– Geração Y: quem são e o que querem nas Organizações

Já abordamos algumas vezes no blog a importância das características da Geração Y na Administração de Empresas; falamos sobre suas peculiaridades, o que pensam e o que diferem da geração de administradores anterior.

Abaixo, compartilho um interessante material, didático e ilustrativo, com vários exemplos das ações dessa geração, bem como exemplos de empresas que priorizam esses novos e engajados profissionais.

Enviado pela Universitária Maiara Oliveira, extraído da Revista Época Negócios (clique aqui para link da citação)

A EMPRESA Y

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

por Karla Spotorno

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

EMPRESA AMIGA

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

FIM ÀS BARREIRAS

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

CHEFE LEGAL

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

VALORES PESSOAIS

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– Facedízimo?

Segundo a Revista de Economia “Isto É Dinheiro” (Ed 778, pg 65), a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, lançou um aplicativo para o Facebook exclusivo para receber dízimo dos fiéis. Através da Rede Social, o fiel pode fazer suas doações tranquilamente do seu equipamento eletrônico, de maneira segura e on-line.

Moderno, não? Tal ideia tem sido batizada de Facedízimo.

Inegavelmente, Edir Macedo é um homem de vanguarda.

– Adultizar precocemente as crianças ou não?

Uma polêmica para os pais; uma novidade para as crianças e uma oportunidade financeira para os fabricantes: a venda de Cosméticos para crianças!

A Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) estuda liberar a venda de maquiagens e desodorantes para crianças a partir de 3 anos, provocando preocupação e discussão sobre a precoce “adultização” dos pequenos por culpa da pressão dos grandes fabricantes.

Eu não gosto dessa antecipação do culto a vaidade. E você?

Extraído de Folha de São Paulo, 07/09/07, pg C7 (por Johanna Nublat).

ANVISA DEVE LIBERAR VENDA DE SOMBRA E DESODORANTE INFANTIL

Vigilância Sanitária lança hoje uma consulta pública com novas regras para cosméticos feitos para crianças. Dermatologista diz que criança não precisa desses produtos; agência diz que há demanda social.

Uma consulta pública lançada hoje pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.

De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e pés podem ser ofertados para crianças a partir de oito anos, desde que não sejam antitranspirantes ou em aerossol -forma cuja toxicidade para crianças não está definida, segundo a agência.

Substâncias antissépticas estão liberadas, desde que sejam de “uso consagrado”. Já os componentes alcoólicos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter índices mínimos.

A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crianças de três e quatro anos e pelas próprias crianças a partir dos cinco anos de idade.

Produtos como blush, batom e brilho labial já têm regras específicas e são liberadas para o público infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.

Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram à revisão da norma anterior sobre cosméticos infantis, de 2001.

“Brevemente você vai encontrar, em farmácias e supermercados, desodorantes para crianças. Hoje não existe, não havia um marco normativo que permitisse às indústrias lançarem um desodorante para uso infantil.”

BOM-SENSO
Sérgio Graff, médico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elaboração dessa consulta, afirma que a proposta avança ao regular melhor o setor.

“A falta de alguns produtos destinados a crianças fazia com que as mães usassem produtos de adulto nos filhos”, diz. O problema, diz Graff, é que cosméticos para crianças precisam passar por testes de maior sensibilidade e não podem ter determinados componentes.

O médico argumenta que é justificável a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crianças -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.

A coordenadora de dermatologia pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos são raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antissépticos.

“Por que a criança passa maquiagem? Porque vê o adulto passar. Com o desodorante é igual, a criança transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a mãe acha que precisa passar desodorante.”

Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crianças ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.
“Será que é preciso usar sombra na criança? Não pode ter exagero, a criança tem de ser bonita como ela é.”

A proposta fica disponível para sugestões no site da Anvisa por 60 dias.

MÃES DIVERGEM SOBRE MAQUIAGEM INFANTIL

Clara, 6, e Laís, 8, quando se juntam com as amiguinhas, costumam se pintar com os produtos da mãe, Veridiana Corbaro, 35.

A médica conta que as meninas pegaram seu estojo de maquiagem pela primeira vez sem perguntar a ela primeiro, mas que, agora, elas pedem para usar.

“Eu deixo. Se a criança é tratada como criança, usa numa brincadeira, não vejo problema. O problema é se vestir como adulto, com roupas justas”, diz Veridiana.

Mesmo usando produtos para adultos, as meninas nunca tiveram problemas, mas a mãe diz que preferiria comprar sombras para crianças, se houvesse. Desodorante, não. “Não precisa.”
Já a empresária Daniela Themudo Lessa, 37, se diz “supercontra” e não gosta quando a filha Carolina, 7, é maquiada nas festinhas dos colegas de escola.

Daniela diz que a filha costuma pedir para pintar as unhas com esmalte escuro, por exemplo, argumentando que as amiguinhas pintam.

“Tento conter essa pressão. Se vestir de princesa, pôr coroa, tudo bem, mas usar maquiagem, unha vermelha, deixar a criança adulta, não gosto. Isso é pular etapas.”

Para Daniela, criar linhas de sombras para crianças é um excesso. “Não é necessário. Uma criança de seis anos de sombra azul, para quê? Acho até feio criança maquiada. Mesmo sendo antialérgico, próprio, acho péssimo.”

Ela também não compraria um desodorante para a filha, mas não veria problema em deixá-la usar se ganhasse. “Criança é muito da empolgação. Usa por três dias, depois deixa guardado.”
A psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão diz que o uso da maquiagem como brincadeira é normal, mas acha que não é preciso haver uma linha específica de produtos para isso.

“Só se for para adultizar, ajudar a destruir a infância.” Para Rosely, há uma dificuldade hoje em suportar que é preciso segurar a criança na infância. “A gente não pode só dizer: ‘Eles gostam’. Eles não têm ideia de que isso vai ser prejudicial depois.”

– Dia do Administrador de Empresas

Parabéns a todos nós, Administradores de Empresas, pelo nosso dia.

Abaixo, mensagem do presidente do Conselho Federal de Administração sobre a data e a importância do profissional.

Extraído do site do CFA

DIA DO ADMINISTRADOR DE EMPRESAS

A Administração é a profissão que mais cresce no Brasil e no mundo. E temos muito o que comemorar. Nestes 44 anos, o Sistema CFA/CRAs – Conselhos Federal e Regionais de Administração tem desenvolvido ações para promover a difusão da Ciência da Administração e a valorização da profissão em busca da defesa da sociedade. 

A implementação de projetos direcionados para a fiscalização e para a formação profissional permitiu a consolidação da atuação dos Administradores no mercado de trabalho. Hoje, cada vez mais profissionais qualificados e registrados nos CRAs estão à frente de cargos estratégicos em órgãos públicos e empresas privadas. São profissionais capazes de observar, questionar, interpretar, liderar e tomar decisões com foco em cada fase do projeto. Empreendedorismo, dedicação, comunicação, ousadia e percepção somam-se às qualidades dos Administradores, profissionais imprescindíveis para o sucesso das organizações.

Parabéns, Administradores, pelos 44 anos em busca de uma melhor gestão da sociedade.

Adm. Roberto Carvalho Cardoso

Presidente do CFA

– A Qualidade dos Planos de Saúde

Os planos de saúde estão a desejar de longa data. Se você quiser marcar uma consulta particular, o médico te atende no mesmo dia, em muitos casos. Mas se for pelo convênio… esqueça!

Cardiologista? Nem pensar! A consulta leva meses para ser marcada.

Aqui, dois problemas: a ganância do médico em ganhar muito, e o mau pagamento dos planos aos profissionais.

Quer exemplos? Uma operação de retirada de módulo da mama tem como valor pago aos médicos R$ 70,00. Quanto ele cobraria se fosse particular?

A questão da saúde de fato é mal tratada pelas autoridades desse país… Os planos cobram muito, e nos devolvem pouco. E ninguém nada faz?

Hoje, os médicos de planos de saúde prometeram parar. Vai dar certo?

– Elvis não morreu e ainda vende!

Ela foi Mulher do Rei do Rock e ex-Sogra do Rei do Pop: Priscilla Presley, viúva de Elvis Presley e mãe da primeira esposa de Michael Jackson.

Priscilla está no Brasil promovendo um evento sobre Elvis no Shopping Eldorado, e se diz assustada pela idolatria ao seu marido.

O certo é que gerações passam e Elvis continua vendendo e capitalizando. Já pensaram se tivesse cuidado da saúde, o sucesso que ainda estaria fazendo?

– Qualidade de Vida versus Segurança+ Trânsito: os calcanhares de Aquiles de Jundiaí

A Revista Isto É desta semana, Ed 2234, pg 80-83, na reportagem de Mariana Queiroz Barbosa, traz uma matéria com Jundiaí em destaque.

Intitulado “A Força do Interior”, o texto fala das cidades de médio porte do interior paulista que se tornaram polos de atração de investimentos. E Ribeirão Preto é destaque em 1º lugar, com o consumo evoluindo 13,78% nos últimos 10 anos. Jundiaí está na 4ª colocação desse ranking, atrás de São José dos Campos e Sorocaba.

O que me chamou a atenção foi uma citação sobre nossa cidade. A Isto É reproduz uma artigo do Financial Times, onde Jundiaí é retratada como:

“Cidade dos melhores serviços, índices menores de criminalidade e melhor mobilidade urbana como fatores atrativos”.

Ora, sou jundiaiense nato e amo minha cidade. E refuto a questão de “menores índices de criminalidade” e “mobilidade urbana”. Quem mora aqui, sabe que toda semana temos famílias sendo reféns em suas casas, que o número de carros roubados é altíssimo e que a sensação de violência por aqui é assustadora. E sobre a mobilidade urbana, é sabido que o centro da cidade travou; que a Anhanguera está no limite e que a Dom Gabriel e Hermenegildo Tonoli são rodovias superadas, congestionadas e perigosas!

Jundiaí tem qualidade de vida sim; mas esses itens contam pontos contra, não a favor.

– Xenófabo Zenit contrata Hulk por Grana Alta?

São Petersburgo, a antiga cidade soviética outrora chamada de Leningrado, deve estar com dinheiro sobrando. Não é que o time de lá, o Zenit, contratou o atacante Hulk, do Porto e da Seleção Brasileira?

O atleta, idolatrado em Portugal mas muito questionado no Brasil, custará ao clube russo 60 milhões de euros! Será a 6ª maior transação do futebol mundial de todos os tempos (pelos valores, deve ter sido o Hulk da Marvel, de “Os Vingadores”).

Mas será que vale tanto?

Não podemos esquecer que o Zenit é da Gazpron, empresa de gás da Rússia que tem muitas ligações com o Governo e com Putin.

O detalhe mais curioso: o Zenit evita jogadores estrangeiros no elenco; não contrata negros e é conhecido por seus dirigentes xenófabos e torcedores racistas (já punidos pela UEFA).

Que tal contratação é estranha, não há dúvida!

– Incentivos Anti-Éticos e Polêmicos no Mundo Organizacional: O “Vale Garota de Programa” da Ambev!

Muitas casas noturnas e boates que oferecem serviços de garotas de programa a executivos se especializam devido a crescente procura. Embora inaceitável publicamente, grandes organizações tem a prática de oferecer serviços sexuais como costumeira.

Uma delas foi revelada recentemente por uma decisão judicial: um funcionário (religioso) da Ambev se constrangeu em receber um “Vale Garota de Programa”, e entrou na Justiça pelo dano moral.

Em: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201209032035_TRR_81547936

AMBEV É CONDENADA EM R$ 50 MIL POR USAR “VALE GAROTA DE PROGRAMA”

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a condenação para a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) por danos morais a um funcionário que foi submetido a comparecer a reuniões nas quais estavam presentes garotas de programa e que também foi obrigado a assistir filmes pornôs. O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) condenou a empresa a pagar R$ 50 mil ao autor por assédio moral decorrente de constrangimento – o TST manteve a decisão. As garotas de programa eram utilizadas como forma de incentivo para o aumento nas vendas – sendo que alguns empregados que batiam as metas recebiam um “vale garota de programa”.

De acordo com as testemunhas do processo, um dos gerentes da empresa era responsável pela presença de garotas de programa em reuniões realizadas entre 2003 e 2004. O autor da ação – que é casado e evangélico – afirmou que chegou a ser amarrado e obrigado a assistir filmes pornôs, além de ter uma stripper levada à sua sala.

Na defesa, a Ambev afirmou que o valor da indenização seria desproporcional ao dano sofrido pelo empregado. Mas o TST não analisou as alegações, já que o relator do processo – ministro Brito Pereira – não reconheceu o recurso.

Em nota, a Ambev informou que é reconhecida por sua gestão, que prega o respeito e valoriza o trabalho em equipe. A companhia, que tem mais de 30 mil funcionários no Brasil, afirma não praticar ou tolerar qualquer prática “indevida”. “Casos antigos e pontuais não refletem o dia a dia da empresa. O bom ambiente de trabalho é refletido pelos inúmeros prêmios de gestão de pessoas que a Ambev recebe a cada ano”, diz a nota.

– GM Camaro nos EUA mais barato do que Fiat Palio no Brasil

Coisas que só são explicadas pela alta carga de impostos do nosso país: um carro popular aqui custa muito mais caro do que um de luxo nos EUA. Veja:

(Extraído de: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/31/chevrolet-camaro-custa-nos-eua-menos-que-palio-weekend-no-brasil.jhtm)

GM CAMARO CUSTA MAIS BARATO DO QUE FIAT PALIO

SÃO PAULO – O preço de um Chevrolet Camaro nos Estados Unidos é menor que o do Palio Weekend Adventure no Brasil. Em concessionárias americanas, o musculoso carro da GM pode ser encontrado por a partir de US$ 23.280 na versão mais simples. Já o carro da Fiat sai por R$ 51.500, segundo a tabela da consultoria Molicar, o que equivale a US$ 25.121,95 pelo câmbio atual.

Com o valor cobrado pela versão do Palio no Brasil, seria possível, portanto, comprar um Camaro nos Estados Unidos e ainda garantir um troco de US$ 1.841,95.

Carros incomparáveis

A diferença de preços entre os países fica ainda mais evidente quando os detalhes do Camaro são comparados com o station wagon da Fiat.

Por US$ 23.280, é possível comprar o Camaro 1LS com motor 3.6L V6 movido à gasolina e câmbio manual de seis marchas. Além de enorme, o motor é muito potente. O modelo acelera de zero a 100km/h em apenas 6 segundos.

O carro ainda vem com CD player, bluetooth, tecnologia de controle de estabilidade, monitorização da pressão dos pneus, airbags frontais e de cortina, direção hidráulica e ar-condicionado com controle de temperatura.

O Camaro começou a ser produzido em 1966 para concorrer com outros famosos “muscle car” americanos: o Ford Mustang e o Dodge Challenger. O modelo foi o grande astro do filme “Transformers” 1, 2 e 3 no papel de Bumblebee e também está presente em vários jogos de videogame, como “Test Drive” e “Need for Speed”.

No Brasil, o Camaro é vendido desde 2010, mas apenas na versão 6.2 V8 16V de 406 cavalos. De acordo com a tabela Fipe, o automóvel custa R$ 200.200.

No caso do Palio Weekend, desembolsando US$ 25.121,95, o consumidor brasileiro leva para casa um carro com motor 1.8 16V flex com câmbio manual de cinco marchas. O modelo acelera de zero a 100km/h em 10,7 segundos.

Neste caso, os itens de série são dois apoios de cabeça no banco traseiro, ar-condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e preparação para som e rodas em liga leve.

Recentemente, um artigo publicado pela revista americana Forbes reacendeu as discussões sobre o alto custo de venda dos veículos no Brasil. Na reportagem, o brasileiro era tratado com ingênuo, já que paga um valor muito alto por um carro que aqui é visto como modelo de luxo, mas que nos Estados Unidos não possui tanto glamour.

Com a intenção de provar essa diferença, um levantamento feito há pouco tempo comparou os preços de alguns modelos que são vendidos no Brasil e nos Estados Unidos.

De acordo com a pesquisa, uma Mercedes ML pode custar 253,33% a mais no Brasil que nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, no Brasil o veículo é vendido por R$ 265 mil, enquanto nos Estados Unidos o mesmo modelo pode ser comprado por R$ 75 mil.

Entre as explicações para os altos preços dos automóveis no Brasil, estão os elevados impostos, o alto custo da mão de obra, a baixa competitividade das montadoras locais, o custo elevado de matérias-primas como o aço e a energia e a margem mais elevada das montadoras.

– A Morte do Reverendo Moon

Uma das figuras mais polêmicas, influentes e ricas do Século XX morreu: o Reverendo Moon, líder religioso, detentor de extensas propriedades de terra e vários negócios no mundo (e principalmente no Brasil).

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/mundo/2012/09/reverendo-moon-um-polemico-messias-que-levantou-um-imperio-milionario.html

REVERENDO MOON: O POLÊMICO MESSIAS QUE LEVANTOU UM IMPÉRIO

por Agência EFE

Sun-Myung Moon, que morreu nesta segunda-feira aos 92 anos, foi o fundador da Igreja da Unificação, um controvertido movimento espiritual com vários milhões de seguidores pelo mundo todo, e que amealhou uma enorme fortuna.

Pai de 15 filhos e avô de mais de 40 netos, o multimilionário reverendo Moon, autoproclamado “messias” perante seus seguidores, viveu quase sempre rodeado de uma polêmica que não o impediu de conjugar sua faceta espiritual com atividades empresariais e políticas, principalmente na Ásia, Estados Unidos e América Latina.

Sun-Myung Moon nasceu em janeiro de 1920 em uma família de camponeses no que hoje é a Coreia do Norte, quando o território se encontrava sob o jugo do império japonês.

Após estudar dois anos engenharia em Tóquio, retornou à península coreana e pregou na Coreia do Norte, onde foi preso três anos pelo Governo comunista e mais tarde libertado pela coalizão liderada pelos EUA, assim que explodiu a Guerra da Coreia (1950-1953).

Outra vez na Coreia do Sul fundou em 1954 a Igreja da Unificação, uma seita religiosa marcada pela glorificação do próprio Moon, o “pai autêntico”, que assegurava agir por mandato divino e sob os ensinamentos da Bíblia.

Moon, que considerava a Coreia como uma “terra sagrada”, expandiu seu movimento com um discurso neocristão e crenças como a chegada de um segundo messias, a comunicação com os mortos e a predestinação divina de todo indivíduo.

No começo dos anos 70 decidiu se mudar para os EUA, onde passaria 13 meses na prisão em 1984 por evasão de impostos.

O reverendo assegurava que o próprio Jesus Cristo lhe pediu para completar o trabalho evangelizador que Deus tinha encomendado e que não pôde finalizar ao ser crucificado.

Os “moonies”, como se denomina os seguidores da Igreja da Unificação, ocuparam as capas das revistas por causa dos casamentos em massa e simultâneos, nos quais dezenas de milhares de pessoas que não se conheciam previamente contraíam casamento.

No maior deles, cerca de 30 mil casais contraíram casamento em 1992 no estádio olímpico de Jamsil (Seul).

Este tipo de cerimônia suscitou as críticas de quem assegurava que o movimento tentava subjugar a vontade de seus fiéis, já que frequentemente era o próprio Moon que escolhia os futuros esposos e esposas.

Mas se alguma coisa deu publicidade internacional à Igreja da Unificação foi a batalha na mídia que manteve em 2001 com o Vaticano por causa do famoso caso do bispo africano Emmanuel Milingo.

O religioso católico contraiu casamento em março daquele ano pelo rito da seita Moon com uma mulher sul-coreana, o que criou um grande rebuliço e representou a ameaça de excomunhão para o bispo rebelde, que finalmente voltou ao “rebanho” e mostrou seu arrependimento perante João Paulo II.

No plano político, Moon, apesar de sua forte tendência anticomunista, chegou a se reunir com líderes como o fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung, no começo dos anos 90; Richard Nixon nos anos 70; o último presidente da URSS, Mikhail Gorbachev, nos 80; e o argentino Carlos Menem nos 90.

Enquanto levantava seu reinado espiritual, se assentava como um ativo magnata empresarial, com negócios que abrangiam desde os meios de comunicação até a hotelaria, a indústria e o esporte na Coreia do Sul, Estados Unidos e América Latina.

Fundou vários meios de comunicação, entre eles o jornal americano “The Washington Times”, que representa um sólido ponto de vista conservador e que em 2010 tinha uma tiragem de perto de 40 mil exemplares.

O braço empresarial da Igreja da Unificação é o grupo Tongil, um dos maiores conglomerados da Coreia do Sul e proprietário entre outras coisas do Seongnam Ilhwa Chunma, o time de futebol com mais títulos da K-League (Campeonato Coreano).

Moon também passará para a história por peculiares façanhas como publicar até 450 volumes de sermões, oferecer um discurso de 16 horas seguidas sem descanso ou ser o único líder que alcançou em vida levar sua religião a mais de 190 países, segundo sua organização.

Após sua morte, à frente da Igreja vai continuar seu filho mais novo, Hyung Jin Moon, nomeado líder desta em 2008, enquanto o conglomerado Tongil continuará presidido por seu quarto filho, Kook Jin Moon.

– Arena Corinthians: Panorama de exatos 2 anos atrás!

Há exatamente 2 anos, divulgou-se que um estádio seria construído em São Paulo para o Sport Club Corinthians Paulista. Na época, alardeou-se que o dinheiro seria pago com a venda dos Naming Rights.

Olha como foi recebida a notícia e o panorama da época:

NAMING RIGHTS DO CORINTHIANS, SE VERDADEIROS, SERÃO OS MAIORES DO MUNDO (31/08/2010)

Veja os seguintes números:

  • – Emirates Stadium: 90 milhões de dólares por 15 anos (Estádio do Arsenal – Inglaterra)
  • – Allianz Arena: 90 milhões de euro por 15 anos (Estádio do Bayern e do Munich 1860 – Alemanha – valores divididos entre as equipes)
  • – American Airlines Center: 195 milhões de dólares por 30 anos
  • – Gillete Stadium: 90 milhões de dólares por 15 anos.

 Esses são os valores dos naming rights de algumas praças mundiais (em tradução simplória: direito de uma empresa comprar o nome de uma arena de eventos e usá-lo com o nome que bem entender).

Aqui no Brasil, causou surpresa o anúncio do Corinthians sobre a decisão de construir seu estádio através de uma parceria com a Construtora Odebrecht. A empreiteira dá um estádio de aproximadamente 300 milhões de reais, e o Corinthians paga esse valor permitindo que a Odebrecht venda o naming rights do estádio por 15 anos.

Compare com os valores acima. Enquanto que o Allianz Arena arrecada 6 milhões de dólares anuais, o Corinthians arrecadará 20 milhões de reais. Maior do que qualquer outra arena do mundo!

Segundo o site da Abril Esportes, em colaboração com a Gazeta Press (citação e link em: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/corinthians/estadio-corinthians-sera-financiado-pelo-bndes-1247057.shtml ), a negociação envolve totalmente o BNDES. Como o Corinthians tem dívidas atrasadas e impostos não recolhidos, não pode contrair empréstimos governamentais. Assim, a Odebrecht solicitaria esse dinheiro do banco, sendo uma espécie de “barriga de aluguel” da grana. Uma espécie de “terceiro” do negócio, com participação mais ativa do que os costumeiros intermediários.

 Sobre naming rights, é válido lembrar que na Liga dos Campeões nunca é citado o nome “Emirates Stadium”, mas sim Arsenal Stadium, devido a acordos do organizador. Entre os torcedores dos Gunners, o estádio ainda é chamado carinhosamente pelo nome antigo, Highbury.

É claro que a Odebrecht não usaria o nome de Odebrecht Arena; afinal, empresas utilizam produtos destinados a consumidores físicos ou as próprias marcas nos estádios. Qual o retorno que a Odebrecht teria com o naming right do novo estádio? Nenhum! A não ser que o revenda, por um valor mais alto ainda (o que é improvável de se obter). Sem contar que o brasileiro adora apelidos: Canindé, Vila Belmiro, Morumbi, Pacaembu, Vivaldão, Castelão, Maracanã, Mineirão, Barradão, Teixeirão… (que mania de grandeza, não?)

 O estádio servirá a Copa do Mundo em SP. E algumas coisas assustam: foram tantos laudos que o São Paulo FC enviou à FIFA, através da CBF, e nenhum satisfez. Problemas técnicos barraram o Morumbi. O Palmeiras não consegue nenhuma licença para o início das suas obras. E o Corinthians já teve o estádio aprovado e as licenças permitidas?

Coisas assim foram cantadas e contadas no prenúncio da Copa do Mundo no Brasil. E não deu outra… Tomara que nossos bolsos não banquem tanta gastança…

E você, depois desse imbrólho: ainda é a favor de uma Copa no Brasil? Eu nunca fui…

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(RELEMBRANDO: DATADO DE 31/08/2010)

– Desvalorização de Mercado do Jogador Ganso

Conversando com amigos, lembrei-me de 2010: às vésperas da Copa de 2010, Ganso e Neymar eram tidos como “essenciais” para a conquista do Mundial da África do Sul.

Neymar continua em alta. Mas e o Ganso? Muitas contusões, atuações ruins e problemas extra-campo com seus “patrões-empresários”.

Se fosse um produto na prateleira, que percentual de desvalorização teria tido Paulo Henrique Ganso?

– A compra de Seguidores no Twitter

Cada vez mais, os usuários do microblog Twitter conseguem artimanhas. Do indivíduo comum às grandes empresas, a busca por popularidade é incessante. A moda agora é comprar seguidores, que custam menos de R$ 0,01!

Veja como funciona,

extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/93946_O+SUBMUNDO+NO+TWITTER

O SUBMUNDO NO TWITTER

A compra e venda de seguidores virou moda no microblog, mas a prática pode arruinar as estratégias digitais das empresas.

Por João VARELLA

Séculos antes de Cristo, mesmo um grego eremita sem parentes ou amigos poderia ter um funeral movimentado. Bastava que reservasse uma verba para as carpideiras, mulheres pagas para entoar cânticos e chorar no rito fúnebre. A prática era tão disseminada que o legislador Sólon (638-558 a.C.) proibiu pessoas que não fossem parentes do falecido de entrar nas casas onde ocorriam os velórios. Esse parece ser o registro da primeira tentativa de regular o controverso mercado da popularidade, que se transformou profundamente ao longo do tempo – é cada vez mais comum a contratação de claques para animar comícios políticos e de celebridades que cobram para prestigiar um evento social ou promover uma casa noturna, por exemplo. 

Na web, o mais recente passo dessa evolução envolve as redes sociais. Acredite ou não, já é possível comprar um seguidor no Twitter por menos de R$ 0,01. O comércio de perfis se disseminou tanto entre os usuários do microblog que resultou em uma infinidade de contas infladas artificialmente, o que coloca em xeque a estratégia de marketing das empresas na internet, além de lançar dúvidas sobre a credibilidade do próprio Twitter. Embora esse tipo de expediente tenha sido proibido pelas normas de conduta do Twitter, empresa presidida pelo executivo americano Dick Costolo, o obscuro mercado da popularidade ganha força. Os dados a esse respeito são difusos, mas uma pesquisa recente do instituto americano Barracuda Labs, especializado em redes sociais, iluminou o tema. 

O levantamento mostrou que contas falsas criadas para incrementar o número de seguidores no microblog têm, em média, apenas 19 semanas. Mais: 61% foram criadas há menos de três meses. Outro sinal de crescimento vem da velha lei da oferta e procura, que gradativamente derruba os preços desse tráfico de fãs até patamares irrisórios. Comerciantes do site Fiverr, especializado em ofertas de perfis, oferecem até 32 mil seguidores pelo valor de US$ 5. Ou seja, o preço unitário é de US$ 0,00016 (um centavo de dólar compra 63 perfis). A maioria das páginas com ofertas de “followers” no Fiverr possui comentários positivos dos clientes do site, o que indica que muitos não veem problema em recorrer a esse tipo de medida. 

Também é comum o oferecimento de “curtidas” numa página institucional (fan page) do Facebook. Contatados pela DINHEIRO, Twitter e Facebook não comentaram o assunto. Com preços não tão atrativos quanto os do Fiverr, mas com o diferencial de arregimentar usuários locais, alguns jovens empreendedores brasileiros resolveram aproveitar a onda. Um deles é Bruno Maciel, 22 anos, de Formiga (MG), cidade que fica a cerca de 200 quilômetros de Belo Horizonte. Há três anos nesse ramo, Maciel é o proprietário dos sites Big Follow e Mais Followers, que oferecem cinco mil seguidores por R$ 500. Ele, no entanto, nega ser um “vendedor de seguidores”. Maciel descreve seu serviço como uma forma de aproximar as pessoas. 

“A fórmula mágica nesse relacionamento é conseguir seguidores e mantê-los unidos até que o meu cliente crie luz própria e consiga, independentemente de meus serviços, usuários de toda a ordem”, diz ele. Seja como for, o fato é que comercializar seguidores dá retorno aos criadores dos serviços. O ator Orlando Maciel, 17 anos, é proprietário do site TwitterMass, que vende cinco mil seguidores por R$ 120. Ele próprio se beneficia do seu sistema, criado há cerca de um ano – tem 234 mil seguidores, o dobro do comediante Beto Silva, do programa Casseta & Planeta, da Rede Globo. O comércio de seguidores virou moda, mas isso pode ser um tiro no pé, pois se volta contra a reputação de quem se serviu do expediente. 

Um dos motivos é que é embaraçoso explicar que, para ser popular, foi necessário recorrer à compra de seguidores. “A rede social está vinculada à sociabilidade, e isso não se faz com moeda”, afirma Beth Saad, professora da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora de redes sociais. Pollyana Ferrari, professora da PUC-SP e consultora de mídias sociais, concorda com Beth e destaca outro aspecto. Muitos publicitários acreditariam que começar um perfil de uma grande empresa com poucos seguidores seria “um mico”, o que alimenta os serviços de compra e venda. “Uma empresa deve construir uma relação aos poucos com os usuários”, afirma Pollyana. “Não adianta nada dar um salto no número de fãs do dia para a noite.” 

Segundo Pollyana, usuários experientes detectam facilmente quem adquire seguidores pela alta quantidade de perfis falsos. Há até uma ferramenta para auxiliar nesse processo. A start-up americana Status People lançou recentemente um recurso chamado Fake Followers Check, que promete fazer essa averiguação. Como esses usuários comprados são inativos, falsos ou só leem em outro idioma, as ações de marketing feitas na rede social podem ser prejudicadas. “Isso bagunça os relatórios e métricas”, afirma Patricia Moura, professora de mídias sociais da universidade carioca Estácio de Sá. Um episódio recente com o candidato republicano à presidência dos EUA, Mitt Romney, ajuda a conhecer melhor as armadilhas que estão no caminho das redes sociais. 

O comitê de campanha passou por um grande constrangimento com a revelação de que o número de seguidores da conta de Romney no microblog cresceu 17% num único dia, 21 de julho. Um em cada quatro desses novos seguidores não tinha nenhum post no Twitter, num claro indício de que o perfil havia sido turbinado artificialmente. O comando do partido Republicano negou a compra de seguidores. “Se Twitter vencesse eleição, Lady Gaga ou Justin Bieber estariam governando o país”, disse Zac Moffatt, diretor de ações digitais da campanha de Romney, tentando minimizar a situação. Com a disseminação desse tipo de negócio na rede, quem deveria também estar preocupado é o próprio Twitter, de acordo com Alexandre Espírito Santo, professor de finanças do IBMEC: “Um dos artigos mais caros de uma empresa é a credibilidade, ainda mais no caso de redes sociais”, afirma.

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– A Briga vencida da Apple contra a Samsung: 1 bilhão!

Vejam só: a Apple venceu a Samsung na Justiça, após acusá-la de plágio!

A empresa norte-americana acusou a concorrente sulcoreana de copiar o iPhone e vários outros inventos, principalmente com o seu Galaxy. A Samsung foi multada por quebra de patente em mais de 1 bilhão de dólares!

Extraído de: http://is.gd/0slM0v

VITÓRIA DA APPLE SOBRE SAMSUNG PODE MUDAR SETOR DE CELULARES

A vitória da Apple frente à Samsung ante a justiça norte-americana pode vir a remodelar um setor dos aparelhos móveis em plena ebulição e retardar o avanço do Google e de seu sistema de exploração Android, dizem analistas. Um tribunal da Califórnia deu em grande parte razão na sexta-feira ao inventor do Mac, que acusava seu competidor sul-coreano de ter copiado seu telefone iPhone e seu tablet iPad, e condenou a Samsung a indenizar o grupo norte-americano em US$ 1,050 bilhão. Os telefones e tablets da Samsung em questão funcionam com o sistema Android, que o falecido fundador da Apple, Steve Jobs, havia classificado de produto “roubado”.

A determinação do tribunal norte-americano “obrigará a uma reestruturação dos produtos Android”, disse Rob Enderle, analista especializado nas tecnologias de ponta do Enderle Group. O resultado do processo pode também beneficiar outros atores do mercado, como a Microsoft, que apresenta atrasos neste terreno, ou do construtor de Blackberry, o grupo canadense RIM, o mais afetado pelo êxito do Android.

A vitória poderia, por exemplo, facilitar a venda dos dois novos sistemas de comercialização que a Microsoft está para lançar (Windows 8 e Windows Phone 8), pois estes aparecem “protegidos” contra eventuais demandas da Apple, considera Enderle. A decisão do tribunal fará também do RIM “um objeto de compra mais atrativo que antes, pois suas licenças são percebidas como suficientemente sólidas para manter a Apple a distância”, disse.

O Android equipa atualmente mais de 50% dos telefones multifuncionais vendidos nos Estados Unidos. A fatia de mercado da Apple chegou a 30% e a da RIM se reduziu a 12%. A Apple permanece, ao mesmo tempo, em troca amplamente à frente do mercado de tablets, do qual controla 70%. Para Florian Mueller, consultor especializado em licenças e direitos, o julgamento de sexta-feira representa um “enorme avanço” para Apple, que vê como a justiça validou “o argumento de Steve Jobs de que Android é um produto roubado”.

Contudo, muito dependerá do que acontecerá com o processo judicial. Uma audiência está prevista para 20 de setembro para determinar se a sentença de sexta-feira será anulada ou se a Samsung sofrerá sanções “punitivas” que poderiam triplicar o montante da reparação que deveria ser pago a Apple. O grupo sul-coreano já anunciou sua intenção de apelar à decisão do tribunal norte-americano.

“Vamos atuar imediatamente para apresentar um requerimento para que a decisão seja revista e, se não vencermos, iremos ao Tribunal de Apelação”, disse a Samsung em um comunicado. Um elemento crucial do proceso será a capacidade que demonstra a Apple para obter uma suspensão da venda dos produtos Samsung em questão.

Dennis Crouch, especialista em direito das licenças na Universidade de Misuri, indica em seu blog que o juiz do caso dispõe de grande margem para legislar “como lhe pareça apropriado”. A Samsung esta “seguramente pronta para deixar de vender cada um dos produtos em questão e a substitui-los”, afirmou.

O julgamento de sexta-feira envolve também os telefones Galaxy e o tablet Galaxy 10, dois populares produtos da Samsung, mas não a sua nova estrela, o telefone móvel Galaxy S III.

Além da Samsung, outro grande perdedor pode ser o Google, fundamentalmente se a Apple continuar acusando judicialmente os produtos de outros fabricantes. “O Google não pode frear a Apple”, escreveu Mueller em seu blog. “Ele terá que organizar sua retirada e proceder as modificações no Android”, afirmou.

– Carros que Não valem o Preço

Há duas edições, a revista Forbes publicou uma matéria sobre o quão caro custam os automóveis brasileiros.

Para eles, não é compreensível que um Jeep Grand Cherokee, que custa R$ 56.000,00 nos EUA, saia para o brasileiro a R$ 181.000,00!

O sarro é o que a matéria diz:

“não é compreensível que carros como Toyota Corolla ou Honda Civic sejam veículos que dê status aos seus proprietários.”

Pois é. Pagamos bem caro para carros que são considerados comuns no mercado externo…

– O Maior Recall de Preservativos no Mundo

De certo, inédito: A Olla promoverá o maior recall de camisinhas do mundo, onde mais de 600 mil produtos serão trocados por “desvio de defeito”.

Fico pensando: já imaginaram o que pode acontecer com o uso de preservativo com problema de fabricação? De AIDS até gravidez indesejada!

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201208232228_TRR_81521059e

COM DEFEITO, OLLA CONVOCA RECALL DE CAMISINHAS

A fabricante de preservativos Olla convocou nesta quinta-feira um recall de seus produtos por um possível desvio de qualidade que pode torná-los impróprios para o uso. Ao todo, 78,1 mil pacotes deverão ser devolvidos à empresa – o que totaliza 624,8 mil camisinhas.

De acordo com a fabricante, os proprietários dos preservativos dos lotes J12A0534, J12A0535, J12A0599, J12B0083, J12B0087, vendidos na promoção “leve 8, pague 6”, deverão guardar as embalagens e entrar em contato com a Olla pelo telefone 0800 0126888 ou e-mail atendimento@olla.com.br para a troca ou o reembolso do produto. Segundo a Olla, o número de preservativos que deverão passar pelo recall corresponde a cerca de 0,8% da produção anual da companhia.

A empresa orientou os consumidores para identificarem os lotes dos preservativos

– Os Dois Nomes Mais Fortes do Esporte Nacional

Pesquisa sobre a imagem de atletas brasileiros, realizada pelas consultorias PD Gestão de Imagem e Brunoro Sports Business, diz que 2 nomes de esportistas são donos das marcas mais fortes do Brasil: Ronaldo e César Cielo (em duas categorias: “futebolistas” e “demais esportes”).

A pesquisa envolveu 2200 pessoas (junho 2012), e elas respondiam qual atleta lembravam quando lhe perguntavam sobre tais atributos: credibilidade, visibilidade, consistência, ética, carreira vencedora, carisma, garra, liderança e boa formação (divididos em: 10 nomes de atletas do futebol e 10 fora do futebol).

Veja a relação, englobando os 20 atletas:

  • ESPORTISTAS / ESPORTE (Futebol em Azul, Outros em Verde)
  • 1- César Cielo: 26,2% NATAÇÃO
  • 2- Bernardinho: 21,8% VOLEIBOL
  • 3- Ronaldo: 21,2% FUTEBOL
  • 4- Kaká: 20,0% FUTEBOL
  • 5- Neymar: 19,7% FUTEBOL
  • 6- Guga: 15,3% TENIS
  • 7- Rogério Ceni: 10,2% FUTEBOL
  • 8- Giba: 10,1% VOLEIBOL
  • 9- Ayrton Senna: 8,5% AUTOMOBILISMO
  • 10- Juninho Pernambucano: 7,0% FUTEBOL
  • 11- Raí: 5,5% FUTEBOL
  • 12- Anderson Silva: 4,7% MMA
  • 13- Muricy Ramalho: 4,7% FUTEBOL
  • 14- Fabiana Murer: 4,2% ATLETISMO
  • 15- Zico: 4,2% FUTEBOL
  • 16- Marcos: 4,1% FUTEBOL
  • 17- Maurren Maggi: 3,9% ATLETISMO
  • 18- Lucas Moura: 3,4% FUTEBOL
  • 19- Oscar: 3,3% BASQUETEBOL
  • 20- Minotauro: 2,1% MMA

Segundo a pesquisa, reproduzida pela Revista Época Negócios (Ed Agosto 2012, pg 109-113), nem mesmo o exame antidoping de Cielo em 2011 e o episódio de Ronaldo com os travestis repercutiu na pesquisa, já que o histórico da carreira, vitórias e demais atributos positivos encobrem e fazem esquecer tais percalços.

 

ilustração: Simone Bell

– Facedeals: Ofertas de Produtos via reconhecimento facial?

Você já deve ter percebido que os produtos oferecidos nas propagandas de muitos sites costumam ser próximos dos que você visitou em alguns sites de compra. Funciona assim: se você visitou uma loja de tênis e observou virtualmente um determinado modelo, sites como Netshoes, por exemplo, em parceira com o Facebook, identificam suas preferências e enviam a você uma oferta na sua página na rede social.

Pois bem: agora, câmeras de reconhecimento facial estão sendo testadas em lojas, chamadas de Facedeals, que buscam seu rosto e sua identificação no Facebook, pesquisam seu perfil e seu comportamento e imediatamente enviam ao seu celular uma oferta de algum produto possivelmente desejado por você daquela loja.

Fantástico, não? Onde chegaremos…

– O Fim da Emblemática EMI

E a Sony comprou a EMI. O poderosíssimo selo musical, que marcou a indústria no auge dos LPs e depois dos CDs, não resistiu às mídias digitais e foi comprada pela Sony Music.

Olha esse gráfico da história da empresa, publicado na Época Negócios de agosto/2012, pg 25 (Clique na imagem para ampliá-la). Esclarecedor e muito bom:

– Alternativa aos Motoristas: Carros Movidos a Óleo de Cozinha!

Nos EUA e na Europa em geral, há muitos carros de passeio que rodam com motor a Diesel. E lá, como alternativa, cada vez mais os motoristas têm guardado o resto de óleo de frituras e abastecido seus veículos com esse biodiesel! Veja: (http://is.gd/83w0Sy)

MOVIDO A ÓLEO DE COZINHA

Motoristas do Primeiro Mundo declaram independência da indústria do petróleo ao abastecerem seus carros com gordura reciclada, mas o aumento da demanda já faz com que donos de restaurante queiram cobrar pelo produto, distribuído gratuitamente até agora

Por André Julião

Ao ver que o nível do tanque do carro está baixo, o motorista para numa lanchonete e pega o combustível que vai permitir que o veículo ande por quilômetros a fio sem reabastecer. Ele não paga nada por isso – o dono do estabelecimento fica feliz em se livrar de todo aquele óleo usado para fritar batatas e bolinhos. A cena acima já se tornou realidade em alguns países europeus e da América do Norte. Difícil imaginar um jeito mais sustentável de dirigir do que reutilizando um produto que muitas vezes vai parar nos esgotos, entope encanamentos e causa transtornos à população.

Não basta, porém, tirar o óleo da panela e pôr no tanque. Para se tornar biocombustível, a gordura precisa passar por um processo químico. Embora possa ser feito em casa, exige cuidado no manuseio dos ingredientes e tempo do motorista (leia uma das receitas no quadro). O canadense Peter Ferlow, por exemplo, roda até 1.200 quilômetros com sua picape, gastando cerca de R$ 80 e duas horas de trabalho na reciclagem do óleo. O ingrediente vem de um pub da cidade onde mora, Vancouver, no Canadá. Como naquele país é preciso pagar para descartar corretamente esse tipo de resíduo, os donos de estabelecimentos ficam felizes em doá-los aos fabricantes caseiros.

O negócio é tão vantajoso para os motoristas que a demanda por óleo de cozinha usado já está superando a oferta no Canadá. Especialistas preveem que, em pouco tempo, os donos de restaurante vão começar a vender o precioso ingrediente. Quem continua lucrando independentemente disso são os empresários como o britânico Adrian Henson. Pelo equivalente a R$ 1.100, ele vende um kit que produz lotes de 120 litros do combustível. Além de comercializar as máquinas dentro do Reino Unido, ele diz que seu maior mercado é a Grécia, seguida de Sérvia e Espanha, mas que exporta para toda a Europa.

“Nosso futuro são os mercados emergentes”, disse Henson à ISTOÉ. Ele diz que qualquer cliente brasileiro pode comprar seu equipamento, mas alerta que o custo do transporte é muito alto. Seu negócio ganhou um incentivo do governo do Reino Unido em 2007, quando as leis relacionadas ao combustível feito em casa foram alteradas. Os cidadãos britânicos podem produzir até 2.500 litros por ano, legalmente, sem pagar nenhuma taxa. “Isso permitiu um rápido crescimento desse mercado aqui”, diz o empresário. Ele ressalta, no entanto, que agora há menos óleo de cozinha usado sobrando e não há mais como o mercado interno crescer. Se a moda pegar no Brasil, logo haverá filas na barraca de pastel da feira. Não de gente interessada na fritura, mas no óleo.

– Itália Obriga Estatais a contratarem mais “Chefas”

A Itália aprovou uma lei polêmica: para incentivar a contratação da mão-de-obra feminina em diretorias executivas, resolveu determinar que até 2015 as estatais contratem 1/3 de mulheres em cargos de direção. Hoje, apenas 6% dos executivos são mulheres.

Aí fica a dúvida: a medida é inclusiva (procura reparar alguma forma de discriminação) ou privilegista (deixa pessoas mais competentes com menos oportunidades, por culpa do sexo)?

E você, o que acha de uma lei assim?

– Google + Samsung X Apple: Espionagem Industrial?

É claro que existe espionagem industrial em todos os setores. E um dos imbróglios mais relevantes têm sido o da Apple contra Samsung, acusada de cópia disfarçada do iPad.

Hoje, um novo elemento: a Apple apresenta emails que obteve de combinação entre Google e Samsung contra ela.

Mas isso seria ilegal?

Extraído de: http://is.gd/MiVrhJ

APPLE APRESENTA DOCUMENTOS COM ALERTAS DO GOOGLE PARA SAMSUNG

Em sua corrente disputa judicial de patentes com a Samsung, a Apple levou ao tribunal documentos que mostram que o Google pressionou a Samsung para mudar o design do tablet Galaxy Tab 10.1, para diferenciá-lo nitidamente do iPad e de outros produtos da concorrente norte-americana. De acordo com o AllThingsD, as evidências foram apresentadas na quarta-feira.

“O Google está exigindo desenho distinguível à vista do iPad para o P3 (como era chamado o Galaxy Tab de 10 polegadas)”, consta em um e-mail da Samsung, de fevereiro de 2010, que resumia uma reunião com o Google.

Em um outro e-mail, da mesma época, o designer sênior da Samsung Hyun Kim listava comentários de um colega que havia participado de reunião com Google. A empresa do Android sugeria mudanças que considerava necessárias nos produtos Galaxy Tab, tanto na versão de 10 polegadas quanto na de sete polegadas. “Uma vez que o produto é muito semelhante ao da Apple, há que torná-lo visivelmente diferente, começando pela face frontal”, escreveu Kim. “Por favor, pensem sobre isso”, acrescentou.

Os documentos apresentados pela Apple foram divulgados antes do iníncio do julgamento. A Samsung, que já havia chamado o designer Jin Soo Kim para testemunhar que os tablets da marca, incluindo o Galaxy Tab 10.1, vinham sendo planejados antes do lançamento do iPad, alega seus produtos não violam patentes da Apple (e que estas é que seriam inválidas) e que é a companhia norte-americana é que está infringindo a tecnologia da empresa sul-coreana.

JULGAMENTO APPLE X SAMSUNG
Um júri formado por 10 pessoas irá decidir se alguma das empresas quebrou alguma patente da concorrente no desenvolvimento de seus produtos. O julgamento do caso no tribunal de San José, na California, é o primeiro de uma série de processos que as empresas movem contra a outra em 10 países.

A Apple pede na Justiça uma reparação de mais de US$ 2,5 bilhões, alegando que a Samsung se tornou líder no mercado de smartphones copiando o design, as funcionalidades e a aparência geral dos seus produtos. A companhia americana tenta provar ao júri que a sul-coreana quebrou nove de suas patentes no desenvolvimento de mais de 20 produtos, entre eles o smartphone Galaxy S II e o tablet Galaxy Tab 10.1.

Já a Samsung diz que a Apple está tentando reprimir a competição com o bloqueio da venda de seus produtos, diminuindo a escolha dos consumidores para “manter seus lucros historicamente exorbitantes”. A sul-coreana alega que a Apple quebrou duas patentes essenciais para transmissão de dados 3G e outras três sobre funcionalidades dos aparelhos.

Reuters

(FOTO: Reuters)

– Mulheres Casadas tem Remuneração maior no Brasil, o Inverso que nos EUA

Lá nos Estados Unidos, mulheres solteiras ganham 34% a mais do que as casadas, enquanto que no Brasil, são as casadas que recebem 20% mais do que as solteiras.

Motivos:

No Brasil, o empregador vê a mulher casada como alguém mais responsável, e a valoriza por isto.

Nos EUA, o empregador entende que a mulher solteira está mais disponível para se dedicar à empresa, e paga a mais para ela pela dedicação maior.

Extraído de Folha de São Paulo, caderno Mercado, pg B6, 18/12/2011

CASADAS GANHAM 20% MAIS QUE SOLTEIRAS

Por Carolina Matos

Com uma filha ainda pequena, a técnica em enfermagem Juliana da Silva Pereira, 28, casada, mudou de emprego há quatro meses por um belo aumento de salário mensal: de R$ 1.300 para R$ 2.200.

Atuando no ramo para o qual se qualificou, a trabalhadora faz parte de uma estatística que a surpreendeu: no Brasil, as mulheres casadas ganham, em média, 19,8% mais que as solteiras, de acordo com um estudo do Insper.

“Sempre achei que as solteiras, por terem mais tempo livre, ganhassem mais”, diz a técnica em enfermagem.

É assim nos EUA, de acordo com Regina Madalozzo, pesquisadora que orientou a pesquisa sobre o Brasil feita pela economista Carolina Flores. No mercado americano, solteiras ganham, em média, 34% mais que as casadas.

“Nos EUA, a presença das mulheres em vagas que exigem maior qualificação, como em empresas, é mais expressiva que no Brasil. Nesse ambiente, ter mais tempo para o emprego e possibilidade de viajar, o que é mais fácil para as solteiras, são pontos valorizados”, diz Madalozzo.

A pesquisadora ressalta que, no Brasil, ainda há uma grande concentração de mulheres empregadas em atividades de baixa qualificação, como trabalho doméstico.

“E os patrões parecem encarar o fato de as funcionárias serem casadas como um indicativo de que são mais responsáveis”, acrescenta.

O estudo foi realizado com base nos dados do Censo 2000 do IBGE. Outra explicação possível para o resultado é que a mulher casada, pela segurança de uma renda familiar conjunta com o marido, possa investir mais tempo até encontrar empregos mais recompensadores.

“É possível que as solteiras se submetam com maior facilidade a salários mais baixos”, diz Madalozzo.

“Mas creio que, à medida que o mercado brasileiro se desenvolva e as mulheres assumam mais postos qualificados, a situação no país se aproxime da dos EUA.”

O estudo revelou que, entre as mulheres casadas, as negras, pardas e indígenas ganham menos que as brancas, enquanto as asiáticas ganham mais. “Pode ser um reflexo da qualificação, mas esse grupo é pequeno; representa menos de 1% do total”, diz a pesquisadora.

– A Seca que Virou Oportunidade!

Uma grave seca assola os produtores agrícolas dos EUA. Com isso, a produção de alimentos caiu abruptamente por lá devido a ela.

Uma curiosidade: cerca de 40% do milho produzido é destinado à produção do etanol. Com essa crise, o Governo quer que os agricultores destinem tudo o que produzir como alimento, já que o preço disparou.

Duas grandes oportunidades aos brasileiros: vender comida e vender etanol.

Estamos preparados para ganhar dinheiro com tais insumos?

– Turitas Americanos no Brasil Desconhecem Brasília

Olha só: divulgou-se uma pesquisa onde 75% dos turistas que chegam dos EUA aqui no Brasil desconhecem que Brasília é nossa capital.

Normal. E se fizéssemos uma pesquisa perguntando aos brasileiros qual a capital dos americanos? Tenho certeza que Nova Iorque ganharia de Washington.

Aliás, há muitas cidades que são as mais importantes de um país e que não são as capitais. Embora Roma, Paris ou Buenos Aires sejam as capitais e principais cidades respectivamente de Itália, França e Argentina, não vale dizer o mesmo de Johannesburgo, São Paulo, Zurique, Sidney, entre tantas outras.

Ter a maior economia nem sempre representa ser a capital política e administrativa, embora sua força econômica a influencie.

– Graça Forte se segura, se segura…

Quem está no ramo de combustíveis sabe que, num piscar de olhos, a Petrobrás pode surpreender e aumentar os preços.

Depois de 15 anos, a empresa registrou prejuízo, e a parcela de acionistas (ela é estatal com capital misto) está forçando um significativo aumento, que oneraria a Gasolina em mais de R$ 0,20.

A presidente da empresa, Graça Foster, nega aumento. Mas nitidamente percebe-se que é da boca-pra-fora

Antes das Eleições, duvido que mexam no preço. Mas na segunda-feira seguinte ao pleito… xiiii… os bolsos dos consumidores que tomem cuidado!

– Duas Perguntas Que Não Devem Ser Respondidas sobre… Lucas e Coréia!

1-Leio que o bom jogador sãopaulino Lucas pode ser vendido ao Paris-Saint Germain por mais de R$ 105 milhões de reais.

Se ele vale tudo isso, quanto valeria Zico, Zidane, Cruyf, Baggio, Francescoli…?

2-Me recordo que em 2002 o árbitro equatoriano Byron Moreno apitou de forma estranha a partida válida pelas oiutavas-de-final da Copa, entre Itália X Coréia do Sul. Se por vias oficiais ou oficiosas, descobriu-se que o placar foi “encomendado” para que o anfitrião chegasse a uma quarta-de-final.

O escandaloso pênalti não marcado hoje (Olimpíada 2012) pelo árbitro tcheco na partida entre Brasil X Coréia do Sul, a favor do nosso adversário, não teve o mesmo peso de erro de Copa do Mundo, mas que pelo momento do jogo foi desestruturante, ah foi!

Coreanos podem reclamar?

– Prejuízo da Petrobrás alerta Motoristas

Olha lá: a Petrobrás teve prejuízo no último trimestre, após 15 anos contabilizando lucros. Os motivos são: variação do câmbio e preço baixo no mercado interno.

Entenda-se por preço baixo a comparação com o mercado externo, pois, logicamente, é caro para o consumidor brasileiro, devido a alta carga de impostos.

O medo é: anunciou prejuízo, na sequência se anuncia aumento de preços. Aguardemos!

– Comércio de Cigarros e Saídas Inteligentes

A Indústria do Cigarro realmente é esperta. Nos EUA, a tributação dos impostos varia em cada estado, mas para desincentivar o fumo, cobra-se muito caro. Em Nova Iorque, um maço de cigarros da marca mais barata custa 13.00 dólares.

Desde que os impostos foram majorados, os jovens diminuíram o consumo de cigarro (pela lógica, adolescentes e jovens não teriam dinheiro para comprar cigarros e não se viciariam). Porém, os fabricantes encontraram brechas na lei: Charutos e cigarrilhas tem outra taxação, então criaram “little cigars”: cigarros mais compridos, aromatizados, e que não pagariam impostos tão altos quanto os tradicionais.

Pena que eles são sucesso entre os jovens…

Fico muito a vontade para criticar o tabagismo, pois meu avô materno morreu em decorrência do maldito cigarro.

Quem quiser, fume a vontade, mas longe de mim e que não seja meu parente nem amigo, pois a eles não desejo tal vício.

– Coca-Cola foi expulsa e McDonald’s faliu na Bolívia? Fato ou Inverdade?

Nesta quarta e quinta-feira, ganhou grande repercussão a informação de que o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola da Bolívia. Junto disso, a rede venezuelana Telesur disse que o McDonald’s faliu no país vizinho!

Sabe o que mais impressionou? É que até a Revista Veja caiu nessas correntes falsas de Internet. E noticiou esses fatos.

Conclusão: há pouco, a Veja pediu desculpa aos seus leitores e explicou que tudo isso ocorreu por culpa de um Ministro da Bolívia.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/bolivia-expulsa-coca-cola-e-mcdonald-s-quebra-no-pais

ERRAMOS: A BOLÍVIA NÃO VAI EXPULSAR A COCA-COLA

Nesta quarta-feira, uma notícia ganhou destaque na imprensa brasileira e internacional: ela falava da iminente expulsão da Coca-Cola e da falência da rede de lanchonetes McDonald’s na Bolívia. O que dava respaldo à história eram frases do ministro de Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca, o que por si só já deveria ter ligado um sinal de alerta. O chanceler boliviano é célebre pelos discursos amalucados, como aquele em que disse que “as pedras têm sexo”. É sempre sábio analisar o contexto de suas declarações e descontar seus exageros poéticos, esotéricos, ideológicos. No episódio desta quarta-feira, na fala de Choquehuanca se misturavam a fábrica de refrigerantes, o fim do capitalismo e os mistérios do calendário maia. Mas esses não eram os únicos motivos para que a notícia fosse vista com uma altíssima dose de ceticismo. O McDonald’s deixou a Bolívia há 10 anos, e a menção à sua “falência”, como se fosse fato de agora, devia causar suspeita. A notícia, no entanto, se propagou à velocidade da internet, que muitas vezes leva a imprensa a atropelar uma das cláusulas mais sagradas de seu contrato com o leitor: nunca publicar aquilo que não foi exaustivamente checado. O site de VEJA também descuidou desse dever num artigo com o título “Bolívia expulsa a Coca-Cola, e McDonald’s quebra no país”. Daí a existência desta reportagem. Ela vem para reconhecer o erro, pedir desculpas ao leitor – e passar a limpo uma história que afinal de contas, é mesmo curiosa e merece ser contada.

As reportagens originais sobre Choquehuanca, a Coca-Cola e o McDonald’s foram publicadas na Venezuela, pelo site do canal de televisão Telesur e pela Agência Venezuelana de Notícias (AVN), ambos veículos controlados pelo governo esquerdista do coronel Hugo Chávez. As reportagens escamoteavam a data e a circunstância do discurso em que Choquehuanca, de fato, mencionou o refrigerante. Além disso, o chanceler nunca citou o McDonald’s. As elucubrações sobre a rede de lanchonetes vêm de outra fonte, o documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, lançado no ano passado pelo cineasta Fernando Martinez.

No último dia 13 de julho, Choquehuanca fez um discurso na Ilha de Sol, na cidade de Copacabana, uma região turística ao redor do lago Titicaca, para anunciar que a Bolívia será sede de um encontro entre indígenas e movimentos sociais para celebrar o fim do ciclo que marca o calendário maia. Além de esquerdista, Choquehuanca é um dos grandes porta-vozes do nacionalismo índigena entronizado na Constituição Boliviana de 2007, que estabelece que a Bolívia é um estado plurinacional constituído por “36 nações originais de camponeses indígenas”. À ocasião, o chanceler afirmou que o dia 21 de dezembro de 2012, último do calendário maia, marcaria o fim de uma era e citou como exemplo simbólico o fim da Coca-Cola no país. “O dia 21 de dezembro de 2012 tem que ser o fim da Coca-Cola. É o começo do mocochinchi [bebida tradicional da Bolívia]”, afirmou o ministro. Segundo ele, no final deste ano teriam fim “o egoísmo, o individualismo e a divisão do país”.

O discurso foi tirado de contexto pelos jornalistas de Hugo Chávez, que fizeram dele, nesta quarta-feira, um sinal de que a Bolívia se preparava oficialmente para expulsar a Coca-Cola de seu território no fim de 2012.

Reação – Diante da encrenca criada pelos vizinhos bolivarianos, o governo de Evo Morales precisou se pronunciar. Por meio da Agência Boliviana de Informação (ABI), lamentou que as falas do chanceler tenham sido retiradas de contexto. E deixou claro: em momento algum o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola do país. Pelo contrário, a empresa americana continua trabalhando normalmente na Bolívia e é encontrada em qualquer esquina a preço baixo. “Choquehuanca, um estudioso da cosmologia andina e do calendário maia, falou ao povo boliviano sobre a chegada de um novo tempo, que contrastaria com este antigo, baseado no individualismo. Disse que um tempo comunitário, pacífico e fraterno estaria por vir. Nesse contexto, o chanceler fez uma metáfora, mal interpretada, de que, a partir de 21 de dezembro, os bolivianos substituiriam a Coca-Cola pelo mocochinchi – tradicional bebida boliviana, feita com pêssego e canela”, informou a agência ao site de VEJA.

McDonald’s – Quanto ao McDonald’s, ele não atua na Bolívia há 10 anos por razões comerciais. De acordo com nota da própria rede de fast food divulgada à época, o lucro de seus restaurantes no país era insignificante diante dos investimentos para manter as lojas. O documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, contudo, interpreta o fechamento como um triunfo ideológico do povo boliviano, que teria bravamente resistido às investidas do imperialismo gastronômico. Essa tese foi reproduzida na notícia divulgada hoje – sem que o nome do filme fosse mencionado, nem a data, já distante, do adeus do McDonald’s ao país andino.

– Burger King X McDonald’s: a Batata Olímpica da Discórdia

Briga de gigantes no período olímpico: McDonald’s patrocina a Olimpíada, mas Burger King usa Anderson Silva para promoção do evento (mesmo sem patrocínio). Haverá problemas?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/07/anderson-silva-revela-promocao-do-burger-king-para-jogos-olimpicos.html

EM AÇÃO ARRISCADA, BURGER KING USA ANDERSON SILVA PARA LUCRAR COM OLIMPÍADA

LUTADOR ANTECIPOU PELO TWITTER UMA PROMOÇÃO QUE SE CONFIGURA COMO MARKETING DE EMBOSCADA, SEGUNDO ADVOGADO, E PODE RENDER PUNIÇÃO À REDE DE FAST FOOD

Embora não seja patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, o Burger King acaba de lançar uma campanha voltada para a competição. Em seu perfil no Twitter, o lutador Anderson Silva, garoto-propaganda da rede de fast food, antecipou que cada medalha do Brasil irá render batata frita em dobro nos restaurantes da companhia no dia seguinte. A promoção vale apenas para combos.

O perfil do atleta no microblog, com 2,3 milhões de seguidores, vem sendo usado não só pelo Burger King, mas por vários de seus patrocinadores oficiais, como a Nike e a Philips, para gerar comentários sobre ações e campanhas feitas pelas empresas. Na última terça-feira (24/07), por exemplo, Silva perguntou a seus fãs se era “dia de churrasco”, uma alusão ao lanche oferecido pela rede.

Marketing de emboscada?
Como o Burger King não é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres e, pior, é concorrente direto do McDonald’s, que comprou uma das cotas oferecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a ação se caracteriza como marketing de emboscada, isto é, quando uma empresa se aproveita de um evento esportivo para divulgar sua marca ou seus produtos sem fechar um patrocínio oficial. Esta é a opinião de Eduardo Carlezzo, advogado desportivo.

“Esta é uma ação coordenada do Burger King, e não só uma frase no Twitter, então ela ganha outra envergadura. Se aplicarmos estritamente os conceitos de marketing de emboscada, essa ação é irregular”, afirma o advogado.

Pelas regras impostas pela organização dos Jogos, não é permitido, por exemplo, usar as palavras “ouro”, “prata” e “bronze”, todas elas citadas na página oficial da marca no Brasil.

A imagem criada pela companhia também fere as regras, pois ela representa uma óbvia alusão entre um produto do Burger King, a batata frita, e a tocha olímpica, símbolo pertencente à Olimpíada.

Agora, resta saber se haverá alguma ação jurídica para proibir ou punir a rede de fast food. De acordo com Carlezzo, há um vácuo jurídico nesse caso, pois não há no Brasil uma legislação específica para punir o marketing de emboscada no caso de Jogos Olímpicos.

“O marketing de emboscada foi colocado na legislação pela primeira vez na Lei Geral da Copa, mas ela é válida apenas para a Copa do Mundo de 2014. Há um Ato Olímpico, que foi assinado quando o Brasil se candidatou para receber os Jogos do Rio, mas ele também vale apenas para a edição de 2016. Normalmente, em uma discussão jurídica, a empresa que se sente lesada se apoia no código civil, basicamente, e em concorrência desleal, porque o concorrente tirou vantagem de um direito que não possui. Mas nesse caso existe um limbo jurídico”, afirma Carlezzo.

O Burger King tem como meta para o Brasil chegar às mil lojas até 2016, quando os Jogos Olímpicos serão realizados no Rio de Janeiro, para se aproximar das 1,4 mil unidades que o McDonald’s, seu principal concorrente, possui no país. Para se ter uma ideia, a companhia cresceu 30% em 2011, saltando de 190 para 230 pontos de venda, mas, para cumprir o objetivo, o ritmo terá de ser acelerado.

– Importação de Gasolina quebra Recordes!

Você sabia que o Brasil já gastou mais de US$ 1.5 bilhão para o país não parar por falta de Gasolina?

A história do pré-sal, da autosuficiência, do etanol como combustível do futuro…?

E aí, como ficam esses bla-bla-blás?

Extraído de: http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/07/30/noticiaseconomia,2888498/importacao-de-gasolina-cresce-315.shtml

IMPORTAÇÃO DE GASOLINA CRESCE 315%

Para evitar um colapso no mercado doméstico, Brasil é obrigado a fazer compra recorde de combustível no exterior por US$ 1,4 bilhão

O Brasil está batendo recordes na importação de combustível. Sem etanol suficiente, produção de gasolina estagnada e consumo em alta, o País foi obrigado a elevar as compras externas para evitar um colapso no mercado doméstico. Só neste ano (até maio), o volume de gasolina importada cresceu 315%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As operações custaram cerca de US$ 1,4 bilhão. O valor representa 83% dos gastos realizados em todo o ano de 2011, quando as importações já haviam crescido 332%. Por enquanto, não há expectativa de mudança no cenário. 

O ritmo de importação deve continuar em alta, pelo menos, até o ano que vem. Depois, o crescimento deve se acomodar. A previsão de especialistas é de que as importações se estabilizem num nível elevado.

A solução do problema depende de uma série de fatores, como a entrada em operação das refinarias da Petrobras e a definição sobre o papel do etanol na matriz energética brasileira.

O setor, que passou os últimos anos trabalhando para liderar a exportação de etanol no mundo, teve de importar 1,45 bilhão de litros de etanol para atender o mercado. Enquanto isso, o consumo de combustíveis não parou de crescer, especialmente porque o governo deu subsídio para a compra do carro zero – de janeiro a junho deste ano, 1,6 milhão de carros novos entraram no mercado. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

– Do Google ao Yahoo: o Desafio da Grávida Mais Importante do Vale do Silício

Quem é da área de Administração de Empresas ou de Tecnologia, a conhece: Marissa Mayer, a executiva do Google que se debandou para o Yahoo, se tornando a nova CEO da cia.

Veja esses números: as ações do Yahoo estão 85% menos valiosas do que no ano 2000; a empresa vive em crise de imagem e admite ser o pior momento da sua história.

É ou não um desafio? Principalmente para alguém que está… grávida!

De certo, não é fácil encara ruma gravidez em meio a uma tormenta empresarial como essa. Boa sorte à dona Marissa.

Extraído de: http://is.gd/7823f8

MARISSA DEIXOU O GOOGLE PARA GANHAR US$ 100 MIL NO YAHOO

A executiva Marissa Mayer, que deixou o Google após 13 anos para se tornar CEO do Yahoo!, pode ganhar até US$ 100 milhões em cinco anos à frente da nova companhia. O valor pode ser alcançado pela soma de salário, bônus e participação em ações, segundo documentos entregues pelo Yahoo! ao órgão regulador do mercado financeiro americano.

De acordo com o site da revista Fast Company, esse valor pode ser alcançado se forem somados o salário anual de US$ 1 milhão de Marissa, um bônus de US$ 2 milhões, além de outros US$ 12 milhões em aquisição de ações restritas em três anos. Além disso, ela deve receber um prêmio de até US$ 30 milhões e um adicional de ações de até US$ 30 milhões em cinco anos. Ela ainda deve receber compensações por receitas de seu antigo empregador, o Google.

Marissa Mayer foi a primeira engenheira do sexo feminino contratada pelo Google e era responsável por serviços locais, de mapeamento e de localização para a gigante da internet. Ela foi anunciada como nova CEO do Yahoo! – a terceira em um ano – na segunda-feira.

O ex-CEO Scott Thompson deixou a empresa em maio, depois de ser acusado de ter inflado seu currículo acadêmico. Ele substituíra Carol Bartz, demitida em setembro passado por não ter conseguido revitalizar o Yahoo!, uma das companhias pioneiras da internet.

A nomeação de Mayer é considerada um lance surpreendente do Yahoo!. Ela superou o atual presidente-executivo, Ross Levinsohn, que era tido como o favorito para a posição.

– Ice Cola: o Novo Calcanhar de Aquiles da Coca-Cola

A revista Época Negócios, da página 89-96 na edição de Julho 2012, trouxe na matéria de Robson Viturino um interessante artigo sobre o empresário Cláudio Bruehmueller e a criação da Ice Cola.

Nela, há algumas curiosidades:

– Na fábrica de Vargem Grande, os funcionários podem dormir em redes depois do almoço!

– A empresa é processada pela Coca-Cola por plágio do rótulo, devido as cores e logo da Ice Cola.

– Entre os parceiros, estão 15 empresas médias que a compõe, rendendo 2 bilhões de reais / ano.

– A Ice Cola tem 2% do mercado de colas, sendo que 88% é da Coca-Cola, 5,5% da Pepsi, 1% da Schin.

– No Brasil, 55% dos refrigerantes são cola; 22% guaranás, 11% laranja, 5% limão e 3% uva.