Como o sábado amanheceu nublado, vale o amanhecer de um dia de sol muito bonito para embelezar nossa timeline!
O clique abaixo, de 3 anos, na divisa entre os municípios de Jundiaí e Itupeva.
Que tenhamos uma ótima jornada.
#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Como o sábado amanheceu nublado, vale o amanhecer de um dia de sol muito bonito para embelezar nossa timeline!
O clique abaixo, de 3 anos, na divisa entre os municípios de Jundiaí e Itupeva.
Que tenhamos uma ótima jornada.
#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Repercutiu muito nesse último final de semana a notícia de que um motorista de Uber houvera estuprado uma passageira no percurso entre o Maxi Shopping Jundiaí e sua residência.
A vítima prestou queixa, mostrou peças de roupas rasgadas, teve a solidariedade das amigas e divulgou-se a foto do motorista. A prisão do homem foi decretada, acompanhada de escracho público e violência contra a família do próprio trabalhador, acusado do horrendo crime.
E não é que a Polícia conseguiu descobrir que era tudo mentira?
O motorista – um honesto e inocente trabalhador – foi vítima de uma vigarista. A jovem (que é lésbica) terminou seu relacionamento com sua namorada. Para chamar a atenção da sua ex-parceira, inventou uma situação onde foi vítima de violência sexual por parte de um homem. E sua fantasia virou realidade no mundo que criou, prejudicando deveras um pai de família.
O que fazer? Como fica o prejuízo deixado à real vítima, o motorista? As moças que divulgaram os cartazes dele pedirão desculpas na mesma proporção? A “falsa estuprada” pensou nas consequências?
Extraído de: https://jr.jor.br/2020/01/21/jovem-mentiu-sobre-estupro-de-motorista-do-uber/
JOVEM MENTIU SOBRE ESTUPRO DE MOORISTA DO APLICATIVO
Uma jovem de 18 anos, que denunciou na Polícia de Jundiaí um motorista de aplicativo pela prática de estupro, mentiu sobre as acusações.
O caso foi esclarecido pela equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí.
A jovem foi indiciada pela delegada Renata Yumi Ono por falsa comunicação de crime, denunciação caluniosa, fraude processual e vai aguardar em liberdade a decisão da Justiça.
A equipe da investigadora Lilian trabalhou muito para desvendar esse caso, porque a suposta vítima tinha “produzido” elementos para enganar a todos, como as roupas rasgadas e peças íntimas sujas de sangue e chamou uma amiga como “testemunha” de que tinha sido violentada.
Desde sábado a Delegacia da Mulher buscava provas para saber o que realmente tinha ocorrido. Até ordem de prisão contra o motorista foi expedida e amigas da jovem espalharam foto do motorista como “procurado” por estupro nas redes sociais.
Ela contou que o acusado tinha ido em frente de sua casa com um Corsa ou Celta preto e a levou para matagal, onde estuprou e fez atos libidinosos, rasgando suas roupas.
O rapaz tentou obter imagens que provavam a sua inocência. Uma das câmeras de condomínio registrou a saída dele no horário em que a moça disse ter sido estuprada. Mas a segurança informou que entregaria à polícia só com ordem da Justiça.
Graças à equipe da DDM ele pode respirar aliviado e tentar voltar ao trabalho.
“A casa caiu”
Diante de vários conflitos nas informações da jovem e nas versões dos familiares do acusado, que garantiam a inocência do motorista do Uber, a jovem foi chamada para voltar na Delegacia para novo depoimento e caiu em conflitos.
No final acabou confessando que ‘inventou’ tudo e o motorista era inocente.
O único problema real que teve com ele foi a divergência em pagamento de uma corrida até o Maxi Shopping, de R$ 15,30.
A jovem disse que inventou o estupro para chamar a atenção da namorada, porque ela a deixou.
Agora a jovem terá de aguardar a decisão da Justiça sobre o seu futuro. A família do rapaz informou ao “Jornal da Região” que pretende processar a moça, também.
Ele teve de desaparecer, porque algumas pessoas o ameaçavam.

Há pouco, falamos sobre a informação exclusiva de Adilson Freddo sobre a saída do parceiro do Paulista FC, a Kah Sports (se você não leu, clique aqui neste link onde há o comunicado oficial e motivos do parceiro do Galo: https://wp.me/p4RTuC-oAm).
Conversei com Hikmat Derbas (que trabalhou como gestor da Kah e agora é diretor do Paulista): ele se mostrou surpreso, disse que a priori, fica no Paulista, pois tinha se desligado da empresa e é contratado do clube.
Quanto ao treinador Edson Fio, não será mais técnico do Paulista, em informação do próprio Adilson (durante o programa Batendo Bola da Difusora) e confirmada pelo jornalista Thiago Baptista de Olim (JJ e Esporte Jundiaí). A não ser que alguém o convença ou o banque até o final da tarde, onde prometeu entrevista na Difusora entre as 18h e 19h.
Luiz Müller, que foi cotado para dirigir o Tricolor Jundiaiense no final do ano passado, voltará a ser bola da vez? Talvez sim, pois está disponível no mercado, conhece Jundiaí e jogará um amistoso no sábado, em Jayme Cintra, entre veteranos do Paulista vs veteranos do Bragantino.
Mas lembre-se: “talvez” não quer dizer “É”. Poooode ser.
Somente reforçando: a Fut Talentos, que estava fora do futebol profissional em 2020 (não houve interesse no projeto da A3), também não ficará para as categorias amadoras. Seu último trabalho foi Paulista 1×5 Athlético pela Copa SP.
Vida que segue. Agora, Jundiaí voltará a ser dirigida por jundiaienses. E que todos tenham boa sorte!
Ops: os motivos não-oficiais da saída, não sei, embora especule-se muita coisa que, por não ser confirmada, fica na boataria (vai que é coisa “plantada” para defender o interesse escuso de alguém…) O oficial da Kah está no comunicado, aguardando ainda a fala oficial do Paulista.
Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2020/01/faltando-uma-semana-para-3-paulista.html
FALTANDO UMA SEMANA PARA A A-3, PAULISTA PERDE PARCERIA E TREINADOR.
Faltando uma semana (mais precisamente nove dias) para o início da Série A3 do Paulistão, o Paulista não tem mais parceria e nem comissão técnica. E possivelmente elenco. Atuante na gestão do futebol profissional do ano passado, as empresas Kah Sports e Fair Play anunciaram nesta quinta-feira (16) a sua saída do clube. Em conversa com radialista Adilson Freddo, da Rádio Difusora, Edson Fio anunciou sua saída como treinador do Paulista.
Alguns jogadores do atual elenco que chegaram ao clube para defender o Paulista nesta temporada não devem permanecer. O Galo começa sua participação na Série A3 do Estadual no dia 25 de janeiro, quando enfrenta o Nacional de São Paulo, a partir das 16 horas no estádio Jayme Cintra.

O ano que chega será marcado pelas Eleições Municipais. Já repararam quanta gente que é pré-candidata a vereança e que, como ainda não pode fazer campanha oficialmente, coloca faixas e outdoors disfarçadamente com desejos de “Boas Festas”?
Infelizmente, vale tudo. É hora de sorrisos fingidos e tapinhas nas costas. De promessas vazias e mentiras deslavadas. De saber que não vai se cumprir e de engambelar o eleitor.
É essa a dura realidade. Sejamos sinceros: muitos se candidatarão para arranjar emprego, não para servir o povo. Devem ser poucos os que realmente entrarão no pleito sem o desejo de enriquecimento mas única e exclusivamente de fazer um mundo melhor.
Tenho inúmeros amigos e conhecidos que serão candidatos. Alguns eu sei que procuram benesses próprias; outros, sei que têm boa vontade.
Em quem votarei? Será por eliminação:
– Tem desejo real de ajudar o próximo?
– Reconhecidamente é honesto?
– É do bairro que vivo?
– Tem condições de ajudar de verdade?
Se tiver essas quatro características, poderá ter meu voto, independente do partido. Mas cá entre nós: aguentar o “papinho e a lenga-lenga” dos candidatos “profissionais” é um saco, hein?
Espero que os bons vereadores se reelejam e que os picaretas dêem lugar a novos e empenhados legisladores.

Há exatamente dois anos, eu publicava essa abordagem (retratada a seguir) no meu blog. A questão é: por quê tais coisas surgem e ficam no papel? Outro exemplo além do BRT de Jundiaí é o Centro Olímpico do Sarapiranga (Jardim Carolina, região do Bairro Medeiros), prometido pelo Ministro dos Esportes da época (PC do B – SP), Orlando Silva, que NUNCA saiu do papel!
Abaixo:
Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?
Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.
O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.
Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!
Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?
Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).
Aguardemos.

