– As receitas financeiras da FIFA:

Como a FIFA arrecada suas receitas?

Não nos esqueçamos: a entidade é uma empresa extremamente lucrativa. Veja abaixo:

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– Messi quebrou mais dois recordes em Copas do Mundo. Mas se…

Messi é gênio! Ninguém discute isso. É prazeroso vê-lo jogar. Eu, sempre que posso, fico admirando a sua qualidade dentro de campo.

Mas…

E se ele fosse expulso (como deveria) contra a Argêlia? Não teria quebrado os dois recordes de hoje…

Compartilho, em: https://youtu.be/Wlzxifvh710?is=opHW_rT6ivayNwTJ

– Onde você ouve o gol primeiro?

A emoção de uma transmissão de futebol pode ser atrapalhada por aquele vizinho que “ouviu o gol primeiro”, e sua TV, com delay, demorou para passar.

Sabe onde você escuta antes?

Na imagem:

 

– 56 anos do Título da Seleção Brasileira de 1970.

É de arrepiar! Hoje, 21/06, aniversário de 56 anos do melhor futebol já jogado no mundo.

Assisti no YouTube o filme oficial de Brasil 4×1 Itália em 70. Áureos tempos…

Sensacional, assista em: https://www.youtube.com/watch?v=IKXiyGynU7k

– Tem que falar inglês mesmo? Wilton depois dos memes e a expulsão histórica pela mão na boca.

A comunicação entre jogadores e árbitros numa Copa do Mundo deve ser sempre bem clara, e isso já foi um problema histórico. Por exemplo, tivemos o surgimento dos cartões (Amarelo e Vermelho inspirados nos sinais de trânsito), motivados pela conhecida confusão entre o árbitro alemão Rudolf Kreitlein e o jogador argentino Rattín, que fingia não entender que havia sido expulso.

Pois bem: isso foi se aperfeiçoando, com a introdução de gesticulação cada vez maior dos árbitros nas marcações de lances específicos (ou seja, os gestos substituíam a comunicação verbal, para que atletas, imprensa e torcedores compreendessem melhor).

Na década de 90, nas três Copas existentes optou-se por árbitros que falassem a mesma língua, facilitando a comunicação entre Árbitros, Bandeiras e Quarto Árbitro.

Mais recentemente, a FIFA determinou que obrigatoriamente aos testes físicos, escritos e técnicos, cobrasse o inglês como língua universal da Copa do Mundo. Se o árbitro não falar inglês, não apita!

Criou-se até mesmo um conjunto de frases “prontas”, para os árbitros decorarem, a fim de saberem o que se conversava. Uma espécie de subterfúgio para quem não tem fluência.

Eis que no México x África do Sul, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, ao comunicar a decisão de expulsar um atleta sul-africano, falou com certa dificuldade seu inglês, levando a criação de memes na Internet devido às expressões dos jogadores, com dificuldade de compreensão.

Wilton voltará a campo no Noruega x Senegal, pela 2ª rodada. E fica a pergunta:

– Depois da confusão, escalou-se VAR e 4º árbitro na partida procedentes da… Austrália.

Fico imaginando: com o sotaque da Terra dos Cangurus, se o quarto-árbitro Arana Waugh Campbell-Kirk precisar comunicar algo importante ao Wilton, conseguirá existir um diálogo compreensível? E pergunto isso respeitosa e preocupadamente, pois os atletas são nativos em norueguês e francês.

Claro que hoje devemos ser fluentes em inglês e demais idiomas, mas será que a exigência da FIFA faz sentido?

Dulcídio, Godoy e tantos outros grandes árbitros brasileiros precisariam falar o idioma para fazer parte do quadro internacional, o que não é cabível em nossas mentes, conhecendo-os…

Nessa mesma toada, como prova de que nem sempre é a língua que deve prevalecer, eis que vimos a primeira expulsão na história do futebol pelo protocolo “Vinícius Jr”, sobre mão na boca ao falar com um adversário.

Uma introdução: tudo isso surgiu após o episódio envolvendo Gianluca Prestiani, do Benfica, e Vinícius Jr, do Real Madrid, quando o atleta argentino escondeu a boca e supostamente ofendeu o jogador brasileiro com palavras racistas. Desde então, a FIFA proibiu que jogadores escondessem a boca (com a camisa, a mão ou qualquer outro artifício) ao falar com seus adversários, tendo como punição a expulsão.

Perceba-se: aqui, corretamente, é uma decisão que o gestual está acima da língua falada, pois o futebol se entende por diversos atos.

Enfim: Almirón, do Paraguai, abordou seu adversário turco na segunda rodada da Copa do Mundo e entrou para a história por receber Cartão Vermelho por tal gesto. E acho excelente que isso ocorra, pois inibe os racistas em campo. Se alguém cometer ofensas, será visível e ocorreria a expulsão. Se tentar disfarçar, idem.

O futebol não é somente a língua falada, mas o jogo jogado e suas relações discutidas.

– Dunga expressou uma bobagem…

Que pisada na bola, Dunga!

Os jogadores têm que mentir ao torcedor?

Na imagem:

– Brasil respira: Ancelotti celebra primeira vitória na Copa.

Brasil goleia Haiti e respira na Copa; Ancelotti pede evolução. #Linkezine ⚽ O post Brasil respira: Ancelotti celebra primeira vitória na Copa …

Continua em: Brasil respira: Ancelotti celebra primeira vitória na Copa

– 21 anos que o Paulista FC conquistou a Copa do Brasil.

Data Inesquecível para Jundiaí: 22/06/2005! Rememore a reportagem da Rede Globo sobre a conquista do Paulista frente o Fluminense pela Copa do Brasil 2005 (12 jogos ao total, contra 6 adversários da A1).

(OPS: o que Eurico Miranda disse nesse dia lá em São Januário? No registro do Jornal de Jundiaí em: https://www.jj.com.br/jundiai/paulista-e-a-maior-conquista-de-sua-historia-centenaria).

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=clNpqeMiy40

– A Seleção de 1958 à espera do Trem…

Recebi via LinkedIn essa imagem sobre a Seleção de 1958.

Aqui, não estou comparando os valores da época, a tecnologia e o talento dos atletas com da atual Seleção Brasileira. Mas que a imagem é curiosa…

Abaixo:

– Espanha apita Brasil e vice-versa.

Raphael Claus, do Brasil, apita Espanha x Arábia Saudita.

Alejandro Hernandéz, da Espanha, apita Brasil x Haiti.

Sobre a arbitragem do jogo há pouco, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2026/06/18/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-brasil-vs-haiti-rodada-2-da-copa-do-mundo-2026/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– Tem que falar inglês mesmo? Wilton depois dos memes e a expulsão histórica pela mão na boca.

A comunicação entre jogadores e árbitros numa Copa do Mundo deve ser sempre bem clara, e isso já foi um problema histórico. Por exemplo, tivemos o surgimento dos cartões (Amarelo e Vermelho inspirados nos sinais de trânsito), motivados pela conhecida confusão entre o árbitro alemão Rudolf Kreitlein e o jogador argentino Rattín, que fingia não entender que havia sido expulso.

Pois bem: isso foi se aperfeiçoando, com a introdução de gesticulação cada vez maior dos árbitros nas marcações de lances específicos (ou seja, os gestos substituíam a comunicação verbal, para que atletas, imprensa e torcedores compreendessem melhor).

Na década de 90, nas três Copas existentes optou-se por árbitros que falassem a mesma língua, facilitando a comunicação entre Árbitros, Bandeiras e Quarto Árbitro.

Mais recentemente, a FIFA determinou que obrigatoriamente aos testes físicos, escritos e técnicos, cobrasse o inglês como língua universal da Copa do Mundo. Se o árbitro não falar inglês, não apita!

Criou-se até mesmo um conjunto de frases “prontas”, para os árbitros decorarem, a fim de saberem o que se conversava. Uma espécie de subterfúgio para quem não tem fluência.

Eis que no México x África do Sul, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, ao comunicar a decisão de expulsar um atleta sul-africano, falou com certa dificuldade seu inglês, levando a criação de memes na Internet devido às expressões dos jogadores, com dificuldade de compreensão.

Wilton voltará a campo no Noruega x Senegal, pela 2ª rodada. E fica a pergunta:

– Depois da confusão, escalou-se VAR e 4º árbitro na partida procedentes da… Austrália.

Fico imaginando: com o sotaque da Terra dos Cangurus, se o quarto-árbitro Arana Waugh Campbell-Kirk precisar comunicar algo importante ao Wilton, conseguirá existir um diálogo compreensível? E pergunto isso respeitosa e preocupadamente, pois os atletas são nativos em norueguês e francês.

Claro que hoje devemos ser fluentes em inglês e demais idiomas, mas será que a exigência da FIFA faz sentido?

Dulcídio, Godoy e tantos outros grandes árbitros brasileiros precisariam falar o idioma para fazer parte do quadro internacional, o que não é cabível em nossas mentes, conhecendo-os…

Nessa mesma toada, como prova de que nem sempre é a língua que deve prevalecer, eis que vimos a primeira expulsão na história do futebol pelo protocolo “Vinícius Jr”, sobre mão na boca ao falar com um adversário.

Uma introdução: tudo isso surgiu após o episódio envolvendo Gianluca Prestiani, do Benfica, e Vinícius Jr, do Real Madrid, quando o atleta argentino escondeu a boca e supostamente ofendeu o jogador brasileiro com palavras racistas. Desde então, a FIFA proibiu que jogadores escondessem a boca (com a camisa, a mão ou qualquer outro artifício) ao falar com seus adversários, tendo como punição a expulsão.

Perceba-se: aqui, corretamente, é uma decisão que o gestual está acima da língua falada, pois o futebol se entende por diversos atos.

Enfim: Almirón, do Paraguai, abordou seu adversário turco na segunda rodada da Copa do Mundo e entrou para a história por receber Cartão Vermelho por tal gesto. E acho excelente que isso ocorra, pois inibe os racistas em campo. Se alguém cometer ofensas, será visível e ocorreria a expulsão. Se tentar disfarçar, idem.

O futebol não é somente a língua falada, mas o jogo jogado e suas relações discutidas.

– Qual dos empates foi mais decepcionante: Brasil, Espanha ou Portugal?

Avalie: 3 países de língua latina (Brasil, Espanha e Portugal) empataram com 3 países africanos (respectivamente: Marrocos, Cabo Verde e Congo).

Para você: qual dos “supostamente favoritos” fraquejou / decepcionou/ ficou muito aquém do esperado?

Não tenho dúvida: para mim, pela ordem, a Espanha e depois Portugal. O Brasil não foi decepção, pois eu respeito o bom momento de Marrocos (tanto que quase acertei o meu bolão, de 2×2).

Screenshot

– A não-expulsão de Messi: pedir desculpas vale?

Szymon Marciniak, árbitro polonês que apitou o último jogo da Argentina na Copa do Mundo 2022 (vitória da Argentina sobre a França), foi escalado para apitar a primeira partida dos hermanos em 2026, contra a Argélia.

Eis que houve um lance em que Messi atinge a panturrilha de Aïssa Mandi, situação que gerou pedidos de expulsão (ali, se apitar com o “livrinho embaixo do braço”, é para Cartão Vermelho).

Leio o seguinte: Marciniak (que tem muita moral na FIFA e respeito entre os atletas) não se esquivou de responder o que achou do lance, e disse:

“Expulsão ao Messi? Não sei não, seria um pouco exagerado, talvez um amarelo, mas não aconteceu nem um e nem outro porque Messi pediu desculpas ao rival, é isso o que futebol tem de ser.”

Eu entendi o que ele quís dizer. Mas… se fosse um Brasil x Argentina, e Felipe Melo fizesse isso (caso existisse um pedido de desculpas), também teria “aliviado”.

Defendo sempre o Fair Play no futebol. Mas a Regra é a Regra, e pedir desculpas (em tese) não pode substituir um eventual cartão.

Cá entre nós: quantas vezes você viu unfair-play de Lionel Messi?

– #tbt: Futebol Esporte Show.

#Tbt esportivo: recordando o Futebol Esporte Show, com Marcel Capretz e Andressa Pavani.

Sempre muito bom!

– Léo Dias é o X9 do futebol? E aí, Samir Xaud?

Que coisa as denúncias do Léo Dias sobre o presidente da CBF, Samir Xaud!

Supostamente, o cartola gastou com mulheres (que não eram a sua esposa) para eventos pagos pela entidade, bem como outras extravagâncias. Por último: um jantar nos EUA, íntimo, com uma bela moça…

Será que teremos uma nova guerra pelo poder?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– Minha coluna no JJ.

Minha coluna no JJ de hoje:

Prestigie!

– Quem assistiu Áustria x Jordânia, depois de ver Mbappé e Messi?

A Copa do Mundo tem de tudo.

Imagine que alguém assistiu a França (que jogou mal o primeiro tempo e depois arrebentou no segundo) com um Mbappé jogando o fino, depois viu a Argentina tendo Messi fazendo um hat-trick, e tinha como última opção à noite assistir Áustria x Jordânia

É muito desnível!

A analogia é ter assistido Manchester City x PSG duas vezes, e à noite assistir Bolivar x Emelec…

Cada jogo non sense que há na Copa, não?

– As regras que a FIFA mal explicou e que estão sendo vistas na Copa: o “Novo 4 D’s para Cartão Vermelho”.

Antes, nos queixávamos que as Regras do Futebol eram estáticas, imexíveis, que nunca mudavam

Agora, mudam demais!

Relendo as alterações das Regras para a Copa do Mundo (ler a edição atualizada do livro de regras com certa frequência me faz, muitas vezes, crer que nada sei…), vi que na questão dos 4D’s (quando você avalia se foi uma situação clara e iminente de gol), houve uma relevante alteração, não discutida a contento!

Basicamente, era:

Os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

 Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– O que mudou?

O texto da regra acrescentou em “Defensores” que os “Companheiros do Atacante” devem ser avaliados também. E isso significa que: não se deve avaliar mais “apenas se algum outro zagueiro alcançaria a bola”, mas a possibilidade de quem domina “tocar a bola para um adversário, ao invés de insistir em carregá-la”.

Confesso: não vi nenhuma orientação mais clara sobre isso. E pense: “quantos lances de cartões vermelhos a menos” teríamos, nos jogos já realizados ao longo dos tempos?

– Qual dos empates foi mais decepcionante: Brasil, Espanha ou Portugal?

Avalie: 3 países de língua latina (Brasil, Espanha e Portugal) empataram com 3 países africanos (respectivamente: Marrocos, Cabo Verde e Congo).

Para você: qual dos “supostamente favoritos” fraquejou / decepcionou/ ficou muito aquém do esperado?

Não tenho dúvida: para mim, pela ordem, a Espanha e depois Portugal. O Brasil não foi decepção, pois eu respeito o bom momento de Marrocos (tanto que quase acertei o meu bolão, de 2×2).

Screenshot

– A não-expulsão de Messi: pedir desculpas vale?

Szymon Marciniak, árbitro polonês que apitou o último jogo da Argentina na Copa do Mundo 2022 (vitória da Argentina sobre a França), foi escalado para apitar a primeira partida dos hermanos em 2026, contra a Argélia.

Eis que houve um lance em que Messi atinge a panturrilha de Aïssa Mandi, situação que gerou pedidos de expulsão (ali, se apitar com o “livrinho embaixo do braço”, é para Cartão Vermelho).

Leio o seguinte: Marciniak (que tem muita moral na FIFA e respeito entre os atletas) não se esquivou de responder o que achou do lance, e disse:

“Expulsão ao Messi? Não sei não, seria um pouco exagerado, talvez um amarelo, mas não aconteceu nem um e nem outro porque Messi pediu desculpas ao rival, é isso o que futebol tem de ser.”

Eu entendi o que ele quís dizer. Mas… se fosse um Brasil x Argentina, e Felipe Melo fizesse isso (caso existisse um pedido de desculpas), também teria “aliviado”.

Defendo sempre o Fair Play no futebol. Mas a Regra é a Regra, e pedir desculpas (em tese) não pode substituir um eventual cartão.

Cá entre nós: quantas vezes você viu unfair-play de Lionel Messi?

– Estou contigo, Vini Jr.

Um gesto simples, mas correto: se estou servindo a Seleção Brasileira e os brasileiros estão ouvindo, por que responder em espanhol?

Estou contigo, Vini. Na imagem abaixo:

– Alguém lembra desses campeões regionais?

A CBF, quando mudou o calendário, criou algumas coisas “diferentes”.

Alguém repercutiu o título da Copa Sul-Sudeste, por exemplo?

Abaixo, os campeões:

– Espanha 0x0 Cabo Verde, com dupla façanha:

Se não bastasse a humilde seleção africana de Cabo Verde ter conseguido parar a poderosa La Furia, com defesas incríveis do goleiro “quarentão” chamado Josimar (quem não lembra do LD da Seleção dos anos 80?), cujo apelido curioso é “Vozinha”, eis que o time cometeu uma ÚNICA FALTA!

Há partidas no Brasileirão em que a bola não rola, o jogo não flui, o árbitro não ajuda e os atletas não colaboram. E ao ver um time que joga futebol, sem “apelar” ao anti-jogo diante de um adversário muito superior, e arranca um ponto de tal forma, só me resta aplaudir.

Aliás, perceberam que os árbitros nem tem sido notados na Copa do Mundo? E os que são…

Dividida de bola entre jogadores de Cabo Verde e Espanha — Foto: Reuters

– As regras que a FIFA mal explicou e que estão sendo vistas na Copa: o “Novo 4 D’s para Cartão Vermelho”.

Antes, nos queixávamos que as Regras do Futebol eram estáticas, imexíveis, que nunca mudavam

Agora, mudam demais!

Relendo as alterações das Regras para a Copa do Mundo (ler a edição atualizada do livro de regras com certa frequência me faz, muitas vezes, crer que nada sei…), vi que na questão dos 4D’s (quando você avalia se foi uma situação clara e iminente de gol), houve uma relevante alteração, não discutida a contento!

Basicamente, era:

Os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

 Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– O que mudou?

O texto da regra acrescentou em “Defensores” que os “Companheiros do Atacante” devem ser avaliados também. E isso significa que: não se deve avaliar mais “apenas se algum outro zagueiro alcançaria a bola”, mas a possibilidade de quem domina “tocar a bola para um adversário, ao invés de insistir em carregá-la”.

Confesso: não vi nenhuma orientação mais clara sobre isso. E pense: “quantos lances de cartões vermelhos a menos” teríamos, nos jogos já realizados ao longo dos tempos?

– Léo Dias é o X9 do futebol? E aí, Samir Xaud?

Que coisa as denúncias do Léo Dias sobre o presidente da CBF, Samir Xaud!

Supostamente, o cartola gastou com mulheres (que não eram a sua esposa) para eventos pagos pela entidade, bem como outras extravagâncias. Por último: um jantar nos EUA, íntimo, com uma bela moça…

Será que teremos uma nova guerra pelo poder?

– Quem assistiu Áustria x Jordânia, depois de ver Mbappé e Messi?

A Copa do Mundo tem de tudo.

Imagine que alguém assistiu a França (que jogou mal o primeiro tempo e depois arrebentou no segundo) com um Mbappé jogando o fino, depois viu a Argentina tendo Messi fazendo um hat-trick, e tinha como última opção à noite assistir Áustria x Jordânia

É muito desnível!

A analogia é ter assistido Manchester City x PSG duas vezes, e à noite assistir Bolivar x Emelec…

Cada jogo non sense que há na Copa, não?

– Ancelotti está frustrando?

Você está gostando do que já mostrou a Seleção na Copa do Mundo 2026?

A mim, credito como  decepção. Marrocos foi muito melhor do que nós.

Alguém imaginaria tal combinação de resultados (na imagem) com a Seleção Brasileira de Ancelotti?

Claro, tudo pode mudar na Rodada 2 da Copa. Mas é frustrante

Imagino que contra o Haiti, muita coisa mudará. Ou não?

Aguardemos.

– A reza / prece / oração a Deus, faz seu time ganhar um jogo?

Eu tenho muito cuidado com esse assunto, pois sei que há a famosa tríade popular de que “Futebol, Política e Religião” não se discutem. Ora, discute-se sim, com tolerância e respeito. E a combinação de dois desses elementos, o Futebol e a Religião, tem me chamado a atenção bastante.

Dias atrás, comentando um jogo da 4ª divisão paulista, ouvi um treinador dizendo em entrevista que “Profetizei a vitória de Deus contra o adversário” e que o “Senhor é fiel em suas promessas, sendo a vitória dEle”. Respeitosamente, mas Deus não quer disputar a A3 da FPF, ele tem muita coisa importante a fazer. Se ele dá o livre arbítrio às pessoas (e por isso há as guerras – não por culpa de Deus, mas dos próprios homens), por que iria favorecer a equipe A e prejudicar a equipe B?

Calma, não estou desdenhando do boleiro que pediu ajuda a Deus, nem duvidando da sua fé. Não é um comentário ateísta, mas apenas levantando a seguinte situação: do outro lado, há jogadores que acreditam no mesmo Deus. Qual razão Deus favorece um time e desfavorece outro? Não vale responder que uma equipe teve mais fé do que a adversária, pois, sabemos, a resposta é lógica: “Se macumba ganhasse jogo, o BaVi terminaria sempre empatado”.

Aqui no Brasil, temos uma “febre de fé no futebol”. Telê Santana, no começo dos anos 90, mostrou-se preocupado com o movimento “Atletas de Cristo”, pois falava-se à boca pequena que alguns atletas não fariam falta no jogo por entenderem ser pecado… Coisa do passado. Sempre existiu a religião e a religiosidade no futebol, ou seja: a fé e o rito, muitas vezes, supersticioso! Ou não é costumeiro ver padres e pastores visitando as agremiações e vestiários, e irônica e concomitantemente, esses mesmos clubes jogam sal grosso aos pés de uma trave e tem seus “pais-de-santos” oficiais?

Em 2009, após a conquista da Copa das Confederações pela Seleção Brasileira, a BBC da Inglaterra produziu uma matéria chamada “DIVINO FUTEBOL”, onde dizia que: “As pessoas que acompanharam a final [Brasil x EUA] não estavam preparadas para a reza coletiva, com todos jogadores brasileiros ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica. Em um lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da Seleção Brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões”.

Insisto: os jogadores têm sua religião (ou não a têm, são agnósticos ou ateus) e devem ser respeitados. Mas Deus (ou os deuses, dependendo da sua crença) tem coisa mais importante para fazer do que decidir um placar. Deve-se em oração pré-jogo pedir saúde, proteção contra lesões, um bom trabalho, sucesso profissional… mas placares, não! Afinal, quando o time ganha, para muitos, é pela benção de Deus. Mas e o que houve ao time que perdeu e também rezou?

Por fim: saibamos creditar as derrotas e vitórias ao trabalho dos jogadores, treinadores e demais envolvidos, e a Deus o dom da vida para exercer a sua profissão.

Ops: para que não se ache que esse texto foi averso a fé (citei no início que é uma reflexão sobre a maturidade religiosa), eu também pedi luz ao Espírito Santo para escrevê-lo sem ofensa a qualquer pessoa religiosa ou entidade.

– E o desempenho da Seleção Brasileira contra Marrocos?

Minha humilde opinião, em: https://youtu.be/ElXU6tzHcOI?is=mEg4lBWjA0Oy8W_F

 

– A Mensagem Papal para a Copa do Mundo é atemporal.

REPOST, mas atual. De 2014 e 2025, mas serve para 2026…

Muito pertinente: em 2014, o Papa Francisco divulgou uma mensagem de paz e congraçamento para a Copa do Mundo de Seleções no Brasil.

Agora, às vésperas da Copa do Mundo de Clubes 2025, o mundo vê um clima bélico preocupante entre Rússia e Ucrânia, além de Israel e Irã. E a mesma mensagem torna-se atual. Vale a pena a leitura, abaixo:

“Queridos amigos,

É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Ronaldinho Gaúcho ou Neymar?

Conversando com amigos, surgiu a discussão (comum a muitos): quem jogou mais, Neymar ou Ronaldinho Gaúcho?

Se eu fosse pagar um ingresso, pagaria para assistir R10. Em conquistas, ele também venceu mais. Em beleza de jogo (para mim), idem. Portanto…

Isso não quer dizer que Neymar não seja um grande jogador (e ele nem encerrou a carreira). Mas entre os dois, fico com o Gaúcho.

E para você?

Neymar e Ronaldinho Gaúcho se encontram após vitória do PSG sobre o RB Leipzig — Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Instagram Neymar.

– A Seleção ideal, segundo a Web…

O Brasileiro é criativo…

Recebi essa observação sobre a Seleção ideal, via WhatsApp:

Cada uma…

– The FIFA World Cup 2026 is On!

For the next month, billions of people across the globe will share the same dream, the same heartbreak, and the same moments of wonder. Somewhere …

Continua em: The FIFA World Cup 2026 is On!!!