Como crer que essa absurda dívida de 2,7 bi será paga?
Quais esforços estão sendo feitos para minimkizá-la?
Quem poderá socorrer o Corinthians?
Abaixo:

Pense, pesquise, reflita e verifique: qual SAF, até hoje, cumpriu o seu contrato assinado até o fim?
Nenhuma!
O Cruzeiro, adquirido por Ronaldo Nazário por 10 anos, foi repassado ao Pedrinho “BH”, endinheirado mineiro do ramo supermercadista. Lá, ele colocou muito dinheiro no empreendimento e não teve lucro até agora. Sabidamente, é uma SAF deficitária, que não paga a sua conta, e só existe hoje pois Pedro é um mecenas, torcedor apaixonado que tem na Raposa um entretenimento pessoal.
O Atlético Mineiro arranjou investidores, e, devendo mais de 1 bilhão, teve que aceitar que a SAF fosse dona da Arena em que ele joga. Em tese, o clube não tem estádio.
O Vasco da Gama viu a 777 falir e “micou” com a sua SAF. O enteado de Leila Pereira, da Crefisa, estuda assumir a equipe cruz-maltina (mesmo que a legislação possa entender que exista conflito de interesses).
O Botafogo-RJ viu sua dívida saltar de 600 milhões de reais para R$ 2,5 bi, segundo tem sido divulgado. John Textor, que causou muita confusão com relatórios dizendo que havia esquemas de arbitragem, foi destituído do seu cargo.
O Botafogo-PB também criou uma SAF e ela não conseguiu nada. Contratou e demitiu vários treinadores e só houve fracasso.
O Botafogo-RP é uma incógnita. O time do Interior Paulista tem altos e baixos, e vai se levando sem muita novidade.
A Ferroviária de Araraquara, o Ituano, e tantas outras pequenas SAFs existem, mas não estão no cenário nacional de elite.
Algumas exceções:
O Bahia, que é do Grupo City, investiu muito dinheiro na equipe. Aparentemente, a conta não fecha, mas é um sólido investimento de longo prazo, onde não se deixou de pagar ninguém.
O Red Bull Bragantino não é SAF, é um clube adquirido que ganha dinheiro na compra e venda de talentos, mostrando-se competitivo em competições de visibilidade, além de usar o time para ações de marketing para vender os seus produtos. E lucra muito com isso.
Como ninguém ainda viu as SAFs terem um contrato completo cumprido, questiono: qual clube saiu-se melhor de um processo de SAF? Afinal, alguém cria uma SAF e a vende por tempo ilimitado. Depois o clube pode vender para outro período de anos.
A pergunta maior é: com excelentes gestões, Flamengo e Palmeiras conquistam títulos e muito dinheiro sem ser SAF. Quer dizer que a questão não é ser SAF, mas ser competente? Corroboro o que César Grafietti, um dos maiores (senão “o maior”) especialista em finanças e gestão do futebol, disse: que muitos clubes vem na SAF uma ilusão.
E isso é verdade!
Há muito torcedor iludido, que vê uma SAF como “salvadora do mundo”. E acaba idealizando que um milionário qualquer irá ao seu time e jorrará dinheiro sem compromisso algum.
Alguém rasga dinheiro? Ninguém. E o torcedor, apaixonado pelo seu clube, cheio de esperança, curte o desejo de uma SAF sem ao menos saber o que reza um contrato.
Aqui em Jundiaí, há muita polêmica sobre a SAF do Paulista FC, prometida em 6 meses mas que há dois anos, o interessado EXA Capital (de Pedro Mesquita) ainda não a finalizou. E tais negociações são estranhas: ninguém sabe nada, duas ou três pessoas falam em nome do clube e não contam nada, não há diálogo nem esclarecimentos. E ninguém responde a pergunta que já fiz algumas vezes: como será o ROI (Retorno sobre o investimento) de quem quer adquirir um time sem calendário nacional, que está na 3ª divisão regional, que dispensou boa parte de seus jogadores e que deve mais de R$ 90 milhões? Se a proposta para adquirir o Galo Jundiaiense é de R$ 100 milhões, qual é a mágica?
Aí vem o temor de todo torcedor do Tricolor da Terra da Uva: que Pedro Mesquita esteja levando o Estádio Jayme Cintra no negócio (não em cessão por comodato, mas em definitivo). E como falamos que nenhuma SAF cumpriu sem contrato até o fim no Brasil, penso: daqui a alguns anos, se o investidor for embora, o Paulista FC terá perdido seu estádio e o time desmontado.
Algo que sempre cobro: quais garantias essas SAFs estão dando aos clubes?
Talvez quem torça para um time, sem ser racional, não leve em conta que não há milagre financeiro e deixa de perguntar o básico: como o investidor recuperará seu investimento?
Vendendo ingresso de jogo e jogador apenas, obviamente, não é.
Quer entende mais sobre SAF (se é uma boa ou uma ruim)?
Vale esse texto espetacular:
VENDE-SE ILUSÃO: O MOMENTO DE NEGOCIAÇÃO DOS CLUBES DE FUTEBOL.
Por César Grafietti
Venho insistindo no alerta de que investir em futebol não é fácil. Toda indústria tem seus desafios, mas nenhuma opera um mercado que tem na paixão um componente importante, cuja disputa do market-share começa do zero todos os anos e quem tem menos dinheiro corre mais riscos de ser expurgado e levado a mercados menores e nada rentáveis. Sem contar que, mesmo aplicando todas as melhores práticas de gestão, analytics, scouting, e atuar com bons profissionais, ainda assim a bola entra ou sai por acaso.
Para além disso, é um mercado que demanda que você esteja nas melhores estruturas competitivas (divisões), mas se não for compatível com ela em termos de porte, acessos e economia local, a chance de sucesso é casual e raramente perene. Ah! A forma mais eficiente de ganhar dinheiro é desenvolvendo e transferindo ativos cuja “taxa de perda” é elevada.
Assustei, né? Não é para tanto. Na verdade, essa introdução serve apenas para alertá-los sobre a imensa quantidade de vendedores de ilusões que acham que fazer futebol é simples, basta governança e compliance, que monetizar a torcida é só uma questão de tecnologia, para ter exposição coloca-se tudo no Youtube, e o futuro é abrir capital de clubes. “Tem muito mato alto”, dizem os que acompanham futebol pelo feed das redes sociais.
E são eles os responsáveis pela falta de investimentos no futebol. Hoje no Brasil há muito mais associações buscando capital que investidores interessados. Temos um problema de conexão entre as partes criado pelo excesso de facilidades vendidas pelos encantadores de serpentes.
