– Consumistas Esperançosos.

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

Deixe seu comentário:

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Imagem extraída de: https://fremplast.com.br/primeiro-shopping-direcionado-a-fabricantes-de-moda-com-venda-direta-ao-consumidor-sera-inaugurado-no-rio-de-janeiro/

– Os maiores varejistas brasileiros por estado.

Eu vi esse mapa sobre os varejistas mais buscados no Google por cada estado brasileiro. 

Penso: ser o mais buscado na Internet, por tabela, o torna o maior daquele lugar? O que vende mais? O que lucra mais?

Confira e tire suas conclusões:

– Pitaya: a de R$ 2,99 cada ou a de R$ 79,99 o kilo?

Eu comprei essa pitaya branca da foto abaixo. Custou R$ 2,99 a unidade. A pitaya roxa está por volta de R$ 1,99.

Considere: a região é de plantações aos montes e é época dos frutos. Normalmente, custam perto de R$ 30,00 o kilo. Porém…

Vi o preço da pitaya amarela (difícil de se produzir por aqui) e está a… R$ 79,99 o kilo!

Você pagaria “80 paus” por um quilo de fruta?

– Colgate idêntica, mas de tamanho diferente.

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– Ossos Gourmet?

Vivendo e aprendendo: e não é que existem ossos para cachorros em linha “gourmet”?

Eu me surpreendi! Não imaginava que pudessem ter ossos recheados de frango, picanha e outros sabores. O cachorro vai comendo aos poucos e saboreando o interior dele.

Quem inventou, não sei. Mas que foi uma sacada genial, ô se foi!

– 15 anos da criação do iPhone!

Há 15 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer

– Os elétricos na moda: Bruce Wayne / Batman terá um Mercedes “diferente” em “The Flash”.

A Mercedes também entrou na briga dos carros elétricos?

Mais ou menos.

Para o filme “The Flash”, o milionário Bruce Wayne ostentará um veículo da marca “sem preço”, por ser um carro-conceito e elétrico.

Veja só, extraído de: https://www.uol.com.br/carros/noticias/redacao/2021/06/22/batman-usara-carro-conceito-eletrico-da-mercedes-em-novo-filme.htm

BATMAN TERÁ CARRO CONCEITO EM FLASH

O ator Michael Keaton, que voltará a fazer o Batman após 30 anos, deverá possuir um modelo dos mais exclusivos como seu carro particular. No filme The Flash, que deverá chegar às telonas no próximo ano, Bruce Wayne será o proprietário de um Vision Mercedes-Maybach 6 (…).

O Maybach 6 foi revelado como um carro-conceito em Pebble Beach em 2016, e é elétrico apesar do grande capô. Por ser conceito, o modelo não tem preço divulgado.

Ele tem quatro motores elétricos que fornecem 738 cv às quatro rodas. Desta maneira, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 4s e ter uma autonomia de 320 km. O Maybach 6 ainda é conversível.

A presença do Maybach é muito provavelmente o resultado de um acordo de produto contínuo da DC com a Mercedes, que começou com no filme da Liga da Justiça de 2017.

O filme do Flash com Bruce Wayne está programado para estrear em 4 de novembro de 2022.

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Vision Mercedes-Maybach 6. Imagem: Divulgação

– Quem te influencia mais na hora de comprar?

Será que você sofre o mesmo grau de influência do que a Geração Z na hora de decidir o que comprar?

Veja essa pesquisa bem interessante:

 

– É por conta da crise ou por má gestão?

Dias atrás, passei pelo Multi Modas Center, um centro de compras da cidade de Jundiaí muito conhecido, com lojas de bom preço e ótima qualidade.

Faz muito tempo que não andava por lá. E me assustei… um andar inteiro sem lojas, e o térreo, com apenas alguns estabelecimentos na entrada.

Triste e desolador. Impossível não lembrar dos tempos de movimento ali.

Olhe só que situação, na foto abaixo:

Inevitável perguntar: foi a crise ou há outros motivos também?

– Quem orienta certos funcionários bitolados?

Fui fazer uma rápida revisão no meu carro e trocar o óleo. Cheguei em uma famosa oficina automotiva, e aí eu vi cada absurdo no atendimento…

1- O atendente queria meu CPF, o meu celular e o meu e-mail para começar o orçamento. Pô, eu não quero passar meus dados, fazer cadastro ou coisa que o valha onde nem sei se vou fazer o serviço. É pra mala direta, na cara dura?

2- Só para calcular a troca de óleo, quase 5 minutos na tela do computador, sem diálogo, sem interação, mudo comigo. É tão difícil fazer um cálculo simples? Cadê o “conquistar o cliente”?

3- Estando eu irritado com a demora e o péssimo atendimento, fui arrumar minha máscara de proteção pois ela estava incomodando. Eu já estava a mais de 1 metro de distância (garantidamente, quase 2). E ainda dei “um ré” para tirar a máscara e ajeitá-la. Eis que o sujeito olha para mim e diz: “se o senhor não colocar a máscara, não posso continuar seu atendimento”!

Ué, não tirei a máscara para ficar sem ela. Eu estava a dois metros de distância e me distanciei mais ainda para ajeitá-la e proteger com mais conforto. Além disso, estávamos num ambiente aberto e SEM NENHUM OUTRO CLIENTE… Risco zero de contágio de qualquer coisa por perdigoto (não só de COVID).

Taí, talvez, o motivo da loja estar vazia: a forma excessivamente burocrática de um atendimento “sem noção” do que é protocolo, cuidados necessários e/ou procedimentos excessivos. E olhe que eu vou a todo lugar com máscaras, sou vacinado com as duas doses e defendo o distanciamento social.

Em tempo: aqui não tem nada relacionado com política, negacionismo ou fanatismo. Simplesmente é falta de treinamento ou senso de segurança e comportamento.

Fui embora e fiz o serviço em outra loja, onde fui muito bem atendido (na Rei do Óleo em Bragança Paulista). A que me atendeu mal? Não vale dizer nem no Dia de Natal, nem no de época de Tempo Pascoal.

Imagem extraída de: https://blogdomenon.blogosfera.uol.com.br/2013/12/16/trofeu-sorvete-na-testa-1-trapalhoes-de-2013/

– Até o abacate está em crise?

Sintomas de um país em crise: abacate dá na rua, em qualquer lugar. Em qualquer quitanda tem!

O preço disparou nos supermercados, e aqui, um recado impressionante de um comerciante, na imagem:

 

– Gasolina a R$ 0,20 e revendida a R$ 2,90.

Há 9 anos… uma matéria curiosa:

Algo fora da realidade: Moradores da Roraima contrabandeiam Gasolina da Venezuela, onde o preço final na bomba ao consumidor custa R$ 0,20!

Imaginou que entre R$ 9,00 e R$ 25,00 você enche o tanque de um carro popular?

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,na-fronteira-com-a-venezuela-a-farra-da-gasolina-barata–,971183,0.htm

NA FRONTEIRA COM A VENEZUELA, A FARRA DA GASOLINA BARATA

Por Sérgio Torres

O transporte clandestino da gasolina barata da Venezuela para o Brasil, pela fronteira com Roraima, criou no extremo norte do Brasil uma imensa área sem postos de combustíveis. Ao longo dos 230 quilômetros da estrada entre a capital Boa Vista e Pacaraima, última cidade do Estado antes do território venezuelano, não há um só posto. Também não há revendedores oficiais de combustíveis em nenhum outro ponto em trechos a pelo menos 200 quilômetros da fronteira.

A razão desse vazio é porque, com um máximo de R$ 25, o brasileiro enche o tanque de um carro de passeio logo ao entrar na Venezuela, sem precisar passar pela aduana de lá. País produtor de petróleo, a Venezuela vende o litro da gasolina a preços que variam de R$ 0,20 a R$ 0,50. Em Boa Vista, a capital de Roraima, o litro da gasolina custa R$ 2,90. O tanque cheio, dependendo da marca do carro, pode valer até R$ 180.

A enorme disparidade de valores fez surgir em Roraima um mercado negro de venda de gasolina que causa prejuízos mensais de pelo menos R$ 5,8 milhões ao empresariado do setor, de acordo com avaliação do Sindicato dos Postos de Combustíveis de Roraima (Sindipostos-RR).

Traficantes de combustíveis vão à Venezuela, enchem o tanque, descarregam a carga do lado brasileiro em galões, retornam ao país vizinho e abastecem novamente. Repetem a operação dezenas de vezes ao longo do dia. À noite e de madrugada, a fim de fugir de um eventual patrulhamento, voltam à capital roraimense para abastecer depósitos ilegais, onde o litro é vendido por R$ 2.

A soma dos prejuízos aos cofres estadual e federal decorrentes da sonegação de tributos obrigatórios alcança R$ 1,68 milhão por mês, especialmente quanto ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

O presidente do Sindipostos-RR, Abel Mesquita Júnior, avalia que os postos de Roraima deixam de vender, por causa da concorrência da gasolina venezuelana, algo entre 1,8 milhão e 2 milhões de litros mensais de combustíveis. E não só gasolina, mas também óleo diesel.

“Acontece em Roraima um quadro inédito no País. Aumenta a frota de carros e diminui a venda de combustível. Todos os postos do interior, ao norte da capital, fecharam. Vendemos de 7 milhões a 8 milhões de litros por mês. Esse número poderia ser 25% maior, não fosse a evasão”, diz o sindicalista.

POUCA FISCALIZAÇÃO. O efetivo pequeno da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Estado de Roraima torna a situação de difícil resolução a curto prazo. Há 48 servidores na PRF local, dos quais 20 dedicados a atividades administrativas.

Os demais são divididos em equipes de plantão diário, incumbidas de patrulhar vastas áreas desertas cortadas por seis rodovias federais e dezenas de vicinais. A fronteira de Roraima com Venezuela e Guiana se estende por 1,9 mil quilômetros.

Há dias em que a equipe é formada por apenas dois patrulheiros, por causa da falta de pessoal. E há dias em que as equipes, pela precariedade do efetivo, nem vão para a estrada.

Mesmo assim, as apreensões da PRF têm crescido em Roraima. Em 2011, foram recolhidos 13.890 litros de combustível no trecho da BR-174 entre Boa Vista e a fronteira com a Venezuela. Este ano, até o início de dezembro, a soma das apreensões de gasolina já alcança os 23.568 litros.

Para o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, a situação de Roraima “é tão absurda que fica difícil tentar enquadrar os formiguinhas (os traficantes que circulam de um lado para o outro da fronteira)”.

“Roraima é como se fosse uma área fora do mapa do comércio nacional de combustíveis. O preço da gasolina na Venezuela é irreal, talvez seja o mais barato do mundo. Já procuramos as autoridades brasileiras, mas nada de efetivo aconteceu. Fizemos nosso papel. Esse quadro inviabiliza o comércio legal”, afirma Vaz.

Caroteiros e tanqueiros. Há dois tipos de contrabandistas de combustíveis em Roraima. Os chamados caroteiros trazem a gasolina em recipientes plásticos de até 60 litros, galões conhecidos na região como carotes. Costumam usar carros de passeio e caminhonetes para transportar a maior quantidade possível de carotes. Chegam a tirar todos os bancos do veículo a fim de trazer o máximo possível de gasolina.

Os carros usados pelos caroteiros são, geralmente, de marcas antigas, velozes e espaçosos, como Santana e Monza, por exemplo. Têm vidros negros, para impedir a visualização da carga. Os caroteiros preferem não entrar com os recipientes na Venezuela. Optam por deixá-los em esconderijos na Reserva Indígena São Marcos, atravessada pela BR-174 e próxima à fronteira. Daí a necessidade de ir e voltar à Venezuela até ter gasolina suficiente para encher todos os carotes disponíveis.

Já os tanqueiros, segundo tipo de contrabandistas, acondicionam a gasolina em tanques adicionais de caminhões e carros maiores adaptados. Como os caroteiros, retiram os bancos dos veículos, especialmente os traseiros, a fim de abrir espaço para os tanques adicionais.

Em Santa Elena de Uairén, longas filas começam a se formar na noite anterior — Foto: BBC Mundo

Foto: BBC Mundo, Extraída de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/os-talebas-da-gasolina-que-enriquecem-em-cidade-venezuelana-na-fronteira-com-o-brasil.ghtml

– Ostentação de… Panetone?

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães-ostentação.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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– Black Friday virou Black Weekend.

E aí? Valeu a pena alguma oportunidade na Black Friday?

Aproveitou alguma oferta?

O noticiário diz que o volume de vendas ficou aquém do esperado. Assim, muitas empresas prolongaram as ofertas para o sábado e o domingo.

E falando em “ofertas”… quantas de “mentirinha”, não? Anuncia-se desconto irrisório, aumenta-se o preço e depois dá o desconto?

Enfim: que não tenha sido, como jocosamente muitos falam, uma “black-fraude”.

Ops: para não dizer que não comprei nada, comprei Leite! Paguei 3 latas e levei 4 (foi realmente 1 grátis, sem estar o preço embutido nas demais)


Imagem extraída de: https://www.terra.com.br/amp/economia/black-friday-brasil-vira-meme-tudo-pela-metade-do-dobro,6e67ce399a3a2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

– Obsolescência Programada e a Cultura dos Descartáveis.

Foi há 5 anos, mas é atual…

Já reparou que muitos equipamentos possuem vida útil sugerida pelos fabricantes e não duram mais do que isso?

Computadores, de fato, são exemplos reais. Celulares e TVs também. É a cultura do descartável, pois se o produto durar muito tempo, a indústria não vende outro. Claro que aqui se implica a questão da atualização, renovação, nova tecnologia, etc.

No entanto, na França, o Governo local está de olho em quem força o produto para que ele seja obsoleto antes de um tempo razoável.

Abaixo, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41212/franca+vai+multar+em+ate+r$+1+mi+empresas+que+fizerem+produtos+programados+para+quebrar.shtml

FRANÇA VAI MULTAR EM ATÉ R$ 1 MI EMPRESAS QUE FIZEREM PRODUTOS ‘PROGRAMADOS PARA QUEBRAR’

Não é teoria da conspiração: a “obsolescência programada”, técnica que limita a vida útil de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, é um recurso real muito usado pelo setor industrial para forçar consumidores a comprar novos produtos. É o caso das máquinas de lavar de três anos que quebram, enquanto as de 30 anos continuam funcionando normalmente.

Para lutar contra esta prática, a França aprovou recentemente uma lei que pune a obsolescência programada com multas de até € 300 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) para as empresas e penas de até dois anos de prisão para os responsáveis.

A medida faz parte do projeto de lei da transição energética, que tem como objetivo diminuir as taxas de poluição no país. Segundo o documento, estão comprometidas “todas as técnicas pelas quais uma empresa visa, através da concepção do produto, diminuir “propositalmente” a duração da vida útil ou da utilização potencial de tal produto para aumentar sua taxa de substituição. Estas técnicas podem incluir a introdução voluntária de um defeito, fragilidade, paralisação programada ou prematura, limitação técnica, impossibilidade de reparação ou não compatibilidade”.

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A iniciativa, até então inédita na Europa, foi uma vitória para ativistas franceses que lutavam pelo reconhecimento da lei desde 2013. Para a associação France Nature Environnement (FNE), é “um forte sinal político enviado aos fabricantes, aos distribuidores e aos cidadãos”, segundo disse à imprensa local Agnès Banaszuk, representante da FNE.

O problema agora é conseguir provar quando um produto foi intencionalmente modificado para quebrar depois de alguns meses ou anos de uso. A palavra “propositalmente” inscrita no texto gerou críticas por ser aberta a interpretações e também porque pressupõe que o consumidor forneça provas da intenção do fabricante.

Ainda não está claro como será feita a avaliação dos aparelhos, já que a lei foi recentemente aprovada e ainda não houve nenhum caso formalmente aberto.

Saiba como descartar corretamente TV de tubo - Organics News Brasil

Imagem extraída de: https://organicsnewsbrasil.com.br/meio-ambiente/educacao-reciclagem/saiba-como-descartar-corretamente-tv-de-tubo/ (foto: Nelson Coelho/ Diário SP)

– O Argumentador Honesto

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

– Red Bull Pitaya?

Ôpa! Agora temos no Brasil o Red Bull sabor… Pitaya!

Hum… eu gostei (mas o de Melancia e o de Água de Côco são igualmente bons).

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– E se essa pesquisa (a de desinteresse do futebol pelos jovens) fosse realizada no Brasil?

O futebol tem sido um esporte atrativo para os jovens?

Aparentemente, não. E o interesse dele tem caído muito mundo afora! Veja essa pesquisa do ano passado, extraída de: https://pressfut.com/post/diminui-o-interesse-dos-jovens-por-futebol/

DIMINUI O INTERESSE DOS JOVENS PELO FUTEBOL

Dados da ECA e do Datafolha apontam uma crescente perda de adeptos no mundo. Até mesmo o Brasil, conhecido como “país do futebol”, sofre com esse dilema. O interesse dos jovens pelo futebol vai dando lugar a novas tendências.

A Associação dos Clubes Europeus (ECA), mostrou recentemente, que 13% dos jovens entre 16 e 24 anos declararam “odiar o futebol”, enquanto 27% não tem “nenhum interesse” nesse esporte. Vale lembrar que o estudo foi feito na Europa, onde se pratica futebol no mais alto nível. A conclusão para esse desinteresse está ligada a esses quatro principais aspectos:

1. Preferência por outros esportes (e-esportes, principalmente);
2. Partidas muito longas (o tempo é cada vez mais escasso e é preciso despertar o interesse das pessoas em segundos);
3. Falta de emoção nos jogos;
4. Falta de um ambiente que favoreça a inclusão e a diversidade no mundo do futebol.

Isso liga um alerta para todos os stakeholders do futebol. Essa faixa etária analisada no estudo é extremamente importante no impacto dos negócios. Isso porque, ela é a faixa etária que está ingressando no mercado e destina boa parte de sua renda ao entretenimento. Ou seja, o futebol está perdendo espaço para outros entretenimentos. Por isso, é preciso mudar alguns conceitos e criar novas ofertas de valor para esses clientes. Como listado anteriormente, o mundo cada vez mais dinâmico, precisa chamar atenção de forma rápida. Como no futebol tem faltado emoção, uma hora e meia de jogo se torna tedioso.

– Aluguel de Apartamentos de Classe Média vale a pena?

Certos investimentos são duvidosos: quer um exemplo? Alugar apartamentos mais populares!

Com tanto apartamento na praça, há imóveis de R$ 1.000,00 de aluguel e R$ 500,00 de condomínio que o locatário não consegue pagar (fora IPTU e manutenção). Vale a pena para quem é proprietário?

E o que é oferecido nestes condomínios para custar tão caro?

Na verdade, os aluguéis de apartamentos, com a oferta grande atualmente, está difícil. Para quem paga, é muito caro. Para quem recebe, é muito pouco.

– Febraban contra Nubank?

Que os bancos digitais estão na moda e são um sucesso, não há o que discutir. Mas ao ler essa publicação da Febraban, não dá impressão que é um pouquinho de chororô?

Veja só, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/febraban-viraliza-com-publicacao-contra-nubank-entenda-o-caso/

FEBRABAN VIRALIZA COM PUBLICAÇÃO CONTRA NUBANK

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) fez uma publicação em suas contas nas redes sociais com críticas às fintechs. Entre as empresas citadas pela entidade estão o Nubank e a Zetta, associação fundada pelo Nubank, Mercado Pago e Google no início do ano.

A publicação questionava o posicionamento das fintechs em relação ao pagamento de impostos e obrigações trabalhistas. Além disso, a Febraban pontuou que as taxas do Nubank são mais altas que as dos bancos tradicionais.

O post repercutiu bem entre os executivos das grandes instituições financeiras do país. A publicação no LinkedIn conta com 517 reações, entre elas curtidas dadas por economistas do Itaú, Santander, Bradesco e XP.

Confira a sequência de posts no Twitter, a seguir:

– E o grupo Soma absorveu de vez a Hering!

Em Abril, formou-se um mega grupo têxtil a partir da fusão da ousada Soma e da tradicional Hering. Agora, finalmente, a operação se concretizou, formando uma empresa de mais de 5 bilhões de reais!

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2021/09/epoca-negocios-hering-e-soma-anunciam-fusao-e-criam-uma-das-maiores-do-varejo-de-moda-do-pais.html

HERING E SOMA ANUNCIAM FUSÃO

A Cia Hering e a Soma anunciaram o fechamento da operação envolvendo as duas empresas, no qual aqueles que eram titulares de ações da Hering no fechamento do pregão da B3 da última sexta-feira, 17, se tornarão titulares de ações da Soma. A iniciativa cria uma das maiores empresas do varejo de moda do Brasil.

Com isso, a partir do pregão da B3 da próxima segunda-feira, 20, as ações da Hering não serão mais negociadas. Em comunicado enviado ao mercado ontem à noite, a Soma ressaltou que está tomando todas as providências necessárias para realizar o pagamento da parcela em dinheiro aos acionistas da Hering e avisará, oportunamente, a data em que será efetivado o pagamento.

Em abril, as empresas anunciaram uma fusão num acordo no valor total de R$ 5,1 bilhões, sendo 30% do pagamento em dinheiro pela Soma e 70% via troca de ações.A união entre as empresas junta o portfólio de Hering, Hering Kids, Dzarm, Animale, Farm, Fábula, A.Brand, Foxton, Cris Barros, Off Premium, Maria Filó e NV.

Escritório da Farm, marca da Soma, no Rio (Foto: Divulgação)

– Modismos da Administração de Empresas.

Modismos de palavras estrangeiras que entraram no vocabulário dos administradores de empresas. Goste ou não, você precisa conhecê-los.

Extraído da Revista Época Negócios, ed Outubro/2012, pg 25, por Ariane Abdallah

IN ENGLISH, PLEASE

Anos 50:

BREAKEVEN – diz respeito ao equilíbrio financeiro, quando o valor que entra é equivalente ao que sai. a partir daí, o que vier é lucro.

Anos 60:

BRAINSTORMING – O termo “tempestade cerebral” nasceu na agência de publicidade americana BBDO. Hoje está na boca de profissionais de vários setores.

Anos 70:

FEEDBACK – Dar retorno sobre o desempenho das pessoas ganha um novo nome do departamento de RH.

JUST IN TIME – Originário do Japão, o método marcou uma mudança radical nas empresas, com a adoção de ferramentas que promoviam a eficiência nas operações.

Anos 80:

DOWNSIZING – Os termos difícies na economia trazem o termo que aponta profundo corte de custos.

STAKEHOLDERS – A relação com clientes, funcionários e fornecedores passa a ser estratégica. Nasce o termo que reúne todos eles num grupo.

Anos 90:

EXPERTISE – Aparece no momento em que as empresas passam a investir em conhecimentos segmentados para ganhar mercado.

STARTUPS – Os negócios nascentes de tecnologia passam a chamar a atenção do mundo, atraindo talentos e dinheiro.

NETWORKING: O termo lembra que não basta ser bom no que se faz. Tem que cultivar a rede de relacionamentos.

Anos 2000:

PLUS A MAIS: Como se plus (mais) já não bastasse, surgiu a redundância. Hoje o anglicanismodepõe contra o negócio. É melhor evitar.

SCHEDULE: Se ouvir “vou schedular a reunião”, não estranhe. O palavrão significa apenas que o interlocutor vai agendar o encontro.

– Custos no Brasil versus EUA: um XC60 Volvo.

Que o custo de vida aqui no Brasil assusta, não há dúvida. Mas veja um exemplo comparativo com o dos EUA, tirado do programa “Máquinas da Pan” (apresentado por Alex Ruffo), sobre carros de luxo:

Um Volvo XC60 custa, em nosso país R$ 364.000,00. Nos EUA, R$ 335.000,00. Porém, a renda anual familiar dos brasileiros é de R$ 40 mil e a dos americanos R$ 227 mil!

Assim não dá…

Volvo XC60 2021: preço, motor, consumo, versões, detalhes, fotos

– Ciao, Alitalia!

A icônica empresa aérea Alitalia quebrou! Encerrou as atividades, devido à crise da pandemia e os empréstimos do Governo para socorrê-la.

Caramba… eternamente ela estará na minha memória como empresa símbolo da Itália. Seu braço “saneado financeiramente”, a ITA, deverá aos poucos assumir algumas rotas.

– Combustível batizado é covardia.

Por experiência, canso de saber sobre golpes de Postos de Combustível picaretas. Fui dono de posto por 18 anos, e por trabalhar honestamente, sofria com a concorrência desleal: de 1 litro vendido com 900 ml, passando por várias malandragens, o mercado é difícil.

Agora leio: em Jundiaí, um posto foi interditado por vender gasolina com 49% de álcool anidro!!!

É muita cara de pau… batizou-se com quase 50% o produto!

Abaixo:

– Indicadores de Amadurecimento.

A tecnologia, se usada para o bem, é algo fantástico. Leio que a Embrapa está desenvolvendo um “sensor em formato de selo” que indica se a fruta está madura!

Já imaginaram a diminuição das perdas de produtividade com isso, bem como da melhor qualidade de produtos em nossa mesa?

Abaixo, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/fruta-no-ponto-certo/

FRUTA NO PONTO CERTO

Por Gabrielle Araújo / Embrapa

Uma parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com a Siena Company resultou no desenvolvimento de um sensor para monitorar o amadurecimento de frutos. Trata-se de um selo contendo nanopartículas de um composto à base de sílica que pode ser colado à embalagem ou à superfície do fruto. À medida que amadurecem, alguns frutos liberam o gás etileno, que reage com o sensor e o faz mudar de cor. Um aplicativo para celular que lê um código de barras e a cor do selo permite conhecer o estágio de maturação do fruto e as informações sobre sua origem. Batizado de Yva (fruto, em tupi-guarani), o sensor foi testado em manga e mamão. “Até onde sabemos, não existe no mercado um produto desse tipo”, diz Marcos Ferreira, pesquisador da Embrapa e um dos idealizadores do sensor, que pode ajudar a reduzir as perdas na cadeia produtiva.

– Band-Aid com Empatia!

Uma coisa tão simples… mas tão simpática e correta: band-aid na cor da pele.

Por que ninguém pensou nisso antes?

Veja: 

– Uruguai será declarado Tetracampeão Mundial, sinaliza a FIFA. E outras entidades, se quiserem co-existir?

O Uruguai é conhecido como “Celeste Olímpica”, pois foi medalhista de ouro nas Olimpíadas de 1924 e 1928. Depois, venceu as Copas do Mundo de 1930 e 1950.

A FIFA, segundo o importante jornal “A Bola”, reconhecerá os uruguaios como Tetracampeões Mundiais, considerando as conquistas olímpicas com o valor de Copa do Mundo, já que não existia a competição na época e os torneios de futebol durante os Jogos Olímpicos foram organizados por ela própria, FIFA.

O que isso significa?

Que fora da FIFA, “não existe futebol reconhecido por ela”. Para os mesmos torneios olímpicos de outras edições não valem esse critério, pois ela não estava na organização.

Sendo assim, temos dois mundos: o “Mundo FIFA” e o “Fora da FIFA”. Se Brasil, Argentina, Uruguai, Alemanha, Itália, Inglaterra, Espanha e França resolverem jogar por um mês entre si em 2024 numa competição promovida por eles próprios e for chamada “Desafio dos Campeões Mundiais”, o campeão desse torneio de altíssimo nível não será reconhecido pela entidade.

A FIFA tem poder “cartorial”. Se ela bater o martelo, vale – como um carimbo de cartório. Na prática, isso ainda funciona…

Será que no futuro teremos “concorrentes da FIFA” (como Confederação Mundial de Futebol, Federação de Futebol Mundial ou algo que o valha, concorrendo em torneios de importância? Nas tabelas históricas, veremos Seleções campeões da “Copa do Mundo FIFA” e “Copa do Mundo Entidade XYZ” ou de outra federação de futebol?

Diante disso, o Palmeiras, se vencesse o Mundial de Clubes 2020, poderia dizer que seria Bicampeão Mundial – uma vez pela Word Cup FIFA e outra pela Taça Rio? Se surgir outra entidade (por exemplo, a “Federação Mundial de Futebol de Campo – FMFC“), e o São Paulo FC disputasse e vencesse, seria Tetracampeão do Mundo (Duas pela Copa Intercontinental Toyota, um pela Word Cup FIFA e outra pela Copa do Mundo de Clubes da FMFC)?

Veremos como será o futuro.

– Planejou os seus gastos?

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/12, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

– Laka ou Galak?

Viram a nova embalagem do Laka?

Do tradicional branco, o chocolate da Lacta foi para uma cor idêntica ao seu rival Galak, da Nestlé. Perceberam?

Por quê se assemelhar a algum produto que não é o líder de mercado? Descaracteriza-se e dá a lembrança ao rival.

Coisas do mercado…

– Uma diferença boba, mas que aguça a curiosidade do consumidor: a Colgate do Mercado!

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– Darth Vader Lego.

Posso estar enxergando mal, mas esse Darth Vader em Lego (mega tamanho) está custando R$ 5.999,99 (mega caro).

Que “barato”! Não chegou “nem” a 6 mil reais (US$ 1,000.00).

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– A Boneca que é Amamentada de Verdade. Bom ou ruim?

Há 10 anos, na Espanha, foi lançada uma boneca chamada “Glotón”, cuja característica principal é que ela mamava de verdade!

Agora, nos EUA, uma bonequinha similar faz sucesso. A criança coloca um sutiã postiço em que vai leite e “dá de mamá à sua filhinha”.

Adivinha se não deu confusão?

A polêmica gira em torno de: brincar de amamentar é sadio ou não?

Os americanos estão divididos: uns alegam que despertar o instinto da maternidade é bom e aflora os princípios da família; outros, rebatem que é um incentivo à sexualidade precoce.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– A fusão da Hering com a Soma transformará o mercado?

O bilionário mercado de vestuário no Brasil está atento à fusão (para muitos, compra) da Soma com a Hering. 

O grupo Soma, proprietário de marcas como FARM, ofereceu 3 bilhões para a Hering mais participação em ações, ultrapassando a proposta da Arezzo, que a desejava também (segundo o site Valor Econômico). Se concretizado, será o 4o mais importante ator do ramo (de acordo com o InfoMoney).

O ranking desses grandes empreendedores ficaria:

  1. Renner: R$ 6,6 bi
  2. Riachuelo (Guararapes): R$ 4,32 bi
  3. C&A: R$ 4,08 bi
  4. Soma + Hering: R$ 2,37 bi
  5. Marisa: R$ 2,17 bi

Como se vê, os números não são para amadores…

– Ovos de Páscoa ou Ovos de Ouro?

E os preços dos Ovos de Páscoa?

Caramba, estão custando uma fortuna! Seriam eles de ouro, não de chocolate?

Chegará um tempo em que compraremos ovos pagando em 10 vezes, ou teremos a modalidade de consórcio.

Com a carestia atual, como é que alguém ousa cobrar tanto dinheiro por algumas gramas de chocolate? Compare o peso dos ovos e das barras de chocolate.