– O poder das marcas: CR7 vs Coca-cola!

Quando uma grande marca confronta com outra, algo certamente pode ocorrer. Foi o que aconteceu na coletiva da Eurocopa, quando o jogador Cristiano Ronaldo (notoriamente um atleta de vida saudável), fez “cara de quem não gostou” ao ver duas garrafas de Coca-cola em sua mesa e lembrou que prefere água (ele não bebe refrigerantes).

Por tal gesto, vejam que loucura, as ações da Coca se desvalorizaram e a empresa perdeu num só dia 4 bilhões de dólares!

Em tempo: a água que estava sobre a mesa também era um produto da The Coca-Cola Company. Assim, não foi algo “contra a empresa”.

Extraído de: https://exame.com/casual/gesto-de-cristiano-ronaldo-faz-coca-cola-perder-us-4-bilhoes

GESTO DE CRISTIANO RONALDO FAZ COCA-COLA PERDER US$ 4 BILHÕES

Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente

Por André Martins

Cristiano Ronaldo parece não ser fã de refrigerantes e a demonstração pública disso custou bilhões para a Coca-Cola. Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente.

Ao sentar para iniciar a coletiva antes do jogo de abertura do Grupo F contra a Hungria, o jogador, de 36 anos, retirou as duas garrafas, pegou uma de água e disse: “Água. Coca-cola …”, fazendo referência que o que se deve fazer é beber água.

O gesto de Cristiano teve um impacto negativo para a marca, que é uma das patrocinadoras da competição. Segundo o jornal espanhol Marca, o valor das ações da empresa caíram 1,6% na bolsa de valores 30 minutos depois da fala do jogador português. O valor da Coca-Cola passou naquele momento de US$ 242 bilhões para US$ 238 bilhões, com perdas totais de US $ 4 bilhões.

A agência Reuters procurou a Coca-Cola, mas não teve resposta.

As entrevistas coletivas de grandes competições esportivas, como a Eurocopa ou a Copa do Mundo, são a oportunidade dos organizadores associarem as marcas de seus patrocinadores aos principais jogadores do torneio. Desta vez, não deu certo.

Cristiano Ronaldo é conhecido por defender a importância de uma alimentação saudável, longe de açúcares e gorduras. O jogador não faz propaganda de nenhuma marca de refrigerante.

Com informações da Reuters.

– Laka ou Galak?

Viram a nova embalagem do Laka?

Do tradicional branco, o chocolate da Lacta foi para uma cor idêntica ao seu rival Galak, da Nestlé. Perceberam?

Por quê se assemelhar a algum produto que não é o líder de mercado? Descaracteriza-se e dá a lembrança ao rival.

Coisas do mercado…

– Uma diferença boba, mas que aguça a curiosidade do consumidor: a Colgate do Mercado!

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– O Verdadeiro Futebol Brasileiro dando um Alô…

Lembram dessa propaganda para a Copa da Alemanha?

Esses jogadores do video-clip promocional da Nike, abaixo, eram feras em campo!

Robinho no auge, Ronaldo Fenômeno Magro, Adriano sóbrio e R10 focado, jogavam muita bola…

Claro que gostavam (e gostam) da “marvada”, e talvez por culpa dela a Seleção não levou o caneco em 2006. Mas que era prazeroso assistir, não há dúvida.

Aqui, para matar saudade:

– E se não fosse Neymar?

É público que Neymar está em litígio com a Nike, patrocinadora do PSG e da Seleção Brasileira. O jogador pertence ao casting da Puma atualmente.

Sílvio Barsetti, no Portal Terra, trouxe algumas informações sobre a repercussão do “encobrimento” digital com emojis feito na camisa da Seleção, para esconder o Woosh da fornecedora de material esportivo. Vide em: https://www.terra.com.br/esportes/futebol/neymar-desafia-cbf-nike-e-selecao-brasileira-arrogancia,ad42156ba89415aeaf50d9b082b454a7mgvlfh81.html

A pergunta que fica é: faz parte das obrigações do convocado expor-se durante os treinos, jogos e outros eventos com o uniforme oficial. Se fosse um atleta menos badalado, a CBF o puniria?

Por outro lado: Neymar também fará o mesmo “disfarce” na camisa do seu clube, o PSG?

Aguardemos…

Sobre a camuflagem, aqui: https://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/noticias-neymar-selecao-brasileira-nike-simbolo-emoji-instagram.ghtml

Sobre o litígio e as acusações da Nike contra o atleta, em: https://professorrafaelporcari.com/2021/05/28/neymar-seguiu-os-conselhos/

– Já abasteceu combustível no Posto Corinthians?

Fui dono de Posto de Combustíveis por muitos anos, e sei que ramo de atividade complicadíssimo é esse. 

Pois bem: há alguns dias foi inaugurado um posto licenciado pelo… Corinthians! 

Diferente e arriscado. Só as grandes redes estão sobrevivendo neste mercado tão marcado por máfias (a Lava-Jato que o diga…). Curioso para saber o desenrolar da operação.

Compartilho, extraído de: https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/posto-do-corinthians/

POSTO CORINTHIANS FOI INAUGURADO

O Posto Corinthians foi inaugurado no sábado (1º) na Zona Leste da cidade. Com decoração em preto e branco, a estação de abastecimento fica a cerca de dois quilômetros da Neo Química Arena, o Itaquerão. O estabelecimento funciona 24 horas por dia.

Licenciado para o Grupo CPN, o espaço deve se tornar ponto de encontro de torcedores. Quando a pandemia arrefecer, jogos devem ser transmitidos em dois telões na área externa, onde há uma arquibancada de concreto.

O espaço tem ainda um memorial de brasões e bandeirões e uma loja de conveniência, que vende produtos licenciados  do time. Parte do faturamento do posto é revertido ao Corinthians, de acordo com o clube.

Posto do Corinthians. Avenida Líder, 2000, Itaquera.

– Marketing e Solidariedade: a parceria do Red Bull Bragantino e o Hospital da USF por doação de sangue!

Não há como deixar de parabenizar a ação solidária entre o Red Bull Bragantino e o HUSF: nestes tempos em que os bancos de sangue estão precisando muito de doações (eu sou doador voluntário e levanto a bandeira para doações regulares também de hemoderivados), o incentivo a tal causa se faz necessário.

Abaixo, há até mesmo uma promoção, extraído de: https://www.redbullbragantino.com.br/noticia/sangue-de-primeira-3ª-edicao

DOE SANGUE

Quem doar sangue em nosso Hemonúcleo nos meses de maio ou junho concorrerá a uma bola personalizada autografada pelos craques do Massa Bruta

O Red Bull Bragantino e o Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus (HUSF) estão novamente escalados para salvar vidas. Neste mês de maio, inicia-se a terceira edição da campanha Sangue de Primeira, com a missão de arrecadar doações de sangue ao Hemonúcleo Regional, referência para Bragança Paulista e outros 10 municípios.

Devido à pandemia da COVID-19, o número de bolsas de sangue coletadas tem diminuído consideravelmente. Porém, os pacientes não podem esperar. E, nesta batalha tão importante e decisiva, nada como contar com o apoio dos craques do Massa Bruta: o clube entregou duas bolas personalizadas, autografadas pelo time principal, para serem sorteadas pelo HUSF entre os doadores de sangue nos meses de maio e junho.

“A pandemia, infelizmente, reflete negativamente em todos os setores da sociedade. E nosso Hemonúcleo Regional continua em estado crítico pela ausência de doadores de sangue. Felizmente, podemos, novamente, contar com o apoio do Red Bull Bragantino nesta causa a serviço da vida. Esperamos reverter o quadro negativo com a mobilização de todos”, disse o diretor geral do HUSF, Frei Roberto Santos.

Quem doar sangue no Hemonúcleo entre os dias 13/5 e 31/5 concorrerá à primeira bola autografada pelos craques. A segunda será sorteada entre os doadores de todo o mês de junho – em celebração ao movimento Junho Vermelho.

“O Junho Vermelho é uma renomada campanha de incentivo à doação de sangue. E muito nos honra ter o apoio do Red Bull Bragantino para popularizar e divulgar essa temática à sociedade. O Massa Bruta é motivo de orgulho para nossa Região e, certamente, seguiremos salvando vidas juntos”, destacou Leandro José Uliam, diretor administrativo do HUSF.

Para realizar a doação de sangue, é necessário realizar o agendamento junto ao Hemonúcleo Regional através do seguinte número: (11) 2490-1240. O Hemonúcleo funciona de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h30 às 13h, no seguinte endereço: Avenida São Francisco de Assis, nº 260, Cidade Universitária, Bragança Paulista-SP.

Dúvidas frequentes (FAQ) sobre a doação de sangue

O que é necessário para ser um doador de sangue?

Dentre os requisitos básicos, estão: ter entre 16 e 69 anos; pesar mais de 50kg; não ter recebido transfusão de sangue nos últimos 12 meses; não ter antecedentes de Doença de Chagas, Hepatite ou Sífilis; não estar grávida, amamentando ou ter feito parto ou aborto nos últimos 3 meses; não ser usuário de drogas e não ter comportamento de risco para AIDS.

Quais protocolos devo seguir no dia de minha doação de sangue?

Ter repousado por, no mínimo, 6h; não ter ingerido bebidas alcoólicas nas últimas 12h; ter feito uma alimentação leve (o doador não deve estar em jejum) e não estar com febre, gripe ou resfriado.

Quantas doações de sangue podem ser realizadas no intervalo de um ano?

Homens podem doar sangue a cada 60 dias (contabilizando, no máximo, quatro doações no período de um ano). Mulheres podem doar a cada 90 dias (contabilizando, no máximo, três doações no período de um ano).

Fui vacinado contra a COVID-19. Quando poderei doar sangue?

Se você recebeu a vacina Oxford/AstraZeneca ou Pfizer, deve aguardar 7 dias após a dose (primeira ou segunda). Caso tenha sido a vacina do Butantan/CoronaVac, deve aguardar 48h após a dose (primeira ou segunda).

Fui contaminado pela COVID-19 ou tive contato com caso suspeito/confirmado. Quanto tempo devo aguardar?

Caso você tenha testado positivo para COVID-19, deve aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para doar sangue. Mas, se teve contato com algum caso suspeito ou confirmado da doença, poderá doar sangue 15 dias após o respectivo contato.

Histórico da campanha

A campanha Sangue de Primeira surgiu em dezembro de 2019, ano do histórico retorno do Massa Bruta à elite do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, foi sorteada uma camisa branca autografada pelos atletas campeões da Série B aos doadores de sangue.

A ação inaugural arrecadou 87 bolsas de sangue (consolidando um potencial para salvar até 261 vidas, visto que o sangue pode ser utilizado de forma terapêutica em até três pacientes diferentes).

No ano passado, em virtude da pandemia, a segunda edição teve um período de doação estendido – sendo realizada entre 14/10 e 24/11. A campanha, que sorteou a camisa preta autografada, foi responsável por arrecadar 658 bolsas (potencial para salvar até 1.974 vidas).

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– #NeyDay? Mas e #CR7Day ou #MessiDay?

Não sou daqueles que desdenham do futebol jogado pelo Neymar. Acho que ele é um craque de bola – mas não melhor do que Messi ou Cristiano Ronaldo.

O problema, para mim, é comportamental e não técnico. Se fosse mais maduro, certamente muitos o avaliariam melhor. Outra questão: o “excesso de marketing”, supervalorizando tudo!

Quer um exemplo?

Ouvi do narrador Nilson César e concordo: alguém já ouviu falar em “Cristiano Ronaldo Day”, “Messi Day” ou “Pelé Day”? Por quê tem que ter um #NeyDay?

Boa pergunta! Alguém responde?

Neymar vs Cristiano Ronaldo vs Messi ○ National Heros - YouTube

– O moletom de Guardiola!

Que Pep Guardiola deve se consolidar (se é que já não é) como o maior treinador de futebol de todos os tempos, não resta dúvida. Mas o “cidadão Guardiola” também deve ser admirado.

Já ouvi várias histórias de filantropia que ele pratica, sem a preocupação de fazer marketing pessoal ou ganhar elogios por isso. Claro, por serem ações veladas, não se sabe o que é real ou não.

Mas em tempos de “marcas famosas” e imposição de roupas por patrocinadores, me chamou a atenção o moletom que ele tem usado em alguns jogos, com os dizeres “Open Arms”. E quem explica é o tuíte do MKTEsportivo@mkt_esportivo: 

“Para quem tem dúvidas sobre o moletom do Guardiola, trata-se da ONG “Open Arms”, que atua no resgate de refugiados que deixam seus países pelo mar em direção à Europa. O técnico espanhol é um defensor da causa há algum tempo. Faz doações do próprio bolso, inclusive.”

Que cara esse Guardiola é, não? Impossível não ser fã dele.

– Parabéns, Red Bull Bragantino, pela parceira com os Educadores.

Empresa que investe bem, com gestão profissional e marketing afinado com os dias atuais, faz parcerias adequadas: descontos para professores da Universidade São Francisco em seus planos.

Parabéns, Red Bull Bragantino! O caminho é esse mesmo.

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– Ovos de Páscoa ou Ovos de Ouro?

E os preços dos Ovos de Páscoa?

Caramba, estão custando uma fortuna! Seriam eles de ouro, não de chocolate?

Chegará um tempo em que compraremos ovos pagando em 10 vezes, ou teremos a modalidade de consórcio.

Com a carestia atual, como é que alguém ousa cobrar tanto dinheiro por algumas gramas de chocolate? Compare o peso dos ovos e das barras de chocolate.

– O pedido de ajuda da Tuna Luso pode ser um modelo de socorro rápido / emergencial para outros clubes?

“Ajude a Tuna Luso”, uma campanha de Marketing do tradicional clube paraense, tem um propósito bem simples e eficaz: qualquer torcedor pode fazer um Pix para a agremiação, e em troca, ele automaticamente concorre a um sorteio oficial de camisa.

Eu sei que para os times grandes, tal ideia pode aparecer apelativa. Mas para as agremiações que estão sofrendo com a dificuldade financeira pela crise pandêmica, não é algo prático e que pode ajudar?

Claro, não conseguirá ser uma ferramenta perene e rentável, mas sim um paliativo de emergência.

Olhe o cartaz, abaixo:

– Cassino e Gabigol: Mas e o Flamengo como empresa?

Um time de futebol precisa entender que seus jogadores são “outdoors” ambulantes. Promovem sua marca, são dissociáveis. 

Se o atleta erra, o clube pune e mostra à sociedade que não compactua dos erros. Mas… nem sempre é assim!

Viram Gabigol? Num Cassino (que é proibido), numa sala sem janelas (em plena pandemia), tentando se esconder embaixo da mesa (dispensa comentários) e dando “carteirada” na Polícia (lamentável).

O que fez o Flamengo?

Nada. Alegou que ele está de férias e não tem “nada com isso”…

Não tem mesmo? 

Para grandes e respeitadas empresas, o seu colaborador é a extensão de sua imagem, valores e impressões. Uma pena que o Mengão não pense assim.

A propósito: segundo o noticiário, deputados, cantores e outras personalidades são assíduos frequentadores do local que, mesmo se fosse legalizado, deveria estar fechado por conta da pandemia. Aliás, a desculpa inocente de que o jogador foi “jantar pensando que era um restaurante”, não colou nem um pouco, não?

– O ousado programa de Sócio Torcedor do Red Bull Bragantino.

Gente competente merece aplausos. Viram o lançamento do Programa de Relacionamento do Red Bull Bragantino, neste último sábado?

O pessoal do marketing pensou em tudo: há planos de sócio-torcedor que variam dos populares aos de custo bem mais alto, abordando adultos, famílias e crianças.

Fechou-se parcerias com empresas respeitadas locais, do Comércio à Educação (por exemplo: descontos e eventos com a USF – Universidade São Francisco, um centro estudantil e de pesquisa renomado na região bragantina) até outros nacionais (como a Stone, um gigante do mercado financeiro). Se quiser ir ao jogo, é permitido que o App 99 (o concorrente da Uber), vá lhe buscar em casa e leve ao estádio gratuitamente!

Na apresentação, a sinergia do time Bragantino com as outras equipes mundo afora, mostrando imagens belíssimas da cidade de Bragança Paulista, mescladas com outras dos diversos pontos do planeta onde há atividade da Red Bull nos esportes em geral.

Não conheço outra iniciativa que leve a comunidade de uma cidade ao patamar global (me referindo ao futebol brasileiro). Conheça o “Red Bull Bragantino Experience”, em: https://youtu.be/1UzefEDzwkU.

– Conquistando as crianças, parte 2. 🐔

A alegria de um garotinho: levei meu sobrinho Miguel à Sala de Troféus do Paulista FC. A máscara não permite observar a felicidade do menino… mas era contagiante!

Ontem já abordamos isso (em: https://wp.me/p4RTuC-tqh): as crianças são o futuro dos clubes…

Em tempo: você consegue fazer seus pequenos torcerem para o seu mesmo time?

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– Conquistando as crianças. 🐔

Ganhou e não tira mais!

Minha Estelinha foi presenteada dias atrás com a máscara do “meu Paulistinha”, como ela carinhosamente chama o Galo da Japi (Paulista FC).

É esse mesmo o caminho: incentivar as crianças a torcerem, pois elas são o futuro dos clubes.

Parabéns ao Alexandre, responsável pelo Marketing do Tricolor Jundiaiense.

– E que agrado!

E quando você é surpreendido na pizzaria com um agrado desse?

Por conta da nossa Estelinha, após a pizza, ganhamos essa sobremesa: “menininha de massa com chocolate preto e branco”.

Parabéns, Arcos di Luna (Bragança Paulista)! Além da deliciosa experiência das pizzas que comemos e do ótimo atendimento, ficamos encantados com o mimo.

– O nome “Ibope” deixa de existir oficialmente…

Falar o nome “Ibope”, automaticamente, nos faz lembrar de audiência, popularidade e pesquisas. Pois bem: depois de tanto tempo, o nome tão famoso será deixado de lado pela Kantar, que a comprou faz 5 anos.

Extraído de: https://www.bastidoresdatv.com.br/audiencia/apos-79-anos-chega-ao-fim-a-marca-ibope

APÓS 79 ANOS, CHEGA AO FIM A MARCA IBOPE

A Ibope Inteligência anunciou neste domingo (24/01/2021) que irá encerrar suas atividades após 79 anos de atuação no ramos de pesquisas de mercado, opinião pública e política. As operações em mídia já haviam sido vendidas pela família Montenegro em 2015 para a britânica Kantar, que seguirá no segmento.

“Comunicamos que, em decorrência da finalização do processo de venda e do término do acordo de licenciamento da marca IBOPE com a Kantar, a marca IBOPE/IBOPE Inteligência não será mais usada nas operações de pesquisas de mercado, opinião pública e política da família Montenegro”, diz trecho de nota publicada pela empresa.

O Ibope Mídia, que mede audiências de programas de televisão, foi vendido para a Kantar em 2015, dando origem à Kantar Ibope Media. Mas a família manteve-se no comando do Ibope Inteligência até agora.

A empresa será fechada no fim de janeiro de 2021, data em que está previsto o fim do acordo de licenciamento da marca Ibope.

A CEO do Ibope desde 2010, Márcia Cavalari, afirmou que se juntou a outros executivos e abrirá uma outra empresa de pesquisa, o Ipec (Inteligência, Pesquisa e Consultoria). A previsão é que os negócios sejam iniciados já em fevereiro deste ano.

Rede Católica de Rádio - Kantar Ibope Media passa a integrar dados de  audiência de rádio com a plataforma de mídia da Ad Solutions

– Capacite-se gratuitamente com o Sebrae. Conheça:

Para quem quer empreender – e aprender – fica o convite: o SEBRAE possui cursos gratuitos e de ótima qualidade para a sua capacitação, em parceria com o IBS Américas, a fim de ajudar o cidadão que deseja ter seu próprio negócio a montá-lo / aprimorá-lo.

Entre no site do Sebrae e procure sua melhor opção: http://www.sebrae.com.br. Também estou fazendo parte do time de professores / facilitadores na área de Gestão / Marketing.

Uma dica: também falamos sobre a Formalização do Negócio, algo importante para os dias atuais.

Imagem: divulgação

– Sabendo capitalizar as suas características:

Saber explorar suas potencialidades e preencher seus espaços ociosos são virtudes no gerência de um estádio de futebol. Mundo afora, são praças comerciais-empresariais-esportivas, com movimento intenso todos os dias.

No Brasil, por serem mais antigos, muitos não são maximizados. O Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí, começa a ser explorado com mais sabedoria nos últimos meses.

Mas compartilho um exemplo bacana, que pode ser copiado (e é vizinho a nós), e que é bem simples:

– Em Bragança Paulista, a cidade é conhecida como “Terra da Linguiça”. Dessa forma, o Estádio Nabi Abi Chedid aproveitou as arquibancadas e fez uma parceria com o tradicional Restaurante Rosário, montando um espaço temático de alimentação e futebol. Para quem não conhece:

A) Você come enxergando o campo de jogo:

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B) A decoração é de momentos importantes da história do Bragantino, agora como Red Bull Bragantino:

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C) Há uma “Bull Shop”, com lembranças do clube:

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D) O cardápio é repleto de lanches de linguiça com nomes de personalidades do time:

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– Em Jundiaí, a cidade é conhecida como Terra da Uva, tem um parque industrial absurdamente grande, vocação agrícola e cultura italiana nas suas raízes. Como não imaginar algo desse porte, com as características do nosso município? Cantina / Tratoria, loja, escritórios… O executivo que vem para Jundiaí visitar alguma empresa aqui instalada, teria como primeiro lembrete almoçar no estádio (assim como acontece em Bragança Paulista).

Difícil não é; fácil, logicamente, nunca foi. Mas serve de incentivo.

Ops: o meu lanche que comi é esse aqui (abaixo): um delicioso X-Marquinho Chedid (Linguiça e Vinagrete, acrescido de Salada e Bacon). Quando eu apitava, ele me xingava tanto kk – mas depois passava / ele esquecia.

Será que teremos um dia o prazer de comer um “Spaguetti alla Gerson Andreotti”? “Torresmo do Jurandir”? “Risoto à moda do Victor”? “Taglarini ao molho do Giba“? Ou mesmo outra iguaria típica de Jundiaí: coxinha de queijo com Tubaína?

Que bons ventos inspirem o Galo.

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– Mc Mortadela?

No ano passado, houve uma ação mercadológica bacana do Mc Donalds’s para comemorar o aniversário da Capital (abaixo). Confesso que não consegui saber se ela se repetirá em 2021, em especial por conta da pandemia. Abaixo:

Uma iniciativa bacana da Rede de Fast Food McDonald’s: para comemorar o aniversário da cidade de São Paulo, uma sacada de marketing bem inteligente: oferecerá em um dos seus restaurantes o McMortadela!

Quer mais marcante do que um sanduíche tipicamente paulistano como esse? Apesar que, dificilmente, acho que será tão saboroso quanto ao original do Mercadão…

Abaixo, extraído de: https://vejasp.abril.com.br/blog/delicia-de-conta/mcdonalds-mortadela-aniversario-sp/

SANDUÍCHE DE MORTADELA DO MC DONALDS NO ANIVERSÁRIO DA CAPITAL

Os 466 anos de São Paulo serão comemorados em forma de comida no McDonald’s. Somente no sábado (25), a unidade Méqui 1000, que ocupa um casarão da Avenida Paulista, oferecerá uma receita que faz referência a um dos ícones gastronômicos da cidade: o sanduíche de mortadela.

Chamada méqui sampa, a pedida é formada brioche, emmental, maionese e, é claro, mortadela. Assim como outros sandubas da marca, a novidade será vendida avulsa (20,90 reais) ou no combo médio (25,90), que inclui fritas e refrigerante.

Fique atento: como se trata de uma ação exclusiva, é possível que os ingredientes cheguem ao fim antes do dia acabar.

Méqui 1000.
Avenida Paulista, 1811, Bela Vista
Sábado (25), das 10h às 23h

Imagem extraída da Web, divulgação.

– O “Empreenda Fácil”, do Sebrae / IBS Américas / Governo de SP, é uma boa!

Adoro lecionar, e hoje estou preparando algo prazeroso: aulas do curso de Gestão Empreendedora para a parceria Sebrae / IBS Américas / Governo de SP.

Um curso para pequenos empreendedores que querem se capacitar, entrar para formalidade e conseguir linhas de crédito baratas (que podem ser obtidas a partir da formalização e participação do curso)!

Ações assim devem ser aplaudidas. Muito orgulho de fazer parte desse projeto!

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– Parabéns por mais um ano, Red Bull Bragantino.

Sensacional!

Viram o vídeo promocional da Red Bull, em alusão ao aniversário do Bragantino?

Nele, mostra-se total integração com a comunidade de Bragança Paulista. “Caipira”, e ao mesmo tempo, “Moderno”.

Parabéns para quem bolou!

– Clubes popularizando seus ídolos do passado!

Que ideia legal: as novas gerações não conhecem a fundo os ídolos do futebol que jogaram em seus clubes no passado. Pensando nisso, o São Paulo resolveu criar bonecos gigantes (com a ideia de vender as miniaturas) de jogadores icônicos transformados em mascote, assim como o mascote oficial.

Por exemplo, ao lado do oficial “Santo Paulo” está o “Diamantino”, o boneco que faz alusão ao Leônidas da Silva, inventor do gol de bicicleta e primeiro grande craque brasileiro em Copa do Mundo. Na época, Ademar de Barros (governador do estado e dono da Lacta, naquele período histórico) resolveu homenagear o atacante que tinha o apelido de Diamante Negro, e lançou o chocolate que existe até hoje!

E se o seu time do coração fosse escolher um ídolo para homenagear da mesma forma, qual seria?

– Não faça isso, Galo…

Em meados dos anos 90, um dos temas mais interessantes do Marketing Esportivo era o case “Palmeiras-Parmalat”. Seguido dele, existia o “marketing do deboche”, promovido pelo Íbis, se divulgando como “pior time do mundo”, tendo como garoto propaganda Mauro Shampoo, que vestiu a camisa 10 e, “segundo a lenda”, marcou 1 único gol em 14 anos (naquele tempo, nem existia a Internet ainda).

Divulgar seu nome com conquistas é legal. Ironizando rivais, depende da ocasião. O que não vale é menosprezar indevidamente co-irmão, especialmente se não for momento oportuno.

Com pesar, vejo uma publicação inoportuna do querido Paulista de Jundiaí (que seria algo extremamente normal se fosse feita por torcedor, e não pela página oficial do clube), tirando sarro do… São Paulo!

O Galo da Japi foi Campeão da Copa do Brasil em 2005. De lá pra cá, foi caindo de divisão e hoje não disputa nenhum torneio nacional, além de ter sido rebaixado para a última do estadual. Se não bastasse isso, foi punido pela FPF pelas denúncias de manipulação (a qual recorreu). Apesar dos esforços da diretoria em tentar reerguer o clube, o “estagiário do marketing” não levou em conta nada desse momento ruim e fez a seguinte postagem:

Ora, sempre foi comum o Tricolor Paulista emprestar jovens atletas ao Tricolor Jundiaiense (e seria ótimo neste momento em que a 4a divisão é Sub23), assim como Palmeiras e Corinthians já fizeram. Portanto, não crie mal-estar com quem pode te ajudar, Paulista. E, vendo pelos comentários da página, observa-se que a troça virou um mico… 

Apague logo ela publicação, Galo. Reconhecer erros é ser humilde. Curta o título da Copa do Brasil sim, mas não viva dele somente, já que a fase é de se reerguer. O que foi feito chama-se “anti-marketing”, um tiro no pé para quem precisa se divulgar bem.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Flamengo x Santos ofuscado por Robinho?

Que estrago fez o Santos FC em sua imagem pela insistência na contratação de Robinho. O atleta, que foi condenado pela Justiça da Itália por estupro, só teve seu contrato suspenso após o boicote anunciado pelos parceiros do Peixe. Nesta semana, o jogador foi condenado pela 2a instância e o Santos manteve o contrato suspenso (ou seja: não desistiu da sua contratação).

Nem com os áudios divulgados (onde Robinho orienta o amigo dele a vir para o Brasil pois aqui não ficariam presos), fez com que a diretoria desistisse da ideia. Conclusão: às vésperas de um jogaço como Flamengo x Santos, você abre os sites e as manchetes são: Robinho condenado!

Pra quê isso? Se livre desse “abacaxi”, Santos. Até o julgamento pela 3a instância, o contrato já venceu e o jogador estará ainda mais veterano… Anti-marketing total!

– A nova camisa do Corinthians: gostou ou não? Sobre as polêmicas surgidas.

Há 5 anos, fizemos um breve debate sobre o “Corinthians ser tricolor ou não”.

Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2015/09/02/o-corinthians-e-tricolor-ou-nao/.

Agora, o clube do Parque São Jorge lançou uma 3a camisa homenageando o Estado de São Paulo (com o mapa do estado em seu desenho, no formato das calçadas da Avenida Paulista), e causou muita polêmica: pela beleza, e por lembrar “São Paulo” (em alusão ao co-irmão homônimo do Morumbi).

Não vejo problema:

– Ter vermelho no uniforme é aceitável. Não tem no escudo?
– Homenagear o Estado onde vive idem, afinal, não tem no próprio nome “Corinthians Paulista”?

Tirando esses pontos, restará a estética. Afinal, aí é questão de gosto.

Veja a camisa e diga: bonita ou não?

Imagem: Divulgação Corinthians.

– O Impressionante Império Polishop

O Empreendedor João Appolinário, dono da Rede Polishop, mostra como se tornar um bilionário com inovação, produtos inusitados e a dica promocional: persistência e convencimento na propaganda!

Extraído de IG empresas (clique aqui para a citação)

APPOLINÁRIO, DA POLISHOP, FATURA 1 BILHÃO COM PRODUTOS NÃO CONVENCIONAIS

Empresário se desfez de concessionária do pai para vender o “7 Day Diet”, em 1999. Agora, vai abrir megalojas, quatro vezes maiores que as atuais

Por Cláudia Facchini

João Appolinário, que fundou a Polishop há onze anos, diz que, se precisar comprar uma simples mesa para sua cozinha, terá de ir a uma loja da Casas Bahia, e que as pessoas às vezes lhe perguntam se possui todos os produtos que vende. “Seria impossível ter tudo em minha casa”, afirma.

O empresário faz sucesso com um conceito que foge do tradicional. Appolinário não revela quanto fatura, mas estima-se que o seu grupo já venda mais de R$ 1 bilhão, número não confirmado por ele.

Na Polishop, o consumidor encontra aquele tipo de produto que nunca soube que precisava – embora tenha vivido sem ele até hoje em muitos casos. E não são artigos vistos facilmente em qualquer lugar, como na Casas Bahia.

A Polishop não vende uma escada, mas uma escada dobrável, que pode ser configurada de 14 diferentes formas e que cabe no armário da lavanderia. Ela não vende uma poltrona, mas uma poltrona que faz massagem e pode custar R$ 6 mil.

“Os produtos precisam ser inovadores”, afirma Appolinário, que já chegou até mesmo à Argentina, onde a Polishop vende pela internet e pela TV. O grupo também exporta produtos para 40 países.

Mas nem todas as inovações dão certo, admite Appolinário. O empresário conta que possui em casa uma máquina de fazer pizza, mas que esse produto não está à venda na Polishop. “Achei que seria um grande sucesso. Eu mesmo adoro. Mas acabei desistindo de vender”. Ele não sabe bem por que a máquina não agradou, mas supõe que as mulheres não queiram correr o risco de ter de fazer pizza em casa e perder a esperada oportunidade que de ir ao restaurante.

Megalojas experimentais

A Polishop possui, além de seu site, 140 lojas em shopping centers, vende pela TV e por catálogo. Até o fim do ano, a rede chegará a 150 filiais e, se inventarem algum novo canal de venda, a Polishop estará lá. “Ser multicanal está no DNA da empresa”, diz Appolinário, que, começou, em 1999, aos 36 anos de idade, vendendo pela TV. A primeira loja física da Polishop foi aberta em 2003.

Na verdade, o empresário colocou o seu primeiro pé no varejo ao vender pela TV e por catálogo o “7 Day Diet” (dieta de sete dias), divulgada na época pelo piloto Emerson Fittipaldi.

O pai de Appolinário foi dono de uma concessionária Ford em São Caetano do Sul, onde Samuel Klein também fundou a Casas Bahia. Em 1998, após voltar da Flórida, nos Estados Unidos, e assumir a concessionária, Appolinário decidiu vender a empresa e partir para novos negócios, numa época em que o comércio eletrônico dava seus primeiros passos e a internet começava a revolucionar os hábitos de consumo no mundo.

Agora, a nova investida de Appolinário são megalojas experimentais, de aproximadamente 1 mil metros quadrados de área de vendas. Nessas lojas, os clientes poderão ver os produtos em funcionamento e manuseá-los, como uma máquina de lavar ou uma chapinha para cabelo, por exemplo. “Ali, não terá um aviso de que é proibido tocar nos produtos. Pelo contrário, vamos dizer: sente-se, experimente, mexa”, diz Appolinário, que irá abrir a primeira unidade nesse conceito no começo de 2012. O objetivo é chegar a 10 unidades nos próximos meses.

Atualmente, as lojas da rede possuem uma área bem menor, entre 200 e 250 metros quadrados. Se somadas todas as filiais, a Polishop possui hoje cerca de 25 mil metros quadrados de área de vendas. Para 2012, a previsão é agregar outros 12 mil ou 15 mil metros quadrados. “Deste total, 6 mil já estão contratados”, diz Appolinário.

Campeã de vendas

Para algumas marcas, como o “juicer”, processador de alimentos da Philips Walita, a Polishop já se transformou em um dos maiores revendedores.

Um dos seus produtos mais emblemáticos é o grill elétrico George Foreman, que foi lançado pela rede em 2005 e que, na época, foi visto com ceticismo pelos concorrentes. “Hoje, o grill é uma categoria importante, mas, antes, as pessoas acreditavam que, no Brasil, ninguém iria se interessar por um grill elétrico”, afirma Appolinário.

Entre os carros-chefes da Polishop também estão os aparelhos de ginástica, categoria em que a varejistas já se transformou em dos maiores revendedores do País. São aparelhos que prometem resultados incríveis, como o Energy Turbo Charger , que estimula “todos os músculos do seu corpo sem sair do lugar”.

As propagandas persuasivas são a alma do negócio da Polishop. Appolinário, enquanto fala ao iG,  caminha pelos estúdios onde os comerciais são gravados na nova sede da empresa, na zona Sul cidade de São Paulo. Tudo é produzido em casa, do cenário e roteiro à gravação.

– Inusitado Esportista Fumante?

Coisas incompatíveis hoje: o mito Di Stefano fazendo propaganda do cigarro “Caravanas”, atribuindo seu dom futebolístico ao fato de ser fumante da marca!

Curiosidade de outrora… veja o anúncio:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O emprego mais difícil do Brasil: Diretor de Marketing do Carrefour Brasil!

Tempos atrás tivemos o episódio lamentável da morte de um cachorro por funcionário do Carrefour. Agora, algo incomparavelmente pior: o assassinato brutal por espancamento de uma pessoa (o negro João Alberto), ocasionado por seguranças do mercado, às vésperas do dia da Consciência Negra.

Como recuperar a imagem de uma empresa como essa?

Os executivos do grupo, certamente, estão de cabelos em pé. E os familiares da vítima, evidentemente, inconsoláveis.

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– Pizza Surpresa!

Êba!!!

Comprei uma pizza 1/2 de calabresa com catupiry e 1/2 halley da EMPÓRIO PIZZARIA.

A recebi em ordem e, para a minha surpresa, ganhei uma de brigadeiro.

Questionado o motivo do mimo, a resposta: “É a sua primeira compra conosco, o brinde é para ficar freguês”!

Deu certo, repetirei o pedido na próxima oportunidade, pois além do bom sabor, a simpatia contou como marketing.

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– Um novo momento do futebol brasileiro: a base que se dá no Exterior e o marketing falando mais alto.

Há 3 anos, mas atual…

Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.

Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).

Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.

Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

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(Foto: autoria desconhecida. Quem souber sobre o autor, informar para crédito).

– Everton, Coca-cola azul e James Rodriguez

Viram que legal a ação mercadológica da Coca-Cola na Colômbia?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A capa da Piauí com um Posto Ipiranga “acabado”

Imagine o custo da Rede de Postos Ipiranga para manter sempre o conceito “clean” da sua imagem. E ao ver a capa da Revista Piauí deste mês, falando da “Indústria do Petróleo Pós-Pandemia”, com uma unidade da empresa “arrasada”, penso: duvido que a Ipiranga autorizou o uso da sua marca!

Não dá para falar que está descaracterizado, pois a manifestação de imagem é clara. Aí fico na dúvida: a sensibilidade do editor não lhe mostrou que poderia fazer a mesma matéria (que deve ser boa, o tema é pertinente, embora não tenha comprado a revista para ler) com um apelo de capa não manifestado tão claramente?

ACRÉSCIMO: a Ipiranga se pronunciou oficialmente:

A Ipiranga esclarece que não foi consultada para a publicação da imagem de sua marca, que estampa a capa da edição de setembro dessa revista de circulação nacional. Utilizando a imagem de um Posto Ipiranga, de forma indevida e não autorizada, e sem uma chamada acompanhando a ilustração, a publicação remete aos leitores somente a representação de uma de nossas unidades de forma depreciativa.

Somos uma empresa brasileira, que possui uma história de 80 anos de compromisso com o País, apartidária e que acredita no Brasil. Lamentamos que nossa marca tenha sido usada com um significado distorcido dos princípios que defendemos, agredindo gratuitamente milhares de colaboradores e parceiros de negócios, que ostentam a marca com orgulho e, os milhões de brasileiros que escolhem a qualidade de nossos produtos e serviços, diariamente.

Ressaltamos ainda que temos profundo respeito pela revista e pela imprensa em geral, principalmente, pelo trabalho feito em defesa dos valores fundamentais de liberdade de expressão e transparência em nossa sociedade. Por isso, esperamos que tal uso inadequado seja devidamente corrigido e esclarecido pelos editores.

Capa da revista, divulgação.

– Em qual Era da Administração de Empresas Viveremos?

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

“Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!”

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.