Entre tantas, há duas falácias que impactam negativamente o mercado:
E isso gera falsa expectativa nas associações, que querem projetos ousados e números grandes para justificar que fizeram um bom negócio, quando deveriam procurar projetos sustentáveis e estruturados no tempo, com objetivos sensatos.
Vamos aos fatos: a Série A tem 20 clubes, e cerca de 14 deles faturam acima do hurdle de risco de rebaixamento, que para 2026 deve ser na casa dos R$ 250 milhões. Ou seja, quem fatura menos que isso tem maior probabilidade de rebaixamento que os demais, conforme estudo que faço há anos e publico anualmente no Relatório Convocados.
Na Série B de 2026 a receita mediana deve ser da ordem de R$ 30 milhões, com o Top 5 acima de R$ 120 milhões. Ou seja, se o clube investido chegar à Série B após ter passado pelos muros das Séries D e C, cada vez mais difíceis pelos formatos e inflacionados pelo aumento de gastos com e sem lastro, encontrará uma terceira zona de contenção e dificuldades.
Um projeto sério, baseado em análise do comportamento das competições nos últimos 15 anos, que é como trabalhamos nossas propostas, deveria considerar pelo menos 3 anos para sair da Série D, mais 3 para sair da C. Ou seja, são 6 anos apenas para chegar numa divisão que é fronteira da elite, e custa cada vez mais caro (mostrei isso em artigo recente). E para isso é preciso capital humano e financeiro.
Se o clube está numa cidade com menos de 200 mil habitantes e média de público abaixo de 3 mil pessoas, sem uma economia pujante que permita construção de parcerias e desenvolva as receitas comerciais, então o projeto está em risco. E quando forem ver o business plan, está calcado apenas na formação e transferência de atletas, cujos valores em divisões inferiores não geram caixa necessário para suportar a operação. Para “fechar a conta”, utilizam-se valores de venda de jogadores muito acima do razoável para as divisões.
Vende-se ilusão, e geralmente associada a números irreais, que quando depurados não são nada do que se postou em rede social. Muitas vezes são cobertos por dívidas e não por capital, e isso gera mais pressão na estrutura. Mas o dirigente que “vendeu” a SAF diz que fez o melhor negócio do mundo.
As justificativas são sempre as mesmas: opera-se na exceção para criar a regra. No Brasil usam o Cuiabá e o Mirassol como exemplos de que pode funcionar. O Cuiabá caiu para a Série B e segue por lá, enquanto o Mirassol teve ano de sonho por conta de um trabalho fantástico – inclusive, é dos poucos clubes que não possuem qualquer dívida em atraso – mas que agora já se vê dentro do que é esperado: fez um Paulistão comum, tem o desafio da Libertadores e o início do Brasileirão não aponta nada promissor. Não é falha; é realidade.
Ou então precisamos voltar aos anos 80, quando a primeira divisão tinha 90 clubes. Talvez haja espaço para todo mundo que quer operar na elite.
Isso também vale para projetos no exterior. Tem sido bastante comum me deparar com projetos em que se vende a ideia de fazer gestões austeras em clubes de divisões menores, e ainda assim ser capaz de atingir desempenho para levá-los ao topo das ligas. Os exemplos são sempre os mesmos: Wrexham, Luton Town, Atalanta, Como.
Nenhum deles serve de exemplo porque são exceções. O Wrexham é um projeto de mídia, e se você não é o Ryan Reynolds, esqueça. O Luton Town investiu £ 18 milhões no ano em que subiu para a Premier League, e dois anos depois está na terceira divisão. A Atalanta recebeu investimentos por 10 anos antes de colher resultados, e o Como tem donos bilionários que já investiram mais de € 200 milhões nos últimos 4 anos, o que não parece nada austero.
Projetos na Europa demandam análise e planejamento justo. É preciso fazer tudo aquilo que comentei mais acima – estrutura, profissionalismo, aplicação de processos corporativos de gestão dentro e fora de campo, e ter pessoas qualificadas – e capital para compor a conta. Ah! E tempo. Não há projeto sério e consistente que não considere o tempo como variável fundamental.
O que mais me incomoda nas conversas sobre futuro e investimento no futebol é a facilidade como as soluções são propostas. Especialmente quando colocadas por quem não é do segmento, nem sabe o grau de dificuldade da atividade. O futebol não é uma indústria comum, e por isso é mais difícil, mas permite retornos assimétricos quando o negócio é estruturado da maneira correta.
Atenção com quem fala sobre futebol sem ter vivido e entenda sua realidade por dentro. A não ser que você goste de soluções fáceis para problemas complexos. Haverá sempre alguém vendendo a Torre Eiffel.
É caro, mas é rentável…
Veja só esses números sobre abertura de franquias (como Natura, McDonalds ou CVC), abaixo:
Quer entende mais sobre SAF (se é uma boa ou uma ruim)?
Vale esse texto espetacular:
VENDE-SE ILUSÃO: O MOMENTO DE NEGOCIAÇÃO DOS CLUBES DE FUTEBOL.
Por César Grafietti
Venho insistindo no alerta de que investir em futebol não é fácil. Toda indústria tem seus desafios, mas nenhuma opera um mercado que tem na paixão um componente importante, cuja disputa do market-share começa do zero todos os anos e quem tem menos dinheiro corre mais riscos de ser expurgado e levado a mercados menores e nada rentáveis. Sem contar que, mesmo aplicando todas as melhores práticas de gestão, analytics, scouting, e atuar com bons profissionais, ainda assim a bola entra ou sai por acaso.
Para além disso, é um mercado que demanda que você esteja nas melhores estruturas competitivas (divisões), mas se não for compatível com ela em termos de porte, acessos e economia local, a chance de sucesso é casual e raramente perene. Ah! A forma mais eficiente de ganhar dinheiro é desenvolvendo e transferindo ativos cuja “taxa de perda” é elevada.
Assustei, né? Não é para tanto. Na verdade, essa introdução serve apenas para alertá-los sobre a imensa quantidade de vendedores de ilusões que acham que fazer futebol é simples, basta governança e compliance, que monetizar a torcida é só uma questão de tecnologia, para ter exposição coloca-se tudo no Youtube, e o futuro é abrir capital de clubes. “Tem muito mato alto”, dizem os que acompanham futebol pelo feed das redes sociais.
E são eles os responsáveis pela falta de investimentos no futebol. Hoje no Brasil há muito mais associações buscando capital que investidores interessados. Temos um problema de conexão entre as partes criado pelo excesso de facilidades vendidas pelos encantadores de serpentes.
Entre tantas, há duas falácias que impactam negativamente o mercado:
E isso gera falsa expectativa nas associações, que querem projetos ousados e números grandes para justificar que fizeram um bom negócio, quando deveriam procurar projetos sustentáveis e estruturados no tempo, com objetivos sensatos.
