Que legal a publicação da entrevista que dei ao Jornal de Jundiaí neste domingo.
Como eu disse: “Honestidade é Tudo“!

Que legal a publicação da entrevista que dei ao Jornal de Jundiaí neste domingo.
Como eu disse: “Honestidade é Tudo“!

Que país vivemos, não? Dois ministros do Tribunal de Contas da União resolveram de última hora participarem de um congresso no Catar justamente nos dias em que o Mengão jogará o Mundial de Clubes.
Irão com dinheiro público e poderão assistir os jogos do seu time in loco. Que coincidência!
MINISTROS DO TCU MARCAM VIAGEM PARA O CATAR EM DIAS DE JOGOS DO FLAMENGO
A viagem de dois ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) para o Catar, neste mês, tem causado revolta entre os servidores do órgão. As informações são da Revista Veja. De acordo com a publicação, Benjamin Zymler e Augusto Sherman irão até o país asiático para participar da 8ª Conferência dos Estados Partes da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, marcada para ser realizada entre os dias 16 e 21.
No entanto, a revolta dos servidores se deu pelas coincidências que envolvem a viagem. Os magistrados são torcedores do Flamengo, e a aprovação para viagem ocorreu três dias após a equipe carioca vencer a Copa Libertadores da América e garantir vaga no Mundial de Clubes, que será disputada no Catar, no mesmo período da conferência.
A segunda questão é que, Zymler e Sherman, acompanhados de um auxiliar do TCU , decidiram antecipar a partida e postergar o retorno ao Brasil. Segundo publicado pela Veja, Sherman viaja no dia 13, mesma data do embarque do Rubro-Negro para Mundial, e só retorna dia 23 de dezembro, dois dias depois do jogo da final. Zymler sai dia 9 e volta dia 22. O Flamengo estreia no dia 17, e disputa a final ou o terceiro lugar no torneio, no dia 21.

Enquanto bolsonaristas e lulistas brigam para se dizerem “arautos da justiça e da correção social”, os partidos políticos fazem a farra em Brasília.
Viram a imoralidade do aumento do Fundo Partidário, que tira recursos da Saúde e da Educação, dando mais dinheiro para as legendas?
Leia (extraído da Folha):
“O aumento do fundo eleitoral para R$ 3,8 bilhões com corte de recursos em saúde, educação e infraestrutura uniu rivais como PSL e PT, além de ter sido respaldado por partidos do chamado centrão.
A medida teve o apoio de 13 partidos: PP, MDB, PTB, PT, PSL, PL, PSD, PSB, Republicanos, PSDB, PDT, DEM e Solidariedade. Eles representam 430 dos 513 deputados e 62 dos 81 senadores. Podemos, Cidadania, PSOL e Novo foram contra o aumento, mas não têm força política para barrar a investida.”
Como não se revoltar com tamanho desrespeito? E aqueles que têm “políticos de estimação”, dirão o quê sobre essa imoralidade?
Pobre Brasil… Cadê MBL, CUT, os diversos movimentos de Esquerda e Direita extremistas?
É por isso que se deseja tanto montar novos partidos politicos. Entrar na Política parece ter virado um grande negócio…

Me revolto com a história de querer levar vantagem em tudo. O tal do “jeitinho brasileiro”, a “Lei de Gérson” ou de qualquer outra coisa que o valha são nefastas e deviam ser desincentivadas.
Gostei desse pensamento que compartilho:

Virou um inferno! De novo, a Polícia investiga casos de manipulação de resultados nas divisões de acesso e amadoras da FPF. Os apostadores estão fazendo e oferecendo de tudo!
Abaixo, revelado pelo GloboEsporte.com, a matéria completa (extraída de: https://globoesporte.globo.com/blogs/bastidores-fc/post/2019/11/19/manipulacao-em-sp-policia-apura-tentativa-compra-de-goleiro-e-proposta-por-14-escanteios.ghtml)
MANIPULAÇÃO EM SP: POLÍCIA APURA TENTATIVA DE COMPRA DE GOLEIRO E PROPOSTA POR 14 ESCANTEIOS
GloboEsporte.com mostra detalhes dos inquéritos abertos na Polícia Civil de São Paulo. Presidente de clube diz que goleiro abordado por grupo de advogados ficou “assustado”
Inquéritos abertos na Drade: tentativas de manipulação de resultados em SP — Foto: Vicente Seda
A Polícia Civil de São Paulo investiga atualmente oito casos de manipulação de resultados em partidas de futebol no estado, envolvendo times de diferentes divisões. Três casos partiram de denúncias de atletas, árbitros e treinadores; os demais foram levantados pela empresa que monitora os campeonatos da Federação Paulista de Futebol (FPF). O setor que concentra os inquéritos, a Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), está desde junho sob comando do delegado César Saad. Ele vê um crescimento no assédio a jogadores e árbitros. Nem sempre o resultado do jogo está em questão.
Em um dos casos investigados, por exemplo, um árbitro denunciou uma abordagem para que garantisse a marcação de pelo menos 14 escanteios na partida. Outro caso que também está sob investigação, e já tem identificado o autor da abordagem para manipulação de um resultado de jogo, mostra que o problema não se limita mais a máfias do exterior. Grupos locais também estão se organizando para esse tipo de prática. Neste caso específico, trata-se de um grupo de advogados.
– Para nós, são dois casos que mais chamam atenção: esse do Flamengo de Guarulhos, que o menino recebe uma ligação de um advogado, onde fala que existe um grupo de advogados que promovem apostas. Ele propõe ao atleta que leve dois gols no primeiro tempo. Uma aposta nesse sentido paga muito mais nas bolsas de aposta do que o resultado final em si. E ele diz ao atleta que entraria em contato também com o goleiro do Jabaquara para que levasse dois gols no segundo tempo – explicou Saad, que complementou em seguida:
– Outro caso mais recente é um caso inusitado onde o árbitro é procurado. Ele é aliciado para que permita ou garanta que sejam cobrados 14 escanteios na partida. É uma ferramenta específica, você imagina o quanto não pagaria a um apostador se ele acertar que naquele jogo seriam cobrados 14 escanteios.
Delegado César Saad, titular da Drade, cuida de oito inquéritos de manipulação de resultados no momento — Foto: Vicente Seda
Flamengo Guarulhos x Jabaquara
Campeonato Paulista Sub-20 – Segunda Divisão
Início do inquérito: 27/08/2019
Caso que mais chamou atenção da Polícia Civil por envolver um grupo de advogados apostadores, a tentativa de manipulação foi específica, com objetivo de que o goleiro do Flamengo, Diogo Calheiros Fernandes, sofresse dois gols no primeiro tempo, e o goleiro do Jabaquara fizesse o mesmo na etapa final. Com a negativa de Diogo, o goleiro do outro clube não foi abordado. De acordo com o inquérito, R$ 5 mil chegaram a ser oferecidos ao jogador que denunciou o aliciamento, além de ter sido ofertada a possibilidade de contraproposta. O jogador não recebe salário do clube, somente uma ajuda de custo do seu empresário de R$ 600 mensais.
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Goleiro do Fla de Guarulhos é abordado para fabricar resultado. Ele negou e denunciou o caso — Foto: Reprodução
A reportagem do GloboEsporte.com tentou contato direto com Diogo, sem sucesso. Por telefone, o presidente do Flamengo de Guarulhos, Edson David Filho, informou que o atleta ficou “assustado” com a abordagem e está incomodado com os desdobramentos do caso, pois já precisou depor na Polícia Civil e na Justiça Desportiva. Apesar da conduta exemplar do atleta, o dirigente pediu que não houvesse entrevista com o jovem de 18 anos.
– Ficou bem assustado. A pessoa até falou que se quisesse colocar mais alguém no meio, outro jogador, (ele) poderia até indicar. Quando chegou para nós, já fizemos contato com a ouvidoria da FPF – explicou o dirigente, ressaltando que foi a primeira vez que teve notícia de um contato dessa natureza com atletas do clube.
O autor da abordagem já foi identificado pela Drade e está indiciado. Luiz Henrique Gonçalves Inácio, de 22 anos, é estudante do quarto ano de Direito, mas trabalha fora da área, em uma empresa de logística. Além do valor do seu salário ser inferior ao que foi ofertado, mensagens do aliciador em posse da polícia apontam que um grupo de advogados estaria por trás da aposta.
O delegado também falou sobre o indiciado como autor do crime:
– É um estudante do quarto ano de Direito, trabalha na iniciativa privada, em uma empresa de logística, não trabalha na área de Direito, ganha R$ 2.600 e chegou a oferecer R$ 5 mil. Ele aqui alega que queria ser empresário de jogador de futebol, queria entrar no mundo futebolístico. Mas não tem ligação nenhuma com clube ou atletas, nada disso. Ele fala claramente que pertence a um grupo de advogados que apostam nesses sites, nessas bolsas de aposta. O atleta tem 18 anos, joga na Quarta Divisão, ele só entrou em contato, deu o telefone dele, porque acreditava que fosse uma proposta para jogar.
Em depoimento à Polícia Civil, Luiz Henrique negou a tentativa de aliciamento e afirmou não fazer parte de qualquer grupo de apostas. Alegou que queria ajudar financeiramente o atleta e pretendia ser seu empresário. No fim do depoimento (veja a imagem com a íntegra), o defensor do acusado informou que todos os contatos foram “através do próprio telefone do indiciado, imaginando não incorrer em qualquer crime, demonstrando assim sua boa fé”.
A reportagem tentou contato com Luiz Henrique através do telefone que consta no inquérito, deixou recado em caixa postal, mas não obteve retorno.
São Bernardo x RB Brasil
Campeonato Paulista Sub-20
Início do inquérito: 04/10/2019
O outro caso que ligou o alerta na Polícia Civil foi denunciado por um árbitro. Uma pessoa identificada por “Pedro Almeidaum” entrou em contato através de rede social com a esposa de Willer Fulgêncio dos Santos, alegando que ele não respondia em seu perfil e pedindo o celular para entrar em contato. Disse ainda que apitava jogos com Willer. A esposa então enviou mensagem ao árbitro perguntando se conhecia a pessoa.
De acordo com a denúncia, um homem se fez passar por árbitro em rede social. Em contato por mensagem, chegou a oferecer R$ 3 mil. Veja o relato enviado a Saad pela delegada Margarete Barreto:
“Informo que a Comissão de Arbitragem, através do Sr. Martinucho, foi procurada pelo árbitro Willer Fulgêncio dos Santos para denunciar oferta de Manipulação de Resultado. Segundo o árbitro Willer, um homem que alegou ser árbitro passou uma mensagem no Facebook de sua esposa e pediu o telefone de Willer. A mulher, desconfiando ser outra mulher, passou seu telefone celular e recebeu via Whatsapp a mensagem contendo a oferta de manipulação, que seria de três mil reais, para que no jogo São Bernardo x RB Brasil, de hoje, às 15 horas, ocorressem mais de 14 escanteios. O ofertante esperou resposta e na ausência dela acabou por deletar o conteúdo das conversas, as quais foram copiadas pela mulher e seguem abaixo.
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Apostador abordou até mulher de árbitro para buscar contato — Foto: Reprodução
O árbitro foi orientado pelo Sr. Martinucho (Luiz Vanderlei Martinucho, membro da comissão de arbitragem) a enviar áudios e fotos do ocorrido para apuração pela Corregedoria.
O telefone usado para a oferta de manipulação é da região de Campinas – SP – 19 XXXXX-XXXX.
Diretor Dionísio ciente”.
A reportagem entrou em contato com o árbitro Willer Fulgêncio dos Santos, que se mostrou disposto a falar sobre o caso, mas avisou que precisaria de autorização da FPF. A entrevista foi vetada pela Corregedoria da entidade em função de o caso ainda estar sob investigação.
Mauá Futebol Clube
Mauá FC x Grêmio Mauaense
Início do inquérito: 11/09/2019
Outro caso recente que a Polícia Civil ainda busca chegar aos apostadores aconteceu no Mauá FC. O presidente do clube, Vagner Alberto Tegi, enviou no dia 11 de setembro um ofício à presidência e à Corregedoria da FPF informando sobre uma tentativa de abordagem ao técnico da equipe Sub-20. A informação foi repassada para investigação da Drade. No documento da Federação do dia 23 de setembro o caso é narrado dessa forma:
“Membro da comissão técnica do Sub-20 recebeu um Whatsapp convidando-o para saber de detalhes de ‘apostas’, anexando documentos que comprovam a conversa. O aliciador se apresentou como Gustavo e usou a linha telefônica +55 68 XXXXX-XXXX”, disse a mensagem de Margarete Barreto, coordenadora pedagógica e corregedora interina da entidade, ao departamento jurídico da FPF, que, por sua vez, encaminhou o documento à Polícia Civil.
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Abordagem por mensagem ao técnico do Sub-20 do Mauá FC — Foto: Reprodução
O inquérito é bastante recente e segue em aberto. A Polícia Civil ainda busca chegar à identidade do aliciador. Foi tentado contato com a pessoa que fez a abordagem no celular que consta no inquérito, mas sem sucesso.
Denúncia feita à FPF de tentativa de manipulação feita pelo Mauá Futebol Clube — Foto: Vicente Seda
Vagner Tegi, presidente do Mauá, contou por telefone que foi a primeira vez que teve notícia de abordagem a um profissional do clube e que a situação faz com que a instituição se sinta vulnerável. O Mauá comunicou imediatamente à FPF ao tomar conhecimento da abordagem, mas Tegi teme que outras pessoas não tomem a mesma atitude.
– O nosso time é novo, apenas dois anos de federação. Nunca tivemos um contato nesse sentido, essa foi a primeira vez. Na verdade a gente se sente triste e indefeso, vulnerável a qualquer tipo de atitude. A gente fica vulnerável. Se veio oferta para a gente, pode ter para outros clubes. No nosso caso, na nossa índole, o nosso corpo diretivo não corrobora esse tipo de atitude.
Baixos salários e jogos sem transmissão facilitam assédio
Para o delegado Saad, a realidade dos clubes brasileiros que não figuram na elite nacional facilita a aproximação. Jogadores passam dificuldades e, segundo o titular da Drade, os valores oferecidos por vezes se aproximam ou até superam o que conseguiriam receber em um ano de trabalho.
– É muito pelos baixos salários, às vezes pelo não recebimento de salários. Em um dos inquéritos, o jogador, o goleiro, fala que não recebe salário do clube, recebe uma ajuda de custo do empresário dele. E que isso obviamente facilita a manipulação do resultado, o atleta ser aliciado. Nesse caso ele recebe uma ajuda de custo de R$ 600 e ofereceram R$ 5 mil, sendo que ele poderia fazer uma contraproposta – explicou.
A ausência de transmissão na TV e o pouco interesse na partida facilitam especialmente no caso de apostas específicas, nas quais o resultado final não é o alvo da manipulação.
– Fica muito difícil identificar. Em uma partida de Série B, que é a quarta divisão estadual, obviamente não existe VAR, o público é muito pequeno, não tem televisão, ou seja, passa despercebido. Uma marcação, uma dúvida entre uma falta ou um escanteio… Se o árbitro está comprometido com o aliciador, pode muito bem ceder a esse tipo de aposta, o que geraria um número certamente muito alto a ser pago aos aliciadores – completou o delegado.
O presidente da comissão de integridade da Federação Paulista de Futebol (FPF), Paulo Schmitt, questionado se o trabalho preventivo realizado pela entidade é suficiente para barrar a interferência de apostadores nas competições, afirmou:
– Não há garantias, o número cresce no mundo todo. Mas a FPF aposta em integridade acima de tudo para proteger o futebol paulista. O trabalho da Comissão com o lançamento da Cartilha e ações educativas e preventivas tem sido bastante eficaz, as denúncias são estimuladas e apuradas com rigor. Mas não será suficiente se não houver sanção e rapidamente. Porém a máxima é: “Educar antes para não punir depois!”
A Política não é um lugar de santidade e poucos lá se salvam. Discutí-la com racionalidade se faz necessário. Com passionalidade e idolatria aos protagonistas, torna-se perda de tempo.
Lembram quando Dias Tóffoli, o “ministro-chefe” do STF, suspendeu a investigação dos processos que poderiam complicar a vida de muitas pessoas, incluindo Flávio Bolsonaro? Muita grita com ele na oportunidade, mas nada aconteceu.
Pois é. Devido ao seu voto de minerva na decisão equivocada em soltar os bandidos por conta da não-prisão em 2a instância, esta última 6a feira tornou-se um dia para sair do ambiente da Internet.
Uma loucura o fanatismo entre os amantes radicais de Lula e Bolsonaro nas Redes Sociais (como se o Brasil dependesse exclusivamente desses dois homens), golpeando-se a cada postagem. Nada contra quem vota neles, ou em Alckmin, ou em Ciro, ou em ninguém; mas o que mais me entristece é ver o quanto os seguidores esquerdistas e direitistas mais fanatizados ADORAM esses políticos. Como não conseguem enxergar seus erros, tanto de um quanto do outro?
A propósito, Bolsonaro deve estar contente, pois Lula estando no foco do noticiário faz com que as atenções sobre os filhos “01, 02 e 03” diminuam. Já Lula deveria se lembrar: não era ele que houvera dito que só sairia da cadeia (ou “sala gourmet”) somente quando provasse sua inocência? Ele foi solto, não inocentado.
Triste Brasil… me assusto quando vejo as pessoas acreditando quando um radical é chamado de mito ou quando um corrupto se diz “a alma viva mais honesta do país”.
Em tempo: Eduardo Azeredo foi o segundo beneficiado pela canetada do Supremo.
A culpa, muitas vezes (pasmem) é dos algoritmos do Facebook! Sim, pois ele sugestiona o que você quer ler com mais intensidade para “gostar” ou “se revoltar”. Aí a potencialização do amor e do ódio ganha força.
Por fim, uma curiosa dúvida:
Bolsonaro reclama que a Globo é Petista, mas Lula diz que foi preso por culpa da Globo que não gosta do PT.
Afinal, a Globo está a serviço de quem?
PIREI…
Enquanto isso, continuamos com nosso Executivo, Legislativo e principalmente o Judiciário trabalhando por várias causas, menos a dos verdadeiros anseios do povo!
(Relembro e insisto: discutir Política, assim como Futebol e Religião – assuntos delicados – é importante, mas desde que exista respeito e racionalidade. Se for para abordar a Política tomado de emoção, paixão ou rancor, se torna algo inútil).

Nesta 3a feira, a Polícia Federal está cumprindo mandatos de busca e apreensão contra Luciano Bivar, presidente do PSL, envolvendo seus pares em acusação de uso de “laranjas” no seu partido.
As informações estão em: https://oglobo.globo.com/brasil/meio-crise-com-bolsonaro-presidente-do-psl-luciano-bivar-alvo-de-buscas-da-pf-sobre-candidaturas-laranjas-24018175
Poderia ser apenas mais um caso de corrupção política dos muitos que vimos nos últimos anos, envolvendo PT, PMDB, PP, PSDB e tantos outros (de Esquerda e de Direita). Porém, é muito curioso perceber que isso ocorre após o desentendimento do presidente Jair Bolsonaro (que é do PSL) e do próprio Bivar! Coincidentemente, para os deputados da base aliada migrarem de partido sem perderem o mandato (no caso, do PSL à uma nova sigla, acompanhados do presidente, que deseja abandonar a legenda), uma das condições seria algo como esse fato.
Caiu “no colo” essa situação. Mas não sejamos ingênuos e nos questionemos: Bolsonaro resolveu expor publicamente essa pendenga / mal estar justamente às vésperas de tudo isso, sem saber da Operação da PF?
Aliás, há 6 anos Luciano Bivar era presidente do Sport / PE e disse que PAGOU para Leomar ser convocado para a Seleção Brasileira. Relembre em: https://professorrafaelporcari.com/2013/03/09/voce-cre-na-lisura-total-no-futebol/
Depois, levado ao STJD, negou tudo e jogou a culpa na imprensa! Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2013/03/22/a-pipocada-de-luciano-bivar/
Aliás, aquela confusão levou ao mega-agente de jogadores de futebol, Wagner Ribeiro, dizer que isso (pagar para convocação) era algo normal. Reveja em: https://professorrafaelporcari.com/2015/03/30/fale-agora-ou-cale-se-para-sempre/
Falta de aviso de que o PSL era confuso por conta de Bivar não foi. Até o filho dele abandonou o partido na ocasião! Em: https://professorrafaelporcari.com/2018/01/06/bolsonaro-se-filia-ao-psl-para-concorrer-a-presidencia-mas-voce-se-mancou-quem-e-o-presidente-do-partido/
Cá entre nós: política e futebol se merecem no Brasil, não? E ficaremos na mesma discussão: independente de ideologia, talvez a maior necessidade do nosso país hoje seja de pessoas honestas no comando. E como está difícil encontrá-las, infelizmente….

Não tenho os números de 2018, o último ano fiscal. Mas em 2016, o Brasil perdeu R$ 130 bilhões com a Pirataria; em 2017, R$ 146 bi!
Você consome produtos piratas? O quanto eles deixam de pagar em impostos, ou quanto prejudicam os donos das propriedades industriais?
Pior: você os compra sabendo que está sendo enganado?
Veja só que interessante, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/03/empresas-e-governo-perdem-r-146-bilhoes-para-pirataria.shtml
EMPRESAS E GOVERNO PERDEM R$ 146 BILHÕES PARA A PIRATARIA
79% dizem que governo não age para barrar crime, diz pesquisa
O Brasil perdeu R$ 146,3 bilhões para pirataria em 2017. O valor é estimado pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), associação de 30 entidades que combatem a ilegalidade. Em 2016, o rombo foi de R$ 130 bilhões.
De acordo com Edson Vismona, presidente do FNCP e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), o valor é a estimativa de perdas das empresas e do governo com sonegação de impostos dos produtos piratas.
Em 2017, foram R$ 100,2 bilhões que as empresas deixaram de ganhar. O setor mais prejudicado foi o de vestuário (R$ 35,6 bi), seguido por cigarros (R$ 12,3 bi), óculos (R$ 7,7 bi) e TV por assinatura (R$ 4,8 bi). O montante representa o mercado perdido para os produtos piratas. Esses produtos ilegais deixam de pagar uma alíquota média de imposto de 46%.
Este sábado (3) é o Dia Nacional de Combate ao Contrabando, e o Etco divulga a pesquisa Datafolha feita para avaliar a percepção da população sobre o contrabando.
Realizada entre os dias 5 e 8 de fevereiro, com 2.081 entrevistados em 129 municípios, a pesquisa mostra que 79% da população considera que o governo brasileiro é conivente com o crime organizado e com o contrabando de cigarros.
Procurada, a Polícia Rodoviária Federal informou que realiza ações rotineiras, principalmente na fronteira, para coibir o contrabando de cigarros, além de eventuais.
Apesar da indústria do vestuário ter o maior prejuízo, 77% dos entrevistados entendem que os cigarros são os mais contrabandeados.

Ouvi na Rádio Cidade AM 730 a fala da consultora Carla Maltoni sobre os cuidados com as Pirâmides Financeiras!
No áudio que compartilho abaixo, é contado como se “cria a confiança entre as partes”, a ilusão de que se ganha dinheiro fácil até o momento que a coisa explode!
Parece tão comum para muitos, um golpe velho para outros, mas há uma moçada que ainda acredita em “dinheiro fácil”.
Compartilho no link em: https://soundcloud.com/radio-cidade-jundiai/boletim-financeiro-cuidados-com-as-piramides-financeiras-com-carla-maltoni

Após uma situação constrangedora ter ocorrido no sorteio da CBF para o jogo do Botafogo, publicada dias atrás, recebo esse importante tuíte.
Não quero fazer juízo, mas como a pessoa é real (não é fake), republico esse caso do último sábado, em Flamengo 0x0 São Paulo. Suspeitíssimo, no mínimo.
Abaixo:



Já imaginou que “forfé” se fosse no Brasil?
A acusação, abaixo, é gravíssima!
FEDERAÇÃO ESPANHOLA ACUSA DA DONA DOS DIREITOS DA LA LIGA DE MANIPULAR O VAR
A vitória do Valencia por 1 a 0 neste sábado, no País Basco, contra o Athletic Bilbao, na sétima rodada de LaLiga, foi motivo de polêmica entre a Federação Espanhola de Futebol (RFEF) e a Mediapro, empresa detentora dos direitos televisivos do Campeonato Espanhol.
Em nota divulgada neste sábado, a RFEF acusou a Mediapro de manipular o VAR. Isso porque no gol da vitória do Valencia, Cheryshev, que começou o lance, estava em posição duvidosa.
A RFEF acusa a Mediapro de ter mostrado uma imagem do VAR, onde o russo estaria impedido, que não tenha sido provida por ela. Segundo a federação, a atitude de mostrar uma outra linha de impedimento prejudica o uso do árbitro de vídeo.
“Indo contra os elementos de ética do esporte, a produtora mostrou imagens de uma linha de impedimento hipotética, que geram uma visão distorcia da jogada. Uma manobra que pode gerar alarde social”, diz a nota.
“Se esse comportamento irresponsável se repetir com o propósito de descreditar a confiabilidade do VAR, isso estará sujeito à denúncia imediata da Federação e uma possível sanção”, continua a RFEF.
A geração oficial de imagens provida da federação só divulgou as imagens do VAR aos 54 minutos de jogo, enquanto o gol aconteceu aos 27 do primeiro tempo.

Há coisas muito interessantes na Web e que valem ser lidas. Por exemplo, navegando dias atrás no mundo virtual, deparei-me com uma publicação curiosa: a monografia do graduando Mário Gustavo Pock (Universidade Federal do Paraná), onde ele escreveu sobre a corrupção da arbitragem no futebol da cidade de Matinhos/PR.
Como todo trabalho de conclusão de curso, a obra é bem redigida, com explicação da metodologia, justificativas e introdução coerente. Mas me chamou a atenção o relato dos problemas observados naquela região (que poderiam acontecer em qualquer lugar do Brasil) e as citações da importância em ser honesto na arbitragem. Algumas delas, colhidas na época, do então presidente da CBF José Maria Marin, falando sobre ações de lisura!
Que coisa é o mundo do futebol… justamente aquele que está preso por corrupção no futebol exemplificando lições em busca da honestidade.
Enfim, o autor da obra também deve ter ficado indignado anos depois ao ver o desenrolar do FIFAGate. Mas será que é só no futebol que vemos pessoas defendendo algo e não praticando o que prega?
A quem possa interessar, o valoroso trabalho pode ser acessado em: https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/45333/Mario%20Gustavo%20Pock.pdf

Saeid Mollaei é um importante judoca (campeão mundial de 2018) que perdeu uma luta recente na Copa do Mundo de Judô no Japão. Se vencesse, Mollaei, que é iraniano, enfrentaria um judoca de Israel (nação não reconhecida pelo Irã).
O atleta confessou que perdeu de propósito a luta, a mando do seu país, para não enfrentar um lutador de nação não-reconhecida. Agora, pediu asilo político na Alemanha.
A que ponto chega a intolerância religiosa, mesmo no esporte, não?
JUDOCA IRANIANO PRESSIONADO A NÃO ENFRENTAR ISRAELENSE SE RECUSA A VOLTAR PARA CASA
BERLIM (Reuters) – Um judoca iraniano está se recusando a voltar para casa depois de ter ignorado ordens da federação do país para se retirar de lutas para evitar uma possível final contra um israelense, informou a Federação Internacional de Judô (IJF) nesta segunda-feira.
A IJF disse que Saeid Mollaei foi pressionado por autoridades do Irã a desistir de seus combates de quartas de final e semifinal no campeonato mundial de judô em Tóquio, na semana passada, para não ter que possivelmente enfrentar o israelense Sagi Muki na final.
“Preciso de ajuda. Mesmo se as autoridades do meu país disserem que posso voltar sem problemas, estou com medo. Estou com medo do que pode acontecer com minha família e comigo”, disse ele em um comunicado publicado pela IJF.
Segundo a entidade, Mollaei recebeu diversas ordens, tanto do Comitê Olímpico Nacional quanto do governo, de se retirar de combates para evitar a chance de lutas com israelenses, e agentes de seguranças foram enviados à sua casa no Irã.
“Alguns minutos antes da disputa (de quartas de final), o treinador iraniano recebeu uma ligação de seu país”, disse a IJF em seu site. “Do outro lado da linha, o primeiro vice-ministro dos Esportes iraniano, Davar Zani, lhe deu a ordem de retirar Mollaei da competição para evitar um combate em potencial entre Irã e Israel”.
A IJF disse que depois o presidente do Comitê Olímpico Nacional iraniano também contatou Mollaei antes de sua semifinal, que o atleta perdeu, para instruí-lo a desistir.
Não foi possível contatar nem o Comitê Olímpico Nacional nem o Comitê Olímpico Internacional de imediato para obter comentários.
Não foi a primeira vez em que atletas de nações árabes ou do Irã receberam ordens para desistir ou se recusar a competir com atletas israelenses nas Olimpíadas ou em outras competições internacionais.
Na Olimpíada de Atenas de 2004, o então campeão mundial iraniano Arash Mirasmaeili se recusou a enfrentar o judoca israelense Ehud Vaks, sendo elogiado por isso na volta para casa. Na Rio 2016, o judoca egípcio Islam El Shehaby foi mandado para casa depois de recusar um aperto de mãos com o judoca israelense Or Sasson ao final da luta.
Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã se recusa a reconhecer Israel, e os dois são arqui-inimigos há décadas.
(Por Karolos Grohmann)

Ainda jovem, ouvi falar que “a arbitragem de futebol deve ser um sacerdócio”, pois você abre mão dos seus finais de semana livres, da sua família e de vários prazeres da vida.
Tem lógica. Mas tem diferença: não se serve a Deus, mas a Ricardos Teixeiras, Marcos Polos, Marins e, agora, Caboclos. O representante de Deus na Terra, nessa analogia, ao invés de ser o Papa, chefe da Igreja, serão os presidentes das Comissões de Arbitragens (compare com o chefe do seu Estado). Seus auxiliares, os bispos (quem os orienta?).
Arbitragem, na verdade, não é um sacerdócio, mas sim um casamento que muitas vezes não dá certo e tem prazo de validade.
Desejar entrar numa escola de árbitro, quando jovem, é como uma paquera. Você se apaixona, namora (é um tempo de conhecimento quando você faz o curso, que custa caro mas dá prazer), aí você fica noivo e casa. Casar é se formar! E no começo, seduzido e encantado, cada jogo escalado é como a noite das relações carnais mais íntimas! Você entra cheio de desejo, vontade, ânimo (para não usar uma palavra mais vulgar: tesão).
Mas com o passar do tempo, seu casamento começa a trazer dúvidas, pois o encanto balança por coisas que você duvida, ouve falar, mas nunca viu. Seria a amada uma infiel? Não seria a princesa encantada do namorico, mas sim uma falsa donzela, parecendo uma bela garota com alma de diabo?
Aí vem as saídas inadequadas. Os desvios comportamentais. Os relaxamentos e as mesmices. E você começa a olhar com uma visão mais crítica e desconfiada da até então amada amante.
Amante? Essa palavra é um perigo no meio da arbitragem…
Surgem as “convicções duvidosas” (a ironia, aqui, é explícita). Você conquistou a noiva com sua beleza e virtudes e se mantém pelos seus méritos, ou ela dá preferência a outras qualidades, ou melhor, fraquezas que você não percebe?
Quando você realmente se dá conta que se enganou, percebe que foi ludibriado pela beleza estonteante e pelo desafio pessoal provocado pela libido. Tanto que lhe cegou os defeitos da amada (que já existiam, mas você fazia vista grossa).
Até que… descobre a traição! O sujeito de bem se convence que o divórcio é necessário pela honestidade e honra a ser preservada. O picareta, se oferece à amada pela paixão e aceita o relacionamento aberto, swings e outras coisas pós-modernas. E depois que você larga tudo isso, vê que ao seu redor há inúmeros outros elementos querendo assumir a ex-esposa, não importando se ao longo do casamento terá infidelidade – pois estes aceitam o preço dela e se dão satisfeitos pelos voos mais altos do bel-prazer. Em alguns casos, traem juntos! Suruba, sem-vergonhice, imoralidade…
Claro, a historinha acima é uma analogia do sacerdócio e do casamento, ou, se preferir, do que se prega e do que se pratica. Sacerdotes de bem servirão a Deus em busca da santidade, nunca sendo chefiados por Bezerros de Ouro como um dia os hebreus fizeram ao cair em tentação na fuga do Egito. Casais de bem manterão a fidelidade e gerarão filhos bem educados, respeitando-se mutuamente e evitando lugares e ocasiões para cair na perdição.
Enfim: em todas as atividades da vida existem os bons e ruins. Todos são honestos, até que se prove o contrário. E gosto de parafrasear o icônico jornalista ítalo-brasileiro Cláudio Carsughi, que um dia disse e me marcou:
Se Deus, na sua infinita realeza e bondade, não poupou da permissão da tentação da corrupção nem a sua própria Igreja, por quê blindaria o futebol? Mais ainda: uma categoria específica, a dos árbitros de futebol!
Às vésperas de novas turmas de arbitragem em avaliação / testes nas diversas CEAFs, fica o lembrete: nunca adorem homens, cartolas do futebol ou se façam reféns de uma atividade. Amem a arbitragem, mas não digam Amém a tudo! Lembre-se que encontrarão os bons e os ruins; se aproximem dos que têm virtudes, para que não sejam peças de um jogo de xadrez.
A arbitragem não é para ingênuos. Vida longa aos que estão na atividade honrando-a.

Veja só como o mundo dá voltas e as coisas passam a ser mais realistas. Abaixo:
Um dia, o Batatais FC recebeu uma dica (não se sabe de quem) de que Helton Matheus (até então atleta que jogava no Paulista de Jundiaí) era “gato” (ou seja, tinha idade adulterada e jogava a Copa SP de Jrs com idade mais avançada). Após o próprio time do Batatais sofrer uma goleada para o time de Jundiaí e ser eliminado da competição, resolveu denunciar o menino que havia falsificado seus documentos. O Paulista, que não tinha participação alguma no golpe, foi eliminado da Copa SP de Futebol Jr por conta do regulamento (mesmo com os documentos do atleta tendo o carimbo e aceite da FPF, e ele ter chegado ao time após outras passagens com a mesma documentação). Vale lembrar que o Galo de Jundiaí defenderia seu bicampeonato contra o Corinthians. O Batatais (que perdeu em campo) ficou com a vaga e o presidente da agremiação da época disse em outras palavras nas suas diversas entrevistas que “não era por causa disso a denúncia, mas pela Justiça em saber de algo errado e a consciência cobrando-o por nada fazer”.
Agora, estoura o escândalo: o Batatais, que se fez de paladino através de seu cartola, é suspenso pela FPF por esquema de manipulação de resultados!
Seriam os mesmos cartolas da época? Confesso que não sei. Mas sei que a denúncia em prol da moralidade era demagogia pura, isso fica cristalino.
Para recordar, a análise da arbitragem do jogo citado (Paulista 5×1 Batatais),
em: https://professorrafaelporcari.com/2017/01/22/analise-da-arbitragem-de-paulista-5×1-batatais/
Abaixo, extraído de Esporte Jundiaí,
link em: https://www.esportejundiai.com/2019/08/dois-anos-apos-tirar-paulista-no-caso.html?m=1
BATATAIS É SUSPENSO DAS ATIVIDADES DO FUTEBOL PAULISTA
Em 2017, o Batatais foi o principal responsável por eliminar o Paulista na decisão da Copa São Paulo fora dos gramados, ao denunciar o Tricolor por ter escalado um jogador de forma irregular – idade adulterada – o famoso caso “Gato Heltton Matheus”. Dois anos depois o clube foi suspenso pelo Tribunal de Justiça Desportiva do estado de São Paulo.
Segundo os sites Futebol Interior, Globoesportecom e A Cidade On, a Federação Paulista de Futebol (FPF) confirmou, nesta sexta-feira, que o Batatais está suspenso, preventivamente, pelo Tribunal de Justiça Desportiva, pelas suspeitas de manipulação de resultados.
A punição é válida por 30 dias e deixa o time fora da Copa Paulista e no campeonato estadual sub-20, competições organizadas pela Federação Paulista de Futebol (FPF).
Quatro jogadores que defenderam o time no Campeonato Paulista da Série A3 de 2019 são suspeitos de envolvimento em resultados manipulados. Os nomes são mantidos sob sigilo, mas eles já foram ouvidos na FPF.
Uma empresa de apostas até já mandou relatórios pra Federação indicando essa possibilidade de fraude.
O primeiro jogo sob suspeita foi disputado no dia 17 de março, quando o time perdeu por 2 a 0 para o Barretos. Três dias depois, houve o empate de 1 a 1 entre Batatais e Comercial.
Por conta da suspensão, o jogo entre o Comercial e o Batatais inicialmente marcado para o domingo, em Ribeirão Preto, válido pela Copa Paulista, foi adiado. No sub-20, o Palmeiras avançou para terceira fase, com a suspensão do Batatais, já que enfrentaria o mesmo clube nas duas próximas semanas na segunda fase de grupos.

Os criminosos que invadiram celulares de autoridades brasileiras e que venderam os dados para o The Intercept foram presos. Não são russos, grupo hacker altamente especializado e nem de guerrilha ideológica, mas uma quadrilha de estelionatários formada por brasileiros do Interior Paulista. Três deles já tinham praticados crimes do famoso “171”.
Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/07/24/o-que-se-sabe-sobre-a-operacao-spoofing-e-os-suspeitos-de-interceptar-mensagens-de-autoridades.ghtml
O QUE SE SABE SOBRE A OPERAÇÃO SPOOFING E OS SUSPEITOS DE INTERCEPTAR MENSAGENS DE AUTORIDADES
(Esta reportagem está sendo atualizada) – A Polícia Federal prendeu quatro pessoas nesta terça-feira (23) como parte de inquérito que investiga supostos hackers invasores do celular do ministro Sérgio Moro.
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (23) quatro suspeitos de envolvimento na invasão dos celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro e de outras autoridades. As prisões são de supostos hackers ou de pessoas suspeitas de atuar em conjunto com eles. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão.
Veja o que se sabe sobre a Operação Spoofing e as prisões dos suspeitos.
O que é a Operação Spoofing?
A operação investiga a invasão e a interceptação de mensagens privadas do ministro Sérgio Moro e de outras autoridades no aplicativo Telegram. O objetivo da ação, informou a PF, é “desarticular organização criminosa que praticava crimes cibernéticos”.
De acordo com a PF, os mandados foram executados nas cidades de São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto. A autorização para as buscas e prisões foi dada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, de Brasília.
Quais autoridades foram vítimas da invasão?
Segundo definição da Polícia Federal, spoofing é “falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é”.
Quantos suspeitos foram presos?
Quatro pessoas foram presas: três homens e uma mulher. São eles:
As prisões são temporárias e têm prazo de cinco dias.
Como os hackers atuavam, segundo a investigação da PF?
As investigações apontaram que os supostos hackers tiveram acesso ao código enviado pelos servidores do aplicativo Telegram ao celular de Moro para abrir a versão do aplicativo no navegador.
O Telegram permite aos usuários pedirem o código de acesso para a versão web do aplicativo via ligação telefônica, segundo as investigações. Posteriormente, é enviada uma chamada de voz com o código para a ativação do serviço no navegador. Esta mensagem fica gravada na caixa postal das vítimas.
Assim, os invasores fizeram ligações para o número alvo, “a fim de que a linha fique ocupada e a ligação contendo o código de ativação do serviço Telegram Web seja direcionada para a caixa postal da vítima”, afirmou Vallisney em sua decisão. As autoridades que tiveram mensagens expostas disseram que receberam ligações do próprio número.
Houve quebra de sigilo bancários dos suspeitos?
Sim. As investigações apontaram movimentações “suspeitas” nas contas de dois dos quatro investigados na operação: Gustavo Henrique Elias Santos e Suelen Priscila de Oliveira.
Elias movimentou R$ 424 mil reais entre 18 de abril e 29 de junho de 2018, sendo que consta em seu cadastro bancário que a sua renda mensal é de R$ 2.866,00. Já Oliveira movimentou aproximadamente R$ 203,6 mil entre 7 de março e 29 de maio de 2019, sendo a sua renda mensal de R$ 2.192,00.
Diante da incompatibilidade entre as movimentações e a renda dos dois, o juiz afirma na decisão que “faz-se necessário realizar o rastreamento dos recursos recebidos ou movimentados pelos investigados e de averiguar eventuais patrocinadores das invasões ilegais dos dispositivos informáticos (smartphones)”.

Olha que legal, embora pouquíssimo divulgado: um aplicativo oficial do Governo, que interliga os DETRANS de diversas localidades do Brasil, concede descontos a motoristas multados e que confessem a infração, desonerando assim a entidade de maior burocracia e custos.
Uma novidade que precisava ser mais ofertada pelas autoridades,
Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/07/multa-transito-com-desconto/
LEVOU UMA MULTA DE TRÂNSITO? APLICATIVO REDUZ EM ATÉ 40% O VALOR A SER PAGO
Claro que o correto é sempre dirigirmos dentro dos limites legais de velocidade, mas eventualmente multas de trânsito acontecem. Você pode ter se distraído em algum momento e acelerado mais do que deveria, ou então foi flagrado usando o celular enquanto dirigia. Seja como for, multas são sempre desagradáveis, pois é um dinheiro que você poderia estar investindo em outra coisa e que vai embora por causa de um vacilo seu.
Para quem levou uma multa justa e precisa pagar por ela, é sempre bom saber que há uma maneira legal de conseguir até 40% de desconto no pagamento, através de um aplicativo oficial do Contran (Conselho Nacional de Trânsito). E é justamente sobre ele que falaremos neste artigo.
O SNE (Sistema de Notificação Eletrônica) de infrações é uma ferramenta online disponibilizada para reduzir as despesas de envio pelos Correios de multas e atrasos. Através dele, o motorista é notificado pelo celular que recebeu uma multa e pode assim ganhar descontos se eliminar as fases burocráticas de todo o processo.
Através do aplicativo, você pode baixar e preencher o formulário para indicação do condutor, caso não tenha sido você que usou o carro no momento da multa. Também pode gerar boletos para o pagamento do valor devido. Se você pagar até o vencimento da notificação, ganha um desconto de 20% (coisa que acontece também quando você recebe a notificação pelo correio).
Mas o mais interessante é que há uma opção em que você reconhece que era quem estava dirigindo e assume que a multa foi justamente aplicada. Neste caso, o desconto aumenta para 40% caso você pague até a data de vencimento da notificação. Com esta opção, você está abrindo mão de futuros recursos de contestação, por isso, só faça isso se você realmente não tiver dúvidas de que cometeu a infração.
Porém, infelizmente não são todos os estados/municípios que oferecem a possibilidade de desconto de 40%. Neste link (CLIQUE AQUI) há a lista de todos os órgãos cadastrados. O Detran do Rio de janeiro, por exemplo, oferece o benefício em todo o estado. Já em São Paulo, apenas a prefeitura de São José dos Campos oferece isso, até o momento.
Mesmo em regiões que ainda não estão incorporadas no SNE, ainda assim é possível ser avisado de multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Departamento de Infraestrutura e Transportes (Dnit) em todo o Brasil.
Após baixar o aplicativo, basta preencher seu CPF, e-mail, número da CNH e o Renavan do carro, para passar a receber suas multas por ele. O app mesmo avisa se sua região é coberta ou não pelo SNE.
A partir do cadastro, você não receberá mais nenhuma multa pelo correio, apenas pelo aplicativo. Para mudar isso, basta cancelar a adesão ao SNE para voltar a receber a papelada por carta. Se você já recebeu pelo correio, ainda sim pode se inscrever para ter os 40% de desconto, desde que não tenha passado o prazo de vencimento da notificação.

Sem a ajuda “por debaixo do pano”, e com todas as revelações de falcatruas praticadas pela Odebrecht, comprando com propinas o apoio de vários políticos de todas as ideologias e siglas, a empresa pediu a “concordata” (lembram desse termo) de quase 100 bilhões de reais!
Trabalhar honestamente sempre é difícil, mas não se corre o risco dessa vergonha…

Olha… de tanto se falar, tô achando que é verdade mesmo.
Começo esse texto com ironia para novamente publicar: DE NOVO, uma suspeita de que apostadores compraram resultados em jogos “escondidos” do futebol profissional no Brasil.
E, pra variar, novamente uma acusação que vem de time da Paraíba!
MINISTÉRIO PÚBLICO APURA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS
A goleada do Campinense na noite da última quinta-feira (6) foi colocada em xeque por torcedores e apostadores. A Federação Paraibana de Futebol classificou como “grave” as suspeitas. O caso irá ao Ministério Público. Dentro de campo, o rubro-negro da Paraíba goleou o Vitória-PE, por 4 a 0, em Campina Grande.
Nos aplicativos de mensagens, torcedores relatam que integrantes de uma rede de manipulação de resultados “compraram o jogo do Campinense” (sic). Na conversa de áudio, um torcedor diz que a partida seria 4 a 0 e citou Pezão como um dos responsáveis pelo esquema.
José Pereira, o Pezão, assumirá na próxima semana o cargo de diretor de futebol do clube de Campina Grande. Em nota enviada pelo seu advogado, o dirigente disse desconhecer “as pessoas dos áudios divulgados e que é falsa qualquer informação que coloque seu nome nas acusações”.
Na nota, reproduzida no fim do texto, ele informa que “espera que tamanha desonra divulgada, de forma inconsequente, não comprometa sua contribuição ao Campinense Clube. Por fim, coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos”.
Em um dos áudios obtidos pelo UOL Esporte (escute ao longo da reportagem), uma outra pessoa informa que a partida estava bloqueada para apostas nos sites baseados em Campina Grande e comentava que um amigo jogou em uma casa de apostas no Pará e ganhou “dinheiro com força”.
Em um comunicado emitido na noite de quinta, a casa de apostas “Bets Esportes” informou que o resultado do jogo foi manipulado e informava aos seus clientes que devolveria o valor das apostas.
O “Bets Esportes” é mais uma das dezenas de bancas de apostas que operam ilegalmente no país. O domínio da empresa está registrado no Maranhão. A reportagem tentou obter contato com a empresa, mas não teve sucesso.
O Campinense é patrocinado por um site de apostas. O principal parceiro do clube é a “MixBet”, empresa hospedada no Arizona, nos EUA.
A suspeita deve ser investigada pelas autoridades locais. “Se trata de denúncias graves e devem ser investigadas e apuradas pelos órgãos competentes”, disse Michele Ramalho, presidente da Federação Paraibana de Futebol, eleita após o primeiro escândalo. Ela é a chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da França, que começou nesta sexta.
O caso será enviado ao Ministério Público.
Outro lado
Organizadora da competição, a CBF informou que apura informações antes de se manifestar. O Campinense não se pronunciou. Os dirigentes do Vitória foram procurados, mas não responderam aos contatos da reportagem.
Credibilidade em xeque na Paraíba
A suspeita de manipulação de resultados em Campina Grande agrava a credibilidade do futebol da Paraíba, que atravessa a maior crise da sua história.
No ano passado, dirigentes da federação e de clubes locais foram banidos do futebol acusados de integrarem um esquema de manipulação de resultados.
Gravações revelaram dirigentes negociando pagamentos para árbitros e adversários. Willian Simões, então presidente do Campinense, foi um dos banidos do futebol no ano passado pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).
Jogos vazios são alvos preferidos
Jogos sem apelo de público e com pouca importância na tabela da competição são os preferidos das máfias de manipulação de resultados. Com o estádio praticamente vazio, a partida de quinta-feira em Campina Grande teve apenas 305 pagantes e não mexeu na tabela da competição. Os dois times já estavam eliminados da Série D.
A equipe pernambucana terminou a competição sem nenhum ponto. Já o Campinense deixou a Série D com sete pontos.
A goleada foi a única do time paraibano no torneio. Em seis partidas, a equipe venceu somente duas e ainda teve um empate e três derrotas.
O mercado de apostas esportivas online foi liberado em dezembro do ano passado e aguarda a regulamentação no Congresso Nacional. Apesar de ser proibido no país, cerca de 500 sites baseados no exterior recebem apostas de brasileiros. Estima-se que as apostas feitas no Brasil movimentaram cerca de R$ 4 bilhões neste ano.
A nota oficial de Pezão
“José Pereira dos Santos vem, através desta nota, comunicar que desconhece as pessoas dos áudios divulgados e que é falsa qualquer informação que coloque seu nome nas acusações. A imprensa não foi cautelosa ao divulgar acusações graves com base em áudios aleatórios de pessoas (não identificadas) que, na verdade, se questionam pelos frustrados resultados de seus times, acusando-o sem qualquer tipo de fundamento. “Pezão”, como é de amplo conhecimento, ama futebol e, como qualquer torcedor, quer contribuir para ascensão do clube nos campeonatos e está compromissado com isso; sempre com ética e honradez! Por esse motivo, espera que tamanha desonra divulgada, de forma inconsequente, não comprometa sua contribuição ao Campinense Clube. Por fim, coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos.
João Luis Fernandes
Advogado”

E o escândalo de Manipulação de Resultados da Espanha, envolvendo “gente grande?”
Só lá que acontece?
E aqui no Brasil, com a pindaíba que clubes, cartolas, árbitros e atletas andam?
Confie desconfiando…
Extraído de: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/policia-prende-jogadores-por-manipulacao-de-resultados-na-espanha/
POLÍCIA PRENDE ESPORTISTAS POR MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NA ESPANHA
Os detidos são acusados de fazer parte de uma organização criminosa
Vários jogadores de futebol foram presos por suposto envolvimento em um esquema de manipulação de resultados na Espanha, informou nesta terça-feira (28) a La Liga, entidade que organiza o Campeonato Espanhol, por meio de um comunicado divulgado em seu site oficial.
A Polícia Nacional da Espanha confirmou que realizou uma operação para prender 11 pessoas em diferentes locais do país, em um desdobramento de uma investigação pedida pelo órgão que dirige os torneios das principais divisões espanholas. Os detidos são acusados de fazer parte de uma organização criminosa, que também estaria lavando dinheiro neste processo no qual visava se beneficiar com possíveis armações nas partidas em solo nacional.
Segundo a Agência Efe, entre os detidos estão ex-jogadores como Raúl Bravo, que jogou no Real Madrid, e Borja Fernández, que na última temporada vestiu a camisa do Real Valladolid, do brasileiro Ronaldo.
A La Liga procurou as autoridades policiais após a denúncia de manipulação de um jogo da segunda divisão espanhola realizado em maio do ano passado, mas não forneceu detalhes sobre as equipes envolvidas no confronto e nem sobre os jogadores acusados de cometer este tipo de prática ilegal.
A entidade disse ter informado a polícia sobre oito casos suspeitos de “fatos relacionados” com partidas da temporada 2018/2019 cujos resultados teriam sido arranjados em categorias inferiores, não profissionais e em amistosos internacionais.
Dois dos atletas detidos aparentemente jogam por times da primeira divisão espanhola, sendo que nenhum deles defenderia clubes mais importantes da elite nacional, segundo informou nesta terça-feira a agência de notícias Europa Press.
A La Liga também “enviou alertas” sobre a possibilidade de terem ocorrido 18 partidas em que os jogadores poderiam ter apostado o resultado dos confrontos válidos por categorias inferiores e não profissionais.
Na nota que divulgou nesta terça-feira, a La Liga destacou que a operação policial desarticulou “um grupo organizado dedicado a uma atividade criminal dedica à obtenção de benefícios econômicos mediante a pré-determinação (dos resultados) dos jogos de futebol” na Espanha. A entidade ainda qualificou o trabalho da Polícia Nacional como “extraordinário” e enfatizou que esta operação evidencia que “os sistemas de proteção de integridade implementada pela LaLiga, a fim de proteger a limpeza de todas as competições do futebol espanhol, têm sido eficazes”.
A Polícia Nacional disse que a investigação identificou “pelo menos três” jogos na primeira, segunda e nas divisões menores do futebol espanhol nos quais as autoridades acreditam que houve manipulação de resultados. A suspeita de arranjo de um jogo da segunda divisão aconteceu também na esteira do fato de que houve um aumento maciço na quantidade de apostas feitas em uma placar do duelo, que foram 14 vezes maior que a média, segundo a polícia.

Ex-jogador do Real Madrid, Raúl Bravo está entre os acusados (LOUISA GOULIAMAKI / AFP
Que feio, hein? Ontem, o ex-jogador Roni, que atua como empresário no futebol comprando mandos de jogos e ganhando com a bilheteria local, foi preso por fraude.
O esquema dele era graúdo. Ele era o dono dos mandos de quase todas as partidas que eram vendidos. Em tese, maquiava os custos e receitas para que os borderôs fossem baixos e se pagasse muito menos impostos, ganhando mais dinheiro.
Se mancha pela ganância… Não poderia ter trabalhado honestamente, ganhando um pouco menos e estar tranquilo?
Que entregue os “parças” agora. Um, em Brasília, já foi preso. E os demais? Será que os presidentes de clubes que negociaram com ele “ganharam algum por fora”?

Ouvi tal verdade e reproduzo:
“Prefiro ficar Vermelho por alguns instantes do que Amarelar por muitos momentos“
Autor Desconhecido

Detesto usar termos que levem à suspeita de má intenção na arbitragem. Vivi no meio e sei como funciona, quando “é” ou “não é” picaretagem.
Há exatos 6 anos, vi algo que “é”. Em 16 de maio de 2013, depois da confusão na Bolívia (o assassinato de Kelvin Spada e seus desdobramentos em Oruro), o árbitro paraguaio Carlos Amarilla assaltou o Corinthians no Pacaembu contra o Boca Júniors.
Relembre a análise da sua estranha atuação que fizemos no nosso blog na época, pós jogo:
ANÁLISE DA ARBITRAGEM DE CORINTHIANS 1X1 BOCA JÚNIORS
Erros determinantes na decisiva partida da Libertadores da América no Pacaembu. Vamos a eles?
Foram 4 momentos importantes:
LANCE 1– 09’: Emerson Sheik e Marin dentro da área, o corinthiano está prestes a dominar a bola e o zagueiro argentino dá um tapa deliberado nela. Pênalti! E aí não tenho dúvida sobre o motivo do árbitro errar: ele estava mal posicionado, fora da diagonal, num lado cego da jogada. Repare que ele vem da direita para o centro do ataque do Corinthians, enquanto deveria estar mais do lado esquerdo. Neste caso, se tivéssemos o árbitro assistente adicional (AAA) posicionado na linha de meta, poderia-se ajudar o árbitro paraguaio Carlos Amarilla. Não foi equívoco de interpretação, o juizão (creia-se) não deve ter visto a mão. Primeiro erro da arbitragem.
Um erro sempre traz consequências negativas: o zagueiro 29 Marin já tinha recebido amarelo. Se fosse marcado pênalti, segundo amarelo e expulsão. Mas foi Sheik quem recebeu a Advertência por reclamação…
LANCE 2– 23’: Emerson lança a Romarinho, que está a aproximadamente 1 metro do penúltimo adversário (portanto, posição legal). Ele ganha do argentino e fica de frente para o gol, chutando para as redes. Porém, o assistente no1 Rodinei Aquino marcou impedimento. Romarinho faz o gol com o goleiro já “desistindo” da defesa, devido ao bandeira ter levantado seu instrumento. Ora, isso é irrelevante, pois fatalmente o gol seria marcado, caso o lance não fosse paralisado, pela “situação clara de gol”. Segundo erro da arbitragem, em lance fácil.
LANCE 3 – 60’: Sheik cruza, Paolo Guerreiro tenta o gol de cabeça, o goleiro Orion espalma e no rebote Paulinho consegue fazer o gol. Lance anulado. Houve a dúvida se foi marcado impedimento ou falta. Verifique que o bandeira no2 Carlos Cáceres ergueu seu instrumento quando Paulinho vai disputá-la. Portanto, impedimento. Terceiro erro da arbitragem.
Confesso que não consegui ver se o árbitro reiniciou o lance com tiro livre indireto (assim, teria confirmado o impedimento do bandeira, com gesto de braço erguido) ou com tiro livre direto (alegando alguma falta, gesto do braço abaixado). Em particular, Paulinho e Caruzzo se aguarram diversas vezes. Um árbitro caseiro marcaria pênalti; um árbitro fraco marcaria falta de ataque; e um árbitro bom mandaria seguir o lance.
LANCE 4 – 81’: Sheik está na grande área e o adversário dá um empurrão. Em jogos mais calmos, o erro passaria batido. Mas, novamente faço a observação: se tivéssemos o AAA atrás do gol, novo pênalti seria marcado. Quarto erro do árbitro.
Aliás, que se registre: tanto na 3a feira quanto nesta 4a as arbitragens frustaram a expectativa: Juan Soto era talento em ascensão em Palmeiras x Tijuana, e Carlos Amarilla talento reconhecido em Corinthians x Boca Juniors. Ambos decepcionaram…
Lembrando que no prazo de uma semana, o “trio de ferro paulista” foi eliminado da Libertadores. Má fase dos clubes de São Paulo, somada à má fase da arbitragem.
Uma última observação: para quem gosta de teorias conspiratórias, vale o registro: Amarilla é quase um “brasiguiao”, o árbitro preferido da CBF nos amistosos da Seleção Brasileira na América do Sul. E como há una certa rinha política entre Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches… (Ops: eu não creio nisso, prefiro pensar em algo mandado pela Conmebol – vide caso de Oruro…!).

Veja que bacana: há 8 anos o ex-jogador Michel Platini assumia a presidência da UEFA, “escalando” para seu mandato o respeito a 11 valores para o futebol.
Veja se são pontos atuais (embora o próprio Platini tenha sido acusado de corrupção).
Abaixo, extraído de: http://pt.uefa.com/uefa/keytopics/kind=64/newsid=813465.html
FUTEBOL E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Michel Platini, Presidente da UEFA, apresentou 11 valores-chave, o número de jogadores de uma equipa de futebol, como base para as futuras actividades e diálogos do organismo a nível político, económico, social e desportivo.
Onze valores
Platini destacou os 11 valores num discurso aos representantes das 53 federações que compõem a UEFA, delegados da família do futebol mundial e convidados do XXXIII Congresso Ordinário da UEFA, realizado em Copenhaga, na Dinamarca, na quarta-feira.
Os valores da UEFA para o futuro do futebol europeu, apresentados por Platini, são os seguintes:
1-Futebol em primeiro lugar
Em tudo o que fazemos, o futebol deve vir sempre em primeiro lugar, e o elemento mais importante a ter em consideração. O futebol é um jogo, antes mesmo de ser um produto; um desporto, antes de ser um mercado; um espectáculo, antes de ser um negócio.
2-Estrutura piramidal e subsidiariedade
A nível internacional e europeu, a autonomia do desporto é reflectida pela estrutura piramidal do futebol. FIFA, UEFA e as federações nacionais trabalham de mãos dadas, enquanto respeitam o princípio de subsidiariedade. Isto permite-nos defender os interesses do futebol da melhor maneira possível.
3-Unidade e liderança
A UEFA não opera de forma autoritária. Vamos continuar a mostrar uma liderança forte, mas a operar segundo um princípio de consenso. Para além das federações nacionais, vamos envolver todos os intervenientes (ligas, clubes, jogadores) no processo de decisão do futebol europeu, em particular através do Conselho Estratégico para o Futebol Profissional, para que o Comité Executivo possa tomar as decisões certas. E temos como objectivo aprofundar a relação com os adeptos do futebol, sem os quais não haveria o jogo a nível profissional.
4-Boa governação e autonomia
A UEFA e as federações que dela fazem parte comprometem-se com a boa governação. Isso significa abertura, democracia, transparência e responsabilidade. Imbuída neste espírito, a UEFA defende a autonomia da estrutura do desporto, para que os órgãos que tutelam o futebol – com as federações nacionais à cabeça – sejam os elementos de decisão definitiva nos assuntos que dizem respeito à modalidade, sem que haja interferência excessiva dos governos.
5-Futebol de formação e solidariedade
O Futebol assenta na formação, jogado em toda a parte por homens e mulheres; rapazes e raparigas. O futebol profissional é só a ponta do icebergue. A UEFA vai continuar a ser solidária, cada vez mais, para proteger o futuro do futebol e transmitir os benefícios alargados que o nosso desporto traz à sociedade como um todo. E é também porque a força do futebol assenta na formação que temos de preservar as identidades locais, regionais e nacionais do jogo, sempre de acordo com a lei.
6-Protecção aos jovens e educação
Como órgão que gere o futebol europeu, a UEFA tem uma responsabilidade desportiva e moral. As transferências de jogadores menores acarretam inúmeros riscos. Não nos esqueçamos que jogadores menores de 18 anos são crianças ou adolescentes. Queremos proteger o futuro das crianças no futebol e impedi-las de serem levadas da sua pátria para outros países ainda muito novas.
7-Integridade desportiva e apostas
As apostas são uma fonte de financiamento, mas também um risco para o futebol, especialmente para a integridade das competições. É justo que o futebol obtenha a sua quota-parte de receitas provenientes das apostas. No entanto, a nossa atenção principal deve centrar-se no empenho total em proteger a integridade desportiva e a gestão adequada das nossas competições, de modo a preservar o verdadeiro espírito do jogo.
8-Equidade financeira e regularidade de competições
A UEFA apoia o “fair play” dentro e fora do terreno de jogo. A equidade financeira significa que os clubes operam de forma transparente e responsável, para proteger as competições desportivas e os próprios clubes. A equidade financeira serve para que os clubes não entrem numa espiral de dívidas de modo a poderem competir com os seus rivais, mas sim para que o façam com os seus próprios meios, isto é, de forma sustentável e com os recursos que geram.
9-Selecções e clubes
O futebol de selecções e de clubes são vitais e elementos complementares do futebol. A UEFA vai permanecer empenhada em assegurar que o equilíbrio é mantido, e se possível reforçado, já que o desenvolvimento do jogo a nível nacional, europeu e mundial depende disso.
10-Respeito
O respeito é um valor chave do futebol. Respeito pelo jogo, integridade, diversidade, dignidade, saúde dos jogadores, regras, árbitros, adversários e adeptos. A nossa mensagem é clara: tolerância zero para com o racismo, violência e doping. O futebol une as pessoas e ultrapassa as diferenças existentes. A cor da pele é invisível sob a camisola e, para a UEFA, vai ser sempre assim. O racismo e qualquer outra forma de discriminação nunca serão tolerados. A UEFA não vai pactuar com a violência, seja no campo ou nas bancadas. O futebol tem que dar o exemplo.
11-Modelo desportivo europeu e especificidade do desporto
A UEFA é um organismo europeu e permanece totalmente comprometida com o modelo desportivo europeu, que se caracteriza pela promoção e despromoção, o princípio da solidariedade, bem como das competições abertas e oportunidade para todos. É isto que o desporto – em especial o futebol – representa. Temos que proteger este modelo porque o desporto não é simplesmente um negócio como outro qualquer, e não podemos permitir que seja ameaçado. Vamos continuar a defender a especificidade do desporto e estamos convencidos que os nossos argumentos vão prevalecer, para bem do futebol.

Toda vez que eu ouço notícias sobre golpes na área da saúde, me entristeço profundamente. A pessoas está doente, é sacaneada e ainda nutre a esperança de recuperação.
Viram a prisão de médicos no DF da “máfia das próteses”? E além dos já detidos, existiu busca e apreensão em Jundiaí, nos consultórios / escritórios de pessoas não reveladas.
Quem seriam esses criminosos?
O modo como operavam é maldoso demais. Abaixo:
Extraído de: https://www.metropoles.com/distrito-federal/mafia-das-proteses-pcdf-cumpre-seis-mandados-de-prisao
A MÁFIA DAS PRÓTESES
A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nas primeiras horas desta sexta-feira (03/05/2019), a quinta fase da Operação Mr. Hyde. A investigação apura a ação de uma organização criminosa acusada de fraudar planos de saúde e mutilar pacientes submetidos a cirurgias desnecessárias com materiais de baixa qualidade.
Seis mandados de prisão e 15 de busca e apreensão são cumpridos por policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado, aos Crimes Contra a Administração Pública e aos Crimes Contra a Ordem Tributária (Cecor), no DF e em São Paulo [Jundiaí]. Entre os detidos, estão médicos e testas de ferro do esquema.
Um veículo da marca Porsche, modelo Cayenne, está entre os bens apreendidos. O carro avaliado em R$ 130 mil está em nome da empresa A&C Clínica Médica Ltda., localizada em Sobradinho.
De acordo com os investigadores, a máfia faturava com o fornecimento de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) ao grupo. Quanto mais equipamentos caros eram usados em cirurgias para colocação desses materiais, maior era a propina recebida por médicos envolvidos no esquema. Eles chegavam a faturar 30% extras sobre o valor pago pelos planos de saúde pela intervenção nos pacientes.
Desde que o caso veio à tona com a deflagração da primeira fase, em 1º de setembro de 2016, centenas de vítimas do esquema procuraram a polícia para prestar depoimento. Os relatos incluem mutilações e tentativa de homicídio, segundo consta no inquérito. Naquela data, 13 pessoas foram presas, incluindo médicosacusados de participar do esquema.
O esquema
Uma das empresas acusadas de lesar os pacientes com material de baixa qualidade é a TM Medical, de propriedade de Johnny Wesley Gonçalves. Ele é apontado pelas autoridades como líder da organização. O grupo criminoso teria movimentado milhões de reais em cirurgias, equipamentos e propinas.
Há casos de pacientes que foram submetidos a procedimentos desnecessários, como sucessivas cirurgias. Dessa forma, os suspeitos tinham mais lucro. Em outras situações, conforme revelado pelas investigações, eram utilizados produtos vencidos e feita a troca de próteses mais caras por outras, baratas.
Novas fases
Em outubro de 2016, o alvo da segunda fase da Mr. Hyde foi o Hospital Daher. Segundo as investigações, o dono da unidade de saúde, José Carlos Daher, teria participação ativa no esquema. O MPDFT chegou a pedir a prisão temporária dele por suspeita de destruição de provas, mas a solicitação foi negada pela Justiça. No entanto, o empresário, de 71 anos, chegou a ser detido por posse ilegal de uma pistola de uso restrito do Exército e das polícias Federal e Militar.
Na terceira fase da Mr. Hyde, a polícia prendeu o médico Fabiano Duarte Dutra por suspeita de atear fogo em documentos que poderiam servir como provas. Após a prisão, ele foi exonerado do cargo de Coordenador de Ortopedia da Secretaria de Saúde do DF. Na época, a pasta informou não haver indícios de que as práticas ilegais também ocorressem na rede pública.
Em novembro de 2016, foi deflagrada a quarta fase. A operação foi acompanhada pela Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Os investigadores cumpriram dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de condução coercitiva em cumprimento à decisão da 2ª Vara Criminal de Brasília.
Eles apuraram a atuação dos médicos Marcelo Gonzaga Peres e Marco Antônio Alencar de Almeida, integrantes do plano de saúde da PMDF. Os envolvidos tinham participação direta na concessão de autorizações para cirurgias pelo plano de saúde.

As “divisões inferiores” do futebol brasileiro são preocupantes. Times falidos, suscetíveis a esquemas e arranjos.
Não assisti ao jogo relatado abaixo, mas conheço a integridade do pessoal dos “Jogos Perdidos”, que retuitou a notícia. Vergonha!
Aliás, o que teve de ambulância indo embora do estádio, problemas para início de jogo e outras tantas coisas na última rodada…
Segue na imagem:

Não assisti o lance citado no jogo entre São Bento x Ponte Preta, mas achei ESPETACULAR o texto escrito pelo respeitado escritor e ex-prefeito de Itu Lázaro Piunti, relacionando a malandragem decisiva do jogador Talles nessa partida (ludibriando a arbitragem) com a malandragem da atual sociedade brasileira (ludibriando ao próximo)!
Vale o compartilhamento, extraído do Facebook do próprio Piunti. Abaixo:
MALANDRAGEM DO BEM?!…
O lance ocorre no meio do campo. O atleta da Ponte Preta prepara-se para lançar a bola em profundidade percebendo um companheiro correndo à direita do gramado. O defensor do São Bento pressente a jogada e tenta deslocar-se para o mesmo ponto, quando é contido faltosamente por Talles, atacante pontepretano. O árbitro não viu a irregularidade e o auxiliar (antigamente a denominação era “bandeirinha”) ignorou a falta. Na sequência aconteceu o gol da equipe campineira. Eram decorridos 38 minutos do 1º tempo.
No intervalo o repórter entrevista o autor do gol, justamente o goleador Talles. E menciona seu “encontrão” faltoso em prejuízo do adversário. O jogador cinicamente admite o erro, faz deboche quanto à omissão do juiz dizendo que ele podia marcar ou não marcar a falta. Ri e fala que a malandragem é do jogo. Talles finaliza: “Uma malandragem do bem”.
Com a derrota em casa por 2 x 1 na noite deste domingo (10/03/19), a equipe de Sorocaba está virtualmente rebaixada para a segunda divisão do Campeonato Paulista. Adicione-se ao resultado a esperteza do Talles, estereótipo do malandro moderno.
Faz muito tempo que o futebol deixou de ser mero esporte. É uma profissão rendosa, emprega muita gente, envolvendo interesses e negócios milionários. A paixão clubística ocupa degrau menor na escala de sentimentos. A malandragem cantada em prosa e verso no Brasil dos anos 30 evoluiu negativamente no País. Desmerece o samba “Lenço no Pescoço”, do imortal Silvio Caldas, obra escrita por Wilson Batista.
O malandro brasileiro não usa mais chapéu-palheta. Tampouco se parece com o Vadinho, do romance “Dona Flor e seus dois Maridos”, de Jorge Amado. A malandragem moderna arromba os cofres públicos, mina as finanças, corrói o orçamento da Saúde, entorpece a Educação, condena os idosos a um epílogo existencial miserável. A malandragem contemporânea nada tem a ver com os personagens de Walt Disney, sejam eles o Gastão, primo do Pato Donald, ou o Zé Carioca. E não guarda semelhança com o divertido Pica-Pau dos desenhos animados.
A “Malandragem do Bem” definida por Talles é a desgraça consolidada no País da impunidade, onde viceja a corrupção, cevada não só nos gabinetes oficiais. Ela é a bola da vez, ágil e veloz. Gols ilícitos furando as redes do cotidiano. O jogo espúrio das relações promíscuas entre pessoas físicas e jurídicas, corporações e indivíduos. Há exceções, porém, tão poucas. A regra geral as obscurece.
Lázaro Piunti
ljpiuntiescritor@uol.com.br

Vez ou outra isso acontece com muita frequência, e nesse Carnaval parece ter se intensificado: as maracutaias feitas com seu cartão bancário quando vai pagar as contas!
O folião está no na muvuca, completamente distraído, e o vendedor de cervejas digita um valor diferente da venda. Pronto! Caiu no golpe. Outro: ao invés de passar na função Crédito, por conta de taxa menor e recebimento mais rápido, o camelô passa como Débito. E a “mais reclamada nesse ano”: o biscateiro TROCA o cartão no meio da bagunça e o cliente nem se dá conta.
Abra o olho! Há golpe para tudo, infelizmente. E os coitados dos bons e humildes cidadãos que tentam ganhar uns trocados honestamente, acabam pagando o preço da desconfiança dos outros.

Quando Lula “rifou” Antonio Palocci, o médico, ex-prefeito de Ribeirão Preto e ex-Ministro da Fazenda, deu a entender que não queria se contaminar com a aura de corrupção que pairava sobre o então colega de partido. E uma das justificativas é que a “imprensa criava fatos”. Hoje, ambos estão na cadeia.
Agora, Bolsonaro demite Bebianno, seu aliado que se enrolou com a história dos “laranjas” de seu partido. O interessante é que Bolsonaro disse que a Folha de São Paulo “se acabaria por ela mesmo”, e em outra oportunidade, que “já se acabou”. E de onde surgiram as denúncias que derrubaram Bebianno? Da Folha!
Acho que a imprensa é um dos menores problemas desse país (se é que o termo “problema” é adequado para essa lógica, já que eu penso que precisamos de uma imprensa livre). O problema é, sem dúvida, políticos honestos – e de qualquer partido que seja!

Só acontece no Sul do Brasil?
Viram os “golpes de cartolas dos clubes de futebol” denunciados em Porto Alegre?
Os crimes não foram poucos: nessa semana, o MP-RS cumpriu 20 mandados de busca e apreensão contra suspeitas sobre Vitorio Piffero (o ex-presidente do Internacional) e seus pares. Foram acusados de:
Marcelo Dornelles, o Procurador do Ministério Público do Rio Grande do Sul, afirmou que:
“A gestão do Internacional entre 2015 e 2016 foi praticamente uma organização criminosa. O Inter é uma entidade privada, os crimes ocorreram no âmbito privado. Se tivesse agente público, era um grande sistema de corrupção. Não sendo, é associação criminosa”.
A prática, que sempre é dita “existente e corriqueira” nos bastidores do futebol mas nunca provada, é que basearia-se em várias atitudes:
– cartolas viajavam pelo clube pagando passagens aéreas muito mais caras do que cobradas (ficando com a diferença dos valores).
– jogadores eram contratados por valores mais altos do que combinados, sendo que a diferença do dinheiro era repartida entre diretores do clube e outros envolvidos.
– salários recebido pelos atletas nunca eram iguais aos que divulgados nos balanços, sendo que parte dos altíssimos rendimentos dos boleiros era depositada à parte, em conta de laranjas.
– empresários e cartolas faziam acertos para a compra e venda de atletas, comissionando-se ao máximo, independente se o clube teria lucro ou prejuízo.
Insisto: só no Inter-RS ocorria isso? Em nenhum mais ocorreu, nem ocorre hoje? Aliás, o que aconteceu com a denúncia de que Rodrigo Caio, na gestão de Carlos Miguel Aidar no SPFC, seria vendido ao Atlético de Madrid e o negócio não ocorreu pois a parte “obscura” que o jogador deveria dar à namorada do presidente, “dona Cinira”, era muito alta e desonesta? Ou ainda a questão de jogadores pedidos por treinadores onde parte dos salários dos atletas vai para o bolso do treineiro e do presidente?
Se nos grandes clubes que têm fiscalização forte pelos grupos opositores e estão na mídia, imagine nos pequenos times onde muitas vezes são feudos de alguns!

Que coisa horrorosa aconteceu em Abadiânia, interior de Goiás, hein?
O dito “médium” João de Deus, que celebridades internacionais ovacionavam e brasileiros crentes no espiritismo admiravam demais – e pessoas não praticantes de outras religiões, impressionadas pelos seus ensinamentos e supostas curas espirituais – nada mais era do que um larápio, assediador e milionário!
Denunciado pela própria filha como um monstro que a estuprou e, pasmem, por mais de 300 mulheres assediadas sexualmente, tende a ser o caso mais emblemático de charlatanismo da história mundial! Além de tudo isso, a Polícia já sabe que ele sacou 35 milhões de reais somente nessa semana e está foragido.
Aqui, para quem é católico virá a lembrança do aviso dos falsos profetas e pastores travestidos dizendo que ajudarão o povo: “são lobos em pele de ovelhas”.
Triste ver a esperança do enfermos sacaneada de tal forma! E, agora, artistas brasileiros (como a Xuxa, abaixo) pedem desculpa a seus admiradores por conduzi-las (assim como ela) ao engano.

Rodou o mundo a notícia, e deveria ser exemplo a todos nós: Kevin Booth, um morador de rua dos EUA, achou 17 mil dólares em espécie dentro de um saco em frente a uma ONG. Chamou a voluntária que trabalhava nela, perguntou se não era alguma doação da instituição e, com a negativa, entregaram juntos todo o dinheiro para a Polícia procurar o dono.
E se você achasse na rua todo esse valor? O mendigo não ficou para ele; afinal, não era dele.
Para as pessoas extremamente honestas, não vale o ditado “achado não é roubado”.
Extraído de: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/12/05/morador-rua-acha-r-65-mil-devolve-homenageado/
MORADOR DE RUA ACHA R$ 65 MIL, DEVOLVE E É HOMENAGEADO
Um morador de rua foi homenageado por sua honestidade e solidariedade. Ele entregou à polícia um saco com US$ 17 mil – mais de R$ 65 mil – que encontrou do lado de fora de um banco de alimentos.
Kevin Booth, tem 32 anos e vive há mais de 7 anos nas ruas de Sumner, em Washington, EUA. Ele costuma ir com frequência ao local, que recebe doações e distribui a pessoas que passam por necessidades.
À noite, quando está fechado, o estabelecimento deixa alguns itens em uma grande caixa de madeira do lado de fora, para que os moradores de rua possam pegar, caso sintam fome.
Foi perto dessa caixa que Booth achou um saco marrom de papel no chão, há três meses.
Pensando ser uma doação que tinha caído, ou sido deixada fora do local correto, ele abriu e viu algumas cédulas.
Ele conta que chegou a tirar uma nota de US$ 20 para observar direito e se certificar de que era verdadeira. Então Kevin chamou uma voluntária e mostrou sua descoberta.
Ela decidiu chamar a polícia, para tentar descobrir a origem do dinheiro.
NUNCA VIU TANTO DINHEIRO
Câmeras de segurança foram checadas, mas não foi possível ver quem tinha deixado o pacote, apenas imagens de Kevin Booth o recolhendo e entrando no banco de alimentos em seguida.
“Fui parado mais tarde [por policiais] e eles me disseram o que estava lá e eu quase desmaiei”, disse ele ao jornal “The News Tribune”. “Eu nunca toquei tanto dinheiro e acho que nunca mais vou fazer isso”, afirmou.
Mesmo sabendo que teve uma quantia tão grande em mãos, ele diz que não se arrepende de ter entregue tudo sem retirar nada para si.
“Há muitas pessoas que teriam pegado”, disse, “mas eu não sou dessas pessoas”.
SOLIDARIEDADE
Imaginando que poderia ser uma doação ao banco, ele acreditou que o correto seria beneficiar o maior número de pessoas possíveis, em vez de apenas ele mesmo, acrescentou.
A polícia aguardou 90 dias, prazo legal para que alguém reclamasse o valor, mas ninguém se manifestou. O valor foi então entregue ao banco, que usará a maior parte para ampliar suas instalações.
Kevin Booth, porém, não ficou de mãos abanando. Ele recebeu cupons de presente, comprados com parte da doação, e também uma homenagem da polícia.
“Nem todo cidadão seria tão honesto quanto você nessa situação”, disse a ele o chefe de polícia Brad Moericke.

Kevin recebe homenagem – Foto: NBC
Adivinhe qual é esse esporte?
“Violência, jogatina, resultados acertados na base da propina, racismo pestilento, (…) ganância inimaginável e trapaças de todo tipo e variedade: na maior parte de sua história, o esporte (…) tem sido cravado de buracos, alguns cavernosos, alguns irreparáveis.”
Acharam que era sobre futebol, hein? É sobre o beisebol, descrito por Michael Chabon, reproduzido pelo antigo “Jornal Placar, 08/11/2010, pg 32”.
Será que o texto serviria ao esporte mais popular do país também? Não sei não…

Mais uma vitória na luta contra a corrupção política no Brasil: nesta quinta-feira cedo, prendeu-se o Pezão, governador do Rio de Janeiro que sucedeu o também corrupto Sérgio Cabral.
Aos poucos, o país vai sendo passado a limpo. Parabéns! Mas ainda faltam Aécio, Serra, Dilma, Temer e tantos outros já denunciados / réus e suspeitos que “transpiram” incredibilidade.

Quer ser meu amigo? Seja sincero.
Quer que eu fique muito possesso? Minta para mim.
Aprendi a conviver com pobres e ricos, gente do mato e da cidade, trabalhador e vagabundo. Não importa a classe social, a alfabetização ou a religião, mas importa a honestidade!
No ano passado, tentei negociar com um sujeito que tem o passado manchado por trambiques. Tomei todos os cuidados e prevenções, dando um crédito para que valesse a máxima de que “todo mundo merece uma segunda chance”.
De fato, todos merecem, mas nem sempre abraçam a oportunidade.
Não é que o indivíduo cometeu uma das coisas que mais abomino? Contou uma mentira, me fez de trouxa, deixou-me com cara de bobo!
Negócio desfeito.
Uma mentirinha e uma mentirona são igualmente mentira. Me fazer perder tempo e me deixar sentir como idiota, é a senha para qualquer fim de negociação.
