– A sugestão dos pênaltis antes dos jogos não evoluiu?

Uma idéia surgida há 4 anos que não pode ficar sem um desfecho (positivo ou negativo), e que veio de um vitorioso no futebol – de Sir Alex Fergunson, ex-treinador por décadas do Manchester United e que hoje faz parte de um grupo de notáveis que buscam o desenvolvimento do futebol pela UEFA.

Foi dele a proposta que ganhou simpatia de muitos na Europa: em jogos eliminatórios, realizar a decisão de tiros penais ANTES das partidas.

E por vários motivos:

1- Uma equipe pequena que estivesse empatando em 0 x 0 até o final da partida contra um grande, caso soubesse que a vitória seria do adversário nas decisões penais, sairia mais para o jogo.

2- Não teríamos o vilão das cobranças, ou seja, aquele jogador que perde o último chute e fica marcado, já que sua equipe teria a possibilidade de buscar a vitória dentro de campo.

3- Mesmo se um time vencesse fácil a partida e os tiros penais se tornassem desnecessários, haveria essa certa dose de emoção antes das partidas.

É claro que surgiram críticas: cansaço emocional e físico desnecessário antes dos jogos e, caso uma equipe mais fraca vença nos pênaltis, total retranca durante os 90 minutos.

E você, o que acha dessa idéia?

Deixe seu comentário:

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– Quem foi revelado no apito do Brasileirão 2018?

Eu não gostaria de estar escrevendo esta postagem, mas se faz necessária tal reflexão: enquanto os meios esportivos estão fazendo a “Seleção do Campeonato Brasileiro“, fico pensando sobre os melhores árbitros do ano!

Quem se destacou?

Difícil dizer. Todo mundo errou significativamente; alguns mais, outros menos, mas todos erraram.

A maior preocupação não é essa, mas sim: quem foi REVELADO! E assim como na FPF, a gestão do Coronel Marinho não conseguiu “fazer ninguém” na CBF. Nossos 10 FIFA’s estão abaixo (na sua média) da qualidade de tempos atrás. Aliás, talvez, por incrível que possa parecer, a última “leva” competente de árbitros brasileiros na FIFA tenha ocorrido com Armando Marques (que também já critiquei).

Me pesa ver tanto tempo de Sérgio Correa da Silva no comando da arbitragem e o nível ter se estagnado e depois regredido. Idem ao atual comando do ex-chefe da arbitragem da Federação Paulista.

Enfim: qual nome seria “incontestável” em 2018 como revelação?

Como na imagem abaixo, a arbitragem brasileira anda bem “bola murcha”…

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– Só nos EUA que não!

A ÚNICA CERTEZA DA FINAL DA LIBERTADORES É:

Nos EUA, não será. E por motivos lógicos! Se os cartolas da Conmebol entrarem lá, não voltarão mais para o nosso continente.

Provas de picaretagem, o FBI tem de sobra.

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– A Ressurreição de Felipão. Mas e na Ciência do “Achismo”?

Parabéns à Conquista do Palmeiras, que foi o melhor time de futebol do Campeonato Brasileiro 2018. Não há o que discutir quanto a isso (apenas se, caso queria, debater sobre a “beleza” do jogocoisa que os clubes brasileiros se esqueceram há muito tempo… jaz futebol-arte).

Mas aqui faço um mea culpa e uma importunação. Vamos lá:

Eu duvidava da capacidade de Luís Felipe Scolari quando foi contratado. E ressalto o que disse há época: o Felipão de 1994 até 2006, era ótimo! O da atual década, foi treinador no Uzbequistão, teve imensa participação no último rebaixamento do Palmeiras, levou 7×1 em casa na Copa do Mundo de 2014 e culminou com o abandono do banco do Grêmio em uma partida do Campeonato Gaúcho! Tudo mostrava que o campeoníssimo, vitorioso e experiente treinador se tornara um homem ultrapassado e impaciente. E foi embora para a China!

Não é que o “Big Phill“, como a imprensa internacional o chamou em 2002, voltou e foi campeão brasileiro, recuperando o Palmeiras de um possível mico? Mas aqui é inevitável perguntar: com o dinheiro da Crefisa, a estrutura montada pelo Palmeiras, com o competente corpo administrativo e os jogadores renomados, um outro experiente técnico não faria o mesmo, como Luxemburgo, Abel Braga, Tite ou até mesmo Renato Gaúcho?

Trocando em miúdos: o Palmeiras foi campeão GRAÇAS A SCOLARI, ou a percentagem de importância não é tão grande como se apregoa?

Ficaremos no achismo, no outrismo, na curiosidade…

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– Que vergonha, Conmebol!

E o pedido do árbitro Andrés Cunha para que na decisão da Libertadores entre River x Boca os atletas desfrutassem do momento e “se jogasse apenas futebol?Faltou combinar com a torcida, hein?

(Relembre essa postagem com as devidas considerações sobre a importância dessa decisão aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/11/24/atletas-de-river-plate-e-boca-jrs-obedecerao-o-juizao-e-desfrutarao-do-momento-decisivo/)

Ridículo, cafajeste, vergonhoso e constrangedor o que foi visto na Argentina no sábado à tarde e entrando na noite. São seres humanos ou animais quadrúpedes disfarçados de bípedes se passando por gente que protagonizaram uma guerra do hotel dos Ximenes até o Monumental de Nuñes?

Mas sejamos justos: lembremo-nos da preocupação do Presidente Macri para que, nas finais, não desse “uma decisão portenha”, por culpa da segurança em Buenos Aires (que também recebe a reunião de cúpula do G20).

É claro e notório que os “hooligans argentinos” (ou barra-bravas) estavam esperando tal oportunidade para tumultuar, já que houve o episódio de gás pimenta contra o River Plate, anos atrás, e agora veio o contra-golpe. A solução de torcida única não adiantou. O que fazer agora? Jogo sem torcida? Cidade sem população? Estádio sem jogador? Sei lá. O certo é que as empresas de ônibus que transportam os atletas deveriam pensar em veículos blindados.

Uma sacada genial: vamos levar o jogo para a Europa, daqui uma semana? Do ponto de vista do marketing e da segurança, seria ótimo (embora seria também o atestado de incompetência da Conmebol…)! E ainda queremos fazer a Copa de 2030 por aqui! Imagine só…

Por fim, bem direto: o que vimos realmente foi a comprovação de que nosso continente está contaminado pela má-educação, péssima organização de eventos grandiosos, corrupção (ou foi “à toa” que queria-se obrigar os atletas do Boca Juniors a entrar em campo, mesmo com tapa-olho e muleta?), além, claro, da prova cabal de que a Conmebol faliu moralmente.

Se eu fosse algum líder de clube de futebol (infelizmente não temos nenhuma referência como dirigente), aproveitaria o momento, sugeriria que River e Boca boicotassem a final e promoveria o levante contra a Conmebol. É hora de criar uma Liga Sulamericana Profissional! “Com quem” e “como”, seria outro problema, óbvio…

– Craques realmente não gostam de futebol?

Seria apenas um blábláblá para não serem importunados, ou realmente pensam e agem assim?

Ronaldo Nazário e Ronaldinho Fenômeno já declararam publicamente que não conseguem assistir a uma partida inteira de futebol. A primeira impressão é de que, como ex-atletas, estariam “cansados” do esporte que rendeu-lhes o ganha-pão e, portanto, desligam a TV!

Agora é a vez de Carlitos Tevez declarar algo que, sinceramente, acredito:

“Não gosto de assistir futebol. Se tem um canal passando Barcelona x Real, e em outro golfe, fico com o golfe.”

E que conclusão tiramos?

De que eles devem gostar das “peladas com amigos”: aquele jogo descompromissado, com muita alegria e bagunça. Futebol profissional, provavelmente, deve ser maçante como ofício a eles.

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– Atletas de River Plate e Boca Jrs obedecerão o juizão e desfrutarão do momento decisivo?

A mim, surpreendeu que o primeiro jogo da decisão da Libertadores da América não tenha sido um festival de pontapés. O histórico de confusões entre atletas e torcedores levava a crer nisso, e, ao contrário, foi um ótimo jogo de futebol.

Veremos a repetição desse cenário no jogo de volta, neste sábado?

Andrés Cunha, o uruguaio que apitará a final, que por 3 dias está em concentração na cidade de Luque, no Paraguai (sede da Conmebol), mandou um recado aos jogadores através da “TV Conmebol”:

É um orgulho para mim e para toda a equipe estar nessa grande partida. A mensagem é para que os jogadores desfrutem de estar na final. Eles também ganharam essa oportunidade de estar nesta partida decisiva da Libertadores, então que desfrutem, que vivam a final, com respeito. Que ganhe o melhor em campo, e que saibam respeitar aquele que não seja o ganhador.

Três observações:

1- O meu desejo é igual ao do juizão. Mas se a vontade será acatada quando a bola rolar…

2- Um chileno apitou o jogo de ida; um uruguaio apitará o jogo de volta. Uma das partidas entre os dois argentinos em Buenos Aires não poderia ter um árbitro brasileiro? Estamos sem moral alguma, hein? Viva o Coronel Nunes e o seu voto de “rebeldia” (ou de burrice?) para a Copa de 2026, quebrando os acordos firmados com seus pares.

3- Alguém duvida que essa é a maior final da Libertadores de todos os tempos, mítica e misticamente falando? Creio que não há na América do Sul tal rivalidade igual ao  de Boca x River.

O juiz uruguaio Andrés Cunha vai apitar a decisão da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors — Foto: Reprodução de TV

– Pé alto ou gol normal? Sobre o lance do Maracanã entre Flamengo x Grêmio.

Na partida entre Flamengo 2×0 Grêmio, um lance polêmico e muito reclamado: o gol de Uribe. Foi legal ou ilegal?

Convencionou-se chamar de “pé alto” quando o jogador vai disputar a bola levando risco ao adversário por erguer excessivamente a perna. Na verdade, isso é “jogo perigoso” e deve ser marcado tiro livre indireto (a falta em “2 toques”).

E no Maracanã, foi isso o que aconteceu?

NÃO. Foi infração para tiro livre direto e o gol ilegal.

Explico: Uribe ergue a perna e TOCA o rosto do gremista Cortez. Repare que o defensor não pulou ou se abaixou, mas sim o atacante que elevou o pé. Se não há esse toque, é tiro livre indireto e anula-se o gol (por jogo perigoso). Como houve o toque do pé de Uribe em Cortez, é tiro livre direto e anula-se o gol (por infração temerária). De qualquer forma, o gol não deveria ser confirmado.

Errou o árbitro Bráulio da Silva Machado, que estava bem posicionado no lance e confirmou imediata e equivocadamente o gol.

O que será que passou pela cabeça dele? Deu um “branco” em sua mente, errou a interpretação ou precipitou-se em confirmar o gol?

Com VAR, facilmente esse gol seria anulado.

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– Curta a Vida, Arnaldo!

E o Arnaldo Cezar Coelho se despediu das cabines. Teria sido mais difícil do que se despedir dos gramados? Não sei. Mas vai curtir a vida (se é que já não consegue fazer isso com a qualidade que deseja).

É inegável que a regra de futebol é obscura e tem inúmeros detalhes, mas o Arnaldo a popularizou com o bordão “A Regra é Clara. Ele criou esse mito que é mentira. Mas, confesso, é legal! Há os que usam essa pseudo-verdade para os mais diversos memes.

Um profissional do futebol desconhece o conjunto de regras do ofício que exerce. Ou você acha que jogador sabe “de cor e salteado” as 17 Leis dos jogos? Pior: e as observações cabeludas de cada uma delas? Às vezes, nem os árbitros têm segurança de aplicá-las no calor da partida. Imagine explicá-la para milhões de telespectadores em horário nobre. 

Arnaldo, como comentarista, muitas vezes brigava com a imagem e te dava a “oportunidade de bater”; mas em outro lance relatava um comentário qualquer que lhe calava a boca e te impressionava. Aí você é quem levava um “tapa de pelica”. 

Quem vai a Copa do Mundo, já tem mérito. Mesmo se for via política, sorte, competência ou qualquer outra coisa, ninguém vai sem um mínimo de capacidade. E apitar a final de um Mundial? Dispensa qualquer comentário. É o supra-sumo da carreira, onde raríssimos conseguirão e apenas pessoas especiais conseguiram. Além disso, comentar 8 Copas pela Rede Globo, o que dizer?

Eu não gostava de seu estilo apitando (sim, assisti vídeos). Mas sabia apitar quando queria, e fazia com maestria. Por fim, está na história da arbitragem mundial – e na da TV também.

Se eu fosse o Arnaldo, tirava pelo menos um ano sábatico. Eu não posso fazer isso, mas ele pode (e deveria).

Boa aposentadoria, amigo!

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– Brasil x Uruguai com poucos ingressos à venda!

Em meu tempo de infância, dia de amistoso da Seleção Brasileira era de parar as atividades! Grande expectativa e audiência “lá em cima” na TV aberta.

Pois bem: na 6ª feira, para o jogo no Emirates Stadium (como gostam de Londres, não?), somente os setores das cadeiras inferiores terão seus ingressos à venda para Brazil vs Uruguay!

Motivo: a baixa procura pela partida!

Quer dizer que um amistoso tão emblemático, que repete a final do Mundial de 50, com 7 títulos de Copa do Mundo em campo, não atrai justamente os ingleses, apaixonados pelo futebol e que lotam os estádios locais?

Que coisa…

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Foto do Emirates Stadium, a “casa da Seleção Brasileira”.

– Competência Humana versus Competência Tecnológica: o VAR no futebol brasileiro

Assim como não existe e não adianta a competência e/ou capacidade financeira sem a competência administrativa em qualquer organização, isso acontece na mesma proporção no futebol brasileiro com a questão do VAR e os árbitros.

É sabido que a CBF fez uma lambança com a figura do árbitro de vídeo e, cá entre nós, promoveu tudo para não implantá-lo. O que se dizer ao contrário será mentira. Vejamos:

  • Quando disse ter oferecido o projeto pioneiro à FIFA, não era o primeiro modelo oferecido e tampouco o mais oportuno.
  • Levou 3 anos para a primeira experiência off-line, enquanto que outros países já estavam fazendo uso da ferramenta.
  • Marcou diversas datas para a implantação (algumas delas com os campeonatos me vigor – o que não é permitido pelas Regras da FIFA e que todos sabiam, não ocorreria).
  • Após o “todo-poderoso” Eurico Miranda discutir com Marco Polo Del Nero sobre os erros de arbitragem contra o Vasco da Gama, prometeu o uso do VAR em uma semana! Pura conversa fiada…
  • Criou um chamado “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo“, alocando Sérgio Correa da Silva (o ex-chefe da Arbitragem). Sérgio supostamente tinha sido demitido da Comissão de Árbitros por pressão dos clubes e no fim ganhou um cargo “só pra ele”.
  • Resolveu implantar o VAR após uma capacitação questionada na aprazível Águas de Lindóia e tendo realizado dois testes apenas em jogos “pra valer” (ambos na final do Campeonato Pernambucano, com erros e mau uso do árbitro de video nas duas contendas).
  • Jogou nas costas dos clubes a decisão de usar ou não o VAR no Brasileirão de 2018, colocando custos altíssimos a serem arcados pelas próprias agremiações.
  • Escalou um octodeceto de arbitragem (sim, 18 pessoas) para cada uma das finais da Copa do Brasil 2018 (Corinthians x Cruzeiro), com VAR, Assistente de VAR, Apoio de VAR, Supervisor de VAR e outros dispensáveis. Todos viram a pavorosa atuação do árbitro Wagner Magalhães e do VAR Wilton Pereira Sampaio, onde em dois lances fáceis (que nem precisariam do uso do VAR) tomaram-se decisões equivocadas. Aliás, repararam quanto tempo o árbitro ficou na rodinha de jogadores conversando pelo rádio, e o diminuto tempo que ele levou para assistir o lance e mudar sua decisão? É claro que já estava decidido a mudar  a marcação quando foi ao monitor; e tão claro é a “obrigação” que ele tinha de fazer uso da tecnologia após tanto gasto bancando pela CBF para esse confronto. Dezoito caras e não vai se usar o VAR nenhuma vez? Então tá…

Não adianta colocar árbitros desmotivados, sem planejamento REAL de carreira e com a meritocracia deixada de lado para fazer uso do equipamento tecnológico. A culpa não é da eletrônica, é do humano que a opera.

O problema maior é: o gerenciamento do futebol brasileiro! Quem comanda de fato se esconde por trás de um Coronel que estava no Pará e se apoia num futuro presidente amigo; sem contar que quem manda na arbitragem nunca colocou um apito na boca…

Esse é o triste rumo da arbitragem de futebol em nosso país. Como disse em trocadilho o espirituoso Zé “Boca-de-Bagre”, o amigo do Professor Reinaldo Basile, “o árbitro de vídeo da CBF é uma VARgonha…”

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– A CBF quer tumultuar o Majestoso de sábado? Que insensibilidade…

Parece que a CBF procura confusão! Por incompetência da Comissão de Arbitragem, corre o risco de promover mais um final de semana recheado de discussões nas mesas redondas.

Explico: alguns árbitros não conseguem “ter química” com certos times. Outros, sempre se embananam em determinados estádios. Assim, algo que deveria ser evitado é escalar Rodolpho Toski Marques em jogos do Corinthians. Não existe má-intenção nenhuma dele, mas sempre é um “para-raio” na Arena de Itaquera. Assim como Paulo César de Oliveira involuntariamente também era no Parque Antártica (mas nitidamente com mais competência no seu ofício).

Aliás, qual o mérito dele, Toski, que é uma boa pessoa mas azarado no apito, para alcançar o escudo da FIFA? E depois de tanta lambança, é “presenteado” com o sorteio para Corinthians x São Paulo do próximo sábado?

Estou afastado alguns dias da Internet por motivos particulares. Mas fico indignado de, existindo tantos árbitros no quadro nacional, escolher (digo, sortear) justamente quem já provou que precisa “comer mais feijão” para apitar jogos importantes… Olha a lista recente de “caças”do juizão e os jogos que apitou:

1- Os 8 lances em Corinthians 1x 0 Fluminense –https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/09/22/os-8-lances-polemicos-de-corinthians-1×0-fluminense/

2- O pênalti inexistente Corinthians 1 x 0 Internacional –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/11/22/o-penalti-inexistente-em-corinthians-1×0-internacional/

3 – A falta de autoridade em Ponte Preta x São Paulo –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/06/06/autoridade-e-a-falta-de-sobre-lances-da-arbitragem-de-domingo/

4- O pênalti equivocado em Corinthians x Botafogo –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/07/02/o-equivocado-penalti-em-arana-no-corinthians-x-botafogo/

5- Os 3 lances discutíveis em Corinthians 1×1 Cruzeiro –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/10/02/os-3-lances-discutiveis-em-cruzeiro-1×1-corinthians/

6- A imaturidade em Cruzeiro x Santos –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/17/a-falta-de-experiencia-ou-de-competencia-na-arbitragem-brasileira-mostrada-em-cruzeiro-x-santos/

Perguntar não ofende: onde está a Meritocracia nas Escalas? Um Majestoso é sempre um jogo nervoso, pegado, importante. Ainda mais com os dois times tensos como estão nos últimos dias… Insisto: nada contra a idoneidade do árbitro, mas é escala a ser evitada.

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– Atlético Paranaense será punido?

Pelas Orientações da FIFA, as equipes de futebol são proibidas de fazerem manifestações político-partidárias, religiosas, raciais e preconceituosamente sexistas.

Dito isso, a pergunta: ao entrar em campo nesse sábado com uma camisa amarela com o slogan da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (na véspera da Eleição), o Atlético Paranaense será punido?

Ressaltando duas coisas:

1. O zagueiro Paulo André se recusou a fazer tal promoção;

2. O presidente do time, Petraglia, postou em sua página na Rede Social que apoia tal candidato (se é de Direita ou Esquerda, é irrelevante).

O que acontecerá com a equipe do Furacão?

– O VAR da Conmebol teve problemas técnicos em Minas Gerais?

Quer dizer que realmente aconteceu uma dificuldade séria com o recurso do VAR no Mineirão, na partida entre Cruzeiro 1×1 Boca Jrs na Libertadores? A Raposa sabia de um problema, mas nada podia fazer.

Mas o que exatamente ocorreu?

Para a Conmebol, foi um problema na Linha Virtual que aparece no impedimento (algo simples); mas um jornalista da TNT Sports da Argentina garante: foi pane mesmo e o pessoal que fica alocado no container da arbitragem permaneceu sem imagens.

Na quarta-feira, teremos a final da Copa do Brasil lá em MG. Pensou se mesmo com o número exagerado (e estranho) de 18 pessoas escaladas para comandar a arbitragem do jogo, o equipamento “dá pau”?

Uma coisa é fato: somente a Conmebol para implantar um sistema de VAR duvidoso…

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/mg/futebol/libertadores/noticia/cruzeiro-afirma-que-foi-avisado-sobre-problema-em-linha-do-var-antes-de-jogo-com-o-boca-mas-nao-se-opos.ghtml

CRUZEIRO AVISA QUE FOI AVISADO SOBRE PROBLEMA EM LINHA DO ÁRBITRO DE VÍDEO ANTES DO JOGO COPNTRA O BOCA

Jornalista argentino informa que equipamento do árbitro de vídeo não teria funcionado plenamente na partida; fonte na Conmebol reconhece falha pontual e diz que não houve prejuízo geral na captação de imagens

O árbitro de vídeo (VAR) não teria sido utilizado pelo árbitro uruguaio Andres Cunha no jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, no Mineirão, pela partida de volta das quartas de final da Taça Libertadores. A informação revelada pelo jornalista Hernán Castillo, da TNT Sports, da Argentina, é que o equipamento não funcionou. O jogo terminou empatado por 1 a 1, resultado que eliminou o Cruzeiro, causando revolta entre jogadores e dirigentes do clube, principalmente por decisões tomadas em campo pelo uruguaio Andres Cunha.

Procurado pela reportagem, o Cruzeiro admitiu que, antes da partida, a comissão técnica do clube foi chamada pelos responsáveis pelo VAR e comunicada que uma das fases, a da linha de impedimento, não estava funcionando. Segundo Sérgio Nonato, diretor geral do clube, foi passado que a falha não prejudicaria a recepção e a visualização geral das imagens.

Marcone Barbosa, gerente de futebol do Cruzeiro, esclarece que o clube apenas foi comunicado sobre o problema e que, nesse caso, o time mineiro não tem poder de veto ou questionamento sobre o assunto.

Uma fonte da Conmebol admitiu ao GloboEsporte.com que houve uma falha pontual no sistema do VAR, porém em uma ferramenta que auxilia o uso do equipamento, chamada “linha virtual”, usada para ajudar em lances de impedimento, por exemplo.

Essa mesma fonte nega que o VAR não tenha funcionado durante o jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors. Segundo ela, a recepção de imagens das câmeras ocorreu normalmente para a análise das jogadas pelo uruguaio Leodan Gonzalez, árbitro de vídeo da partida.

A Minas Arena, administradora do Mineirão, também se posicionou. Segundo a gestora, o VAR foi instalado dentro de um container localizado no estacionamento do estádio, a pedido da Conmebol, diferentemente do que ocorreu na Copa do Brasil, quando foi disponibilizada uma sala para os árbitros e o equipamento. Diante disso, a administradora do Mineirão não se responsabiliza por problemas ocorridos.

A principal reclamação do Cruzeiro pela ausência do VAR na partida foi a jogada que poderia ter sido finalizada com o gol de Barcos. Porém, o uruguaio Andres Cunha parou o lance antes, anotando falta de Dedé no goleiro Rossi, por jogada perigosa. O jogo estava 0 a 0 naquele momento.

– Temos todos, no futebol brasileiro, que ficar indignados. Enquanto nós não nos fortalecermos, vamos ficar nas mãos de venais. O que adianta o VAR, se quem resolve é um juiz venal. Vocês viram o tempo todo. Ele segurou o time, prendeu o time – disparou o presidente do Cruzeiro, Wagner Pires de Sá.

Árbitro uruguaio Andres Cunha foi bastante criticado pelo Cruzeiro — Foto: Cristiane Mattos/BP Filmes

Árbitro uruguaio Andres Cunha foi bastante criticado pelo Cruzeiro — Foto: Cristiane Mattos/BP Filmes

– Quando posso rever uma decisão no futebol?

Posso voltar atrás na aplicação de um cartão, ou seja nas decisões disciplinares? E nas decisões de marcações de jogo (decisões técnicas)?

A resposta é clara: desde que o jogo não tenha sido reiniciado, pode voltar atrás. Mas e se o jogo já tiver sido reiniciado?

A dúvida é comum a muitos. Recebi de um internauta e por achar relevante, publico-a:

“Boa noite, Rafael. Estava pesquisando na internet a respeito de arbitragem e achei seu blog (…) O que me levou a pesquisar sobre foi uma dúvida que surgiu em um bate papo com um amigo que me disse que antigamente (anos 90 pra trás, mais ou menos) as regras do futebol permitiam que o árbitro voltasse uma decisão equivocada mesmo que a jogada já tivesse sido reiniciada. Achei pela net um texto das regras de 1903 e não diz nada a respeito disso, que o juiz não poderia fazer isso. Tentei encontrar textos mais recentes, mas só consegui achar de 2003 e constava o texto que o juiz só poderia alterar antes do reinício. Isso realmente me intrigou pois achei interessante o juiz poder voltar atrás e tentar rever uma decisão equivocada.
Isso realmente procede?
Abraços.”

A resposta detalhada com exemplos é:

“Boa noite. Seu amigo está equivocado, provavelmente ele confundiu alguma outra situação. O árbitro nunca pode voltar atrás após uma jogada reiniciada. O que ele pode é dar um cartão retroativo (uma excepcionalidade, por exemplo: um jogador deu um soco em outro fora do lance de jogo, o bandeira viu mas não conseguiu interromper a tempo de avisar; na 1a oportunidade o faz, sendo que o árbitro pode expulsar o agressor mas a partida deve continuar da forma onde estava quando ocorreu a informação).
Imagine essa situação hipotética no Choque-Rei de sábado: Felipe Melo (PAL) agride o goleiro Sidão (SPFC), somente o quarto árbitro viu mas por algum problema não conseguiu avisar a tempo. Depois de 5 minutos (já teve lateral, escanteio e falta nesse tempo) o Felipe Melo sofre um pênalti a seu favor do… goleiro Sidão! Nesse momento, o quarto árbitro avisa o árbitro do ocorrido. Procedimento: árbitro expulsa Felipe Melo pela agressão anterior, mas mantém o pênalti a favor do Palmeiras (pois não pode mudar a sua decisão técnica já que a partida tinha sido reiniciada nesse período de tempo).
Repito: talvez seu amigo tenha confundido essa questão DISCIPLINAR (que é uma exceção). A Regra nunca permitiu na questão técnica, desde 1863″.

Estudar a Regra do Futebol é maravilhoso, não? Lembrando que a figura do árbitro inexistia nos primórdios, pois quem decidia os lances eram os capitães em comum acordo.

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– As críticas contra a Arbitragem de Cruzeiro 1×1 Boca Jrs

Que o Cruzeiro foi prejudicado no jogo de ida contra o Boca nas Quartas de Final no Bombonera, não tenho dúvida. Relembre-a em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/09/20/como-explicar-tanto-erro-pro-boca-sobre-a-expulsao-de-dede-amarilla-2013-aquino-2011/

Mas aqui em Belo Horizonte, vejo duas reclamações:

  1. O Gol anulado de Barcos por pé alto de Dedé em disputa de bola com o goleiro Rossi.
  2. Impedimento de Barcos no segundo tempo (houve um tiro penal, e com a ajuda do VAR, reverteu-se para tiro livre indireto pois concluiu-se que o atleta estava em impedimento ativo).

Vamos discuti-las:

  1. A Primeira: eu também anularia o gol de Barcos, pois realmente há um pé alto, onde a sola de Dedé fica escancarada contra o goleiro portenho.
  2. A Segunda: não tenho uma imagem clara, mas quero explicar conforme a Regra e a NOVA ORIENTAÇÃO: antes, se um jogador estive em posição de impedimento e levasse um pontapé, não era pênalti pois ele estava sem condição de jogo (você até podia dar Amarelo pela violência do pontapé, mas não marcar o pênalti). Agora mudou: se você tem um jogador em posição de impedimento (estando assim passivo) e ele sofrer um pontapé ANTES do domínio de bola (que é onde se caracteriza o impedimento ativo), DEVE-SE marcar o pênalti. Ou seja: em atleta em impedimento passivo, a regra mudou e se marca pênalti. Em impedimento ativo, sanciona-se o lance e marca tiro livre indireto para o adversário.

O que me chamou a atenção foi a declaração do lateral esquerdo Egídio, depois do jogo,

“O juiz brincou. Teve uma bola ali em que eu estava no lance, eu chutei uma bola, bateu na mão do cara caído no chão. E aí ele deu falta minha. Eu nem encostei no cara. Essa arbitragem aí… Sabe o que ele ficou falando ali para mim? ‘Vocês perderam, vocês não fizeram (nada) para ganhar, vocês são ruins, saíram da Copa’. É vergonhosa essa arbitragem aí. Aí ele falou assim: ‘A culpa foi minha?’. Falei: ‘Foi sua!’”

 

Será que o árbitro uruguaio Andrés Cunha realmente falou isso? Se sim, é algo muito grave.

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– É pra mostrar que o VAR funciona ou para desmoralizar? Sobre a escala de 18 pessoas na Arbitragem entre Cruzeiro x Corinthians:

DEZOITO PESSOAS trabalharão na arbitragem da final da Copa do Brasil. É quase 1 pessoa para cada jogador.

De oficiais por conta do VAR, há vários. Tem Vídeo-Árbitro, Assistente de Vídeo-Árbitro, Apoio de Vídeo-Árbitro e Supervisor de Vídeo-Árbitro. Tem “cartolas do apito” aos montes. E no campo, até Quinto Árbitro.

Considere:

1- Com 18 pessoas remuneradas para o primeiro jogo da Final da Copa do Brasil, a arbitragem precisa ser “118%”perfeita.

2- Será que pelo fato de Corinthians e Cruzeiro serem “reclamões com a arbitragem”, é uma forma de dizer que foi um número inédito e que não dá para reclamar da atuação de Anderson Daronco?

3- Tanta gente por conta do VAR fará com que exista uma certa obrigação que se use o equipamento (mesmo que não precise), a fim de dizer que valeu o investimento?

4- O exagero no número de pessoas é para simbolizar que todos estão pedindo VAR no Brasileirão em 2019 e a CBF quer mostrar que a conta é cara? É para assustar o valor do custo e continuar existindo a negativa dos clubes em desejar o VAR nos seus torneios, desobrigando a CBF a institui-lo em definitivo?

5- Por fim: talvez um sexteto de árbitros fosse suficiente, mas como a arbitragem está mal, tem que colocar 3 para valer 1 e assim virar um octodeceto de árbitros, ou seja, 18 integrantes?

Acréscimo 1: a mim, na 3a observação do documento oficial abaixo, pareceu-me que a orientação é de que a arbitragem fosse por meio de ônibus, sendo permitida a compra de passagens para veículo leito. Amigos me dizem que está autorizada a viagem aérea, visto que há a sinalização de “TA” logo após o nome da pessoa. E tenho uma curiosidade: será que os árbitros estarão voando pelo mesmo patrocinador da Seleção Brasileira, ou ainda compram passagens da Pallas Transportes Esportivos (que vendia bilhetes na gestão Ricardo Teixeira)? Sendo assim, 13 pessoas viajarão confortavelmente por via aérea e outros 5 de ônibus leito (precisa tanto para colocar o VAR em funcionamento)?

A seguir, os nomes escalados:

– Suspenderam os Árbitros. Mas e quem os Escalou?

Quer dizer que o Coronel Marinho, presidente da Comissão de Árbitros da CBF, suspendeu diversos trios de arbitragem por conta das má atuações na Série, escalando-os na Série B?

Discordo disso, pois o risco dos erros acontecerem aos clubes da Segunda Divisão, logicamente aumenta. Ou vai querer me convencer que na Série B é que eles se “reinventarão”?

Divulgar a “geladeira” para imprensa é fazer média a presidente de clube que reclama. Algumas questões ficam sendo pertinentes: como esses árbitros chegaram à elite? Por quê alguns deles são da FIFA? E o que acontece ao responsável por escalar eles?

Aliás, o chefe de árbitros os suspendeu. Só que é justamente ele quem faz as escala e os premia também com bons jogos!

Afinal: ninguém suspenderá o “suspensor” de árbitros, que é o responsável por eles?

Está se trocando o sofá…

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– O comportamento de profissionais fora do ambiente de trabalho: a briga no metrô que resultou em demissão.

Viralizou um vídeo na última semana de uma mulher corintiana (dentro de um vagão do metrô lotado de torcedores do seu time) ameaçando e afrontando uma torcedora palmeirense que estava simplesmente na mesma viagem.

Aqui, pouco importa os clubes das pessoas envolvidas (poderia ser Vasco e Flamengo, Inter e Grêmio, ou até mesmo os times em condições contrárias), pois, afinal, não é questão de preferência futebolística, mas falta de cidadania e má educação.

Pois bem: as imagens chegaram até a empresa que a protagonista trabalha. Ou melhor, trabalhava, pois foi demitida com a alegação de que tal comportamento não pode ser condizente com os valores da organização na qual é colaboradora (independente aqui se estava ou não em seu horário de lazer).

Reflita: é cabível hoje separar a vida pessoal da profissional? Os comportamentos podem ser desassociados?

O vídeo pode ser acessado neste link do UOL: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/09/28/corintiana-e-demitida-por-hostilizar-torcedora-do-palmeiras-no-metro.amp.htm

CORINTIANA É DEMITIDA POR HOSTILIZAR TORCEDORA DO PALMEIRAS NO METRÔ

A torcedora corintiana que aparece em vários vídeos divulgados em redes sociais hostilizando mulheres palmeirenses em um vagão de metrô, em São Paulo, após a partida do Corinthians da última quarta (26) foi demitida da empresa em que trabalhava.

A Dasa, empresa de medicina diagnóstica, soltou um comunicado na tarde desta sexta (28) informando que “recebeu as denúncias por meio de canal oficial, apurou informações e tomou as medidas necessárias” com relação ao envolvimento da funcionária, torcedora do Corinthians, que coage palmeirenses no Metrô de São Paulo.

“Diante deste cenário, comunicamos nosso repúdio a qualquer tipo de manifestação violenta ou agressiva, bem como à incitação ao ódio, independentemente da motivação: esportiva, partidária, religiosa, de etnia, gêneros etc. Lamentamos a atitude da profissional, que não faz mais parte do quadro de funcionários da empresa”, diz um trecho do comunicado emitido pela empresa.

Os vídeos que circulam na internet mostram as torcedoras palmeirenses dentro de um vagão repleto de corintianos. Uma delas é encarada pela corintiana, que a manda tirar a camisa. Outros vídeos mostram as duas palmeirenses recebendo chutes enquanto deixam o vagão.

A Dasa também fala sobre ameaças que a corintiana passou a sofrer após o vídeo viralizar. Em contato com o UOL pelo Facebook, a torcedora disse estar arrependida do que fez e citou ameaças de morte.

“Aproveitamos a oportunidade para demonstrar nossa preocupação com estes comentários, que não contribuem para a manutenção do ambiente de debate humano e saudável. A Dasa preza, acima de tudo, pelo respeito à vida e às pessoas”, completa a nota.

Confira o comunicado completo:

A Dasa recebeu, no final da tarde de ontem, 27 de setembro, uma série de denúncias sobre o envolvimento de uma funcionária em uma situação absolutamente desalinhada com os valores da empresa. Diante deste cenário, comunicamos nosso repúdio a qualquer tipo de manifestação violenta ou agressiva, bem como à incitação ao ódio, independentemente da motivação: esportiva, partidária, religiosa, de etnia, gêneros etc.

O Comitê de Conduta da Dasa, que recebeu as denúncias por meio de nosso canal oficial (https://canalconfidencial.com.br/dasa), apurou as informações e tomou as medidas necessárias. Lamentamos a atitude da profissional, que não faz mais parte do quadro de funcionários da empresa.

No processo de análise das publicações sobre o tema, nos deparamos, também, com manifestações de indignação por vezes com tom de ameaça à profissional. Aproveitamos a oportunidade para demonstrar nossa preocupação com estes comentários, que não contribuem para a manutenção do ambiente de debate humano e saudável. A Dasa preza, acima de tudo, pelo respeito à vida e às pessoas.

Atenciosamente
Dasa

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– 41 anos que Pelé parou!

O tempo passa: em 01 de Outubro de 1977, Edson Arantes do Nascimento jogava profissionalmente pela última vez,

Extraído de: https://seuhistory.com/hoje-na-historia/ultima-partida-de-pele-como-jogador-profissional

ÚLTIMA PARTIDA DE PELÉ COMO JOGADOR PROFISSIONAL

O dia 1o. de outubro de 1977 marcou a despedida de um dos maiores ídolos futebol mundial. Vestindo a camisa do Cosmos, de Nova York, o rei Pelé decidiu que era hora de dar adeus aos gramados. Depois de uma carreira de glórias pela seleção brasileira e pelo Santos, ele chegou ao time norte-americano aos 35 anos, em 1975, com o objetivo de difundir o esporte no país. Pelo Cosmos, Pelé conquistou o título de campeão norte-americano de 1977. A despedida oficial do Rei foi justamente contra o Santos, em um confronto em Nova York que muitos consideram que só existiram perdedores. O Rei foi um deles, pois não fez seu último gol da carreira pelo Peixe, clube que o projetou para o sucesso. Pelo contrário, Pelé acabou marcando pelo Cosmos na derrota do Santos por 2 a 1. O Cosmos, mesmo vencendo o jogo, perdia seu grande craque e relações públicas. Contudo, o futebol foi o grande derrotado, já que um dos maiores jogadores da história encerrava ali sua vitoriosa carreira.

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– A Regra nova em Botafogo x São Paulo

Estou escrevendo aos 10 minutos do primeiro tempo sobre o lance de gol do Diego Souza (o de empate contra o Botafogo). Válido ou não?

Quando Nenê chuta, Diego Souza está bem impedido e não pode dominar a bola. Entretanto, a bola bate em dois atletas do Botafogo e sobra para ele. E aí?

Se você me perguntasse sobre isso há dois anos, eu diria que o gol foi ILEGAL, pois desvio não tira impedimento. Mas isso mudou em algumas situações, e isso faz com que o gol seja legal em 2018.

Entenda: se um jogador adversário tocar na bola por tentar disputá-la, a FIFA orienta que esse toque habilitou o atacante. Mas importante: isso vale quando se quer disputar a bola, pois se ela bate despretensiosamente, o impedimento continua valendo. No Engenhão, entendo, os dois jogadores da defesa foram interceptar o lance. Assim, gol LEGAL.

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– Os 3 lances de pênaltis reclamados em América-MG 0x0 Corinthians. Certos ou errados?

Em um jogo extremamente limpo, pouco faltoso e com muito tempo de bola rolando (fato raro no Campeonato Brasileiro), leio / escuto / vejo 3 reclamações de pênaltis supostamente não marcados (2 a favor do Corinthians e 1 para o América-MG). Vamos a eles?

1- Aos 65 minutos, uma bola é chutada para o gol do Timão por Matheusinho (AMG), que bate em Henrique (SCCP) e rebate no braço de Ralf (SCCP), que se assusta! Não é pênalti nem ação anti-natural. Totalmente sem intenção. Acertou o árbitro Marcelo de Lima Henrique em nada marcar.

2- Aos 88 minutos, Roger (SCCP) toca a bola para seu companheiro Gabriel que está entrando na área. Gerson Magrão (AMG) interrompe a projeção com sua perna, travando-o, e comete pênalti. Encoberto, Marcelo de Lima Henrique não viu e foi traído pela omissão do bandeira 1 Michael Correia e do AAA 1 Daniel Victor Costa e Silva, que nada fizeram.

3- Não me recordo dele durante a partida (pode ter passado batido por mim), mas o lance a seguir eu recebi sem áudio, nomes dos atletas ou tempo de jogo. Dando uma fuçada vi que foi real, embora pouco reclamado: o Corinthians está no ataque, a bola é cruzada e um jogador do Coelho se joga de carrinho para cortá-la, sendo que a bola bate em seu braço de apoio. Por mais que alguém possa dizer que houve intenção, não houve. Imprudência? Esqueça, não se avalia isso em lances de mão e braço. Movimento anti-natural ou intenção disfarçada? Também não, já que é impossível você dar um carrinho com os braços grudados no corpo. Acertou o árbitro nessa ótima e importante leitura da jogada.

Enfim: apenas um erro (relevante, lógico) na partida, sendo que o árbitro carioca não pode ser culpado por ele mas sim o bandeira e adicional, repito, pela omissão.

Roger viu pênalti a favor do Corinthians no segundo tempo do jogo diante do América-MG

– A meia lua virou grande área?

O pênalti grotesco marcado no Pacaembu na partida entre Palmeiras 3×1 Cruzeiro, após a mão do palmeirense na meia-lua, não merece comentários.

De novo um erro grave do conterrâneo do Cel Nunes, o paraense Dewson, que é da FIFA?

Ou será que a meia-lua foi incorporada à área penal e eu não estou sabendo?

Aliás: cadê o bandeira para ajudar?

Que falta faz o VAR…

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– E o Paulista de Jundiaí está fora da 4a divisão em 2018! Os 10 pontos de discussão.

Acabou o ano para o futebol profissional do Paulista Futebol Clube. Após 26 rodadas, o time, por um gol, não se classificou entre os quatro semifinalistas que disputam as duas vagas de acesso para a série A3.

Passado algum tempo após o derradeiro jogo entre Primavera 2×1 Paulista, com a frieza e calma devidas, valem algumas observações:

  1. Cuadrado cobrou mal um pênalti no final do jogo (defendido pelo goleiro Felipe), que poderia ser o gol de empate e classificar o Galo. Se a bola entra, não estaríamos lamentando ou criticando. Um gol faz o time ir do céu para o inferno. Mas nada de querer crucificar o jovem atacante do time, melhor jogador da equipe jundiaiense no torneio. Gênios perdem pênaltis decisivos, por quê com o bom e humilde jogador seria (e teria que ser) diferente?
  2. O Paulista não foi eliminado em Indaiatuba, na tarde do sábado. O campeonato teve 7 meses até agora! Se ganhasse do Primavera ou do Itararé em casa, ou se não levasse um gol da Inter de Bebedouro aos 47 minutos do segundo tempo, estava classificado. Não é um torneio mata-mata, é campeonato longo de grupos classificatórios.
  3. A juventude do time, que é real, não pode ser “muleta” para justificativas. Todos os times jogaram com atletas Sub23 e, dessa forma, a desculpa se torna furada.
  4. O treinador Sérgio Caetano, em que pese algumas críticas normais e corriqueiras (escalações / substituições), não pode ser o bode expiatório. O time era bem treinado sim, você via isso em campo. Tinhas jogadas ensaiadas, padrão de jogo e variações táticas. Foi ousado no penúltimo jogo em Jayme Cintra sendo extremamente ofensivo (e tinha que ser, pois precisava da vitória) e o risco valeu a pena. Não foi tão cauteloso quanto deveria em Indaiatuba, e o risco não valeu a pena. Normal para o elenco que tinha.
  5. O grupo de jogadores, tecnicamente, é notório quanto a limitação. Mas é o que se pode fazer! Atletas esforçados (Ian e Cuadrado se destacaram quanto a qualidade de jogo, Natham como o coringa esforçado e Barbosa como o trombador). No mais, garotos como Evandro, Carlinhos, Carlos Jr, Zulu, Leo e Papa-léguas que precisam ser melhor / continuamente trabalhados pois “podem vingar”. E André Luís, o goleiro que começou o campeonato mais-ou-menos e foi decisivo. Dos demais, há de se repensar. Quantos cartões amarelos e vermelhos foram recebidos de maneira infantil e, não sejamos ingênuos, cavados em algum momento? Custaria caro, mas um psicólogo faria muito bem ao plantel.
  6. O Campeonato da 2a divisão Sub 23 (que é a 4a na prática) é muito desnivelado. Em 2019 teremos co-irmãos como Marília e Rio Branco somados com “Atléticos de Mogi da vida”. Não dá. Temos que ter 16 equipes regionalizadas e o restante para uma 5a divisão.
  7. Fora das quatro linhas, não se pode reclamar da arbitragem. Do nível de 4a divisão nas séries iniciais, melhorando significativamente nas fases decisivas. O Paulista (ao contrário do que muitos possam pensar ou reclamar devido a paixão natural de torcedor) foi PRESTIGIADO nas últimas rodadas – e eu sou testemunha disso nas conversas de bastidores com a FPF. Aliás, vide a chiadeira que Guarulhos está fazendo pela eliminação do Flamengo (não assisti o jogo Comercial x Flamengo, não posso concordar ou discordar). Erros e acertos da arbitragem não podem ser colocados como culpados.
  8. A diretoria: ora, surgiu a história dos patrocinadores, das entrevistas polêmicas do seu Pepe Verdugo ao Esporte Jundiaí e do Zanata ao GloboEsporte, e tantos outros extra-campo. Você acredita piamente que o elenco de jogadores se abalou com as matérias ou com a repercussão? Sejamos honestos: há muita alienação no futebol, e o salário estando em dia, pouco importa aos atletas (importa, de fato, aos torcedores, que vivem e permanecem no Jayme Cintra, pois jogador fica uma pequena temporada e vai embora – poucos fincam raízes). Isso também não pode ser desculpa.
  9. Patrocínios: concordo com as queixas que as grandes empresas não ajudam o Tricolor como poderiam. Mas deveriam? A Sorvetes Jundiá, a Astra ou a Cereser, por exemplo, querem projeção nacional; assim, por quê gastariam dinheiro com uma equipe que disputa torneio local não televisionado? Haverá retorno comercial / institucional para elas? Vivemos um país em crise, é necessário levar isso em consideração (não se pode “rasgar”dinheiro).
  10. Por fim, a torcida do Paulista: tanto as Organizadas (Raça Tricolor, Gamor, Império e outras) quanto aos torcedores comuns apaixonados, estiveram presentes no estádio e empurraram o time. Foram em caravana para fora! A eles, nenhuma queixa, só elogios. Mostraram a alma da agremiação, que por muitas vezes faltou a todos do elenco. Estão certos sim de cobrar o resgate do time a posições melhores e o fundamental: a ABERTURA DAS CONTAS, o NOVO ESTATUTO e, aqui, acrescento: a participação de representantes das torcidas, da sociedade e da manutenção de quem luta e vive o time (não se demonize a todos, vide o árduo trabalho de pessoas como o Jurandir Segli Jr, como o Juninho e outros – que não podem ser tratados desrespeitosamente). Fica a sugestão: um COLEGIADO diretivo, para que não se individualize um gestor ou um grupo que há décadas não abre o clube. Oxigenar, inovar e se reinventar se faz necessário!

– Depois de tudo isso, onde está(ão) o(s) erro(s) ou o(s) culpado(s)?

Como se vê, é um conjunto de coisas certas e erradas. Por tudo isso, não é errado dizer que “foi longe demais” o Paulista (infelizmente). Mas que não se aceite isso passivamente! Sempre comparei o Paulista no cenário estadual com o Goiás no cenário nacional: uma equipe que fica tempos na Elite, que revela atletas e que “vai tocando o barco”. Quando cai, permanece algum tempo na divisão de baixo para ser “o grande nela e logo voltar”. O que não pode é cair para a 3a divisão (como fizemos) ou para o limbo (a 4a e última). Dessa forma, permanecer nela é sinal de que estamos fora do normal.

Que 2019 seja diferente – aproveitando o que deu certo nessa temporada e aprendendo com os erros desse ano para que não se repitam. E insisto: oxigenar o clube!

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– Será que a lógica do Futebol é realmente de 28%?

Republicando post de exatos 9 anos. Seria atual? Veja que interessante:

Amigos, costumo brincar que a única lógica do futebol é que ele é “ilógico”. Claro, opinião pessoal e discutível.

Entretanto, segundo o Caderno “Ciência” da Folha de São Paulo (clique aqui para link), na matéria intitulada “72% DO FUTEBOL É CAIXINHA DE SURPRESA”, um estudo mostrou que a probabilidade da Copa do Mundo premiar a melhor seleção é de apenas 28%. Assim, há 72% de chances do campeão não ter o melhor time. A reportagem de Rafael Garcia traz como base um estudo científico realizado pelo astrofísico inglês Gerald Skinner, do Centro Goddard de Washington. Após uma engenhosa fórmula, o cientista chegou a um modelo de resultados estatísticos resultante nesse número.

Assim, fica a discussão: em campeonatos eliminatórios (mata-mata), nem sempre há justiça, pois o melhor pode ser eliminado. Nos campeonatos de pontos corridos, pela regularidade, o melhor costuma ser campeão. Embora, ressalte-se, a comprovação mesmo científica pode levar a debates intermináveis.

Agora, dentro dessa tese, se uma equipe teoricamente “pior que outra” vencer o considerado “melhor de todos”, não seria ela a melhor?

Talvez não. Vide Once Caldas campeão da Libertadores ou Grécia campeã da Eurocopa. Campeões de torneios, mas não melhores do que os adversários, caso o torneio fosse em pontos corridos.

Matéria em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0310200901.htm

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Primavera x Paulista

Opa! Árbitro de jogo grande para Primavera x Paulista na Rodada 26 (a última antes da semifinal). Vamos à escala completa:

Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araujo
Árbitro Assist 1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Árbitro Assist 2: Eduardo Vequi Marciano
Quarto Árbitro: Danilo da Silva

“Tito Dias” apitou no último domingo Vitória 3×4 Botafogo pelo Brasileirão da Série A. Na rodada anterior apitou Sport 0x0 Cruzeiro, e na outra Vasco 1×1 Ceará. Aliás, é dele a arbitragem do 0x0 no clássico paranaense entre Paraná Clube e Atlético Paranaense. Já trabalhou em clássicos paulistas também e, reforço como principal qualidade, o equilíbrio emocional dentro de campo. Tranquilo, não costuma ser caseiro (aliás, vide os placares dos jogos apitados por ele). Sempre é discreto e atento à periferia do gramado. Gostei!

Dos 4 jogos da 2a divisão Sub 23, é o único que já apitou clássico e atua regulamente no Brasileirão da Série A. Assim, tranquilidade no apito para o jogo!

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– O “pau comeu” entre Cruzeiro 1×1 Palmeiras. Sobre os procedimentos da Arbitragem

Após o apito final, muita confusão entre atletas de Cruzeiro e de Palmeiras no jogo de volta da Copa do Brasil.

E o que o árbitro deve fazer em situações como essa?

1. Deve expulsar os atletas infratores que estiverem em campo (mesmo após encerrada a partida), aplicando presencialmente o Cartão Vermelho.

2. Sendo um tumulto generalizado e impossibilitado de mostrar os cartões, deve relatar que iria expulsar os atletas X, Y e Z em campo, não sendo possível apresentar presencialmente o Vermelho (isso vale como expulsão, tem o mesmo peso, diferenciando apenas da questão de não ter conseguido deixar à vista do público o cartão por questões de força maior). Os jogadores automaticamente estarão expulsos.

3. Se tudo ocorrer de maneira rápida e violenta, sem conseguir identificar os atletas, o árbitro PODERÁ escrever em súmula que posteriormente viu as imagens pela TV e que está registrando em anexo os causadores da confusão (uma espécie de “queria expulsar mas não descobri quem foi naquele momento”). Aí quem tomará a decisão de suspender ou não os envolvidos será o Tribunal. Inclui também a questão de confusões em túnel e vestiário.

Lembrando que, hoje, com o advento do árbitro de vídeo, só não se registra todos os fatos e tomam-se as devidas providências se as autoridades não quiserem.

Foto: Léo Fontes / O Tempo

– E enfim prenderam o Oliveira Júnior!

Quer dizer que Oliveira Jr, ex-investidor do clube de futebol Ituano, ex-agente do lateral esquerdo Roberto Carlos (que sempre o acusou de ter ficado com sua fortuna) e ex-político em Itu, estava escondido há tantos anos em Campina Grande?

Em: https://jornalnoticias.org/g1/ex-vice-prefeito-de-itu-condenado-por-homicidio-e-preso-na-paraiba/

EX-VICE-PREFEITO DE ITU CONDENADO POR HOMICÍDIO É PRESO NA PARAÍBA

O ex-vice-prefeito de Itu (SP) e empresário Élio Oliveira Júnior foi preso pela Polícia Militar na noite desta terça-feira (25) na cidade de Cubati, na região de Campina Grande. Ele foi condenado a 20 anos de prisão, em 2015, por homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio e era considerado foragido da Justiça. A condenação foi pela morte de um advogado em Itu, em 2006.

Segundo o comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar, coronel Afonso Galvão, moradores de Cubati denunciaram Oliveira Júnior, por considerar a atitude dele suspeita na cidade. Abordado pela equipe da PM por volta das 10h desta terça-feira, ele apresentou um documento falso, com o nome de José Djalma Santos Dias.

Como a documentação estava regular, ele foi liberado. Porém, com auxílio da Polícia Civil, a verdadeira identidade dele foi descoberta. Os policiais ficaram esperando o ex-vice-prefeito voltar e fizeram a prisão, em cumprimento ao mandado de prisão da Comarca de Itu que estava em aberto, por volta das 18h, na casa onde ele estava morando, no Conjunto Novo.

Segundo o delegado seccional da 13ª Delegacia Distrital, Pedro Ivo Soares, Oliveira Júnior foi levado para a Delegacia de Picuí, onde, além de ter o mandado de prisão cumprido, vai ser autuado pelo crime de falsidade ideológica pelo delegado plantonista Fernando Zoccola. Nesta terça-feira, vai passar por audiência de custódia e ficará à disposição da justiça, provavelmente sendo transferido para São Paulo em seguida.

O advogado de Oliveira Júnior, Flávio Markman, disse ao G1 que está ciente da prisão, mas que só vai se pronunciar depois que se inteirar melhor da situação. Ele afirmou que a chegada de Oliveira Júnior em São Paulo está prevista para quarta ou quinta-feira.

Entenda o caso

O advogado Humberto da Silva Monteiro foi morto com dois tiros na cabeça, no Centro de Itu, em 2006. Ele estava no banco do passageiro de uma caminhonete dirigida pelo radialista Josué Dantas Filho, que também era funcionário da prefeitura. Os autores do crime atiraram também contra o radialista, mas erraram o alvo. Divergências políticas teriam motivado o crime.

Além de Oliveira Júnior, também teriam participado do crime Tiago Martins Bandeira e Eduardo Aparecido Crepaldi, que estavam na moto. Foram condenados Luís Antônio Roque, o Tonhão, e o ex-policial militar Nicéias Brito, que eram seguranças de Oliveira Júnior.

O ex-chefe de torcida organizada Força Jovem, do Ituano, José Roberto Trabachini, chegou a ser preso acusado de tentar contratar assassinos que cometeriam a ação, porém, ele foi o único inocentado pela Justiça.

Depois de deixar o cargo em Itu, Oliveira Júnior se elegeu vereador em Ribeirão Preto, cargo que ocupou até 2011, quando foi cassado por quebra de decoro parlamentar.

Oliveira Júnior estava foragido desde 2015, quando foi condenado a 20 anos de prisão. Ele apresentou documento falso à polícia, mas foi descoberto em Cubati, no interior da Paraíba. Ex-vice-prefeito de Itu, Oliveira Junior, era considerado foragido da Justiça (Reprodução/EPTV).

 

– Como se menospreza a figura humana na Arbitragem: o caso Dilbert!

Todos nós sabemos que as Federações Estaduais e a CBF transformam a figura do árbitro de futebol (inclua-se aqui os termos populares “juiz, bandeira, AAA” e tudo mais) como PRESTADORES AUTÔNOMOS DE SERVIÇOS AOS CLUBES. Isso ocorre para fugir da caracterização do vínculo empregatício, e as riquíssimas entidades não pagarem 13º salário, FGTS, férias, etc..

Em tese, o árbitro é contratado pelos clubes e de maneira autônoma recebe deles (como se nem existisse cobrança dos testes físicos, escritos e capacitações por CBF e outros).

O problema é que não existe REAL planejamento de carreira. As Comissões de Arbitragem usam o cidadão como objeto, extraindo tudo o que podem e jogando-o no lixo quando não interessa mais.

Já se questionou por quê tanto “nome ruim” surge, não mostra qualidade e perdura (insiste-se em suas escalas) e outros bons somem do nada, dando espaço a esses citados?

Pior: o que fazem os Sindicatos Estaduais e a ANAF, que recebem percentual das escalas e que, confesso, NUNCA VI BATEREM DE FRENTE com os patrões?

Aliás, dirigente sindical que trabalha para aquele que deveria ser o outro lado da relação, é surreal. Será que isso acontece no futebol também?

Digo isso após ler o absurdo caso do experiente e competente Dilbert Pedrosa, jogado as traças sem explicação.

Aliás, o que teria justificado o Cel Marinho para deixá-lo de lado? O que o sindicato da categoria de Dilbert fez pelo mesmo?

Extraído do UOL, em: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/09/25/bandeirinha-ex-fifa-vende-colecao-camisas-e-desabafa-a-porta-fechou.htm

EX-FIFA, BANDEIRINHA VENDE COLEÇÃO DE CAMISAS E DESABAFA: “A PORTA FECHOU”

Dibert Pedrosa Moisés trabalha há quase 30 anos com arbitragem. Filiado à Federação Carioca de Futebol, está no quadro de árbitros assistentes da CBF desde 1997 e, por quatro temporadas, entre 2008 e 2012, foi dono de um escudo da Fifa. Ele foi bandeirinha em partidas importantes nos últimos anos, como a semifinal da Libertadores de 2012, entre Santos e Corinthians, e a final da Copa do Brasil de 2008, além de Eliminatórias da Copa do Mundo, Sul-Americana, Brasileirão e Estadual. Uma carreira recheada por grandes momentos que já não acontecem mais.

Em 2018, ele participou de um jogo da Série B do Campeonato Brasileiro e cinco da Série C. Também tem atuado na Liga Municipal de Magé, em partidas de futebol amador. Aos 47 anos de idade, amarga ausências nas escalas da CBF e já não atua há três meses. “Não posso ficar aguardando segunda-feira, terça, quarta, e nunca ser escolhido para trabalhar. Semana passada eu solicitei dispensa até 31 de dezembro, tenho que dar sentido à minha vida”, desabafa, ao UOL Esporte.

Uma das formas de “dar sentido à vida” é equilibrar as contas em seu primeiro ano de pouco destaque na arbitragem. Ele conseguiu com a venda de sua coleção de camisas de futebol. Os itens foram presenteados por clubes ao longo dos últimos anos e vendidos em um grupo de amantes de futebol no Facebook. Dibert se desfez de camisas de times como Vitória, Chapecoense, Sport e Coritiba, além de camisas e agasalhos de arbitragem, com logotipos da CBF e até da Fifa. Os valores variaram entre R$ 70 e R$ 400, e vão ajudar o bandeirinha a ter um fim de ano de menos aperto financeiro.

“Uma das camisas que mais doeu vender foi da seleção da Itália, quando trabalhei em um amistoso Fluminense x Itália pré-Copa do Mundo. Mas não tive o que fazer. Sem solução, sem alternativa, eu tinha que suprir as necessidades da minha família. Vivemos um período de crise financeira e política no país. Eu me encaixo entre as pessoas que precisam de uma fonte de renda dentro de casa. Minha fonte secou”, desabafa o profissional, ainda credenciado pela CBF.

Além do futebol amador, Dibert Pedrosa Moisés espera voltar a trabalhar com futebol no Campeonato Carioca de 2019. Até lá, a renda das camisas e um trabalho freelancer em uma empresa de seguros ajudarão nas despesas.

Árbitros sem segurança financeira

A arbitragem é reconhecida como profissão desde 2013 no Brasil, mas seu regime de atuação não é profissional. Não há um salário fixo, pois federações e CBF não estabelecem vínculos empregatícios. O pagamento é conforme o número de jogos em que se trabalha. Em períodos como a pausa da Copa do Mundo, sem jogos, não há trabalho. Ainda há o problema das escalas, definidas por sorteio. Se você não é sorteado, não trabalha. Em caso de punição por erros, também não há trabalho. Ao UOL, em entrevista recente, o comentarista de arbitragem Sálvio Spinola falou sobre o assunto: “Ter remuneração mensal é ter estrutura.”

Jacqueline Resch, consultora de RH e carreiras, faz ressalvas: “O primeiro ponto é que trata-se de uma carreira em que a pessoa não depende só de talento e investimento para ter retorno. Depende do fator sorte. Mas pensar ‘ó vida, ó azar’ não é uma postura construtiva. É preciso pensar que essa condição caracteriza a profissão. Então, uma atuação alternativa, construir outras possibilidades, é importante. Hoje, as pessoas não têm uma única atuação. A outra alternativa é o grupo (arbitragem) se fortalecer para reivindicar outros critérios que não só o sorteio. Mas é um caminho coletivo. No individual, é preciso o pé na realidade.”

É o que Dibert está fazendo. “Estou tentando me recolocar porque arbitragem toma muito tempo. Qual dono de empresa aceita que seu funcionário saia para ficar dois ou três dias fora do emprego para ter um ganho extra? Quem é esse patrão? Se não tem como ter rotina, o cara fica estagnado”, diz o árbitro. Ele cita uma viagem de 30 dias ao Chile, a trabalho pelo futebol, como razão para poucas oportunidades fora do esporte.

Boa parte dos árbitros trabalha paralelamente. São autônomos, funcionários públicos, donos dos próprios negócios. Jacqueline Resch, coach de carreiras, dá até dicas: “Hoje, há empresas um pouco mais flexíveis. Pode ser que o árbitro encontre uma empresa apaixonada por futebol ou que tenha essa cultura. As pessoas podem achar sua história extremamente curiosa ou podem achá-lo criativo, porque a profissão exige uma série de atributos. Conciliar hoje é possível.”

Dibert começou em outro esporte

O bandeirinha considera ter quase 30 anos de carreira como árbitro porque coloca na soma um período ainda na adolescência. Ele era jogador de vôlei na época de escola, fã da geração de Montanaro, Renan e Bernard. Criou amizade com os responsáveis pela arbitragem de competições esportivas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Ainda jovem, passou a trabalhar como mesário, cronometrista e anotador em esporte amador – inclusive no futebol. Entrou para os quadros da Federação Carioca em 1993. A estreia na elite estadual foi em 1996, com jogo entre Fluminense e Barreira.

Após mais de 200 partidas na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro e quatro temporadas na elite do futebol sul-americano, como árbitro Fifa, hoje ele se considera “rebaixado”. Deixou o quadro internacional por razões físicas e acha que o esquecimento em grandes torneios nacionais se deve a um erro na partida entre Vitória e Chapecoense, pela 16ª rodada do Brasileirão do ano passado. Ao todo, foram quatro erros considerados pela CBF em 2017. O preço: não trabalhou na Série A no ano seguinte. “Eles me pararam”, critica.

Desempregado na área de vendas, que era sua principal fonte de renda, ele sente pelo momento: “O que me restava era a arbitragem, mas a porta se fechou e não posso ficar criando ilusão de que ainda vou trabalhar.” Segundo Dibert, a remuneração da CBF aos árbitros hoje em dia é boa e está melhorando, com cada vez mais conquistas do setor. “Mas e quando você perde tudo, como faz? E aí?” “Isso é viciante, vira uma cachaça. A arbitragem acaba se tornando uma paixão, e o árbitro, por muitas vezes, também se ilude com o meio, que é fantástico, mas ilusório. Você vai para essa ilusão. Quando você entra em um estádio, uma arena de Copa do Mundo, se não tiver um alicerce você se encanta com tudo, fantasia, vive um sonho. Tem que viver esse sonho, sim, respirar esse sonho. Mas botar o pé no chão e voltar à realidade.”


Agasalho de arbitragem da Fifa foi um dos itens comercializados na Internet

– Modric jogou mais do que Cristiano Ronaldo nessa temporada? Aliás… dá-lhe Marta!

Claro que Modric é ótimo jogador e a escolha do “The Best” elege o atleta que melhor desempenhou seu papel por temporada. Mas cá entre nós: se somarmos a TEMPORADA, o que Modric jogou supera o que Cristiano Ronaldo fez?

Eu ainda acho que não, em que pese duas coisas que contaram a favor do croata contra o português:

  1. A memória da Copa do Mundo (tendemos a dar mais importância aos fatos mais recentes, esquecendo-nos do período todo).
  2. A simpatia ao atleta que poderia quebrar a dualidade Messi / CR7.

Enfim, podemos festejar Marta, a jogadora de futebol brasileira que mais conquistou bolas de ouro / The Best e mostra sempre um profissionalismo incrível, eleita novamente a melhor do mundo. Um consolo a nós, suposto “país do futebol”.

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– A Simulação de Deyverson

Uma das coisas mais ridículas do futebol profissional nos últimos tempos aconteceu nesse Brasileirão 2018: a simulação “em prestações” do palmeirense Deyverson!

Até a mãe do atleta deve ter se envergonhado: o jogador súmula ter sido atingido; cai aos berros e pula, sai do campo; grita mais um pouco e volta andando ao gramado; aí retoma os gestos de dores. 

Que feio! No índice “canastrão da bola”, alcançou a marca de Leandro Damião pelo Santos, quando fez um “auto-pênalti” puxando a própria camisa e se jogando. 

A questão é: há quem ache bonito essa malandragem nos dias atuais?

Em: https://youtu.be/gR2SFBmiyJI

– O gol impedido de Corinthians 1×1 Internacional

Caramba! Todo jogo entre o Timão e o Colorado, desde o episódio Tinga, vai ter polêmica?

Desta vez, na Arena em Itaquera, Leandro Damião fez o gol impedido com outros companheiros em impedimento passivo. Não há o que justificar! Mas leve em consideração:

  • O lance é rápido, o cobrador está do outro lado do campo em relação ao bandeira, que, por conseguinte, tem que ser VESGO e bom de vista: ou seja – olhar o momento que a bola é tocada no lançamento e a linha do penúltimo homem naquele aglomerado de camisas brancas e vermelhas. É difícil; mas também é a sua obrigação.
  • O erro foi contra o Corinthians; entretanto, assim como os paulistas, se fosse contra o Internacional os gaúchos não teriam o quê reclamar. E saber o por quê? Porquê é o típico lance de árbitro de vídeo, recurso que eles dispensaram para o Campeonato Brasileiro (corroborando com a vontade velada da CBF). Se tivesse o VAR nesse jogo, facilmente poderia ser anulado o gol.

Enfim: os clubes pagam o preço do atraso e da subserviência à CBF, sem fazer nenhuma mudança prática de tal situação.

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– Análise da Arbitragem para Paulista 2×1 Internacional

Um ótimo jogo de futebol com emoção e boa arbitragem. Ninguém viu Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral no gramado, exceto nas corretas aplicações de cartões (PAU 1×2 AAI) e na marcação / não marcação das faltas (20×10). Placar final: 2×1.

Um jogo “jogado” com apenas 2 lances reclamados (uma mão na área a favor do Paulista e um pênalti pedido pela Inter – ambos não foram e acertou o árbitro).

Rodrigo advertiu correta e firmemente (de maneira verbal) Quadrado (PAU) quando começou a destoar a partida, e isso funcionou. Ninguém reclamou e a partida fluiu bem. O “gol do árbitro” foi quando realizou uma excelente leitura de jogo ao ver o centroavante do Paulista impedido e permitindo que a jogada sobrasse para o lateral esquerdo que vinha de trás despretensiosamente. Perfeito.

Acrescentando: bandeiras participativos e quarto árbitro atento. Nenhuma contestação.

É preciso registrar: o Fair Play da boa equipe da Internacional de Bebedouro, que permitiu que a partida fosse disputada de maneira leal.

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Golaço do Quadrado, em: https://mycujoo.tv/video/futebolpaulista?vid=217147

– CONFUSUL versus CONMEBOL

Que tal neste mês da Independência do Brasil, os clubes brasileiros se rebelarem e se libertarem das garras vingativas e de animosidade da Confederação do Meridiano do Futebol?

O que perderíamos? A participação na Taça Libertadores da América.

O que ganharíamos? A independência na Gestão dos Torneios.

Vamos criar a Liga Brasileira, dar um pontapé na antipática e privada CBF – a que foi propriedade de Havelange que pós-morte não ouso dizer para onde foi; que pertenceu por muito tempo a Ricardo Teixeira que goza do descanso após tanto trabalho em sua fazenda na Barra do Piraí, querendo passar seus dias na Terra Amada Brasilis sem sequer dar o ar de sua graça nos States; ou ainda empossada por Marco Polo Del Nero e sua trupe cabocla e coronelística, que de um bunker qualquer resiste. Aproveitemos e que a Liga dê adeus às viúvas de Nicolas Leoz.

Dessa forma, os maiores times brazucas devem se aproximar dos grandes do continente, como Boca Juniors (o apolítico e maior clube do Cone Sul), o (quase saudoso) Peñarol e um ou outro mais, livrando-nos de Táchiras, Tolimas, Cuencas e Strongests. Vamos criar a poderosa CONFUSUL – a Confederación del Fútbol Sulamericano, desbancando e desvalorizando a atual entidade maior daqui e afrontando frente-a-frente, pau-a-pau, apito-a-apito e grana-a-grana com a UEFA (a prima  da CONMEBOL, mas que divide um pouquinho mais o dinheiro com os clubes – que ainda assim corretamente não estão contentes – mas são infinitamente mais organizados).

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Claro que o texto acima é um grande jogo de palavras e carregado de ironia. Mas a mensagem em si é: chega de CBF e CONMEBOL, que os clubes tomem as rédeas e conduzam suas vidas, organizando-se em Ligas autogeridas para não ficarem ainda mais atrasadas em relação a Europa.

O problema é: quem liderará o processo? Andrés Sanches? Leco? Eurico? Bandeira de Melo? Kalil?

Pobre futebol sulamericano…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Inter de Bebedouro

Nesta Rodada 25, Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral, 41 anos de idade, trabalhando na sua 20a temporada no futebol profissional e natural de José Bonifácio, apitará Paulista de Jundiaí x Internacional de Bebedouro.

Guarizzo é árbitro bem rodado do quadro da FPF e da CBF. Ele está atuando no Brasileirão das séries A e B (revezando no apito e como AAA – apitou pela série B no começo do mês o jogo entre Goiás 3×1 Fortaleza, e na semana seguinte esteve na rodada decisiva da Copa Paulista). Não está entre os árbitros que apitam clássicos da A1, mas isso não tira sua competênciaCondição de uma grande arbitragem ele tem.

Curiosidade: será o 28o jogo que Rodrigo apitará nessa temporada, sendo que dos 27 já trabalhados: 13 vitórias do time mandante, 9 empates e 5 vitórias do visitante.

Para se ter ideia da importância do jogo, os bandeiras serão Leandro Matos Feitosa e Paulo de Souza Amaral (todos da A1). O quarto-árbitro é árbitro que apita série A1: Márcio Roberto Soares.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Internacional pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Vagner Alves; comentários de  Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sábado às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte