– Os 20 bilhões das Lojas Americanas: o que aconteceu?

Quem tem ações das Lojas Americanas, está com o “coração disparado”. A gigante viu os seus CEO e CFO pedirem demissão, após descobrirem “inconsistências em lançamentos contábeis”, totalizando 20 bilhões de reais.

– Mas o que é isso?

Foram operações em que, ao invés da empresa pagar um fornecedor, por exemplo, foi o banco quem pagou! Ao invés de ficar devendo para uma empresa parceira, fica com débito no banco. E essas operações não foram contabilizadas…

– Estranho?

Muito. Falha ou maquiagem propostal?

As ações da empresa despencarão… (e isso já está acontecendo).

Lojas Americanas: Frequência e valor das compras mudaram | Empresas | Valor  Econômico

Arte extraída de Valor Econômico na Web

– Liquidando produtos do Hexa!

Faz mais ou menos uma hora que o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo. Acabei de passar em uma loja de utilidades, e me deparei com os produtos fazendo alusão à Seleção já sendo retirados das prateleiras.

A liquidação da Copa já começou.. é queima de mercadoria mesmo

– A BMW e o carro que muda de cor.

Fantástico! A BMW laçou um carro que… muda de cor!

Não acredita?

No link em: https://youtu.be/LfAVlpqqzlY

– O que houve com a CNN Brasil?

A CNN se reinventará no Brasil?

Foram 125 profissionais demitidos, incluindo pessoas reconhecidas como excepcionais jornalistas (por exemplo: Boris Casoy).

A concorrência e a forma de fazer jornalismo da emissora parecem estar atrapalhando os planos dos investidores…

Mais detalhes em: https://www.terra.com.br/amp/diversao/gente/cnn-brasil-faz-demissao-em-massa-saiba-quem-caiu-fora-da-emissora,4d379d04ea90fa963892dfcce5dbdde6r8bpvrx1.html

Imagem extraída da Web.

– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas.

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

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Imagem extraída do link acima citado.

– Cerveja para Crianças?

Pérolas da Internet: a Malzbier em 1925!

Uma cerveja que faz bem para a saúde, tratada como… Tônico?

 Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como não ser enganado ao comprar um produto “Saudável”

Compartilho esse ótimo artigo do blog “Rezenhando” (de Felipe Calabrez). Você realmente confia nos produtos que está consumindo?

Vale a leitura. Abaixo:

A alternância de assuntos aqui é constante, e hoje achei oportuno falar sobre algo que já aconteceu comigo e provavelmente com você. Quem nunca comprou algo para comer ou beber julgando pelo rótulo…

Texto Fonte (continue clicando no link): Como não ser enganado ao comprar um produto “Saudável”

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– Segredos Industriais e Suas Revelações.

39Guardar segredo é bom?

Na Administração de Empresas, nem sempre esconder projetos é um bom negócio.

Veja, abaixo, casos interessantes onde boas idéias não deram certo por culpa do sigilo.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 66

ÀS VEZES, O SEGREDO NÃO COMPENSA

Recentemente, um programa semanal de rádio nos Estados Unidos causou alvoroço ao publicar o que seria a fórmula secreta da Coca-Cola. Afirmava que a informação vinha de um fac-símile da página de um caderno pertencente a um amigo de John Pemberton, o farmacêutico que criou a bebida em 1886. A empresa, é claro, negou a autenticidade da fórmula. E a história, depois de fugaz repercussão nos jornais e na internet, parou por aí mesmo. O que restou do episódio é um bom tema para reflexão. Será que basta ter a fórmula secreta ou uma boa ideia para concretizar um grande negócio?

Pode ser que as empresas de tecnologia reforcem essa crença ao manter seus lançamentos sob uma aura de segredo e mistério. Por muitos meses houve grande especulação sobre qual produto revolucionário a Segway estava preparando, até que o mercado deparou com o veículo elétrico de duas rodas que hoje conhecemos. A Apple faz do anúncio de novas categorias de produtos, como o iPad, um evento grandioso, esperado por milhões de consumidores, divulgado no mundo todo. O segredo é, então, fundamental para o sucesso?

Talvez sim, quando se tem a dimensão das empresas citadas acima. Mas a fórmula não vale para qualquer estreante. É o que garante Jason Freedman, empresário “reincidente”. Ele diz que o segredo matou sua primeira empresa, pois o fez perder boas oportunidades. Em uma nota em seu blog, http://www.humbledmba.com, que virou fenômeno de tráfego – mais de 200 mil visitas depois que o jornal The New York Times o destacou –, Freedman faz um mea-culpa e publica uma espécie de decálogo do iniciante.

O primeiro “mandamento” do empresário é direto: a execução de um projeto é muito mais importante do que imaginá-lo; isto é, executar é o que importa. A segunda lição pode ser meio chocante para o ego do novato que opera em “modo oculto”: alguém já teve a sua grande ideia. Se ela for boa, cinco outras pessoas a estão testando. Se for excelente, 15 outros concorrentes já estão no cenário. Uma das razões pelas quais você se imagina tão exclusivo é porque não fez uma boa pesquisa para perceber que já tem gente trabalhando na área. A terceira máxima é uma ducha de água fria nos criativos: descobertas totalmente inusitadas não funcionam. Para Freedman, “se você tem uma ideia 100% original, ou está à frente do mercado ou escolheu um nicho pequeno, que ninguém quer. Em qualquer um dos casos, você tem problemas”.

“Se você acha sua ideia exclusiva, é porque ainda
não fez boa pesquisa”, afirma Freedman

Mas o princípio que melhor sintetiza a experiência de Freedman é “você precisa desesperadamente de um retorno sincero”, que só quem está no mercado pode dar. Ao manter o negócio em segredo, o estreante estaria roubando de si mesmo valiosos ensinamentos. “A maioria das empresas não tem sucesso com o primeiro produto”, afirma Freedman. “As boas empresas aprendem rapidamente e tentam de novo.”

No blog, Freedman permeia seus princípios com seus próprios erros e acertos. Relata que sua primeira empresa, Openvote, especializada em serviços de pesquisa de opinião em campi universitários, teve um bom inicio, há quatro anos. Mas, como o projeto estava cercado de sigilo, o empresário deixou passar oportunidades de ouro. Não percebeu, por exemplo, as vantagens que o Facebook traria para a Openvote. Fechado que estava em seu projeto, também não deu a chance de ninguém alertá-lo sobre os ganhos de uma possível aliança com a empresa de Mark Zuckerberg. Como consequência, Freedman perdeu o momento de fazer o empreendimento deslanchar.

Lição aprendida, ele partiu para um novo negócio. Desta vez, colhendo opiniões de empresários e interlocutores que, até bem pouco tempo atrás, teria julgado como potenciais ladrões de ideias. Em 2009, o empresário lançou o FlightCaster, serviço que cruza informações de tráfego aéreo e previsão meteorológica para estimar atraso de voos. O sucesso desta segunda iniciativa foi medido em janeiro, quando a empresa acabou comprada pela Next Jump, um grupo que gerencia o programa de fidelidade de 90 mil companhias.

Como derradeiro mandamento, Freedman alerta: buscar opiniões é importante, mas não se deve crer em tudo o que se ouve. Ele conta que não foram poucos os comentários sobre a inviabilidade do serviço da FlightCaster. Deve ter sido estratégia dos potenciais ladrões de ideias.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Cuidado com postos picaretas e frentistas safados!

Pela enésima vez, o frentista de um posto que eu abastecia (não vou abastecer mais nele) tenta abastecer Gasolina Aditivada ao invés da Comum. De caso pensado, por conta da pontuação e meta.

Se o cara faz isso (com a anuência da Gerência), o que não fará para ludibriar o cliente?

– A empatia em gestos simples.

Leio no Ecoa (em matéria reproduzida pelo UOL, conforme citação na figura abaixo) que na Holanda um supermercado criou caixas para ficarem conversando com idosos. Sensacional!

Um dos males que maltratam os “nossos velhinhos” é a solidão. A necessidade de conversar é perceptível, e tal simpática iniciativa merece todos os aplausos.

E quem / quando se fará algo igual aqui no Brasil?

– O preço do novo iPhone no Brasil e no mundo.

Que vivemos um manicômio tributário e temos uma alta carga de impostos no Brasil, é sabido. Mas veja a comparação de preços do novo iPhone 14 mundo afora, com o preço praticado aqui: 

Extraído de: https://blogdoiphone.com/curiosidades/paises-iphone-14-mais-barato/

Tabela de preços iPhone 14 Pro Max (39 países na comparação)

1 Estados Unidos (sem imposto) R$ 5.714,69
2 Japão R$ 5.895,06
3 Canadá (sem imposto) R$ 6.156,33
4 Tailândia R$ 6.214,25
5 Hong Kong R$ 6.226,19
6 Austrália R$ 6.289,14
7 Estados Unidos (com imposto) R$ 6.371,88
8 Taiwan R$ 6.375,83
9 Coreia do Sul R$ 6.387,50
10 Nova Zelândia R$ 6.418,81
11 Malásia R$ 6.502,26
12 Singapura R$ 6.528,44
13 China R$ 6.575,84
14 Emirados Árabes Unidos R$ 6.652,23
15 Canadá (com imposto) R$ 6.742,65
16 Suíça R$ 6.790,16
17 Filipinas R$ 6.867,72
18 Reino Unido R$ 6.912,08
19 Luxemburgo R$ 7.243,13
20 Áustria R$ 7.338,86
Alemanha R$ 7.338,86
21 Espanha R$ 7.440,15
22 Bélgica R$ 7.490,80
França R$ 7.490,80
Holanda R$ 7.490,80
23 Polônia R$ 7.500,62
24 Hungria R$ 7.514,52
25 Noruega R$ 7.515,28
26 México R$ 7.524,57
27 Itália R$ 7.541,45
Irlanda R$ 7.541,45
28 Finlândia R$ 7.592,10
Portugal R$ 7.592,10
29 Suécia R$ 7.640,91
30 República Tcheca R$ 7.652,05
31 Dinamarca R$ 7.829,58
32 Índia R$ 8.782,36
33 Brasil (39º) R$ 9.449,10
34 Turquia R$ 12.312,42

Comprar iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max - Apple (BR)

Imagem extraída de Apple.com (divulgação).

– O Governo da Argentina está preocupado com… as figurinhas da Copa!

E se um Governo em crise se preocupasse com figurinhas da Copa do Mundo?

Pensei que era fake news, mas… isso está acontecendo na Argentina!

Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/a-crise-institucional-argentina-causada-por-figurinhas-da-copa/

A CRISE INSTITUCIONAL ARGENTINA CAUSADA POR FIGURINHAS DA COPA

Secretaria de Comércio intermediou reunião entre bancas e empresa; escassez das ‘figus’ criou mercado paralelo no país e um pacotinho chega a custar R$ 26.

por Larissa Quintino

Com inflação a 75% ao ano e a maior taxa de juros do mundo, a Argentina vive uma grande crise econômica. Mas, os problemas macro do país ficaram em segundo plano essa semana porque uma questão, no mínimo inusitada, capturou a atenção dos argentinos — inclusive do governo. A gestão de Alberto Fernández decidiu intermediar conversas entre o sindicato de quiosques e bancas do país com a Panini, fabricante oficial do álbum da Copa do Mundo, para achar uma solução para o sumiço no país das figurinhas do mundial de futebol — o que virou um prato cheio para a oposição argentina que critica a escolha de prioridades do governo em meio à crise econômica atual.

O secretário de Comércio argentino, Matías Tombolini, foi quem assumiu a frente para tentar resolver a crise da falta das ‘figus’ entre os hermanos. A reclamação dos vendedores locais é que a fabricante italiana tem priorizado a distribuição a redes de supermercados e a plataformas de compras online, como o Mercado Libre. No Brasil, além das bancas de jornais, supermercados e lojas online também têm vendido o produto.

A escassez das figurinhas entre os argentinos também gera reclamação de um mercado extraoficial de venda, que lembra o câmbio paralelo do país, e até mesmo de falsificações. Os preços oficiais sugeridos pela empresa são de 150 pesos o pacote com 5 figurinhas (equivalente a 5,35 reais) e, com a oferta afetada, há pacotinhos anunciados a 750 pesos (cerca de 26 reais). No Brasil, o pacote custa 4 reais.

“A empresa prometeu controlar os distribuidores oficiais para que entregassem as figurinhas nas bancas”, disse Adrián Palacios, vice-presidente da União Kiosqueros, ao final do encontro ocorrido na terça-feira. “Estar aqui hoje com a empresa e com o estado é o primeiro passo que a empresa tomou o compromisso de chamar cada distribuidor para normalizar a entrega”, acrescentou. Ele também disse que até agora não tinham canal direto de diálogo com a empresa, o que dificultou a comunicação. O furor dos argentinos é tanto que o último carregamento de figurinhas esgotou em menos de 48 horas nas bancas, causando grandes filas que levavam horas em locais com o produto disponível.

Album e firurinhas da Copa

Figurinhas da Copa do Mundo estão em falta na Argentina – Twitter/Reprodução, em: https://veja.abril.com.br/economia/a-crise-institucional-argentina-causada-por-figurinhas-da-copa/

– Inteligência competitiva como estratégia na concorrência.

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– As lojas fechadas do Shopping D.

Quando inaugurado, eu passava à trabalho em frente ao Shopping D todos os dias, e muitas vezes parei ali para almoçar ou jantar.

Nos anos 2000, de vez em quando eu ía passear com a minha família lá. E via lojas baratas, com ótimos produtos, praticando os preços dos Outlets atuais.

Dias atrás, depois de muito tempo, voltei nele. E me assustei com a quantidade de estabelecimentos fechados e como estava vazio. Será que os consumidores estavam em casa ou na concorrência? Ou “tudo ‘efeito econômico colateral’ da pandemia”?

Pelo que deu para reparar, deixou de ser um shopping com lojas de fábrica e tornou-se um lugar comum. Bem aquém do que era antes…

Uma pena!

E você, que frequenta o Shopping D, o que acha dele atualmente?

– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

Imagem extraída do link acima:

– Pouco se repercutiu: morreu Cutrale, o bilionário “Rei da Laranja”.

José Luis Cutrale, o “Rei da Laranja”, faleceu há 15 dias. Sua riqueza, segundo a Forbes em 2021, era de R$ 12,5 bilhões! O processo sucessório dele na sua empresa está definido pelos filhos que, todos discretos, nem Redes Sociais têm!

Abaixo, extraído de: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/08/quem-sao-os-herdeiros-do-imperio-do-agronegocio-de-jose-luis-cutrale/?amp

QUEM SÃO OS HERDEIROS DO IMPÉRIO CUTRALE

O empresário José Luis Cutrale morreu na última quarta-feira (17) em Londres, aos 75 anos, deixando três filhos frutos de seu casamento de 50 anos com Rosana Falcioni Cutrale. Agora, os herdeiros têm a missão de administrar um verdadeiro império do agronegócio — que rendeu ao pai o título de “rei das laranjas”. 

Dono da maior exportadora mundial de suco de laranja, a Cutrale, o empresário comandava, ao lado dos filhos, a empresa fundada por seu pai, José Cutrale Júnior (1926 – 2004). Ele também era dono, junto ao Grupo Safra, da Chiquita Brands, uma das maiores empresas agrícolas do mundo. 

Graças ao sucesso nos negócios, José Luís Cutrale deixou um patrimônio avaliado atualmente pela Forbes em R$ 9,2 bilhões. Em 2021, ele apareceu no 31º lugar da lista de bilionários brasileiros da Forbes Brasil em 2021 com fortuna estimada de R$ 12,5 bilhões. Ele também ocupou a 1.579ª posição na lista mundial de bilionários da Forbes, que inclui apenas as pessoas que têm patrimônio superior a US$ 1 bilhão.

Nascido em São Paulo em 17 de setembro de 1946, ele começou a trabalhar desde cedo com seu pai no Mercado Municipal da Cantareira, em São Paulo. Posteriormente, ingressaram na atividade de plantio e cultivo de laranjas e, vinte anos mais tarde (1967), fundaram a empresa que se tornou conhecida mundialmente.

Quem são os herdeiros da fortuna?

Temendo pela sua segurança, a família Cutrale mudou-se para Londres em 2006 e, atualmente, os três filhos possuem casas em diferentes países da Europa. 

José Luís Cutrale Júnior, de 49 anos, e José Henrique Cutrale, de 48, nasceram na Itália e moram na Suíça. A caçula, Graziela Cutrale, de 46 anos, nasceu no Brasil, mas se mudou para a Inglaterra, segundo informações do site de notícias do Reino Unido Endole. 

Os três irmãos trabalham na Europa e ocupam cargos de direção na Chiquita Holdings. Discretos como o pai, nenhum deles possui perfil em redes sociais e eles não costumam se pronunciar publicamente. 

Após a morte de Cutrale, seus filhos assinaram uma nota conjunta lamentando a perda do patriarca e o enaltecendo como grande líder dos negócios. 

“É com muita tristeza que comunicamos o falecimento de nosso querido pai, professor e mentor, José Luis Cutrale, ocorrido na data de hoje por causas naturais. […] Com muito esforço e dedicação, ele, ao lado de seu pai, transformou o nome da família em sinônimo mundial de suco de laranja”, afirmaram os herdeiros.

“Ao longo de sua carreira, empreendeu com sucesso nos ramos de laranjas frescas, sucos de laranja, grãos, logística, bananas, saladas, condimentos, refrigerantes, snacks, imobiliário, financeiro e de saúde.”

“Pessoa de poucas palavras e grandes compromissos, de fácil trato, brilhante nos negócios, lutador incansável, nosso pai pautou sua vida pela gentileza e respeito ao próximo, trabalho árduo, honestidade, humildade e discrição, valores esses que nos transmitiu para que junto com seus seis netos perpetuamos o seu legado familiar e empresarial. Deixa sua família, amigos, colaboradores e parceiros com saudade eterna e grandes recordações”, escreveram os irmãos.

Drew Angerer/Getty Images

Drew Angerer/Getty Images

– Espaços Pet na Praça de Alimentação?

Puxa, algo raríssimo: ambiente “pet friendly” na praça de alimentação do Maxi Shopping Jundiaí.

Ousado! Normalmente, esses espaços são bem mais restritos. Tomara que dê certo…

– Um Selo que indica Amadurecimento das Frutas!

A tecnologia, se usada para o bem, é algo fantástico. Leio que a Embrapa está desenvolvendo um “sensor em formato de selo” que indica se a fruta está madura!

Já imaginaram a diminuição das perdas de produtividade com isso, bem como da melhor qualidade de produtos em nossa mesa?

Abaixo, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/fruta-no-ponto-certo/

FRUTA NO PONTO CERTO

Por Gabrielle Araújo / Embrapa

Uma parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com a Siena Company resultou no desenvolvimento de um sensor para monitorar o amadurecimento de frutos. Trata-se de um selo contendo nanopartículas de um composto à base de sílica que pode ser colado à embalagem ou à superfície do fruto. À medida que amadurecem, alguns frutos liberam o gás etileno, que reage com o sensor e o faz mudar de cor. Um aplicativo para celular que lê um código de barras e a cor do selo permite conhecer o estágio de maturação do fruto e as informações sobre sua origem. Batizado de Yva (fruto, em tupi-guarani), o sensor foi testado em manga e mamão. “Até onde sabemos, não existe no mercado um produto desse tipo”, diz Marcos Ferreira, pesquisador da Embrapa e um dos idealizadores do sensor, que pode ajudar a reduzir as perdas na cadeia produtiva.

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Foto: Gabrielle Araújo, Embrapa.

– A criptomoeda do Mercado Livre: MercadoCoins.

Na onda de moedas virtuais, o Mercado Livre se lança à aventura de muitos e lança seu próprio dinheiro: o MercadoCoins!

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Futuro-do-Dinheiro/noticia/2022/08/epoca-negocios-mercado-livre-cria-criptomoeda-como-parte-de-programa-de-fidelidade.html

MERCADO LIVRE CRIA CRIPTOMOEDA COMO PARTE DE PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Mercado Livre anunciou nesta quinta-feira a criação de uma criptomoeda chamada MercadoCoin, que será implementada como parte de um programa de fidelidade de clientes da companhia da maior empresa de comércio eletrônico da América Latina.

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma. Os consumidores poderão então usar a moeda digital, que segue o padrão de token ERC-20, da Ethereum, para novas compras ou negociá-la na unidade de serviços financeiros da empresa, o MercadoPago.

A moeda tem um valor equivalente a 10 centavos de dólar, informou a companhia.

Mercado Livre (Foto: Divulgação)

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma (Foto: Divulgação)

– Bala de Gelatina da Fadinha.

E a “Fadinha” virou bala de gelatina!

Parece que além de ser talentosa, a jovem skatista Rayssa é bem orientada… parabéns!

🛹 Ops: o sabor é razoável.

 

– Economia em Pequenas Coisas para Lucros Maiores

Veja que conta interessante (antiga, mas atual): segundo a Revista Veja (Ed 28/07/2010, pg 98), 1 quilo a menos transportado por um avião faz com exista uma economia de 11.500 galões de combustíveis por ano, ou US$ 23,000.00. Numa empresa com 100 aviões, isso representa 2,3 milhões de dólares.

Conta rápida: um forno de avião pesa cerca de 100 quilos. Assim, apenas no equipamento de uma única aeronave, uma empresa economiza 2 milhões. Se tiver 100 aviões, deixa-se de gastar US$ 200,000,000.00.

Dá para entender por que não se serve mais comida quente mas lanche frio em avião?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E foi feito o pedido de falência da “Chocolates Pan”!

A icônica marca de chocolates da Pan (de tantos produtos emblemáticos) pode falir!

O sabor de chocolate meio-amargo, com gosto de infância, já não era tão fácil de se achar… uma pena!

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/mp-pede-falencia-da-empresa-dos-cigarros-de-chocolate-pan/

MP PEDE FALÊNCIA DA PAN

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) entrou com um pedido de decretação de falência na Justiça contra a empresa de produtos alimentícios Pan, que ficou famosa por seus “cigarros” de chocolate. As informações são do colunista do UOL Rogério Gentile.

Segundo o colunista, com a pandemia a Pan não conseguiu pagar dívidas estimadas em cerca de R$ 209 milhões e entrou com pedido de recuperação judicial. O Ministério Público, no entanto, considera que a empresa não tem condições de manter suas atividades e pediu a decretação da falência.

A Pan, no entanto, afirma que uma perícia já concluiu a viabilidade da empresa e que tem procurado regularizar seus débitos tributários, negociando parcelamentos e oferecendo bens como garantias.

“Cigarros” de chocolate

O “cigarro” de chocolate da empresa foi um sucesso por permitir a crianças que emulassem o ato de fumar ao consumir o produto, que era apenas um chocolate no formato de um cigarro. O produto foi lançado em 1959 e foi vendido até a década de 90, quando o Ministério enrijeceu as norma relacionadas à publicidade de cigarros.

A empresa acabou mudando o produto, que passou a se chamar “rolinhos de chocolate” e deixou de mostrar a icônica imagem do menino negro segurando um dos doces como se estivesse fumando (a foto era do ator Paulo Pompeia, que faleceu em 2021 aos 72 anos).

O pedido de falência do MP ainda segue tramitando na Justiça.

Crédito: Pan/Divulgação

A foto na embalagem dos cigarros de chocolate da Pan, que se tornaria icônica. O ator retratado, Paulo Pompeia, morreu em 2021 (Crédito: Pan/Divulgação)

– Você iria ao “La Borratxeria”? Eu, não.

Ganha repercussão um restaurante paulistano que costuma publicar frases polêmicas na sua fachada. A impressão do “La Borratxeria” é que querem gerar manchetes, justamente para ganhar notoriedade. Porém… ambas são de mau gosto.

Por exemplo: “Quem gosta de criança é creche”; ou: “Não odiamos crianças, só a sua mesmo”.

Mais maluquices?

Abaixo, veja o “espaço kids”, numa foto:

REPRODUÇÃO / INSTAGRAM LA BORRATXERIA.

A reportagem completa está em: https://noticias.r7.com/sao-paulo/restaurante-de-sp-poe-placa-polemica-na-fachada-nao-odiamos-criancas-e-so-a-sua-mesmo-10082022?amp

– A Unilever vai concorrer com o McDonald’s? A Hamburgueria Hellman’s já está funcionando

Uma estratégia inovadora: a Unilever quer desenvolver a marca da maionese Hellman’s em fast foods próprios!

Extraído de: https://mercadoeconsumo.com.br/destaque-do-dia/hellmanns-inaugura-em-sao-paulo-primeira-hamburgueria-propria/

HELMANN’S INAUGURA EM SÃO PAULO PRIMEIRA HAMBURGUERIA PRÓPRIA

Iniciativa no Brasil é 100% digital; marca quer aumentar proximidade com os consumidores

A marca de maionese e molhos Hellmann’s escolheu o Brasil, mais precisamente a cidade de São Paulo, para inaugurar sua primeira hamburgueria própria. A operação é 100% digital e o objetivo da empresa é se aproximar dos consumidores.

“A partir de agora, Hellmann’s deixa de ser somente uma marca presente predominantemente no varejo e passa a ter uma relação tão próxima com o nosso consumidor que nos permite ouvi-lo e conhecer mais profundamente os seus desejos e necessidades”, afirma o vice-presidente de Hellmann’s no Brasil, Rodrigo Visentini.

Para ele, a “escuta ativa” vai permitir que a marca colete insights para as estratégias de comunicação, lançamento de novos produtos ou serviços, tudo isso com uma velocidade maior. “Nosso objetivo é oferecer produtos de muita qualidade e uma nova forma de se apaixonar por Hellmann’s”, completa Rodrigo.

Inicialmente, a Hamburgueria Hellmann’s está atendendo a pedidos realizados em um raio de até 7 quilômetros na região do Itaim Bibi, na zona sul da capital paulista, por meio dos aplicativos de delivery Rappi e iFood.

Time de chefs

O menu disponível na Hamburgueria Hellmann’s foi idealizado por um time de chefs, e traz uma seleção de hambúrgueres e outros sanduíches personalizados com opções veganas, molhos artesanais inéditos e exclusivos. Um exemplo é o molho Asian Bbq, campeão de pedidos, que leva na composição do molho barbecue Hellmann’s com um toque de saquê e pimenta.

Por meio da hamburgueria, a marca quer trazer o consumidor para o centro de estratégias da marca. A hamburgueria também será uma ferramenta para apresentar novidades em primeira mão para os consumidores e ter feedbacks em tempo real.

“O brasileiro ama os produtos do nosso portfólio e Hellmann’s está cada vez mais conectada aos momentos de prazer dos consumidores. Por isso, identificamos nessa conexão um insight genuíno e uma oportunidade perfeita para inovarmos, colocando o consumidor no centro da nossa estratégia, com um novo ponto de contato surpreendente para estreitar essa conexão”, destaca Rodrigo Visentini.

Hellmann's inaugura em São Paulo primeira hamburgueria própria

Imagem: Divulgação

– Coca alternativa e choco-coco.

Tem produto consagrado que, quando lança versão alternativa, precisa tomar cuidado com o bom / mau gosto.

O Snickers de coco ficou ótimo! Mas a Coca-Cola de morango-melancia

Gosto se respeita!

– E as embalagens encolheram…

Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.

Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:

– Bala de guaraná?

Eu não gosto de bala e não sou chegado em refrigerante. E encontro no mercado: bala de guaraná Antárctica!

Para quem aprecia, imagino o quão deva ser bom… Olhe só:

– A Coca-Cola Alcóolica! E com Jack Daniel’s.

E pela primeira vez, a The Coca-Cola Company venderá bebida com álcool. Inédito!

Abaixo, extraído de: https://exame.com/casual/coca-cola-lanca-versao-alcoolica-com-jack-daniels/

COCA-COLA LANÇA VERSÃO ALCOÓLICA COM JACK DANIEL’S

Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico

Por Julia Storch

As bebidas americanas Jack Daniel’s e Coca-Cola se encontram dentro de uma lata como uma opção de coquetel pronto para beber. Inspirado no drinque conhecido como Jack & Coke no Brasil, o produto será feito a partir de um mix entre Coca-Cola e a bebida Jack Daniel’s Tennessee Whiskey.
A novidade será comercializada mundialmente, a começar pelas gôndolas do México no final deste ano.

“Essa parceria reúne dois ícones clássicos americanos para trazer aos consumidores a experiência de sabor que eles amam, de forma consistente, conveniente e on the go”, disse Lawson Whiting, CEO e Presidente da Brown-Forman Corporation.

“A Brown-Forman é líder na categoria de bebidas prontas desde que lançamos nosso primeiro Jack Daniel’s RTD, há mais de 30 anos. A Coca-Cola complementa perfeitamente a Jack Daniel’s e nossas ofertas de RTD existentes, o que nos permite acelerar a nossa expansão e continuar o crescimento de nosso negócio em todo o mundo”, finaliza Whiting.

Todas as embalagens do produto se relacionam à parceria das duas marcas. Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico, com possíveis variações de acordo com o mercado comercializado.

“Os consumidores são nossa prioridade em tudo o que fazemos e, como uma empresa completa de bebidas, à medida que continuamos a desenvolver nosso portfólio, isso inclui novos produtos com nossa icônica marca Coca-Cola”, comenta James Quincey, presidente e CEO da The Coca-Cola Company.
“Estamos animados com essa nova relação com a Brown-Forman e ansiosos pelo lançamento do Jack Daniel’s & Coca-Cola”, completa Quincey.

Coca-Cola faz parceria com Jack Daniel's. (Divulgação/Coca-Cola)

Imagem: Divulgação Coca-cola.

– PME que contratam funcionários transexuais.

Empresas que aceitam a diversidade sexual e contratam LGTBs. Uma novidade ou tendência?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1911077-pequenas-empresas-se-abrem-para-receber-funcionarios-transexuais.shtml

PEQUENAS EMPRESAS SE ABREM PARA RECEBER FUNCIONÁRIOS TRANSEXUAIS

por Everton Lopes Batista e Júlia Barbon

O site Transempregos, que divulga vagas de trabalho para transexuais e travestis, contava com 160 currículos cadastrados em 2013, ano em que foi inaugurado. Atualmente, são mais de mil.

A plataforma foi um dos canais usados pela hamburgueria Castro, inaugurada no fim de 2016 na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, para acrescentar diversidade ao negócio. Uma chamada publicada no site convidava pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais para participar de uma seleção.

A transexual Roberta Proença Gouvea, 41, se candidatou e conseguiu a vaga de recepcionista do local, que tem 16 funcionários no total –dois deles são trans.

“A proposta da Castro me deu muita esperança para conseguir o emprego. Eu fui tratada como uma candidata de verdade”, afirma ela.

Segundo Luiz Felipe Granata, um dos sócios da Castro, a proposta é ser um ambiente “não excludente” para funcionários e clientes.

“A maior diferença de trabalhar em um lugar como esse é poder ser quem você realmente é e se sentir seguro”, afirma o transexual Bruno Mikó, 23, que trabalha como auxiliar de cozinha ali.

Com um investimento inicial de R$ 400 mil, o faturamento deve chegar a R$ 2,4 milhões neste ano. Os donos já planejam abrir uma franquia no próximo ano.

O estabelecimento faz parte de um grupo cada vez maior de empresas que têm procurado transgêneros –pessoas que se identificam com um gênero diferente do indicado pelos órgãos genitais de nascimento– para fazer parte de seu quadro de funcionários.

FALTAM DADOS

As dificuldades para conseguir trabalho ocorrem tanto por preconceito quanto por invisibilidade –não há dados sobre a empregabilidade de transgêneros no país.

Segundo a empresária e travesti Márcia Rocha, que administra a Transempregos de forma voluntária, cerca de 40% dos candidatos cadastrados na plataforma têm nível superior. “Mas mesmo para pessoas mais bem qualificadas, o mercado ainda é bastante hostil”, afirma ela.

Gouvea, por exemplo, tinha ensino médio, dois idiomas –além do português, ela fala inglês e espanhol– e um intercâmbio no currículo. “Era mais fácil quando eu escondia das pessoas que eu era trans”, afirma.

Aos 18 anos, Paloma Castro, também trans, desistiu de procurar emprego e passou a se prostituir. Hoje, aos 26 anos, é garçonete no Casa Café Teatro, na Bela Vista, região central de São Paulo.

O salário de R$ 1.191 permitiu que ela saísse das ruas enquanto termina um curso técnico em gestão de qualidade.

Histórias como a dela, no entanto, ainda são exceção. “Ainda é pouco, porque é muito recente. Temos muito trabalho a fazer”, diz Márcia Rocha. “Mas sinto que a coisa realmente está acontecendo, não estou dando conta de tantas reuniões e capacitações.”

AÇÕES

A IBM foi uma das criadoras, em 2013, do Fórum de Empresas LGBT. A organização informal reúne 39 grandes companhias que se comprometem com ações como usar o nome social do funcionário trans (em crachás e e-mails, por exemplo) e não restringir o uso de banheiros.

“Pessoas diversas trazem maior produtividade à empresa. Se eu fechasse essa porta, perderia bons recursos”, diz Adriana Ferreira, líder de diversidade e inclusão da IBM Brasil.

Na outra ponta, para que essas pessoas cheguem melhor preparadas até as empresas, foi criado, em 2015, o projeto Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo.

A iniciativa paga uma bolsa mensal de R$ 983,55 por até dois anos, enquanto os beneficiários, transexuais e travestis, voltam para a escola, fazem cursos profissionalizantes e são acompanhados por advogados e psicólogos.

Hoje, o programa tem 175 participantes.

No entanto, a baixíssima escolaridade e o envolvimento com drogas impedem, em alguns casos, que a pessoa esteja pronta para o trabalho no final dos dois anos, afirma Ivan Batista, coordenador de políticas para LGBT na Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do município.

Para isso, diz o coordenador, está sendo criado um comitê envolvendo os departamentos de educação e saúde da cidade, para que esses fatores sejam tratados antes do ingresso no programa.

A Coordenação de Políticas LGBT, também da prefeitura, oferece ainda capacitação para empresas que queiram receber trabalhadores trans e conhecer a a lei estadual 10.948, criada em 2001 para proteger a comunidade LGBT nas relações de trabalho.

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Imagem extraída do link acima.

– Lastimável, Habib’s de Bragança Paulista.

Diversas vezes fui ao Habibs em Bragança Paulista, e fiquei decepcionado por faltar produtos.

Nesta segunda-feira, queria comer a pizza de marguerita, e não tinha. Minha sogra queria esfiha de brócolis, espinafre e queijo – e estava em falta. Minha filha queria 5 esfihas de calabresa… e não havia.

Motivo: “costuma” faltar produtos na 2a feira, devido ao movimento de domingo, disse a garçonete.

Pior: quando fui fazer pedido pelo aplicativo, a atendente informou que: “olha, costuma não funcionar muito bem o aplicativo aqui; se não aparecer o desconto, a loja não se responsabiliza”.

Como assim? Que ridículo! Vá dormir…

Lamentável. Se ninguém reclamar, ficará sempre desse jeito!

– Crise na Indústria Automobilística.

Devido ao novo pico de COVID na China, faltam peças para a indústria de carros. Assim, como reféns de chineses que nos tornamos, falta automóvel para vender.

Pode?

Antes, as pessoas não tinham dinheiro mas havia oferta de veículos. Hoje, nem uma coisa, nem outra.

Mais fábricas podem parar e carros vão ficar mais caros, alertam especialistas

Imagem extraída de: https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2021/03/mais-fabricas-podem-parar-e-carros-vao-ficar-mais-caros-alertam-especialistas.ghtml

– Dia do Amor?

E essa estratégia de alguns comércios de instituir o “Dia do Amor”, fazendo alusão ao Dia dos Namorados?

Se o Dia dos Namorados brasileiro já foi uma data inventada (pelo marqueteiro João Dória, pai do ex-Governador Dória, para alavancar o comércio daquele mês), o Dia do Amor quer amplificar essa ideia de presentear.

Tudo é mercado…

Comércio e artesão investem no amor e no comércio online para o dia dos  namorados - Bem Paraná

Imagem extraída de: https://www.bemparana.com.br/noticia/comercio-e-artesao-investem-no-amor-e-no-comercio-online-para-o-dia-dos-namorados

– A Coca-Cola versão Putin.

Com a saída de empresas importantes da Rússia, produtos alternativos surgem.

O mAis recente: um “clone russo da Coca-Cola, Fanta e Sprite”! Vejam só,

em: https://olhardigital.com.br/2022/05/27/pro/clones-da-coca-cola-sao-lancados-na-russia-apos-saida-da-empresa-do-pais/amp/

CLONES DA COCA-COLA SÃO LANÇADOS NA RÚSSIA APÓS SAÍDA DA EMPRESA

Após a saída da Coca-Cola da Rússia como consequência à invasão da Ucrânia, um fabricante de bebidas local, a Ochakovo, lançou uma linha de refrigerantes clones que simulam as três principais marcas da fabricante estadunidense: Coca-Cola, Fanta e Sprite.

Os refrigerantes genéricos receberam os nomes de CoolCola, que é o clone da Coca-Cola, Fancy, que imita a Fanta laranja, e Street, que imita a Sprite. As cópias foram lançadas na última segunda-feira (23) e já estão presentes nas prateleiras dos principais supermercados russos.

Desde que a Coca-Cola anunciou a suspensão de seus negócios na Rússia, em março deste ano, os refrigerantes produzidos pela empresa se tornaram “artigos de luxo” no país. Hoje, ainda é possível encontrar os produtos Coca-Cola na Rússia, mas os preços subiram, em média, 200% desde então.

Em suas contas nas redes sociais, a Ochakovo descreveu a CoolCola, o clone da Coca-Cola, como um refrigerante com o “sabor icônico de cola”. Os demais clones não tiveram seus sabores detalhados, mas os esquemas de cores das embalagens imitam os de Fanta e Sprite.

A Ochakovo não é a única empresa a produzir clones de refrigerantes dos Estados Unidos, já que eu abril deste ano, a empresa Slavda lançou a Grink Cola, com a intenção de conquistar os clientes com saudade do sabor da Coca-Cola no Extremo Oriente da Rússia.

Crédito: Denis Voronin/Agência de Notícias de Moscou

– Como reduzir os preços dos combustíveis?

Se a Petrobras não abre mão da política de preços do mercado (seguindo os valores internacionais), a empresa poderia se esforçar em reduzir o custo da gasolina e do diesel por outros meios:

Melhorar a eficiência (logística mais adequada, tecnologia mais avançada nas transações),

Redução de impostos, tributos e taxas diversas,

Promoções de vendas (menor preço, maior consumo, ganhando por número de clientes).

A verdade é: acomodou-se! E ninguém faz nada pelo consumidor… produzir pouco e cobrar caro é mais fácil, né?

Imagem: Reprodução da Internet.

– Podem encalhar à vontade!

Quantas máscaras encalhadas!

Se por um lado as empresas poderão ter prejuízo (apesar que ganharam dinheiro antes), por outro, o alívio em saber que a pandemia estar passando…

Ufa! Já era tempo.