No meio de semana, Andrés Gomes acabou sendo expulso em Boca Juniors 0 vs 1 Vasco da Gama de maneira infantil. Cartão evitável, em que pese a arbitragem ruim de Piero Maza (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1j4l).
No sábado, em Athletico 0 vs 2 Palmeiras, Andreas Pereira bobeou (talvez desconhecesse a regra) e foi expulso pelo segundo cartão amarelo de maneira bisonha ao chutar a bola extra na outra. (entenda aqui: https://wp.me/p4RTuC-1jfo).
Em Porto Alegre, no Grêmio 2 vs 4 Cruzeiro neste domingo, Kannemann deu uma entrada temerária em Kaio Jorge e recebeu corretamente o Cartão Amarelo. Eis que o defensor gremista recebeu a advertência e, de maneira desequilibrada, saiu fazendo “sinal de louco” em referência ao árbitro. Na sequência, fez o típico gesto de roubo com a mão e, flagrado pelo bom bandeira Bruno Boschilla, acabou sendo expulso após o assistente avisar o árbitro João Vitor Gobi. E reclamou ainda mais…
Aqui, penso: as 3 expulsões foram por falta de controle emocional e /ou desconhecimento de regra. O que os clubes estão fazendo para evitar essas situações? Estão advertindo os seus atletas ou “passando a responsabilidade” para o árbitro, alegando o velho discurso de que foram prejudicados?

