Viram que confusão criou-se com a peça infantil “A Princesa e a Costureira”?
É um “conto de fadas lésbico”, e está incluído nos eventos da comunidade LGBT. Entretanto, muita discussão foi gerada sobre o “alcance” da encenação para as escolas municipais de ensino infantil.
Abaixo, uma matéria do Jornal de Jundiaí e o desmentido da Prefeitura sobre a boataria. O curioso é: como pode a peça infanto-juvenil ter alerta que não é recomendada para crianças?
PEÇA ‘A PRINCESA E A COSTUREIRA’ CAUSA POLÊMICA ANTES DA ESTREIA
A peça ‘A princesa e a costureira’, que será encenada no dia 18 de setembro, às 19h, na Sala Jundiaí, no Complexo Fepasa, abrindo a programação da 4ª Semana da Diversidade Sexual de Jundiaí, tem causado polêmica mesmo antes de sua estreia. Dois abaixo-assinados estão circulando nas redes sociais: um contra e outro a favor da apresentação.
Baseado no livro infanto-juvenil do mesmo nome, da escritora e psicóloga Janaina Leslão, a obra chega a Jundiaí dentro da programação selecionada num Chamamento Público pela Câmara Setorial LGBT do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Jundiaí.
Diante dos fatos, a Prefeitura de Jundiaí lançou uma nota pública de esclarecimento reforçando que a veiculação da peça não tem qualquer vínculo com o Sistema Municipal de Ensino e que atende o que determina a lei municipal que institui como responsabilidade do poder a promoção dos direitos da pessoa humana. Reforça ainda que cumpre o papel de apoiar a Semana, cuja programação foi idealizada pela ONG Aliados.
Para a assessora jurídica da ONG, Rose Gouvêa, a semana quer salientar o respeito entre as pessoas, independente da sua orientação sexual. Segundo ela, é um absurdo que ocorram polêmicas sobre o evento. “A programação está extensa e com assuntos relevantes, por isso não podemos deixar que um determinado público estrague ou atrapalhe a programação.”
Procurada, a prefeitura informou que o esclarecimento foi apresentado para desmentir matérias enganosas a respeito da peça teatral “A princesa e a costureira”, já que a atividade não tem vínculo com o Sistema Municipal de Ensino e nem será promovida em escolas da cidade. A peça faz parte da programação idealizada pela ONG Aliados e discutida com a Câmara Setorial de Diversidade Sexual.
Não confie em promessa de político que venha do Palácio do Planalto! Lembram do vídeo onde o presidente Michel Temer disse que resolveria o problema do Hospital Infantil do Câncer de Jundiaí (o Grendacc), pedindo que o Ministro da Saúde Ricardo Barros acertasse urgentemente o credenciamento da verba da entidade? O caso aconteceu no começo de Julho e ganhou repercussão nacional.
Pois é: o Grendacc está às duras penas se mantendo para não ter que fechar, e o dinheiro prometido não chegou.
A dona Verci Bútalo, presidente da entidade filantrópica, viajou com os representantes políticos de Jundiaí (vereador Gustavo Martinelli, prefeito Luiz Fernando Machado e deputado federal Miguel Haddad) e tiveram a PALAVRA de Temer, registrada nessa gravação: http://wp.me/p4RTuC-jiQ. TODOS FORAM ENGANADOS?
Uma tristeza sem fim. No dia 15 de agosto, terça-feira, feriado municipal da Padroeira Nossa Senhora do Desterro, o Ministro marcou uma nova reunião em Brasília para “tentar ajudar” e cancelou o encontro 3 horas antes. Não duvido que a dona Verci estivesse pronta para embarcar no Aeroporto.
Será que teremos que esperar o ano eleitoral para salvarem o Grendacc? Até lá, o que será das crianças? Contarão apenas com os voluntários?
Coisas que enervam qualquer um e que trazem prejuízo à sociedade: as queimadas (especialmente nesse tempo seco e poluído).
Imagine quem tem criança pequena em casa evê o fogareiro ao lado, com cinzas e fumaça por todos os lados?
Pois bem: quero crer que tenha sido acidental, mas emdois pontos próximos da minha casa (na área ao fundo do Sítio Milani e no matagal restante do empreendimento imobiliário que está sendo construído com o adjetivo de “living house”, coincidentemente de propriedade do mesmo investidor) uma enorme queimada aconteceu em cada terreno. E covardemente foi à tardinha, para que a fumaça entrasse nas casas e judiasse dos moradores por toda a noite (isso, de 2a feira para 3a).
No dia seguinte, para ajudar, uma grande árvore que sobrevivia às tentativas de derrubada (uma icônica seringueira), acabou pegando fogo também.Mais uma vez, quero crer que tenha sido acidental.
Olha o transtorno que isso dá: tem-se que acionar os bombeiros, pára-se o trânsito e custa dinheiro à sociedade. Claro, além disso tem o prejuízo ambiental.
As fotos (abaixo) mostram o incômodo. Mas o terreno ficou limpo…
Quer mais?
Durante a madrugada, da 3a para a 4a, a árvore voltou a pegar fogo e os bombeiros chegaram às duas e meia (sim, 2h30) para apagar o restante e com MOTOSERRAS para cortá-la definitivamente.
É muito prazeroso acordar nesse horário… obrigado, “tocadores de fogo”. O trânsito ficou interditado e só liberado depois das 06h da manhã da quarta-feira.
Quem pagará o transtorno e desconforto dos vizinhos, a fumaça nas nossas casas, o barulho da madrugada e o custo dos bombeiros?
