– Como resolver a bronca dos atletas com Osório?

Em 3 jogos seguidos, 3 atletas são-paulinos reclamaram ou fizeram gestos desrespeitosos contra o treinador colombiano Osório, que publicamente declarou gostar de fazer o rodízio de atletas em suas equipes.

Michel Bastos, Centurión e Ganso: ambos foram mal educados com o técnico. E como resolver isso?

Se afasta da equipe, pune tecnicamente o próprio São Paulo. Se multa, será que paga-se? E como evitar “biquinho” ou má vontade?

É nesses momentos que a diretoria do São Paulo deve mostrar pulso forte e dizer que “se precisar, sai o jogador mas não sai o técnico.

Fará isso?
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– Mande sua pergunta ao Blatter!

Joseph Blatter, presidente da FIFA, marcou uma entrevista coletiva para o dia 20 de julho, após a reunião do Comitê Executivo, na Suíça.

Que oportunidade que a imprensa terá para esclarecer muitas questões! Em especial, a da suposta renúncia proclamada indiretamente logo após as prisões de cartolas do futebol e o anúncio de novas eleições em breve, e dias depois, a história de que não foi uma renúncia oficial.

E aí: se você pudesse fazer uma pergunta a Blatter, qual seria ela?

Em tempo 1 Será que Marco Polo Del Nero terá coragem de ir a Zurique? Se nem na Copa América no Chile ele foi… Lembrando que na oportunidade da ação da Polícia Suíça em cooperação ao FBI, Del Nero fugiu da Europa abandonando o Congresso que se realizava, com a desculpa de “necessidade de resolver compromissos no Brasil”. Seria medo do xilindró?

Em tempo 2 Minha pergunta ao Blatter seria:

Há dias, o senhor disse sua fé é grande e que era muito religioso, tendo certeza que irá ao Céu. Quais são essas virtudes salvíficas?

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– Lambanças e boataria da Arbitragem

Ruim final de semana para os árbitros no Brasileirão. Vamos destacar alguns erros?

  1. SÃO PAULO 3×1 CORITIBA: No Morumbi, o árbitro Alisson Furtado, do Tocantins, foi muito mal. Encerrou indevidamente a partida na hora do chute de Luís Fabiano, cara-a-cara no gol. Isso não pode, há certas condições para que o árbitro encerre um jogo e na hora de se marcar um tento não se deve dar o apito final. (Explico com detalhes a “Regra 7 – Duração da Partida”, em: http://wp.me/p55Mu0-ts). Pior do que o árbitro, foi o bandeira Gilvan Medrado, estreante na série A e que errou quase tudo: confirmou o 1o gol do São Paulo em condição de impedimento; anulou o que seria o 2o gol em que estava em condição legal alegando impedimento; confirmou o 2o gol válido de Pato em lance duvidoso (revejam o lance: quando Lucão lança a bola, Pato está a frente do seu marcador, mas há um atleta do Coritiba sobre o círculo central dando ou não condição; pela linha do corte da grama, talvez estivesse em mesma linha; mas se você tentar parar a imagem, a dúvida persiste – e aí não se pode culpar o bandeira).
  2. FLAMENGO 0x3 CORINTHIANS: Tudo bem que estava com o placar quase definido, mas erro grotesco do bandeira Rafael Alves (Aspirante a FIFA/RS) ao anular o gol legítimo de Jonas alegando impedimento. Faltou atenção…
  3. ATLÉTICO PARANAENSE 1×2 FLUMINENSE: No 1o gol do Fluminense, um atleta tricolor empurra com os braços e derruba o lateral esquerdo do Atlético Paranaense. Anderson Daronco (FIFA/RS e que fez uma ótima partida, exceto errando esse lance) não marcou a falta. Para azar do árbitro e do time do Paraná, a bola sobra para Gustavo Scarpa, em condição legal, marcar o gol. Gol legal que nasceu de jogada irregular.
  4. JOINVILLE 0X2 INTERNACIONAL: Francisco Carlos Nascimento, o popular Chicão (ex-FIFA/AL e hoje apitando como árbitro especial), foi infeliz na marcação do pênalti a favor do Colorado. Rafael Donato (JEC) trava a bola limpamente e Taiberson (SCI) cai. Chicão marca pênalti. Errou duas vezes: foi carrinho legal e fora da área. O Joinville reclama e com razão…

Mais uma vez, o trabalho da Comissão de Árbitros da CBF tem sido fraco. Com a política de dar espaço a árbitros de estados “mais fracos futebolisticamente” no Brasil (como Tocantins, Alagoas, Pará), sob a desculpa de integração nacional, o prejuízo em campo é visível. Sou contra tal ideologia, sou a favor da meritocracia, apitando sempre os melhores.

Curiosamente, em meio a essa má gestão da arbitragem brasileira, saem duas notícias na imprensa:

1) a de que o Santos FC lidera um movimento para que o Cel Marcos Marinho, chefe dos árbitros da Federação Paulista de Futebol, assuma o lugar de Sérgio Correa da Silva, atual chefe dos árbitros da CBF – tal fato foi divulgado pelo Blog do jornalista Ricardo Perrone do UOL, que conseguiu a declaração pública de Modesto Roma Jr, presidente santista, sobre esse desejo (vide nossa opinião sobre isso em: http://wp.me/p55Mu0-tn);

2) a de que Sérgio Correa da Silva seria o nome forte para assumir a Comissão de Árbitros da Conmebol, no lugar de Carlos Alarcon, envolvido no escândalo do caso Amarilla, divulgada pelo site Apitonacional.com .

Particularmente, penso que seria uma demonstração política de força caso Marco Polo Del Nero colocasse Sérgio Correa na Conmebol, já que aparentemente a CBF parece estar muito fraca nos bastidores sulamericanos. E dessa forma, traria o Cel Marinho para a CBF, agradando alguns clubes que não gostam do Sérgio Correa. Embora, a minha impressão é que ventilar o nome de Sérgio Correa da Silva na Conmebol seja puro “lero-lero”, “forçação de barra” e brincadeira de mau gosto (e digo isso sem desacreditar quem noticiou o fato, o Apitonacional.com, entendendo que a CBF tenta realocar o Sérgio caso ele caia).

E você, o que está achando da arbitragem brasileira a essa altura do Brasileirão? Fico preocupado nas rodadas decisivas sobre como estará o nível da atuação dos árbitros…

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– O Término Indevido do Jogo São Paulo 3×1 Coritiba

Em seu 3o jogo na carreira em Campeonato Brasileiro da série A (apenas 6 anos de formação da Escola de Árbitros de Tocantins), Alisson Furtado (CBF-TO) decepcionou, bem como seu conterrâneo Gilvan Medrado (15 anos de carreira e que hoje estreou na Série A), o bandeira 2 do jogo entre São Paulo 3×1 Coritiba.

Eis que no final da partida do Morumbi (foi concedido o acréscimo de 4 minutos), a bola é lançada para Luís Fabiano, que entra na grande área do time paranaense, se arma para chutar – e nesse instante o árbitro apita o final da partida, mesmo com o chute do jogador do São Paulo e o goleiro não o defendendo por ter ouvido o apito final.

Errou. Embora a Regra do Jogo permita essa situação, o chamado “espírito do jogo” não permite!

Entenda: a Regra 7 – “Duração da Partida”, diz que todo tempo perdido em algumas situações elencadas nela deve ser acrescido. E a partir do momento que você indica os minutos de acréscimo, você só pode prolongá-los, nunca reduzí-los.

Vamos entendê-la?

Se o árbitro concedeu 4 minutos de acréscimo, deve terminar o jogo entre 49’00” e 49’59”, em qualquer situação de bola rolando ou bola parada, exceto numa cobrança de pênalti. Ou seja, se há uma falta, um tiro de meta ou um escanteio a ser cobrado nesse período, o árbitro pode apitar o final de jogo. Porém, se o árbitro considerar que houve perda significativa de tempo nesse interim, pode acrescentar mais tempo sobre o acréscimo já concedido, indicando novamente ao quarto-árbitro o(s) minuto(s) de mais acréscimo(s).

Entretanto, o Espírito da Regra, que reza o futebol como um jogo limpo em busca do gol, inspira a entender que o árbitro não deve encerrar o jogo em situações iminentes de gol, e um exemplo claro é o gol do Luís Fabiano (além das orientações das Comissões de Árbitros mundo afora, de que não se encerre o jogo em ataque promissor). Nas imagens, impressiona que o árbitro corre, permite o contra-ataque, NÃO OLHA para o relógio e encerra a partida quando o são-paulino está na área penal sozinho! Ora, então encerrasse o jogo no meio-de-campo, nunca permitindo o contra-ataque e acompanhado a jogada.

Já o bandeira Gilvan Medrado errou na maioria dos lances, mas nesse caso há uma justificativa: são as situações em que a CBF os chama de “ajustados”, aqueles que você tem que estar milimetricamente na mesma linha do que o penúltimo defensor para saber se o atacante estava impedido ou não. Nesse jogo, foram vários lances assim. Dessa forma, Gilvan teve azar e concedeu um gol irregular ao São Paulo e anulou um regular ao mesmo time, além de outros erros às duas equipes.

Vide o lance do encerramento do jogo no final desse vídeo: http://is.gd/uVnIMP
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– O Erro Insistente de Longos Contratos no Futebol

A história se repete: clube de futebol fazendo longos contratos de trabalho com seus treinadores, para após pouco tempo os demitirem.

Esse filme é velho, não? Já vimos clubes pagando 3 treinadores simultaneamente por culpa de contratos mal feitos. E agora o Santos fechou com o bom (mas não excepcional) treinador Dorival Junior por dois anos e meio de contrato.

Respeitosamente, quem negocia um tempo assim está ciente de que o prazo tem risco altíssimo de não ser cumprido. E mesmo assim, o faz por quê?

A resposta não parece nos levar a um entendimento ético ou a uma conclusão honesta, não é verdade?
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– Novos treinadores do Brasileirão em destaque!

Ufa, parece que está chegando ao fim o círculo vicioso de treinadores contratados pelo “nome forte”. Eram sempre Muricy, ou Luxemburgo, ou Mano…

Para mim, percebo 5 equipes em que se vê o “dedo do treinador”: a Ponte Preta de Guto Ferreira (que é experiente mas ainda não teve chance em um dos grandes), o Sport de Eduardo Baptista (para mim, há a afirmação de seu ótimo trabalho nesse torneio), o Atlético Paranaense de Milton Mendes (a revelação do campeonato), o Palmeiras de Marcelo Oliveira (que mudou a postura do time) e o Atlético Mineiro de Levir Culpi (rodado treinador que se reciclou).

Vejo em um ritmo descendente Vanderlei Luxemburgo no Cruzeiro (que não consegue mais emplacar um bom trabalho), uma decepção Cristóvão Borges no Flamengo (que não mantém regularidade nos times em que trabalha), uma incógnita Osório no São Paulo (pois sem um tempo médio de trabalho não dá para avaliá-lo), uma mesmice Tite no Corinthians (que teve um ano sabático para aprimorar seus conhecimentos) e uma esperança em Dorival Júnior no Santos (que buscou estudar no exterior). E o que dizer do Felipão no Grêmio, que ao sair do clube as vitórias voltaram com Roger (um destaque até agora)?

O certo é que poucos terão o reconhecimento ao final do Brasileirão: aqueles que se classificarem para a Libertadores e os que conseguirem salvar suas equipes do rebaixamento nas derradeiras rodadas com arrancadas surpreendentes.

E hoje? Quem é o melhor treinador de futebol do Brasil?

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– As taxas de inscrição da FPF para a Copa Paulista.

Em breve começará a Copa Paulista, uma competição para manter os times profissionais pequenos em atividade. 

Serão apenas 19 equipes devido a desistência dos clubes, pelo motivo do deficitário torneio não valer a pena para muitos. 

Sabe quanto a FPF cobra por jogador inscrito? Cerca de R$ 2.800,00 / atleta

Dependendo do caso, o custo para inscrever um jogador será maior que o salário pago pelos times por 2,5 meses de duração do torneio

O gozado é: a atual diretoria da Federação Paulista de Futebol foi reeleita por unanimidade há pouco tempo. E isso nos leva a crer: Cartola esportivo não sabe votar. Ou é obrigado a aceitar esses nomes impostos pelos mandatários do futebol paulista e brasileiro?

Talvez isso reflita na qualidade do futebol jogado: saudade do tempo em que a Seleção Brasileira era repleta de talentos do Interior de São Paulo…
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– Guardiola houvera se oferecido para a CBF?

Vejam só!

Ao Programa Bola da Vez (ESPN BRASIL), nesta última 3a feira, Daniel Alves (lateral do Barcelona e da Seleção Brasileira), disse que Pep Guardiola se ofereceu para trabalhar como treinador da Seleção Brasileira antes da Copa de 2014, e que só receberia algum dinheiro se o Brasil fosse Hexacampeão!

Eu pago por ser linguarudo, mas não conto mentira. Antes da Copa, o Pep queria treinar a seleção brasileira e não quiseram. O Pep falou que queria fazer a gente campeão do mundo e tinha toda a estratégia e não quiseram. Falaram que não sabiam se o Brasil iria aceitar. Se não aceitamos o melhor do mundo, que pode nos fazer melhores, você não se preocupa com a Seleção Brasileira (…) Ele já tinha o time na cabeça, já tinha a equipe que ele queria para treinar o Brasil. O Pep é o melhor treinador do mundo. O cara mais gestor esportivo que eu vi. Um cara que revolucionou o futebol, um time, uma equipe. Tivemos a chance de ter o cara sem ter que gastar, se o problema é dinheiro. A intenção dele era só receber se tivesse o resultado esperado pelo povo brasileiro. Você deixa passar uma oportunidade dessa? Você não pensa na Seleção Brasileira“.

Pois é, e nós fomos de Felipão para o Mundial…

Em um exercício de futurologia, fico curioso: qual seria a convocação e a escalação de Pep Guardiola para o Brasil?

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– 1 ano do 7×1. E o que mudou?

Hoje faz exatamente 1 ano que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trama com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas serem os mesmos, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, continua solitariamente tendo o mesmo fator de protagonismo…

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias, seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade.
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– Perguntar não ofende: E os denunciados pelo Paulinho?

Prenderam o Paulo Cézar de Andrade Prado, o editor do “Blog do Paulinho”. O jornalista foi levado à delegacia por condenação do processo movido pelo Dr Catta Preta, conhecidíssimo advogado de famosos no futebol. O motivo: difamação.

A história do Paulinho é incrível: de humilde motoboy e fã do Juca Kfouri até a montagem de um dos blogs mais acessados do Brasil.

O que me chama a atenção de tudo isso é que ele ficou marcado pelas denúncias de mazelas no meio esportivo, escancarando muitos casos com provas e documentos. Os posts de corrupção no Corinthians (todos bem fundamentados) são impressionantes! Os comentários sobre deslizes e situações dúbias do presidente Aidar, do SPFC, espantam.

Sempre me pareceu uma pessoa de bem, embora alguns possam ter ressalvas pela veemência e contundência. Tal episódio não tirará o respeito que tenho por ele.

Sei, claro, que até amigos meus têm certa mágoa dele, pelo modo como a coisa foi colocada. Recordo-me do caso Ceretta e Escolinha do SPFC, além de Braguetto e Corinthians. Não conheço a fundo a situação e o imbróglio de ambos, e como mantenho respeito aos dois ex-colegas de arbitragem, abstenho-me de comentá-los.

Mas ficará a pergunta no ar: e os inúmeros denunciados de corrupção e picaretagem (comissões, aliciamento, desvios de verbas) documentadamente revelados e que estão soltos? Como ficarão?

Quem dá a cara para bater vai na cadeia; e outros, registrados em denúncias, estão livres. Nosso país realmente é curioso…

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– As “sábias” dicas a Dunga valem a pena?

A CBF reuniu um “conselho de notáveis ex-técnicos da Seleção”, formado para aconselhar Dunga, o atual treinador, e promover a troca de algumas idéias para ajudar o Escrete Amarelinho.

Sebastião Lazaroni, Parreira e Zagallo estavam lá!

Respeito esses nomes, mas não deveríamos pensar em gente que está evidência? E para que tal burocrático trabalho? Quer revolucionar, mudemos a filosofia! E mudança é escolher competência inconteste no mercado de técnicos.

Seria utópico imaginar um treinador estrangeiro dirigindo a Seleção Brasileira? Guardiola, Mourinho, Jürgen Klopp… tantos bons nomes são desprezados? Não é chegada a hora de quebrar paradigmas?

A frase mais triste proferida publicamente foi a do Velho Lobo:

Não devemos nada a outras seleções. Temos tudo para ganhar a próxima Copa do Mundo. Não temos de nos preocupar com as Eliminatórias, mas com a Copa”.

A “hastag da Humilhação” era #GER7x1BRA. Acho que o vitorioso Zagallo, com idade tão avançada, acabou aumentando a diferença com esse gol contra… Afinal, com esse pensamento, parece que está tudo bem!

Uma pena que o descaminho se faça constante na administração da CBF.
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– Os Erros de Árbitros e de Jogadores no final de semana futebolístico

Muitas reclamações nos campos de futebol Brasil afora. Vamos analisar se elas procedem?

1- AVAI 2×2 SPORT: No domingo cedo, na partida entre Avaí x Sport, a equipe catarinense quase tirou a invencibilidade do time pernambucano. Aos 47 minutos do 2o tempo, o atacante André (SPO) tem a bola dominada e Jubal (AVA) dá um carrinho nela. André imediatamente se joga e o árbitro paraense Dewson Freitas (que já é da FIFA, acreditem) não entende como simulação e marca o pênalti que decidiu o jogo. Após a partida, ainda aplicou o 2o Cartão Amarelo (e consequentemente o Vermelho) a um jogador do Avaí por lhe ter chutado a bola para longe e lhe ofendido com palavrões. Errou de novo, tinha que ser Vermelho Direto (afinal, os “elogios” proferidos a ele exigiam a Expulsão incontestável). Aqui, ERROU O ÁRBITRO.

2- SÃO PAULO 0x0 FLUMINENSE: no 2o tempo, Leandro Pedro Vuaden (que na próxima rodada apitará novamente o São Paulo, agora contra o Vasco da Gama – assim, 3 escalas no Tricolor em 12 rodadas) não viu o braço de Reinaldo (SPFC) empurrando Gerson (FLU). Da posição do juiz, é claro que o próprio corpo de Reinaldo encobriu o lance. Se existisse um Árbitro Adicional Assistente (um AAA, como no ano passado), poderia lhe ter ajudado. ERROU O ÁRBITRO (vide essa análise no blog “Pergunte ao Árbitro”, em: http://wp.me/p55Mu0-tj, ou no nosso espaço nos jornais da Rede Bom Dia / Diário de São Paulo, em: http://is.gd/2lo9Zz).

3- GOIÁS 0X0 CORINTHIANS: o atacante Carlos (GOI) dribla GIL (COR). O corinthiano tenta lhe roubar a bola. Em um primeiro momento, a perna de Gil não atrapalha o adversário. Mas em um segundo momento, fora do campo de visão do árbitro, Gil trava Carlos que cai. E aí que reside o erro: o jogador do time goiano valoriza o lance e abre os braços gritando, iludindo de que a queda fosse por lance violento. ERROU O ÁRBITRO em não marcar e ERROU O JOGADOR pela mania que brasileiro tem em exagerar nas caras e bocas de infrações. Também nesse lance, se existisse um AAA, poderia ter ajudado o árbitro Heber Roberto Lopes.

4- INTERNACIONAL 1X3 ATLÉTICO MINEIRO: após o árbitro assistente paranaense Bruno Boschilia (sim, é primo distante do falecido Dulcídio) marcar uma falta a favor do Atlético Mineiro, o jogador Anderson (INT) irresponsavelmente se dirige ao bandeira e o chama de, segundo o que o árbitro Rapahel Claus escreveu na súmula, “filho-da-puta (…) árbitros de merda”. ACERTOU O ÁRBITRO em expulsar o colorado e ERROU O JOGADOR com tal indisciplina.

5- SANTOS 1X3 GRÊMIO: Geuvânio (SAN) recebe atendimento médico fora de campo e pede para retornar ao jogo. O árbitro Felipe Nunes o autoriza (o gesto habitual e corriqueiro de permissão é flagrado pela TV, não há dúvida da autorização), e Geuvânio entra justo em cima de um lance próximo do Grêmio, roubando a bola e armando um contra-ataque. O árbitro errou na leitura do jogo permitindo entrar num momento inadequado; na sequência, parou o jogo alegando não ter autorizado e lhe deu o cartão amarelo. Como Geuvânio já houvera recebido um Amarelo anteriormente, foi expulso. ERROU O ÁRBITRO (vide as explicações detalhadas desse lance, os motivos que levaram o árbitro a errar, bem como o que ele justificou na súmula, na nossa publicação no blog Pergunte ao Árbitro, no link: http://wp.me/p55Mu0-t8 , ou também na nossa coluna nos Jornais da Rede Bom Dia / Diário de SP, em: http://is.gd/Ap7tyu).

Para dizer que os erros não aconteceram apenas no Brasil, reforçamos o acontecido na final da Copa América:

6- ARGENTINA 0X0 CHILE: Rojo (ARG) está no ataque e é agarrado pelos braços por um chileno aos 43m do 2o tempo. O árbitro colombiano Wilmar Roldán, que estava bem no jogo, não marcou. Não me pareceu encoberto nem mal posicionado. Azar? Não importa se sorte ou azar, importa que ERROU O ÁRBITRO nesse lance. Aos 47m, Higuaín perdeu um gol incrível, na cara do gol. ERROU O JOGADOR. E fica a dúvida: qual erro foi mais relevante? (a análise desses lances pode ser acessada também no Pergunte ao Árbitro, em: http://wp.me/p55Mu0-t4, ou na coluna de sábado do Bom Dia / Diário de SP, em: http://is.gd/OkoJ7s).

A arbitragem mundial passa por um momento crítico, indiscutivelmente. Algo deve ser feito!
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– O tranco de Neto Berola em Mamute e o de Reinaldo em Gerson. Pênalti não marcado no Morumbi…

Leandro Vuaden e Felipe Nunes, árbitros de respectivamente São Paulo 0x0 Fluminense e Santos 1×3 Grêmio, não usaram o mesmo critério nas suas avaliações de disputa de bola.

1- No Morumbi, Reinaldo vai dar um tranco (o tranco legal é ombro a ombro), ele estende o braço direito e desequilibra Gerson.

2- Na Vila Belmiro, Neto Berola faz exatamente a mesma coisa em seu adversário Mamute, mas nas costas do gremista.

No primeiro relato, o árbitro mandou seguir. No segundo, foi marcada a falta. Olha aí a prova da falta de critério no Brasileirão…

Quem errou, nesse tipo de lance, foi Vuaden. Foi pênalti do jogador do Tricolor Paulista no atacante do Tricolor Carioca. E nele, fica a observação: lado cego para o juizão visualizar, fácil para quem estivesse atrás do gol, ruim para quem corre em diagonal!

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– Quais serão as sedes do Brasil nas Eliminatórias da Copa do Mundo?

Não vi o documento, mas ouço que a Conmebol já comunicou aos países que participarão das Eliminatórias da Copa do Mundo, que DEVERÃO ESCOLHER APENAS DUAS CIDADES SEDES PARA AS PARTIDAS.

E agora, políticos da CBF?

Pela lógica, Rio de Janeiro e São Paulo seriam escolhidas pela importância futebolística e econômica. Mas serão?

No Rio de Janeiro, é “batata” que seria o Maracanã. E em São Paulo, em qual estádio? A Arena Corinthians ou a Arena do Palmeiras? Ou ainda o Morumbi?

O Nordeste, onde a torcida aplaude bastante, seria uma opção em detrimento da “torcida exigente” paulista?

Mas gaúchos e mineiros, com seus belos estádios ficarão de fora?

E o lobby a ser feito por Brasília pelos políticos de lá, a fim que se tenha utilidade o bilionário e ocioso Estádio Nacional Mané Guarrincha?

Façam suas apostas…
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– Jogos Regionais 2015 Jundiaí: o que vale é competir!

Os Jogos Regionais que estão acontecendo em Jundiaí são competições oportunas para levar nossas crianças a conhecerem as diversas modalidades esportivas, evitando a monocultura futebolística que impera no Brasil.

Eles incitam à confraternização entre as delegações, a festa das torcidas e, principalmente, o Espírito Esportivo!

No Handebol, Jundiaí venceu Mairinque por 73×0. Parece vexatório, mas o que vale é competir! Se vitória/derrota fácil ou apertada, não importa. Vale apenas a disputa sadia e honesta.
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– Final da Copa América, Argentina 0x0 Chile: qual erro foi mais determinante?

Neste sábado tivemos o desfecho da Copa América. O Chile estava melhor taticamente; já a Argentina tinha mais talento individualmente. E se Sampaolli fosse treinador da Argentina? O que teria acontecido?

Me chamou a atenção os dois erros no final da partida: um do árbitro Wilmar Roldán e outro do atacante Higuain.

Para mim, pênalti aos 43m do 2o tempo cometido em Rojo, e Roldan, que estava encoberto, não viu. Se tivéssemos os AAA (adicionais da linha de meta), quem sabe a história seria outra?

Entretanto, aos 47m, Higuain recebe a bola açucarada e sozinho desperdiça o gol, a sua frente. Lance incrível, a “bola do jogo”.

E qual erro foi mais relevante e decisivo: o erro do árbitro ou o do jogador?

Considere: se não existisse o 1o erro, provavelmente não teríamos o 2o. Mas quem garante que o pênalti, se marcado, seria convertido em gol?

Vale refletir...

Coisa rara: Blatter não estava em Santiago. Ele sempre está em jogos importantes. Por quê será que não foi, não?

Parabéns ao Chile.

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– Salários dos Treinadores de Futebol no Brasil

Ao saber dos atuais valores que os técnicos de futebol recebem no Brasil, fico perguntando: são soldos justos?

Se considerarmos a responsabilidade em dirigir times importantes e supostos craques, talvez seja um rendimento condizente. Mas se imaginarmos os resultados pífios de muitos, talvez não.

Claro, salário é algo muito particular e cada um faz a sua oferta de remuneração. Se há quem pague, ok. Entretanto ,é curioso saber que Eduardo Baptista (R$ 180.000,00, no Sport-PE) e Guto Ferreira (R$ 150.000,00, na Ponte Preta-SP) são os melhores custo-benefícios, comparando a colocação de suas equipes na tabela do Brasileirão. Luxemburgo, a R$ 300.000,00 no Cruzeiro já teve dias melhores. E não é muito pagar R$ 250.000,00 a Cristóvão Borges no Flamengo?

Enfim, é interessante perceber que Marcelo Oliveira recebe R$ 450.000,00 no Palmeiras (o maior salário de um treinador no Brasil), Tite R$ 400.000,00 no Corinthians, Osório R$ 250.000,00 no São Paulo e Marcelo Fernandes “só” R$ 26.000,00 no Santos.

Me recordo de uma frase do Eurico Miranda, presidente do Vasco: “treinador não ganha jogo, mas ajuda a perder”.

Será?

Abaixo, a relação completa:

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– Torcida, ironizar, pode. Mas “zoeira” oficial?

No mundo do futebol, o limite ético é muito difícil de se mensurar. Torcedor tirar sarro do rival é normal. Diretorias de clubes entre si, não.

Dias atrás o Corinthians ironizou a vitória contra o Internacional, desafeto desde 2005, com a hastag #poenodvd em seu telão da Arena de Itaquera, em alusão ao DVD colorado com erros de arbitragem pró-Corinthians. Naquela oportunidade, Roberto de Andrade pediu desculpas e em um primeiro momento foi dito que o funcionário houvera sido demitido pelo deselegante gesto. Posteriormente, soube-se que oficialmente foi “apenas punido com suspensão”.

Após o jogo da Ponte Preta, nesta 5a feira, mais uma ironia: #desde77 estampava o luminoso.

Pra quê isso?

Se é de torcedor, se aceita/entende. Mas não é incitar a discórdia, partindo de operador do estádio?

Falta profissionalismo…

O Zé Boca-de-Bagre, amigo do Prof Basile, aqui de Jundiaí, deu a idéia: no jogo da volta, Ponte Preta x Corinthians, coloque no telão campineiro a escalação:

1- Vicentinho

2- Vicentinho

3- Vicentinho… até o atleta no. 11.

Não compactuo com a idéia, mas que é engraçada, é!
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– Firmino e Douglas Costa: Lavagem de dinheiro?

Roberto Firmino e Douglas Costa foram vendidos para Liverpool e Bayern de Munique por valores incrivelmente impensáveis.

Será que tal valorização se deu por alguns jogos fantásticos de ambos que nenhum mortal assistiu?

Se Douglas Costa vale 140 milhões, o quanto não deve valer Messi, Ibraimovich…? O quanto não valeria Ronaldinho Gaúcho no auge, Ronaldo Fenômeno?

Ou perdemos a noção do valor do dinheiro, ou é lavagem financeira.

Em tempo: Negócios como Lucas ao PSG, do lateral Douglas ao Barcelona e tantos outros, fazem-nos crer que máfias atuam no futebol…

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– CBF: Só receber e nunca dar!

A série D do Brasileirão é sabiamente deficitária aos clubes, certo?

Correto. Mas o detalhe é que o canal Esporte Interativo, agora de propriedade do grupo americano Time Warner, comprou os direitos de transmissão da 4a divisão brasileira.

Tudo ótimo, se não fosse um só detalhe: os clubes não receberão um centavo sequer, pois a CBF anunciou (segundo Fábio Suzuki, pg 3, Jornal Lance, coluna De Prima, edição 03/07) que não rateará a verba com os clubes que disputam a competição pois o dinheiro seria muito pouco, já que existem muitos clubes nesta divisão.

Então é melhor a CBF ficar com a grana toda, certo?
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– Copa América: destaque do apito e dos camisas 10

Para Chile x Argentina, sábado, final da Copa América, apitará o colombiano Wilmar Roldán.

Ótimo árbitro, chamado de “Castrilli da Colômbia” (ele é fã declarado do ex-árbitro argentino, em que pese tal fato seja pejorativo no Brasil). Mas quando vem apitar jogos da Libertadores da América em nosso país, curiosamente, sempre há um “porém” em suas atuações. Não sei o que acontece…

Mas com a bola rolando, penso que será um jogão (que a Rede Globo, dona dos direitos de transmissão, abriu mão de nos trazer. O jeito é a TV a cabo…).

Ouço falar no duelo entre Messi x Valdívia. Parem com isso…

Aliás, se o chileno jogasse sempre da forma que atua nessa Copa América, seria destacadamente um dos grandes craques do mundo. Pena que não é assim que ele se comporta regularmente.
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– Você escalaria o Vicentinho na Ponte Preta novamente?

No 1o dos mata-matas da fase decisiva do Paulistão, a Ponte Preta foi eliminada pelo Corinthians com um erro grave do bandeira Vicente Romano Neto. A análise da arbitragem daquela partida pode ser acessada aqui: http://wp.me/p55Mu0-oT .

Eis que, após o mesmo Corinthians x Ponte Preta da 5a feira pelo Brasileirão, no domingo à noite, na Arena Pantanal, a CBF escalou Vicente Romano Neto para Ponte Preta x Palmeiras!

Ora, cadê o bom senso de quem escala? E bandeira não é sorteio, é indicação.

Será que se o jogo fosse no Estádio Moisés Lucarelli, estaria lá o amigo Vicentinho como bandeira 1?

Não gostei disso. Era evitável! Parece que a Comissão de Árbitros gosta de uma polêmica…
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– Esclarecimento sobre Comentário Inverídico

Amigos me ligaram sobre uma colocação negativa a meu respeito em um comentário anônimo no Blog do Beduíno, de César Tayar. A postagem foi feita a respeito do Paulista FC, e um indeterminado sujeito, que não se identifica, faz críticas a mim. Outro, aos amigos Adilson e Heitor Freddo, da Rádio Difusora.

Ora, o Blog do Beduíno tem sua linha crítica, aceitável e respeitável em um país democrático, onde ele denuncia mazelas e outras coisas que concordo e discordo. Nada que o desabone.

Ao ler o comentário anônimo (vide nas imagens abaixo), percebi que era simplesmente de um cidadão desinformado que ironizou e mentiu sobre uma entrevista que dei. Sendo assim, esclareço àqueles que me “cobraram” de uma resposta.

Em tempo: o Cesar Tayar não é responsável pelos comentários, mas sim quem os escreveu. Reproduzo nosso bate-papo para que tudo seja bem esclarecido.

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“Prezado Cesar,

Respeito seu trabalho, o aplaudo em algumas postagens e faço minhas ressalvas em outras. Mas acho desagradável que pessoas desinformadas publiquem anonimamente, sem moderação de comentário, atacando outras que são citadas. 

Um anônimo me citou como “tal ex-árbitro”. Fui árbitro de futebol orgulhosamente representando Jundiaí por 16 anos na FPF e nada fiz que desabonasse meu nome ou a cidade. 

Disse ele que “manda mensagens para rádios”. Onde está o crime em ter me tornado amigo de vários profissionais da grande imprensa de SP? Converso pelas redes sociais, por e-mails e por telefone semanalmente com vários profissionais, colegas e amigos que fiz, tenho seus números particulares de celular. E daí?

Até aí, paciência. Mas me pesa ler publicado que eu houvera dito que “nobres assumiriam o time”. O anônimo deve ser surdo ou usa de má fé, já que ele se refere a uma entrevista que dei à Rádio Jovem Pan no Programa Esporte Em Discussão (ao qual já participei diversas vezes e estive como convidado a debater no estúdio por duas outras oportunidades), falando sobre a situação do Paulista – caótica, difícil e de futuro nebuloso. O assunto nem era o time, era arbitragem! Mas como sou jundiaiense, o assunto foi abordado. 

Nela, eu disse sobre a existência de pessoas de boa vontade tentando a permanência do time em atividade para que não se fechasse as portas, e citei a pindaíba e o difícil panorama dos clubes do Interior – nunca falei de “nobres”, de mecenas e nem de messias! Nunca defendi o poder público nisso. Nunca defendi empresários ou aproveitadores também. Nunca defendi a entrada de políticos no futebol também. 

Portanto, esclarecido o caso e CORRIGIDA a má informação de quem comentou mas se escondeu como anônimo. 

Atenciosamente, agradeço a réplica, parabenizo o seu blog e deixo a humilde sugestão de que ocorra a identificação de quem cita pessoas de bem por equívoco ou por má fé. Também tenho blog e, quando há uma acusação ou uma citação, só libero a postagem com nome, e-mail válido e número do IP, evitando ataques com interesses particulares ou desabonos injustos. 

Rafael Porcari

rafaelporcari@terra.com.br

RESPOSTA: “Caro amigo Rafael, apenas justificando uma colocação sua. Este blog permite publicações anônimas porque se as pessoas que fazem críticas pertinentes neste espaço se identificarem elas serão perseguidas de maneira implacável por esta política imunda que tomou conta da cidade há 30 anos. Publicarmos comentários anônimos é apenas no intuito de preservarmos os internautas de perseguições por parte dos sabujos que frequentam os corredores da política local. Apenas isso.”
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– Argentina 6 x 1 Paraguai. E o temor de Martino sobre a Arbitragem?

Antes da partida, o treinador Tata Martino disse temer Sandro Meira Ricci como árbitro para o jogo da semifinal entre Argentina x Paraguai.

Bobagem. Time bom não deve se preocupar com isso. E quando é muito bom, a arbitragem passa batida. Prova disso foi o 6×1.

Messi não fez gol, mas deu show. A imagem dele após driblar adversários paraguaios que caem como trapalhões diz tudo.

Não existe futurologia, mas penso que o time de Martino está jogando mais do que o de Sabella, e se enfrentasse a Alemanha hoje numa revanche da final da Copa de 2014, os Hermanos se sagrariam vencedores (com Tevez, artilheiro do Campeonato Italiano, dando-se o luxo de ser reserva).

Digo mais: fomos poupados de um vexame maior (obrigado, “virose…”). O Paraguai, que nos eliminou, perdeu de 6. Pela lógica (se é que ela existe no futebol), perderíamos de um placar mais elevado.

Por fim, mesmo não entrando em campo, somos vítimas de gozação: e os dizeres irônicos sobre a Seleção Brasileira, em cartazes no estádio de Conception? Vide abaixo:

Em tempo – Só apagaremos essa mácula quando vencermos em Berlim a Alemanha em uma semifinal de Copa do Mundo por 6 gols de diferença. Isso é fato!
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– Wagner Ribeiro em defesa da Imoralidade

O polêmico empresário de diversas estrelas do futebol brasileiro, Wagner Ribeiro, “causou” no programa Bate Bola 3a edição da ESPN. Ele admitiu artimanhas dentro da lei para mascarar o valor da venda de Neymar ao Barcelona e pagar menos ao sócio DIS. Até aí, nada foge da legalidade, mas mostra demonstração de esperteza e malandragem. O problema foi a defesa da corrupção no futebol. Quanto aos esquemas da CBF, ao ser questionado, disse:

Você tem a Nike, e a CBF quer a Nike, tenho uma comissão de 20%, mas o presidente da CBF quer um pedaço desses 20%, você faria? Eu faria. Pode ser amoral, mas eu seria hipócrita de dizer que não faria“,

Que retrato de credibilidade esses senhores passam, não?
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– Paulista de Jundiaí: quem vive o Galo e quem especula fatos!

Na semana passada, uma polêmica desnecessária criada por via indireta pelo jornalista Milton Neves. Na abertura de uma das jornadas esportivas da Rádio Bandeirantes, Milton acreditou na bravata do presidente bugrino Horley Senna, que declarou estar fechando o Guarani FC no último dia 27. Não fechou, e o time campineiro ainda venceu a Tombense fora de casa pela série C. A reboque, divulgou a “notícia-lamento” de que o “Paulista de Jundiaí, Paulista Campeão da Copa do Brasil de Vágner Mancini, centenário time da Terra da Uva” estava fechando a porta pois os investidores não aguentavam mais colocar dinheiro na equipe da rica cidade que não ajuda.

De onde ele tirou tal fato?

Claro, torcedores do Galo da Serra do Japi se revoltaram, e depois de críticas nas redes sociais do próprio Milton, ele se manifestou dizendo que “o Paulista poderia sim fechar” e citou uma matéria do Jornal Jundiaí Notícias.

Ora, “poder fechar” é diferente de “vai fechar”. E aí a gente percebe o sensacionalismo barato versus o bom jornalismo.

O “Jundiaí Notícias” nada fez de errado: entrevistou o Pitico, Luiz Roberto Raimundo, um dos vice-presidentes do Paulista, que fez um fiel e transparente relato da pindaíba que o clube se encontrava e as dificuldades atuais que o time tem.

Aí veio o site Futebol Interior (que tem sido acusado de cobrar dinheiro de treinadores e clubes para falar bem) com uma matéria apocalíptica do Galo. Antes de qualquer manifestação de protesto, o jornalista Heitor Freddo escreveu sabiamente as correções e verdades sobre algumas bobagens escritas pelo FI (visite o blog do Heitor Freddo e esse ótimo texto em: http://heitorfreddo.wordpress.com/2015/06/26/bomba-paulista-de-jundiai-esta-vivo/).

Enfim: mesmo capengando, o Paulista luta, vive e sobrevive. E não é fácil um time de 106 anos se manter! A própria riqueza de Jundiaí e suas indústrias fortes não colaboram. Sim, você NÃO leu errado: Jundiaí possui outros lazeres, parques, shoppings, cidades vizinhas, recantos de veraneios e atrações diversas que tiram público do estádio Jayme Cintra. A falta de uma equipe competitiva idem, já que no Brasil, quando o time está bem, a torcida vai; quando agoniza, o torcedor foge.

Sem bom time, pouco valeu reduzir o preço do ingresso, promover a entrada grátis de mulheres e crianças ou ainda a realização de preliminares com as equipes sub 11 e sub 13. É um caminho, mas muito pouco!

Dificilmente, nos dias atuais, haverá investidores para equipes que disputam torneios de 3 meses como o Paulistão. A série D (na qual o Paulista não está) também é de pouca duração. A Copa Paulista, promovida pela FPF, não é atrativa e composta de apenas 19 equipes, que jogam a competição com times de reservas, juniores ou de empresários que as arrendam.

Mais do que tudo isso: o produto “futebol” tem sido ruim de se vender no Brasil! A CBF está desacreditada e envolta nos escândalos de corrupção; a Seleção Brasileira decepciona; os grandes times de futebol do Brasil perdem mercado para os estrangeiros – é só observar o sem-número de crianças com camisas do Barcelona, Chelsea, PSG…

Como nem toda torcida do planeta Terra tem a “sorte” de um bilionário tailandês comprá-lo (como o Milan, vendido a Bee Taechaubol), ou por endinheirados árabes do petróleo (como o Manchester City ou o PSG), ou ainda por mafiosos russos (como o Chelsea de Abramovich), a torcida do Paulista (que no estádio e nas redes sociais são quase sempre os mesmos apaixonados e abnegados que lutam pela sua sobrevivência) espera ansiosamente que a comunidade jundiaiense abrace o time. O projeto “Novo Paulista” tem feito isso, com muita dedicação e esforço, buscando destacar a identidade do time com a cidade, instigando as forças vivas de Jundiaí a ajudarem na reconstrução do time.

Dará certo?

Tomara que sim, e se não der, reforço o temor do Pitico, relatado no Jundiaí Notícias: “será a hora de passar o cadeado”, como ele mesmo disse! Embora, sejamos justos: o trabalho tem sido forte e a esperança não morre: vejam a ótima matéria do Estadão (“A Penúria do Futebol do Interior de São Paulo”), onde o Diretor de Marketing do Paulista, Jurandir Segli Jr, mostrou que com trabalho e criatividade pode se ter uma luz!

Que os clubes do interior consigam reverter a triste situação em que se encontram!
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– Juan Carlos Osório e Marcelo Oliveira: as duas linhas de trabalho

Não me esqueço: às vésperas do Choque-Rei dos estreantes Marcelo Oliveira e Juan Carlos Osorio, ouvi o pronunciamento de ambos sobre como “montar a equipe”. Basicamente:

Oliveira: disse que procura treinar sua equipe enfocando os pontos fortes do seu time.

Osório: disse que monta sua equipe observando pontos fortes e fracos do adversário.

Duas linhas aceitáveis na discussão! Mas na prática, domingo, deu Verdão sobre o Tricolor.

Me recordo que, quando treinador do Vitória-BA, ao ser vice-campeão brasileiro na década de 90, Mário Sérgio Pontes de Paiva declarou que era burrice ter 11 jogadores permanentes, já que havia tantos adversários de características diferentes.

Quem está com a razão na metodologia de treino da sua equipe?
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– Corinthians x Figueirense: Faixa com crítica à beira do Campo pode?

Já faz algum tempo que a FIFA se pronunciou sobre manifestações e protestos em jogos de futebol. E, sucintamente, a entidade proibiu críticas a organizadores de torneios, árbitros, jogadores e dirigentes; também não quer manifestações religiosas, apologia ou louvação política, sejam elas em faixas de torcedores, bandeiras, camisas embaixo do uniforme de jogadores (no uniforme propriamente dito sempre foi proibido) e em qualquer periferia do gramado.

Na prática, se o jogador comemorar um gol levantando a camisa e por debaixo dela existir a frase “Jesus é o Senhor” ou “Alá é grande”, o árbitro deverá relatar e o atleta será julgado (sem a aplicação de cartões). Se antes do jogo o árbitro observar que existe uma bandeira com os dizeres: “Obrigado, Deputado Fulano, pela reforma do Vestiário”, esta deverá ser retirada e o jogo não poderá ser iniciado (e, claro, o fato relatado). Se houver coro racista de torcedores, o jogo deve ser paralisado até que este termine. Se o placar eletrônico estampar: “Fora Del Nero”, idem. E, logicamente, uma faixa como: “Amarilla – vergonha do futebol”, não fugirá à Regra.

O procedimento da equipe da arbitragem foi correto devido a regra no último sábado, ao constatar a manifestação durante o jogo entre Corinthians x Figueirense. Se é antidemocrático, aí é outra história. Mas escrevo isso para dizer que achei fantástico o depoimento do treinador Tite depois do jogo sobre tal faixa:

Eu conheço as regras, e se não pode, que se retire a faixa e o torcedor. Mas aqui, no vestiário, o Adenor pode dizer: ‘Amarilla, vergonha do futebol.”.

Quem é “de bem” no futebol, aplaudiu. E fica o registro: Carlos Amarilla apitava quase todos os jogos da Seleção Brasileira, um brasiguaio de vida e coração! O que me chama a atenção é que, apesar do “Caso Grondona”, revelado na última semana, Marin e Marco Polo nada fizeram em defesa do Corinthians, justo à época em que Andrés Sanches estava brigado com a entidade…

Em tempo: o Alarcon, “chefe-mor” dos árbitros da Conmebol, continua forte em Assunção…
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– Ricci apitará Argentina x Paraguai. E a barrigada da punição?

A normalidade voltou com a escalação de Sandro Meira Ricci para a semifinal entre argentinos e paraguaios pela Copa América. Explico:

Depois da atuação criticada por muitos no jogo entre Uruguai 0 x 1 Chile (vide nossa análise no site do Bom Dia / Diário de São Paulo, em: http://is.gd/CHIxURU), alguns sites e blogs passaram a dizer que Sandro estava suspenso.

Confesso que não li nada oficial da Conmebol a este respeito, e como as fontes às quais confio nada me disseram, fiquei com a pulga atrás da orelha. Surgiu a informação, posteriormente, de que os árbitros que estavam escalados para as quartas-de-final não iriam para as semi-finais e final.

Aqui duas considerações:

1- Outras má atuações de árbitros aconteceram e a Conmebol não suspendeu ninguém. Por quê o Sandro seria o único?

2- Ora, se a geografia da Conmebol tem poucos países, quem sobraria para esses jogos tão difíceis? O mexicano da Concacaf e algum nome do Suriname?

Dessa forma, a normalidade (ou seja, a escala de árbitros experientes) voltou. Apenas lamento que Ricci apitará pressionado o próximo jogo, já que Sérgio Correa da Silva, presidente da Comissão de Árbitros da CBF, deu uma entrevista alegando que o árbitro brasileiro estava passando por problemas pessoais, e revelou que sua filha de 15 anos, que faz intercâmbio na Nova Zelândia, estaria doente e internada por lá, sozinha.

No Brasil, diz-se à boca pequena que Sandro e Sérgio não se dão; e que Ricci é muito forte politicamente e dessa forma Sérgio tem que engoli-lo. Se é verdade, não sei, pois não gosto de politicagem e prefiro sempre a meritocracia. Mas seria “fogo-amigo”?

Sandro, quando aspirante à FIFA e quando recém promovido, foi disparado o melhor árbitro do Brasil. Às vésperas da Copa caiu de produção, voltando ao bom rendimento e com grandes atuações no Mundial. No pós-Copa, foi péssimo e a má fase está durando mais do que o devido.

Boa sorte ao trio brasileiro no importante jogo que trabalhará!
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– Cada esquadrão… E hoje…

É covardia: assisto neste domingo de manhã, pela ESPN, Milton Leite narrando um VT antigo pela Liga dos Campeões da Europa: Manchester United x Real Madrid.

Em campo estão Veron, Figo, Van Nistelrooy, Zidane, Roberto Carlos, Ronaldo… Beckham está no banco! O jogo é arbitrado pelo Pierluigi Colina. Aos 5m do 2o tempo, MUnit 1×2 MAD com 2 gols (golaços) do Fenômeno.

Que coisa, como esses caras jogavam bola… E hoje, o TOP do futebol brasileiro (que é a Seleção) é formado por Everton Ribeiro e Douglas Costa…
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– O Pênalti infantil de Thiago Silva (De Novo) e o Vexame da Seleção Brasileira (De Novo Também).

Outra eliminação. Outro jogo feio. Outra vergonha. Outro pênalti bobo…

Thiago Silva já havia na Champions League (Chelsea x PSG) pulado com o adversário para disputar uma bola que vinha pelo alto e a tocado com a mão, intencionalmente. É o lance de movimento antinatural, de pular com o braço erguido. Não é a chamada imprudência (pois não se marca mão na bola por imprudência) mas sim de intencionalidade subjetiva. Hoje, isso é pênalti.

Na Copa América, jogando contra o Paraguai, o zagueiro da Seleção Brasileira repetiu o mesmo erro, ocasionando o pênalti que gerou o empate para o adversário, levando para a disputa de tiros penais, eliminando o Brasil. Pior de tudo é, após o jogo, dizer que “não se lembrava do lance mas o lance é diferente”, alegando “estar confuso”.

A Seleção jogou como time pequeno, cobrou pessimamente os pênaltis e é novamente eliminada em uma competição. Virará rotina?

Já falamos das mudanças necessárias em outra oportunidade, como a safra fraca de jogadores, das viciadas negociatas das categorias de base, dos treinadores acomodados (4 argentinos treinam as 4 seleções semifinalistas da Copa América) e dos dirigentes corruptos. 

A culpa é desse conjunto de fatores. E como mudar?

O choque de gestão começa com grandes, radicais e boas atitudes do presidente da CBF. Mas Marco Polo Del Nero, o CEO esportivo que temos, as fará?

Curiosamente, se ele sair do país pode ser preso por corrupção. Os seus vices são tão malquistos, questionáveis e suspeitos quanto o próprio titular. 

E aí, como resolver o problema da péssima qualidade do futebol brasileiro, dentro e fora de campo?

Sinceramente, penso que só voltaremos a ganhar títulos a longuíssimo prazo…
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– Análise da Arbitragem de Chile 1×0 Uruguai. Como foi Sandro Meira Ricci? Você também puniria Jara pelas imagens?

Jogo chato para o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci na 4a de final da Copa América, entre Chile 1×0 Uruguai.

A partida estava, na medida do possível, fluindo a contento. Porém, senti que em determinados momentos Ricci abriu mão de advertências verbais mais duras e se omitiu, querendo resolver com cartões amarelos, perdendo o controle do jogo por falta de vibração. Mostrar cara feia e se impor, muitas vezes, ajuda na condução da partida.

Aos 17m do 2o tempo, eis que Cavani é expulso pelo 2o amarelo e aí o jogo desanda. Explico, e o faço cuidadosamente pela situação inusitada: Jara (CHI) se aproxima da Cavani (URU), coloca a mão no bumbum, e com o dedo obscenamente o cutuca. Ato reflexo, o uruguaio desfere um tapa no chileno, que não o atinge em cheio. Jara, porém, simula ter sentido uma forte agressão e cai.

O que você faria como árbitro?

Ricci está de frente para ambos, e não tem condição de observar a provocação física do jogador do Chile, já que ela acontece totalmente por trás e fora do campo de visão. Ele só vê a reação do atleta do Uruguai. Apesar da valorização da queda de Jara, dar ou tentar dar um tapa, atingindo ou não um adversário, é para Cartão Vermelho Direto (independente de ter sofrido a tal maldosa provocação).

Pelas claras imagens, Jara foi punido pelo tribunal da Conmebol. Mas e a pena de Cavani (que deverá ser cumprida nas Eliminatórias da Copa do Mundo) será aliviada?

No final da partida, Fucille atinge Sanches com uma tesoura violenta. É lance para Vermelho Direto. Sandro resolve dar Amarelo (era o 2o) e consequentemente a expulsão. Creio que se ele chega veemente no lance com o Vermelho na mão, o bate-boca seria menor. E fica o registro: Emerson de Carvalho, em frente a jogada, prontamente marcou a falta e foi empurrado por uruguaios. Aumentará a punição por isso?

Enfim: faltou “braveza” para Sandro Meira Ricci. A fase ruim está demorando a passar…

Será que se Dulcídio fosse apitar um jogo desse, a história seria outra?

O lance de Cavani está nesse vídeo,

Em: http://www.youtube.com/watch?v=cLi77IRY8Zc

– Como definir Árbitro e Time Grande no Futebol?

Vou ser bem direto, parte 1: para mim, pela força econômica atual (apelo midiático, torcida, receitas), histórico de títulos e importância dentro de campo, temos 12 grandes clubes no futebol brasileiro: Os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 mineiros e os 2 gaúchos. Outros importantes clubes (como Bahia e Atlético Paranaense, que já foram campeões brasileiros) formariam um 2o grupo de importância (pela historicidade e periocidade na disputa da série A1).

Vou ser bem direto, parte 2: para mim, por trabalharem em grandes clássicos Brasil afora, temos alguns grandes árbitros no quadro brasileiro de arbitragem (Marcelo de Lima Henrique, Luiz Flávio de Oliveira, Sandro Meira Ricci, Leandro Pedro Vuaden, Heber Roberto Lopez).

Claro, são “grandes” pelos fatores mencionados acima. Mas, logicamente, tanto árbitros quanto times vivem bons e maus momentos. As “fases”, duradouras ou curtas.

Entretanto, como criar critérios para rotulá-los? A unanimidade não existe, e vale um bom e respeitoso debate.

O Nuremberg é um dos maiores vencedores do Campeonato Alemão de todos os tempos, mas seus títulos pararam na década de 60. Ele é um “grande”? O Nottingham Forest, da Inglaterra, foi bicampeão da UEFA Champions League! E hoje…

Diante disso, me chamou a atenção a “discussão” de um só, protagonizada por Carlos Ceretto, do Sportv. Ocorre que, no Fox Sports Rádio (da Fox Sports), o jornalista Fábio Sormani, em debate com seu colega Flávio Gomes, disse que (segundo relata o UOL, em: http://is.gd/2GEhS6):

O Corinthians era grande na arquibancada, mas não era em campo. A partir da década de 90, passou a ser. O Atlético-MG passou a ser grande quando conquistou, no campo, a Libertadores. Eram gigantes [Timão e Galo] na arquibancada, mas não eram no campo (…) O Santos não é um time grande na arquibancada. O que é ser um time grande? Há duas definições importantes, a meu ver: porque tem grande torcida, inquestionável; e também é grande se tem conquistas’.

Discordando, Carlos Ceretto tuitou as 3 seguintes mensagens:

“Um comentarista que diz que um gigante como o Corinthians só se transformou em time grande depois de 90 ou é palhaço ou não sabe de futebol” / “O que faz a grandeza de um time não são títulos, mas a sua história, aquilo que representa e a relevância de sua torcida” / “O problema é que infelizmente a imprensa esportiva passa por um momento ruim. A média é péssima e contribui para fanfarronices”.

E aí?

Indelicadeza, destempero ou simplesmente “pimenta” de um concorrente na Guerra da Audiência?

A situação é simples: se há discordância, emita a opinião contrária respeitosamente. Aqui me pareceu que houve uma grande infelicidade de Ceretto.
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– A troca de Ronaldinho Gaúcho por Messi e por Robinho

Momentos diferentes, situações idênticas ou não?

Quando estava no auge e era premiado como melhor do mundo, Ronaldinho Gaúcho foi indiscutível no Barcelona. Fez a torcida do arquirrival Real Madrid o aplaudir de pé em pleno Santiago Bernabeu. Porém, aos poucos, o Barça preparou Messi para substitui-lo como craque do time.

Agora, Ronaldinho Gaúcho sai do mexicano Querétaro, clube que prepara (especula-se) a chegada de Robinho como atração para, assim como o Barcelona fez, substituir o craque.

Vale a pena refletir duas situações:

1- Ronaldinho Gaúcho, se mantivesse o ritmo e o profissionalismo, não teria “postergado” o reinado de Lionel Messi? Creio que o brasileiro poderia ter vencido a bola de ouro ainda mais vezes. Plasticamente (repito, no auge), o futebol do R10 (para mim) era mais vistoso e prazeroso de se assistir do que o do argentino. Hoje, atuando de maneira varzeana, curtindo a noite e as baladas, não rende o que poderia (embora, sejamos justos: ainda joga mais do que muitos outros atletas jovens no Brasil).

2 – Robinho ousou dizer que sonhava ser o melhor do mundo. A pressão foi grande, as trombadas da vida também e a expectativa frustrou. Mas claro que se destacou! No Santos (quando atua), vem sendo, ao lado de Ricardo Oliveira um dos destaques do time. Poderá ir ao México, substituir Ronaldinho Gaúcho. A pergunta é: “pedalará” como em 2002, ou será apenas mais um jogador no elenco?

Ronaldinho e Robinho ganharam muito dinheiro, isso é fato. Mas se tivessem orientação socio-profisisonal melhor, não poderiam ter ido ainda mais longe do que foram?

A diferença desses atletas com imortais vencedores é o desejo de sempre vencer e estar em alto nível. Talvez os prazeres da noite tenham tirado o foco de suas carreiras em determinado momento…

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– Flamenguistas por amor a Léo Moura?

Leonardo Moura, lateral do Flamengo, foi aos EUA e não gostou do seu novo time, o Fort Lauderdale. Querendo voltar, se ofereceu ao Vasco da Gama e apalavrou o contrato.

Nos dias atuais, infelizmente, se não assinou, a palavra nada vale! Eis que Léo Moura, de última hora, acertou com o Coritiba pois se sentiu pressionado com a repercussão nas redes sociais pelos torcedores flamenguistas.

Duas constatações:

1- Torcida tem tanta força assim? Se o cara se sente pressionado pelo Twitter e Facebook, o que acontecerá dentro de campo com o grito das arquibancadas?

2- Se houvesse manifestação contrária dos torcedores por ser Zico, Leandro, Júnior… Mas, respeitosamente, Léo Moura? O cara é profissional, joga onde o mercado de trabalho permitir. E se gostasse tanto assim do Flamengo, não se ofereceria ao Time da Colina.

Coisas do futebol brasileiro. Sinal dos tempos…

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