– Ex-Wizard compra a Topper e quer revolucionar!

Com quem pode, não se brinca!

Carlos Wizard, o bilionário que vendeu sua rede de escolas de idiomas, compra a Topper da Alpargatas e quer popularizar a marca!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20151103/reinvencao-carlos-wizard-martins/7695

A REINVENÇÃO DE CARLOS WIZARD MARTINS

Com a compra das marcas Toppper e Rainha, o bilionário que foi dono de escolas de inglês diversifica ainda mais os seus negócios

Por Ralphe Manzoni Jr

O empresário Carlos Wizard Martins fez fama e fortuna com uma escola de inglês que ele acrescentou ao seu nome.

Com a venda do negócio para o grupo britânico Pearson, em uma transação de R$ 1,9 bilhão, em dezembro de 2013, Martins poderia passar o resto da vida curtindo o “dolce far niente”.

Mas desde que saiu da área de educação, Martins, que é mórmon, está se reinventando nos negócios e construindo uma nova estratégia empresarial por meio de seu grupo Sforza, que tem sede em Campinas, no interior de São Paulo.

Martins já é dono da rede de produtos saudáveis Mundo Verde e criou uma franquia de escola de futebol com o ex-craque da seleção brasileira Ronaldo Nazario, a Ronaldo Academy.

Além disso, o grupo Sforza tem negócios imobiliários e muitos recursos ainda para investir. Estima-se que pelo menos um terço do dinheiro que Martins recebeu do grupo Pearson, cerca de R$ 600 milhões, devem ser aportados em participações em empresas.

Uma parte desse dinheiro foi gasto nesta segunda-feira 3. Martins anunciou a compra das marcas esportivas Topper e Rainha, da Alpargatas, dona das famosas sandálias Havaianas. A transação foi de R$ 48,7 milhões.

O negócio envolve ainda 20% da unidade de negócios da Topper na Argentina e um acordo de licenciamento da marca por até 15 anos para os Estados Unidos e China. Uma empresa, batizada de NewCo Brasil, será a dona desses ativos. A fabricação permanecerá com a Alpargatas nos próximos 24 meses.

“Queremos fazer da Topper a Havaianas do mercado esportivo”, disse Martins ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS, em uma referência a bilionária marca do grupo Alpargatas, que se tornou referência internacional no universo das sandálias.

O plano de Martins é ousado. Seu objetivo é valorizar a Topper, a ponto de a marca competir com a americana Nike e com a alemã Adidas, as duas principais empresas da área de materiais esportivos.

Seu objetivo também é expandir a linha de produtos, atualmente focada em calçados e artigos esportivos. “Vamos apostar em vestuários, que conta com uma pequena participação”, diz Martins.

O terceiro pilar do plano Martins são as franquias, seu principal expertise – a expansão da escola de inglês Wizard, por exemplo, foi construída dessa forma. “Vamos começar pelo Brasil, depois mirar o exterior”, afirma o empresário.

A missão de colocar em prática essa estratégia caberá ao executivo Paulo Ricardo de Oliveira, ex-CEO da Penalty e que esteve à frente da administração do São Paulo Futebol Clube por apenas 30 dias – ele era homem de confiança do ex-presidente, Carlos Miguel Aidar, que renunciou ao cargo, depois de acusações de corrupção.

O primeiro passo da internacionalização da marca Topper acontece na próxima semana. Martins, que estuda mandarim há muito tempo, embarca para a China, onde se encontra com Jack Ma, o homem mais rico da China, dono do site de comércio eletrônico Alibaba.

Na pauta: a venda de produtos brasileiros por meio das plataformas digitais do Alibaba. A Topper, é claro, está no topo das prioridades de Martins nessa conversa.

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– Que Pioneiro Negativo e Caro, Galo…

Está na Coluna Painel da Folha de São Paulo (17/10, pg B8): o Paulista Futebol Clube foi a 1a equipe profissional a ser acionada pelo Sindicato dos Atletas e notificada pela Federal Paulista de Futebol sobre o item que pune com perda de pontos o atraso salarial de jogadores. Isso aconteceu em 2013 com o atacante Marcelo Macedo.

Embora o Galo de Jundiaí não tenha perdido pontos naquela oportunidade, nesta semana a Justiça Trabalhista decidiu que o time tem que pagar a Marcelo Macedo por direitos de imagem atrasados a quantia de R$ 200 mil!

Se no decisivo jogo contra o Nacional a renda foi negativa (prejuízo de quase R$ 3 mil) e as verbas da Série A2 mal ajudam o time a se manter no dia-a-dia, como faz para pagar essa conta (que só é uma das muitas que o querido Tricolor Jundiaiense deve)?

De fato, não está fácil fazer futebol… Que o pessoal do Novo Paulista tenha paciência e inteligência para lidar com tantos problemas.

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– Adultizando crianças?

Uma polêmica para os pais: uma novidade para as crianças e uma oportunidade financeira para os fabricantes: a venda de Cosméticos para crianças!

A Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) estuda liberar a venda de maquiagens e desodorantes para crianças a partir de 3 anos, provocando preocupação e discussão sobre a precoce “adultização” dos pequenos por culpa da pressão dos grandes fabricantes.

Eu não gosto dessa antecipação do culto a vaidade. E você?

Extraído de Folha de São Paulo, 07/09/14, pg C7 (por Johanna Nublat).

ANVISA DEVE LIBERAR VENDA DE SOMBRA E DESODORANTE INFANTIL

Vigilância Sanitária lança hoje uma consulta pública com novas regras para cosméticos feitos para crianças. Dermatologista diz que criança não precisa desses produtos; agência diz que há demanda social.

Uma consulta pública lançada hoje pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.

De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e pés podem ser ofertados para crianças a partir de oito anos, desde que não sejam antitranspirantes ou em aerossol -forma cuja toxicidade para crianças não está definida, segundo a agência.

Substâncias antissépticas estão liberadas, desde que sejam de “uso consagrado”. Já os componentes alcoólicos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter índices mínimos.

A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crianças de três e quatro anos e pelas próprias crianças a partir dos cinco anos de idade.

Produtos como blush, batom e brilho labial já têm regras específicas e são liberadas para o público infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.

Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram à revisão da norma anterior sobre cosméticos infantis, de 2001.

“Brevemente você vai encontrar, em farmácias e supermercados, desodorantes para crianças. Hoje não existe, não havia um marco normativo que permitisse às indústrias lançarem um desodorante para uso infantil.”

BOM-SENSO
Sérgio Graff, médico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elaboração dessa consulta, afirma que a proposta avança ao regular melhor o setor.

“A falta de alguns produtos destinados a crianças fazia com que as mães usassem produtos de adulto nos filhos”, diz. O problema, diz Graff, é que cosméticos para crianças precisam passar por testes de maior sensibilidade e não podem ter determinados componentes.

O médico argumenta que é justificável a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crianças -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.

A coordenadora de dermatologia pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos são raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antissépticos.

“Por que a criança passa maquiagem? Porque vê o adulto passar. Com o desodorante é igual, a criança transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a mãe acha que precisa passar desodorante.”

Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crianças ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.
“Será que é preciso usar sombra na criança? Não pode ter exagero, a criança tem de ser bonita como ela é.”

A proposta fica disponível para sugestões no site da Anvisa por 60 dias.

MÃES DIVERGEM SOBRE MAQUIAGEM INFANTIL

Clara, 6, e Laís, 8, quando se juntam com as amiguinhas, costumam se pintar com os produtos da mãe, Veridiana Corbaro, 35.

A médica conta que as meninas pegaram seu estojo de maquiagem pela primeira vez sem perguntar a ela primeiro, mas que, agora, elas pedem para usar.

“Eu deixo. Se a criança é tratada como criança, usa numa brincadeira, não vejo problema. O problema é se vestir como adulto, com roupas justas”, diz Veridiana.

Mesmo usando produtos para adultos, as meninas nunca tiveram problemas, mas a mãe diz que preferiria comprar sombras para crianças, se houvesse. Desodorante, não. “Não precisa.”
Já a empresária Daniela Themudo Lessa, 37, se diz “supercontra” e não gosta quando a filha Carolina, 7, é maquiada nas festinhas dos colegas de escola.

Daniela diz que a filha costuma pedir para pintar as unhas com esmalte escuro, por exemplo, argumentando que as amiguinhas pintam.

“Tento conter essa pressão. Se vestir de princesa, pôr coroa, tudo bem, mas usar maquiagem, unha vermelha, deixar a criança adulta, não gosto. Isso é pular etapas.”

Para Daniela, criar linhas de sombras para crianças é um excesso. “Não é necessário. Uma criança de seis anos de sombra azul, para quê? Acho até feio criança maquiada. Mesmo sendo antialérgico, próprio, acho péssimo.”

Ela também não compraria um desodorante para a filha, mas não veria problema em deixá-la usar se ganhasse. “Criança é muito da empolgação. Usa por três dias, depois deixa guardado.”
A psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão diz que o uso da maquiagem como brincadeira é normal, mas acha que não é preciso haver uma linha específica de produtos para isso.

“Só se for para adultizar, ajudar a destruir a infância.” Para Rosely, há uma dificuldade hoje em suportar que é preciso segurar a criança na infância. “A gente não pode só dizer: ‘Eles gostam’. Eles não têm ideia de que isso vai ser prejudicial depois.”

– Para construir no Medeiros vale tudo?

Coisas que valem a reflexão: as chácaras “Dólar Furado“, “Piloto” e “Café com Polenta” foram vendidas recentemente. Ambas estão no trecho conhecido como Retão, na Avenida Reynaldo Porcari, onde predominam várias chácaras. 

A “Dólar Furado” virará um “condomínio-praia“, com muita propaganda. A “Café com Polenta” e a “Piloto”, que são vizinhas, tornaram-se um terreno só e ali se deseja a construção de vários prédios

Puxa, é visível o desmatamento. As plantações de uva, os pinheiros e as benfeitorias das chácaras foram destruídas. Desmatou-se à vontade, sem se preocupar com nascentes e mata. Os animais e aves perderam uma boa porção de terra. E onde caberá tanta gente?

Aliás, como é que a Prefeitura Municipal permite isso? Não existe impacto ambiental? E os relatórios de aumento do nível de ruído, de tráfego, de sustentabilidade… Vejo tanta gente ter problema com isso, e outros não?

Onde haverá escola para essa gente? E vias para os carros? 

Não dá para transformar propriedades de veraneio em prédios de uma hora para a outra. O bairro é composto por sítios e loteamentos horizontais. Como se muda tudo facilmente? E infraestrutura?

A propósito: os vizinhos não tem força ativa? Eu, particularmente, serei vizinho de prédios e vejo a terraplangem e as obras a 1000/hora, com barulho a todo instante, caminhões e serras-elétricas. É sério que nesse meio de mato os moradores não foram ouvidos? TODOS os meus vizinhos estão revoltados. 

O interessante é: mata nativa e árvores centenárias são derrubadas como se fosse capim. No domingo e no feriado, com a moto-serra já cortaram metade dessa amostra emblemática e simbólica do bairro (foto abaixo). 

E insisto na pergunta: PODE CONSTRUIR PRÉDIOS SEM CONTRAPARTIDA, COM A ANIMOSIDADE DOS VIZINHOS E DESMATANDO À VONTADE? O que dizem os relatórios públicos?

Mais: o Canil da Guarda Municipal em nosso bairro também não era uma contrapartida de loteamento? Primeiro se faz o empreendimento imobiliário para ganhar dinheiro; depois se pensa se vai ou não fazer a contrapartida? ERRADO! A contrapartida deve vir antes, como garantia de melhoria da infraestutura.

O processo era este: http://www.jundiai.sp.gov.br/planejamento-e-meio-ambiente/wp-content/uploads/sites/15/2014/09/EIV_RIV_Proc_20700-2_13.pdf ; curiosamente, não está mais disponível na Internet (não sei se momentaneamente ou não).

– SABMiller resistirá à Anheuser-Busch Inbev?

Então tínhamos a “número 1” versus “a melhor”. Eram Brahma e Antártica. A 1a comprou a 2a e ainda era dona da 3a (a Skol). Virou Ambev.

Aí os belgas da Interbrew se associaram e a empresa virou Inbev. Muitas marcas europeias passaram a pertencer ao grupo. Depois compraram a argentina Quilmes, a Corona do México e outras na América Latina. O golpe fatal foi a compra da mítica Budweiser (se tornando AB Inbev).

Agora, a empresa global (que é dona do Burger King) capitaneada pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, ofereceu 100 bilhões de dólares para comprar o principal concorrente: a SABMiller!

Se o negócio for fechado, uma de cada três cervejas do mundo será dessa megacorporação!

Vai “dar samba”?

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– Marty McFly está para chegar e vai tomar Pepsi!

Quem curtiu “De Volta para o Futuro”, sabe que o Filme 2 acontece exatamente no nosso ano atual: 2015!

O protagonista McFly chegava em 21 de Outubro de 2015 à lanchonete que frequentava em 1985 e que seu pai bebia nos anos 50. E, devido ao Merchandising, ambos pediam Pepsi.

A Pepsi lançará na próxima semana a bebida do filme, chamada de “Pepsi Perfect”, em comemoração à data!

Abaixo, extraído de Meio & Mensagem:

PEPSI CELEBRA CHEGADA DE MARTY MCFLY

Por E.J. Schultz, do Advertising Age


Marty McFly, da trilogia do cinema De Volta Para o Futuro, tem sua chegada programada no futuro para o dia 21 de outubro. E isso só pode significar uma coisa: as marcas que possuam qualquer tipo de ligação com o filme da década de 1980 vão tirar vantagem disso.

Uma das primeiras marcas a trabalhar o case é a Pepsi, que anunciou o lançamento da “Pepsi Perfect”, refrigerante que McFly pediu no segundo filme da trilogia. A bebida será vendida online em quantidades limitadas. Apenas seis mil garrafas de colecionadores serão disponibilizadas e elas não são baratas: cada uma custará US$ 20. Entendeu?

Em relação ao líquido, não há nada terrivelmente especial. O produto é descrito como a Pepsi que é feita com açúcar de verdade.

“A trilogia foi um grande momento para a cultura pop tanto nos anos 1980 e é agora, 30 anos depois”, afirmou em comunicado o diretor sênior de marketing da PepsiCo, Lou Abetter. “Nós estamos ansiosos para nos tornarmos uma parte desse momento e trazer para os fãs algo que apenas Pepsi poderia entregar – e não tem motivo para esperar – o futuro é agora!”.

A Pepsi criou um vídeo para a campanha que foi desenvolvido pela Davie Brown Entertainment. O comercial entrou no ar pela primeira vez no último final de semana durante o programa “Adult Swim”, do Cartoon Netwoork. “Ele só será reproduzido mais uma vez na TV no dia 7 de outubro durante o ‘The Late Show with Stephen Colbert’, de acordo com um porta-voz.

A empresa também planeja distribuir as garrafas especiais durante a Comic Con de Nova York para os 200 primeiros fãs que se apresentarem ao Pepsi Perfect Booth vestido como o McFly.

Também é esperado que a Toyota, que teve um dos seus carros na primeira parte da franquia, faça alguma ação com a data, apesar dos detalhes não terem sido revelados.

A Nike entrou na nostalgia do De Volta Para o Futuro em 2011, quando lançou a edição limitada do tênis Nike MAG, que é o modelo que Marty McFly usou em 2015. Um comercial da campanha contou com a participação de Christopher Loyd, representando seu papel como o Dr. Emmett Brown.

Tradução: Mariana Stocco

– Ilídio Lico tomou vinho forte e falou bobagem?

Essa foi demais! O ex-presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, que tanto acusou no caso Heverton, foi à sede do Fluminense pedir desculpas ao clube por ter sugestionado que o clube carioca estivesse por trás do imbrólho. Disse ainda que quem errou foi a Lusa e mais ninguém, e que sua fala foi motivada por vinho forte no almoço.

Sendo assim, fica a pergunta: Como errou? Por quê errou? Quem da Portuguesa errou? O que errou foi punido?

Estranho…

Lembram que Ilído disse que a Unimed pagou propina e alguém premeditou tudo? E que tinha a informação de um senador sobre o acontecido?

Você ficou convencido com a justificativa?

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– E o Gatorade da FPF? Vai aparecer o contrato?

O Supremo Tribunal Federal determinou que contratos de patrocínio da FPF sejam apresentados na CPI do Futebol. Um deles sempre me trouxe curiosidade: o da Gatorade!

Me recordo que nós, árbitros, fomos patrocinados pela empresa de isotônicos (mas nunca ganhamos nada com isso em dinheiro vivo). O árbitro era obrigado pela Comissão de Árbitros a usar uma cinta com um Squeeze da marca. Entretanto, as garrafinhas ficavam vazias ou com água, pois o líquido vazava e manchava as camisas.

O que foi passado na oportunidade era que a Gatorade ajudaria a preparação física dos árbitros fornecendo o isotônico em pó para os juízes.

Em suma: não era, na verdade, um “patrocínio”, mas sim troca de gentilezas! Os árbitros divulgavam a marca por obrigação da FPF e em troca se hidratavam mais.

Será que nunca entrou dinheiro para a Federação? Era somente por cortesia?

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– Romário e Dunga brigando: quem tem razão?

A briga é de gente grande: os ex-amigos e tetracampeões Romário e Dunga militam em lados diferentes e estão se estranhando, prometendo brigar na Justiça.

Romário acusou o treinador de convocar jogadores por interesse financeiro. Dunga quer que o Senador prove as acusações e promete processá-lo. O “Peixe” retrucou dizendo que tem provas e cita o contrato secreto da CBF com a Kentaro, revelado por Jamil Chade e que mostra uma certa obrigação de aprovação do patrocinador em convocações, além de outras coisas suspeitas.

E aí: quem está com a razão?

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– O Embate entre “nós” e “eles”

Richard Branson, dono da área Virgin, é reconhecido mundialmente pela astúcia, ousadia e grande capacidade como administrador. Também escreve uma coluna mundial chamada “Direto do Topo”, reproduzida no Brasil pela Exame.

Aqui ele retrata um problema vivido certamente por nós: assumir vitórias e tentar fugir das derrotas. Fazendo uma brincadeira com os pronomes “nós” e “eles”, vemos como a impessoalidade traz problemas na Administração de Empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0971/secoes/perigoso-embate-eles-572747.html

O PERIGOSO EMBATE ENTRE “NÓS” E “ELES”

Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do plural

De todas as espertezas gramaticais, nenhuma me irrita mais do que o uso conveniente de construções impessoais. Por exemplo, você pergunta a um vendedor se ele tem um produto qualquer e ele diz: “Desculpe, ficou decidido que a loja não trabalharia mais com essa marca”. No aeroporto, um funcionário da companhia aérea lhe diz: “Fomos informados de que o voo terá uma hora de atraso”. Essa impessoalidade misteriosa é sempre a culpada por todos os problemas. Quando a notícia é ruim, ela costuma ser dada de forma impessoal, ou apenas de maneira genérica com o sujeito “eles”. Ao passo que a notícia boa costuma vir na primeira pessoa do singular. (Como eu gostaria que minha professora lesse isso. Ela achava que eu não prestava atenção nas aulas!) Se a loja tem o produto desejado, o vendedor dirá: “Tenho, sim.” Quando o voo está no horário, o funcionário da empresa diz: “Tenho o prazer de comunicar que o voo 123 sairá no horário programado”.

Essa tendência merece atenção. Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, em situações críticas ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do singular – e muito menos do plural. Isso é sinal de que não está havendo comunicação entre os diferentes escalões. Em companhias desse tipo é comum que existam problemas generalizados – do desenvolvimento de produtos à prestação de serviços ao cliente. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas o maior tesouro de qualquer empresa são seus empregados. Quando se deixa de observar esse princípio básico, o que se tem é esse antagonismo que contrapõe “nós” a “eles” – um embate velado entre as ações e os interesses da massa de funcionários e os principais executivos.

Basta ouvir as queixas mais comuns da equipe de vendas: “Eles (os chefes) nunca pedem nossa opinião para nada”. Ou ainda: “Se nos tivessem perguntado, teríamos dito que não adianta propor soluções abstratas para os problemas concretos que temos”. E o que dizem os executivos? “Parece que eles (os funcionários) não entendem. Será que não percebem que nossas propostas arrojadas vão ao encontro de uma clientela moderna?” Esse antagonismo, que coloca funcionários e executivos em lados opostos, jamais formará um “nós”. Se os empregados se sentem como se estivessem do lado de fora da empresa, de quem é a culpa? Talvez a administração não esteja investindo tanto quanto deveria para que eles se sintam devidamente valorizados. É fácil fazer esse diagnóstico. Basta perguntar a esses funcionários, por exemplo, onde eles conseguem informações sobre os novos produtos da empresa em que trabalham ou onde ficam sabendo das notícias que podem afetá-los. Se a resposta for “nos jornais” ou “no concorrente”, pode ter a certeza de que a empresa para eles é algo muito distante.

Essa queda de braço entre “nós” e “eles” é comum em qualquer grande corporação, portanto os executivos podem estar certos de que vão ter de lidar com isso a vida toda. Às vezes, encontro esse tipo de coisa nas empresas da Virgin. Quando uma pessoa qualquer me diz: “Desculpe, senhor Branson, mas me disseram que não faríamos mais isso”, respondo assim: “Disseram? Desculpe, pensei que você trabalhasse aqui”. Um pouco pesado, talvez, mas não há quem não entenda!

O problema fica pior ainda por causa de nossa dependência excessiva das tecnologias impessoais de comunicação. Um dos maiores desafios de qualquer executivo hoje é fazer com que as pessoas conversem de verdade umas com as outras. Reuniões presenciais e o velho brainstorming são fundamentais para qualquer empresa. Mandar um e-mail com um anexo de PowerPoint pode dar resultado em alguns casos, mas não na maior parte deles. É preciso adotar um estilo mais fluido de comunicação interna entre a administração e os empregados.

Na Virgin Atlantic, quando estamos bolando uma nova cabine para nossos aviões, chamamos o pessoal da administração, de projetos e de marketing para que acompanhem desde o início tudo o que será feito. Um representante do grupo que utilizará a cabine (isto é, um membro da tripulação) fará parte desse grupo, já que ele, em última análise, será responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do novo local de trabalho. Se esse profissional não for convocado, corre-se o risco de ouvir o seguinte comentário da tripulação na primeira vez que entrar nessa cabine que custou milhões de dólares: “Hum, que beleza, mas onde fica a cafeteira?” Quando todos participam do desenvolvimento do produto, o projeto não só sai melhor como também potencializa o sentimento de orgulho próprio dos trabalhos em equipe. Todos saem ganhando, inclusive os clientes e os acionistas.

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– Neymar não é um jogador. É uma empresa! Sobre o bloqueio de bens do garoto…

Os números impressionam: de 2011 até 2013, Neymar e as empresas de sua família sonegaram R$ 63,6 milhões, referentes a rendimentos – entre eles, do Barcelona.

Ué, quer dizer que recebeu o por fora dos catalães mesmo? Afinal, ele ainda jogava no Santos FC nesse período.

Aliás, quanto será que o menino já faturou? A Receita Federal bloqueou R$ 188,8 milhões dele. Seus advogados dizem que a Justiça não pode bloquear mais do que 30% do patrimônio de ninguém e que Neymar Jr possui “apenas R$ 19 mi” como pessoa física. Porém, os próprios advogados informam que como pessoa jurídica, Neymar tem R$ 242,2 milhões em patrimônio nas empresas, sendo elas a Neymar Sporting, N&N Administradora, N&N Consultoria e N&N Marketing.

Deve-se condenar a sonegação e aplaudir o talento para a bola e para os negócios. Afinal, se ele receber 1 milhão de dólares por mês no Barcelona, quanto não deve receber de outras fontes publicitárias, para alcançar esse montante?

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Neymar não é um jogador de futebol. É uma indústria.

– O Mega Escândalo da Volkswagen na Emissão de Poluentes do Diesel

Há pouco tempo, a VW revelou que tinha um revolucionário sistema ecologicamente correto para motores Diesel, que poluíam muito menos e seria um sucesso.

Não é que toda a sua propaganda era enganosa? O sistema “falsificava os dados em vistorias”, mas no dia-a-dia poluía comumente.

Tal escândalo levou à demissão do presidente mundial da Volks!

Toda a história, extraída de Globo.com, abaixo:

ESCÂNDALO DA VOLKSWAGEN: VEJA COMO A FRAUDE FOI DESCOBERTA

Denúncia surgiu neste mês, nos EUA, mas investigação começou em 2009. Inicialmente, montadora negou; depois admitiu fraude em milhões de carros

A Volkswagen está envolvida em um escândalo de falsificação de resultados de emissões de poluentes que levou, inclusive, à renúncia do presidente-executivo do grupo, nesta quarta-feira (23). O escândalo veio à tona na última quinta (17), nos Estados Unidos, mas as suspeitas foram levantadas muito antes. Veja abaixo a cronologia do caso.

2004-2007 – EUA endurecem padrões

O governo dos Estados Unidos endurece os padrões para emissão de óxido de nitrogênio (NOx), um dos principais poluentes resultantes da combustão do óleo diesel. Na época, as autoridades reconheceram que os novos níveis seriam difíceis de serem cumpridos.

2009 – Volkswagen anuncia carros com diesel limpo

A Volkswagen começa as vendas dos modelos de carros diesel que possuem um sistema diferente para cumprir regras de poluentes. Esses motores, chamados EA 189, dispensam o uso de ureia na mistura de gases e água, que ajuda a amenizar o efeito nocivo do óxido de nitrogênio, recurso mais comumente usado por outras montadoras.

2013 – Dados não batem

O baixo nível de emissões de veículos da Volkswagen com motor a diesel chama a atenção de um grupo independente, o Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, em inglês), que decidiu estudar o sistema para mostrar como o diesel poderia ser um combustível limpo, junto com a Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos.

Eles começaram a analisar 3 carros: um Jetta 2012, um Passat 2013 e um BMW X5, rodando por cerca de 4.000 km entre a Califórnia e o estado de Washington. E constataram discrepâncias entre o nível de emissão observado e os números dos testes oficiais dos modelos da Volkswagen.

2014 – Governo dos EUA é alertado

O ICCT e a Universidade de West Virginia alertam a Agência de Proteção Ambiental (EPA), do governo federal, e o conselho de emissões da Califórnia (CARB) sobre a descoberta.

Na época, A Volkswagen afirmou que estudo era falho e culpou questões técnicas para os resultados. Mesmo assim, a empresa realizou um “recall branco” (quando não há obrigatoriedade e risco à segurança) de 500 mil carros nos EUA, prometendo resolver o caso, mas sem sucesso.

A CARB e a EPA continuaram a tentar encontrar o motivo das diferenças de dados em laboratório e nas ruas.

2015 – Software é descoberto

A EPA descobre que um software instalado na central eletrônica dos carros da Volkswagen altera as emissões de poluentes nesses veículos apenas quando são submetidos a vistorias. O dispositivo rastreia a posição do volante, a velocidade do veículo, quanto tempo está ligado e a pressão barométrica, baixando os poluentes emitidos. Em condição normal de rodagem, os controles do escape são desligados e os carros poluem mais do que o permitido.

18 de setembro de 2015 – Volkswagen é acusada

O governo dos Estados Unidos acusa a Volkswagen de burlar os dados de emissões de gases poluentes a fim de atender à regulamentação do país, e abre um processo criminal. Segundo a EPA, 482 mil veículos com motores a diesel violaram os padrões federais, entre eles Jetta, Beetle (chamado de Fusca no Brasil), Golf, Passat e o Audi A3 –da marca que pertence ao grupo Volkswagen. Os veículos foram fabricados entre 2009 e 2015.

20 de setembro de 2015 – Montadora se desculpa

O presidente-executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, divulga nota se desculpando pela má prática. “Pessoalmente e profundamente lamento muito que tenhamos quebrado a confiança de nossos clientes e do público. A Volkswagen não tolera nenhuma violação, nem de leis, nem de normas”, declarou.

21 de setembro de 2015 –  ‘Ferramos tudo’, diz CEO

“Ferramos tudo. Nossa empresa foi desonesta”, afirma o presidente da Volkswagen nos EUA, Michael Horn, durante o lançamento do Passat, em Nova York.

22 de setembro de 2015 –  Fraude envolve outros países

A empresa admitiu que um dispositivo que altera resultados sobre emissões de poluentes não foi usado apenas nos EUA, mas em 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo, em modelos de várias marcas pertencentes ao grupo. No entanto, não diz quais são os carros, nem em que países eles estão. Winterkorn torna a pedir desculpas, agora em um vídeo divulgado pela montadora.

23 de setembro de 2015 – ‘Chefão’ renuncia

Martin Winterkorn renuncia ao cargo de presidente-executivo e pede demissão da Volkswagem. No entanto, diz que não tem ciência de nenhum erro de sua parte. O Conselho  empresa também diz que Winterkorn “não tinha conhecimento da manipulação de dados de emissões”.

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– O Inventor e o Imitador Inovador do Hamburguer!

Inovar e Copiar andam conjuntamente. Quer exemplos? Abaixo, extraído de Época Negócios, fev/2012, pg 50, por Álvaro Oppermann e Karla Spotorno:

“Na corrida entre INOVADORES e COPIADORES, a vantagem é quase sempre de segundos. De acordo com um estudo recente, 97,8% do valor criado pelas inovações fica com os imitadores. É o que Peter Durcker chamava de ‘imitação criativa’.”

Inventor do bife de hambúrguer, o dinamarquês Louis Lassen, não enriqueceu com sua descoberta, feita em 1900. Hoje em dia, a simpática lanchonete Louis’Lunch, fundada por ele em 1895 em New Haven, no estado de Connecticut, nos EUA, é tocada pelo seu tataraneto, Jeff, como um pequeno negócio familiar. Quem ficou rico foi Edgar Waldo Ingram, fundador da rede White Castle, em 1921 [que copiou a idéia e montou lanchonetes limpíssimas].”
E o que o Mc Donald’s faz hoje?

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– Não sei se cai Lula, Dilma ou Levy; sei que a paciência está esgotando!

A semana foi horrorosa para a Política e para a Economia do Brasil.

  1. Joaquim Levy viu a nota do grau de investimento do país cair. Vai cair com ela também?
  2. Dilma Rousseff viu ser divulgado um relatório que durante o seu Governo a Petrobrás perdeu 200 bilhões de dólares. Cairá em breve?
  3. Lula viu a Polícia Federal pedir ao STF que seja investigado, pois provas surgem contra ele e precisam ser comprovadas (vide as publicações semanais). Enfim, a “casa” caiu?

O grande problema é que com tamanha corrupção e má gestão pública, quem sofre, para variar, é o povo.

Aliás: eu não queria essa atual administração. Por quê tenho que ter meus impostos aumentados como o Ministro da Economia quer? Juro que gostaria que a lei fosse dirigida EXCLUSIVAMENTE a quem votou nessa turma! Claro que isso é impossível…

Em tempo: a Revista Época desta semana mostra que uma das propostas para elevar a arrecadação é o aumento da CIDE sobre os combustíveis, passando dos atuais R$ 0,22 que a compõe, para R$ 0,60!

Além desse absurdo, o duro é aguentar o ex-presidente Lula dizer contraditoriamente que “a perda do grau de investimento não significa nada”, sendo que quando tivemos o aumento da nota (em sua administração), declarou que “era um passo significativo para novos investimentos no Brasil e a marca da credibilidade do Governo”.

Mudou o discurso por qual motivo?

Não sou petista, nem peessedebista. Sou um humilde comerciante que não aguenta mais pagar impostos e ver meu suado dinheiro (que não é nem o que sobra, é o que entra para pagar contas) indo embora na mão desses corruptos!

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– Coitada da Lusa… Jogo da Terceirona na Segundona?

Se a situação financeira da Lusa é complicada, isso é sabido.

Que a Série C é deficitária, idem.

Mas o que dizer do jogo Portuguesa x Juventude, na 3a divisão, marcado para o feriado de 7 de Setembro, segunda-feira, às 20h30?

Canindé vazio e coitado do torcedor. Essa é certeza.
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– Um Preconceito Religioso Inventado por Crivella?

Leio com pesar o artigo do Senador Bispo Marcelo Crivella (PRB), sobrinho de Edir Macedo e ótimo orador, publicado semana passada sob o título “Preconceito Religioso”.

O político questiona o fato da imprensa brasileira noticiar o envolvimento de membros da Igreja Assembléia de Deus (algumas pessoas próximas de Silas Malafaia) e que teriam lavado dinheiro, segundo as investigações da Operação Lava Jato.

Não era para divulgar?

Marcelo Crivella cria um caso de preconceito inexistente, afirmando que está se sujando e ofendendo o nome da Igreja e de seus fiéis.

Ué, mas nada disso foi dito pelas autoridades policiais. Não se criminalizou nem se generalizou fiéis e pastores, mas cirurgicamente se citou algumas pessoas da Assembléia de Deus que usaram a instituição indevidamente.

Será que nesse país a demagogia ganha pontos até onde não se tem?

Que os políticos costumam querer tirar proveito de tudo, é sabido. Mas criar um pseudo-preconceito, aí é demais.

Bandido de colarinho branco não vem rotulado com religião específica. É criminoso e ponto final.

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– Cruzeiro está no caminho certo com Mano Menezes?

Mano Menezes é o novo treinador do Cruzeiro/MG porR$ 500.000,00/ mês!

Não é muito?

Por um contrato até Dezembro de 2017?

Com carta branca para contratações?

Depois de demitir o bicampeão brasileiro Marcelo Oliveira e contratar por algumas rodadas Vanderlei Luxemburgo, a Raposa vai para o seu 3o treinador no Campeonato Brasileiro. Dará certo?

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– McWhopper não vingou. Teremos a união do Burger King e o McDonald’s algum dia?

Causou alvoroço: recentemente, o Burger King sugeriu ao seu maior rival, o McDonald’s, a criação de um lanche: o BigMacWhopper, numa excepcional ação de marketing, a ser comercializado no dia 21 de setembro, considerado em alguns países o “dia da Paz”.

Não aceita a proposta, através da rede social Tumblr, o Burger King sugeriu outra ação: a criação do “The Peace Day Burger”, juntando outras redes de fast food (incluindo a brasileira Giraffas). Para essa iniciativa, o McDonald’s ainda não respondeu…

Dará certo?
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– Jogadores como Sacas de Café ?

Há pessoas que tem o dom de escrever bem em analogias. Leio o artigo “A CBF tem que acabar” sobre “exportação de café e futebol”!

Não resisti: compartilho-o pelo excepcional texto e conjunto de idéias as quais tenho certeza de que as pessoas que prezam pela lisura e competência no esporte gostarão. Nele, há dados impressionantes.

Extraído da Revista Superinteressante, Ed 336, pg 30-31 (Agosto/2014).

A CBF TEM QUE ACABAR

Por Alexandre Versignassi e Guilherme Pavarin

O Porto de Santos é a cafeteira do mundo: um terço do café torrado na Terra passa por ali, numa jornada que começa nas fazendas do Brasil e termina nas xícaras de Madri, Milão, Moscou, Kiev… Não só nas xícaras. O maior comprador do nosso estimulante preto, ao lado dos EUA, é a Alemanha. Mas eles não tomam tudo. Revendem uma parte razoável, porque é um negoçião: os alemães pagam mais ou menos R$ 400,00 em cada saca de 60 quilos e reexportam para o resto da Europa por R$ 800. Sem industrializar nada, só revendendo café “cru” mesmo, do jeito que ele sai das roças daqui. Não é malandragem, é logística: eles podem fazer isso graças à sua malha ferroviária cheia de tentáculos, veias e artérias. Reexportar dali para o resto da Europa é fácil. Num ano típico, os caras importam 18 milhões de sacas e revendem 12 milhões. Isso faz da Alemanha o terceiro maior exportador de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. Tudo sem nunca ter plantado um pé de café.

Tem mais: das 6 milhões de sacas que ficam dentro da Alemanha, uma parte vai para Schwerin, uma cidadezinha de conto de fadas perto da fronteira com a Dinamarca. Por lá, os grãos brasileiros reencarnam na forma de cápsulas de Nespresso. E ganham preços que até outro dia só eram praticados no mercado de outro estimulante – branco. Um quilo dessas cápsulas acaba saindo por R$ 400,00 no varejo, quase 70 vezes o quilo do café cru. É 70 X 1 para a Alemanha.

No futebol é parecido. Exportamos o material cru, os atletas jovens, e importamos o produto acabado – não exatamente os jogadores, porque quando eles voltam geralmente estão é acabados mesmo. O que a gente compra é o espetáculo. Por mais que ninguém torça de verdade por um Real Madrid ou por um Bayern, todo mundo entende que o futebol para valer está lá fora, e que o Campeonato Brasileiro, na prática, é só uma série B do futebol mundial.

Um segunda divisão que alimenta a primeira com uma voracidade extrativista. O Brasil é o maior exportador mundial de jogadores, ao lado da Argentina. Vende por volta de 1.500 atletas/ano. Não faz sentido. Guido Mantega à parte, ainda estamos entre as dez maiores economias do planeta, à frente de destinos futebolísticos consagrados, como a Espanha e a Itália. Mesmo assim, nosso futebol não tem força econômica para reter pé-de-obra, e não para de ceder atletas para Madri, Milão, Moscou… E Kiev.

Até para a Ucrânia, que tem um PIB menor que o da cidade de São Paulo, a gente perde jogadores. Entre os atletas menos estrelados é pior ainda. Se o cara não consegue vaga nos times grandes daqui, qualquer tralha leva: Chipre, Malta, Bulgaria… Em 2013,

20 foram para o Vietnã, e dois ajudaram a engrossar a população das Ilhas Faroe, que tem 50 mil habitantes e PIB menor que o de Matão, uma cidade no interior de São Paulo (R$ 5 bilhões).

Até os 7 X l, o único patrimônio realmente sólido do futebol nacional era a Seleção. Sólido e lucrativo: a CBF faturou R$ 478 milhões com o time nacional em 2013. Só o patrocínio da camisa de treinos do time trouxe R$ 120 milhões. A Alemanha, segunda colocada nesse ranking, só levantou R$ 40 milhões com a dela. A Argentina, com Messi e tudo, R$ 10 milhões.

(…) Os 13 maiores clubes do País somam R$ 4,7 bilhões em dívidas. Tudo fruto de um péssimo gerenciamento, cuja inspiração vem lá de cima, da Confederação Brasileira de Futebol. Por essas, qualquer solução para o esporte passa pelo fim da CBF. Pelo fim do modelo atual, pelo menos. A entidade, hoje, é tão democrátíca quanto um feudo do século 13. Só existem 47 votantes para a presidência – 20 clubes da série A mais 27 federações estaduais. Ou seja: um colégio eleitoral altamente manipulável, que garante reeleições eternas para quem estiver lá em cima. (…).

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– Considerações sobre Neymar se transferir ou não para a Inglaterra

Na janela de especulações das transferências europeias (que se encerrarão em breve), vale tudo! Boataria é a marca principais dos tabloides ingleses. E o “The Sun” traz duas manchetes relativas a dois atacantes brasileiros e de dois “Manchesters”:

1 – Alexandre Pato seria comprado pelo Manchester City. Eu não creio. O time já tem Aguero, contratou Pedro e, se Pato chegasse, seria para a reserva. Vale tanto o investimento?

2 – Neymar se transferiria para o Manchester United. Aí sim é possível. E por vários motivos: o time (que é o mais rico do mundo hoje) precisa de um reforço dentro de campo que traga impacto, quer um jogador midiático para apagar a má temporada passada e ainda precisa de um bom vendedor de souvenirs, que desde Beckham, está carente.

E aqui vale algumas considerações: Neymar é carismático, jogador de imagem global e jovial, além de craque. A multa bilionária pode ser paga, já que dinheiro não é problema para os Reds. No Barcelona, Neymar é o coadjuvante que se prepara para um futuro protagonismo. Na Inglaterra, será o ator principal logo de cara. Além disso, qual seria o TENTADOR salário oferecido ao Neymar Jr negociado pelo Neymar Pai? E quanto ele levaria de luvas? E de percentual na transferência?

Aliás, crê-se que o distrato de Neymar do Barcelona para o Manchester United renderia aos cofres do Santos FC (o clube formador) cerca de R$ 31 milhões – mais do que o Peixe ganhou ao vendê-lo para os espanhóis!

É muita grana… E a pergunta é: por quê Neymar ficaria no Barcelona, se há tanto dinheiro e prestígio sendo oferecido?

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– Nextel estará a venda após fugir da falência?

Ela foi um sucesso como rádio, mas na briga entre as empresas de telefonia, sucumbiu! Saindo da recuperação judicial, possivelmente a Nextel será vendida!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20150825/missao-valim-preparar-nextel-para-venda/7343

MISSÃO DE VALIM É PREPARAR NEXTEL PARA A VENDA

Apesar de ter tido em entrevista ao jornal Valor de que “não há qualquer transação em discussão” e que uma eventual venda só faria sentindo “se tiver mais valia”, até as pedras sabem que a missão do executivo Francisco Valim, novo presidente da Nextel, é preparar a empresa de telefonia para a venda.

Em outras palavras, Valim terá de embelezar a noiva para valorizar seu dote para um futuro pretendente. Esse é o plano desenhado pela NII Holding, empresa que controla a Nextel, que saiu da recuperação judicial no fim de junho deste ano, com a aprovação de seu plano de reestruturação.

Com graves problemas financeiros, a empresa vendeu seus ativos no Peru, Chile e no México nos últimos anos, para concentrar seus investimentos no mercado brasileiro, o único lugar onde mantém atualmente operação.

Apesar das dificuldades, a Nextel até que conseguiu um relativo sucesso em sua estratégia brasileira, em especial nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a operadora atingiu uma participação de mercado de 13,1% em maio deste ano, segundo a consultoria Teleco, passando a TIM em celulares pós-pagos (a Nextel não atua em pré-pago). A previsão é que ultrapasse a Oi até o fim de 2015.

Em São Paulo, sua participação de mercado saiu de 2,8% para 6,7%, em maio deste ano, mas atrás das principais empresas do setor – Vivo, Claro, TIM e Oi.

De janeiro a maio, segundo a Teleco, a Nextel foi a terceira empresa em adições líquidas de celulares, atrás apenas de Vivo e TIM, com 490 mil de aparelhos, e à frente de Claro e de Oi.

Procurada, a Nextel não se pronunciou até o fechamento deste post.

Se comercialmente a Nextel mostra sinais de recuperação, há muito o precisa ser feito na parte financeira – exatamente a especialidade de Valim.

No ano passado, a receita da companhia encolheu 6,2% no Brasil, para R$ 3,9 bilhões. O prejuízo de R$ 1,9 bilhão representou uma alta de 106,7%.

No segundo trimestre de 2015, a receita de R$ 983 milhões representa uma queda de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. A geração de caixa, no trimestre, foi negativa, assim como a margem Ebtida.

Mesmo assim, não faltam rumores que há interessados em comprar a Nextel. Nos últimos dias, o boato mais forte envolvia a TIM – fato negado pela operadora de origem italiana, em comunicado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Para fazer uma oferta pela Nextel, a TIM teria de agir nos bastidores para resolver um imbróglio regulatório, afinal há sobreposições de licenças entre as duas empresas, o que não é permitido pela legislação brasileira.

A AT&T será peça-chave nesse xadrez do mercado de telecomunicações brasileiro. A operadora americana é dona da Sky, que atua no mercado de tevê por assinatura via satélite. No México, ela comprou a operação da Nextel, em janeiro deste ano, por IS$ 1,875 bilhão.

Os movimentos da companhia americana serão fundamentais no processo de consolidação do setor. Não se sabe ainda se ela vai aprofundar seus investimentos – e, nesse caso, a Nextel seria um alvo óbvio – ou tirar o pé do acelerador. Nesta opção, a Sky poderia parar nas mãos da Vivo.

Executivo com formação na área financeira, Valim é constantemente lembrado pelo processo de reestruturação da NET, que comandou em momentos críticos em meados dos anos 2000.

Mais recentemente, ao ser presidente da Oi, ele deixou a companhia depois de brigar com os controladores, que não concordaram em abrir o caixa e investir mais, como pedia o executivo.

Na Via Varejo, holding do Casino que controla a Casas Bahia e o Ponto Frio, teve uma rápida passagem de apenas oito meses.

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– A Arrecadação das Federações Estaduais e a dos Clubes da Série A:

Clubes falidos, Federações Estaduais Ricas. Sem contar o “mensalinho legalizado” que a CBF paga aos cartolas das federações, veja que quantia incrível (superior à da maioria dos times) as entidades estaduais arrecadaram só no 1o turno do Brasileirão da Série A.

Extraído de: http://epoca.globo.com/vida/esporte/noticia/2015/08/por-que-federacoes-arrecadam-mais-com-ingressos-do-que-os-proprios-clubes.html

POR QUE FEDERAÇÕES ARRECADAM MAIS COM INGRESSOS DO QUE OS PRÓPRIOS CLUBES?

Seis milhões de reais. É a quantia que federações estaduais de futebol arrecadaram no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, mais do que os clubes dos próprios estados em alguns casos. Elas não pagam salários de atletas, não arcam com despesas das partidas, não trabalham na promoção, mas ficam com 5% da receita bruta.

A Federação Paulista de Futebol (FPF), na carona dos altos números de Corinthians e Palmeiras, recebeu R$ 2,3 milhões. Ponte Preta e Santos, somados, tiveram receita líquida de R$ 1,8 milhão. A quantia deixa a entidade com mais renda do que 11 dos 20 times que jogam a primeira divisão, entre eles Fluminense e Vasco. A do Rio de Janeiro, mesmo sem Botafogo na elite, ficou com mais renda do que sete.

Ou vamos radicalizar na comparação: se as entidades formassem o “Federação Futebol Clube”, este time de cartolas teria a quarta maior receita líquida com ingressos – só Corinthians, Palmeiras e Grêmio conseguiram mais do que R$ 6 milhões “limpos” no primeiro turno.

Federação Receita
FPF (SP) R$ 2,35 milhões
FFERJ (RJ) R$ 1,21 milhão
FMF (MG) R$ 750 mil
FGF (RS) R$ 646 mil
FPF (PR) R$ 360 mil
FCF (SC) R$ 351 mil
FPF (PE) R$ 257 mil
FGF (GO) R$ 85 mil

O pior é que, em alguns casos, a federação leva a parte dela mesmo quando o mandante toma prejuízo. Em oito das 190 partidas do primeiro turno, clubes tiveram que tirar dinheiro do caixa para cobrir despesas e impostos. Mas a taxa da chefia seguiu intacta.

A solução é mais simples do que se imagina, e nem é tão radical: taxar a receita líquida em vez da bruta. A federação passaria a jogar junto. O clube – e a gestora do estádio, se houver – precisaria acertar na precificação do tíquete, atrair público, enxugar despesas, para que a entidade pudesse ganhar o dela. Senão, ao menos, não atrapalharia ao taxar quem já paga INSS, seguro, arbitragem, exame antidoping, policiamento e até quadro móvel (funcionários) da própria federação.

Pode parecer discussão pequena, de trocados em milhões, mas não é. As federações, sem fins lucrativos, que existem (só) para regular o futebol, tiram dinheiro dos clubes em bilheterias, patrocínios – elas vendem placas no campo para empresas que, por isso, desistem de investir em times – e nas várias taxas do dia a dia. Muitas faturam mais do que os próprios times. Em tempos de bonança, vá lá, daria para perdoar. Mas a crise econômica está aí, meu amigo cartola.

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– Obrigado por nada, Banco Itaú!

Poucas vezes vou ao banco, estrutura física. O que posso fazer, utilizo pela Internet.

Mas não é que à tarde toda as agências do banco Itaú ficaram sem receber, pagar, depositar, sacar, ou qualquer outra coisa que possa fazer?

Nem pelo atendimento humano, tampouco pelos caixas eletrônicos?

E se meu saldo ficou descoberto porque o banco não permitiu que eu depositasse: o Itaú irá me abonar de juros?

Idem para quem não conseguiu pagar suas contas em suas próprias agências…

Com o lucro bilionário que têm (R$ 5 BI NO ÚLTIMO TRIMESTRE), os bancos não podem permitir tais graves falhas.

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– Coca versus Pepsi, de 290 para 350: uma criativa invenção!

Curiosidade: uma idéia que perdurou: a criação da latinha de refrigerante de 350 ml, pelo Departamento de Marketing da Pepsi, em 1930!

Sabe por que surgiu?

Para concorrer com a garrafa da Coca-Cola, já que era mais vantajoso o preço de venda de uma latinha Pepsi de 350ml do que uma garrafa de 290ml Coke. Aliás, a Coca-Cola só lançou sua latinha em 1959!

– TAM e LAN virarão definitivamente LATAM Airlines. Uma boa?

Não sei se o nome pegará. Soa meu feio, mas… o certo é que a chilena LAN com a brasileira TAM, desde que se uniram, criaram a LATAM. Agora, anunciaram que paulatinamente abandonarão a marca TAM e LAN e usarão o nome da holding: LATAM Airlines!

Extraído de: http://t.co/y6QVqwn664

TAM E LAN USARÃO MARCA ÚNICA

Por André Jankaviski

Após três anos da conclusão da fusão, as companhias aéreas LAN e TAM anunciaram a adoção de uma marca única. O nome escolhido foi o Latam, o mesmo da holding formada em 2012.

A mudança completa da comunicação de check-ins, pinturas de aviões e uniformes será iniciada no primeiro semestre do ano que vem e realizada de forma gradual até 2018. O custo para todas as alterações é estimado em US$ 40 milhões.

“Ocorreram muitas conversas e até mesmo discussões na criação da nova marca”, afirmou Maurício Rolim Amaro, presidente do conselho da empresa, em evento para jornalistas ocorridos na manhã da quinta-feira 6. “Mas chegamos a um denominador comum e satisfatório para todos.”

A nova bandeira surge com o objetivo de ser uma potência sulamericana dentro do mercado global de aviação. “Sabíamos que seria difícil deixar de lado duas marcas fortes e criar uma nova”, disse Enrique Cueto, comandante da Latam. “Mas precisávamos tomar essa iniciativa para criar uma marca com penetração mundial.”

Segundo a CEO da TAM, Cláudia Sender, a mudança já era prevista desde a finalização do processo de fusão, mas que precisava ser realizada da maneira mais correta e detalhada possível.

Criado pela própria empresa em parceria com a Interbrand, o novo logotipo é inspirado no mapa geográfico da América do Sul. As cores azul e vermelho, de LAN e TAM, respectivamente, ainda estão presentes. De acordo com o diretor de marketing da companhia, Jerome Cadier, a comunicação para o público deve ser feita de maneira mais lenta também devido ao alto custo da mudança das pinturas dos aviões.

“Nenhuma empresa consegue fazer todas essas alterações de maneira repentina”, diz Cadier, que não crê que a nova bandeira poderá sofrer mais resistência do público em um período turbulento da economia brasileira. “Preferiríamos que fosse em um cenário mais positivo, mas decidimos não alterar o cronograma inicial.”

Apesar das mudanças, as empresas continuam operando de forma separada e todos os executivos manterão os seus cargos. Isso ocorre, segundo Cláudia Sender, por respeito às legislações de cada país, que obrigam as empresas de aviação a manter operações próprias dentro da nação de origem. “Até segunda ordem, continuo com o cargo de CEO da TAM”, disse Cláudia, arrancando risos dos presentes.

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– Bradesco compra o HSBC

Com quem pode, não se brinca!

O Bradesco comprou o HSBC (sua operação no Brasil) por R$ 17.600.000.000,00. Se você se assustou com tantos zeros, saiba que tal valor corresponde a US$ 5,186 bi.

Pudera, com o que estão cobrando de tarifas e juros… diga-se o mesmo a Itau, Santander e tantos outros.

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– Mando de Campo no Brasil e na Inglaterra

Aqui no Brasil existe uma boa discussão: vender o mando de campo é válido ou não?

Esportivamente falando, penso que não. Mas financeiramente pensando, pode valer a pena. Ainda assim, não gosto da idéia de clubes que mandam seus jogos em praças que o fazem ser um mero coadjuvante.

Nesse ano, o alagoano ASA virou paranaense na Copa do Brasil; a campineira Ponte Preta jogou como cuiabana macaca contra o Palmeiras pelo Brasileirão. No Paulistão, o Oeste de Itápolis trocou o Estádio dos Amaros (acanhado, difícil para se jogar, apitar ou transmitir um jogo) pelo paulistano Pacaembu para jogar contra o Santos.

Curiosamente, nestas partidas, todos os “mandantes” perderam e os adversários tiveram mais torcida do que eles. Na prática, é uma inversão na relação de mandante e visitante. Ou não?

Eis que na endinheirada Premier League, uma decisão que bate de frente com tal embate: o Tottenham fechará o seu estádio, o White Hart Lane, a fim de aumentar a capacidade para 61 mil lugares. O clube planeja mandar suas partidas em alguns estádios durante a temporada 2015/2016: o mítico Wembley (90.000 lugares) e o Milton Keynes Stadium (30.500 lugares) estão na pauta, além de outras praças que fizeram convite ao clube.

Entretanto… Richard Scudamore, o CEO da Premier League, declarou ao “The Guardian”:

Eles terão que jogar todos jogos no mesmo estádio a temporada inteira. Pela integridade da competição. Você não pode ser mandante em 19 partidas sendo que 10 no Stadium MK e 9 em Wembley. Isto seria completamente injusto. Eles não serão autorizados na nossa competição”.

Preste atenção: o Tottenham têm dois estádios com acertos financeiros e pretende (ou pretendia) aceitar mais convites; mas a Liga, em nome da igualdade de disputa a todos os adversários, proibirá.

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– As Pré-Temporadas do Futebol Mundo Afora

Vejo grande quantidade de amistosos entre grandes times europeus com estádios lotados nos EUA para pré-temporada. Já não era hora de adaptar o Brasileirão com o calendário europeu, a fim de aproveitar essas oportunidades de grandes jogos?

Otimizar férias nos mesmos meses que na Europa, adaptando e reduzindo os estaduais, é necessário

Já imaginaram Milan, Real Madrid e outros grandes clubes fazendo jogos treinos preparativos por aqui?

Infelizmente, o calendário é tão mal feito que a Série A se manteve ativa durante a Copa América e a Série C parou em respeito a… Copa América.

Vai entender…
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– Os Inimigos da Produtividade

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07/15, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?
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– A Briga do S da Seara e da Sadia

Está “divertida” a briga na Justiça entre Seara e Sadia pela propaganda do presunto. Quando eu era garoto, existia o comercial do “S” da Sadia. Também a do garotinho que passava o dedo no presunto e fazia o teste cego, mas sempre com o S em destaque. Hoje, a Sadia é BRFoods, dona da Perdigão e de diversas outras marcas, e reclama do seu concorrente, a Seara, justamente pela propaganda ter… S!

Pois é: quem se lembra dos anos 80 e 90, verá os anúncios da televisão e imaginará que o garotinho do filme dirá “que começa com S de…” e ao invés do esperado Sadia, dirá Seara!

As propagandas, em si, são bem diferentes. Mas o S da lembrança se faz presente em ambas.

Os filmes estão disponíveis em: http://www.youtube.com/watch?v=7QuPal27vD0 e http://www.youtube.com/watch?v=Aj0joNSQJY0

– As Camisas Politicamente Corretas do time espanhol

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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– As taxas de inscrição da FPF para a Copa Paulista.

Em breve começará a Copa Paulista, uma competição para manter os times profissionais pequenos em atividade. 

Serão apenas 19 equipes devido a desistência dos clubes, pelo motivo do deficitário torneio não valer a pena para muitos. 

Sabe quanto a FPF cobra por jogador inscrito? Cerca de R$ 2.800,00 / atleta

Dependendo do caso, o custo para inscrever um jogador será maior que o salário pago pelos times por 2,5 meses de duração do torneio

O gozado é: a atual diretoria da Federação Paulista de Futebol foi reeleita por unanimidade há pouco tempo. E isso nos leva a crer: Cartola esportivo não sabe votar. Ou é obrigado a aceitar esses nomes impostos pelos mandatários do futebol paulista e brasileiro?

Talvez isso reflita na qualidade do futebol jogado: saudade do tempo em que a Seleção Brasileira era repleta de talentos do Interior de São Paulo…
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– CBF: Só receber e nunca dar!

A série D do Brasileirão é sabiamente deficitária aos clubes, certo?

Correto. Mas o detalhe é que o canal Esporte Interativo, agora de propriedade do grupo americano Time Warner, comprou os direitos de transmissão da 4a divisão brasileira.

Tudo ótimo, se não fosse um só detalhe: os clubes não receberão um centavo sequer, pois a CBF anunciou (segundo Fábio Suzuki, pg 3, Jornal Lance, coluna De Prima, edição 03/07) que não rateará a verba com os clubes que disputam a competição pois o dinheiro seria muito pouco, já que existem muitos clubes nesta divisão.

Então é melhor a CBF ficar com a grana toda, certo?
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– Starbucks conhecendo a realidade?

A rede de cafeterias Starbucks, global marca de luxo, parece que sente a dificuldade econômica do Brasil. Depois do modismo na sua chegada, começou a fechar unidades!

A primeira a encerrar as atividades será a da Rua Amauri, ponto nobre de SP. Motivo: não dá lucro!

A crise chegou para todos os setores mesmo…
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– A birra de Rivaldo é burra! Ingresso a R$ 100,00?

O futebol é um produto pouco atrativo aos brasileiros nos dias atuais. Jogos fracos, jogadores de nível técnico duvidoso, ingresso caro e desconforto. Se não bastasse isso, a concorrência com outros meios de lazer é enorme.

Na série B do Brasileirão, o Mogi-Mirim que hoje é propriedade de Rivaldo, tem dificuldade (como todos os clubes do Interior) de arranjar público em seus jogos. Cansado de fazer promoções e não conseguir torcedores, Rivaldo tomou uma atitude radical! Passou de R$ 20,00 para R$ 100,00 o ingresso de seus jogos, alegando que “quer ver quem gosta do Mogi de verdade como ele”.

Se já está difícil a “Vintão”, imagine a 100 reais? Pura birra, tiro no pé e atitude antipática.

Os prejuízos que já passaram de R$ 40.000,00 nessa temporada, só aumentarão… Rivaldo deve estar com dinheiro sobrando para topar ter mais prejuízo ainda, não?
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