4 fotos:
1- Os bombeiros apagando tudo:
2- O terreno bem limpo (puxa, parece “colocado à mão”):
3- O trabalho dos bombeiros na madrugada:
4- O que sobrou da árvore (só o toco)…
Alguém descobrirá se o fogo foi acidental ou criminoso? Ou ficaremos só chupando o dedo…
Os vereadores de Jundiaí tentarão barrar a venda (ou dificultar) da área pertencente ao Governo do Estado conhecida como CAIC (DEA). A idéia é que se proíba a criação de loteamento naquele local.
Nessa, todos os envolvidos merecem nota 10 por tal propósito de conservação! E aqui reforço algo desde que surgiu a notícia, no ano passado: não se pode perder aquele patrimônio “verde” para a especulação imobiliária.
Compartilho o texto no qual defendo que se crie ali um campos acadêmico:
E A CAIC SERÁ VENDIDA?
Como legítimo ex-aluno da EEPG Irmã Úrsula Gherello, a querida “Escola da CAIC”, fico triste com a notícia:o Governo do Estado irá leiloar todas as terras onde estão o Instituto Agronômico de Jundiaí (o antigo DEA), onde está a escola, toda a área verde e o centro de pesquisa.
Puxa, a justificativa seria a de que o Estado precisa de dinheiro. Mas que tal tentar criar ali um campus da UNESP ou da UNICAMP, preservando o local e valorizando a Educação?
Penso que vender terras é menos interessante para um povo do que investir em ensino. E você?
Sobre o déficit do Governo?
Que se corte as mordomias, ora bolas!
E a lógica será: mais um condomínio residencial, com a já batida propaganda de “vista privilegiada para a Serra do Japi”.
Repercutiu bastante em toda a Jundiaí a morte de um cachorrinho de estimação chamado Nick. Motivo: ele iria ser tosado e tomaria banho em um Pet Shop tradicional do Parque Eloy Chaves; entretanto, o (a) funcionário (a) responsável bobeou e deixou o animal sozinho. Como ele estava amarrado e em cima de uma mesa, saltou e se enforcou.
Aqui, fica a observação: nos tribunais regionais do Facebook (e nos casos nacionais, acrescente-se as outras redes sociais como Twitter e Google Plus), houve de tudo: gente tentando consolar a dona do bichinho, gente criticando o Pet Shop e exageros dos dois lados, com um radicalismo “a lá ISIS”.
Nesse tempo de inclusão digital, dos mais intelectuais até chegando aos energúmenos, a possibilidade de crítica se faz democrática e todos têm acesso a ela. E isso é ótimo! Entretanto, o que pesa são os intolerantes, preconceituosos, aproveitadores, haters e demais personagens do mundo das redes “anti-sociais”. Virou Tribunal da Inquisição com escolha de pena: prisão perpétua, pena de morte, absolvição total ou indenização por injusta acusação. Só não há espaço, lamentavelmente, para a concórdia!
Em especial no caso do animalzinho Nick, é lógico que a dona dele ficará inconsolável. Não há processo na Justiça que deverá devolver-lhe a companhia do “melhor amigo do homem”. Do outro lado, se coloque no lugar da proprietária do estabelecimento, há quase 20 anos por lá! Imagine o remorso imenso em decorrência do descuido de um(a) colaborador (a), além da dor de cabeça judicial que terá.
Ambos envolvidos saíram perdendo; a proporção dos danos sofridos por cada um não se pode mensurar, assim como o Facebook e seus julgadores de tribunais eletrônicos devem ter bom senso em não execrar ninguém.
Tolerância, paciência, misericórdia, justiça e equilíbrio: é isso que as pessoas precisam ter antes de postagens radicais! Particularmente, torço para que a dona do cachorro e a proprietária do Pet Shop se recuperem de seus abalos e sigam a vida.
Em tempo: repare que não estou fazendo juízo de valor se A foi mais prejudicada do que B. Apenas quero ponderar o desnecessário julgamento.
Muitas pessoas viram o logo do time de futebol Red Bull mesclado com cores da Portuguesa. Outros, após verem a postagem do mascote “Toro Loko” comendo bolinhos de bacalhau, creram que ali nascia uma parceria.
Nada disso. O ocorrido é que um movimento de torcedores da Lusa começou uma campanha para que o Red Bull assuma a gestão do time, buscando salvá-la da triste situação financeira e de descalabro administrativo que está. Portanto, os interessados foram os torcedores, que tomaram a iniciativa esperançosos de que existisse uma possível fusão!
Aqui em Jundiaí, quando surgiram especulações muito tímidas, o efeito foi contrário! Muitos torcedores repudiaram uma associação com a empresa austríaca para com o Paulista Futebol Clube, em situação tão ruim (ou pior, pois está sem calendário para o semestre) do que a Portuguesa.
Republico uma postagem feita há 3 meses, e hoje me convenço: o Red Bull não teria interesse em parceria com endividados clubes (como Paulista e Portuguesa), mas nas suas sedes e nos torcedores que remanescessem.
Relembrando minha posição e algumas informações da época. Abaixo:
O FUTURO DO GALO: EXISTIRIA REPULSA SE O RED BULL SUGERISSE UNIÃO AO PAULISTA? SOBRE A CHEGADA DA CARABAO NO BRASIL.
Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.
Todos nós estamos chateados com aimpensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.
Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…
Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade– é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.
Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?
Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:
O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem(não é isso que sempre cobramos?)
Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
Eles tem inovação. Nós temos tradição.
Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com aLousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.
Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).
Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.
Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada(a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!
E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M Citydos sheiks sauditas. O Chelseado russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?
Aliás, quando Dietrich Mateschitz(o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.
Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho?Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceria – do Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.
E sabem o que mais?
A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.
Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).
INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.
Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!
Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…
EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO(sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?
***
Observações:
1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?
2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?
3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?
Esqueça partidarismo, queixa burocrática ou qualquer fanatismo. O que importa é que o Grendacc (o Hospital de Oncologia Infantil de Jundiaí, criado por voluntários) conseguiu sobreviver!
Da boca do presidente Temer (ontem), confirmado hoje:
Há certos acidentes totalmente evitáveis. Um deles foi o ocorrido na Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, no sentido Itu – Jundiaí.
Ontem, por volta das 06h30, eu estava próximo à Takata-Petri (região do Parque Eloy Chaves), e uma moto em altíssima velocidade (e era subida), ultrapassava os carros em zigue-zague. Na garupa, com o frio que fazia na manhã de sexta-feira, se percebia que era uma moça que estava de shorts ou saia.
Como explicar a velocidade incompatível, num trecho tão perigoso com uma direção irresponsável e nos tais trajes? Respeitosamente, parecia que as duas pessoas não estavam cientes do perigo, da temperatura e das próprias leis de trânsito.
Instantes depois, ainda ziguezagueando, a moto sumiu em velocidade maior na descida próximo à fábrica da Coca-Cola. De repente, tanto a pista expressa quanto a marginal da Dom Gabriel pararam. A moto se enfiou na traseira de um carro e piloto com a acompanhante arremessados pelo canteiro até via marginal. Morte instantânea.
É triste tal relato. A vida para uns é tão sagrada, e para outros jogada fora. Dos males, o menor foi que os corpos não foram arremessados em cima de um ônibus ou de outro veículo maior, causando mais mortos.
Uma pena. E ao ler o jornal de Jundiaí, descobriu-se que as vítimas portavam LSD!
Muito triste. Foram vítimas de si próprio. Compartilho:
Um casal de jovens morreu na manhã desta sexta-feira (02) em acidente de moto na rodovia Dom Gabriel Gabriel Paulino Bueno Couto, que interliga Jundiaí a Itu. Erick James de Lima, de 27 anos, pilotava uma Yamaha XT 660, levando na garupa Amanda Larissa Silveiro Torres, 21. O veículo bateu na traseira de um VW Logus.
A policiais rodoviários, o motorista do carro, um técnico em eletricidade de 29 anos, contou que ouviu de testemunhas, após o acidente, que o condutor da motocicleta pilotava em alta velocidade, ziguezagueando na estrada para ultrapassar outros veículos. Ele disse ter sentido apenas o impacto da moto contra seu automóvel.
Erick e Amanda morreram no local. Conforme relataram os policiais rodoviários durante o registro do boletim de ocorrência, 29 micropontos de LSD, uma droga de grande poder alucinógeno, foram encontrados nos pertences da moça. O entorpecente estava guardado em papel alumínio.
Também o Jornal Regional postou outros detalhes do acidente, incluindo a foto assustadora do resgate:
Gostaria de parabenizar os organizadores do “Dia do Desafio” em Jundiaí (competimos com Uberlândia-MG), em especial à àrea de Esportes e de Cultura do município, pela manhã gostosa que passamos nesta quarta-feira.
Minha filha participou com seus colegas do Projeto Guri, unindo música e atividade física (cultura e esporte são sinônimos de educação para a mente e para o corpo). Saíram da sede (vizinha do Teatro Polytheama) e foram caminhando até o Solar do Barão. Em frente à Catedral Nossa Senhora do Desterro (Matriz), se reuniram em outras atividades – tocando, cantando, pulando e se exercitando.
Aqui, um vídeo de 30 segundos da festa no Centro da Cidade. Isso sim vale a pena: iniciativa eficaz de socialização, prática sadia e educacional, além de ser de baixo custo.
Após temer que seu estádio fosse arrematado judicialmente, o corpo jurídico do Paulista FC conseguiu o CANCELAMENTO do leilão para pagamento de dívidas (já houve uma tentativa de leiloar, sem compradores que se habilitaram).
As contas devedoras irão para a mesma Vara Judicial onde existe o Consórcio de Credores. A informação veio através do presidente do Conselho Deliberativo do Paulista Futebol Clube, o Desembargador Dr Cláudio Levada, que postou em seu Facebook:
“LEILÃO DO PAULISTA CANCELADO: No mesmo dia em que o Estádio Jayme de Ulhôa Cintra completa 60 anos de idade, construído no sistema de mutirão por cidadãos de Jundiaí, recebemos a notícia excelente de que foi cancelado o leilão do imóvel respectivo, passando todas as execuções a integrar o condomínio de credores na 2a. Vara da Justiça do Trabalho de Jundiaí. Isto permite que se administre melhor as dívidas diversas, bem como permite que o Paulista possa procurar, mais aliviado, as soluções para o seu futuro. Parabéns ao Corpo Jurídico do Paulista, às advogadas Edilene, Lívia e Célia, por seu denodo e combatividade, muito bem secundadas pelos advogados Célio e Berol e, pelo tempo de ajuda sem qualquer retribuição, ao advogado Fábio Leme. Se antes criticavam, e sem saber todo o esforço de vocês, agora gostaria de ouvir aplausos desses mesmos críticos – embora alguns não o façam por terem o interesse no “quanto pior, melhor”. Volto a dizer: não vamos morrer!“
Com tal medida, o Paulista continua devedor, mas legalmente dentro da renegociação já realizada pelo Consórcio – e o importante: com fôlego para pagar as contas num prazo mais adequado.
Além das pessoas citadas pelo Dr Levada que merecem os aplausos, corroboro o que postou nessa mesma mensagem o comandante do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora, Adilson Freddo, complementando os cumprimentos:
“Parabéns, também, ao Milton Demarchi, Pepe, e doutor Mauro Brescancini”.
Tal notícia é tão especial que coincidiu justamente quando se rcomemora o aniversário de 60 anos do Estádio Dr Jayme Cintra (17/05/1957 – Paulista FC 3×1 SE Palmeiras).
Agora, é reconstruir o clube e principalmente, sua dignidade.
No último sábado, a Havan inaugurou sua 98o loja, desta vez em Jundiaí. Após um período com obras paradas, houve um esforço para que tudo ocorresse o quanto mais rápido.
Em um discurso de abertura da nova unidade, o empreendedor Luciano Hang (o dono da Havan) disse contra os antigos administradores do município.
“O antigo prefeito de Jundiaí é muito ruim, já era para estarmos aqui há muito tempo. Por isso durou só 4 anos. Eu venho movimentar a economia local e gerar 200 empregos diretos fora os indiretos”.
Diz-se à boca pequena que o problema era a não realização de contrapartidas para eventual impacto do trânsito. Se for verdade, responda:
A gestão anterior estava correta nas exigências (não cumpridas) oua gestão atual é quem está certa na promoção do rápido emprego (com o afrouxamento de contrapartidas)?
Na semana passada, um Projeto de Lei foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Vereadores de Jundiaí. Foi do vereador Edicarlos Vieira, que diz: os postos de combustíveis têm que fixar os preços com duas casas decimais, não mais do que isso. Ou seja, se o preço do combustível é R$ 3,499, o comerciante deverá arredondar para R$ 3,49 ou R$ 3,50.
O que isso muda na vida do munícipe? É algo para marcar o currículo do legislador?
Respeito o vereador, sei do belo trabalho que faz no Vetor Oeste da cidade, mas é uma lei “nada a ver”. Palavra de quem vende combustível, como eu!
Será que o Prefeito Luiz Fernando Machado aprovará?
Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.
Todos nós estamos chateados com aimpensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.
Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…
Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade– é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.
Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?
Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:
O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem(não é isso que sempre cobramos?)
Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
Eles tem inovação. Nós temos tradição.
Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com aLousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.
Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).
Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.
Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada(a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!
E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M Citydos sheiks sauditas. O Chelseado russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?
Aliás, quando Dietrich Mateschitz(o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.
Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho?Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceria – do Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.
E sabem o que mais?
A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.
Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).
INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.
Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!
Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…
EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO(sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?
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Observações:
1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?
2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?
3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?
Tive muito cuidado com as palavras para escrever esse texto, magoado pelo fato do estrondoso anúncio do leilão do Estádio Jayme Cintra, propriedade particular do Paulista Futebol Clube, equipe profissional que há mais de um século representa Jundiaí no cenário futebolístico.
Fora a época das parcerias (Magnata, Lousano, Parmalat) o Galo da Serra do Japi sempre esteve com o pires na mão. Nos pós-parcerias o Tricolor da Terra da Uva se virou muito bem por algum tempo. Mas sem parceiro, com inúmeros processos trabalhistas e outras pendengas por tempo tão contínuo, nunca vital cenário.
Sem dinheiro, o Paulista vem padecendo. Depois da conquista da Copa do Brasil e do não acesso à série A para o Campeonato Brasileiro, o dinheiro foi sumindo (para onde, não sei) e caindo de divisão nacional ano a ano. No Estadual, resistiu o quanto pode, namorou a A2, casou com ela e a traiu com a A3. E traição custa caro, pois agora briga para fugir da 4a divisão regional.
Todos nós de Jundiaí aprendemos a amar o Paulista! E ao ver o anúncio na Folha de São Paulo do leilão do estádio para 27 de abril, a fim de saldar um montante de R$ 1,4 mi (parte de uma dívida cujo valor REAL do montante nunca se sabe ao certo), deu uma grande angústia.
Como resolver?
O time não tem receitas para se auto-sustentar (as rendas de jogos são negativas, os beneméritos da cidade fazem o possível para que não se feche o clube e empresas não querem investir pois o retorno é incerto). Só existem duas respostas para explicar essa dantesca crise:má gestão ou corrupção nas gestões que deixaram esse triste legado.
As dívidas trabalhistas, muitas delas, foram julgadas à revelia ou mal defendidas. E quando isso acontece, sabe-se que o valor explode!
Na possibilidade de perder o estádio, que está avaliado em R$ 35 milhões de reais (mas no leilão pode ser arrematado por R$ 17,5 a fim de se garantir recursos para pagar os credores), o COMPAC (Conselho do Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí)tombou o estádio nesta terça-feira à noite em solenidade no Museu Solar do Barão.
Sabe o que isso resolve?
NADA! E escrevo isso com pesar, pois as dívidas continuam as mesmas, só são postergadas mais ainda, como se vinha fazendo (o leilão se deve a 14 ações já julgadas). Quantas outras ações não virão?
A única coisa que acontecerá é que, ocorrendo o leilão, o arrematador fica com o terreno e não pode demolir o estádio. Ora bolas, se o novo dono for “Caxias”, o Paulista perdeu o seu patrimônio do mesmo jeito!
De que adianta o tombamento? Claro que dificulta para um empreendedor oferecer um lance com um imóvel deste porte que não pode ser derrubado. Mas numa área tão valiosa, com tanta gente cobiçando, é ingenuidade que não apareça algum projeto que contemple o estádio com outra utilidade ou um projeto de engenharia que faça alguma coisa.
Se no leilão aparecer comprador, mesmo com o estádio em pé, bye-bye Jayme Cintra, o imóvel não será mais do Paulista. E jogará onde? Na vizinha Campo Limpo Paulista? No campo do simpático Primavera? Como sobreviverá?
Três opções, com alto grau de dificuldade de algumas delas se concretizar:
1 – Um apaixonado investidor arrematar a praça esportiva e permitir que o Paulista continue jogando por lá;
2 – Vender o Estádio e o Terreno (“destombando-se”), e negociando dinheiro e uma nova arena para se jogar;
3 – Pedir a bondosa colaboração dos credores para que adiem seus recebimentos.
Qual a melhor solução?
As únicas que eu não gostaria: que o Paulista não deixe de pagar suas contas (se DEVE, não pode dar calote), não dê o golpe de fechar as portas e voltar como EC Paulista ou Esportivo Paulista de Jundiaí (sacaneando quem tem que receber), nem seja orgulhoso de se associar com potenciais novos parceiros (desde que sejam honestos).
Cá entre nós: há quanto tempo as grandes empresas não investem no time? Ninguém rasga dinheiro, e se não o fazem, é porque não é um bom negócio ou não tem recursos. Mais ainda: desde sempre se procura dirigente competente para tocar o time. Se encontra fácil?
Sou bem tranquilo em escrever o seguinte: Dr Cláudio Levada, Pepe Verdugo, Milton Demarchi, Dr Marco Antonio Dias e outros abnegados (fui cirúrgico nos nomes citados) que dão a cara para bater, só estão lá pela mesma paixão dos torcedores. Ou acham que esses senhores levam dinheiro? Acreditemos: não vale pela dor de cabeça, além de serem pessoas honradas. Pra um lado a grana foi, não se sabe quanto, quando nem para onde, isso é lógico. Mas por quem?
Amigos torcedores, quem desvia grana cai fora e se faz de morto. Quem gere mal não põe seu trabalho no curriculum. Depois dessa tormenta, é necessário que se faça uma rigorosa auditoria para achar os culpados (e infelizmente nem dinheiro para isso se tem!).
A questão é: até quando o Paulista Futebol Clube irá resistir? Não se tem administradores profissionais à porta para entrarem no clube e com suas experiências de gestores salvarem o Galo. Mas para que isso aconteça, é preciso que as forças vivas da cidade, diretoria e torcedores se unam. Não precisam se amar, precisam se TOLERAR nesse momento. Somente assim nosso querido time poderá permanecer com os aparelhos ligados na UTI. Sair do hospital somente se um Roman Abramovich aparecer aqui ou outro mecenas qualquer.
Força Galo, “pois tu és Paulista, de Jundiaí!”.
Vou parafrasear meu amigo Matias Souza: “Todo mundo tem uma opinião, respeito, e essa é a minha”.
O IPEM é o órgão que fiscaliza as medidas das bombas dos postos de combustíveis. Há muita gente que tenta dar golpe, vendendo 1 litro com menos de 1000 ml, e fiscais HONESTOS são importantíssimos para coibir tal prática (se existir corrupção, esqueça esse texto).
Entretanto, leio no Jornal de Jundiaí de sábado a notícia de que haverá uma rigorosa fiscalização aqui na cidade. Mas não dá para dar 10 por tal inciativa, afinal, o órgão está avisando que vai fiscalizar!
Ora, se o picareta souber, regulariza antes de ser autuado. Ou não?
Eu sei que pode ser preciosismo(mas não é crítica nem elogio, pois 100 dias é pouco para julgar o trabalho de alguém), mas… na prática, o que muda renomear as instituições de “Secretaria” por “Unidade de Gestão”?
Muda colocar administradores eficientes, dar infraestrutura para que as pastas possam trabalhar e mostrar transparência nas atitudes e contas.
Tomara que seja assim. E não digo isso por um nome X de partido A ou B. Serve para todos os governantes.
Interminável essa novela das eleições na Associação Comercial Empresarial de Jundiaí, não?
Sou associado e conheço (não intimamente) oRegis Donatti Filho (candidato à reeleição) e Roberto Rezende (da oposição). Tenho por mim ambos como pessoas do bem. Uma pena que estejam ocorrendo desentendimentos entre eles (sem aqui fazer valor de juízo).
O Dirceu Cardoso (ou “Dirceuzinho” para os amigos), figuraça e pessoa boníssima,será o interventor escolhido pela Justiça até o fim do imbrólho.
Que tudo acabe bem, sem prejuízo para os comerciantes e/ou associados.
Foi detido em Jundiaí um jovem de 17 anos que tentou matar pela segunda vez sua mãe. A primeira tentativa frustrada foi com uma enxada, a segunda com uma faca.
Tem como explicar os motivos que levam o filho a fazer isso com a sua própria progenitora?
Com a razão, nunca. O mundo está muito violento e imoral…
Há certas coisas que são facilmente resolvidas, e não são por má vontade.
Aqui no Bairro Medeiros, no trecho conhecido como “Retão” da Avenida Reynaldo Porcari, é só chover que a água acumula.
É claro que os motoristas sofrem ali. Mas quem mais sente são os pedestres… como andar nas calçadas ali? Sem dizer que o Batalhão da PM fica inacessível, pois não há como a água escoar.
Embora naquele trecho seja tributado como IPTU de zona urbana, não se tem esgoto (é mole) nem BUEIROS!
Ainda rende a polêmica sobre a Prefeitura de Jundiaí não financiar o desfile das Escolas de Samba na cidade. Mas nesta, confesso, estou com o prefeito (desde que realmente a verba seja usada no Hospital São Vicente).
Me pesa a discussão Cultura versus Saúde. É claro que devemos respeitar àqueles que gostam do carnaval, mas ajudar os doentes vem em primeiro lugar.
Que não se crucifique o agora ex-treinador do Paulista, Umberto Louzer. Ele não é filantropo, é um sujeito profissional como qualquer um de nós que trabalhamos. Se surgiu uma nova oferta de trabalho e ele a avaliou como interessante, é algo normal.
Além disso, todos nós que gostamos do Paulista temos que considerar o seguinte (de maneira humilde e racional):
– O Guarani está na A2 Estadual brigando pelo acesso para a A1; no Brasileirão, na série B.
– OPaulistaestá na A3 Estadual brigando contra queda para a B; no Brasileirão, sem série alguma.
O trabalhador vive da sua labuta, não pode viver fazendo caridade. Paciência e boa sorte a ele.
Àqueles que são contrários, fica o lembrete: e o Beto Cavalcante, que tanto fez e ajudou ao Galo, sabem o que aconteceu?
Pois é…
Eu arriscaria um nome para novo treinador: Rodrigo Alves, o técnico que mais tem vencido no Amador de Jundiaí. Ou você acha que toda a malandragem dos jogadores vista pela Matonense (encarar adversário, fazer cera, vibrar e outras coisas) passada pelo experiente técnico Pinho no último jogo, não são importantes malícias de quem viveu na várzea e tem experiência?
É apenas um palpite no qual não ganho nada e nem tenho interesse em troca, mas é um nome que eu pensaria. Vai me dizer que o Márcio Bitencourt, Macena, Candinho Farias e tantos outros treinadores que passaram por aqui são melhores do que o Rodrigo?
Há de se pensar! O que não pode é o Paulista cair de novo, pois aí seria complicado buscar ânimo e voltar a encher o Jayme Cintra.
A foto abaixo foi tirada por mim no jogo Paulista 0x2 Matonense, durante nossa transmissão pela Rádio Difusora. Quando falamos da existência desse protesto pacífico da torcida do Paulista (salvo engano, encabeçada pela Raça Tricolor), lembramos que não havia nada de condenável por tal ato. As orientações da FIFA proíbem (gostemos ou não) faixas com manifestações politico-partidárias, religiosas, racistas, homofóbicas e contra o organizador do evento. Nada impede de você criticar o cartola do seu clube.
A PM retirou as faixas dos torcedores. Mas qual a justificativa?
NENHUMA. Qual das orientações foi violada?
Sem saber, talvez por excesso de autoridade ou pura ignorância, foi censurado tal protesto dos torcedores.
Leio e fico feliz por existirem pessoas de boa vontade: sobre o “Programa Família Acolhedora” e as famílias que cuidam carinhosamente de menores retirados pela Justiça da guarda de seus pais.
PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA TEM TRÊS VAGAS EM JUNDIAÍ
Por Mauro Utida
Com capacidade para atender até 10 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos, o Serviço Municipal de Acolhimento Familiar, também conhecido como Família Acolhedora, está com três vagas disponíveis para o acolhimento familiar.
Este serviço é uma alternativa para crianças e adolescentes afastados de suas famílias de origem mediante medida protetiva determinada pelo juiz da Vara da Infância e Juventude, como forma de atender suas necessidades emergenciais.
A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads), informou que pretende aumentar as vagas do programa Família Acolhedora de 10 para 15 crianças/adolescentes disponíveis ainda neste ano.
Atualmente, o programa conta com 23 famílias já capacitadas e aptas a acolher. Hoje, as sete crianças que estão em acolhimento familiar possuem entre 0 a 9 anos.
A prefeitura explica que, para fazer parte do programa, as famílias devem ser residentes de Jundiaí, ter 21 anos ou mais, não possuir antecedentes criminais, não apresentar problemas psiquiátricos e ou dependência psicoativas e não ter interesse em adoção, já que as crianças e adolescentes voltarão à família de origem. O prazo máximo para acolher a criança é de dois anos.
O casal Maressa Gonçalves Santos Paula, 30 anos, e Jonathan Felipe Sota de Paula, 27 anos, é uma das 23 famílias capacitadas e aptas a acolher as crianças do programa. O casal está cadastrado no serviço há cinco anos e atualmente está prestes a cuidar da quarta criança, no caso, uma recém-nascida, que nasceu prematura de sete meses e está internada na UTI.
Eles assumirão por um tempo os cuidados do bebê por causa da rejeição provisória da mãe, que tem 15 anos de idade e tem problemas com o enteado, que é violento. Maressa e Jonathan possuem uma filha de três anos, porém fazem questão de ajudar.
“Na minha família por parte de pai há muitos filhos adotivos, inclusive meu irmão, e sempre tive vontade. Quando descobri o programa lendo um jornal, meu coração ardeu de vontade e fizemos o cadastro. Em um ano já estávamos cuidando da primeira criança”, explica.
Após criar, amar e proteger é natural que a família crie um vínculo com a criança e, no caso do casal, eles procuram manter o contato com a família e continuar ajudando sempre que a família precisa, caso seja possível. “Em toda despedida, temos o costume de fazer uma festa e tirar fotos daquele momento para guardar de recordação. É difícil, mas entendemos que é melhor para ela”, diz Maressa. Não é adoção A diferença do programa Família Acolhedora para o processo de adoção é que o acolhimento familiar é provisório, com o objetivo de atender crianças e adolescentes com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, que se encontram em situação de ameaça, necessitando de atenção e cuidados integrais.
A coordenadora do Setor Técnico de Serviço Social do Fórum, Viviana Eugenia Gualtieri, informa que um dos pré-requisitos para a família ingressar no Programa é não fazer parte do Cadastro Nacional de Adoção (CNA).
“Há casos em que o Poder Judiciário constata que a criança ou adolescente têm seu direitos violados, ou seja, não atendidos conforme consta no artigo 3 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), e nessa situação, a fim de garantir a proteção integral, sugere o acolhimento, como medida provisória de atender as necessidades ”, informa.
As causas são diversas, tais como: negligência, abandono, maus-tratos, abuso sexual, violência doméstica, conflitos familiares, uso excessivo de álcool e drogas entre outros.
Há um trabalho da equipe técnica do juízo, bem como do serviço de acolhimento e a rede socioassistencial do município, para reverter a situação, que gerou a determinação da medida de acolhimento, a fim de que o período de acolhimento seja o mais breve possível, visando dirimir as perdas. Alternativa O programa Família Acolhedora é uma alternativa para as três unidades de acolhimento institucional (abrigos) do município, que estão com a capacidade máxima. A capacidade total dos três abrigos é para atender 80 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos: Casa de Nazaré (40 vagas) e Casa Transitória 1 e 2 (40 vagas total).
Os abrigos funcionam através de convênio com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads) para atender crianças e adolescentes com seus direitos violados, conforme orientação do ECA. Os encaminhamentos para estes serviços são feitos pelos Conselhos Tutelares com a chancela do juiz da Vara e Juventude, Jefferson Barbin Torelli.
Segundo informações do Serviço Social do Poder Judiciário, atualmente Jundiaí conta com 122 pretendentes para adoção e quatro adolescentes com idade acima de 12 anos, que estão aptas para colocação em famílias substitutas.
O juiz da Vara da Infância e Juventude, Jefferson Barbin Torelli, explica que a espera pelo filho está atrelado ao perfil desejado pelo pretendente. “A maioria dos casais prefere crianças com até sete anos e são raríssimos os casos em que os pais devolvem as crianças”, informa.
Para os interessados no processo de adoção, devem procurar o Fórum de Jundiaí, localizado na rua São Bento, s/n, no Centro. Horário: às segundas-feiras, das 13h às 15h.
Ainda triste com a notícia da morte do Evandro Tucci, um conhecido que era extremamente bacana (me refiro ao acidente de domingo, quando infartou próximo ao Jundiaí Shopping, estando ao volante).
Mais um amigo que perco na “casa dos 40 anos”. Nos últimos tempos, quantos sofreram infarto ainda tão novos?
O Paulista de Jundiaí, tricolor da Terra da Uva e carinhosamente chamado de Galo da Japi (em referência à magnífica Serra da Japi, cartão postal da cidade), fez jus ao seu mascote e bicou oToro Loko (Red Bull) por duas vezes na Copa São Paulo. Encarou oBode Alviverde(Vitória da Conquista), enfrentou sem medo o Tricolor da Manchester Catarinense(Joinville) e, mesmo sendo de porte menor na divisão do Brasileirão, enfrentou sem medo o Dragão (Atlético Goianiense). Encarou ainda a Águia(São Carlos) que queria voar alto e não temeu receber flechadas doÍndio Condá (Chapecoense). Por fim, não se assustou com o Fantasma (Batatais), goleando-o e esperando para a finalíssima na cidade grande o Moleque Travesso (Juventus) ou o Mosqueteiro(Corinthians).
Eis que à tarde, durante a espera…
O Galo, tão corajoso e ressurgido no caldeirão de Jayme Cintra diante de milhares de torcedores, não imaginava que seria traído dentro do seu terreiro. Venceu em campo, e perdeu para umGato camuflado, que o depenou e frustrou uma cidade inteira.
Tudo isso para falar sobre Brendon Matheus, Matheus Lima ou simplesmente Matheus, o jogador que queria ser chamado apenas pelo nome mais simples (Matheus, era assim que pediu às emissoras de rádio) em tempos que os nomes duplos estão em voga e os apelidos desaparecem.
O atleta passara desapercebido até agora por torneios sem visibilidade. O ótimo jogador (ao menos, jogando dentro de campo era acima da média), que saia jogando da zaga ao ataque, bom tecnicamente e com ótimo senso de colocação, que não era faltoso e que tomou infantil e justamente o segundo amarelo e estaria fora da final da Copa São Paulo 2017, realmente se chamava Matheus. Mas não o mesmo Matheus dos documentos!
Segundo a ESPN Brasil, o jogador se chama Heltton Matheus Cardoso Rodrigues, fará 23 anos em 24 de março próximo e disputou a competição Sub20 com os documentos de Brendon Matheus Araújo Lima dos Santos, 19 anos, que está preso no Rio de Janeiro por roubo e tráfico de drogas.
O garoto é empresariado por Alberto, que reside em Jundiaí e é um sujeito sério (o mesmo ex-jogador do Paulista e do Santos, celebrado naquele time de Robinho e Diego, marcado por um golaço de bicicleta contra o Corinthians). Ao que tudo indica, o jogador de Volta Redonda, que passou por São Gonçalo, passou a usar a falsidade ideológica lá no Rio de Janeiro, vindo para o time do Nacional-SP (que era gerido pelo Alberto, e dessa forma passou a agenciar o rapaz) e da Capital para Jundiaí. Dessa forma, Heltton Matheus enganou a FERJ, FPF, os dois times paulistas, além dos seus treinadores e dirigentes (a propósito, as fotos públicas de Heltton Matheus e as do verdadeiro Brendon Matheus são realmente muito parecidas).
O questionamento é: quantos atletas brasileiros, sem exposição, começam e terminam a carreira como gatos incólumes? Se o Paulista fosse eliminado na 1a fase, poderia estar ainda “enganando” por aí. E não achemos que é só no futebol que se altera identidade.
O fato é: um crime motivado por um agente no começo da carreira, pelo próprio garoto ou por alguém que não sabemos, trouxe inúmeras consequências. Fez-se valer o ditado: “o Diabo é o pai da mentira”. Portanto: vão para o inferno, maquiadores de identidade e estelionatários do esporte.
Os envolvidos na picaretagem enganaram clubes, federações, e com mais tristeza a cidade de Jundiaí e seus torcedores (que sofreram com a trapalhada dos ingressos na semifinal, madrugaram na fila e tomaram chuva), Umberto Louzer (o trabalhador treinador do Galo), Pepe Verdugo (o presidente do time), seus colegas de equipe (imaginem os demais companheiros de time como devem estar) e enfim, a coletividade esportiva em geral. Todos são vítimas de um golpe praticado em terra fluminense. Talvez o próprio Heltton, se pensarmos com benevolência (este, pela ingenuidade e ignorância por aproveitadores e sucumbem ao sonho de se tornar atleta profissional de maneira inadequada). Mas que confesse: quem foi o autor da trapaça?
É importante salientar: o presidente do Batatais, André Toffetti, entrou com denúncia antes do jogo. Claro, não se poderia cancelar a partida do domingo sem investigar algo tão grave (reclamar-se-á que o clube de Batatais poderia ter sido oportunista; mas será que não recebeu a dica às véspera do jogo e não é direito dele fazer isso mesmo?).
Comprovado tudo, que se cumpra conforme a lei: a desclassificação do Paulista do jogo final (o regulamento é claro e as 120 equipes assinaram), que se julgue com justiça o time de Jundiaí (sendo vítima do estelionato da identidade, não se aplique a pena máxima de 5 anos excluído da competição) e que não se macule as pessoas honestas da Terra da Uva, que tanto lutaram para chegar à final e tentar o bicampeonato da Copinha.
Ficam duas observações:
1- Seria Heltton Matheus, que se passou por Brendon Matheus, o único gato da competição? Claro que não. O problema é conseguir informações seguras de outros jogadores e do modo de operação das falcatruas.
2- O Batatais seria o justo finalista? Red Bull, Atlético Goianiense, São Carlos e Chapecoense que perderam na fase eliminatória (e até mesmo os clubes da fase de grupos) não poderiamenxurissar o torneio? Afinal, o zagueiro jogou (sempre muito bem) TODAS as 8 partidas do Paulista e estaria fora apenas na final (claro que ele não ganhou sozinho, Umberto Louzer usou 24 atletas durante o torneio). Mas os demais não foram prejudicados tanto quanto o time de Batatais?
Encerrando: acompanhamos com entusiasmo a excepcional saga do Paulistaatravés do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 810, transmitindo e comentando todos os jogos e aguardando ansiosos a final no dia 25 do Pacaembú. Imaginem como nós estamos também nos sentindo lesados… por educação, devo encerrar o texto aqui antes que escreva uma bobagem impublicável.
E pensar que há exatamente 1 ano, o time profissional do Paulista era vítima do suposto grupo investidor de Mônaco que tanto enganou com o treinador português Paulo Fernandes…meu Deus!!!
Atualizando: Heltton Matheus, o jogador, está sumido e com o celular desligado. Ninguém o encontrou mais em Jundiaí.
Se primeiramente aplaudi a Federação Paulista de Futebol em cobrar ingressos para evitar tumultos, superlotação e outros problemas na partida de Quarta-de-Final entre Corinthians x Flamengo, agora repudio TOTALMENTE a decisão tomada para as entradas da semifinal entre Paulista x Batatais.
Entenda: com ótimo público em todas as partidas, o Jayme Cintra viu na última partida contra a Chapecoense cerca de 15.000 torcedores nas arquibancadas e cerca de 1.000 jundiaienses para fora do estádio, por motivo de fechamento dos portões devido a lotação.
Pois bem: preocupada com esse fator, a Polícia Militar, juntamente com o Paulista Futebol Clube e a FPF, discutiram como evitar esse problema para o jogo de domingo, às 10h, valendo a vaga para a finalíssima no Pacaembu (contra o vencedor de Juventus x Corinthians).
1- A PM definiu que, para controle de acesso e a fim de evitar superlotação, existisse uma carga limitada de ingressos ao invés de entrada livre. Determinou-se, em comum acordo, 11.000 entradas para a torcida de Jundiaí e 900 entradas para a torcida de Batatais (uma capacidade menor que a do estádio, para maior conforto e segurança).
2 – O Paulista solicitou que cada ingresso fosse trocado antecipadamente por 1kg de alimento não perecível, com o intuito de ser doado para entidades assistenciais.
3- A FPF, pasmem, PROIBIU a troca de ingressos por alimento alegando que poderia existir cambistas se aproveitando de tal fato, e ordenou que, às 08h da manhã de domingo, os ingressos sejam distribuídos gratuitamente por ordem de chegada nas bilheterias do Jayme Cintra!
Amigos, se houve tumulto no último jogo, quando a partida marcada às 21h teve os portões abertos às 17h45 (sem a necessidade de compra, troca ou entrega de ingressos, inexistindo filas em cabines), pensem na multidão que se aglomerará no estádio bem antes das 08h, com as poucas bilheterias e a muvuca que estará. Ademais, impossível não crer que haverá gente entrando na fila para ganhar ingressos e os vendendo para quem não conseguir.
Se a venda de ingressos para qualquer partida de futebol no próprio dia do jogo já é algo a ser evitado por conta de confusão, imagine distribuir pouco antes da partida 11.900 bilhetes?
Além disso, a PM avisa que haverá rigorosa revista, proibindo a entrada de guarda-chuva, rádio, garrafa d’água e qualquer objeto que possa ser transformado em arma.
Meu Deus… é o fim da picada! Não há alguém de bom senso na FPF e na PM para mudar esse péssimo planejamento?E justo agora que as mulheres e crianças estão colorindo as arquibancadas do estádio de Jundiaí, tão abandonado nos últimos tempos?
O surto de dermatite urticante (uma espécie de coceira) que está assustando a população do Vetor Oeste de Jundiaí, segundo as autoridades de saúde de Jundiaí, nada mais é do que uma irritante urticária provocada por uma espécie de Mariposa (Hylesia SP) que solta cerdas ao se acasalar nesta época do ano.
Felizmente, não é nada contagioso, passa logo (após a correta medicação) e não traz complicações maiores (apesar do incômodo).
Uma pergunta que se faz necessária: isso nunca aconteceu por aqui. Por quê agora temos esse surto e tal invasão de mariposas? O que andou mudando na nossa região ou com a própria mariposa?