– Tomei a Coca-Cola Byte! E…

Que horror!

Tomei a Coca-Cola Byte, e achei um sabor muito ruim!

A Byte é uma bebida lançada no Metaverso via Fortnite, e do mundo virtual virou um produto real!

Falamos sobre isso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/04/16/byte-a-bebida-da-coca-cola-no-metaverso/

– A nova camisa do Paulista!

Rapaz… que uniforme lindo para comemorar 113 anos!

O Paulista FC está lançando sua 3a camisa. Veja abaixo que beleza, além do simbolismo dela:

As explicações, aqui:

– Isso é Marketing! Red Bull Bragantino na Expoagro e outras ações.

Eu não gosto de Festa do Peão ou semelhantes, mas respeito quem tem a preferência. Entretanto, minhas filhas queriam ir na Feira Agrícola que está acontecendo em Bragança Paulista, onde ocorre simultaneamente o Rodeio da cidade. Como estou sozinho com elas (estamos morando aqui, mas nossa família está em Jundiaí – e minha esposa está há algum tempo trabalhando no Exterior – vide em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4), resolvi fazer a vontade delas.

O evento gera muitos empregos na região, apresenta importantes artistas do cenário nacional e gira muito dinheiro. É reconhecidamente uma atração que traz personalidades e políticos para cá, além, claro, de empresas do agronegócio e outros setores (chama-se: 55ª Expoagro e 28ª Festa de Peão de Boiadeiro). Ocorre no “Parque de Monta”, e há atividades durante o dia e  à noite, por 10 dias (apenas 3 registros lúdicos para ilustrar aqui: https://wp.me/p4RTuC-Die).

Pois bem: entre os patrocinadores masters, está o Red Bull Bragantino. E para minha surpresa, não é divulgação da empresa de energéticos Red Bull, mas sim do time de futebol! Todas as iniciativas giram em torno da equipe esportiva dentro do recinto (e acredite: não há a venda de uma lata sequer de bebida da empresa, mas somente de produtos do clube). 

Ressalto: não é uma ação como patrocinador / incentivador local, mas master do evento. 

Muitas camisas do clube por lá (tanto da antiga patrocinadora, a Nike, como da nova, New Balance), além de agasalhos e outros tipos de roupas. Há um grande estande com loja e brincadeiras para as crianças, além de mini-espetáculos. Minha filha caçula, por exemplo, ficou encantada com o mascote e até dançou com ele (e ganhou um chapéu de cowgirl do time; assista que simpatia do Tourinho e o abraço gostoso que ele recebeu: https://youtube.com/shorts/TW19uquMOnA).

Mas vale lembrar: o marketing da empresa (agressivo e inteligente) é uma constante na região. Me recordo de um PT Cruiser estilizado com a marca Red Bull rodando a cidade (com o Toro Loko e o Massa Bruta, o Touro e o Leão que são os mascotes). Há trabalho com crianças nas escolas, ações solidárias como doação de sangue em parceria com o HUSF e visita a pacientes oncológicos por parte dos atletas. Aliás, a Comissão Técnica e os jogadores residem na cidade e convivem por aqui, e podem ser encontrados em pizzarias e lojas locais (e eles curtem: já declararam como é legal serem abordados carinhosamente nos parques e falaram da qualidade de vida).

Além dessas ações, me recordo de um outdoor eletrônico multimídia na entrada da cidade, mostrando pontos turísticos de onde a empresa Red Bull tem clubes, misturando imagens belíssimas de Nova Iorque, Leipzig, Salzburg e Bragança Paulista, dizendo: “Somos todos Red Bulls”. Um válido emponderamento.

Por fim: estudantes e professores da Universidade São Francisco (uma instituição de ensino referencial do Interior Paulista) tem benefícios especiais, pois várias atividades são realizadas em parceira com o clube, Afinal, o “futebol-negócio” é também “futebol-ciência”.

Presenciei várias funcionárias realizando pesquisas de comportamento do torcedor na Praça da Matriz, além da oferta da participação no programa Sócio-Torcedor, com diversos planos e descontos que vão desde os comércios da cidade até outros nacionais. Nos dias de jogos, nas imediações, há vários equipamentos pra as crianças brincarem, além de desafios para os adultos. Uma espécie de “mini-fã-fests”.

Um amigo questionou sobre lotação ou não do estádio nos dias de jogos. Considerando os hábitos da cidade e vários detalhes (município pequeno, com muita extensão territorial, onde boa parte da população mora em fazendas que distam quilômetros do Centro) e com atrações fora do âmbito esportivo, é bom – já que há partidas marcadas, sem bom senso, no domingo à noite.

Escrevo tudo isso porque meu Mestrado foi em marketing Esportivo e não vejo NINGUÉM fazendo essas coisas no país (ops: não estou recebendo por essa postagem nem é um post patrocinado). Lembrando sempre que, o objetivo de uma empresa, não necessariamente é ganhar títulos, mas rejuvenescer uma marca, firmar um conceito de produto, divulgar-se, entre outros. E dentro disso, o case Red Bull Bragantino já é um sucesso, pois imagine: quanto a empresa gastaria anunciando sua marca para ter o mesmo retorno de mídia na grande imprensa? E onde estaria o Bragantino, sem essa mudança?

Uma pena que poucas empresas têm pensado o futebol como Business…

Ops: a Responsabilidade Social também é uma ação muito benquista pelo marketing. Dias atrás, um torcedor teve que assistir o jogo Red Bull Bragantino x Corinthians dentro do restaurante, e ficou insatisfeito (ele era cadeirante e teve dificuldade de acessibilidade naquela oportunidade). Leio que o problema foi resolvido, houve a retratação e o torcedor presenteado pela equipe, como pedido de desculpas. Abaixo:

Ah, se os grandes times brasileiros tivessem a mesma preocupação e aproveitassem o potencial nacional que têm, a fim de explorar suas marcas…

– A Juventus-ITA tentou, mas o Paulista fez melhor!

Ponto para o Galo!

Vejam a nova camisa da Juventus de Turim: as listras pretas lembram trechos trafegados e marcados por pneus (motivo: o clube é patrocinado pela Jeep, que é uma das marcas da Fiat, dona da própria Juve).

Eu prefiro a camisa do Paulista, onde as listras lembram os trilhos de ferrovia (origem histórica do clube).

E você, qual prefere?

– A nova camisa do Corinthians.

A Nike caprichou no uniforme 1 do Corinthians, branco. Todos viram e aplaudiram.

Mas a camisa 2… sei lá. Achei feiosa!

Veja:

– Empreenda! E estude.

Estive há pouco no Fundo Social de Solidariedade de Cabreúva, falando de marketing a jovens empreendedores locais, representando o Sebrae / IBS Américas.

Dê oportunidade ao pequeno empresário, e ele responde positivamente!

– Whooper Costela Fake.

Dias atrás, tratamos o caso do McPicanha “sem picanha” (admitido pelo McDonalds depois de perturbado pelo Procon) de “McFake”.

Agora, é a vez da Rede Burger King admitir que o BK Whooper Costela não tem carne de costela, mas “aroma de costela”…

Fazem o cliente de bobo, não?

Em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/05/02/burger-king-e-acusado-de-vender-whooper-de-costela-sem-costela.htm

– As cervejas brasileiras e o Maio Amarelo.

Há 1 ano…

As cervejas brasileiras da AMBEV estão grafadas com o nome errado nas propagandas?

Sim. E é proposital. Afinal, estamos entrando no mês do “Maio Amarelo”, visando a segurança no trânsito. A ideia é mostrar que quando você bebe em excesso, acaba enxergando as coisas como elas não são e não deve dirigir.

Assim, como muita gente achou que no último domingo a Rede Globo fez uma arte errada na animação da Brahma (veiculada como Bhamra), verá outra grafias diferentes como na figura abaixo: 

Divulgação

Imagem: Divulgação da Ambev na Internet.

– McPicanha sem Picanha? Seria o… McFake?

Quer dizer que o McDonalds vende um sanduíche de picanha, sem carne de picanha?

E ao PROCON, admitiu isso e lamentou que o consumidor “tenha se confundido” com os anúncios do lanche?

Pô…

Matéria em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/04/28/procon-sp-vai-notificar-mcdonalds-por-mcpicanha-sem-picanha.htm

Crédito da imagem no link acima. 

– Um dos benefícios do Marketing é…

… viver uma experiência com seu produto!

Um bom trabalho de marketing trás benefícios para quem compra e para quem vende. Se isso não acontecer, pode virar apenas propaganda.

Um lembrete: 

– 1 2 3 milhas… e minha filha ama essa propaganda!

kk tem como não se divertir com minha Estelinha?

Ela adora me interromper com a musiquinha da “1 2 3 milhas”!!! Ela é fã da propaganda. Pode?

Muito engraçadinha, veja só: https://youtu.be/SxZ6zIcbPl4

– O sentido do Ovo de Páscoa: o de galinha ou de chocolate?

Só no Brasil existe a tradição de Ovos de Chocolate na Páscoa. Em outros lugares, o coelho traz ovos (ou cascas apenas) pintados. O sentido do “coelho e do ovo” é de fertilidade, de vida, de renascimento…

Quando eu era pequeno, ouvia a história de que o coelho é quem trazia os ovos pois ele foi o primeiro animal a ver Jesus Ressuscitado. Claro, apenas uma história para animar as crianças, pois nada disso está na Bíblia.

Gostei dessa brincadeira: a galinha é a ave mais marqueteira que eu conheço (afinal, ela faz um escândalo cacarejando quando bota seus ovos), mas nessa época, o coelho vence:

– E o Red Bull Bragantino deixa a Nike e vestirá New Balance.

E a New Balance vai ter a exclusividade de vestir o Red Bull Bragantino.

Acho que será bom para ambos, afinal, uma grande empresa que quer se destacar no mercado brasileiro precisa de um time que esteja em ascensão. E o clube, alguém que se dedique bastante e traga novidades.

Boa sorte a todos!

– Como o marketing é visto pelas pessoas?

Eu gostei dessa comparação: quem contrata e quem opera, pensam diferente sobre o marketing.

Veja na imagem, abaixo:

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Consumistas Esperançosos.

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

“O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

Deixe seu comentário:

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Imagem extraída de: https://fremplast.com.br/primeiro-shopping-direcionado-a-fabricantes-de-moda-com-venda-direta-ao-consumidor-sera-inaugurado-no-rio-de-janeiro/

– Que boa sacada, McDonalds.

A propaganda do McDonalds na Ásia foi sensacional! Olhe o cartaz abaixo e diga: o que você vê?

Num primeiro momento, vi um casal se beijando. Depois, o real: um consumidor devorando um Big Mac!

Duplo sentido virtual, mas usando o mesmo tema: Paixão!

– Água em lata?

E agora temos água em lata?

Para mim, uma novidade.

A Ambev diz que tal medida é melhor para o meio ambiente (em relação às garrafas plásticas) e que o lucro é 100% voltado para projetos sociais. Que assim seja!

Como ideia, é interessante. Mas vingará?

– Colgate idêntica, mas de tamanho diferente.

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– Os elétricos na moda: Bruce Wayne / Batman terá um Mercedes “diferente” em “The Flash”.

A Mercedes também entrou na briga dos carros elétricos?

Mais ou menos.

Para o filme “The Flash”, o milionário Bruce Wayne ostentará um veículo da marca “sem preço”, por ser um carro-conceito e elétrico.

Veja só, extraído de: https://www.uol.com.br/carros/noticias/redacao/2021/06/22/batman-usara-carro-conceito-eletrico-da-mercedes-em-novo-filme.htm

BATMAN TERÁ CARRO CONCEITO EM FLASH

O ator Michael Keaton, que voltará a fazer o Batman após 30 anos, deverá possuir um modelo dos mais exclusivos como seu carro particular. No filme The Flash, que deverá chegar às telonas no próximo ano, Bruce Wayne será o proprietário de um Vision Mercedes-Maybach 6 (…).

O Maybach 6 foi revelado como um carro-conceito em Pebble Beach em 2016, e é elétrico apesar do grande capô. Por ser conceito, o modelo não tem preço divulgado.

Ele tem quatro motores elétricos que fornecem 738 cv às quatro rodas. Desta maneira, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 4s e ter uma autonomia de 320 km. O Maybach 6 ainda é conversível.

A presença do Maybach é muito provavelmente o resultado de um acordo de produto contínuo da DC com a Mercedes, que começou com no filme da Liga da Justiça de 2017.

O filme do Flash com Bruce Wayne está programado para estrear em 4 de novembro de 2022.

merc - Divulgação - Divulgação

Vision Mercedes-Maybach 6. Imagem: Divulgação

– Red Bull e o produto que “fracassaria”…

Dietrich Mateschitz, empresário com espírito empreendedor extremamente aguçado, um dia quis lançar uma bebida diferente. Nos anos 80, a consultoria americana NDP fez um estudo sobre seu produto e afirmou:

“Nunca um produto esteve tão fadado ao fracasso quanto esse”.

Hoje, Mateschitz é um bilionário austríaco. O produto é o energético Red Bull. E o fracasso não se confirmou, tornando um sucesso de vendas que gira em 4,2 bilhões de latinhas ao ano.

Motociclista, Aviador, Adepto de esportes radicais. Reza a lenda que ele toma 10 latinhas de Red Bull por dia (eu duvido, é muita coisa). Ah: mesmo com quase 80 anos, não repete namoradas em eventos sociais (todas na casa dos 20 anos).

A consultoria errou bem, hein?

Energético Red Bull Tropical Summer Coco 4 Lata 250 Ml | Mercado Livre

Imagem: Divulgação Red Bull

– E a Gina, da Caixa de Palito?

Muito curioso: sabe a moça da tradicional caixa de palitos Gina?

Olhe ela aí por onde anda (extraído do LinkedIn de Ricardo Amorim, abaixo):

– Ensinar é compartilhar conhecimento.

S’imbora labutar?

Amo ensinar… hoje falando sobre Vendas e Marketing aos alunos do Centro Bragantino de Tecnologia e Inovação!

Faça o que você gosta e trabalhe no que seja vocacionado. Isso lhe fará bem.

📚 #educação #ensino #alunos #professor #marketing #adm #vendas #pme #mei

– A nova cara do Sportv.

E 30 anos depois, a Globo vai dar “cara nova” ao seu canal Sportv.

Olhe só, no link da própria emissora, sua nova marca e estratégia: https://ge.globo.com/sportv/noticia/sportv-reposiciona-marca-e-produto-no-seu-aniversario-de-30-anos.ghtml

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– Os problemas, indiretamente, podem nos estimular?

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

– População Brasileira poderá Convocar a Seleção de Futebol em Votação?

A ideia surgiu há 9 anos e foi revelada pelo Estadão: e se ela se concretizasse? Entenda:

A informação está no Estadão (Caderno Esportes, pg 03, ed 08/10/12, por Paulo Favero e Paulo Galdieri): a Gillete, patrocinadora da Seleção Brasileira, estaria negociando a seguinte promoção: o consumidor entra no site da marca, e “escala” jogadores para o Brasil. Ao final de um determinado período, os atletas mais votados para cada posição seriam revelados e essa “Seleção Popular” seria convocada pela CBF, dirigida por Mano Menezes e jogaria contra um adversário a ser definido.

Andrés Sanches, diretor de seleções, disse na matéria que “não vê problemas nisso, a não ser a questão das datas”.

E aí, o que você acha da idéia? Penso que seria um risco muito grande e desnecessário, onde atletas mais carismáticos poderiam ser escalados no lugar dos mais competentes. Além disso, imagine se o “povão” convocar jogadores preteridos por Mano atualmente, que saia-justa…

– Marketing, Ação Social e Solidariedade.

Que bacana! Por conta do Outubro Rosa, o pessoal do Red Bull Bragantino foi visitar a ala oncológica do HUSF (vide o print abaixo).

Custa muito para os clubes tal iniciativa?

– A Bic e seu Folclore

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

– A era da Imaginação!

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

“Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!”

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

– #tbt 2: McWhopper não vingou. Teremos a união do Burger King e o McDonald’s algum dia?

Lembram disso? Há 6 anos…

Causou alvoroço: recentemente, o Burger King sugeriu ao seu maior rival, o McDonald’s, a criação de um lanche: o BigMacWhopper, numa excepcional ação de marketing, a ser comercializado no dia 21 de setembro, considerado em alguns países o “dia da Paz”.

Não aceita a proposta, através da rede social Tumblr, o Burger King sugeriu outra ação: a criação do “The Peace Day Burger”, juntando outras redes de fast food (incluindo a brasileira Giraffas). Para essa iniciativa, o McDonald’s ainda não respondeu…

Dará certo?
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Imagem: Hamburguer da Paz, extraído de: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/apos-nao-do-mcdonalds-burger-king-propoe-sanduiche-mais-marcante-que-mcwhopper-17379236

– A Barbie Biomédica do Brasil!

Responsável pelo sequenciamento genético do Novo Coronavírus, a biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus foi homenageada (juntamente com outras profissionais relevantes e que ajudaram nessa pandemia) pela Mattel, fabricante de brinquedos. Era virou uma… boneca Barbie!

A simpática honraria está abaixo, na foto. Mas penso: as instituições que deveriam homenageá-la (as autoridades), será que o fizeram?

– Um atleta pode ser maior do que o seu clube?

Eu sempre disse que um jogador de futebol nunca seria maior do que a agremiação que ele jogasse. Mas, sem dúvida, eu estava errado.

O Paris Saint-Germain tinha 50 milhões de seguidores nas Redes Sociais. Lionel Messi, que é uma pessoa, tem sozinho 250 mi…

Portanto, reconheçamos: temos torcedores de times de futebol e torcedores de atletas. Alguns fora-de-série são realmente maiores que as equipes.

Assim, existem marcas: SPFC, Corinthians, Flamengo, Zico, Rivelino, Gabigol, Daniel Alves, Dudu, CBF… (para citar algumas nacionais). “Quem” é maior do que “quem”(ou qual marca é maior do que outra) é outra história!

– O Uso da Neurociência na Publicidade: Como Vender Mais!

Veja que bacana: Martin Lindstrom, especialista em neuromarketing, conta as artimanhas para fazer com que o consumidor sinta atração por determinados produtos. Imperdível!

Você cai nessas jogadas ou resiste?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270130-16642,00-O+MARKETING+ESTA+NU.html

O MARKETING ESTÁ NU

Por que será que grifes como a cobiçada Abercrombie usam imagens de modelos sarados e seminus para vender jeans e roupa de baixo para um público-alvo predominantemente formado por homens heterossexuais? Quem lançou o estilo foi a Calvin Klein, no início dos anos 90. Vinte anos depois, a fórmula está consagrada, mas a maioria dos homens jamais admitiu que essas imagens de teor sexual evidente têm influência em suas decisões de compra. Uma recente pesquisa de neuromarketing lançou mão de exames de ressonância magnética para descobrir como o cérebro masculino é afetado por essa visão.

Dezesseis voluntários, oito héteros e oito gays, assistiram à apresentação de cinco imagens de bonitões fotografados de sunga ou samba-canção. Todos eles tiveram duas áreas relevantes do cérebro afetadas: uma relacionada à excitação provocada visualmente e outra relacionada ao esforço para dissimular ou mentir. A diferença é que esta segunda área foi mais estimulada no caso dos heterossexuais.

A propósito de revelações que as empresas preferem guardar para elas, o metrossexualismo já avançou mais do que se imagina. Segundo um insider da indústria de produtos de consumo, 15% de todos os homens nos Estados Unidos depilam suas “partes privadas” – e a tendência é de crescimento. Não é à toa que já há redes de supermercado criando “áreas masculinas”, onde homens em busca de produtos de beleza podem circular à vontade. “De modo similar, a Procter & Gamble hoje procura garantir que os cosméticos para homens e para mulheres sejam expostos em corredores diferentes, de modo que o comprador masculino independente não se sinta desconfortável ou emasculado ao apanhar um creme facial ou um suavizador de olheiras enquanto a mulher a seu lado escolhe um batom”, escreve Martin Lindstrom, um consultor dinamarquês especializado em gestão de marcas, em seu novo livro, Brandwashed (“Truques que as companhias usam para manipular nossas mentes e nos persuadir a comprar”).

US$ 100 bilhões é o tamanho do mercado de data mining, um negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor, de modo a criar possibilidades de persuasão e manipulação

Tops infantis com enchimento –

Depois de explicar o uso da neurociência no mundo da publicidade em Buyology (“A lógica do consumo”, em português sem graça), e entrar na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo, Lindstrom ressurge com uma nova persona literária. Sai de cena o guru do branding. Entra o marqueteiro arrependido, disposto a apontar um dedo, por exemplo, para fabricantes de produtos que, literalmente, viciam. Doritos e Red Bull, claro. Mas até protetores labiais. “Quantas vezes por dia você aplica essa coisa grudenta? Cinco? Dez? Vinte e cinco?” pergunta Lindstrom. “A menos que viva no Ártico, não é possível que seus lábios estejam tão rachados que você precise reaplicar de hora em hora.” Há pelo menos dois culpados pelo vício. O mentol, “um ingrediente não essencial adicionado a muitas marcas de gloss, [que] embora não seja perigoso por si só, pode ser um formador de hábito”, e o fenol, “um ácido carbólico que pode na verdade ressecar nossos lábios ao interferir na habilidade natural das células da pele de produzir sua própria umidade”. Em outras palavras, “quanto mais protetor labial você usa, mais precisa usar”.

Até chegar à idade de se preocupar com lábios ressecados, o consumidor já foi alvo de muitas outras artimanhas. Possivelmente desde a infância – a palavra reconhecida por mais bebês no mundo todo hoje é McDonald’s. Certamente na pré-adolescência. Meninos e meninas estão alcançando a puberdade, em média, um ano mais cedo que nas décadas passadas. E daí? “Bom, puberdade significa produtos – lâminas e espuma de barbear, gel para acne, desodorante”, afirma Lindstrom. De 2007 para 2009, a porcentagem de garotas de 8 a 12 anos que usavam maquiagem no rosto e nos olhos quase dobrou. A Abercrombie – de novo ela – não resistiu à tentação e andou vendendo tops com enchimento para meninas de 8 anos. Pouco sutil? Não, se comparada a uma rede varejista britânica que criou um kit com uma “dançarina do poste” para mocinhas de 10 anos e ainda escreveu no rótulo: “liberte a gatinha sexy que há dentro de você”.

Quando se preparava para lançar a marca Axe, a Unilever mobilizou seus marqueteiros em diversos países para rastrear homens em modo de sedução. Descobriu, por exemplo, que homens pensam em sexo, em média, 32 vezes por dia. Pesquisadores da companhia acompanharam centenas de marmanjos em noitadas de pegação e, com base na observação, definiram seis perfis masculinos: o predador, o talento natural, o homem para casar, o amigão, o novato inseguro e o novato entusiasmado. Com os dois últimos na mira, os publicitários criaram uma campanha nada sutil, mas bastante precisa. Comerciais de TV em que nerds irrecuperáveis eram literalmente atacados pelas garotas mais quentes da balada transformaram Axe na marca masculina de desodorante número 1 dos Estados Unidos em 2006. “Entretanto, o tiro certeiro inicial logo começou a sair pela culatra”, lembra Lindstrom. Axe passou a ser vista como uma marca para moleques cheios de espinhas desesperados para se dar bem com as meninas.

Pastas de dente com atum –

Em Brandwashed, Lindstrom mergulha no “mundo de US$ 100 bilhões do data mining (…), um enorme e rapidamente crescente negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor e então categorizar, resumir e amaciar esses dados, de modo que possam ser usados para nos persuadir e, em algumas ocasiões, nos manipular para que compremos produtos”. Para ter uma ideia da relevância dessa atividade, saiba que o Walmart opera hoje um banco de dados muitas vezes maior que o do governo americano. É graças a ele que a cadeia supermercadista sabe que quem compra uma boneca Barbie tem 60% mais chances de comprar um em três tipos de barra de chocolate. Ou que pastas de dente e latas de atum são frequentemente compradas juntas.

É com esse tipo de dados que se projetam as lojas de maneira a estimular o consumo. Minerando dados de cartões de fidelidade, descobriu-se que consumidores que se movem em sentido anti-horário gastam, em média, dois dólares a mais a cada compra (porque a maioria de nós é destra e tem mais facilidade para apanhar os produtos se a mão direita é que está mais perto das gôndolas enquanto caminhamos). Por isso, a entrada das lojas mais espertas está sempre à direita de quem olha o supermercado de frente.

38% é o quanto crescem as vendas em lojas de
departamento que tocam música romântica

Você talvez já tenha ouvido falar de Muzak, o nome que se dá à popular música de elevador. Pois ela se transformou numa empresa que oferece a varejistas do mundo todo 74 programas musicais renováveis, divididos em dez categorias – o suficiente para criar trilhas sonoras para cerca de 100 milhões de pessoas por dia. Já reparou na preferência dos supermercados por baladas românticas de andamento arrastado? É que consumidores embalados por música lenta compram 17% mais em supermercados e 38% mais em lojas de departamento. Em praças de alimentação, ao contrário, o ritmo é animado. Mais batidas por minuto nos fazem mastigar mais depressa.

Compras virtuais são ainda mais coreografadas. “No ano passado, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que uma proporção significativa dos 50 mil sites mais visitados na web estavam engajados de alguma maneira em rastreamento comportamental – com alguns empregando até mesmo uma análise conhecida como ‘farejamento da história’, que remexe nossa navegação passada para descobrir que sites visitamos nos últimos meses ou mesmo anos”, escreve Lindstrom. Não só a nossa. “Não deveria ser surpresa, dado o tempo que a molecada de hoje gasta online, que os mineradores de dados estejam coletando informações sobre crianças a partir de 4 ou 5 anos de idade.” E eles estão dormindo no ponto. De acordo com a AVG, uma empresa de segurança na internet, 92% das crianças americanas já têm uma “pegada digital” antes de completar 2 anos. “É verdade”, afirma Lindstrom. “Vivemos em uma sociedade pós-privacidade.”

– A sacada genial do Red Bull Carijó!

Que a competência dentro e fora de campo do Red Bull Bragantino estão fazendo a diferença, não resta dúvida. Falamos dias atrás das ações de marketing globais da equipe, bem como às voltadas à cidade de Bragança Paulista-SP, sua sede.

Eis que o pessoal do Marketing teve uma ideia bacana: criou um veículo personalizado para a localidade: o “Red Bull Carijó” (lembrando que “Carijó” foi o apelido da camisa que tanto traz saudade à população bragantina, daquele timaço dos anos 90).

Compartilho o vídeo, abaixo, extraído do site Red Bull Bragantino TV, em: https://www.youtube.com/watch?v=i1gjgeMfA88

O RED BULL CARIJÓ

O Red Bull Carijó chegou! Na última quarta-feira, o Toro Loko e o Massa Bruta sacaram suas carteiras de habilitação 😅 e foram até São Paulo, buscar o carro que em breve estará em todos os rolês por Bragança Paulista e interior do estado, sempre oferecendo atrações diferentes para os nossos fãs. 👀

 

– No futuro, o que será mais atrativo: Seleções ou Clubes?

Seleções ou Clubes: o que lhe atrai mais? Se a resposta foi “clubes”, quais serão: locais ou globais?

Cada vez mais percebemos o desinteresse na Seleção Brasileira e um aumento da audiência em jogos entre clubes europeus. Uma tendência indiscutível (vide os adolescentes com as camisas de equipes globalizadas, que deixam de usar – por vários motivos – as dos clubes nacionais, optando por Real Madrid, Barcelona, Juventus, PSG, entre outros).

A Copa do Mundo (que envolve seleções) é uma festa quadrienal, que mantém a expectativa em alta quando ocorre. Mas e a Uefa Champions League (que envolve clubes e é anual), não se tornou igualmente global?

George Weah, Hagi, Drogba, Nakata, Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo… esses craques não teriam condições de serem campeões do mundo por seus países, mas pelos seus clubes, sim. Aliás, é mais numerosa a participação / representatividade de países na UCL do que na World Cup (vide quantas nacionalidades diferentes temos em campo durante a competição).

A globalização é um dos fatores que explica tal fenômeno, que leva a situações impensáveis antigamente: na Eurocopa, por exemplo, a Espanha não tem nenhum jogador espanhol do gigante Real Madrid – que é um conglomerado de astros multi-raciais e internacionais. Clubes como ele se tornam empresas de entretenimento, gerindo melhor a relação com seus torcedores planeta afora do que as Seleções.

A técnica e a tática são cada vez mais relevantes nesse momento, onde o profissionalismo sucumbe à emoção. Clubes bem treinados, que todos os dias se preparam, jogam muito melhor do que Seleções Nacionais que se reunem eventualmente e mal podem treinar.

Sejamos sinceros e realistas: os clubes de futebol globais, cada vez mais, são mais espetaculares que os nossos clubes locais ou a Seleção Nacional (gostemos ou não).