Agora que se definiu a permanência de Hikmat Derbas, que representava a Kah Sports e que será um dos diretores do Paulista FC a convite do presidente Rogério Levada (devido ao seu importante trabalho na campanha de 2019), que também se tem apalavrada a permanência do treinador Edson Fio (Luís Müller era o plano B caso não se acertasse com o técnico), e que se sabe que a Fut-Talentos permanecerá até a Copa SP e realizará o trabalho na base, resta perguntar: de onde poderão vir os recursos financeiros para o time profissional da A3?
É claro que a expertise da nova diretoria contará muito, seja na contratação de atletas ou na vinda de patrocinadores para alavancar as receitas. Mas uma das possibilidades ventiladas nos últimos dias era (ou ainda é) a do Grupo Figer assumir o departamento profissional, em regime de parceria.
Mas quem é ele?
O Grupo esteve no Londrina no começo do Brasileirão da Série B, mas devido a desavenças com os parceiros locais “tirou o pé” (e, como visto, a campanha do time paranaense degringolou).
A título de curiosidade, quem seria (ou será, pois ainda poderá ser uma possibilidade – levantada anteriormente por Rivelino Teixeira, Adilson Freddo e Thiago Batista Olim) a pessoa responsável dos Figer, o elo entre eles e o Paulista?
É uma jovem, extremamente respeitada no meio: Stephanie Figer, que pode ajudar a definir o futuro do Galo em 2020.
Conheça a competente negociadora e agente de atletas, neta daquele que foi um dos maiores empresários de jogadores do Brasil durante os anos 90 (se não o maior) Juan Figer, que especulava-se (ou ainda especula-se) até mesmo trazer para Jundiaí recursos do Shangai SIPG (o time de Hulk, Oscar e Elkeson) através do Grupo Figer.
(Acima: destaco que está no CONDICIONAL, pois um negócio, para ser bom, deve agradar a todos)
MULHERES NO FUTEBOL
Por Tathiana Diniz
O futebol sempre esteve presente na vida de Stephanie Figer, mas de uma forma diferente. Enquanto outras meninas comemoravam gols do time de coração, ela vibrava quando o pai e o avô negociavam a venda de um craque para um clube europeu.
Neta de Juan Figer e filha de Marcel Figer, dois dos agentes de futebol mais influentes da América do Sul, Stephanie nunca torceu por um time, mas pelos bons negócios fora de campo. Com 21 anos, deixou de ser a menina que admirava o trabalho do pai e do avô para se juntar a eles.
Hoje, aos 29, é Diretora Executiva de Operações do Grupo Figer, uma das principais empresas de agenciamento de jogadores do país.
Em entrevista ao espnW, ela contou como é gerenciar a carreira (e um pouco da vida) de grandes ídolos do futebol e falou sobre a singularidade de ser mulher em um universo historicamente masculino.
O futebol como trabalho
Desde menina, Stephanie convivia com atletas e diretores. Por ver o futebol inserido na rotina da casa, ela não mensurava a grandiosidade do que a família fazia.
“Na adolescência eu ouvia meus amigos falando ‘você é parente do Juan Figer? Nossa, ele levou um jogador do meu time’. Então eu comecei a perceber que o que eles faziam era uma coisa reconhecida e relevante”, conta.
Quando relata a sua trajetória, Stephanie demonstra que os ídolos que teve (e ainda tem) no esporte são mesmo o pai e o avô. “Nunca fui incentivada a torcer para um clube. Eu enxergava o futebol como um trabalho, o negócio da vida da minha família”.
Valsa com Kaká
Um episódio da adolescência da executiva ilustra bem esse distanciamento. Quando fez 12 anos e passou pelo bar-mitzvá (cerimônia judaica que marca a transição de meninos e meninas para a vida adulta), Stephanie ganhou do pai uma festa e um presente especial: ele levou Kaká – ídolo de 10 entre 10 adolescentes da época – para dançar com a filha.
Ao relembrar a história, ela não dá nenhum sinal de deslumbramento. Aliás, deixa transparecer até um certo constrangimento. “Admiro muito o Kaká, mas hoje eu penso ‘nossa, acho que eu não teria dançado. Muito fanzinha, é engraçado’”, diz, aos risos.
Paixão por negociar
Quem pensa que o trabalho de um agente se resume a negociar contratos para os jogadores está enganado. A lista de tarefas do dia a dia de Stephanie é longa. Ela não só faz a intermediação entre atletas e clubes como dá suporte ao jogador e à família dele, antes e depois da assinatura do contrato.
O trabalho inclui atender a pedidos dos clubes por novos talentos, analisar valores dos contratos, acompanhar a evolução dos atletas, buscar patrocínios e até ajudar a resolver problemas da vida pessoal do atleta.
“Muitas vezes, representamos jogadores que nunca saíram do Brasil. Quando ele é negociado para um clube de outro país, ou mesmo de outro estado, isso gera insegurança e ansiedade na família”, conta Stephanie.
“Uma das minhas tarefas é conversar e explicar como vai funcionar a mudança, o suporte que a gente vai dar e que o clube vai dar e como a gente projeta a evolução do jogador de acordo com aquela oportunidade”, completa a executiva.
Stephanie ama negociar. Lidar com a disputa entre clubes por um jogador e com a expectativa do atleta pelo desfecho da disputa é o que faz os olhos dela brilharem. No entanto, ela admite que, às vezes, atua mais como “babá” do que como negociadora.
“Eu ajudo o irmão que precisa tirar visto para ir morar com o jogador, converso com a mãe quando precisamos reestruturar uma oportunidade que deu errado, acompanho em viagens, cuido de muitos detalhes”.
‘Quero gerir a carreira de grandes atletas femininas’
Stephanie representa atletas como Junior Urso (Corinthians), Marlos (Shakhtar) e Gabriel Brazão (Parma Calcio), mas nunca trabalhou com atletas mulheres. Ela explica por que.
“Estamos em um momento de observação e captação. Financeiramente, ainda não compensa, mas hoje encaro como uma obrigação. Com certeza vou dedicar meu tempo para gerir a carreira de grandes atletas femininas”, garante.
Ela pretende ainda usar a experiência adquirida com os jogadores para ajudar as atletas do feminino a evitar problemas relacionados à regulamentação da profissão. A executiva avalia que o futebol feminino vai crescer depois da Copa do Mundo da França e vê com bons olhos a lei que obriga os clubes brasileiros a manterem times femininos.
“Não tenho dúvida de que daqui a poucos anos vamos ter muitas jogadoras para trabalhar”, prevê.
“Dúvida e sarcasmo não me afetam”
Uma das poucas mulheres a ocupar a função de agente no Brasil, Stephanie usa o jogo de cintura que desenvolveu negociando contratos para driblar o machismo ainda presente no meio.
“Já enfrentei muitos olhares de dúvida e sarcasmo, como se quisessem me testar. Aquela cara de ‘é sério que vou ter que falar com você sobre isso?’. Mas meu avô me ensinou muito a negociar e é isso que eu faço. Ignoro, começo a conversar e mostro que entendo do que eu faço”, diz.
Stephanie conta que já perdeu jogadores porque as famílias preferiam ver um homem comandando a negociação. Por outro lado, fechou negócios por conquistar a confiança das mães dos atletas.
“Prefiro reconhecer o melhor de ser mulher nesse momento do que ficar dando volume excessivo para coisas pequenas. A gente tem o nosso espaço e vão ter que falar com a gente”.

Lugano, Stephanie e Thiago Ribeiro
A cidade de Santa Fé, na Argentina, tem algumas semelhanças com nossa Jundiaí: ambas tem aproximadamente 400.000 habitantes. Também elas têm uma região metropolitana (ou aglomerado urbano) que as rodeiam com diversas cidades que dependem bastante delas.
Os dois municípios tem uma 2a semelhança: o principal rio que as cortam têm o mesmo nome: Rio Santa Fé e Rio Jundiaí.
A população local foi formada por imigrantes italianos, sendo a 3a coisa em comum: buscaram terras para plantar uva!
Por fim, uma 4a e mais importante característica: ambas gostam de futebol e possuem um time tradicional na cidade, centenário, com uma torcida apaixonada. Aqui o Paulista, lá o Colón, que conseguiu disputar uma única vez a Libertadores da América, sendo eliminado na 1a fase (igualmente o Galo). Caiu e subiu de divisão, passou por dificuldades financeiras e se reergueu com o apoio da comunidade local. Neste ano, disputou a final da Copa Sul-americana contra o Del Valle.
Abaixo, sobre a invasão da torcida argentina em Assunção, onde foi a final. Mas a questão para reflexão é: como fazer para que uma cidade (Jundiaí) igualmente a Santa Fé, consiga apoio maciço das forças econômicas da região para apoiar o seu time (o Paulista) como foi feito com o Colón? De certo, não foi só por paixão…
Em tempo: os times grandes sempre sofrem para vencer em Santa Fé, e o estádio do Colón é conhecido como “Cemitério de Elefantes” por presenciar derrotas do Boca Jrs e River Plate.
Extraído de : https://www.linkedin.com/posts/pluriconsultoria_a-maior-invasão-de-uma-torcida-nas-américas-activity-6599686394547974144-7Rz6
A MAIOR INVASÃO DE UMA TORCIDA NAS AMÉRICAS
Por Fernando Ferreira, da Pluri Consultoria Esportiva, no LinkedIn
Neste sábado o INDEPENDIENTE DEL VALLE venceu o COLÓN por 3 a 1 em final de jogo único em Asunción, e foi campeão da SULAMERICANA.
Mas o fato INCRÍVEL foi o deslocamento de mais de 30 Mil torcedores do CÓLON, de Santa Fé, na Argentina, cidade de apenas 400 mil habitantes e a quase 1.000 Kms de distância do local do jogo.
Foi a maior movimentação de torcedores de um clube entre países diferentes nas Américas, superando os 25 mil torcedores do RACING que invadiram Montevideo em 1967 para a final contra o NACIONAL.
Dá uma olhada:
Se você é jundiaiense e possui uma linha de telefone celular da VIVO, sabe que existe uma zona de sombra no Centro da cidade, mais ou menos equivalente a um quadrilátero que vai do Teatro Polytheama até o Coreto da Catedral, atingindo as ruas paralelas, onde o serviço de Internet não funciona.
O sinal do aparelho fica no 4G, mas não há quem consiga fazer alguma conexão. Nos estabelecimentos vizinhos, fica a mesma queixa: por lá, a VIVO não funciona na Web.
O que acontece? Numa região tão importante, é lamentável que isso aconteça.

Amigos, vejam só: o Água Santa (3o colocado da A2) acabou de ser convocado para o arbitral da serie A1, na vaga do Red Bull que se associou ao Bragantino.
Assim, automaticamente os 3os colocados das outras divisões conseguiram o acesso para a divisão seguinte. O Paulista FC, dessa forma, já está na A3 em 2020.
O documento abaixo:

Foram presos os pichadores que vandalizaram o Monumento das Caravelas, o Solar do Barão e a Catedral Nossa Senhora do Desterro (além de outros imóveis particulares) no Centro de Jundiaí.
Fica a pergunta: por quê sujar a propriedade dos outros, estragar o bem público e poluir visualmente a cidade?
Qual é a graça? A troco de quê? Rabiscos sem sentidos e puramente de vândalos desocupados.
As autoridades deveriam obrigar que lixassem e pintassem as paredes para compensar o trabalho (bancando os custos, claro), a fim de reparar os prejuízos causados aos outros.
Imagem reproduzida no Jornal Tribuna de Jundiaí
Tendo uma visão OTIMISTA das semifinais do Campeonato Paulista da 4a divisão, o Paulista FC (classificado neste sábado), dependendo dos resultados deste domingo na conclusão da rodada, não precisará nem marcar gols para conquistar o acesso, já que lutará, em tese, por 4 empates (desde que não tome gols).
Com uma visão SENSACIONALISTA, o Galo já subiu ontem, tendo em vista que o Batatais está suspenso das competições profissionais (compreende o período da A3) e o Red Bull não vendeu seu CNPJ depois da associação com o Bragantino (nem poderá montar uma equipe B na mesma divisão). Assim, além das duas vagas de acesso, duas outras estão abertas (respeitando-se o regulamento das competições que as prevê).
Numa visão PRUDENTE, só se poderá confirmar algo no dia 19 de Outubro, próximo das 18h, horário que terminará o jogo de volta das semifinais, por respeito aos participantes e garantindo-se uma das vagas pelo regulamento específico da competição Sub23 da Segundona.
Pensando-se com visão PESSIMISTA, tudo será sofrido e inimaginável, já que o futebol é um dos únicos esportes em que nem sempre o favorito vence, e jogando em campos acanhados o jogo de ida sem o goleiro titular, podendo perder o zagueiro e o atacante titulares para o jogo da volta, levando-se um empate no primeiro jogo e tomando um gol no segundo jogo, todas as 30 rodadas de nada valerão!
Por fim, na visão REALISTA (que defendo particularmente), deve-se esquecer as possibilidades de enfrentamento de adversários, manter a mesma pegada e brigar pelo título da competição (que é possível), coroando o bom trabalho ao longo do torneio e confirmando as previsões dos especialistas do campeonato, que é o Paulista Futebol Clube levando a Taça.
Claro que, destes 5 cenários, todos, se pudessem escolher, desejariam o título. Mas, sinceramente, subir será o mais importante e o título da 4a divisão a cereja do bolo.
E você: qual a sua visão?

Neste mundo violento demais, onde as pessoas parecem viver por instinto, como bichos, calamidades acontecem diariamente. Digo isso pois na cidade de Jundiaí, nesta última semana, ocorreram 3 estupros contra vulneráveis.
Qualquer um desses casos é condenável, mas o que mais me assustou foi o de uma avó que violentou sexualmente uma menina de 4 anos!
O que dizer?
Triste. Pavoroso. E culpar a quem? Ao mundo extremamente erotizado?
Sem palavras…

Bom dia!
Clima fresco para um bom cooper. Sem delongas, vamos exercitar o esqueleto?
Clique motivacional 1:
Correndo e Meditando:
“Ó Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”
Clique meditacional 2:
Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E esse belo lírio?
Clique contemplativo 3:
Desperte, Jundiaí.
Que o sábado possa valer a pena!
Clique inspirador 4:
OPS, em tempo: vale a pena acrescentar 2 cliques para embelezar nossa postagem e inspirar o dia:
Passeando no Parque Botânico, encontramos a família Ganso. Imagine eu estando com minha filhota caçulinha vendo esses dois filhotinhos…
Clique “fofurice” 5:
Por fim, já que citei minha pequena, vale o sorriso dela para que eu não me esqueça que as coisas simples da vida são as mais gostosas!
Clique carinhoso 6:
Ótima jornada para todos!
#FOTOGRAFIAéNOSSOHobby
Muita gente se assustou com o gravíssimo acidente provocado por dois motoristas irresponsáveis que praticavam racha em plena Avenida Nove de Julho, em Jundiaí. As imagens do acidente rodaram a Internet e o caso foi bastante discutido.
Pois bem: a lei é tão frouxa que os causadores da confusão já estão soltos!
Abaixo, extraído de RS NOTÍCIAS:
MOTORISTAS ENVOLVIDOS EM RACHA QUE DEIXOU SEIS PESSOAS FERIDAS SÃO LIBERTADOS
Por Rafael Santos
Os dois motoristas envolvidos em um racha que provocou um acidente e deixou seis feridos em Jundiaí (SP) foram liberados, de acordo com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
Segundo o TJ, os dois foram colocados em liberdade através de um alvará de soltura, com prazo de 48 horas, para pagamento de fiança arbitrada em R$ 5 mil para cada um. De acordo com a Polícia, os jovens estavam praticando racha na Avenida 9 de Julho. Um dos carros envolvido na corrida de rua bateu em um terceiro veículo no cruzamento da avenida com a Rua Ernestina Ribeiro. Seis pessoas que estavam nos dois carros atingidos foram socorridas e levadas ao Hospital São Vicente. Uma das vítimas chegou a ser arremessada para fora do veículo. Outra teve alta e duas estão estáveis. Outras duas foram transferidas para um hospital particular da cidade. Uma delas passou por exames e foi liberada. Já a outra passou por exames e foi transferida para outro hospital. Uma câmera de segurança registrou o acidente. O motorista do outro carro envolvido no racha deixou o local e só retornou cerca de uma hora depois. Ele foi convidado a fazer o teste do bafômetro, mas se negou. Por causa da recusa, ele foi multado.

foto: Tribuna de Jundiaí
Funcionários do Grendacc anunciaram greve por falta de pagamento de salários. O hospital é uma instituição filantrópica, sendo uma união de pessoas que lutam para que um local especializado no tratamento oncopediátrico exista. Se os voluntários e doadores financeiros pela nobre causa não são suficientes, não seria importantíssimo que o Poder Público assumisse a responsabilidade?
Vou parafrasear meu amigo Adilson Freddo. O jornalista publicou em seu Facebook um comentário que comungo em plenitude:
“Cadê as ‘forças vivas’ da cidade e região? Ah! nenhum deputado nosso se elegeu. Mas, Frota, Janaína e outros forasteiros, estes foram bem sucedidos, graças também aos votos daqui.”.
E agora, a quem recorrer? Seria simples se uma verba emergencial do município socorresse o Grendacc (pois os funcionários são profissionais, precisam do salário e não estão lá por “amor à causa”, mas sim pelo trabalho honesto e sustento de suas famílias). Mas esse dinheiro é disponível?
E na esfera Estadual ou Federal? Temos deputados atuantes e situados em Jundiaí para que cobrem da União o envio de recursos ao hospital?
Me pesa ver tanto dinheiro mal gasto em gestão pública no Brasil em geral, tanta parceria estranha com entidades privadas duvidosas, e saber que uma instituição de saúde (competente, histórica e reconhecidamente séria) que cuida de crianças com câncer, precisa mendigar dinheiro. Ô país de contradições…
Extraído de: https://www.jj.com.br/jundiai/funcionarios-do-grendacc-em-greve-por-atraso-de-salario/
FUNCIONÁRIOS EM GREVE POR FALTA DE SALÁRIO
Por Thiago Avallone
Funcionários do Grendacc (Grupo em Defesa da Criança com Câncer), de Jundiaí, entram em greve hoje (13), alegando atraso de salário e cesta básica. Eles reclamam que o atraso nos pagamentos é constante e que só voltarão a trabalhar quando a empresa realizar o pagamento ou pelo menos informar quando o farão.
De acordo com a instituição, ao contrário do que foi divulgado nas redes sociais pelos funcionários, o vale de julho (adiantamento salarial) dos funcionários foi depositado. Em atraso estão os salários referentes ao mês de julho e a cesta básica.
“Representantes do Grendacc estiveram no Ministério Público do Trabalho negociando o pagamento dos salários referentes ao mês de julho. Ficou acordado que até o fim desta semana a instituição irá realizar o depósito dos salários aos funcionários”, explicou a assessoria de imprensa do grupo.
Mesmo com a informação, os trabalhadores seguem descontentes e alegam que a empresa pagará apenas metade dos salários e ainda não existe previsão de quando irão pagar a outra metade e o vale alimentação.
Em audiência realizada no dia 9 de agosto, em Campinas, a diretora suplente Beatriz de Castro e a advogada Poliana Maravesi, do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos em Serviços de Saúde de Campinas (SINSAUDE), acordaram com a gerente adjunto do Grendacc, Katia Fanciosi e as advogadas da instituição Simone Vedelago e Elide Bertiê, de que os funcionários teriam o direito de receber 50% do salário do mês de julho, até o dia 16 de agosto.
De acordo com a ata da audiência, o Grendacc terá que pagar o saldo remanescente sempre que houver entrada de numerário.
O Grendacc afirma ainda que os familiares dos pacientes são informados pela instituição sobre a situação financeira do hospital e do laboratório. Todos os contatos com o público atendido são de competência e responsabilidade do Grendacc, que mantém esse diálogo aberto e transparente com os pacientes e seus familiares.

Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez. Vamos correr logo cedo para ter energia durante a jornada inteira?
Motivando no clique 1:

Correndo e Rezando:
“Ó São José, castíssimo esposo da Virgem Maria, rogai por nós e por nossas famílias! Amém.”
Meditando no clique 2:

E no fim do cooper…
Suado, cansado e feliz, curtindo a beleza das flores. E as nossas roseiras abaixo?
Relaxando no clique 3:

Depois da atividade física, o belo amanhecer em Jundiaí!
Mais uma alvorada bonita para todos nós ficarmos inspirados.
Curtindo o céu no clique 4:

Para a proveitar a postagem cheia de poses mobgráficas, compartilho o entardecer de ontem na vizinha cidade de Itupeva. Viva a generosa natureza de paisagens indescritíveis!
Admirando no clique 5:

Ótima sexta-feira para todos.
#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Já comentamos algumas vezes do sensacional Projeto Guri. E hoje, em Jundiaí, tivemos uma maravilhosa apresentação dos garotos e garotas no Jardim Botânico.
Veja só quanta gente faz parte dessa incrível iniciativa:

Minha filha Marina faz parte da Banda Guri, e faz bonito com seu clarinete. Acho que os sorrisos das vovós dizem tudo… Abaixo:

Enfim: uma palhinha de “Asa Branca”: https://youtu.be/x4DVKJGay9s
Por mais projetos como esses para nossas crianças!
Escrevemos dias atrás que o Projeto Guri, uma iniciativa social de desenvolver a cidadania através da música, é um projeto que merece todos os aplausos.
Relembre em: https://wp.me/p4RTuC-nkn
Nesta quarta-feira, os alunos fizeram sua apresentação de fechamento de semestre na Pinacoteca Municipal Diógenes Duarte Paes, e farão outra no Jardim Botânico de Jundiaí (às 10h30).
Algumas canções com o pessoal do clarinete:
Caminho de Luz, em: https://youtu.be/bncUT9I206k
Choral 42, em: https://youtu.be/5-V4gNC2c1Q
Pomp and Circunstanc, em: https://youtu.be/1pPWkzwiToQ
Gravit Falls, em: https://youtu.be/A5IhPV-cXHI
Estão todos de parabéns! Vale a pena investir em Cultura! Olhe aí

Dia 2 de Junho, dia da Itália e também celebrado com Dia da Comunidade Italo-Jundiaiense.
Parabéns a nós, brasileiros de nascença mas também italianos de coração,“oriundi di Jundiaí“!

A entrevista do prefeito Luiz Fernando Machado ao Adilson Freddo, o áudio supostamente vazado, e o cenário político da cidade de Jundiaí, mostram claramente: o ex-deputado Miguel Haddad, que deve naturalmente ser candidato a prefeito nas próximas eleições municipais (afinal, é o nome jundiaiense mais forte do seu partido, o PSDB), não deve abrir mão do seu desejo. E o atual mandatário, Luiz Fernando (que é do seu partido), logicamente quer tentar a reeleição.
Mas será que o prefeito abriria mão da reeleição, como o falecido Ary Fossen fez em situação semelhante?
Provavelmente não.
Tá com uma cara que teremos Miguel pelo PSDB e Luiz por um outro partido… E quem seriam os outros candidatos nesse cenário? Ricardo Benassi? Márcia Pará? Gerson Sartori? Pedro Bigardi? Cesar Tayar? Algum outro?
Não sei. Mas seja quem for (um dos outros ou o mesmo que continue), que seja bom para a nossa Terra da Uva.

Não gosto de bobagens criadas e boatos disseminados. E fazê-los às vésperas do começo de um campeonato, é algo ruim.
Digo isso pois o contrato entre Paulista FC e a Kah Sports (através de uma de suas empresas, a Fut-Talentos) foi assinado. Feito isso, é necessário um voto de confiança ao parceiro. E é justamente quando começo a rascunhar esse texto, leio um cidadão escrevendo que seu garoto teria que pagar para jogar no Paulista. Será?
No mundo do futebol, cansamos de ouvir histórias de “treinadores-empresários” (alguns muito famosos) que cobram percentual de salários para escalar atletas como titular (ou até mesmo os agenciam na surdina). Isso é nojento.
Existe também a modalidade de “compra de vaga”. Me recordo que certa vez fui apitar um jogo de aspirantes (nem existe mais o torneio) entre Palmeiras x Sãocarlense (não é o São Carlos, era o antigo time daquela cidade). A equipe passava por uma situação financeira delicada, e eis que o time ganhou a ajuda de um empresário coreano milionário que queria realizar o sonho do filho: ser jogador de futebol! Para tanto, “comprou” uma vaga no time. Bancou uniformes da Adidas, todas as despesas do campeonato e outras coisas importantes; em troca, o filho deveria ser titular. Respeitosamente, o jovem asiático (um meio-campista) era horroroso como boleiro! O time era razoável, mas o coreano afundava a equipe. Durou muito pouco esse negócio.
Especificamente ao nosso Paulista, imagino que a coisa é completamente diferente. Em que pese existam / existiram algumas críticas iniciais no relacionamento com a imprensa (a adaptação às regras de entrevistas), o receio de um treinador até então desconhecido e com resultados ruins no Rio Branco, uma dúvida de quem eram as pessoas envolvidas e o trauma de um novo “português Paulo Fernandes e seu grupo monegasco”, agora existe um contrato assinado, um trabalho de pré-temporada realizado com o profissional (treino à noite para se adaptar ao horário do jogo não é muito comum; isso merece aplausos) e outras coisas positivas a se observar: em especial a separação do que é “escolinha de futebol” e “elenco de alto rendimento”.
A Fut-Talentos tem Escola de Futebol, todos sabem. Existem dezenas de empreendimentos assim em nossa cidade, algumas escolinhas até com a bandeira franqueada de clubes grandes da capital. É um negócio comum, honesto, rentável. Como qualquer escola (de idiomas, profissionalizante, de dança, etc), cobra-se para estudar / aprender / aprimorar-se. Normal. E assim como os clubes constituídos tem suas franquias / escolinhas, há também as equipes “de fato”, os times que jogam pra valer, os atletas de alto rendimento, cujo lucro natural vem através de contratos assinados / agenciamento e direitos federativos.
Eu sempre falo como um mantra as palavras ética, honestidade, transparência. No momento, tudo tem parecido ser correto (até que se prove o contrário). Agora, a suposta denúncia de venda de vaga, feita no Facebook por um agente de jogador, é grave. Ou tem que provar, ou costumeiramente o acusado lhe mete um processo. Um time titular tem que jogar os melhores tecnicamente, não os que têm maior poder financeiro. Penso que seria um “tiro no pé” da própria empresa fazer isso, trazendo-lhe total descrédito e, logicamente, prejuízo (se tem um ótimo jogador que vale a pena ser colocado na vitrine que poderá render dinheiro alto, por que colocar um pereba pagante de mensalidade?).
A única coisa que poderia ser “perguntada”, a fim de tranquilizar a torcida, são as condições e cláusulas do contrato assinado. Claro, a Diretoria do Paulista poderá alegar que são dados sigilosos (a Kah Sports não tem obrigação de fazê-lo pois não tem torcedores, mas se alguém tiver que fazer, deveria ser o Paulista, que tem a torcida). Entendo a necessidade de preservação das cláusulas, é um direito da Diretoria apresentá-los ao Conselho e não publicamente, mas… há algo que impede de fazê-lo?
Seria uma “bola dentro” para o torcedor jundiaiense ter o conhecimento disso: o quanto cada um leva, percentual de atletas, divisão de receitas e gastos, etc. Se o presidente do Conselho, Dr Cláudio Levada (que tenho enorme respeito e sei da sua seriedade inconteste – o admiro desde os tempos dos bancos escolares – e faz anos), entende que não vale a pena ser divulgado, logicamente há de se respeitar pois não o faria à toa. Na verdade, penso que boa parte dos torcedores sofrem do medo do “Campus Pelé”, que sucumbiu o Paulista e ainda traumatiza os jundiaienses. Aliás, por onde andam esses caras, que prometiam uma parceria na Suíça?
Enfim: toda a torcida para o sucesso de ambos (Paulista e Fut-Talentos) pois a união deverá existir harmoniosamente. E boa sorte ao Galo daqui a pouco, na estreia contra o São José fora de casa.
Ops: não ganho nada em falar bem ou mal de A ou B, apenas faço a observação de maneira justa para poder cobrar quando necessário e aplaudir se justo for. Critico bastante, mas sempre com responsabilidade; quando creio ser pertinente, escrevo minhas considerações. E que assim seja.

Imagem: reprodução do site Esporte Jundiaí
Quando a iniciativa é boa, deve ser elogiada e servir de modelo. Todos sabem por exemplo, das dificuldades de manutenção do Hospital de Caridade São Vicente, em Jundiaí. Se é difícil manter um bom atendimento, quiçá ter dinheiro para as reformas estruturais.
O fato é que empresas estabelecidas na cidade reformarão leitos do hospital. O “pool” de organizações se dividirá em ajudar parte-a-parte na melhora da instituição de saúde. Elas devem ser louvadas por tal ação de responsabilidade social!
Ufa, enfim uma boa notícia para o jundiaiense.
“ACOLHA UM QUARTO, CONFORTE VIDAS” REVITALIZARÁ 72 LEITOS DO SÃO VICENTE
Lançado nesta sexta-feira (29), no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o projeto “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” tem a proposta de transformar 72 quartos do Hospital São Vicente (HSV) em espaços mais acolhedores, modernos e humanizados para os pacientes. A iniciativa foi apresentada pelo prefeito Luiz Fernando Machado e pelo superintendente do HSV, Matheus Gomes, juntamente com o bispo diocesano da Diocese de Jundiaí, Dom Vicente Costa e Sociedade de São Vicente de Paulo, para uma plateia de empresários interessados em colaborar com a revitalização do único equipamento hospitalar de alta complexidade e referência em cardiologia, neurologia, ortopedia e oncologia da região de Jundiaí.
“Temos um hospital que conta com a melhor equipe técnica disponível. Quem atende aqui, atende nos hospitais particulares de São Paulo, como Sírio Libanês e Albert Einstein. É papel da prefeitura mobilizar a sociedade para uma parceria direcionada à melhoria do equipamento, que é centenário e referência para toda uma região em alta complexidade. É com grande satisfação que percebemos a mobilização da iniciativa privada interessada em contribuir para a construção de espaços mais acolhedores para quem precisa do hospital”, ressaltou o prefeito.
A intenção do projeto, articulado pelo HSV e Rede Jundiaí de Cooperação, em parceria com segmentos da sociedade, é modernizar os quartos e respectivos banheiros do HSV, estabelecendo uma padronização por meio da troca de portas, pisos, azulejos, revestimentos, pintura, cortinas, itens para banheiro, iluminação, mobiliário, ar-condicionado e kit leito (cama elétrica, régua multifuncional, poltrona de acompanhante, divisória e bandeja de refeição), além de pequenas intervenções. Os projetos arquitetônicos foram as primeiras doações recebidas pela iniciativa e elaborados por 10 arquitetas de Jundiaí do grupo ‘Um Tijolo por Dia’, que acompanhará os trabalhos. Paula Cereser, uma das arquitetas envolvidas, afirma que o trabalho é detalhado. “O hospital tem muitos modelos de quartos diferentes. Conseguimos adequar um projeto bonito, com custo acessível e digno para o atendimento de excelência”, argumentou.
A revitalização dos ambientes será colocada em prática a partir da adoção de quartos ou compra de cotas por pessoas físicas, grupos e empresas. As doações serão feitas diretamente numa conta do HSV vinculada ao projeto e haverá prestação de contas das mesmas. Todas as informações podem ser consultadas no Regulamento no site: http://www.hsvicente.org.br. A revitalização se dará de maneira gradual, respeitando as Normas Regulamentadoras do Ministério da Saúde. As entregas ocorrerão conforme o término das obras, com duração de 12 meses.
Diferentes setores do hospital receberão as intervenções. Serão eles: Clínica Feminina (13 quartos), Clínica Masculina (14 quartos), Clínica Cirúrgica 1 (15 quartos), Clínica Cirúrgica 2 (5 quartos), Clínica Ortopedia (9 quartos), Clínica Mista (9 quartos) e Pronto-Socorro Adulto (7 quartos). Cada modelo de quarto tem um custo estipulado para a reforma, variando de R$ 36,5 mil até R$ 409,5 mil, conforme a quantidade de leitos existentes em cada. Além da adoção dos quartos completos, é possível doar por meio de cotas de R$ 25 mil (cota Pulmão) e R$ 50 (cota Coração) para pessoas jurídicas e R$ 3 mil para pessoas físicas (cota Anjo)
Parceiros
O caráter social do projeto já tem a adesão de parceiros doadores, como a Roca Metais e Louças, representada por Maria Lúcia Besson, que doou todos os pisos e revestimentos para os 72 banheiros além dos metais e louças para 36 banheiros. “É um projeto para o bem de toda a população. Nesta hora não existe concorrência no mercado. Por isso, conversamos com a Deca e eles também doarão outros 36 banheiros (metais e louças)”, comentou. Além desta empresa, a Duratex também se comprometeu em doar painéis em MDF e a Astra doará acessórios para 72 banheiros
Logo após a apresentação ao empresariado, Guilherme Rodrigues da Cunha, diretor de Ação Social do Tauste Supermercados, anunciou a doação do custo para a reforma de três quartos completos. Ainda não instalada na cidade, mas com terreno adquirido e interesse na localização, a empresa Evasola também se comprometeu a doar o valor referente à reforma e adequação de um quarto.
Dados
No ano passado, a Prefeitura de Jundiaí aportou R$ 160 milhões ao HSV a partir dos convênios firmados. O custo total do complexo foi de R$ 200 milhões para o atendimento de 23 mil pessoas por mês, realização de 7 mil cirurgias/ano e manutenção do corpo técnico formado por 246 médicos e 1,7 mil funcionários. “O São Vicente é mais que o hospital de referência para atendimento em alta complexidade para toda a região de Saúde de Jundiaí. Guarda a história centenária de uma população sem deixar de lado a inovação, com índices cada vez mais expressivos na qualidade no atendimento – 85% de satisfação entre os usuários – e resolutividade – mais resolutivo de todo o Estado (95%). A melhoria na estrutura garantirá maior conforto para os atendidos”, comentou Matheus Gomes.
Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ

Sempre fazendo de maneira honesta e transparente, sem boataria mas com informações concretas, uma das minhas últimas postagens sobre o assunto de parceria ou não da Red Bull com o Paulista (afinal, eu também estou de saco cheio disso).
Cronologicamente:
Enfim: repito que “quando a noiva é rica, bonita e cheia de virtudes, todos querem casar”.
Agora, como ficará o Paulista? Ficará gerido pela Kah Sports, através da sua empresa Fut-Talentos (portanto, de poder impactante muito menor que o Red Bull teria) que passou pela Barbarense e pelo São Bernardo (mas que no começo da negociação tinha como cartão de visitas “ser o gestor que ajudou o Fortaleza a subir para a série A do Brasileirão”).
Repetirei como uma mantra que tenho feito: torcemos todos para o sucesso do nosso querido Paulista FC, mas por quanto o Galo está sendo entregue ao Fut-Talentos? Isso é importante: o Paulista está recebendo para deixar a empresa usar a camisa e o nome tradicional de 110 anos, ou aceitou tudo isso SEM CONTRATO ASSINADO e de graça, para não pedir licença da 4a divisão de 2019?
Respeitosamente, mas com objetividade: deixamos um grupo de empresários assumir o Galo somente para o time entrar em campo, sem receber nada (Qual o percentual de venda dos garotos? E quanto investiram no Paulista em si – e não só em atletas?) e com apenas o acerto “de boca”, sem anda assinado?
Tomara que dê certo, torcerei, mas isso não tira o meu direito em achar que a situação é bem pior do que pensamos. Afinal, tudo é muito obscuro… E tenho certeza que há conselheiros, pessoas de boa vontade e colaboradores do Paulista que estnao padecendo com essa situação como estou, querendo que tudo fosse diferente – mas que estão de mãos atadas!

Vi com tristeza que o Credi-Nino e a Papelaria Santa Terezinha estão fechando as portas na Terra da Uva. Juntar-se-ão com Lojas Magalhães (lembram do Papai Noel que subia e descia inflando-se, ao lado do “falecido” Cine Ipiranga?), de Festão, do Credi-Tranquilo ou do Bolinha Brinquedos e Pererê. Lembrando ainda da Trel, da Pauliceia e de tantos outros tradicionalíssimos nomes jundiaienses.
Os motivos são vários: dificuldade em manter o negócio, desinteresse dos herdeiros por outros rumos e concorrência acirrada com as grandes redes. Afinal, vejam os “grandões nacionais” que esses comércios concorriam.
Vida que segue! Ficarão na memória da cidade e boa sorte aos ex-comerciantes.
Ouvi o jornalista Heitor Freddo, amigo e colega da Rádio Difusora, no seu espaço “Chutando o Balde” durante o programa esportivo Show de Bola, comandado pelo Adilson Freddo (que dispensa apresentações). Há tempos não escuto tamanha COERÊNCIA, CORREÇÃO e OBJETIVIDADE numa crítica – e que foi muitíssimo bem direcionada à relação estabelecida entre os novos gestores do Paulista com a imprensa.
Eu sempre defendi que, mesmo em espaços opinativos, se separe e esclareça o que é informação e boataria. Eu não sou jornalista, apenas um comentarista e entusiasta jundiaiense (que apesar de torcer assumidamente para o Paulista e para a Cidade de Jundiaí – independente de quem esteja gerenciando ambos), não pode esconder o fato ou descontentamentos.
Digo isso pois pesa-me saber que a normatização imposta pelos novos gestores, conforme abordado, traz e transmite uma antipatia muito grande a quem vive o dia-a-dia do Paulista. Temos em Jundiaí duas rádios sérias que falam sobre o Galo: a Cidade e a Difusora – e seus profissionais sabem como é difícil cobrir e trabalhar no futebol deficitário de hoje. Custa caro, e se o Paulista não tem patrocinador, imaginem as dificuldades das rádios em achar quem queira ser anunciante de time da 4a divisão.
Em especial, a Difusora (aqui não é propaganda, é fato concreto) transmite TODOS os jogos do Galo – e por eu fazer parte da equipe, sei como é suado. A dificuldade da linha, a companhia de telefone que sacaneia, a aventura de transmitir em celular ou de onde e como for. Mais ainda do que isso: há o Cobrinha, o mítico Luiz Antonio de Oliveira, que é símbolo do futebol amador e profissional da cidade, pela cobertura e vivência. Sou testemunha de que o Cobrinha está de manhã, à tarde, muitas vezes à noite e, se a família não o chamar para casa, dorme no Estádio Jayme Cintra! Aliás, se um dia o Paulista tiver um Centro de Formação de Atletas, terá como obrigação homenagear o espaço com o nome de “CFA Luiz Antonio de Oliveira”, pelos justos conselhos que dá aos jogadores que aqui chegam.
Também se faz importante lembrar que temos outras mídias na cidade, o Esporte Jundiaí do Thiago Batista de Olim (que às duras penas trabalha honesta e corretamente), o pessoal da TV TEM que dá espaço ao Galo na medida do possível, e outros que vivem e convivem na rotina por lá.
Assim, as rádios, TVs e sites que DIVULGAM, PROMOVEM, FOMENTAM o torcedor de informações, são ou serão barrados por um excesso burocrático?
Falamos do Paulista FC que se confunde com o nome da nossa cidade (é Paulista de Jundiaí, da torcida de Jundiaí, da imprensa de Jundiaí, da sociedade de Jundiaí). O time jundiaiense, se não tem diretores ou gestores à altura de suas tradições (financeira e competentemente falando), não pode deixar de apresentar a história de cumplicidade do Galo com a comunidade da nossa Terra da Uva.
Com as medidas de “fechar treino”, cercear o trabalho da imprensa, criar um burocratismo (que é o uso equivocado da burocracia, quando ela se dá em excesso), faz com que tenhamos a impressão de que os parceiros são donos do clube, e não gestores do departamento de futebol.
Não é por aí. Não somos o global Real Madrid, tampouco o endinheirado Palmeiras, nem sequer conseguimos ter um calendário decente. Mas “time particular” de alguém, não.
Administradores da Kah Sports, a quem torcemos pelo sucesso como já escrevemos anteriormente (todos dependem disso), façam a integração da empresa Fut Talentos à cidade de Jundiaí, não busquem o caminho contrário: o de que torcida, imprensa e demais agentes sejam àqueles que se adaptarão a vocês.
Aliás, que história é essa do treinador Edson Ferreira, o “Fio”, querer que se publique “Edson Fyu”? Deixe ganhar alguns jogos para ver se o nome estiloso pegará…

Você pode olhar com um ponto de vista pessimista ou com um ponto de vista otimista. E escrevo isso após assistir um debate intenso sobre o Red Bull se interessar ou não por Jundiaí.
Dias atrás, escrevi sobre as alternativas (não boatarias, mas informações concretas) sobre o futuro do Galo. E uma das hipóteses descartadas nesse momento, sem dúvida, é uma fusão com o Toro Loko. O que podemos ter (isso é real): o Red Bull ficando com a vaga do Oeste na Série B ao adquirí-lo (esqueça o Bragantino, que tentou atravessar a negociação), fazendo o Estádio Jayme Cintra como sua sede. Dessa forma, teríamos o Paulista Futebol Clube e o Red Bull Brasil, ambos jogando em Jundiaí, tendo o Galo como o histórico time tradicional e o Toro como a novidade, ficando 15 anos na cidade, tentando formar sua torcida e sua identidade, com o objetivo de se tornar mais um time grande no Estado de São Paulo e jogar a série A do Brasileirão (com possibilidade de renovação automática por 5 anos depois dos 15 iniciais).
Repito: Red Bull e Paulista, ambos de Jundiaí. O Galo receberia pelo arrendamento do estádio, mais uma verba para fortalecer o time, e sua vida continuaria. Isso para 2020 no Paulistão (difícil para 2019).
E a Kah Sports, como ficaria / fica?
Fica como parceiro do Profissional Sub 23 e gestora das diversas equipes da base. Um contrato para o futebol das categorias amadoras e outro para o Principal. Isso pela Fut Talentos, o seu braço que tem a expertise dos jogadores.
Precisamos entender que o futebol, hoje, é negócio. Todos os lados devem discutir seus interesses. Pelo que entendi, a nova diretoria de futebol é formada pelos novos gestores, e que estão montando o time para disputar a série B do Campeonato Paulista par ter sucesso, e não apenas cumprir tabela.
E o que seria “sucesso” no futebol-business?
Entendo que, se o time fizer boa campanha, os jogadores se valorizam e são negociados por um valor maior. É, portanto, um produto com mais qualidade porque rendeu mais, e que gera mais lucro. Será bom para todos se der certo. Melhor se o sucesso não for uma simples boa participação, mas o acesso à série A3.
Claro, me desagrada ver que o elenco antigo (ou o que sobrava) se desmanchou. Por motivos diversos, atletas saíram antes da parceria ser concretizada (não sei se posso dizer: assinada, não tenho essa informação, mas pelo andar da carruagem imagino que esteja. Ou não?). Mas se saíram e entrou dinheiro para o cofre do Paulista (aqui, não seria da Kah Sports, pois são negócios anteriores) menos mal. Ficará na balança o quanto valeu ou não liberá-los / vendê-los (a história do custo-benefício).
É o que se pode fazer atualmente, e vamos torcer para que os jogadores que cheguem sejam tanto bons ou melhores do que os que saíram.
A realidade é essa, em 4 observações pontuais:
Penso que dias melhores virão. Espero que venham mesmo, sou otimista. Vamos torcer, sem nos iludir. E que não exista uma antipatia dos novos gestores com os órgãos estabelecidos da imprensa que cobrem tão tradicionalmente o Paulista (vejo um release sobre novas normas de acesso da Imprensa, e me assusto com “treinos secretos / fechados / ou algo parecido”, além de um possível excesso de burocratização.
Parceria é dar as mãos: parceiro, clube, sociedade, torcida e colaboradores diversos.
Boa sorte Galo!
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O tempo se esgota para a definição: o Red Bull conseguirá disputar a série B do Brasileirão em 2019? E se sim, será pela compra de qual equipe: do Oeste com uma negociação conjunta com o Paulista (discutimos isso aqui em: https://wp.me/p4RTuC-mVx) ou através da aquisição do Bragantino, notícia que “estourou” nas últimas horas e que abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-mVT ?
Independente do que ocorra, eu torço para que exista futebol profissional em Jundiaí. Ou esperaremos um mecenas árabe, um mafioso russo ou um conglomerado chinês “cair do céu” e comprar o Galo? Ao menos, o Red Bull é uma empresa séria e um parceiro / sócio / incorporador que não traria vergonha ou receio ao Paulista Futebol Clube, com dinheiro limpo e vontade de crescer.
O capítulo mais atual de tudo isso: novas informações surgiram na 2ª feira, pelo jornalista Jorge Nicola, na ESPN e no Blog do Yahoo. Cita-se Ernesto Garcia, presidente do Oeste (hoje o Oeste está sendo gerido pelo Sr Mário Teixeira, como citado anteriormente; Garcia é o mesmo que ficou devendo na Cantina Jundiaiense ao antigo proprietário, o conhecido Sr Farias, quando o time de Itápolis era pobre e veio jogar aqui em Jundiaí – comeu e pagou com cheque sem fundos). Cita-se também Marcelo Veiga, treinador do Bragantino, que disse ter a garantia de Marcos Cheddid que o time de Bragança não será vendido.
Até começar a série B (e esse é o prazo limite para a definição; portanto; LOGO!), o rebuliço será grande. Insisto: torço que, aconteça o que acontecer, seja favorável ao Paulista. É hora de união!
Aqui a notícia no link em: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/5372412/red-bull-mira-compra-de-tres-clubes-paulistas-e-faz-proposta-de-r-35-milhoes-para-conseguir-jogar-serie-b

Chega de especulação. Aqui algumas informações (não é fofoca, boataria ou impressão pessoal), e que nada prejudicam o andamento da vida do nosso glorioso e sofrido Paulista.
Considere que existem 3 times com o seguinte panorama:
1. O Paulista Futebol Clube, de Jundiaí, que tem um estádio tradicional, funcional e bem localizado (em especial pela logística de jogos organizados pela FPF e CBF); com real torcida existente, títulos conquistados e história centenária.
2. O Oeste Futebol Clube, originário da pequena e simpática cidade de Itápolis, arrendado pelo “seo Mário Ponte Preta” (Sr Mário Teixeira, um dos acionistas mais importantes do Banco Bradesco, apaixonado por futebol e dono do Audax) e que trouxe o time interiorano para Barueri (a fim de diminuir a distância de viagens e transformar o time em mais um clube-empresa do seu grupo).
3. O Red Bull Brasil, que investe pesado nos esportes em geral (Fórmula 1, corridas de avião e futebol, por exemplo), e que é de propriedade do fabricante global de energéticos Red Bull (da Áustria), inscrito em Vinhedo, treinando no moderníssimo Centro de Formação de Atletas em Jarinú (o conhecido Sítio Santa Filomena, onde os clubes grandes faziam pré-temporada e que o Toro Loko conseguiu transformá-lo em seu centro de treinamento) e que joga no Moisés Lucarelli em Campinas, pois não tem um estádio para dizer que é “só dele”.
O panorama de tudo isso remete a duas situações:
A PRIMEIRA, provável e ideal, é o surgimento do Red Bull Paulista (o nome não é especulativo, é o proposto, atendendo anseios esportivos, comerciais e de marketing). Ou seja: o Red Bull Brasil compraria o Oeste de Itápolis e faria uma fusão / parceria / negociação com o Paulista. Assim, teríamos um time profissional forte na cidade de Jundiaí, nascendo com a tradição do Galo, tendo um estádio não itinerante, com o Centro de Treinamento de qualidade indiscutível, com o dinheiro dos austríacos e a vaga do Oeste de Itápolis / Barueri. Dessa forma, o Red Bull Paulista nasceria na série A1 do Paulistão e na série B do Brasileirão, jogando no Jayme Cintra e treinando em Jarinú, somando os títulos já conquistados e possuindo um time forte com estrutura tão boa quanto dos grandes.
A SEGUNDA, mais simples, é o Red Bull comprando o Oeste de Itápolis, fazendo o clube abandonar Barueri e alugando o Jayme Cintra para ser sua sede ao invés do Moisés Lucarelli. Teríamos, dessa forma, uma segunda equipe em Jundiaí, o Red Bull Brasil (sem mudança do nome), na série A do Paulistão e na série B do Brasileirão. O Paulista Futebol Clube teria o dinheiro do aluguel do estádio e uma ajuda financeira (aqui ainda em discussão os valores) para manter seu futebol profissional em atividade. Nada em imaginar que seria uma “nova Parmalat” na vida do Galo.
São essas duas situações a se concretizarem ou não. Mas onde entra o grupo Kah Sports com a sua empresa Fut Talentos?
A Kah será uma empresa que ajudará o Paulista a se manter em atividade até o ano que vem. De maneira objetiva: sem dinheiro e com nada fechado com o Red Bull, para não ter que se licenciar do futebol profissional, o Paulista colocou na negociação das equipes de base a condição de que a Kah (que originalmente queria administrar o Sub 15 e Sub 17, que é sua expertise), assumisse também o Sub 23.
É por isso a demora da assinatura do contrato, mas que ao final das contas se acordou para esse negócio: a Kah assume a base e o profissional em 2019 para o Paulista se manter ativo (até pelo motivo de que, caso alguma coisa dê errado com o Red Bull – agora com mais tempo para a negociação – o Paulista não passasse pelo vexame de abandonar o torneio da 4a divisão em 2019 e ser multado e punido pela FPF).
Não nos iludamos para esse ano, já que o Galo será montado para sobreviver, e se o acesso vier, é lucro. Mas sonhemos para 2020, pois a possibilidade de calmaria será real.
Depois de tudo isso, passemos da informação para as considerações pessoais:
Enfim: teremos Toro Tricolor ou Galo Loko? Sem polemizarmos o mascote (não é nem momento para isso). Tomara que tudo dê certo.
Atualização de 10/03/19, às 16h43:
IMPORTANTE –
Amigos, na iminência do Red Bull negociar com Oeste e Paulista, surge a informação (de gente confiável) que Marcos Cheddid ATRAVESSA / TENTA ATRAVESSAR o negócio oferecendo condições interessantes para o Red Bull COMPRAR em definitivo o Bragantino.
Por ora, os cartolas se conversam.
Ao invés de negociar com dois times – um “cigano” e outro “endividado”, negociaria com um só que é sólido.
NÃO foi algo que partiu do Red Bull, mas sim do Marcos Cheddid, segundo a informação.

Eu defendo a generosidade, o “fazer favor sem nada esperar”, a solidariedade. É uma conduta de vida, pois àqueles menos favorecidos precisam da ajuda dos que mais têm. Não é discussão ideológica de capitalismo x consumismo, mas simplesmente cidadania (e para quem tem fé cristã: fraternidade).
Digo isso pois NÃO ENTENDO os inúmeros favores que a Prefeitura Municipal de Jundiaí (e respeito demais o prefeito Luiz Fernando Machado, enquanto pessoa e chefe do Executivo da nossa cidade) tem feito à FPF, CBF e SAFESP. A troco de nada?
Muitas vezes eu leio questionamentos de torcedores do Paulista FC pedindo intervenção do Município para ajudar o clube. Esses apelos aconteceram desde a decadência financeira do clube, e foram feitos desde os tempos de Miguel Haddad, passando pelo Pedro Bigardi e continuam sendo feitos à atual gestão. Sempre fui muito claro e insisto: sou totalmente contra a entidade pública ajudar com recursos de impostos (que eu pago tão suado) às entidades privadas, e especificamente ao Galo que tanto amamos. Eu prefiro ver que as verbas sejam ao Hospital São Vicente, às Escolas Municipais e coisas mais necessárias para a população como um todo. Reforço: digo isso apartidariamente (não voto em legendas, mas em pessoas).
Toda essa longa introdução é que me revolto ao ver os árbitros da CBF fazendo por dias os Testes Físicos na Pista de Atletismo do Bolão. Ora, é uma praça municipal onde o complexo esportivo deve ser prioritariamente a nós, jundiaienses. A CBF é rica, endinheirada, privada, manchada por escândalos de corrupção, e nós cedemos o Bolão DE GRAÇA!!!
O mesmo se aplica à milionária FPF, que esfola os clubes com suas taxas, exige “de tudo” para disputar os campeonatos e liberar os estádios, e que usa nossas dependências públicas sem nada pagar. Ao máximo, a troco de bolas de futebol.
Agora, o Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo, o SAFESP, na pessoa do Arthur Alves Jr, o presidente polêmico (denunciado por assédio sexual segundo a Folha em São Paulo, em: https://wp.me/p55Mu0-Ig e também por fraude nas Eleições, em: https://wp.me/p55Mu0-M8) anuncia que a 47a reunião da diretoria da entidade ocorrerá no Complexo Esportivo Nicolino de Lucca, o “ginásio do Bolão”. Tudo “na faixa”.
Quando o jogador Heltton Matheus, o gato da Copinha, foi descoberto como irregular, o atleta foi suspenso e o Paulista desclassificado da competição (às vésperas de jogar a final contra o Corinthians). O documento do jogador havia sido enviado pela FERJ, APROVADO pela FPF e o nosso “Galo pagou o pato pelo gato”. Essa rica FPF que usa de graça o Bolão levou em conta que o Paulista não era o responsável? NÃO! Sem bom-senso, eliminou o Tricolor!!!
Durante os campeonatos que o Paulista vem disputando, o Estádio Jayme Cintra se torna laboratório de árbitros jovens que fazem o que querem (errando a favor e contra por estarem sendo ainda trabalhados e em formação). Isso é respeito?
Dessa forma, eu (como contribuinte) ou você, leitor, que paga seus impostos, saiba: estamos ajudando a FPF (que não precisa dessa economia) a troco de nada (ou quase nada), como se dá o enunciado desta postagem.
Na pindura que o Paulista está, por quê a Prefeitura não exigir como contrapartida (e isso não é ilegal) que a FPF ajude financeiramente o clube de Jundiaí como sempre fez aos grandes da Capital – e que é algo corriqueiro?
Taí a dica: libere uma verba para pagamento a longo prazo, dona Federação (como faz a muitos clubes) para o Paulista jogar a série B sem tanta dificuldade, em troca do uso das instalações. Estará de acordo com a lei, não é imoral e seria adequado.

Pode, Arnaldo?
Olha o que dá não ter bueiro. Aliás, visualize a rua adiante e veja onde a enxurrada tomou conta: consegue ver a lombada?
Claro que não. Mas são DUAS lombadas encobertas.
É avenida de asfalto, mas parece não ser… Virou rotina: quando tem chuva, não saia para a rua (imagine os pedestres na calçada, o que eles padecem…).
Ops: É na Avenida Reynaldo Porcari, em frente ao Batalhão da Polícia Militar, em Jundiaí-SP.
Concordo com o amigo e jornalista Thiago Batista de Olim: a Fórmula da 4a divisão estadual é horrorosa, precisando de bula para entender e com uma bagunça sem fim!
O arbitral acontecido nesse dia 29 na sede da FPF definiu que: Times ainda “a definir”; grupos de 5, 6 e 7 equipes; jogos eliminatórios sem cobranças de pênaltis; fases em que só um time do grupo de quatro são eliminados… Aff!
Para o torcedor de Jundiaí, o suspiro de que o Paulista FC não pedirá licença e disputará o torneio (bancando pelo respeitado empresário Milton Demarchi, da empresa jundiaiense Frutas DeMarchi – que o citemos pois é quem está ajudando o Galo a não fechar as portas e tem merecido os aplausos, e também pela pessoa idônea que é na nossa sociedade). Mais fôlego para esperar uma possível negociação com o Red Bull.
Abaixo, extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/01/paulistao-da-4-divisao-pode-tera-ate-37.html?fbclid=IwAR3_LsYZWwEZ66-q-iewUpRxgjReogusixAZjXV40SdDShdnXQncyA3Kk2o
PAULISTÃO DA 4A DIVISÃO PODE TER ATÉ 42 TIMES E 1A FASE MAIS ENXUTA
A 4ª divisão do Paulistão não terá a mesma quantidade de clubes em relação a temporada passada. A competição que teve 40 clubes em 2018, nesta temporada pode ter 35, mas pode chegar a 42, já que alguns clubes estão com pendências ainda a serem resolvidas junto a Federação. A competição novamente priorizará o lado técnico na fase eliminatória, premiando o time de melhor campanha com a “vitória” no confronto, em vez da definição da vaga ser na disputa de pênaltis.
Por conta da indefinição de 7 clubes – entre eles Amparo (participou da 4ª divisão em 2019), Osvaldo Cruz (participou ano passado) Guarulhos-GRU (participou ano passado), Fernandópolis (esteve ano passado), Talentos Dez, Catanduvense (que não pode participar do arbitral) e Catanduva Clube (também não pode participar do arbitral) a Federação Paulista ainda não soltou a lista de times participantes da competição. A maioria destes clubes estão com seus estádios sem laudos atualizados até a data desta terça-feira e a chance de não participarem é grande. O Paulista participou do conselho arbitral, sendo representado pelo gerente de futebol, Antônio Carlos Nogueira de Sá Junior, o Juninho.
A competição novamente será exclusiva para atletas até 23 anos. O torneio começa no dia 7 de abril. Segundo a Federação Paulista, a lista oficial de participantes deverá sair na quinta-feira, enquanto os grupos da 1ª fase, tabela e regulamento deverão ser divulgados no mês de fevereiro. Ficou definido que a competição não irá pausar, mesmo com a Copa América sendo disputada no Brasil.
Pelo Estatuto do Torcedor, a Federação terá que soltar a tabela e regulamento até o dia 6 de fevereiro (artigo 9º no Estatuto: É direito do torcedor que o regulamento, as tabelas da competição e o nome do Ouvidor da Competição sejam divulgados até 60 dias antes de seu início).
Formato
As duas primeiras fases do torneio serão regionalizadas. A 1ª fase terá 6 grupos com 5, 6 ou até 7 times em cada chave. Os quatro melhores de cada grupo avançam a 2ª fase que ainda será regionalizada. Na 2ª fase os 24 times seriam novamente divididos em 4 grupos de 6 times. Na 3ª fase, os 16 classificados seriam divididos em 4 grupos de 4 times, e a divisão seria no sistema de sorteio. A partir da 4ª fase, quando seria as quartas de final a competição será em fase eliminatória (com jogos de ida e volta).
Nada de pênaltis
Na fase eliminatória da competição, não haverá em hipótese nenhuma a disputa de pênaltis. Em caso de empate no placar agregado do confronto (soma dos resultados dos dois jogos), a vaga será do time de melhor campanha ao longo da competição.
A decisão foi da maioria dos clubes presentes – 23 votaram a favor da melhor campanha levar a vaga na fase eliminatória em caso de empate no agregado, enquanto 14 gostariam da disputa de pênaltis.
Clubes que participaram do arbitral
América de Rio Preto; Andradina; Barcelona; Flamengo de Guarulhos; Francana; Inter de Bebedouro; Itararé; Guarulhos-GRU; Santacruzense; Bandeirante; Brasilis; Assisense; Joseense; Taquaritinga; Elosport; XV de Jau; Fernandópolis; Manthiqueira; Mauá; Mauanese; Marília; Independente; Jabaquara; Jaguariúna; José Bonifácio; Paulista; Rio Branco; São José; Itapirense; Matonense; Tupã; União Barbarense; União Mogi; União Suzano; Vocem de Assis.
Clubes com pendência e podem ficar fora do campeonato
Amparo; Talentos Dez; Osvaldo Cruz; São-carlense; Fernandópolis; Catanduva; Catanduvense.
Entenda o formato
1ª fase – 6 grupos de 5, 6 ou 7 times – Turno e returno na chave
– Classificam-se os 4 melhores de cada grupo
2ª fase – 6 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo + os 4 melhores terceiros
3ª fase – 4 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo
4ª fase – Quartas de final – Jogos de ida e volta
– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição
5ª fase – Semifinal – Jogos de ida e volta
– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição
6ª fase – Final – Jogos de ida e volta
– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares e ficar com o título para o time de melhor campanha ao longo da competição

Já se pode discutir, não é mais segredo: o Red Bull Brasil tem interesse em fazer parceria com o Paulista Futebol Clube que vai ALÉM de arrendar o Jayme Cintra.
O “Toro Loko” ganharia identidade local, torcida e estádio.
O “Galo da Japi” não “morreria afundado em dívidas” na última divisão, voltaria à A1 e permaneceria na mente dos torcedores como em outras associações da história (Paulista-Magnata, Lousano Paulista e Etti Jundiaí).
Fusão? Compra da agremiação? Ou o quê?
Quanto as propostas feitas ou discutidas, aí é outro papo: tudo ainda no campo da especulação. O certo é: o Paulista PRECISA de dinheiro urgente e de pensar sobre a 4a divisão de profissionais (se disputará ou não, como vai fazer?).
Red Bull Jundiaí vem aí? 🐓 🐂
A propósito, esse mesmo assunto especulado há 2 anos: https://professorrafaelporcari.com/2017/04/11/o-futuro-do-galo-existiria-repulsa-se-o-red-bull-sugerisse-uniao-ao-paulista-sobre-a-chegada-da-carabao-no-brasil/

Quando eu era mais novinho, sofria para tentar resolver o “Cubo Mágico”, aquele quadrado colorido que deve ficar uniforme nos lados.
Eu não sabia: existe Campeonato Mundial disso! Mais ainda: várias modalidades e torneios mundo afora. E o campeão é brasileiro: o jundiaiense de 13 anos, Vicenzo!
Extraído de: Jornal de Jundiaí, ed 22/12/2018, Caderno Cidades, pg 04
JUNDIAIENSE É RECORDISTA MUNDIAL DE CUBO MÁGICO
por Lígia Andrade
Com mais de 130 medalhas, ele faz vaquinha para competir na Austrália
Vicenzo Guerino Cecchini, jundiaiense e competidor de cubo mágico, já possui mais títulos que idade. Aos 13 anos, conquistou mais de 130 medalhas, 14 recordes brasileiros, 3 sulamericanos e 2 mundiais. O talento com o manuseio do cubo mágico, considerado por muitos como impossível de ser solucionado, já foi demonstrado por Vicenzo, oficialmente, 2210 vezes. No ano que vem, o jovem pretende montá-lo mais uma vez na Austrália, durante sua mais nova meta: o Campeonato Mundial de Cubo Mágico.
A trajetória de títulos do jovem talento começou quando Vicenzo viu uma amiga, ainda aos nove anos de idade, mexendo em um cubo mágico. Interessado pela brincadeira, comprou um para ele e, a partir de então, não o largou mais. Débora Guerino, mãe de Vicenzo, conta que o cubo acompanhava seu filho a todos os lugares que iam, até mesmo no consultório do dentista, e, após alguns vídeos no youtube e algoritmos aprendidos, Vicenzo começou a participar de competições.
A primeira que participou foi a Oficina Open, em Campinas, na qual Vicenzo não subiu ao pódio. O recordista mundial conta, no entanto, que essa foi uma das competições mais importantes de sua vida, pois foi a partir dela que se motivou a treinar mais e mais as soluções do cubo mágico. Neste ano, Vicenzo conseguiu bater os recordes mundiais de Square-1, na modalidade single (melhor tempo) e medium (melhor média de tempo), em São Bernardo do Campo. O tempo do single foi de apenas cinco segundos, e a média, 6.33 segundos.
Para o ano que vem, pretende competir no Campeonato Mundial, que acontecerá na Austrália. O atual dono do título é na modalidade Square-1 é Jayden McNeill, de 23 anos. Com 10 anos a menos, Vicenzo não se intimida. “O que eu quero na verdade é ganhar uma medalha. O título seria legal, mas eu quero conseguir a medalha”. Para isso, busca patrocinadores e pessoas que contribuam em seu objetivo de ir à Austrália, por meio de uma vaquinha online.
Vicenzo participa de diversas categorias nos campeonatos: 2×2 até o 7×7, 3×3 com uma mão, com os pés, com os olhos vendados, em menos movimentos, 4×4 e 5×5 com olhos vendados, Pyraminx, Megaminx, Skewb, Square-1. Para cada uma, algoritmos diferentes. “No vendado, cada peça tem uma letra e eu vou formando uma palavra com elas. Eu formo uma historinha e, quando abaixo a venda, eu me lembro dela. Vou fazendo isso com todas as letras”, explica seu método para montar o cubo mágico sem enxergá-lo.
De Jundiaí, já viajou para estados como Fortaleza, Minas Gerais e Brasília, conquistando títulos, medalhas e experiência. Focado no Mundial, Vicenzo passa horas estudando seus movimentos e se preparando para, quem sabe, ser o melhor do mundo em 2019.

Será que só eu tive a impressão de que foi a noite mais “raivosa” deste ano?
Impossível não levantar para desligar todos os equipamentos elétricos / eletrônicos com tanto raio que caiu há pouco!
Jundiaí parecia “de dia”, com tanto clarão no céu, em plena meia-noite. E o que resta é isso: insônia…
Estamos já vivendo as consequências do aquecimento global ou tudo isso foi normal e eu que me impressionei demais com os “rebentos” da noite / madrugada?

Não tenho nada contra e tampouco a favor; nem o conheço pessoalmente, só “de vista”! Mas me causou uma estranheza profunda ler nos documentos da Federação Paulista de Futebol quanto à Copa SP, que a sede do Red Bull (que é o Estádio Jayme Cintra, Jundiaí-SP, onde o Paulista manda seus jogos e a chave em que estará na Copa São Paulo) terá como diretor… Sérgio Eduardo Aguiar, o presidente da Liga Jundiaiense de Futebol.
Insisto: não tenho nenhuma relação positiva ou negativa com ele, mas leio e escuto muito sobre o “Serginho da Liga” (como é chamado) e as confusões do Amador na Cidade de Jundiaí – que envolve imbroglio da gestão financeira (não me refiro a corrupção, mas administração ruim), bagunça na organização e relação péssima com as autoridades municipais. Sem contar, claro, com as eternas queixas dos times amadores nas Redes Sociais.
Logicamente, a FPF argumentará que escolheu ele pois é responsável pela LJF e facilitaria a logística. Mas ela está ciente das confusões do campeonato local? Não tinha outro nome?
Quem poderia questionar, num primeiro momento, é o Red Bull (pois é o time-sede), mas que deve desconhecer todo esse histórico. Nessa, o Paulista não tem culpa, mas fico muito curioso: será que a FPF pediu referência ao Galo na hora da escolha (já que a sede é em Jundiaí e o Paulista o time local – e dono do estádio)?
Se até dia 02 de janeiro estiver como diretor de sede o Serginho, que faça um trabalho bom e competente. Mas tenho certeza que poderia se ter evitado tal nome tão discutido nos centros esportivos da nossa cidade…