Vamos aos fatos: a Série A tem 20 clubes, e cerca de 14 deles faturam acima do hurdle de risco de rebaixamento, que para 2026 deve ser na casa dos R$ 250 milhões. Ou seja, quem fatura menos que isso tem maior probabilidade de rebaixamento que os demais, conforme estudo que faço há anos e publico anualmente no Relatório Convocados.
Na Série B de 2026 a receita mediana deve ser da ordem de R$ 30 milhões, com o Top 5 acima de R$ 120 milhões. Ou seja, se o clube investido chegar à Série B após ter passado pelos muros das Séries D e C, cada vez mais difíceis pelos formatos e inflacionados pelo aumento de gastos com e sem lastro, encontrará uma terceira zona de contenção e dificuldades.
Um projeto sério, baseado em análise do comportamento das competições nos últimos 15 anos, que é como trabalhamos nossas propostas, deveria considerar pelo menos 3 anos para sair da Série D, mais 3 para sair da C. Ou seja, são 6 anos apenas para chegar numa divisão que é fronteira da elite, e custa cada vez mais caro (mostrei isso em artigo recente). E para isso é preciso capital humano e financeiro.
Se o clube está numa cidade com menos de 200 mil habitantes e média de público abaixo de 3 mil pessoas, sem uma economia pujante que permita construção de parcerias e desenvolva as receitas comerciais, então o projeto está em risco. E quando forem ver o business plan, está calcado apenas na formação e transferência de atletas, cujos valores em divisões inferiores não geram caixa necessário para suportar a operação. Para “fechar a conta”, utilizam-se valores de venda de jogadores muito acima do razoável para as divisões.
Vende-se ilusão, e geralmente associada a números irreais, que quando depurados não são nada do que se postou em rede social. Muitas vezes são cobertos por dívidas e não por capital, e isso gera mais pressão na estrutura. Mas o dirigente que “vendeu” a SAF diz que fez o melhor negócio do mundo.
As justificativas são sempre as mesmas: opera-se na exceção para criar a regra. No Brasil usam o Cuiabá e o Mirassol como exemplos de que pode funcionar. O Cuiabá caiu para a Série B e segue por lá, enquanto o Mirassol teve ano de sonho por conta de um trabalho fantástico – inclusive, é dos poucos clubes que não possuem qualquer dívida em atraso – mas que agora já se vê dentro do que é esperado: fez um Paulistão comum, tem o desafio da Libertadores e o início do Brasileirão não aponta nada promissor. Não é falha; é realidade.
Ou então precisamos voltar aos anos 80, quando a primeira divisão tinha 90 clubes. Talvez haja espaço para todo mundo que quer operar na elite.
Isso também vale para projetos no exterior. Tem sido bastante comum me deparar com projetos em que se vende a ideia de fazer gestões austeras em clubes de divisões menores, e ainda assim ser capaz de atingir desempenho para levá-los ao topo das ligas. Os exemplos são sempre os mesmos: Wrexham, Luton Town, Atalanta, Como.
Nenhum deles serve de exemplo porque são exceções. O Wrexham é um projeto de mídia, e se você não é o Ryan Reynolds, esqueça. O Luton Town investiu £ 18 milhões no ano em que subiu para a Premier League, e dois anos depois está na terceira divisão. A Atalanta recebeu investimentos por 10 anos antes de colher resultados, e o Como tem donos bilionários que já investiram mais de € 200 milhões nos últimos 4 anos, o que não parece nada austero.
Projetos na Europa demandam análise e planejamento justo. É preciso fazer tudo aquilo que comentei mais acima – estrutura, profissionalismo, aplicação de processos corporativos de gestão dentro e fora de campo, e ter pessoas qualificadas – e capital para compor a conta. Ah! E tempo. Não há projeto sério e consistente que não considere o tempo como variável fundamental.
O que mais me incomoda nas conversas sobre futuro e investimento no futebol é a facilidade como as soluções são propostas. Especialmente quando colocadas por quem não é do segmento, nem sabe o grau de dificuldade da atividade. O futebol não é uma indústria comum, e por isso é mais difícil, mas permite retornos assimétricos quando o negócio é estruturado da maneira correta.
Atenção com quem fala sobre futebol sem ter vivido e entenda sua realidade por dentro. A não ser que você goste de soluções fáceis para problemas complexos. Haverá sempre alguém vendendo a Torre Eiffel.
Nesse mundo globalizado, o chamado “efeito borboleta” se faz presente cada vez mais na sociedade.
Um exemplo?
O aumento do preço dos preservativos masculinos (as camisinhas) devido a crise do Oriente Médio.
Compartilho, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/autor/david-goldman/
PRESERVATIVOS PODEM FICAR MAIS CAROS POR GUERRA COM IRÃ
Por David Goldman e Kit Maher, da CNN Internacional
Situação é “definitivamente muito frágil” e preços estão altos, segundo CEO da maior fabricante de preservativos do mundo.
Sexo seguro pode ficar mais caro se a guerra com o Irã continuar a interromper as cadeias de suprimentos globais, segundo o CEO da maior fabricante de preservativos do mundo.
O CEO da Karex, Goh Miah Kiat, disse à Reuters na terça-feira (21) que a empresa pode ser forçada a aumentar os preços em pelo menos 20% a 30%, dependendo da duração da interrupção.
As cadeias de suprimentos globais foram impactadas pela guerra desde o final de fevereiro e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, que interrompeu o fornecimento de alguns materiais usados na produção de preservativos.
“A situação é definitivamente muito frágil, os preços estão altos”, disse Goh à Reuters. “Não temos outra opção a não ser repassar os custos para os clientes neste momento.”
Sediada na Malásia, a Karex produz preservativos, lubrificantes íntimos, luvas, cateteres médicos e capas para sondas.
A empresa fabrica preservativos masculinos de látex, incluindo as marcas ONE, Trustex, Carex e Pasante, e tem capacidade para produzir mais de 5 bilhões de preservativos por ano.
A Karex também exporta para mais de 130 países, segundo seu site.
Goh disse à Reuters que, além dos custos mais elevados de fabricação e embalagem de preservativos, também há atrasos no envio.
“Estamos vendo muito mais preservativos em embarcações que ainda não chegaram ao seu destino, mas que são extremamente necessários”, disse Goh.
A CNN Internacional entrou em contato com a Karex para saber quando os aumentos de preço poderão ocorrer. Enquanto isso, Goh disse à Reuters que a empresa tem estoque suficiente para alguns meses.
Com a disparada dos preços da gasolina desde a guerra com o Irã, o petróleo e o gás natural têm recebido a maior parte das atenções. Economistas temem que a alta dos preços possa levar em breve a uma retração no consumo e que a escassez de petróleo possa prejudicar a produção.
Isso é particularmente preocupante na Ásia, região que depende fortemente do petróleo do Oriente Médio como combustível.
Mas a guerra também prejudicou a produção das chamadas matérias-primas – subprodutos do petróleo usados na fabricação de plásticos e outros materiais.
Entre elas: a nafta, usada na fabricação de materiais de embalagem, e o óleo de silicone e a amônia, ingredientes essenciais na produção de preservativos.
“Ouvimos falar muito sobre o petróleo bruto e seus impactos no diesel e na gasolina, mas as matérias-primas e os produtos petroquímicos também estão em falta”, disse Angie Gildea, diretora global de petróleo e gás da KPMG, em uma entrevista separada.
Por exemplo, 41% da nafta da Ásia vem do Oriente Médio, observou Gildea. Se os países que produzem os produtos que compramos – incluindo a Malásia – não conseguem acessar as matérias-primas, eles precisam aumentar os preços para compensar.
Mas as matérias-primas não são o único problema.
Alguns países, incluindo Mianmar e Camboja, começaram a racionar combustível. Algumas escolas no sudeste asiático, incluindo no Vietnã, emitiram ordens de permanência em casa, pois o deslocamento se tornou muito caro para os alunos.
Analistas do setor temem que isso também esteja prejudicando a capacidade dos trabalhadores das fábricas de chegar às instalações de produção, o que pode atrasar a produção de produtos essenciais destinados à exportação.

Isso é lógico, mas passa despercebido: você já se deu conta que as empresas podem tentar conhecer a intimidade dos seus candidatos a funcionários através de buscas pela internet, e descobrir coisas indesejáveis? Uma falsa impressão pode ser observada por uma foto constrangedora, por exemplo.
Compartilho interessante artigo que retrata um cenário de cuidados com o mundo virtual, suas páginas e fotos.
(extraído de OESP, 14/10/2016, Caderno Negócios, pg B20, por Phyllis Korkky – The New York times)
PERFIL DA WEB PODE PREJUDICAR BUSCA DE EMPREGOS
Seu currículo é ótimo, suas referências são altamente elogiosas e a entrevista foi tranquila – e, mesmo assim, você não conseguiu o emprego. O problema pode estar na web. Será que eles viram aquela sua foto no Facebook dançando sobre a mesa? Descobriram que você está devendo seis meses de hipoteca? Talvez você nunca fique sabendo, mas verificações de antecedentes podem destruir uma candidatura. Em um mundo rico em dados, a pessoa com menos situações embaraçosas pode ter vantagem na disputa por uma vaga.
Há poucas pesquisas sérias sobre como os gerentes de contratação usam a internet para vetar candidatos. Mas é possível supor que eles ao menos o estão olhando em mecanismos de busca. Portanto, seja esperto e verifique os resultados de uma busca rápida de seu nome.
É muito difícil remover qualquer coisa questionável a seu respeito de um mecanismo de busca, mas você pode ao menos colocá-la numa posição mais baixa com a adição de entradas positivas, disse Barbara Safani, dona da Career Solvers, uma empresa de gerenciamento de carreiras de Nova York.
Barbara diz que procura ajudar clientes a criarem uma identidade profissional positiva na internet mediante perfis no Google, LinkedIn e ZoomInfo, por exemplo, já que esses tendem a ser os primeiros a aparecer em resultados de buscas. Acrescentar essas entradas pode também ajudar pessoas com pouca ou nenhuma presença online, já que isso pode ser considerado estranho hoje em dia, disse ela.
Quem procura emprego também deve dar uma olhada em sua página do Facebook. “Até que ponto sua página no Facebook é privada?”, questionou Lewis Maltby, fundador do National Workrights Institute, um grupo de advocacia ligado a questões trabalhistas. Para ele, apesar dos controles de privacidade, não é inconcebível que um empregador possa se tornar amigo de um de seus amigos e com isso ganhe acesso à sua página.
Se estiver mostrando ou dizendo algo no Facebook que não gostaria que sua mãe visse, “tire agora mesmo”, disse Maltby. O mesmo vale para postagens de amigos que mencionam ou “marcam você com um tag”. “Há uma diferença entre ser uma pessoa decente e passar essa imagem na internet”, explicou Michael Fertik, fundador da Reputation Defender, que ajuda pessoas a melhorar seu perfil online.
O advogado disse que começou seu grupo “para oferecer proteção de liberdades civis ao mundo do emprego”. Mas, como já dirigiu um departamento de RH, ele ponderou que não se pode culpar o pessoal de RH por examinar sites de relacionamento. “Contratar a pessoa errada é um erro muito caro.”
Sua preocupação é que alguns gerentes de RH podem desqualificar candidatos “por razões que não têm nada a ver com o emprego” – por exemplo, fotos deles bebendo cerveja. É bem provável que os empregadores não lhe digam que uma foto sua no Facebook com um abajur sobre a cabeça foi a razão para não ser contratado. De qualquer forma, eles em geral podem se recusar a contratá-lo por qualquer razão que não seja vedada por lei, disse Maltby, como raça, religião, deficiência física ou idade.
TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
When the economic situation, whether locally or globally gets tough, businesses take a look at what they are spending money on to see where they can …
Continua em: Trust as a Buffer in Uncertain Times: Staying Afloat as A Freelancer

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?
Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?
Aqui:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.
Thomas Edison disse um dia:
“Não fracassei, apenas cheguei a 10 mil propostas que não funcionaram”.
É justamente essa a discussão: nunca creia na 1a ideia e exija aperfeiçoamentos daquela que for a suposta ideal.
Texto extraído de: Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 25
JAMAIS CONFIE NA PRIMEIRA SACADA
Siga a Regra de Thomas Edison: se quiser uma boa ideia, pense em dez outras.
Por Paulo Eduardo Nogueira
Thomas Edison, um dos ícones históricos da inovação, adotava um método que pode explicar, em boa parte, o sucesso de suas empreitadas: sempre que pedia à equipe de seu laboratório uma solução para desenvolver um produto ou componente, Edison exigia também que trouxessem dez propostas em vez de uma. Longe de ser apenas um capricho de um chefe rigoroso ou detalhista, esse método era uma forma de combater o fenômeno da chamada “preguiça cerebral”, responsável por adotar a primeira proposta surgida, que raramente é a melhor possível.
Neurocientistas do Baylor College of Medicine, em Houston, se basearam justamente no método de Edison para elaborar exercícios que evitam a preguiça cerebral, partindo do princípio de que a chave para inovar é sempre desenvolver a ideia inicial, para enriquecer ainda mais o ambiente em que ela surgiu.
Nosso cérebro, explicam os cientistas, geralmente adota o caminho da menor resistência – isto é, evita ficar elaborando em excesso, pois esta seria a forma mais rápida para avançar na tarefa. O resultado, porém, pode deixar a desejar. O neurocientista David Eagleman, um dos autores da pesquisa do Baylor College, realizou um interessante exercício: primeiro pediu à sua plateia que imaginasse a paisagem de uma praia e depois perguntou quantas pessoas haviam vislumbrado espuma de ondas do mar ou cocos balançando em um coqueiro.
Ninguém levantou a mão. Isso porque, explicou Eagleman, seus cérebros geraram as imagens mais simples possíveis para atender rapidamente à sua solicitação, sem maior elaboração.
Pesquisa da Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, coordenada pelo professor Adam Grant (autor de Originais, livro que trata de inovação), confirma a conclusão dos colegas do Baylor: os maiores inovadores não necessariamente elaboram as melhores ideias, mas persistem o suficiente para obter mais ideias. Em seu livro, Grant explora os métodos necessários para reconhecer uma boa ideia, saber defendê-la, construir uma rede de aliados para apoiá-la e escolher o momento certo para implementá-la. “As primeiras ideias tendem a ser mais convencionais ou óbvias”, diz Grant, para quem a inovação só começa quando empacamos na busca inicial de soluções e, então, somos obrigados a explorar novos territórios mentais. Como diria Edison em uma conhecida frase, “não fracassei, apenas cheguei a 10 mil propostas que não funcionaram” – até obter a boa ideia.

Imagem extraída de: https://ideia.dataprev.gov.br/
Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?
Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E em entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:
“É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.
Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:
“Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.
Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a Empatia no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:
Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z
EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS
Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.
Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.
Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.
Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.
Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.
Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:
Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado
COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO
Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio
por Priscila Zuini
A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.
Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
1. Atendimento impecável
Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.
Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.
2. Tenha um bom produto
Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.
O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.
3. Seja transparente
Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.
Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?
Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!
Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro 2015, pg 90
TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS
O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar
por Márcio Ferrari
Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.
Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:
1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.
2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado
3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

Imagem extraída de: https://www.napratica.org.br/dicas-para-estudar-melhor-ciencia/
Admiro muito o professor Stephen Kanitz. Tenho livros dele e o sigo no Twitter (e ele me segue, dá para acreditar? Me sinto orgulhoso!).
Recentemente, ele tratou em seu blog sobre as diferenças entre “Gestão das Empresas” e “Administração de Empresas”. Para a maioria, gerir e administrar são as mesmas coisas. Entretanto, Kanitz diferencia os modos de administrar no século 21 e gerir no século 16.
Para os Administradores de Empresas, um ótimo artigo! Abaixo:
Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/03/gest%C3%A3o-ou-administra%C3%A7%C3%A3o-qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-.html?
GESTÃO OU ADMINISTRAÇÃO. QUAL A DIFERENÇA?
Por Stephen Kanitz
Administradores invariavelmente usam o termo Administração, e não Gestão. Afinal, ninguém estuda quatro anos ou mais, segue os princípios éticos e o juramento da profissão, para jogar fora o termo tão duramente conquistado.
Gestão normalmente é usado por aqueles que não são formados, e pior, que não acreditam que Administração acrescente muito valor à sociedade.
Gestão não vem de Gerar ou Gestação. Administrar não é levar a termo nove meses um projeto, como muitos acreditam.
Gestão vem de Gesto, Gesticulação. Eram aqueles que gesticulavam, que apontavam com o dedo indicador onde o carregamento de alimentos deveria ser deixado ou estocado. Coloque este fardo aqui.” “Coloque este outro ali.”
Lembre-se que administrar, controlar e cuidar dos estoques estratégicos de comida era uma das primeiras funções administrativas da humanidade.
Os “Gestores” indicavam onde os escravos deveriam colocar os fardos que estavam entregando.
Gestores ainda usam termos como “indicadores” de produção, “apontar” uma solução, “apontamentos” de uma reunião, remanescentes da época em que administrar era basicamente apontar com o indicador a direção a seguir.
“Contratos de Gestão”, técnica que gestores adoram, são apontamentos escritos em contrato, onde “indicadores” de desempenho são previamente acordados pelo “dirigente”. Apontam com o indicador o que querem que seja cumprido.
Isto não é Administração do Século XXI, isto é gestão do Século XVI que ainda usamos nas empresas estatais e empresas de gestão familiar. 500 anos de atraso administrativo.
Se você usa ainda o termo Gestão, cuidado. Você está mostrando para todo mundo que acredita que administrar é dar ordens para subordinados onde colocar isto e onde colocar aquilo. Mas administração moderna é muito mais do que isto, nem preciso relembrar.
Portanto, preste atenção quem são aqueles que ainda usam o termo Gestão. E reze.

Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.
Muitas pessoas confundem plano e estratégia. E se falarmos de Planejamento Estratégico…
Gostei desse material extraído do LinkedIn de Gabriel Bechi, abaixo: https://www.linkedin.com/posts/gabrielbechi_plano-e-estrat%C3%A9gia-n%C3%A3o-s%C3%A3o-a-mesma-coisa-share-7441960618187821056-juis?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts
PLANO E ESTRATÉGIA NÃO SÃO A MESMA COISA
Estratégia é a direção. A sua teoria de como vencer o jogo. É onde você decide competir, o que te diferencia, como vai se sustentar e crescer, e qual é a vantagem que o concorrente vai ter dificuldade de copiar.
Plano é o roteiro. O caminho que você vai percorrer pra chegar a direção. É quem faz o quê, quando, como e como a gente mede se está funcionando.
Sem estratégia clara, o plano não tem direção. Sem plano, a estratégia não sai do papel (…)
Arte: extraída do link acima, do autor.
As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?
Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?
Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45
SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES
por José Renato Sátiro Santiago
Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.
Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.
Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.
Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…
* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45
Ao jornalista Marcel Capretz no SBT Sorocaba, o vice-presidente do Paulista FC Rodrigo Peternelli Alves anunciou que está tudo certo entre Paulista e a EXA Capital, e a SAF será anunciada após a conclusão da A3, pois foi aprovada por todos os conselheiros e sócios..
A questão é: muitas perguntas precisam ser respondidas…
E as perguntas que eu faria ao pessoal da EXA Capital:
Fazendo uma busca na Web, vi muito material sobre a SAF (matérias antigas, inclusive).
Por coincidência, ao pesquisar a SAF do Paulista na Junta Comercial (é uma consulta pública, não tem sigilo), aparece como diretor Alexandre Cobra.
Cobra trabalhou para Ronaldo Nazário, na SAF do Cruzeiro antes da venda. Hoje ele é funcionário da Exa Capital.
Aqui, sobre Alexandre Cobra: https://exacapital.com.br/alexandre-cobra/
Aqui, o documento do Paulista na Junta Comercial: VisualizaTicket
A SAF do Paulista FC já está em outras mãos e não sabíamos, antes mesmo do anúncio? Confesso ignorância sobre o assunto… Ou tudo que tem sido feito, não é tão esclarecedor?
Steve Jobs foi uma das mentes mais produtivas e inovadoras atuantes no século XX. Junto com Henry Ford, Peter Drucker, Bill Gates ou outros caras geniais, revolucionaram o mundo da administração de empresas, da tecnologia e o cotidiano mundial.
Mas… todos têm os seus defeitos, ok?
Portanto, compartilho ótima matéria sobre 6 ações CURIOSAS deste gênio:
Extraído de: http://is.gd/Wsb56r
6 HÁBITOS DE STEVE JOBS
Mas isso não quer dizer que você deva segui-los…
Por DAVID Cohen e Carlos Rydlewski
Steve Jobs era um CEO fantástico, e a Apple é uma empresa extraordinária. Mas o culto a ele está passando um pouco dos limites. Por isso tentamos desmistificar seis de suas mais famosas características:
Achincalhar funcionários com palavrões era uma marca registrada da gestão de Jobs. Talvez os produtos extraordinários sejam obtidos apesar da pressão, não por causa dela. Outros chefes que tentaram o mesmo método só conseguiram processos trabalhistas.
Jobs dizia que olhava adiante, para o ponto em que a bola iria estar. Como bem sabe a Sony, que em 2004 lançou o Librié, um precursor do Kindle, os desbravadores não costumam ser os vencedores da corrida.
Jobs era tão perfeccionista que nem conseguia escolher móveis para sua casa. Pode levar à paralisia da empresa.
Para Jobs, o cliente não tinha de opinar. O risco é seu produto ficar restrito a uns poucos fãs. Como, aliás, foi o caso da Apple durante anos.
É uma referência ao carisma de Jobs, capaz de convencer o interlocutor mesmo quando estava errado. Grandes ditadores populistas – como Hitler e Mussolini – tinham o mesmo poder.
Jobs dizia que o LSD teve papel fundamental em sua visão de mundo. Mas a droga pode levar à paranoia, ou suspender inibições a ponto de provocar acidentes fatais.
Em Pernambuco, nessa semana, houve muita repercussão de uma notícia que nasceu na Inglaterra: o “Top Skills Sports” (somente ele) divulgou que o ator Ryan Reynolds (de Lanterna Verde, diversas comédias românticas e recentemente interpretando o anti-herói Deadpool), poderia comprar o Santa Cruz.
Acontece que Reynolds comprou há pouco tempo o pequeno Wrexham, da 6ª divisão, e o time se tornou um sucesso de mídia. Começou a ganhar jogos, o ator está fazendo a ponte aérea Hollywood – UK e se faz presente nos estádios, além da simpática equipe ter ganhado a torcida de outras pessoas. É o que se tem chamado de “efeito Wrexham”.
A pergunta é: seria real o interesse, ou mais uma manchete criada por um tabloide virtual?
Se sim, outra questão: o investidor estaria preparado para trabalhar no complicado e pitoresco mercado do futebol brasileiro, bem diferente do inglês?
Os ovos de chocolate não estão caros. Estão caríssimos!!!
Leio que estão encalhando nos supermercados, pois muitas pessoas estão comprando ovos caseiros, mais baratos e com mais bombons.
Acontecerá às vésperas do domingo o que acontece depois da Páscoa: promoção do tipo “leve 2 pague 1”.
A verdade é que os fabricantes sempre abusam do oportunismo da data. Neste ano, com o país em crise, se deram mal.
E saber que no Exterior, o mesmo ovo é mais barato…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Em Pernambuco, nessa semana, houve muita repercussão de uma notícia que nasceu na Inglaterra: o “Top Skills Sports” (somente ele) divulgou que o ator Ryan Reynolds (de Lanterna Verde, diversas comédias românticas e recentemente interpretando o anti-herói Deadpool), poderia comprar o Santa Cruz.
Acontece que Reynolds comprou há pouco tempo o pequeno Wrexham, da 6ª divisão, e o time se tornou um sucesso de mídia. Começou a ganhar jogos, o ator está fazendo a ponte aérea Hollywood – UK e se faz presente nos estádios, além da simpática equipe ter ganhado a torcida de outras pessoas. É o que se tem chamado de “efeito Wrexham”.
A pergunta é: seria real o interesse, ou mais uma manchete criada por um tabloide virtual?
Se sim, outra questão: o investidor estaria preparado para trabalhar no complicado e pitoresco mercado do futebol brasileiro, bem diferente do inglês?
De fato, existe depressão dentro das grandes corporações, ou seja, um ambiente que se transforma de tal forma a deprimir a própria instituição?
Um ótimo artigo que compartilho extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51
QUANDO SURGE A DEPRESSÃO NO MUNDO CORPORATIVO
por José Renato Sátiro Santiago
Tecnicamente falando, definitivamente, não é depressão.
No entanto, difícil encontrar um profissional que não tenho vivido momentos de aborrecimentos que o tenha levado a situações de, pretensa, depressão.
No meio do mundo corporativo é comum nos confrontarmos com ocasiões de baixa estima, falta de motivação e até mesmo de certa miopia no alcance de nossas metas.
Algumas vezes estes momentos pontuais se tornam frequentes e realmente têm o poder de levar muitas pessoas a encarar o trabalho como um sofrimento, uma necessidade que está longe de ser um meio para alcançarmos alguns dos nossos sonhos.
Sim, certamente, que necessitamos do trabalho, mas não simplesmente como meio para ganhar dinheiro, embora ele também tenha esta função, e sim, principalmente, como uma maneira de evoluirmos, mantermos ativos e, também, como eficiente forma de socialização.
A questão é que ao passarmos algumas temporadas fazendo atividades rotineiras sem que haja o devido reconhecimento e, antes disso, entendimento sobre como elas irão contribuir para o nosso crescimento, tendemos a nos aborrecer, a sentirmos desestimulados, desamparados, enfim, um todo conjunto de sentimentos e impressões que nos levam mais para baixo.
Infelizmente quando estamos nestas condições, tudo, e é realmente tudo, tende a conspirar para que a nossa impressão de “depressão” se potencialize cada vez mais, e vai nos afundando mais e mais, como se não houvesse coisa alguma que possa nos ajudar.
Ledo engano, achar que surgirá alguém, do lado de fora deste “buraco”, que nos dará uma mão, com força suficiente, para nos colocar de volta a ativa.
