– Meus artigos no Jornal de Jundiaí:

Prestigue minha coluna no JJ:

– Seja empático com o seu próximo:

Pratique o bem!

Respeite o seu semelhante.

Abaixo:

– Erupção do Etna cancela cerca de 700 voos e paralisa aeroporto na Sicília.

A atividade do Etna suspendeu voos em Catânia e expôs os desafios de convivência entre fenômenos naturais e infraestrutura na Sicília. #Linkezine 🌋 …

Continua em: Erupção do Etna cancela cerca de 700 voos e paralisa aeroporto na Sicília

– Pastel de Linguiça Bragantina:

Hoje matei a saudade do delicioso pastel da barraca do seu Sebastião e do Marciano, em Bragança Paulista.

Esse aqui é de Linguiça Bragantina. Duvido que você encontre qualquer outro pastel mais gostoso do que esse!

– REPOST: E se a Inteligência Artificial fosse incorporada para as decisões da Justiça?

Há 6 anos, mas atual:

Até onde as máquinas substituirão os homens?

Leio a respeito dos computadores ajudando na tomada de decisões nos EUA. Mas e a qualidade e a sensibilidade dos dados? Como / quando podem ser interpretados corretamente?

Uma ótima discussão e subsídio pra o debate, extraídos de: https://epoca.globo.com/guilherme-amado/a-sociedade-nao-pode-ficar-escrava-de-maquinas-diz-especialista-em-uso-de-inteligencia-artificial-no-judiciario-24304579

A SOCIEDADE NÃO PODE FICAR ESCRAVA DAS MÁQUINAS

Joshua Walker fundou a primeira empresa a organizar a base de processos dos EUA

Além de recomendar sua próxima música ou série, a inteligência artificial também tem chegado aos tribunais, com a promessa de dar suporte a todos os lados: juízes, advogados, promotores, réus e vítimas.

Joshua Walker é um dos fundadores do Codex, centro da Universidade de Stanford especializado no tema, e da Lex Machina, a primeira empresa a organizar a base de processos judiciais dos Estados Unidos.

“Milhões de páginas podem se transformar em dezenas. Um acordo de compliance pode ser revisado oito vezes mais rápido com a ajuda de bases de dados”, afirmou, emendando que a palavra final deve ficar sempre com o ser humano, especialmente em processos que demandam sensibilidade e têm implicações graves.

“É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas. E é preciso transparência. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada”, afirmou

Walker viria ao Brasil na semana que vem para debater o tema em São Paulo, na Fundação Getúlio Vargas, e no Rio, no escritório MJ Alves e Burle. A visita foi adiada por causa do coronavírus.

Leia a entrevista.

As máquinas vão tomar conta da Justiça?

Existe esse temor, mas isso não vai acontecer. Mesmo se pudéssemos chegar perto disso e ficar bons nisso, não iríamos querer isso. Não é possível nem desejável ter o sistema de Justiça feito só por máquinas. Quando alguém diz “inteligência artificial”, você deve pensar em “dados”. Assim, faz muito mais sentido. O uso de dados tem um impacto enorme no mundo todo, em diferentes contextos. Com inteligência artificial, temos um processamento de dados muito mais rápido. Mas o fator humano é essencial, principalmente na Justiça.

Bases de dados podem ajudar a desafogar uma Justiça lenta como a brasileira?

Sim. Essas reclamações não são só no Brasil, mas globais. Se você tem uma fábrica e não sabe quanta matéria-prima entra e quanto produto sai ao fim de cada dia, é uma loucura. Você precisa dessas informações. E a Justiça é muito mais importante e complicada do que isso. Juízes americanos usam a inteligência artificial para entender como um assunto tende a ser interpretado nos tribunais, qual sua jurisprudência. Isso não significa que os dados vão tomar a decisão no lugar dele. Em um caso sobre semicondutores, um assunto extremamente técnico, poderá te ajudar muito ter alguma ideia de como esse padrão funcionou em outras cortes. Há um ganho de efetividade. Outra informação possível é na análise de atuação de advogados e testemunhas em outros processos. Se os juízes podem ser ajudados por dados para casos mais burocráticos, como os comerciais, podem ter mais tempo para analisar casos criminais ou constitucionais. É uma economia de tempo.

Os cidadãos devem ter o direito de saber como uma base de dados foi usada para ser classificado em um banco, ou ter um caso julgado? Como fica a transparência?

Sim, esse é um ótimo ponto. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada. E pode ser algo de vida ou morte. Temos de saber o porquê. Outros sistemas podem fazer a checagem. Mas você não deveria usar inteligência artificial para tomar uma decisão de vida ou morte. Tudo o que você pode fazer é usar essas ferramentas para interpretar dados. É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas.

Como equilibrar fator humano e ciência em casos sensíveis, como a disputa judicial pela guarda de um filho pequeno?

A sensibilidade é algo único do ser humano, e a inteligência artificial deve dar suporte a isso. Se o juiz se livra de tarefas burocráticas, ele ganha mais tempo para se concentrar nas decisões em casos tão sensíveis. No começo, quando vendíamos nossa ferramenta de inteligência artificial, não usávamos o termo “inteligência artificial”. Ressaltávamos que era História. E aqueles que não sabem sua história estão fadados a repeti-la. Com dados, você pode observar padrões em inúmeros casos e corrigir erros em massa. Pode salvar vidas e impulsionar a economia.

Em que situação a inteligência artificial foi um sucesso?

Em 1994, houve um genocídio em Ruanda. Cerca de um milhão de pessoas foram assassinadas. Eu fui chamado para ajudar nesses casos. Mas não havia base de dados. Tínhamos milhões e milhões de documentos, mas nenhuma maneira de acessá-los. Os procuradores e a polícia de vários países levaram centenas de horas somente para obter informações muito básicas de evidências e testemunhas. Então, construímos um sistema do zero. Usamos uma base de dados apenas com o Microsoft Word, inicialmente. Não havia muita tecnologia. A base de dados batia exatamente com o que tínhamos. As pessoas, as provas, as sentenças. Assim, investigadores conseguiram convencer os tribunais de um modo muito efetivo. Não por causa da base de dados, mas a base de dados fez o trabalho muito mais organizado, rápido e melhor. Em vez de milhões de páginas, tínhamos uma acusação de onze páginas, com todas as evidências possíveis. Para mim, foi uma das maiores experiências com dados para os tribunais. Depois, fui procurado por juízes dos casos se eu poderia fazer o mesmo por ele, mas não tive tempo.

E um fracasso?

Uma vez, um juiz nos deu acesso a milhares de arquivos de pessoas presas, para checagem. Havia questões de vida ou morte. Nunca pudemos fazer o trabalho. Não tínhamos um mandato nem recursos para terminar a análise criminal, nas petições de habeas corpus. Para mim, foi a maior falha. Além da parte econômica, devemos fazer o bem para a sociedade. Foi uma falha não pelo uso de dados, mas pela falta dele. Nós tivemos uma oportunidade de ajudar detentos e juízes, mas não possuíamos a autorização para isso.

Em que nível está a inteligência artificial na Justiça dos Estados Unidos?

Não estamos mais no início precoce da inteligência artificial no Direito. Eu diria que estamos no segundo quarto da maturidade, chegando à metade. Hoje, há várias alternativas claras para usar essas ferramentas em disputas judiciais e análises de sentenças e contratos. Uma revisão de acordo de compliance pode ficar oito vezes mais rápida e efetiva. Claro que ainda há uma checagem humana, mas é uma mudança real.

Quando essa maturidade será alcançada?

Nunca chegaremos ao fim desse processo. É como a evolução de uma empresa como a Apple. Nunca terminará. A maneira com que você obtém progresso nessa área, ironicamente, é sendo muito humilde. Você tem de assumir que todas as coisas podem desandar e que os dados são caóticos. Só assim você pode construir sistemas que funcionem algo como 98% do tempo. Nos nossos sistemas, temos muitas checagens e testes humanos.

– Atitudes para evitar a demência na velhice.

Taí algo que me preocupa: a demência!

E como evitá-la? Ou melhor: previni-la.

Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/07/21/9-atitudes-que-voce-deve-ter-agora-para-prevenir-a-demencia-na-velhice.htm

NOVE ATITUDES QUE VOCÊ DEVE TER AGORA PARA PREVENIR A DEMÊNCIA NO FUTURO

Por mais que seja erroneamente relacionada à loucura, a demência não é uma doença específica, e sim uma categoria usada para definir diferentes quadros caracterizados pela deficiência cognitiva progressiva. Pessoas com demência têm dificuldade em memorizar coisas e de resolver problemas no dia a dia.

A doença de Alzheimer é a mais comum de todas as doenças que envolvem a demência, mas também existem outras como a demência frontotemporal, na qual o paciente muda o comportamento, e a demência com corpos de Lewy, na qual o indivíduo tem grandes alterações no desempenho durante o dia.

O risco de ter demência aumenta com a idade, mas ela também pode ser diagnosticada na meia-idade. Apesar de ela não ter cura, existem tratamentos e, claro, alguns meios de se prevenir. O importante é poupar nosso cérebro antes de ele envelhecer.

O cérebro ativo tem maior rede de sinapses (zonas de contato entre uma terminação nervosa e outros neurônios) e consegue melhorar. Pensando em formas de manter esse órgão saudável e ativo, o VivaBem uniu estudos e dicas da especialista. A seguir, você confere nove atitudes que você pode incluir agora em seu dia a dia para prevenir a demência na velhice.

Ter níveis baixos de colesterol e pressão arterial

Cientistas da Vanderbilt University, nos Estados Unidos, analisarem dados que relacionavam altos índices de colesterol a demências e descobriram que o índice está intimamente ligado ao surgimento das proteínas beta-amiloides, relacionadas ao surgimento do Alzheimer. Além disso, um estudo feito com camundongos e publicado em 2015 no periódico Hypertension mostrou que, na fase inicial do Alzheimer, apenas os animais hipertensos apresentaram redução da capacidade de memória. Além disso, os camundongos hipertensos apresentaram várias alterações cerebrovasculares.

Tratar a ansiedade

Um estudo publicado em janeiro deste ano no periódico The American Journal of Psychiatry sugere uma relação entre níveis elevados de beta-amiloide e a piora dos sintomas de ansiedade, suportando a hipótese de que transtornos neuropsiquiátricos podem representar uma manifestação antecipada da doença de Alzheimer. Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que os sintomas de ansiedade podem ser uma manifestação do Alzheimer antes do início da deficiência cognitiva.

Evitar o excesso de álcool

Além de aumentar o risco de câncer e provocar danos permanentes às células, o abuso de álcool também pode elevar as chances de a pessoa desenvolver demência precoce e Alzheimer, segundo um estudo feito com um milhão de pessoas e publicado no periódico The Lancet Public Health. Os resultados mostraram que dos 57 mil casos de demência de início precoce (antes dos 65 anos), a maioria (57%) estava relacionada ao consumo intensivo e crônico de álcool. Outro estudo publicado na Nature mostrou que a bebida alcoólica traz danos permanentes nas células.

Manter a mente ativa

Em uma palestra durante o 12º Fórum da Longevidade, ocorrido em outubro de 2017, em São Paulo, Pedro Calabrez, professor e pesquisador de neurociências da Unifesp, afirmou que o maior inimigo do cérebro ativo é a acomodação. E para manter o cérebro funcional você precisa aprender coisas novas. A palavra-cruzada é legal no começo, mas depois que você aprende e se adapta deve focar em aprender algo novo.

