Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.
🏃♂️ #corrida
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.
🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Caramba. Já faz tanto tempo?
Um acidente fatal encurtou a vida de um dos maiores ídolos do esporte do Brasil há 32 anos, cessando a alegria do torcedor apaixonado pela velocidade.
Como seria hoje se você estivesse vivo, Senna?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
E para o confronto do Massa Bruta contra o River Plate, a Conmebol escalou:
Wilmar Roldán é um árbitro muito experiente. Veteraníssimo, que já participou de Copas do Mundo e finais de Libertadores, ele protagonizou por ser excessivamente autoritário. Costuma expulsar com muita facilidade, mas é acusado de, frequentemente, criar birra com times brasileiros.
Em seu histórico, vários erros em suas atuações. Até início de partida sem bola ele já apitou: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/post/2023/10/26/juiz-da-final-da-libertadores-roldan-inicia-jogo-sem-bola-assista.ghtml
Sobre outros equívocos, uma relação de situações nesse post, quando ele apitou Olímpia x Flamengo: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/
Enfim: Roldán sabe apitar, mas é “marrento” e deixa a pancada comer solta, quando resolve aparecer. Tomara que esteja em um dia com boa vontade.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs River Plate pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 30/04, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Lembram daquele Superclássico Brasil x Argentina, que “o pau comeu” na arquibancada e o árbitro praticamente marcou tudo dentro de campo? Foi Piero Maza.
E da finalíssima entre Argentina x Itália em Wembley? Piero Maza.
Racing x Flamengo com expulsão polêmica de Plata? Ele mesmo.
Maza foi debochado no jogo Red Bull Bragantino x Águilas Doradas, que pude comentar pela Rádio Futebol Total. Inclusive, no ano passado, quando escalado para o jogo do Flamengo, falamos sobre ele: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/23/e-o-piero-maza-arbitro-que-apitara-o-jogo-do-flamengo/
Piero Maza é muito bem articulado fora de campo. Sabe apitar muito bem e ser rigoroso (quando quer). Ontem, não expulsou Palácios na entrada em Bruno Henrique porque não quis. Era lance para Vermelho Direto (o jogador sabe que não vai atingir a bola e comete jogo brusco grave). O VAR poderia ter chamado. Pior ainda: nem Amarelo o atleta recebeu (seria o 2º, e portanto expulso).
A prova de dolo? Em um jogo em que a bola não rolou no segundo tempo, ter dado 4 minutos de acréscimos…
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
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Hoje, na cidade de Vancouver (Canadá), em reunião extraordinária da International Board (IFAB), ficou determinado que a partir da Copa do Mundo:
Nos próximos dias, será divulgado pela FIFA o documento que orienta essa decisão da IFAB, com os procedimentos específicos que o árbitro cumprirá nesse momento.
Acho que o estagiário da FPF “vai rodar”, hein?
Não se jogou a Copa do Brasil, ontem. Foi a Copa Sulamericana!
Claro, não tem que “rodar”, mas sim cobrar mais atenção nas publicações.
Em 29 de abril de 2010, após uma reunião na Federação Paulista de Futebol, decidi encerrar minha carreira de árbitro de futebol.
Foram anos maravilhosos dentro de campo, enfadonhos nas reuniões administrativas, divertidos nas viagens para as partidas, cansativos nas exigências das Comissões de Árbitros, educativos nas coisas incríveis que o futebol apresenta, e, por fim, nojentos nos bastidores.
Queria eu ter a maturidade que tenho hoje, os recursos tecnológicos que existem e outras perspectivas que são abertas quando você percebe que existe vida fora da arbitragem. Não que eu tenha sido imaturo, sempre fui muito responsável, mas certos discernimentos que somente a casca da experiência proporcionam, teriam me feito tomar algumas decisões com dirigentes, digamos, mais incisivas.
Felizmente, nunca tive problemas de indisciplina ou desonestidade. Errei e acertei com lances normais e corriqueiros como de qualquer árbitro. Apadrinhamento nunca existiu (mas eles existem), nem pagamento de pedágio em dinheiro / serviço ou outras benesses (será que existem?), tampouco tomei “cervejadas com cartolas candidatos”, nem as promovi (tem quem faça e fez – e se deu bem, né?).
Falo por mim: foram ótimos anos que ficaram na saudade. Bola pra frente! Mas sempre torcendo para que os dirigentes ruins da arbitragem sejam deixados ao esquecimento, saindo de cena e abrindo espaço para mais honestos e competentes.
Vida que segue, o que vale é ter a consciência em paz e os amigos conquistados.
Imagem extraída de: https://www.netshoes.com.br/apito-profissional-finta-blister-azul-045-9136-008
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No jogo entre San Lorenzo vs Santos FC, pela Copa Sulamericana, uma imagem viralizou: o garotinho emocionado dando a mão para Neymar.
A interpretação de…
1- quem é fã inconteste: Neymar é um atleta fora do comum, não respeitado no Brasil.
2- quem é hater confesso: Toda criança fica emocionada quando tem alguém importante à sua frente.
3- quem procura a sensatez: Neymar foi um grande jogador, seu auge está na memória das pessoas e a imagem dele no Brasil está desgastada pelos acontecimentos extracampo e pela exigência de que, mesmo depois de tantas contusões, jogue como quando tinha 2o anos… No Exterior, continua sendo a celebridade futebolística do Brasil mais festejada.
Nem 8, nem 80. Há de se respeitar sua história e o carinho de quem possa ter com ele. Embora, lembremos, isso não quer dizer que não se possa fazer justas críticas a ele, quando fizer por merecer (como recentemente tem merecido).
Voltar à Seleção? Isso é com Ancelotti…
Aí no Céu, Feliz Aniversário, seo Tuta!
Post do @Miltonneves homenageando-o:
Adson Batista, presidente do Atlético Goianiense, após a vitória contra o Avaí criticou a torcida por falta de apoio.
Até onde ela é necessária?
Lembremo-nos: há clube que joga melhor sem torcida criticando…
E para o confronto do Massa Bruta contra o River Plate, a Conmebol escalou:
Wilmar Roldán é um árbitro muito experiente. Veteraníssimo, que já participou de Copas do Mundo e finais de Libertadores, ele protagonizou por ser excessivamente autoritário. Costuma expulsar com muita facilidade, mas é acusado de, frequentemente, criar birra com times brasileiros.
Em seu histórico, vários erros em suas atuações. Até início de partida sem bola ele já apitou: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/post/2023/10/26/juiz-da-final-da-libertadores-roldan-inicia-jogo-sem-bola-assista.ghtml
Sobre outros equívocos, uma relação de situações nesse post, quando ele apitou Olímpia x Flamengo: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/
Enfim: Roldán sabe apitar, mas é “marrento” e deixa a pancada comer solta, quando resolve aparecer. Tomara que esteja em um dia com boa vontade.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs River Plate pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 30/04, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Hoje, na cidade de Vancouver (Canadá), em reunião extraordinária da International Board (IFAB), ficou determinado que a partir da Copa do Mundo:
Nos próximos dias, será divulgado pela FIFA o documento que orienta essa decisão da IFAB, com os procedimentos específicos que o árbitro cumprirá nesse momento.
Pense, pesquise, reflita e verifique: qual SAF, até hoje, cumpriu o seu contrato assinado até o fim?
Nenhuma!
O Cruzeiro, adquirido por Ronaldo Nazário por 10 anos, foi repassado ao Pedrinho “BH”, endinheirado mineiro do ramo supermercadista. Lá, ele colocou muito dinheiro no empreendimento e não teve lucro até agora. Sabidamente, é uma SAF deficitária, que não paga a sua conta, e só existe hoje pois Pedro é um mecenas, torcedor apaixonado que tem na Raposa um entretenimento pessoal.
O Atlético Mineiro arranjou investidores, e, devendo mais de 1 bilhão, teve que aceitar que a SAF fosse dona da Arena em que ele joga. Em tese, o clube não tem estádio.
O Vasco da Gama viu a 777 falir e “micou” com a sua SAF. O enteado de Leila Pereira, da Crefisa, estuda assumir a equipe cruz-maltina (mesmo que a legislação possa entender que exista conflito de interesses).
O Botafogo-RJ viu sua dívida saltar de 600 milhões de reais para R$ 2,5 bi, segundo tem sido divulgado. John Textor, que causou muita confusão com relatórios dizendo que havia esquemas de arbitragem, foi destituído do seu cargo.
O Botafogo-PB também criou uma SAF e ela não conseguiu nada. Contratou e demitiu vários treinadores e só houve fracasso.
O Botafogo-RP é uma incógnita. O time do Interior Paulista tem altos e baixos, e vai se levando sem muita novidade.
A Ferroviária de Araraquara, o Ituano, e tantas outras pequenas SAFs existem, mas não estão no cenário nacional de elite.
Algumas exceções:
O Bahia, que é do Grupo City, investiu muito dinheiro na equipe. Aparentemente, a conta não fecha, mas é um sólido investimento de longo prazo, onde não se deixou de pagar ninguém.
O Red Bull Bragantino não é SAF, é um clube adquirido que ganha dinheiro na compra e venda de talentos, mostrando-se competitivo em competições de visibilidade, além de usar o time para ações de marketing para vender os seus produtos. E lucra muito com isso.
Como ninguém ainda viu as SAFs terem um contrato completo cumprido, questiono: qual clube saiu-se melhor de um processo de SAF? Afinal, alguém cria uma SAF e a vende por tempo ilimitado. Depois o clube pode vender para outro período de anos.
A pergunta maior é: com excelentes gestões, Flamengo e Palmeiras conquistam títulos e muito dinheiro sem ser SAF. Quer dizer que a questão não é ser SAF, mas ser competente? Corroboro o que César Grafietti, um dos maiores (senão “o maior”) especialista em finanças e gestão do futebol, disse: que muitos clubes vem na SAF uma ilusão.
E isso é verdade!
Há muito torcedor iludido, que vê uma SAF como “salvadora do mundo”. E acaba idealizando que um milionário qualquer irá ao seu time e jorrará dinheiro sem compromisso algum.
Alguém rasga dinheiro? Ninguém. E o torcedor, apaixonado pelo seu clube, cheio de esperança, curte o desejo de uma SAF sem ao menos saber o que reza um contrato.
Aqui em Jundiaí, há muita polêmica sobre a SAF do Paulista FC, prometida em 6 meses mas que há dois anos, o interessado EXA Capital (de Pedro Mesquita) ainda não a finalizou. E tais negociações são estranhas: ninguém sabe nada, duas ou três pessoas falam em nome do clube e não contam nada, não há diálogo nem esclarecimentos. E ninguém responde a pergunta que já fiz algumas vezes: como será o ROI (Retorno sobre o investimento) de quem quer adquirir um time sem calendário nacional, que está na 3ª divisão regional, que dispensou boa parte de seus jogadores e que deve mais de R$ 90 milhões? Se a proposta para adquirir o Galo Jundiaiense é de R$ 100 milhões, qual é a mágica?
Aí vem o temor de todo torcedor do Tricolor da Terra da Uva: que Pedro Mesquita esteja levando o Estádio Jayme Cintra no negócio (não em cessão por comodato, mas em definitivo). E como falamos que nenhuma SAF cumpriu sem contrato até o fim no Brasil, penso: daqui a alguns anos, se o investidor for embora, o Paulista FC terá perdido seu estádio e o time desmontado.
Algo que sempre cobro: quais garantias essas SAFs estão dando aos clubes?
Talvez quem torça para um time, sem ser racional, não leve em conta que não há milagre financeiro e deixa de perguntar o básico: como o investidor recuperará seu investimento?
Vendendo ingresso de jogo e jogador apenas, obviamente, não é.
Verdade seja dita: quando o Flamengo está focado, não tem pra ninguém. E a goleada fora de casa, contra o Atlético?
Considere ainda: os mineiros têm nesse jogo uma “questão histórica pessoal”, é sabido. Mas levaram literalmente um “baile”.
Lógico que a diferença para o Palmeiras é enorme, mas… pode ficar interessante o Brasileirão.
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.
🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
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O Estádio Dr Paulo Machado de Carvalho, o simpático Pacaembu, completa 86 anos nesse dia 27 de abril.
Aqui (abaixo), a foto dele ainda com a Concha Acústica (repare nas imediações, como era o entorno antes).
Por conta da Pandemia de Covid_19, a praça esportiva virou até mesmo Hospital de Campanha. Hoje, reformado e com gramado sintético, está bem diferente. Mas qual o jogo mais eletrizante / importante / de melhor qualidade que você assistiu nele?
Aqui para o pessoal de Jundiaí, apesar do vice-campeonato estadual de 2004 do Paulista FC ter acontecido lá, creio que a maior vitória / melhor jogo / partida emblemática do Galo da Serra do Japi tenha sido Santos 1×3 Paulista, em pleno Carnaval, com Neymar e tudo mais (2013).
E o seu jogo de lembrança, qual foi?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Um “trança-perna”, à meia-altura, é indiscutivelmente classificado como Jogo Brusco Grave (portanto, Cartão Vermelho). O que André fez com Thiago Mendes, deveria ser mostrado aos jovens árbitros numa aula de “como expulsar um atleta que coloca em risco a integridade física do adversário”.
Por não ter sido vendido à Europa, talvez tenha mexido na cabeça do jogador?
E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: João Vitor Gobi – SP
Árbitro Assistente 1: Neuza Inês Back – SP
Árbitro Assistente 2: Alex And Ribeiro – SP
Quarto Árbitro: Murilo Tarrega Victor – SP
Assessor: Kléber Lúcio Gil – SC
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Marrubson Melo Freitas – DF
Quality manager: Fábio Fillipus – PR
Gobi tem se destacado no futebol brasileiro. No ano passado, estreou na serie A do Brasileirão em importantes jogos. Nesse ano, ele (que apitava a 5ª divisão paulista há pouco tempo) teve uma guinada no Campeonato Estadual e apitou clássicos em sequência, oscilando em suas atuações.
É bom árbitro, deixa o jogo correr e tem bom controle dos cartões. Entretanto, alternou atuações onde “soltou demais o jogo” e outras em que “segurou demais”. Corrigido, conseguiu voltar à dosagem certa da dinâmica da partida.
É aspirante da FIFA, e substituirá Flávio Rodrigues de Souza ou Raphael Claus, em 2027, por conta da idade desses veteranos.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Palmeiras pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 26/04, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
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Pense, pesquise, reflita e verifique: qual SAF, até hoje, cumpriu o seu contrato assinado até o fim?
Nenhuma!
O Cruzeiro, adquirido por Ronaldo Nazário por 10 anos, foi repassado ao Pedrinho “BH”, endinheirado mineiro do ramo supermercadista. Lá, ele colocou muito dinheiro no empreendimento e não teve lucro até agora. Sabidamente, é uma SAF deficitária, que não paga a sua conta, e só existe hoje pois Pedro é um mecenas, torcedor apaixonado que tem na Raposa um entretenimento pessoal.
O Atlético Mineiro arranjou investidores, e, devendo mais de 1 bilhão, teve que aceitar que a SAF fosse dona da Arena em que ele joga. Em tese, o clube não tem estádio.
O Vasco da Gama viu a 777 falir e “micou” com a sua SAF. O enteado de Leila Pereira, da Crefisa, estuda assumir a equipe cruz-maltina (mesmo que a legislação possa entender que exista conflito de interesses).
O Botafogo-RJ viu sua dívida saltar de 600 milhões de reais para R$ 2,5 bi, segundo tem sido divulgado. John Textor, que causou muita confusão com relatórios dizendo que havia esquemas de arbitragem, foi destituído do seu cargo.
O Botafogo-PB também criou uma SAF e ela não conseguiu nada. Contratou e demitiu vários treinadores e só houve fracasso.
O Botafogo-RP é uma incógnita. O time do Interior Paulista tem altos e baixos, e vai se levando sem muita novidade.
A Ferroviária de Araraquara, o Ituano, e tantas outras pequenas SAFs existem, mas não estão no cenário nacional de elite.
Algumas exceções:
O Bahia, que é do Grupo City, investiu muito dinheiro na equipe. Aparentemente, a conta não fecha, mas é um sólido investimento de longo prazo, onde não se deixou de pagar ninguém.
O Red Bull Bragantino não é SAF, é um clube adquirido que ganha dinheiro na compra e venda de talentos, mostrando-se competitivo em competições de visibilidade, além de usar o time para ações de marketing para vender os seus produtos. E lucra muito com isso.
Como ninguém ainda viu as SAFs terem um contrato completo cumprido, questiono: qual clube saiu-se melhor de um processo de SAF? Afinal, alguém cria uma SAF e a vende por tempo ilimitado. Depois o clube pode vender para outro período de anos.
A pergunta maior é: com excelentes gestões, Flamengo e Palmeiras conquistam títulos e muito dinheiro sem ser SAF. Quer dizer que a questão não é ser SAF, mas ser competente? Corroboro o que César Grafietti, um dos maiores (senão “o maior”) especialista em finanças e gestão do futebol, disse: que muitos clubes vem na SAF uma ilusão.
E isso é verdade!
Há muito torcedor iludido, que vê uma SAF como “salvadora do mundo”. E acaba idealizando que um milionário qualquer irá ao seu time e jorrará dinheiro sem compromisso algum.
Alguém rasga dinheiro? Ninguém. E o torcedor, apaixonado pelo seu clube, cheio de esperança, curte o desejo de uma SAF sem ao menos saber o que reza um contrato.
Aqui em Jundiaí, há muita polêmica sobre a SAF do Paulista FC, prometida em 6 meses mas que há dois anos, o interessado EXA Capital (de Pedro Mesquita) ainda não a finalizou. E tais negociações são estranhas: ninguém sabe nada, duas ou três pessoas falam em nome do clube e não contam nada, não há diálogo nem esclarecimentos. E ninguém responde a pergunta que já fiz algumas vezes: como será o ROI (Retorno sobre o investimento) de quem quer adquirir um time sem calendário nacional, que está na 3ª divisão regional, que dispensou boa parte de seus jogadores e que deve mais de R$ 90 milhões? Se a proposta para adquirir o Galo Jundiaiense é de R$ 100 milhões, qual é a mágica?
Aí vem o temor de todo torcedor do Tricolor da Terra da Uva: que Pedro Mesquita esteja levando o Estádio Jayme Cintra no negócio (não em cessão por comodato, mas em definitivo). E como falamos que nenhuma SAF cumpriu sem contrato até o fim no Brasil, penso: daqui a alguns anos, se o investidor for embora, o Paulista FC terá perdido seu estádio e o time desmontado.
Algo que sempre cobro: quais garantias essas SAFs estão dando aos clubes?
Talvez quem torça para um time, sem ser racional, não leve em conta que não há milagre financeiro e deixa de perguntar o básico: como o investidor recuperará seu investimento?
Vendendo ingresso de jogo e jogador apenas, obviamente, não é.
O Estádio Dr Paulo Machado de Carvalho, o simpático Pacaembu, completa 86 anos nesse dia 27 de abril.
Abaixo, a foto dele ainda com a Concha Acústica (repare nas imediações, como era o entorno antes).
Por conta da Pandemia de Covid_19, a praça esportiva virou até mesmo Hospital de Campanha. Hoje, reformado e com gramado sintético, está bem diferente. Mas qual o jogo mais eletrizante / importante / de melhor qualidade que você assistiu nele?
Aqui para o pessoal de Jundiaí, apesar do vice-campeonato estadual de 2004 do Paulista FC ter acontecido lá, creio que a maior vitória / melhor jogo / partida emblemática do Galo da Serra do Japi tenha sido Santos 1×3 Paulista, em pleno Carnaval, com Neymar e tudo mais (2013).
E o seu jogo de lembrança, qual foi?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Estou acompanhando São Paulo vs Mirassol via rádio. Mas que jogo cansativo de se ouvir, ninguém quer jogar bola, só reclamar.
E isso não varia: dificilmente temos vistos jogos tranquilos, bem jogados e com fair-play. Parece que a regra é: ganhar a qualquer custo.
Não deveria ser assim… esses jogos não conquistam os torcedores.
Quer entende mais sobre SAF (se é uma boa ou uma ruim)?
Vale esse texto espetacular:
VENDE-SE ILUSÃO: O MOMENTO DE NEGOCIAÇÃO DOS CLUBES DE FUTEBOL.
Por César Grafietti
Venho insistindo no alerta de que investir em futebol não é fácil. Toda indústria tem seus desafios, mas nenhuma opera um mercado que tem na paixão um componente importante, cuja disputa do market-share começa do zero todos os anos e quem tem menos dinheiro corre mais riscos de ser expurgado e levado a mercados menores e nada rentáveis. Sem contar que, mesmo aplicando todas as melhores práticas de gestão, analytics, scouting, e atuar com bons profissionais, ainda assim a bola entra ou sai por acaso.
Para além disso, é um mercado que demanda que você esteja nas melhores estruturas competitivas (divisões), mas se não for compatível com ela em termos de porte, acessos e economia local, a chance de sucesso é casual e raramente perene. Ah! A forma mais eficiente de ganhar dinheiro é desenvolvendo e transferindo ativos cuja “taxa de perda” é elevada.
Assustei, né? Não é para tanto. Na verdade, essa introdução serve apenas para alertá-los sobre a imensa quantidade de vendedores de ilusões que acham que fazer futebol é simples, basta governança e compliance, que monetizar a torcida é só uma questão de tecnologia, para ter exposição coloca-se tudo no Youtube, e o futuro é abrir capital de clubes. “Tem muito mato alto”, dizem os que acompanham futebol pelo feed das redes sociais.
E são eles os responsáveis pela falta de investimentos no futebol. Hoje no Brasil há muito mais associações buscando capital que investidores interessados. Temos um problema de conexão entre as partes criado pelo excesso de facilidades vendidas pelos encantadores de serpentes.
Entre tantas, há duas falácias que impactam negativamente o mercado:
E isso gera falsa expectativa nas associações, que querem projetos ousados e números grandes para justificar que fizeram um bom negócio, quando deveriam procurar projetos sustentáveis e estruturados no tempo, com objetivos sensatos.
Vamos aos fatos: a Série A tem 20 clubes, e cerca de 14 deles faturam acima do hurdle de risco de rebaixamento, que para 2026 deve ser na casa dos R$ 250 milhões. Ou seja, quem fatura menos que isso tem maior probabilidade de rebaixamento que os demais, conforme estudo que faço há anos e publico anualmente no Relatório Convocados.
Na Série B de 2026 a receita mediana deve ser da ordem de R$ 30 milhões, com o Top 5 acima de R$ 120 milhões. Ou seja, se o clube investido chegar à Série B após ter passado pelos muros das Séries D e C, cada vez mais difíceis pelos formatos e inflacionados pelo aumento de gastos com e sem lastro, encontrará uma terceira zona de contenção e dificuldades.
Um projeto sério, baseado em análise do comportamento das competições nos últimos 15 anos, que é como trabalhamos nossas propostas, deveria considerar pelo menos 3 anos para sair da Série D, mais 3 para sair da C. Ou seja, são 6 anos apenas para chegar numa divisão que é fronteira da elite, e custa cada vez mais caro (mostrei isso em artigo recente). E para isso é preciso capital humano e financeiro.
Se o clube está numa cidade com menos de 200 mil habitantes e média de público abaixo de 3 mil pessoas, sem uma economia pujante que permita construção de parcerias e desenvolva as receitas comerciais, então o projeto está em risco. E quando forem ver o business plan, está calcado apenas na formação e transferência de atletas, cujos valores em divisões inferiores não geram caixa necessário para suportar a operação. Para “fechar a conta”, utilizam-se valores de venda de jogadores muito acima do razoável para as divisões.
Vende-se ilusão, e geralmente associada a números irreais, que quando depurados não são nada do que se postou em rede social. Muitas vezes são cobertos por dívidas e não por capital, e isso gera mais pressão na estrutura. Mas o dirigente que “vendeu” a SAF diz que fez o melhor negócio do mundo.
As justificativas são sempre as mesmas: opera-se na exceção para criar a regra. No Brasil usam o Cuiabá e o Mirassol como exemplos de que pode funcionar. O Cuiabá caiu para a Série B e segue por lá, enquanto o Mirassol teve ano de sonho por conta de um trabalho fantástico – inclusive, é dos poucos clubes que não possuem qualquer dívida em atraso – mas que agora já se vê dentro do que é esperado: fez um Paulistão comum, tem o desafio da Libertadores e o início do Brasileirão não aponta nada promissor. Não é falha; é realidade.
Ou então precisamos voltar aos anos 80, quando a primeira divisão tinha 90 clubes. Talvez haja espaço para todo mundo que quer operar na elite.
Isso também vale para projetos no exterior. Tem sido bastante comum me deparar com projetos em que se vende a ideia de fazer gestões austeras em clubes de divisões menores, e ainda assim ser capaz de atingir desempenho para levá-los ao topo das ligas. Os exemplos são sempre os mesmos: Wrexham, Luton Town, Atalanta, Como.
Nenhum deles serve de exemplo porque são exceções. O Wrexham é um projeto de mídia, e se você não é o Ryan Reynolds, esqueça. O Luton Town investiu £ 18 milhões no ano em que subiu para a Premier League, e dois anos depois está na terceira divisão. A Atalanta recebeu investimentos por 10 anos antes de colher resultados, e o Como tem donos bilionários que já investiram mais de € 200 milhões nos últimos 4 anos, o que não parece nada austero.
Projetos na Europa demandam análise e planejamento justo. É preciso fazer tudo aquilo que comentei mais acima – estrutura, profissionalismo, aplicação de processos corporativos de gestão dentro e fora de campo, e ter pessoas qualificadas – e capital para compor a conta. Ah! E tempo. Não há projeto sério e consistente que não considere o tempo como variável fundamental.
O que mais me incomoda nas conversas sobre futuro e investimento no futebol é a facilidade como as soluções são propostas. Especialmente quando colocadas por quem não é do segmento, nem sabe o grau de dificuldade da atividade. O futebol não é uma indústria comum, e por isso é mais difícil, mas permite retornos assimétricos quando o negócio é estruturado da maneira correta.
Atenção com quem fala sobre futebol sem ter vivido e entenda sua realidade por dentro. A não ser que você goste de soluções fáceis para problemas complexos. Haverá sempre alguém vendendo a Torre Eiffel.
Mais um jogador da Seleção Brasileira machucado e possivelmente fora da Copa do Mundo…
Seria o calendário e seu excesso de jogos?
Em: https://professorrafaelporcari.com/2026/04/23/contusoes-na-selecao-azar-de-uns-sorte-de-outros-2/
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👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?
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O discurso é velho e demagogo: unir um time e sua torcida com uma narrativa de perseguição, jogando todo mundo contra imprensa e arbitragem.
Treinadores como Felipão e Mourinho faziam (e fazem) muito bem. Agora, Abel Ferreira os imita.
Quando é que Abel falará do futebol jogado dentro de campo? Ontem, enrolou a todos com seus chororôs (mesmo ganhando).