Certamente muitas mãos aparecerão, mas somente a nossa força interna terá condições de nos por no caminho que tanto sonhamos. O problema, talvez, esteja aí, muitos profissionais creditam seus aborrecimentos totalmente na organização onde estão desenvolvendo suas atividades, sua chefia, colegas, fornecedores, enfim, como se todos eles estivessem em ação conjunta, conspirando contra nós.
É cabível pensar, nem que seja por poucos segundos, que isso seja factível?
O fato é que infelizmente algumas pessoas se colocam, efetivamente, como escravas de seus empregos, enquanto que na verdade somos dependentes de nosso trabalho, pois é através dele que podemos agregar valor e sermos efetivamente dignos de qualquer tipo de reconhecimento.
Sim, é verdade, o reconhecimento é um importante combustível para nos manter ativos, mas ele deve vir de dentro de cada um de nós, pois este só depende de nós. O reconhecimento de outras pessoas, depende…de outras pessoas, obviamente, será que vale a pena estimular esta dependência?
Novamente parafraseando Humphrey Bogart nos momentos finais de abrir mão de seu maior amor, Ingrid Bergman no indispensável Casablanca: “Sempre teremos Paris”.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51
Extraído de: https://misericordia.com.br/o-que-tem-haver-ferrero-rocher-e-a-virgem-maria/
Dentro de uma folha dourada está o Ferrero Rocher, um doce de multi-camadas que parece algum tipo de mágica direto da fábrica de chocolate Willy Wonka: uma única avelã torrada, envolto em uma casca de bolacha cheia de chocolate de avelã, coberto com chocolate cravejado de avelãs picadas.
Esses chocolates mágicos, no entanto, foram inspirados, não pelo livro infantil de Roald Dahl, mas pela própria Virgem Maria.
Quando a chocolateria italiana Michele Ferrero introduziu os doces em 1982, diz a tradição que ele batizou de “Rocher” em homenagem à gruta de rocha escarpada, chamada de Rocher de Massabielle, o lugar onde a Santíssima Virgem apareceu a Santa Bernadete em Lourdes, França.
A superfície em forma de avelã dos chocolates tem mais do que uma semelhança passageira com a formação rochosa em Lourdes, um lugar que tinha um significado especial para Ferrero, que morreu no Dia de São Valentim em 2015, aos 89 anos de idade.
Católico devoto, Ferrero era conhecido por sua forte devoção a Nossa Senhora. Na celebração do 50º aniversário da fundação de sua empresa, ele disse: “O sucesso de Ferrero devemos a Nossa Senhora de Lourdes; sem ela, pouco podemos fazer.”
Como o terceiro maior produtor de chocolate do mundo, Ferrero tinha muito a agradecer. Os doces da Ferrero Rocher, juntamente com Nutella, Kinder e Tic Tacs, arrecadaram mais de 10 bilhões de dólares em 2016.
Ferrero fazia anualmente uma peregrinação à Lourdes, levando seu gerente geral. Ele também organizou uma visita ao Santuário para seus funcionários e colocou uma estátua da Virgem Maria em cada uma das 14 instalações de produção da empresa em todo o mundo.
Com certeza depois de saber disso, ao provar um Ferrero Rocher, entenderemos um pouco mais sobre o que é Maria; uma presença delicada e envolvente como o sabor deste doce.

Imagem extraída do link acima.
Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!
Vejam só a sábia figura:

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).
As marcas de tênis mais vendidas no mundo e o seu valor de mercado, abaixo, na imagem:
(Era mais ou menos o que eu imaginava)
As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.
Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).
Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,
Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20
PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO
Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.
Por Érica Fraga
A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.
Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.
Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).
Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.
Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.
O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.
“O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.
O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.
Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.
PERSONALIDADE
As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.
No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.
As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.
Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.
“As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.
Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.
Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.
As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.
A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.
Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.
Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

Imagem extraída de: http://psicologiaaplicadaets.blogspot.com/2014/08/
Uma pesquisa interessante mostrou que: chorar, gritar, sorrir – ações comuns do dia-a-dia – devem ser manifestadas no ambiente de trabalho. E que a sinceridade do funcionário aumenta a produtividade!
Isso vai contra o profissionalismo na visão weberiana, onde o profissional é alguém dedicado ao trabalho e impermeável ao sentimentalismo.
Trabalho interessante, extraído da Revista Isto É: (clique aqui para link)
SOLTE SUAS EMOÇÕES NO TRABALHO
Por Débora Rubin
Pesquisa constata que expressar os sentimentos durante o expediente pode aumentar a produtividade – vale até derramar lágrimas.
Pegue a caixinha de lenços: já é permitido chorar no ambiente de trabalho. E você nem precisa sair da mesa para derramar suas lágrimas. De acordo com a escritora americana Anne Kreamer, ex-executiva do canal infantil Nickelodeon, reprimir as emoções no ambiente profissional está ficando démodé. E, mais que isso, pode provocar grandes prejuízos para a saúde do trabalhador e para a produtividade da empresa. Essa é a tese que a americana sustenta em seu livro, “It’s Always Personal” (“É sempre pessoal”, ainda sem tradução para o português). Para entender melhor o que está acontecendo no mundo corporativo, Anne fez uma pesquisa com mais de mil americanos para saber como eles estão administrando seus nervos durante o expediente. A grande maioria ainda guarda para si sentimentos como raiva, mágoa e, a campeã das campeãs, frustração. Ainda assim, a autora pôde sentir que os conceitos estão mudando. Chorar, que sempre foi considerado quase um crime no mundo profissional, já é visto com olhos mais amigáveis: 48% dos homens e 42% das mulheres acham que não é pecado se emocionar na frente do computador.
A gerente financeira Marcela Amaral, 24 anos, é uma chorona assumida. Nem se dá ao trabalho de ir ao banheiro, tática das mais adotadas por funcionários, para colocar para fora suas mágoas. “Só apelo ao carro quando quero gritar”, diz, rindo. Marcela vive uma situação delicada. Seu pai é o dono da empresa onde ela trabalha e ela é chefe da sua tia. Tantas relações pessoais e profissionais misturadas geram estresse duplo. “Não entendo por que as pessoas guardam tanto os sentimentos, faz mal. Eu prefiro chorar a ter gastrite nervosa e problemas do coração.”
Marcela está certa. Como diz a americana Anne, as lágrimas são o botão natural para “reiniciar” a máquina humana. “Quando a gente resolve a questão que está incomodando, tira aquele problema da frente e passa a ser mais produtivo”, diz. Além disso, defende a autora, as emoções são fundamentais para tomar decisões. “A neurociência já mostrou que o sistema límbico, morada dos sentimentos, influencia na escolha das decisões”, complementa a consultora de recursos humanos Vera Martins, autora do livro “Tenha Calma!”, no qual ensina a transformar a raiva em uma poderosa ferramenta de trabalho. Como Anne, Vera acredita que é preciso refletir sobre a mensagem que as emoções estão passando. “A raiva é protetora da nossa individualidade, é o que nos avisa sobre a insatisfação interna e mobiliza para a mudança. Bem conduzida, ela pode libertar tensões e alertar contra ameaças”, exemplifica. Só não vale sair gritando com os outros ou puxando o tapete alheio.
O professor de história Therence Santiago, 32 anos, acredita que seu papel de docente vai muito além de transmitir conteúdo. “Quando passo para os meus alunos a minha emoção, estou ensinando também a importância de ser transparente em relação aos próprios sentimentos”, conta ele, que não se importa em dizer que chora sempre que sente vontade na frente da classe, seja por motivos pessoais ou seja por um tema que o emociona. Foi assim quando seu irmão mais velho morreu de gripe suína, há pouco mais de um ano. “Nunca fui tão abraçado pelos meus alunos”, recorda.
Segundo a pesquisa americana, homens choram menos no trabalho – 9% contra 41%. E, mesmo assim, a ressaca lacrimal ainda é um problema para as mulheres. “A imensa maioria ainda sente culpa depois que chora, é como se tivesse traindo a causa feminista”, afirma Anne. Uma mulher expressando sua raiva tampouco é bem-vista. Ainda prevalece a máxima de que as que choram são fracas e as que gritam são histéricas. Samira Racca, 25 anos, no entanto, não sente culpa alguma. Ela já foi auxiliar de escritório, vendedora em loja – chegou a ser consolada por um cliente – e hoje estuda artes visuais. Quer migrar para o universo artístico justamente por ser mais receptivo às dores humanas. “Sou muito intensa em tudo, para a felicidade e para a tristeza, não sei criar um personagem. Sempre que choro, me alivio”, diz.
Para Antônio Carminhato Jr., CEO do Grupo Soma, especializado em recursos humanos, as empresas brasileiras estão cada vez mais simpáticas às pessoas autênticas e honestas com seus sentimentos. As “competências emotivas”, segundo ele, são levadas em conta na mesma proporção das competências técnicas. “Eu diria que uma pessoa que chora no trabalho não é fraca, mas franca”, acredita. Apesar das boas novas, é bom lembrar que as mudanças em curso no mundo corporativo ainda são muito frescas – nem todos encaram as novidades com naturalidade. Não à toa a pesquisa de Anne Kreamer apresenta algumas contradições. Por exemplo, ao mesmo tempo que 43% das mulheres acham que quem chora é instável, 69% das pessoas ouvidas acham que quem se mostra emotivo diante dos colegas é mais humano. “Expressar as emoções faz parte das novas crenças que estão sendo disseminadas como indispensáveis dentro das empresas”, diz a consultora de RH Vera. “É a mensagem percebida como a ideal, mas ainda não foi totalmente incorporada no mundo profissional”, alerta. “Às vezes uma empresa encara positivamente, mas o colega da baia ao lado, não”, complementa Carminhato Jr. Portanto, pode chorar. Mas com moderação.
Imagem extraída de: https://ardgconsulting.es/habilidades-comerciales-para-cazar-clientes/habilidades-comerciales/
Compartilho ótima matéria da Época Negócios (Ed Março 2012, caderno Inteligência, por Paulo Eduardo Nogueira), a respeito do “Elogio no Ambiente de Trabalho”.
Elogiar não é “simplesmente falar bem”. É uma arte! Mas como fazê-lo com qualidade? Abaixo:
O PODER DO ELOGIO
Ele dá lucro. Mas tem que ser benfeito.
Há várias razões para acreditar que o elogio é crucial no ambiente de negócios. Para os psicólogos, o reforço positivo funciona melhor que a punição para educar. Segundo os neurologistas, a dopamina, liberada pelo cérebro nos momentos de satisfação, é um elemento químico poderoso. E, de acordo com alguns especialistas em gestão, reconhecimento profissional é sinônimo de lucros. Que o diga uma pesquisa feita recentemente pela Harvard Business Review na rede Best Buy: 0,1% de engajamento extra dos funcionários representa US$ 100 mil a mais de faturamento anual. Embora o maior envolvimento resulte de vários fatores – satisfação pessoal, plano de carreira, cafezinho grátis… –, Chester Elton, autor de “O princípio do reconhecimento”, afirma que o elogio é o principal fator de motivação, conforme revelam pesquisas como a da Best Buy. “O estudo de Harvard mostra que você não deve ter apenas funcionários satisfeitos, mas também engajados, pois esse envolvimento faz com que eles dispendam esforços extras”, diz Elton. Ele aconselha: elogie rápido (quanto mais próximo do ato vem o elogio, mais vezes a ação se repetirá) e elogie frequentemente (quanto mais você destacar o que é importante, mais as pessoas ficarão atentas a isso).
O psicólogo Wayne Nemeroff, da consultoria PsyMax Solutions, acrescenta um terceiro conselho: seja específico. “Lembre uma situação determinada e descreva um comportamento específico, destacando o impacto dessa situação ou desse comportamento no grupo ou no projeto. Assim você obtém um equilíbrio entre o elogio e o feedback construtivo.” Para a psicóloga Laura Carstensen, de Stanford, empresas muitas vezes negligenciam o valor do elogio. “Quando você compra um bilhete de loteria, os matemáticos perguntarão: sabe qual é a sua chance de ganhar? Os psicólogos veem isso de forma diferente. Comprar um bilhete barato significa sonhar e antecipar situações de prazer, o que já vale seu custo.” Elogios são grátis, requerem pouco esforço e dão muito resultado.
E como elogiar da maneira certa? O colunista Ross McCammon, do blog Entrepeneur, elaborou um manual. A escolha de palavras é essencial: se você elogia o “bom trabalho e todo o resto”, está diminuindo o elogio com termos depreciativos. Evite os superlativos: o elogio vai soar falso ou jocoso. Escolha o canal certo: na escala de importância, o elogio mais considerado é aquele feito em nota escrita à mão; depois vem o do encontro cara a cara; em terceiro lugar, o e-mail. A atitude também conta: se você diz “agora volte ao trabalho”, anula o elogio. Um elogio seguido de uma crítica não é um elogio. Finalmente, se você faz um elogio, depois uma crítica e então outro elogio para neutralizar a crítica – “isso é um sanduíche, não um elogio”, diz McCammon.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.
Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.
A Revista Época Negócios, em uma edição antiga, Caderno Inteligência, pg 137, traz um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO

Imagem extraída de: https://thriveglobal.com/stories/oops-2/
Hoje, no Brasileirão da Série A, apenas 2 times têm patrocínio master que não são casas de apostas (e 6 não tem nenhum tipo de anunciante master).
São 12 equipes que estampam uma Bet no espaço nobre de suas camisas: