– A partida remarcada parcialmente pela UEFA!

Me recordo de já ter visto partida anulada por Erro de Direito, e o jogo, “re-jogado”. Mas partida onde há Erro de Direito ser jogada somente a partir do tempo de jogo do erro cometido, é a 1a vez!

Na Europa, após a Copa de 90, vi uma ou outra vez cartão amarelo ser “retirado” por tribunais via imagens (recentemente, tivemos o caso de Cristiano Ronaldo). Não gosto da ideia de se alegar “Erro de Fato” (quando o árbitro se equivoca numa tomada de decisão por má interpretação do lance) e cancelar um cartão. Ora, “erro de fato” acontece no campo e não pode ser “re-apitado”.

Já o “Erro de Direito” é quando um árbitro descumpre a Regra por desconhecimento. O time prejudicado tem o “direito de pedir um novo jogo”.

Pois bem: aconteceu nas Eliminatórias da Eurocopa Feminina Sub 19, Inglaterra 1×2 Noruega (em Belfast, na Irlanda): quando estava nos acréscimos do 2o tempo (51 minutos!), a árbitra alemã Marija Kurtes marcou pênalti para a Inglaterra. A atacante inglesa Leah Williamson cobrou, marcou o gol e sua companheira invadiu a área. Ao invés de mandar repetir a cobrança, a árbitra se atrapalhou com a Regra e marcou tiro livre indireto a favor da Noruega. Tudo isso faltando 18 segundos para o encerramento do jogo!

A FA (Football Association) reclamou na UEFA, que mandou reiniciar o jogo 5 dias depois do exato momento da cobrança de pênalti! E na re-cobrança, gol inglês. Fim de jogo: Inglaterra 2×2 Noruega.

Eu nunca vi algo assim. Por culpa dos poucos segundos, ao invés de marcar novo jogo, reiniciou-se a partir do erro cometido. Pensou se a moda pega?
bomba.jpg

– Corinthians 1×0 Ponte Preta e o erro do Vicentinho!

Vicente Romano Neto tem quase 20 anos de atividade em jogos profissionais pela FPF. Considerado como um dos assistentes de ponta de São Paulo, é carinhosamente chamado pelos amigos de arbitragem de Vicentinho. Boa pessoa, foi importante colaborador do Sindicato dos Árbitros, ajudando a formar outros oficiais sempre com importantes palestras na entidade. É ele um grande voluntário na tradução dos textos da Regra do Inglês para o Português (aliás, nesta 2a feira o SAFESP estará em festa: é a posse – mais uma – do presidente Arthur Alves Júnior, re-re-eleito para mais um mandato).

Entretanto, mesmo com sua experiência e simpatia, deu azar no 1o jogo das quartas de final do Paulistão entre Corinthians x Ponte Preta (em um lance difícil pela velocidade da jogada) e errou.

No final do 1o tempo, Biro toca para Juninho que estava em ataque, mais a frente do que o seu marcador; porém, atrás de Fagner, que dava condição do outro lado do campo. Vicentinho mandou o jogo seguir corretamente. O pontepretano chuta para a meta e o goleiro Cássio espalma. Renato Cajá, sozinho, pega o rebote e finaliza para o gol. O detalhe é que no momento do chute de Juninho (e é a partir desse lance que se avalia o impedimento ou não), Cajá estava exatamente na mesma linha da bola. Portanto, GOL LEGAL MAL ANULADO.

De bate-pronto, eu diria que pela rapidez do lance, Vicente Romano Neto se atrapalhou por serem dois lances difíceis para se tomar uma decisão. Mas ao ouvir a explicação do comentarista da Rede Globo, Paulo César de Oliveira, gostei do seu ponto de vista: ele entendeu que “o bandeira já tinha dúvida no 1o lance, e como há uma 2a oportunidade de parar a jogada, ali cometeu o erro”.

Trocando em miúdos na linguagem popular: “na 1a vez que apareceu sozinho mandou seguir; mas duas seguidas é muita coisa…”

A moral da história será a de sempre: o erro realmente acontece em lance difícil com bandeira bem rodado. Mas nunca acontece a favor de time pequeno!

Não gostaria de contrariar essa máxima, mas sou dobrado pelas estatísticas. Avalie: quando foi que você viu um time grande ser eliminado por outro pequeno com erro de arbitragem em partida de mata-mata?

Calma lá: nenhuma acusação, mas constatação: a camisa pesa e a pressão psicológica assusta! Há dos árbitros estarem bem preparados.

E você, o que achou do lance? Deixe seu comentário:
bomba.jpg

– Tipologia de Erros da Arbitragem e os Problemas no RJ e em SP

Sejamos justos: o Campeonato Paulista teve poucos erros graves de arbitragem. Isso é bom! Ocorreram “só alguns” lances mais absurdos, principalmente de mão na bola sendo invertidos como bola na mão, mas nada de tão assustador.

A verdade é: com os times grandes sobrando em relação aos pequenos, está facílimo apitar futebol!

É. Está fácil mesmo. Quando os erros ocorrem, os placares acabam encobrindo e camuflando as falhas. Culpa do nível técnico da competição.

Vimos em SP árbitros novos tendo boas oportunidades e as agarrando, embora, sem exigência significativa, como Thiago Scarascati e Vinícius Gonçalves. Também presenciamos árbitros que apareceram bem no ano passado tentando se firmar, como Vinícius Furlan e Leandro Bizzio Marinho, sendo que ambos apitaram clássicos e receberam algumas críticas em lances pontuais (cotovelada não vista de Dudu e bola na mão de Gil, respectivamente). Pela lógica, em dois jogos finais com times grandes, apitarão os FIFA’s Raphael Claus e Luís Flávio de Oliveira (xi, agora que eu os citei, não irão a sorteio… me desculpem, Xará e LF).

Já o Campeonato Carioca vive com muitos erros também, sendo que esses não são tão irrelevantes devido a rivalidade e a forma do torneio. Lá no RJ, do jeito que vai, precisaremos de árbitros de fora do estado com tanto veto!

Sabem qual é o diferencial na dificuldade encontrada pelos árbitros da FERJ e da FPF em seus jogos?

– O componente POLÍTICO!

Aqui em São Paulo os árbitros não estão sobre a pressão de um racha (os clubes aceitam tudo passivamente da FPF) onde de um lado há a politicamente forte dupla Fla-Flu, e do outro Vasco de Eurico Miranda com o Botafogo a reboque. Um mesmo jogo de igual dificuldade no Maracanã pode se tornar um inferno se comparado com erro idêntico no Morumbi, Itaquerão ou Allianz Parque.

Existem, basicamente, 2 tipos de erros observados:

1) Os erros ACEITÁVEIS– por exemplo: lances em que o jogador está impedindo por poucos centímetros; jogadas duvidosas onde após exaustivas repetições se chega à conclusão do erro, ou ainda lances que dividem a opinião pública (entre tantos lances difíceis de se decidir).

2) Os erros CONDENÁVEIS– por exemplo: atleta impedido com 2 metros à frente do penúltimo homem; bola que bate na mão e se marca tiro penal; lances claros de jogadas não-faltosas onde se assinala infração, entre outros.

E esses erros condenáveis se subdividem em:

2.1) DIFICULDADE TÉCNICO-DISCIPLINAR (árbitro fraco, que interpreta mal as jogadas ou que apita sem critério na distribuição dos cartões);

2.2) DESPREPARO EMOCIONAL (árbitro que aceita pressão de jogadores famosos, que apita ao barulho da torcida ou que sente pressão externa pré-jogo);

2.3) INFELICIDADE NO DIA DA PARTIDA (o popular “dia em que nada dá certo”; azar; urucubaca).

O meu medo, de maneira sincera, é que a briga política que o presidente da FERJ Rubens Lopes arranjou no Rio de Janeiro afete as finais do Cariocão, que esse ano virou Carioquinha. E que aqui em São Paulo a desnecessária receita financeira aceita pela FPF para bancar os árbitros da mesma empresa que patrocina o Palmeiras (leia sobre esse assunto com mais detalhes em: http://is.gd/FAMCREFISA), afete da mesma maneira as decisões do Paulistão, que por inveja do Rio também virou Paulistinha. E aí catalogaremos os erros do jogo, mui provavelmente, pelo item 2.2 desse texto: a pressão externa pré-jogo!

Atenção: errar não escolhe camisa em SP! E digo com “cabeça de árbitro” que: se errar a favor do Palmeiras, dirão os adversários que existe esquema de favorecimento; se errar contra, ocorrerá a hipótese de que o árbitro se preocupou tanto em não errar a favor para provar sua honestidade, que prejudicou o time!
bomba.jpg

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Catanduvense

Luciano Aparecido Monteiro, natural de Ipameri/GO e morador em Sorocaba/SP, apitará o jogo em que o “Galo da Terra da Uva” receberá a visita da “Bruxa do Interior”.

O árbitro tem 11 anos de carreira, apita há 4 anos a série A2 e trabalhou em jogos do Paulista na A1 como Árbitro Adicional.

O juizão corre muito! Muito mesmo, pois é personal trainer, professor de Educação Física e participou de diversas provas de Pedestrianismo.

Não está pronto ainda para a série A1, mas é jovem e luta para subir de divisão. Não aplica muitos cartões, sempre está perto da jogada e não tem nenhum histórico que desabone.

O bandeira 1 será Mauro de Freitas, há tempos trabalhando na série A1. O bandeira 2 será Daniel Luís Marques, que desde a adolescência trabalha na arbitragem de futebol, só tem 34 anos de idade e costuma trabalhar em jogos importantes. Não sei porque a FPF não o tem prestigiado como deveria. O 4o árbitro será Anderson Cordeiro, que estreou na A3 esse ano.

bomba.jpg

– Há tempo para se evitar o constrangimento!

Falamos sobre a antiética atitude da FPF em aceitar patrocínio aos árbitros de empresa cujo clube disputa o mesmo torneio, VIOLANDO NORMA DA FIFA (o assunto está bem explicado, bem como o que é permitido ou não em: http://wp.me/p55Mu0-oJ). Porém, as camisas já estão até confeccionadas!

Vale tudo por dinheiro aos cartolas?

Mas ainda há tempo para se evitar o constrangimento… Peguem o uniforme das últimas rodadas, dê uma lavadinha e entrem em campo!

bomba.jpg

– O lamentável patrocínio aceito pela FPF aos árbitros!

José Roberto Lamacchia, palmeirense roxo declarado, é um empreendedor de sucesso. Ele é proprietário de duas instituições extremamente respeitadas: a CREFISA (da área de crédito financeiro) e da FAM (Faculdade das Américas). Ambas patrocinam a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Para essa fase final do Paulistão, Lamacchia resolveu oferecer patrocínio máster na camisa dos árbitros de futebol. E aqui temos a seguinte situação: A FIFA PROÍBE QUE OS ÁRBITROS SEJAM PATROCINADOS POR INSTITUIÇÕES QUE PATROCINEM OS TIMES DE FUTEBOL (exceto o fornecedor de material esportivo).

No seu artigo 15 do Regulamento Internacional de Arbitragem, diz que:

Anúncios de patrocinadores nas camisas de árbitros serão permitidos somente se não criarem conflitos de interesses com nenhum dos times participantes. Caso isso aconteça, o árbitro não deve utilizar nenhum anúncio na camisa“.

Aqui, há a evidente situação: se ocorrer um erro a favor do Palmeiras, há quem levantará a hipótese de que o investidor do time AlviVerde esteja sendo beneficiado por dar dinheiro aos árbitros patrocinando-os.

Porém, enquanto a sensatez fala sobre evitar confusões sobre isso (lembram-se que Rodrigo Braguetto, árbitro que prestava serviços ao Corinthians, foi retirado de uma final alegando-se “conflito de interesses” pelo próprio Marco Polo Del Nero?), o Cel Marcos Marinho, presidente da Comissão de Árbitros, disse em entrevista à ESPN:

“Não tem nada a ver. Isso não importa. Não importa que eles sejam patrocinadores do Palmeiras também. Eu confio nos meus árbitros e isso não vai prejudicar em nada as decisões. Não tem absolutamente nada a ver uma coisa com a outra. A Fifa manda e organiza os campeonatos dela. A Federação Paulista tem seu próprio regulamento, seu próprio jeito de agir e suas próprias regras. A Fifa faz o que quiser com os campeonatos dela, com os da Federação Paulista é a gente que resolve. Não vamos voltar atrás, não há nenhuma possibilidade”.

Me desagrada uma autoridade da PM ser o 1o a descumprir uma norma da FIFA. Aliás, o árbitro Anselmo da Costa não foi alijado de apitar jogos do Palmeiras de Luxemburgo devido ao fato de trabalhar no Instituto Luxemburgo? Qual a diferença?

Uma coisa eu concordo com o Coronel Marinho: a FPF realmente cria “regras próprias”! A da bola na mão virar pênalti como jogo de queimada é exemplo disso.

E você, o que acha de tudo isso?
bomba.jpg

– E se der Pequeno contra Pequeno?

Deu a lógica no cansativo Campeonato Paulista: os 4 grandes estão nas quartas de finais. E se a lógica persistir, dois grandes jogos envolvendo Corinthians, Santos, São Paulo e Palmeiras nas semi finais.

Uma final entre dois grandes times é o desejo da FPF e da TV Globo. Para mim, isso é assunto que não se discute.

Mas…

Já imaginaram Red Bull x XV de Piracicaba na finalíssima?

Isso é possível, no papel.

E a Globo transmitindo os dois jogos no Pacaembu, já que o mando é da FPF?

Seria um desastre para eles. Mas, ao mesmo tempo, engraçado.
bomba.jpg

– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 1 Monte Azul

Não gostei da arbitragem de Roberto Pinelli em Jundiaí, na vitória do Galo. Foram 3 momentos distintos:

Parte 1 – regular, 1o tempo: o árbitro teve uma partida muito fácil para apitar. Mas foi exageradamente detalhista. Em cobranças de falta no campo de defesa e sem ninguém por perto, mandava realocar a bola 10 cm de correção desnecessários, retardando o jogo. Além disso, houve atendimento médico ao Goleiro (2m), ao Jackson (1m40s) e ao Carlos Chaba (2m20s), mas ao invés de no mínimo 5 minutos de acréscimo, deu só 3. Sem contar que a partida foi iniciada 20h26 ao invés de 20h30…

Seus acertos foram a não marcação de um pênalti ao final do 1o tempo pedido por Mamadeira, em lance normal de jogo, além da não marcação de uma suposta bola na mão de Rodrigo Sabiá no campo de defesa do Paulista.

Parte 2 – boa, início do 2o tempo: quando a partida começou a se tornar faltosa, pensei que o árbitro vacilaria. Mas errei na previsão: aplicou muito bem os 5 cartões Amarelos (foram 15 faltas cometidas pelo Paulista e 11 do Monte azul em todo o jogo) e acertou diversos lances técnicos, em especial o pênalti bem marcado em cima de Deco a favor do Monte Azul.

Parte 3 – ruim, meio e término do 2o tempo: o árbitro começou a ter dificuldade em agilizar a partida, permitindo a famosa cera dos atletas do Monte Azul (mesmo aplicando um cartão amarelo para tentar coibir o retardamento). Nesse período, soltou o jogo e quase se perdeu com inúmeras faltas não marcadas. Fiquei preocupado pois, se tivéssemos mais tempo de jogo, a partida descambaria.

Em suma, o árbitro teve 3 distintos momentos no jogo, e os instantes de boa arbitragem não foram suficientes para suplantar os outros tantos momentos ruins.

bomba.jpg

– Os 12 grandes clubes brasileiros e Luxemburgo

Assisti dias atrás (e creio que deva ter sido na Fox, salvo engano) uma entrevista com Vanderlei Luxemburgo. Ele disse que até se aposentar terá tempo de terminar seu ciclo de grandes clubes trabalhando no São Paulo e no Internacional.

Ora, sabemos que Luxa trabalhou em quase todos os principais clubes brasileiros, além da passagem pelo Real Madrid e Seleção Brasileira, depois do seu “debute em títulos” no Bragantino, em 1990, na final caipira contra o Novorizontino.

Me chamou a atenção o seguinte: se temos 12 grandes times no Brasil (creio que há unanimidade nisso: 2 de MG, 2 do RS, 4 do RJ e 4 de SP), seu ciclo não terminaria com Inter-RS e SPFC!

Vanderlei trabalhou nos dois mineiros (Cruzeiro e Atlético), em 3 paulistas (Palmeiras, Corinthians e Santos), em 1 gaúcho (Grêmio) e em 2 cariocas (Flamengo e Fluminense). Se citou a esperança de completar sua trajetória em todos os grandes, por quê não citou Vasco da Gama e Botafogo?

Seria um lapso de memória, indisposição aos clubes não citados ou desconsideração da grandeza?

Creio na segunda hipótese… e você?

Aliás, parece-me que ele é o “bola da vez” para trabalhar como novo treinador do São Paulo FC, substituindo Muricy Ramalho. E o contrato com o Flamengo: como ficará?

(OPS: No começo de carreira, ainda desconhecido, Luxemburgo passou pelo Vasco da Gama por alguns poucos jogos, mas não era ainda a sua fase de “treinador de ponta”, como na dos demais rivais. Também trabalhou antes do estrelato na Ponte Preta e no Guarani; a exceção de clube pequeno durante o período vitorioso foi o Paraná Clube, em 1995).
bomba.jpg

– O Maravilhoso Regulamento do Paulistão e suas distorções

Coisa de gênio: tendo apenas uma rodada do término da 1a fase do Campeonato Paulista da Série A1, o XV de Piracicaba, com 17 pontos, 7 derrotas, 5 vitórias e 2 empates e saldo de gols negativo, estaria classificado para as quartas de final, mesmo estando na 12a colocação (40,5% de aproveitamento). E Mogi Mirim (47,6%), Ituano (45,2%), Audax (45,2%), São Bento (42,9%), que estão à frente dele na tabela geral, estarão eliminados do torneio.

E a luta para as vagas à série D e Copa do Brasil, não ficam distorcidas? Quem foi melhor, não poderá pontuar mais. E quem pontuou menos, fica com mais chances!

Mais engraçado é o Penapolense, com 15 pontos. É o 3o colocado do seu grupo, e na sua chave, se hoje vencer e der uma determinada combinação de resultados, classifica-se à busca ao título. E se der outra combinação, é rebaixado para a série A2.

Dispensa comentários…
bomba.jpg

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Monte Azul

Roberto Pinelli, 38 anos, há 9 anos no quadro da FPF, que vem subindo ano-a-ano, degrau-a-degrau na carreira de árbitro, apitará Paulista x Monte Azul nesta 4a feira. Este ano é especial para ele se afirmar na série A2, e aguardar mais 1 ou 2 anos os jogos difíceis dessa série e tentar a A1.

O árbitro corre bastante, solta muito a partida e também aplica muitos cartões. Normalmente seus jogos tem muitos gols e muitas faltas. Não tem sido muito escalado nessa temporada (sua última partida foi na Rodada 09, Ferroviária 3×2 Rio Branco) e isso me preocupa: a falta de ritmo de jogo.

Não deixa passar detalhes, dentro e fora de campo. Por exemplo, nesse ano, em um jogo da Copa SP entre Criciúma (SC) X São José (RS), relatou na súmula o “atraso no início do jogo por culpa da execução integral do Hino Nacional, além da execução do Hino Municipal de Ilha Bela”. Sendo assim, que os clubes entrem no horário corretamente para que não se pague multa por atraso na partida.

Alexandre de Oliveira e Diogo Correia dos Santos serão os assistentes. Sem preocupações. José Paulo Canale será o 4o árbitro.

Espero um bom jogo e desejo boa arbitragem!
bomba.jpg

– Cariocão e Paulistão: Erros e Acertos da Arbitragem; pitacos e outros assuntos do futebol!

Dois clássicos que agitaram o domingo: Flamengo 3 x 0 Fluminense e Corinthians 1 x 1 Santos, além de um jogo importante: Botafogo 2 x 0 São Paulo.

Vamos falar sobre a atuação dos árbitros?

FLA 3 X 0 FLU

Anderson Pico (FLA) vai dividir uma bola com Fred (FLU). O flamenguista toca levemente com o pé direito na perna esquerda do centroavante. Por estar no alto, Fred cai. Aqui não é simulação de falta, é desequilíbrio por estar pulando e ser tocado. Falta simples, sem cartão amarelo. Mas o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães entende que Fred se jogou (talvez por estar mal posicionado, atrapalhado pela chuva e com a memória da lembrança do inesquecível pênalti cavado no Itaquerão contra a Croácia, na Copa do Mundo). Como ninguém quer se passar por Nishimura, o árbitro nada deu (e errou).

Mas foram dois erros em um lance só: além de não marcar a falta, alegou que durante a queda Fred colocou a mão na bola, deu Cartão Amarelo a ele, e por este já ter recebido um Amarelo no jogo, aplicou o Vermelho.

Entenda: para se marcar mão deliberada, deve-se avaliar:

A) Única e exclusivamente a intenção do uso da mão (não existe imprudência);

B) A distância da bola e a rapidez da jogada (dava para “sumir a mão ou o braço” para que não existisse o toque?);

C) A posição do braço (grudado ao corpo, mão aberta) ou a direção da bola (ía para o gol ou não) não pode ser fator determinante.

Recentemente, tivemos a orientação da atenção ao “movimento antinatural da mão”. E aí fica a pergunta: que vantagem Fred levou com a bola que bateu na sua mão? Nenhuma! É o movimento de queda normal.

Mas algo pouco comentado: O lance foi falta para o Fluminense, mas se o árbitro entendeu simulação de Fred e na sequência o Flamengo não tendo vantagem na jogada, deveria ter marcado tiro livre indireto ao Flamengo! Assim, quando a bola bate na mão de Fred O JOGO JÁ ESTAVA PARADO E NÃO SE PODERIA APLICAR O CARTÃO AMARELO (TAMPOUCO O VERMELHO)!

Olha… um dos erros mais ridículos dos últimos tempos, em questões técnicas (não marcando a falta para o Flu mas mão para o Fla) e disciplinares (expulsando jogador que cai sobre a bola).

SCCP 1 X 1 SFC

Por ser sua estréia em clássico e, sem nome algum, foi ótima a arbitragem de Vinícius Gonçalves Dias Araújo.

Já houvera avaliado algumas arbitragens suas em jogos não tão importantes – tanto na A1 ou em jogo do Paulista FC o qual ele apitou. Está subindo aos poucos na carreira.

Discreto, tentou, na medida do possível, segurar os ânimos de jogadores que não colaboram com o árbitro, em especial Emerson Sheik, que ficou em campo graças ao “limite do limite da tolerância”. Mais dois minutos de jogo e creio que seria expulso.

Vinícius fez o be-a-bá: aplicou os cartões corretamente, marcou o que tinha que marcar e a ele apenas uma ressalva: seu posicionamento em campo! Corre muito, mas o problema é que fica “em cima da bola”. Você deve estar PRÓXIMO DA JOGADA, mas não DENTRO DA JOGADA, atrapalhando a passagem da bola. Precisa corrigir isso.

BOT 2 x 0 SPFC

Se o árbitro Vinícius Gonçalves tem tido uma carreira de ascensão paulatina, inversamente tem acontecido com o árbitro Douglas Marques das Flores, que apitou em Ribeirão Preto. Sem uma base sólida nas categorias menores ou com um número significativo de partidas na A2 e A3, estreou na A1 em 2015 tendo trabalhado em jogos do Corinthians, Santos, Palmeiras e agora no do São Paulo! Má gestão da carreira e sorte incrível no sorteio dos árbitros.

No começo da partida, Ewandro (SPFC) avança para o ataque e, ao entrar na área do adversário, é levemente empurrado pelo zagueiro do Botafogo de Ribeirão Preto, número 4. Em um 1o momento tive a impressão de que o atacante tricolor tinha conseguido finalizar normalmente sendo irrelevante o toque. Mas ao rever a jogada, não tenho dúvida: O chute de Ewandro saiu fraco pois ele foi desequilibrado pela mão que o empurrou. Reveja o lance e avalie: se ele não fosse empurrado, teria muito mais firmeza para o chute e não cairia para o lado. Mais: se o empurrão fosse depois do disparo do chute, segue o jogo. Mas não foi o caso aqui. Portanto, pênalti não marcado, que repercutiu pouco devido a qualidade do futebol apresentado pelo São Paulo.

OUTROS

1) Não está fácil para ninguém. Leio que o Real Madrid respira aliviado depois de golear o pequeníssimo Granada por 9×1. Estando na fase decisiva da Champions League e vice do Espanhol, tendo Cristiano Ronaldo, Benzema, Bale e outras estrelas, havia crise? O que dirá então do nosso glorioso Paulista FC que foge da A3 no sufoco com gols do promissor Erick Mamadeira, sempre depois dos 40m do 2o tempo…

2) Muricy está visivelmente abatido e a diretoria do São Paulo claramente irritada. O casamento acabou, é notório o mal estar e o divórcio inevitável está por pouco. O que falta para admitir que a relação acabou? O dinheiro para recisão? Uma das partes tomar iniciativa?

3) Cruzeiro e Atlético Mineiro, representantes de Minas Gerais na Libertadores da América, perderam para Tombense e Caldense. Sem comentários.

bomba.jpg

– Caso Santos / Neymar / Barcelona: Sobrou para o falecido?

E continua cheirando mal a transação da venda do Neymar ao Barcelona. O Fisco Espanhol já recebeu mais em multas do que o próprio time brasileiro em dinheiro na negociação!

Me chamou a atenção que, em depoimento às autoridades do caso, o atual presidente do Barcelona, Josep Maria Bartolomeu, disse que Neymar teve a contratação apressada e com algumas polêmicas graças à insistência de Tito Vilanova, o ex-treinador que já morreu e queria Neymar rapidamente a qualquer custo.

Morto não consegue se defender, né?

Aliás, e como fica Sandro Rossel, o ex-presidente do Barça e ex-diretor da Nike, amigo de Ricardo Teixeira , que arquitetou o negócio? Crê-se que o salário e as comissões foram pulverizadas em inúmeras empresas criadas pelo Pai de Neymar. E ele próprio recebia (e recebe) salário como “olheiro” do time catalão.

Inteligência usada para o mal e para a sonegação fiscal, hein?
bomba.jpg

– O desejo dos Interregionais e o sucesso da “Lampions League”

Há um movimento para que se reative, em substituição aos deficitários estaduais, os interregionais: Ligas Rio-SP, Sul-Minas e outras Brasil afora.

Eduardo José Farah tentou a recriação delas, que duraram pouco tempo. Na oportunidade, o Campeonato Paulista da 1a divisão foi disputado sem os grandes, e o vencedor do Torneio jogava a final do “Supercampeonato Paulista” contra um grande.

Quem defende a volta desses torneios se espelha na Copa do Nordeste, sucesso de público e carinhosamente chamada de “Lampions League”.

Vai dar certo?
bomba.jpg

– Eu estou com o Luxemburgo!

Não posso deixar de me solidarizar com os protestos no RJ. Entenda: a FERJ criou uma norma que toda e qualquer crítica ao Campeonato Carioca está proibida. Os jogadores, treinadores ou dirigentes que questionarem algo, serão multados e suspensos.

Nesta, Vanderlei Luxemburgo (que adora reclamar) reclamou e dançou. Foi punido pela “moralíssima” Federação do Rio de Janeiro de maneira ditatorial e não poderá trabalhar nos próximos jogos.

E Luxa, esperto que é, fez um protesto bem humorado: foi dar entrevista coletiva com a boca amordaçada!

Ponto para ele. Vivemos numa democracia, ora bolas! E a FERJ, que ganha muito dinheiro com o falido Cariocão, deveria ser abandonada pelos grandes clubes do Rio de Janeiro.

Quero ver Campeonato com Audax, Madureira e Barra Mansa.
bomba.jpg

– Racismo no Futebol: De novo?

O tema está cansando: mais um jogador é ofendido com os dizeres de “macaco”. Agora foi Elias, do Corinthians, sendo xingado pelo adversário uruguaio Gonzales, jogador do Danúbio. O árbitro nada viu.

Chamar um cidadão negro de macaco é algo deplorável. Crime de racismo deveria ter punição muito rigorosa, afinal, é menosprezar alguém de maneira humilhante. Todos somos de uma mesma raça: a raça humana. Sendo assim, se a cor da pele é mais escura ou mais clara, não significa nada (ou não deveria).

Infelizmente, ainda não vi nenhum árbitro flagrar tal ato e aplicar o Cartão Vermelho. Mas os Tribunais de Justiça das entidades, mediante tantas provas áudio-visuais, devem suspender os atletas infratores.

Daniel Alves, do Barcelona, quando ofendido comeu a banana que foi jogada em campo contra ele. Hulk, do Zenit, respondeu com gols. Aranha, do Santos e hoje no Palmeiras, desabafou publicamente. E, infelizmente, Elias do Corinthians preferiu deixar o “assunto morrer”.

Discordo. Deveria protestar e insistir para que a diretoria do Corinthians peça sanção rigorosa à Conmebol. O problema é: a Confederação Sulamericana vai punir Gonzales?

Fiquemos no aguardo!
bomba.jpg

– A Correta Expulsão de Fabrício e o Descontrole Emocional

O lateral esquerdo Fabrício, do Internacional, protagonizou uma cena inusitada: irritado com as críticas da torcida, aos 17 minutos do segundo tempo (jogando contra o Ypiranga) resolveu responder às arquibancadas e com o dedo do meio das duas mãos mandou a torcida… para lá mesmo!

Aqui vem duas questões:

– Até onde vai o limite da irritação da torcida exercendo o direito da vaia ao “trabalhador da bola”?

– O profissional de futebol não deveria estar preparado para tais críticas?

O certo é que o juizão expulsou corretamente o jogador. Ofender a torcida e incitar a violência é atitude antidesportiva.
bomba.jpg

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Batatais x Paulista

Não gostei quando vi a escala: Magno de Sousa Lima Neto apitará Batatais X Paulista, no Sábado de Aleluia.

Magno tem um histórico ruim no único jogo em que apitou do Paulista. No Jayme Cintra, há 4 anos, contra o São Bernardo na A1, uma bola foi chutada ao gol do Galo; Rodrigo Sabiá pulou com os braços abertos e o juizão marcou pênalti. Ficou a dúvida se ele houvera metido a mão na bola. E, pela TV, viu-se um erro absurdo. Revolta total do time do Paulista! Tanto que o lance repercutiu em várias emissoras de TV e, após reclamações formais da diretoria do Tricolor Jundiaiense, na rodada seguinte foi sorteado Raphael Claus, árbitro destaque na ocasião, e Magno foi para a geladeira.

Desde 2012 Magno está apitando somente a A2 e A3, sendo que só trabalha como 4o árbitro na A1. É jovem, tem 36 anos e foi mal lançado na carreira. Seu estilo é de tentar deixar o jogo correr, embora, em alguns casos, deixe de marcar faltas reais. Pessoalmente, o acho fraco tecnicamente. Me recordo de um jogo no Canindé onde ele era AAA (adicional) e se envolveu em um bate boca desnecessário com o goleiro da Lusa.

Para ver a má atuação citada, clique em: http://wp.me/p55Mu0-10

Eduardo de Souza Neto é bandeira há um bom tempo e tem experiência na A2, sem problemas. Mas o bandeira 2, Kleber dos Santos Fernandes, deve ser um fenômeno: em apenas 3 anos como assistente, já chegou a série A2 (estreará nesta partida de sábado).

Thiago de Oliveira Rosa, o 4o árbitro, atualmente apita a série A3. Já trabalhou em outras divisões e confesso: ele é melhor árbitro do que o que apitará o jogo…
bomba.jpg

– Mais vale ganhar título do que pagar dívida?

Roberto de Andrade, presidente do Corinthians, disse ao Estadão nesta 2a feira:

Não vamos vender jogadores para pagar dívidas. Vamos manter o time com elenco forte“.

Interessante. Mas até quando a competência técnica deve sobrepujar a deficiência financeira? O custo de títulos compensará o endividamento? 

Acho totalmente irresponsável o time que está com pendengas gastar ainda mais. Isso não costuma dar certo.

E você, o que pensa com tal declaração?

bomba.jpg

– Fale Agora ou Cale-se para sempre!

Ao Diário Popular, Wagner Ribeiro, famoso empresário de jogadores de futebol, fez gravíssimas acusações quanto às convocações da Seleção Brasileira! Alegou que pessoas interessadas pagam para que determinados atletas sejam escalados, tanto na base quanto na principal:

Já teve até um presidente do Sport (Luciano Bivar) que admitiu ter pago para levar o Leomir [Leomar] e ser chamado pelo Leão. Só não tenho como provar outros casos, mas rola sim. Também existe muito negócio na base, com gerente e treinador levando dinheiro para aprovar jogador”.

Ué. Denuncia desta forma, fala em público, mas ao mesmo tempo refuga na acusação?

Que dê nomes aos bois!
bomba.jpg

– A FIFA pode suspender Medel por imagens

Tentando (e não conseguindo) assistir ao jogo de Brasil X Chile. Mas vi um lance que me chamou a atenção: Gary Medel, camisa 17 do selecionado chileno, pisou maldosamente na perna de Neymar e ainda esfregou as travas na sua panturrilha.

Árbitro e assistente não viram. E o atleta passou ileso…

Por ser amistoso da FIFA, penso que pode sim ser suspenso posteriormente pelas imagens, já que não é um lance interpretativo, mas sim de omissão da arbitragem por não ter visto.

Um atleta que faz isso em seu adversário não merece ser chamado de esportista.

bomba.jpg

– O Insensato Pagão da FPF!

Quem faz as tabelas dos jogos da FPF deve ser ateu.

Ok, respeito qualquer profissão de fé ou a descrença. Mas não se pode ser INSENSÍVEL.

No Interior do Estado, onde a população é mais religiosa e as festas santas são mais participativas, há jogos marcados durante os eventos. Veja:

  1. Na Quinta-Feira de Lava-pés, jogarão em Sorocaba (às 20h), Atlético x Comercial. Qual será o público?
  2. Na Sexta-Feira Santa, jogarão em Itápolis (à tarde, na hora da tradicional cerimônia do “descimento da cruz”), Oeste x Mirassol. Quem arrisca o número de pagantes?
  3. No Sábado de Aleluia, jogarão em Batatais (à noite, na hora da Vigília Pascal), Batatais x Paulista. Estádio lotado?
  4. No Domingo da Ressurreição, jogarão em Monte Azul Paulista (às 10h, na hora da Missa de Páscoa), Monte Azul x Novorizontino. Mais gente na Igreja do que nas arquibancadas.

Todos esses jogos, somados, não alcançarão a marca de 1000 pessoas!

O cara que programou esses jogos não tem noção… E na 4a feira, ninguém jogará.

bomba.jpg

– As apostas de risco no futebol

Balotelli, Ronaldinho Gaúcho, Ricardo Oliveira, Elano, Luís Fabiano… jogadores que, tempos atrás eram indiscutíveis e, hoje, se tornaram apostas de riscos.

Na Inglaterra, Balottelli não tem jogado nada e continua nas páginas de fofocas.

No México, R10 se tornou um mico de custo-benefício altíssimo ao seu time. E a noite continua sendo uma criança para ele…

Ricardo Oliveira estava no mundo árabe, esquecido, e este valeu o risco ao Santos. Aposta certeira, não tanto quanto a de Elano, que estava na Índia.

E Luís Fabiano? Mais machuca do que joga, nada a ver com o Fabuloso de anos atrás.

Na praça tem disponíveis o Adriano Imperador e o , que gostam muito de bebidas! Você apostaria neles?

Eu não perderia nenhum tostão com os dois.

bomba.jpg

– A Seleção esqueceu ou não o 7×1?

Após o jogo contra a França, Neymar disse que:

“A Seleção Brasileira deu a volta por cima após o 7×1”.

Será que deu? Tal afirmação pode ser duvidosa.

Se pensarmos a Seleção dentro de campo, é inegável que Dunga tem uma importante sequência de vitórias. Mas o respeito se ganhará definitivamente dos adversários, que temem menos o Brasil do que em outros tempos, quando vencer e convencer uma grande competição.

Porém, ESQUECER o 7×1 não esquecerá. Se ainda não esquecemos o Maracanazzo de 50 (onde ficamos inconformados de perdermos para o Uruguai por 2×1 numa final de Copa), ou ainda pelo sentimento inesquecível pelo Sarriá de 82 (onde jogamos o verdadeiro futebol-arte do excepcional escrete de Telê Santana), como esqueceremos o fiasco e o baile que levamos na semifinal de 2014?

Mesmo que a Seleção Brasileira dê realmente a volta por cima, como afirma Neymar, o FUTEBOL BRASILEIRO E SUA ADMINISTRAÇÃO não deram. Vide os campeonatos deficitários, clubes falidos e cartolas eternamente enraizados no poder.

E você, concorda ou discorda de Neymar?
bomba.jpg

– A Ética do “Comigo não”!

Com pesar leio que o São Paulo alicia Nathan, jovem de 19 anos do Atlético Paranaense, do mesmo modo que foi aliciado pelo Internacional quando perdeu o jovem Oscar, anos atrás.

Ora, naquela oportunidade o São Paulo reclamou de Ética. E agora, José? Faz a mesma coisa que condenou?

Nathan recebe R$ 6.000,00 no atual contrato com sua equipe. O São Paulo ofereceria R$ 100.000,00, aumentando gradativamente o valor para R$ 250.000,00, sem pagar a multa contratual do jogador que sairia pela Justiça alegando ter um contrato de gaveta.

Fico pensando: por quê gastar tanto dinheiro, se existe a famosa “base de Cotia”?

Sejamos claros: o bem estruturado Centro de Formação de Atletas é uma fábrica de jogadores para posterior venda ao mercado, ou uma divisão de formação de atletas para a equipe profissional?

Qual a sua funcionalidade verdadeira, afinal?

bomba.jpg

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Mirassol x Paulista

José Carlos Calógero, 37 anos, proprietário de Auto Escola, natural de Marília, apitará o importante jogo entre Mirassol x Paulista neste domingo. Gostei!

É um árbitro com muita vontade de subir para a série A1. Já trabalhou na 1a divisão como AAA (árbitro adicional) e trabalha há um bom tempo na série A2. É o típico caso de juiz que luta para ser promovido, e cada jogo é muito importante para ele.

Seu estilo de arbitragem é de vibrar junto com a partida; corre em cima do lance, não apita faltas forçadas e está sempre atento. Disciplinarmente, não desperdiça cartões. Penso que está na fase de testes em jogos de maior grau de dificuldade.

Maurício Helder Luiz Alexandrino, 15 anos de experiência em jogos profissionais e há 10 nas séries A2 e A3 será o bandeira 1. Segurança garantida.

Samuel Paião, que o ano passado estreou na série A1, será o bandeira 2. Confesso que nunca o vi trabalhando.

Lucenilton Souza Ferreira será o 4o árbitro. Sem problemas.

Espero um bom jogo e um árbitro com a faca entre os dentes.
bomba.jpg

– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 1 Velo Clube. Como foi o juizão?

Atuação boa do árbitro Aurélio Sant’Anna Martins e atuação ruim do bandeira Vitor Carmona Metestaine nesta 4a feira a noite no Jayme Cintra.

Vamos discutir?

Aurélio correu bastante, esteve muito bem nas jogadas, se posicionou bem dentro de campo e aplicou com correção os cartões amarelos. Mostrou na dosagem certa a autoridade necessária para a condução da partida, sendo um único “porém”, de pequena insignificância: a advertência a um jogador reserva da equipe do Velo Clube por reclamação que permaneceu escondido no banco, sem a possível identificação imediata.

Algo curioso observado pelo árbitro: o 2o tempo começou com 10 atletas do Paulista em campo, já que Mayko apareceu na volta do jogo, ao invés da camisa número 5, com a camisa 3 (de Léo Lelis). Precisou sair e trocar o uniforme.

Se o árbitro foi bem, o bandeira Vitor Carmona foi mal. Aos 77 minutos, a bola é lançada para Felipe (17, PAU) que entra na área sozinho com a posse de bola para chutar ao gol. Calixto (6, VEL), longe da jogada mas dando condição de jogo, pede impedimento que não existia. E o bandeira marcou… tamanha foi a irritação que o jogador do Paulista acabou levando o Cartão Amarelo.

Mas aos 85 minutos, a bola foi chutada por Jailson para o gol, Erick Mamadeira está à frente do seu marcador e da linha da bola no instante do chute, e quase em cima da linha de meta a toca para o gol. Claro lance de IMPEDIMENTO ATIVO, e desta feita, o bandeira erra de novo considerando lance legal de não-impedimento.

Há duas semanas, houve um gol idêntico: na partida entre Paulista 2×1 Comercial, Jailson chuta para o gol, a bola vai entrando na meta e Felipe Diadema, em cima da risca, a toca para dentro. Seria o 3o gol, mas foi bem anulado pelo bandeira Wladimir Nunes da Silva.

Portanto, o bandeira errou duas vezes, “evitando” um possível gol legal e “liberando” um gol ilegal, compensando nos equívocos.

Algo que me chamou a atenção: o Velo Clube entrou em campo as 20h24, com 2 minutos de atraso, e nada foi relatado na súmula. Paga-se multa por tal fato…
bomba.jpg

– Entendendo as expulsões de Palmeiras 3 x 0 São Paulo. Corretas ou não?

Dois cartões vermelhos e uma péssima apresentação do São Paulo. Ou, se preferir, uma excelente apresentação do Palmeiras na noite desta 4a feira. Essa foi a marca do 1o Choque-Rei depois da reabertura do novo estádio do Palmeiras.

Mas esse registro na história foi escrito com duas expulsões, sendo uma muito discutida não pela dúvida, mas pelo nascedouro. Vamos a ela?

1) RAFAEL TOLOI: no começo do jogo, Dudu (PAL) está com a posse de bola e Rafael Tolói (SPFC) tenta roubá-la, por trás. Dudu dá uma cotovelada na barriga de Tolói, que sente, afrouxa a marcação por sentir o golpe, permanece em pé mas não consegue evitar que Dudu se desvencilhe da jogada. Neste momento, o árbitro Vinícius Furlan estava próximo da jogada, só enxergando as costas de Tolói, não vendo nem a bola e nem Dudu. Foi um instante de mau posicionamento onde a cotovelada foi num lado cego do juizão. Repare nas imagens que se o árbitro estivesse à esquerda, à direita ou à frente do lance, fatalmente veria a cotovelada e marcaria a falta (só não veria por trás). Deu azar. E esse azar se estendeu do árbitro ao time do São Paulo pois, na continuidade, viu o zagueiro Rafael Tolói irritado com o lance, correr atrás de Dudu e lhe dar um pontapé certeiro nas pernas, à esquerda do árbitro (ao seu lado mesmo), que também nada viu e deixou o jogo seguir.

Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, o 4o árbitro, só viu o revide de Tolói e chamou Furlan, que aplicou cartão vermelho ao são-paulino.

Assim, fica claro que: Vinícius Furlan estava mal posicionamento no momento da cotovelada e falhou na expulsão do palmeirense. E fica o alerta: nunca o árbitro deve deixar sua visão encoberta numa disputa de bola, ainda mais com a rispidez natural de um clássico e estando tão próximo das jogadas, permitindo com que as costas de Tolói se tornassem um paredão à ele. Ainda: na sequência do lance, apesar de estar observando a bola cruzada na área, o revide de Tolói foi do seu lado, demonstrando que lhe faltou a tão importante “Visão Periférica”, cobrada insistentemente por parte da FPF aos bandeiras mas que passou batida na noite de ontem.

A questão é:

se o árbitro tivesse marcado a cotovelada de Dudu, Tolói teria prosseguido e revidado? Creio que não, o lance talvez morreria ali, pois não haveria a continuidade da jogada. Dessa forma, o Palmeiras jogaria quase uma partida inteira com 10 e o São Paulo com 11.

2) MICHAEL BASTOS: carrinhos são perigosos no futebol. No meio do campo, perigosos e desnecessários! Se ocorrerem após uma bola perdida: perigosos, desnecessários e apelativos. E como a regra do jogo diz que existe a mesma decisão em um carrinho que não visa a bola, independente de atingir ou não o adversário, o árbitro Vinícius Furlan acertou em aplicar o Cartão Vermelho a Michael Bastos (SPFC). Repare que o são-paulino não vem rasteiro, mas com as duas pernas levantadas e a sola em direção às pernas de Arouca (SEP).

Em suma: Tolói só recebeu o Vermelho pelo erro anterior do árbitro, que deveria ter expulsado Dudu; Michael Bastos recebeu Vermelho por um acerto imediato do juizão. Será que se em número de jogadores fosse 11×11 o resultado seria diferente do de 11×10? E se fosse 10×11?

Independente da má atuação do São Paulo, ficaremos no achismo…
bomba.jpg

– Firmino, o Ilustre Desconhecido de R$ 85 mi

Somente aqueles que vivem mais a fundo o futebol e gostam de campeonatos mundo afora, já sabem quem ele é: Roberto Firmino.

O agora titular atacante da Seleção Brasileira é mais um daqueles casos de jogadores que saem cedo demais do país e acabam fazendo carreira no Exterior, longe da visibilidade dos tradicionais times daqui.

Jogando no pequenino Hoffenheim da Alemanha, faz gol em quase toda rodada e, segundo o jornal alemão Bild, o Bayern de Munique já houvera oferecido mais de 25 milhões de dólares e o clube recusado.

Claro que não cresceu aprendendo a malícia e a ginga tupiniquim (que está sumindo aos poucos dos olhos do torcedor), mas se desenvolveu na vencedora escola dos grandes da Europa, na nação atualmente campeã do mundo.

Me recordo que em 1990, especulava-se quem seria chamado por Lazaroni na convocação final da Copa da Itália. E a imprensa destacava 10 jogadores possíveis – os 10 únicos que jogavam lá fora na época.

Hoje, com a globalização, há brasileiros desconhecidos em todo mundo que nos surpreendem, como Diego Costa, Firmino, Gabriel Paulista e Éder (hoje na Seleção Italiana).

No futuro será causa de espanto um jogador que atua no Brasil ser chamado para a Seleção?
bomba.jpg

– Qual Galo cantará mais alto?

Hoje teremos Paulista x Velo Clube, ou, se preferir, o Galo Jundiaiense x Galo Rioclarense. Quem vai bicar a vitória?

Estaremos juntos na transmissão exclusiva da Difusora JP Sat. Prestigie! 

bomba.jpg

– E se o lance de Balotelli X fosse no Brasil?

Na Inglaterra jogaram Liverpool 1 x 2 Manchester United. Eis que, à beira do campo, o atacante Balotelli começou a discutir com o adversário Smalling e quase chega às vias de fato.

QUASE, pois um torcedor o acalmou e evitou uma confusão.

E se fosse no Brasil e o lance tivesse acontecido ao lado de uma das violentas torcidas de futebol? O que teria acontecido?

A foto diz tudo:
bomba.jpg

– Cinquentão de bicho não é demais?

Leio em uma coluna do Jorge Nicola no Bom Dia/ Diário de São Paulo, em publicação de dias atrás (está em: http://is.gd/X8aAxV) que o Corinthians pagou R$ 50.000,00 de premiação (o popular “bicho”) a cada jogador pela vitória contra o São Paulo no jogo que abriu a fase de grupos da Libertadores (foram 14 jogadores que atuaram)!

Uau…

Deve estar sobrando dinheiro no Parque São Jorge. E se o Coringão ganhar do Tricolor no Morumbi? Quando pagará a cada jogador?
bomba.jpg

– O Pecado de Vencer na Fase 1 do Paulistão

Ironia:

1) A FPF obrigou os clubes a escalarem equipes titulares em seus jogos ao limitar 28 atletas em seus elencos inscritos (sendo que isso impede a utilização do rol de jogadores sub 20 e faz com que os titulares sofram por não poderem descansar, e isso tem sido uma reclamação constante dos treinadores).

2) As rendas têm sido pífias, exceto nos jogos dos estádios do Corinthians e Palmeiras.

3) Os gramados são péssimos no interior do estado devido as chuvas e dificuldades financeiras de manutenção.

4) A 1a fase só serve para jogo-treino; afinal, os 4 primeiros das chaves são times grandes e só aguardam os seus sparrings. Nesta última rodada, novamente nenhum pequeno ganhou de time grande.

5) O regulamento é uma piada: o Capivariano, que luta para fugir da Zona do Rebaixamento (está na metade de baixo da tabela na classificação geral e é o 2o colocado do seu emboladíssimo grupo, com exceção ao Santos) tem apenas 36,3% de aproveitamento e estaria na fase 2. O Audax, com 48%, estaria eliminado do Paulistão, mesmo estando na metade de cima.

Se já não bastasse tudo isso, eis que um grande inconveniente: sendo os 4 grandes confirmados como líderes de suas chaves, jogarão em casa?

A Polícia Militar deixará ocorrer tantos jogos na Capital em um mesmo final de semana?

Caso o Santos FC queira arrecadar mais dinheiro e jogar no Pacaembú, o São Paulo tendo o Morumbi, o Palmeiras o Allianz Parque e o Corinthians sua Arena, alguém terá que abrir mão do seu estádio.

A lógica é que se peça ao Santos FC para jogar na Vila Belmiro. Mas e o trio de ferro paulistano?

Teríamos um jogo no sábado à tarde, outro no domingo às 11h e outro no domingo à noite?

No meio de semana nem pensar: há jogos da Libertadores e da Copa do Brasil.

Ainda: será que alguém será convidado a jogar em outra cidade? Duvido que alguém abra mão. Veja as rendas milionárias de Corinthians e Palmeiras.

Aguardemos o que se fará! Em um mundo utópico e ideal de cidadania, sem violência e bem educado, poderíamos ter jogos nos 4 grandes estádios da Capital sem problemas de brigas de torcida ou efetivo policial. Mas… não é assim a nossa realidade.

Algum dos 4 que foram muito bem no Paulistão pagará o preço da sua competência e terá que jogar no Interior.

bomba.jpg

– Uma Transexual Católica voltada a Projetos Solidários no Esporte

É um realidade na Itália: uma transexual, católica, engajada em projetos de solidariedade, que é técnica de time profissional.

Anos anteriores, isso seria praticamente impossível. Mas o Papa Francisco não disse há pouco tempo que os gays também possuem dons de Deus (pois todos somos filhos do mesmo Criador) e devem contribuir à Igreja?

Conheça essa história impressionante:

COM BÊNÇÃO DO PADRE, TRANSEXUAL COMANDA TIME DE FUTEBOL NA ITÁLIA

Por Erika Zidko, do Uol.com

Marina Rinaldi, de 33 anos, é a primeira treinadora transgênero de um time de futebol masculino na Itália. A convite do pároco local, desde agosto de 2014, ela é a responsável pelo comando do San Michele Rufoli (4a divisão), um time da cidade de Salerno, a cerca de 60 km de Nápoles.

¨Pedimos à Marina que criasse esta equipe de futebol porque ela sempre esteve envolvida em projetos sociais destinados aos jovens da nossa comunidade¨, conta à BBC Brasil Michele Alfano, um dos padres responsáveis pela paróquia.

Mas Marina não é uma técnica de futebol improvisada. Antes de se submeter aos tratamentos hormonais e à cirurgia para mudança de sexo, em julho de 2013, jogou no gol de times da região de Salerno por mais de dez anos. Foi ainda treinadora de equipes juvenis de diferentes clubes.
Com a decisão de se tornar mulher, a carreira foi suspensa.
”Depois de começar a usar salto alto, eu já não pensava em vestir novamente o agasalho“, disse Marina, que complementou:


”Treinar esta equipe tem sido uma experiência gratificante principalmente pelo aspecto social, pois muitos destes jovens vêm de áreas menos favorecidas e nos veem como uma oportunidade para seguirem uma carreira profissional no futebol“.

TROCA DE SEXO


Desde criança, Marina sentia-se menina.
”Por medo de decepcionar minha família, principalmente meu pai, que também jogava futebol, mantinha tudo em segredo e descarregava toda a minha frustração nos treinos e nas partidas“.

Aos 24 anos, Marina resolveu procurar ajuda médica e contar aos pais que se sentia mulher. A reação a surpreendeu.
”Eles me deram apoio total, inclusive econômico“, conta.

A cirurgia para a construção dos seios e as despesas jurídicas para mudança de nome também ficaram por conta da família.

Tenho a sorte de poder contar com meus pais e meus amigos. Sou muito católica e acredito que a felicidade esteja nas coisas simples. Adoro o lugar onde vivo, nunca me senti discriminada e sou feliz por ser uma mulher do sul da Itália“, explica Rinaldi.

TÉCNICA SEVERA E RIGOROSA

Dentro do campo, Marina diz ser uma técnica severa e rigorosa.

”Uma mulher treinando uma equipe masculina é algo inusitado e entendo que nossos jogadores possam sentir-se responsabilizados por isso também“.
A equipe de San Michele Rufoli é formada por cerca de 30 jogadores, com idade entre 18 e 28 anos.

O time espera abrir agora uma nova equipe, voltada para adolescentes com idade entre 14 e 16 anos.

Queremos que mais jovens possam se aproximar ao futebol, não apenas como um oportunidade de socialização ou de carreira no mundo esportivo, mas, principalmente, como uma possibilidade moral, em um país onde a moralidade tem sido deixada de lado em diferentes âmbitos“, afirma a italiana.

Disse ainda sonhar em visitar o Brasil fora dos circuitos turísticos.
A treinadora diz não se importar com eventuais críticas e afirma contar com uma grande torcida:

Tenho recebido tanto apoio e incentivo por parte de amigos e jogadores profissionais que fico até sem jeito. No final, o que importa é o resultado do meu trabalho“.

E aí, o que achou da história de Marina Rinaldi? Deixe seu comentário:

bomba.jpg

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Velo Clube, Rodada 12, série A2.

Aurélio Sant’Anna Martins, advogado, natural de Jacareí, 38 anos de idade e 16 de carreira apitará Paulista x Velo Clube. Já apitou 6 jogos da A1 neste ano e desde 2005 atua na 1a divisão.

Vitor Carmona Metestaine, professor de Educação Física (que trabalhou domingo no jogo entre São Bernardo x Palmeiras) e Márcio Dias dos Santos (que trabalhou sábado no jogo entre Mogi Mirim x Portuguesa) serão os bandeiras. Simões Marconi Ferrari será o 4o árbitro.

Aurélio apitou em 2014 a partida entre Paulista 1 x 2 Penapolense (o jogo em que Dinelson brigou com a torcida). Naquela oportunidade, o árbitro fez um bom 1o tempo e um ruim 2o tempo (vide nossa análise em: http://wp.me/p55Mu0-ej). Porém, uma curiosidade: Aurélio trabalhou em 17 partidas da série a1 de 2014 (entre atuações como Árbitro central e outras como Adicional).

Seu estilo de jogo é de estar atento aos detalhes da partida; não permitir indisciplina em campo; costuma ser moderado nos cartões amarelos e a todo instante quer mostrar sua autoridade, não permitindo reclamações. Tecnicamente, não pára o jogo em jogadas duvidosas.

Repito o que falei e escrevi há um ano: pelo número de partidas apitadas e pela qualidade das arbitragens que estão acontecendo na série A1, já merecia ter sido escalado em algum clássico. Ao menos para ser testado.

Espero um bom jogo e uma boa arbitragem.

Confira: 25/03 – Quarta, 20h30

Acompanhe a transmissão exclusiva do time forte do esporte na Rádio Difusora Jundiaiense – Jovem Pan Sat, AM 810 (ou pela internet acessando www.jj.com.br, bem como pelos aplicativos nos Smartphones). Comando de Adilson Freddo, narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Heitor de Freddo e Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, comentários de Robinson “Berró” Machado e análise da arbitragem de Rafael Porcari. Na técnica: Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas.

bomba.jpg