– Ronaldinho Gaúcho: O erro foi de quem?

Dirigentes do Palmeiras e do Grêmio devem estar felizes por não terem conseguido contratar Ronaldinho Gaúcho. Custo-benefício inviável, problemas extra-campo e mau exemplo aos mais jovens.

Além de tudo isso, o Flamengo pecou na relação com a Traffic, tendo que arcar com o altíssimo salário.

A aposta sempre foi de risco. Ninguém percebia que Ronaldinho demonstrava ser um ex-atleta em atividade?

Uma pena. Para quem viu os momentos gloriosos do R10 no Barcelona, entristece-se ao vê-lo nesse fim de carreira. Tudo bem que continua ganhando dinheiro, mas dando mostra de falta de profissionalismo.

O pior é que o Mengão está teimando em cair no mesmo erro: Adriano está perto de ser contratado.

Infelizmente, parece que a irresponsabilidade financeira é marca de alguns clubes. Não dá para acreditar que queiram, honesta e conscientemente, perder tanto dinheiro!

– Irresponsabilidades Financeiras dos Clubes de Futebol: as Dívidas Brasileiras

Nesta semana, 3 times turcos foram proibidos de disputarem competições continentais pela UEFA, por dívidas não pagas. Entre eles, o Besikitas, que estava classificado para a Liga Europa.

Coincidentemente, a Universidade do Futebol (http://is.gd/DIVIDAS), através de Fernando Pinto Ferreira, divulgou um levantamento da PLURI Consultoria, com os dados oficiais extraídos dos balanços dos clubes de futebol brasileiros, mostrando seus débitos fiscais.

Se fizermos uma reflexão, considerando as receitas, custa a crer, por exemplo, que oBotafogo-RJ, maior endividado da lista, deve mais de 10 vezes o total das receitas! Isso significa que se ele acumular todas as receitas até 2021, sem gastar nenhum centavo (situação hipotética e impraticável), o clube conseguiria pagar as dívidas, desde que zerassem seus juros.

 

Insustentável. Como fazer futebol profissional desse jeito?

Se os clubes brasileiros estivessem subordinados à UEFA, estariam em maus lençóis.

– Fogo de Chão, Made in USA

A famosa rede de churrascaria “Fogo de Chão” foi vendida. O grupo brasileiro GP Investimentos vendeu a um fundo americano, por R$ 400 milhões.

Uma curiosidade: há 8 restaurantes no Brasil e 17 nos EUA, nas principais cidades.

Nesta semana, quantos negócios! Azul e Trip, Diageo e Ypioca, possível venda do Santander Brasil para o Bradesco, Cosan comprando Comgás… É negócio para todos os gostos e ramos.

– Bradesco será o maior Banco do Brasil?

Que a Espanha está em crise violentíssima, não há dúvida. E que as empresas espanholas estão sofrendo também, nada a comentar.

Mas, segundo “O Globo” do último domingo, o Banco Santander estaria pensando em vender suas atividades no Brasil. E o interessado seria o Bradesco!

Imaginaram que gigante financeiro? Lembrando que o Santander, quando chegou ao nosso país, comprou o Banespa, Noroeste, Geral do Comércio e Real, entre outros.

– Azul compra Trip

A Trip namorou com a TAM, compartilha voos com ela, quase aceitou uma oferta da co-irmã, mas sucumbiu à boa oferta da Azul. A empresa, fundada pelo grupo Caprioli (o de ônibus, de Campinas), é forte em aviação regional, ligando as principais cidades de médio porte.

Uma curiosidade: apesar de ter quase 3 vezes mais participação no mercado aéreo, a Azul tem 55 aeronaves e a Trip 58.

A sinergia entre as empresas será excepcional pela filosofia de trabalhos entre as empresas.

– A Pinga Bilionária: Ypióca é vendida por quase 1 bilhão!

A Diageo (dona da Smirnoff, Johnie Walker, entre outras) comprou a Ypióca (atual líder em cachaças no Brasil) por 900 milhões de reais.

Grande negócio, mas com valor alto demais. A empresa faturou R$ 170 milhões no ano passado. Isso quer dizer que o investimento é a longo prazo.

Dias atrás se cogitou o negócio, mas a proposta não havia agradado aos antigos controladores brasileiros. Desde que desbancou a 51 (Muller), a Ypioca, vem crescendo cada vez mais.

– Sem Teto como Roteadores Humanos!

A Agência de Publicidade BBH, dos EUA, inovou! Contratou mendigos, pagando US$ 20.00 por dia, para circularem com equipamentos eletrônicos no corpo servindo como roteadores de Internet.

A empresa se diz satisfeita com o número de conexões que registrou. Mas aí vem a polêmica: para uns, ela pratica responsabilidade social de um jeito diferente. Para outros, explora mão-de-obra numa ação mercadológica insensível.

E para você? A ação é simpática ou não?

– Para que Comissionar a Apresentação de Ibson?

Coisas inexplicáveis e irresponsáveis do futebol: Ibson, ex-jogador do Flamengo e que estava no Santos, voltou à Gávea. E o seu empresário Eduardo Uram levou do Mengão uma Comissão de R$ 1,9 milhão!

Por que os clubes precisam de intermediários? Patrícia Amorim não poderia ter negociado diretamente com Luís Álvaro?

São situações como essa que levam a desconfiar na lisura das transações. Nada de acusar que houve corrupção, claro. Mas tudo para se criticar pela irresponsabilidade administrativa dos diretores que aceitaram tal negócio.

