– Sobre o Consórcio Fla-Flu e o Maracanã.

O consórcio formado por Flamengo e Fluminense venceu a licitação para gerenciar o Maracanã por 20 anos. E aí, dando uma fuçada pelos borderôs, alguns questionamentos são necessários:

Qual vantagem o Fluminense leva nesse consórcio? Com públicos menores do que o arquirrival Flamengo, as arrecadações dão prejuízo se o estádio não estiver com, aproximadamente, “meia carga”. Será que não era o momento do Flu pensar numa Arena de porte médio, menos dispendiosa, a fim de mandar suas partidas? Quando moleque, eu me lembro dos jogos disputados no Estádio das Laranjeiras… que tal uma adequação / ampliação daquele espaço?

O Flamengo, ao contrário, sempre lota em seis compromissos. E o Mengão fala na construção do seu estádio no Gasômetro. Aqui, a questão é diferente: otimizar o lucro, pois se você verificar nos borderôs, o que há de “cortesias e outras benesses” que diminuem a arrecadação final…

A questão é: se alguém ousasse privatizar o Maraca, teríamos interessados? Ou ainda: o que seria desse equipamento esportivo, se os 4 grandes do RJ tivessem seus estádios próprios e em condições?

Uma coisa é certa: da concepção original e dos vídeos do saudoso Canal 100, o outrora “Maior do mundo” não tem mais o charme que um dia teve…

Foto: Ricardo Stuckert / CBF.

– Premiere League continuará com o VAR, mas com mudanças!

Votou-se hoje a continuação do árbitro de vídeo na Inglaterra. Para que o sistema fosse abandonando, seria necessário ao menos 14 votos, dos 20 clubes que participaram da reunião.

Entrentanto, mudanças serão feitas.

Abaixo:

1. Manter um limite alto para intervenção do VAR para proporcionar maior consistência e menos interrupções no fluxo do jogo (ou seja: não parar o jogo à toa, a toda hora).

2. Reduzir os atrasos no jogo, principalmente através da introdução da tecnologia de impedimento semiautomático e da manutenção do limite elevado para intervenção do VAR (introdução da tecnologia de impedimento da Copa do Mundo, para maior precisão e agilidade, via IA).

3. Melhorar a experiência dos torcedores por meio de uma redução nos atrasos, anúncios dos árbitros no estádio após uma mudança de decisão pós-VAR e, sempre que possível, uma oferta aprimorada de replays nos telões para incluir todas as intervenções do VAR (maior clareza nas decisões, que devem ser anunciadas ao público, quando alteradas pelo VAR).

4. Trabalhar na implementação de treinamento VAR mais robusto para melhorar a consistência, incluindo ênfase na velocidade do processo, preservando a precisão (melhorar o treinamento dos árbitros).

5. Aumentar a transparência e a comunicação em torno do VAR – incluindo comunicações expandidas da central do VAR e através de programação de transmissão como “Match Officials Mic’d Up” (divulgar os áudios das conversas entre os árbitros e o VAR). Ou seja: dar acesso a todos que queiram ouvir os diálogos na íntegra, identificando as vozes.

6. A entrega de uma campanha de comunicação do VAR para torcedores e partes interessadas, que buscará esclarecer ainda mais o papel do VAR no jogo para participantes e torcedores. Isso quer dizer: tornar o VAR mais simpático aos torcedores.

Serviriam ao Brasil, ou não?

– Ronaldinho Gaúcho ou Neymar?

Conversando com amigos, surgiu a discussão (comum a muitos): quem jogou mais, Neymar ou Ronaldinho Gaúcho?

Se eu fosse pagar um ingresso, pagaria para assistir R10. Em conquistas, ele também venceu mais. Em beleza de jogo (para mim), idem. Portanto…

Isso não quer dizer que Neymar não seja um grande jogador (e ele nem encerrou a carreira). Mas entre os dois, fico com o Gaúcho.

E para você?

Neymar e Ronaldinho Gaúcho se encontram após vitória do PSG sobre o RB Leipzig — Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Instagram Neymar.

– A (possível) mancada de Paquetá.

Falamos sobre as acusações graves contra o jogador Lucas Paquetá e as apostas esportivas (em: https://wp.me/p4RTuC-Xa8). Não precisava (se comprovado) ter feito nada disso….

Hoje, li esse post (abaixo) do jornalista Mauro Cézar Pereira. Perfeito!

Disse tudo e concordo (caso o atleta seja condenado). Confira:

– Sobre o Consórcio Fla-Flu e o Maracanã.

O consórcio formado por Flamengo e Fluminense venceu a licitação para gerenciar o Maracanã por 20 anos. E aí, dando uma fuçada pelos borderôs, alguns questionamentos são necessários:

Qual vantagem o Fluminense leva nesse consórcio? Com públicos menores do que o arquirrival Flamengo, as arrecadações dão prejuízo se o estádio não estiver com, aproximadamente, “meia carga”. Será que não era o momento do Flu pensar numa Arena de porte médio, menos dispendiosa, a fim de mandar suas partidas? Quando moleque, eu me lembro dos jogos disputados no Estádio das Laranjeiras… que tal uma adequação / ampliação daquele espaço?

O Flamengo, ao contrário, sempre lota em seis compromissos. E o Mengão fala na construção do seu estádio no Gasômetro. Aqui, a questão é diferente: otimizar o lucro, pois se você verificar nos borderôs, o que há de “cortesias e outras benesses” que diminuem a arrecadação final…

A questão é: se alguém ousasse privatizar o Maraca, teríamos interessados? Ou ainda: o que seria desse equipamento esportivo, se os 4 grandes do RJ tivessem seus estádios próprios e em condições?

Uma coisa é certa: da concepção original e dos vídeos do saudoso Canal 100, o outrora “Maior do mundo” não tem mais o charme que um dia teve…

Foto: Ricardo Stuckert / CBF.

– Quem apitará Palmeiras x Botafogo?

O Zé Boca de Bagre (um amigo em comum com o saudoso Professor Reynaldo Basile) não tem papas na língua. Ele quem me disse, e eu concordei:

Logo ao ver o sorteio da Libertadores da América sorrir para um confronto Palmeiras x Botafogo, ele me disse que a Inteligência Artificial do Textor iria ter trabalho. E ousou dar  nomes para a Conmebol escalar no apito:

  • Na ida, o árbitro chileno Piero Mazza, o uruguaio Esteban Ostojich ou o colombiano Wilmar Roldán. Eles sabem picar o jogo, não deixam a bola chegar na grande área para não ter polêmica de pênalti, sabem deixar a partida rolando no meio do campo e não tem pressa alguma com o tempo de bola jogado. Na ida, um 0x0 caprichado, sem polêmica numa partida bem feia e monótona.
  • Na volta, aí só um nome: Facundo Tello, o juizão argentino que está com enorme moral na Conmebol (e na FIFA também). Aí, vencerá o melhor mesmo.

Aguardemos! Penso igual ao Zé Boca de Bagre.

– Thiago Silva e a infeliz declaração.

Não me pareceu a defesa de um jogador de futebol, mas a ajuda para um amigo. Disse ontem Thiago Silva:

“Se Messi tivesse a cobrança que Neymar teve toda a carreira, teria parado”.

Totalmente irreal tal comparação. Messi foi considerado espanhol pelos argentinos, criticado ao extremo pela imprensa, comparado à exaustão com Maradona e chamado de “muerto” em campo várias vezes (de maneira injusta). A “chave virou” a partir da Copa América conquistada pelos hermanos no Brasil.

Neymar, por sua vez, cansou de ser manchete por festas, contusões e outros rolos. Messi não fez por merecer as injustas críticas – e foi cobrado muito mais do que ele.

Se Neymar tivesse sido chamado de estrangeiro em sua própria terraa e convidado a abandonar a Seleção, como Messi foi, talvez ele, Neymar, é quem não teria suportado.

Pisada na bola do zagueiro ao falar tudo isso…

Thiago Silva consola Neymar

Foto: AFP, extraída de: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/06/04/thiago-silva-reforco-do-fluminense-se-messi-tivesse-a-cobranca-que-neymar-teve-toda-a-carreira-teria-parado.ghtml

– Mbappé é do Real Madrid.

A novela que se arrastava há anos envolvendo Kylian Mbappé e Real Madrid, teve um desfecho ontem.Após a conquista da 15ª Champions League no último …

Continua em: Mbappé é do Real Madrid

– Ronaldinho Gaúcho ou Neymar?

Conversando com amigos, surgiu a discussão (comum a muitos): quem jogou mais, Neymar ou Ronaldinho Gaúcho?

Se eu fosse pagar um ingresso, pagaria para assistir R10. Em conquistas, ele também venceu mais. Em beleza de jogo (para mim), idem. Portanto…

Isso não quer dizer que Neymar não seja um grande jogador (e ele nem encerrou a carreira). Mas entre os dois, fico com o Gaúcho.

E para você?

Neymar e Ronaldinho Gaúcho se encontram após vitória do PSG sobre o RB Leipzig — Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Instagram Neymar.

– E se o futebol tivesse mais ESG?

Cada vez mais as empresas se preocupam com práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa (O ESG, que significa, em ingês: Environmental, Social and Governance). A sociedade, a reboque, também.

No futebol, um universo dito muitas vezes “paralelo” à realidade do mundo, o ESG é esquecido. E se não fosse? Como alguns dirigentes de clubes brasileiros se comportariam?

Compartilho esse ótimo artigo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/e-se-o-futebol-tivesse-mais-esg/

E SE O FUTEBOL TIVESSE MAIS ESG?

Fim do recesso do Brasileirão 2024 por causa da tragédia climática no Rio Grande do Sul, tempo de boas e profundas reflexões sobre ESG.

Haveria algo em comum entre os episódios recorrentes de racismo nos jogos da Copa Libertadores de América, o descaso pelo fair play financeiro entre clubes brasileiros e as investigações de manipulação de resultados em todo o mundo?

Sim, há. Se tivessem ocorrido numa empresa com ESG, os três casos seriam tratados hoje como impactos sociais (S) e de governança (G.)Exigiriam atenção especial, planos de ação e investimentos para controlar potenciais riscos operacionais, financeiros e reputacionais.

Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas de que faria a diferença para melhor. Cuidados socioambientais, ativismo de causas públicas e políticas de proteção da ética e da transparência costumam gerar valor para todas as partes interessadas de um negócio. Investidores de SAFs, patrocinadores de camisas e transmissões, reguladores, jogadores, torcedores, trabalhadores do setor e sociedade só teriam a ganhar com uma gestão mais responsável, compliance financeiro, redução de emissões de carbono, regras anticorrupção e respeito à diversidade.

O futebol seria melhor se os clubes fossem melhores “para” o mundo. E embora esta seja uma bandeira de valor claro no século 21, ela ainda contrasta com uma velha cultura regida pela máxima de ser “o melhor do mundo” e que aceita, em nome da glória das taças, a “ética do resultado a qualquer custo” – isso significa, na prática, triunfar até mesmo contra a justiça desportiva, beneficiando-se de circunstâncias que desvirtuam as normas do jogo, desequilibram a competição e prejudicam o adversário.

A noção implícita no “ganhar a qualquer custo” – contrária ao que propõe o ESG – explica a maioria dos desvios éticos no futebol. Em sua defesa, torcedores e dirigentes aceitam, sem crítica, o juiz que erra a favor do seu clube ou ocraque que burla a regra e ainda ironiza o adversário. Normalizam atitudes que desabonam o fair play financeiro, algo que não fariam em suas próprias casas. E aceitam contratar jogadores caros, sem receitas previstas para o salário.

“Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas que faria a diferença para melhor”

Sob a justificativa complacente de que a “cultura do futebol” tem uma moral própria, divertem-se com os refrões homofóbicos de torcidas e engrossam as vistas aos gritos racistas, mesmo sabendo que eles ferem leis e regulamentos. Passam pano para o estupro praticado por ex-craques perversos. Naturalizam a corrupção das empresas de apostas e o ato criminoso de jogadores venais que manipulam resultados de jogos –neste momento, o meia Lucas Paquetá, do West Ham, está sob investigação da Premier League inglesa por “forçar” cartões amarelos.

A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG. Existe um contexto de responsabilidades que não está separado do que acontece antes, durante e depois do jogo.

Para quem quer melhorar a gestão do futebol, recomendo começar com quatro medidas básicas de ESG.

(1) Compense o carbono emitido em jogos e treinamentos, recicle resíduos nos estádios, utilize energia renovável, implante um sistema de reuso de água;
(2) Estabeleça um programa de compliance, com auditoria, canal de denúncias e códigos de conduta para evitar desde os assédios aos deslizes financeiros;
(3) Apoie com ações socioeducacionais a base de formação dos profissionais, o elo mais frágil de sua cadeia de valor; e
(4) Utilize o vínculo com torcedores e a exposição na mídia para “educar” stakeholders para causas como a solidariedade, diversidade, economia circular e mudanças climáticas.

Ricardo Voltolini é CEO da Ideia Sustentável, fundador da Plataforma Liderança com Valores, mentor e conselheiro de sustentabilidade

Ricardo Voltolini: “A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG” (Crédito:Divulgação)

– Que gelada, Coringão!

Próximo adversário do Corinthiana na Sul-americana: Red Bull Bragantino ou Barcelona-EQU.

E se passar, pode ser o Fortaleza!

Na atual fase do Timão… vai ser difícil!

– As casas de apostas no futebol brasileiro.

As Casas de Apostas estão por todos os lados. No futebol, viraram uma febre e, ao mesmo tempo, uma grande fonte de receita aos clubes.

Resta saber: estão sendo fiscalizadas? Tudo funciona corretamente? Se sim, ótimo! Se não, atenção

Olhe esse exemplo, no Maracanã, em uma imagem:

– Quem apitará Palmeiras x Botafogo?

O Zé Boca de Bagre (um amigo em comum com o saudoso Professor Reynaldo Basile) não tem papas na língua. Ele quem me disse, e eu concordei:

Logo ao ver o sorteio da Libertadores da América sorrir para um confronto Palmeiras x Botafogo, ele me disse que a Inteligência Artificial do Textor iria ter trabalho. E ousou dar  nomes para a Conmebol escalar no apito:

  • Na ida, o árbitro chileno Piero Mazza, o uruguaio Esteban Ostojich ou o colombiano Wilmar Roldán. Eles sabem picar o jogo, não deixam a bola chegar na grande área para não ter polêmica de pênalti, sabem deixar a partida rolando no meio do campo e não tem pressa alguma com o tempo de bola jogado. Na ida, um 0x0 caprichado, sem polêmica numa partida bem feia e monótona.
  • Na volta, aí só um nome: Facundo Tello, o juizão argentino que está com enorme moral na Conmebol (e na FIFA também). Aí, vencerá o melhor mesmo.

Aguardemos! Penso igual ao Zé Boca de Bagre.

– Vai faltar árbitro no Brasil…

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, já tivemos muitos árbitros novatos em testes no Brasileirão. Mais uma vez, diga-se de passagem.

Porém, Seneme, o chefe dos árbitros, vai ficar desfalcado de Raphael Claus, Wilton Pereira Sampaio, Edina Alves Batista e Ramon Abati Abel devido à Copa América e/ou Olimpiadas. E, queiramos ou não, falta árbitro para o Brasileirão.

Assim, Bráulio da Silva Machado, Anderson Daronco e Rafael Rodrigo Klein serão nomes que trabalharão “rodada sim, rodada também”. Só que precisamos de outros nomes, que, cá entre nós, não estão sobrando…

E por que isso acontece?

Pelo fato dos jovens árbitros que são trabalhados não serem capacitados suficientemente para grandes jogos. Os novatos juízes da FIFA brasileiros, como Paulo César Zanovelli ou Bruno Arleu, não conseguem desempenho bom para serem unanimidades nas escalas. Aliás, poucos são!

Diante dessa má renovação e da carência de bons nomes, fica a alternativa: importar árbitros! Ué, não temos tantos treinadores e jogadores estrangeiros no atual Campeonato Brasileiro? Por que não trazermos alguns apitadores também?

A vantagem de um árbitro estrangeiro é que ele chega aqui sem os vícios e medos dos brasileiros: ou seja, não torce para que tenhamos resultados favoráveis para ambas equipes (aquele típico 0x0 que acaba agradando a todos que têm medo de se lançar ao ataque) e nem fica preocupado com veto em escala futura, ele simplesmente apita e vai embora para o seu país (o árbitro local pensa duas vezes antes de expulsar, e se preocupa com a possibilidade de diretor de time grande ir à CBF pedir seu veto em jogos futuros).

Diante de tudo isso, fica uma constatação: falta coragem para a arbitragem brasileira nesse momento tão importante. Há uma geração que cresceu apitando em gramado sintético de condomínio, que nunca fez estágio apitando jogo na várzea ou na cadeia, que arbitrar uma partida no Morumbi ou no Maracanã, onde deveria ser a etapa derradeira da carreira, passou a ser o local onde começa a aprender o seu ofício. Não temos uma coerente planificação de carreira, nem uma escola nacional de arbitragem. O árbitro gaúcho é diferente do carioca, que é diferente do paulista, pois embora a regra seja a mesma, as federações estaduais têm os seus estilos e acabam influenciando a formação dos mais jovens. Assim, fica difícil promover a uniformização de critério no quadro.

Acrescente, ainda, outro fator: o árbitro fotogênico! Aquele “bombadão”, musculoso, que aparece bonitão na TV e impressiona pelo porte físico. E esse tipo de juiz faz com que outros, melhores tecnicamente do que ele, percam espaço. Já repararam que não temos mais árbitros baixinhos, franzinos ou negros sendo lançados? Criou-se um padrão estético, mas não de qualidade. E isso faz com que tenhamos mais “árbitros de laboratório”, criados em CTs de treinamento, do que os vocacionados, que surgem nos gramados ralos e terrões do país.

Percebem que esse fenômeno não é exclusivo da arbitragem, mas também aos jogadores de futebol? Quantos são escalados por terem empresário influente, boa aparência e marketing, e tantos outros capacitados ficam de fora… Atletas reclusos, mas craques, como Rivaldo e tantos outros, não teriam as oportunidades que muitos outros têm hoje.

Enfim, que os jovens escalados nesse período de competicões internacionais aproveitem a chance confiada pela Comissão de Arbitragem da CBF.

– O multicampeão Ancelotti.

Veja, abaixo, na arte de Trivela, os títulos de Carlo Ancelotti como treinador.

Lembre-se: Ancelotti também foi jogador, tem duas Champions como atleta e outras dezenas de títulos!

Abaixo:

– A foto emblemática da UEFA Champions League:

Não sei a autoria dessa foto (abaixo), mas ela representa perfeitamente os sentimentos dos torcedores do Borussia Dourtmound e do Real Madrid!

E o Vini Jr?

– O vídeo do equatoriano desdenhando do Red Bull Bragantino…

É de 2021, mas supostamente alguém postou na Web como se fosse válido para hoje: na época, um programa de TV do Equador mostrou um apresentador ironizando o Red Bull Bragantino, perguntando “quem era” e dizendo que era um time de 5ª divisão. Na ocasião, o time enfrentou o Del Valle pela Sulamericana e foi até a final, perdendo para o Athlético Paranaense.

Agora, pelos play-offs da Copa Sulamericana 2023, eis que o Red Bull Bragantino vai ao Equador enfrentar o Barcelona de Quaiaquil!

Veja só que figuraça (eu acho que o Pedro Caixinha não usaria esse vídeo para motivar os atletasnão precisa disso):

– E a final da UCL, entre Real Madrid vs Borússia Dortmund?

Qualquer resultado que não seja o titulo do Real Madrid diante do Borussia Dortmund, será zebra. Ou não?

Seria legal uma final de Champions League com dois gigantões… tipo: Real x Liverpool, Milan, Bayern… essa, é “mais ou menos”.

– Vai faltar árbitro no Brasil…

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, já tivemos muitos árbitros novatos em testes no Brasileirão. Mais uma vez, diga-se de passagem.

Porém, Seneme, o chefe dos árbitros, vai ficar desfalcado de Raphael Claus, Wilton Pereira Sampaio, Edina Alves Batista e Ramon Abati Abel devido à Copa América e/ou Olimpiadas. E, queiramos ou não, falta árbitro para o Brasileirão.

Assim, Bráulio da Silva Machado, Anderson Daronco e Rafael Rodrigo Klein serão nomes que trabalharão “rodada sim, rodada também”. Só que precisamos de outros nomes, que, cá entre nós, não estão sobrando…

E por que isso acontece?

Pelo fato dos jovens árbitros que são trabalhados não serem capacitados suficientemente para grandes jogos. Os novatos juízes da FIFA brasileiros, como Paulo César Zanovelli ou Bruno Arleu, não conseguem desempenho bom para serem unanimidades nas escalas. Aliás, poucos são!

Diante dessa má renovação e da carência de bons nomes, fica a alternativa: importar árbitros! Ué, não temos tantos treinadores e jogadores estrangeiros no atual Campeonato Brasileiro? Por que não trazermos alguns apitadores também?

A vantagem de um árbitro estrangeiro é que ele chega aqui sem os vícios e medos dos brasileiros: ou seja, não torce para que tenhamos resultados favoráveis para ambas equipes (aquele típico 0x0 que acaba agradando a todos que têm medo de se lançar ao ataque) e nem fica preocupado com veto em escala futura, ele simplesmente apita e vai embora para o seu país (o árbitro local pensa duas vezes antes de expulsar, e se preocupa com a possibilidade de diretor de time grande ir à CBF pedir seu veto em jogos futuros).

Diante de tudo isso, fica uma constatação: falta coragem para a arbitragem brasileira nesse momento tão importante. Há uma geração que cresceu apitando em gramado sintético de condomínio, que nunca fez estágio apitando jogo na várzea ou na cadeia, que arbitrar uma partida no Morumbi ou no Maracanã, onde deveria ser a etapa derradeira da carreira, passou a ser o local onde começa a aprender o seu ofício. Não temos uma coerente planificação de carreira, nem uma escola nacional de arbitragem. O árbitro gaúcho é diferente do carioca, que é diferente do paulista, pois embora a regra seja a mesma, as federações estaduais têm os seus estilos e acabam influenciando a formação dos mais jovens. Assim, fica difícil promover a uniformização de critério no quadro.

Acrescente, ainda, outro fator: o árbitro fotogênico! Aquele “bombadão”, musculoso, que aparece bonitão na TV e impressiona pelo porte físico. E esse tipo de juiz faz com que outros, melhores tecnicamente do que ele, percam espaço. Já repararam que não temos mais árbitros baixinhos, franzinos ou negros sendo lançados? Criou-se um padrão estético, mas não de qualidade. E isso faz com que tenhamos mais “árbitros de laboratório”, criados em CTs de treinamento, do que os vocacionados, que surgem nos gramados ralos e terrões do país.

Percebem que esse fenômeno não é exclusivo da arbitragem, mas também aos jogadores de futebol? Quantos são escalados por terem empresário influente, boa aparência e marketing, e tantos outros capacitados ficam de fora… Atletas reclusos, mas craques, como Rivaldo e tantos outros, não teriam as oportunidades que muitos outros têm hoje.

Enfim, que os jovens escalados nesse período de competicões internacionais aproveitem a chance confiada pela Comissão de Arbitragem da CBF.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio vs Red Bull Bragantino.

E para o confronto entre o Tricolor Gaúcho e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Ramon Abati Abel – SC
Árbitro Assistente 1: Thiaggo Americano Labes – SC
Árbitro Assistente 2: Henrique Neu Ribeiro – SC
Quarto Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda –ES
Assessor de Arbitragem: Anderson Carlos Gonçalves – PR
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR1: Sidamar dos Santos Meurer – RJ
AVAR2: Rodrigo D’Alonso Ferreira – SC
Observador de VAR: Raimundo Nonato Lopo de Abreu – DF

Ramon Abati Abel está prestigiado pela CBF. Foi um dos poucos árbitros que não se meteu em reclamações de clubes nesse ano (por enquanto, e desejamos que seja assim até o final da temporada). Está bem condicionado fisicamente, em boa fase técnica e estará apitando as Olimpíadas 2024 em Paris.

Se tudo ocorrer bem, teremos um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Grêmio x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 01/06, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O vídeo do equatoriano desdenhando do Red Bull Bragantino…

É de 2021, mas supostamente alguém postou na Web como se fosse válido para hoje: na época, um programa de TV do Equador mostrou um apresentador ironizando o Red Bull Bragantino, perguntando “quem era” e dizendo que era um time de 5ª divisão. Na ocasião, o time enfrentou o Del Valle pela Sulamericana e foi até a final, perdendo para o Athlético Paranaense.

Agora, pelos play-offs da Copa Sulamericana 2023, eis que o Red Bull Bragantino vai ao Equador enfrentar o Barcelona de Quaiaquil!

Veja só que figuraça (eu acho que o Pedro Caixinha não usaria esse vídeo para motivar os atletasnão precisa disso):

– A multa contra o racismo no futebol resolve?

A Conmebol multou por R$ 624 mil o San Lorenzo pelo ato racista da sua torcedora contra os torcedores negros brasileiros. Veja a foto abaixo:

A pergunta é: isso resolve?

O clube pediu imediatamente desculpa ao Palmeiras, logo após o incidente. Certamente, isso não basta. E a grande questão que não cessa: como acabar com o racismo no futebol?

Eu iria defender a melhor educação das pessoas, mas isso não é, infelizmente, suficiente…

Imagem recortada de Globoesporte.com

– E se o pênalti cometido por Luciano tivesse sido marcado?

Aos 50 minutos do 1º tempo, estando 1×0 para o São Paulo contra o Talleres, Luciano cometeu pênalti em Sosa. O VAR respeitou a decisão de campo do árbitro colombiano Ospina, ao não chamá-lo (lance interpretativo, que eu marcaria).

Fico pensando: contra argentinos, virar meio tempo vencendo é muito melhor do que empatando. Se marcado fosse o pênalti (e crendo que seria convertido), como seria o segundo tempo?

Futurologia, óbvio, não entra no futebol…

Imagem: print de tela.

– #tbt 2: A pureza de uma descoberta.

Há 4 anos…

A alegria da minha “Menina-Maravilha” ao achar uma foto antiga minha, uniformizado de juiz (das antigas)!

Bons tempos de arbitragem de futebol… saudade de um tempo que não volta mais. Enquanto isso, as outras searas urgem atualizações e o mais importante: o sorriso de quem está entendendo as fases da vida…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio vs Red Bull Bragantino.

E para o confronto entre o Tricolor Gaúcho e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Ramon Abati Abel – SC
Árbitro Assistente 1: Thiaggo Americano Labes – SC
Árbitro Assistente 2: Henrique Neu Ribeiro – SC
Quarto Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda –ES
Assessor de Arbitragem: Anderson Carlos Gonçalves – PR
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR1: Sidamar dos Santos Meurer – RJ
AVAR2: Rodrigo D’Alonso Ferreira – SC
Observador de VAR: Raimundo Nonato Lopo de Abreu – DF

Ramon Abati Abel está prestigiado pela CBF. Foi um dos poucos árbitros que não se meteu em reclamações de clubes nesse ano (por enquanto, e desejamos que seja assim até o final da temporada). Está bem condicionado fisicamente, em boa fase técnica e estará apitando as Olimpíadas 2024 em Paris.

Se tudo ocorrer bem, teremos um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Grêmio x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 01/06, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Inter e a Lama.

E o Internacional-RS voltou a campo contra o Belgrano, depois das chuvas no Rio Grande do Sul. Jogando em Barueri, entrou com o uniforme todo sujo de lama, em alusão às vítimas da tragédia.

A ação foi simpática. Mas vale lembrar: o próprio Inter é uma dessas vítimas, infelizmente…

O que a natureza fez, não? Ou melhor: a ação do homem sobre ela.

Camisa do Inter suja de lama — Foto: Ricardo Duarte/Inter

Foto: Ricardo Duarte/Inter

– A multa contra o racismo no futebol resolve?

A Conmebol multou por R$ 624 mil o San Lorenzo pelo ato racista da sua torcedora contra os torcedores negros brasileiros. Veja a foto abaixo:

A pergunta é: isso resolve?

O clube pediu imediatamente desculpa ao Palmeiras, logo após o incidente. Certamente, isso não basta. E a grande questão que não cessa: como acabar com o racismo no futebol?

Eu iria defender a melhor educação das pessoas, mas isso não é, infelizmente, suficiente…

Imagem recortada de Globoesporte.com

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Coquimbo 1×1 Red Bull Bragantino.

Alex Cajas “perdeu a mão” do jogo logo no começo da partida. Ao não anotar as faltas reais no início da partida e depois tentar segurar, irritou ambas equipes e deixou o jogo nervoso. E era uma partida fácil para se apitar.

Muito bate-papo com atletas, excesso de conversa durante a espera na cobrança dos escanteios, e outras bobeadas. Assim foi o juizão.

Lances técnicos polêmicos, cá entre nós, não tivemos. O mais “chamativo” foi o pênalti aos 93m, de movimento antinatural da mão nas bolas (e que demorou horrores para ser marcado).

Abaixo, outras situações:

Aos 27m, tivemos um correto cartão amarelo para Eduardo, após uma entrada forte, por cima, contra seu adversário, disputando a bola. Mas aos 31m, Glaby pegou por trás Matheus Fernandes (acertou em cheio sua panturrilha) e nem cartão houve.

Aos 38m. Lucas Evangelista tomou Cartão Amarelo por reclamação. Também Thiago Borbas levou de maneira injusta, após Hernandez se enroscar com ele. O adversário abaixa a cabeça enquanto ele dominava uma bola (não foi tiro livre indireto, pois o atleta já estava dominando a bola à meia altura). Errou o árbitro.

Aos 61m, Galani recebeu Cartão Amarleo por falta dura em Lucas Evangelista.

Aos 64m, Corneio Palma recebeu Amaro por dura falta também.

Coquimbo Unido x Red Bull Bragantino: Escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir, arbitragem e palpites

– Renan, o acidente em Bragança Paulista e os leitos de hemodiálise da Santa Casa.

Lembram do acidente provocado pelo jogador Renan, do Palmeiras, e que estava emprestado ao Red Bull Bragantino? Na oportunidade, ele vitimou um motociclista. Após fazer um acordo c0m a família do falecido, foi jogar no mundo árabe.

Agora, para estar livre de pena maior (estava sob fiança), fez um acerto: pagará a construção de leitos de hemodiálise para a Santa Casa de Bragança Paulista, ao custo de R$ 1,7 milhão.

Talvez tenha sido a melhor solução. Prendê-lo, por mais que seja uma punição, não reverteria em benefício social.

Extraído de: https://ge.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/futebol/times/bragantino/noticia/2024/05/27/zagueiro-renan-faz-deposito-de-r-17-milhao-por-acordo-para-encerrar-acao-por-acidente-com-morte.ghtml

ZAGUEIRO RENAN FAZ ACORDO NA JUSTIÇA

O zagueiro Renan, ex-Palmeiras e Red Bull Bragantino, fez nesta segunda-feira, 27, o depósito de R$ 1,7 milhão referente ao acordo feito com o Ministério Público e homologado pela Justiça para encerrar a ação pelo acidente que gerou a morte de um motociclista, em 2022, em Bragança Paulista-SP.

A informação do depósito foi confirmada ao ge pelo promotor responsável pelo caso, Rogério José Filócomo Júnior. O zagueiro Renan atualmente defende o Shabab Al-Ahli Dubai, dos Emirados Árabes. O dinheiro deste acordo será doado para a construção de leitos de hemodiálise à Santa Casa de Bragança Paulista.

Com o acordo entre zagueiro e MP, a ação pelo atropelamento vai ser encerrada. No judiciário, essa medida é conhecida como ‘acordo de não persecução penal’, que acontece quando um investigado cumpre condições ajustadas para não ser denunciado e punido.

No dia 22 de julho de 2022, o então jogador do Bragantino atropelou e matou o motociclista Eliezer Pena, que tinha 38 anos e deixou a esposa e duas filhas. Sem CNH definitiva, Renan admitiu ter ingerido bebida alcoólica horas antes do acidente fatal e chegou a ficar um dia preso.

Na época com 20 anos, Renan foi solto pela Justiça após pagamento de fiança de R$ 242 mil, valor que foi revertido à família da vítima. Ele também fez um outro acordo para indenizar a família.

O acordo entre o jogador de futebol Renan Victor da Silva e Ministério Público foi oficializado pela promotoria na última terça-feira (21). A medida prevê que o investigado terá que doar R$ 1.757.144, que serão usados para a compra de 20 leitos de hemodiálise para atendimento do SUS na Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista.

No documento ao qual o ge teve acesso, o promotor responsável pelo caso, Rogério José Filócomo Júnior, ressalta que a cidade vem enfrentando problemas para atender a demanda de pacientes que precisam de hemodiálise.

De acordo com ele, a compra de 20 leitos vai melhorar o serviço, que conseguirá atender de 120 a 200 pacientes a mais por mês.

O acordo prevê que o valor deve ser pago pelo zagueiro direto à Santa Casa, em um prazo de 10 dias. O ge apurou que o pagamento ainda não aconteceu, mas o prazo se encerra apenas no fim dessa semana.

Na celebração do acordo, o Ministério Público destaca ainda que Renan é réu primário e cita que ele confessou formalmente o crime, além de ter destinado o valor da fiança à família do homem que foi morto e feito acordo para pagar indenização às filhas dele.

Além disso, os advogados da família de Eliezer Pena concordaram com o acordo de não persecução penal, de acordo com o MP.

O ge acionou o advogado de defesa do zagueiro Renan, mas não teve retorno até a última atualização da reportagem.

Renan Victor, zagueiro do Shabab Al-Ahli Dubai, dos Emirados Árabes — Foto: Divulgação/Shabab Al-Ahli Dubai

Foto: Divulgação/Shabab Al-Ahli Dubai

– Haaland no Fluminense?

E o cometa Haaland está deixando o Manchester City para jogar no Fluminense?

Com todo respeito, se fosse 1º de abril, até aí já seria forçado demais…

Aparentemente, alguém sacaneou o Twitter do Flu.

– O Inter e a Lama.

E o Internacional-RS voltou a campo contra o Belgrano, depois das chuvas no Rio Grande do Sul. Jogando em Barueri, entrou com o uniforme todo sujo de lama, em alusão às vítimas da tragédia.

A ação foi simpática. Mas vale lembrar: o próprio Inter é uma dessas vítimas, infelizmente…

O que a natureza fez, não? Ou melhor: a ação do homem sobre ela.

Camisa do Inter suja de lama — Foto: Ricardo Duarte/Inter

Foto: Ricardo Duarte/Inter

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Coquimbo Unido vs Red Bull Bragantino.

E para o desafio do Massa Bruta contra o Coquimbo pela Copa Sulamericana lá no Chile, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Cajas (EQU)
Bandeira 1: Juan Aguiar (EQU)
Bandeira 2: Maurício Lozada  (EQU)
Quarto Árbitro: Christian Aleman (BOL)
VAR: Andrés Cunha (URU)
AVAR: Jonathan Fuentes (URU)

O equatoriano Cajas tem apenas 31 anos e é de Sangolqui, cidade próxima da capital, Quito. Entrou para o quadro da FIFA há 3 anos, e apitou apenas 1 jogo de Libertadores e 4 partidas da Copa Sulamericana. Entretanto, nos acordos da Conmebol com a Liga Árabe, foi apitar a Saudita Liga Pro por diversas vezes.

No começo de carreira, aplicava muitos cartões, e hoje faz exatamente o contrário: os poupa bastante. Em 23 jogos que apitou nesse ano, só mostrou um Cartão Vermelho (LDU 2×2 Emelec).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Coquimbo Unido vs Red Bull Bragantino x Racing pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça-feira, 28/05, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O futebol e a educação antirracista.

O que os dias 24/10/2021, 31/12/2022, 15/03/2022, 06/02/2023, 19/03/2023 e 30/03/2024 têm em comum? Em todas essas datas, em um espaço de 2 anos e …

Continua em: O futebol e a educação antirracista

– Renan, o acidente em Bragança Paulista e os leitos de hemodiálise da Santa Casa.

Lembram do acidente provocado pelo jogador Renan, do Palmeiras, e que estava emprestado ao Red Bull Bragantino? Na oportunidade, ele vitimou um motociclista. Após fazer um acordo c0m a família do falecido, foi jogar no mundo árabe.

Agora, para estar livre de pena maior (estava sob fiança), fez um acerto: pagará a construção de leitos de hemodiálise para a Santa Casa de Bragança Paulista, ao custo de R$ 1,7 milhão.

Talvez tenha sido a melhor solução. Prendê-lo, por mais que seja uma punição, não reverteria em benefício social.

Extraído de: https://ge.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/futebol/times/bragantino/noticia/2024/05/27/zagueiro-renan-faz-deposito-de-r-17-milhao-por-acordo-para-encerrar-acao-por-acidente-com-morte.ghtml

ZAGUEIRO RENAN FAZ ACORDO NA JUSTIÇA

O zagueiro Renan, ex-Palmeiras e Red Bull Bragantino, fez nesta segunda-feira, 27, o depósito de R$ 1,7 milhão referente ao acordo feito com o Ministério Público e homologado pela Justiça para encerrar a ação pelo acidente que gerou a morte de um motociclista, em 2022, em Bragança Paulista-SP.

A informação do depósito foi confirmada ao ge pelo promotor responsável pelo caso, Rogério José Filócomo Júnior. O zagueiro Renan atualmente defende o Shabab Al-Ahli Dubai, dos Emirados Árabes. O dinheiro deste acordo será doado para a construção de leitos de hemodiálise à Santa Casa de Bragança Paulista.

Com o acordo entre zagueiro e MP, a ação pelo atropelamento vai ser encerrada. No judiciário, essa medida é conhecida como ‘acordo de não persecução penal’, que acontece quando um investigado cumpre condições ajustadas para não ser denunciado e punido.

No dia 22 de julho de 2022, o então jogador do Bragantino atropelou e matou o motociclista Eliezer Pena, que tinha 38 anos e deixou a esposa e duas filhas. Sem CNH definitiva, Renan admitiu ter ingerido bebida alcoólica horas antes do acidente fatal e chegou a ficar um dia preso.

Na época com 20 anos, Renan foi solto pela Justiça após pagamento de fiança de R$ 242 mil, valor que foi revertido à família da vítima. Ele também fez um outro acordo para indenizar a família.

O acordo entre o jogador de futebol Renan Victor da Silva e Ministério Público foi oficializado pela promotoria na última terça-feira (21). A medida prevê que o investigado terá que doar R$ 1.757.144, que serão usados para a compra de 20 leitos de hemodiálise para atendimento do SUS na Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista.

No documento ao qual o ge teve acesso, o promotor responsável pelo caso, Rogério José Filócomo Júnior, ressalta que a cidade vem enfrentando problemas para atender a demanda de pacientes que precisam de hemodiálise.

De acordo com ele, a compra de 20 leitos vai melhorar o serviço, que conseguirá atender de 120 a 200 pacientes a mais por mês.

O acordo prevê que o valor deve ser pago pelo zagueiro direto à Santa Casa, em um prazo de 10 dias. O ge apurou que o pagamento ainda não aconteceu, mas o prazo se encerra apenas no fim dessa semana.

Na celebração do acordo, o Ministério Público destaca ainda que Renan é réu primário e cita que ele confessou formalmente o crime, além de ter destinado o valor da fiança à família do homem que foi morto e feito acordo para pagar indenização às filhas dele.

Além disso, os advogados da família de Eliezer Pena concordaram com o acordo de não persecução penal, de acordo com o MP.

O ge acionou o advogado de defesa do zagueiro Renan, mas não teve retorno até a última atualização da reportagem.

Renan Victor, zagueiro do Shabab Al-Ahli Dubai, dos Emirados Árabes — Foto: Divulgação/Shabab Al-Ahli Dubai

Foto: Divulgação/Shabab Al-Ahli Dubai

– E o Ronaldinho Gaúcho no jogo da Solidariedade?

Qual craque, dos atuais do futebol brasileiro, você pagaria um ingresso para assisti-lo em exibição?

Eu não sei. Mas dos últimos que tivemos, certamente, pagaria para ver o Ronaldinho Gaúcho!

O cara, no auge quando estava no Barcelona, foi inigualável.