– O Marketing do Ataque Cardíaco: Funciona…

Cada vez mais as empresas procuram ser politicamente corretas. Buscam ser respeitadas pelo seu compromisso social ou valores incontestáveis.

Quem rema contra a maré, perde espaço. Ou não?

Na contramão, um restaurante no Texas faz tudo o que não deve: oferece cigarros, lanches gordurosos e tudo o que não deve.

Conclusão?

Muito lucro!

Abaixo extraído da Revista Superinteressante, Ed Novembro 2011, pg 32

A LANCHONETE DA MORTE

Três hambúrgueres, nada de alface e um óleo especial: eis a receita do restaurante mais gordo do mundo

Por Pieter Zalis

Exagerar no fast-food faz mal. Mas uma nova rede americana de lanchonetes defende: vale a pena morrer pela boca. Com uma loja em Dallas, no Texas, e outra em Chandler, no Arizona, a Heart Attack Grill tem uma proposta simples: servir as comidas mais gordurosas do mundo – e não se envergonhar dos riscos à saúde.

No menu, poucas opções e milhares de calorias. Os ByPass Burguer (“Hambúrgueres Ponte de Safena”) variam de acordo com o número de fatias de carne: simples, duplo, triplo e quádruplo. De acompanhamento, vêm as Flatliner Fries (“Batatas de matar”), fritas na banha de porco. A bebida da casa é o milk-shake de nata. Refrigerante, cerveja, balas e cigarros sem filtro completam as ofertas do cardápio.

O marketing do ataque cardíaco é levado a sério. É proibido medir as calorias dos sanduíches – “Seria como pensar em estatísticas de aids enquanto você faz sexo”, explica Jon Basso, o dono da marca. Quem encarar o sanduíche mais trash, o ByPass Burguer quádruplo (estimativa: cerca de 8 mil calorias), ganha de graça uma carona até o carro numa cadeira de rodas conduzida pelos garçons. E qualquer pessoa acima de 160 quilos come de graça – quando e quanto quiser.

As portas da lanchonete viraram ponto de peregrinação de defensores da alimentação saudável. Alguns vão lá distribuir panfletos. Outros, frutas. Até censura foi cogitada pelos críticos. Basso se defende: “Comer em excesso faz parte do mundo. A diferença é que  somos francos”.

– Fatores que Incentivam a Desonestidade e Atos de Influência da Honestidade

A Revista Época desta semana traz uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

– Os Brasileiros do Burger King: Bons Números

O Burger King cresce forte no Brasil. Mas os brasileiros do 3G (os proprietários da rede americana) conseguiram ótimos números mundo afora: o prejuízo de 2 anos atrás (primeiro trimestre) era de 6,8 milhões de dólares. Nesse ano, reverteu-se para US$ 25 milhões de lucro.

O valor de mercado é de 6 bilhões de dólares. São 12.512 restaurantes. Porém, além da boa gestão, medidas impopulares foram tomadas: por exemplo, demissões em toda rede.

– Parceiras Retomam o Negócio: a Associação Semp e Toshiba

A brasileira Semp (da família Hennel) historicamente esteve associada com a japonesa Toshiba. Cresceram no país juntas, e depois de um certo tempo romperam. Tanto Semp quanto Toshiba perderam espaço para LG, Samsung e outras.

Assim, ambas voltam ao mercado juntas, e agora para um novo mercado: notebooks!

Será que perderam muito tempo separadas ou ainda há tempo para voltar ao sucesso dos anos 90?

– Schincariol poderá Mudar a Matriz para o Nordeste?

Segundo a Revista Exame (Ed 1019), os japoneses da Kirin, controladores da Schincariol, estudam deixar Itu e mudar a matriz para o Nordeste. Os motivos seriam vários:

– O Crescimento da Itaipava em praças como Bahia e Pernambuco, locais onde a Schin lidera.

Incentivos fiscais, já que o estado de São Paulo não beneficia com isenções /reduções de impostos.

Uma grande perda de prestígio ao Governo Paulista, sem dúvida, caso ocorra tal mudança.

– Como Evitar o Abastecimento de Combustível Adulterado?

Cada vez mais os consumidores sofrem com comerciantes mal intencionados que lesam inocentes clientes. Dessa forma, vale a pena conhecer bem o posto de combustível que você abastece: confiar no frentista, conversar com o gerente e sair satisfeito.

A Revista Isto É publicou na edição desta semana algumas dicas para evitar prejuízos com combustíveis adulterados. Vale a pena conhecê-las:

DICAS PARA SE PREVENIR CONTRA O COMBUSTÍVEL ADULTERADO

por Adriana Nicácio e Fabíola Perez

– China: a Maior Vendedora de Bíblia do Brasil

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40”, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

– Dafiti e Netshoes: qual o Segredo?

A revista Veja desta semana traz uma matéria interessante sobre os dois maiores vendedores de calçados do Brasil: Netshoes e Dafiti.

Ambos são destaques absolutos no comércio eletrônico. Agressivos na publicidade, com preços idênticos aos concorrentes das Lojas Físicas (já perceberam que tênis de corrida, por exemplo, têm os preços idênticos? Procure por Mizuno Creation, Asics Nimbus…).

As desvantagens deste negócio: não dá para prová-los, nem tateá-los…

As vantagens: comodidade (não precisa sair de casa, enfrentar fila, estacionamento) e fugir dos vendedores chatos!

Na última vez que eu fui a uma loja de calçados, um vendedor novo, sem experiência, grudou literalmente em mim. Por 3 vezes disse “só estou dando uma olhada”, pois ele insistia em me oferecer modelos. Na 4ª: “não vou comprar nada”. Na 5ª vez, fui embora.

Comprador ou vendedor chato?

– Seedorf no Botafogo. E aí?

Seedorf é boa gente, mantém fundações assistenciais mundo afora, jogou um bolão, se mantém bem fisicamente, é profissional, carismático, casado com brasileira, fala bem a língua portuguesa, mas…

Dizem que o esforço financeiro do Botafogo, clube que o contratou, é impressionante.

Será que vale a pena?

Pergunto: para ambos?

Será que Seedorf conseguirá mostrar futebol competitivo no Brasil, receberá em dia e se adaptará?

Será que o Botafogo terá retorno de marketing, financeiro e técnico-esportivo adequado?

Aguardemos!

– A Corona agora é da Brahma!

E a Ambev, hein? na verdade, Anheuser-Busch InBev.

Está realmente se firmando como a maior do mundo. Depois de Stella Artois, Beck’s, Budweiser, Bud Light, Quilmes, Leffe, Brahma, Skol, Antarctica e Bohemia (ufa), agora adquiriu a cerveja Corona.

Sabe por quanto?

Por 20 bilhões de dólares!

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201206290725_TRR_81357181

AB INBEV ASSUME A CERVEJARIA CORONA

O grupo belga-brasileiro Anheuser-Busch InBev, maior companhia cervejeira do mundo, confirmou, na madrugada desta sexta-feira, a compra da parte restante do Grupo Modelo, empresa mexicana que comercializa a Corona Extra, uma das bebidas mais populares do planeta, disponível em mais de 180 países e a cerveja importada mais vendida em 38 deles (incluindo os Estados Unidos). A InBev já possuía 50,4% do grupo mexicano e concluiu a expansão do negócio por USS$ 20,1 bilhões.

Segundo a própria Inbev, após a aquisição, o grupo passará a produzir um total de 400 milhões de hectolitros (equivalente a 100 litros) de volume de cerveja por ano e terá receitas estimadas em US$ 47 bilhões em 2012.

Além da Corona, a Anheuser-Busch InBev já possui licenças de outras marcas entre as mais vendidas mundialmente, como Stella Artois, Beck’s, Budweiser, Bud Light, Quilmes e Leffe; além de Brahma, Skol, Antarctica e Bohemia, fortes no mercado brasileiro.

Segundo a AB InBev, a aquisição vai gerar uma economia de custos de pelo menos US$ 600 milhões por ano.

A AB InBev informou ter buscado US$ 14 bilhões em novos empréstimos bancários para financiar a transação em dinheiro, acrescentando que reduzirá a relação dívida líquida sobre Ebitda (geração de caixa) para uma proporção de duas vezes durante 2014.

Alguns analistas acreditam que a AB InBev pode, então, buscar a SABMiller, número dois do mundo, como próximo alvo de aquisição. Outros dizem que as operações de bebidas da PepsiCo fazem mais sentido.

A nova AB InBev expandida deve produzir cerca de 400 milhões de hectolitros de cerveja por ano, com receitas estimadas em US$47 bilhões.

Em uma transação separada, mas relacionada, a Modelo venderá sua fatia de 50% na joint-venture Crown Imports para a parceira Constellation Brands por US$ 1,85 bilhão. A Crown Imports distribui as cervejas da Modelo nos EUA.

– Profissionais ao Extremo: o Osmólogo

Leio na Galileu de Julho/2012, pg 31, uma interessante matéria de Thaís Sant’Ana: os osmólogos na indústria.

Osmólogo é o profissional contratado para cheirar o odor de veículos. A Volkswagen do Brasil, por exemplo, possui 11 osmólogos, que cuidam dos estofados, porta-mala, peças internas, entre outras partes.

Os profissionais precisam ser formados em química, cuidar bem do olfato e do nariz.

Você conhece alguma criança que sonha em ser osmólogo quando crescer? Claro que não. Que tal investir nesse nicho de trabalho?

– Os Novos Parceiros dos Universitários: Igrejas e ONGs

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

– Como Lidar com Gente Difícil no Dia-a-Dia

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

– Eike Batista: o Homem dos Bons Negócios

Quer ver um bom negócio?

Eike Batista vendeu a um grupo estrangeiro cerca de 49% da AUX, sua mineradora de ouro, por 2 bilhões de dólares.

Resumo: continua dono das minas de ouro, da empresa, e está 2 bi mais rico ainda!

Esperto ou não?

– Semana com Apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, teriam mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do “Ócio Criativo” (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic…

– A Dor de Abílio Diniz

Chegou a hora: Abílio Diniz deverá passar o bastão aos franceses do Casino hoje. O grupo Pão-de-Açúcar foi vendido há 7 anos, e por várias vezes Abílio tentou renegociar o contrato. Claramente bateu o arrependimento, afinal, já que o Casino aceitou a proposta de permanência dele na presidência por tanto tempo, tinha esperanças em continuar.

Lembram-se que há meses o Pão-de-Açúcar tentou a fusão com o Carrefour Brasil? Se consumada, Abílio teria maior número de ações na empresa e continuaria no comando. Não deu certo…

Imaginem a dor em ter que entregar a sua empresa, e em especial, algo que gosta de fazer (embora, sejamos justos, com bilhões a mais no bolso…).

– Bolsos: Cuidado com o Aumento do Combustível!

Nos próximos dias, um aumento assustador ocorrerá nos preços dos combustíveis. A presidente da Petrobrás, Graça Foster, conseguiu o aceite para que a Gasolina e o Diesel sejam equiparados aos valores do mercado internacional. Assim, por volta de 10% de aumento deverá ser percebido na virada do mês.

Preparemo-nos: a perspectiva é de que a Gasolina dispare entre R$ 2,75 e R$ 2,90, e o Diesel entre R$ 2,15 e R$ 2,25 (SP).

Com isso, abastecer com álcool (etanol) será bem mais vantajoso. Porém, aí cairemos naquele círculo econômico vicioso: aumenta o consumo, diminui a oferta, sobem os preços…

Vale a pena manter os tanques cheios.

– E se o seu Jornal cobrasse pela Leitura de suas matérias na Internet?

Há muito tempo, nos EUA, os jornais não permitem que buscadores como Google e Yahoo publiquem suas matérias na íntegra.

Agora, a Folha de São Paulo resolveu cobrar pelo acesso de suas matérias impressas e publicada sna Internet.

É justo. Conheço muitos amigos que deixam de comprar periódicos nas bancas e acessam via tablet. Claro, dificilmente a Internet matará os jornais impressos. Mas que pode fazer um estrago, ah pode!

– E o Petróleo Amazônico?

Em época de Rio+20, uma dúvida: a Petrobrás e o Governo estão discutindo a exploração de óleo e gás na Amazônia. Alguém debateu sobre isso no encontro internacional?

Digo isso pois vejo um documentário sobre Urucu, região localizada no coração da Amazônia, sem ninguém por perto, de percursos proibitivos e exaustivos. Lá, uma unidade de pesquisa foi montada para estudar a exploração de uma reserva absurdamente gigantesca de petróleo.

Como explorar sem desmatar?

Utopia se pensarmos que isso é simples.

– Classe D se torna o Novo Alvo das Empresas

Até dias atrás, falávamos sobre a ascensão da Classe C. Agora, as empresas focam a classe D.

Quer exemplos?

A PepsiCo: Possui salgadinhos como Elma Chips, Fofura e Lucky, mas tem atenção especial ao Lucky, pelas embalagens mais cheias e com produto que dão maior sensação de saciedade (pesquisas mostram que a Classe D compartilha mais e gosta de se sentir “cheio”).

A Positivo: produziu para a Classe D um notebook de R$ 700,00. Resultado: encalhou, pois pesquisas mostram que “marcas de pobre são identificadas e descartadas do processo de mobilidade social”.

A Danone: redimensionou seus tamanhos/ embalagens também para a classe D. Outras pesquisas mostraram que esse consumidor quer embalagens grandes (para ganhar na relação preço/quantidade) ou pequenas (para gastar “somente o que pode”). As convencionais tiveram que ser repensadas.

O Banco Gerador: realiza empréstimos mediante a análise de contas de água e luz, além de evolução nos gastos e pontualidade no pagamento. É pobre, mas não dá calote? Perfil desejado encontrado nas pesquisas!

(extraído de Épocas Negócios, Ed Junho/2012, pg 28-35, com adaptações).

– O que Fazemos para nos Aprimorarmos Profissionalmente?

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

– A Preocupação dos Novos Donos da Yoki

Fico pensando nos compradores da Yoki, a americana General Mills, em relação ao crime do Matsunaga (o “Caso Elisa”).

Quer maior propaganda negativa à empresa Yoki do que esta? Nada que a empresa tenha feito errado, mas a associação do nome já é algo ruim. É uma questão de publicidade indesejada.

E dizer que a empresa custou quase 1 bilhão de reais… o herdeiro assassinado não pode gozar de nada disso.

Aliás, a história das amantes do japonês, independente do acontecido, é tão repugnante quanto o crime, não? Bancar uma prostitua por R$ 27 mil mensais é algo indesejável…

– Ascensão da Classe C pode ser ruim para o Cinema?

Detesto filmes de aventura dublados. Talvez por ser “meio surdo”, prefiro filmes com legenda. Sempre tive dificuldade em entender o som dublado nos cinemas. Dublagem, só de filmes infantis.

Porém, leio que os “Vingadores”, sucesso mundial, tem maior número de cópias dubladas do que legendadas. E o motivo seria o crescente “Público Classe C”, que, teoricamente, não gosta de ler.

Será verdade?

Ah, detesto também filme 3D. Não é que sou chato, mas quem sofre de labirintite sabe o que digo…

– Walmart inclui Brasil na Lista de Países Altamente Corruptos

Notícias que entristecem: Walmart colocou em alerta seus executivos do Brasil, México, Índia e África do Sul. Motivo: o alto índice de corrupção para se trabalhar nesses países…

Extraído de: http://is.gd/Ogv9hr

WALMART INCLUI BRASIL NA LISTA DE PAÍSES COM MAIOR ÍNDICE DE CORRUPÇÃO

Congressistas americanos afirmaram que as investigações envolvendo o grupo de varejo Walmart no México levaram a empresa a rever suas políticas anticorrupção no Brasil, China, Índia e África do Sul.

Advogados da empresa apontam essas regiões como as de maior risco de corrupção em uma análise global feita pela companhia, segundo informaram os parlamentares.

O jornal “New York Times” mostrou em reportagem publicada no final de abril que a alta diretoria da rede encobriu denúncias de suborno em operações no México. A unidade mexicana do Walmart teria pago milhões de dólares em propinas para acelerar licenças de construção e ganhar outros favores.

A companhia reconheceu que está investigando alegações de suborno envolvendo operações no México e que iniciou há três meses a revisão de suas políticas anticorrupção em escala mundial, mas não forneceu detalhes sobre o plano.

Os parlamentares Elijah Cummings e Henry Waxman, ambos do partido democrata, pediram à companhia para fornecer documentos sobre essa revisão e sobre as recomendações que a rede tem feito em outras áreas.

Os dois congressistas também escreveram a Michael Duke, presidente-executivo do Walmart, para pedir que autorize testemunhas a cooperar com uma investigação do Congresso sobre as denúncias de suborno.

“Estamos cooperando com as investigações federais e auxiliando os membros do Congresso e suas equipes” disse por comunicado oficial o porta-voz do Wal-Mart, David Tovar.

– Leilão 4G da Telefonia do Brasil

A Coréia do Sul já possui quase 100% do seu território com tecnologia celular 4G. Idem ao Japão. Claro, países pequenos, ricos e desenvolvidos. Porém, veja a curiosidade: o Novo iPad, vendido no Brasil, aceita a conexão 4G, embora não exista tal tecnologia aqui.

Ontem, tivemos o leilão para implantar o sistema em nosso país. As 4 grandes operadoras: Vivo, Claro, Tim e Oi pagaram, juntas, um total de R$ 2,56 bi para terem direito de explorá-la.

Destaque para a Vivo: só pelos seus lotes, pagou 1 bilhão de reais! Vale ressaltar: os lotes definem também a capacidade operacional, regulando posteriormente a capacidade de oferta ao consumidor.

– Dia Comercial dos Namorados

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: não é só de beijos que os namorados vivem. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

– Oásis Chinês para o Futebol?

O famoso treinador Marcelo Lippi está trabalhando no clube 6º colocado do campeonato de futebol chinês. Ganha mais do que José Mourinho!

Conca, argentino do Fluminense, quando se transferiu para lá, aceitou o convite por ser o 3º maior salário do mundo na ocasião.

Drogba tem proposta da China, com valores irreais.

Detalhe: a China já está eliminada nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Com o número de manchetes de apostas irregulares na China, a corrupção latente dos árbitros de lá e outros escândalos que vazam (e olha que são muitos, mesmo o regime de ditadura evitando a divulgação), alguém acredita que todas essas transações venham de negociações e torneios honestos?

Não tenho provas, é claro. Mas tenho o direito de duvidar. E você?

– Como Combater a Arrogância nas Empresas e na Vida?

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

– Juros bancários Caem de Mentirinha

Capa do UOL: Quem lê, acredita!

Na manchete: Banco Itaú corta os juros!

Agora, a taxa do Cheque Especial caiu de 8,89% para 8,85%.

Ohhhhhhhhhhhhhhh

Que grande diferença! O banco paga 0,55% de juros na poupança, e te cobra 16 vezes mais no cheque especial!

O que é pior: a redução demagógica do banco ou o jornalista que publicou essa manchete “sensacionalista” no UOL?

ITAU CORTA JUROS DO CHEQUE ESPECIAL E DO CRÉDITO PESSOAL

O banco Itaú Unibanco anunciou, na tarde desta segunda-feira (4), uma nova redução nas taxas de juros do cheque especial e do crédito pessoal.

O anúncio acompanha a redução da taxa Selic (taxa básica de juros) em 0,50 ponto percentual,  indo de 9% para 8,5% ao ano, anunciada na semana passada pelo Copom (Comitê de Política Monetária). Na semana passada, tanto a Caixa Econômica Federal quanto o Bradesco resolveram cortar as taxas de juros em algumas das suas linhas de crédito.

A taxa máxima do cheque especial no Itaú cai de 8,89% ao mês para 8,85% ao mês e, do crediário pessoal, de 6,70% a.m. para 6,66% a.m.

Há valores especiais válidos somente para os clientes com pacote Maxiconta Portabilidade Salário. As taxas do crediário pessoal para os clientes que aderirem a esse pacote cairão do intervalo entre 1,99% a.m. a 4,94% para de 1,95% a 4,89% mensais. No cheque especial (LIS), as taxas máximas dentro desse pacote de serviços caem de 4,94% para 4,89% ao mês.

No crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS, o banco reduziu o máximo que pode ser cobrado para 2,10% a.m.

A partir de amanhã, o banco promete corte de juros em linhas de crédito para clientes do Itaú Empresas.

Assim, terão suas taxas máximas reduzidas as linhas de: capital de giro (de 5,46% a.m.para 5,42% a.m.), descontos e antecipação (de 4,86% a.m.para 4,82% a.m.), e cheque especial, cujas máximas dependem do perfil do cliente, mas serão todas reduzidas em 0,04 ponto percentual ao mês.

– Banco Cruzeiro do Sul: o novo PanAmericano?

Lembram-se que um dia, numa campanha publicitária com Ronaldo Nazário e o Corinthians, o Banco Cruzeiro do Sul lançou a ideia de “cada gol feito, uma árvore plantada”?

Criativa ação de marketing ecologicamente correta. Mas careciam de criatividade para sair da crise financeira que enfrentam hoje.

Nesta segunda-feira, o Banco Central interveio na instituição através do Fundo Garantidor de Crédito, já que há um rombo nas contas de 1,5 bilhão de reais e um patrimônio negativo de 150 milhões.

Situação crítica. O que eu não sabia: o Banco Cruzeiro do Sul é da família do ex-candidato a vice-presidente (vice de Serra), Índio da Costa.

– Segredos Industriais: Quando revelá-los?

Guardar segredo é bom?

Na Administração de Empresas, nem sempre esconder projetos é um bom negócio.

Veja, abaixo, casos interessantes onde boas idéias não deram certo por culpa do sigilo.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 66

ÀS VEZES, O SEGREDO NÃO COMPENSA

Recentemente, um programa semanal de rádio nos Estados Unidos causou alvoroço ao publicar o que seria a fórmula secreta da Coca-Cola. Afirmava que a informação vinha de um fac-símile da página de um caderno pertencente a um amigo de John Pemberton, o farmacêutico que criou a bebida em 1886. A empresa, é claro, negou a autenticidade da fórmula. E a história, depois de fugaz repercussão nos jornais e na internet, parou por aí mesmo. O que restou do episódio é um bom tema para reflexão. Será que basta ter a fórmula secreta ou uma boa ideia para concretizar um grande negócio?

Pode ser que as empresas de tecnologia reforcem essa crença ao manter seus lançamentos sob uma aura de segredo e mistério. Por muitos meses houve grande especulação sobre qual produto revolucionário a Segway estava preparando, até que o mercado deparou com o veículo elétrico de duas rodas que hoje conhecemos. A Apple faz do anúncio de novas categorias de produtos, como o iPad, um evento grandioso, esperado por milhões de consumidores, divulgado no mundo todo. O segredo é, então, fundamental para o sucesso?

Talvez sim, quando se tem a dimensão das empresas citadas acima. Mas a fórmula não vale para qualquer estreante. É o que garante Jason Freedman, empresário “reincidente”. Ele diz que o segredo matou sua primeira empresa, pois o fez perder boas oportunidades. Em uma nota em seu blog, http://www.humbledmba.com, que virou fenômeno de tráfego – mais de 200 mil visitas depois que o jornal The New York Times o destacou –, Freedman faz um mea-culpa e publica uma espécie de decálogo do iniciante.

O primeiro “mandamento” do empresário é direto: a execução de um projeto é muito mais importante do que imaginá-lo; isto é, executar é o que importa. A segunda lição pode ser meio chocante para o ego do novato que opera em “modo oculto”: alguém já teve a sua grande ideia. Se ela for boa, cinco outras pessoas a estão testando. Se for excelente, 15 outros concorrentes já estão no cenário. Uma das razões pelas quais você se imagina tão exclusivo é porque não fez uma boa pesquisa para perceber que já tem gente trabalhando na área. A terceira máxima é uma ducha de água fria nos criativos: descobertas totalmente inusitadas não funcionam. Para Freedman, “se você tem uma ideia 100% original, ou está à frente do mercado ou escolheu um nicho pequeno, que ninguém quer. Em qualquer um dos casos, você tem problemas”.

“Se você acha sua ideia exclusiva, é porque ainda
não fez boa pesquisa”, afirma Freedman


Mas o princípio que melhor sintetiza a experiência de Freedman é “você precisa desesperadamente de um retorno sincero”, que só quem está no mercado pode dar. Ao manter o negócio em segredo, o estreante estaria roubando de si mesmo valiosos ensinamentos. “A maioria das empresas não tem sucesso com o primeiro produto”, afirma Freedman. “As boas empresas aprendem rapidamente e tentam de novo.”

No blog, Freedman permeia seus princípios com seus próprios erros e acertos. Relata que sua primeira empresa, Openvote, especializada em serviços de pesquisa de opinião em campi universitários, teve um bom inicio, há quatro anos. Mas, como o projeto estava cercado de sigilo, o empresário deixou passar oportunidades de ouro. Não percebeu, por exemplo, as vantagens que o Facebook traria para a Openvote. Fechado que estava em seu projeto, também não deu a chance de ninguém alertá-lo sobre os ganhos de uma possível aliança com a empresa de Mark Zuckerberg. Como consequência, Freedman perdeu o momento de fazer o empreendimento deslanchar.

Lição aprendida, ele partiu para um novo negócio. Desta vez, colhendo opiniões de empresários e interlocutores que, até bem pouco tempo atrás, teria julgado como potenciais ladrões de ideias. Em 2009, o empresário lançou o FlightCaster, serviço que cruza informações de tráfego aéreo e previsão meteorológica para estimar atraso de voos. O sucesso desta segunda iniciativa foi medido em janeiro, quando a empresa acabou comprada pela Next Jump, um grupo que gerencia o programa de fidelidade de 90 mil companhias.

Como derradeiro mandamento, Freedman alerta: buscar opiniões é importante, mas não se deve crer em tudo o que se ouve. Ele conta que não foram poucos os comentários sobre a inviabilidade do serviço da FlightCaster. Deve ter sido estratégia dos potenciais ladrões de ideias.

– Atenção aos Preços dos Combustíveis

Às vésperas do feriado, o etanol começou a ter o preço reduzido. Mas há coisas preocupantes: a defasagem no preço do Diesel é de 22%, e da Gasolina, 25%, se considerarmos o valor vendido pela Petrobrás e os preços do mercado internacional.

Não é que a estatal está tendo prejuízo, é que ela deixou de faturar R$ 6,1 bilhões, devido a regra da paridade. Ou seja, apesar dos custos reduzidos, a conta sempre é pela comparação ao mercado externo.

Vale a pena estar atento e com o tanque cheio!

– Novo Marco Regulatório para Concessões de TV

O Governo quer redefinir algumas situações para a TV aberta. Já que são concessões públicas, estaria vedada a venda de espaços; e, em especial, às igrejas e empresas comerciais. A ideia é que as emissoras tenham programação e vida própria.

É notório que horários da Bandeirantes, RedeTV e Record são vendidos a preço de ouro para algumas entidades religiosas, contrariando o propósito de ter uma programação feita pela concessionária. Concordo com a medida; que as igrejas tenham sua própria TV.

A mais acertada das medidas se refere à proibição de novas concessões aos políticos. Aqui, boa iniciativa, pois microfone na boca de alguns nobres parlamentares pode virar arma!

Se as propostas vingarão, aí já é outra história…

– Ronaldinho Gaúcho: O erro foi de quem?

Dirigentes do Palmeiras e do Grêmio devem estar felizes por não terem conseguido contratar Ronaldinho Gaúcho. Custo-benefício inviável, problemas extra-campo e mau exemplo aos mais jovens.

Além de tudo isso, o Flamengo pecou na relação com a Traffic, tendo que arcar com o altíssimo salário.

A aposta sempre foi de risco. Ninguém percebia que Ronaldinho demonstrava ser um ex-atleta em atividade?

Uma pena. Para quem viu os momentos gloriosos do R10 no Barcelona, entristece-se ao vê-lo nesse fim de carreira. Tudo bem que continua ganhando dinheiro, mas dando mostra de falta de profissionalismo.

O pior é que o Mengão está teimando em cair no mesmo erro: Adriano está perto de ser contratado.

Infelizmente, parece que a irresponsabilidade financeira é marca de alguns clubes. Não dá para acreditar que queiram, honesta e conscientemente, perder tanto dinheiro!

– Irresponsabilidades Financeiras dos Clubes de Futebol: as Dívidas Brasileiras

Nesta semana, 3 times turcos foram proibidos de disputarem competições continentais pela UEFA, por dívidas não pagas. Entre eles, o Besikitas, que estava classificado para a Liga Europa.

Coincidentemente, a Universidade do Futebol (http://is.gd/DIVIDAS), através de Fernando Pinto Ferreira, divulgou um levantamento da PLURI Consultoria, com os dados oficiais extraídos dos balanços dos clubes de futebol brasileiros, mostrando seus débitos fiscais.

Se fizermos uma reflexão, considerando as receitas, custa a crer, por exemplo, que oBotafogo-RJ, maior endividado da lista, deve mais de 10 vezes o total das receitas! Isso significa que se ele acumular todas as receitas até 2021, sem gastar nenhum centavo (situação hipotética e impraticável), o clube conseguiria pagar as dívidas, desde que zerassem seus juros.

 

Insustentável. Como fazer futebol profissional desse jeito?

Se os clubes brasileiros estivessem subordinados à UEFA, estariam em maus lençóis.