as 50 maiores empresas. Veja a lista completa aqui 2011.

Enquanto a PepsiCo é líder em inovação em todas as áreas do negócio, a empresa foi reconhecida este ano “para sua ambiciosa nutrição de P&D.” O artigo diz: “A gigante de snacks-alimentos abriu recentemente um centro de pesquisa clínica utilizado para tornar seus produtos mais saudáveis – cortando açúcar, gordura e sódio em 25 por cento nos próximos 10 anos – sem alterar seu sabor. Menores e de fácil dissolução, os cristais de sal para snacks, por exemplo, podem significar menos sódio com o mesmo sabor salgado”.

Em 2010, a Frito-Lay (operação de snacks salgados na América do Norte) foi homenageada como uma das empresa mais inovadoras por os seus esforços ambientais, conseguindo um “aterro sanitário zero” em um terço de suas 32 plantas.

– Empreendedorismo Halal

 

Já que citei abaixo a Época, compartilho algo interessante da Época São Paulo (Ed Março/2011): a boa matéria sobre os 8 açougues árabes do bairro do Pari.

 

Os muçulmanos comem algumas carnes (frango, boi e cordeiro) após certos rituais aprovados por sua religião. Não comem outras (porco, cães, elefantes, ursos, gatos, macacos e aves de rapina; alimentos cultivados com pesticidas e bebidas alcoólicas) por motivos também religiosos. As carnes permitidas pelo seu livro sagrado, o Alcorão, são chamadas de Halal (lícitas, em árabe) e as proibidas são Haram (pecaminosas).

 

Assim, vale a dica: um grande negócio a ser explorado é o de açougues e restaurantes halal, que tem um potencial de clientela nascente e emergente em São Paulo.

 

Vale a dica e a leitura da matéria, em www.epoca.com.br.

– Exemplo do caso Piracicaba X Hyundai serve à Jundiaí, Sorocaba, Campinas…

 

Cerca de R$ 600 milhões em investimentos diretos e mais de R$ 300 milhões dos recursos indiretos advindos de parceiros (portanto, quase R$ 1 bi!). De empregos, serão 6.000 novas contratações.

 

Esses são os números da Hyundai em Piracicaba. A prefeitura local, dando o terreno e isenção de IPTU por 20 anos, conseguiu a instalação da nova fábrica. A sedução por renúncias fiscais é questionável, mas, ao final das contas, o benefício social é garantido.

 

Parabéns, Piracicaba. Que outras cidades estejam atentas a grandes investimentos e possam negociar as novas plantas.

 

E você, o que acha de isenções fiscais em troca de instalação de empresas? Deixe seu comentário:

 

– Viral da Gisele Bündchen?

 

Nesta semana, vazou por aí um vídeo da Gisele Bündchen varrendo uma suposta casa. E a cada dia, esse mesmo vídeo que aparentemente parece ser amador, ganha ares de profissional.

 

Tá na cara que é um Viral, ou seja, um vídeo solto na rede para iludir momentaneamente as pessoas e ganhar notoriedade. E, depois de um tempo, se revela uma propaganda.

 

Recentemente a Kaiser fez isso, colocando o ator que interpretava o “Baixinho da Kaiser” como namorado da atriz Karina Bach. Depois que as revistas de fofoca noticiaram tal enlace, se revelou que o affair, na verdade, era uma ação publicitária.

 

De quem você acha que é a ação da Gisele? Na minha modesta opinião, 99,9999999% de ser da Sky; afinal, ela é contratada desta empresa. E você?

 

Aguardemos para descobrir!

– Preço dos Combustíveis Disparam no Brasil

 

Amigos, quem está com o tanque do seu veículo vazio, corra aos postos de combustíveis!

 

No último final de semana de fevereiro, as distribuidoras surpreenderam com aumentos significativos nos produtos. A culpa seria da entressafra e a conseqüente falta de produto. Com o aumento do Etanol (álcool), a Gasolina, por conter Anidro, sobe também. E, por incrível que possa parecer, segundo “O GLOBO”, em matéria de 25/02/2011, o Nordeste Brasileiro começou a importar Etanol dos EUA! Os preços em Fortaleza, por exemplo, regulam em R$ 2,799 para a Gasolina e R$ 2,299 para o Etanol.

 

Nesta última sexta-feira, as distribuidoras sediadas em Paulínia reajustaram seus produtos. Segundo as mesmas, a alta persistirá até o Feriado do Carnaval (provavelmente aproveitarão as viagens dos turistas no feriado prolongado), sendo que em meados de março o preço poderá cair, com a nova safra entrando no mercado.

 

Curiosamente, o ESTADÃO (citação abaixo) traz uma matéria sobre as exportações de etanol brasileiras aos EUA. Quer dizer: exportamos álcool de cana e importamos álcool de milho.

 

Acreditem se quiser!

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110221/not_imp682255,0.php

 

O ETANOL PERDE TERRENO

 

Além de grande consumidor mundial de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, o Brasil aspira a tornar-se um dos grandes exportadores mundiais do produto. Até agora, porém, a produção nacional de etanol tem-se caracterizado pela instabilidade, com variações de produção e preços que afetam o consumo interno e limitam a exportação. E o etanol vem perdendo mercado no País e no exterior. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), foram vendidos diretamente nos postos 15 bilhões de litros de álcool hidratado em 2010, 8,5% a menos que no ano anterior, o primeiro recuo da demanda desde 2003. Por sua vez, o consumo de gasolina aumentou 17,5% em relação a 2009. Quanto às exportações do biocombustível, o Brasil ainda detém a liderança mundial, mas está ameaçado de perdê-la para o etanol produzido a partir de milho nos Estados Unidos, altamente subsidiado e protegido da concorrência externa por uma pesada sobretaxa.

É bem verdade que o aumento das importações de veículos movidos a gasolina puxou o consumo desse combustível. As compras de automóveis estrangeiros por brasileiros em 2010 se elevaram mais de 50% em comparação com 2009, custando US$ 8,54 bilhões ao País. Além disso, o etanol ficou bem mais caro para os carros bicombustíveis aqui fabricados. Os preços variam de região para região, mas, segundo a ANP, ficaram 77% aquém do preço da gasolina, quando, para atrair o consumidor, deveriam ficar abaixo de 70%. O governo, porém, não precisou diminuir o porcentual de adição de 25% de álcool anidro à gasolina, o que exigiu 22,2 bilhões de litros, um pouco menos que em 2009 (22,7 bilhões de litros).

Como ciclicamente ocorre, as cotações em alta do açúcar no mercado internacional fizeram as usinas destinar uma maior quantidade de cana para essa produção, o que foi agravado pela quebra de safra no Centro-Sul. Não são esperadas grandes mudanças neste ano, a se confirmarem as previsões de que as cotações do açúcar ainda seguirão elevadas.

Quanto ao etanol, a perspectiva é de que seus preços no mercado interno se mantenham estáveis, com variações sazonais. Segundo analistas, o preço do álcool hidratado com relação à gasolina só se tornará mais vantajoso se for autorizado um aumento dos preços dos derivados de petróleo em geral, com o objetivo de mantê-los em linha com as cotações no mercado internacional. Essa, no entanto, é uma medida que o governo evitará adotar para não agravar a inflação.

Uma forma de manter um diferencial competitivo do etanol é cobrar uma alíquota maior do ICMS sobre a gasolina, como já fazem os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. É duvidoso que outros Estados venham a fazer o mesmo, o que importará em novo recuo do etanol no mercado interno, como prevê Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica (Globo, 16/12). Segundo ele, serão produzidos no País, neste ano, entre 15 bilhões e 16 bilhões de litros de etanol hidratado, volume semelhante ao de 2010, o que significará perda de mercado, já que o consumo de combustíveis crescerá com o aumento da frota de veículos.

Já as exportações brasileiras de etanol em 2010 ficaram em torno de 1,5 bilhão de litros, superando por pouco as vendas externas americanas do sucedâneo de milho, estimadas em 1,3 bilhão de litros. E este ano não começa bem nessa área: em janeiro, a exportação de etanol foi de 95,3 milhões de litros, 60,3% abaixo do volume no mesmo mês do ano passado.

Vê-se que falta muito ainda para que o Brasil possa recuperar a competitividade interna do etanol e seja capaz de exportar regularmente o produto em volumes significativos, de modo a transformá-lo em uma commodity no mercado internacional. Cabe à iniciativa privada vencer esse desafio, e investimentos de grande vulto estão sendo feitos ou são planejados para aumentar a oferta de etanol. A principal ajuda que o governo pode dar é fazer gestões nos foros internacionais e junto aos países desenvolvidos para superar as resistências protecionistas ao produto brasileiro.

– A confusão do Shopping Campineiro Servindo de Exemplo à Jundiaí

 

Que verdadeiro imbróglio o problema do Shopping Iguatemi em Campinas!

 

A questão é a seguinte: este shopping (que chegará em Jundiaí em breve) cobrava R$ 4,00 do seu estacionamento. Resolveu reajustar o valor em R$ 5,00, e, imediatamente, o PROCON entrou na Justiça, alegando que 25% era aumento abusivo. E conseguiu barrar o novo preço!

 

Liminar vem, liminar vai, e a confusão persiste. O Shopping é privado e alega que investe em comodidade ao seu público (A e B), e que o índice não é baseado na inflação, mas sim no custo em conforto.

 

Sinceramente, respeito o PROCON, mas… não há algo mais importante a fazer? Se os clientes do Iguatemi estão incomodados, há diversas outras opções de Shopping na região. E, aparentemente, não há incômodo para eles.

 

Que tal o PROCON se preocupar com a Telefônica, CPFL e outras empresas que abusam dos consumidores e são reconhecidamente problemáticas nas questões de respeito ao cliente?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Kadhaphi, Gaddafhi ou o Equivalente na Economia Brasileira

 

Já li em diversas revistas e jornais várias formas para se escrever o nome do ditador líbio. Assim, tratemos-o pela escrita mais simples: Kadafi. E o que ele tem a ver conosco?

 

Muita coisa.

 

A Líbia é grande produtora de petróleo, e com a crise interna do povo que pede democracia em seu território, as exportações do “Ouro negro” pararam. Consequentemente, já aumentou o preço do barril do petróleo no mercado internacional. E, nós brasileiros, mesmo dentro da nossa auto-suficiência na produção, corremos o risco de ver o preço do combustível ser majorado, já que a Petrobrás acompanha o preço nacional com base nos preços internacionais (é como se ainda importássemos petróleo para refiná-lo em Gasolina).

 

Pior: chegando nas proximidades do pico da entressafra da cana-de-açúcar, o preço do Etanol ainda ganha fôlego para (quem sabe derradeiro) aumento no valor. E como a Gasolina contém 20% de álcool anidro em sua composição…

 

Assim, vale a pena manter-se atento: deixar o tanque do veículo cheio, nos próximos dias, é sinal de prudência e economia…

– Quem Vai Transmitir o Quê?

 

Uma grande confusão vem sendo observada na negociação dos direitos de transmissão dos jogos de TV para o Campeonato Brasileiro no próximo triênio.

 

Aparentemente, de um lado: Globo, CBF, Corinthians e Clubes Cariocas. Do outro: Demais Emissoras de TV, Clube dos 13, e desafetos de Ricardo Teixeira.

 

O imbróglio se resume a um simples fato: a Globo não quer concorrer com as outras Redes e sim fazer a prevalência da parceria de até então, tendo como aliados a CBF e o Corinthians. Mas o Clube dos 13 quer dinheiro, e vê numa licitação com envelopes fechados a possibilidade de ganhar mais receitas. Corinthians e Flamengo querem privilégios financeiros nos novos contratos. E assim a disputa segue.

 

Dentro de um mercado competitivo, democrático e capitalista (e sendo a CBF e os Clubes de Futebol entidades de direito privado), nem haveria necessidade de licitação. É simples e pura negociação com quem quer que seja. Mas num ambiente complexo como o da Política do Futebol, tratar de dinheiro em grupo é muito difícil. Há vaidades, interesses particulares e muita desunião, que são ingredientes perfeitos para sobrepor objetivos coletivos e desagregar parceiros.

 

Teoricamente, todos podem negociar juntos. Ou em separado, se assim desejarem. Mas, claro, fica a suposição: se os grandes conseguirem contratos vantajosos individualmente, o que poderá ocorrer com os pequenos?

 

Digo isso apegado por um debate realizado há muito tempo, no meu saudoso período de mestrando: na época, discutíamos a diferença em “mandar jogos” e “fazer o jogo”. A lei Pelé diz que em uma partida de futebol, quem realiza o espetáculo são os clubes. Alguns entendem (e aqui cito Ataíde Gil Guerreiro, do Clube dos 13, em entrevista a Wanderley Nogueira no Programa Pique da Pan, na noite de quarta) de que se os clubes realizam o espetáculo, seria razoável pensar que, se os clubes venderam seus direitos a emissoras diferentes, ambas redes de TV podem transmitir a partida. Outros entendem que o termo “realizar o espetáculo” cabe ao desenrolar de uma partida de futebol, ou seja, aos atores envolvidos num jogo de futebol, à partida em si no gramado. Assim, o mandante se responsabilizaria pela realização do evento em sua praça, tendo direitos e deveres. E dos direitos, a exploração de suas imagens na arena que realiza o evento.

 

Imaginem o seguinte jogo: Corinthians X Atlético-GO. Um vendeu os direitos à TV Globo, o outro só conseguiu vender à modesta Rede CNT. A pequena emissora poderia transmitir para todo o Brasil este jogo, já que o clube é visitante?

 

Certamente o grande clube faturará mais, enquanto os pequenos terão que se esforçarem mais para obterem contratos vantajosos. Por esse prisma, negociar em grupo ajuda os pequenos. Por outro lado, pode limitar o grande clube em obter recursos mais vantajosos.

 

Até agora, falamos sobre Negócios. Perceberam que não falamos sobre Ética?

 

E talvez esse ponto seja a concordância maior daqueles que acompanham esse capítulo importante do futebol brasileiro: a Ética dos Negócios ficou de escanteio em nome da ganância das negociatas. Uma pena.

 

Inegável a curiosidade de um possível fato inusitado: Já pensaram a Globo tendo os direitos exclusivos do Corinthians, a Record com os do São Paulo, a RedeTV com os do Palmeiras e a Bandeirantes com os do Santos?

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– As 1001 Utilidades de uma Marca

Olha que estudo de caso interessante: depois da queda, o ressurgimento da Bombril. Entre crises e contratempos, uma das marcas mais reconhecidas do Brasil retoma o crescimento.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/190809/1001-utilidades-marca-p-106.shtml

AS 1001 UTILIDADES DE UMA MARCA

A Bombril está comemorando: registrou um lucro de 84 milhões de reais no primeiro semestre de 2009. Não se trata de um resultado como qualquer outro. É a primeira boa notícia em muitos anos – e o primeiro sinal palpável de que uma crise que, muitos apostavam, obrigaria a empresa a fechar as portas pode estar se revertendo.

O processo de decadência começou na década de 80 – mas atingiu seu auge entre 2002 e 2006, quando a Bombril chegou a paralisar a produção por falta de dinheiro para comprar matéria-prima. Nesse longo período, sucederam-se episódios negativos, como a guerra por poder travada entre os herdeiros, que chegaram a trocar socos e xingamentos nos corredores da fábrica de São Bernardo do Campo, desvios de dinheiro e uma coleção de fraudes financeiras.

De 2006 para cá, teve início uma reestruturação radical, capitaneada por um dos três herdeiros, o economista Ronaldo Sampaio Ferreira, o único que ainda está lá. Nos quadros de administração, parentes e amigos foram substituídos por executivos tarimbados, que renegociaram uma dívida astronômica, frearam gastos e enxugaram custos fixos, além de trazer à Bombril novas práticas de gestão e governança corporativa.

Certamente, a empresa não teria permanecido viva se não estivesse apoiada numa marca tão forte, criada pelo comerciante Roberto Sampaio Ferreira em 1948 e até hoje sinônimo do produto que é, de longe, seu carro-chefe: a lã de aço. Diz o consultor René Werner: “Por mais trapalhadas que houvesse na empresa, elas nunca respingaram na marca”.

Marcas valiosas ajudam a explicar a longevidade de algumas das mais antigas empresas brasileiras, como, por exemplo, Hering e Lupo (veja reportagem). Mas nenhuma marca nacional, seja qual for o setor de atuação da companhia, é mais sólida do que a Bombril. Isso se vê em números. Suas lãs de aço chegam a 80% das casas brasileiras, um recorde para qualquer setor. Trata-se ainda do segundo artigo de limpeza mais vendido no país, atrás apenas do sabão em pó Omo (da multinacional Unilever). Em nenhum outro lugar do mundo a lã de aço foi tão assimilada quanto no Brasil, que concentra dois terços do mercado mundial desse produto. A razão é cultural. Os brasileiros revelam um apreço pelo brilho na limpeza como ninguém mais, segundo mostram as pesquisas. Além disso, conferiram vários usos à tal lã, como afixá-la à antena da televisão para melhorar a imagem e até servir de adubo para plantas. Nos anos 70, um produto parecido surgiu no Brasil – mas vinha com detergente, tal qual nos Estados Unidos, e não vingou. A antiga versão já havia sido incorporada aos hábitos locais. Conclui Alexandre Zogbi, da consultoria Interbrand: “A Bombril é um daqueles casos raros em que um vínculo emocional liga as pessoas a um produto – e à sua marca”.

No ápice da crise, em 2003, foi justamente a marca que salvou a empresa do pior. Sem crédito na praça e com 570 títulos protestados, a Bombril precisou demitir 30% de seus funcionários e paralisou a produção. “Só se via gente ociosa. O silêncio das máquinas era o maior sinal da decadência”, recorda-se a gerente de novos produtos, Adelice de Moraes, há 33 anos lá. Nesse tempo, os executivos da Bombril batiam à porta das grandes redes de supermercados e atacadistas, implorando para que fizessem compras antecipadas e mais: que pagassem à vista. Em troca, concediam-lhes descontos graúdos. Havia um detalhe peculiar nessa transação: com prateleiras abarrotadas de Bombril, os supermercados não colocavam à venda a nova mercadoria. Ela ficava armazenada em depósitos. Por que, então, essas redes seguiam comprando mais e mais lãs de aço? “Para manter a Bombril de pé”, explica Hélio Mariz de Carvalho, da consultoria FutureBrand, que acompanhou o caso. “Se a empresa morresse, provavelmente desapareceria com ela uma marca que atrai gente às lojas.

A história da dívida da Bombril – de 450 milhões de reais só de impostos devidos à União, mais a quantia relativa a multas por operações financeiras irregulares, cujo valor ainda se discute na Justiça – remete a meados dos anos 80. Foi quando o governo federal incluiu a lã de aço na cesta básica. Poderia ter sido bom, caso o preço não fosse tabelado e tão baixo. Para piorar, o valor do produto ainda se depreciava com a inflação de dois dígitos, e a empresa perdia dinheiro, o que se agravou nos anos seguintes, aí por má administração. Nesse contexto, o italiano Sergio Cragnotti, então dono da Cirio, até hoje uma das marcas mais conhecidas do ramo de alimentos na Europa, comprou a Bombril dos irmãos Ferreira.

A gestão do empresário italiano foi decisiva para levar a Bombril ao fundo do poço. Ele liderou uma série de transações financeiras duvidosas. Por algumas delas, é acusado de lavagem de dinheiro. Cragnotti retirava dinheiro da Bombril e com ele simulava, por meio de contratos falsos, comprar títulos da dívida americana. Numa outra operação, fez ainda a Bombril arrematar a Cirio – fraude em que o comprador e o vendedor são a mesma pessoa, mais conhecida no mercado como “Zé com Zé”. Mesmo assim, a Bombril continuou, por um bom tempo, a obter crédito e a captar dinheiro no mercado de ações, no qual havia ingressado em 1984. “Isso só foi possível porque, naquela época, a fiscalização das empresas na bolsa era bem menos vigilante”, diz o economista Maílson da Nóbrega. Em 2003, já com uma maior transparência do sistema e a má situação da Bombril cristalina, as ações da companhia chegaram à sua pior cotação na década – 2,80 reais. Hoje, o valor é de 6 reais.

“É um milagre a Bombril ter sobrevivido, ela era o avesso de uma empresa moderna”, diz o economista José Bacellar, um dos três administradores apontados pela Justiça para gerir a companhia depois do escândalo Cragnotti. Sobre esse período, ele incluiu um capítulo no livro A Surdez das Empresas, que fala de sua experiência na reestruturação de empresas. Lançado recentemente, o livro foi alvo de uma ação legal e chegou a ser retirado das prateleiras. O autor da ação foi Ronaldo Sampaio Ferreira .- que decidiu reassumir o comando da empresa e tem feito tudo para proteger sua imagem. Colecionador de carros de luxo, como o Mercedes 300 SL, uma raridade, e criador de gado, Ronaldo reconhece que é capaz de atos inconsequentes. “Sou um apaixonado por novidades”, comenta. Ele aprendeu a manter os pés no chão a um custo alto.

A palavra do dia hoje na Bombril é diversificar a linha de produtos. Não é apenas por causa da concorrência. A Bombril, que já teve 90% do mercado de lã de aço no Brasil, agora detém uma fatia de 70% (os outros 30% estão nas mãos da Hypermarcas, dona da Assolan). A diversificação é também necessária porque a procura pelo produto tende a encolher – caiu 10% somente no ano passado. Os hábitos de consumo estão mudando. As panelas de hoje não precisam mais ser areadas. As televisões tampouco têm antena. Mais preocupadas em manter as unhas benfeitas, as mulheres começaram a buscar produtos de limpeza até com hidratante. Para manter sua tão valiosa marca, a Bombril tem pela frente o desafio de adequar-se aos novos tempos.

por Cíntia Borsato

– China: 1/5 das Pessoas, 1/100 de Petróleo

 

Você sabia que 20% da população mundial se concentra na China?

 

E que 1% das reservas mundiais de petróleo se encontram lá?

 

Com esse crescimento assustador que os chineses vivem, como será que eles driblaram os poucos recursos petrolíferos que possuem?

 

Com fontes alternativas de energia e acordos comerciais de importação vantajosos aos países árabes, claro.

 

Vamos ver como eles se virarão. Uma hora, a coisa vai apertar e aí eu quero ver!

 

(Dados da Revista América Economia, Janeiro / 2011, pg 26)

– Muito Dinheiro e Muito Fracasso

Sou cinéfilo, mas um pouco chato para a qualidade dos filmes que assisto. Olha que interessante: a Forbes divulgou dias atrás os grandes fracassos de bilheteria- quem mais gastou em superproduções e perdeu muito, mas muito dinheiro mesmo. O campeão em prejuízo tem um elenco fantástico. Veja:

Extraído de: Terra

OS MAIORES FRACASSOS DE BILHETERIA NOS ÚLTIMOS 50 ANOS

O filme “A Grande Ilusão”, dirigido por Steven Zaillian e que tem Sean Penn como protagonista, é o maior fracasso de bilheteria dos últimos 50 anos, segundo uma lista publicada nessa sexta pela Forbes. A produção, do ano de 2006 e que conta ainda com Kate Winslet, Jude Law, Anthony Hopkins e James Gandolfini, gerou apenas US$ 9 milhões – bem abaixo do orçamento de US$ 55 milhões.

O segundo lugar ficou para The Express – A história de Ernie Davis, de 2008. O filme conta a trajetória de um jogador de futebol americano universitário que sofreu com o preconceito racial. Seu orçamento foi de US$ 40 milhões, contra US$ 10 milhões em bilheteria. O terceiro lugar é de Stay – Entre a vida e a morte, produção de 2005 que conta com Ewan McGregor e Naomi Watts no elenco. Foram apenas US$ 8 milhões recuperados, contra US$ 30 milhões gastos.

Também aparecem na lista Grindhouse (2007), de Quentin Tarantino; Invasores (2007), com Nicole Kidman; e dois filmes com Eddie Murphy como estrela: Minha filha é um sonho (2009) e O grande Dave (2008).

– Carrefour se Dividirá?

 

Amargando prejuízos no Brasil e redução no valor global em 36% nos últimos 3 anos, o Carrefour estuda se dividir em 3 grupos, a fim de melhorar a administração e apostar em atitudes mais eficientes no mercado (além das próprias ações em bolsa). A Rede Dia%, por exemplo, poderia sair do grupo.

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207207-16355,00-CARREFOUR+ESTUDA+SE+DIVIDIR+EM+TRES.html

 

CARREFOUR ESTUDA SE DIVIDIR EM 3

 

A rede de supermercados francesa Carrefour anunciou nesta segunda-feira (01/02) planos de iniciar a transação de novos ativos no mercado financeiro, em data ainda a ser definida. Segundo informações extraoficiais reveladas pelo jornal “Le Figaro“, a estratégia envolveria a cisão do conglomerado em três e a entrada nas bolsas de valores de duas novas empresas independentes: a rede popular Dia e a gestora de patrimônio imobiliário Carrefour Property.

O objetivo da estratégia seria elevar o valor do Grupo Carrefour nas bolsas de valores. Em comunicado distribuído à imprensa na manhã de ontem, em Paris, a empresa confirmou em parte as informações do diário francês e afirmou estar desenvolvendo estudos que levem à “otimização de sua performance e a valorização de seus ativos”. A iniciativa seguiria sugestão do banco BNP Paribas e as pressões dos investidores Colony Capital e Groupe Arnault, proprietários de 14% do capital e de 20% do direito a voto da holding.

A expectativa é de que, dividido em três, o conglomerado supermercadista recupere valor. Desde março de 2007, quando Colony e Arnault ingressaram no capital do número 2 do setor supermercadista mundial, as ações do grupo caíram de 53 para 34 euros (redução de quase 36%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Egito exporta Autopeças ao Brasil! É mole?

 

O que se pode falar da nossa política tributária?

 

Leio que o Egito exporta autopeças ao Brasil, pois, apesar do custo da mão de obra, distância e outras nuances, é mais barato do que fabricá-las aqui!

 

Dá para acreditar? Eles derrubam o Mubarak lá, e nós não conseguimos derrubar os nossos impostos…

– A Pé é mais rápido do que de Trem

 

Recomendo aos amigos a leitura da Revista Exame da penúltima semana (Ed 984). Nela há um estudo que mostra: para se ir a pé de Limeira a Santos, você leva 4,5 dias. Para ir de trem e embarcar algo no Porto de Santos, no mesmo trecho, 12 dias!

É o Custo-Brasil…

– Schincariol e Petrópolis descartam SAB Miller

 

Leio na Revista Exame (Ed 26/01/2011, coluna Primeiro Lugar), que a Sab Miller ainda não encontrou o parceiro ideal para entrar com mais impacto no mercado brasileiro.

 

Quanto mais demorar, pior será a ela, já que o mercado está a todo vapor!

 

Abaixo, a matéria e os motivos:

 

A DISCRETA CHEGADA DA SAB MILLER

 

O cortejo da cervejaria inglesa SAB Miller ao mercado brasileiro é antigo. Recentemente, a empresa, segunda maior cervejaria do mundo, voltou a conversar com a brasileira Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Crystal, e tentou negociar coma Schincariol, vice-lider do mercado local. Com a Petrópolis o negócio não andou por falta de acordo financeiro. A família dona da Schincariol nem sequer iniciou negociações, porque não aceita abrir mão do controle. Sem acordo, os ingleses da SAB Miller firmaram um pequeno contrato de distribuição coma gaúcha ImportBeer. No mercado, comenta-se que a entrada modesta é apenas uma forma de posicionar a marca no mercado antes de uma aquisição importante.

– Kia e Hyundai vencem em 2010!

 

Kia e Hyundai fazem parte de um só conglomerado sulcoreano. Entretanto, aqui elas brigam ferozmente. Mas o que surpreende é que, acima da expectativa da matriz, ambas cresceram mais do que previsto elevando o conceito de suas marcas e ganhando boa fatia de mercado. As 2 empresas foram as primeiras em crescimento no mercado automobilístico no ano passado. Abaixo:

 

OS COREANOS VENCERAM EM 2010

 

Por Marianna Aragão, Rev Isto É Dinheiro, Ed 23/10/2010, pg 65-68

 

Inimigas ferrenhas aqui e lá fora, Hyundai e Kia foram as montadoras que mais cresceram no Brasil no ano — difícil vai ser repetir o feito daqui para a frente!

 

Em uma das incontáveis cenas recentes de humor da novela Passione, exibida atualmente pela Rede Globo, a socialite emergente Clô, personagem interpretada pela atriz Irene Ravache, dá pulos de alegria ao receber de presente do marido um carro zero-quilômetro. Desde sua estreia na TV, em outubro, o novo automóvel de Clô — um Cerato, sedã médio da coreana Kia Motors, cuja nova versão foi recém-lançada no Brasil — já apareceu mais seis vezes na trama. Outros 26 carros da marca estão estacionados no pátio da emissora, prontos para as cada vez mais recorrentes ações de merchandising.

Poucos meses antes, durante a Copa do Mundo de futebol realizada na África do Sul, a também coreana Hyundai, que pertence ao mesmo conglomerado da Kia na Coreia do Sul (aqui as duas atuam de forma independente), autorizou pela primeira vez em sua história uma adaptação local de sua campanha mundial — o “tchá tchá” do comercial original, que significa gol, foi substituído no Brasil por palavras de encorajamento à seleção verde-amarela. Iniciativas como essas — apoiadas num orçamento em publicidade que deve chegar à casa do bilhão de reais em 2010 — deixam claro o grau de agressividade a que chegaram as duas montadoras coreanas no Brasil.

Hyundai e Kia vão encerrar 2010 entre as montadoras que mais cresceram no país. No caso da Hyundai, o aumento nas vendas entre janeiro e novembro foi de 54%, puxadas em grande parte pelo desempenho do hatch i30, hoje seu modelo mais vendido. O crescimento foi suficiente para colocá-la à frente da japonesa Toyota e no sétimo lugar do ranking de montadoras. A Kia, por sua vez, avançou 134%, atingindo 1,6% de participação de mercado. Para efeito de comparação: o setor como um todo cresceu 10% em 2010, uma expansão invejável quando comparada aos resultados dos mercados desenvolvidos. “Precisávamos fazer barulho para mostrar a nova cara da marca aos brasileiros”, diz José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors no país. “Não somos mais a montadora que produzia a van Besta. Temos carros de qualidade para competir de igual para igual no mercado.”

A arrancada das duas montadoras ocorre num momento particularmente atípico do mercado brasileiro. A despeito do bom momento que vive o setor, que deve encerrar o ano com um recorde de 3,5 milhões de unidades vendidas, marcas como Toyota, Honda, Renault, Peugeot, Citroën e Nissan fizeram poucos lançamentos no período (a Honda, por exemplo, nem sequer reestilizou as versões já existentes). Ao todo, apenas oito veículos novos dessas montadoras chegaram às concessionárias. Enquanto isso, as coreanas aceleraram a introdução de novos modelos no Brasil.

A Kia apresentou seis carros novos no país, entre modelos compactos e sedãs médios — outros três estão previstos para o primeiro semestre de 2011. Além disso, abriu 27 revendas, elevando o total de lojas para 144 (outras 23 já estão acertadas para os próximos meses). A Hyundai, por sua vez, lançou três carros, deu início à produção da SUV Tucson no Brasil em abril e já anunciou a construção de uma nova fábrica em Piracicaba, no interior de São Paulo, que fará carros populares a partir de 2012 — um indicativo de que a empresa passará a contar com peças de reposição nacionais, até então uma vantagem de seus concorrentes. “Kia e Hyundai continuam se alfinetando no Brasil, mas aparentemente perceberam que, mais importante do que isso, é brigar para vender carros”, diz Stephan Keese, diretor da consultoria Roland Berger e especializado no mercado automotivo.

 

Agressividade

 

De todas as montadoras — sejam elas coreanas ou não —, nenhuma foi tão aguerrida em sua estratégia comercial quanto a Kia. Entre os meses de agosto e novembro, a empresa reduziu de 3 000 a 5 000 reais os preços de três de seus maiores sucessos de mercado: o sedã Cerato, o hatch Picanto e o utilitário Soul. Ao mesmo tempo, passou a vender as versões 2011 de seus carros pelo preço de tabela de 2010. Apesar do óbvio sacrifício das margens de lucro, a Kia dobrou o ritmo mensal de vendas nesse período, em comparação ao desempenho nos meses anteriores à promoção. (A Kia nega que esteja reduzindo sua rentabilidade.) “Com quase 40 marcas presentes no país, fica praticamente impossível para qualquer montadora ganhar uma participação relevante de mercado”, diz Julian Semple, diretor da consultoria Carcon Automotive. “Não surpreende, portanto, que a Kia tenha partido para soluções mais radicais.”

Mais do que uma simples questão de preço, contou a favor das montadoras coreanas a crescente reputação de qualidade que seus carros vêm adquirindo — aqui e lá fora. Segundo dados da consultoria americana JD Power, os veículos da Hyundai contam com índices de qualidade superiores aos de marcas como Volvo e BMW. A Kia ainda está abaixo da média, mas fica à frente de Volkswagen, Land Rover e da luxuosa Jaguar. A soma de uma imagem de qualidade e preços agressivos levou a filas de espera de até três meses para alguns dos carros dessas marcas, caso da picape Sportage, da Kia, lançada no Salão do Automóvel de São Paulo em outubro. “Estamos com o estoque zerado”, diz Gandini. “A Kia cresceu 30% no mundo em 2010, e os coreanos não estavam contando com isso.”

– Subida nas Ações do PanAmericano

 

Mercado de ações é algo interessante. Após o empresário Sílvio Santos vender o Banco PanAmericano  por aproximadamente R$ 450 mi para o Banco BTG pactual, de André Esteves, as ações subiram 22% em um só dia.

 

Já pensou quem resolveu comprar no dia da descoberta da fraude e vender ontem, que grana levou?

 

Isso é ganhar dinheiro sem produzir nada. Aos espertos, meus cumprimentos!

– Pequenas Empresas com Possibilidade de Retorno a Curto Prazo (através de franquias).

 

Amigos, compartilho um bom texto da Revista Exame Pequenas e Médias Empresas, cujo tema é o investimento em 8 opções de franquias onde o retorno de investimento seja de até 1 ano!

 

Aos administradores de empresas e empreendedores interessados, o link está em: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8-franquias-de-retorno-rapido?p=1#link

 

Aparecerá uma janela com 8 fotos com as 8 opções de franquias. Clique sobre elas e o detalhamento do investimento aparecerá.

– Padilha sai por Cima em Guerra “invencível” contra as Cervejarias

 

Tempos atrás, havia um pequeno clamor para que se reduzisse sensivelmente as propagandas de cerveja, até chegar ao estágio das de cigarro.

 

Luta inglória. Afinal, o lobby em Brasília é muito forte.

 

Assim, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sabendo dessa situação, inteligentemente encontrou uma solução: pode fazer propaganda à vontade, mas incrementem mensagens politicamente corretas, como: Beba com Moderação; Se dirigir não Beba (todas já existentes mas com maior apelo publicitário), além de propagandas mais responsáveis.

 

Tomara que funcione!

– Mabe em Crise no Brasil?

 

Pela reportagem da Exame, parece que sim! Ou crise ou reengenharia. Segue abaixo:

 

Extraído de: Revista Exame, edição 984, pg 24

 

OS MEXICANOS ESTÃO ENCOLHENDO

 

A mexicana Mabe, dona das marcas de eletrodomésticos como Bosch, GE, Continental, Dako e a própria Mabe, vai diminuir de tamanho no Brasil. Além do fim da fabricação dos produtos Bosch, os mexicanos deverão retirar a marca Mabe do mercado. Com resultados pouco animadores nos últimos anos e muitas marcas concorrentes, a empresa deverá concentrar mais seus recursos. Nas últimas semanas, funcionários da Mabe deixaram a empresa e fornecedores passaram a reclamar de atrasos nos pagamentos. Pessoas próximas à Mabe dizem que a empresa chegou a negociar a venda para a coreana LG. A Mabe não confirma.

– Nokia líder no Recife!

 

Segundo a Revista América Economia (Janeiro / 2011, pg 11), a Nokia é a líder em smartphones no Brasil (36,4%, contra 17,2% Samsung e 6,6% LG).

 

Entretanto, sabe-lá-Deus quais as razões, no Nordeste ela é disparada a marca mais vendida. Tanto que a sua loja conceito recém inaugurada em nosso país encontra-se em ecife.

 

Como explicar esse fenômeno mercadológico?

– Foxconn: Fábrica de Suicidas?

 

A Foxconn tem ganhado notoriedade no mundo novo: maior fornecedor de peças dos aparelhos iPhone, Computadores Dell e Playstation, a empresa que conta com 300 mil funcionários em sua unidade de Shenzhen é, no mínimo, maluca!

 

Veja essa matéria, extraída de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177070-16363,00-UMA+FABRICA+DE+SUICIDAS.html

 

UMA FÁBRICA DE SUICIDAS

 

Crenças da chinesa que fabrica produtos Apple dão pistas de onde vem o estresse dos funcionários

 

A sede da Foxconn, maior fabricante de eletrônicos do mundo, localiza-se em Shenzhen, no sul da China, e parece uma cidade. Abriga mais de 300 mil empregados que, da linha de montagem, fazem sair grande parte dos aparelhos da Apple, dos computadores Dell e dos Sony PlayStation vendidos no mundo. Além de trabalhar, os funcionários dormem, comem, estudam e, ultimamente, se suicidam na fábrica. Desde o início do ano, 11 pessoas se mataram, a maioria atirando-se da janela de seus dormitórios.

A empresa resolveu agir. Cercou todos os edifícios com mais de 3 milhões de metros quadrados de redes, abriu um escritório para assistência psicológica 24 horas por dia e aumentou o salário em 30%, para o equivalente a R$ 300. O fato atraiu a atenção do mundo para a administração do fundador, o chinês Terry Gou, 59 anos. Livros com sua biografia estão espalhados pela empresa e ajudam a entender sua filosofia de trabalho. Conheça algumas de suas crenças, trazidas à tona em uma recente reportagem da revista americana Bloomberg BusinessWeek.

 

1-      Pessoas famintas costumam ter uma mente lúcida.

2-      Um ambiente rigoroso é muito bom.

3-      Fora dos laboratórios, não existe tecnologia. Só imposição de disciplina.

4-      Um exército de milhares é fácil conseguir. Já um general é difícil encontrar.

5-      Use as regras do jogo ditadas pelos estrangeiros para ganhar.

– A Ilha Outdoor da BMW em SC

 

A BMW inovou. Para promover seus carros da subsidiária Mini Cooper, montou uma ilha artificial no meio do Oceano, em Santa Catarina (em Jurerê Internacional – para quem não conhece essa praia, uma boa pedida). No pedaço de terra, apenas um carro e uma bela modelo… O marqueteiro estava inspirado, não?

 

Extraído de Revista Exame, 29/12/2010, por Samantha Lima

 

UMA ILHA PARA O MINI

 

A montadora alemã BMW, dona da Mini Cooper, vai aproveitar a alta concentração de jovens endinheirados durante o verão na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis, para promover seu simpático – e caro – carrinho. A empresa contratou o artista plástico Eduardo Srur para criar uma ilha artificial onde um Mini Countryman, o mais novo modelo da marca, ficará exposto. Ao seu lado, uma bela modelo passará o dia tomando sol e cuidando de carro. Na areia, binóculos serão distribuídos para quem quiser ver mais detalhes de ambos.

– Bhrama X Itaipava

 

E a pendenga judicial entre a AmBev e a Cervejaria Petrópolis?

 

A Bhrama fez uma campanha muito grande para lançar sua lata vermelha (que, por sinal, acho horrível! Mudou psicologicamente até mesmo o gosto da cerveja…). A ideia não era uma simples ação de marketing, mas diferenciar sua embalagem das demais, já que, de longe, a latinha das cervejas mais baratas copiavam a Bhrama.

 

Não é que a Itaipava mudou sua lata para vermelho também?

 

Agora, a Justiça decidiu que no prazo de 30 dias a Cervejaria Petrópolis, dona da marca, está obrigada a recolher suas latinhas vermelhas.

 

Gostei da decisão. Mercado é concorrência dura mas leal, não baseada na picaretagem.

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– E a Disparada do Etanol?

 

O álcool combustível (etanol) passou a ser vantajoso, segundo a revista Posto Hoje (Ed da segunda quinzena de janeiro /2011), em apenas GO, MT, SP e TO. Isso, claro, dependendo do veículo e do rendimento.

A média de preços nos postos brasileiros foi de R$ 1,856 na última semana. Em Jundiaí, o preço mais alto encontrado foi de R$ 1,899 (tal valor já não compensa o uso dele).

 

Curiosidade: a média do preço em Nova Friburgo/RJ, onde a tragédia das chuvas ocorreu, teve seu preço (abusivo e covarde) registrado como R$ 4,50 para a Gasolina e R$ 3,20 para o Etanol, com a alegação de que as dificuldades de transporte e escassez motivaram esse aumento.

 

ETANOL SOBE DE NOVO E SÓ COMPENSA EM QUATRO ESTADOS

O preço do etanol subiu de R$ 1,848 para R$ 1,856 nesta semana nos postos brasileiros, segundo pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgada sexta-feira (14). Com o novo valor, o combustível deixou de ser competitivo no Paraná e agora só leva vantagem sobre a gasolina em quatro Estados: ainda vale a pena abastecer com etanol em Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Tocantins. Em apenas uma semana, o etanol ficou 10,3% mais caro para os goianos. Por outro lado, nos postos paulistas, houve uma leve queda no preço médio do combustível. Os consumidores pagam, em média, R$ 1,724 pelo litro.

– Sem Conta Bancária?

 

Com tantos lucros que os bancos têm, leio agora que 39,5% da população brasileira não tem conta bancária!

 

Que mercado a ser explorado, não? E com a fome dos bancos em lucros… aquele que quebrar será fruto da incompetência!