Precisamos entender que devolver boas respostas “leva algum jeito”.
Nesse gráfico, a perfeição dessa ideia:

Muitas pessoas confundem plano e estratégia. E se falarmos de Planejamento Estratégico…
Gostei desse material extraído do LinkedIn de Gabriel Bechi, abaixo: https://www.linkedin.com/posts/gabrielbechi_plano-e-estrat%C3%A9gia-n%C3%A3o-s%C3%A3o-a-mesma-coisa-share-7441960618187821056-juis?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts
PLANO E ESTRATÉGIA NÃO SÃO A MESMA COISA
Estratégia é a direção. A sua teoria de como vencer o jogo. É onde você decide competir, o que te diferencia, como vai se sustentar e crescer, e qual é a vantagem que o concorrente vai ter dificuldade de copiar.
Plano é o roteiro. O caminho que você vai percorrer pra chegar a direção. É quem faz o quê, quando, como e como a gente mede se está funcionando.
Sem estratégia clara, o plano não tem direção. Sem plano, a estratégia não sai do papel (…)
Arte: extraída do link acima, do autor.
As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?
Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?
Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45
SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES
por José Renato Sátiro Santiago
Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.
Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.
Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.
Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…
* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45
Ao jornalista Marcel Capretz no SBT Sorocaba, o vice-presidente do Paulista FC Rodrigo Peternelli Alves anunciou que está tudo certo entre Paulista e a EXA Capital, e a SAF será anunciada após a conclusão da A3, pois foi aprovada por todos os conselheiros e sócios..
A questão é: muitas perguntas precisam ser respondidas…
E as perguntas que eu faria ao pessoal da EXA Capital:
Fazendo uma busca na Web, vi muito material sobre a SAF (matérias antigas, inclusive).
Por coincidência, ao pesquisar a SAF do Paulista na Junta Comercial (é uma consulta pública, não tem sigilo), aparece como diretor Alexandre Cobra.
Cobra trabalhou para Ronaldo Nazário, na SAF do Cruzeiro antes da venda. Hoje ele é funcionário da Exa Capital.
Aqui, sobre Alexandre Cobra: https://exacapital.com.br/alexandre-cobra/
Aqui, o documento do Paulista na Junta Comercial: VisualizaTicket
A SAF do Paulista FC já está em outras mãos e não sabíamos, antes mesmo do anúncio? Confesso ignorância sobre o assunto… Ou tudo que tem sido feito, não é tão esclarecedor?
Steve Jobs foi uma das mentes mais produtivas e inovadoras atuantes no século XX. Junto com Henry Ford, Peter Drucker, Bill Gates ou outros caras geniais, revolucionaram o mundo da administração de empresas, da tecnologia e o cotidiano mundial.
Mas… todos têm os seus defeitos, ok?
Portanto, compartilho ótima matéria sobre 6 ações CURIOSAS deste gênio:
Extraído de: http://is.gd/Wsb56r
6 HÁBITOS DE STEVE JOBS
Mas isso não quer dizer que você deva segui-los…
Por DAVID Cohen e Carlos Rydlewski
Steve Jobs era um CEO fantástico, e a Apple é uma empresa extraordinária. Mas o culto a ele está passando um pouco dos limites. Por isso tentamos desmistificar seis de suas mais famosas características:
Achincalhar funcionários com palavrões era uma marca registrada da gestão de Jobs. Talvez os produtos extraordinários sejam obtidos apesar da pressão, não por causa dela. Outros chefes que tentaram o mesmo método só conseguiram processos trabalhistas.
Jobs dizia que olhava adiante, para o ponto em que a bola iria estar. Como bem sabe a Sony, que em 2004 lançou o Librié, um precursor do Kindle, os desbravadores não costumam ser os vencedores da corrida.
Jobs era tão perfeccionista que nem conseguia escolher móveis para sua casa. Pode levar à paralisia da empresa.
Para Jobs, o cliente não tinha de opinar. O risco é seu produto ficar restrito a uns poucos fãs. Como, aliás, foi o caso da Apple durante anos.
É uma referência ao carisma de Jobs, capaz de convencer o interlocutor mesmo quando estava errado. Grandes ditadores populistas – como Hitler e Mussolini – tinham o mesmo poder.
Jobs dizia que o LSD teve papel fundamental em sua visão de mundo. Mas a droga pode levar à paranoia, ou suspender inibições a ponto de provocar acidentes fatais.
Em Pernambuco, nessa semana, houve muita repercussão de uma notícia que nasceu na Inglaterra: o “Top Skills Sports” (somente ele) divulgou que o ator Ryan Reynolds (de Lanterna Verde, diversas comédias românticas e recentemente interpretando o anti-herói Deadpool), poderia comprar o Santa Cruz.
Acontece que Reynolds comprou há pouco tempo o pequeno Wrexham, da 6ª divisão, e o time se tornou um sucesso de mídia. Começou a ganhar jogos, o ator está fazendo a ponte aérea Hollywood – UK e se faz presente nos estádios, além da simpática equipe ter ganhado a torcida de outras pessoas. É o que se tem chamado de “efeito Wrexham”.
A pergunta é: seria real o interesse, ou mais uma manchete criada por um tabloide virtual?
Se sim, outra questão: o investidor estaria preparado para trabalhar no complicado e pitoresco mercado do futebol brasileiro, bem diferente do inglês?
Os ovos de chocolate não estão caros. Estão caríssimos!!!
Leio que estão encalhando nos supermercados, pois muitas pessoas estão comprando ovos caseiros, mais baratos e com mais bombons.
Acontecerá às vésperas do domingo o que acontece depois da Páscoa: promoção do tipo “leve 2 pague 1”.
A verdade é que os fabricantes sempre abusam do oportunismo da data. Neste ano, com o país em crise, se deram mal.
E saber que no Exterior, o mesmo ovo é mais barato…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Em Pernambuco, nessa semana, houve muita repercussão de uma notícia que nasceu na Inglaterra: o “Top Skills Sports” (somente ele) divulgou que o ator Ryan Reynolds (de Lanterna Verde, diversas comédias românticas e recentemente interpretando o anti-herói Deadpool), poderia comprar o Santa Cruz.
Acontece que Reynolds comprou há pouco tempo o pequeno Wrexham, da 6ª divisão, e o time se tornou um sucesso de mídia. Começou a ganhar jogos, o ator está fazendo a ponte aérea Hollywood – UK e se faz presente nos estádios, além da simpática equipe ter ganhado a torcida de outras pessoas. É o que se tem chamado de “efeito Wrexham”.
A pergunta é: seria real o interesse, ou mais uma manchete criada por um tabloide virtual?
Se sim, outra questão: o investidor estaria preparado para trabalhar no complicado e pitoresco mercado do futebol brasileiro, bem diferente do inglês?
De fato, existe depressão dentro das grandes corporações, ou seja, um ambiente que se transforma de tal forma a deprimir a própria instituição?
Um ótimo artigo que compartilho extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51
QUANDO SURGE A DEPRESSÃO NO MUNDO CORPORATIVO
por José Renato Sátiro Santiago
Tecnicamente falando, definitivamente, não é depressão.
No entanto, difícil encontrar um profissional que não tenho vivido momentos de aborrecimentos que o tenha levado a situações de, pretensa, depressão.
No meio do mundo corporativo é comum nos confrontarmos com ocasiões de baixa estima, falta de motivação e até mesmo de certa miopia no alcance de nossas metas.
Algumas vezes estes momentos pontuais se tornam frequentes e realmente têm o poder de levar muitas pessoas a encarar o trabalho como um sofrimento, uma necessidade que está longe de ser um meio para alcançarmos alguns dos nossos sonhos.
Sim, certamente, que necessitamos do trabalho, mas não simplesmente como meio para ganhar dinheiro, embora ele também tenha esta função, e sim, principalmente, como uma maneira de evoluirmos, mantermos ativos e, também, como eficiente forma de socialização.
A questão é que ao passarmos algumas temporadas fazendo atividades rotineiras sem que haja o devido reconhecimento e, antes disso, entendimento sobre como elas irão contribuir para o nosso crescimento, tendemos a nos aborrecer, a sentirmos desestimulados, desamparados, enfim, um todo conjunto de sentimentos e impressões que nos levam mais para baixo.
Infelizmente quando estamos nestas condições, tudo, e é realmente tudo, tende a conspirar para que a nossa impressão de “depressão” se potencialize cada vez mais, e vai nos afundando mais e mais, como se não houvesse coisa alguma que possa nos ajudar.
Ledo engano, achar que surgirá alguém, do lado de fora deste “buraco”, que nos dará uma mão, com força suficiente, para nos colocar de volta a ativa.
Certamente muitas mãos aparecerão, mas somente a nossa força interna terá condições de nos por no caminho que tanto sonhamos. O problema, talvez, esteja aí, muitos profissionais creditam seus aborrecimentos totalmente na organização onde estão desenvolvendo suas atividades, sua chefia, colegas, fornecedores, enfim, como se todos eles estivessem em ação conjunta, conspirando contra nós.
É cabível pensar, nem que seja por poucos segundos, que isso seja factível?
O fato é que infelizmente algumas pessoas se colocam, efetivamente, como escravas de seus empregos, enquanto que na verdade somos dependentes de nosso trabalho, pois é através dele que podemos agregar valor e sermos efetivamente dignos de qualquer tipo de reconhecimento.
Sim, é verdade, o reconhecimento é um importante combustível para nos manter ativos, mas ele deve vir de dentro de cada um de nós, pois este só depende de nós. O reconhecimento de outras pessoas, depende…de outras pessoas, obviamente, será que vale a pena estimular esta dependência?
Novamente parafraseando Humphrey Bogart nos momentos finais de abrir mão de seu maior amor, Ingrid Bergman no indispensável Casablanca: “Sempre teremos Paris”.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51
Extraído de: https://misericordia.com.br/o-que-tem-haver-ferrero-rocher-e-a-virgem-maria/
Dentro de uma folha dourada está o Ferrero Rocher, um doce de multi-camadas que parece algum tipo de mágica direto da fábrica de chocolate Willy Wonka: uma única avelã torrada, envolto em uma casca de bolacha cheia de chocolate de avelã, coberto com chocolate cravejado de avelãs picadas.
Esses chocolates mágicos, no entanto, foram inspirados, não pelo livro infantil de Roald Dahl, mas pela própria Virgem Maria.
Quando a chocolateria italiana Michele Ferrero introduziu os doces em 1982, diz a tradição que ele batizou de “Rocher” em homenagem à gruta de rocha escarpada, chamada de Rocher de Massabielle, o lugar onde a Santíssima Virgem apareceu a Santa Bernadete em Lourdes, França.
A superfície em forma de avelã dos chocolates tem mais do que uma semelhança passageira com a formação rochosa em Lourdes, um lugar que tinha um significado especial para Ferrero, que morreu no Dia de São Valentim em 2015, aos 89 anos de idade.
Católico devoto, Ferrero era conhecido por sua forte devoção a Nossa Senhora. Na celebração do 50º aniversário da fundação de sua empresa, ele disse: “O sucesso de Ferrero devemos a Nossa Senhora de Lourdes; sem ela, pouco podemos fazer.”
Como o terceiro maior produtor de chocolate do mundo, Ferrero tinha muito a agradecer. Os doces da Ferrero Rocher, juntamente com Nutella, Kinder e Tic Tacs, arrecadaram mais de 10 bilhões de dólares em 2016.
Ferrero fazia anualmente uma peregrinação à Lourdes, levando seu gerente geral. Ele também organizou uma visita ao Santuário para seus funcionários e colocou uma estátua da Virgem Maria em cada uma das 14 instalações de produção da empresa em todo o mundo.
Com certeza depois de saber disso, ao provar um Ferrero Rocher, entenderemos um pouco mais sobre o que é Maria; uma presença delicada e envolvente como o sabor deste doce.

Imagem extraída do link acima.
Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!
Vejam só a sábia figura:

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).
As marcas de tênis mais vendidas no mundo e o seu valor de mercado, abaixo, na imagem:
(Era mais ou menos o que eu imaginava)
As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.
Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).
Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,
Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20
PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO
Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.
Por Érica Fraga
A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.
Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.
Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).
Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.
Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.
O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.
“O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.
O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.
Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.
PERSONALIDADE
As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.
No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.
As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.
Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.
“As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.
Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.
Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.
As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.
A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.
Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.
Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

Imagem extraída de: http://psicologiaaplicadaets.blogspot.com/2014/08/
Uma pesquisa interessante mostrou que: chorar, gritar, sorrir – ações comuns do dia-a-dia – devem ser manifestadas no ambiente de trabalho. E que a sinceridade do funcionário aumenta a produtividade!
Isso vai contra o profissionalismo na visão weberiana, onde o profissional é alguém dedicado ao trabalho e impermeável ao sentimentalismo.
Trabalho interessante, extraído da Revista Isto É: (clique aqui para link)
SOLTE SUAS EMOÇÕES NO TRABALHO
Por Débora Rubin
Pesquisa constata que expressar os sentimentos durante o expediente pode aumentar a produtividade – vale até derramar lágrimas.
Pegue a caixinha de lenços: já é permitido chorar no ambiente de trabalho. E você nem precisa sair da mesa para derramar suas lágrimas. De acordo com a escritora americana Anne Kreamer, ex-executiva do canal infantil Nickelodeon, reprimir as emoções no ambiente profissional está ficando démodé. E, mais que isso, pode provocar grandes prejuízos para a saúde do trabalhador e para a produtividade da empresa. Essa é a tese que a americana sustenta em seu livro, “It’s Always Personal” (“É sempre pessoal”, ainda sem tradução para o português). Para entender melhor o que está acontecendo no mundo corporativo, Anne fez uma pesquisa com mais de mil americanos para saber como eles estão administrando seus nervos durante o expediente. A grande maioria ainda guarda para si sentimentos como raiva, mágoa e, a campeã das campeãs, frustração. Ainda assim, a autora pôde sentir que os conceitos estão mudando. Chorar, que sempre foi considerado quase um crime no mundo profissional, já é visto com olhos mais amigáveis: 48% dos homens e 42% das mulheres acham que não é pecado se emocionar na frente do computador.
A gerente financeira Marcela Amaral, 24 anos, é uma chorona assumida. Nem se dá ao trabalho de ir ao banheiro, tática das mais adotadas por funcionários, para colocar para fora suas mágoas. “Só apelo ao carro quando quero gritar”, diz, rindo. Marcela vive uma situação delicada. Seu pai é o dono da empresa onde ela trabalha e ela é chefe da sua tia. Tantas relações pessoais e profissionais misturadas geram estresse duplo. “Não entendo por que as pessoas guardam tanto os sentimentos, faz mal. Eu prefiro chorar a ter gastrite nervosa e problemas do coração.”
Marcela está certa. Como diz a americana Anne, as lágrimas são o botão natural para “reiniciar” a máquina humana. “Quando a gente resolve a questão que está incomodando, tira aquele problema da frente e passa a ser mais produtivo”, diz. Além disso, defende a autora, as emoções são fundamentais para tomar decisões. “A neurociência já mostrou que o sistema límbico, morada dos sentimentos, influencia na escolha das decisões”, complementa a consultora de recursos humanos Vera Martins, autora do livro “Tenha Calma!”, no qual ensina a transformar a raiva em uma poderosa ferramenta de trabalho. Como Anne, Vera acredita que é preciso refletir sobre a mensagem que as emoções estão passando. “A raiva é protetora da nossa individualidade, é o que nos avisa sobre a insatisfação interna e mobiliza para a mudança. Bem conduzida, ela pode libertar tensões e alertar contra ameaças”, exemplifica. Só não vale sair gritando com os outros ou puxando o tapete alheio.
O professor de história Therence Santiago, 32 anos, acredita que seu papel de docente vai muito além de transmitir conteúdo. “Quando passo para os meus alunos a minha emoção, estou ensinando também a importância de ser transparente em relação aos próprios sentimentos”, conta ele, que não se importa em dizer que chora sempre que sente vontade na frente da classe, seja por motivos pessoais ou seja por um tema que o emociona. Foi assim quando seu irmão mais velho morreu de gripe suína, há pouco mais de um ano. “Nunca fui tão abraçado pelos meus alunos”, recorda.
Segundo a pesquisa americana, homens choram menos no trabalho – 9% contra 41%. E, mesmo assim, a ressaca lacrimal ainda é um problema para as mulheres. “A imensa maioria ainda sente culpa depois que chora, é como se tivesse traindo a causa feminista”, afirma Anne. Uma mulher expressando sua raiva tampouco é bem-vista. Ainda prevalece a máxima de que as que choram são fracas e as que gritam são histéricas. Samira Racca, 25 anos, no entanto, não sente culpa alguma. Ela já foi auxiliar de escritório, vendedora em loja – chegou a ser consolada por um cliente – e hoje estuda artes visuais. Quer migrar para o universo artístico justamente por ser mais receptivo às dores humanas. “Sou muito intensa em tudo, para a felicidade e para a tristeza, não sei criar um personagem. Sempre que choro, me alivio”, diz.
Para Antônio Carminhato Jr., CEO do Grupo Soma, especializado em recursos humanos, as empresas brasileiras estão cada vez mais simpáticas às pessoas autênticas e honestas com seus sentimentos. As “competências emotivas”, segundo ele, são levadas em conta na mesma proporção das competências técnicas. “Eu diria que uma pessoa que chora no trabalho não é fraca, mas franca”, acredita. Apesar das boas novas, é bom lembrar que as mudanças em curso no mundo corporativo ainda são muito frescas – nem todos encaram as novidades com naturalidade. Não à toa a pesquisa de Anne Kreamer apresenta algumas contradições. Por exemplo, ao mesmo tempo que 43% das mulheres acham que quem chora é instável, 69% das pessoas ouvidas acham que quem se mostra emotivo diante dos colegas é mais humano. “Expressar as emoções faz parte das novas crenças que estão sendo disseminadas como indispensáveis dentro das empresas”, diz a consultora de RH Vera. “É a mensagem percebida como a ideal, mas ainda não foi totalmente incorporada no mundo profissional”, alerta. “Às vezes uma empresa encara positivamente, mas o colega da baia ao lado, não”, complementa Carminhato Jr. Portanto, pode chorar. Mas com moderação.
Imagem extraída de: https://ardgconsulting.es/habilidades-comerciales-para-cazar-clientes/habilidades-comerciales/
Compartilho ótima matéria da Época Negócios (Ed Março 2012, caderno Inteligência, por Paulo Eduardo Nogueira), a respeito do “Elogio no Ambiente de Trabalho”.
Elogiar não é “simplesmente falar bem”. É uma arte! Mas como fazê-lo com qualidade? Abaixo:
O PODER DO ELOGIO
Ele dá lucro. Mas tem que ser benfeito.
Há várias razões para acreditar que o elogio é crucial no ambiente de negócios. Para os psicólogos, o reforço positivo funciona melhor que a punição para educar. Segundo os neurologistas, a dopamina, liberada pelo cérebro nos momentos de satisfação, é um elemento químico poderoso. E, de acordo com alguns especialistas em gestão, reconhecimento profissional é sinônimo de lucros. Que o diga uma pesquisa feita recentemente pela Harvard Business Review na rede Best Buy: 0,1% de engajamento extra dos funcionários representa US$ 100 mil a mais de faturamento anual. Embora o maior envolvimento resulte de vários fatores – satisfação pessoal, plano de carreira, cafezinho grátis… –, Chester Elton, autor de “O princípio do reconhecimento”, afirma que o elogio é o principal fator de motivação, conforme revelam pesquisas como a da Best Buy. “O estudo de Harvard mostra que você não deve ter apenas funcionários satisfeitos, mas também engajados, pois esse envolvimento faz com que eles dispendam esforços extras”, diz Elton. Ele aconselha: elogie rápido (quanto mais próximo do ato vem o elogio, mais vezes a ação se repetirá) e elogie frequentemente (quanto mais você destacar o que é importante, mais as pessoas ficarão atentas a isso).
O psicólogo Wayne Nemeroff, da consultoria PsyMax Solutions, acrescenta um terceiro conselho: seja específico. “Lembre uma situação determinada e descreva um comportamento específico, destacando o impacto dessa situação ou desse comportamento no grupo ou no projeto. Assim você obtém um equilíbrio entre o elogio e o feedback construtivo.” Para a psicóloga Laura Carstensen, de Stanford, empresas muitas vezes negligenciam o valor do elogio. “Quando você compra um bilhete de loteria, os matemáticos perguntarão: sabe qual é a sua chance de ganhar? Os psicólogos veem isso de forma diferente. Comprar um bilhete barato significa sonhar e antecipar situações de prazer, o que já vale seu custo.” Elogios são grátis, requerem pouco esforço e dão muito resultado.
E como elogiar da maneira certa? O colunista Ross McCammon, do blog Entrepeneur, elaborou um manual. A escolha de palavras é essencial: se você elogia o “bom trabalho e todo o resto”, está diminuindo o elogio com termos depreciativos. Evite os superlativos: o elogio vai soar falso ou jocoso. Escolha o canal certo: na escala de importância, o elogio mais considerado é aquele feito em nota escrita à mão; depois vem o do encontro cara a cara; em terceiro lugar, o e-mail. A atitude também conta: se você diz “agora volte ao trabalho”, anula o elogio. Um elogio seguido de uma crítica não é um elogio. Finalmente, se você faz um elogio, depois uma crítica e então outro elogio para neutralizar a crítica – “isso é um sanduíche, não um elogio”, diz McCammon.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.
Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.
A Revista Época Negócios, em uma edição antiga, Caderno Inteligência, pg 137, traz um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO

Imagem extraída de: https://thriveglobal.com/stories/oops-2/
Hoje, no Brasileirão da Série A, apenas 2 times têm patrocínio master que não são casas de apostas (e 6 não tem nenhum tipo de anunciante master).
São 12 equipes que estampam uma Bet no espaço nobre de suas camisas:
Karin Benzema fez greve no Al-Itthiad, pois a proposta de renovação do seu contrato (em reais: 50 milhões por ano) o desagradou muito.
Agora, ele foi anunciado pelo Al-Hilal!
Imagine a grana que ele levará…
Do perfil “MKT_esportivo”: a Puma se tornou a maior fornecedora de material esportivo dos clubes da Série A do Brasileirão.
Essa briga está boa (e rentável aos times).
O gigantismo de algumas empresas impressiona.
Vide, nesse quadro, quantas marcas alguns conglomerados têm:
Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? “Poupe que o Delfim garante…”
Pois é: Há 43 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…
Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.
As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.
Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?
Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).
De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?
A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.
Uma economia grande, através de uma pequena medida: ao tirar azeitona do cardápio, a American Airlines viu uma grande diferença…
A AZEITONA
Uma economia anual de US$ 40 mil na American Airlines não veio de um grande corte, nem de uma reestruturação complexa.
Veio de uma decisão quase invisível.
A pergunta era simples, mas orientada por dados: os passageiros realmente consomem as azeitonas servidas nas saladas a bordo?
A análise mostrou que 72% iam direto para o lixo.
A resposta foi objetiva.
O item saiu do cardápio e o desperdício virou eficiência.
Esse tipo de história revela uma verdade pouco glamourosa sobre finanças corporativas: raramente elas se resolvem em movimentos espetaculares.
Na maior parte do tempo, o impacto está nas escolhas silenciosas, na leitura atenta dos números e na disposição de questionar o que sempre foi feito do mesmo jeito.
Empresas que crescem com consistência não dependem de intuição ou sorte. Dependem de método. De repertório. De capacidade analítica para alocar recursos com critério e foco em valor no longo prazo.
Desenvolver essa lente financeira é o que permite sair da reação e assumir o controle das decisões que sustentam o crescimento. É exatamente esse o objetivo do Pré-MBA em Finanças Corporativas da Faculdade EXAME: um treinamento introdutório, com linguagem executiva e aplicação prática, pensado para transformar números em critério estratégico.
Se sua trajetória pede mais clareza na tomada de decisão e menos improviso, este pode ser um bom próximo passo. Saiba mais: https://lnkd.in/d5Hu3MBV
🖋️ Guilherme Santiago
📷 Hand-out/Boeing
Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.
Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…
Até onde irá essa corrida milionária?
Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).
Me preocupa: será assim sempre?
A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!
Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!
Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?
O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?
Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela
por Cecília Selbach
Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.
O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?
Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.
Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.
Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.
Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.
O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.
Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.
Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.
Imagem extraída da Web
As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.
Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?
Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).
De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?
A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.
Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.
Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…
Até onde irá essa corrida milionária?
Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).
Me preocupa: será assim sempre?
A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:
“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”
Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.
No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!
Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?
Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).
As maiores contratações do futebol brasileiro, abaixo.
Estamos inflacionando demais?
A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:
“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”
Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.
No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!
Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?
Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).
Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a EMPATIA no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:
Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z
EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS
Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.
Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.
Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.
Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.
Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.
Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

Imagem extraída de: https://crono.news/Y:2021/M:03/D:25/h:11/m:00/s:03/be-kind-la-rivoluzione-del-xxi-secolo-e-interessarsi-alla-vita-degli-altri/
Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.
Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).
Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!
Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?
Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:
“Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”
Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit
Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas).
Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.
Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).
A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?
Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…
IN ENGLISH, by AI Gemini:
“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).
No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.
He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).
The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?
My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…“
Recebi esse gráfico com virtudes para melhor relacionamento no trabalho e otimização de resultados. São breves reflexões sobre Ética, Planejamento, Foco, Garra, Criatividade, Vontade, Efetividade, Produtividade, Superação e Vida.
Gostei bastante e compartilho. Veja se tais pontos são úteis ou não:
