– Foxconn e as reclamações dos Funcionários Brasileiros

A Foxconn, empresa responsável pela montagem de equipamentos Apple como iPad e iPhone, além de outros tantos produtos de alta tecnologia, sempre foi criticada por desrespeitos aos seus funcionários mundo afora.

Em fevereiro, o bilionário Terry Gou, o dono da Foxconn, em um programa de TV, ironizou o Brasil, dizendo que:

“(…) o Brasil apenas me oferece o mercado local (…) [Os brasileiros] não trabalham tanto, pois estão num paraíso. Veja matéria em http://is.gd/4njG20

Em janeiro, a empresa já houvera noticiado outra infeliz declaração, comparando seus 1 milhão de funcionários ao redor do planeta como “animais a gerenciar”:

A Foxconn tem uma força de trabalho de mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. Seres humanos também são animais, e gerenciar 1 milhão de animais me dá dores de cabeça (publicado em: http://is.gd/ooWtmF).

Não bastasse isso, no ano passado a Época Negócios trouxe uma matéria intitulada “Fábrica de Suicidas”, onde se relata os maus tratos e o suicídio de 11 funcionários na unidade de Shenzen por pressão/assédio moral (extraído de: http://is.gd/GRSvbL)

Agora, a unidade brasileira de Jundiaí parece que sentiu o “estilo Foxconn” de tratar seus empregados.

Extraído do Jornal de Jundiaí, Ed 21/07/2012, pg 8, por Luana Dias

DIFICULDADES

Funcionários da Foxconn criticam condições de trabalho

Pedras, cabelos e até larvas. É tudo isso que funcionários da Foxconn, empresa que fabrica produtos eletrônicos e de informática, dizem já ter encontrado no meio da comida servida no refeitório da empresa. “A situação é ruim. Servem muita coisa estragada. Além disso, há dias em que falta comida para todos”, comenta uma funcionária da empresa, que prefere não se identificar.

Outra queixa dos funcionários é o fato de eles não poderem ir ao banheiro durante o horário de trabalho. “Quem entra às 2h40, por exemplo, pode ir ao banheiro apenas às 5 horas. Eles liberam para que a pessoa vá ao banheiro por dez minutos. No meio desse período, não deixam ninguém sair da linha de produção, pois não há outras pessoas para fazerem a substituição.” A esteira na qual os produtos ficam também é motivo de reclamação. “Elas são muito baixas, muita gente ficou com problemas nas costas, bursite e tendinite por causa disso”, diz outro funcionário. Além disso, o assédio moral seria recorrente, segundo os relatos dos trabalhadores. “Tratam a gente no grito. É muita humilhação. Mas, infelizmente, nos submetemos a isso porque precisamos trabalhar. Temos família para sustentar”, diz outra funcionária. Com relação a benefícios, os empregados dizem que a participação nos lucros, cuja primeira parcela foi paga ontem, é ´baixa´.

“E ainda, se a gente falta ao trabalho, mesmo que o atestado seja apresentado, eles descontam o valor da participação nos lucros”. De acordo com o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos Evandro Oliveira Santos, o sindicato atua em permanente negociação com a empresa para que as condições de trabalho dos funcionários sejam melhoradas. “A refeição passa por um processo de melhoria, está em fase de evolução. Estamos cientes das reclamações. Funcionários, inclusive, trouxeram um exemplar de uma larva encontrada na comida para vermos.” Segundo ele, organização de cargos e salários, problemas relacionados às instalações da fábrica estão sempre em pauta. Além disso, um calendário de compensação e melhorias no horário e na jornada estão sendo negociados.

Segundo Evandro, hoje as quatro unidades da Foxconn em Jundiaí têm 6 mil funcionários (são dois endereços com duas fábricas em cada um). Só na nova planta, que fabrica produtos para a Apple, como iPhones e iPads, são 2.700 trabalhadores. A produção de tablets da Apple teria começado em maio, com a produção voltada para o mercado externo. A empresa foi procurada pelo Jornal de Jundiaí

Regional, mas não respondeu à solicitação encaminhada à assessoria de imprensa até o fechamento da edição.

– O Império Polishop: 1 Bilhão de Produtos Não-Convencionais

O Empreendedor João Appolinário, dono da Rede Polishop, mostra como se tornar um bilionário com inovação, produtos inusitados e a dica promocional: persistência e convencimento na propaganda!

Extraído de IG empresas (clique aqui para a citação)

APPOLINÁRIO, DA POLISHOP, FATURA 1 BILHÃO COM PRODUTOS NÃO CONVENCIONAIS

Empresário se desfez de concessionária do pai para vender o “7 Day Diet”, em 1999. Agora, vai abrir megalojas, quatro vezes maiores que as atuais

Por Cláudia Facchini

João Appolinário, que fundou a Polishop há onze anos, diz que, se precisar comprar uma simples mesa para sua cozinha, terá de ir a uma loja da Casas Bahia, e que as pessoas às vezes lhe perguntam se possui todos os produtos que vende. “Seria impossível ter tudo em minha casa”, afirma.

O empresário faz sucesso com um conceito que foge do tradicional. Appolinário não revela quanto fatura, mas estima-se que o seu grupo já venda mais de R$ 1 bilhão, número não confirmado por ele.

Na Polishop, o consumidor encontra aquele tipo de produto que nunca soube que precisava – embora tenha vivido sem ele até hoje em muitos casos. E não são artigos vistos facilmente em qualquer lugar, como na Casas Bahia.

A Polishop não vende uma escada, mas uma escada dobrável, que pode ser configurada de 14 diferentes formas e que cabe no armário da lavanderia. Ela não vende uma poltrona, mas uma poltrona que faz massagem e pode custar R$ 6 mil.

“Os produtos precisam ser inovadores”, afirma Appolinário, que já chegou até mesmo à Argentina, onde a Polishop vende pela internet e pela TV. O grupo também exporta produtos para 40 países.

Mas nem todas as inovações dão certo, admite Appolinário. O empresário conta que possui em casa uma máquina de fazer pizza, mas que esse produto não está à venda na Polishop. “Achei que seria um grande sucesso. Eu mesmo adoro. Mas acabei desistindo de vender”. Ele não sabe bem por que a máquina não agradou, mas supõe que as mulheres não queiram correr o risco de ter de fazer pizza em casa e perder a esperada oportunidade que de ir ao restaurante.

Megalojas experimentais

A Polishop possui, além de seu site, 140 lojas em shopping centers, vende pela TV e por catálogo. Até o fim do ano, a rede chegará a 150 filiais e, se inventarem algum novo canal de venda, a Polishop estará lá. “Ser multicanal está no DNA da empresa”, diz Appolinário, que, começou, em 1999, aos 36 anos de idade, vendendo pela TV. A primeira loja física da Polishop foi aberta em 2003.

Na verdade, o empresário colocou o seu primeiro pé no varejo ao vender pela TV e por catálogo o “7 Day Diet” (dieta de sete dias), divulgada na época pelo piloto Emerson Fittipaldi.

O pai de Appolinário foi dono de uma concessionária Ford em São Caetano do Sul, onde Samuel Klein também fundou a Casas Bahia. Em 1998, após voltar da Flórida, nos Estados Unidos, e assumir a concessionária, Appolinário decidiu vender a empresa e partir para novos negócios, numa época em que o comércio eletrônico dava seus primeiros passos e a internet começava a revolucionar os hábitos de consumo no mundo.

Agora, a nova investida de Appolinário são megalojas experimentais, de aproximadamente 1 mil metros quadrados de área de vendas. Nessas lojas, os clientes poderão ver os produtos em funcionamento e manuseá-los, como uma máquina de lavar ou uma chapinha para cabelo, por exemplo. “Ali, não terá um aviso de que é proibido tocar nos produtos. Pelo contrário, vamos dizer: sente-se, experimente, mexa”, diz Appolinário, que irá abrir a primeira unidade nesse conceito no começo de 2012. O objetivo é chegar a 10 unidades nos próximos meses.

Atualmente, as lojas da rede possuem uma área bem menor, entre 200 e 250 metros quadrados. Se somadas todas as filiais, a Polishop possui hoje cerca de 25 mil metros quadrados de área de vendas. Para 2012, a previsão é agregar outros 12 mil ou 15 mil metros quadrados. “Deste total, 6 mil já estão contratados”, diz Appolinário.

Campeã de vendas

Para algumas marcas, como o “juicer”, processador de alimentos da Philips Walita, a Polishop já se transformou em um dos maiores revendedores.

Um dos seus produtos mais emblemáticos é o grill elétrico George Foreman, que foi lançado pela rede em 2005 e que, na época, foi visto com ceticismo pelos concorrentes. “Hoje, o grill é uma categoria importante, mas, antes, as pessoas acreditavam que, no Brasil, ninguém iria se interessar por um grill elétrico”, afirma Appolinário.

Entre os carros-chefes da Polishop também estão os aparelhos de ginástica, categoria em que a varejistas já se transformou em dos maiores revendedores do País. São aparelhos que prometem resultados incríveis, como o Energy Turbo Charger , que estimula “todos os músculos do seu corpo sem sair do lugar”.

As propagandas persuasivas são a alma do negócio da Polishop. Appolinário, enquanto fala ao iG,  caminha pelos estúdios onde os comerciais são gravados na nova sede da empresa, na zona Sul cidade de São Paulo. Tudo é produzido em casa, do cenário e roteiro à gravação.

– O “Caladão Telefônico” Brasileiro

E a Anatel proibiu Claro, TIM e OI de comercializar novas linhas de celular no Brasil (em diversos estados) a partir de 2ª feira. O problema assinalado é que elas não prestam um bom serviço. A Vivo escapou (sabe-lá-porquê).

Sou cliente das 4 operadoras (justamente porque preciso ser achado via fone e do trecho de 2,5 km da minha casa ao trabalho, as 4 se revezam em não ter sinal!). TODAS SÃO RUINS E DESRESPEITAM SEUS CLIENTES.

Tive experiência negativa com todas elas. E, sinceramente, se existisse uma 5ª grande operadora nacional, acho que o problema não mudaria…

– Custo Brasil e Indicadores Sociais Deprimentes

Medir a competitividade e discutir alguns índices sociais pode nos entristecer. A Revista Veja dessa semana trouxe a matéria “a Mão forte do Estado e o que ela deveria fazer”, citando questões estratégicas. Para isso, trouxe a baila alguns números:

Pessoas com/no ensino universitário

Coréia do Sul: 60%

Chile: 30%

México: 20%

Brasil: 10%

Desempenho de estudantes com 15 anos (entre 65 países)

China: 1º lugar

Coréia do Sul: 2º

Chile: 44º

Brasil: 53º

Custo em Dólares por Contêiner para exportação

Malásia: 450

China: 500

México: 1450

Brasil: 2215

Custo da Eletricidade em Euros por kWh

Argentina 0,04

México 0,05

Europa 0,06

Brasil 0,10

Investimentos em Pesquisa em relação ao PIB (%)

Israel 4,9

Japão 3,5

Coréia do Sul 3,2

China 1,5

Brasil 1

Hora Trabalhada com Impostos/Encargos Sociais (em Euros)

Índia 1,2

China 1,3

México 2,6

Brasil 5,3

Número de Dias para Abrir uma Empresa

Nova Zelândia 1

México 9

China 38

Brasil 119

Como deve ser diferente viver em países que não sejam burocráticos, que investem em Pesquisa e na Educação, com carga menor de impostos, não?

– O Herdeiro da Tetra Pak e a Morte Misteriosa

Hans Kristian Rausing, herdeiro da Tetra Pak (maior embaladora de laticínios do mundo e de demais produtos), é acusado de matar a esposa, Eva Rausing.

Até aí, é manchete para páginas policiais. É claro que mancha a imagem da empresa e as ações caíram. Mas algo interessante: você conhece a história empreendedora e de inovação da Tetra Pak

FORTUNA SURGIU DE UMA SIMPLES IDEIA

A fonte da enorme riqueza que está causando o fascínio com a morte da filantropa de origem americana Eva Rausing dificilmente poderia ser mais banal: embalagens cartonadas para líquidos. Apesar de o pai de Rausing, um executivo da Pepsi, ser rico, a fortuna de seu marido é muito maior. Ele é neto do fundador da Tetra Pak, criadora das embalagens cartonadas para líquidos que é hoje uma das maiores empresas de embalagem do mundo, com vendas de US$ 12,5 bilhões no ano passado.

A companhia começou em meados do século 20 com a criação de uma caixa geométrica para leite, precursora da onipresente caixa de papelão impermeável para bebidas. O inventor sueco Ruben Rausing estudou na Universidade de Colúmbia e ficou fascinado pelo que os engenheiros americanos faziam com embalagens de alimentos.

Diz a lenda da companhia que, nos anos 40, ele estava observando sua mulher, Elizabeth, fazer linguiça amarrando as pontas, e ficou imaginando se um sistema similar poderia se aplicar ao leite, segundo uma série de artigos de 2000 no New York Times. Ele criou então uma caixa inovadora com quatro faces triangulares, um tetraedro, e chamou sua companhia de Tetra Pak.

Ele próprio desenvolveu a ideia até introduzir, nos anos 50, uma embalagem barata à base de papelão que podia armazenar líquidos sem refrigeração. Mudar para um formato de caixa permitiu que o produto fosse facilmente empilhado e transportado. A combinação transformou o setor de laticínios da Europa. A Tetra Pak se transformou num conglomerado que vendeu outros tipos de recipientes, além de purificadores de água, caixas automáticos e outros produtos.

Em 1965, porém, a família Rausing vendeu todos seus bens, conservando apenas a Tetra Pak. Para escapar dos altos impostos da Suécia, a companhia deslocou sua sede principal para a Suíça em 1981.

Quando se aposentou, Ruben Rausing entregou o controle dos negócios a seus dois filhos, Gad e Hans, o pai do marido de Eva Rausing, Hans Kristian. Em 1995, o Hans mais velho vendeu sua metade da empresa a Gad por reportados US$ 7 bilhões. Gad morreu cinco anos depois, e seus filhos são os únicos donos da Tetra Pak.

A revista Forbes estima a fortuna de Hans Rausing em US$ 10 bilhões. Ele e seus três filhos, incluindo Hans Kristian, não têm se envolvido com a Tetra Pak desde a venda em 1995. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

– Ganso, Lucas e Thiago Silva

Cada vez mais os contratos no futebol deixam os jogadores desprovidos de espírito coletivo e de lealdade aos seus formadores. Paixão clubística inexiste no mundo profissional.

Vejam Ganso: a cada jogo decisivo que participou pelo Santos, sempre teve problema contratual e queixas às vésperas das partidas. O problema é que ele tem contrato, e por mais que não queira jogar no Santos, tem que cumprir o que assinou. E o cumprimento do contrato se dá por duas formas:

1) Jogando;

2) Pagando a Multa Contratual.

Pagar a multa também é cumprir contrato. Ué? Está descontente? Que banque sua parte.

Caso Lucas: Wagner Ribeiro cansou de dizer que possuía uma proposta de 30 milhões de euro para Lulinha, então no Corinthians. A cada renovação contratual, sempre surgia a proposta. Agora, Wagner Ribeiro age identicamente com Lucas. Existe uma proposta de 30 milhões a ele também? Mostre-a ou admita um blefe. Ops: por esse valor, eu o vendia e embrulhava para presente.

Venda de Thiago Silva: reparo que os sites divulgam que dentro da concentração da Seleção Brasileira, representantes do Paris Saint German assinaram o contrato com o jogador. Como é “concentrada” a tal da concentração, não? Não poderia ser em outro lugar? Ou em outro momento?

– O País do Empreendedorismo continua o mesmo?

Há 5 anos, o Brasil perdia apenas para os EUA como nação empreendedora. Nova pesquisa, agora do Sebrae, mostra que as pessoas que montam seu próprio negócio são, em números percentuais por nação:

1- Tailândia: 47

2- China: 37

3- Argentina: 31

4- Chile: 30

5- Trinidad e Tobago: 29

8- Brasil: 27

16- EUA: 21

Apesar da queda percentual em relação a outros países, o número absoluto de brasileiros empreendedores aumentou para 27 milhões!

Curiosidade:

homens, pela ordem de negócios, montam:

1- mecânica e funilaria

2- minimercados

3- bares e lanchonetes

4- transportadoras

mulheres, pela ordem de negócios, montam:

1- salão de beleza

2- lojas de roupas

3- restaurantes e lanchonetes

4- comércio de cosméticos e perfumaria.

– O Aumento Virtual e Real da Petrobrás

Há certas coisas que nos fazem pensar que as autoridades políticas do país subestimam a inteligência do povo. Uma delas: o aumento do Diesel!

Nos últimos dias, a presidente Dilma Roussef autorizou o “tão necessário” aumento dos combustíveis; porém, para não refletir na inflação, reduziu alguns impostos para que o bolso do consumidor não sentisse o aumento.

Entretanto, o Óleo Diesel subiu R$ 0,02 / litro em média, por culpa dos aumentos dos componentes químicos que nele são necessários. Sobre isso, o Governo nada se manifestou.

Ontem, permitiu-se um novo aumento ao Diesel, que virá integralmente a partir da próxima segunda-feira, que deverá refletir entre R$ 0,08 a R$ 0,10 na bomba. E aumento puro, sem nenhuma contrapartida.

Sabe-se que, aumentando o preço do Diesel, aumenta-se todos os custos da cadeia logística, já que os caminhões movem o Brasil.

Em compensação, após o anúncio, as ações da Petrobrás se valorizaram quase 8% na Bovespa…

Extraído de Uol Economia (clique aqui para link)

PETROBRÁS SOBE O PREÇO DO DIESEL NAS REFINARIAS; ALTA SERÁ DE 4% PARA CONSUMIDOR

A Petrobras reajustará o preço do diesel em 6% nas refinarias a partir de 16 de julho, informou a companhia em comunicado nesta quinta-feira (12). O impacto ao consumidor final será de 4%, segundo a empresa.

O preço do diesel sobre o qual incide o reajuste anunciado não inclui os tributos federais Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e PIS/Cofins, nem o tributo estadual ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

“Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, informa a estatal em comunicado.

No dia 22 de junho, a empresa tinha anunciado um reajuste de 7,83% nos preços da gasolina e de 3,94% no do diesel. Em seguida, o governo zerou tributos sobre os combustíveis, para evitar que o aumento chegue às distribuidoras e aos consumidores. 

A Petrobras divulgou no mês passado um plano de negócios com investimentos de US$ 236,5 bilhões para o período 2012-2016, contando com reajuste nos preços dos combustíveis para torná-lo viável.

– Um Fenômeno Financeiro Chamado Restart

Não conheço uma música sequer; não os reconheceria se os encontrasse na rua; nem imaginava que possuíam programa de TV. Mas uma coisa tenho certeza: os adolescentes adoram a banda Restart!

E, após ler a história do grupo e seus investimentos e investidas, devo ser sincero: eles são sucesso absoluto, não sei no campo musical, mas no mundo financeiro!

Veja abaixo, extraído da Revista Isto É Dinheiro, Ed 11/07/2012, pg 48-52

A MÁQUINA DE FAZER DINHEIRO

Fenômeno dos negócios e do marketing, a banda paulistana Restart usa a força das redes sociais para fazer fortuna com shows, CDs, DVDs, licenciamento, comércio eletrônico, livros, publicidade e, em breve, cinema.

por Geovana Pagel e Clayton Melo

Mocinhas chorando, gritinhos histéricos, pulinhos e sorrisinhos. Todas as vezes em que eles entram no palco para apresentar um de seus shows é assim. Para ser mais exato, não apenas no palco, mas também no auditório da RedeTV!, emissora na qual comandam, desde o mês passado, um programa diário chamado Estação Teen. Embora bem jovens, todos na casa dos 20 anos, os quatro garotos da banda paulistana Restart já se acostumaram ao sucesso. Thomas, Pe Lu, Pe Lanza e Koba são convidados com frequência para entrevistas em atrações da tevê. Num giro dominical do controle remoto, é possível vê-los no programa do Faustão, da Rede Globo, no de Anna Hickmann, na Record, ou no de Eliana, no SBT. 

Houve até uma ocasião em que Silvio Santos colou na testa uma figurinha do grupo, que havia sido contratado para fazer propaganda da Tele Sena. “Olha o Restart aqui”, disse o “patrão” às colegas de trabalho, durante seu programa dominical, apontando para a figurinha. “Que Roberto Carlos nada”, afirmou Silvio. “Meu negócio é com esses daqui, ó.” A utilização da imagem do grupo – cujo público-alvo são adolescentes – numa campanha de títulos de capitalização gerou polêmica e foi retirada do ar pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). 

Independentemente do possível exagero, o episódio foi mais uma demonstração do poder midiático do Restart, um conjunto juvenil fundado em 2008 que é um fenômeno do mundo dos negócios. Com mais de 500 itens licenciados, entre camisetas, relógios, celular e até edredon, a marca Restart já movimentou R$ 200 milhões no varejo nos últimos dois anos, segundo a empresa Angelotti Licensing & Entertainment Business. O grupo também reforça a conta bancária com campanhas publicitárias, patrocínios, loja virtual própria, shows, CDs e DVDs, entre outras fontes. 

A capacidade de gerar receita é tamanha que a banda lançou, em 2010, o livro Restart – coração na mão, a história completa da banda (Editora Benvirá, do grupo Saraiva), que vendeu 50 mil exemplares, algo extraordinário para os padrões do mercado editorial brasileiro. O segundo título, De carona com o Restart, já está a caminho. Fotográfica, a obra é editada pela Planeta e será lançada na Bienal do Livro, em agosto, com tiragem de 50 mil cópias. As investidas de marketing terão mais um capítulo em breve. O Restart será protagonista de um longa-metragem dirigido por Heitor Dhalia, de O cheiro do ralo. Como o projeto está na fase de captação de patrocínios, ainda não há uma data de lançamento definida. 

GERAÇÃO DIGITAL Se hoje o grupo é um estouro midiático, há um aspecto que torna a sua história muito peculiar: trata-se de uma banda tipicamente da geração digital. O Restart alcançou o sucesso graças às redes sociais e hoje mescla em suas estratégias o uso das mídias digitais e ferramentas tradicionais do show business, como tevê, rádio e merchandising. A palavra “estratégia” não é usada por acaso. Embora tenha alcançado um relativo sucesso de público de modo independente, foi a partir do momento em que encontrou um cérebro empresarial que a banda explodiu. No caso, o cérebro atende pelo nome de Marcos Maynard, sócio da Maynard Enterprise, agência paulistana de gerenciamento de carreiras de artistas. 

Ex-presidente de grandes gravadoras como PolyGram, CBS e Sony, Maynard conheceu o Restart em 2010, quando recebeu um CD da banda das mãos de uma amiga. Curioso, foi assistir a um show dos meninos. E se surpreendeu com a reação da galera ao hit virtual Levo comigo. “Vi meninas enlouquecidas, chorando e cantando a música de caras que não tinham tocado em nenhuma rádio do planeta”, afirma Maynard. Dos artistas com quem trabalhou, ele diz ter visto um frenesi desse tipo só com o Paulo Ricardo, vocalista do RPM, e Xanddy, do Harmonia do Samba. “Isso sem falar em Menudos, Dominó e, claro, nos Beatles, o maior fenômeno de fãs de todos os tempos”, diz.

Depois de testemunhar o poder de atração do Restart, Maynard contratou a banda e a levou para um estúdio. “Pensei na época: se com uma música mal gravada eles já tinham quase um milhão de acessos no MySpace, imagine quando isso for feito com um tratamento profissional?”, diz Maynard. Hoje o grupo registra mais de 70 milhões de acessos no YouTube. A força do Restart na rede é parte fundamental no plano traçado por Maynard, que cuida de todo o processo de negócios, passando pela divulgação, agenda de shows e negociações publicitárias. Os resultados não demoraram a aparecer. Lançado em 2009, o álbum de estreia do grupo, que leva o nome da banda, recebeu discos de ouro e de platina pelas vendas de 150 mil cópias. 

Os shows começaram a pipocar pelo Brasil inteiro. A gravação de nove músicas em espanhol garantiu novos fãs, aparições na tevê e shows no México, na Argentina e no Uruguai. Além disso, a banda foi a grande vencedora do Video Music Brasil (VMB) no mesmo ano, promovido pela MTV. Em Recomeçar, eles cantam: “E hoje sei, sei sei/ não importa mais/porque não vai, vai, vai/voltar atrás/o que restou em mim.” “Muitos dizem que o Restart faz letras medíocres e que não sabe tocar, mas não é bem assim”, diz Maynard. Na avaliação do empresário, eles escrevem sobre a realidade dos fãs. “Nos anos 1960, os Beatles escreviam letras simples sobre o amor”, afirma. A ideia de fazer um longa-metragem com o Restart foi inspirada nos quatro garotos de Liverpool. 

NASCE UMA MARCA Com o aumento da visibilidade, iniciar a venda de produtos licenciados foi um passo. A empresa contratada para essa empreitada foi a Angelotti. “Quando iniciamos o projeto, em 2010, eles já faziam um sucesso impressionante na internet”, afirma Luiz Angelotti, sócio da licenciadora. Mesmo assim, foi difícil convencer as redes varejistas e as empresas de que valia a pena investir na marca Restart. Motivo? O grupo nunca havia aparecido na televisão. “Na época, as redes sociais não estavam no radar dos presidentes de empresas, como acontece hoje”, afirma Angelotti. 

Com o sucesso, foi criada uma loja virtual, a Restart Shop, para comercializar os produtos, algo incomum no universo musical. O quarteto também engorda a conta bancária participando de campanhas publicitárias. Em 2011, participou de uma ação de marketing da linha de sucos Skinka, do grupo Schincariol. As redes sociais foram fundamentais na campanha. Se é verdade que o Restart tem em Maynard o seu Brian Epstein, o empresário que impulsionou os Beatles, também é preciso lembrar que os garotos não estão alheios à própria carreira. Antenados, opinam sobre o que vão vender. “Temos controle de tudo”, diz Pe Lu. “Assim como a música, os produtos também precisam ter a nossa cara.” 

– Ingressos Esgotados em Manchester para uma Temporada Inteira

Em 1 hora e 30 minutos, TODOS os ingressos do Manchester City foram vendidos para o Campeonato Inglês. São 36.000 lugares para os 19 jogos em casa da temporada 2012/2013. Os preços foram majorados em 10%, mas mesmo assim as vendas foram um sucesso.

Motivados pelo título da Premier League, o clube inglês pode se gabar de ter comercializado 100% de ocupação para um campeonato inteiro.

Para mim, isso é algo utópico aqui no Brasil. E para você? Deixe seu comentário:

– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Governo quer aumentar o Percentual de Álcool na Gasolina

Hoje, a gasolina que é vendida nos postos possui na sua fórmula 20% de álcool. Mas como a produção não têm sido suficiente, o governo estuda dar incentivos fiscais para que se plante mais cana-de-açúcar. Dessa forma, aumentaria o percentual para 25%, reduziria a importação de Gasolina e ofertaria mais Etanol.

Dará certo?

Se não der, importaremos Gasolina e Álcool…

Não éramos autosuficientes, tempos atrás?

Extraído da Revista Eletrônica Posto Hoje, Ed 10/07/2012

COTA DE ÁLCOOL ANIDRO NA GASOLINA VOLTARÁ A 25%.

O governo avalia voltar a ampliar o percentual de álcool misturado à gasolina, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele, no entanto, explicou que esse possível aumento só será possível caso a produção brasileira de álcool cresça de forma mais significativa. Lobão esteve em Niterói, região metropolitana do Rio, onde participou da cerimônia de entrega do terceiro navio do Programa de Modernização da Frota (Promef) da Transpetro, subsidiária da Petrobras para as áreas de transporte e logística. Construída pelo estaleiro Mauá e batizada de “Sérgio Buarque de Holanda”, a embarcação será voltada para o transporte de combustíveis. Com 183 m de comprimento, tem capacidade para carregar até 56 milhões de l. O ministro evitou fazer qualquer estimativa a respeito de quando a produção poderia dar um salto, influindo, assim, no percentual do álcool adicionado à gasolina. Disse ainda que a 13ª rodada de licitação de blocos de petróleo continua sem data definida, à espera de uma decisão da presidente Dilma Rousseff. Lobão informou também que o governo enviou mensagem ao Senado pedindo a recondução de Magda Chambriard, atual diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O mandato dele vencerá em novembro.

PAÍS IMPORTARÁ ETANOL

A proposta da Petrobras, em análise pelo Ministério de Minas e Energia, de aumentar de 20% para 25% o teor de álcool anidro na gasolina esbarra na incapacidade do mercado produtor brasileiro de atender à expansão de imediato. No curto prazo, seria preciso importar etanol. Com mais etanol na mistura, a Petrobrás teria um alívio de caixa, pois reduziria a necessidade de importação de gasolina. Para o presidente executivo interino da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica), Antonio de Pádua Rodrigues (foto), “é muito difícil chegar aos 25% com produção nacional”. Um desafio para os produtores é que a safra atual de cana-de-açúcar já está com andamento de 25% a 30%. Ou seja, a indústria já planejou as produções em curso para a atual mistura de 20%. Uma decisão do governo sobre o tema s eria mais conveniente no início da safra, em abril, segundo Pádua Rodrigues. “É importante sair com a regra já definida no início da safra”, afirmou. A Unica deverá terminar até o fim do mês os estudos sobre a oferta nacional para avaliar a possibilidade de aumento da mistura. Os dados servirão como base para definir para quanto os 20% atuais poderiam ser elevados.

– O Marketing do Ataque Cardíaco: Funciona…

Cada vez mais as empresas procuram ser politicamente corretas. Buscam ser respeitadas pelo seu compromisso social ou valores incontestáveis.

Quem rema contra a maré, perde espaço. Ou não?

Na contramão, um restaurante no Texas faz tudo o que não deve: oferece cigarros, lanches gordurosos e tudo o que não deve.

Conclusão?

Muito lucro!

Abaixo extraído da Revista Superinteressante, Ed Novembro 2011, pg 32

A LANCHONETE DA MORTE

Três hambúrgueres, nada de alface e um óleo especial: eis a receita do restaurante mais gordo do mundo

Por Pieter Zalis

Exagerar no fast-food faz mal. Mas uma nova rede americana de lanchonetes defende: vale a pena morrer pela boca. Com uma loja em Dallas, no Texas, e outra em Chandler, no Arizona, a Heart Attack Grill tem uma proposta simples: servir as comidas mais gordurosas do mundo – e não se envergonhar dos riscos à saúde.

No menu, poucas opções e milhares de calorias. Os ByPass Burguer (“Hambúrgueres Ponte de Safena”) variam de acordo com o número de fatias de carne: simples, duplo, triplo e quádruplo. De acompanhamento, vêm as Flatliner Fries (“Batatas de matar”), fritas na banha de porco. A bebida da casa é o milk-shake de nata. Refrigerante, cerveja, balas e cigarros sem filtro completam as ofertas do cardápio.

O marketing do ataque cardíaco é levado a sério. É proibido medir as calorias dos sanduíches – “Seria como pensar em estatísticas de aids enquanto você faz sexo”, explica Jon Basso, o dono da marca. Quem encarar o sanduíche mais trash, o ByPass Burguer quádruplo (estimativa: cerca de 8 mil calorias), ganha de graça uma carona até o carro numa cadeira de rodas conduzida pelos garçons. E qualquer pessoa acima de 160 quilos come de graça – quando e quanto quiser.

As portas da lanchonete viraram ponto de peregrinação de defensores da alimentação saudável. Alguns vão lá distribuir panfletos. Outros, frutas. Até censura foi cogitada pelos críticos. Basso se defende: “Comer em excesso faz parte do mundo. A diferença é que  somos francos”.

– Fatores que Incentivam a Desonestidade e Atos de Influência da Honestidade

A Revista Época desta semana traz uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

– Os Brasileiros do Burger King: Bons Números

O Burger King cresce forte no Brasil. Mas os brasileiros do 3G (os proprietários da rede americana) conseguiram ótimos números mundo afora: o prejuízo de 2 anos atrás (primeiro trimestre) era de 6,8 milhões de dólares. Nesse ano, reverteu-se para US$ 25 milhões de lucro.

O valor de mercado é de 6 bilhões de dólares. São 12.512 restaurantes. Porém, além da boa gestão, medidas impopulares foram tomadas: por exemplo, demissões em toda rede.

– Parceiras Retomam o Negócio: a Associação Semp e Toshiba

A brasileira Semp (da família Hennel) historicamente esteve associada com a japonesa Toshiba. Cresceram no país juntas, e depois de um certo tempo romperam. Tanto Semp quanto Toshiba perderam espaço para LG, Samsung e outras.

Assim, ambas voltam ao mercado juntas, e agora para um novo mercado: notebooks!

Será que perderam muito tempo separadas ou ainda há tempo para voltar ao sucesso dos anos 90?

– Schincariol poderá Mudar a Matriz para o Nordeste?

Segundo a Revista Exame (Ed 1019), os japoneses da Kirin, controladores da Schincariol, estudam deixar Itu e mudar a matriz para o Nordeste. Os motivos seriam vários:

– O Crescimento da Itaipava em praças como Bahia e Pernambuco, locais onde a Schin lidera.

Incentivos fiscais, já que o estado de São Paulo não beneficia com isenções /reduções de impostos.

Uma grande perda de prestígio ao Governo Paulista, sem dúvida, caso ocorra tal mudança.

– Como Evitar o Abastecimento de Combustível Adulterado?

Cada vez mais os consumidores sofrem com comerciantes mal intencionados que lesam inocentes clientes. Dessa forma, vale a pena conhecer bem o posto de combustível que você abastece: confiar no frentista, conversar com o gerente e sair satisfeito.

A Revista Isto É publicou na edição desta semana algumas dicas para evitar prejuízos com combustíveis adulterados. Vale a pena conhecê-las:

DICAS PARA SE PREVENIR CONTRA O COMBUSTÍVEL ADULTERADO

por Adriana Nicácio e Fabíola Perez

– China: a Maior Vendedora de Bíblia do Brasil

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40”, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

– Dafiti e Netshoes: qual o Segredo?

A revista Veja desta semana traz uma matéria interessante sobre os dois maiores vendedores de calçados do Brasil: Netshoes e Dafiti.

Ambos são destaques absolutos no comércio eletrônico. Agressivos na publicidade, com preços idênticos aos concorrentes das Lojas Físicas (já perceberam que tênis de corrida, por exemplo, têm os preços idênticos? Procure por Mizuno Creation, Asics Nimbus…).

As desvantagens deste negócio: não dá para prová-los, nem tateá-los…

As vantagens: comodidade (não precisa sair de casa, enfrentar fila, estacionamento) e fugir dos vendedores chatos!

Na última vez que eu fui a uma loja de calçados, um vendedor novo, sem experiência, grudou literalmente em mim. Por 3 vezes disse “só estou dando uma olhada”, pois ele insistia em me oferecer modelos. Na 4ª: “não vou comprar nada”. Na 5ª vez, fui embora.

Comprador ou vendedor chato?

– Seedorf no Botafogo. E aí?

Seedorf é boa gente, mantém fundações assistenciais mundo afora, jogou um bolão, se mantém bem fisicamente, é profissional, carismático, casado com brasileira, fala bem a língua portuguesa, mas…

Dizem que o esforço financeiro do Botafogo, clube que o contratou, é impressionante.

Será que vale a pena?

Pergunto: para ambos?

Será que Seedorf conseguirá mostrar futebol competitivo no Brasil, receberá em dia e se adaptará?

Será que o Botafogo terá retorno de marketing, financeiro e técnico-esportivo adequado?

Aguardemos!

– A Corona agora é da Brahma!

E a Ambev, hein? na verdade, Anheuser-Busch InBev.

Está realmente se firmando como a maior do mundo. Depois de Stella Artois, Beck’s, Budweiser, Bud Light, Quilmes, Leffe, Brahma, Skol, Antarctica e Bohemia (ufa), agora adquiriu a cerveja Corona.

Sabe por quanto?

Por 20 bilhões de dólares!

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201206290725_TRR_81357181

AB INBEV ASSUME A CERVEJARIA CORONA

O grupo belga-brasileiro Anheuser-Busch InBev, maior companhia cervejeira do mundo, confirmou, na madrugada desta sexta-feira, a compra da parte restante do Grupo Modelo, empresa mexicana que comercializa a Corona Extra, uma das bebidas mais populares do planeta, disponível em mais de 180 países e a cerveja importada mais vendida em 38 deles (incluindo os Estados Unidos). A InBev já possuía 50,4% do grupo mexicano e concluiu a expansão do negócio por USS$ 20,1 bilhões.

Segundo a própria Inbev, após a aquisição, o grupo passará a produzir um total de 400 milhões de hectolitros (equivalente a 100 litros) de volume de cerveja por ano e terá receitas estimadas em US$ 47 bilhões em 2012.

Além da Corona, a Anheuser-Busch InBev já possui licenças de outras marcas entre as mais vendidas mundialmente, como Stella Artois, Beck’s, Budweiser, Bud Light, Quilmes e Leffe; além de Brahma, Skol, Antarctica e Bohemia, fortes no mercado brasileiro.

Segundo a AB InBev, a aquisição vai gerar uma economia de custos de pelo menos US$ 600 milhões por ano.

A AB InBev informou ter buscado US$ 14 bilhões em novos empréstimos bancários para financiar a transação em dinheiro, acrescentando que reduzirá a relação dívida líquida sobre Ebitda (geração de caixa) para uma proporção de duas vezes durante 2014.

Alguns analistas acreditam que a AB InBev pode, então, buscar a SABMiller, número dois do mundo, como próximo alvo de aquisição. Outros dizem que as operações de bebidas da PepsiCo fazem mais sentido.

A nova AB InBev expandida deve produzir cerca de 400 milhões de hectolitros de cerveja por ano, com receitas estimadas em US$47 bilhões.

Em uma transação separada, mas relacionada, a Modelo venderá sua fatia de 50% na joint-venture Crown Imports para a parceira Constellation Brands por US$ 1,85 bilhão. A Crown Imports distribui as cervejas da Modelo nos EUA.

– Profissionais ao Extremo: o Osmólogo

Leio na Galileu de Julho/2012, pg 31, uma interessante matéria de Thaís Sant’Ana: os osmólogos na indústria.

Osmólogo é o profissional contratado para cheirar o odor de veículos. A Volkswagen do Brasil, por exemplo, possui 11 osmólogos, que cuidam dos estofados, porta-mala, peças internas, entre outras partes.

Os profissionais precisam ser formados em química, cuidar bem do olfato e do nariz.

Você conhece alguma criança que sonha em ser osmólogo quando crescer? Claro que não. Que tal investir nesse nicho de trabalho?

– Os Novos Parceiros dos Universitários: Igrejas e ONGs

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

– Como Lidar com Gente Difícil no Dia-a-Dia

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

– Eike Batista: o Homem dos Bons Negócios

Quer ver um bom negócio?

Eike Batista vendeu a um grupo estrangeiro cerca de 49% da AUX, sua mineradora de ouro, por 2 bilhões de dólares.

Resumo: continua dono das minas de ouro, da empresa, e está 2 bi mais rico ainda!

Esperto ou não?

– Semana com Apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, teriam mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do “Ócio Criativo” (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic…

– A Dor de Abílio Diniz

Chegou a hora: Abílio Diniz deverá passar o bastão aos franceses do Casino hoje. O grupo Pão-de-Açúcar foi vendido há 7 anos, e por várias vezes Abílio tentou renegociar o contrato. Claramente bateu o arrependimento, afinal, já que o Casino aceitou a proposta de permanência dele na presidência por tanto tempo, tinha esperanças em continuar.

Lembram-se que há meses o Pão-de-Açúcar tentou a fusão com o Carrefour Brasil? Se consumada, Abílio teria maior número de ações na empresa e continuaria no comando. Não deu certo…

Imaginem a dor em ter que entregar a sua empresa, e em especial, algo que gosta de fazer (embora, sejamos justos, com bilhões a mais no bolso…).

– Bolsos: Cuidado com o Aumento do Combustível!

Nos próximos dias, um aumento assustador ocorrerá nos preços dos combustíveis. A presidente da Petrobrás, Graça Foster, conseguiu o aceite para que a Gasolina e o Diesel sejam equiparados aos valores do mercado internacional. Assim, por volta de 10% de aumento deverá ser percebido na virada do mês.

Preparemo-nos: a perspectiva é de que a Gasolina dispare entre R$ 2,75 e R$ 2,90, e o Diesel entre R$ 2,15 e R$ 2,25 (SP).

Com isso, abastecer com álcool (etanol) será bem mais vantajoso. Porém, aí cairemos naquele círculo econômico vicioso: aumenta o consumo, diminui a oferta, sobem os preços…

Vale a pena manter os tanques cheios.

– E se o seu Jornal cobrasse pela Leitura de suas matérias na Internet?

Há muito tempo, nos EUA, os jornais não permitem que buscadores como Google e Yahoo publiquem suas matérias na íntegra.

Agora, a Folha de São Paulo resolveu cobrar pelo acesso de suas matérias impressas e publicada sna Internet.

É justo. Conheço muitos amigos que deixam de comprar periódicos nas bancas e acessam via tablet. Claro, dificilmente a Internet matará os jornais impressos. Mas que pode fazer um estrago, ah pode!

– E o Petróleo Amazônico?

Em época de Rio+20, uma dúvida: a Petrobrás e o Governo estão discutindo a exploração de óleo e gás na Amazônia. Alguém debateu sobre isso no encontro internacional?

Digo isso pois vejo um documentário sobre Urucu, região localizada no coração da Amazônia, sem ninguém por perto, de percursos proibitivos e exaustivos. Lá, uma unidade de pesquisa foi montada para estudar a exploração de uma reserva absurdamente gigantesca de petróleo.

Como explorar sem desmatar?

Utopia se pensarmos que isso é simples.

– Classe D se torna o Novo Alvo das Empresas

Até dias atrás, falávamos sobre a ascensão da Classe C. Agora, as empresas focam a classe D.

Quer exemplos?

A PepsiCo: Possui salgadinhos como Elma Chips, Fofura e Lucky, mas tem atenção especial ao Lucky, pelas embalagens mais cheias e com produto que dão maior sensação de saciedade (pesquisas mostram que a Classe D compartilha mais e gosta de se sentir “cheio”).

A Positivo: produziu para a Classe D um notebook de R$ 700,00. Resultado: encalhou, pois pesquisas mostram que “marcas de pobre são identificadas e descartadas do processo de mobilidade social”.

A Danone: redimensionou seus tamanhos/ embalagens também para a classe D. Outras pesquisas mostraram que esse consumidor quer embalagens grandes (para ganhar na relação preço/quantidade) ou pequenas (para gastar “somente o que pode”). As convencionais tiveram que ser repensadas.

O Banco Gerador: realiza empréstimos mediante a análise de contas de água e luz, além de evolução nos gastos e pontualidade no pagamento. É pobre, mas não dá calote? Perfil desejado encontrado nas pesquisas!

(extraído de Épocas Negócios, Ed Junho/2012, pg 28-35, com adaptações).

– O que Fazemos para nos Aprimorarmos Profissionalmente?

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

– A Preocupação dos Novos Donos da Yoki

Fico pensando nos compradores da Yoki, a americana General Mills, em relação ao crime do Matsunaga (o “Caso Elisa”).

Quer maior propaganda negativa à empresa Yoki do que esta? Nada que a empresa tenha feito errado, mas a associação do nome já é algo ruim. É uma questão de publicidade indesejada.

E dizer que a empresa custou quase 1 bilhão de reais… o herdeiro assassinado não pode gozar de nada disso.

Aliás, a história das amantes do japonês, independente do acontecido, é tão repugnante quanto o crime, não? Bancar uma prostitua por R$ 27 mil mensais é algo indesejável…

– Ascensão da Classe C pode ser ruim para o Cinema?

Detesto filmes de aventura dublados. Talvez por ser “meio surdo”, prefiro filmes com legenda. Sempre tive dificuldade em entender o som dublado nos cinemas. Dublagem, só de filmes infantis.

Porém, leio que os “Vingadores”, sucesso mundial, tem maior número de cópias dubladas do que legendadas. E o motivo seria o crescente “Público Classe C”, que, teoricamente, não gosta de ler.

Será verdade?

Ah, detesto também filme 3D. Não é que sou chato, mas quem sofre de labirintite sabe o que digo…