Curioso. Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=KFx64_Nipgw
– Volvo XC60 no Brasil e nos EUA: que coisa…
– 20 anos da tragédia: o 11 de Setembro que NUNCA deveria ter existido…
Ao rever as imagens que recordam o trágico 11 de setembro de 2001, me lembro do dia em que tudo aconteceu. Dá um angústia imaginar que o ser humano chega a isso…
E atentemo-nos: não foram só as Torres Gêmeas, mas também a tentativa no Pentágono!
O que o fanatismo faz… POR QUÊ?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
– Custos no Brasil versus EUA: um XC60 Volvo.
Que o custo de vida aqui no Brasil assusta, não há dúvida. Mas veja um exemplo comparativo com o dos EUA, tirado do programa “Máquinas da Pan” (apresentado por Alex Ruffo), sobre carros de luxo:
Um Volvo XC60 custa, em nosso país R$ 364.000,00. Nos EUA, R$ 335.000,00. Porém, a renda anual familiar dos brasileiros é de R$ 40 mil e a dos americanos R$ 227 mil!
Assim não dá…

– Nos EUA, há recorde de pedido de demissões.
Um fenômeno que assusta: o recorde de pedidos de demissão de trabalhadores norte-americanos.
E por que isso acontece?
Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/07/04/por-que-trabalhadores-nos-eua-estao-pedindo-demissao-em-ritmo-recorde.ghtml
POR QUE TRABALHADORES NOS EUA ESTÃO PEDINDO DEMISSÃO EM RITMO RECORDE
No último mês de abril, quase 4 milhões de pessoas deixaram seus trabalhos — o valor mais alto desde que este tipo de dado passou a ser registrado.
O número recorde de pedidos de demissões nos Estados Unidos em abril parece materializar uma tendência que o pesquisador Anthony Klotz, especialista em psicologia organizacional, batizou há alguns anos de “a Grande Renúncia” — um realinhamento no mercado de trabalho em que uma parcela considerável de pessoas, por diversos motivos, estão escolhendo largar seus empregos.
Naquele mês, quase 4 milhões de trabalhadores, o equivalente a 2,7% de toda a força de trabalho do país, deixaram seus empregos. É um recorde desde 2000, quando esse tipo de dado começou a ser registrado.
A pandemia de coronavírus atingiu o emprego nos EUA com força brutal. Em apenas dois meses, entre fevereiro e abril de 2020, o número de desempregados passou de 5.717.000 para 23.109.000. A partir daí, começou uma gradual retomada, à medida que governos, empresas e funcionários encontraram uma forma de se adaptar ao novo cenário.
A onda de demissões compõe um quadro ambíguo: ela ocorre no mesmo país em que há mais de 9,3 milhões de desempregados, segundo dados de maio do Departamento do Trabalho.
Então, por que enquanto milhões de americanos estão procurando empregos, há outros milhões que estão pedindo demissão?
Esgotamento e epifanias
Embora sejam inúmeras as razões individuais pelas quais trabalhadores podem decidir pedir demissão, Anthony Klotz, professor associado de administração na Escola de Negócios Mays, da Universidade Texas A&M, diz que há quatro grandes explicações para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora.
A primeira é que muitos funcionários que já queriam deixar seus empregos em 2020 adiaram essa decisão.
“Entre 2015 e 2019, o número de demissões nos Estados Unidos cresceu ano a ano, mas esse número caiu muito em 2020, o que faz sentido dada a incerteza da pandemia. As pessoas permaneceram nos seus empregos, mesmo que quisessem deixá-los”, explicou Klotz à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC).
Estima-se que em 2020 houve quase 6 milhões de demissões a menos nos EUA do que o esperado.
Com o avanço da vacinação e a melhoria da economia no país, essas pessoas podem ter sentido um cenário mais favorável para concretizar a saída.
“As mais recentes estatísticas do Departamento do Trabalho têm mostrando um recorde histórico de demissões em abril me levam a crer que muitas dessas pessoas já começaram a deixar seus empregos”, diz Klotz.
O segundo fator que pode ter impulsionado esse fenômeno é o “esgotamento do trabalho”.
“Sabemos por diversas pesquisas que, quando as pessoas se sentem esgotadas no trabalho, é mais provável que saiam.”
“Vimos inúmeras histórias de trabalhadores essenciais, mas também de muitas pessoas que trabalharam de casa e tentaram equilibrar o tempo da família e do trabalho, que experimentaram altos níveis de esgotamento (na pandemia). No momento, há mais trabalhadores ‘esgotados’ do que o normal”, aponta o especialista, acrescentando que a “única” cura para esta situação é um bom período de descanso, mas como este nem sempre é possível, a saída se torna inevitável.
Um terceiro fator que pode explicar essa onda de demissões, segundo Klotz, são os momentos de revelação ou epifania.
Eles acontecem quando uma pessoa, que pode estar feliz com seu trabalho, de repente vive uma situação que a faz querer deixar o cargo — como não conseguir a promoção que esperava ou ver algum colega ser demitido.
“Com a pandemia, quase todos nós sofremos um impacto que nos fez reavaliar nossas vidas. Tantas pessoas tiveram essas epifanias! Algumas perceberam que querem ficar mais tempo com sua família; outras agora sentem que seu trabalho não é tão importante quanto pensavam, ou querem abrir seu próprio negócio”, explica.
“Muitas pessoas estão considerando fazer mudanças em suas vidas, e isso muitas vezes significa mudar suas carreiras.”
A ampliação do trabalho remoto
A quarta possível explicação para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora tem a ver com o trabalho remoto, expandido na pandemia. Muitas pessoas se adaptaram a trabalhar de casa e agora não querem voltar ao escritório, embora para Klotz esta parcela de pessoas seja menor.
“Como seres humanos, temos a necessidade fundamental de desfrutar da autonomia. Quando você trabalha à distância, consegue estruturar o dia à sua maneira e tem muito mais flexibilidade do que no escritório. Por isso, muitas pessoas não querem perder essa liberdade. Existem pessoas que estão se demitindo para buscar empregos remotos ou híbridos”, afirma o especialista.
Um estudo internacional encomendado pela Microsoft revelou que 70% dos funcionários querem que as empresas mantenham a opção flexível do trabalho remoto, e 45% dos que trabalham remotamente têm planos de se mudar para um novo local de moradia, já que não precisam mais ir para o escritório.
E cada vez mais empresas estão dispostas a oferecer essa possibilidade a seus funcionários. De acordo com dados fornecidos pelo LinkedIn à BBC News Mundo, anúncios na plataforma oferecendo cargos remotos aumentaram cinco vezes entre maio de 2020 e maio de 2021.
O setor de mídia e comunicação lidera a oferta de empregos remotos (27%), seguido pela indústria de software e tecnologia da informação (22%).
Ao mesmo tempo, quase 25% de todas as inscrições para vagas feitas entre o final de abril e maio foram para empregos remotos.
Oportunidades para carreiras específicas
Analistas apontam ainda uma outra explicação para essa onda de pedidos de demissão nos EUA.
Trabalhadores antes considerados mal pagos, como funcionários de restaurantes e hotéis, estão um pouco mais valorizados no país.
Segundo números do Departamento do Trabalho, entre aqueles que deixaram seus cargos no último mês de abril, mais de 740 mil eram do setor de lazer, hotelaria e restaurantes. Esse número de pessoas que fizeram a transição equivale a 5,3% do total de trabalhadores do setor.
A reabertura abrupta da economia criou uma grande demanda por esses funcionários, o que obrigou as empresas a oferecerem incentivos, inclusive melhores salários, para preencher as vagas.
“Há muita rotatividade em cargos de baixa remuneração, nos quais as pessoas realmente não têm uma progressão na carreira. Se você encontrar um emprego que lhe ofereça um pouco mais, mudar não tem nenhum custo para você”, explicou Julia Pollak, economista da consultoria ZipRecruiter, ao jornal The New York Times.
Nos Estados Unidos, quase 4 milhões de trabalhadores pediram demissão em abril — Foto: GETTY IMAGES via BBC
– A Igreja Católica nos EUA proibirá Biden de receber a Eucaristia?
Certa vez, o ex-presidente Lula disse: “sou católico e defendo a vida, mas como presidente eu tenho que pensar no aborto como um caso de saúde pública”, ao se referir à legalização ao aborto em anos passados, plataforma a qual o partido dele defendia e defende.
Mais ou menos parecido com isso está acontecendo nos EUA: lá, Joe Biden faz o mesmo discurso (diferenciando que Biden, católico praticante, frequenta regulamente a Igreja e recebe costumeiramente os sacramentos). E por tal fala, a “CNBB dos EUA” quer proibi-lo de receber a Eucaristia.
Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/06/18/por-que-bispos-americanos-querem-impedir-biden-de-comungar.htm
POR QUE BISPOS AMERICANOS QUEREM IMPEDIR BIDEN DE COMUNGAR
Quando Joe Biden assumiu a presidência dos Estados Unidos, em janeiro deste ano, ele se tornou apenas o segundo católico em toda a história americana a ocupar o cargo. O primeiro havia sido John Kennedy, que governou o país de 1961 a 1963.
Mas enquanto muitos católicos celebraram a vitória de Biden, sua presença na Casa Branca gerou o que alguns bispos americanos descrevem como situação “difícil”: Biden apoia o direito ao aborto, que é legal nos EUA, mas condenado pela Igreja Católica.
Essa postura levou parte da liderança da Igreja americana a propor que Biden — um católico fervoroso, que vai à missa todos os domingos, costuma citar passagens bíblicas e o papa Francisco em seus discursos e já afirmou que sua fé católica serve como “âncora” — e outros políticos que defendam o direito ao aborto sejam impedidos de receber a comunhão.
O debate vem gerando divisões e voltou a ganhar atenção nesta semana, com uma reunião virtual da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB, na sigla em inglês) na qual o principal tema em discussão é o significado da Eucaristia e como abordar a situação de políticos católicos pró-aborto.
Os 280 bispos com direito a voto deverão decidir se devem pedir à Comissão para Doutrina (que aconselha em questões ligadas à fé e moral) a elaboração de um documento esclarecendo quem pode receber a comunhão e as circunstâncias em que o sacramento pode ser negado.
Depois de horas de debate e discordâncias, os religiosos votaram nesta quinta-feira (17/6), segundo dia do encontro. O resultado final deverá ser anunciado nesta sexta (18/06), no encerramento da reunião.
Caso a proposta seja aprovada, a Comissão para Doutrina começará a elaborar o documento, que será colocado em votação na próxima reunião da USCCB, em novembro. Para ser aprovado, o documento final precisará do apoio de pelo menos dois terços dos votantes.
Mas, na prática, a decisão final sobre permitir ou não que Biden (ou qualquer outro fiel) receba a comunhão continuará nas mãos do bispo responsável por cada diocese.
Em Washington, onde o presidente costuma frequentar a igreja Holy Trinity (Igreja Católica da Santíssima Trindade), no bairro de Georgetown, o arcebispo Wilton Gregory já indicou que não pretende impedir Biden de comungar. O mesmo deve ocorrer em Wilmington, no Estado de Delaware, onde Biden tem residência e frequenta a missa em alguns fins de semana.
“Legalmente, (a decisão da USCCB) não tem impacto”, diz à BBC News Brasil o professor de teologia e estudos religiosos Massimo Faggioli, da Universidade Villanova, na Pensilvânia, que é autor do livro “Joe Biden and Catholicism in the United States” (“Joe Biden e o Catolicismo nos Estados Unidos”).
No entanto, o simples debate sobre a possibilidade de uma regra nacional impedindo que políticos pró-aborto recebam a comunhão tem um forte significado simbólico e revela não apenas a divisão interna e polarização política na Igreja americana, mas também suas divisões em relação ao Vaticano.
“Os bispos que são os mais vocais na defesa dessa proposta são os mesmos que nos últimos oito anos foram os mais vocais contra o papa Francisco em diversos temas”, observa Faggioli. “E fazem parte da mesma maioria que nos últimos 10 ou 20 anos se tornou incrivelmente politizada e alinhada com o Partido Republicano.”
Oposição ao papa Francisco
A ala conservadora da Igreja Católica americana reúne pelo menos metade dos bispos do país e é conhecida por sua oposição ao papa Francisco, que defende uma postura menos rígida em relação a fiéis que se afastaram da doutrina.
Desde que assumiu o comando do Vaticano, em 2013, o papa deu destaque a questões sociais, incentivando os fiéis a cuidar dos pobres, acolher imigrantes e combater mudanças climáticas, demonstrou tolerância a homossexuais e abriu caminho para que católicos divorciados ou casados novamente recebam a comunhão.
Mas muitos de seus críticos temem que a visão de uma Igreja mais liberal em relação a esses temas leve a um enfraquecimento da religião.
Assim como os bispos americanos, o papa Francisco também se opõe ao aborto, considerado pela Igreja um “pecado mortal”. Mas o papa e outras lideranças no Vaticano preferem o caminho do diálogo em vez de uma proibição como a proposta por parte dos bispos nos Estados Unidos.
Críticos dessa proposta dizem que impedir políticos católicos de comungar por causa de sua posição em relação ao aborto tem motivação mais política do que religiosa.
O papa já chegou a declarar que “a Eucaristia não é um prêmio para os santos, mas sim o pão dos pecadores”.
Em uma rara intervenção pública do Vaticano sobre a disputa na Igreja americana, o cardeal Luis Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, enviou uma carta ao arcebispo de Los Angeles, José Gomez, que é presidente da USCCB, pedindo cautela e alertando para as consequências de apressar uma decisão.
Ladaria pediu diálogo entre os bispos americanos para “preservar a unidade da conferência episcopal diante de discordância sobre esse assunto controverso”.
Em uma demonstração da divisão interna provocada pelo tema, 67 bispos americanos pediram que a discussão fosse adiada até que pudessem participar de um encontro pessoalmente. Mas os idealizadores da reunião virtual desta semana decidiram manter o tema na agenda.
Debate antigo
O debate sobre negar a comunhão a políticos pró-aborto não é novo nos Estados Unidos. Há décadas a ala conservadora da Igreja Católica no país busca fazer da oposição ao aborto sua prioridade e questão religiosa central.
Em 2004, um grupo de bispos conservadores já havia tentado impedir que o então candidato presidencial democrata John Kerry recebesse o sacramento por esse motivo. Kerry era o primeiro católico a concorrer à Presidência por um dos grandes partidos americanos desde o assassinato de Kennedy.
Na época, a posição dos bispos conservadores americanos tinha apoio do cardeal Joseph Ratzinger, que em 2005 se tornaria o papa Bento 16. Mas a decisão final foi a de que cada bispo teria autonomia para decidir se permitiria ou não políticos pró-aborto de comungar.
O próprio Biden já teve a comunhão negada em uma igreja na Carolina do Sul em 2019, quando era candidato, por causa de sua posição em relação ao aborto. Sua chegada à Casa Branca aumentou a urgência com que alguns setores da Igreja no país veem a questão.
Biden substituiu o republicano Donald Trump, que durante seu governo adotou diversas medidas restringindo o aborto e nomeou centenas de juízes contrários à prática para os tribunais do país, entre eles três para a Suprema Corte, a mais alta instância da Justiça americana e que tem o poder de decidir o futuro do aborto no país.
Desde que assumiu o poder, Biden reverteu algumas das restrições adotadas durante o governo Trump. Além disso, sua presidência marca um momento em que os democratas vêm fortalecendo sua defesa do aborto, posição atualmente compartilhada por quase todos os políticos do partido.
“Na época (de Kerry) a situação era diferente, porque não era um presidente católico, (apenas) um candidato”, salienta Faggioli.
“Agora, seria uma declaração de guerra da Conferência dos Bispos contra o presidente, e também uma demonstração de que eles não levam a sério o que vem do Vaticano a respeito dessa questão.”
Impacto
Para Faggioli, o esforço em curso nos Estados Unidos é único em termos históricos e “mais americano do que católico”.
“Há exemplos no passado de relações difíceis entre a Igreja Católica e chefes de Estado”, ressalta. “Mas nunca houve esse tipo de discussão pública de alto nível, envolvendo toda uma conferência de bispos, para planejar punir um presidente católico por causa de suas opiniões.”
O atual movimento é encabeçado por nomes influentes da ala conservadora da Igreja Católica americana. Além de Gomez, fazem parte dessa lista o cardeal Raymond Burke e o arcebispo Salvatore Cordileone, de San Francisco, entre vários outros.
“É fundamentalmente uma questão de integridade”, declarou Cordileone em maio, em um recado não apenas para Biden, mas também para a presidente da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados), a democrata Nancy Pelosi, que é católica, defende o direito ao aborto e frequenta a igreja em San Francisco.
“Na liturgia Católica, receber o Sacramento Sagrado é abraçar publicamente a fé e os ensinamentos morais da Igreja Católica, e desejar viver de acordo (com eles)”, afirmou Cordileone.
Muitos dos defensores da proibição temem que o exemplo dos políticos possa influenciar outros fiéis. Mas vários dos opositores da proposta acreditam que os líderes religiosos devem conversar com esses políticos reservadamente sobre como seu apoio ao aborto vai contra os valores da Igreja.
Para Faggioli, o debate atual traz o risco de alienar ainda mais uma parcela dos fiéis que já vêm se afastando da Igreja.
“O simples fato de que houve essa reunião e a narrativa em torno desse debate é um problema muito sério. Porque dá a impressão de que esta é uma convenção de um partido político.”
Faggioli ressalta que um documento defendendo a exclusão de Biden ou de outros políticos católicos da Eucaristia terá efeito na população católica geral do país.
“O que Biden diz sobre aborto é o que cerca de metade dos católicos americanos também acreditam”, afirma.
Segundo o instituto de pesquisas Pew Research Center, 67% dos católicos americanos dizem que Biden não deve ser impedido de comungar por causa de sua posição sobre o aborto. Outra pesquisa do instituto, de 2019, indica de 56% dos católicos americanos acreditam que o aborto deveria ser legal na maioria dos casos.
Biden costuma frequentar a missa nos finais de semana em Wilmington, no Estado de Delaware, onde tem residência
– Que exemplo de vacinação, NY!
A partir de hoje, todas as pessoas acima de 30 anos poderão se vacinar contra a Covid-19 em Nova Iorque. Na semana que vem, começa a vacinação para as pessoas acima de 16!
Que isso seja uma realidade em breve no Brasil também…
– Os Golpes dos Personagens em NY!
Coisa de americano, mas poderia ser de brasileiro: a Globo mostrou uma matéria curiosa em que pessoas se vestem de bonecos de personagens populares de desenhos e/ou heróis, nas ruas de Nova York, a troco de dinheiro para fotos com turistas!
O sujeito se veste de Batman, a criança vê e o pai entusiasmado pede uma foto. Aí ele dá uma “caixinha” / gorjeta / valor qualquer. O problema é: tem boneco brigando que não quer esmola, pedindo mais dinheiro pelo seu “trabalho profissional”.
Pode?
Dá para imaginar essas Hello-Kittys agredindo uma mãe ou um pai, por diferença de preço? Veja abaixo a matéria:
Extraído de: http://is.gd/ZhHrQz
‘PERSONAGENS’ DA TIMES SQUARE SÃO ACUSADOS DE INCOMODAR TURISTAS
Pessoas vestidas de Elmo, Super Mario e Hello Kitty lotam praça de NY. Alguns são tidos como agressivos; polícia diz que casos são pontuais.
O Monstro Come-Come foi acusado de empurrar um menino de dois anos. Super Mario enfrenta acusações de supostamente tentar apalpar uma mulher. E Elmo foi preso por gritar insultos antissemitas a turistas.
A famosa praça Times Square, em Nova York, está repleta de pessas fantasiadas como personagens da cultura pop, que tentam ganhar dinheiro posando para fotografías com os muito turistas que passam por ali.
Mas alguns dos personagens são diferentes dos que se veem no programa “Vila Sésamo” ou na Disney, pois fumam, usam linguagem chula e chegam a ser agressivos. Ao menos três deles foram presos nos últimos sete meses.
“Ele estava dizendo palavras horríveis”, afirmou Parmita Kurada, de Stamford, Connecticut, que reportou à polícía ter encontrado nesta semana um homem fantasiado de Monstro Come-Come que exigiu que ela desse US$ 2 para posar com seu filho de dois anos, Samay.
Kurada relatou que quando disse ao personagem que seu marido precisava buscar dinheiro trocado para pagá-lo, a criatura azul empurrou seu filho e começou a insultá-los. “Foi aterrador, comecei a chorar. Não quis provocá-lo, então disse: ‘Te daremos o dinheiro, mas para de gritar”’, relata.
Osvaldo Quiroz López, de 33 anos, foi acusado de agressão, de pôr em perigo a um menor e de mendicância agressiva. Seu advogado não retornou um telefonema da Associated Press, pedindo que comentasse o assunto.
De US$ 2 a US$ 5 pela foto Na última terça-feira (9), a Times Square estava repleta de pessoas fantasiadas de Mickey Mouse, Hello Kitty, um Transformer, Super Mario e Elmo.
Como atores de rua protegidos pela Primeira Emenda da Constituição, eles livres para andar pela Times Square e de trabalhar por gorjetas entre US$ 2 e US$ 5 por foto, desde que não obstruam o trânsito, não vendam mercadorias nem exijam pagamentos, afirmou a polícia. Se infringirem essas regras, precisam pagar uma multa de cerca de US$ 60.
Muitos são imigrantes. A equatoriana Laura Vanegas, de 45 anos, por exemplo, fantasia-se de Estátua da Liberdade. Ela diz que arrecada entre US$ 30 e US$ 50 em oito horas de trabalho.
Já Steve Crass, vestido como um robô com fralda de plástico fluorescente, afirma que ganha até US$ 280 por seis horas na frente de uma loja de brinquedos. “Alguns personagens são meio agressivos”, reconheceu.
Problemas ocasionais O porta-voz da polícia Paul Browne afirmou, em um e-mail, que o departamento teve “problemas ocasionais” com as pessoas fantasiadas na Times Square, mas são “minimos”.
O processo contra o Super Mario, acusado de tentar apalpar uma mulher, segue pendente. O Elmo, acusado de insultos anti-semitas, declarou-se culpado de desordem pública em setembro de 2012 e foi sentenciado a dois dias de serviço comunitário.
Segundo a presidente do Conselho Municipal de Nova York, Christine Quinn, os legisladores tentam encontrar uma forma de regular essa atividade, mas é complicado. “É muito difícil legalmente porque colocar uma fantasia e caminhar pela Times Square é uma atividade protegida pela Primeira Emenda”, afirma.
– O Mundo à parte na Coreia do Norte.
O ditador Kim Jong-un, na semana passada, declarou que os Estados Unidos são seu inimigo número 1 e que a Coreia do Norte possui a “arma mais poderosa do mundo”.
Por quê crer / fazer / moldar um mundo assim?
Extraído de: Época.com
O MAIOR MÍSSEL DA COREIA
A Coreia do Norte exibiu um míssil balístico lançado por submarino em um desfile militar em Pyongyang nesta sexta-feira (quinta-feira, 14, no Brasil), noticiou a agência oficial KCNA, a poucos dias da posse de Joe Biden nos Estados Unidos.
O desfile aconteceu em comemoração ao congresso do Partido dos Trabalhadores (no poder), que não acontecia há cinco anos e no qual o líder norte-coreano Kim Jong-un afirmou que os Estados Unidos são “o principal inimigo” de seu país.
“A arma mais poderosa do mundo, o míssil balístico lançado de um submarino, entrou na praça, demonstrando fortemente o poder das forças armadas revolucionárias”, disse a agência KCNA.
O desfile também exibiu foguetes com “poderosa capacidade de ataque para aniquilar totalmente os inimigos, de forma preventiva, fora do território”, acrescentou o órgão oficial.
“As majestosas unidades de elite e as fileiras invencíveis da República que orgulhosamente cruzarão a praça Kim Il Sung representam nosso poder absoluto”, disse o ministro da Defesa, Kim Jong Gwan, antes do desfile, de acordo com a mesma fonte.
Alguns especialistas acreditam que a Coreia do Norte está aproveitando o congresso do partido no poder para enviar uma mensagem ao próximo governo dos Estados Unidos, com a ideia de obter concessões.
A mudança de governo nos Estados Unidos representa um desafio para a Coreia do Norte, já que Biden costuma ser associado à “paciência estratégica” demonstrada pelo governo Obama. Além disso, o presidente eleito chamou Kim de “valentão” durante os debates presidenciais.

Mísseis são vistos em desfile para celebrar o oitavo Congresso do Partido dos Trabalhadores em Pyongyang, na Coreia do Norte, na quinta-feira (14) — Foto: KCNA via Reuters
– O direito de se expressar nas Redes Sociais deve ser assegurado. Mas tenha-se ciência do que se fala!
Não gosto do estilo Trump de se relacionar. Como presidente, acertou em vários aspectos econômicos mas pecou em inúmeros outros sociais. A “sede do poder” demonstrada nos últimos dias assustou.
Porém, vejo que as Redes Sociais estão bloqueando suas contas, como Instagram, Twitter e Facebook. Aí eu não concordo, pois passa a ser censura.
Tanto a Extrema Direita quanto a Extrema Esquerda as usam. Porém, a liberdade de expressão e o direito de se manifestar devem ser sagrados (pois isso é democracia), e tirado do ar (ou processado criminalmente) quando a fala torna-se um crime. Por exemplo: mandar invadir uma instituição, determinar o ataque orquestrado contra a vida de alguém ou algo que o valha. Por posicionamento ideológico, seja qual for, nunca.
Se assim fosse, muitos adoradores das ditaduras cubanas e venezuelanas estariam fora das Redes Sociais, bem como os fanáticos teocráticos do Oriente Médio (incluindo líderes iranianos que escrevem sobre o fim do Estado de Israel).
Repito: não gosto do Trump (isso não quer dizer que eu goste do Biden), mas censurar, não. Punições somente nos casos citados, por se tornar crime.
– O fanatismo que assustou os EUA hoje!
Manifestantes fanatizados pró-Trump invadindo o Capitólio?
Caramba… o Império em crise!
Se na maior democracia do mundo – os Estados Unidos – acontece isso, o que diremos ou podemos pensar do futuro do Brasil?
Sobre o ocorrido hoje, em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/01/06/mulher-e-baleada-em-invasao-de-manifestantes-pro-trump-ao-capitolio-diz-tv.htm
– Estamos ameaçando os EUA? Demagogia ou falta de noção?
Nem o comunista Jango, nem o corrupto socialista Lula, ou nem qualquer presidente da história do Brasil provocou os americanos para uma guerra, direta ou indiretamente. Mas, de novo, por impulso, o presidente Bolsonaro fala uma barbaridade que envergonha a diplomacia.
Extraído de UOL:
“O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se referiu ao presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden como ‘candidato à chefia de estado’ hoje à tarde. Sem citar o nome de Biden, rebateu um posicionamento do democrata em relação à Amazônia: ‘Assistimos há pouco um grande candidato à chefia de estado dizer que se não apagar o fogo da Amazônia, vai levantar barreira comercial contra o Brasil’, começou Bolsonaro. ‘Apenas diplomacia não dá. Quando acabar a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Precisa nem usar a pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo’.”
Eu não tenha partido político ou político de estimação, mas não podemos ser alienados enquanto povo. E fica claro: nosso presidente tem momentos de arrogância comprando brigas que não existem, vivendo em um mundo de teorias conspiratórias inexistentes beirando a esquizofrenia, e, por fim, mostrando-se sem jogo de cintura nenhum. Ele realmente disse que se não tiver diálogo usará “pólvora” contra Biden, que fez questão de não citar o nome?
Estamos a pé de políticos de todas as ideologias, essa é a verdade.
– Trump sai e entra Biden. Festeje a saída do primeiro, mas cuidado ao festejar a entrada do segundo…
Festejar a saída de Donald Trump, um falastrão milionário e que cada vez mais se comportava como um bufão, é para ser comemorada.
Porém…
A Presidência dos EUA estar nas mãos de Biden, um senhor que tem um histórico complicado e cuja a sanidade mental é contestada (fora as pendengas com Ucrânia e China) é para ser comemorada?
Nossos irmãos americanos estão trocando algo ruim por outra ruindade de ideologia diferente. Simples.
Isso se chama: “falta de bons candidatos”, algo semelhante do cenário do Brasil.
– Trump ou Biden? Nhô ruim ou Nhô pior…
Um brucutu que pôs fogo nas relações internacionais dos americanos e que causou críticas sociais internas (mas com melhora na Economia) ou um senhor que parece estar perdido no tempo / espaço acusado de falta de sanidade (mas com uma necessária diplomacia)?
Se você avaliar profundamente, pelas polêmicas e escândalos envolvendo os dois candidatos à presidência dos EUA, não dá para votar em nenhum deles. Com o republicano Donald Trump e democrata Joe Biden, talvez estejamos vivenciando a pior das disputas em questão de nomes.
Seja como for, hoje o mundo começa a observar pelo peculiar sistema de votação yankee quem será o novo chefe do Império. Aguardemos, mas não criemos perspectivas de calmaria, seja qual nome for o vencedor.
– E se fôssemos eleitores nos EUA? Trump ou Biden? E a 3a via?
Assim como no Brasil, as eleições nos EUA mostram a falta de opção em pessoas centradas. Donald Trump, que se mostra muitas vezes como um bufão, sem papas na língua e questionado por diversas vezes (e que nesta madrugada avisou que está com Covid_19) é conhecido pela sua gestão dura e polêmica. Joe Biden não me mostra preparo algum, sendo ou atrapalhado ou folclórico propositalmente em muitas ocasiões (dispensa comentário ter se confundindo quando questionado sobre a própria faculdade que estudou, como ocorrido no debate desta semana).
Nunca teremos uma 3a opção por lá? É claro que o país que dita a democracia permite inúmeros outros candidatos, mas viabilizar-se é outra história…
Lá como cá, resta ter paciência. Nenhum deles me agrada.
– Sobre Martelos e Pregos!
Sábio Barack Obama… os EUA (e em especial o mundo) eram melhor articulados com ele do que com Trump!
Olha só a frase:

– A arma secreta dos EUA foi revelada: os cães-robôs.
Causou muita curiosidade quando se descobriu uma gravação do presidente Donald Trump falando que os EUA estavam desenvolvendo “armas nunca imaginadas”.
Especulou-se em ogivas nucleares diferentes, em sistemas de radares inteligentes, mas, em clima de futurismo e ficção científica, apresentaram os surpreendentes “cães-robôs”!
Não acredita? Pois é, impressiona mesmo.
Sobre o que eles fazem, em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2020/09/09/caes-robos-da-forca-aerea-dos-eua-mostram-o-futuro-do-campo-de-batalha

– A diferença do preço de medicamentos nos EUA e no Brasil
Abaixo publico duas fotos: a de uma caixa com 30 comprimidos de Vitamina C comprada no Brasil e um pote com 100 cápsulas comprado nos EUA. Ambos têm a mesma quantidade por dose: 500 mg.
A diferença está no preço: a embalagem brasileira com 30 custa R$ 27,00 aproximadamente. A americana com 100 custa US$ 2.00…
Incrível, não? Aqui, R$ 0,90 / comprimido. Lá, US$ 0.02 por cápsula.
– O 11 de Setembro que NUNCA deveria ter existido…
Ao rever as imagens que recordam o trágico 11 de setembro de 2001, me lembro do dia em que tudo aconteceu. Dá um angústia imaginar que o ser humano chega a isso…
E atentemo-nos: não foram só as Torres Gêmeas, mas também a tentativa no Pentágono!
O que o fanatismo faz… POR QUÊ?

Imagem extraída da Web.
– Discurso de Nixon, caso o Homem Tivesse Fracassado na Chegada à Lua.
Há 8 anos, morreu Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua. Mas e se ele não tivesse conseguido?
Olha qual o procedimento dos astronautas (por exemplo: como se envenenarem para uma morte mais rápida, caso algo desse errado) e o discurso do presidente americano Nixon, após a fatalidade:
DISCURSO PRESIDENCIAL QUE SERIA USADO SE A MISSÃO APOLLO 11 TIVESSE FRACASSADO
por Carolina Vilaverde
A missão que levou Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin para a Lua podia ter dado muito errado. Em julho de 1969, os dois astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua e conseguiram retornar em segurança para a Terra. Mas, o risco de algo dar errado era tão grande que eles levaram uma cápsula de cianureto no macacão para abreviar a morte caso necessário.
Por isso, o redator de discursos do ex-presidente Richard Nixon, William Safire, fez questão de deixar uma fala preparada para caso a missão falhasse e os astronautas ficassem presos na Lua. Abaixo, você lê uma tradução livre do discurso que seria usado se uma tragédia acontecesse na missão espacial:
“EM CASO DE DESASTRE NA LUA:
O destino ordenou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.
Esses bravos homens, Neil Armstrong and Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.
Estes dois homens estão entregando suas vidas para o objetivo mais nobre da humanidade: a busca pela verdade e compreensão.
Eles serão velados por seus familiares e amigos; eles serão velados pela nação; eles serão velados pelas pessoas ao redor do mundo; eles serão velados pela Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.
Em sua exploração, eles mobilizaram pessoas do mundo inteiro a se sentirem como uma só; com seu sacrifício, eles ligam mais fortemente a irmandade dos homens.
Em tempos passados, homens olharam para as estrelas e viram seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, nós fazemos basicamente o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.
Outros os seguirão, e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e eles permancerão como primeiros em nossos corações.
Cada ser humano que olhar para a Lua nas noites que virão saberá que existe um canto de outro mundo que é para sempre da humanidade.
ANTES DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE:
O Presidente deve telefonar para cada uma das futuras viúvas.
DEPOIS DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE, NO MOMENTO EM QUE A NASA ENCERRA A COMUNICAÇÃO COM OS HOMENS:
Um clérigo deve adotar o mesmo procedimento que em um enterro no mar, recomendando suas almas para a “mais profunda das profundezas”, encerrando com o Pai Nosso.”
– Uma nova guerra fria, agora entre EUA e China?
No tempo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, os Estados Unidos da América mantinham a relação de dualidade do mundo com ações iguais as de hoje:
- A URSS fazia algo, os EUA faziam a mesma coisa de maneira mais ousada (como na corrida espacial). Os soviéticos apoiavam uma nação comunista X, os americanos apoiavam a nação capitalista Y. Mísseis russos em determinado país próximo, mísseis yankees idem.
Foi a Guerra Fria, que assustava o planeta. Agora, no século XXI, temos outra formação, a da China versus EUA, com novos elementos: cyberameaças e truculência política de ambos os lados.
Os Estados Unidos fecharam uma embaixada chinesa em seu território pois, segundo as autoridades, hackers de Pequim tentaram invadir e roubar dados de uma das vacinas contra o Coronavírus. Em contrapartida, chineses fecharam uma embaixada americana.
Vai ficar somente até esse “capítulo”, ou teremos mais outros?
O mundo não precisa mais de tanta tensão…
– Realidade Alternativa EUA X Brasil?
Leio que Fernanda Lima, modelo e atriz da Rede Globo, levou tempos atrás os seus filhos para passearem nos EUA. Ao contrário do que possa ser uma viagem de lazer familiar, o motivo era outro, segundo a moça:
“Eu queria mostrar para as crianças uma realidade sem medo, para que elas vissem que existem lugares onde há regras e as pessoas se respeitam”.
Não podemos criticá-la. Afinal, por mais que sejamos patriotas, é inegável que a violência é alta (lembrando que estamos falando de assaltos e outros crimes).
– O Cristo Redentor em meio às vaidades da Esquerda e da Direita!
Dias atrás, na onda das derrubadas de estátuas de homenageados com algum tipo de mácula escravagista / colonialista, um grupo extremista (que não vale citar sua nomenclatura, pois, afinal, são radicais) declarou que o “Cristo branco deveria ser derrubado” (em referência ao Cristo Redentor, no RJ).
E não é que em plena campanha política, Donald Trump falou que vai defendê-lo?
Ao menos, é o que ele divulgou em seu Facebook (imagem abaixo)…
Perceberam que extremistas de Esquerda sugerem algo para polemizar, e a Direita radical responde com uma manifestação à altura da demagogia que iniciou a pendenga? E o pivô, aquele que mais foi inclusivo: Jesus.
Cada oportunista… aliás, cada um que aparece!

– O Lar e o Escritório do Presidente dos EUA
Ser presidente dos EUA, para muitos, é considerado o mais importante cargo do mundo. Mas veja só que estrutura tem a Casa Branca – a sede, casa e local de trabalho do executivo americano!
Segundo a Revista Superinteressante (Edição 0812, pg 32, por Bruno Garattoni e Ricardo Davino), o prédio possui:
132 cômodos;
11 quartos;
35 banheiros;
6 andares, sendo 2 subterrâneos;
412 portas;
147 janelas;
28 lareiras;
8 escadas;
3 elevadores;
1 floricultura;
400 árvores;
1 quadra de basquete;
1 pista de boliche;
1 centro de apicultura;
1 doçaria;
1 bunker anti-ataque nuclear.
Foi construída entre 1792 e 1800, e dos 44 presidentes norte-americanos, apenas George Washington não morou lá (pois o prédio não estava pronto).
O presidente recebe diariamente:
100 mil emails;
30 mil telefonemas;
9 mil cartas escritas, sendo que somente 10 são lidas por dia, e 2 respondidas a mão;
1 mil faxes.
A Sala de Guerra (Situation Room) é onde assuntos confidenciais são discutidos. Por ela, passam 2.000 informações confidenciais. Vale lembrar que 1.800 entidades no mundo (incluindo os principais líderes de governo mundiais) podem ser conectados imediatamente por ela.
Por dia, visitam a Casa Branca 3.350 pessoas, sendo que todos são investigados previamente pelo Serviço Secreto, e só podem entrar com 4 itens, além da roupa: chave do carro, carteira, guarda-chuva e celular (desde que desligado). Já comida, escova de dentes, batom e câmera fotográfica, nem pensar!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
– Remdesivir (contra Ébola, Mers e agora contra Covid) nas mãos dos EUA
Os americanos não brincam em serviço.
Neste dia 01 de julho, os EUA anunciaram que compraram quase todo o estoque mundial do caríssimo remédio REMDESIVIR para ajudar no tratamento de pacientes com o Novo Coronavírus.
Extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/eua-compram-praticamente-todo-estoque-mundial-de-remdesivir/
EUA COMPRAM PRATICAMENTE TODO ESTOQUE MUNDIAL DE REMDESIVIR
Estudos apontam que medicamento pode reduzir o tempo de internação de pacientes com Covid-19; Casa Branca fechou acordo com farmacêutica
Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira, 1°, a compra de praticamente todo o estoque da droga remdesivir, usada no tratamento para a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. O acordo reduzirá o acesso do restante do mundo ao remédio, que ajuda os pacientes a se recuperarem mais rápido, pelos próximos três meses.
“O presidente Trump firmou um incrível acordo que dará aos americanos o acesso ao primeiro medicamento terapêutico autorizado para a Covid-19”, disse que secretário da Saúde e Serviços Humanos, Alex Azar. “Queremos assegurar que qualquer paciente americano que esteja em necessidade do remdesivir tenha acesso a ele”, disse.
O medicamento é exclusivo da empresa Gilead, que firmou o preço do tratamento completo, que consiste em seis frascos do remédio, em 2.340 dólares. Segundo o comunicado do governo dos Estados Unidos, o país irá pagar 3.200 dólares por tratamento.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA afirmou ainda que o acordo prevê que a Gilead entregue 500.000 ciclos de tratamentos, que representam 100% da produção da farmacêutica em julho, 90% em agosto e 90% em setembro.
O fármaco foi usado na epidemia da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERs), também causada por um tipo de coronavírus, e na epidemia de Ebola na África. O medicamento, no entanto, se mostrou mais eficaz contra a MERs. Em testes clínicos contra a Covid-19, se constatou que o uso do remédio diminuiu o tempo de recuperação de 15 para 11 dias, além de diminuir a mortalidade do vírus. No dia 1° de maio, a Agência Federal de Drogas e Alimentos (FDA) dos Estados Unidos, equivalente a Anvisa no Brasil, autorizou o uso da droga.
Paralelamente, porém, o uso da hidroxicloroquina foi proibida pela mesma agência, o que levou os estoques federais a registrarem cerca de 68 milhões de doses paradas. Apesar da proibição, o presidente Donald Trump disse que não irá parar de escoar o medicamento para o Brasil, uma vez que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro solicitou o envio da droga.
Além da compra de todo o estoque de remdevisir, os Estados Unidos invocaram o Ato de Defesa da Produção, que impede a importação de alguns insumos hospitalares produzidos em solo americano, além de competirem proativamente na corrida pela vacina contra outras iniciativas, como o fundo milionário criado pela União Europeia, que conta com países que não integram o bloco.
Os Estados Unidos são atualmente o país mais impactado pelo pandemia. Segundo a Universidade Johns Hopkins, que faz o levantamento em tempo real, são 2,6 milhões de casos confirmados da doença e 127.485 mortes. No mundo, a cifra chega a mais de 10 milhões de casos confirmados enquanto os óbitos já começam a passar de meio milhão.
– Nasa e SpaceX: o vídeo do lançamento!
Na primeira missão na qual a Nasa contratou uma empresa privada (a SpaceX, de Elon Musk), para levar astronautas para a Estação Espacial, um show de transmissão!
Os EUA, indubitavelmente, sabem promover um evento. Aqui, a preparação e o lançamento, em: https://youtu.be/pMsvr55cTZ0
– Com o cérebro ou com o coração?
Quando eu vi a propaganda do ex-vice presidente Joe Biden, estranhei num primeiro momento. Ele, que tentará ser Presidente dos EUA concorrendo pelos Democratas contra a reeleição de Donald Trump (dos Republicanos), usou um tom mais emocional na sua pré-campanha.
A ideia é contradizer a razão e usar o coração. Aí, se você ler a mensagem “His Brasil? No. His Heart.” você entenderá num segundo momento que ele não está menosprezando a racionalidade, mas agregando humanismo na sua campanha.
Será uma briga boa por lá. Biden, com o coração, ou Trump, com seu cérebro (e furor)?

– Mudar de opinião não é feio, Presidente. Parabéns, Trump!
Veja esse cenário: ao contrário do que se pode falar sobre ser uma simples gripe de contágio desprezível, temos hoje a Disneylândia fechando; Olimpíada 2020 sendo adiada; Alemanha proibindo encontros públicos com mais de duas pessoas e Corridas de Fórmula 1 sendo canceladas. Quando você viu isso acontecer simultaneamente? Mas, ainda assim, muitos não a levam a sério… Há gente achando até que tudo não passaria de uma enorme teoria da conspiração!
Ainda bem que há momentos de bom senso e de rever conceitos, como ocorrido nos Estados Unidos.
Depois de exacerbadas manifestações de controle total da crise do Coronavírus e até mesmo um desdenho das necessárias medidas de resguardo, desejando que até a Páscoa todos estivessem trabalhando, o Presidente dos EUA Donald Trump reviu suas ações e anunciou 2 trilhões de dólares para salvar a Economia, melhorar a Vigilância Sanitária e transferir Renda para as Famílias de baixa e média renda.
(O conjunto todo das decisões aqui: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/03/25/O-pacote-trilion%C3%A1rio-dos-EUA-para-combater-a-crise-do-coronav%C3%ADrus)
Além das decisões de caráter preventivo e de proteção ao cidadão, Trump escreveu uma carta aos governadores americanos chamando o Novo Coronavírus de “pandemia global sem precedentes”, sem nenhuma ironia como outrora.
Que sirva de exemplo para as outras nações que puderem fazer o mesmo!


– O curioso quadro das prévias democratas nos EUA
Os EUA praticamente se dividem entre Republicanos e Democratas. E, nas prévias para o Partido Democrata escolher um candidato para concorrer contra Donald Trump às próximas Eleições, veja que curioso, explicado na imagem:

– A proibição de vôos de parte da Europa para os EUA: entenda!
Os americanos proibiram voos da União Europeia para os Estados Unidos (portanto, exclua-se a Inglaterra e seus “irmãos de reino”), alegando, segundo o presidente Donald Trump, que isso se faz necessário pois essa parte da Europa não cuidou da prevenção do Coronavírus.
A China não deveria entrar nesse pacote também?
Enfim, neste momento de paranoia, vale ressaltar que cidadãos americanos que estejam no Velho Continente e queiram voltar para casa, podem retornar (além de aviões de carga). Ao menos isso ainda pode…
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/B/1/G7yxiOQPmKALKAFygYKA/ap19247669867263.jpg)
– E a Lenda urbana sobre os palhaços criminosos dos EUA?
Repost de uma inusitada publicação de 3 anos… abaixo:
Cada vez mais surgem relatos sobre palhaços que estariam assustando crianças na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. As autoridades investigam a seriedade das denúncias ou, em tempos de lorotas, se não passam de “lendas urbanas”.
Me recordo da “loira do banheiro” na minha infância. Seria uma versão disso nos States?
Tire suas conclusões, veja esse link: http://oglobo.globo.com/mundo/policia-investiga-palhacos-que-assustam-moradores-da-carolina-do-sul-20024748
PALHAÇOS ASSUSTADORES OU MARKETING?
GREENVILLE, Carolina do Sul — Chefes de polícia de Greenville, na Carolina do Sul, Estados Unidos, estão reforçando o patrulhamento na área após receberem novas denúncias de que pessoas vestidas como palhaços estão tentando atrair crianças para as florestas. De acordo com o relatório dos oficiais, várias crianças dizem que os palhaços lhes oferecem dinheiro para que elas os sigam para uma casa próxima a um lago.
Os últimos relatos são dessa segunda-feira, quando os delegados da cidade receberam um chamado do condomínio Emerald Commons por volta das 20h20. Mais tarde, às 22h, houve outro alerta sobre alguém vestido como palhaço nos arredores do Shemwood Apartments. Quem fez a denúncia foi uma criança de 12 anos.
O Emerald Commons fica a 20 minutos do Fleetwood Manor Apartments, outro conjunto habitacional onde as pessoas relataram ter visto palhaços na semana passada. Os oficiais que foram atender à demanda disseram que não encontraram nenhuma evidência de que alguém esteve no bosque. A polícia também inspecionou a casa mencionada pelas crianças, mas não encontrou nenhuma pista.
Adultos também relatam ter visto as figuras. Uma mulher que voltava para casa à noite afirmou ter visto um palhaço acenando para ela debaixo de um poste de luz. Ela acenou de volta antes de voltar para sua casa em segurança. Uma mãe decidiu ir até o bosque após seu filho ter lhe falado sobre palhaços “sussurrando e fazendo barulhos estranhos”. Chegando no local, segundo ela, havia vários palhaços com lasers verdes.
As autoridades não sabem dizer se as histórias são reais, mas estão preocupadas com a segurança dos moradores. De acordo com o xerife de Greenville, um dos residentes de um condomínio pode ter atirado em direção à floresta. A moradora Donna Arnold disse à rede de TV WYFF que achou que seu filho estava mentindo, até que “30 crianças” fizeram a mesma denúncia.
— Havia mais de uma criança dizendo ter visto eles, então eu estou certa de que elas estão falando a verdade.
No início do mês, vários moradores de Green Bay, em Wisconsin, viram e fotografaram um palhaço que rondava as redondezas. Um ator disse à rede de TV Wbay que se trata de uma ação de marketing para um curta do qual ele tentou fazer parte.

– Os EUA comprarão mesmo a Groenlândia?
Os americanos já conseguiram firmar ao longo da história anexações importantes: vide a questão do Alaska e a Rússia.
Agora, o presidente dos EUA Donald Trump anunciou que deseja fazer uma oferta para adquirir a Groenlândia, um imenso território (com muito gelo) que pertence à Dinamarca, embora esteja na América do Norte.
Conseguirá? Mas o que tem por lá que é tão atrativo?
Abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/trump-confirma-interesse-em-comprar-groenlandia-embora-nao-seja-prioridade/
TRUMP CONFIRMA INTERESSE EM COMPRAR A GROENLÂNDIA, EMBORA NÃO SEJA PRIORIDADE
O presidente americano, Donald Trump, confirmou neste domingo (18) o interesse em comprar a Groenlândia, mas disse que não era uma prioridade para sua administração.
“É algo de que falamos”, declarou Trump a jornalistas.
“O conceito surgiu e disse, sem dúvida, estrategicamente é interessante e estaríamos interessados, mas falaremos um pouco (com a Dinamarca)”, afirmou, ressaltando que “não era a número um da lista” de prioridades do governo.
O jornal The Wall Street Journal noticiou na quinta-feira que Trump tinha expressado interesse por essa grande ilha dinamarquesa com estatuto autônomo, na maior parte coberta de gelo, ao consultar assessores se seria possível que os Estados Unidos adquirissem o território situado entre o Ártico e o Atlântico Norte
Trump, um bem sucedido magnata imobiliário, sentiu curiosidade pelos recursos naturais e a relevância geopolítica da área, segundo o jornal.
Quando consultado se consideraria trocar um território americano pela Groenlândia, Trump respondeu que “muitas coisas poderiam ser feitas”.
“Essencialmente, é um grande negócio imobiliário”, resumiu.
A Dinamarca colonizou a ilha, com área de dois milhões de quilômetros quadrados, no século XVIII. A população é de apenas 57.000 pessoas, a maioria pertencente à comunidade indígena inuit.
“Está afetando muito a Dinamarca porque estão perdendo quase 700 milhões de dólares ao ano mantendo-a… E estrategicamente para os Estados Unidos seria bom”, acrescentou.
“Estamos abertos a fazer negócios, não a vender”, afirmou na sexta-feira o ministro de Relações Exteriores da ilha.

– Os atiradores nos EUA. O que fazer?
Não dá para entender o que passa na cabeça de uma pessoa que sai atirando para todos os lados. Loucura? Trauma? Psicose?
Mais um caso (ou melhor, dois casos) nesse final de semana… Dizer o quê?
Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49227433
DOIS ATAQUES NOS EUA EM MENOS DE 24H
Os Estados Unidos registraram dois ataques de atiradores nas últimas 24 horas. O primeiro tiroteio aconteceu em uma loja da rede Walmart em El Paso, Texas – e foi seguido por outro tiroteio em frente a um bar na cidade de Dayton, Ohio. Juntos, os dois incidentes deixaram ao menos 29 mortes, e dezenas de outros feridos.
Além disso, os incidentes deste fim de semana também acontecem menos de uma semana depois do tiroteio em um festival gastronômico na Califórnia, quando três pessoas perderam a vida.
No caso de El Paso, ao menos 26 pessoas ficaram feridas. O ataque aconteceu em uma loja do Walmart próxima ao shopping Cielo Vista Mall, a poucos quilômetros da fronteira entre os EUA e o México.
O sargento da polícia de El Paso Robert Gomez informou que um homem branco na faixa dos 20 anos foi detido sob suspeita de ser o atirador.
De acordo com a imprensa americana, ele seria Patrick Crusius, de 21 anos.
Imagens de câmeras de vigilância supostamente do atirador reproduzidas pela imprensa americana mostram um jovem de camiseta escura com protetores auriculares brandindo um fuzil.
Os primeiros relatos de que havia um incidente no Cielo Vista Mall apareceram por volta das 11h do horário local (14h no horário de Brasília). A polícia afirma ter recebido informações de que havia um tiroteio tanto no shopping quanto na loja da rede Walmart, que fica logo ao lado.
A polícia local e o FBI agora investigam se o tiroteio está relacionado a um “manifesto” nacionalista branco que foi compartilhado em um fórum online, e que teria sido escrito pelo atirador. O texto afirma que o alvo do atentado era a comunidade hispânica local.
O presidente norte-americano Donald Trump disse que o tiroteio foi “um ato de covardia”.
“Eu tenho certeza de que falo por todos neste país ao condenar o ato de ódio cometido hoje. Não existem razões ou desculpas capazes de justificar a matança de pessoas inocentes”, disse ele no Twitter.
O presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, disse que três cidadãos mexicanos estão entre os mortos.
Tiros na madrugada em Dayton
Segundo as primeiras informações das autoridades locais, os primeiros relatos do tiroteio em Dayton teriam aparecido por volta da 1h da manhã, hora local (ou 2h deste domingo, horário de Brasília). Os disparos teriam acontecido na rua, em frente a um bar, no distrito de Oregon.
Policiais confirmaram ainda ter matado o atirador no local.
Os corpos das vítimas foram levados a vários hospitais da região.
“Nós tínhamos policiais nas proximidades quando o tiroteio começou, então pudemos chegar lá rapidamente e parar o ataque”, escreveu o departamento de polícia de Dayton no Twitter.
A jornalistas, o oficial da polícia de Dayton Matt Carper disse que os investigadores ainda não conhecem as motivações do atirador. Carper disse que a polícia local está “ansiosa” para descobrir as motivações do atirador.
Loja estava cheia na hora do ataque em El Paso
As autoridades locais disseram que o supermercado estava cheio no momento do ataque, já que muitas famílias compravam material escolar para o semestre letivo que se inicia neste mês de agosto nos Estados Unidos.
Segundo o chefe da Polícia de El Paso, Greg Allen, o primeiro alerta sobre um atirador chegou às 10h39 de sábado, hora local (14h39, no horário de Brasília), e os policiais chegaram à loja seis minutos depois.
O suspeito de 21 anos de idade está preso, e segundo Allen, os policiais não precisaram disparar nenhum tiro para prendê-lo.
Uma testemunha, Glendon Oakly, relatou ao canal CNN que estava em uma loja de artigos esportivos dentro do shopping quando uma criança correu para dentro do estabelecimento “dizendo que havia um atirador no Walmart”.
Ninguém, segundo ele, levou a criança a sério, mas, minutos depois, teriam sido ouvidos dois tiros. “Eu só pensei em tirar as crianças do caminho (e colocá-las em um local seguro)”, completou.
Kianna Long, por sua vez, estava no supermercado com o marido quando ouviu os tiros.
“As pessoas estavam em pânico, correndo, dizendo que havia um atirador”, relatou à agência de notícias Reuters. “Elas corriam agachadas, algumas caíam no chão.”
Long disse ainda que ela e o companheiro haviam corrido para uma das salas de estoque antes de se protegerem com outros clientes em um contêiner de metal.
O Departamento de Polícia de El Paso tuitou pedindo doações de sangue “com urgência”.
Reações ao tiroteio em El Paso
“Essa é uma tragédia que nunca poderíamos imaginar que aconteceria em El Paso”, disse ao canal CNN o prefeito da cidade, Dee Margo. “Me deixa arrasado.”
Em um comunicado, o governador do Texas, Greg Abbott, declarou que El Paso havia sido “atingida por um ato de violência hediondo e sem sentido”.
“Nossos corações estão com as vítimas desse terrível tiroteio e com toda a comunidade (de El Paso) neste momento de perda”, acrescenta o texto.
O pré-candidato democrata à presidência Beto O’Rourke deixou um evento de campanha em Las Vegas para voltar à sua El Paso natal.
Mais cedo no sábado, ele comentou sobre o episódio em um fórum trabalhista do qual participava, dizendo à plateia que o ataque quebrava a ilusão de que uma reforma na legislação sobre armas viria “em seu próprio tempo” no país.
“Sabemos que há muitos feridos, muito sofrimento em El Paso neste momento”, declarou.

– Ibrah, o maluco do bem, é uma Ferrari nos EUA!
O atacante sueco Ibrahimovic é uma figuraça, isso não se discute. Passou por grandes equipes (e sempre fez gols por onde jogou) mas não consegue deixar de criar alguma coisa folclórica (ao menos, não faz mal pra ninguém).
A última dela foi nos EUA: disse que em relação ao nível dos atletas do campeonato local, ele é uma Ferrari em meio a um monte de Fiats”.
Hilária a comparação. Mas tem razão, não é verdade?
NA MLS, IBRAHIMOVIC DIZ QUE É UMA FERRARI NO MEIO DOS FIATS.
Ibrahimovic continua proferindo declarações sarcásticas e irreverentes. Em entrevista ao portal “ESPNUK”, o atacante sueco falou sobre a sua experiência na MLS (Liga de Futebol dos Estados Unidos) e considerou estar bem à cima do nível dos atletas que jogam no país americano.
“Tenho que ser honesto, a MLS não está no nível da Europa. Antes jogava com jogadores que estavam ao meu nível, ou muito perto dele, o que tornava o jogo muito mais fluído. Aqui… sou como um Ferrari no meio de Fiats. E neste contexto tudo pode acontecer: a Fiat pode tornar-se num Ferrari, ou a Ferrari tornar-se num Fiat. É imprevisível”.
Aos 37 anos, o atacante atua no Los Angeles Galaxy desde 2018, quando deixou o Manchester United. Além dos “Diabos Vermelhos”, Ibrahimovic tem passagens por gigantes clubes da Europa, como Ajax, Juventus, Inter de Milão, Barcelona, Milan e Paris Saint-Germain.
– Quando dói no bolso, há o recuo, né Trump?
O presidente dos EUA Donald Trump acusou o Irã de metralhar e derrubar um drone do exército americano que sobrevoava águas internacionais propositalmente. Todos sabem as rugas entre as duas nações, especialmente após Teerã abandonar o tratado de não proliferação de armas nucleares que havia com Washington.
Pois bem: após tal pronunciamento, o preço do barril de petróleo disparou no mercado internacional! Depois desta alta, Trump mudou o discursou e disse “entender que o Irã derrubou o drone por engano”.
Então tá…
Ô mundo movido à base de dinheiro, poder, interesses e ocasiões!

– Obama, o “Senhor da Guerra”?
George Bush “Pai” e George W Bush protagonizaram as ações militares dos EUA mundo afora nos últimos anos. Kwait, Iraque, Afeganistão… e outras intervenções cirúrgicas.
Já o presidente americano Barack Obama foi aquele quem pregou “pontes para o diálogo” ao invés de problemas resolvidos pelas armas.
Donald Trump, por tudo o que vemos, lemos e ouvimos, é o truculento que quer briga (já o faz pelas palavras), mas que surpreendeu ao ter boas relações com Kim Jong-un, o falastrão ditador norte-coreano.
Eis que agora Trump diz: Obama queria e quase promoveu uma guerra contra a Coréia do Norte!
Teríamos direito de duvidar do atual presidente americano (por todo o histórico dele) e achar que seria uma grande mentira? Não combina com Obama tampouco parece que Trump ter a linha pacifista.






