– Parabéns, River Plate (freguês do Galo da Japi).

E o River Plate venceu em Madri o Boca Juniors pela Copa Libertadores da América 2018. Coincidentemente, a mesma competição que o chamado “Galinhas” disputou estando na chave do Paulista FC, o Galo Tricolor da Serra do Japi, há 12 anos.

Parabéns River! Mas saiba: você sempre nos enche de orgulho pela derrota em 05 de abril de 2006, quando o Paulista (que era forte na época) orgulhava Jundiaí ao bater os hermanos por 2×1 no Estádio Jayme Cintra.

Bons tempos…

Aliás: ganhou a Libertadores 2018 com jogador irregular, estádio interditado, treinador suspenso que dirigiu o time e outras arbitrariedades. Entretanto, esquecendo as regras que fez vista grossa, realmente fez por merecer dentro de campo.

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– A Coxinha de Queijo (Patrimônio Imaterial de Jundiaí) e o seu “criador”!

Veja que bacana: o Jornal Tribuna de Jundiaí localizou o Sr Delbim, da Casa de Massas Padroeira, o inventor da Coxinha de Queijo, considerada hoje Patrimônio Imaterial de Jundiaí!

Abaixo, extraído de: https://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/5737-a-1-coxinha-de-queijo-foi-em-uma-lanchonete-no-centro-de-jundiai-que-tudo-comecou?fbclid=IwAR3bgvE6LUhbKaXiCKx7IE7ZrG2npZiqG4RXSylZHAlQRBVmcpYe_jmhhw4

A PRIMEIRA COXINHA DE QUEIJO

Há 36 anos nascia a primeira coxinha de queijo de Jundiaí. Invenção do comerciante José Carlos Delbim, dono da Casa de Massas Padroeira em 1982, ele jamais imaginava que a iguaria se tornaria um símbolo da cidade.

“Eu estava fazendo coxinha de frango, aí olhei para o queijo e pensei: ‘E se eu colocar de recheio?’, aí eu coloquei o queijo com o formato da coxinha e comecei a vender. O pessoal começou a pedir, gostar e espalhou nas outras lanchonetes da cidade”, contou o simpático comerciante de 72 anos ao Tribuna de Jundiaí.

Ele conta que tudo aconteceu sem ser premeditado. “Foi um acaso”, garantiu. Acaso este que criou uma receita que, hoje, é considerada até mesmo Patrimônio Imaterial de Jundiaí. Quem diria que um momento de invenção do seu José se tornaria um símbolo tão importante para a cidade, presente em todas as lanchonetes locais?

Aqui em Jundiaí não tem jeito: a gente sabe que a coxinha com palitinho é com queijo e a sem nada é a de frango. E, certamente, muito jundiaiense já foi alvo de olhares de estranheza fora da cidade, pedindo coxinha de queijo sem saber que isso é coisa só da Terra Querida’.

E a coxinha de queijo por aqui tem variadas receitas. Tem quem faça a massa com batata, como é o caso da coxinha da Casa de Massas Padroeira, tem quem use farinha de trigo e até mandioca. No recheio, podem ser utilizados queijos diferenciados. Nessas horas, é a critividade que conta.

A do seu José é feita, por exemplo, com batata. “Uso batata boa e um queijo apropriado. Mas o queijo que eu uso é segredo”, garantiu o comerciante.

O sucesso é grande: por dia, são vendidas cerca de 400 coxinhas de queijo. “Vende mais que a de frango, é o nosso carro-chefe”, pontuou, lembrando que o seu público é variado. “Todo mundo, sem distinção de classe social. Tem muita gente de São Paulo e Campinas também que encomenda a coxinha”.

E ele conta que já teve gente de tudo que é lugar do mundo experimentando a iguaria pora aqui. “O pessoal vem e traz eles aqui para experimentar. Eu passo a receita, para que possam levar a coxinha de queijo lá para fora”, disse. De Jundiaí para o mundo, já pensou?

Aqui não tem jeito: toda lanchonete vai ter a opção da coxinha com o palitinho em cima, recheada de queijo

– Jundiaí, cidade da Grande São Paulo? Não, Revista Veja…

A Veja SP da última semana retratou o quão tem surgido start-ups na cidade de São Paulo, e citou várias empresas que se tornaram “unicórnios” (termo que designa o negócio que ultrapassou valor de mercado em 1 bilhão de reais).

Dentre essas iniciativas, é citada a da criação do iFood, por Fabrício Bloisi, para a entrega rápida de comida. Na matéria, se diz que tudo começou em um prédio comercial com apenas 10 funcionários na cidade de Jundiaí, na Grande Sao Paulo!

Ôpa! Quer deixar um morador do município de Salto irritado, é perguntar-lhe se ele é de “Salto de Itu”. Também o pessoal de Aparecida-SP não gosta muito que se chame a cidade-santuário de “Aparecida do Norte”. Da mesma forma, é irritante um jundiaiense ouvir falar que a cidade pertence à “Região de Campinas” ou “Grande SP”. Jundiaí é a pujante cidade do Aglomerado Urbano, que lidera o bloco que compreende outros tantos municípios.

Que a Editora Abril está “mal das pernas” e em grave crise financeira, é sabido. Mas custa dar uma revisada melhor nos textos? Aliás, nessa mesma revista o super-herói Shazam foi citado como personagem da Marvel (não, é da DC Comics).

Cadê o redator-chefe?

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– E ninguém liga para o alongamento da nossa via?

Quando chove, a nossa Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros – Jundiaí/SP) fica intransitável. Como ter asfalto desnivelado a tal ponto e sem bueiro?

Olhe só que “piscinão” forma toda vez… uma verdadeira lagoa! Mas, infelizmente, nada se faz. É aquela velha história: obra que não aparece, não vale a pena – como, por exemplo, BUEIROS!

Veja só a foto como fica a via DEPOIS da chuva. Durante ela, deve-se andar de barco! Abaixo:

– A Resposta da KAH Sports sobre o caso da Parceria proposta ao Paulista FC.

Nesta 4a feira, fiz uma postagem levantando alguns questionamentos sobre o que eu entendia ter sido um ACERTO o não-fechamento da parceria entre Paulista FC e o grupo KAH Sports, até então pouco conhecido em nossa cidade.

O link está acessível em: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/12/kah-sports-e-paulista-de-jundiai-e-entao/

Para uma feliz surpresa, fui contactado pelo Hikmat Derbas, o proprietário da Kah Sports. Por mostrar transparência, abaixo a manifestação dele:

“Rafael boa noite. Vamos lá vc está totalmente equivocado em sua análise nem superficial e colocando a KAH SPORTS como uma empresa qualquer.

Em primeiro lugar a KAH SPORTS é licenciada a CBF sim pra qualquer tipo de intermediação no futebol.

Em segundo temos atletas nos maiores clubes do Brasil sempre com idoneidade. Procure se informa com clubes como São Paulo, Cruzeiro, Altetico Mg, Goiás, Fortaleza e outras mais.

Em terceiro somos filhos de libaneses e a empresa está no nome de um dos sócios.

Em quarto lugar pra vc ter a licença da CBF para intermediação vc precisa ter IDONEIDADE FINANCEIRA. Está vc só consegue com o seu banco. É uma carta enviada pelo Banco assinada pelo gerente geral da agência e com firma RECONHECIDA EM CARTÓRIO.

Em quinto lugar queríamos muito o Paulista pois tem camisa, tem torcida e com a experiência que temos conseguiríamos despertar esse gigante que hoje está adormecido.

Em sexto lugar qualquer dúvida estou aqui para te esclarecer. Mas por favor não faça análises precipitadas. Procure saber ao certo o modelo de gestão e quem somos.

Em sétimo lugar é que ninguém gosta de ser feito de bobo. Fomos 4 vezes como relatado na matéria, estava tudo caminhando quando soubemos via imprensa que não haveria mais parceria. O mínimo que o pessoal do clube deveria fazer seria nos avisar por telefone ou e-mail. Agora saber pela imprensa e de forma mentirosa me desculpa mas não rola.

Em oitavo e último lugar se fossemos tudo isso que vc mencionou não seríamos parceiro de tantos clubes no Brasil. E o trabalho que seria feito no Paulista, estamos fazendo com o Fortaleza que está PRESTES a voltar a SÉRIE A.

Em nono lugar segue o print onde mostra que a empresa é licenciada a CBF para intermediações no futebol

Espero ter sido claro. Se não pode me contactar que terei o imenso prazer em esclarecer todas suas dúvidas. (O print abaixo):”

Minha resposta e questionamentos:

“Olá Hikmat, bom dia. Fico feliz pela sua manifestação e esclarecimento.

Na questão do meu post, sempre ressaltei que não questiono a idoneidade, mas a forma do projeto apresentado, conforme a matéria do Esporte Jundiaí. O quanto mais claro tudo for, melhor para ambas partes (pois imagine o quão traumático tem sido a questão das parcerias que o Paulista fez recentemente e as ofertas escusas feitas por pessoas diversas).

Com tal clareza que me escreve, fico feliz ao saber de sua preocupação em mostrar o quanto correta é a sua empresa. E, logicamente, farei a consideração em uma nova postagem com esses pontos que o senhor tão bem expôs.

Mas duas perguntas inevitáveis, que peço a gentileza de esclarecer a fim de que não paire qualquer tipo de mal entendido (imagine a repercussão que o assunto teve na imprensa de Jundiaí no último final de semana).

1- se existia o interesse da proposta feita a tanto tempo, qual o motivo da Kah não ter cobrado respostas por esse período todo?

2- o principal: qual seria o modelo de parceria proposto (como se daria em si), para que o Paulista desprezasse da forma que fez?

Repito: muito feliz por sua manifestação, afinal, demonstrou ser uma empresa existente, séria e sólida, diferente do que se dava por aqui.

Agradeço ao senhor e, aqui nesse espaço, peço: poderia esclarecer aos nossos ouvintes da Rádio Difusora, numa entrevista ao comandante do Time Forte do Esporte Adilson Freddo, o que a Kah propôs e todo o descontentamento pelo desfecho? O nosso programa é líder de audiência na tarde de Jundiaí e nossa equipe a única presente a todos os jogos dentro e fora do Jayme Cintra. E, é claro, gostaríamos muito de mostrar que “o senhor existe”. Entenda, as últimas duas ofertas ao Paulista eram de inexistentes pessoas, por incrível que possa parecer.”

E sua derradeira manifestação:

“Então não sei como era tratada a parceria pela imprensa de Jundiai. Com relação a não ter manifestação da nossa parte é pq só falamos de contratos e outros assuntos quando estiver com tudo assinado. Seria uma irresponsabilidade dar declarações e depois não ocorrer o que foi falado via imprensa. Não seria nada inteligente da nossa parte. Nesse aspecto somos bem discretos para que possamos blindar o clube e a empresa de qualquer problema extra que poderia vir aparecer antes de começar um trabalho sério. Qualquer dúvida estamos à disposição.”

O espaço está aberto para qualquer pessoa do Paulista FC se manifestar.

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– Dia de Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da Diocese de Jundiaí

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.

Mas por quê Desterro?

Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.

Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese.

Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

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– A Jundiaiense que tirou nota máxima na prova da Islândia

Vejam só que bacana: Beatriz Ladeira, nossa conterrânea jundiaiense de 15 anos, tirou a nota máxima entre todos os estudantes da Islândia na prova equivalente ao ENEN de lá. A garota se mudou para a “Terra de Gelo” através de um programa missionário católico para evangelização em Reykjavík (a capital do país, que curiosamente é a capital mais setentrional do mundo).

Que orgulho aos pais – e à nossa cidade também.

Abaixo, extraído do site da TV Tec, em: https://tvtecjundiai.com.br/news/2018/07/30/jundiaiense-tira-nota-maxima-no-enem-da-islandia/

JUNDIAIENSE TIRA NOTA MÁXIMA NO “ENEM” DA ISLÂNDIA

A jundiaiense Beatriz Ladeira, de apenas 15 anos, foi destaque na imprensa da Islândia após tirar a nota máxima em uma prova nacional para estudantes, considerada o “Enem” do país. A ilha, que fica no norte do Oceano Atlântico, foi colonizada pela Dinamarca e conta com uma população de 350 mil habitantes, cerca de 60 mil a menos que Jundiaí.

Beatriz, os pais e quatro irmãos, de 2 a 13 anos, se mudaram em pleno verão de 2016 para Reykjavík, capital do país, após serem aprovados em um programa de evangelização da Igreja Católica. A “Samrændu próf” (“Prova Uniforme”, em português) surgiu na vida da jovem no fim de 2017. Segundo Beatriz, o teste é parecido com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em nível de importância.

Com facilidade em matemática por conta da ajuda do pai, que é engenheiro, a maior dificuldade foi no idioma. A língua nórdica do ramo germânico setentrional sofreu uma “reforma” e passou a ser chamada de Islandês Moderno em 1500. “Muitas vezes eu me desesperava, não entendia nada. Havia poemas e textos de séculos atrás, regras gramaticais que era praticamente impossível de entender”, conta.

“Eu vejo que a Beatriz tem o dom da perseverança. Fiquei extremamente orgulhosa do resultado e do esforço. Ficamos todos muito agradecidos a Deus e à professora dela. Tudo foi uma linda história”, comenta a mãe da menina, Aline Soares Ladeira.

(Fonte: G1)
(Imagem: Beatriz Ladeira/Arquivo Pessoal)

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– Não deveria ser mais esclarecedor a questão do filho do vereador preso?

Com todo respeito, mas se um “ladrão de galinhas” é preso com drogas, sua foto sai estampada no noticiário e seu nome divulgado aos quatro cantos.

Ontem, prendeu-se um filho de vereador de Jundiaí traficando entorpecentes. Nem nome do criminoso e nem do político são divulgados.

Qual a diferença entre os dois bandidos? O fato de um ser “otoridade” e outro um pobretão, faz que se poupe o mais importante?

Complicado isso tudo…

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– Boas Dicas para cuidados com as nossas crianças nessa falta de chuvas e umidade ruim!

Nos últimos dias, está muito difícil respirar. A qualidade do ar despencou devido às queimadas, falta de chuva e poluição em geral.

Apesar dos adultos se queixarem, nossas crianças sofrem muito mais! E aqui eu compartilho um ótimo vídeo da TV Tem com dicas para cuidarmos dos pequenos enquanto não chove. Em especial, a orientação da pediatra Dra Mônica a fim de poupar nossos rebentos de doenças respiratórias.

Link em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/tem-noticias-2edicao/videos/t/edicoes/v/crescem-os-casos-de-problemas-respiratorios-no-hospital-universitario-de-jundiai/6851125/

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– YES? Mas não é bem assim…

Vejo duas propagandas no Instagram e fico coçando a cabeça: será que moro no mesmo Bairro Medeiros que essa publicidade?

Abaixo, dois prints do Instagram:

No primeiro, me assusto ao ver como é “tão perto do Centro”! Eu levo 25 minutos de carro pelas rodovias para chegar ao Centro de Jundiaí, devido ao congestionado trânsito de 15 km. É o caminho mais curto.

No segundo, vejo que haverá um shopping em frente ao Yes. Em frente ou dentro do Condomínio? Afinal, em frente a construção está a minha casa. Ao lado, meu cunhado. Do outro, a dona Teresa e família…

Sinto que nesse trecho aprazível de chácaras residenciais, o sossego vai acabar. Aliás, como se permite construir um condomínio vertical em meio a tantas moradias térreas rurais?

– ATUALIZANDO: A Crise dos Combustíveis

Amigos, recebi nesse começo de noite da Cia Ipiranga de Petróleo a mensagem que até amanhã (6ª feira, 25 de maio), as bases estarão bloqueadas até as 10h, sem possibilidade de “furo” ou qualquer outra forma de carregamento dos tanqueiros das distribuidoras, devido à greve dos caminhoneiros.

Dessa forma, infelizmente, o desabastecimento continuará nos postos de combustíveis.

A questão é: como se resolverá a situação? O Governo reduzirá os impostos? Congelar-se-á os preços? Usarão de força?

Não se sabe. Aqui em nosso estabelecimento, o Auto Posto Harmonia, vendemos todo o estoque de Etanol e Gasolina até a última gota no preço normal da bomba (nada de oportunismo nesse momento crítico). Temos algum estoque de S10 (muito pouco, devido ao alto consumo de hoje) e uma quantia razoável de Diesel Comum (o S500).

Particularmente, entendo a queixa dos caminhoneiros. Como comerciante, vejo o quão sofrido os motoristas estão trabalhando com essa política flutuante de preços da Petrobrás, adotada de maneira questionável, onde os reajustes são diários. Lembrando que a maior parte dos preços dos combustíveis é formada por IMPOSTOS (que sabidamente não acabam resultando em retorno à população, como se deveria).

Apoio o protesto, desde que seja de maneira pacífica e não prejudique os serviços essenciais (o que é lógico e necessário à democracia). O cidadão de bem não pode ser privado de alimentos, serviços médicos, educação e segurança.

Compartilho, do “Tribuna de Jundiaí”, o cenário desta tarde-noite em nossa cidade,

Extraído de: http://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/3030-postos-ja-estao-sem-combustiveis-em-jundiai

POSTOS JÁ ESTÃO SEM COMBUSTÍVEIS EM JUNDIAÍ

Nesta quarta-feira (23) a noite, o Tribuna de Jundiaí havia noticiado o risco de faltar combustível em Jundiaí caso a greve continuasse. Ontem, alguns postos já apresentam falta nos estoques. Como a greve continuou, não teve jeito: nesta quinta-feira (24), a falta passou a ser geral.

A reportagem averiguou, ao circular pelos bairros centrais de Jundiaí e principais avenidas, que muitos dos estabelecimentos situados nestes locais já estão fechados e sem funcionar. Os que restam, contam com filas enormes de motoristas que, mesmo em meio à demora para abastecer, não hesitam em tentar garantir o tanque cheio para os próximos dias.

Rafael Porcari, dono de um posto de gasolina no Medeiros, informou à reportagem que está sem receber combustível desde segunda-feira. “Nós recebemos por volta de 10 mil litros por dia, de todos os produtos. Tenho, então, 40 mil litros perdidos na distribuidora sem receber nesta semana”, disse.

Ele conta que, por conta do risco de acabar os combustíveis, o estabelecimento teve um grande pico de movimento na manhã de hoje. E, ao contrário do que acontece normalmente, os motoristas não queriam colocar apenas certa quantidade de combustível – eles queriam encher o tanque inteiro. 

“Houve um grande pico hoje de manhã e acabou a gasolina e o etanol. Agora a tarde estamos tendo outro pico, que é o de caminhões, ônibus e outros veículos que utilizam diesel. Muitos deles, que estão na estrada, procuram por meio de aplicativos postos de gasolina que possam ter diesel. Mesmo aqui sendo um estabelecimento de bairro, fora da estrada, eles entram para abastecer e continuar viagem. Mas também está acabando”, disse.

PREÇOS ABUSIVOS 

Nas redes sociais, internautas denunciam preços abusivos em alguns estabelecimentos da cidade. Uma imagem, divulgada no Facebook, mostra um posto de gasolina na Vila Rami cobrando o valor de 5,66 o litro, quando o preço na cidade, após o último aumento, varia entre 4,09 até 4,39.

Em nota, o Procon-SP emitiu uma nota orientando o consumidor sobre os preços exorbitantes. De acordo com o órgão, a prática é abusiva e prevista no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, em seção que trata da elevação de preços de produtos e serviços sem justa causa.

A orientação é de que os consumidores façam denúncias documentadas sobre a prática, com o máximo de informações possíveis sobre o posto, com nome, bandeira que trabalha, endereço, data da compra e preços. Fotos podem ser utilizadas, bem como a nota fiscal.

GREVE  

A greve já está em seu quarto dia, porém os impactos passaram a ser mais sentidos nesta quarta-feira (23). Em nota divulgada nesta quinta-feira (24), a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) afirmou que a greve será suspensa se o governo retirar a PIS/Cofins e a Cide incidentes sobre os combustíveis e a medida entrar oficialmente em vigor.

Ontem, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou que a estatal fará uma redução de 10% no preço do óleo diesel – e que manterá este preço durante as próximas duas semanas, como forma de dar um tempo para o governo negociar com os caminhoneiros. A proposta não foi aceita pela categoria.

Antes da paralisação, o Governo foi alertado. A CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos) afirma que, no dia 16 de maio, apresentou um ofício ao governo federal pedindo o congelamento do preço do óleo diesel e a abertura de negociações, mas foi ignorada.

Já no dia 18 (última sexta-feira), a organização lançou um comunicado em que mencionava a possibilidade de paralisação a partir de segunda-feira, o que de fato ocorreu. Não há data para o fim do movimento, que, ontem a noite, mencionava 253 pontos de protestos, atingindo 23 Estados brasileiros e o Distrito Federal.

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– Perguntar não ofende, dona Polícia Federal

Na semana passada, a PF esteve em Jundiaí atrás de corruptos do colarinho branco, enrolados no caso da corrupção da merenda do Estado de São Paulo. Visitou-se 3 locais (Dois no Jardim Samambaia e um no Jardim Ana Maria).

Até agora ninguém sabe os nomes? Por quê não se vazou? Quem está camuflado?

Estranho…

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– O dia muito gostoso em cliques!

Como é bom ter família!

Um ótimo dia de paz e descanso acabou em belas imagens. Curtimos o “Dia das Mães” no aconchego de um paraíso jundiaiense.

Até mais! Deixo 6 cliques da Serra do Japi abaixo:

Acima, a paz que curtimos em lindas fotos.

– Fotografar é o nosso hobby!

Assim nasceu a manhã em um dia qualquer da semana em Jundiaí… Que com essa imagem, tenhamos um inspirado domingo!
🌅 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #FotografeiEmJundiaí #AmoJundiaí #Jundiaí – em Ginásio Bolão (C.E.C.E. Dr. Nicolino de Lucca)

– Uma vergonha para Jundiaí: a Cracolândia da Terra da Uva

Triste realidade retratada pelo Jornal de Jundiaí: como é o dia-a-dia da Cracolândia de Jundiaí (sim, infelizmente nosso município possui uma área assim).

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/usuarios-tomam-conta-de-morro-na-cracolandia-jundiaiense/

USUÁRIOS TOMAM CONTA DE MORRO DA CRACOLÂNDIA JUNDIAIENSE

Estacas de madeira fincadas no chão. Pedaços de telha na lateral para proteger dos ventos e a lona grossa para cobrir da chuva. No chão, pedaços de entulho se misturam à terra e alguns tufos de grama do solo íngreme de um morro particular. É nesse cenário e local, entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo, que pessoas usuárias de crack montam os seus barracos e mantém o vício no dia a dia. Homens e mulheres que deixaram o terreno onde foi construída uma avenida de passagem no São Camilo.

No bairro, o Jornal de Jundiaí ouviu três comerciantes e dois moradores do entorno da chamada “cracolândia jundiaiense”, e todos foram unânimes ao afirmar que notam a presença dos usuários no dia a dia, mas que já estão acostumados com o problema social.

“Eles sempre estão ali, já há anos. Fazem algumas bagunças de vez em quando, mas não mexem com a gente”, diz uma comerciante. Um morador do bairro diz que nunca teve problemas com os usuários, mas conhece pessoas que já foram assaltadas. “A gente está acostumado, né.”
Outro comerciante revela que alguns sempre vão à sua loja. “Tem dia que preciso pedir para eles respeitarem mais, mas fora isso pouco acontece. Não sinto insegurança por isso”, diz.

Procurada, a Prefeitura de Jundiaí emitiu nota reiterando alguns pontos em relação aos usuários de droga entre o São Camilo e a Vila Aparecida. De acordo com a prefeitura, as pessoas usuárias de drogas são alvo de ações regulares de cuidados com a saúde, todas realizadas pela equipe do Consultório na Rua, projeto da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS).

Nas ações, segundo a nota, são realizadas avaliações das condições de saúde destes usuários, além de encaminhamentos para exames e procedimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

A Prefeitura também encaminha as pessoas para os Centros de Atendimento Psicossocial (Caps), onde há atendimento composto por enfermeiros, psicólogos, médicos e agentes redutores de danos. O trabalho é feito em conjunto com a Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social (UGADS).

Ainda de acordo com administração municipal, há também o oferecimento do trabalho realizado pelo Centro Pop (que fica na rua Marechal Deodoro da Fonseca) e pela Casa de Passagem (que fica na rua Prudente de Moraes, 1830). Ambas atuam na reinserção da pessoa na sociedade, além de trabalhar o resgate de vínculos familiares.

SEGURANÇA

Segundo a Prefeitura de Jundiaí, a Guarda Municipal de Jundiaí realiza patrulhamento diário no local e em outras regiões, inclusive nos finais de semana. De acordo com números da GMJ, oito pessoas procuradas pela Justiça ou com apreensão de entorpecentes foram encontradas no local – cinco em janeiro, três em fevereiro e nenhuma em março.

A administração municipal destaca também que a área atualmente ocupada pelos usuários de droga entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo é particular.

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– A Vergonha do reajuste do Alvará em Jundiaí

Insisto neste tema que já escrevi dias atrás e que vejo absurdos maiores ainda: recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará, a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento. E, acredite, há comércio que passou de 5.000,00 para mais de 16.000,00! Triplicou como?

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta tudo isso SEM JUSTIFICAR NADA? O país está em crise, as vendas caíram, ninguém tem dinheiro, e de onde surge esse índice inexplicável de aumento? Onde está o maldito indexador que comprova a necessidade de tais realinhamentos? Cadê o critério, a lógica, o entendimento, a justiça?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

RIDÍCULO! Eu pago todos os meus impostos com muito sacrifício e em dia – e isso me custa demais, estou todo esfolado – e sou “assaltado” dessa forma? É por isso que o país não vai pra frente: ninguém incentiva o micro-empreendedor, não se fomenta a geração de emprego e se faz o que quer com o dinheiro do contribuinte.

Não era mais fácil a Prefeitura cortar os CC, reduzindo seus custos, ao invés de desforrar no imposto?

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– A triste realidade do nosso Paulista FC e um futuro não desejado!

Lamentável! Após chegar na última divisão regional, o Paulista abre mão de disputar os torneios Sub 11, 13, 15 e 17, disputando apenas o Sub 20 (e sabe lá em quais condições) por obrigação da Federação Paulista de Futebol.

O que se esperar do Galo da Terra da Uva? Aqui o problema é grave: descrédito da torcida, dificuldade da diretoria em gerir o time sem dinheiro, fuga de patrocinadores e da colaboração das empresas de Jundiaí e, agora, a falta de investimentos na base.

Triste. Que não passe a vergonha e a tristeza de ir morrendo aos poucos…

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– Como reajustar um imposto em mais de 40% sem dar justificativa?

Recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará / a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento.

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta em mais de quarenta por cento SEM JUSTIFICAR NADA?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

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– Os clubes adversários do Paulista FC na Segundona Sub 23 e a expectativa do torneio.

A 4a divisão regional do Estado de São Paulo se chamará Campeonato Paulista Sub 23 da 2a divisão de Profissionais; isso já é sabido. Mas tem muito clube inscrito e grande desnivelamento entre eles, seja no “peso da camisa”, na preparação, no financeiro e na tradição.

Veja só cada clube novato: Talento 10 de Marília, o Desportivo Prudente (não é a Prudentina nem o Prudentino, nem o Corinthians Prudente ou o Presidente Prudente FC, tampouco o Grêmio Esportivo Prudente), o novo Catanduva Futebol Clube (que fará clássico municipal contra o Catanduvense), a nova São-Carlense (não é o antigo São-Carlense nem o atual São Carlos), o Mauá Treinamentos e Futebol Eireli (um clube empresa para jogar contra a conhecida Mauaense). Aliás, quantos clássicos municipais, como União de Mogi x Atlético Mogi, São José x Joseense, Flamengo x AD Guarulhos, Assisense x Vocem de Assis, além de outros de rivalidade entre vizinhos: Elosport de Capão Bonito x Itararé!

Dos mais antigos dessa divisão, vejo o Andradina (já apitei Andradina x Ilha Solteira na última rodada da última divisão, estando os clubes em último e penúltimo, com uma historinha engraçada que ficará para outra postagem), o Tupã, a Santacruzense, o Fernandópolis (conhecido como Fefecê), o Taquaritinga e o Barcelona (clube paulistano do bairro da Capela do Socorro). Vira-e-mexe, sobem para a A3 ou ao menos a namoram, e depois voltam para a Segundona (que é a 4a). A esses, juntam-se o organizado Brasilis de Águas de Lindoia (time do Oscar, ex-zagueiro do São Paulo, dono do resort onde os árbitros da CBF se prepararam recentemente), o simpático Guarujá, o ordeiro Itapirense e o bem arrumado Jaguariúna.

Não nos esqueçamos também dos clubes tradicionais que, por motivos diversos, estão na última divisão: XV de Jaú, América de São José do Rio Preto, Inter de Bebedouro, Francana, Bandeirante de Birigui, Comercial de Ribeirão Preto, Jabaquara, Primavera de Indaiatuba, Independente de Limeira e… disparadamente, o “grandão” dessa divisão, o Paulista Futebol Clube.

Não seria adequado a volta da 5a (ou até mesmo da 6a divisão, antiga B3), para agrupar esses times tão jovens e outros tão mais humildes?

Aproveite e analise que é mais sem sentido:

1 um time centenário, com título nacional (Copa do Brasil 2005) e vice-campeão estadual (Paulistão 2004), tendo jogado a Libertadores da América e vencido o poderoso River Plate (2016), hoje jogar contra adversários novatos e modestos (por sua incompetência, lógico), ou

2- o absurdo número de 40 clubes brigando por apenas 2 vagas para o acesso?

Essas coisas são inconcebíveis: o Galo estar tão em baixa (como decaiu tanto em pouco tempo, fruto de má gestões) e a FPF reservar apenas para o Campeão e o Vice-Campeão o acesso para a 3a divisão, em um campeonato que pode ser de míseras 14 datas e ao mesmo tempo perdurar até o final do ano (veja a fórmula de disputa, uma coisa ímpar). É algo descabido, desmotivante e broxante, numa linguagem chula e que exprime a revolta.

Que a FPF faça mais divisões regionalizadas para que se fomente a competitividade! Na última rodada da 1a fase – pode anotar – teremos clubes que darão WO, alguns eliminados aos montes e, o temor maior, aquelas agremiações suscetíveis às máfias das apostas, acertando perder suas partidas por placares combinados. Ou isso nunca aconteceu? Ou melhor: não se divulgou o acontecido a todos…

Mesmo diante de todas essas peculiaridades, não há qualquer justificativa (mesmo com as dificuldades financeiras) para não se atestar: pelo peso da camisa, pelo estádio, pelo número e pela paixão dos seus torcedores, pelos títulos e pela sua história, o Paulista é o MAIOR TIME da competição. E por isso, tem a obrigação (para não se apequenar de vez) de subir para a A3.

Claro, o futebol é, talvez, o único esporte em que o melhor nem sempre ganha. Só que será frustrante chegar no final do ano e não ver o Galo erguer a Taça de Campeão.

Eu confio no trabalho sério do treinador Sérgio Caetano, reconheço as dificuldades financeiras e hercúleas do gerente de futebol Juninho, além do apoio da Torcida que não o abandona (aqui me refiro às “testemunhas de sempre”, que estão na boa e na ruim, entre anônimos e as organizadas). E é justamente por isso que o Tricolor da Terra da uva subirá: pela superação!

Aliás: de novo se especula sobre Nenê encerrar a carreira, um dia, no Paulista FC (“dê um Google” sobre esse assunto e verá o quanto ele próprio já atestou isso). Após assinar contrato com o SPFC por dois anos, será que concretizará essa vontade (manifestada diversas vezes), estando com o Galo na A2 (se tudo ocorrer bem, calculando o tempo de vínculo do atleta e confiando no acesso do Paulista FC até essa data prevista)?

Aliás, uma ideia: Nenê é muito querido pelo presidente do Paris Saint-Germain, o sheik Nasser Al-Khelaïfi, o catariano que levou a Copa de 2022 para o seu país, maior partícipe do bilionário fundo QSI (Qatar Sports investment) e “dono do Catar”. Nenê, quando jogou na França, foi artilheiro e ídolo no time parisiense e só saiu de lá por força do marketing e da chegada de Ibrahimovic. Quem sabe o nosso querido atleta jundiaiense não poderia convencer o endinheirado investidor a fazer uma parceria com o Tricolor da Terra da Uva?

Não custa pedir ou tentar…

Aliás, para um time da 4a divisão, há muita história de craques como Nenê (ou até mais famosos) que por aqui passaram… Vide essa montagem, abaixo, de ex-atletas do Paulista, e peço a ajuda: alguém sabe quem a montou? 

Ops: Precisamos achar uma vaguinha para o Alemão (ex-Napole e São Paulo, que foi muito bem em Jundiaí) e outra para o centroavante Gerson (ex-Internacional e Atlético Mineiro, que creio ter sido o primeiro atleta do Paulista a figurar na Seleção Brasileira). No banco, divido o espaço com os saudosos e queridos treinadores Giba e Capitão Nivaldo Bonassi (se bem que não devemos esquecer o Luiz Carlos Ferreira, por tudo o que aqui fez).

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– Flanelinha em São Paulo levará multa de R$ 1.000,00. E em Jundiaí?

O combate aos flanelinhas começou na Capital. Os que intimam os motoristas quando estacionam seus carros podem até ser multados em um mil reais. Ótimo.

Enquanto isso, recordo-me do acontecido comigo em Jundiaí: flanelinha, agente de trânsito e funcionário do parquímetro em…

Leia você mesmo: https://professorrafaelporcari.com/2018/01/13/parquimetro-e-flanelinha-tudo-junto-e-misturado/

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– Um manifesto da GM contra o comando feminino?

Li no Jornal de Jundiaí e só resta dizer: que vergonha!

Quer dizer que os Guardas Municipais fizeram um abaixo assinado pedindo que não sejam comandados por mulheres?

Confere?

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-53015-gm-faz-abaixo-assinado-para-frear-ascensão-de-mulheres-na-liderança

GM FAZ ABAIXO-ASSINADO PARA FREAR ASCENSÃO DE MULHERES NA LIDERANÇA

“Se metade da corporação for mulher, a Guarda acaba”. Foi isso que um grupo de mulheres da Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) escutou de um colega homem sobre a tentativa de estabelecer, em lei, medidas para que a igualdade de gênero seja alcançada na instituição.

Um abaixo-assinado foi protocolado na prefeitura pedindo veto ao trecho da lei municipal que assegura um percentual de vagas femininas nos cargos de inspetor e subinspetor. A medida vai contra o Estatuto Geral das Guardas Municipais, definido sob a lei federal 13.022/14.

Atualmente, a GMJ conta com efetivo de 349 oficiais, dos quais apenas 38, ou 10,8%, são mulheres. Nenhuma delas ocupa um cargo de liderança na corporação.

Mesmo assim, o documento teria sido assinado por cerca de 200 membros, mais da metade do efetivo total, segundo as mulheres que conversaram com a reportagem do Jornal de Jundiaí no anonimato e disponibilizaram uma cópia da primeira página do abaixo-assinado.

PERCENTUAL MÍNIMO

A lei 13.022, sancionada em agosto de 2014, prevê a reserva de um percentual mínimo para o sexo feminino em cargos de todos os níveis da Guarda, definido em lei municipal. O texto diz, ainda, que os municípios teriam dois anos – contados a partir da sanção – para que possam se adequar à legislação. Isso significa que, desde agosto de 2016, a GMJ está irregular.

Em março de 2017, uma comissão de guardas foi criada para debater o estatuto e elaborar uma minuta de projeto de lei para a adequação do município à legislação federal. A princípio, segundo contam as GMs de Jundiaí, o texto da lei definia que 30% das vagas de ingresso e promoção na instituição fossem assegurados às mulheres.

Porém, no texto da minuta ao qual a reportagem teve acesso e que supostamente tramita na prefeitura hoje, consta que apenas 10% das vagas para a promoção aos cargos de inspetor e subinspetor ficam asseguradas ao efetivo feminino. O grupo diz que o trecho foi alterado depois que duas das três mulheres da comissão foram afastadas.

Agora, o abaixo-assinado da GMJ pede que o trecho em questão seja vetado, de forma que nenhuma vaga fique reservada para a liderança feminina. “Eles dizem que, se houver a cota, as mulheres vão ser promovidas pelo gênero e não pelo mérito”, disse uma delas.

“Esse argumento de que as cotas colocam pessoas menos preparadas nas vagas é comum, mas infundado”, diz Raquel Marques, presidente da ONG Artemis, que promove políticas públicas pelos direitos da mulher. “Diversos estudos provam que o desempenho dos cotistas não é menor que o dos demais”.

Ela afirma que as cotas obrigam a instituição a olhar para o problema. “Se hoje não existem mulheres suficientes em condições de ocupar a liderança, a cota obriga a guarda a capacitá-las melhor”.

Ela diz, ainda, que a maioria das organizações de ponta possui políticas afirmativas para garantir mais mulheres, negros e LGBTs em seus quadros de liderança. “Me parece que este abaixo-assinado em Jundiaí está na contramão de 2018”, revela Raquel.
LIDERANÇA

Isis Regina de Abreu, a única mulher em 68 anos de GMJ que conquistou um cargo de liderança, afirma que a cota para as mulheres é necessária, principalmente se o concurso interno para a promoção continuar sendo realizado pela própria instituição.

“Se ele fosse feito por uma empresa independente, a cota nem seria necessária. Se abrissem 10 vagas e 10 mulheres tivessem um desempenho melhor, todas as vagas seriam delas, sem necessidade de reservar uma parte”, analisa Isis.

Porém, ela diz que existem interesses machistas por trás do abaixo-assinado. “Os guardas pensam que vão ter que dar o lugar às mulheres mesmo tendo um bom desempenho, mas eu sei muito bem como as coisas funcionam lá dentro. Sem o percentual reservado, os homens vão fazer de tudo para ‘queimar etapas’ e impedir que uma mulher seja graduada”, emenda.

O jeito que as coisas funcionam, segundo a ex-subinspetora da Guarda, é contornar o processo de todas as formas para que sejam graduados apenas quem as lideranças querem. “No concurso que eu prestei, um guarda administrativo fez a prova a lápis, já que era a própria administração da GMJ que iria corrigir”, lembra.

Outra forma de impedir a graduação das mulheres, segundo Isis, é encontrar um motivo qualquer para que elas respondam a um processo na corregedoria interna da GM, ficando assim impedidas de serem promovidas. “Basta você espirrar mais alto que já te mandam para lá”, afirma.

Ela diz que um grupo de guardas tentou impedir sua graduação. “Primeiro pediram recurso, depois foram ao jurídico reclamar que não poderia ter uma subinspetora sem CNH, como eu, mas o edital não exigia”, conta. O processo levou oito meses até que ela pudesse, finalmente, assumir o cargo e, mesmo na liderança, enfrentou grandes dificuldades.

Algumas formas de afrontar sua autoridade eram sutis. “Eu dava ordens e o guarda se recusava a obedecer. Mesmo eu colocando isso no relatório, ele não sofria nenhum tipo de consequência”, diz. Mas Isis também recebeu ameaças mais diretas.

“Uma vez, um dos comandantes apoiou as duas mãos na minha mesa e disse que faria de tudo para me tirar da guarda. Depois de um tempo, me colocaram para ficar na sede da GM olhando para a parede. Foi então que decidi me aposentar. Nunca me deixaram exercer a liderança de fato”, desabafa.

GUARDA HUMANIZADA

Segundo Isis, a Guarda Municipal precisa de mais mulheres em todos os cargos para tornar a GM mais humana. “Querendo ou não, a mulher tem mais sensibilidade e sabe a hora de ser turrona ou flexível”, diz.

Ela acredita que mais mulheres na liderança da GMJ poderiam melhorar o jeito como a instituição lida com os problemas internos da corporação. “Muitos guardas sofrem com depressão, bipolaridade, alcoolismo ou vício em drogas – e ainda trabalham armados. É impressionante como todos entram saudáveis e ficam doentes. As sequelas não vêm das situações que vivemos na rua, mas do jeito que superiores tratam subordinados”.

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Foto: Jornal Regional

– Para quê complicar o pagamento do IPTU, dona Prefeitura?

Tenha certeza: assim que o IPTU de Jundiaí chegar na casa dos munícipes, a chiadeira vai ser grande. Explico:

Ao invés dos práticos carnês, chegará uma via com a parcela única para pagamento (com desconto). Se você optar por pagar parcelado, terá que pegar pela Internet.

Você acha que terá ou não inadimplência de pessoas que têm dificuldades em usar o computador?

É claro que para muitos (como eu), a Internet ajuda bastante. Mas se há aqueles que não conseguem nem sacar sozinhos a aposentadoria no caixa eletrônico, quanto mais baixar arquivos na Web!

Sem dúvida, é uma economia burra da Prefeitura de Jundiaí. Todo esse transtorno (que certamente terá) para não imprimir carnês (e dessa forma transferindo o custo de impressão para nós).

Será que é essa redução de custos que irá resolverá os problemas das finanças públicas? Claro que não.

Enfim: quem cuida da imagem do prefeito Luiz Fernando Machado está deixando ele se queimar desnecessariamente. Ao invés do IPTU ser destacado pela opção de outras datas de pagamentos com desconto (sim, terá essa novidade), a reclamação da não impressão dos carnês dominará as gritas gerais.

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– Desrespeito do Yes Ideal Living! Sacanagem…

Que noite comprida… estou desde às 03h30 em pé, trabalhei o dia inteiro, cheguei cansado às 20h em casa e sou obrigado a aguentar folgados que se acham acima do bem e do mal, desrespeitando as leis e fazendo o que querem durante a noite/madrugada. Não importa o respeito ao próximo, importa o cronograma das obras e o faturamento das vendas.

GUARDEM BEM ESSE NOME: “YES IDEAL LIVING JUNDIAÍ”, o empreendimento imobiliário no Bairro Medeiros (na Avenida Reynaldo Porcari, 2788) que está trabalhando às 23h45 de hoje (do dia 28 para 29/12), fazendo barulho à vontade sem se importar com os vizinhos.

QUEM CONSTRÓI PRÉDIOS A ESSE HORÁRIO DA NOITE é porque tem algo suspeito. Ou não?

Fazer armação de ferragem nesse horário? Concretar de madrugada? Baldear tábuas? Tão de sacanagem!!!

EMPRESA CORRETA NÃO TRABALHA ASSIM, nem nesse horário, ignorando a Lei do Silêncio.

As primeiras trincas na minha casa já surgem. Alguém veio verificar o impacto da construção desses prédios antes da liberação? NÃO, é claro! Para ajudar, trabalham sem respeito algum com os vizinhos a esta hora da noite / madrugada. Tenha Santa Paciência!!! Sem contar com a minha filhota caçula com gripe e febre, acordando a cada barulho da construção dos prédios e chorando. Como uma nenê vai entender que o “poderio econômico” dos construtores faz isso? Cadê o engenheiro responsável para uma manifestação? E o incorporador, fica quieto?

Daqui a pouco tenho que “levantar” de novo (e nem fui dormir, pois não é possível). Como fazer? É uma sacanagem muito grande eu ter que pedir para fazerem silêncio (como já fui) e o barulho continuar. A Polícia Militar (que é próxima) nada faz, pois há outras prioridades. A quem recorrer?

Uma das culpadas é a Prefeitura Municipal, que permitiu a liberação dos prédios em área de chácaras de recreio, sem infraestrutura alguma. Aliás, aqui desmataram, fizeram o diabo, mudaram o zoneamento justo nos terrenos da obra e ninguém nem liga. Será que os empreendedores são tão próximos das autoridades? E não me refiro a esta ou aquela administração municipal, estou generalizando mesmo! Muito chata tal situação.

Acesse o link do estudo de impacto da vizinhança desta construção, e veja que nas páginas 41 a 50 eles minimizam os vizinhos (eu nunca fui procurado) Nas páginas 97 e 98, itens 8.4.5 e 8.4.6, fala-se de que não existirá vibração ou barulho significativo (durante o dia); as trincas que estão surgindo na minha casa devem ser fruto da minha imaginação…. Na página 103, item 8.9, parece que tudo é feito para alegrar os vizinhos. RIDÍCULO, quem lê pensa que fomos consultados, nossas casas avaliadas e que estamos alegres. NADA DISSO ACONTECEU!

O relatório do impacto da obra está disponível em: https://www.jundiai.sp.gov.br/planejamento-e-meio-ambiente/wp-content/uploads/sites/15/2014/09/EIV_RIV_Proc_20700-2_13.pdf

1-Aliás, era “bola cantada” que teríamos problemas desde o início. Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2015/10/13/para-construir-no-medeiros-vale-tudo/

2-Complementando a falta de infraestrutura (se não bastasse o descaso, veja o que acontece quando chove aqui): https://professorrafaelporcari.com/2017/03/07/alagamentos-que-deveriam-ser-evitados/

3-Por fim, veja como a contrapartidas não acontecem para se construir em nosso bairro (e talvez na cidade toda): https://professorrafaelporcari.com/2015/02/28/bairro-medeiros-crescer-sem-planejamento-e-perigoso/

E o descaso dessa noite/madrugada está gravado: Assista (observação – enfim silêncio aos 21 minutos (00h21) dessa sexta-feira). Abaixo:

– Dias de Intolerância na Região de Jundiaí: 3 mortes banais!

No começo da semana, um homem foi morto em Jarinu por supostamente roubar um cacho de uva na plantação alheia. Ignorância absurda, apesar do aproveitador estar errado, logicamente.

Ontem, em Várzea Paulista, um menino de 9 (NOVE) anos matou outro de 12 (DOZE) por ter sido chamado de caolho. O assassino foi bolinado, é nítido, mas já tinha histórico de ter atentado contra um idoso a marteladas.

Hoje, um jovem foi morto no Eloy Chaves, ao chegar do trabalho. Motivo? A moto, desejo dos bandidos.

Quem mata por um mísero cacho de uvas, quem nem cresceu e já mata por qualquer chateação, ou ainda quem tira a vida do outro por culpa de uma moto, representam o quê para o futuro?

Triste demais. É reflexo de má formação dos pais, falta de Educação e relacionamentos extremistas sociais.

Informações sobre o crime no Eloy Chaves no link do Jornal da Região,

em: http://www.jr.jor.br/2017/12/20/homem-e-vitima-de-latrocinio-no-eloy-chaves2/

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– É imoral reajustar em 25% o IPTU de Jundiaí

Todos nós ouvimos falar que o Brasil está quebrado financeiramente, fruto de recessão, corrupção e má gestão. Isso vale para muitos estados (o Rio de Janeiro que o diga) e vários municípios.

Jundiaí, nossa rica cidade, assim como o resto do país, ‘rachou” politicamente. A péssima divisão entre esquerda-direita, comunistas-liberais ou “turma do PSDB-PT” (mesmo quando não sejam esses dois partidos no poder) faz com que a política se torne um verdadeiro Fla-Flu.

Digo isso pois TUDO é motivo para se criticar gestões anteriores (e não tiro a razão de quem critica, temos péssimos gestores do dinheiro público em todos os lugares e em todo o tempo da história) e, como solução prática, aumento de tarifas públicas e impostos.

Vide na esfera nacional: corte de investimentos em Educação e Saúde, medidas onerosas à maioria da população e nenhuma movimentação para o fim das regalias que envolvem os nobres deputados e senadores.

Se trouxermos tudo isso para nossa cidade de Jundiaí, o lamento se faz igual: se o cofre do município está quebrado (mesmo sabidamente sendo uma cidade rica e de inúmeras empresas aqui instaladas), não é justo que a população pague por um reajuste de 25% no Imposto Territorial Predial Urbano (IPTU).

Ora, há de se ter mais criatividade para resolver os problemas das finanças municipais: corte de cargos comissionados, redução de gastos desnecessários, enxugamento nas verbas de publicidade, etc, etc e etecetera. O que não dá é para o munícipe pagar a conta (como sempre se faz).

Hoje os vereadores votarão o aumento ou não de IPTU. Duvido que passe. Mas se passar, será vergonhoso. Repito: a população não pode pagar por má gestão anterior ou ter equivalência percentual nos reajustes dos deveres a saldar, se não há nas obrigações a receber.

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– Identificados os alunos-vândalos das Escolas Estaduais de Jundiaí?

Muito me entristeceu ver aqui no Vetor Oeste o vandalismo causado por “ditos alunos” na Escola Albertina Fortarel, tradicional unidade de ensino do Parque Eloy Chaves. Livros jogados e rasgados, farra, desrespeito total. Também na Paulo Mendes, na Vila Progresso, uma situação parecida.

Ainda bem que estão chegando as férias escolares, caso contrário isso poderia se tornar “moda” (como acontece com muitas idiotices da nossa sociedade).

Será que os alunos praticantes de tal ato foram identificados e punidos? 

Tenho pena dos professores e diretores dessas instituições, já que tais estudantes estão no carrinho errado – o do anarquismo, da bobagem e da ideologia do caos (ou falta de bom senso). Entendo que se a qualidade de ensino decaiu (e não sei se isso aconteceu nessas duas escolas, que reconhecidamente têm bons docentes), a forma de crítica e/ou protesto deve ser outra. Aliás, isso não me parece movimento de contestação, mas puramente bagunça. Uma pena!

Aliás, está “bombando” nas redes sociais uma manifestação em vídeo do vereador EdiCarlos, onde ele talvez tenha se expressado mal e cuja opinião ficou dúbia (abaixo).

Ops: eu estudei também em escola pública: a EEPG Irmã Úrsula Gherello (Caic) e na EEPG Rafael de Oliveira (Medeiros). Não me recordo NUNCA de qualquer ato no sense…

Compartilho, extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/12/03/escola-e-chata-nao-vou-julgar-os-alunos-qualidade-de-ensino-esta-cada-dia-pior-diz-vereador-de-jundiai/

“A ESCOLA É CHATA . Não vou julgar os alunos; a qualidade de ensino está cada dia pior”, diz vereador de Jundiaí

por Hanaí Costa

O vereador de Jundiaí EdiCarlos (PSD) postou um vídeo nas redes sociais neste domingo pela manhã clamando pela ‘qualidade de ensino nas escolas estaduais’. Mais: disse que não vai ‘julgar’ os alunos que queimaram material escolar e rasgaram apostilas nas escolas Albertina Fortarel, no Eloy Chaves, e na EE Paulo Mendes Silva, na Vila Progresso esta semana. Ontem, o Portal Tudo publicou o vandalismo nas duas escolas. Em uma delas, a direção da unidade cancelou a festa de confraternização por conta da postura de uma parte dos alunos. Muitas pessoas se manifestaram contra a postura dos alunos, inclusive, pessoas ligadas à Educação.

A escola é chata. Converso com inúmeros alunos que me dizem isso. Estudei em escola publica e sei o que estou falando. Claro que não estou incentivando vandalismo, mas a reflexão tem que ser mais profunda”, disse, em vídeo, o vereador.

Alexandra Gasparini Spiandorelo é professora. Ela também se mostrou indignada nas redes. “Esse é o valor que a sociedade da para escola. É o valor que os pais dão aos professores. É a situação da educação das crianças….. tudo pode.”, lamentou.

Já Claudia Alencar disse: “Essa ação mostra quem são nossos alunos e a falta de educação dos mesmos. Falta educação, falta compromisso, vontade, respeito pelos colegas, pelos adultos, pelo ecossistema, pela cidade, pelo planeta”.

O Portal Tudo entrou em contato com a secretaria de Estado da Educação e aguarda posicionamento.

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Na escola do Eloy Chaves alunos ficaram sem confraternização

– 8 casos de suicídio em Jundiaí somente nesse mês.

No mês passado ocorreu a Campanha “Setembro Amarelo”, visando a Prevenção do Suicídio. Um assunto sério e delicado neste mundo que sofre com cobranças, depressão e de uma enxurrada de informações positivas e negativas on-line.

Digo isso pois ouço na Rádio Cidade 730 AM, durante o seu jornal do período da manhã, que em Jundiaí ocorreram, só em Outubro, 8 casos de suicídio – a maioria de pessoas com depressão e dificuldades financeiras.

Para muitos, depressão é uma bobagem. Mas que tem, sabe o quanto é uma doença gravíssima!

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– Que saudade de um joguinho no Jayme Cintra… E o almoço?

Toda semana, na minha linha do tempo do Facebook, aparece uma lembrança de alguma das inúmeras partidas das quais transmitimos na Rádio Difusora, envolvendo o Paulista Futebol Clube

A saudade maior não é só a de estar na cabine comentando; é de, literalmente, TER JOGO!

No ano em que o Galo da Japi caiu para a 4a divisão estadual e as categorias de base não vingaram nos campeonatos regulares da FPF, o Estádio Jayme Cintra ficou às moscas de abril para cá (se falando de futebol profissional). Afinal, o time não tem calendário.

E o que fazer, se não aguardar e torcer por mudanças e a chegada de 2018? Parabéns aos torcedores que prestigiaram o Sub 20 dirigido pelo treinador Sérgio Caetano neste período.

Ops, perguntar não ofende: sobre o almoço feito para ajudar no pagamento das faturas atrasadas da CPFL, já houve a prestação de contas? Como o evento é beneficente, faz-se necessária tal transparência.

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– Os Macacos com Febre Amarela mudam a Festa das Crianças Jundiaienses de local

Muito preocupante: após 135 mortes de macacos e 10 outros apreendidos por conta de um surto de febre amarela, a Festa das Crianças de Jundiaí, tradicionalmente realizada no Parque do Corrupira, foi transferida para o Parque da Uva (devido a apreensão dos macaquinhos naquela região).

Uma boa informação: lá no Parque da Uva haverá vacinação contra a Febre Amarela. Quem diria que em pleno século XXI teríamos uma situação assim… E como prevenir, se não com a vacina?

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– Feira com Produtos de Qualidade formada por gente capacitada!

Boa notícia: uma parceria do setor público proporciona capacitação ao pequeno agricultor, que poderá vender seus produtos direto ao consumidor.

FEIRA DO PRODUTOR RURAL ACONTECE NA CIDADE

por Reinaldo Oliveira

Jundiaí tem a partir desta 2ª feira dia 9 de outubro, uma Feira do Produtor Rural, onde a população terá produtos hortifrutis frescos e de qualidade, direto do produtor para sua mesa.

O projeto “Feira do Produtor Rural” foi construído a partir de uma parceria entre a prefeitura de Jundiaí e o Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.

Pequenos agricultores com propriedades no entorno de Jundiaí e que já recebem orientações técnicas da prefeitura, quando firmada a parceria foram convidados a participar de uma capacitação ministrada pelo Senar.

Com duração de 8 meses a capacitação – teórica e pratica teve como objetivo a criação desta Feira do Produtor Rural, como mais uma alternativa para a venda direta do produtor ao consumidor.

O local da Feira é na Rua Adilson Rodrigues s/nº – Jardim Novo Mundo, em Jundiaí. Todas as 2ª feria das 17h às 21h. É isso!

Feira do Produtor - Triduo padre Atila 024

– O Mapa da Violência em Jundiaí

O Jornal de Jundiaí trouxe uma matéria sobre as principais ocorrências que envolvem a Segurança Pública em Jundiaí. E ao ver a figura (abaixo o mapa), temos uma noção exata de como se dividem os bairros e onde é mais violento ou não.

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-49901-furtos-e-roubos-lideram-e-região-da-ponte-são-joão-é-a-que-tem-maior-número-de-casos

FURTOS E ROUBOS LIDERAM E REGIÃO DA PONTE SÃO JOÃO É A QUE TEM MAIOR NÚMERO DE CASOS

Por Niza Souza

Ocorrências de furtos e roubos são as principais registradas nos sete distritos policiais (DPs) de Jundiaí. Somente de janeiro a agosto deste ano, foram registrados 3.760 furtos, sendo 467 de veículos, e 1.451 roubos, 217 de veículos. Os números fazem parte das estatísticas da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). A maior parte das ocorrências está na região da Ponte São João.

Já o índice de homicídios na cidade está bem abaixo das médias nacional e estadual. No ano passado, foram registrados apenas 22 homicídios dolosos em Jundiaí, o que representa 5,5 para cada 100 mil habitantes. A taxa no Estado de São Paulo é de 12,2 homicídios para cada 100 mil habitantes e no Brasil, 28,9. Este ano, até agosto, foram 11 homicídios na cidade. Nas regiões abrangidas pelo 1º DP (Centro) e 7º DP (Chácara Urbana), não foi registrado nenhum crime de homicídio este ano.

Os delegados de polícia ouvidos pela reportagem do JJ Regional são unânimes em afirmar que, de modo geral, consideram a violência controlada em Jundiaí, principalmente pela baixa taxa de homicídios. Já a maioria dos furtos, crime que lidera as estatísticas, de acordo com as autoridades policiais, é de pequenos delitos, como furto de celular, carteira e bolsa.

O 3º DP, na Ponte São João, é o que mais registrou ocorrências este ano. Foram 1.376 até agosto. No ano passado inteiro, foram 2.214 ocorrências. Também é onde está a maioria das ocorrências de tráfico de drogas na cidade. Este ano, já foram 103.

Para o delegado Antonio Dota Júnior, titular do 3º DP, um dos motivos é a alta densidade populacional da região abrangida pelo distrito, que inclui bairros como Jardim São Camilo, Jardim Tamoio, Tarumã, Vila Nambi, Ivoturucaia, entre outros. Calcula-se uma população em torno de 120 mil habitantes. “Muitos casos de furtos são cometidos por usuários de drogas em situação de rua, que roubam pequenas coisas, e até fios e cabos, para sustentar o vício. Isso acaba aumentando as estatísticas”, analisa o delegado.

Dota Júnior destaca que, para combater esse tipo de delito, a Polícia Civil e a Guarda Municipal realizam, frequentemente, uma ação conjunta para cadastramento e monitoramento desses moradores em situação de rua. Segundo ele, esse trabalho tem ajudado a reduzir os índices criminais na região.

Outra ocorrência que chama a atenção no 3º DP é a lesão corporal dolosa. Foram 161 registradas neste ano, até agora, acima da média se comparada aos outros distritos da cidade. “Normalmente são casos de brigas e ameaças”, explica Dota Júnior.

Trânsito A segunda região com maior número de ocorrências registradas na cidade é a do 2º DP, no Parque da Represa, que abrange os bairros Vila Hortolândia, Engordadouro, Cecap, Morada das Vinhas, Vila Marlene, Jardim Sorocabana, Corrupira, Mato Dentro, Vista Alegre, entre outros. De janeiro até agosto, foram 1.151 ocorrências no distrito, a maioria, 634, de furtos (sendo 81 de veículos).

Segundo o delegado responsável, Orli de Morais, este ano as estatísticas foram incrementadas pelos furtos de hidrômetros. “Foram mais de 20 casos. Mas já identificamos e prendemos os autores desses crimes”, afirma.Por lá, além dos furtos, o dado que chama a atenção é o número de lesão corporal culposa por acidente de trânsito.

Foram 145 neste ano, acima da média das outras regiões da cidade. Conforme explica o delegado, a região abrange algumas rodovias, como o João Cereser e parte da Anhanguera, o que impacta na estatística de trânsito. Centro
Apesar de estar entre os distritos com menor número de ocorrências, 830 de janeiro a agosto, o 1º DP, no Centro, chama a atenção por registrar o maior número de furtos comparado às outras regiões da cidade. Foram 646, sendo 44 de veículos. O delegado Josias Guimarães pondera, entretanto, que a maioria dos casos é esclarecida ou autuada em flagrante.

“Isso ocorre por conta do perfil da região, que concentra muitos comércios e agências bancárias. Além dos furtos, também temos muitos casos de estelionato, justamente por conta dos bancos”, explica.

Por isso, ele alerta a população a sempre ficar atenta para não cair em golpes. “É incrível, mas ainda tem gente que cai em golpes conhecidos, como o do bilhete premiado. É preciso tomar muito cuidado, não deixar bens de valores à mostra. O ladrão procura facilidade. Se encontar, ele aproveita.”


 

– Diploma de Honra ao Mérito Esportivo: Meu Agradecimento!

Com alegria, participarei das Homenagens e Distribuição de Títulos Honoríficos concedidos pela Câmara Municipal de Jundiaí, através da indicação do Vereador Albino.

De coração, agradeço o Diploma “Capitão Nivaldo Bonassi” de Incentivo ao Esporte Jundiaiense. Muito me honra em especial o fato da Homenagem levar o nome do querido e saudoso Capitão Bonassi, a quem eu admirava pela hombridade e que sempre foi muito bacana e atencioso comigo nas diversas vezes que conversamos dentro e fora do mundo do futebol.

O evento acontecerá dia 26 de Outubro, e desde já convido aos amigos que desejarem a participar da Solenidade, às 19h00, no Teatro Polytheama.

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– Sobram exames de Mamografia em Jundiaí: DIVULGUEM!

Em tempos que muito se fala sobre a Prevenção ao Câncer de Mama, leio no Jornal de Jundiaí (ed 29/09/2017, matéria de Niza Souza), que a oferta do Exame de Mamografia (que é o principal meio de se diagnosticar precocemente os tumores) foi de quase 30.000 exames no último semestre na cidade. Entretanto, em média, SOBRAM 570 exames / mês (segundo a Secretaria de Saúde de Jundiaí, renomeada Unidade de Gestão e Promoção da Saúde)!

E sabe qual é a grande facilidade? Não é necessário marcar consulta, é só se dirigir a uma UBS e pedir o agendamento da mamografia (não há fila de espera).

Diante das campanhas preventivas, por quê não se cuidar?

Se você conhece alguém que não faz a prevenção, oriente-a!

A matéria do JJ está disponível em: http://www.jj.com.br/noticias-49644-em-jundiai-sobram-mais-de-500-exames-de-mamografia-por-mes

EM JUNDIAÍ, SOBRAM MAIS DE 500 EXAMES DE MAMOGRAFIA POR MÊS

Há dois dias do início do tradicional mês de campanha de prevenção do câncer de mama, o chamado Outubro Rosa, um dado chama a atenção em Jundiaí: sobram vagas para o exame de mamografia, principal aliado do diagnóstico precoce. De acordo com dados da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, da prefeitura, por ano são ofertados 29.892 exames e no primeiro semestre deste ano sobraram, em média, 570 por mês.

De acordo com dados da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, no ano passado deixaram de ser agendados 1.555 mamografias. Somente nos meses de outubro e novembro, por conta dos eventos do Outubro Rosa, a quantidade de agendamentos aumentou.

“Em 2016, nesse período, foram realizados 5.253 mamografias. Isso significa o dobro do que foi realizado nos demais meses do ano”, informa a diretora de Atenção Básica à Saúde, Viviane dos Santos Vacchi.

A campanha Outubro Rosa foi criada justamente para chamar a atenção e alertar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce. Estudos mostram que o câncer de mama, quando detectado precocemente, tem 88% de chances de cura. Mas, mesmo com o índice positivo, ainda existe a resistência entre muitas mulheres em realizar o exame.

“A realização da mamografia é o principal exame para identificação da doença. O autoexame somente detecta nódulos a partir de um centímetro. A precocidade é fundamental para as chances de cura”, explica Viviane, lembrando que o exame está disponível na rede pública de saúde gratuitamente. A solicitação pode ser feita sem a necessidade de uma consulta. Basta pedir o agendamento na unidade básica de saúde (UBS) do bairro. Não há fila de espera para realizar o procedimento.

No ano passado foram registrados 165 novos casos de câncer de mama entre as mulheres em idade fértil. Até maio de 2017, 60 novos casos da doença foram registrados na rede pública municipal.

O tratamento – cirurgia, quimioterapia ou radioterapia – é feito no Hospital São Vicente de Paulo e não há fila de espera para nenhum dos procedimento, segundo a prefeitura. São realizadas, em média, 20 cirurgias por mês para a retirada de câncer de mama. Segundo a Unidade de Saúde, o tempo entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento é de 30 dias, em média, podendo ser reduzido conforme o estágio do tumor.

A abertura do Outubro Rosa será no domingo (1), no Parque da Cidade, com atividades esportivas e exames. As Unidades Básicas de Saúde também estão preparando atividades específicas para o mês.

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– O Furador de Pedágios deixou de pagar 1100 vezes!

Há malandro para tudo. Imagine você que um caminhoneiro ousou passar mais de 1000 vezes em diversas praças de pedágio na região de Jundiaí, todas elas sem pagar?

Folgado, não? Concordo que o pedágio é caro, mas e o perigo de acidentes e outras coisas que tal ato extremista leva?

Compartilho, em: https://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/caminhoneiro-e-detido-suspeito-de-furar-pedagio-mais-de-mil-vezes-na-regiao-de-jundiai.ghtml

CAMINHONEIRO É SUSPEITO DE ‘FURAR’ PEDÁGIO MAIS DE MIL VEZES NA REGIÃO DE JUNDIAÍ

Segundo a Polícia Rodoviária, o veículo deve mais de R$ 53 mil de taxas e o motorista ainda terá que pagar quase R$ 200 mil em multas.

Um caminhoneiro foi detido na noite desta segunda-feira (18), na Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí (SP), depois de quebrar a cancela de um pedágio para não pagar a tarifa.

De acordo com a concessionária que administra o trecho, uma pesquisa foi feita a partir das placas do veículo, que é de Iracemápolis (SP), e foi constatado que o motorista já cometeu a mesma infração 1.100 vezes somente nas rodovias do Sistema Anhanguera-Bandeirantes.

Ainda segunda a concessionária, o veículo deve mais de R$ 53 mil de taxas de pedágios que deixou de pagar.

A Polícia Rodoviária foi informada sobre o caso e conseguiu abordar o caminhoneiro em um posto de combustível, às margens da Rodovia dos Bandeirantes. O veículo carregado com açúcar também estava com os pneus carecas e o estepe destruído.

Além de ter que pagar as dívidas com a concessionária que administra o sistema Anhanguera-Bandeirantes, o caminhoneiro foi multado em R$ 195 por cada vez que deixou de pagar um pedágio. Somando assim uma dívida total de quase R$ 200 mil.

Após as multas serem aplicadas e o acionamento da empresa concessionária que administra a rodovia para tratar da cobrança das tarifas atrasadas, o motorista foi liberado para prosseguir viagem.

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– O descaso para com o trânsito do Bairro Medeiros

Nosso Bairro Medeiros, aqui em Jundiaí, parece estar deixado de lado pela Prefeitura Municipal. As entradas do nosso bairro pela Avenida Reynaldo Porcari (pelo lado da Rodovia Hermenegildo Tonoli), ou pelo lado que acessa a via Francisco Nobre, de quem vem da Rodovia Dom Gabriel, são caóticas!

Quem está no sentido Jundiaí – Itu e tenta adentrar o bairro se depara com uma curva perigosa, com uma fila de carros para entrar e com o ônibus parado em cima da faixa de rolamento pois não existe baia para passageiros subirem ou descerem.

Por pior que esteja a via, ainda conseguiram piorar mais ainda! A Rodovia das Colinas colocou uma defensa para evitar que os moradores acessassem a Rodovia Dom Gabriel, a fim de saírem do bairro sentido Jundiaí ou Itu, partindo de duas ruas. Com a dificuldade de acesso do bairro, ficou uma loucura tal trecho que compreende a Avenida Maria Pansarin Porcari com a Rua David Palombo.

O problema é que o ônibus circular, devido a essa modificação, precisa acessar um trecho de terra do que sobrou da antiga Marginal da Rod Marechal Rondon, dividindo o estreito espaço com carros e pedestres (sendo esse um importante acesso de crianças à Escola Rafael de Oliveira).

O imbroglio é que quando a Rodovia Marechal Rondon passou a se chamar nesse trecho “Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto”, existiam duas situações:

1- Tinha-se trânsito pela Rua 4, que acabava no trecho sem saída do “terrão do Spina”, e que hoje virou o Condomínio Verdana. A Rua 4 passou a se chamar Av Maria Ap P Porcari, e com a construção, parou no “Sítio Pedra Preta”, onde reside a Família Porcari, moradora lá desde 14 de agosto de 1926 (antes da Rua 4, que depois virou Avenida, ser aberta).

2- Existia também a Marginal da Marechal Rondon, que recebia o trânsito da Rua 4 (hoje Av Maria Aparecida) como um “desvio”. Como a rua era sem saída, abriu-se um acesso não oficial que servia os moradores. A larga Marginal passava paralela à Maria Aparecida e terminava no Posto São Paulo.

O grande erro foi que com a duplicação da Rodovia, eliminou-se parte da Marginal, sobrando 200 metros como uma saída da Avenida Reynaldo Porcari, e o largo trecho de terra à frente foi “comido” pelo acostamento, sobrando apenas um estreito pedaço paralelo ao Sítio Pedra Pretaque não é a Av Maria Parecida Pansarin Porcari, pois esta é sem saída alimas sim parte da antiga Marginal. E essa mesma Marginal, para complicar ainda mais, após o trecho da Capela Nossa Senhora tornou-se fechada pela mesma concessionária, com as defensas impedindo o trânsito.

Diante de toda essa pendenga, a Prefeitura nada fez! Fica um empurra-empurra entre Prefeitura / DER / Concessionária. De autoridades municipais, somente o vereador Albino esteve aqui debatendo com moradores e pedindo aos funcionários da Colinas para que não se fechasse o acesso. Mas, pelo que parece, a Concessionária quer isolar o bairro ainda mais, pois não se moveu em nada para mudar tal panorama.

Enfim: tanto a gestão Pedro Bigardi quanto o início da gestão Luiz Fernando Machado nada fizeram/ tem feito por aqui. Se usassem melhor seus prestígios políticos junto a seus pares, dariam uma solução razoável, que poderia ser: a construção (ou melhor, a reconstrução) da Marginal ou ainda o prolongamento da Avenida Maria Pansarin Porcari, sendo que para tal é necessária uma desapropriação parcial de terreno, e que ao contrário do que algumas pessoas publicaram em Redes Sociais (talvez pessimamente informados ou com alguma intenção escusa, política ou promocional), NUNCA foram procurados para qualquer tipo de negociação daquele trecho; lembrando, ainda, que a propriedade é particular e está ali constituída antes da abertura das ruas (ali há 91 anos). Portanto, isentos totalmente de qualquer responsabilidade (diferente do que alguns “confusos” publicaram).

OBS: não é só esse trecho que é problemático, a própria Avenida Reynaldo Porcari está saturada e difícil de ser transitada próximo aos prédios em construção, sendo que os carros estacionam dos dois lados e fazem uma confusão no horário de pico. E quando chove, sem bueiros…

Compartilho as fotos e vídeo da Taís Porcari publicadas em seu Facebook, onde se vê o perigo que o trecho se tornou (além da velocidade do ônibus). Abaixo:

BAIRRO MEDEIROS

Gostaria de entender como uma prefeitura que faz uma campanha pelo trânsito seguro tem a coragem de deixar a entrada do bairro Medeiros nesse estado! Não temos ponto de ônibus, a rua não é asfaltada e o acostamento se confunde com a via. Temos duas opções, ou comemos poeira para pegar um ônibus ou atravessamos a rodovia. A promessa de pavimentação tem mais de 12 anos! O senhor prefeito Luiz Fernando Machado , quando ainda era candidato a vereador, prometeu fazer algo pelo bairro e até agora NADA! Todo esse tempo se passou e vocês não fizeram nada! Gostaria muito de uma explicação descente! E no mínimo uma solução!!! Pagamos impostos, e altos! Prefeitura de Jundiaí Luiz Fernando Machado.

 COMPLEMENTO: o vereador Albino me informou que a Concessionária Colinas cumpriu a determinação da ARTESP (órgão que regula o setor), sob pena de multa. O próprio Albino solicitou ao deputado estadual Júnior Aprilante e ao deputado federal Miguel Haddad que intercedam pelo bairro. Todos aguardando uma resposta, apesar da demora da Concessionária.