– Parabéns, Fiat 147

Há exatos 32 anos, nascia o primeiro carro a álcool do Brasil, um FIAT 147, extremamente criticado!

Extraído de: http://www.sincopetro.org.br/conteudo.asp?xcont=3156

HÁ 30 ANOS, NASCIA O PRIMEIRO CARRO A ÁLCOOL BRASILEIRO

Foram vendidas 120,5 mil unidades

José Luiz de Ornelas Carvalho foi levado da maternidade onde nasceu, em São Paulo, para casa em um Fiat 147 que o pai tinha. O modelo, em diversas versões, continuou fazendo parte da vida do técnico em eletrônica, hoje com 19 anos. “Foi em um deles que aprendi a dirigir.”

E é um Fiat 147 a álcool, ano 1986, o automóvel de Carvalho, adquirido há um ano e meio. “Me apaixonei pelo carro, assim como meu pai”, afirma. José Luiz Gomes Carvalho, o pai, teve diversos veículos, mas mantém o seu 147, agora como colecionador. O modelo, também a álcool, atualmente está na oficina passando por reforma.

O compacto 147 foi o primeiro carro 100% movido a álcool lançado no Brasil. As primeiras unidades começaram a ser vendidas em julho de 1979, pouco depois que os postos de combustível do País começaram a instalar bombas para fornecer o inédito combustível da cana-de-açúcar.

Na época, não faltaram críticas ao veículo, também o primeiro carro produzido pela italiana Fiat no País. Era preciso ligar o carro antecipadamente até o motor esquentar, problema que se repetiu nas versões lançadas depois pelas concorrentes Ford, GM e Volkswagen.

Carvalho informa que hoje deixa o motor ligado “apenas uns quatro minutos antes de sair, para esquentar.” Outra reclamação era de o câmbio ser duro demais. “Isso é lenda”, defende Carvalho. De 1979 a 1987, a Fiat vendeu 536.591 unidades do 147, das quais 120.516 a álcool. O modelo tem um grupo de aficionados que criaram o Clube 147.

Após a reviravolta que o mercado brasileiro teve no fim dos anos 80, quando o carro a álcool quase foi banido da história do setor automotivo, o uso do combustível renasceu com o lançamento, em 2003, dos modelos flex, com motores que aceitam gasolina ou álcool.

Hoje, quase 88% dos automóveis vendidos no mercado brasileiro são flex e pesquisas feitas por montadoras indicam que a maioria dos consumidores abastece o tanque com álcool, por ter preço mais competitivo que a gasolina.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), desde março de 2003 até abril deste ano foram vendidos 6,95 milhões de veículos flex, o equivalente a cerca de um quarto da frota circulante do País.

– General Mills compra a Yoki

Pois é… mais uma gigante brasileira que passará às mãos estrangeiras: a Yoki foi comprada pela General Mills, por R$ 1,75 bi. A empresa possuía dívidas e não relutou na venda.

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201205241341_RTR_SPE84N031

GIGANTE AMERICANA COMPRA YOKI

A General Mills anunciou nesta quinta-feira que acertou a compra da fabricante brasileira de alimentos Yoki por cerca de R$ 1,75 bilhão. A General Mills informou que também assumirá uma dívida de R$ 200 milhões e que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão.

Uma das maiores empresas de alimentos dos EUA, atrás apenas de PepsiCo e Kraft Foods, a General Mills teve receitas de US$ 14,7 bilhões em 2011, segundo ranking da revista Fortune. A transação deve ser concluída na primeira metade do ano fiscal de 2013 da General Mills, que começa em 28 de maio de 2012.

“Nossa família está confiante que as capacidades globais da General Mills, combinadas aos excelentes funcionários e portfólio de marcas da Yoki, levarão a empresa a um crescimento acelerado no Brasil nos próximos anos”, afirmou em nota Mitsuo Matsunaga, CEO da Yoki. Fundada em 1960, a Yoki emprega mais de 5 mil pessoas no Brasil e comercializa cerca de 600 produtos de nove marcas.

“A Yoki acrescenta recursos chaves e escala geográfica que irão acelerar o nosso crescimento no Brasil”, afirmou o vice-presidente executivo da General Mills, Chris O’Leary, em comunicado. “Planejamos focar na construção de um forte portfólio de produtos Yoki e Kitano, expandir os negócios de Haagen-Daz e Nature Valley no Brasil, e introduzir novas marcas da General Mills nesse importante mercado.”

– Neymar supera Messi no Potencial de Marketing

Se alguns questionam se Neymar poderá superar Lionel Messi como melhor jogador do mundo, alguém já conseguiu provar que, em números, Neymar vale mais do que Messi: a Revista Britânica SportsPro.

No estudo, grandes atletas foram discutidos, e Neymar aparece na frente de futebolistas como Messi e Cristiano Ronaldo, do atual campeão da F1 Vettel e do tenista Djokovic.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/iT5erT

NEYMAR SUPERA MESSI COMO POTENCIAL DE MARKETING

O atacante Neymar, 20, astro do Santos e do futebol brasileiro atualmente, é o atleta com maior potencial de marketing, segundo avaliação da revista britânica “SportsPro” nesta sexta-feira.

A publicação apresenta uma lista com 50 atletas e o brasileiro superou o golfista norte-irlandês Rory McIlroy, 23, e o atacante argentino Lionel Messi, 24, do Barcelona, segundo e terceiro da relação respectivamente.

“Neymar uma verdadeira tempestade: jovem, talentoso e com uma Olimpíada e uma Copa do Mundo pela frente. Ele já é um astro no Brasil, país que tem uma das econômicas mais robustas do mundo. Neymar é o cartaz da década esportiva no Brasil”, afirma David Cushnan, editor da revista.

