– Cruzeiro está no caminho certo com Mano Menezes?

Mano Menezes é o novo treinador do Cruzeiro/MG por… R$ 500.000,00/ mês!

Não é muito?

Por um contrato até Dezembro de 2017?

Com carta branca para contratações?

Depois de demitir o bicampeão brasileiro Marcelo Oliveira e contratar por algumas rodadas Vanderlei Luxemburgo, a Raposa vai para o seu 3o treinador no Campeonato Brasileiro. Dará certo?

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– McWhopper não vingou. Teremos a união do Burger King e o McDonald’s algum dia?

Causou alvoroço: recentemente, o Burger King sugeriu ao seu maior rival, o McDonald’s, a criação de um lanche: o BigMacWhopper, numa excepcional ação de marketing, a ser comercializado no dia 21 de setembro, considerado em alguns países o “dia da Paz”.

Não aceita a proposta, através da rede social Tumblr, o Burger King sugeriu outra ação: a criação do “The Peace Day Burger”, juntando outras redes de fast food (incluindo a brasileira Giraffas). Para essa iniciativa, o McDonald’s ainda não respondeu…

Dará certo?
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– Jogadores como Sacas de Café ?

Há pessoas que tem o dom de escrever bem em analogias. Leio o artigo “A CBF tem que acabar” sobre “exportação de café e futebol”!

Não resisti: compartilho-o pelo excepcional texto e conjunto de idéias as quais tenho certeza de que as pessoas que prezam pela lisura e competência no esporte gostarão. Nele, há dados impressionantes.

Extraído da Revista Superinteressante, Ed 336, pg 30-31 (Agosto/2014).

A CBF TEM QUE ACABAR

Por Alexandre Versignassi e Guilherme Pavarin

O Porto de Santos é a cafeteira do mundo: um terço do café torrado na Terra passa por ali, numa jornada que começa nas fazendas do Brasil e termina nas xícaras de Madri, Milão, Moscou, Kiev… Não só nas xícaras. O maior comprador do nosso estimulante preto, ao lado dos EUA, é a Alemanha. Mas eles não tomam tudo. Revendem uma parte razoável, porque é um negoçião: os alemães pagam mais ou menos R$ 400,00 em cada saca de 60 quilos e reexportam para o resto da Europa por R$ 800. Sem industrializar nada, só revendendo café “cru” mesmo, do jeito que ele sai das roças daqui. Não é malandragem, é logística: eles podem fazer isso graças à sua malha ferroviária cheia de tentáculos, veias e artérias. Reexportar dali para o resto da Europa é fácil. Num ano típico, os caras importam 18 milhões de sacas e revendem 12 milhões. Isso faz da Alemanha o terceiro maior exportador de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. Tudo sem nunca ter plantado um pé de café.

Tem mais: das 6 milhões de sacas que ficam dentro da Alemanha, uma parte vai para Schwerin, uma cidadezinha de conto de fadas perto da fronteira com a Dinamarca. Por lá, os grãos brasileiros reencarnam na forma de cápsulas de Nespresso. E ganham preços que até outro dia só eram praticados no mercado de outro estimulante – branco. Um quilo dessas cápsulas acaba saindo por R$ 400,00 no varejo, quase 70 vezes o quilo do café cru. É 70 X 1 para a Alemanha.

No futebol é parecido. Exportamos o material cru, os atletas jovens, e importamos o produto acabado – não exatamente os jogadores, porque quando eles voltam geralmente estão é acabados mesmo. O que a gente compra é o espetáculo. Por mais que ninguém torça de verdade por um Real Madrid ou por um Bayern, todo mundo entende que o futebol para valer está lá fora, e que o Campeonato Brasileiro, na prática, é só uma série B do futebol mundial.

Um segunda divisão que alimenta a primeira com uma voracidade extrativista. O Brasil é o maior exportador mundial de jogadores, ao lado da Argentina. Vende por volta de 1.500 atletas/ano. Não faz sentido. Guido Mantega à parte, ainda estamos entre as dez maiores economias do planeta, à frente de destinos futebolísticos consagrados, como a Espanha e a Itália. Mesmo assim, nosso futebol não tem força econômica para reter pé-de-obra, e não para de ceder atletas para Madri, Milão, Moscou… E Kiev.

Até para a Ucrânia, que tem um PIB menor que o da cidade de São Paulo, a gente perde jogadores. Entre os atletas menos estrelados é pior ainda. Se o cara não consegue vaga nos times grandes daqui, qualquer tralha leva: Chipre, Malta, Bulgaria… Em 2013,

20 foram para o Vietnã, e dois ajudaram a engrossar a população das Ilhas Faroe, que tem 50 mil habitantes e PIB menor que o de Matão, uma cidade no interior de São Paulo (R$ 5 bilhões).

Até os 7 X l, o único patrimônio realmente sólido do futebol nacional era a Seleção. Sólido e lucrativo: a CBF faturou R$ 478 milhões com o time nacional em 2013. Só o patrocínio da camisa de treinos do time trouxe R$ 120 milhões. A Alemanha, segunda colocada nesse ranking, só levantou R$ 40 milhões com a dela. A Argentina, com Messi e tudo, R$ 10 milhões.

(…) Os 13 maiores clubes do País somam R$ 4,7 bilhões em dívidas. Tudo fruto de um péssimo gerenciamento, cuja inspiração vem lá de cima, da Confederação Brasileira de Futebol. Por essas, qualquer solução para o esporte passa pelo fim da CBF. Pelo fim do modelo atual, pelo menos. A entidade, hoje, é tão democrátíca quanto um feudo do século 13. Só existem 47 votantes para a presidência – 20 clubes da série A mais 27 federações estaduais. Ou seja: um colégio eleitoral altamente manipulável, que garante reeleições eternas para quem estiver lá em cima. (…).

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– Considerações sobre Neymar se transferir ou não para a Inglaterra

Na janela de especulações das transferências europeias (que se encerrarão em breve), vale tudo! Boataria é a marca principais dos tabloides ingleses. E o “The Sun” traz duas manchetes relativas a dois atacantes brasileiros e de dois “Manchesters”:

1 – Alexandre Pato seria comprado pelo Manchester City. Eu não creio. O time já tem Aguero, contratou Pedro e, se Pato chegasse, seria para a reserva. Vale tanto o investimento?

2 – Neymar se transferiria para o Manchester United. Aí sim é possível. E por vários motivos: o time (que é o mais rico do mundo hoje) precisa de um reforço dentro de campo que traga impacto, quer um jogador midiático para apagar a má temporada passada e ainda precisa de um bom vendedor de souvenirs, que desde Beckham, está carente.

E aqui vale algumas considerações: Neymar é carismático, jogador de imagem global e jovial, além de craque. A multa bilionária pode ser paga, já que dinheiro não é problema para os Reds. No Barcelona, Neymar é o coadjuvante que se prepara para um futuro protagonismo. Na Inglaterra, será o ator principal logo de cara. Além disso, qual seria o TENTADOR salário oferecido ao Neymar Jr negociado pelo Neymar Pai? E quanto ele levaria de luvas? E de percentual na transferência?

Aliás, crê-se que o distrato de Neymar do Barcelona para o Manchester United renderia aos cofres do Santos FC (o clube formador) cerca de R$ 31 milhões – mais do que o Peixe ganhou ao vendê-lo para os espanhóis!

É muita grana… E a pergunta é: por quê Neymar ficaria no Barcelona, se há tanto dinheiro e prestígio sendo oferecido?

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– Nextel estará a venda após fugir da falência?

Ela foi um sucesso como rádio, mas na briga entre as empresas de telefonia, sucumbiu! Saindo da recuperação judicial, possivelmente a Nextel será vendida!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20150825/missao-valim-preparar-nextel-para-venda/7343

MISSÃO DE VALIM É PREPARAR NEXTEL PARA A VENDA

Apesar de ter tido em entrevista ao jornal Valor de que “não há qualquer transação em discussão” e que uma eventual venda só faria sentindo “se tiver mais valia”, até as pedras sabem que a missão do executivo Francisco Valim, novo presidente da Nextel, é preparar a empresa de telefonia para a venda.

Em outras palavras, Valim terá de embelezar a noiva para valorizar seu dote para um futuro pretendente. Esse é o plano desenhado pela NII Holding, empresa que controla a Nextel, que saiu da recuperação judicial no fim de junho deste ano, com a aprovação de seu plano de reestruturação.

Com graves problemas financeiros, a empresa vendeu seus ativos no Peru, Chile e no México nos últimos anos, para concentrar seus investimentos no mercado brasileiro, o único lugar onde mantém atualmente operação.

Apesar das dificuldades, a Nextel até que conseguiu um relativo sucesso em sua estratégia brasileira, em especial nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a operadora atingiu uma participação de mercado de 13,1% em maio deste ano, segundo a consultoria Teleco, passando a TIM em celulares pós-pagos (a Nextel não atua em pré-pago). A previsão é que ultrapasse a Oi até o fim de 2015.

Em São Paulo, sua participação de mercado saiu de 2,8% para 6,7%, em maio deste ano, mas atrás das principais empresas do setor – Vivo, Claro, TIM e Oi.

De janeiro a maio, segundo a Teleco, a Nextel foi a terceira empresa em adições líquidas de celulares, atrás apenas de Vivo e TIM, com 490 mil de aparelhos, e à frente de Claro e de Oi.

Procurada, a Nextel não se pronunciou até o fechamento deste post.

Se comercialmente a Nextel mostra sinais de recuperação, há muito o precisa ser feito na parte financeira – exatamente a especialidade de Valim.

No ano passado, a receita da companhia encolheu 6,2% no Brasil, para R$ 3,9 bilhões. O prejuízo de R$ 1,9 bilhão representou uma alta de 106,7%.

No segundo trimestre de 2015, a receita de R$ 983 milhões representa uma queda de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. A geração de caixa, no trimestre, foi negativa, assim como a margem Ebtida.

Mesmo assim, não faltam rumores que há interessados em comprar a Nextel. Nos últimos dias, o boato mais forte envolvia a TIM – fato negado pela operadora de origem italiana, em comunicado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Para fazer uma oferta pela Nextel, a TIM teria de agir nos bastidores para resolver um imbróglio regulatório, afinal há sobreposições de licenças entre as duas empresas, o que não é permitido pela legislação brasileira.

A AT&T será peça-chave nesse xadrez do mercado de telecomunicações brasileiro. A operadora americana é dona da Sky, que atua no mercado de tevê por assinatura via satélite. No México, ela comprou a operação da Nextel, em janeiro deste ano, por IS$ 1,875 bilhão.

Os movimentos da companhia americana serão fundamentais no processo de consolidação do setor. Não se sabe ainda se ela vai aprofundar seus investimentos – e, nesse caso, a Nextel seria um alvo óbvio – ou tirar o pé do acelerador. Nesta opção, a Sky poderia parar nas mãos da Vivo.

Executivo com formação na área financeira, Valim é constantemente lembrado pelo processo de reestruturação da NET, que comandou em momentos críticos em meados dos anos 2000.

Mais recentemente, ao ser presidente da Oi, ele deixou a companhia depois de brigar com os controladores, que não concordaram em abrir o caixa e investir mais, como pedia o executivo.

Na Via Varejo, holding do Casino que controla a Casas Bahia e o Ponto Frio, teve uma rápida passagem de apenas oito meses.

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– A Arrecadação das Federações Estaduais e a dos Clubes da Série A:

Clubes falidos, Federações Estaduais Ricas. Sem contar o “mensalinho legalizado” que a CBF paga aos cartolas das federações, veja que quantia incrível (superior à da maioria dos times) as entidades estaduais arrecadaram só no 1o turno do Brasileirão da Série A.

Extraído de: http://epoca.globo.com/vida/esporte/noticia/2015/08/por-que-federacoes-arrecadam-mais-com-ingressos-do-que-os-proprios-clubes.html

POR QUE FEDERAÇÕES ARRECADAM MAIS COM INGRESSOS DO QUE OS PRÓPRIOS CLUBES?

Seis milhões de reais. É a quantia que federações estaduais de futebol arrecadaram no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, mais do que os clubes dos próprios estados em alguns casos. Elas não pagam salários de atletas, não arcam com despesas das partidas, não trabalham na promoção, mas ficam com 5% da receita bruta.

A Federação Paulista de Futebol (FPF), na carona dos altos números de Corinthians e Palmeiras, recebeu R$ 2,3 milhões. Ponte Preta e Santos, somados, tiveram receita líquida de R$ 1,8 milhão. A quantia deixa a entidade com mais renda do que 11 dos 20 times que jogam a primeira divisão, entre eles Fluminense e Vasco. A do Rio de Janeiro, mesmo sem Botafogo na elite, ficou com mais renda do que sete.

Ou vamos radicalizar na comparação: se as entidades formassem o “Federação Futebol Clube”, este time de cartolas teria a quarta maior receita líquida com ingressos – só Corinthians, Palmeiras e Grêmio conseguiram mais do que R$ 6 milhões “limpos” no primeiro turno.

Federação Receita
FPF (SP) R$ 2,35 milhões
FFERJ (RJ) R$ 1,21 milhão
FMF (MG) R$ 750 mil
FGF (RS) R$ 646 mil
FPF (PR) R$ 360 mil
FCF (SC) R$ 351 mil
FPF (PE) R$ 257 mil
FGF (GO) R$ 85 mil

O pior é que, em alguns casos, a federação leva a parte dela mesmo quando o mandante toma prejuízo. Em oito das 190 partidas do primeiro turno, clubes tiveram que tirar dinheiro do caixa para cobrir despesas e impostos. Mas a taxa da chefia seguiu intacta.

A solução é mais simples do que se imagina, e nem é tão radical: taxar a receita líquida em vez da bruta. A federação passaria a jogar junto. O clube – e a gestora do estádio, se houver – precisaria acertar na precificação do tíquete, atrair público, enxugar despesas, para que a entidade pudesse ganhar o dela. Senão, ao menos, não atrapalharia ao taxar quem já paga INSS, seguro, arbitragem, exame antidoping, policiamento e até quadro móvel (funcionários) da própria federação.

Pode parecer discussão pequena, de trocados em milhões, mas não é. As federações, sem fins lucrativos, que existem (só) para regular o futebol, tiram dinheiro dos clubes em bilheterias, patrocínios – elas vendem placas no campo para empresas que, por isso, desistem de investir em times – e nas várias taxas do dia a dia. Muitas faturam mais do que os próprios times. Em tempos de bonança, vá lá, daria para perdoar. Mas a crise econômica está aí, meu amigo cartola.

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– Obrigado por nada, Banco Itaú!

Poucas vezes vou ao banco, estrutura física. O que posso fazer, utilizo pela Internet.

Mas não é que à tarde toda as agências do banco Itaú ficaram sem receber, pagar, depositar, sacar, ou qualquer outra coisa que possa fazer?

Nem pelo atendimento humano, tampouco pelos caixas eletrônicos?

E se meu saldo ficou descoberto porque o banco não permitiu que eu depositasse: o Itaú irá me abonar de juros?

Idem para quem não conseguiu pagar suas contas em suas próprias agências…

Com o lucro bilionário que têm (R$ 5 BI NO ÚLTIMO TRIMESTRE), os bancos não podem permitir tais graves falhas.

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– Coca versus Pepsi, de 290 para 350: uma criativa invenção!

Curiosidade: uma idéia que perdurou: a criação da latinha de refrigerante de 350 ml, pelo Departamento de Marketing da Pepsi, em 1930!

Sabe por que surgiu?

Para concorrer com a garrafa da Coca-Cola, já que era mais vantajoso o preço de venda de uma latinha Pepsi de 350ml do que uma garrafa de 290ml Coke. Aliás, a Coca-Cola só lançou sua latinha em 1959!

– TAM e LAN virarão definitivamente LATAM Airlines. Uma boa?

Não sei se o nome pegará. Soa meu feio, mas… o certo é que a chilena LAN com a brasileira TAM, desde que se uniram, criaram a LATAM. Agora, anunciaram que paulatinamente abandonarão a marca TAM e LAN e usarão o nome da holding: LATAM Airlines!

Extraído de: http://t.co/y6QVqwn664

TAM E LAN USARÃO MARCA ÚNICA

Por André Jankaviski

Após três anos da conclusão da fusão, as companhias aéreas LAN e TAM anunciaram a adoção de uma marca única. O nome escolhido foi o Latam, o mesmo da holding formada em 2012.

A mudança completa da comunicação de check-ins, pinturas de aviões e uniformes será iniciada no primeiro semestre do ano que vem e realizada de forma gradual até 2018. O custo para todas as alterações é estimado em US$ 40 milhões.

“Ocorreram muitas conversas e até mesmo discussões na criação da nova marca”, afirmou Maurício Rolim Amaro, presidente do conselho da empresa, em evento para jornalistas ocorridos na manhã da quinta-feira 6. “Mas chegamos a um denominador comum e satisfatório para todos.”

A nova bandeira surge com o objetivo de ser uma potência sulamericana dentro do mercado global de aviação. “Sabíamos que seria difícil deixar de lado duas marcas fortes e criar uma nova”, disse Enrique Cueto, comandante da Latam. “Mas precisávamos tomar essa iniciativa para criar uma marca com penetração mundial.”

Segundo a CEO da TAM, Cláudia Sender, a mudança já era prevista desde a finalização do processo de fusão, mas que precisava ser realizada da maneira mais correta e detalhada possível.

Criado pela própria empresa em parceria com a Interbrand, o novo logotipo é inspirado no mapa geográfico da América do Sul. As cores azul e vermelho, de LAN e TAM, respectivamente, ainda estão presentes. De acordo com o diretor de marketing da companhia, Jerome Cadier, a comunicação para o público deve ser feita de maneira mais lenta também devido ao alto custo da mudança das pinturas dos aviões.

“Nenhuma empresa consegue fazer todas essas alterações de maneira repentina”, diz Cadier, que não crê que a nova bandeira poderá sofrer mais resistência do público em um período turbulento da economia brasileira. “Preferiríamos que fosse em um cenário mais positivo, mas decidimos não alterar o cronograma inicial.”

Apesar das mudanças, as empresas continuam operando de forma separada e todos os executivos manterão os seus cargos. Isso ocorre, segundo Cláudia Sender, por respeito às legislações de cada país, que obrigam as empresas de aviação a manter operações próprias dentro da nação de origem. “Até segunda ordem, continuo com o cargo de CEO da TAM”, disse Cláudia, arrancando risos dos presentes.

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– Bradesco compra o HSBC

Com quem pode, não se brinca!

O Bradesco comprou o HSBC (sua operação no Brasil) por R$ 17.600.000.000,00. Se você se assustou com tantos zeros, saiba que tal valor corresponde a US$ 5,186 bi.

Pudera, com o que estão cobrando de tarifas e juros… diga-se o mesmo a Itau, Santander e tantos outros.

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– Mando de Campo no Brasil e na Inglaterra

Aqui no Brasil existe uma boa discussão: vender o mando de campo é válido ou não?

Esportivamente falando, penso que não. Mas financeiramente pensando, pode valer a pena. Ainda assim, não gosto da idéia de clubes que mandam seus jogos em praças que o fazem ser um mero coadjuvante.

Nesse ano, o alagoano ASA virou paranaense na Copa do Brasil; a campineira Ponte Preta jogou como cuiabana macaca contra o Palmeiras pelo Brasileirão. No Paulistão, o Oeste de Itápolis trocou o Estádio dos Amaros (acanhado, difícil para se jogar, apitar ou transmitir um jogo) pelo paulistano Pacaembu para jogar contra o Santos.

Curiosamente, nestas partidas, todos os “mandantes” perderam e os adversários tiveram mais torcida do que eles. Na prática, é uma inversão na relação de mandante e visitante. Ou não?

Eis que na endinheirada Premier League, uma decisão que bate de frente com tal embate: o Tottenham fechará o seu estádio, o White Hart Lane, a fim de aumentar a capacidade para 61 mil lugares. O clube planeja mandar suas partidas em alguns estádios durante a temporada 2015/2016: o mítico Wembley (90.000 lugares) e o Milton Keynes Stadium (30.500 lugares) estão na pauta, além de outras praças que fizeram convite ao clube.

Entretanto… Richard Scudamore, o CEO da Premier League, declarou ao “The Guardian”:

“Eles terão que jogar todos jogos no mesmo estádio a temporada inteira. Pela integridade da competição. Você não pode ser mandante em 19 partidas sendo que 10 no Stadium MK e 9 em Wembley. Isto seria completamente injusto. Eles não serão autorizados na nossa competição”.

Preste atenção: o Tottenham têm dois estádios com acertos financeiros e pretende (ou pretendia) aceitar mais convites; mas a Liga, em nome da igualdade de disputa a todos os adversários, proibirá.

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– As Pré-Temporadas do Futebol Mundo Afora

Vejo grande quantidade de amistosos entre grandes times europeus com estádios lotados nos EUA para pré-temporada. Já não era hora de adaptar o Brasileirão com o calendário europeu, a fim de aproveitar essas oportunidades de grandes jogos?

Otimizar férias nos mesmos meses que na Europa, adaptando e reduzindo os estaduais, é necessário. 

Já imaginaram Milan, Real Madrid e outros grandes clubes fazendo jogos treinos preparativos por aqui?

Infelizmente, o calendário é tão mal feito que a Série A se manteve ativa durante a Copa América e a Série C parou em respeito a… Copa América.

Vai entender…
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– Os Inimigos da Produtividade

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07/15, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre “inimigos da produtividade”, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?
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– A Briga do S da Seara e da Sadia

Está “divertida” a briga na Justiça entre Seara e Sadia pela propaganda do presunto. Quando eu era garoto, existia o comercial do “S” da Sadia. Também a do garotinho que passava o dedo no presunto e fazia o teste cego, mas sempre com o S em destaque. Hoje, a Sadia é BRFoods, dona da Perdigão e de diversas outras marcas, e reclama do seu concorrente, a Seara, justamente pela propaganda ter… S!

Pois é: quem se lembra dos anos 80 e 90, verá os anúncios da televisão e imaginará que o garotinho do filme dirá “que começa com S de…” e ao invés do esperado Sadia, dirá Seara!

As propagandas, em si, são bem diferentes. Mas o S da lembrança se faz presente em ambas.

Os filmes estão disponíveis em: http://www.youtube.com/watch?v=7QuPal27vD0 e http://www.youtube.com/watch?v=Aj0joNSQJY0

– As Camisas Politicamente Corretas do time espanhol

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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– As taxas de inscrição da FPF para a Copa Paulista.

Em breve começará a Copa Paulista, uma competição para manter os times profissionais pequenos em atividade. 

Serão apenas 19 equipes devido a desistência dos clubes, pelo motivo do deficitário torneio não valer a pena para muitos. 

Sabe quanto a FPF cobra por jogador inscrito? Cerca de R$ 2.800,00 / atleta! 

Dependendo do caso, o custo para inscrever um jogador será maior que o salário pago pelos times por 2,5 meses de duração do torneio. 

O gozado é: a atual diretoria da Federação Paulista de Futebol foi reeleita por unanimidade há pouco tempo. E isso nos leva a crer: Cartola esportivo não sabe votar. Ou é obrigado a aceitar esses nomes impostos pelos mandatários do futebol paulista e brasileiro?

Talvez isso reflita na qualidade do futebol jogado: saudade do tempo em que a Seleção Brasileira era repleta de talentos do Interior de São Paulo…
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– CBF: Só receber e nunca dar!

A série D do Brasileirão é sabiamente deficitária aos clubes, certo?

Correto. Mas o detalhe é que o canal Esporte Interativo, agora de propriedade do grupo americano Time Warner, comprou os direitos de transmissão da 4a divisão brasileira.

Tudo ótimo, se não fosse um só detalhe: os clubes não receberão um centavo sequer, pois a CBF anunciou (segundo Fábio Suzuki, pg 3, Jornal Lance, coluna De Prima, edição 03/07) que não rateará a verba com os clubes que disputam a competição pois o dinheiro seria muito pouco, já que existem muitos clubes nesta divisão.

Então é melhor a CBF ficar com a grana toda, certo?
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– Starbucks conhecendo a realidade?

A rede de cafeterias Starbucks, global marca de luxo, parece que sente a dificuldade econômica do Brasil. Depois do modismo na sua chegada, começou a fechar unidades!

A primeira a encerrar as atividades será a da Rua Amauri, ponto nobre de SP. Motivo: não dá lucro!

A crise chegou para todos os setores mesmo…
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– A birra de Rivaldo é burra! Ingresso a R$ 100,00?

O futebol é um produto pouco atrativo aos brasileiros nos dias atuais. Jogos fracos, jogadores de nível técnico duvidoso, ingresso caro e desconforto. Se não bastasse isso, a concorrência com outros meios de lazer é enorme.

Na série B do Brasileirão, o Mogi-Mirim que hoje é propriedade de Rivaldo, tem dificuldade (como todos os clubes do Interior) de arranjar público em seus jogos. Cansado de fazer promoções e não conseguir torcedores, Rivaldo tomou uma atitude radical! Passou de R$ 20,00 para R$ 100,00 o ingresso de seus jogos, alegando que “quer ver quem gosta do Mogi de verdade como ele”.

Se já está difícil a “Vintão”, imagine a 100 reais? Pura birra, tiro no pé e atitude antipática.

Os prejuízos que já passaram de R$ 40.000,00 nessa temporada, só aumentarão… Rivaldo deve estar com dinheiro sobrando para topar ter mais prejuízo ainda, não?
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– O Novo Boeing que decola “de pé”! Você teria coragem em viajar com ele?

Uau! A Boeing lançou o novo 787-9, um Dreamliner, com capacidade para 335 passageiros.

A novidade dele é: ele pode decolar de pistas curtas, quase na vertical!

Eu levei um susto e acho que não toparia viajar nele. Veja a decolagem no vídeo abaixo e diga: dá para encarar?

Em: http://www.youtube.com/watch?v=uH2zVUEjvro

– Faça o seu preço que o Manchester City paga!

O atacante argentino Sérgio Kun Aguero, artilheiro do Campeonato Inglês pelo endinheirado Manchester City, ganhou, literalmente, um cheque em branco do sheik Mansour bin Zayed Al-Nahyan, o mecenas árabe que enriqueceu os Citizens!

Aguero foi procurado pelo espanhol Real Madrid, e para não perder o atleta, o dono do City simplesmente mandou ele pedir o quanto quiser de salário para permanecer no time, já que, para ele, dinheiro não é problema!

Assim é fácil, hein?
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– A Azul compra a quase falida TAP. E agora para pagar as dívidas?

O consórcio luso-brasileiro Gateway, formado pela Azul Linhas Aéreas e o conglomerado de transportes Barranqueiro, comprou a Cia Aérea TAP. No processo de privatização da empresa (a TAP era uma estatal à beira da falência), a Gateway venceu a Avianca.

Herdará as rotas de maior ligação ente o Brasil e a Europa. Para isso, pagou 350 milhões de euros ao Governo de Portugal e assumiu uma dívida de 1 bilhão!

Uau… bomba.jpg

– HSBC e a Repetição do Bamerindus?

Quando José Carlos Martinez avisou que o paranaense Banco Bamerindus estava à venda, todo mundo tomou um susto. Aí veio o 1o grande banco estrangeiro a entrar no Brasil, o HSBC, e o comprou.

Depois de tanto tempo, o HSBC vai ir embora do Brasil e encerrará as suas atividades na Turquia também. Cortará 50 mil empregos nos dois países!

Crise ou não?
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– Russi e os alimentos apreendidos!

Causou alvoroço aqui em Jundiaí: o importante Supermercado Russi teve uma de suas lojas fechadas e mercadorias apreendidas, além da prisão do seu gerente, que está recolhido ao CDP do Tijuco Preto.

Motivo: produtos vencidos e outros sem identificação de procedência e validade.

Xi… será que só em uma loja? Será que só no Russi?

Tomara que o rigor seja igual a todos!
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– A Volta da Perdigão, agora Popular

Depois de ter que “matar” alguns produtos a pedido do CADE para aceitar a fusão entre Perdigão e Sadia, criando a BRFoods, chega ao fim o prazo para que a Perdigão possa retornar alguns produtos à prateleiras, como Lasanhas, Presuntos e Frangos.

Claro, concorrerá com marcas da sua própria dona, como a Sadia. Mas a diferença é: visando aproveitar a crise, lançará alimentos congelados para micro-ondas em porções menores e mais baratas, tentando atingir o consumidor “mais econômico”. E nessa onda estão: os solteiros!

Já percebeu que as marcas estão desenvolvendo produtos cada vez mais baratos e individualizados?

Parece uma tendência…

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– A Crise Econômica é Real e Incontestável no Brasil…

Inúmeras grandes empresas do país estão dando férias coletivas a seus funcionários. Já viram como estão os pátios das montadoras?

E os estoques por aí?

Pior de tudo é ter gente que não acredita que o país está em crise…

Legado da dona Dilma ou acaso econômico?

Confesso que estou assustado com o que vejo na nossa Economia.

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– A Malaysia caiu e faliu?

Uma empresa de aviação que sofre abalos de imagem devido a segurança nos vôos corre risco de deixar de existir. Lembram-se da TAM e dos Fokker 100?

Pois bem: depois dos dois acidentes seguidos da Malaysia Airlines, a empresa reduzirá os salários de 14.000 funcionários e demitirá outros 6.000.

O próprio presidente da Malaysia, o alemão Christoph Mueller, disse que “Tecnicamente, estamos falidos!”.

E se você ganhasse uma passagem de avião da Malaysia, com tal confissão do principal executivo da empresa? Toparia passear com ela?

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– Abílio Diniz como número 1 do Carrefour, mundialmente falando?

Uau!

Leio na Época Negócios (ed Abril 2015, pg 30) que Abílio Diniz, ex-Pão de Açúcar e que após vender o conglomerado ao Casino comprou a operação do Carrefour no Brasil, negocia com o homem mais rico da França, Bernard Arnault, além de entrar em contato com a família Moulin (os maiores acionistas do Carrefour mundo afora), a COMPRA das suas ações para se tornar o maior acionista do planeta!

Imaginar que o Carrefour era seu inimigo número 1 e hoje pode ser seu maior ativo é incrível. Coisas de um empreendedor de sucesso! bomba.jpg

– Descanse em paz, Rádio Eldorado / Estadão…

Que pena… A Rádio Estadão (outrora Eldorado 700AM) foi arrendada para a Igreja da Graça, do midiático R. R. Soares.

E os jornalistas de lá, como ficam?

Que o AM está morrendo, é sabido. Mas que as emissoras estão se suicidando, aí não dá!

O meu programa favorito das madrugadas é lá no 700, com o Geraldo Nunes. Quando seu parceiro Norberto Notari foi desligado do dial, já estava dando sinais da crise. Lamentável…
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– O Contrato Secreto da CBF!

E não é que, o que todos desconfiavam, realmente é verdade?

Na Seleção Brasileira, há ingerência de terceiros na convocação dos boleiros, provada pela matéria do premiado jornalista Jamil Chade, no Estadão do último sábado.

Ele trouxe os detalhes do “contrato secreto” com os árabes da Kentaro/ISE e provou a venda da autonomia da convocação do Escrete Canarinho.

Primeiramente Ricardo Teixeira, depois Marco Polo Del Nero, ganharam muito dinheiro permitindo cláusulas aos compradores dos direitos de comercialização dos jogos da Seleção de refutarem jogadores que não fossem midiáticos ou que não atendessem interesses de marketing. Dependendo da ausência de alguns nomes, as taxas pagas poderiam ser reduzidas a 50% como “penalidade”. 

Quer mais prova do que esse escândalo de que a Seleção Brasileira não é e nunca foi do povo, nem composta dos melhores? É uma Seleção Privada!

Com a palavra Mano Meneses, Felipão e Dunga, treinadores presentes nesse período do contrato. 

O pior é que os clubes ficam sem os seus atletas “para servirem” a CBF.

Não deveriam mais liberar os jogadores!

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– Os Executivos “Dois-em-Um”!

A onda na Administração de Empresas agora é essa: executivos com Dupla Responsabilidade no Gerenciamento.

Ser hábil em uma área e “dar conta de outra” é cada vez mais necessário…

Sobre os “Executivos Dois-em-Um”, abaixo,

extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/05/1455826-companhias-agora-buscam-por-executivos-dois-em-um.shtml

COMPANHIAS AGORA BUSCAM POR EXECUTIVOS ‘DOIS-EM-UM’

Empresas reduzem salários e benefícios para pessoal do alto escalão, além de preferir profissionais que liderem mais de uma área.

por Joana Cunha

O desaquecimento do mercado de trabalho e o fraco desempenho da economia brasileira se refletem agora no alto escalão das empresas, que estão reduzindo remunerações e benefícios de executivos e preferindo profissionais que abracem mais de uma área.

É o “dois em um” na busca por “sinergias” e “habilidades para cada momento econômico”, segundo Carla Rebelo, diretora da empresa de recrutamento Hays.

No nível diretivo, dos salários que superam R$ 30 mil, já se verifica queda de até 10% no volume de contratações no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2013, segundo a empresa de recrutamento PageGroup.

“A expressão é reestruturar e deixar a operação mais enxuta para reduzir custo e aumentar a produtividade, ganhar rentabilidade. É um retrato do momento econômico”, afirma Sócrates Melo, diretor de operações da recrutadora Robert Half.

“Estão substituindo profissionais que não estavam ajustados por outros de perfil mais completo. Em algumas áreas de suporte, substituem dois por um”, diz Carla.

A unificação de áreas é mais difícil de ser implementada em companhias de grande porte devido à complexidade dos processos. Mas as pequenas e médias já começaram a subordinar departamentos de recursos humanos e tecnologia a um diretor administrativo-financeiro.

Telma de Mônaco, do laboratório SalomãoZoppi, foi contratada há pouco mais de um ano para tocar apenas o departamento de marketing, mas acabou assumindo neste ano a área de produtos. “A empresa certamente fará mais movimentos como este nos próximos meses.”

Na incorporadora Maxhaus, Luana Rizzi responde pelas áreas de marketing, relacionamento com clientes e recursos humanos.

“Esse movimento de acúmulo de responsabilidades busca perfis mais empreendedores do que técnicos. É uma visão sistêmica e a questão econômica acaba forçando mais esse modelo.”

O pacote de remuneração fixa e variável dos diretores contratados caiu em média 35% desde o período de maior aquecimento dos salários inflacionados, segundo a Michael Page. A maior parte da queda está nos bônus.

“Notamos que uma parcela importante das contratações agora é consequência da necessidade de substituição por performance, ou seja, as empresas estão se cobrando mais por eficiência devido à redução dos fatores de crescimento da economia”, afirma Marcelo de Lucca, diretor-geral da Michael Page no Brasil.

Existem três pilares que motivam trocas de diretores e costumam ser um retrato do momento econômico: criação de novos projetos, mudanças societárias e substituição por performance.

Neste ano, o principal motor de trocas de diretores é a busca por melhor performance, que cresceu de 55% para 65% das contratações realizadas, segundo Lucca. Juntos, os recrutamentos de diretores devido a mudanças societárias ou para investimento em novos projetos somam agora 35%.

Quando se abrangem os cargos de diretoria e gerência há registros de queda de 25% no recrutamento nos últimos três anos. “O volume de oportunidades era muito maior entre 2010 e 2011. Era um período de expansão maior do PIB, em contraponto ao PIB tímido de hoje”, diz Lucca.

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– Times Paulistas Ciganos versus Magnatas Europeus

É sabido que grandes investidores – empreendedores, malucos ou mafiosos – gastam muito dinheiro no futebol da Europa.

O francês PSG se agigantou com os petroeuros de um príncipe catari; o inglês Manchester City cresceu com os dólares de um emir; diga-se o mesmo do seu co-irmão Chelsea (antes, uma “Portuguesa da Inglaterra”) com o bilionário russo Abramovich; e por aí vai.

Aqui o cenário é diferente: empresários compram pequenos times do futebol para fazer negócios. Vide o mineiro Tombense, de Eduardo Uram. Lembram do Iraty de Juan Figger?

Agora, vemos tal fenômeno no Estado de São Paulo: tivemos o Guaratinguetá virando Americana FC, saindo do Ninho da Garça no Vale do Paraíba e pousando na Princesa Tecelã. Depois assistimos o Grêmio Barueri se transformar em Grêmio Prudente e do ABC migrar para o Noroeste Paulista. E, em breve, outra situação inusitada: o Oeste da quente e agrícola Itápolis se tornará mais um time da Região Metropolitana de São Paulo, trocando a terra da laranja e da goiaba por Osasco.

Mário Teixeira, executivo de sucesso do Bradesco e apaixonado por futebol, tentou fazer outrora uma parceria com a Portuguesa de Desportos. Não deu certo. Findado o Paulistão e sem possibilidade de manter ativo o seu clube, o Audax de Osasco (ex-Pão de Açúcar Esporte Clube) por culpa de falta de campeonato (não pense no sacrilégio de acreditar que fosse por falta de dinheiro), resolveu encerrar o vínculo com seus atletas e dissolver sua equipe até o ano que vem. Dessa forma, arrendou o time do Interior para disputar a Série B do Brasileirão, remontando o Oeste, agora em Osasco.

O interessante é que tudo isso é feito, felizmente, de maneira honesta e dentro da lei. Claro, com dinheiro.

Enquanto isso, nenhum magnata, mecenas apaixonado ou árabe afortunado resolve brincar de futebol com outros times… nosso Paulista de Jundiaí que o diga, tentando arranjar fundos e boas idéias para a disputa da Copa Paulista com as forças vivas da cidade.
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– Sem salário mas ganha; sem salário mas perde?

Há coisas no futebol que merecem semanas de discussão.

Santos e Corinthians estão com salários atrasados – e não é de “só” um mês.

O Peixe jogou muito, se doou em campo e conquistou o Paulistão.

O Timão deixou de ser vibrante, se acomodou e jogou sonolento na Libertadores.

1) Será que os fatores “final de campeonato”, “bom papo da diretoria” e “clima do vestiário” ajudaram o time da Vila Belmiro, fazendo com que o atraso do pagamento fosse deixado de lado nesse momento?

2) Ao mesmo tempo, será que o imbróglio da renovação de Guerrero, o estádio a pagar e conflitos com a diretoria do time do Parque São Jorge estão sendo determinantes para que o atraso no pagamento fosse levado à discussão nesse momento?

Em tese, pode ser isso. E será que é?

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– Itau sumiu da Web e o cliente…

Valeu, Itau!

O banco ficou fora do ar na tarde de quinta, “ajudando os clientes” em dia de pagamento… Nenhuma transação no Banking, nem os cartões de débito funcionando, “nadica de nada”.

Já perceberam que neste mundo eletrônico e de dinheiro virtual, somos reféns da tecnologia e não conseguimos mais viver sem ela?

Acostumamo-nos com um conforto que não abrimos mais mão…

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– Os 10 maiores prejuízos das empresas brasileiras em 2014

O número é realmente assustador: esqueça a Petrobrás, quebrada pela corrupção política. Arriscaria dizer qual a empresa que mais perdeu dinheiro em 2014?

Foi a OI, de comunicação. Vejam só cada número impressionante:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20150406/maiores-prejuizos-brasil-2014-ate-agora/248501.shtml

OS 10 MAIORES PREJUÍZOS DO BRASIL EM 2014

Apesar da expansão pífia de 0,1% do PIB no ano passado, as empresas brasileiras terminaram 2014 com prejuízos menores – pelo menos, até agora. Os dez maiores prejuízos líquidos somaram R$ 18,587 bilhões. A cifra é 63% menor que os R$ 50,560 bilhões registrados pelas campeãs de perdas de 2013. O número, porém, ainda pode ser alterado. O motivo é que a Petrobras ainda não apresentou seus números auditados do terceiro e quarto trimestres [Como é sabido, já foi divulgado e supera todas as demais]. A previsão é que o balanço seja divulgado até o fim de abril, mas, diante da falta de informações sobre como a empresa vai contabilizar as perdas com o superfaturamento de preços que sustentou a corrupção descoberta pela Lava Jato, não se sabe sequer se a Petrobras terá lucro ou prejuízo.

A comparação também mostra como as empepinadas empresas de Eike Batista pesaram sobre a economia, há dois anos. Em 2013, cinco dos dez maiores prejuízos foram registrados por companhias do ex-bilionário. Foi o momento mais agudo da crise do Grupo EBX e que culminou com os pedidos de recuperação judicial da OGX, sua petroleira, e da OSX, que atua na construção e operação de plataformas. Somente a OGX registrou prejuízos de mais de R$ 19 bilhões, entre seu braço operacional e sua holding.

Até aqui, a lista de 2014 é liderada pela Oi, com perdas de R$ 4,408 bilhões. A companhia foi afetada pelo fim das operações da PT Portugal. Com isso, a empresa precisou realizar provisões de R$ 4,164 bilhões para eventuais perdas contábeis. Trata-se de uma reserva de dinheiro para compensar o que a empresa deixará de ganhar com a PT Portugal. No relatório que acompanha as demonstrações financeiras, a Oi afirma que mais da metade das provisões poderá ser revertida em ganhos futuros, devido à reclassificação das perdas e pagamentos adicionais pelo desempenho da PT.

Confira, a seguir, os dez maiores prejuízos de empresas brasileiras em 2014, de acordo com os dados da consultoria Economática:

1) Oi

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 4,408 bilhões

Lucro Líquido em 2013: R$ 1,493 bilhão

Variação: na

2) Eletrobras

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 3,031 bilhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 6,287 bilhões

Variação: -52%

3) MMX

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 2,218 bilhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 2,057 bilhões

Variação: +8%

4) ALL América Latina Logística

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,897 bilhão

Lucro Líquido em 2013: R$ 13,029 milhões

Variação: na

5) Eneva

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,517 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 942,455 milhões

Variação: +67%

6) Biosev

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,295 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 450,135 milhões

Variação: +188%

7) Gol

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,246 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 796,547 milhões

Variação: +56%

8) Brookfield

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,232 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 686,210 milhões

Variação: +79%

9) HRT Petróleo

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,003 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 2,238 bilhões

Variação: -55%

10) Marfrig

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 739,472 milhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 913,593 milhões

Variação: -19%
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