– Comissão Européia pedirá à FIFA uma nova escolha para a Copa de 2022. Alguém acredita que mudará?

Leio que a Comissão de Cultura, Ciência, Educação e Meios da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE) vai pedir à FIFA uma nova escolha para a sede da Copa do Mundo de 2022.

Michael Connarty, deputado do parlamento europeu e autor do projeto, reclama que a Comissão de Ética da FIFA realizou investigações “radicalmente viciadas”, e que uma nova escolha acabaria com suspeitas desagradáveis.

A queixa decorre dos documentos publicados pelo jornal inglês “The Sunday Times”, nos quais Mohamed Bin Hammam, o presidente da Confederação de Futebol da Ásia na época, subornou eleitores de todo o mundo para a escolha do Catar, em especial da África.

Eu não acredito em nova escolha. Afinal, imaginem as “somas gastas” pelo sheik catari para o sucesso do empreendimento?

A propósito, outra pendenga: a Copa será em quais meses de 2022? No inverno ou no verão (de acordo com as férias do calendário europeu)? Isso será decidido até Dezembro próximo.
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– Uma Vitória da Pinga Brasileira nos EUA!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– Gasolina Brasileira vira Paraguaia a Preço Baixo

Revoltante!

A Petrobrás, que tem estado em péssima fase econômica e administrativamente, vende a Gasolina Brasileira que produz ao nosso vizinho Paraguai. Só que MAIS BARATO DO QUE A NÓS, E COM PERSPECTIVA DE QUEDA DE PREÇOS (pela 4a vez apenas em 2015)!

Extraído de: http://g1.globo.com/hora1/noticia/2015/02/petrobras-anuncia-reducao-no-preco-do-combustivel-para-o-paraguai.html

PETROBRAS ANUNCIA 4a REDUÇÃO NO PREÇO DO COMBUSTÍVEL PARA O PARAGUAI

A Petrobras anunciou a quarta redução seguida nos preços dos combustíveis, só que no Paraguai. A empresa brasileira é uma das principais fornecedoras para o país vizinho.

Quem mora em Ponta Porã só precisa atravessar uma avenida para fazer economia, na hora de encher o tanque. O preço da gasolina já está mais barato que no Brasil, R$ 2,97, e vai cair ainda mais.

A Petrobras anunciou que a partir da segunda-feira de carnaval (16), o litro deve chegar a R$ 2,80, valor que pode ter uma pequena variação por causa da cotação do dólar, referência para a conversão de moedas.

Esta é a quarta vez, só este ano, que a Petrobras anuncia uma redução nos preços dos combustíveis, no Paraguai. Outras duas distribuidoras seguem o mesmo caminho de queda nos valores da gasolina e do óleo diesel porque no mercado internacional, o preço do barril de petróleo vem caindo.

No Brasil, o cenário é diferente e para o consumidor, a matemática está complicada. O que provocou o reajuste dos preços, no início de fevereiro, foi o aumento dos impostos sobre os combustíveis: PIS e Cofins, que tiveram impacto médio de R$ 0,22 sobre a gasolina e R$ 0,15 sobre o diesel.

A presença de brasileiros nos postos paraguaios aumentou mais de 20% nos últimos 15 dias e a expectativa de vendas é ainda melhor para a próxima semana, quando os preços na bomba devem cair ainda mais.
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– Premier League receberá quase 8 Bilhões de dólares da TV. No Brasil…

A Sky Sports e a BT Sport, juntas, pagarão US$ 7,8 bi por 3 anos de campeonato inglês (A Sky transmitirá 126 jogos e a BT 42 por temporada). Na ponta do lápis, cada clube que jogar com transmissão da televisão receberá 15,5 milhões de dólares/jogo.

Aqui no Brasil, por 4 temporadas, a Globo pagou R$ 4 bi por todos os jogos em TV aberta.

Diferença sensacional, hein?

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– Paulistão que virou Paulistinha?

Hoje é dia de SanSão. Um clássico como Santos x São Paulo outrora era amplamente divulgado. Agora, passa batido numa 4a feira a noite.

Uma pena. Os jogos do Campeonato Paulista estão fracos, com pouco público e sem empolgação. Nível técnico sofrível! E diga-se o mesmo da série A2.

A verdade é que 20 clubes na A1 e na A2 é muita coisa! O ideal seria a redução: 12 ou 14, não mais do que isso.

Claro, geraria mais desemprego entre os clubes do interior (e eu como bom caipira fico triste com isso), mas é inevitável que os estaduais sejam repensados. Nele, atualmente, até jogão vira joguinho.

E observe: na 4a passada, tivemos Corinthians x Once Caldas pela TV aberta. Domingo, Palmeiras x Corinthians. Hoje, de novo, Once Caldas x Corinthians (mesmo quase nada valendo). O clássico SanSão é preterido por uma partida que só cumpre tabela!

Digo e repito: os Estaduais estão acabando com o Futebol Brasileiro pela sua deficiência. Eles deveriam ser subdivisões do Brasileirão, onde os pequenos jogariam o ano inteiro e os grandes teriam melhor calendário.

Tal idéia , sugerida em outra postagem, está no link: https://professorrafaelporcari.com/2015/01/26/campeonatos-jabuticabas/

Agora, vale a observação: por quê as Federações Estaduais sempre estão ricas e os clubes subservientes a esta situação? Algo tem que ser feito.

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– Quando um detalhe ofusca um trabalho

Compartilho ótimo artigo do Professor José Renato Sátiro Santiago, em seu “Boletim do Conhecimento”, a respeito de uma interessante analogia entre o mundo da TV e o mundo das Empresas.

Sobre os elogios à beleza da atriz Paolla Oliveira numa série da Globo, onde o detalhe do bonito corpo da moça ofuscou uma brilhante atuação: nas empresas, quantas vezes um detalhe ofusca um grande trabalho?

Já aconteceu com você?

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/O_belo_atributo_de_Paola_e_suas_semelhancas_com_o_dia_a_dia

O BELO ATRIBUTO DE PAOLA E SUAS SEMELHANÇAS COM O DIA A DIA

Foram milhões em investimento.

Contou com a participação de profissionais de primeira linha.

Alguns até com reconhecimento mundial.

Segundo os críticos especializados foi inegável a qualidade de tudo que foi feito.

Seria possível comentar muitas outras questões sobre a minissérie “Felizes para Sempre?” que a Rede Globo de Televisão apresentou durante as últimas duas semanas.

No entanto, ao que parece, para o público em geral, um fato foi mais relevante que tudo isso, “a bunda da atriz Paola Oliveira”.

Antes de prosseguir no tema, já antecipo que realmente é digno de elogio o atributo da jovem atriz.

Mas… “apenas” de elogio.

Certamente é desolador para todos os profissionais envolvidos que isso tenha acontecido.

Até mesmo para a própria atriz que acabou tendo o seu desempenho se resumido a uma “bunda”.

Ao ler entrevista com o diretor da minissérie, Fernando Meireles, a princípio, ele também destacou o seu incomodo quanto ao acontecido.

Mais, afirmou que se imaginasse a repercussão de determinada cena que evidenciou o citado atributo de Paola, teria eliminado da edição.

Não o conheço para ter a certeza se isso aconteceria.

Tão pouco duvido que a “bunda” tenha sido apresentada desta forma justamente para ganhar todo este destaque.

Seja o que for, enfatizo a decepção que deve estar presente junto aos profissionais que desempenharam seu papeis e que precisarão colocar nos seus currículos que atuaram na minissérie da “bunda”, sob o risco de ninguém sequer lembrar o nome da mesma (caso tenha esquecida, o nome foi citado no começo do texto).

No entanto, por mais paradoxal que possa parecer, situações similares a esta ocorrem em nosso dia a dia corporativo e pessoal também.

De repente, algo totalmente acessório, com todo o respeito a “bunda” de Paola, torna-se o principal.

A verdade é que os detalhes podem fazer totalmente a diferença e se tornarem a principal questão a ser considerada.

Sabendo disso, da próxima que assistirmos a uma nova minissérie, certamente outra “bunda” poderá ganhar destaque e será alçada de coadjuvante para protagonista.

Assim como sempre acontece em nosso dia a dia e quaiquer projetos dos quais fazemos parte.

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– Remédios proibidos da EMS, segundo a ANVISA!

Minha mulher estava certa! Ela sempre questionou a qualidade de genéricos da EMS, e, certa feita, me proibiu comprar o antibiótico Amoxicilina da empresa, numa necessidade.

Agora, o remédio oficialmente está proibido!

Extraído de: http://extra.globo.com/noticias/economia/anvisa-proibe-venda-de-amoxicilina-rifamicina-da-marca-ems-15249388.html

ANVISA PROÍBE AMOXICILINA E RIFAMICINA DA EMS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e o uso dos antibióticos amoxicilina e rifamicina fabricados pela empresa EMS S/A. As determinações foram causadas por descumprimento de requisitos das normas sanitárias.

Foram proibidas a distribuição, comercialização e uso de todos os lotes da amoxicilina + clavulanato de Potássio 50 Mg/ML + 12,5 Mg/ML Pó Para Suspensão Oral, fabricados a partir de fevereiro de 2013. Além disso, a empresa terá que interromper a fabricação do remédio usado no tratamento contra infecções diversas e recolher os estoques existentes no mercado.

A decisão foi tomada após a constatação de que o medicamento estava sendo fabricado com excipiente — substância presente nos medicamentos para dar características como volume, forma e consistência ao produto — diferente do que foi aprovado pela agência reguladora. Além disso, os testes mostraram o uso de um insumo farmacêutico que estava sendo sintetizado de forma diferente do que consta no registro do remédio.

Segundo a Anvisa, essas mudanças, que não foram autorizadas, podem alterar o resultado final do produto. As medidas foram tomadas depois de uma inspeção realizada pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias do Estado de São Paulo e do município de Hortolândia.

Já a rifamicina 10 mg/ml teve a fabricação suspensa depois que o laboratório aumentou o tamanho do lote em 10 vezes sem aprovação da Anvisa. O antibiótico é utilizado em diversos casos, como em curativos e no tratamento de ferimentos e queimaduras.

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– A Regra do Salário em Dia será cumprida?

O Futebol retoma suas atividades, e tanto o Paulistão (pela 3a vez) quanto o Brasileirão terão a “Regra do Salário em dia”. Ou seja, o Regulamento Geral das Competições prevê que o clube que não ter suas obrigações salariais cumpridas, pode perder pontos ou até ser excluído.

Alguém acredita que isso acontecerá? Sobre isso, duas coisas:

1- Será que todos os times estão com salários em dia? Eu duvido.

2A FPF ou a CBF, em seus torneios, terão coragem de tomar tal medida? Duvido-e-o-dó!

Estou para ver Flamengo ou Corinthians perderem pontos por salários atrasados. Medida demagógica e que não será aplicada. E, caso fosse, teriam peito de tirar pontos da maior parte dos clubes brasileiros, já que o incomum é ver jogador com salário em dia?

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– A Febre dos Los Paleteros vencerá o inverno?

Estão na moda os sorvetes mexicanos. Algumas empresas criaram o conceito de picolés grandões de temática mexicana e estão ganhando mercado. Talvez a principal seja a “Los Paleteros”, a base de leite condensado e cujo preço da franquia é de R$ 300.000,00!

A questão é: venderá a mesma coisa no inverno? Afinal, sorveteira é um dos empreendimentos que mais sofrem com sazonalidade. E no caso de sorveteria temática, mais ainda!
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– O Aumento do Percentual de Álcool na Gasolina foi confirmado!

Não é mentira: o Álcool, que subiu quase R$ 0,20 na bomba nos últimos dias (devido a entressafra, a baixa produtividade e o alto consumo), aumentará a sua proporção na formulação da Gasolina!

Pois é. Era 20%, aumentou para 25% e a partir de 15 de fevereiro será 27% a quantidade de Álcool na Gasolina.

Portanto, o motorista que usa Gasolina sentirá que seu carro terá menor autonomia, já que não renderá tanto como antes (afinal, a Gasolina Brasileira é cada vez menos “Gasolina Pura”). Já o motorista que usa Álcool sentirá no bolso outro aumento, pois se precisará de mais Álcool para atender a mistura da Gasolina nas distribuidoras e o produto tenderá a ter a oferta diminuída.

Lembrando que não vale acreditar que não acontecerá nada a quem tem carro flex, pois se ele usa Gasolina, sentirá o efeito da mudança também: afinal, o álcool das bombas é o Álcool Etílico (Etanol) e o da mistura é o Álcool Anidro.
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A Bilionária Apple!

A Apple divulgou seu balanço: a empresa tem em seu caixa US$ 178 bi!

Dá para comprar a GM + Ford + Tesla, e ainda sobrará 40 bi no caixa.

Uau… o valor da empresa no mercado é de 640.000.000.000,00 de dólares.

Não precisa escrever mais nada depois disso…

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– Abasteçam o seu carro urgentemente!

Hoje divulgou-se que o balanço não auditado da Petrobrás mostrou Lucro Líquido de 3 bilhões. Claro, não está incluído o custo-corrupção, o que “arrebentaria” as contas da empresa.

Como o mercado sabe que só se cobrirá o déficit da verdadeira conta (aquela que contabiliza o roubo bilionário saqueado há anos) com aumento de combustíveis, todos estão ansiosos para saber quando e como ele acontecerá.

A verdade é que: para equilibrar as contas, necessita–se de 13 bilhões de reais. Então, no próximo dia 01 de fevereiro haverá o aumento do PIS e da COFINS na Gasolina e no Diesel. E em até aproximadamente 60 dias, o da CIDE.

Portanto, atenção: SERÃO 2 AUMENTOS! Isso deve impactar, ao final, em R$ 0,25 a R$ 0,28 na Gasolina e R$ 0,15 a R$ 0,18 no Diesel.

Lembrando: nos últimos dias, com o aumento do consumo de Etanol e a baixa produção, o produto JÁ AUMENTOU ENTRE R$ 0,15 a R$ 0,20.

O cenário, infelizmente, é ruim!

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– Até quando se modificará nome de time?

A Globo não aceita, de jeito algum, o tal de “Marketing de Emboscada”. Ou seja: citar nome ou filmar anúncio de empresa que não é sua parceira.

Exemplos?

Às vésperas da Copa de 1994, a Bhrama patrocinava o futebol da emissora. Em um dos amistosos da Seleção Brasileira, a Kaiser resolveu comprar todas as placas publicitárias em um jogo do Canadá. Lembram-se dessa partida? Foi transmitida grande parte com o lateral esquerdo sendo filmado da cintura para baixo, cortando o atleta para não parecer a marca da cervejaria concorrente nas placas em volta do gramado.

Quando o Paulista de Jundiaí foi arrendado pela Parmalat, a empresa colocou uma das suas marcas no nome do time: Etti Jundiaí! Claro, para a Globo virou Jundiaí FC…

E o Pão de Açúcar? Quando Abílio Diniz resolveu investir no futebol e começou a fazer sucesso, em especial nas categorias de base, qualquer menção ao clube (em especial na Sportv durante a Copa SP de anos atrás), referia-se ao time como PAEC (paéqui).

Neste último domingo, seguindo a lógica da Fórmula 1 onde a equipe Red Bull Racing se transforma em “RBR”, no jogo amistoso entre Palmeiras x Red Bull o time virou “RB Brasil”!

Se não bastasse isso, mudaram o distintivo do time sem o nome da empresa de energéticos que é dona do time. Aí a Globo se superou…

Sem contar que ela não costuma citar estádios com Namings Rights: Arena Itaipava? Allianz Parque? Esqueça!

Será que se a Red Bull comprasse uma cota do Paulistão ela mencionaria o nome?

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– Eurico estava sóbrio ao falar do Cariocão?

Enquanto o Brasil rediscute o calendário do futebol e critica cada vez mais os Estaduais (em especial, os grandes clubes que desejam dedicação aos torneios nacionais e internacionais), Eurico Miranda vai na contramão, declarando nessa semana ao jornal Extra que:

O Carioca é muito mais importante que o Brasileiro ou a Libertadores. A sede do Vasco é no Rio de Janeiro, minha maior rivalidade é no Rio de Janeiro. Eu faço questão de prestigiar. O Carioca é a minha prioridade nesse ano.

Que mentalidade dos nossos dirigentes! Vasco da Gama x Duque de Caxias seria mais glamoroso e rentável que Vasco da Gama x Boca Juniors? A Copa do Brasil (criada pelo próprio Eurico nos anos 90 enquanto dirigente da CBF) leva à Libertadores que leva ao Mundial de Clubes. O Campeonato Carioca leva ao quê? Não vale dizer que à Copa do Brasil, pois os clubes grandes já estão previamente classificados para ela…

Discordo totalmente do cartola. E você?

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– Incoerência sobre a Regra do Patrocínio no Futebol?

Me custa entender: se o Ituano quiser usar a marca de cervejas Schincariol em sua camisa (empresa símbolo da cidade de Itu) ou o Paulista desejar usar espumantes Cereser (tradicional fabricantes de bebida de Jundiaí), não poderão. Motivo: bebidas alcoólicas não podem ser patrocinadoras de camisas de clubes de futebol. Esqueça ver a Bhrama e todo o seu poderio financeiro nas costas do uniforme do São Paulo ou da Antártica na do Palmeiras. Isso graças a uma regulamentação do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), que proíbe anúncios de bebidas e cigarros em equipes esportivas.

Entretanto…

Por muito dinheiro, Marco Polo Del Nero assinou um acordo com a Cervejaria Petrópolis, dona de diversas marcas de cervejas, entre elas, aquela cujo naming rights estampará o torneio: Paulistão Itaipava 2015, desbancando a Chevrolet, último patrocinador.

Só para eu entender a legislação brasileira: não se pode patrocinar quem corre com a bola nos gramados com marcas de bebidas alcoólicas no uniforme; mas, ao mesmo tempo, se pode colocar placas publicitárias estáticas mostrando o nome da cerveja a todo instante?

Aliás: mais um patrocínio milionário que a FPF recebe. Os clubes devem estar contentes com a divisão do bolo, não é? Afinal, a Federação é a união dos clubes cuja função é servi-los.
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– O Pacote de Maldades do Governo: 2002 repetindo 2014 entre acusações e práticas de PT e PSDB

Que desgosto da política brasileira!

No debate da Rede Globo na última campanha presidencial, Dilma Rousseff disse que não faltaria energia elétrica, que não aumentaria os juros nem tomaria medidas antipopulares.

Fez tudo isso. E Aécio, logicamente, faria também!

Discurso de campanha, mentiroso e maldoso. Engana-se o eleitor claramente, que inocentemente volta nessa cambada de gente ávida pelo poder.

Pois bem: agora pagaremos quase 20 bilhões de reais a mais em impostos de 2015, já que há um pacotaço de reajustes.

Somente os combustíveis serão onerados aproximadamente em R$ 0,22 a Gasolina e R$ 0,15 o Diesel.

Quer dizer que REDUZIR OS GASTOS DA MÁQUINA ADMINISTRATIVA (pra quê tanto ministério e tanto cargo como assessor disso / daquilo), acabar com as mordomias dos deputados e senadores ou eliminar o custo bilionário da corrupção não pode; e a gente é que paga essa conta com aumento de impostos?

Foram 8 anos de PSDB na presidência e 12 de PT. As notícias que eu ouvia da esquerda em 2002 são as mesmas que ouço da direita em 2014: “o (a) presidente foi responsável pelo apagão, não investiu em energia, sucateou o país, deu um fôlego desenvolvimentista de mentira, pois depois veio a recessão e o desemprego; aumentou os juros e tomou medidas antipopulares.” 

O discurso é o mesmo, dos dois lados e da militância fanática de ambos!!! E nenhum dos dois partidos em 20 anos solucionou a crise energética!

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– Custo Brasil sobre os Portos

Assustador: 16 horas é o tempo médio que os navios aguardam para atracar no Porto de Santos, contra uma média mundial de 6 horas; 21 dias é o quanto demora a liberação de contêiners, enquanto que o Porto de Roterdã (Holanda), 4 vezes mais movimentado, leva 2 dias.

É mole?

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– Ambev comprará a Pepsi por 140 bi?

João Paulo Lemann é um midas. Seu grupo, o 3G Capital, é realmente impressionante.

De dono da cervejaria Bhrama, investiu na aquisição do seu maior concorrente, a Antártica e formou uma empresa detentora das maiores e mais numerosas marcas de bebidas, a Ambev. Depois se juntou à multinacional belga Interbrew e formou a Inbev. Na sequência, fez algo impossível: comprou a mítica líder de mercado norte-americana, a Budweiser (do grupo Anheuser Busch) e a transformou em AB Inbev. Sem contar que ele é dono do principal concorrente do McDonald’s, o Burger King, além do grupo B2W, formado por Lojas Americanas, Submarino e Shoptime.

Agora, quer comprar briga com outro grande gigante: a Coca-Cola! Fala-se no mercado que Lemann estaria preparando uma oferta de 140 bilhões de dólares pelo grupo PepsiCo, que congrega a Pepsi e todas as outras empresas da área alimentícia.

Uau!!!

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– Dudu é complicado pra chuchu!

Virou piada: na 2a, o jogador Dudu é do SPFC. Na 3a, do Corinthians. Na 4a, voltou a melar o negócio. Na 5a, acertou com o SPFC e na 6a está perto do Corinthians.

Para que a gozação da novela fosse completa, só faltava que, ao final de semana, nem o Tricolor e nem o Timão acertassem com o jogador. E não foi isso o que aconteceu? Surpreendentemente, Dudu vai jogar no Palmeiras!

Quer dizer que o São Paulo ofereceu 3,5 milhões de euros e pagamento num curto prazo; a oferta do Corinthians era de 4 milhões, mas com prazo mais longo; e por fim o Palmeiras adquiriu 50% do jogador por 3 milhões.

Bom negócio?

Sei lá… Particularmente, eu via com receio a disputa do atleta, que tem média de 0.20 gol por jogo e histórico de confusões extra-campo. Me parecia mais uma disputa birrenta de dirigentes do que a briga por um craque. Aliás, Dudu é um atacante de contra-ataque. Mas não é nem Muller tampouco Edmundo. Supervalorizado?

O certo é que o Palmeiras deu um chapéu nos seus rivais. Dá moral ao presidente Paulo Nobre e o jogador ocupará a titularidade do Verdão.

O tempo dirá se o tiro não saiu pela culatra. A única certeza é que esse Dudu passa longe do histórico Dudu, o original e lendário Olegário Tolói de Oliveira.

Em tempo: Sílvio Luiz, o folclórico narrador, publicou em seu Twitter que encontrou Bruno Paiva (filho do ex-jogador Mário Sérgio e empresário do Dudu) dentro de um supermercado, e que ele garantiu que todas as negociações do jogador estavam paradas. Minutos depois… Dudu acertava com o Palmeiras por R$ 100 mil reais a menos do que pediu ao São Paulo.

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– A FIFA e seus critérios malucos de reembolsos

US$ 2,800.00! É esse o valor que cada clube de futebol será reembolsado como diária pela cessão de atletas para a Copa do Mundo, independente do salário e da sua qualidade.

Pela lógica, o Custo-FIFA de Jô, centroavante reserva da Seleção Brasileira, é o mesmo do argentino Lionel Messi.

Coisas de Battler: na prática, o Real Madrid ganhará por ter liberado Cristiano Ronaldo (que recebe mais de 1 milhão de euros por mês) o mesmo cheque que o time do Borac Banja Luca pela liberação de Asmir Avducic, o 3o goleiro da Bósnia Herzegovina.

Eu discordo desse critério. E você?
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– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

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– O que esperar da Copa SP de Juniores? E a arbitragem da Competição?

Começa o ano e por tabela começa o calendário esportivo com a tradicional competição do início de janeiro: a Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Antes, a nobre “Copinha”, como carinhosamente é chamada, agregava os grandes clubes da cidade para celebrar o aniversário da Capital Paulista. Posteriormente, somou-se a eles clubes do Interior do Estado e outros grandes do país, como cariocas, mineiros e gaúchos.

Dizia-se que a Copa SP sempre revelava talentos, como Zico e Falcão. Mas se ela não existisse, tais craques não apareceriam? A mesma Copinha já “revelou” João Fumaça, Sérgio Mota, Chumbinho…

O problema é: a Copinha não revela mais ninguém! Kaká e Neymar foram reservas na Copinha, quando chamados a participar da competição. Aí valem os questionamentos:

– Os treinadores dessas equipes são realmente talhados para tal?

– Jogador-talento no juvenil vira craque no profissional?

– Quem disse que garoto coadjuvante não vira profissional protagonista?

Participei por 9 anos apitando jogos da Copa SP. Antes, ela servia para revelar árbitros e dar oportunidade aos iniciantes. Meu primeiro jogo no torneio foi em 1998 – Santos do Amapá x Desportiva do Espírito Santo no estádio que precedeu a Arena Barueri.

Hoje, a Copa São Paulo serve para colocar em atividade árbitros que foram “esquecidos” durante o ano e para treinar o pessoal da série A1. Revelar talentos também parece ter sido deixado de lado pela Comissão de Arbitragem. No meu tempo, quem apitava a final da Copinha era árbitro da A2 ou A3 e que seria nome certo para ter oportunidade na A1. Boa época da arbitragem paulista…

Enfim: Farah começou o processo de inchaço da competição, diminuindo o nível técnico com fases irrelevantes e times montados para vender atletas. Só que ele era inovador: trouxe o Milan-ITA, o Kashima-JAP… Já Marco Polo Del Nero escancarou de vez: aumentou ainda mais o número de clubes de empresários e inexpressivas equipes. Veja nesse ano: teremos times desconhecidos como o São Mateus Babaçu (Maranhão), o Tarumã (Amazonas), o Guaicurus (Mato Grosso do Sul) ou o Unaí Itapuã (Distrito Federal).

Para mim, a Copinha infelizmente se tornou um catado que não revela mais ninguém. E para você?

Seria tão legal que ela fosse composta de poucos, bons e tradicionais clubes… O nível técnico aumentaria e se tornaria mais atrativa.

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– O Acordo Histórico do Fim do Embargo Econômico entre EUA e CUBA

E não é que nesta semana Barack Obama anunciou que os Estados Unidos voltarão a manter relações diplomáticas com Cuba?

Hoje, o embargo econômico não faz mais sentido… e por quê ele ainda existia?

Vaidade? Necessidade estratégica? 

Nada disso. Culpa dos dois lados, como crianças birrentas que não querem se dar as mãos.

Antes, Cuba era vital para a União Soviética tentar amedrontar os EUA durante a guerra fria, devido a localização geográfica. Com a falência do comunismo, tudo isso deixou de ser importante. O problema é que só Fidel e Raul Castro não aceitavam essa realidade, além da nítida falta de política agregadora americana, que preferiu virar as costas ao seu vizinho pobre.

Que venha a paz!

E, lendo há pouco, descubro que o Papa Francisco foi o grande interlocutor para esse dia histórico! 

Abaixo, extraído do OESP

ATUAÇÃO DE FRANCISCO FOI CRUCIAL PARA O ACORDO

Por Cláudia Trevisan

A atuação do papa Francisco foi crucial para o acordo que permitiu aos Estados Unidos e Cuba anunciarem ontem a retomada de suas relações diplomáticas. Muitos dos encontros entre os dois lados ocorreram no Vaticano e pelo menos um deles teve a participação do pontífice.

Nos discursos que realizaram ontem, os presidentes Barack Obama e Raúl Castro agradeceram o empenho do papa nas negociações. Segundo assessores da Casa Branca, o pontífice enviou cartas aos dois líderes pedindo mudanças na relações bilaterais. Ainda de acordo com o assessores, Cuba foi o principal assunto discutido entre Obama e o papa no encontro que ambos tiveram no Vaticano em maio.
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– A Nobreza do SPFC colocada em xeque?

O São Paulo FC vive dias de turbulência política talvez nunca antes vistos.

Ultimamente, a saudosa imagem do ex-presidente Marcelo Portugal Gouveia se mostra distante. Afinal, veja os casos recentes:

1) Juvenal Juvêncio deu um drible no estatuto, aumentou seu mandato e se reelegeu;

2) Tido como possível renovação, Aurélio Miguel, ex-judoca e militante sãopaulino fez a ambição do seu grupo político sucumbir em meio a escândalos da administração Kassab.

3) Kalil Rocha Abdala perdeu a eleição como candidato ao São Paulo e se manteve como provedor na Santa Casa; hoje, a entidade está endividada e os funcionários querem sua cabeça.

4) O episódio conturbado envolvendo Carlos Miguel Aidar e o contrato da Under Armour. Este, talvez mais complicado. Vamos discuti-lo?

A empresa de material Under Armour é muito forte no fornecimento de material esportivo das equipes de futebol americano, e quer entrar no soccer. Para isso, tenta o Tottenham na Inglaterra e o São Paulo no Brasil.

Acontece que o Tricolor Paulista já estava alinhavado com a Puma, e resolveu mudar o contrato para a Under Armour, que pagaria 135 milhões de reais pela parceria. Só que na negociação, um escritório levará 20% da intermediação.

Caramba: R$ 27 milhões não é muita grana para uma mera Comissão?

Pior: o escritório é da namorada do presidente Aidar, Cinira Maturana!

Xiii… mesmo que não seja golpe, parece que é! E moralmente o negócio fica suspeito…

O São Paulo não costumava dar esse tipo de “passa-moleque” entre seus próprios associados e no cofre do clube.

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– Animais Silvestres e suas Tabelas!

Dados da Revista Superinteressante, ed Dezembro/2012, pg 28-29, sobre os preços de bens da Natureza extraídos na Floresta Amazônica.

Uma Arara Vermelha é vendida lá pelos nativos por R$ 200,00, e revendida por R$ 12.000,00;

Um Tucano Toco, por qualquer caixinha. Mas na revenda, vai para R$ 4.000,00.

Um Cocar Kayapó, de R$ 70,00 vira R$ 15.000,00.

Açaí? Lá, R$ 1,70/ quilo, mas se revende por R$ 20,00.

Produtos mais raros: a Arraia-de-Água-Doce é retirada por R$ 50,00 e repassada por R$ 60.000,00.

Até os menores custam caro: uma borboleta azul custa R$ 0,10, mas os intermediários chegam a pedir R$ 400,00.

O maior disparate? Uma aranha-marrom, vendida por R4 2,00 e a grama do seu veneno extraído por R$ 49.000,00!

Custo baixo para a compra, lucros absurdos!

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Panettone Bauducco é mais caro no Brasil do que no Japão!

A Pandurata é a dona da marca Bauducco, e nessa época natalina, os preços dos seus panettones estão em alta.

Eu prefiro o Chocottone, mas gosto dos outros também. Mas o curioso é: o panettone Bauducco é exportado para o Japão atravessando o planeta, pagando impostos de alfândega e…. pasmem: é mais barato lá!

A empresa justifica que os impostos brasileiros para os comerciantes é o grande vilão dos preços. Será?

Abaixo, a comparação do mesmo produto no supermercado brasileiro e no japonês (extraído da Veja.com)!
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– A mentira da publicidade do Sorvete da Dilleto! O Conar não gostou…

Já viram aqueles carrinhos de caríssimos sorvetes italianos da Dilleto, no qual aparece a figura de um velhinho, supostamente o pioneiro na produção de gelatos em sua família e que há quase 100 anos iniciou a produção de sorvetes artesanais, propagada nas embalagens?

Pois é… TUDO MENTIRA.

A empresa – que não tem 10 anos – misturou marketing, história e invenção publicitária. Agora, a mentira está custando caro…

Veja o que eles diziam:

“La felicità è un gelato” – Com essa frase, o Nonno Vittorio Scabin resumia toda a sua dedicação ao Diletto, um sorvete artesanal, feito com frutas frescas e neve. o ano era 1922, e o local era o pequeno vilarejo de Seppada, na região do Vêneta. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais fazia do Dialetoo um sorvete delicioso e saudável. Mas veio a grande guerra, e Vittorio viu-se obrigado a deixar sua Itália e construir uma nova vida no Brasil. Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutiliezas do processo artesanal desenvolvido pelo nonno. Diletto: esse é o legado que Vittorio Scabin deixou para seus netos, que mantém a mesma dedicação, perfeccionismo e paixão que são fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.”

Agora, veja a realidade,

em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141212/diletto-tera-admitir-que-vovo-marca-ficticio/216273.shtml

A MENTIRA DO VOVÔ QUE NUNCA EXISTIU

A história fictícia que era contada como verdadeira pelos sócios da empresa de sorvetes Diletto deverá ser mudada, de acordo com decisão divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (#Conar).

Na prática, explicaram fontes do mercado publicitário, isso significará que a marca de sorvetes terá de explicitar em toda a sua comunicação – incluindo site institucional, propaganda e embalagens – que o personagem não existe.

Um dos sócios da empresa, Leandro Scabin, contou durante anos a história de que o negócio recriava versões das receitas de seu avô, #VittorioScabin, um italiano que fazia sorvetes no início do século 20.

Além de estar disponível no site da companhia, a trajetória do “#nonno Vittorio” foi reproduzida por vários jornais e revistas. Na verdade, o vovô saiu da imaginação de outro sócio da empresa, Fabio Meneghini, ex-publicitário que por anos trabalhou na WMcCann. O avô de Scabin, na vida real, nunca viveu de produzir sorvetes.

Depois que o fato de a história ser fictícia ter vindo à tona, a Diletto divulgou nota afirmando que a história de Vittorio em nada afetava a #qualidade do produto. A companhia afirma que todo o resto de sua publicidade era real, incluindo o fato de usar limões sicilianos, coco da Malásia e baunilha de Madagascar na fórmula de seus produtos.

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– Competência Administrativa versus Competência Financeira: caso Fluminense e Unimed

Sempre aprendi que em qualquer tipo de empresa, a capacidade gerencial deve estar acima de qualquer outra que seja. Até mesmo a monetária.

Um bom gestor consegue algum resultado com modestos instrumentos administrativos. Se ele tiver dinheiro, sucesso total. Mas um mau gestor, mesmo com dinheiro, pode fazer com que a grana seja mal aplicada.

Quer exemplo? A parceria de 15 anos entre a Unimed e o Fluminense!

Mesmo com o mecenas Celso Barros enchendo os cofres das Laranjeiras com o dinheiro da rica instituição de saúde, os resultados podem ser considerados pífios. Veja:

No Rio de Janeiro, nesse período, o Flamengo (na pindaíba que sempre anda) conquistou 9 campeonatos regionais. O Fluminense, somente três (1/3) como seu co-irmão Botafogo.

No Brasileirão, Cruzeiro, Corinthians e São Paulo conquistaram 3 títulos cada um. O Fluminense, 2.

Na América do Sul, o São Paulo e o Inter/RS, sem parceiros endinheirados, ganharam Libertadores e Sulamericana (e Mundiais de Clubes). O Corinthians, o Santos e o Cruzeiro também levantaram o caneco principal da Conmebol. O Fluminense, nenhum título internacional.

De que valeu todo o dinheiro?

As más línguas dirão que ajudou a tirar o time da série C…

Será?

Com dinheiro, mas sem ter pessoas que saibam o que fazer com ele, o fiasco será sempre uma possibilidade. Neste caso não foi fracasso, mas ruim retorno ou baixo custo-benefício.

Concorda com essa linha de pensamento? Deixe seu comentário:

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– Piso e Teto nos Salários do Futebol?

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Fred ou Valdívia, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

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– Peixes gerarão… Diesel!

O que dizer da tecnologia de ponta aliada a sustentabilidade? O Governo Federal quer produzir pelo menos 210 milhões de litros de Biodiesel a partir das vísceras de Tilápia!

Abaixo, extraído de: http://is.gd/CM80UT

BIODIESEL DE PEIXE

Projeto da Petrobras e do Ministério da Pesca transforma restos de pescado em matéria-prima de combustível “limpo”

Maior produtor nacional de tilápia, o Ceará está prestes a fechar o ano produzindo 30 mil toneladas do peixe, um crescimento de 10% na comparação com 2011. Seria apenas motivo de comemoração, não fossem as cerca de três mil toneladas de vísceras descartadas no solo. Além de gerar mau cheiro, elas contaminam o lençol freático. Esse aspecto poluente da produção de tilápia logo terá fim. Um projeto tem como meta transformar o descarte em combustível limpo.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca firmaram uma parceria para intensificar os estudos para, a partir das vísceras, extrair o óleo de peixe. A ideia é que o subproduto do pescado passe a integrar o grupo de produtos que o País transforma em biodiesel (leia quadro). A tecnologia para transformar peixe em combustível já começou a ser testada. No Nordeste, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec) – em parceria com a empresa Ekipar e o governo do Estado – finaliza a criação de uma máquina capaz de processar a matéria-prima residual do pescado e extrair o óleo. O equipamento será apresentado no próximo dia 19.

Os idealizadores do projeto esperam atingir três objetivos. “O primeiro, de caráter ambiental, é o fim da poluição dos açudes e rios gerada pelo descarte das vísceras dos peixes. O segundo é a geração de renda extra para as cooperativas de pescadores. E o terceiro é a fabricação de um combustível limpo”, enumera o presidente da Nutec, Lindberg Gonçalves. Matéria-prima para tocar o projeto não vai faltar. Se atingidas as metas estabelecidas no Plano Safra do Ministério da Pesca e Aquicultura, o País terá produzido dois milhões de toneladas de pescado por ano até o final de 2014. Com isso, 210 milhões de litros de biodiesel à base de óleo de peixe irão impulsionar caminhões todos os anos.

Depois de concluir o desenvolvimento logístico e científico do projeto, restará uma última tarefa aos idealizadores: mostrar aos pescadores e criadores que, ao jogar os restos do pescado por aí, estarão perdendo dinheiro, além de prejudicar o ambiente.

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– 4 Grandes Paulistas Sem Patrocínio?

O Santos está sem patrocínio master na camisa há tempos. O Palmeiras idem. Diga-se o mesmo do São Paulo. E agora há rumores de que a Caixa Econômica Federal sairá da camisa dos principais clubes do Brasil, entre eles, o Corinthians. Aliás, um banco estatal desse porte precisa patrocinar time de futebol?

Os 4 grandes de SP ficarão sem patrocínios em 2015? Talvez sim. E isso sugere o quê: baixo retorno da mídia “futebol” ou crise verdadeiramente reconhecida na economia do país?

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– Novos e Antigos heróis da Marvel

Confesso: Adoro quadrinhos e aventuras de super-heróis. Sou fã do Superman! Mas, claro, curto os demais.

E não é que a Marvel prepara um pacotão de novos heróis e deseja destacar alguns esquecidos?

O Capitão América envelhecerá e será substituído; Thor será indigno do Martelo de Odin e uma mulher será a nova deusa do Trovão; e o Homem Aranha verá sua namorada se transformar em Mulher Aranha – e, acreditem, ele próprio será substituído por um garoto pobre, negro e latino.

Surpreendam-se! Extraído da Epoca.com:

Aos 75 anos, a Marvel quer contar a história dos desajustados em quadrinhos

A editora de quadrinhos de sucessos como o Homem-Aranha e os X-Men ganhou fama ao criar heróis pouco convencionais e abordar questões sociais relevantes, como preconceito racial e homofobia. Em 2014, ao completar 75 anos, abriu espaço para personagens femininas e aumentou a diversidade étnica de suas revistas

RAFAEL CISCATI
05/12/2014 16h21
Editora Globo (Foto: Editora Globo)
Kamala Khan, a heroína muçulmana filha de paquistaneses. Aos 75 anos, a Marvel abre espaço para personagens femininas e diversidade étnica (Foto: Divulgação/Marvel)
Sana Amanat estava no ginásio quando dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas, em 2001. Sana nasceu nos EUA em uma família muçulmana, e foi criada em um subúrbio de Jersey City, cidade vizinha à Nova York. No dia seguinte aos atentados, foi abordada por um colega de escola com quem nunca conversara: “Fale para o seu povo parar de nos atacar”. Confusa, não soube como responder à provocação: “Nos atacar? Eu pensei que eu também fosse um dos ‘nós’”, disse, enquanto narrava o incidente durante uma palestra do TEDx no início deste ano. A família de Sana veio do leste asiático. Mesmo nascida nos EUA, a menina sentia que não se encaixava perfeitamente. De repente, Sana era uma intrusa e sua cultura era sinônimo de terrorismo. Mais de uma década se passou desde então. Hoje, Sana trabalha na Marvel, uma das maiores editoras de quadrinhos em todo o mundo. Lá, ajudou a editar títulos importantes, como Wolverine e Homem-Aranha. No início de 2014, Sana tornou-se a responsável por um dos maiores sucessos recentes da Marvel, ao colocar nas páginas de uma revista as histórias de uma intrusa como ela.

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>> E se os super-heróis fossem desenhados como as super-heroínas?

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Sana e a escritora G. Willow Wilson criaram Kamala Khan, uma garota de 16 anos que, sem aviso, adquire superpoderes e decide usá-los para proteger a vizinhança onde mora. Nada muito diferente de outros heróis – o Homem-Aranha surgiu com uma história parecida. A diferença é que Kamala é muçulmana. Filha de paquistaneses emigrados para os Estados Unidos, a menina encontra dificuldade para conciliar as expectativas e a cultura da família aos hábitos e expectativas da sociedade ocidental em que nasceu. Antes de ganhar superpodres, passa a maior parte do tempo on-line, escrevendo fanfictions – histórias fictícias criadas por fãs – da Capitã Marvel, sua heroína favorita e uma das personagens mais antigas da Marvel. Inspirada pela Capitã, Kamala veste um uniforme e assume o nome de Miss Marvel. Quando Ms. Marvel  nº1 chegou às bancas, em fevereiro, o sucesso de vendas foi imediato. O título inaugurou uma sequência de lançamentos que, ao longo do ano, mudaram a cara de diversos heróis, dando lugar de destaque a personagens femininos e de diferentes etnias. Acostumada a tratar de questões sociais nas páginas dos quadrinhos, a Marvel ficou ainda mais progressista.

Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP)  (Foto: AP)
Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP) (Foto: AP)

2014 foi um ano importante para a Marvel. Nascida como Timely Comics em 1939, a editora completou 75 anos em novembro. Marcou a data com modificações em alguns de seus principais títulos. Desde o mês passado, o Capitão América é negro. Quando Steve Rogers, o Capitão América original, começa a envelhecer aceleradamente, seu parceiro, Sam Wilson, assume sua identidade e legado. Alguns fãs ficaram contrariados com a mudança mas, de maneira geral, ela foi bem recebida: “Eu recebi uma foto de uma sala de aula com vários alunos negros”, disse Rick Remender, o autor da série, à CNN. “As crianças pulavam, com a imagem do Sam logo atrás delas. Isso é relevante culturalmente”. Thor também mudou. Considerado indigno, o filho de Odin perdeu o martelo. Seu lugar foi ocupado por uma mulher.

>> Nova heroína da Marvel será uma adolescente muçulmana

Hoje, as personagens femininas têm nove títulos dedicados a elas – o maior número em 75 anos. Lançamentos para 2015 já foram programados, como uma série estrelada por Gwen Stacy, a namorada de Peter Parker, no papel de Mulher-Aranha. E a tendência a diversificar os personagens, em termos étnicos e de gênero, chegará aos cinemas em 2016 e 2017, com os lançamentos dos filmes da Capitã Marvel e do Pantera Negra – o primeiro super-herói negro dos quadrinhos, criado em 1966.

>> A guerra dos super-heróis

Parte dessas mudanças é atribuída a pressões internas. “As grandes editoras sempre tiveram problemas com questões de representação – de gênero ou raça”, diz Matthew Smith, professor de estudos de mídia da Universidade Wittenberg e autor do livro O Poder dos quadrinhos: histórias, formas e cultura. “Isso acontecia por que as editoras eram controladas por homens brancos e heterossexuais, que pensavam escrever somente para adolescentes homens, brancos e heterossexuais”. Desde 1939, o quadro de funcionários da Marvel mudou. Há, agora, maior diversidade étnica e maior número de mulheres entre os autores e editores. Com eles, mudou a forma de narrar histórias.

>> GamerGate e a guerra contra mulheres nos videogames

Entre os roteiristas da Marvel, Kelly Sue DeConnick chama atenção pela baixa estatura, pelos vivos cabelos vermelhos e pela disposição a, segunda ela própria, “deixar as pessoas desconfortáveis para que minha filha não precise fazer o mesmo”. Desde 2012, Kelly Sue escreve as histórias da Capitã Marvel. Tornou Carol Danvers, uma personagem clássica, em símbolo feminista. Carol surgiu em 1969, na revista do Capitão Marvel original. Uma oficial de segurança da Nasa, Carol surpreendeu o capitão pela beleza. Mesmo depois de tornar-se uma heroína poderosa,com o nome de Miss Marvel, Carol continuou a ser conhecida pelas curvas. Lutava contra o crime em trajes diminutos. Kelly Sue mudou a trajetória da personagem.

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Carol Danvers em dois momentos: como Miss Marvel e, a partir de 2012, como Capitã Marvel, nas histórias escritas por Kelly Sue. O apelo sexual exagerado sumiu, as roupas mudaram e as tramas ficaram mais complexas (Foto: Divulgação/ Marvel)

Em 2012, Carol assumiu o posto de Capitã Marvel, substituindo o ex-namorado morto. Com a transformação, Kelly Sue aproveitou para mudar o uniforme da heroína: em lugar do maiô pouco prático, a personagem passou a usar macacão de aviadora. As histórias cresceram em complexidade. Nas páginas da sua própria revista, a Capitã Marvel já chegou a dizer – e provar – que é mais poderosa que o Capitão América. Os fãs foram ao delírio – na internet, criaram grupos que celebram a personagem, os Carol Corps. O quadrinho virou sucesso de vendas. Era o que a editora pretendia.

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O X-Man Jean Paul Beaubier, o Estrela Polar (à esquerda, de joelhos). Ele foi o primeiro herói assumidamente gay. As histórias dos X-Men foram  associadas, ao longo dos anos, à luta pelos direitos dos homossexuais  (Foto:Divulgação/ Marvel)

Desde os anos 1960, a Marvel estabeleceu tradição em se arriscar para conquistar mercados. Ao longo dos anos, isso significou tratar de temas com relevância social – como preconceito racial, homofobia e sexismo – na esperança de conquistar o apreço do público. “A Marvel fez jogadas menos seguras que seus competidores desde o começo”, diz Sean Howe, autor de Marvel, a história secreta. “Já em Marvel nº1, os protagonistas – Tocha Humana e Namor, o príncipe submarino – aterrorizavam os cidadãos comuns. Depois disso, no começo dos anos 1960, Stan Lee e Jack Kirby se especializaram em contar as aventuras dos azarões”.

>> Marvel confirma casamento homossexual em X-men

Em lugar do homem branco, forte e moralmente irrepreensível – ainda que vindo de outro planeta – os heróis da Marvel eram garotos magrelos, famílias briguentas e jovens excluídos. Na primeira história de O Quarteto Fantástico, em 1961, os heróis brigam entre si o tempo todo. O Homem-Aranha não passava de um garoto pobre e órfão e Os X-Men eram temidos, odiados e frequentemente associados à causa gay. Esse histórico deu à empresa disposição para criar personagens pouco convencionais e que, frequentemente, incorporavam questões sociais em voga na época de sua criação.

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O Pantera Negra, o primeiro super-herói negro a aparecer nas revistas de uma grande editora. Rei de uma poderosa nação africana, ele ganhará filme próprio em 2017 (Foto: Divulgação/ Marvel)

“Onde quer que se vejam leituras a se suprir, para os leitores da ‘geração de agora’, a Marvel vai empreender esforços para dominar essa tendência e atender a essa demanda”, dizia um memorando do departamento de Marketing  da Marvel, que circulou pelos corredores da empresa em início dos anos 1970, reproduzido no livro de Howe. Foi essa a ambição por trás da criação de Luke Cage-herói de aluguel. Criado em 1972, Cage foi o primeiro herói negro a ter título próprio na história dos quadrinhos americanos. “A criação da revista foi uma tentativa da Marvel de fazer sucesso na esteira do filme Shaft”, diz Howe. Shaft, de 1971, conta a história de um detetive negro que combate a máfia italiana no Harlem. Faz parte do movimento blaxploitation, que pretendia levar às telas americanas filmes dirigidos e protagonizados por negros. Antes disso, em 1966, a editora criara o Pantera Negra, o primeiro herói negro a surgir em um quadrinho de grande circulação. Rei de Wakanda, um rico país africano dono de avançada tecnologia, o Pantera Negra apareceu nos gibis três meses antes do surgimento do Partido dos Panteras Negras, que lutava pelos direitos civis dos afroamericanos. A semelhança do nome foi mera coincidência.

Lidas agora, essas primeiras histórias podem soar inadequadas ou mesmo panfletárias. Com exceção do Pantera Negra, os personagens negros eram associados a um passado de pobreza e violência. Estereótipos também eram usados ao retratar personagens femininas. Na década de 1970, os roteiristas à frente da Ms. Marvel, por exemplo, introduziam na história questões sobre beleza e trabalho. Carol trabalhava em uma revista feminina. Era preciso deixar claro que uma heroína, por ser mulher, vivenciava experiências diferentes das vividas por um homem: “É difícil escrever sobre as experiências dos outros quando você nunca vivenciou nada semelhante”, diz Smith, da Universidade Wittenberg. “Acho que havia muitos homens brancos de classe média tentando entender o que significava crescer nos EUA sendo negro. Eles não sabiam muito sobre isso, não mais do que aquilo que viam no noticiário ou que eram capazes de descobrir através do contato com seus poucos amigos negros. Mesmo assim, acho que é preciso dar-lhes crédito por, ao menos, tentar”.

Agora ao 75 anos, a Marvel tem a vantagem de contar com autores para quem essas experiências não se resumem ao telejornal. Isso se reflete nas histórias. O novo Homem-Aranha, Miles Morales, é um garoto negro de ascendência latina. Nasceu em uma família pobre mas feliz. Kamala Khan, muçulmana, é só uma adolescente normal. A afirmação de sua religião não é ponto central da história. Hoje, Kelly Sue costuma dizer que mal pensa na Capitã Marvel como mulher ao escrever. Ao ser escritas por uma roteirista, as histórias da personagem ganharam fluidez.

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O Homem-Aranha do universo Ultimate. Miles Morales é um adolescente negro de ascendência latina (Foto: Divulgação/ Marvel)

Isso não significa que não exista mais espaço para diversificação. Há novos autores escrevendo, mas a indústria ainda é dominada por homens. O historiador especializado em quadrinhos Tim Hanley analisa os números da indústria mensalmente, para saber quantas mulheres trabalharam nas revistas publicadas. No levantamento de setembro, o último divulgado, 548 homens participaram da criação dos quadrinhos da Marvel, contra 61 mulheres.

Além disso, por mais que seja animadora, essa onda progressista é vista com ressalvas. Muitos acreditam que essas mudanças não devem durar. “Às vezes, ler quadrinhos é como jogar um jogo de tabuleiro”, diz Smith. “Não importa o quanto você avance, acaba sempre voltando para o ponto de partida”. Leitores assíduos já se acostumaram a acompanhar mudanças, como a morte de um personagem, que duram dois ou três anos até ser revertidas. Tudo volta a ser como antes. Sucessos como Ms Marvel  – a revista da Kamala Khan – devem continuar. Mesmo que o título seja cancelado, a personagem ganhou fôlego o bastante para resistir, integrada a algum grupo de super-heróis. E, ainda que efêmeras, essas mudanças deixam marcas na cultura popular: “Os quadrinhos permitem que as empresas experimentem novidades, como colocar personagens homossexuais em papéis de destaque. Ou criar protagonistas femininas. E podem fazer isso porque o investimento inicial é pequeno”, diz Smith. “Os quadrinhos são um laboratório da cultura popular americana.”

Enquanto crescia, Sana Amanat, a editora da Ms Marvel, disse que não encontrava personagens parecidos com ela nos programas que assistia. Diferente de seus colegas – que podiam comer carne de porco e nadar usando biquínis – Sana precisou encontrar refúgio para o próprio desajuste na ficção. Encontrou o que precisava na série animada dos X-Men: “Havia uma mulher negra com cabelo branco que podia manipular o tempo; um homem peludo e azul; uma garota tímida que não podia tocar ninguém”, disse Sana. “Essas pessoas eu conseguia entender, porque eles também eram diferentes. E, mesmo assim, os X-Men aceitavam quem eles eram, e defendiam essa identidade”. Os X-Men, heróis perseguidos pelo preconceito, diziam a ela que estava tudo bem em ser diferente.

Quando começou a trabalhar com quadrinhos, Sana achou muito natural a ideia de criar um personagem que fizesse o mesmo. Um personagem com o qual garotas como ela poderiam se identificar: “Todos nós queremos ser heróis”, diz Sana. “E não seria incrível se os heróis se parecessem conosco?”

– Messi renovou ou não? Quanto ganhará? E se Pelé ainda jogasse?

Lionel Messi está em vias de acertar o seu futuro. Na negociação de renovação com o Barcelona (que está em andamento), há a preocupação com as ofertas dos “novos ricos bancados por mecenas”: Manchester City, Chelsea e PSG, que estariam interessados no craque. Agora, surgiu um suposto interesse no arquirrival Real Madrid.

Boato ou não?

E os valores?

Especula-se que as cifras do novo contrato do argentino com o time catalão seriam de € 20 milhões por ano; ou, se facilitar para entender quão grande é esse montante, daria 1.6 milhões de euros por mês. Se preferir, saiba que isso dá € 59.523,00 por dia de serviço.

Agora, transforme isso em reais e perceba: enquanto você leu esse texto (mais ou menos 1 minuto de leitura), Messi embolsaria R$ 160,00 (o que dá quase € 2.500 por hora – e não é “hora trabalhada”, é simplesmente por hora mesmo).

O futebol perdeu a noção do dinheiro, sem dúvida alguma. Nessa lógica, no auge da carreira, quanto ganharia Pelé nos dias atuais?

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– Real Madrid: quando o dinheiro fala mais alto que a fé e a tradição!

Futebol cada vez mais é business. Prova disso é que as tradições dos clubes passam a ser suplantadas por excepcionais acordos mercadológicos.

Um atual exemplo é o espanhol Real Madrid. O poderoso clube acaba de vender por R$ 1,2 bilhão o naming rights do seu estádio à petrolífera Ipic, dos Emirados Árabes. O atual nome Santiago Bernabéu Yeste (ex-soldado franquista condecorado, ex-jogador de futebol que defendeu o clube e considerado o maior presidente da história do time madrilenho) perdeu a vez para o dinheiro árabe.

Ontem, outra prova de força monetária frente a tradição: o Real Madrid mudou o seu escudo, em troca da parceria com o Banco Nacional de Abu Dhabi, que lhe financiará 2,5 bilhões para a construção de um resort em uma ilha, o Parque Temático “Real Madrid Resort Island”, além do lançamento de cartões de créditos globais. A exigência é de que a cruz sobre a coroa real fosse retirada já que os patrocinadores muçulmanos não estariam felizes por bancar alguém que carregasse um símbolo cristão.

E aí, o que lhe parece tudo isso?

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– Aumento dos Combustíveis pela CIDE?

Está na capa da Folha de São Paulo: a presidente Dilma Rousseff planeja a volta da CIDE, aquele nefasto “imposto dos combustíveis”. Segundo o jornal, o Ministro da Fazenda Guido Mantega calcula que com ele as contas públicas possam se reequilibrar.

Sabem quanto centavos impactava nos combustíveis a CIDE?

Na Gasolina, R$ 0,28! No Diesel, R$ 0,07.

Caracoles! Quer dizer que eles assaltam a Petrobrás, quebram a empresa com tamanha corrupção e a gente é que paga a conta?

Que os corruptos devolvam a grana!!!

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