– O Design Sprint do Google

As startups já conhecem esse processo, mas vale compartilhar: o método Sprint, do Google!

Abaixo, extraído de Veja, ed 2654.

FÁBRICA DE SUCESSOS

Criado por funcionários da divisão de novos negócios do Google, o método Sprint consiste numa “linhagem de montagem” para empreender – tanto dentro de uma empresa como na vida pessoal. 

Por Jennifer Ann Thomas

“EU NÃO FALHEI. Apenas encontrei 10 000 maneiras que não vão funcionar e, assim descobri qual dará certo.” A frase, que se tornaria célebre, foi proferida pelo americano Thomas Edison (1847-1931) depois de testar milhares de protótipos para conseguir desenvolver a primeira lâmpada elétrica da história, em 1879. O mesmo espírito animou, em pleno século XXI, um novo método de invenção e empreendedorismo, elaborado no Vale do Silício, polo tecnológico onde surgiram empresas como Apple, Google e Facebook. Batizada de sprint, a técnica permite testar projetos – de startups, de grandes companhias ou mesmo relacionados a carreiras individuais – em apenas cinco dias, partindo de uma ideia e chegando a um teste prático.

Tudo isso sem demandar gastos de milhões de dólares para viabilizar um plano que, no fim do processo, poderia fracassar. O roteiro do Sprint serve de pontapé inicial para todo mundo: marcas que precisam resolver problemas pontuais, empresas estabelecidas que querem lançar novas empreitadas, pessoas infelizes no trabalho que planejam montar o próprio negócio ou mesmo aqueles que pretendem trocar de profissão.

Nessa última categoria, atualmente, os exemplos se multiplicam. Segundo uma pesquisa da rede social Linkedln, a nova geração tende a mudar de emprego ao menos quatro vezes até os 32 anos de idade. Adotar o Sprint para tomar decisões pode ajudar na redescoberta profissional.

Não por acaso, a nova metodologia surgiu dentro de uma companhia reconhecida pelo seus viéis inovador, o Google. Mais especificamente, em seu braço de novos negócios, o Ventures. O sprint começou a ser desenvolvido em 2003 pelo engenheiro americano Jake Knapp. Até 2012, foi testado, na prática, no lançamento de recursos de produtos-chave da empresa – como o navegador Chrome, o serviço de e-mail Gmail e o sistema de publicidade Adwords. A partir do sucesso de aplicação nos inventos da marca, o método se difundiu pelo Vale do Silício e por outros polos de tecnologia. Já foi adotado, por exemplo, por uma concorrente direta do Google, a Mozilla, dona do navegador Firefox. Em 2016, Knapp, ao lado de outros dois colegas do Google – os designers John Zeratsky e Braden Kowitz -, publicou um livro sobre o assunto, que chegou ás listas dos mais vendidos dos Estados Unidos. No mês passado, Sprint: o método Usado no Google para testar e Aplicar novas ideias em apenas cinco dias foi publicado no Brasil pela editora Intrínseca. O sucesso nas livrarias e lojas de e-books se deve sobretudo ao fato da obra servir de guia também a quem jamais pensou em empreender e, no entanto, por motivos diversos, encontra-se de repente em una encruzilhada profissional. No livro, Knapp conta como formulou a ideia do Sprint.

Naquele ano de 2003, ele viu nascer seu primeiro filho. O engenheiro notou então que a novidade familiar fizera com que se tornasse menos produtivo no trabalho.Para retornar seu ritmo, decidiu elaborar um roteiro simples, com o qual pudesse acelerar seus afazeres profissionais. Como empreender, por meio de Ventures, de um modo mais rápido? Assim surgiu a fórmula que permite avaliar, em uma semana útil. Ideias de negócios. Contudo, foram necessários quase dez anos para Knapp aperfeiçoar o procedimento. De início, por exemplo, ele acreditava que um Sprint poderia ser feito com um time de quarenta pessoas. Entretanto, as primeiras tentativas só renderam confusões. Após uma série de testes, chegou-se á conclusão de que a coisa só funcionava quando desenvolvida por equipes pequenas – de, no máximo, sete membros.

Nesse limite, o ideal seria contar com a seguinte composição de perfis: um indivíduo chamado de “o definidor”, que tomaria as decisões finais; e seis especialistas, das áreas de finanças, marketing, contato com o consumidor, tecnologia, logística e design. Isso, claro, considerando-se que o Sprint seria realizado dentro de uma empresa de grande porte, como o Google.O sistema revelou-se prático e  eficaz Disse Knapp: “O nosso método resolve um ponto básico, porém muito difícil de realizar no dia a dia, que é o teste de protótipos. Estudantes e startups, assim como grandes empresas, podem se beneficiar dele. Numa comparação, O Sprint seria como ter a chance única de bater alguns pênaltis contra o time adversário, no primeiro tempo de uma partida de futebol, e só depois apostar em quem ganharia o jogo”.

De acordo com índice Kauffman de Empreendedorismo, que analisa o ecossistema de novos negócios nos Estados Unidos, 310 em cada 100 000 adultos americanos abrem negócios, todos meses, desde 2016. Para financiar as empreitadas, cadas uma dessas startups consegue captar, em média, 1,3 milhão de dólares em investimentos. Além disso, elas gastam em torno de 500 000 dólares mensais para manter suas operações. No entanto, a maioria, nove em cada dez, falha nos primeiros vinte meses. A perda de dinheiro relacionada ao fracasso poderia, em teoria, ser evitada caso se aplicasse o Sprint no início desses projetos; assim, talvez se descobrisse que a empreitada já nasceria fadada a falir.

Em um país em crise, como o Brasil, essa certeza pode ser ainda mais determinante para aqueles que perdem o emprego e optam por se dedicar ao próprio negócio – situação de 44% dos que abriram empresas nacionais entre 2015 e 2016. O Sprint ainda desconstrói a representação romântica que se tem dos empreendedores do ramo da tecnologia. Antes, imaginava-se um jovem nerd numa garagem, sonhando com suas invenções – o script vivido por Steve Jobs (1955-2011), que nos anos 70, criou a Apple, ao lado de Steve Wozniak, literalmente na garagem de casa, e montou ali seus primeiros computadores sem plano de negócios na cabeça.

No século XXI, esqueça essa cena, de um garoto correndo grandes riscos em prol de um projeto visionário. Hoje, o vale do Silício funciona como propõe o Sprint: uma linha padronizada de montagem de ideias; algo mais parecido com o antigo fordismo do que com a imagem de uma mente genial querendo mudar o mundo a partir de uma sacada espetacular.

Informações via Revista Veja.

– O segredo das Lojas CEM para não vender na Internet e ganhar dinheiro com isso!

Quem é do Interior de São Paulo, sabe do respeito que as Lojas Cem recebem dos seus clientes. E na posição número 3 na venda de eletrodomésticos do país, resiste surpreendentemente em não vender pela Web.

A pergunta é: Por quê?

Abaixo, em: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2018/12/saiba-razao-para-rede-lojas-cem-nao-vender-nada-na-internet-e-mesmo-assim-faturar-bilhoes.html

A RAZÃO PARA LOJAS CEM NÃO VENDER A PRAZO (E MESMO ASSIM FATURAR BILHÕES)

Terceira maior varejista de eletrodomésticos e móveis do País, com vendas anuais de R$ 5,3 bilhões, a Lojas Cem não vende nada pela internet

Terceira maior varejista de eletrodomésticos e móveis do País, com vendas anuais de R$ 5,3 bilhões, a Lojas Cem não vende nada pela internet. E, no que depender de seus donos, a empresa vai continuar ‘offline’ – ao contrário das concorrentes Via Varejo e Magazine Luiza que têm aumentado a aposta no e-commerce para ampliar o faturamento de R$ 25,6 bilhões e R$ 11,7 bilhões no ano passado.

Não é de hoje que a varejista, que começou em 1952 como uma oficina de conserto de bicicletas, em Salto, no interior do Estado de São Paulo, rema contra a maré. Vinte anos atrás, quando concorrentes venderam as carteiras de créditos para os bancos com a intenção de ganhar fôlego financeiro, a varejista contrariou o mercado. Até hoje, banca a venda a prazo com os próprios recursos.

“Sempre nos questionam por que não vendemos pela internet”, conta o sócio-diretor Natale Dalla Vecchia, de 82 anos, filho do fundador. Ele começa a costurar seu argumento dizendo que os concorrentes falam como se o comércio online respondesse por 80% das vendas de móveis e eletrodomésticos. “Na verdade, representa 2,7% desse mercado. É pouquíssimo”, acrescenta o irmão mais novo, Cícero Dalla Vecchia, sócio-diretor, que responde pelas áreas fiscal e financeira.

Além da pequena representatividade das vendas online no setor, Cícero aponta dois outros obstáculos que desestimulam a empresa a investir na internet. Um deles é a tributação diferente para cada Estado. “Quem vende nacionalmente pela internet tem de acompanhar a legislação de todos os Estados”, diz ele. Hoje com 266 lojas espalhadas entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, a rede tem 70 funcionários só para cuidar de questões tributárias. Esse já é um dos maiores departamentos da companhia.

Outra barreira à internet é a logística. A empresa só tem lojas num raio de até 600 quilômetros do centro de distribuição de 120 mil m², em Salto. A partir de 2019, a família iniciará um plano de expansão para dobrar o tamanho do centro de distribuição.

Freguesia. Mas a principal razão para a varejista não ingressar na internet é o perfil da sua freguesia. “O consumidor da internet é classe A, mais exigente, chorão, pechincheiro”, diz Natale. Já o público predominante das Lojas Cem é de classe B e C, que frequenta lojas de rua, gosta de tocar e ver a mercadoria e conversar com vendedor. Aliás, todas as lojas da rede são de rua e só três ocupam prédios alugados. “Acreditamos na loja de rua e em prédios próprios”, diz Natale.

Quem dita as regras na empresa é a família Dalla Vecchia, que não quer negociar ações na Bolsa de valores, com uma abertura de capital. São três irmãos, filhos do fundador Remígio Dalla Vecchia, e um cunhado que tocam a empresa, de 11.300 funcionários, quase todos formados na companhia.

“Não temos CEO (Chief Executive Officer, na sigla em inglês, a pessoa de maior autoridade na empresa)”, afirma Natale. Ele conta que as decisões são tomadas pelo colegiado de sócios e que raras vezes há divergências. Alguns princípios são inegociáveis: “Compramos as mercadorias em prazo curto, não mandamos a carteira de crédito para financeiras, não distribuímos lucro, não abrimos lojas em shoppings”, lembra Natale.

Há dois anos, a pedido dos fornecedores, que queriam entender como a empresa atua, os sócios responderam às principais perguntas e colocaram no papel. “Os fornecedores mostraram o documento a concorrentes, que leram até o terceiro parágrafo e disseram que assim não dá para trabalhar”, conta. “E nós trabalhamos desse jeito. Somos conservadores, fazemos tudo diferente e somos a empresa que mais dá certo.”

‘Não há só uma receita de sucesso’, diz consultor.

A gestão à moda antiga da Lojas Cem, que contraria o movimento dos concorrentes, divide os especialistas em varejo. “Não tem só uma receita de sucesso”, afirma Eugênio Foganholo, consultor da Mixxer Desenvolvimento Empresarial. Na sua opinião, a rede tem disciplina estratégica “extraordinária” num segmento no qual as margens são apertadas e o sucesso de uma empresa se dá pelo insucesso de outra. “Eles têm a riqueza de dizer não e escolher com clareza o caminho.”

Já Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, considera uma “loucura” a Lojas Cem não ir para a internet. Ele compara a decisão da companhia a uma corrida. “Trabalhar apenas com lojas físicas hoje é como se a empresa corresse com uma perna só, enquanto a concorrência corre com as duas: lojas físicas e comércio online.” O presidente da SBVC, Eduardo Terra, reconhece a decisão e a solidez da companhia. Mas pondera que o mercado está mudando rapidamente e que a decisão de onde comprar está nas mãos do consumidor. “Quem não estiver em todos os canais perde venda.”

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– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Um Vlog como teste?

Amigos, estou fazendo uma nova experiência: após sugestão, estou gravando temas do Blog em vídeos no YouTube. Na verdade, por enquanto, somente fiz o primeiro, de apresentação.

Tudo caseiro, bem amador, sem muita preocupação com edição. Como estou aprendendo, parece-me que não é errado chamar de Vlog (Blog em Vídeo). Ou melhor: Canal!

Não importa! O que vale é a intenção. Se você quiser me dar a honra de prestigiar e se inscrever, o endereço (abaixo) é:

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– Barrigas de Aluguel via Internet

Não sei se estou preparado para esses novos tempos e métodos de concepção: o de Barrigas de Aluguel.

Confesso que ao ler esse artigo, assustei-me um pouco com a forma comum que tal assunto é tratado. Ou seja, alugar o útero não é novidade!

Veja em: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139363-1.htm

GRAVIDEZ.COM, O COMÉRCIO DE ÚTERO NA INTERNET

Crise financeira e problemas de infertilidade levam dezenas de mulheres a comércio ilegal de gestação

por Alan Rodrigues e Carina Rabelo

A geladeira da casa da paulista Maria Inês de Carvalho, 29 anos, há tempos não conta com alguma variedade de produtos. Fora uma travessa de feijão do dia anterior, um arroz e uma carne moída, apenas se veem garrafas d’água. Na dispensa a situação não é diferente. Ali, as latas vazias comprovam a míngua. Há dois anos, desde que perdeu o marido, Inês e a pequena filha de 6 anos vivem em sobressaltos. Cansada da penúria alimentar e com os cobradores batendo à porta, ela buscou uma solução pouco ortodoxa para resolver sua crise financeira: alugar o próprio útero para pagar as dívidas, que já chegam a R$ 30 mil.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”, diz. Proibida de trabalhar pelo falecido marido desde o início do casamento, ela nunca teve uma atividade profissional. “Não sei fazer nada”, lamenta.

Ela é apenas mais uma no amplo rol das mulheres que buscam a salvação financeira pelo útero. Numa única empresa de anúncios pela internet, outras 800 candidatas a mãe de aluguel colocaram suas barrigas para locação. Inês quer R$ 80 mil para gerar um filho para outra mulher.

Ao contrário dela, a empresária mineira Marlene Santos, 40 anos, não tem problemas financeiros, mas de infertilidade. Em comum entre elas há apenas a angústia. Rica e casada há dez anos, Marlene alterna seus dias entre a solidão e a tristeza em um apartamento luxuoso em Belo Horizonte. Marlene está na estatística de 1% das mulheres brasileiras que nasceram sem o útero. “Gerar um filho é uma graça que eu não pude ter”, lamenta. Para driblar a infertilidade, ela jogou às favas os escrúpulos e, na escolha polêmica, a sua história se cruza com a de Inês. Ela contratou uma barriga de aluguel pelo Orkut – rede social na internet que apresenta dezenas de comunidades sobre o tema. Pelo arrendamento durante os nove meses de gestação, a empresária paga R$ 50 mil, assume todas as despesas médicas, o supermercado mensal e os demais cuidados necessários à grávida.

A paulistana Camila, 21 anos, tem seu nome em uma espécie de book – das mães de aluguel – numa clínica de reprodução assistida, na capital paulista. Ela já alugou seu útero uma vez, há dois anos, e não se arrependeu.

“Peguei o dinheiro e dei de entrada no meu apartamento”, diz. Camila é o tipo de ótima “locatária” nesse mercado. “Entreguei o menino depois do parto, conforme o combinado.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”
Inês de Carvalho, dona-de-casa

Tinha recebido metade do valor assim que se confirmou a gravidez e o resto logo depois do parto”, diz. Loira, bonita e sem vícios, ela resolveu enfrentar tudo novamente.

“Estou desempregada e sem perspectivas”, argumenta. Na primeira vez, Camila encontrou apenas uma página na internet. “Hoje são mais de 18, com 14 mulheres em cada uma”, diz ela, preocupada com a concorrência.

Nem sempre são os contextos dramáticos que mobilizam as mães de aluguel. Ao contrário de tantas mulheres que encaram a gravidez como um estorvo e se apavoram diante dos riscos do parto, as que se dispõem ao serviço gostam de ficar grávidas. E, claro, se encantam com a possibilidade de receber boa remuneração. As transgressões delas se multiplicam no mercado virtual, onde esse comércio clandestino é operado. Basta colocar a palavra-chave ‘barriga de aluguel’ no campo de busca da internet, e os anúncios vêm à tona. Em cada site de classificados, comunidades virtuais e fóruns, surgem de 200 a 800 recados de mulheres disponíveis ao serviço. No texto, elas atraem os compradores com garantias de saúde perfeita, juventude plena e atributos físicos desejáveis. Para tranquilizar o casal, declaram-se “bem resolvidas” quanto à escolha.

O esquema é simples. A mulher coloca o ventre em locação e recebe propostas. O negócio é fechado sem contratos – apenas com o comprometimento das partes. Exames preliminares são feitos para comprovar a saúde da futura gestante, que deverá seguir à risca as recomendações dos pais da criança. A partir do acordo, o óvulo da mãe genética, já fecundado com o espermatozoide do pai, é implantado no ventre da mãe de aluguel. Durante nove meses, nada de bebidas e cigarros ou situações de risco para o bebê. Após o parto, a mãe genética pega o recém-nascido e o leva para casa. “Não quero amamentar para não ter apego”, diz Inês.

Patrícia Amorim, 29 anos, colocou o anúncio na internet em dezembro de 2008 e já recebeu quatro propostas. Ela, que já é mãe de duas crianças, colocou seu ventre em locação por R$ 30 mil, de comum acordo com o marido. “A condição é que seja através de inseminação”, diz a mulher, que recusou há uma semana uma proposta de fecundação através de relação sexual. “Não corro o risco de me apegar à criança”, garante. “Filho dá trabalho. Por que vou querer assumir a responsabilidade por um que não é meu?”, questiona a despachante, que faz malabarismos a cada mês com a limitada renda familiar de R$ 1.090. “Temos o direito de dar uma condição de vida digna para as nossas crianças”, diz ela.

No Brasil, a resolução 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM) – o único dispositivo normativo a versar sobre o tema “útero de substituição” – admite a prática somente de forma solidária, gratuita, entre parentes de até segundo grau e mediante prova de que o casal interessado é incapaz de gerar filhos. Mesmo com autorização – e elas são pouquíssimas no País -, a nova família passa anos com ações na Justiça para legalizar o nome de seus filhos. “É necessária a presença do Estado nesse debate para evitar abusos”, entende Margareth Arilha, da ONG Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR). O limbo da falta de amparo legal impulsiona as mães de aluguel a migrar da simples clandestinidade à criminalidade. Para burlar a fiscalização dos centros de reprodução humana e do hospital no momento do parto, é comum que muitas delas utilizem documentos falsos para obter o atendimento e o registro da criança com o nome da mãe biológica.

Emperrado na burocracia, o governo anda a passos lentos na tentativa de regulamentar a prática disseminada. Especialistas se dividem. Os católicos são contrários. Médicos defendem que o “útero de substituição” deve seguir as regras do CFM, principalmente no que diz respeito ao grau de parentesco entre as partes. “É importante que elas sejam próximas”, diz o médico Pablo Chacel, corregedor do CFM. “Há muitas questões envolvidas na relação entre a gestante e o bebê. Não conhecemos os impactos sobre uma criança que foi concebida por uma estranha”, afirma Maria do Carmo Borges, vice-presidente da Rede Latino- Americana de Reprodução Humana.

Na área do direito, o entendimento favorece a ampliação das possibilidades da cessão do útero, desde que não se trate de um acordo comercial.

“Deve ocorrer por um ato de solidariedade, com as despesas de saúde e alimentação pagas pela mãe genética”, defende a professora Maria Auxiliadora Minahim, especialista em direito penal e bioética.

Atualmente, raros são os casais inférteis que não pensaram na possibilidade de alugar uma barriga, mesmo que de relance. Entre os interessados estão homens e mulheres que não podem ter filhos – estima-se que eles sejam 18% do total de casais do País, e mulheres que perderam o ventre após a retirada de um mioma – o câncer de colo do útero atinge cerca de 500 mil por ano no mundo. Impossibilitadas de gerar um filho, muitas recorrem às barrigas de aluguel. Outros interessados no serviço são os casais homossexuais em união estável e as mulheres acima dos 40 anos – de 25% a 35% delas se tornam inférteis a partir dessa idade. Essas pessoas encontram na barriga de aluguel a viabilidade para a realização do sonho, mais acessível com a popularização das técnicas de fertilização in-vitro e inseminação artificial. A atriz Sarah Jessica Parker, 44 anos, é um dos exemplos.

O ícone da nova feminilidade no seriado “Sex and the City”, recorreu a uma barriga de aluguel por não conseguir mais engravidar.

O tema se tornou popular no País na década de 90, após a novela “Barriga de Aluguel”, que tratava do conflito entre a mãe genética, interpretada por Cássia Kiss, e a mãe de aluguel, papel de Cláudia Abreu. Recentemente, o assunto voltou à tona na novela “Caminho das Índias” e no seriado “A Grande Família”. Entre os grandes tabus do tema está a possibilidade do apego entre a mãe e o filho biológico e o desconforto entre a criança e a família genética. No entanto, pesquisas revelam que estes dramas são mais comuns nos folhetins do que na vida real. Mães de aluguel não enfrentam problemas emocionais durante ou depois da gravidez. Nem mesmo dilemas ao entregar o filho aos pais que a contrataram. É o que revela a pesquisa da City University, na Inglaterra, onde a prática é legalizada. De acordo com o levantamento, nenhuma das 34 mães de aluguel entrevistadas teve dúvidas ao entregar o bebê. Elas também afirmam manter uma boa relação com os pais contratantes.

Um estudo do Centro de Pesquisa Familiar, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, divulgado em julho de 2008 na Conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, revela que famílias constituídas a partir de óvulos doados, inseminação artificial e barriga de aluguel têm o mesmo nível de satisfação e equilíbrio psicológico das constituídas de forma natural. Segundo Polly Casey, autora do estudo, as mulheres que criam filhos a partir de óvulos doados ou barriga de aluguel têm um excelente nível de envolvimento com a criança. “Os dados não surpreendem se levarmos em consideração as dificuldades que estas mulheres enfrentaram para atingir a maternidade”, revela a pesquisadora.

No próximo mês, deverá ser analisada pelo governo na França a proposta de legalização da barriga de aluguel, durante a revisão da lei de bioética. Entre os que apoiam – 61% da população – estão grupos de políticos, médicos, psicanalistas e juristas, que reuniram mais de 300 assinaturas em todo o país para legalizar a prática. Entre os opositores (31%) estão os católicos. A agência nacional de biomedicina – que se propõe a intermediar os contratos entre mães de aluguel e os casais – deverá apresentar o relatório ao presidente Nicolas Sarkozy. Na França, cerca de 100 casais optam pelas barrigas de aluguel a cada ano. Levantamento recente feito pelo Centro de Fertilidade de Berlim, na Alemanha, revela que 63% dos casais inférteis e 44% da população são favoráveis à legalização da barriga de aluguel. Na Índia e em dois Estados americanos, o aluguel do útero é permitido.

“Existe uma tendência mundial de liberalização. O Brasil não pode se omitir ao debate”, diz Margareth Arilha. Nos próximos dias, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, irá ao Congresso Nacional, a convite da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), para debater o tema.

Embora o assunto assuste os mais conservadores e até mesmo aqueles que se esforçam para compreender a escolha pela barriga de aluguel, a prática revela o surgimento de novas famílias. “Se serão melhores ou piores, só o tempo dirá”, diz Maria do Carmo Borges.

– O fim dos likes do Instagram? Ou melhor: da contagem aberta!

Não muda nada na minha vida a história do fim da “contagem dos likes do Instagram”, tão debatida e desnecessariamente ocorrida. Muda apenas para quem vive disso, tanto como fruto de curtidas por ostentação quanto por remuneração dos “influencers”.

Na verdade, as contagens agora aparecem no topo, quando se abre a foto e clicando em “curtidas por fulano e outras pessoas”. Mas isso somente para quem postou, quem lê não sabe quantas curtidas aquela pessoa tem.

Uma bobagem tudo isso, não? O problema é que muitas pessoas sofrem de ansiedade e estão viciadas em redes sociais, acabando com a vida pessoal e se dedicando a virtual. Para elas, isso é “O” acontecimento da semana…

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– A queda das Redes Sociais do Zuckerberg

Ontem, durante todo o dia, WhatsApp, Instagram e Facebook (todas do mesmo dono, Mark Zuckerberg) tiveram instabilidades e saíram do ar. Depois mostraram dificuldades em carregamentos de fotos e vídeos. E por aí foi até o final da noite.

Antes, estávamos reféns desses aplicativos por falta de outras opções. Hoje, já existem alternativas conhecidas, ficando prejudicados mais os negócios decorrentes destas plataformas do que a possibilidade de se ficar incomunicável (claro, existe o desconforto para quem “vive dentro” dessas redes sociais por entretenimento).

Mas não é curioso que as falhas, quando ocorrem, são mal explicadas? As razões para que globalmente elas caiam, quais são?

Ficaremos sem respostas convincentes.

Extraído de: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,facebook-whatsapp-e-instagram-enfrentam-instabilidade-nesta-quarta,70002902711

FACEBOOK, WHATSAPP E INSTAGRAM ENFRENTARAM INSTABILIDADE NESTA QUARTA

Usuários relataram dificuldades para enviar fotos, vídeos, áudios e figurinhas nas plataformas; Twitter também teve problemas ao longo do dia

Os diversos aplicativos do Facebook – que, incluem além do app da rede social, também o WhatsApp e o Instagram  – enfrentaram instabilidades ao longo desta quarta-feira, 3. Por meio de plataformas como o Twitter, usuários relataram problemas, dizendo que não conseguiam enviar arquivos de mídia como fotos, vídeos, áudios e figurinhas pelos serviços. Em alguns casos, também não era possível acessar conteúdos do tipo pelos aplicativos. 

De acordo com o site Down Detector, conhecido por apontar falhas em serviços na internet, o problema não ficou restrito ao Brasil: houve também relatos de instabilidade nos Estados Unidos, na América Latina e em diversos países da Europa Ocidental. As falhas começaram por volta das 10 horas de manhã (horário de Brasília) e seguiram acontecendo ao longo de todo o dia. O problema só foi resolvido por volta das 21 horas (horário de Brasília). 

Procurado pelo Estado, o Facebook informou que “algumas pessoas e negócios tiveram problemas para carregar ou enviar imagens, vídeos e outros arquivos nos nossos aplicativos. A situação foi resolvida e normalizada para todos.” 

Falhas nas plataformas do Facebook têm sido frequentes nos últimos meses: em março, os serviços da empresa chegaram a ficar fora do ar por quase 24 horas, por conta de uma falha após mudanças nas configurações internas dos servidores da companhia. Em maio, uma falha centralizada na América Latina impossibilitou a execução de funções básicas como envio de mensagens, comentários e realização de publicações nos três serviços. 

Entre especialistas, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração entre WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger – algo que foi anunciado por Mark Zuckerberg no início deste ano e que permitiria que usuários do WhatsApp mandem mensagens para contatos que têm apenas conta no Instagram. 

TWITTER TAMBÉM ENFRENTOU INSTABILIDADE

Quem também enfrentou instabilidades na tarde desta quarta-feira foi o Twitter, em um problema isolado, sem ligação direta com o do Facebook. Segundo a empresa, houve falhas na entrega de mensagens diretas (DMs, na sigla em inglês) e notificações referentes à funcionalidade. O problema, no entanto, foi resolvido antes do final da tarde. 

Além disso, o Down Detector reportou instabilidades fora do normal em alguns serviços na internet brasileira – o Waze, por exemplo, reportou que recebeu notificações de problemas de usuários, mas até a última atualização desta reportagem não havia encontrado nenhuma falha em seus sistemas. Procurado pelo Estado, o Sinditelebrasil, que representa as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, disse que as empresas “não verificaram nenhum problema ou instabilidade em suas redes.” 

Na terça-feira, 2, uma falha de grandes proporções tirou vários sites do ar nos Estados Unidos – a instabilidade, porém, se deve a um problema no Cloudflare, serviço de armazenamento de sites que hospeda, por exemplo, o próprio Down Detector, além de sites da operadora Verizon e o serviço de e-commerce americano Shopify. Segundo o presidente executivo da empresa, Matthew Prince, o problema foi causado por uma super atividade nos servidores da empresa, que levou a uma pane em seu sistema. Ao Estado, a empresa confirmou que não havia relação de sua falha com as intermitências ocorridas no Brasil nesta quarta-feira. 

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– Internet às vezes cansa!

De saco cheio da Internet!

Cansa ver as timelines lotadas de Fake News! Como tem idiota publicando manchete mentirosa, “pagando pau pra político” e disseminando notícias para enganar os outros.

É de torrar a paciência… E tem coitado que lê e diz todo pimpão: “mas eu vi na Internet, eu vi”!

INTERNET É COMO PAPEL. ACEITA TUDO.

Fui. Não se leve muito a sério algumas Redes Sociais que se transformaram em Anti Sociais em alguns momentos.

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– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas

No Caderno “Mercado” do último domingo (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou” – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que tenho o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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– Você acredita em “Frases de Efeito dos Artistas” publicadas no Facebook?

Pedro Bial, Jô Soares e outras tantas personalidades habitam o mundo de frases de impacto no Facebook. Já repararam?

Mas será que eles realmente disseram o que você lê?

Olha que curioso, sobre falsas frases e personalidades improváveis. Tem até frase de Raul Seixas, com foto de Renato Russo e atribuída ao Cazuza, Ed Murphy por Will Smith… e por aí vai!

Veja as melhores em: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/04/03/internautas-fazem-montagens-envolvendo-frases-falsas-e-personalidades-fora-de-contexto.htm?abrefoto=3

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– Temos coisa mais importantes para fazer, não?

Se você dar uma busca no Google dos assuntos mais comentados NO MUNDO nos últimos dias, se surpreenderá com uma pendenga ente Whindersson Nunes e Carlinhos Maia.

Achei curioso, pois não conheço o trabalho dos dois, só sei que o primeiro é humorista (o assisti uma vez em um Talk Show e não gostei, nunca procurei nada sobre ele – embora eu saiba que ele é famoso) e o outro, só então soube, é um “vídeo-influenciador” com um canal no YouTube (eu o desconhecia).

Se você é “alienado” (ou melhor, desinteressado desses caras ) como eu, saiba: a internet bombou pois Carlinhos Maia celebrou um casamento gay com seu cônjuge, convidou o humorista para ser padrinho e ele não foi pois está com depressão e são brigados pela imprensa.

Fim.

E a Web enlouqueceu!

O cara convida um padrinho que não é seu amigo, brigam pelas redes sociais e o mundo dá um “stop” para acompanhá-los?

Cada futilidade… e eu perdi tempo escrevendo sobre eles… kk Apenas um desabafo para não deixar passar batido!

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– Ao menos, um intolerante mal educado resolveu reconhecer o erro?

Eu não sabia desse feliz desfecho: dias atrás, Gabriela Moreira, da Sportv, foi ofendida covardemente por mais um daqueles desrespeitosos cidadãos que pensam “tudo poder nas Redes Sociais”. Um fanático torcedor de futebol escreveu coisas impublicáveis quanto à sua honra.

Diante da enorme repercussão na mídia, houve uma humilde e correta demonstração de arrependimento do mesmo, pedindo desculpas pela sua estupidez.

Vale a pena ler toda a história, no link em: https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2019/03/23/gremista-chama-reporter-da-globo-de-vadia-e-se-arrepende-apos-reacao/

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– Xingar na Internet tem peso menor?

Muitos ainda cultuam a ideia de que “na arquibancada, tudo vale”. Discordo disso, e já discorri dos limites dessa situação em: https://wp.me/p55Mu0-29y

Infelizmente, ofender árbitro, comentarista ou qualquer pessoa ligada ao futebol via Redes Sociais (e fora do esporte também), parece ser algo “normal”, “aceitável” e “civilizado”. Se não é presencial, pode?

Ora, é de uma tremenda imbecilidade! Se a pessoa não pode cometer injúrias a outra no mundo real, por quê poderia no virtual?

Digo isso pois o comentarista Mauro Cezar, da ESPN Brasil (que tenho divergências de opiniões políticas e/ou esportivas, mas sempre o respeitei como bom profissional e pessoa respeitada que é), foi protagonista da demissão de um torcedor mal educado.

Entenda: após o Mauro fazer um comentário do jogo do Flamengo, um raivoso internauta o ofendeu mandando “VTNC” (que significa, para os desavisados, “Vai tomar no cu”, em linguagem de internet). E ainda o chamou de “bosta”.

Que raio de Educação tem um cara como esse? Discordar da opinião é uma coisa. Xingar gratuitamente, é ato de vagabundo. Já era o tempo da selvageria nas relações.

Pois bem: Mauro Cezar respondeu questionando-o se na firma em que trabalha incentiva comportamentos desajustados como esse, escrevendo: “lá na empresa eles estimam os funcionários a xingar a pessoas pura e simplesmente por discordar em algo sobre futebol?”. Na sequência, colou a logo do patrão do internauta, a gigante Arcelor Mittal.

Conclusão: o “boca-suja”foi demitido

Pense: no mundo de hoje, a Educação se faz presente em qualquer área, e um profissional, muitas vezes, representa a instituição que lhe emprega, exigindo a boa conduta full time.

Não discordo da Arcelor Mittal, nem do Mauro Cezar responder da forma que fez. Se o cara faz isso por uma bobagem chamada futebol, qual a reação que terá em pendengas mais sérias?

O tuíte da confusão, abaixo:

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– Os nômades digitais estão em alta e ocupando o lugar da turma do home office.

Home Office? Trabalhar em casa? Ótimo, dizem muitos.

Mas e se você poder trabalhar onde quiser, e não necessariamente na sua residência?

Veja só que legal a nova tendência,

Extraído de: http://www.jj.com.br/jundiai/nomades-digitais-trocam-os-escritorios-por-mundo-livre/

NÔMADES DIGITAIS TROCAM OS ESCRITÓRIOS POR ‘MUNDO LIVRE’

Por Kátia Appolinário – ksantos@jj.com.br

Trabalhar é preciso, mas ser escravo do espaço corporativo é apenas uma opção. Isso porque as tecnologias digitais permitem ultrapassar os limites do escritório e fazer de qualquer lugar no mundo um ambiente de trabalho. É isso o que fazem os nômades digitais, colaboradores que a partir do trabalho remoto conciliam a arte de viajar com as responsabilidades profissionais.
O que diferencia o nômade digital de um funcionário que faz home office, por exemplo, é justamente a ausência de um endereço fixo e a liberdade de poder colocar o pé na estrada levando o “escritório” em dispositivos portáteis. E essa prática tem se tornado mais frequente do que se imagina.
De acordo com pesquisa feita em 2016 pela SAP Consultoria em RH, verificou-se que 68% das corporações já utilizavam tecnologias digitais para realização do trabalho remoto, sendo que dentre estas, 89% adotam o teletrabalho nômade ou itinerante.
Esse foi o caminho escolhido pelo especialista em marketing digital Victor Hugo Lopes, de 24 anos, que em dez meses conheceu 15 países e mais de 28 cidades da Europa, África e Oriente Médio. “Fui trabalhar na Polônia através da proposta de uma empresa de publicidade online. Como meu trabalho é basicamente por uma plataforma digital, após o término das minhas tarefas, eu ficava livre para viajar desde que eu ficasse com o meu computador logado”, explica o jovem, que por meio do nomadismo, já fez check-in no Marrocos, Letônia, Israel, Itália e Alemanha.
Para o jornalista e analista de mídias internacionais, Márcio Souza, de 37 anos, ainda que o termo “nômade digital” seja novidade, foram várias as vezes em que ele conciliou o exercício profissional com viagens através do benefício do trabalho remoto. “Eu já viajei muito enquanto trabalhava, já fui para o litoral de São Paulo, Cuiabá e para Minas Gerais, por exemplo. Não vejo nenhum ponto negativo”, afirma.
Além de reduzir os custos para a empresa e aumentar a produtividade, o trabalho remoto beneficia também os funcionários e a comunidade.
“O teletrabalho melhora a qualidade de vida; evita o deslocamento e acaba resultando em mais tempo livre para o lazer”, afirma Cléo Carneiro, Presidente da Sociedade Brasileira do Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) e associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT).
Tradutor, web designer, assessor de imprensa e investidor de ações são algumas das profissões que podem ser exercidas através do trabalho remoto. “Quase todas as áreas da empresa podem adotar o teletrabalho, com exceção das áreas que demandam a presença das pessoas, como por exemplo, as funções de operação manual’’, afirma Cléo Carneiro.
Mas o ingresso à vida profissional nômade exige treino e planejamento. “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet e um ambiente propício para o trabalho. Ter um planejamento financeiro e um seguro de saúde internacional também são cuidados importantes a serem tomados”, instrui Victor, que mesmo tendo passado por momentos de dificuldade no exterior, não troca o trabalho remoto pelo comodismo rotineiro do escritório fixo. “Até das ‘roubadas’ você passa a gostar! Eu acabei desenvolvendo minhas próprias artimanhas”, complementa o jovem, valendo-se de que “a melhor parte da experiência é, literalmente, a experiência”.

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Victor Hugo já conheceu 15 países: “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet”. Foto: Divulgação.

– As Redes Anti Sociais: máscara de viciado, impiedade com avô, bate-boca…

O mundo está doente: gente usando máscara de um dependente de droga para pular Carnaval (Fábio Assunção, um tolo que não consegue largar o vício); outros falando sobre a morte de uma criança de 7 anos como se fosse subterfúgio de presidiário ou fato político (sobre a saída de Lula que deseja ir ao enterro do agora defunto netinho); outros ainda puxando o saco cegamente de militante de direita ou de esquerda (a velha briga de fanáticos).

Às favas a sensibilidade. Todos se tornam “os senhores da razão, insensíveis e sabedores da lei”.

Como está chato o Facebook (e outras Redes Sociais também). Cansa ver tanto imbecil fazendo “campanha ainda, e outros “já fazendo campanha”! O mundo virtual virou simplesmente Terra sem Lei, sem Educação e sem Amor.

Uma pena. A sociedade está cega pelo radicalismo.

– E o Google Plus chega ao fim.

Estava muito na cara que o Google Plus não duraria muito, pois assim como o Google tem produtos e serviços de sucesso, tem também os que fracassam.

Depois do Orkut não ter dado certo (era uma rede social que conquistou apenas brasileiros e indianos), o Google o encerrou. Tentou criar, sem sucesso, o Google Wave e não deu certo. Por fim, investiu com muita força no Google Plus (G+) para rivalizar com o Facebook e foi um furo n’água.

Agora, a empresa global anuncia que não aceitará mais novos perfis a partir de fevereiro, retirando os conteúdos e perfis remanescentes em 02 de abril de 2019.

Eu usava o G+, mas depois do anúncio, já encerrei minha página lá. Pra quê investir nele se já esteja condenado oficialmente? Uma pena. Mas fica a questão: o Google desistiu de rivalizar com o Facebook numa rede social mundial, ou reinventará algo?

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– Feliz Aniversário, iPhone!

Há 12 anos, um invento mudava o mundo. Era criado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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– Voltando!

Ufa. Definitivamente, após uma ausência de 45 dias com apenas algumas poucas  postagens em regime de exceção, estou voltando para a Web.

Desintoxiquei-me dos fanáticos, espaireci por uns dias e revigorei-me na disposição. Mais equilibrado física, espiritual e emocionalmente, retomando o caminho do lápis. Ops, digo, das teclas.

Na próxima postagem conto mais! O importante é voltar.

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– Que cambada de Chatos! A INFERNET no dia-a-dia

Vou misturar dois assuntos que se interligam: Política e Religião, que pouca gente quer discutirmas se deve respeitar.

Viram como está se beirando o fanatismo religioso as Eleições? A turma do #EleNão, a dos #Bolsomitos, do #LulaLivre, do #MLB entre outros grupos de Direita e Esquerda querendo prevalecer a verdade deles sem respeitar a dos outros.

  1. Lula é deus e Haddad seu profeta para alguns (e toda a corrupção, petrolão e mensalão são “mentirinhas”.
  2. Bolsonaro e sua metralhadora são a salvação para todos os males da Nação (como se nunca estivesse ido a Brasília e fosse novo em pleitos).
  3. Alckmin é o santo, e seus pares discípulos intocáveis, como Aécio e Serra.
  4. Meirelles? Orbitou tanto tempo, é do MDB de Temer que não caiu e do Renan que sempre  se agarra no poder.
  5. Aliás, a dona Manuela, vice do Lula e agora do Haddad, tão correta que é, não se manifesta ou importa do Calheiros estar com eles (assim como Jucá e Temer estiveram um dia)? Demagogia barata…

O duro é você entrar na Internet e ver o Inferno que se tornou, com apoiadores de toda essa gente poluindo as Redes Sociais e transformando-as em Redes Anti-Sociais.

Sem dúvida, virou INFERNET, como diria nosso pároco, Padre Márcio. E é aqui que interajo Política com Religião. Leram o Evangelho desse domingo?

De São Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48):

Naquele tempo, 38João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”. 39Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. 40Quem não é contra nós é a nosso favor.

41Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.

42E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço. 43Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.

45Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. 47Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 48‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Pois é: assim como a Boa Nova diz entre outras coisas que, se nossas companhias nos levam às drogas, devemos nos afastar delas; ou como se nossas mãos servem para agredir ao invés de serem estendidas para ajuda, nós também devemos evitar / cortar coisas que nos perturbem ou levem à perdição. Discutir desrespeitosamente a Política e estimar pessoas corruptas é um desses casos, que nos cegam, que tiram da razão e afloram as discussões, transformando a Internet num verdadeiro “Infernet”!

Cuidado para que não nos esqueçamos de refletir a imagem abaixo:

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– Esquerda e Direita agem iguais no Brasil! Da santificação à demonização dos candidatos pelo radicalismo dos fanáticos.

Cansa tanta proliferação de Fake News, em especial as absurdas teorias conspiratórias criadas na Web sobre a facada de Bolsonaro.

Um matéria da Veja da semana passada mostrou: Esquerda e Direita agem igual, contratando divulgadores de notícias mentirosas pela Internet através da proliferação de “robozinhos postadores de falsas manchetes”. Fomentam matérias de apoio aos candidatos, e por aí a falsidade e a picaretagem vai.

Pior é ver gente inocente (e alguns com certa vivência) acreditando nas bobagens somente pelo fato de que “leu no Facebook ou no Twitter”.

É isso mesmo que no fundo ambos querem: ignorância do povo para dominá-los seja como for.

E sobre a facada de Bolsonaro e o radicalismo criado pelo fanatismo político, já escrevi aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/06/a-facada-em-bolsonaro-os-dois-lados-vao-aproveitar-da-situacao/

Confesso: dá nojo ver as postagens nas redes sociais nos últimos dias. Bolsonaro vai de mártire pacifista da democracia até o patamar de enviado do capeta para militarizar o país e ressuscitar a ditadura com seus métodos de tortura.

Da santificação à demonização, em apenas um clique. Impressionante o fanatismo.

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– O golpe dos Influenciadores via Stories

Por estar ligado ao meio do esporte, conheço muita gente que caiu nesse golpe dos “influenciadores da Adidas”. E olha que é gente instruída, que até duvidou da “promoção” mas mesmo assim arriscou tentar ganhar algum “kit de material esportivo”.

A grosso modo, o prejuízo de quem replicou a mensagem (fora o mico) seria qual? Somente se o influenciador passasse seus dados pessoais.

Se você não viu, veja:

Extraído de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/08/falsa-promocao-da-adidas-engana-usuarios-nas-redes-sociais.ghtml

INFLUENCIADOR DA ADIDAS: FALSA PROMOÇÃO CIRCULA NAS REDES SOCIAIS

Corrente no Instagram promete falsos kits de roupas e acessórios da Adidas em troca de seguidores; saiba se proteger.

Um novo golpe no Instagram Facebook usa a Adidas, fabricante de artigos esportivos, para atrair usuários com uma falsa promoção desde segunda-feira (20). O perfil fake “adidasinfluenciadores” distribui uma corrente enganosa via Stories para convencer usuários a seguirem uma página, na esperança de ganhar supostos vales-presente e kits de roupas e acessórios da Adidas mensalmente.

Questionada pelo TechTudo, a Adidas negou a existência da promoção no Instagram e confirmou a suspeita de fraude. “O perfil falso adidasinfluenciadores publicou ontem uma promoção na qual a adidas supostamente recruta influenciadores. Assim como o perfil, a promoção é falsa. A adidas está tomando as medidas necessárias para punir os responsáveis, e reforça que se comunica exclusivamente por seu canal oficial @adidasbrasil”, disse a empresa em nota.

O comunicado enganoso nas redes sociais pede que o usuário siga a página falsa e reposte o anúncio de recrutamento nos Stories. A promessa é de selecionar 100 pessoas para trabalharem como influenciadores digitais para a empresa, recebendo produtos para usarem de graça em troca de publicações na Internet. Além de retransmitir a mensagem, os criminosos solicitam que a vítima tenha, pelo menos, 200 seguidores.

Houve variações do golpe ao longo do dia, com os perfis secundários “adidasinfluenciadores2” e “adidasexpansor”. Neste último caso, a solicitação de supostos candidatos às vagas de influenciador passa de 100 para 300 pessoas.

Ainda não se sabe quantas vítimas teriam aderido à falsa campanha, mas o termo “adidas instagram” teve um pico de buscas no Google nas últimas horas e triplicou a média de dias anteriores. Algumas pessoas têm relatado casos semelhantes com outras patentes como, por exemplo, a loja de roupas Zara e a Nike, concorrente da Adidas no segmento de itens esportivos.

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– Parabéns, Dona Internet

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 27 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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– A queda do Facebook nas bolsas.

Que coisa! O Facebook, após anunciar que estava crescendo menos e já perdia usuários em alguns lugares (motivados pelos escândalos de vazamento de dados), perdeu 120 bilhões de dólares em valor de mercado na bolsa de valores. Isso vale a perder o equivalente a uma Petrobrás e um Bradesco somados, tudo num único dia.

A fortuna pessoal do presidente e criador da Rede Social, Mark Zuckerberg, encolheu cerca de US$ 16 bi.

Será que teremos uma queda contínua da empresa, ou está sendo “somente” um momento (muito) ruim?

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– Chega de Mensagens, Gifs, Memes e Vídeos que eu não pedi!

Amigos, envio esse texto a todos os meus contatos e peço a gentileza: não me incluam em grupos de WhatsApp ou Messenger; não mandem GIFS, vídeos e demais memes em lotes (não tenho tempo de ler, desculpe). Não mande “correntes religiosas” (eu apago, nem abro, não sou supersticioso e não acredito nessas tolices – minha fé é bem clara). Tudo isso atrapalha o uso dessas importantes ferramentas das redes sociais.

No Facebook, Google Plus, Instagram ou Twitter, só me marque se for para algo realmente de interesse mútuo. Também me desculpe pois não consigo responder a todos que escrevem nelas (por conta da correria do trabalho e de outras prioridades). É difícil responder mensagens quase que “automáticas” de cumprimentos (parece que se torna uma obrigação – há cobrança de gente que fica bravo por não responder “bom dia” – só que a pessoa posta diariamente “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”; e faz refletir: aí não dá, né!).

Não é antipatia, é medo desse vício de internautas que não percebem que o mundo real é que deve ser vivido. Se puder, respondo; se não puder, não é prioridade. E medo também de eu próprio ficar refém dessas coisas e perder o precioso tempo de vida em agradar “internautas-relógios”, por exemplo.

Precisou falar com urgência? Me ligue ou mande um SMS. Atendo mais rápido, se puder. Mas resposta em rede social por protocolo (especialmente pelos “comentadores inveterados” – os que escrevem em tudo só para dizer que leram e se fazem de “amigão / amigona”), é dose…

REDES SOCIAIS NÃO PODEM SER ALGO ESTRESSANTE. Não as estrague.

Nessa época de radicalismo e eventos (em especial Copa do Mundo e Eleições), não quero perder amizades reais por insistências e incômodos virtuais. Sendo assim, peço humildemente a compreensão. Não é algo pessoal, é desprendimento mesmo.

Essa é uma mensagem padrão, mandada em lote para a minha relação de amigos da Web, como uma daquelas que recebo, a fim da boa conduta no mundo virtual. Vai que um dia você precisa perguntar algo importante, e justamente por causa desse volume de inutilidades, eu apago e não leio?

Na rede / perfil próprio, a pessoa publica o que quiser. Na dos outros, não. Afinal, não existe WhatsApp com Spam…

Obrigado.

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– Mulher é multada por invadir WhatsApp de Marido…?

Manchete sensacionalista para situações ridículas de ciúmes do mundo contemporâneo (e ainda machista): nos Emirados Árabes, a esposa descobriu a traição do marido via What’sApp. Porém, se tornou ré por vasculhar o aplicativo sem permissão.

Novas formas de se relacionar em velho conceito discriminatório…

Extraído de: http://bit.ly/27CkRvW

MULHER É MULTADA POR INVASÃO DE PRIVACIDADE APÓS VASCULHAR WHATSAPP DO MARIDO

Desconfiada, uma esposa decidiu olhar as mensagens no celular do marido e acabou sendo condenada em um processo por invasão de privacidade.

De acordo com o informações do site Gulf News, a mulher, que não teve o nome divulgado, verificou o WhatsApp do homem e encontrou provas de uma traição. A fim de contestar o marido, ela chegou a copiar as fotos para o celular dela. No entanto, ao questioná-lo, ele a denunciou por ter feito tudo sem a permissão dele.

O tribunal de Ajman, nos Emirados Árabes, considerou a mulher culpada e a condenou a pagar multa equivalente a R$ 144 mil para o homem. Pelo crime, ela ainda será deportada do país.

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– A Internet que ajuda e que atrapalha!

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos (as fake news), sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais, ou ainda, simplesmente INÚTEIS / FÚTEIS / DESNECESSÁRIOS. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos passageiros, como o Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

Eu vou ser bem sincero: estou cansado das Redes Sociais – em especial dos “chatos profissionais”, dos haters, dos “internautas relógios” e dos trolladores. Cansam! A vontade real é abandonar essas ferramentas.

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– O Facebook e o escândalo da venda de dados

Você confia que os dados que você fornece na Internet são seguros?

Acha que as Redes Sociais ganham dinheiro apenas com a sua presença nela?

Leia essa matéria e entenda o imbróglio que fez Mark Zuckerberg perder quase 60 bilhões em poucas horas (abaixo),

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/03/a-atual-polemica-sobre-o-facebook-e-a-privacidade-dos-usuarios/

A ATUAL POLÊMICA SOBRE O FACEBOOK E A PRIVACIDADE DOS USUÁRIOS

por Ale Salvatori

Nos últimos dias, a rede social de Mark Zuckerberg está enfrentando uma enorme polêmica nos Estados Unidos, se espalhando pelo mundo inteiro. Isso porque uma empresa de marketing político conseguiu utilizar os dados de dezenas de milhões de usuários coletados pelo Facebook, o que colocou em questão o próprio modelo de negócios da rede social.

Tudo isso gira em torno do termo privacidade, uma bandeira que a Apple vem levantando há alguns anos e que agora começa a mostrar sua real importância.

O escândalo

Tudo começou com uma investigação independente feita pelos jornais The New York Times e The Observer, que descobriram que uma empresa de dados analíticos (que presta serviços para organizações políticas e empresas, tendo como cliente a equipe de Donald Trump nas eleições passadas) obteve acesso fácil aos dados de mais de 50 milhões de usuários da rede.

O grande problema é que esta obtenção de dados não foi fruto de hackers ou vazamentos ilícitos: foi o próprio Facebook que forneceu tudo, pois é assim que funciona sua política de privacidade com seus parceiros.

A tal empresa, a Cambridge Analytica, foi criada em 2013 e atua como um serviço de análise de dados para fins comerciais ou políticos. A sede fica em Londres, mas a empresa tem escritórios nos Estados Unidos, Malásia e Brasil.

Através de um simples jogo do Facebook (um quiz), um acadêmico conseguiu coletar informações dos usuários como identidade, localização e gostos, revendendo estes dados posteriormente para a Cambridge Analytics. Os usuários deram permissão para o jogo coletar as informações, sem imaginar que ela seria usada para outros fins.

E o pior: não foram coletados apenas os dados dos usuários, mas também os dos amigos dos usuários, sem eles nem saberem disso.

Com o escândalo vindo a tona, as ações do Facebook despencaram e a empresa já perdeu mais de US$50 bilhões em valor de mercado. Atualmente uma campanha nas redes sociais com a hashtag #DeleteFacebook está ganhando cada vez mais adeptos, pregando que as pessoas apaguem sua conta na rede social.

Mas qual é o real problema?

Vamos ser francos: nada disso que está sendo exposto é realmente uma novidade. Não é de hoje que muitos de nós sabe que serviços como Facebook e Google absorvem o máximo de informações que podem de seus usuários, para venderem para outras empresas ou usá-las para gerar publicidade.

“Quando o serviço é gratuito, o produto é você.”

O Facebook até tem uma política que proíbe seus parceiros de repassar as informações coletadas para terceiros, mas o fato é que é impossível controlar isso. E mesmo que o responsável pelo quiz tenha sido expulso do Facebook após a descoberta que ele vendeu os dados para a Cambridge, a plataforma permitiu que estes dados fossem coletados, e isso não tem mais volta. O modelo do Facebook deixa exposto os dados de milhões de usuários.

E se você é daqueles que diz “eu não me importo em coletarem meus dados, eu não tenho nada para esconder“, entenda que a questão é muito maior do que você imagina.

Nenhuma empresa ou movimento político quer saber o que você comeu de manhã ou se seu cachorro é de fato tão fofo quanto você diz ser. Porém, o algoritmo do Facebook (e também de outras redes sociais) é capaz de traçar suas preferências e gostos sem você precisar informar explicitamente isso. Basta apenas uma dezena de curtidas que você dê em alguns posts para traçar com grande precisão as suas características pessoais.

E por que isso é tão importante?

Bem, essas informações nas mãos de especialistas podem, inclusive, determinar o resultado de uma eleição.

Quem já assistiu a série House of Cards (do Netflix) viu que um dos artifícios de Frank Underwood foi utilizar um serviço de espionagem capaz de saber o que grupos de eleitores pensavam e comentavam em diferentes regiões do país, o que permitiu a ele enquadrar o seu discurso exatamente na preferência destes eleitores, que por afinidade (artificial) acabaram votando nele.

E quem conhece o Frank sabe que ele não estava nem aí para o bem estar dos eleitores, só queria o voto deles.

Saber exatamente o que você pensa possibilita lhe direcionar informações que você digira melhor, manipulando-as para te enquadrar no que eles querem que você se enquadre. Você então acaba formando opiniões baseadas em fatos distorcidos, sem nem se dar conta que está pensando exatamente da forma como eles querem.

E no Brasil o terreno para isso é ainda mais fértil. A atual polarização está fazendo com que pessoas não queiram ouvir opiniões contrárias às delas, o que faz com quem siga uma linha de direita apague ou bloqueie amigos que possuam posições de esquerda, e vice-versa. E dentro desses nichos ideológicos, qualquer informação distorcida a favor da própria ideologia vira uma verdade absoluta compartilhada ad nauseam sem conferir a veracidade.

Não tenham dúvida que este tipo de artifício será amplamente usado nas eleições presidenciais deste ano no Brasil. A própria Cambridge Analytics tem filial no nosso país e certamente já está sendo contratada por partidos, para usar todas as informações coletadas em redes sociais e manipular grupos específicos. Seja de esquerda ou de direita.

A Apple e a privacidade

A bandeira da Apple que prega que a privacidade do usuário deve ser preservada e respeitada ficou evidente na sua briga pública contra o FBI, há dois anos. Porém, esta preocupação já vem de bem antes.

Quando a Apple introduziu um sistema de assinaturas de revistas no iOS, muitas editoras foram contra e protestaram pelo fato da maçã se recusar a repassar os dados pessoais dos assinantes. Achavam um absurdo não terem mais o e-mail e endereço dos usuários para enviarem SPAM ou revenderem para empresas de marketing (como acontece com editoras brasileiras).

A Apple não precisa repassar (ou vender) os dados de seus usuários porque seu modelo de negócios não depende disso. Seus caros dispositivos na verdade garantem que seus serviços sejam independentes e não precisem se sustentar através da venda de informações ou de publicidade.

Google, Facebook, Spotify e alguns outros serviços oferecem seus serviços de graça, porém em troca eles absorvem o máximo de informações possíveis dos usuários, pois sabem que isso vale ouro.

“Não existe almoço grátis”.

O usuário da Apple tem a tranquilidade de colocar suas fotos no iCloud sem se preocupar que elas estejam sendo analisadas para coletar informações suas que permitam que um anúncio adequado a você apareça quando você abrir uma página de internet. Ele sabe que suas playlists no Apple Music não estão sendo analisadas, nem seus e-mails (do @icloud.com) estão sendo lidos para direcionamento de publicidade.

Desde o iOS 10 a Apple está investindo no que chama de Privacidade Diferencial, que é uma forma de não associar os dados às pessoas individuais (leia mais: O que é a Privacidade Diferencial adotada pela Apple no iOS 10). Os próprios aplicativos possuem limites bem rígidos quanto ao que os desenvolvedores podem obter de informações sobre o usuário e todas elas devem ser especificamente autorizadas pelo usuário.

Mas isso só é possível porque os lucros da Apple são obtidos nos dispositivos, que a fazem ser uma das empresas mais ricas do mundo. Em consequência, ela não precisa se sustentar vendendo as informações dos usuários.

Aí eu te pergunto: como o Google consegue oferecer um sistema operacional (Android) de graça para os fabricantes de smartphones? Como ele ganha dinheiro oferecendo um endereço e-mail de graça para você, ou permitindo que você armazene infinitamente suas fotos, sem pagar um tostão? Como ele consegue fazer tudo isso e ainda ser uma das maiores empresas tecnológicas do mundo?

Eu sei que você também sabe a resposta.

Dê importância à sua privacidade

Com certeza haverá quem continue sem dar importância aos seus dados pessoais, achando que “sou muito pequeno para eles se preocuparem comigo“. Mas o fato é que a manipulação da sociedade é algo que influencia sim diretamente na sua vida, sem você nem se dar conta.

Há quem afirme que “hoje em dia não tem como fugir, se você está online sua vida está exposta“. É verdade que a maioria dos serviços realmente usa e abusa de seus dados, para benefício próprio. Porém, se ficarmos calados e apenas aceitarmos isso, nada nunca irá mudar.

Claro que não é algo fácil. Ser o único de seus amigos a não usar o Facebook ou o WhatsApp provavelmente fará com que as pessoas lhe vejam como o chato paranóico esquisito que quer se isolar do mundo. Você tem até o direito de desconfiar também da Apple, achando que nem ela é a santa que prega ser, e isso é válido, pois desconfiar significa que você pensa. E isso é bom.

Sinceramente eu não sei qual é a saída, mas alguma coisa tem que ser feita. Apagar a sua conta do Facebook pode ser um bom começo.

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– Por uma boa Segundona, em 5 cliques.

Bom dia. Que esta primeira “semana cheia” de março seja vencida com tranquilidade!
Começando bem a jornada, vamos correr bem cedinho? Nossa foto-motivação:

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Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, pedindo sua poderosa intercessão de Mãe a seu Filho Jesus. Nossa foto-meditação:

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Passando de corrida para caminhada, junto à alvorada. Rimou! Na calçada da avenida, o cenário de paz e de beleza da natureza. Foto-relaxamento:

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Terminado o treino, alongando entre as coloridas e vibrantes quaresmeiras do jardim. Nossa foto-inspiração:

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Chega de atividade física, é hora de trabalhar! E no meu caminho, olha só o amanhecer maravilhoso. Nossa foto-contemplação:

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Ótima Segunda-Feira para todos nós!

– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– Stallone morreu segundo a boataria. Quanto Fakenews…

Cansa tanta bobagem nas Rede Sociais, não?

Os idiotas mentirosos do mundo virtual já mataram Lima Duarte, Bolaños (várias vezes antes dele morrer de verdade), Renato Aragão, Faustão… e agora Sylvester Stallone.

O que leva o sujeito a perder tempo com tantas idiotices, não?

Fique bem claro: Stallone não morreu! E se bobear ele volta num novo filme como “Rocky Balboa: a Ressurreição” ou “Rambo V“.

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– Mastercard trocará senhas digitadas por selfies!

A tecnologia de fato espanta. Em alguns países ricos, a validação de uma compra on-line por cartão de crédito Mastercard se dará por… selfie do consumidor!

Abaixo, extraído de: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/23/mastercard-passara-usar-selfies-para-validar-compras-online.htm?cmpid=tw-uolnot

MASTERCARD PASSARÁ USAR SELFIES PARA VALIDAR COMPRAS ONLINE

A empresa de cartão de crédito MasterCard anunciou que vai passar a aceitar selfies e impressões digitais como alternativa às senhas em pagamentos online.

A tecnologia de verificação de identidade deve ser lançada no segundo semestre de 2016 no Reino Unido, EUA, Canadá, Holanda, Bélgica, Espanha, Itália, França, Alemanha, Suíça, Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca. Não há previsão para a chegada da solução no Brasil.

Segundo a MasterCard, 92% das pessoas que testaram a tecnologia preferiram o novo sistema de autenticação. “Senhas são um empecilho”, afirmou Ajay Bhalla, presidente da divisão de Safety and Security da empresa. “Elas são extremamente fáceis de esquecer, desperdiçam nosso tempo e não são realmente seguras. A biometria está transformando as transações online tão seguras e simples quanto compras presenciais”.

O uso do novo recurso estará vinculado a um aplicativo, que deve ser baixado em um PC, tablet ou smartphone.

No ato da compra, os usuários ainda terão de fornecer os dados de cartão de crédito. Mas para a autenticação da transação, será necessário ainda que eles olhem para a câmera ou usem o sensor de impressão digital do dispositivo em vez de digitar a senha, como atualmente é feito.

Se o usuário optar por um selfie, eles terão que piscar para câmera para provar que não estão apenas segurando uma foto.

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– O App do Google que bloqueia “Bom dias” do WhatsApp. O fim dos amigos-relógios?

Você tem muitos “amigos-relógios”? Na linguagem da Internet: aquele que faz questão de enviar protocolarmente uma mensagem de bom dia, boa tarde ou boa noite – todos os dias – pelo WhatsApp.

O duro é que o cara nem sabe que você existe, mas manda a mensagem em lote para diversos e repetidos grupos. E você recebe uma enxurrada de mensagens chatinhas.

Há o contrário também: aqueles que te mandam o “bom dia” e, como um ritual, esperam outra figurinha de volta com a resposta. Não importa se você está ocupado, não gosta, ou se é uma corrente. São os típicos sujeitos que se ofendem por não ter um retorno (como se isso fosse obrigação ou importante, já que é meramente uma rede social).

Contra tudo isso… viva o Google!

Extraído de: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/24/gracas-a-deus-app-do-google-deleta-mensagens-de-bom-dia-no-whatsapp.htm

GRAÇAS A DEUS! APP DO GOOGLE DELETA MENSAGENS DE BOM DIA NO WHATSAPP

Você já deve ter recebido uma mensagem (ou vinte, ou cem) no WhatsApp – especialmente, mas não unicamente, no seu grupo de família – com uma mensagem edificante ou imagem fofinha, com duas palavras principais: “Bom Dia!”

Para quem não aguenta mais isto, seja porque não tem mais espaço no celular ou simplesmente porque é chato demais, o Google criou uma solução: o aplicativo Files Go, que detecta e deleta automaticamente este tipo de mensagem, caso o usuário não tenha interesse em vê-las.

Mas o mais incrível desta história toda, contada pelo Wall Street Journal, é que o mecanismo foi criado por causa da popularização dos smartphones na Índia. Como os brasileiros, os indianos adoram mandar diariamente mensagens de “bom dia” pelo WhatsApp.

A questão é que o país tem 1,3 bilhão de habitantes e, de acordo com a Western Digital, todo dia um em cada três celulares lota por causa desse tipo de mensagem.

O Google usou a inteligência artificial no aplicativo, que serve para limpar arquivos de celulares Android, e ensinou-o a entender imagens de “bom dia”.

Sendo assim, obrigado à Índia por potencializar uma irritação tão típica do brasileiro moderno. Mas por enquanto, ainda não sabemos quando o recurso vai aparecer para os usuários brasileiros do Files Go.

Você pode baixar o Files Go pelo Google Play. Por enquanto, não há versão para iOS.

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– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

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– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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