– Malvinas e Falklands

Ao Sul da Argentina, dentro do limite oceanográfico dos nossos hermanos, há um conjunto de ilhas sobre jurisdição da Inglaterra chamado de Falklands. Ou Malvinas, pelos argentinos. Nos anos 80, foi disputada entre os 2 países, e agora o assunto volta a cena. A Argentina quer a soberania sobre o pedaço de terra. A Inglaterra não abre mão. Motivo: Petróleo!

Uma guerra no continente sulamericano? Duvido. Os EUA tomariam partido de alguém? Duvido de novo. O Brasil como nação emergente e vizinha se manifestaria? Duvido e “o-dó”.

O Petróleo desperta a ambição desmedida de qualquer governante… a Argentina e a Inglaterra que o digam.

– Hipocrisia Comercial

Leio na Revista Época desta semana, uma citação de Marcelo Odebrech, executivo da gigantesca construtora Odebrech: – “A Venezuela contribuiu para a integração do Mercosul (…) é inegável o honroso trabalho de Hugo Chávez”, e patati-patatá… louvando o presidente venezuelano.

Claro que ele elogiará os hermanos! Boa parte dos negócios da empresa na Venezuela são reportados diretamente a Chávez! Arrisque falar mal do presidente que ele manda estatizar tudo!

– Samsung se sagra a maior empresa de tecnologia do mundo!

Motivos para os coreanos da Samsung comemorarem, definitivamente, não faltam. Superaram Siemens e HP, aumentarm o lucro em 75% e se tornaram os maiores em tecnologia mundial!

Extraído de: Invertia

SAMSUNG FATURA 75% A MAIS E SE TORNA LÍDER EM TECNOLOGIA

A Samsung Electronics anunciou nesta sexta-feira na Coreia do Sul que fechou 2009 com lucro líquido 75% maior que no ano anterior e que as vendas no mesmo período chegaram a US$ 117,41 bilhões, o que a confirma como a maior companhia de tecnologia do mundo.

O progresso da Samsung, a maior produtora mundial de telas planas e chips, e a segunda de telefones celulares, fez com que em 2009 superasse em vendas a americana Hewlett-Packard (HP) e a alemã Siemens.

A Samsung teve receita total com vendas no mundo todo de 136,29 trilhões de wons (US$ 117,41 bilhões), enquanto a HP anunciou arrecadação de US$ 114,6 bilhões.

Segundo previsões da própria companhia, a supremacia será mantida no próximo ano, graças à melhora de suas principais áreas de negócio: chips, telas de LCD e telefones celulares. Hoje, quatro em cada dez telefones vendidos no mundo são da marca Samsung.

Para 2010, analistas acreditam que o fortalecimento do won moderará o crescimento da Samsung, mas não será uma ameaça para uma companhia que espera aumentar as vendas de telefones em 10% e expandir a presença em áreas de maior margem de lucro.

– Dominando o Horário Televisivo (mesmo na força)

Na última semana, a imprensa se assustou com a violência ditatorial de Hugo Chávez em relação às redes de televisão venezuelanas.

Democracia, zero. Ou se fala bem do governo, ou se torna inimigo dele. Em ato de cidadania, os jovens saem às ruas protestando e exigindo liberdade de expressão. Logicamente, o governo ditador reprime as manifestações.

Mas um dado curioso, extraído da Revista Veja, edição desta semana, em “Números”: Em 11 anos de poder à frente da Venezuela, Chávez quebrou seu recorde pessoal de tempo em pronunciamentos em Rede Nacional de Rádio e TV, no ano de 2009: foram 141 discursos. O mais longo durou 7 horas e 30 minutos.

Assim, vale a pena nem ter TV… 

– Cosan e Shell agitam o Mundo da Administração

Um gigante está prestes a despertar: Cosan, maior produtor de álcool do mundo, da brasileira família Ometto, e que hoje detém a distribuição de combustíveis dos postos Esso, está praticamente acertada com a multinacional anglo-holandesa Shell para uma espécie de fusão. Na verdade, é uma troca de operações com participação proporcional em cada um de seus ramos de atuação. Possibilitará tornar, de fato, o álcool combustível como produto mundial.

Um negócio de módicos… 12 bilhões de dólares!

Administrar a nova empresa será um prazer. Não tenha dúvidas.

Extraído de: IG

UNIÃO ENTRE SHELL E COSAN ALTERA CENÁRIO GLOBAL DO ETANOL

A união Shell Brasil e Cosan tende a alterar drasticamente a forma como o etanol é produzido e vendido no mundo e lançar as bases para a criação de um mercado global de biocombustíveis. Nas palavras de Rubens Ometto Silveira Mello, acionista e presidente do conselho de administração da Cosan, “estamos dando o passo que estava faltando para o etanol se transformar numa commodity global”.

Entre os especialistas da área de biocombustíveis, o negócio foi visto como uma mudança de paradigma. Na avaliação de Paulo Costa, consultor de agronegócios, bioenergia e comércio exterior de Buranello Passos Advogados, trata-se da associação mais estreita e arrojada já feita entre uma petroleira e uma indústria de etanol.

“É cedo para dimensionar o que essa nova empresa será capaz de fazer porque precisamos dos detalhes finais do acordo”, diz Costa. “Mas com certeza foi o movimento mais agressivo feito por uma petroleira no mercado de etanol. Tudo indica que Shell e Cosan estão criando a maior distribuidora global de etanol e juntas podem lançar as bases para a criação do mercado internacional de biocombustíveis”.

Atualmente, as vendas internacionais de etanol são feitas por médias e grandes comercializadoras de álcool e por tradings agrícolas. Essa característica faz com que a exportação anual seja instável e fragmentada em centenas de contratos de vendas, em sua maioria de curto prazo. Na prática, não se pode sequer dizer que já exista um mercado organizado de biocombustíveis. O produto sequer é cotado em bolsa de valores e os preços são negociados livremente entre vendedores e compradores.

Essa característica afasta clientes importantes. O Japão, por exemplo, não tornou obrigatória a mistura de 3% de álcool à gasolina porque o governo não sente segurança de que poderá receber o volume de combustível que precisaria para manter a mistura.

A associação entre Cosan, o maior produtor e exportador mundial de etanol à base de cana-de-açúcar, e Shell, uma das maiores produtoras e distribuidoras de combustíveis do mundo, tende a mudar esse cenário. O fator da mudança é a forma como a Shell passou a fazer parte do negócio.

Gestão compartilhada

A Shell tornou-se sócia da Cosan tanto na produção quanto na distribuição. Cerca de 70% dos ativos da Cosan vão ajudar a constituir duas novas empresas em sociedade com a Shell – uma de açúcar e álcool e outra de distribuição de combustíveis. Incluem-se na transação as 23 usinas da Cosan. Ainda não foi definida a participação de cada uma, mas a tendência é que a Cosan tenha o controle da produção e Shell, da distribuição – e que a gestão seja compartilhada em ambas.

Segundo Erick Scott Hood, analista de petróleo da SLW, apesar de Cosan e Shell falarem em joint venture, o negócio é uma fusão que tende a beneficiar os acionistas, inclusive os minoritários. “Por causa da presença da Shell, a nova empresa terá poder de barganha único para negociar presença em mercados importantes, como os Estados Unidos”. Tal tendência foi reafirmada pelo mercado ao longo de todo o dia. As ações da Cosan lideraram as altas na BMF&Bovespa, com mais de 12% de valorização ao longo do pregão desta segunda-feira. Os papéis fecharam em alta de 10,5%.

Na avaliação de Costa, da Buranello Passos Advogados, a força global da nova empresa está na infraestrutura da Shell. A companhia é dona de um das maiores e mais ramificadas redes de distribuição de combustíveis do mundo. São 45 mil postos em cerca de 100 países. Na condição de sócia de uma empresa de biocombustíveis, ganha agilidade e segurança para negociar a venda e a entrega do etanol brasileiro ao redor do planeta – condição que nenhuma outra companhia tem hoje. Sua simples presença no negócio também confere mais segurança aos clientes ainda desconfiados com a estabilidade do etanol, como os japoneses.

Novas aquisições

A presença da Shell no setor também pode mudar o volume de produção e a escala do mercado de etanol a partir do Brasil. É da natureza das petroleiras operar com grandes volumes de combustíveis – e no médio e longo prazo não poderá ser diferente com os biocombustíveis. Segundo Vasco Dias, presidente da Shell no Brasil, a meta da companhia é ampliar a receita com a produção e a distribuição de energias renováveis. A Shell tem feito investimentos em parques eólicos e até 2015 pretende elevar os ganhos com biocombustíveis.

Juntas, Cosan e Shell podem comprar outras usinas, acelerando o já intenso processo de consolidação do setor no Brasil. Os executivos de ambas as empresas sinalizam que a tendência é exatamente essa. Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, Vasco, da Shell, disse que “essa é uma empresa voltada para o crescimento”. Marcos Lutz, presidente da Cosan, por sua vez afirmou que a “companhia está bem posicionada para fazer novas aquisições”.

– Embaixada em Mianmar?

Leio que o Brasil abrirá uma embaixada em Mianmar! A troco de quê, se não há a presença significativa de brasileiros naquele país absurdamente fechado, antidemocrático e perigoso?

Eles construiram uma nova capital, suntuosa e imponente, e não a colocaram no mapa, para o restante do país ter dificuldade de locomoção e levar a pobreza para lá!

Estamos falando de algo do século XXI. Inacreditável, não?

– “Al Químico” é condenado 4 vezes, mas cumpre 1 só pena!

Com um leve humor negro, posto esse título. Mas vamos ao que é sério: o terrorista Ali Hassam Al-Majeed, conhecido como “Al Químico”, primo do ditador iraquiano Saddam Hussein, foi enforcado nesta semana.

Ele foi julgado pela nova Corte Iraquiana por crimes contra a humanidade. Em 4 acusações (a principal: promover um massacre com armas químicas contra 180 mil pessoas no Curdistão, território ao norte do Iraque, onde todas foram covardemente mortas), foi condenado em todas com a mesma pena: a pena de morte por enforcamento.

Assim: sua condenação foi a de 4 enforcamentos. Não dá para matá-lo por 4 vezes… A lei iraquiana (acredite) prevê o máximo de 1 execução.

Seria irônico, se não trágico!

– Argentina: sobra dinheiro para Dona Cristina e Pechito

Deve estar sobrando dinheiro na Argentina. O piloto José María Lopez, o “Pechito”, correrá na Fórmula 1 em 2010 pela equipe americana novata USF1. Mas uma curiosidade: a vaga dele foi “comprada” pelo patrocínio do governo argentino, que estampará suas cores no carro. A presidente Cristina Kirchner pagou US$ 3,6 mi pelo cockpit.

Que tipo de investimento é esse? Dinheiro do povo, mais uma vez, sendo mal gasto…

– Barbaridades Insanas sobre o Haiti

Há aqueles que não têm escrúpulos e ainda assim querem tirar proveito da tragédia do Haiti. Nesta última semana, Hugo Chávez, presidente da Venezuela (o mesmo que fechou 4 canais de TV, de maneira ditatorial, por não se enquadrar em falar bem do governo), disse em alto e bom som:

“Os EUA estão brincando de Deus. O terremoto no Haiti é claramente o resultado de um teste da Marinha norte-americana”

Dá para levar a sério um sujeito desse? E tá cheio de amigo dele por aqui…

– O Difícil Conceito da PAZ

A paz é feita com inimigos que querem deixar de ser inimigos. Um inimigo que só quer cortar você em pedaços e não tem intenção de permitir que você viva não é um parceiro para a paz.

Esta frase é de Binyamin Netanyahu, premier de Israel, mostrando como é difícil o entendimento entre palestinos e judeus. A busca da paz há milênios na região não tem previsão de término.

Reflita: O que é a paz para você?

– Venezuela em Colapso Institucional

Que país é este em que os militares precisam ir aos supermercados fiscalizarem os preços nas gôndolas? Onde a imprensa não tem voz e nem vez? E que importa 80% do que consome?

É a Venezuela… rica em petróleo, pobre em democracia e ironicamente em dinheiro. O que entra, vai para gastos militares.

Não basta ter recursos. É necessário ter competência para que eles se transformem efetivamente em riquezas.

Abra o olho, presidente Lula! É este o seu amigo… mui amigo!

Extraído de: Revista Época (clique no link para a citação)

O BOLÍVAR FORTE FICOU FRACO

A economia da Venezuela entrou cambaleante em 2010. A crise global reduziu a demanda por petróleo, responsável por 94% das exportações venezuelanas, e levou o país a sua primeira recessão em cinco anos – queda de 2,9% do PIB em 2009. O presidente Hugo Chávez estava pressionado a tomar medidas para inverter o cenário recessivo. E a solução chavista veio na semana passada: desvalorizar o bolívar forte, a moeda venezuelana. Desde o dia 11, o câmbio fixo de 2,15 bolívares por dólar, em vigor desde 2005, passou para um regime duplo. Para a importação de produtos essenciais, como alimentos, remédios e maquinários, cada dólar valerá 2,60 bolívares. A outra faixa cambial, na qual o bolívar perdeu 50% do valor (4,30 por dólar), vai incidir sobre os artigos não essenciais, como automóveis, eletrônicos e celulares.

A jogada de Chávez está na segunda taxa. Cada dólar recebido pela estatal PDVSA com as exportações de óleo passa também a valer 4,30 bolívares. A mudança fará dobrar os ganhos da PDVSA e sua arrecadação ao Estado, o que dá um respiro ao governo para honrar seus compromissos da dívida pública. O mercado financeiro internacional gostou. Não se pode dizer o mesmo do povo venezuelano. No fim de semana anterior à adoção do novo câmbio, milhares de pessoas correram aos supermercados para comprar o que fosse possível, antes de o comércio aumentar o preço dos produtos.

É fácil explicar: quase 80% dos artigos de primeira necessidade são importados – comprados em dólar. Com a moeda americana valendo mais, é lógico esperar que o varejo repasse o aumento de custos. Em seu já conhecido estilo, Chávez mandou o Exército às lojas para impedir a remarcação de preços, dizendo não haver motivos para “especulação”. Em outra medida pirotécnica, anunciou que um navio está vindo da China carregado de televisores, geladeiras e máquinas de lavar, para serem vendidos a preços baixos à população. Mas o próprio Ministério das Finanças estima um aumento da inflação de 3 a 5 pontos porcentuais no fim do ano. A Venezuela fechou 2009 com inflação oficial de 25,1%, a maior do continente pelo quarto ano seguido.

Enquanto a população se vira para ajustar a renda ao novo cenário, o governo não faz esforço para conter suas despesas. No ano passado, os gastos públicos chegaram a cerca de R$ 145 bilhões, 17% a mais que em 2008. “Não há mágica para melhorar a situação fiscal. Tem de haver redução de gastos e, eventualmente, aumento de arrecadação”, diz Zeina Latif, economista-chefe do banco ING no Brasil. Analista de América Latina do Barclay’s Capital, Alejandro Grisanti afirma: “É inexplicável como Chávez foi tomar uma medida impopular em ano de eleições legislativas”. Sem dinheiro no bolso, os venezuelanos podem deixar os aliados do governo sem votos nas urnas.

– Coca-Colla com 2 “elles” lançada por Evo Morales

Evo Moralles, presidente boliviano, provoca! Vai comprar briga com a Coca-Cola, lançando a Coca-Colla (com 2 letras l), legítimo refrigerante boliviano, sabor… folha de coca!

Incrível, não?

Extraído de: IG –Último Segundo

BOLÍVIA ANUNCIA LANÇAMENTO DE NOVO REFRIGERANTE

Evo Morales, o primeiro presidente indígena boliviano a mascar folhas de coca em reuniões da ONU, resolveu encontrar uma nova função para a planta. Na semana passada, seu governo anunciou o lançamento de um novo refrigerante: a Coca-Colla.

Com a ideia, Evo acerta dois alvos com um tiro só. Primeiro, dá uma rasteira na americana Coca-Cola, considerada um dos símbolos do capitalismo. Por fim, a decisão dá uma mãozinha para os cocaleiros de Chapare, berço político do presidente boliviano, onde ele se tornou conhecido como líder sindical dos plantadores de folha de coca da região.O nome do novo refrigerante foi proposto pelos próprios cocaleiros e faz bastante sentido. “Colla” é uma alusão aos habitantes que vivem na parte andina do país, em contraste com os “cambas”, moradores das terras baixas.

Segundo a Secretaria de Coca e Desenvolvimento Integral, o projeto já está em andamento e o refrigerante pode chegar ao mercado em quatro meses. O governo, contudo, ainda não definiu se o empreendimento será totalmente estatal ou se tentará atrair capital privado especula-se que possa haver uma joint venture do Estado com uma cooperativa de cocaleiros.

De acordo com funcionários do governo, o que já se sabe é que a Coca-Colla também será uma bebida preta vendida com um rótulo vermelho, uma provocação nada discreta à insígnia da original americana.

A Bolívia tem a terceira maior produção de folha de coca do mundo apenas Colômbia e Peru produzem mais. O país é constantemente pressionado a reduzir o cultivo, o que põe Evo em uma posição difícil: conciliar a pressão internacional, que tenta desestimular a produção da matéria-prima da cocaína, e a pressão interna dos cocaleiros, que não querem deixar de cultivar uma planta que há 3 mil anos faz parte da identidade boliviana.

Desde que foi eleito pela primeira vez, em 2005, Evo tem prometido aumentar a área para cultivo legal da coca. Para isso, seu governo se esforça para encontrar utilidades para a planta. A Bolívia já produz chá, farinha, pasta de dentes e bebidas alcoólicas à base da folha de coca.

A iniciativa de Evo, porém, será outro ponto de atrito com os EUA. A relação entre os dois países anda estremecida desde que o governo boliviano expulsou do país a DEA, agência antidrogas dos EUA, e declarou o embaixador americano persona non grata, em 2008.

– A Perda Insubstituível de uma Santa: D. Zilda Arns é Vítima do Terremoto do Haiti

Se o Prêmio Nobel da Paz fosse verdadeiramente meritório, sem argumentações e armações políticas, dona Zilda Arns já haveria levado a honraria diversas vezes.

D. Zilda é a mulher que reduziu drasticamnente a mortalidade infantil através da Pastoral da Criança; lutou sempre sem dinheiro por causas nobres. Mulher de fé, levava multidões ao serviço voluntário e fraterno. Mesmo idosa, resolveu expandir sua ação solidária aos irmão haitianos. Faleceu vítima do terremoto de ontem no Haiti.

Perdemos uma santa! Fará falta aqui nesta terra.

– A Tragédia na Johnson & Johnson

J&J remete à lembrança de produtos com confiabilidade. Artigos higiênicos, com boa qualidade e garantia de fabricação. Essa é a lembrança que a marca possui dos seus consumidores.

Porém, ontem surgiu a notícia de que a tataraneta do fundador e herdeira da empresa, Casey Johnson, faleceu precocemente aos 30 anos de idade. As primeiras informações davam conta de uma possível overdose. Casey era membro atuante do movimento lésbico e estava noiva de uma celebridade do MySpace.

Aparentemente, o dano de imagem não repercutirá nas ações empresariais, mas na vida particular dos seus executivos.

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4186922-EI8141,00-Herdeira+de+fortuna+da+Johnson+Johnson+e+encontrada+morta.html

HERDEIRA DA JOHNSON & JOHNSON É ENCONTRADA MORTA

A herdeira da gigante farmacêutica Johnson & Johnson, Casey Johnson, morreu aos 30 anos de idade em Los Angeles, nesta segunda-feira.

Segundo o jornal Los Angeles Times, o departamento de polícia de Los Angeles disse que Casey foi declarada morta por paramédicos que atenderam a um chamado em sua casa, no bairro de Beverley Grove.

Investigações iniciais apontam para morte por causas naturais, mas um relatório final de toxicologia será preparado pela polícia, ainda segundo o jornal.

A socialite, que era abertamente gay, aparentemente estava noiva da modelo, cantora e celebridade de TV Tila Tequila, tida como a artista mais popular – com o maior número de acessos – do site de música e relacionamentos MySpace.

Twitter
A morte foi anunciada inicialmente por Tila em sua página no site de mensagens Twitter.

“Todos, por favor, rezem por minha ‘esposinha’ Casey Johnson”, dizia a mensagem. “Ela morreu. Obrigada a todos pelo amor e apoio, mas estarei fora da rede para estar com família.”

Nesta terça-feira, a última mensagem na página de Tila dizia: “Descanse em paz meu anjo. Você estará para sempre em meu coração. Eu te amo tanto e nós nos casaremos quando eu te encontrar no céu, minha ‘esposinha'”.

Casey, que deixa uma filha pequena, Ava, era tataraneta do fundador da Johnson & Johnson e filha de Robert Wood Johnson, dono do time de futebol americano New York Jets.

Johnson fez colegial com Paris Hilton e chegou a declinar um convite para atuar com a socialite na série americana The Simple Life, da rede MTV.

A série acabou tornando famosa a também socialite Nicole Richie, filha do cantor Lionel Richie, que atuou ao lado de Hilton no programa. Casey disse em uma entrevista à revista Vanity Fair, em 2006, que a decisão foi “o erro mais estúpido” de sua vida.

– Obama como Madre Tereza?

Hoje o presidente dos EUA Barack Obama recebeu o prêmio Nobel da Paz, em Oslo, na Noruega. Mesma honraria que Madre Tereza de Calcutá.

Dá para comparar ambos? O que Obama fez de concreto para tal premiação?

Leio no Estadão de hoje, por Gustavo Chacra, pg A15, que “Bin Laden é prioridade” e “americanos mandam mais 30.000 soldados para a Guerra do Afeganistão”. Isso, justo no dia em que ele ganha prêmio da Paz…

Talvez os conceitos de paz estejam deturpados!

– China censura discurso de Obama sobre a Censura

Ditadura é ditadura em qualquer lugar! O mundo quer negociar de todo jeito com a China; lógico, 1/4 do mundo está lá… Para isso, esquecem-se dos direitos humanos e da opressão.

Pois o presidente dos EUA, Barack Obama, está em visita a China e visitou Hu Jintao. Após o encontro, falou a estudantes e criticou a censura. Resultado: o governo chinês simplesmente CENSUROU o discurso de Obama!

Já que eles fecharão bons negócios, a censura foi “permitida”… Uma pena!

Extraído de: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/17/na-china-obama-critica-censura-internet-241862.asp

Na China, Obama critica censura à Internet

O presidente americano Barack Obama criticou a censura contra a internet na China em encontro ontem à tarde com 200 universitários em Xangai.

No único evento aberto em sua visita de três dias, a primeira à China, ele disse não temer a ascensão do país asiático. “A China é bem-vinda como um membro forte e próspero na comunidade das nações”, disse.

O governo americano queria mil estudantes na plateia e transmissão ao vivo para todo o país. Os membros da audiência mais enxuta foram escolhidos pelas autoridades chinesas, e as perguntas evitaram temas polêmicos.

Vários jovens presentes, de terno e gravata, são membros da Liga da Juventude Comunista, braço do partido.

O encontro foi transmitido apenas em Xangai, por um canal de televisão local, além do site da Casa Branca. Nele, Obama disse que “o fluxo livre de informação fortalece a sociedade” e que “quanto mais ideias houver, mais dinâmica fica a sociedade, é uma fonte de força que deve ser encorajada”.

“Defendo a abertura e sou contra a censura, o que é uma tradição nos EUA”, disse. A declaração ficou poucos minutos nos portais chineses, até ser substituída por declarações mais amenas. Centenas de blogs e sites como Facebook, Twitter e Youtube são bloqueados no país.

Apesar de apresentado como uma tentativa de Obama de chegar à opinião pública chinesa, o evento frustrou quem esperava um debate franco sobre a relação bilateral.

Na maior parte do tempo, os dois lados foram vagos. Estudantes perguntaram se ele levaria a família à Exposição Universal de Xangai, que acontece no ano que vem e o que ele estudou para se tornar um premiado com o Nobel da Paz. Assinante do jornal leia mais em: Na China, Obama critica censura à internet

– Os mais influentes do mundo. Você concorda com a lista?

E a lista das personalidades mais influentes do mundo, divulgada pela Forbes? Nela, os mais importantes são, pela ordem: o presidente americano Obama, o chinês Hu Jintao e o russo Putin. Lula é o 33o. Para surpresa, o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, é o 62o., quase empatado com o presidente francês, Sarkozy.

Veja a lista, extraída de “O Globo

Forbes publica lista dos mais influentes do mundo

por Theó Takar

A revista Forbes elaborou uma lista com as 67 pessoas mais poderosas do mundo. A relação é encabeçada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, seguido do presidente chinês Hu Jintao. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupa a 33ª posição.

Além de chefes de Estado, a lista inclui grandes executivos de empresas, líderes religiosos, milionários e até criminosos, como Osama bin Laden (37º), líder da organização terrorista al-Qaeda; e o traficante mexicano Joaquín Guzmán (41º), conhecido como ” El Chapo ” .

Para definir o ranking, a Forbes considerou quatro parâmetros de poder: o número de pessoas sob a influência de cada líder; suas diversas esferas de atuação; se eles de fato exercem o poder que possuem; e o volume de recursos financeiros administrado por cada um.

Para chefes de Estado, a revista considerou o PIB do país em questão, enquanto o poder dos executivos foi ponderado por uma combinação de valor de mercado, lucros e ativos de suas companhias. No caso de Guzmán, a revista considerou estimativas de que o traficante já comercializou algo entre US$ 6 bilhões e US$ 19 bilhões em cocaína nos Estados Unidos. Além de ser o criminoso mais procurado no México, o governo americano oferece uma recompensa de US$ 5 milhões para quem capturá-lo, segundo a Forbes.

Outros destaques da lista dos mais influentes do mundo são o presidente do Federal Reserve (FED, o Banco Central dos EUA), Bem Bernanke (4º); o CEO do Wal-Mart, Mike Duke (8º); o Papa Bento XVI (16º); o casal Hillary (17º) e Bill Clinton (31º), respectivamente Secretária de Estado e ex-presidente dos EUA; o empresário Lakshmi Mittal (55º), dono da ArcelorMittal; o presidente da França, Nicolas Sarkozy (56º); e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, último da lista.

Confira a lista completa da Forbes:

1. Barack Obama

2. Hu Jintao

3. Vladimir Putin

4. Ben S. Bernanke

5. Sergey Brin and Larry Page

6. Carlos Slim Helu

7. Rupert Murdoch

8. Michael T. Duke

9. Abdullah bin Abdul Aziz al Saud

10. William Gates III

11. Pope Benedict XVI

12. Silvio Berlusconi

13. Jeffery R. Immelt

14. Warren Buffett

15. Angela Merkel

16. Laurence D. Fink

17. Hillary Clinton

18. Lloyd C. Blankfein

19. Li Changchun

20. Michael Bloomberg

21. Timothy Geithner

22. Rex W. Tillerson

23. Li Ka-shing

24. Kim Jong Il

25. Jean-Claude Trichet

26. Masaaki Shirakawa

27. Sheikh Ahmed bin Zayed al Nahyan

28. Akio Toyoda

29. Gordon Brown

30. James S. Dimon

31. Bill Clinton

32. William H. Gross

33. Luiz Inacio Lula da Silva

34. Lou Jiwei

35. Yukio Hatoyama

36. Manmohan Singh

37. Osama bin Laden

38. Syed Yousaf Raza Gilani

39. Tenzin Gyatso

40. Ali Hoseini-Khamenei

41. Joaquin Guzman

42. Igor Sechin

43. Dmitry Medvedev

44. Mukesh Ambani

45. Oprah Winfrey

46. Benjamin Netanyahu

47. Dominique Strauss-Kahn

48. Zhou Xiaochuan

49. John Roberts Jr.

50. Dawood Ibrahim Kaskar

51. William Keller

52. Bernard Arnault

53. Joseph S. Blatter

54. Wadah Khanfar

55. Lakshmi Mittal

56. Nicolas Sarkozy

57. Steve Jobs

58. Fujio Mitarai

59. Ratan Tata

60. Jacques Rogge

61. Li Rongrong

62. Blairo Maggi

63. Robert B. Zoellick

64. Antonio Guterres

65. Mark John Thompson

66. Klaus Schwab

67. Hugo Chavez

– Obama ganha o Prêmio Nobel da Paz: Justo ou Não?

Barack Obama ganhou há pouco o Prêmio Nobel da Paz.

Sinceramente, pergunto: ele foi o grande merecedor? Quais eram os outros nomes? Qual a grande ação promotora de paz realizada por ele?

Os Prêmios dos últimos anos têm sido polemizados. Se justos ou não… Foram mais de 200 candidatos. Obama era o melhor?

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4030732-EI8141,00-Barack+Obama+vence+o+Nobel+da+Paz.html

BARACK OBAMA VENCE O PRÊMIO NOBEL DA PAZ

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, venceu o Nobel da Paz no ano de 2009. O anúncio oficial da Fundação Nobel foi feito na manhã desta sexta-feira.

A Fundação Nobel anunciou que o prêmio se deve pelos seus “esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre as pessoas”. Obama é o terceiro presidente norte-americano em exercício a ganhar o prêmio. Os dois anteriores foram Theodore Roosevelt, em 1906, e Woodrow Wilson, em 1919, segundo a Associated Press.

Dois presidentes concorriam ao prêmio Nobel da Paz esse ano, Barack Obama e o presidente da França Nicolas Sarkozy. O número de concorrentes em 2009 superou o recorde anterior, registrado em 2005, quando 199 pessoas e instituições disputaram o prêmio.

Entregue pela primeira vez em 1901, o Prêmio Nobel da Paz foi idealizado pelo sueco Alfred Nobel, químico inventor da dinamite. Ele morreu em 1896, deixando a maior parte de sua fortuna dedicada à premiação de grandes feitos em diversas áreas do conhecimento.

Para isso, elaborou um testamento que estipulava que as suas fábricas deveriam ser vendidas e as receitas investidas em um fundo. Todos os anos parte desse fundo deveria ser distribuído “entre aqueles que, durante o ano anterior, tenham dotado a humanidade de maiores benefícios”.

Os prêmios – 10 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 1,4 milhão), uma medalha de ouro e um diploma – são custeados pelos rendimentos oriundos do legado de Nobel. O valor em dinheiro, no entanto, não foi tão substancioso desde o início da premiação. Na primeira edição, o valor correspondia a cerca da metade do que é hoje. O idealizador do prêmio via a entrega de dinheiro como uma maneira de ajudar os vencedores a darem continuidade a seus projetos com independência.

Veja na íntegra o comunicado do Comitê do Nobel da Paz:

Obama foi um presidente que criou um novo clima na política internacional. A diplomacia multilateral ganhou novamente uma posição central, com ênfase no papel das Nações Unidas e de outras instituições internacionais. O diálogo e as negociações são priorizados como instrumentos para resolver inclusive os mais difíceis conflitos mundiais.

A visão de um mundo livre das armas nucleares têm estimulado muito o desarmamento e as negociações sobre o controle de armas. Graças à iniciativa de Obama, os Estados Unidos estão tendo um papel mais construtivo nos encontros dos desafios da mudança climática que o mundo está enfrentando. A democracia e os direitos humanos estão sendo fortalecidos.

Raramente temos uma pessoa como Obama para capturar as atenções do mundo e dar às pessoas esperança de um futuro melhor. A sua diplomacia é fundada no conceito que deve ser seguido pelos que lideram o mundo, baseado em valores e atitudes que são compartilhados pela maioria da população mundial.

Em 108 anos, o Comitê Norueguês do Nobel estimulou justamente as mesmas políticas internacionais e atitudes propostas por Obama, agora o principal porta-voz do mundo. O comitê endossa o apelo de Obama, que diz ser ‘agora o tempo para que todos nós façamos a nossa parte para uma resposta global para os desafios globais'”.

– Zelaya X Micheletti: quem é mocinho e quem é vilão?

E essa pendenga hondurenha que não termina nunca, não? Particularmente, estava mais a favor de Zelaya, entendendo que houvera sido deposto. Mas existe um agravante: ele só foi deposto pois tentou permanecer no poder, a lá Hugo Cháves, de maneira inconstitucional.

A questão é que a forma como Micheletti assumiu o poder é conflitante com as leis locais, e a própria deposição também problemática. Ele está no comando de Honduras de maneira constitucionalmente duvidosa. O que preferir? Micheletti desse jeito conturbado ou Zelaya de maneira inconstitucionalmente certeira?

A única coisa certa é que o Brasil não deveria ter se metido nessa história! A nossa embaixada virou pensão!

– Começando Mal…

Argentinos são totalmente irracionais, histéricos, loucos e paranoicos!

Sabe quem disse isso?

José “Pepe” Mujica, candidato favorito à Presidência do Uruguai.

Se eleito, diplomaticamente começará muito mal…

– Que Sorte, não?

Tem gente que desconfia das Loterias no Brasil. Talvez pelo “escândalo dos anões” (lembram-se deles, que eram deputados do Nordeste que fechavam todas as possibilidades de ganho para lavar dinheiro?) ou pela dificuldade de acerto.

Mas o que dizer disso: na Bulgária, a “Mega-Sena Búlgara” teve em 1 de setembro as seguintes dezenas sorteadas: 04,15,23,24,35 e 42.

No sorteio seguinte… IDEM !

E se acontecesse isso com a Mega-Sena Brasileira? Teria gente desconfiando, e com razão!… a chance disso ocorrer é de 1 em 4.000.000.

– Zelaya e o interesse brasileiro sobre Honduras.

Dá para explicar por que o Brasil resolveu entrar no coflito de Honduras? Não existe outra explicação a não ser a necessidade de mostrar a sua influência política na América Latina, deixando a Venezuela (que tentava esse posto) para um segundo plano. Porque se meter nisso? Financeiramente, nada de rentável.

Mas veja que interessante: o presidente deposto Zelaya está na Embaixada Brasileira (que está sem embaixador!), e deixou-se fotografar pela emblemática foto abaixo:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u627950.shtml

Presidente deposto, Manuel Zelaya, dorme dentro da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde se refugia

Sob toque de recolher, soldados mantêm cerco à Embaixada do Brasil em Honduras

Sob o anúncio de uma nova extensão do toque de recolher em Honduras, soldados e policiais antimotim cercaram nesta quarta-feira a Embaixada do Brasil na capital Tegucigalpa, onde o presidente deposto, Manuel Zelaya, está refugiado desde segunda-feira (21). O governo interino de Roberto Micheletti nega, contudo, intenção de invadir a embaixada –o que poderia agravar a crise do país.

Centenas de efetivos de segurança, alguns mascarados e outros portando armas automáticas, cercaram uma área ao redor do prédio da embaixada do Brasil onde Zelaya se refugiou com a família e um grupo de cerca de 40 partidários.

O Ministério de Relações Exteriores do Brasil confirmou que a eletricidade, a água e o telefone da embaixada foram cortados por várias horas, mas que estava permitida a entrada de alimentos.

De acordo com o 22º artigo da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961, os locais das Missões Diplomáticas (embaixadas e edifícios anexos) são invioláveis. Os agentes do estado acreditado (que recebe a embaixada) não podem penetrar neles sem o consentimento do chefe da missão.

O governo brasileiro disse que garantirá a proteção do presidente deposto dentro da embaixada e pediu ao Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) uma reunião de emergência para discutir a pior crise na América Central em décadas.

Um toque de recolher, que virtualmente parou a capital, foi ampliado até as 18h desta quarta-feira (21h no horário de Brasília) e provocou o fechamento de aeroportos, escolas e comércios.

Micheletti disse nesta terça-feira que Zelaya pode ficar na embaixada por “cinco ou dez anos, nós não temos nenhum inconveniente que ele viva ali”, sinalizando estar preparado para um conflito demorado.

Na terça-feira, policiais e militares dispersaram com bombas de gás lacrimogêneo, carros hidrantes e uma antena que emitia um som ensurdecedor os manifestantes que se aglomeravam diante da embaixada brasileira. Os manifestantes pró-Zelaya se defenderam jogando pedras, em um conflito que deixou ao menos 20 feridos, nenhum em estado grave, e cerca de 150 presos.

Os Estados Unidos, a União Europeia e a OEA (Organização dos Estados Americanos) pediram uma saída negociada para que Zelaya retorne ao poder.

O governo interino, contudo, se recusou a suavizar sua posição contra a volta de Zelaya ao poder –impasse que deu um fim às negociações mediadas pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias.

Na noite desta terça-feira, Micheletti disse estar disposto a conversar com Zelaya se ele reconhecer a legitimidade da próxima eleição presidencial marcada para 29 de novembro, mas esclareceu que não negociaria a volta do presidente deposto ao poder.

Zelaya afirmou que a oferta de diálogo é uma “manipulação” e o acusou de não ter vontade de resolver a crise que vive o país.

“Tudo isto é uma manipulação”, indicou Zelaya em declarações a Rádio Globo e ao Canal 36, acrescentando que “não há vontade de resolver a crise que tem o país”.

“Devem deixar de manipular a opinião pública, eu vim aqui para que o diálogo seja direto, para que não tenha comparsas, nem nenhum tipo de distúrbios”, ressaltou o presidente deposto.

Zelaya afirmou que não reconhecerá as eleições já que “não há igualdade para todos”. “Assim não há trato, se há eleições têm que haver condições de igualdade para todos, não perseguição contra uns e favor para outros.”

– Celebrando o não-celebrável

Mais uma vez o presidente iraniano Ahmadinejad perdeu uma grande oportunidade de ficar quieto. Hoje, discursando na Universidade de Teerã, novamente disse que “o Holocausto não existiu, e que as supostas mortes de judeus foram forjadas para a construção do estado de Israel”.

Como é que alguém na posição dele incita universitários dessa forma? Pior: declarou que “é um ato de religião combater e destruir Israel”.

Sabe que dia é hoje em Israel? É o dia do “Ano-Novo judeu”.

E sabe que dia é no Irã? Feriado do “dia de Combate a Israel”.

Acha que leu errado? Não leu não… É inacreditável que o Irã tenha criado um dia de culto ao ódio e intolerância.

Tenho certeza que o povo iraniano não pensa da mesma maneira que seu comandante xenófobo.

– A Guerra Fria Latino-Americana

Foi só o presidente Lula (precipitadamente) anunciar a compra dos caças Rafale, que o hermano Chavez já deu o troco: comprará 300 mísseis russos com médio alcance, para defender o seu país.

Além do fato, algo engraçado, se não fôsse trágico: o discurso popular de Hugo Chávez ao anunciar a compra do armamento; parece que a Venezuela está fazendo algo heróico para seu povo, vencendo um inimigo que não existe!

Veja o vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=cMhFJhcktQc

– A Índia na Mídia: pontos positivos e negativos!

Hoje só se fala da Índia. Ela está em alta! Seja na novela da Globo (Caminho das Índias), seja qualquer nova declaração do industrial Rathan Tata (o novo Henry Ford do século XXI), ou seja ainda a classificação de Fisichella no Grand Prix da Bélgica pela Force India, marcando pela primeira vez na história a pole-position em um evento de Fórmula 1 por equipe indiana.

Entretanto, não é só de glórias que a Índia vive hoje: sua missão lunar, com o pioneiro foguete que lançou, perdeu contato com a Terra e não alcançou a Lua (anúncio oficial pela agência espacial indiana feito há pouco). A nave, pelo visto, virará lixo espacial…

– Os “Novos Chavez” da Revolução Bolivariana

O que dizer das novas leis voltadas à educação do hermano Hugo Chávez? Depois de praticamente fechar os órgãos de comunicação que não falam coisas que agradam à imagem do ditador venezuelano, o “democrata” presidente conseguiu a aprovação de um novo plano pedagógico. Nele, o governo institui uma cartilha do pensamento bolivariano; institui o plano de ensino com pensamento chavista; institui o antiamericanismo como assunto em disciplina; institui cotas para alunos indicados pelo governo; institui os professores que podem ou não lecionar… Só falta instituir o que pode ou não pensar. Mas será que já não instituiu?

O pior é que nosso Guia-Mestre Lula ainda morre de amores por esse ditador…

Extraído de: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1335470&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas

LEI VERDE PARA CRIAÇÃO DE NOVOS CHAVISTAS

Deputados aprovaram proposta que opositores de Hugo Chávez consideram servir apenas os interesses da sua “revolução”. Jornalistas foram agredidos por apoiantes  do Presidente durante as manifestações.

Simón Bolívar, o libertador das Américas no século XIX, defendia a autodeterminação nacional e a unidade latino-americana. É o herói do Presidente venezuelano, Hugo Chávez, e dá nome a tudo o que tem a ver com a sua “revolução”. É com base nesta “doutrina bolivariana” que se baseia a nova lei da Educação, aprovada por unanimidade pelos deputados ao fim de dez horas de debate. Mas a polémica lei não agrada a todos e os protestos acabaram em violência.

A oposição – reduzida a seis deputados que romperam com o Governo após a última eleição boicotada pelos partidos anti-Chávez – considera que a nova lei é apenas uma forma de o Presidente doutrinar os estudantes em consonância com os seus ideais socialistas. A própria responsável pela metrópole de Caracas, Jacqueline Farías, nomeada pelo líder venezuelano, chegou a afirmar que a lei permitirá formar os “Chávez do futuro”.

Isto porque a nova legislação prevê um maior controlo estatal sobre os programas educativos e dá aos conselhos comunais (órgãos locais vinculados ao Governo de Chávez) um papel “pedagógico libertador para a formação de uma nova cidadania e construção dos sujeitos sociais de transformação”. Para a oposição, isso significa que em causa estão os ideais do socialismo do século XXI, que são defendidos pelo Governo, mas não deviam ser pelo Estado.

Segundo ministro da Educação, Héctor Navarro, que insistiu para que a lei fosse aprovada antes do regresso às aulas, em Setembro, esta é necessária por muitas razões. “Tem a ver com o currículo, o funcionamento das escolas, a sua incorporação nas comunidades, a ampliação do conceito de comunidade educativa, a melhor definição de democracia e a autonomia universitária”, explicou. “Achamos que a família é fundamental no processo educativo, mas também pensamos que a devemos acompanhar”, acrescentou, em referência aos críticos que dizem que o Estado está a substituir a família.

Milhares de manifestantes, que apoiam e são contra esta nova lei, marcharam até à Assembleia Nacional na quinta-feira. A sessão durou dez horas e terminou já de madrugada. A proposta foi aprovada por unanimidade, tendo os deputados da oposição optado por abandonar a sala, dizendo que não houve um verdadeiro debate e que muitos legisladores estavam a votar sem sequer lerem o texto.

“Não usam a palavra ‘socialismo’ mas isso é o que querem introduzir nas nossas escolas”, disse um dos manifestantes, o engenheiro Ray González, de 59 anos. Do outro lado da barricada, os simpatizantes de Chávez gritavam: “Educação primeiro para o filho do operário e educação depois para o filho do burguês.” O exaltar dos ânimos acabou por obrigar a polícia a usar gás lacrimogéneo para separar ambos os lados.

Apesar disso, uma dúzia de jornalistas do Ultimas Noticias e do El Mundo foram agredidos, alegadamente por apoiantes do Presidente. Os jornalistas encontravam-se no espaço por iniciativa própria a distribuir panfletos contra a nova lei. Isto porque o artigo 50.º estabelece que os órgãos de comunicação estão proibidos de publicar informações “que causem medo nas crianças, incitem ao ódio, atentem contra os valores saudáveis do povo venezuelano, a saúde mental e física da população”.

Esta não é a primeira vez que os jornalistas protestam. No início do mês, quando o Governo anunciou a apresentação de uma proposta de lei para os “crimes mediáticos”, ouviram-se imediatamente as vozes críticas. O projecto acabou por ser suspenso. Mas a relação de Chávez com os media não é a melhor (ver caixa), pelo que esta não será a última vez que os profissionais da comunicação saem à rua.

Quem também está contra a nova lei é a Igreja Católica, que critica a proibição da educação religiosa durante o horário escolar. O Governo garante que, ao estabelecer a laicidade da educação, não ameaça a Igreja mas permite que pais e filhos escolham a sua religião. Contudo, para os críticos, a lei tem como objectivo interferir em milhares de escolas privadas que são administradas pela Igreja.

A oposição já indicou que pretende submeter a lei a referendo. “Chegou a hora de reagir, não vamos aceitar esta lei, vamos pedir um referendo para perguntar ao povo se a aceita ou não. Lanço um apelo ao povo para que defenda a Constituição, que está a ser violada”, disse Ismael García, líder do Podemos (ex-aliado de Chávez).

– Radicalismo do Taliban

Algumas coisas assustam e nos fazem crer que a democracia será impossível em alguns lugares; por exemplo, no Afeganistão. Há quanto tempo os americanos estão por lá, e há quanto tempo os problemas persistem?

Veja essa curiosa matéria do Jornal da Tarde, edição 04/08/2009, pg 12A:

“O Taleban advertiu os afegãos de que a posse de celulares com fotos de mulheres não familiares e de homens bonitos constitui crime contra o Islamismo e seus portadores serão duramente castigados”.

Dá para ter diálogo com pessoas desse tipo? Radicalismo puro…

– O Midiático Hussein

Que não se perca pelo nome! O presidente americano Barack Hussein Obama é realmente um fenômeno de mídia. A avaliação do seu governo, dentro dos EUA, cai mês a mês. Mas a sua popularidade aumenta. Como pode? Simples: ele consegue separar o carisma da competência da sua adminsitração.

Fora dos EUA, a sua imagem é excepcional. E alguns fatores o ajuda: ser o primeiro negro a assumir a Casa Branca, usar muito bem os meios de comunicação, ser do Partido Democrata, realizar inúmeras viagens internacionais e defender o diálogo.

Detalhe: apenas 48 anos, completos nessa terça.

Entretanto, os índices internos precisam melhorar, pois não há carisma que aguente tamanha crise americana…

– Glamour Reverenciado por Via Torta

Muitas vezes, as pessoas perdem o senso do ridículo. Glamourizam pseudo-celebridades, festejam crimes e endeusam personalidades envolvidas em escândalos.

É sabido que o Premier italiano Silvio Berlusconi está envolvido em escândalos de traição conjugal. Entretanto, uma das prostituas envolvidas foi recebida com status de primeira-dama na França! E tudo em clima de festa e alegria…

A prostituição virou caminho para o sucesso. Ao menos, para alguns!

Extraído de: http://maierovitch.blog.terra.com.br/2009/08/01/prostituta-mais-famosa-do-mundo-e-aclamada-em-paris-com-titulo-de-primeira-dama-da-italia/

Em balada, prostituta de Berlusconi é aclamada em Paris como “primeira-dama da Itália”

Na madrugada de hoje, Paris ganhou um novo brilho e a maior agitação dos últimos verões europeus.

Lotou a discoteca Globo, a mais badalada da “Cidade Luz”. E a guarda municipal teve trabalho para conter a multidão que, com ingresso esgotado, desejava participar da festa “I Love Silvio”.

Para ingressar na festa da discoteca Globo era preciso usar uma máscara de Sílvio Berlusconi. Os ingressos estavam esgotados desde a quarta-feira.

Os que ficaram fora tiveram uma “colher de chá”, ou seja, a chegada triunfal de Patrizia D’Addario, que, graças ao premier Silvio Berlusconi, tornou-se a escort mais famosa do mundo. Milhares de fotos seguraram D’Addario na calçada da Globo, e não faltaram pedidos, de coleguinhas conhecidas da noite parisiense, para que se deslocasse para o Arco do Triunfo.

D’Addario chegou na garupa de uma motocicleta de infintas cilindradas e tamanho de automóvel.

Ela usava um vestido negro transparente. Como lhe pedira Berlusconi, ao acertar o michê para uma noite de sexo no Palazzo Grazioli, que é a residência oficial do premier italiano em Roma.

Os organizadores da festa conseguiram manter erguida uma faixa, sempre a acompanhar D’Addario e de modo a  não sair das objetivas, com a seguinte frase: “Voilà la première-dame d’Italie”.

A festa na discoteca Globo inaugurou a “turné” europeia de D’Addario, com agenda lotada para eventos e programas de televisão.

Trata-se da sua primeira aparição pública, despois de dois meses de manchetes em todos os jornais do planeta e em face do macarrônico “escândalo Berlusconi”.

Em entrevista, ela disse ter se tornado escort depois do suicídio do pai, por causa de dívidas.

PANO RÁPIDO.

No Palazzo Grazioli, corria hoje a “maldosa” notícia de que Berlusconi estava insone por causa do efeito D’Addario.

Numa correta chave de leitura, o “veneno” referia-se ao jornal católico Avvenire, controlado por bispos ligados ao Vaticano.

Um clérigo, em artigo com chamada de capa no Avvenire, desancou o premier Berlusconi e cobrou da Igreja uma censura pelo comportamento devasso do premier, que se apresenta como católico e como um defensor, no governo laico, dos valores da sua fé.

Ontem, em entrevista publicada em todos os jornais italianos e destacada no espanhol El Pais, o papa Ratzinger, como quem não quer nada, revelou que não deixa de ler nunca o Avvenire.

Com popularidade em queda, especialmente pela indignação dos “carolas” e dos católicos, Berlusconi já pode contabilizar a “aventura” D’Addario como o “programa” mais caro que pagou na vida.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–

– Manuel Zelaya e Eduardo Araújo

Manuel Zelaya, presidente hondurenho deposto, voltou ao seu país e colocou mais lenha na fogueira, pois os manifestantes estarão muito animados com sua presença. A OEA (Organização dos Estados Americanos) quer a sua volta, mas algo que me incomoda: por que ele simplesmente desrespeitou ao longo de seus meses vários artigos constitucionais? Não estou defendendo o golpe, mas apenas lembrando de tal importante fato!

A propósito, aquela indumentária dele é cômica: é idêntico ao Eduardo Araújo, cantor dos tempos da Jovem Guarda!

– Violência se Combate Minando a Pobreza?

Interessante uma recente entrevista do ex-prefeito nova-iorquino Rudolf Giulliani à Revista Veja, páginas amarelas, ed 19/06/09. Nela, Giulliani, que se notabilizou em acabar com a violência em Nova Iorque, declarou que a primeira coisa a fazer era acabar com os moradores de rua. E justifica: se nós temos abrigos, acolhimento e assistência, o que justifica o fato de pessoas quererem viver nas ruas? Ou tem problemas psicológicos, ou são drogados ou querem se esconder neste anonimato.

Sinceramente, não sei se concordo. Mas violência não escolhe renda, embora, tal exemplo, é forte.

– Lula Enganou o Obama!

Que coisa! Furaram o olho do Obama!!! Olhe bem na camisa que o presidente Lula deu ao seu colega americano. Tente ler as assinaturas:

Conseguiu? Veja que nela estão:

Daniel Carvalho,

Vágner Love, e,

Edmilson!

Há quanto tempo esses caras não são chamados para a Seleção? E o presente foi a camisa “campeã da Copa das Confederações, no jogo final contra os EUA…”

MENTIRA !

– Glauber Rocha, Sarney e Kim Jong

Admiro aqueles que tem o dom da comunicação e escrita fácil. Além do espírito crítico, Diogo Mainardi tem abusado da criatividade. Em seu último podcast para o site Veja.com, ele cria uma história fantástica para interligar sua crítica frente ao ditador norte-coreano Kim Jong Il, o último desenlace de José Sarney e o cinema “chapa-branca” de Glauber Rocha. Alia a pobreza, demagogia e autoritarismo neste texto. Abaixo, extraído de: http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/.

O pigmeu de Pyangyong e o gigante maranhense

Kim Jong-Il, apresento-lhe José Sarney. José Sarney, apresento-lhe Kim Jong-Il.

Se Arnaldo Carrilho, o embaixador brasileiro na Coreia do Norte, cumprir a promessa de presentear Kim Jong-Il com os DVDs de Glauber Rocha, finalmente ocorrerá o encontro entre o “pigmeu de Pyangyong” – o apelido dado por George W. Bush – e o gigante maranhense.

Glauber Rocha fez um documentário sobre a posse de José Sarney no governo do Maranhão, em 1966. Título? Maranhão 66. O documentário reproduzia integralmente o discurso de posse de José Sarney, intercalando-o com cenas de miséria dos maranhenses. José Sarney, no palanque, proclamava: “O Maranhão não suportava o contraste de suas terras férteis, de seus vales úmidos, de seus babaçuais ondulantes e de suas fabulosas riquezas potenciais com a miséria, com a angústia, com a fome”. Enquanto isso, na tela, Glauber Rocha exibia imagens de miséria, de angústia e de fome, reiterando didaticamente o discurso eleitoreiro de José Sarney.

Os glauberianos sempre argumentaram que, ao contrapor o discurso de posse de José Sarney às imagens de miséria, Glauber Rocha, na realidade, pretendia denunciar as falsas promessas do governador recém-eleito. Mentira. Maranhão 66 é pura propaganda política. Ele foi encomendado a Glauber Rocha pelo próprio José Sarney, sendo financiado pelo governo estadual. A rigor, aliás, quem o financiou foram os mesmos miseráveis mostrados no filme. José Sarney, eleito com o apoio do marechal Castelo Branco, contou também com o apoio do marketeiro baiano Glauber Rocha, predecessor daquele outro marketeiro baiano, Duda Mendonça. Maranhão 66 está para Glauber Rocha assim como a conta Dusseldorf está para Duda Mendonça.

Luiz Gutemberg, hagiógrafo de José Sarney, comentou o trabalho da seguinte maneira: “O filme concentra as esperanças que nasciam dos casebres, dos hospitais e, no meio de tudo, a voz de Sarney. Glauber, modificando a ciclagem da voz do novo governador, obteve um efeito emocionante e fez com que ela soasse como a voz de um vulto profético, fixando o choque entre o impossível, que a mensagem de esperança do novo governador anunciava, e a miséria que as imagens mostravam”.

José Sarney ridicularizou a idéia de que Glauber Rocha pudesse ter qualquer propósito crítico, apresentando-o como um apaniguado cúmplice e obediente. Ele disse: “Quando fui eleito governador, o levei para fazer o documentário da posse. Ele se empolgou e fez. Eu também ajudei porque fiz, de certo modo, o roteiro do documentário, para fugirmos daquela coisa, para ver o contraste entre o que se encontrava e o que a gente desejava. E ele fez”.

Maranhão 66 foi produzido por Luiz Carlos Barreto. E quem mais poderia ser? Atualmente, Luiz Carlos Barreto produz uma cinebiografia de Lula. Pena que Glauber Rocha tenha morrido, porque ele certamente se empolgaria com o projeto e o dirigiria. Seu filho, Erik Rocha, já dirigiu um documentário empolgado sobre Lula. De Maranhão 66 a Brasília 09, a política continua igual. E o cinema brasileiro continua igual: empolga-se e faz.

– 150 anos de Prisão para Madoff

O estelionato causado pelo banqueiro Madoff, que ocasionou a quebra de muitas pessoas devido as suas aplicações em fundos de alta rentabilidade, proporcionaram a ele 150 anos de cadeia, devido ao crime financeiro.

Quase igual ao Salvatore Cacciola, italiano que deu golpes aqui no Brasil através do Banco Marca. Punições “semelhantes”…

Extraído de: http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1281449

Bernard Madoff, considerado o autor da maior fraude de sempre, foi condenado, aos 71 anos, a 150 anos de prisão. Em tribunal, pediu desculpa aos investidores, empregados e à mulher.

O juiz Denny Chin condenou Bernard Madoff à pena máxima pedida pelos procuradores americanos pela sua fraude, considerada a maior da história, que lesou investidores em dezenas de milhões de dólares.

Os advogados de Madoff pediam uma pena máxima de 12 anos, mas tal não foi concedido.

Citado pela cadeia de televisão norte-americana CNN, Madoff confessou-se arrependido na sessão de leitura da sentença: “Vivo num estado de tormenta por toda a dor e sofrimento que causei. Deixei um legado de vergonha. É uma coisa com a qual viverei para o resto da minha vida.”

A CNN conta ainda que Madoff virou a cara para algumas das suas vítimas presentes no julgamento e, dirigindo-se a elas, disse: “dizer que estou arrependido não é suficiente. Olho para vocês. Sei que não adianta nada. Peço desculpa.”

Madoff terá dito que não procurava o perdão das pessoas que lesou e que não procurava desculpar o seu comportamento. Disse ainda que sabe ser impossível desculpar alguém que traiu milhares de investidores e empregados. Acrescentou que enganou a própria mulher, que ainda se mantém a seu lado.

Segundo os inquéritos que levaram à condenação de Madoff, nos últimos 30 anos foram confiados a este antigo corrector de Wall Street (a bolsa de Nova Iorque) 13 mil milhões de dólares, provenientes de bancos, particulares ou associações de caridade, diz a agência France Presse. Madoff admitiu não ter investido um único dólar desse montante.

Estima-se que as perdas dos investidores estejam entre 50 e 65 mil milhões de dólares, tendo em conta aquilo que esperavam auferir com o investimento.

Bernard Madoff foi presidente do conselho de administração da Nasdaq. Acusado de fraude, perjúrio, branqueamento de capitais e roubo, Madoff foi preso em Dezembro e esperou pela sentença longe do conforto do seu luxuoso apartamento no Upper East Side, um dos bairros mais caros de Manhattan.

Em Março, declarou-se culpado das acusações que o levaram a tribunal: montou um massivo esquema em pirâmide, em que pagava aos investidores mais antigos com o dinheiro dos novos investidores.

O património de Bernard Madoff foi recentemente avaliado em 820 milhões de dólares, sendo que grande parte deste montante corresponde à sua firma, a Bernard L. Madoff Investment Securities. Todos os bens lhe foram confiscados na última sexta-feira.

– Bye Bye, Bagdá

Hoje se inicia a primeira ação de retirada das tropas americanas no Iraque. Os soldados deixarão de patrulhar as ruas e apenas se manterão em bases militares.

Muda algo?

Paz não é o fim de uma guerra simplesmente. É muito mais. É a convivência harmônica e respeitável. Não adianta alardear que há paz, se nas ruas ainda se enxerga o ódio. Isso não é paz, é trégua.