Ter amigos

Além de elevar o nível dos hormônios do estresse e inflamações, a solidão pode aumentar o risco de doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2, demência e depressão. No entanto, uma pesquisa publicada em dezembro de 2017 por pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revelou que relacionamentos positivos mantêm a memória funcionando ao longo dos anos. “Os relacionamentos sociais podem desempenhar um papel significativo na preservação de sua cognição”, disse Emily Rogalski, uma das autoras.

Preferir a dieta mediterrânea ou a MIND

Em 2006, uma pesquisa feita pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos, descobriu que a dieta mediterrânea pode reduzir os riscos de Alzheimer em até 40%. Esse tipo de dieta é rica em peixes, azeite, amêndoas, grãos integrais, nozes, tomate e espinafre. Outra pesquisa mais recente, realizada em 2016 por pesquisadores da Universidade Rush, nos Estados Unidos, comprovou que a dieta MIND também pode reduzir o risco de a pessoa desenvolver a doença.

Esse plano alimentar prioriza o consumo diário de vegetais, nozes, feijões, peixes, aves, grãos integrais e azeite. A recomendação é evitar carnes vermelhas, manteiga, margarina, queijos, doces, frituras e fast-food. Segundo os cientistas, os seguidores da dieta MIND têm 53% menos chances de desenvolver Alzheimer e ainda foram avaliadas cognitivamente como se fossem 7,5 anos mais jovens.

Dormir bem

Ficar sem dormir tem vários riscos para a saúde, como hipertensão, diabetes e até Alzheimer. Uma pesquisa publicada em abril no periódico Proceedings Of The National Academy Of Sciences descobriu que quanto menos as pessoas dormiam, maior era o acúmulo de beta-amiloide no cérebro.

Embora os cientistas ainda não tenham certeza sobre como o Alzheimer comece, o acúmulo de proteínas beta-amiloides e tau no cérebro —levando a uma quebra nas funções normais do órgão— é uma das principais características da doença.

Ter um companheiro

De acordo com um estudo publicado em novembro de 2017 no periódico Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, quem vive sozinho tem 42% mais risco de desenvolver demência do que quem é casado. E sobrou até para quem perdeu o parceiro… Segundo os pesquisadores, os viúvos também têm 20% de chance a mais de ter a doença.

Mas segundo os pesquisadores, não é o casamento em si que reduz o risco de demência. O possível efeito protetor do casório está relacionado a ter um estilo de vida mais saudável e com mais estímulos sociais.

Fazer exercícios, principalmente correr

Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Alzheimer’s Disease identificou que quanto menos atividade física a pessoa realiza, mais rápida é a deterioração de fibras nervosas vitais no cérebro. Além disso, outro estudo, publicado no periódico Neurobiology of Learning and Memory, descobriu que correr ajuda a proteger a memória dos impactos negativos que o estresse crônico provoca no hipocampo, parte do cérebro responsável pela memória e aprendizagem.

Fontes: Maisa Kairalla, geriatra e clínica geral

É importante cuidar do cérebro enquanto ele está ativo Imagem: Reprodução/Sanar

– Ser gentil consigo mesmo.

Leio a frase impactante da psicóloga Thaynah Costa:

“Seja gentil consigo mesmo. Lembre-se de que você merece amor e compaixão, tanto de si mesmo quanto dos outros”.

Perfeito! Nos maltratamos tanto no dia-a-dia… precisamos, algumas vezes (ou frequentemente), de nos amarmos de verdade.

Compartilho um artigo extraído do LinkedIn nessa mesma linha (extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/seja-gentil-consigo-mesmo-ada%C3%ADs-lins-salviano/?originalSubdomain=pt).

SEJA GENTIL CONSIGO MESMO

Por Adaís Lins Salviano

Dias atrás conversava com um amigo muito querido, que recentemente trocou de função e empresa, ele me contava de como precisou trabalhar seus sentimentos para superar o que chamamos de “Síndrome do Impostor” .

Essa condição que aparece como uma desordem de autopercepção, é muito comum quando recebemos uma promoção ou trocamos de emprego, sentimos como se existisse uma voz interna nos perseguindo com uma pergunta insistente “e se eu não for bom o suficiente?”

A ansiedade, insegurança e dúvidas quanto a nossa capacidade, surgem mesmo quando trabalhamos duro para alcançar o sucesso e isso nos lembra o quão humanos nós somos!

É muito importante ficar atento a atitudes de autossabotagem, como por exemplo, focar sempre o lado negativo das coisas, nutrir sentimentos de não pertencimento, medo constante de errar, adiar tarefas importantes por achar que não somos capazes e ficar se comparando constantemente com os outros.

Autoconsciência e uma boa percepção da realidade são os primeiros passos para vencer essa situação que pode atingir a qualquer pessoa. As terapias comportamentais são as melhores aliadas para superar esses momentos.

Deixo um conselho especial que tem me acompanhado todos os dias e me faz repensar várias vezes atitudes que podem me autossabotar, “Seja sempre gentil consigo mesmo!”

Pare de se comparar tanto, de se cobrar o tempo todo! Que tal celebrar as pequenas vitórias? Não se cobre tanto por opiniões dos outros, por frustrações sem fundamentos. Seja gentil consigo mesmo e veja como a vida pode ser a cada dia um pouco mais leve.

Imagem extraída do link acima.

– Wordless Wednesday: Eyes in the wings.

Original em:

Wordless Wednesday: Eyes in the wings

– Livrai-nos de todo o mal (dos espíritos imundos e da própria humanidade).

Reze. Peça. Deus nos ouve e nos ajuda!

Contra toda falta de ânimo, abaixo:

– É por meritocracia a escala para São Paulo x Coritiba?

Para São Paulo x Coritiba, a CBF escalou a árbitra Charly Wendy Straub Deretti (SC).

Antes de tudo, nenhuma restrição sobre gênero, origem ou ideologia. Mas vale a meritocracia. Quantos árbitros temos no quadro, querendo oportunidades?

Assisti algumas partidas “aleatórias” dela. Algumas “normais”, outras ruins. E muito ruins:

Veja, por exemplo, o “pênalti fantasma”, em: https://ge.globo.com/am/futebol/brasileirao-serie-c/noticia/2023/05/14/penalti-fantasma-atacante-do-remo-cai-sozinho-na-area-e-arbitra-da-fifa-confirma-veja-o-lance.ghtml

Ou em Ponte Preta x Goiás, o pênalti polêmico: https://www.facebook.com/watch/?v=1527426972191875

Ela tem 16 anos de carreira. Experiência, não se discute. Mas é qualidade técnica?

Tomara que ela faça uma boa partida.

– Ipês amarelos.

E no meio do caminho, eis que encontro esse belíssimo ipê amarelo.

Fotografar a natureza nos relaxa…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#nature #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #flores #flowers #Ype #ipês #yellow #amarelo

– Feedback e Feedforward: ações necessárias para a gestão de pessoas.

Feedback e Feedforward: a primeira palavra é mais conhecida (precisamos ter retorno do que fazemos profissionalmente – para nós nos aprimorarmos / corrigirmos / melhorarmos) e a segunda não é tão usada, mas é importante (precisamos nos antever para potencializarmos nossas virtudes, baseadas no que conhecemos).

Um simples e resumido quadro:

– A Represa do Biriçá.

Na região de Bragança Paulista, a natureza bonita na Represa do Biriçá!

Fotografar desestressa.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– O Evangelho de hoje, 12 de agosto de 2026:

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (18,15-20):

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

“Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo,
mas em particular, a sós contigo!
Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão.

Se ele não te ouvir,
toma contigo mais uma ou duas pessoas,
para que toda a questão seja decidida
sob a palavra de duas ou três testemunhas.

Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja.
Se nem mesmo à Igreja ele ouvir,
seja tratado como se fosse um pagão
ou um pecador público.

Em verdade vos digo,
tudo o que ligardes na terra será ligado no céu,
e tudo o que desligardes na terra
será desligado no céu.

De novo, eu vos digo:
se dois de vós estiverem de acordo na terra
sobre qualquer coisa que quiserem pedir,
isto vos será concedido 

por meu Pai que está nos céus.

Pois onde dois ou três 

estiverem reunidos em meu nome
eu estou ali, no meio deles”.

– Palmeiras ironiza Corinthians sobre o caso Memphis Depay:

O futebol tem dessas…

Rivalidade, à flor da pele, nessa imagem, que recorda quando o corintiano subiu na bola:

(Quando não há violência, isso é válido)

– Coma gelatina!

Gelatinas muito gostosas! Acabei de fazer. São coloridas, saborosas e saudáveis.

Coma gelatina que faz bem!

Sobre elas, em: https://wp.me/p4RTuC-ubo

– Calvin nos fazendo refletir:

Pra pensar:

– Sol brilhante.

Em Itatiba, um lindo sol para inspirar a manhã.

Os cenários do Interior Paulista são belíssimos.

bomba.jpg

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– E a SAF do Paulista FC? Ninguém fala?

HOJE: 42 DIAS QUE “COMEÇOU” A SAF DO PAULISTA!
Mas quem é que manda?
Por quanto comprou?
Por qual tempo?
Quem é o gestor?
– Cadê a coletiva de quem vendeu para dar satisfação ao torcedor?
– Cadê a coletiva de quem comprou para promover o time?
Enquanto isso, o Galo está na lanterna do seu grupo na Copa Paulista…
Temos uma SAF sem voz e sem vez?
O torcedor tem direito de saber o que está acontecendo com o clube.

– Quarta-feira bonita.

Dia bonito!

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #Jundiaí #XôStress

– Pra hoje: Do que Satanás tem medo?

Do que o diabo tem medo?

Acrescente: da presença da Imaculada Virgem
Maria, pois ela sempre nos traz Jesus!

– 247.

Saudades de algo / alguém em particular, há 247 dias…

– E como um clube faz para decidir qual competição priorizará? Se é que existe prioridade…

Quantas são as vezes que ouvimos falar que determinado time “tem que poupar a sua equipe” para descansar atletas em uma competição, visando a outra. E, ironicamente, quando há pausa como essa da Copa do Mundo (que pode-se treinar bastante) as equipes voltam jogando mal

Existem desculpas prontas: se não joga, falta ritmo; se joga muito, está cansado. Como resolver?

Parece que não se pode mais jogar dois torneios! Com o alto salário dos atletas e a ciência do esporte de hoje, é possível. Não se deve poupar em torneios de ponta, mas melhorar o calendário para que partidas desnecessárias não existam em competições que nada valem.

Imaginem alguns casos: festeja-se a classificação na Sulamericana, mas em outros, reclama-se dela.

Fico imaginando: o Santos jogará contra o Palmeiras na Copa do Brasil, mesmo namorando com o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Então:

  • Poupa na Copa do Brasil (visando a chance de ir para a Libertadores e ganhar dinheiro), poupa no Brasileirão (para não ir à Segundona e perder dinheiro), ou não se poupa em nenhuma (pois ambas competições são importantes)?

Idem ao São Paulo na Copa Sulamericana. Será que o Tricolor Paulista deveria poupar num possível embate contra o Boca Jrs? E, se passando, com chance de ser o River Plate o adversário, para ir à final mais à frente?

Jorge Jesus, quando no Flamengo, se admirou: como alguém pode poupar os titulares na disputa do título do campeonato nacional, em detrimento de uma copa (a Copa do Brasil)?

Repito: os times grandes, pelo que pagam aos atletas e por tudo o que hoje é possível com tecnologia e saúde, deveriam jogar as competições principais com força máxima (e os regionais, aí sim, poupando).

O que você acha disso? Deixe o seu comentário: