– Walmart inclui Brasil na Lista de Países Altamente Corruptos

Notícias que entristecem: Walmart colocou em alerta seus executivos do Brasil, México, Índia e África do Sul. Motivo: o alto índice de corrupção para se trabalhar nesses países…

Extraído de: http://is.gd/Ogv9hr

WALMART INCLUI BRASIL NA LISTA DE PAÍSES COM MAIOR ÍNDICE DE CORRUPÇÃO

Congressistas americanos afirmaram que as investigações envolvendo o grupo de varejo Walmart no México levaram a empresa a rever suas políticas anticorrupção no Brasil, China, Índia e África do Sul.

Advogados da empresa apontam essas regiões como as de maior risco de corrupção em uma análise global feita pela companhia, segundo informaram os parlamentares.

O jornal “New York Times” mostrou em reportagem publicada no final de abril que a alta diretoria da rede encobriu denúncias de suborno em operações no México. A unidade mexicana do Walmart teria pago milhões de dólares em propinas para acelerar licenças de construção e ganhar outros favores.

A companhia reconheceu que está investigando alegações de suborno envolvendo operações no México e que iniciou há três meses a revisão de suas políticas anticorrupção em escala mundial, mas não forneceu detalhes sobre o plano.

Os parlamentares Elijah Cummings e Henry Waxman, ambos do partido democrata, pediram à companhia para fornecer documentos sobre essa revisão e sobre as recomendações que a rede tem feito em outras áreas.

Os dois congressistas também escreveram a Michael Duke, presidente-executivo do Walmart, para pedir que autorize testemunhas a cooperar com uma investigação do Congresso sobre as denúncias de suborno.

“Estamos cooperando com as investigações federais e auxiliando os membros do Congresso e suas equipes” disse por comunicado oficial o porta-voz do Wal-Mart, David Tovar.

– Leilão 4G da Telefonia do Brasil

A Coréia do Sul já possui quase 100% do seu território com tecnologia celular 4G. Idem ao Japão. Claro, países pequenos, ricos e desenvolvidos. Porém, veja a curiosidade: o Novo iPad, vendido no Brasil, aceita a conexão 4G, embora não exista tal tecnologia aqui.

Ontem, tivemos o leilão para implantar o sistema em nosso país. As 4 grandes operadoras: Vivo, Claro, Tim e Oi pagaram, juntas, um total de R$ 2,56 bi para terem direito de explorá-la.

Destaque para a Vivo: só pelos seus lotes, pagou 1 bilhão de reais! Vale ressaltar: os lotes definem também a capacidade operacional, regulando posteriormente a capacidade de oferta ao consumidor.

– Dia Comercial dos Namorados

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: não é só de beijos que os namorados vivem. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

– Oásis Chinês para o Futebol?

O famoso treinador Marcelo Lippi está trabalhando no clube 6º colocado do campeonato de futebol chinês. Ganha mais do que José Mourinho!

Conca, argentino do Fluminense, quando se transferiu para lá, aceitou o convite por ser o 3º maior salário do mundo na ocasião.

Drogba tem proposta da China, com valores irreais.

Detalhe: a China já está eliminada nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Com o número de manchetes de apostas irregulares na China, a corrupção latente dos árbitros de lá e outros escândalos que vazam (e olha que são muitos, mesmo o regime de ditadura evitando a divulgação), alguém acredita que todas essas transações venham de negociações e torneios honestos?

Não tenho provas, é claro. Mas tenho o direito de duvidar. E você?

– Como Combater a Arrogância nas Empresas e na Vida?

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

– Juros bancários Caem de Mentirinha

Capa do UOL: Quem lê, acredita!

Na manchete: Banco Itaú corta os juros!

Agora, a taxa do Cheque Especial caiu de 8,89% para 8,85%.

Ohhhhhhhhhhhhhhh

Que grande diferença! O banco paga 0,55% de juros na poupança, e te cobra 16 vezes mais no cheque especial!

O que é pior: a redução demagógica do banco ou o jornalista que publicou essa manchete “sensacionalista” no UOL?

ITAU CORTA JUROS DO CHEQUE ESPECIAL E DO CRÉDITO PESSOAL

O banco Itaú Unibanco anunciou, na tarde desta segunda-feira (4), uma nova redução nas taxas de juros do cheque especial e do crédito pessoal.

O anúncio acompanha a redução da taxa Selic (taxa básica de juros) em 0,50 ponto percentual,  indo de 9% para 8,5% ao ano, anunciada na semana passada pelo Copom (Comitê de Política Monetária). Na semana passada, tanto a Caixa Econômica Federal quanto o Bradesco resolveram cortar as taxas de juros em algumas das suas linhas de crédito.

A taxa máxima do cheque especial no Itaú cai de 8,89% ao mês para 8,85% ao mês e, do crediário pessoal, de 6,70% a.m. para 6,66% a.m.

Há valores especiais válidos somente para os clientes com pacote Maxiconta Portabilidade Salário. As taxas do crediário pessoal para os clientes que aderirem a esse pacote cairão do intervalo entre 1,99% a.m. a 4,94% para de 1,95% a 4,89% mensais. No cheque especial (LIS), as taxas máximas dentro desse pacote de serviços caem de 4,94% para 4,89% ao mês.

No crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS, o banco reduziu o máximo que pode ser cobrado para 2,10% a.m.

A partir de amanhã, o banco promete corte de juros em linhas de crédito para clientes do Itaú Empresas.

Assim, terão suas taxas máximas reduzidas as linhas de: capital de giro (de 5,46% a.m.para 5,42% a.m.), descontos e antecipação (de 4,86% a.m.para 4,82% a.m.), e cheque especial, cujas máximas dependem do perfil do cliente, mas serão todas reduzidas em 0,04 ponto percentual ao mês.

– Banco Cruzeiro do Sul: o novo PanAmericano?

Lembram-se que um dia, numa campanha publicitária com Ronaldo Nazário e o Corinthians, o Banco Cruzeiro do Sul lançou a ideia de “cada gol feito, uma árvore plantada”?

Criativa ação de marketing ecologicamente correta. Mas careciam de criatividade para sair da crise financeira que enfrentam hoje.

Nesta segunda-feira, o Banco Central interveio na instituição através do Fundo Garantidor de Crédito, já que há um rombo nas contas de 1,5 bilhão de reais e um patrimônio negativo de 150 milhões.

Situação crítica. O que eu não sabia: o Banco Cruzeiro do Sul é da família do ex-candidato a vice-presidente (vice de Serra), Índio da Costa.

– Segredos Industriais: Quando revelá-los?

Guardar segredo é bom?

Na Administração de Empresas, nem sempre esconder projetos é um bom negócio.

Veja, abaixo, casos interessantes onde boas idéias não deram certo por culpa do sigilo.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 66

ÀS VEZES, O SEGREDO NÃO COMPENSA

Recentemente, um programa semanal de rádio nos Estados Unidos causou alvoroço ao publicar o que seria a fórmula secreta da Coca-Cola. Afirmava que a informação vinha de um fac-símile da página de um caderno pertencente a um amigo de John Pemberton, o farmacêutico que criou a bebida em 1886. A empresa, é claro, negou a autenticidade da fórmula. E a história, depois de fugaz repercussão nos jornais e na internet, parou por aí mesmo. O que restou do episódio é um bom tema para reflexão. Será que basta ter a fórmula secreta ou uma boa ideia para concretizar um grande negócio?

Pode ser que as empresas de tecnologia reforcem essa crença ao manter seus lançamentos sob uma aura de segredo e mistério. Por muitos meses houve grande especulação sobre qual produto revolucionário a Segway estava preparando, até que o mercado deparou com o veículo elétrico de duas rodas que hoje conhecemos. A Apple faz do anúncio de novas categorias de produtos, como o iPad, um evento grandioso, esperado por milhões de consumidores, divulgado no mundo todo. O segredo é, então, fundamental para o sucesso?

Talvez sim, quando se tem a dimensão das empresas citadas acima. Mas a fórmula não vale para qualquer estreante. É o que garante Jason Freedman, empresário “reincidente”. Ele diz que o segredo matou sua primeira empresa, pois o fez perder boas oportunidades. Em uma nota em seu blog, http://www.humbledmba.com, que virou fenômeno de tráfego – mais de 200 mil visitas depois que o jornal The New York Times o destacou –, Freedman faz um mea-culpa e publica uma espécie de decálogo do iniciante.

O primeiro “mandamento” do empresário é direto: a execução de um projeto é muito mais importante do que imaginá-lo; isto é, executar é o que importa. A segunda lição pode ser meio chocante para o ego do novato que opera em “modo oculto”: alguém já teve a sua grande ideia. Se ela for boa, cinco outras pessoas a estão testando. Se for excelente, 15 outros concorrentes já estão no cenário. Uma das razões pelas quais você se imagina tão exclusivo é porque não fez uma boa pesquisa para perceber que já tem gente trabalhando na área. A terceira máxima é uma ducha de água fria nos criativos: descobertas totalmente inusitadas não funcionam. Para Freedman, “se você tem uma ideia 100% original, ou está à frente do mercado ou escolheu um nicho pequeno, que ninguém quer. Em qualquer um dos casos, você tem problemas”.

“Se você acha sua ideia exclusiva, é porque ainda
não fez boa pesquisa”, afirma Freedman


Mas o princípio que melhor sintetiza a experiência de Freedman é “você precisa desesperadamente de um retorno sincero”, que só quem está no mercado pode dar. Ao manter o negócio em segredo, o estreante estaria roubando de si mesmo valiosos ensinamentos. “A maioria das empresas não tem sucesso com o primeiro produto”, afirma Freedman. “As boas empresas aprendem rapidamente e tentam de novo.”

No blog, Freedman permeia seus princípios com seus próprios erros e acertos. Relata que sua primeira empresa, Openvote, especializada em serviços de pesquisa de opinião em campi universitários, teve um bom inicio, há quatro anos. Mas, como o projeto estava cercado de sigilo, o empresário deixou passar oportunidades de ouro. Não percebeu, por exemplo, as vantagens que o Facebook traria para a Openvote. Fechado que estava em seu projeto, também não deu a chance de ninguém alertá-lo sobre os ganhos de uma possível aliança com a empresa de Mark Zuckerberg. Como consequência, Freedman perdeu o momento de fazer o empreendimento deslanchar.

