– Facedeals: Ofertas de Produtos via reconhecimento facial?

Você já deve ter percebido que os produtos oferecidos nas propagandas de muitos sites costumam ser próximos dos que você visitou em alguns sites de compra. Funciona assim: se você visitou uma loja de tênis e observou virtualmente um determinado modelo, sites como Netshoes, por exemplo, em parceira com o Facebook, identificam suas preferências e enviam a você uma oferta na sua página na rede social.

Pois bem: agora, câmeras de reconhecimento facial estão sendo testadas em lojas, chamadas de Facedeals, que buscam seu rosto e sua identificação no Facebook, pesquisam seu perfil e seu comportamento e imediatamente enviam ao seu celular uma oferta de algum produto possivelmente desejado por você daquela loja.

Fantástico, não? Onde chegaremos…

– O Fim da Emblemática EMI

E a Sony comprou a EMI. O poderosíssimo selo musical, que marcou a indústria no auge dos LPs e depois dos CDs, não resistiu às mídias digitais e foi comprada pela Sony Music.

Olha esse gráfico da história da empresa, publicado na Época Negócios de agosto/2012, pg 25 (Clique na imagem para ampliá-la). Esclarecedor e muito bom:

– Alternativa aos Motoristas: Carros Movidos a Óleo de Cozinha!

Nos EUA e na Europa em geral, há muitos carros de passeio que rodam com motor a Diesel. E lá, como alternativa, cada vez mais os motoristas têm guardado o resto de óleo de frituras e abastecido seus veículos com esse biodiesel! Veja: (http://is.gd/83w0Sy)

MOVIDO A ÓLEO DE COZINHA

Motoristas do Primeiro Mundo declaram independência da indústria do petróleo ao abastecerem seus carros com gordura reciclada, mas o aumento da demanda já faz com que donos de restaurante queiram cobrar pelo produto, distribuído gratuitamente até agora

Por André Julião

Ao ver que o nível do tanque do carro está baixo, o motorista para numa lanchonete e pega o combustível que vai permitir que o veículo ande por quilômetros a fio sem reabastecer. Ele não paga nada por isso – o dono do estabelecimento fica feliz em se livrar de todo aquele óleo usado para fritar batatas e bolinhos. A cena acima já se tornou realidade em alguns países europeus e da América do Norte. Difícil imaginar um jeito mais sustentável de dirigir do que reutilizando um produto que muitas vezes vai parar nos esgotos, entope encanamentos e causa transtornos à população.

Não basta, porém, tirar o óleo da panela e pôr no tanque. Para se tornar biocombustível, a gordura precisa passar por um processo químico. Embora possa ser feito em casa, exige cuidado no manuseio dos ingredientes e tempo do motorista (leia uma das receitas no quadro). O canadense Peter Ferlow, por exemplo, roda até 1.200 quilômetros com sua picape, gastando cerca de R$ 80 e duas horas de trabalho na reciclagem do óleo. O ingrediente vem de um pub da cidade onde mora, Vancouver, no Canadá. Como naquele país é preciso pagar para descartar corretamente esse tipo de resíduo, os donos de estabelecimentos ficam felizes em doá-los aos fabricantes caseiros.

O negócio é tão vantajoso para os motoristas que a demanda por óleo de cozinha usado já está superando a oferta no Canadá. Especialistas preveem que, em pouco tempo, os donos de restaurante vão começar a vender o precioso ingrediente. Quem continua lucrando independentemente disso são os empresários como o britânico Adrian Henson. Pelo equivalente a R$ 1.100, ele vende um kit que produz lotes de 120 litros do combustível. Além de comercializar as máquinas dentro do Reino Unido, ele diz que seu maior mercado é a Grécia, seguida de Sérvia e Espanha, mas que exporta para toda a Europa.

“Nosso futuro são os mercados emergentes”, disse Henson à ISTOÉ. Ele diz que qualquer cliente brasileiro pode comprar seu equipamento, mas alerta que o custo do transporte é muito alto. Seu negócio ganhou um incentivo do governo do Reino Unido em 2007, quando as leis relacionadas ao combustível feito em casa foram alteradas. Os cidadãos britânicos podem produzir até 2.500 litros por ano, legalmente, sem pagar nenhuma taxa. “Isso permitiu um rápido crescimento desse mercado aqui”, diz o empresário. Ele ressalta, no entanto, que agora há menos óleo de cozinha usado sobrando e não há mais como o mercado interno crescer. Se a moda pegar no Brasil, logo haverá filas na barraca de pastel da feira. Não de gente interessada na fritura, mas no óleo.

– Itália Obriga Estatais a contratarem mais “Chefas”

A Itália aprovou uma lei polêmica: para incentivar a contratação da mão-de-obra feminina em diretorias executivas, resolveu determinar que até 2015 as estatais contratem 1/3 de mulheres em cargos de direção. Hoje, apenas 6% dos executivos são mulheres.

Aí fica a dúvida: a medida é inclusiva (procura reparar alguma forma de discriminação) ou privilegista (deixa pessoas mais competentes com menos oportunidades, por culpa do sexo)?

E você, o que acha de uma lei assim?

– Google + Samsung X Apple: Espionagem Industrial?

É claro que existe espionagem industrial em todos os setores. E um dos imbróglios mais relevantes têm sido o da Apple contra Samsung, acusada de cópia disfarçada do iPad.

Hoje, um novo elemento: a Apple apresenta emails que obteve de combinação entre Google e Samsung contra ela.

Mas isso seria ilegal?

Extraído de: http://is.gd/MiVrhJ

APPLE APRESENTA DOCUMENTOS COM ALERTAS DO GOOGLE PARA SAMSUNG

Em sua corrente disputa judicial de patentes com a Samsung, a Apple levou ao tribunal documentos que mostram que o Google pressionou a Samsung para mudar o design do tablet Galaxy Tab 10.1, para diferenciá-lo nitidamente do iPad e de outros produtos da concorrente norte-americana. De acordo com o AllThingsD, as evidências foram apresentadas na quarta-feira.

“O Google está exigindo desenho distinguível à vista do iPad para o P3 (como era chamado o Galaxy Tab de 10 polegadas)”, consta em um e-mail da Samsung, de fevereiro de 2010, que resumia uma reunião com o Google.

Em um outro e-mail, da mesma época, o designer sênior da Samsung Hyun Kim listava comentários de um colega que havia participado de reunião com Google. A empresa do Android sugeria mudanças que considerava necessárias nos produtos Galaxy Tab, tanto na versão de 10 polegadas quanto na de sete polegadas. “Uma vez que o produto é muito semelhante ao da Apple, há que torná-lo visivelmente diferente, começando pela face frontal”, escreveu Kim. “Por favor, pensem sobre isso”, acrescentou.

Os documentos apresentados pela Apple foram divulgados antes do iníncio do julgamento. A Samsung, que já havia chamado o designer Jin Soo Kim para testemunhar que os tablets da marca, incluindo o Galaxy Tab 10.1, vinham sendo planejados antes do lançamento do iPad, alega seus produtos não violam patentes da Apple (e que estas é que seriam inválidas) e que é a companhia norte-americana é que está infringindo a tecnologia da empresa sul-coreana.

JULGAMENTO APPLE X SAMSUNG
Um júri formado por 10 pessoas irá decidir se alguma das empresas quebrou alguma patente da concorrente no desenvolvimento de seus produtos. O julgamento do caso no tribunal de San José, na California, é o primeiro de uma série de processos que as empresas movem contra a outra em 10 países.

A Apple pede na Justiça uma reparação de mais de US$ 2,5 bilhões, alegando que a Samsung se tornou líder no mercado de smartphones copiando o design, as funcionalidades e a aparência geral dos seus produtos. A companhia americana tenta provar ao júri que a sul-coreana quebrou nove de suas patentes no desenvolvimento de mais de 20 produtos, entre eles o smartphone Galaxy S II e o tablet Galaxy Tab 10.1.

Já a Samsung diz que a Apple está tentando reprimir a competição com o bloqueio da venda de seus produtos, diminuindo a escolha dos consumidores para “manter seus lucros historicamente exorbitantes”. A sul-coreana alega que a Apple quebrou duas patentes essenciais para transmissão de dados 3G e outras três sobre funcionalidades dos aparelhos.

Reuters

(FOTO: Reuters)

– Mulheres Casadas tem Remuneração maior no Brasil, o Inverso que nos EUA

Lá nos Estados Unidos, mulheres solteiras ganham 34% a mais do que as casadas, enquanto que no Brasil, são as casadas que recebem 20% mais do que as solteiras.

Motivos:

No Brasil, o empregador vê a mulher casada como alguém mais responsável, e a valoriza por isto.

Nos EUA, o empregador entende que a mulher solteira está mais disponível para se dedicar à empresa, e paga a mais para ela pela dedicação maior.

Extraído de Folha de São Paulo, caderno Mercado, pg B6, 18/12/2011

CASADAS GANHAM 20% MAIS QUE SOLTEIRAS

Por Carolina Matos

Com uma filha ainda pequena, a técnica em enfermagem Juliana da Silva Pereira, 28, casada, mudou de emprego há quatro meses por um belo aumento de salário mensal: de R$ 1.300 para R$ 2.200.

Atuando no ramo para o qual se qualificou, a trabalhadora faz parte de uma estatística que a surpreendeu: no Brasil, as mulheres casadas ganham, em média, 19,8% mais que as solteiras, de acordo com um estudo do Insper.

“Sempre achei que as solteiras, por terem mais tempo livre, ganhassem mais”, diz a técnica em enfermagem.

É assim nos EUA, de acordo com Regina Madalozzo, pesquisadora que orientou a pesquisa sobre o Brasil feita pela economista Carolina Flores. No mercado americano, solteiras ganham, em média, 34% mais que as casadas.

“Nos EUA, a presença das mulheres em vagas que exigem maior qualificação, como em empresas, é mais expressiva que no Brasil. Nesse ambiente, ter mais tempo para o emprego e possibilidade de viajar, o que é mais fácil para as solteiras, são pontos valorizados”, diz Madalozzo.

A pesquisadora ressalta que, no Brasil, ainda há uma grande concentração de mulheres empregadas em atividades de baixa qualificação, como trabalho doméstico.

“E os patrões parecem encarar o fato de as funcionárias serem casadas como um indicativo de que são mais responsáveis”, acrescenta.

O estudo foi realizado com base nos dados do Censo 2000 do IBGE. Outra explicação possível para o resultado é que a mulher casada, pela segurança de uma renda familiar conjunta com o marido, possa investir mais tempo até encontrar empregos mais recompensadores.

“É possível que as solteiras se submetam com maior facilidade a salários mais baixos”, diz Madalozzo.

“Mas creio que, à medida que o mercado brasileiro se desenvolva e as mulheres assumam mais postos qualificados, a situação no país se aproxime da dos EUA.”

O estudo revelou que, entre as mulheres casadas, as negras, pardas e indígenas ganham menos que as brancas, enquanto as asiáticas ganham mais. “Pode ser um reflexo da qualificação, mas esse grupo é pequeno; representa menos de 1% do total”, diz a pesquisadora.

– A Seca que Virou Oportunidade!

Uma grave seca assola os produtores agrícolas dos EUA. Com isso, a produção de alimentos caiu abruptamente por lá devido a ela.

Uma curiosidade: cerca de 40% do milho produzido é destinado à produção do etanol. Com essa crise, o Governo quer que os agricultores destinem tudo o que produzir como alimento, já que o preço disparou.

Duas grandes oportunidades aos brasileiros: vender comida e vender etanol.

Estamos preparados para ganhar dinheiro com tais insumos?

– Turitas Americanos no Brasil Desconhecem Brasília

Olha só: divulgou-se uma pesquisa onde 75% dos turistas que chegam dos EUA aqui no Brasil desconhecem que Brasília é nossa capital.

Normal. E se fizéssemos uma pesquisa perguntando aos brasileiros qual a capital dos americanos? Tenho certeza que Nova Iorque ganharia de Washington.

Aliás, há muitas cidades que são as mais importantes de um país e que não são as capitais. Embora Roma, Paris ou Buenos Aires sejam as capitais e principais cidades respectivamente de Itália, França e Argentina, não vale dizer o mesmo de Johannesburgo, São Paulo, Zurique, Sidney, entre tantas outras.

Ter a maior economia nem sempre representa ser a capital política e administrativa, embora sua força econômica a influencie.

– Graça Forte se segura, se segura…

Quem está no ramo de combustíveis sabe que, num piscar de olhos, a Petrobrás pode surpreender e aumentar os preços.

Depois de 15 anos, a empresa registrou prejuízo, e a parcela de acionistas (ela é estatal com capital misto) está forçando um significativo aumento, que oneraria a Gasolina em mais de R$ 0,20.

A presidente da empresa, Graça Foster, nega aumento. Mas nitidamente percebe-se que é da boca-pra-fora

Antes das Eleições, duvido que mexam no preço. Mas na segunda-feira seguinte ao pleito… xiiii… os bolsos dos consumidores que tomem cuidado!

– Duas Perguntas Que Não Devem Ser Respondidas sobre… Lucas e Coréia!

1-Leio que o bom jogador sãopaulino Lucas pode ser vendido ao Paris-Saint Germain por mais de R$ 105 milhões de reais.

Se ele vale tudo isso, quanto valeria Zico, Zidane, Cruyf, Baggio, Francescoli…?

2-Me recordo que em 2002 o árbitro equatoriano Byron Moreno apitou de forma estranha a partida válida pelas oiutavas-de-final da Copa, entre Itália X Coréia do Sul. Se por vias oficiais ou oficiosas, descobriu-se que o placar foi “encomendado” para que o anfitrião chegasse a uma quarta-de-final.

O escandaloso pênalti não marcado hoje (Olimpíada 2012) pelo árbitro tcheco na partida entre Brasil X Coréia do Sul, a favor do nosso adversário, não teve o mesmo peso de erro de Copa do Mundo, mas que pelo momento do jogo foi desestruturante, ah foi!

Coreanos podem reclamar?

– Prejuízo da Petrobrás alerta Motoristas

Olha lá: a Petrobrás teve prejuízo no último trimestre, após 15 anos contabilizando lucros. Os motivos são: variação do câmbio e preço baixo no mercado interno.

Entenda-se por preço baixo a comparação com o mercado externo, pois, logicamente, é caro para o consumidor brasileiro, devido a alta carga de impostos.

O medo é: anunciou prejuízo, na sequência se anuncia aumento de preços. Aguardemos!

– Comércio de Cigarros e Saídas Inteligentes

A Indústria do Cigarro realmente é esperta. Nos EUA, a tributação dos impostos varia em cada estado, mas para desincentivar o fumo, cobra-se muito caro. Em Nova Iorque, um maço de cigarros da marca mais barata custa 13.00 dólares.

Desde que os impostos foram majorados, os jovens diminuíram o consumo de cigarro (pela lógica, adolescentes e jovens não teriam dinheiro para comprar cigarros e não se viciariam). Porém, os fabricantes encontraram brechas na lei: Charutos e cigarrilhas tem outra taxação, então criaram “little cigars”: cigarros mais compridos, aromatizados, e que não pagariam impostos tão altos quanto os tradicionais.

Pena que eles são sucesso entre os jovens…

Fico muito a vontade para criticar o tabagismo, pois meu avô materno morreu em decorrência do maldito cigarro.

Quem quiser, fume a vontade, mas longe de mim e que não seja meu parente nem amigo, pois a eles não desejo tal vício.

– Coca-Cola foi expulsa e McDonald’s faliu na Bolívia? Fato ou Inverdade?

Nesta quarta e quinta-feira, ganhou grande repercussão a informação de que o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola da Bolívia. Junto disso, a rede venezuelana Telesur disse que o McDonald’s faliu no país vizinho!

Sabe o que mais impressionou? É que até a Revista Veja caiu nessas correntes falsas de Internet. E noticiou esses fatos.

Conclusão: há pouco, a Veja pediu desculpa aos seus leitores e explicou que tudo isso ocorreu por culpa de um Ministro da Bolívia.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/bolivia-expulsa-coca-cola-e-mcdonald-s-quebra-no-pais

ERRAMOS: A BOLÍVIA NÃO VAI EXPULSAR A COCA-COLA

Nesta quarta-feira, uma notícia ganhou destaque na imprensa brasileira e internacional: ela falava da iminente expulsão da Coca-Cola e da falência da rede de lanchonetes McDonald’s na Bolívia. O que dava respaldo à história eram frases do ministro de Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca, o que por si só já deveria ter ligado um sinal de alerta. O chanceler boliviano é célebre pelos discursos amalucados, como aquele em que disse que “as pedras têm sexo”. É sempre sábio analisar o contexto de suas declarações e descontar seus exageros poéticos, esotéricos, ideológicos. No episódio desta quarta-feira, na fala de Choquehuanca se misturavam a fábrica de refrigerantes, o fim do capitalismo e os mistérios do calendário maia. Mas esses não eram os únicos motivos para que a notícia fosse vista com uma altíssima dose de ceticismo. O McDonald’s deixou a Bolívia há 10 anos, e a menção à sua “falência”, como se fosse fato de agora, devia causar suspeita. A notícia, no entanto, se propagou à velocidade da internet, que muitas vezes leva a imprensa a atropelar uma das cláusulas mais sagradas de seu contrato com o leitor: nunca publicar aquilo que não foi exaustivamente checado. O site de VEJA também descuidou desse dever num artigo com o título “Bolívia expulsa a Coca-Cola, e McDonald’s quebra no país”. Daí a existência desta reportagem. Ela vem para reconhecer o erro, pedir desculpas ao leitor – e passar a limpo uma história que afinal de contas, é mesmo curiosa e merece ser contada.

As reportagens originais sobre Choquehuanca, a Coca-Cola e o McDonald’s foram publicadas na Venezuela, pelo site do canal de televisão Telesur e pela Agência Venezuelana de Notícias (AVN), ambos veículos controlados pelo governo esquerdista do coronel Hugo Chávez. As reportagens escamoteavam a data e a circunstância do discurso em que Choquehuanca, de fato, mencionou o refrigerante. Além disso, o chanceler nunca citou o McDonald’s. As elucubrações sobre a rede de lanchonetes vêm de outra fonte, o documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, lançado no ano passado pelo cineasta Fernando Martinez.

No último dia 13 de julho, Choquehuanca fez um discurso na Ilha de Sol, na cidade de Copacabana, uma região turística ao redor do lago Titicaca, para anunciar que a Bolívia será sede de um encontro entre indígenas e movimentos sociais para celebrar o fim do ciclo que marca o calendário maia. Além de esquerdista, Choquehuanca é um dos grandes porta-vozes do nacionalismo índigena entronizado na Constituição Boliviana de 2007, que estabelece que a Bolívia é um estado plurinacional constituído por “36 nações originais de camponeses indígenas”. À ocasião, o chanceler afirmou que o dia 21 de dezembro de 2012, último do calendário maia, marcaria o fim de uma era e citou como exemplo simbólico o fim da Coca-Cola no país. “O dia 21 de dezembro de 2012 tem que ser o fim da Coca-Cola. É o começo do mocochinchi [bebida tradicional da Bolívia]”, afirmou o ministro. Segundo ele, no final deste ano teriam fim “o egoísmo, o individualismo e a divisão do país”.

O discurso foi tirado de contexto pelos jornalistas de Hugo Chávez, que fizeram dele, nesta quarta-feira, um sinal de que a Bolívia se preparava oficialmente para expulsar a Coca-Cola de seu território no fim de 2012.

Reação – Diante da encrenca criada pelos vizinhos bolivarianos, o governo de Evo Morales precisou se pronunciar. Por meio da Agência Boliviana de Informação (ABI), lamentou que as falas do chanceler tenham sido retiradas de contexto. E deixou claro: em momento algum o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola do país. Pelo contrário, a empresa americana continua trabalhando normalmente na Bolívia e é encontrada em qualquer esquina a preço baixo. “Choquehuanca, um estudioso da cosmologia andina e do calendário maia, falou ao povo boliviano sobre a chegada de um novo tempo, que contrastaria com este antigo, baseado no individualismo. Disse que um tempo comunitário, pacífico e fraterno estaria por vir. Nesse contexto, o chanceler fez uma metáfora, mal interpretada, de que, a partir de 21 de dezembro, os bolivianos substituiriam a Coca-Cola pelo mocochinchi – tradicional bebida boliviana, feita com pêssego e canela”, informou a agência ao site de VEJA.

McDonald’s – Quanto ao McDonald’s, ele não atua na Bolívia há 10 anos por razões comerciais. De acordo com nota da própria rede de fast food divulgada à época, o lucro de seus restaurantes no país era insignificante diante dos investimentos para manter as lojas. O documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, contudo, interpreta o fechamento como um triunfo ideológico do povo boliviano, que teria bravamente resistido às investidas do imperialismo gastronômico. Essa tese foi reproduzida na notícia divulgada hoje – sem que o nome do filme fosse mencionado, nem a data, já distante, do adeus do McDonald’s ao país andino.

– Burger King X McDonald’s: a Batata Olímpica da Discórdia

Briga de gigantes no período olímpico: McDonald’s patrocina a Olimpíada, mas Burger King usa Anderson Silva para promoção do evento (mesmo sem patrocínio). Haverá problemas?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/07/anderson-silva-revela-promocao-do-burger-king-para-jogos-olimpicos.html

EM AÇÃO ARRISCADA, BURGER KING USA ANDERSON SILVA PARA LUCRAR COM OLIMPÍADA

LUTADOR ANTECIPOU PELO TWITTER UMA PROMOÇÃO QUE SE CONFIGURA COMO MARKETING DE EMBOSCADA, SEGUNDO ADVOGADO, E PODE RENDER PUNIÇÃO À REDE DE FAST FOOD

Embora não seja patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, o Burger King acaba de lançar uma campanha voltada para a competição. Em seu perfil no Twitter, o lutador Anderson Silva, garoto-propaganda da rede de fast food, antecipou que cada medalha do Brasil irá render batata frita em dobro nos restaurantes da companhia no dia seguinte. A promoção vale apenas para combos.

O perfil do atleta no microblog, com 2,3 milhões de seguidores, vem sendo usado não só pelo Burger King, mas por vários de seus patrocinadores oficiais, como a Nike e a Philips, para gerar comentários sobre ações e campanhas feitas pelas empresas. Na última terça-feira (24/07), por exemplo, Silva perguntou a seus fãs se era “dia de churrasco”, uma alusão ao lanche oferecido pela rede.

Marketing de emboscada?
Como o Burger King não é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres e, pior, é concorrente direto do McDonald’s, que comprou uma das cotas oferecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a ação se caracteriza como marketing de emboscada, isto é, quando uma empresa se aproveita de um evento esportivo para divulgar sua marca ou seus produtos sem fechar um patrocínio oficial. Esta é a opinião de Eduardo Carlezzo, advogado desportivo.

“Esta é uma ação coordenada do Burger King, e não só uma frase no Twitter, então ela ganha outra envergadura. Se aplicarmos estritamente os conceitos de marketing de emboscada, essa ação é irregular”, afirma o advogado.

Pelas regras impostas pela organização dos Jogos, não é permitido, por exemplo, usar as palavras “ouro”, “prata” e “bronze”, todas elas citadas na página oficial da marca no Brasil.

A imagem criada pela companhia também fere as regras, pois ela representa uma óbvia alusão entre um produto do Burger King, a batata frita, e a tocha olímpica, símbolo pertencente à Olimpíada.

Agora, resta saber se haverá alguma ação jurídica para proibir ou punir a rede de fast food. De acordo com Carlezzo, há um vácuo jurídico nesse caso, pois não há no Brasil uma legislação específica para punir o marketing de emboscada no caso de Jogos Olímpicos.

“O marketing de emboscada foi colocado na legislação pela primeira vez na Lei Geral da Copa, mas ela é válida apenas para a Copa do Mundo de 2014. Há um Ato Olímpico, que foi assinado quando o Brasil se candidatou para receber os Jogos do Rio, mas ele também vale apenas para a edição de 2016. Normalmente, em uma discussão jurídica, a empresa que se sente lesada se apoia no código civil, basicamente, e em concorrência desleal, porque o concorrente tirou vantagem de um direito que não possui. Mas nesse caso existe um limbo jurídico”, afirma Carlezzo.

O Burger King tem como meta para o Brasil chegar às mil lojas até 2016, quando os Jogos Olímpicos serão realizados no Rio de Janeiro, para se aproximar das 1,4 mil unidades que o McDonald’s, seu principal concorrente, possui no país. Para se ter uma ideia, a companhia cresceu 30% em 2011, saltando de 190 para 230 pontos de venda, mas, para cumprir o objetivo, o ritmo terá de ser acelerado.

– Importação de Gasolina quebra Recordes!

Você sabia que o Brasil já gastou mais de US$ 1.5 bilhão para o país não parar por falta de Gasolina?

A história do pré-sal, da autosuficiência, do etanol como combustível do futuro…?

E aí, como ficam esses bla-bla-blás?

Extraído de: http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/07/30/noticiaseconomia,2888498/importacao-de-gasolina-cresce-315.shtml

IMPORTAÇÃO DE GASOLINA CRESCE 315%

Para evitar um colapso no mercado doméstico, Brasil é obrigado a fazer compra recorde de combustível no exterior por US$ 1,4 bilhão

O Brasil está batendo recordes na importação de combustível. Sem etanol suficiente, produção de gasolina estagnada e consumo em alta, o País foi obrigado a elevar as compras externas para evitar um colapso no mercado doméstico. Só neste ano (até maio), o volume de gasolina importada cresceu 315%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As operações custaram cerca de US$ 1,4 bilhão. O valor representa 83% dos gastos realizados em todo o ano de 2011, quando as importações já haviam crescido 332%. Por enquanto, não há expectativa de mudança no cenário. 

O ritmo de importação deve continuar em alta, pelo menos, até o ano que vem. Depois, o crescimento deve se acomodar. A previsão de especialistas é de que as importações se estabilizem num nível elevado.

A solução do problema depende de uma série de fatores, como a entrada em operação das refinarias da Petrobras e a definição sobre o papel do etanol na matriz energética brasileira.

O setor, que passou os últimos anos trabalhando para liderar a exportação de etanol no mundo, teve de importar 1,45 bilhão de litros de etanol para atender o mercado. Enquanto isso, o consumo de combustíveis não parou de crescer, especialmente porque o governo deu subsídio para a compra do carro zero – de janeiro a junho deste ano, 1,6 milhão de carros novos entraram no mercado. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

– Do Google ao Yahoo: o Desafio da Grávida Mais Importante do Vale do Silício

Quem é da área de Administração de Empresas ou de Tecnologia, a conhece: Marissa Mayer, a executiva do Google que se debandou para o Yahoo, se tornando a nova CEO da cia.

Veja esses números: as ações do Yahoo estão 85% menos valiosas do que no ano 2000; a empresa vive em crise de imagem e admite ser o pior momento da sua história.

É ou não um desafio? Principalmente para alguém que está… grávida!

De certo, não é fácil encara ruma gravidez em meio a uma tormenta empresarial como essa. Boa sorte à dona Marissa.

Extraído de: http://is.gd/7823f8

MARISSA DEIXOU O GOOGLE PARA GANHAR US$ 100 MIL NO YAHOO

A executiva Marissa Mayer, que deixou o Google após 13 anos para se tornar CEO do Yahoo!, pode ganhar até US$ 100 milhões em cinco anos à frente da nova companhia. O valor pode ser alcançado pela soma de salário, bônus e participação em ações, segundo documentos entregues pelo Yahoo! ao órgão regulador do mercado financeiro americano.

De acordo com o site da revista Fast Company, esse valor pode ser alcançado se forem somados o salário anual de US$ 1 milhão de Marissa, um bônus de US$ 2 milhões, além de outros US$ 12 milhões em aquisição de ações restritas em três anos. Além disso, ela deve receber um prêmio de até US$ 30 milhões e um adicional de ações de até US$ 30 milhões em cinco anos. Ela ainda deve receber compensações por receitas de seu antigo empregador, o Google.

Marissa Mayer foi a primeira engenheira do sexo feminino contratada pelo Google e era responsável por serviços locais, de mapeamento e de localização para a gigante da internet. Ela foi anunciada como nova CEO do Yahoo! – a terceira em um ano – na segunda-feira.

O ex-CEO Scott Thompson deixou a empresa em maio, depois de ser acusado de ter inflado seu currículo acadêmico. Ele substituíra Carol Bartz, demitida em setembro passado por não ter conseguido revitalizar o Yahoo!, uma das companhias pioneiras da internet.

A nomeação de Mayer é considerada um lance surpreendente do Yahoo!. Ela superou o atual presidente-executivo, Ross Levinsohn, que era tido como o favorito para a posição.

– Ice Cola: o Novo Calcanhar de Aquiles da Coca-Cola

A revista Época Negócios, da página 89-96 na edição de Julho 2012, trouxe na matéria de Robson Viturino um interessante artigo sobre o empresário Cláudio Bruehmueller e a criação da Ice Cola.

Nela, há algumas curiosidades:

– Na fábrica de Vargem Grande, os funcionários podem dormir em redes depois do almoço!

– A empresa é processada pela Coca-Cola por plágio do rótulo, devido as cores e logo da Ice Cola.

– Entre os parceiros, estão 15 empresas médias que a compõe, rendendo 2 bilhões de reais / ano.

– A Ice Cola tem 2% do mercado de colas, sendo que 88% é da Coca-Cola, 5,5% da Pepsi, 1% da Schin.

– No Brasil, 55% dos refrigerantes são cola; 22% guaranás, 11% laranja, 5% limão e 3% uva.

– Se Oscar estivesse no SPFC, Lucas valeria o que vale?

Uma constatação: Oscar (Internacional-RS) está sendo vendido por uma bolada para o Chelsea-ING. O Internacional pagou pelo atleta e após litígio judicial o vendeu multiplicando o lucro por 4 (perto de 60 milhões de reais).

Porém, o São Paulo ganhou aproximadamente 15 milhões. Poderia ter ganho mais? Talvez, valia o risco corrido. Entretanto, Lucas está valendo 99 milhões.

Se Oscar ainda estivesse no São Paulo, Lucas teria tido espaço?

É duro dizer. De qualquer forma, todos ganham dinheiro. E fica a constatação: no Palmeiras, no caso Valdívia, todos estão perdendo. Que mico da diretoria! Deu tudo errado…

– Briga que dá Audiência: Record+Band X Ibope

Interesses financeiros e mais interesses financeiros e mais interesses financeiros ainda! Juntos, fazem qualquer coisa…

Quem audita ou confere os índices do Ibope? São reais?

O instituto de pesquisa que afere, entre outras coisas, a audiência das TVs, está sofrendo ataques da Rede Record e da TV Bandeirantes. Programas da emissora do antigo Canal 7 estão perseguindo Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope. Já a do “Canal 13” permitiu que José Luís Datena detonasse a empresa.

O certo é que: por mais que seja idôneo e suas metodologias de pesquisa sejam corretas, o Ibope costuma ser discutível. Outra coisa: quando seus programas dão boa audiência, Record, SBT, Band, RedeTV ou outra qualquer, não costumam reclamar…

– Speedo Brasil X Speedo Internacional

E por essa ninguém esperava: através da matéria “A Batalha dos Bumerangues”, publicada na Revista Veja, Ed 25/07/2012, pg 100-101, por Alessandra Medina, a marca esportiva Speedo (reconhecida no mundo da Natação) NÃO PRODUZ NADA NO BRASIL.

Ora, mas e os produtos e a própria fábrica dela no Brasil?

Na verdade, não é da Speedo Internacional, mas da antiga licenciada que atuava aqui no Brasil. Há 20 anos que a empresa tenta proibir que a Multsports (que detinha o direito de produção da marca em nosso país) pare de produzir e estampar a logo em seus produtos.

Que imbrólhio, hein?

A matéria, com todos os detalhes, pode ser acessada em: http://is.gd/SPEEDObrasil

– Depreciação de Veículos: Investimento de Risco?

Quando compramos um carro 0km, muitas vezes cremos que estamos fazendo um investimento. Ledo engano. Sua desvalorização começa ao sair da agência.

Alguns perdem mais o valor do que os outros. E essa informação me causa espanto: você sabe os modelos nacionais que mais se depreciam?

Segundo a Agência de Notícias AutoInforme, após um ano de uso, o campeão em depreciação é o…

1- Hyundai Tucson, com perda de 19,4% do seu valor.

Depois dele:

2- Renault Mégane – 18,1

3- Fiat Linea – 17,9

4- Citroën Xsara Picasso – 17,8

5- Renault Fluence – 17,6

6- Mitsubishi Pajero – 16,8

7- Nissan Livina – 16,5

8- VW Polo – 16,5

9- Fiat Palio Weekend – 16,4

10- VW Golf – 16,4%.

A minha surpresa é saber que o Hyundai Tucson é líder de vendas em sua categoria. Qual seria o motivo para a desvalorização?

– Índio não quer apito. Índio quer… Grana!

Índios estão ocupando o canteiro de obras em Belo Monte, onde uma grande hidreelétrica está sendo construída.

Vejo pela imprensa que eles querem ser indenizados, pois reclamam que a terra sempre foi de propriedade indígena (mesmo não sendo reserva reconhecida).

Para os 12 líderes saírem de lá, exigiram:

– 40 pick ups Toyota Hilux,

– 23 tratores,

– 20 barcos,

– 12 micro-ônibus,

– 09 ambulâncias,

– 303 casas de alvenaria,

– internet sem fio para suas tribos,

– 1300 cabeças de gado, e,

– R$ 3 milhões a cada líder.

“fácil” sair negócio, não?

– Benesses de uma Guerra?

Muita gente, infelizmente, ganha dinheiro com guerras. Até o Brasil.

Por exemplo: o novo governo da Líbia está comprando aviões da brasileira Embraer para reequipar as Forças Armadas, além de convites a várias construtoras tupiniquins. Também empresas alimentícias e de informática foram consultadas para se instalar por lá.

Quer queira ou não, Kadaffi dará lucro, mesmo sem ter sido sua vontade, a muita gente…

– Foxconn e as reclamações dos Funcionários Brasileiros

A Foxconn, empresa responsável pela montagem de equipamentos Apple como iPad e iPhone, além de outros tantos produtos de alta tecnologia, sempre foi criticada por desrespeitos aos seus funcionários mundo afora.

Em fevereiro, o bilionário Terry Gou, o dono da Foxconn, em um programa de TV, ironizou o Brasil, dizendo que:

“(…) o Brasil apenas me oferece o mercado local (…) [Os brasileiros] não trabalham tanto, pois estão num paraíso. Veja matéria em http://is.gd/4njG20

Em janeiro, a empresa já houvera noticiado outra infeliz declaração, comparando seus 1 milhão de funcionários ao redor do planeta como “animais a gerenciar”:

A Foxconn tem uma força de trabalho de mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. Seres humanos também são animais, e gerenciar 1 milhão de animais me dá dores de cabeça (publicado em: http://is.gd/ooWtmF).

Não bastasse isso, no ano passado a Época Negócios trouxe uma matéria intitulada “Fábrica de Suicidas”, onde se relata os maus tratos e o suicídio de 11 funcionários na unidade de Shenzen por pressão/assédio moral (extraído de: http://is.gd/GRSvbL)

Agora, a unidade brasileira de Jundiaí parece que sentiu o “estilo Foxconn” de tratar seus empregados.

Extraído do Jornal de Jundiaí, Ed 21/07/2012, pg 8, por Luana Dias

DIFICULDADES

Funcionários da Foxconn criticam condições de trabalho

Pedras, cabelos e até larvas. É tudo isso que funcionários da Foxconn, empresa que fabrica produtos eletrônicos e de informática, dizem já ter encontrado no meio da comida servida no refeitório da empresa. “A situação é ruim. Servem muita coisa estragada. Além disso, há dias em que falta comida para todos”, comenta uma funcionária da empresa, que prefere não se identificar.

Outra queixa dos funcionários é o fato de eles não poderem ir ao banheiro durante o horário de trabalho. “Quem entra às 2h40, por exemplo, pode ir ao banheiro apenas às 5 horas. Eles liberam para que a pessoa vá ao banheiro por dez minutos. No meio desse período, não deixam ninguém sair da linha de produção, pois não há outras pessoas para fazerem a substituição.” A esteira na qual os produtos ficam também é motivo de reclamação. “Elas são muito baixas, muita gente ficou com problemas nas costas, bursite e tendinite por causa disso”, diz outro funcionário. Além disso, o assédio moral seria recorrente, segundo os relatos dos trabalhadores. “Tratam a gente no grito. É muita humilhação. Mas, infelizmente, nos submetemos a isso porque precisamos trabalhar. Temos família para sustentar”, diz outra funcionária. Com relação a benefícios, os empregados dizem que a participação nos lucros, cuja primeira parcela foi paga ontem, é ´baixa´.

“E ainda, se a gente falta ao trabalho, mesmo que o atestado seja apresentado, eles descontam o valor da participação nos lucros”. De acordo com o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos Evandro Oliveira Santos, o sindicato atua em permanente negociação com a empresa para que as condições de trabalho dos funcionários sejam melhoradas. “A refeição passa por um processo de melhoria, está em fase de evolução. Estamos cientes das reclamações. Funcionários, inclusive, trouxeram um exemplar de uma larva encontrada na comida para vermos.” Segundo ele, organização de cargos e salários, problemas relacionados às instalações da fábrica estão sempre em pauta. Além disso, um calendário de compensação e melhorias no horário e na jornada estão sendo negociados.

Segundo Evandro, hoje as quatro unidades da Foxconn em Jundiaí têm 6 mil funcionários (são dois endereços com duas fábricas em cada um). Só na nova planta, que fabrica produtos para a Apple, como iPhones e iPads, são 2.700 trabalhadores. A produção de tablets da Apple teria começado em maio, com a produção voltada para o mercado externo. A empresa foi procurada pelo Jornal de Jundiaí

Regional, mas não respondeu à solicitação encaminhada à assessoria de imprensa até o fechamento da edição.

– O Império Polishop: 1 Bilhão de Produtos Não-Convencionais

O Empreendedor João Appolinário, dono da Rede Polishop, mostra como se tornar um bilionário com inovação, produtos inusitados e a dica promocional: persistência e convencimento na propaganda!

Extraído de IG empresas (clique aqui para a citação)

APPOLINÁRIO, DA POLISHOP, FATURA 1 BILHÃO COM PRODUTOS NÃO CONVENCIONAIS

Empresário se desfez de concessionária do pai para vender o “7 Day Diet”, em 1999. Agora, vai abrir megalojas, quatro vezes maiores que as atuais

Por Cláudia Facchini

João Appolinário, que fundou a Polishop há onze anos, diz que, se precisar comprar uma simples mesa para sua cozinha, terá de ir a uma loja da Casas Bahia, e que as pessoas às vezes lhe perguntam se possui todos os produtos que vende. “Seria impossível ter tudo em minha casa”, afirma.

O empresário faz sucesso com um conceito que foge do tradicional. Appolinário não revela quanto fatura, mas estima-se que o seu grupo já venda mais de R$ 1 bilhão, número não confirmado por ele.

Na Polishop, o consumidor encontra aquele tipo de produto que nunca soube que precisava – embora tenha vivido sem ele até hoje em muitos casos. E não são artigos vistos facilmente em qualquer lugar, como na Casas Bahia.

A Polishop não vende uma escada, mas uma escada dobrável, que pode ser configurada de 14 diferentes formas e que cabe no armário da lavanderia. Ela não vende uma poltrona, mas uma poltrona que faz massagem e pode custar R$ 6 mil.

“Os produtos precisam ser inovadores”, afirma Appolinário, que já chegou até mesmo à Argentina, onde a Polishop vende pela internet e pela TV. O grupo também exporta produtos para 40 países.

Mas nem todas as inovações dão certo, admite Appolinário. O empresário conta que possui em casa uma máquina de fazer pizza, mas que esse produto não está à venda na Polishop. “Achei que seria um grande sucesso. Eu mesmo adoro. Mas acabei desistindo de vender”. Ele não sabe bem por que a máquina não agradou, mas supõe que as mulheres não queiram correr o risco de ter de fazer pizza em casa e perder a esperada oportunidade que de ir ao restaurante.

Megalojas experimentais

A Polishop possui, além de seu site, 140 lojas em shopping centers, vende pela TV e por catálogo. Até o fim do ano, a rede chegará a 150 filiais e, se inventarem algum novo canal de venda, a Polishop estará lá. “Ser multicanal está no DNA da empresa”, diz Appolinário, que, começou, em 1999, aos 36 anos de idade, vendendo pela TV. A primeira loja física da Polishop foi aberta em 2003.

Na verdade, o empresário colocou o seu primeiro pé no varejo ao vender pela TV e por catálogo o “7 Day Diet” (dieta de sete dias), divulgada na época pelo piloto Emerson Fittipaldi.

O pai de Appolinário foi dono de uma concessionária Ford em São Caetano do Sul, onde Samuel Klein também fundou a Casas Bahia. Em 1998, após voltar da Flórida, nos Estados Unidos, e assumir a concessionária, Appolinário decidiu vender a empresa e partir para novos negócios, numa época em que o comércio eletrônico dava seus primeiros passos e a internet começava a revolucionar os hábitos de consumo no mundo.

Agora, a nova investida de Appolinário são megalojas experimentais, de aproximadamente 1 mil metros quadrados de área de vendas. Nessas lojas, os clientes poderão ver os produtos em funcionamento e manuseá-los, como uma máquina de lavar ou uma chapinha para cabelo, por exemplo. “Ali, não terá um aviso de que é proibido tocar nos produtos. Pelo contrário, vamos dizer: sente-se, experimente, mexa”, diz Appolinário, que irá abrir a primeira unidade nesse conceito no começo de 2012. O objetivo é chegar a 10 unidades nos próximos meses.

Atualmente, as lojas da rede possuem uma área bem menor, entre 200 e 250 metros quadrados. Se somadas todas as filiais, a Polishop possui hoje cerca de 25 mil metros quadrados de área de vendas. Para 2012, a previsão é agregar outros 12 mil ou 15 mil metros quadrados. “Deste total, 6 mil já estão contratados”, diz Appolinário.

Campeã de vendas

Para algumas marcas, como o “juicer”, processador de alimentos da Philips Walita, a Polishop já se transformou em um dos maiores revendedores.

Um dos seus produtos mais emblemáticos é o grill elétrico George Foreman, que foi lançado pela rede em 2005 e que, na época, foi visto com ceticismo pelos concorrentes. “Hoje, o grill é uma categoria importante, mas, antes, as pessoas acreditavam que, no Brasil, ninguém iria se interessar por um grill elétrico”, afirma Appolinário.

Entre os carros-chefes da Polishop também estão os aparelhos de ginástica, categoria em que a varejistas já se transformou em dos maiores revendedores do País. São aparelhos que prometem resultados incríveis, como o Energy Turbo Charger , que estimula “todos os músculos do seu corpo sem sair do lugar”.

As propagandas persuasivas são a alma do negócio da Polishop. Appolinário, enquanto fala ao iG,  caminha pelos estúdios onde os comerciais são gravados na nova sede da empresa, na zona Sul cidade de São Paulo. Tudo é produzido em casa, do cenário e roteiro à gravação.

– O “Caladão Telefônico” Brasileiro

E a Anatel proibiu Claro, TIM e OI de comercializar novas linhas de celular no Brasil (em diversos estados) a partir de 2ª feira. O problema assinalado é que elas não prestam um bom serviço. A Vivo escapou (sabe-lá-porquê).

Sou cliente das 4 operadoras (justamente porque preciso ser achado via fone e do trecho de 2,5 km da minha casa ao trabalho, as 4 se revezam em não ter sinal!). TODAS SÃO RUINS E DESRESPEITAM SEUS CLIENTES.

Tive experiência negativa com todas elas. E, sinceramente, se existisse uma 5ª grande operadora nacional, acho que o problema não mudaria…

– Custo Brasil e Indicadores Sociais Deprimentes

Medir a competitividade e discutir alguns índices sociais pode nos entristecer. A Revista Veja dessa semana trouxe a matéria “a Mão forte do Estado e o que ela deveria fazer”, citando questões estratégicas. Para isso, trouxe a baila alguns números:

Pessoas com/no ensino universitário

Coréia do Sul: 60%

Chile: 30%

México: 20%

Brasil: 10%

Desempenho de estudantes com 15 anos (entre 65 países)

China: 1º lugar

Coréia do Sul: 2º

Chile: 44º

Brasil: 53º

Custo em Dólares por Contêiner para exportação

Malásia: 450

China: 500

México: 1450

Brasil: 2215

Custo da Eletricidade em Euros por kWh

Argentina 0,04

México 0,05

Europa 0,06

Brasil 0,10

Investimentos em Pesquisa em relação ao PIB (%)

Israel 4,9

Japão 3,5

Coréia do Sul 3,2

China 1,5

Brasil 1

Hora Trabalhada com Impostos/Encargos Sociais (em Euros)

Índia 1,2

China 1,3

México 2,6

Brasil 5,3

Número de Dias para Abrir uma Empresa

Nova Zelândia 1

México 9

China 38

Brasil 119

Como deve ser diferente viver em países que não sejam burocráticos, que investem em Pesquisa e na Educação, com carga menor de impostos, não?

– O Herdeiro da Tetra Pak e a Morte Misteriosa

Hans Kristian Rausing, herdeiro da Tetra Pak (maior embaladora de laticínios do mundo e de demais produtos), é acusado de matar a esposa, Eva Rausing.

Até aí, é manchete para páginas policiais. É claro que mancha a imagem da empresa e as ações caíram. Mas algo interessante: você conhece a história empreendedora e de inovação da Tetra Pak

FORTUNA SURGIU DE UMA SIMPLES IDEIA

A fonte da enorme riqueza que está causando o fascínio com a morte da filantropa de origem americana Eva Rausing dificilmente poderia ser mais banal: embalagens cartonadas para líquidos. Apesar de o pai de Rausing, um executivo da Pepsi, ser rico, a fortuna de seu marido é muito maior. Ele é neto do fundador da Tetra Pak, criadora das embalagens cartonadas para líquidos que é hoje uma das maiores empresas de embalagem do mundo, com vendas de US$ 12,5 bilhões no ano passado.

A companhia começou em meados do século 20 com a criação de uma caixa geométrica para leite, precursora da onipresente caixa de papelão impermeável para bebidas. O inventor sueco Ruben Rausing estudou na Universidade de Colúmbia e ficou fascinado pelo que os engenheiros americanos faziam com embalagens de alimentos.

Diz a lenda da companhia que, nos anos 40, ele estava observando sua mulher, Elizabeth, fazer linguiça amarrando as pontas, e ficou imaginando se um sistema similar poderia se aplicar ao leite, segundo uma série de artigos de 2000 no New York Times. Ele criou então uma caixa inovadora com quatro faces triangulares, um tetraedro, e chamou sua companhia de Tetra Pak.

Ele próprio desenvolveu a ideia até introduzir, nos anos 50, uma embalagem barata à base de papelão que podia armazenar líquidos sem refrigeração. Mudar para um formato de caixa permitiu que o produto fosse facilmente empilhado e transportado. A combinação transformou o setor de laticínios da Europa. A Tetra Pak se transformou num conglomerado que vendeu outros tipos de recipientes, além de purificadores de água, caixas automáticos e outros produtos.

Em 1965, porém, a família Rausing vendeu todos seus bens, conservando apenas a Tetra Pak. Para escapar dos altos impostos da Suécia, a companhia deslocou sua sede principal para a Suíça em 1981.

Quando se aposentou, Ruben Rausing entregou o controle dos negócios a seus dois filhos, Gad e Hans, o pai do marido de Eva Rausing, Hans Kristian. Em 1995, o Hans mais velho vendeu sua metade da empresa a Gad por reportados US$ 7 bilhões. Gad morreu cinco anos depois, e seus filhos são os únicos donos da Tetra Pak.

A revista Forbes estima a fortuna de Hans Rausing em US$ 10 bilhões. Ele e seus três filhos, incluindo Hans Kristian, não têm se envolvido com a Tetra Pak desde a venda em 1995. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

– Ganso, Lucas e Thiago Silva

Cada vez mais os contratos no futebol deixam os jogadores desprovidos de espírito coletivo e de lealdade aos seus formadores. Paixão clubística inexiste no mundo profissional.

Vejam Ganso: a cada jogo decisivo que participou pelo Santos, sempre teve problema contratual e queixas às vésperas das partidas. O problema é que ele tem contrato, e por mais que não queira jogar no Santos, tem que cumprir o que assinou. E o cumprimento do contrato se dá por duas formas:

1) Jogando;

2) Pagando a Multa Contratual.

Pagar a multa também é cumprir contrato. Ué? Está descontente? Que banque sua parte.

Caso Lucas: Wagner Ribeiro cansou de dizer que possuía uma proposta de 30 milhões de euro para Lulinha, então no Corinthians. A cada renovação contratual, sempre surgia a proposta. Agora, Wagner Ribeiro age identicamente com Lucas. Existe uma proposta de 30 milhões a ele também? Mostre-a ou admita um blefe. Ops: por esse valor, eu o vendia e embrulhava para presente.

Venda de Thiago Silva: reparo que os sites divulgam que dentro da concentração da Seleção Brasileira, representantes do Paris Saint German assinaram o contrato com o jogador. Como é “concentrada” a tal da concentração, não? Não poderia ser em outro lugar? Ou em outro momento?

– O País do Empreendedorismo continua o mesmo?

Há 5 anos, o Brasil perdia apenas para os EUA como nação empreendedora. Nova pesquisa, agora do Sebrae, mostra que as pessoas que montam seu próprio negócio são, em números percentuais por nação:

1- Tailândia: 47

2- China: 37

3- Argentina: 31

4- Chile: 30

5- Trinidad e Tobago: 29

8- Brasil: 27

16- EUA: 21

Apesar da queda percentual em relação a outros países, o número absoluto de brasileiros empreendedores aumentou para 27 milhões!

Curiosidade:

homens, pela ordem de negócios, montam:

1- mecânica e funilaria

2- minimercados

3- bares e lanchonetes

4- transportadoras

mulheres, pela ordem de negócios, montam:

1- salão de beleza

2- lojas de roupas

3- restaurantes e lanchonetes

4- comércio de cosméticos e perfumaria.

– O Aumento Virtual e Real da Petrobrás

Há certas coisas que nos fazem pensar que as autoridades políticas do país subestimam a inteligência do povo. Uma delas: o aumento do Diesel!

Nos últimos dias, a presidente Dilma Roussef autorizou o “tão necessário” aumento dos combustíveis; porém, para não refletir na inflação, reduziu alguns impostos para que o bolso do consumidor não sentisse o aumento.

Entretanto, o Óleo Diesel subiu R$ 0,02 / litro em média, por culpa dos aumentos dos componentes químicos que nele são necessários. Sobre isso, o Governo nada se manifestou.

Ontem, permitiu-se um novo aumento ao Diesel, que virá integralmente a partir da próxima segunda-feira, que deverá refletir entre R$ 0,08 a R$ 0,10 na bomba. E aumento puro, sem nenhuma contrapartida.

Sabe-se que, aumentando o preço do Diesel, aumenta-se todos os custos da cadeia logística, já que os caminhões movem o Brasil.

Em compensação, após o anúncio, as ações da Petrobrás se valorizaram quase 8% na Bovespa…

Extraído de Uol Economia (clique aqui para link)

PETROBRÁS SOBE O PREÇO DO DIESEL NAS REFINARIAS; ALTA SERÁ DE 4% PARA CONSUMIDOR

A Petrobras reajustará o preço do diesel em 6% nas refinarias a partir de 16 de julho, informou a companhia em comunicado nesta quinta-feira (12). O impacto ao consumidor final será de 4%, segundo a empresa.

O preço do diesel sobre o qual incide o reajuste anunciado não inclui os tributos federais Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e PIS/Cofins, nem o tributo estadual ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

“Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, informa a estatal em comunicado.

No dia 22 de junho, a empresa tinha anunciado um reajuste de 7,83% nos preços da gasolina e de 3,94% no do diesel. Em seguida, o governo zerou tributos sobre os combustíveis, para evitar que o aumento chegue às distribuidoras e aos consumidores. 

A Petrobras divulgou no mês passado um plano de negócios com investimentos de US$ 236,5 bilhões para o período 2012-2016, contando com reajuste nos preços dos combustíveis para torná-lo viável.

– Um Fenômeno Financeiro Chamado Restart

Não conheço uma música sequer; não os reconheceria se os encontrasse na rua; nem imaginava que possuíam programa de TV. Mas uma coisa tenho certeza: os adolescentes adoram a banda Restart!

E, após ler a história do grupo e seus investimentos e investidas, devo ser sincero: eles são sucesso absoluto, não sei no campo musical, mas no mundo financeiro!

Veja abaixo, extraído da Revista Isto É Dinheiro, Ed 11/07/2012, pg 48-52

A MÁQUINA DE FAZER DINHEIRO

Fenômeno dos negócios e do marketing, a banda paulistana Restart usa a força das redes sociais para fazer fortuna com shows, CDs, DVDs, licenciamento, comércio eletrônico, livros, publicidade e, em breve, cinema.

por Geovana Pagel e Clayton Melo

Mocinhas chorando, gritinhos histéricos, pulinhos e sorrisinhos. Todas as vezes em que eles entram no palco para apresentar um de seus shows é assim. Para ser mais exato, não apenas no palco, mas também no auditório da RedeTV!, emissora na qual comandam, desde o mês passado, um programa diário chamado Estação Teen. Embora bem jovens, todos na casa dos 20 anos, os quatro garotos da banda paulistana Restart já se acostumaram ao sucesso. Thomas, Pe Lu, Pe Lanza e Koba são convidados com frequência para entrevistas em atrações da tevê. Num giro dominical do controle remoto, é possível vê-los no programa do Faustão, da Rede Globo, no de Anna Hickmann, na Record, ou no de Eliana, no SBT. 

Houve até uma ocasião em que Silvio Santos colou na testa uma figurinha do grupo, que havia sido contratado para fazer propaganda da Tele Sena. “Olha o Restart aqui”, disse o “patrão” às colegas de trabalho, durante seu programa dominical, apontando para a figurinha. “Que Roberto Carlos nada”, afirmou Silvio. “Meu negócio é com esses daqui, ó.” A utilização da imagem do grupo – cujo público-alvo são adolescentes – numa campanha de títulos de capitalização gerou polêmica e foi retirada do ar pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). 

Independentemente do possível exagero, o episódio foi mais uma demonstração do poder midiático do Restart, um conjunto juvenil fundado em 2008 que é um fenômeno do mundo dos negócios. Com mais de 500 itens licenciados, entre camisetas, relógios, celular e até edredon, a marca Restart já movimentou R$ 200 milhões no varejo nos últimos dois anos, segundo a empresa Angelotti Licensing & Entertainment Business. O grupo também reforça a conta bancária com campanhas publicitárias, patrocínios, loja virtual própria, shows, CDs e DVDs, entre outras fontes. 

A capacidade de gerar receita é tamanha que a banda lançou, em 2010, o livro Restart – coração na mão, a história completa da banda (Editora Benvirá, do grupo Saraiva), que vendeu 50 mil exemplares, algo extraordinário para os padrões do mercado editorial brasileiro. O segundo título, De carona com o Restart, já está a caminho. Fotográfica, a obra é editada pela Planeta e será lançada na Bienal do Livro, em agosto, com tiragem de 50 mil cópias. As investidas de marketing terão mais um capítulo em breve. O Restart será protagonista de um longa-metragem dirigido por Heitor Dhalia, de O cheiro do ralo. Como o projeto está na fase de captação de patrocínios, ainda não há uma data de lançamento definida. 

GERAÇÃO DIGITAL Se hoje o grupo é um estouro midiático, há um aspecto que torna a sua história muito peculiar: trata-se de uma banda tipicamente da geração digital. O Restart alcançou o sucesso graças às redes sociais e hoje mescla em suas estratégias o uso das mídias digitais e ferramentas tradicionais do show business, como tevê, rádio e merchandising. A palavra “estratégia” não é usada por acaso. Embora tenha alcançado um relativo sucesso de público de modo independente, foi a partir do momento em que encontrou um cérebro empresarial que a banda explodiu. No caso, o cérebro atende pelo nome de Marcos Maynard, sócio da Maynard Enterprise, agência paulistana de gerenciamento de carreiras de artistas. 

Ex-presidente de grandes gravadoras como PolyGram, CBS e Sony, Maynard conheceu o Restart em 2010, quando recebeu um CD da banda das mãos de uma amiga. Curioso, foi assistir a um show dos meninos. E se surpreendeu com a reação da galera ao hit virtual Levo comigo. “Vi meninas enlouquecidas, chorando e cantando a música de caras que não tinham tocado em nenhuma rádio do planeta”, afirma Maynard. Dos artistas com quem trabalhou, ele diz ter visto um frenesi desse tipo só com o Paulo Ricardo, vocalista do RPM, e Xanddy, do Harmonia do Samba. “Isso sem falar em Menudos, Dominó e, claro, nos Beatles, o maior fenômeno de fãs de todos os tempos”, diz.

Depois de testemunhar o poder de atração do Restart, Maynard contratou a banda e a levou para um estúdio. “Pensei na época: se com uma música mal gravada eles já tinham quase um milhão de acessos no MySpace, imagine quando isso for feito com um tratamento profissional?”, diz Maynard. Hoje o grupo registra mais de 70 milhões de acessos no YouTube. A força do Restart na rede é parte fundamental no plano traçado por Maynard, que cuida de todo o processo de negócios, passando pela divulgação, agenda de shows e negociações publicitárias. Os resultados não demoraram a aparecer. Lançado em 2009, o álbum de estreia do grupo, que leva o nome da banda, recebeu discos de ouro e de platina pelas vendas de 150 mil cópias. 

Os shows começaram a pipocar pelo Brasil inteiro. A gravação de nove músicas em espanhol garantiu novos fãs, aparições na tevê e shows no México, na Argentina e no Uruguai. Além disso, a banda foi a grande vencedora do Video Music Brasil (VMB) no mesmo ano, promovido pela MTV. Em Recomeçar, eles cantam: “E hoje sei, sei sei/ não importa mais/porque não vai, vai, vai/voltar atrás/o que restou em mim.” “Muitos dizem que o Restart faz letras medíocres e que não sabe tocar, mas não é bem assim”, diz Maynard. Na avaliação do empresário, eles escrevem sobre a realidade dos fãs. “Nos anos 1960, os Beatles escreviam letras simples sobre o amor”, afirma. A ideia de fazer um longa-metragem com o Restart foi inspirada nos quatro garotos de Liverpool. 

NASCE UMA MARCA Com o aumento da visibilidade, iniciar a venda de produtos licenciados foi um passo. A empresa contratada para essa empreitada foi a Angelotti. “Quando iniciamos o projeto, em 2010, eles já faziam um sucesso impressionante na internet”, afirma Luiz Angelotti, sócio da licenciadora. Mesmo assim, foi difícil convencer as redes varejistas e as empresas de que valia a pena investir na marca Restart. Motivo? O grupo nunca havia aparecido na televisão. “Na época, as redes sociais não estavam no radar dos presidentes de empresas, como acontece hoje”, afirma Angelotti. 

Com o sucesso, foi criada uma loja virtual, a Restart Shop, para comercializar os produtos, algo incomum no universo musical. O quarteto também engorda a conta bancária participando de campanhas publicitárias. Em 2011, participou de uma ação de marketing da linha de sucos Skinka, do grupo Schincariol. As redes sociais foram fundamentais na campanha. Se é verdade que o Restart tem em Maynard o seu Brian Epstein, o empresário que impulsionou os Beatles, também é preciso lembrar que os garotos não estão alheios à própria carreira. Antenados, opinam sobre o que vão vender. “Temos controle de tudo”, diz Pe Lu. “Assim como a música, os produtos também precisam ter a nossa cara.” 

– Ingressos Esgotados em Manchester para uma Temporada Inteira

Em 1 hora e 30 minutos, TODOS os ingressos do Manchester City foram vendidos para o Campeonato Inglês. São 36.000 lugares para os 19 jogos em casa da temporada 2012/2013. Os preços foram majorados em 10%, mas mesmo assim as vendas foram um sucesso.

Motivados pelo título da Premier League, o clube inglês pode se gabar de ter comercializado 100% de ocupação para um campeonato inteiro.

Para mim, isso é algo utópico aqui no Brasil. E para você? Deixe seu comentário:

– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Governo quer aumentar o Percentual de Álcool na Gasolina

Hoje, a gasolina que é vendida nos postos possui na sua fórmula 20% de álcool. Mas como a produção não têm sido suficiente, o governo estuda dar incentivos fiscais para que se plante mais cana-de-açúcar. Dessa forma, aumentaria o percentual para 25%, reduziria a importação de Gasolina e ofertaria mais Etanol.

Dará certo?

Se não der, importaremos Gasolina e Álcool…

Não éramos autosuficientes, tempos atrás?

Extraído da Revista Eletrônica Posto Hoje, Ed 10/07/2012

COTA DE ÁLCOOL ANIDRO NA GASOLINA VOLTARÁ A 25%.

O governo avalia voltar a ampliar o percentual de álcool misturado à gasolina, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele, no entanto, explicou que esse possível aumento só será possível caso a produção brasileira de álcool cresça de forma mais significativa. Lobão esteve em Niterói, região metropolitana do Rio, onde participou da cerimônia de entrega do terceiro navio do Programa de Modernização da Frota (Promef) da Transpetro, subsidiária da Petrobras para as áreas de transporte e logística. Construída pelo estaleiro Mauá e batizada de “Sérgio Buarque de Holanda”, a embarcação será voltada para o transporte de combustíveis. Com 183 m de comprimento, tem capacidade para carregar até 56 milhões de l. O ministro evitou fazer qualquer estimativa a respeito de quando a produção poderia dar um salto, influindo, assim, no percentual do álcool adicionado à gasolina. Disse ainda que a 13ª rodada de licitação de blocos de petróleo continua sem data definida, à espera de uma decisão da presidente Dilma Rousseff. Lobão informou também que o governo enviou mensagem ao Senado pedindo a recondução de Magda Chambriard, atual diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O mandato dele vencerá em novembro.

PAÍS IMPORTARÁ ETANOL

A proposta da Petrobras, em análise pelo Ministério de Minas e Energia, de aumentar de 20% para 25% o teor de álcool anidro na gasolina esbarra na incapacidade do mercado produtor brasileiro de atender à expansão de imediato. No curto prazo, seria preciso importar etanol. Com mais etanol na mistura, a Petrobrás teria um alívio de caixa, pois reduziria a necessidade de importação de gasolina. Para o presidente executivo interino da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica), Antonio de Pádua Rodrigues (foto), “é muito difícil chegar aos 25% com produção nacional”. Um desafio para os produtores é que a safra atual de cana-de-açúcar já está com andamento de 25% a 30%. Ou seja, a indústria já planejou as produções em curso para a atual mistura de 20%. Uma decisão do governo sobre o tema s eria mais conveniente no início da safra, em abril, segundo Pádua Rodrigues. “É importante sair com a regra já definida no início da safra”, afirmou. A Unica deverá terminar até o fim do mês os estudos sobre a oferta nacional para avaliar a possibilidade de aumento da mistura. Os dados servirão como base para definir para quanto os 20% atuais poderiam ser elevados.