Os critérios utilizados pela publicação levam em conta valor de mercado, idade, mercado de origem, carisma, disposição e popularidade.

É a terceira vez que a revista faz a lista. A diferença neste ano é que a relação não analisou apenas atletas que podem estar nos Jogos Olímpicos de Londres (a partir de 27 de julho), mas considerou outros eventos, como os Jogos de Inverno e a Copa do Mundo (ambos em 2014).

Neymar tem hoje contrato de patrocínio com dez empresas (Nike, Volkswagen, Panasonic, Red Bull, Tenys Pé Baruel, Lupo, Ambev, Claro, Unilever e Santander) e contrato com o Santos até o final da Copa-2014. Há um pacto entre as partes para que o atleta seja poupado da carreira de garoto-propaganda antes das partidas.

O rendimento mensal do atacante se aproxima dos R$ 2,3 milhões, mas o Santos arca com aproximadamente R$ 350 mil.

  • CONFIRA OS DEZ PRIMEIROS DA LISTA:
    1. Neymar, atacante do Santos
    2. Rory McIlroy, golfista norte-irlandês
    3. Lionel Messi, atacante argentino do Barcelona
    4. Usain Bolt, velocista jamaicano
    5. Cristiano Ronaldo, atacante português do Real Madrid
    6. Blake Griffin, pivô dos Los Angeles Clippers
    7. Novak Djokovic, tenista sérvio
    8. Sebastian Vettel, piloto alemão da Red Bull
    9. Tim Tebow, quarterback do New Yotk Jets
    10. Yani Tseng, golfista taiwanesa

– Eike Batista cria o termo PPI

Sabem o que é PPI? “Projeto à Prova de Idiotas”, sigla criada por Eike Batista para chamar a atenção dos Administradores dentro de suas empresas.

O multibilionário empreendedor alega que todas as empresas, em algum momento, terão um idiota à frente. E que medidas preventivas podem evitar danos às organizações.

E você: concorda com Eike Batista? Teremos sempre um idiota na Administração de Empresas?

– Gasolina Formulada versus Gasolina Refinada

A Revista Combustível & Conveniência, Ed maio/2012, pg 40, traz uma importante matéria, intitulada “Gasolina Formulada: mais barata, mas com menor rendimento”.

Você sabe se o posto em que está abastecendo vende gasolina formulada ou refinada?

Pois é: a gasolina formulada vem ganhando mercado, custando R$ 0,20 a menos (não repassado ao consumidor, infelizmente). O produto é autorizado pela Agência nacional de Petróleo (ANP).

O principal problema é que essa gasolina é mais volátil, rende menos e pode levar o consumidor a grandes enganos.

A química Sonja Bárbara Barczewski, gerente técnica do laboratório CEFET/MG, alerta que essa gasolina, embora legalizada, é:

composta de resíduos de destilação petroquímica adicionada de solventes, com qualidade inferior ao combustível refinado pela Petrobrás.

Portanto, a grande dúvida é: por que não obrigar ao Posto de Combustível a informar ao cliente se sua Gasolina é FORMULADA ou REFINADA?

Vale a pena ficar atento!

– Números Surpreendentes da Audiência de Rádio

Fazer um levantamento da audiência de rádio é um grande desafio, devido à rotatividade do ouvinte. E, sejamos justos, nem sempre ter audiência é ter qualidade, já que há uma segmentação altíssima nesse veículo de comunicação.

Não sabia, mas a maior audiência no FM é da Rádio Nativa FM. A maior audiência em AM é da Globo, que corresponde à metade da Nativa, seguida pela Rádio Capital, com 1/4.

Para mim, uma surpresa. E confesso não ouvir nenhuma dessas emissoras líderes.

Abaixo, os outros índices, extraídos de: http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/radio-am-sobrevive-com-ma-qualidade-e-baixa-audiencia-04024E9C3372E4B92326?types=A&

RÁDIO AM SOBREVIVE COM MÁ QUALIDADE E BAIXA AUDIÊNCIA

Nas últimas duas décadas, proprietários de rádios AM fizeram promessas de que, “em breve”, a péssima qualidade sonora de suas emissoras iria desaparecer, e ser substituída pelo alto e bom som digital. Bem, isso não vai ocorrer.

Mesmo assim, em pleno início do século 21, as rádios AM sobrevivem, mas sua audiência caiu ano após ano. A rádio AM mais ouvida de São Paulo (e, portanto, do país), a Globo, tem cerca de 135 mil ouvintes por minuto – o que representa metade da audiência da FM mais sintonizada de SP, a Nativa (271 mil ouvintes por minuto).

No entanto, a soma das 10 rádios AM mais sintonizados não chega a 400 mil ouvintes por minuto. Além disso, dados obtidos pela coluna apontam que, no interior do país, quase 50% das rádios AM estão nas mãos de igrejas – a maioria, evangélicas.

Por quase oito décadas, as AM (amplitude modulation) foram a principal transmissão via rádio, ainda que sujeitas a todo tipo de interferências.

– Chelsea Campeão e o Debute Londrino

O novo-rico do futebol mundial Chelsea se tornou campeão europeu, e esperará no final de ano um sulamericano para o Mundial da FIFA.

Claro que reclamarão da retranca, do pragmatismo, antijogo e da competência financeira do time. Mas para seus torcedores o que importa é o título e nada mais.

A minha surpresa foi que é a primeira vez na história que um time de Londres vence a Champions League! Nunca uma equipe da Capital da Inglaterra havia vencido o Campeonato Europeu!

Qual será a extravagância que o bilionário Roman Abramovitch (o mecenas do clube) fará para comemorar o caneco?

– A Boa Investida de Bono Vox com o Facebook

A oferta pública de ações do Facebook, ontem, na Bolsa de NY, fez alguém em especial sorrir: o vocalista Bono Vox, do U2, que detém 2,3% das ações adquiridas quando elas valiam muitíssimo pouco.

Além de bom músico, excepcional ativista social e reconhecido como um ótimo caráter na sociedade, o cara é sortudo! Ou melhor: tem tino para os negócios!

– Hotéis Cariocas Rindo a Toa…

É sabido que o Rio de Janeiro estará sediando diversos eventos em sequência. Porém, não há hotéis suficientes na Cidade Maravilhosa.

Para o aguardado evento RIO+20, a rede hoteleira abusou dos reajustes de preços (já que há poucos quartos). Alguns hotéis cobram até 12.000,00 para dois dias de hospedagem!

Abaixo, extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/205775_DIARIAS+GANANCIOSAS+

DIÁRIAS GANANCIOSAS

Por Tamara Menezes

A imagem acolhedora do Rio de Janeiro não está condizente com o tratamento dado pela rede hoteleira aos participantes da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece na cidade entre 13 e 22 de junho. Como a capital fluminense só tem 33 mil leitos e são esperados 50 mil participantes, os hotéis aproveitaram para faturar alto, elevando abusivamente as diárias. E mais: de forma oportunista, têm obrigado os hóspedes a comprar um pacote mínimo que eleva o valor da hospedagem em mais de 1.000% (leia quadro acima). Em função disso, uma comissão do Parlamento Europeu chegou a anunciar que não vem mais ao Brasil. A ganância do setor hoteleiro pode prejudicar o sucesso da conferência, para a qual ainda se espera a vinda de cerca de 100 chefes de Estado do mundo todo, e comprometer a credibilidade do País para receber os megaeventos agendados para os próximos anos.

As reservas são intermediadas pela agência de turismo Terramar, que venceu a licitação do Itamaraty para executar o serviço. “Não fomos procurados pelo Parlamento Europeu”, diz Rogério Frizz­i, diretor da empresa. “Inclusive, depois que a polêmica veio a público, oferecemos opções econômicas à comitiva, mas não tivemos resposta.”

Além de preços altos, os hotéis de três a cinco-estrelas somente garantem a reserva para quem compra pacotes mínimos de sete dias. Para o eurodeputado holandês Gerben-Jan Gerbrandy, o governo brasileiro deveria intervir. “A Rio+20 oficial tem apenas três dias. Alguns membros do Parlamento planejavam reservar apenas duas noites, mas teriam de pagar de sete a dez noites”, protestou o deputado, que calculou o custo da missão em 200 mil euros (cerca de R$ 500 mil). Com isso, há procura por estabelecimentos em cidades próximas, como Niterói e Petrópolis, e o prefeito Eduardo Paes conclamou os cariocas a alugar quartos para os visitantes.

Os altos preços das diárias também comprometem a participação de parlamentares brasileiros. A Câmara dos Deputados decidiu não custear a viagem dos deputados federais ao Rio. “Fiquei sabendo que o preço cobrado é algo em torno de R$ 1,6 mil a diária. Na minha avaliação, é um preço abusivo”, reclamou o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), que vai convocar o setor hoteleiro do Rio de Janeiro para explicar o porquê de tarifas tão elevadas. Segundo ele, 100 parlamentares iriam acompanhar o evento. O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, deputado Sarney Filho (PV-MA), disse que os aumentos demonstram a insensibilidade dos donos de hotéis. “Em vez de aproveitar para atrair, estão aproveitando para extorquir”, disse Sarney, assegurando sua presença na conferência. “Eu garanto que vou porque não fico em hotel, fico na casa de amigos.”

O presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, disse que a visão imediatista dos empresários prejudica o desenvolvimento do turismo no País. Segundo ele, em outros lugares, os megaeventos não impactam tanto as tarifas. “A conferência não deve ser vista apenas como chance de realizar lucros, como se o mundo fosse acabar amanhã”, reclamou Dino. Com a Europa em crise, não são somente os parlamentares se assustaram com os preços. As delegações dos governos reduziram em 30% o número de representantes para cortar gastos, segundo o chefe da seção de cooperação da Delegação da União Europeia no Brasil, Jérôme Poussielgue. Uma pesquisa do site Hoteis.com, divulgada em março, chegou a apontar os hotéis cinco-estrelas do Rio como os mais caros do mundo, com diária média de R$ 1.178, preço 21% mais alto do que a segunda colocada, Nova York. Por conta da conferência, o que estava nas alturas atingiu a estratosfera. Procurada por ISTOÉ, a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH-RJ) não quis se pronunciar.

Depois de receber muitas queixas, o Ministério da Justiça resolveu entrar em campo e abriu uma investigação para apurar eventuais abusos econômicos. O Procon do Rio de Janeiro também está acompanhado a situação. Com vários megaeventos no calendário da cidade, como a Jornada Mundial da Juventude em 2013, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, se não agir logo, o Brasil corre o risco de ficar refém da rede hoteleira e espantar turistas, em vez de atraí-los.

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– Hotéis da Copa pelo BNDES?

Cerca de 1 bilhão de reais estão disponibilizados pelo BNDES para o setor de Hotelaria, visando a Copa do Mundo de 2014.

Sabem quantos hotéis usaram essa linha de crédito? Apenas 5! O dinheiro está parado, enquanto leitos deverão faltar para a Copa. Quem mais usou essa verba foi Eike Batista para o Hotel Glória (talvez, o único quem não precisava dela…).

O grande problema dessa ociosidade dos recursos se deve à burocracia, segundo a Federação Nacional dos Hotéis. As contrapartidas exigidas seriam incompatíveis para o uso do dinheiro.

E pensar que tem tanta gente conseguindo dinheiro fácil sob a justifica do Mundial de Futebol. Vide estádio do Corinthians…

– Lavagem de Dinheiro através de Postos de Combustíveis

O ramo de combustíveis é extremamente complicado. Aqui no Brasil, os velhos problemas de sempre: margens apertadas, adulteração e concorrência desleal. Agora, um novo problema: a lavagem de dinheiro através do crime organizado pelos postos.

A seguir, link com o material completo das ações dos bandidos, e o alerta: a combinação de postos com preço reduzido, aparência extremamente bonita e recebimento de combustíveis sem teste podem ser indicadores da ação destes estelionatários, pois não se preocupam com qualidade, custos, lucros ou prejuízos, pois querem apenas esquentar dinheiro!

A matéria está em:

http://www.fecombustiveis.org.br/revista/reportagem-de-capa/lavagem-de-dinheiro.html

Extraído da Revista Combustíveis e Conveniência, Ano 7, ed 64.

– Grandes X Pequenos na Administração de Empresas

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

– Casas Bahia e Ponto Frio voltariam às mãos da Família Klein?

O inferno de Abílio Diniz não cessa.

Após tentar de todas as formas continuar no Conselho de Administração do Pão-de-Açúcar e não conseguir a permissão do Casino (o novo proprietário-mor), agora é Michel Klein quem quer tomar mais uma de suas empresas: a Via Varejo, dona do Ponto Frio e Casas Bahia.

Abílio comprou o Pão de Açúcar e parte das Casas Bahia, tornando-se acionista majoritário. Porém, apoiados pelo Bradesco e Citibank, os Kleins financiariam a recompra de ações.

Imaginaram perder o controle acionário de tudo isso em tão pouco prazo?

– Pílula Contra a Aids: Vitória Caríssima da Ciência

Uma vitória parcial da ciência: por R$ 14 mil dólares/ ano, você já pode se prevenir contra a AIDS. Mas não é a tão sonhada vacina, são pílulas preventivas.

Caro, não?

É mais fácil se prevenir através do sexo seguro: aos casais, mantendo a fidelidade. Sai muito mais barato…

Abaixo, extraído de: http://is.gd/jkbJH5

ESPECIALISTAS DOS EUA APROVAM PÍLULAS PREVENTIVAS CONTRA A AIDS

Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.

O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.

O Truvada atualmente está disponível como tratamento para soropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais e a FDA o aprovou em 2004. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc., da Califórnia, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com objetivos de prevenção.

Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.

Mas críticos observam que a pílula é cara – custa até US$ 14 mil ao ano – e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.

Os dados usados provêm principalmente do Estudo de Prevenção do HIV iPrEx, pesquisa realizada entre julho de 2007 e dezembro de 2009 em seis países: Brasil, Equador, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.

O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.

Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada – combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo – ou um placebo.

Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.

O método de ingestão do medicamento antes da potencial exposição ao HIV é denominado profilaxia pré-exposição (PrEP).

Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.

No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas – particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco – em ingerir uma pílula diária.

“Poderá haver um aumento do risco para os homens que, acreditando falsamente estar 100% protegidos, parassem de usar preservativos. Uma redução no uso do preservativo significaria um risco maior de transmissão e disseminação de um vírus resistente a medicamentos”, alertou em um comunicado a Aids Healthcare Foundation.

“Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real”, acrescentou.

Os homens homossexuais representam mais da metade dos 56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.

– Black Friday Paraguay

Recentemente, tivemos uma imitação do “Dia de descontos dos EUA”. Imitando os americanos, as grandes redes varejistas brasileiras escolheram um único dia para queimar seus produtos, a quase 70% de descontos.

Agora, nossos hermanos de Ciudad Del Este farão o mesmo, em 1000 lojas, começando hoje (sexta-feira dia 11) e terminando dia 13.

Sabem qual a preocupação?

A concorrência com Miami! Ir para os EUA e trazer bons produtos está mais barato, e isso fez com que aquele que viajava para o Paraguai pensasse duas vezes antes de se aventurar.

Se vale a pena, não sei. Mas sinceramente dou preferência a produtos de boa qualidade, e provindos de Ciudad Del Este, confesso, não acredito muito. E você?

– Negros e Negras na Administração de Empresas

Uma coincidência interessante: Tanto a Folha de São Paulo quanto a Revista Veja trazem matérias que envolvem negros no trabalho.

No Brasil, apenas 5% dos cargos diretivos / chefia nas organizações têm um negro à frente! (FSP). Já na Veja, há a interessante entrevista de Úrsula Burns, a primeira mulher negra a ser presidente de uma corporação importante nos EUA (a Xerox), falando sobre o tema e de outro tão interessante quanto: a capacidade inovadora do povo americano.

Vale a pena dar uma lida.

– Fumantes Uruguaios & Phillips Morris

A briga é boa: o Uruguai quer que os maços de cigarro estampem 80% de imagens sobre suas ações danosas, entre elas: recém-nascido deformado, câncer bucal e deficiente pulmonar em estado terminal. Aqui no Brasil isso já ocorre, mas não na mesma proporção.

 

A Phillip Morris, líder de vendas de cigarro no nosso país vizinho, entrou na Justiça contra o governo alegando que isso é censura às suas logomarcas, que não seriam facilmente reconhecidas.

 

Uruguai alega que está se esforçando em combater o vício do cigarro e consequentemente seus males.

 

Um dado interessante: o PIB uruguaio é de 44 bilhões de dólares. O valor de mercado da Phillip Morris é de 108 bi!

Quem leva a melhor e o que você pensa disso? Deixe seu comentário:

– Globalização das “Transnacionais” da Alimentação do Brasil

Vejam só: as redes Fogo-de-Chão, Giraffas e Spoleto, junto a outras pioneiras, estão cada vez mais querendo ganhar o mundo e traçam suas estratégias de mercado. Após consistente crescimento tupiniquim, querrem EUA e Europa!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1084172-redes-brasileiras-exportam-churrasco-e-macarrao.shtml

REDES BRASILEIRAS EXPORTAM CHURRASCO E MACARRÃO

Por Marianna Aragão

Nos próximos três anos, a rede de churrascarias Fogo de Chão pretende abrir de 10 a 12 unidades nos Estados Unidos, em cidades como Boston e Nova York.

No Brasil, os planos são mais modestos: a previsão é inaugurar apenas três lojas nesse período.

A opção pelo mercado americano reflete uma estratégia particular do grupo, que busca cidades com mais de 2,5 milhões de pessoas para instalar suas churrascarias.

Mas não só. A exemplo da Fogo de Chão, grupos como Giraffas e Trigo, dono do Spoleto, estão acelerando seus planos de internacionalização, numa demonstração de apetite das redes por consumidores de outros países.

A queda nos preços do aluguel dos imóveis comerciais após a crise e a expectativa de vender para uma população com maior poder aquisitivo explicam a estratégia.

Fundada em 1979 por dois irmãos gaúchos -e vendida integralmente em 2011 para o fundo de investimentos GP–, a Fogo de Chão já tem 18 unidades nos Estados Unidos, ante sete no Brasil.

“Identificamos 52 cidades com potencial para receber um de nossos restaurantes; somente três no Brasil”, diz o paranaense Jandir Dalberto, um ex-passador de carne que hoje é presidente da rede.

Com 360 lojas no Brasil, a Giraffas abriu sua primeira loja internacional em Miami, na região nobre de Bal Harbour, em julho de 2011. Até o fim de 2013, serão 11 lojas.

O perfil das lojas teve de ser modificado para atender o consumidor americano.

Além de mais espaçosas, as lojas têm um modelo misto de atendimento, com pedidos no caixa, mas também garçons que servem à mesa. O cardápio também sofreu alterações -há ingredientes mais nobres em saladas e em massas, segundo a empresa.

O investimento em uma loja da rede nos Estados Unidos também é maior: de US$ 650 mil (R$ 1,24 milhão), ante US$ 355 mil (R$ 675 mil) em uma franquia no Brasil.

Segundo o presidente da subsidiária americana, João Barbosa, com um tíquete médio de US$ 12 a US$ 16 (de R$ 23 a R$ 30), a companhia não compete com redes como McDonald’s e Burger King.

A fim de abrir as primeiras 11 unidades, a companhia levantou R$ 35,5 milhões com investidores brasileiros, alguns deles donos de lojas da rede no Brasil.

Para especialistas, a expansão internacional deve vir acompanhada de planejamento e estudo dos hábitos locais. “A escolha dos parceiros, sejam fornecedores, seja o próprio franqueado, é outro ponto crítico”, diz Adir Ribeiro, da consultoria Praxis.

A rede Habib’s, uma das maiores do país, teve de desistir de seus planos no México, após problemas com franqueados. Em 2006, a empresa fechou sua última loja no país -chegou a ter oito unidades mexicanas.

– Evo Morales, amado e odiado

A comunidade dos cocaleiros, agricultores que vivem do plantio da folha de coca, ama o presidente boliviano Evo Morales.

A região mais desenvolvida da Bolívia, Santa Cruz de La Sierra, o odeia.

Agora, Evo anuncia a estatização da espanhola “Transporte de Eletricidade”, responsável pela distribuição de energia elétrica boliviana.

Alguns disseram que ele imitou a ação ditatorial de Christina Kirchen, que estatizou a petrolífera YPF. Errado: Evo fez o que sempre fazia, pois, não foi ele quem tomou algumas plantas petrolíferas da Petrobrás?

Aliás: e quem pagou pelos prejuízos da empresa brasileira que investiu por lá?

– Febre das Amostras Grátis Chega ao Brasil

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.

– Propaganda da VW é para rir ou para chorar?

A VW está veiculando na TV uma promoção que leva o comprador de um automóvel da marca a concorrer a “uma viagem para a Europa, para assistir a Seleção Brasileira de perto!”.

Se fosse em época de Copa do Mundo e esta fosse por lá, tudo bem. Mas não é nada disso! Simplesmente, a Seleção de Futebol do Brasil não joga mais no Brasil! Se alguém quiser ver o time nacional, terá que fazer uma viagem internacional… e nem importa quem seja o adversário, o certo é que o jogo não será aqui!

Durma-se com um barulho destes…

– O Administrador de Mentira que funciona de Verdade

Ele é simpático; atende bem aos clientes; resolve problemas; promove a empresa e conquista consumidores.

Sabem quem é esse administrador?

Guto Kleien, da Audi. Além disso, ajuda a vender muitos carros.

O mais bacana sobre Guto: ele não existe! É, não existe mesmo. Ele é uma personagem criado pela montadora alemã para se relacionar no Twitter, Orkut, Facebook e outras mídias sociais no mercado brasileiro. Funcionou tão bem que a própria matriz queria promovê-lo…

Veja que história interessante, extraída de Época Negócios, Ed fevereiro /2011, pg 28-29:

AVATAR

Por Silvia Balieiro

Conheça Guto Kleien, o representante da Audi nas redes sociais. Ele não existe, mas é um cara bacana.

Ele é louro, olhos azuis, solteiro, tem 36 anos. É do signo de Libra e está sempre disposto a conversar. Adora carros, viagens, bons restaurantes e gadgets. Um detalhe: ele só existe na internet. Seu nome? Guto Kleien. Trata-se de um personagem criado pela Audi Brasil para interagir com os consumidores e fãs da marca nas principais redes sociais. Dono de perfis no Facebook, no Twitter, no Orkut, no Flickr e no YouTube, soma mais de 3,2 mil seguidores. Também tem um blog e é responsável pela Audisfera, um site que agrega todo o conteúdo relacionado à Audi que aparece na internet.

No perfil de Kleien, nada é por acaso. “Todas as características foram pensadas para que ele não polarize discussões”, diz Paulo Kakinoff, presidente da Audi. Ele é apaixonado por esportes, mas não tem um time do coração. Aceita todas as religiões, mas não defende nenhuma. Até o nome tem uma razão de ser. Guto foi inspirado no fundador da empresa, o alemão Gustav Horch. Kleien, que significa divulgar, em latim, está relacionado ao nome da montadora. Audi é a tradução latina do sobrenome Horch (escutar). Por trás do personagem, não existe uma pessoa, mas várias. “Todos nós juntos somos o Guto Kleien”, afirma Kakinoff. O perfil foi criado em parceria com a agência Urban Summer Digital Creative.

Ao interagir com seus amigos e seguidores, Kleien tem permissão para ser menos institucional e mais passional. “Enquanto a página oficial da Audi dá informações sobre o carro de forma mais objetiva, o Guto tem licença para falar que os veículos da empresa são os melhores do mundo”, diz Alessandro Guidini, da Urban Summer. O personagem é uma ferramenta poderosa da Audi no lançamento de seus carros. Quando o R8 V10 chegou ao Brasil, foi criado o Audi Gift Day, um concurso cultural no qual o autor da frase mais criativa ganharia um fim de semana com o carro. A vencedora foi Simone Mozzilli, que além de aproveitar o carro, criou um Tumblr (plataforma de blogs voltada para conteúdo multimídia) com fotos e relatos das suas aventuras com ele (audiweekend.tumblr.com). “Muitos flashes, até dos radares. Provavelmente já perdi minha carta”, escreveu ela, em um de seus posts. Ao fim do test drive, Simone agradeceu à Audi e, claro, a Kleien. “Mesmo cientes de que estão falando com um personagem fictício, os seguidores conversam, pedem conselhos e fazem perguntas”, diz Guidini.

A própria Audi já fez confusão. Guto Kleien foi convidado pela matriz alemã para um evento realizado para a blogosfera. O engano tornou o personagem uma referência mundial para a empresa no uso das redes sociais.

– Proprietários de carros Bicombustíveis preferem Gasolina.

Em 2009, as vendas de Etanol superavam as de gasolina. Em 2011, os proprietários de carros bicombustíveis se dividiam entre G e E. Agora, 74% dos clientes preferem colocar Gasolina do que o Etanol.

Fica a pergunta: nem assim o preço cairá?

Boa notícia: começam as primeiras sinalizações de que o Álcool (Etanol) começará a cair, pelo baixo consumo e pelos estoques que começarão a sobrar.

PETROBRÁS: GASOLINA TERÁ FATIA DE 74% NA FROTA FLEX

Extraído de: Posto Hoje, Revista Eletrônica em 23/04/2012.

A estagnação na oferta de etanol e o aumento no consumo de combustíveis no País farão com que a participação do uso da gasolina atinja uma fatia de 74% na frota flex fuel de veículos no Brasil, em 2012, ante 54% em 2011, segundo estimativa do coordenador do comércio de gasolina na Petrobras, Diogo Bezerra. Com o crescimento da participação, o consumo de gasolina C, já com a mistura de 20% de etanol anidro, deve superar 38 bilhões de litros neste ano, alta de 6,5% sobre o anterior. Após a crise de oferta do etanol, devido à quebra na safra de cana-de-açúcar em 2011 e agora em 2012, o consumo de gasolina C cresceu 40% nos últimos dois anos no País. Somente no ano passado a alta foi de 18,8%, segundo Bezerra. “Desse porcentual em 2011, 13 pontos porcentuais foram de ganhos de share da gasolina sobre o etanol”, explicou Bezerra durante a reunião da consultoria Canaplan, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Já o consumo do álcool, que disparou 235% entre 2004 e 2009, com o avanço dos veículos flex fuel, recuou 35% nos últimos dois anos. Além da alta de 6,5% no consumo da gasolina e do aumento do combustível fóssil entre os veículos flex fuel, a Petrobras avalia que a oferta de etanol, para consumo interno e externo, será estável entre 2011 e 2012 e ficará em torno de 23 bilhões de litros.

– Faculdade que não tem aula às 6as feiras?

Parece virar modismo: diversas faculdades estão acrescentando em suas grades atividades não-presenciais às 6as feiras. E agora, o efeito colateral: alunos que eram da Uniban, assimilados pelo novo gestor, a Anhanguera, segundo o Estadão de hoje, farão protesto contra o excesso de matéria on-line!

Extraído de OESP, 23/04/2012, pg A14

ALUNOS DA ANHANGUERA RECLAMAM DE AULAS ONLINE

Estudantes de câmpus da zona norte realizam protesto hoje contra ‘precarização do ensino’

Por Carlos Lordelo

Alunos do grupo educacional Anhanguera fazem hoje à noite mais uma manifestação contra o que classificam de “abandono e precarização do ensino”. Os estudantes reclamam de problemas de infraestrutura, da demissão de professores e da implementação de atividades online que deixam os câmpus vazios sobretudo nas noites de sexta-feira.

Desde o início do ano protestos semelhantes têm ocorrido em várias unidades da instituição. Desta vez, a mobilização será na Uniban da Rua Maria Cândida, na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo.

A Anhanguera Educacional, cujas ações são negociadas em bolsa, é o maior grupo privado de ensino superior da América Latina. A companhia fechou 2011 com valor de mercado de R$ 2,93 bilhões. No ano passado, comprou a Uniban, na maior aquisição da história do setor no País. Ultrapassou a marca de 400 mil alunos e consolidou a posição de liderança com 73 câmpus e 500 polos de educação a distância espalhados pelo Brasil.

O modelo pedagógico do grupo se baseia na utilização do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) como ferramenta de apoio a todos os seus cursos. No site, os alunos têm acesso a videoaulas, apostilas e exercícios e devem discutir os assuntos em fóruns e chats. A prática está de acordo com portaria do Ministério da Educação (MEC) que deixa as instituições de ensino oferecerem até 20% da carga horária das graduações em módulos semipresenciais. As avaliações têm de ser presenciais.

Demissões em massa. Mas os estudantes da Anhanguera reclamam da qualidade das atividades, de problemas para acessar o material e da falta de acompanhamento de professores e tutores. Os sindicatos de docentes, por sua vez, falam em demissões em massa, corte de custos e subversão das orientações do MEC.

O aluno do 3.º ano de Educação Física Gunther Hager, de 37 anos, diz que o seu link da AVA só foi habilitado há 15 dias. Segundo ele, a própria coordenação do curso avisou à turma que não se preocupasse com o tempo perdido. “Falaram que era só fazer um trabalhinho depois. Você acha que eu vou me matar para assistir a 30 horas de aula para depois fazer um trabalhinho?”

Como as atividades são online, os estudantes não se sentem obrigados a ir à faculdade às sextas-feiras. Os colegas de Hager até alugaram um campo de futebol para jogar bola no “horário livre”. Enquanto isso, o câmpus fica praticamente deserto.

O Estado esteve na unidade da Maria Cândida na semana passada e encontrou corredores vazios. Em algumas salas havia aula e, em outras, pequenos grupos de alunos se reuniam para discutir trabalhos. No câmpus são oferecidos 16 cursos de graduação.

O aluno do 2.º ano de Direito Wilson Santos, de 37, vai à Uniban assistir a palestras visando a somar horas de atividades complementares. A de sexta-feira foi sobre aposentadoria. “A galera que não está nem aí gosta de não ter aula. Aposto que a esta hora não tem ninguém estudando.”

Calouro de Fisioterapia, Paulo Rogério, de 45, só tem duas aulas às quintas e sextas-feiras. Ainda não conseguiu acessar o AVA, embora afirme estar em dia com a instituição. “Estou pagando para ter 20% a menos de aulas.”

Segundo o presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo, Celso Napolitano, cerca de 1,5 mil docentes, a maioria mestres e doutores, foram demitidos da Anhanguera nos últimos meses.

Os professores são a matéria-prima que dão qualidade ao ensino superior“, reclama.

– Argentina convida a Petrobrás para investir. Vale a pena?

Depois da expropriação promovida pela presidente Cristina Kirchner, retirando a petrolífera YPF das mãos de seus donos (os espanhóis da Repsol), muitas empresas estão com medo de investir por lá.

Agora, o Ministro da Economia local pediu um favor ao Brasil: que a Petrobrás dobre os investimentos por lá!

É claro que não farão isso (expropriar) com a petrolífera brasileira. Mas qualquer grande empresa ficaria com o pé atrás. Afinal, o golpe foi digno das ações demagógicas de Chávez, Castro ou Moralles.

– Geração Y e a Realidade Profissional

Muito se tem falado sobre os profissionais mais jovens, conectados e familiarizados às novas tecnologias. Mas qual é a verdadeira realidade profissional deles hoje?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Primeiro-Plano/noticia/2012/04/eles-cairam-na-real.html

Eles caíram na real

Acostumados a mimos e salários atraentes, os jovens ajustaram suas expectativas diante da crise financeira global

LUCIANA VICÁRIA (TEXTO), MARCO VERGOTTI, RODRIGO FORTES, GERSON MORA E ALEXANDRE LUCAS (GRÁFICO)

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  A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho. “Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC). Não mais. Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa iné-dita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise. O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar me-nos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.

PWC e Organização Internacional do trabalho)As marcas de uma geração antenada (Foto: Fontes: PWC e Organização Internacional do trabalho)

– As Empresas mais Éticas do Mundo estão em…

A ONG Transparência Internacional manda avisar: em pesquisa que envolveu 28 nações sobre HONESTIDADE EMPRESARIAL, medalhas de Ouro, Prata e Bronze para: Holanda, Suíça e Bélgica. Lá, as empresas se preocupam acima da média em serem éticas e honestas.

O Brasil? Ficou no meio da tabela: posição número 14, e o péssimo exemplo para ser evitado ficou com a Rússia (última posição).