Lição aprendida, ele partiu para um novo negócio. Desta vez, colhendo opiniões de empresários e interlocutores que, até bem pouco tempo atrás, teria julgado como potenciais ladrões de ideias. Em 2009, o empresário lançou o FlightCaster, serviço que cruza informações de tráfego aéreo e previsão meteorológica para estimar atraso de voos. O sucesso desta segunda iniciativa foi medido em janeiro, quando a empresa acabou comprada pela Next Jump, um grupo que gerencia o programa de fidelidade de 90 mil companhias.

Como derradeiro mandamento, Freedman alerta: buscar opiniões é importante, mas não se deve crer em tudo o que se ouve. Ele conta que não foram poucos os comentários sobre a inviabilidade do serviço da FlightCaster. Deve ter sido estratégia dos potenciais ladrões de ideias.

– Atenção aos Preços dos Combustíveis

Às vésperas do feriado, o etanol começou a ter o preço reduzido. Mas há coisas preocupantes: a defasagem no preço do Diesel é de 22%, e da Gasolina, 25%, se considerarmos o valor vendido pela Petrobrás e os preços do mercado internacional.

Não é que a estatal está tendo prejuízo, é que ela deixou de faturar R$ 6,1 bilhões, devido a regra da paridade. Ou seja, apesar dos custos reduzidos, a conta sempre é pela comparação ao mercado externo.

Vale a pena estar atento e com o tanque cheio!

– Novo Marco Regulatório para Concessões de TV

O Governo quer redefinir algumas situações para a TV aberta. Já que são concessões públicas, estaria vedada a venda de espaços; e, em especial, às igrejas e empresas comerciais. A ideia é que as emissoras tenham programação e vida própria.

É notório que horários da Bandeirantes, RedeTV e Record são vendidos a preço de ouro para algumas entidades religiosas, contrariando o propósito de ter uma programação feita pela concessionária. Concordo com a medida; que as igrejas tenham sua própria TV.

A mais acertada das medidas se refere à proibição de novas concessões aos políticos. Aqui, boa iniciativa, pois microfone na boca de alguns nobres parlamentares pode virar arma!

Se as propostas vingarão, aí já é outra história…

– Ronaldinho Gaúcho: O erro foi de quem?

Dirigentes do Palmeiras e do Grêmio devem estar felizes por não terem conseguido contratar Ronaldinho Gaúcho. Custo-benefício inviável, problemas extra-campo e mau exemplo aos mais jovens.

Além de tudo isso, o Flamengo pecou na relação com a Traffic, tendo que arcar com o altíssimo salário.

A aposta sempre foi de risco. Ninguém percebia que Ronaldinho demonstrava ser um ex-atleta em atividade?

Uma pena. Para quem viu os momentos gloriosos do R10 no Barcelona, entristece-se ao vê-lo nesse fim de carreira. Tudo bem que continua ganhando dinheiro, mas dando mostra de falta de profissionalismo.

O pior é que o Mengão está teimando em cair no mesmo erro: Adriano está perto de ser contratado.

Infelizmente, parece que a irresponsabilidade financeira é marca de alguns clubes. Não dá para acreditar que queiram, honesta e conscientemente, perder tanto dinheiro!

– Irresponsabilidades Financeiras dos Clubes de Futebol: as Dívidas Brasileiras

Nesta semana, 3 times turcos foram proibidos de disputarem competições continentais pela UEFA, por dívidas não pagas. Entre eles, o Besikitas, que estava classificado para a Liga Europa.

Coincidentemente, a Universidade do Futebol (http://is.gd/DIVIDAS), através de Fernando Pinto Ferreira, divulgou um levantamento da PLURI Consultoria, com os dados oficiais extraídos dos balanços dos clubes de futebol brasileiros, mostrando seus débitos fiscais.

Se fizermos uma reflexão, considerando as receitas, custa a crer, por exemplo, que oBotafogo-RJ, maior endividado da lista, deve mais de 10 vezes o total das receitas! Isso significa que se ele acumular todas as receitas até 2021, sem gastar nenhum centavo (situação hipotética e impraticável), o clube conseguiria pagar as dívidas, desde que zerassem seus juros.

 

Insustentável. Como fazer futebol profissional desse jeito?

Se os clubes brasileiros estivessem subordinados à UEFA, estariam em maus lençóis.

– Fogo de Chão, Made in USA

A famosa rede de churrascaria “Fogo de Chão” foi vendida. O grupo brasileiro GP Investimentos vendeu a um fundo americano, por R$ 400 milhões.

Uma curiosidade: há 8 restaurantes no Brasil e 17 nos EUA, nas principais cidades.

Nesta semana, quantos negócios! Azul e Trip, Diageo e Ypioca, possível venda do Santander Brasil para o Bradesco, Cosan comprando Comgás… É negócio para todos os gostos e ramos.

– Bradesco será o maior Banco do Brasil?

Que a Espanha está em crise violentíssima, não há dúvida. E que as empresas espanholas estão sofrendo também, nada a comentar.

Mas, segundo “O Globo” do último domingo, o Banco Santander estaria pensando em vender suas atividades no Brasil. E o interessado seria o Bradesco!

Imaginaram que gigante financeiro? Lembrando que o Santander, quando chegou ao nosso país, comprou o Banespa, Noroeste, Geral do Comércio e Real, entre outros.

– Azul compra Trip

A Trip namorou com a TAM, compartilha voos com ela, quase aceitou uma oferta da co-irmã, mas sucumbiu à boa oferta da Azul. A empresa, fundada pelo grupo Caprioli (o de ônibus, de Campinas), é forte em aviação regional, ligando as principais cidades de médio porte.

Uma curiosidade: apesar de ter quase 3 vezes mais participação no mercado aéreo, a Azul tem 55 aeronaves e a Trip 58.

A sinergia entre as empresas será excepcional pela filosofia de trabalhos entre as empresas.

– A Pinga Bilionária: Ypióca é vendida por quase 1 bilhão!

A Diageo (dona da Smirnoff, Johnie Walker, entre outras) comprou a Ypióca (atual líder em cachaças no Brasil) por 900 milhões de reais.

Grande negócio, mas com valor alto demais. A empresa faturou R$ 170 milhões no ano passado. Isso quer dizer que o investimento é a longo prazo.

Dias atrás se cogitou o negócio, mas a proposta não havia agradado aos antigos controladores brasileiros. Desde que desbancou a 51 (Muller), a Ypioca, vem crescendo cada vez mais.

– Sem Teto como Roteadores Humanos!

A Agência de Publicidade BBH, dos EUA, inovou! Contratou mendigos, pagando US$ 20.00 por dia, para circularem com equipamentos eletrônicos no corpo servindo como roteadores de Internet.

A empresa se diz satisfeita com o número de conexões que registrou. Mas aí vem a polêmica: para uns, ela pratica responsabilidade social de um jeito diferente. Para outros, explora mão-de-obra numa ação mercadológica insensível.

E para você? A ação é simpática ou não?

– Para que Comissionar a Apresentação de Ibson?

Coisas inexplicáveis e irresponsáveis do futebol: Ibson, ex-jogador do Flamengo e que estava no Santos, voltou à Gávea. E o seu empresário Eduardo Uram levou do Mengão uma Comissão de R$ 1,9 milhão!

Por que os clubes precisam de intermediários? Patrícia Amorim não poderia ter negociado diretamente com Luís Álvaro?

São situações como essa que levam a desconfiar na lisura das transações. Nada de acusar que houve corrupção, claro. Mas tudo para se criticar pela irresponsabilidade administrativa dos diretores que aceitaram tal negócio.

– Parabéns, Fiat 147

Há exatos 32 anos, nascia o primeiro carro a álcool do Brasil, um FIAT 147, extremamente criticado!

Extraído de: http://www.sincopetro.org.br/conteudo.asp?xcont=3156

HÁ 30 ANOS, NASCIA O PRIMEIRO CARRO A ÁLCOOL BRASILEIRO

Foram vendidas 120,5 mil unidades

José Luiz de Ornelas Carvalho foi levado da maternidade onde nasceu, em São Paulo, para casa em um Fiat 147 que o pai tinha. O modelo, em diversas versões, continuou fazendo parte da vida do técnico em eletrônica, hoje com 19 anos. “Foi em um deles que aprendi a dirigir.”

E é um Fiat 147 a álcool, ano 1986, o automóvel de Carvalho, adquirido há um ano e meio. “Me apaixonei pelo carro, assim como meu pai”, afirma. José Luiz Gomes Carvalho, o pai, teve diversos veículos, mas mantém o seu 147, agora como colecionador. O modelo, também a álcool, atualmente está na oficina passando por reforma.

O compacto 147 foi o primeiro carro 100% movido a álcool lançado no Brasil. As primeiras unidades começaram a ser vendidas em julho de 1979, pouco depois que os postos de combustível do País começaram a instalar bombas para fornecer o inédito combustível da cana-de-açúcar.

Na época, não faltaram críticas ao veículo, também o primeiro carro produzido pela italiana Fiat no País. Era preciso ligar o carro antecipadamente até o motor esquentar, problema que se repetiu nas versões lançadas depois pelas concorrentes Ford, GM e Volkswagen.

Carvalho informa que hoje deixa o motor ligado “apenas uns quatro minutos antes de sair, para esquentar.” Outra reclamação era de o câmbio ser duro demais. “Isso é lenda”, defende Carvalho. De 1979 a 1987, a Fiat vendeu 536.591 unidades do 147, das quais 120.516 a álcool. O modelo tem um grupo de aficionados que criaram o Clube 147.

Após a reviravolta que o mercado brasileiro teve no fim dos anos 80, quando o carro a álcool quase foi banido da história do setor automotivo, o uso do combustível renasceu com o lançamento, em 2003, dos modelos flex, com motores que aceitam gasolina ou álcool.

Hoje, quase 88% dos automóveis vendidos no mercado brasileiro são flex e pesquisas feitas por montadoras indicam que a maioria dos consumidores abastece o tanque com álcool, por ter preço mais competitivo que a gasolina.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), desde março de 2003 até abril deste ano foram vendidos 6,95 milhões de veículos flex, o equivalente a cerca de um quarto da frota circulante do País.

– General Mills compra a Yoki

Pois é… mais uma gigante brasileira que passará às mãos estrangeiras: a Yoki foi comprada pela General Mills, por R$ 1,75 bi. A empresa possuía dívidas e não relutou na venda.

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201205241341_RTR_SPE84N031

GIGANTE AMERICANA COMPRA YOKI

A General Mills anunciou nesta quinta-feira que acertou a compra da fabricante brasileira de alimentos Yoki por cerca de R$ 1,75 bilhão. A General Mills informou que também assumirá uma dívida de R$ 200 milhões e que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão.

Uma das maiores empresas de alimentos dos EUA, atrás apenas de PepsiCo e Kraft Foods, a General Mills teve receitas de US$ 14,7 bilhões em 2011, segundo ranking da revista Fortune. A transação deve ser concluída na primeira metade do ano fiscal de 2013 da General Mills, que começa em 28 de maio de 2012.

“Nossa família está confiante que as capacidades globais da General Mills, combinadas aos excelentes funcionários e portfólio de marcas da Yoki, levarão a empresa a um crescimento acelerado no Brasil nos próximos anos”, afirmou em nota Mitsuo Matsunaga, CEO da Yoki. Fundada em 1960, a Yoki emprega mais de 5 mil pessoas no Brasil e comercializa cerca de 600 produtos de nove marcas.

“A Yoki acrescenta recursos chaves e escala geográfica que irão acelerar o nosso crescimento no Brasil”, afirmou o vice-presidente executivo da General Mills, Chris O’Leary, em comunicado. “Planejamos focar na construção de um forte portfólio de produtos Yoki e Kitano, expandir os negócios de Haagen-Daz e Nature Valley no Brasil, e introduzir novas marcas da General Mills nesse importante mercado.”

– Neymar supera Messi no Potencial de Marketing

Se alguns questionam se Neymar poderá superar Lionel Messi como melhor jogador do mundo, alguém já conseguiu provar que, em números, Neymar vale mais do que Messi: a Revista Britânica SportsPro.

No estudo, grandes atletas foram discutidos, e Neymar aparece na frente de futebolistas como Messi e Cristiano Ronaldo, do atual campeão da F1 Vettel e do tenista Djokovic.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/iT5erT

NEYMAR SUPERA MESSI COMO POTENCIAL DE MARKETING

O atacante Neymar, 20, astro do Santos e do futebol brasileiro atualmente, é o atleta com maior potencial de marketing, segundo avaliação da revista britânica “SportsPro” nesta sexta-feira.

A publicação apresenta uma lista com 50 atletas e o brasileiro superou o golfista norte-irlandês Rory McIlroy, 23, e o atacante argentino Lionel Messi, 24, do Barcelona, segundo e terceiro da relação respectivamente.

“Neymar uma verdadeira tempestade: jovem, talentoso e com uma Olimpíada e uma Copa do Mundo pela frente. Ele já é um astro no Brasil, país que tem uma das econômicas mais robustas do mundo. Neymar é o cartaz da década esportiva no Brasil”, afirma David Cushnan, editor da revista.

Os critérios utilizados pela publicação levam em conta valor de mercado, idade, mercado de origem, carisma, disposição e popularidade.

É a terceira vez que a revista faz a lista. A diferença neste ano é que a relação não analisou apenas atletas que podem estar nos Jogos Olímpicos de Londres (a partir de 27 de julho), mas considerou outros eventos, como os Jogos de Inverno e a Copa do Mundo (ambos em 2014).

Neymar tem hoje contrato de patrocínio com dez empresas (Nike, Volkswagen, Panasonic, Red Bull, Tenys Pé Baruel, Lupo, Ambev, Claro, Unilever e Santander) e contrato com o Santos até o final da Copa-2014. Há um pacto entre as partes para que o atleta seja poupado da carreira de garoto-propaganda antes das partidas.

O rendimento mensal do atacante se aproxima dos R$ 2,3 milhões, mas o Santos arca com aproximadamente R$ 350 mil.

  • CONFIRA OS DEZ PRIMEIROS DA LISTA:
    1. Neymar, atacante do Santos
    2. Rory McIlroy, golfista norte-irlandês
    3. Lionel Messi, atacante argentino do Barcelona
    4. Usain Bolt, velocista jamaicano
    5. Cristiano Ronaldo, atacante português do Real Madrid
    6. Blake Griffin, pivô dos Los Angeles Clippers
    7. Novak Djokovic, tenista sérvio
    8. Sebastian Vettel, piloto alemão da Red Bull
    9. Tim Tebow, quarterback do New Yotk Jets
    10. Yani Tseng, golfista taiwanesa

– Eike Batista cria o termo PPI

Sabem o que é PPI? “Projeto à Prova de Idiotas”, sigla criada por Eike Batista para chamar a atenção dos Administradores dentro de suas empresas.

O multibilionário empreendedor alega que todas as empresas, em algum momento, terão um idiota à frente. E que medidas preventivas podem evitar danos às organizações.

E você: concorda com Eike Batista? Teremos sempre um idiota na Administração de Empresas?

– Gasolina Formulada versus Gasolina Refinada

A Revista Combustível & Conveniência, Ed maio/2012, pg 40, traz uma importante matéria, intitulada “Gasolina Formulada: mais barata, mas com menor rendimento”.

Você sabe se o posto em que está abastecendo vende gasolina formulada ou refinada?

Pois é: a gasolina formulada vem ganhando mercado, custando R$ 0,20 a menos (não repassado ao consumidor, infelizmente). O produto é autorizado pela Agência nacional de Petróleo (ANP).

O principal problema é que essa gasolina é mais volátil, rende menos e pode levar o consumidor a grandes enganos.

A química Sonja Bárbara Barczewski, gerente técnica do laboratório CEFET/MG, alerta que essa gasolina, embora legalizada, é:

composta de resíduos de destilação petroquímica adicionada de solventes, com qualidade inferior ao combustível refinado pela Petrobrás.

Portanto, a grande dúvida é: por que não obrigar ao Posto de Combustível a informar ao cliente se sua Gasolina é FORMULADA ou REFINADA?

Vale a pena ficar atento!

– Números Surpreendentes da Audiência de Rádio

Fazer um levantamento da audiência de rádio é um grande desafio, devido à rotatividade do ouvinte. E, sejamos justos, nem sempre ter audiência é ter qualidade, já que há uma segmentação altíssima nesse veículo de comunicação.

Não sabia, mas a maior audiência no FM é da Rádio Nativa FM. A maior audiência em AM é da Globo, que corresponde à metade da Nativa, seguida pela Rádio Capital, com 1/4.

Para mim, uma surpresa. E confesso não ouvir nenhuma dessas emissoras líderes.

Abaixo, os outros índices, extraídos de: http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/radio-am-sobrevive-com-ma-qualidade-e-baixa-audiencia-04024E9C3372E4B92326?types=A&

RÁDIO AM SOBREVIVE COM MÁ QUALIDADE E BAIXA AUDIÊNCIA

Nas últimas duas décadas, proprietários de rádios AM fizeram promessas de que, “em breve”, a péssima qualidade sonora de suas emissoras iria desaparecer, e ser substituída pelo alto e bom som digital. Bem, isso não vai ocorrer.

Mesmo assim, em pleno início do século 21, as rádios AM sobrevivem, mas sua audiência caiu ano após ano. A rádio AM mais ouvida de São Paulo (e, portanto, do país), a Globo, tem cerca de 135 mil ouvintes por minuto – o que representa metade da audiência da FM mais sintonizada de SP, a Nativa (271 mil ouvintes por minuto).

No entanto, a soma das 10 rádios AM mais sintonizados não chega a 400 mil ouvintes por minuto. Além disso, dados obtidos pela coluna apontam que, no interior do país, quase 50% das rádios AM estão nas mãos de igrejas – a maioria, evangélicas.

Por quase oito décadas, as AM (amplitude modulation) foram a principal transmissão via rádio, ainda que sujeitas a todo tipo de interferências.

– Chelsea Campeão e o Debute Londrino

O novo-rico do futebol mundial Chelsea se tornou campeão europeu, e esperará no final de ano um sulamericano para o Mundial da FIFA.

Claro que reclamarão da retranca, do pragmatismo, antijogo e da competência financeira do time. Mas para seus torcedores o que importa é o título e nada mais.

A minha surpresa foi que é a primeira vez na história que um time de Londres vence a Champions League! Nunca uma equipe da Capital da Inglaterra havia vencido o Campeonato Europeu!

Qual será a extravagância que o bilionário Roman Abramovitch (o mecenas do clube) fará para comemorar o caneco?

– A Boa Investida de Bono Vox com o Facebook

A oferta pública de ações do Facebook, ontem, na Bolsa de NY, fez alguém em especial sorrir: o vocalista Bono Vox, do U2, que detém 2,3% das ações adquiridas quando elas valiam muitíssimo pouco.

Além de bom músico, excepcional ativista social e reconhecido como um ótimo caráter na sociedade, o cara é sortudo! Ou melhor: tem tino para os negócios!

– Hotéis Cariocas Rindo a Toa…

É sabido que o Rio de Janeiro estará sediando diversos eventos em sequência. Porém, não há hotéis suficientes na Cidade Maravilhosa.

Para o aguardado evento RIO+20, a rede hoteleira abusou dos reajustes de preços (já que há poucos quartos). Alguns hotéis cobram até 12.000,00 para dois dias de hospedagem!

Abaixo, extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/205775_DIARIAS+GANANCIOSAS+

DIÁRIAS GANANCIOSAS

Por Tamara Menezes

A imagem acolhedora do Rio de Janeiro não está condizente com o tratamento dado pela rede hoteleira aos participantes da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece na cidade entre 13 e 22 de junho. Como a capital fluminense só tem 33 mil leitos e são esperados 50 mil participantes, os hotéis aproveitaram para faturar alto, elevando abusivamente as diárias. E mais: de forma oportunista, têm obrigado os hóspedes a comprar um pacote mínimo que eleva o valor da hospedagem em mais de 1.000% (leia quadro acima). Em função disso, uma comissão do Parlamento Europeu chegou a anunciar que não vem mais ao Brasil. A ganância do setor hoteleiro pode prejudicar o sucesso da conferência, para a qual ainda se espera a vinda de cerca de 100 chefes de Estado do mundo todo, e comprometer a credibilidade do País para receber os megaeventos agendados para os próximos anos.

As reservas são intermediadas pela agência de turismo Terramar, que venceu a licitação do Itamaraty para executar o serviço. “Não fomos procurados pelo Parlamento Europeu”, diz Rogério Frizz­i, diretor da empresa. “Inclusive, depois que a polêmica veio a público, oferecemos opções econômicas à comitiva, mas não tivemos resposta.”

Além de preços altos, os hotéis de três a cinco-estrelas somente garantem a reserva para quem compra pacotes mínimos de sete dias. Para o eurodeputado holandês Gerben-Jan Gerbrandy, o governo brasileiro deveria intervir. “A Rio+20 oficial tem apenas três dias. Alguns membros do Parlamento planejavam reservar apenas duas noites, mas teriam de pagar de sete a dez noites”, protestou o deputado, que calculou o custo da missão em 200 mil euros (cerca de R$ 500 mil). Com isso, há procura por estabelecimentos em cidades próximas, como Niterói e Petrópolis, e o prefeito Eduardo Paes conclamou os cariocas a alugar quartos para os visitantes.

Os altos preços das diárias também comprometem a participação de parlamentares brasileiros. A Câmara dos Deputados decidiu não custear a viagem dos deputados federais ao Rio. “Fiquei sabendo que o preço cobrado é algo em torno de R$ 1,6 mil a diária. Na minha avaliação, é um preço abusivo”, reclamou o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), que vai convocar o setor hoteleiro do Rio de Janeiro para explicar o porquê de tarifas tão elevadas. Segundo ele, 100 parlamentares iriam acompanhar o evento. O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, deputado Sarney Filho (PV-MA), disse que os aumentos demonstram a insensibilidade dos donos de hotéis. “Em vez de aproveitar para atrair, estão aproveitando para extorquir”, disse Sarney, assegurando sua presença na conferência. “Eu garanto que vou porque não fico em hotel, fico na casa de amigos.”

O presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, disse que a visão imediatista dos empresários prejudica o desenvolvimento do turismo no País. Segundo ele, em outros lugares, os megaeventos não impactam tanto as tarifas. “A conferência não deve ser vista apenas como chance de realizar lucros, como se o mundo fosse acabar amanhã”, reclamou Dino. Com a Europa em crise, não são somente os parlamentares se assustaram com os preços. As delegações dos governos reduziram em 30% o número de representantes para cortar gastos, segundo o chefe da seção de cooperação da Delegação da União Europeia no Brasil, Jérôme Poussielgue. Uma pesquisa do site Hoteis.com, divulgada em março, chegou a apontar os hotéis cinco-estrelas do Rio como os mais caros do mundo, com diária média de R$ 1.178, preço 21% mais alto do que a segunda colocada, Nova York. Por conta da conferência, o que estava nas alturas atingiu a estratosfera. Procurada por ISTOÉ, a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH-RJ) não quis se pronunciar.

Depois de receber muitas queixas, o Ministério da Justiça resolveu entrar em campo e abriu uma investigação para apurar eventuais abusos econômicos. O Procon do Rio de Janeiro também está acompanhado a situação. Com vários megaeventos no calendário da cidade, como a Jornada Mundial da Juventude em 2013, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, se não agir logo, o Brasil corre o risco de ficar refém da rede hoteleira e espantar turistas, em vez de atraí-los.

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– Hotéis da Copa pelo BNDES?

Cerca de 1 bilhão de reais estão disponibilizados pelo BNDES para o setor de Hotelaria, visando a Copa do Mundo de 2014.

Sabem quantos hotéis usaram essa linha de crédito? Apenas 5! O dinheiro está parado, enquanto leitos deverão faltar para a Copa. Quem mais usou essa verba foi Eike Batista para o Hotel Glória (talvez, o único quem não precisava dela…).

O grande problema dessa ociosidade dos recursos se deve à burocracia, segundo a Federação Nacional dos Hotéis. As contrapartidas exigidas seriam incompatíveis para o uso do dinheiro.

E pensar que tem tanta gente conseguindo dinheiro fácil sob a justifica do Mundial de Futebol. Vide estádio do Corinthians…

– Lavagem de Dinheiro através de Postos de Combustíveis

O ramo de combustíveis é extremamente complicado. Aqui no Brasil, os velhos problemas de sempre: margens apertadas, adulteração e concorrência desleal. Agora, um novo problema: a lavagem de dinheiro através do crime organizado pelos postos.

A seguir, link com o material completo das ações dos bandidos, e o alerta: a combinação de postos com preço reduzido, aparência extremamente bonita e recebimento de combustíveis sem teste podem ser indicadores da ação destes estelionatários, pois não se preocupam com qualidade, custos, lucros ou prejuízos, pois querem apenas esquentar dinheiro!

A matéria está em:

http://www.fecombustiveis.org.br/revista/reportagem-de-capa/lavagem-de-dinheiro.html

Extraído da Revista Combustíveis e Conveniência, Ano 7, ed 64.

– Grandes X Pequenos na Administração de Empresas

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

– Casas Bahia e Ponto Frio voltariam às mãos da Família Klein?

O inferno de Abílio Diniz não cessa.

Após tentar de todas as formas continuar no Conselho de Administração do Pão-de-Açúcar e não conseguir a permissão do Casino (o novo proprietário-mor), agora é Michel Klein quem quer tomar mais uma de suas empresas: a Via Varejo, dona do Ponto Frio e Casas Bahia.

Abílio comprou o Pão de Açúcar e parte das Casas Bahia, tornando-se acionista majoritário. Porém, apoiados pelo Bradesco e Citibank, os Kleins financiariam a recompra de ações.

Imaginaram perder o controle acionário de tudo isso em tão pouco prazo?

– Pílula Contra a Aids: Vitória Caríssima da Ciência

Uma vitória parcial da ciência: por R$ 14 mil dólares/ ano, você já pode se prevenir contra a AIDS. Mas não é a tão sonhada vacina, são pílulas preventivas.

Caro, não?

É mais fácil se prevenir através do sexo seguro: aos casais, mantendo a fidelidade. Sai muito mais barato…

Abaixo, extraído de: http://is.gd/jkbJH5

ESPECIALISTAS DOS EUA APROVAM PÍLULAS PREVENTIVAS CONTRA A AIDS

Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.

O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.

O Truvada atualmente está disponível como tratamento para soropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais e a FDA o aprovou em 2004. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc., da Califórnia, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com objetivos de prevenção.

Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.

Mas críticos observam que a pílula é cara – custa até US$ 14 mil ao ano – e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.

Os dados usados provêm principalmente do Estudo de Prevenção do HIV iPrEx, pesquisa realizada entre julho de 2007 e dezembro de 2009 em seis países: Brasil, Equador, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.

O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.

Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada – combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo – ou um placebo.

Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.

O método de ingestão do medicamento antes da potencial exposição ao HIV é denominado profilaxia pré-exposição (PrEP).

Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.

No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas – particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco – em ingerir uma pílula diária.

“Poderá haver um aumento do risco para os homens que, acreditando falsamente estar 100% protegidos, parassem de usar preservativos. Uma redução no uso do preservativo significaria um risco maior de transmissão e disseminação de um vírus resistente a medicamentos”, alertou em um comunicado a Aids Healthcare Foundation.

“Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real”, acrescentou.

Os homens homossexuais representam mais da metade dos 56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.

– Black Friday Paraguay

Recentemente, tivemos uma imitação do “Dia de descontos dos EUA”. Imitando os americanos, as grandes redes varejistas brasileiras escolheram um único dia para queimar seus produtos, a quase 70% de descontos.

Agora, nossos hermanos de Ciudad Del Este farão o mesmo, em 1000 lojas, começando hoje (sexta-feira dia 11) e terminando dia 13.

Sabem qual a preocupação?

A concorrência com Miami! Ir para os EUA e trazer bons produtos está mais barato, e isso fez com que aquele que viajava para o Paraguai pensasse duas vezes antes de se aventurar.

Se vale a pena, não sei. Mas sinceramente dou preferência a produtos de boa qualidade, e provindos de Ciudad Del Este, confesso, não acredito muito. E você?

– Negros e Negras na Administração de Empresas

Uma coincidência interessante: Tanto a Folha de São Paulo quanto a Revista Veja trazem matérias que envolvem negros no trabalho.

No Brasil, apenas 5% dos cargos diretivos / chefia nas organizações têm um negro à frente! (FSP). Já na Veja, há a interessante entrevista de Úrsula Burns, a primeira mulher negra a ser presidente de uma corporação importante nos EUA (a Xerox), falando sobre o tema e de outro tão interessante quanto: a capacidade inovadora do povo americano.

Vale a pena dar uma lida.

– Fumantes Uruguaios & Phillips Morris

A briga é boa: o Uruguai quer que os maços de cigarro estampem 80% de imagens sobre suas ações danosas, entre elas: recém-nascido deformado, câncer bucal e deficiente pulmonar em estado terminal. Aqui no Brasil isso já ocorre, mas não na mesma proporção.

 

A Phillip Morris, líder de vendas de cigarro no nosso país vizinho, entrou na Justiça contra o governo alegando que isso é censura às suas logomarcas, que não seriam facilmente reconhecidas.

 

Uruguai alega que está se esforçando em combater o vício do cigarro e consequentemente seus males.

 

Um dado interessante: o PIB uruguaio é de 44 bilhões de dólares. O valor de mercado da Phillip Morris é de 108 bi!

Quem leva a melhor e o que você pensa disso? Deixe seu comentário: