Péssima arbitragem do árbitro carioca Bruno Arleu de Araújo no Allianz Park. Marcou um pênalti que não foi enão marcou um pênalti que foi. Vamos lá:
O 1o gol do Palmeiras surgiu de uma falta de ataque do zagueiro palmeirense Mina, que empurra seu adversário baiano Wallace e cai. Grotescamente,o árbitro entende que o seu marcador o empurrara e marca pênalti. Veja no vídeo abaixo o lance, do minuto 4’59” ao 5’06”, abaixo:
Outro lance reclamado, mas agora pelo Palmeiras, aconteceu na dividida entre Willian (SEP) e Allan Costa (VIT).Este sim foi pênalti: o jogador do Vitória NÃO PRATICA o tranco legal (que é ombro a ombro), pois ele dá a carga com o seu ombro NAS COSTAS do atacante do Palmeiras. Portanto, pênalti não marcado. Assista esse lance em:
Cuca vive um inferno astral no Palmeiras nesta temporada, bem diferente do ano passado, quando terminou o ano como Campeão Brasileiro.
Um inevitável exercício de futurologia: e se ele não tivesse saído do clube para descansar com a família? Como estaria o Palmeiras e o próprio Cuca nesta altura do Brasileirão 2017, caso existisse a continuidade do seu trabalho?
Não dá para saber. Mas deve-se, ainda no campo hipotético, avaliar: como estaria o Palmeiras hoje caso Eduardo Baptista não fosse demitido?
Sem questões de achismo, mas dentro da realidade: qual o grande problema do Palmeiras em2017?
O pequeno time francês do Lille tem como sede uma cidade com 220 mil habitantes. Nela, o mais ilustre morador é o treinador argentino Marcelo “El Loco” Bielsa, que prometeu e está cumprindo: faz uma revolução no clube, contratando Luiz Araújo, Thiago Mendes e agora provavelmente Thiago Maia por um “caminhão de dinheiro”.
O dono do Lille é Gérard Lopez, que adquiriu a agremiação em janeiro deste ano. Antes, ele tentou comprar o Olympique de Marselha. Lopez é multimilionário, e foi aquele que há pouco tempo “ressuscitou” a equipe Lotus na F1, posteriormente vendida a um bom preço.
O “TERREMOTO” BIELSA NO LILLE: 11 AFASTADOS POR SMS E R$ 186 MI EM REFORÇOS
A temporada europeia ainda nem começou, mas o impacto de Marcelo Bielsa já é gigantesco no Lille. Sempre polêmico e conhecido por ser inflexível em suas posições – tanto dentro quanto fora de campo –, “El Loco” já tomou atitudes que causaram um verdadeiro terremoto no time francês, que terminou o último Campeonato Francês na 11ª colocação.
Foram nada menos que 11 jogadores afastados antes mesmo de a pré-temporada começar. E eles foram avisados de que não seriam aproveitados de uma maneira insólita: receberam uma mensagem de SMS da diretoria do clube, sendo orientados a utilizar outro vestiário e até um estacionamento diferente do elenco principal. O treinador argentino, porém, conversou pessoalmente com os atletas quando eles se apresentaram ao clube.
Entre os dispensados por Bielsa estão nomes famosos, como o atacante Éder, autor do gol do título de Portugal na Eurocopa de 2016, o goleiro Vincent Enyeama, titular da seleção da Nigéria por vários anos, e o volante Rio Mavuba, ex-seleção francesa e capitão do Lille na temporada passada.
Então contratação mais cara da história do clube, o meia Marvin Martin, que custou 10 milhões de euros quando foi comprado junto ao Sochaux em 2012, também está na lista de afastados de Bielsa. O armador, entretanto, já havia passado a temporada passada emprestado ao Dijon. No total, os 11 atletas encostados pelo técnico somam um valor de mercado de 18 milhões de euros (R$ 65,9 milhões).
Os 11 jogadores dispensados por Bielsa: Vincent Enyeama (goleiro), Julian Palmieri, Marko Basa e Stoppila Sunzu (zagueiros), Rio Mavuba, Marvin Martin, Éric Bauthéac e Lenny Nangis (meio-campistas), Junior Tallo, Naim Sliti e Éder (atacantes).
Com Bielsa, Lille abre o cofre
Logo na chegada de Bielsa, a imprensa francesa especulava que o Lille liberaria cerca de 40 milhões de euros para que o treinador gastasse no mercado de contratações. Essa marca já ficou para trás: até o momento, o time investiu 51 milhões de euros (R$ 186,7 milhões) para contratar sete jogadores, além de outros quatro que vieram sem custos e um por valor não divulgado.
Os contratados por Bielsa atendem um perfil específico e característico do treinador. São jogadores jovens e versáteis, que ele julga capazes de se adaptarem sem questionamentos ao seu estilo: um time ultraofensivo, com marcação bem adiantada, ritmo alto o tempo inteiro e passes trocados em alta velocidade em direção ao gol. Nem sempre o argentino consegue que a equipe execute no campo o que ele idealiza nos treinos, e atritos com atletas são fatos comuns em sua carreira.
Entre essas apostas de Bielsa estão dois brasileiros: o volante Thiago Mendes e o atacante Luiz Araújo, ambos contratados junto ao São Paulo. Thiago, aliás, já se disse ansioso para começar a trabalhar com o treinador. Os dois estão entre os maiores investimentos do Lille: Luiz superou Martin e se tornou mais caro da história do clube ao custar 10,5 milhões de euros (R$ 38,4 milhões), enquanto Thiago chegou por 9 milhões de euros (R$ 32,9 milhões).
Uma última curiosidade sobre os reforços: um deles, o atacante Naim Sliti, foi comprado em definitivo após passar a última temporada emprestado pelo Red Star, da terceira divisão francesa. Após o clube gastar 2 milhões de euros em sua aquisição, porém, o jogador entrou na lista de dispensas de Bielsa.
AS 12 CONTRATAÇÕES DO LILLE NA TEMPORADA:
Luiz Araújo (atacante, 21 anos) – São Paulo (10,5 milhões de euros)
Nicolas Pépé (atacante, 22 anos) – Angers (10 milhões de euros)
Thiago Mendes (volante, 25 anos) – São Paulo (9 milhões de euros)
Kevin Malcuit (lateral, 25 anos) – Saint-Étienne (9 milhões de euros)
Edgar Ié (zagueiro, 23 anos) – Belenenses (5,5 milhões de euros)
Xeka (volante, 22 anos) – Braga (5 milhões de euros) (comprado em definitivo)
Naim Sliti (atacante, 24 anos) – Red Star (2 milhões de euros) (comprado em definitivo e afastado)
Yves Dabila (zagueiro, 20 anos) – Monaco B (custo zero)
Fodé Ballo-Touré (lateral, 20 anos) – PSG B (custo zero)
Chahreddine Boukholda (meia, 21 anos) – Monaco B (custo zero)
Bobeada do árbitro Sandro Meira Riccina Arena de Itaquera, neste sábado. Aos 74 minutos, o lateral Jonathan, do CAP (que fez um golaço e teve excelente atuação) entrou na área e Moisés (SCCP) pisou em seu pé. Forte ou não, intencional ou imprudente, não importa: é falta. Sendo na grande área, é pênalti.
Entenda: não foi a chamada casualidade (coisas que acontecem por acidente no jogo), mas sim imprudência na minha avaliação (quis pegar a bola, não conseguiu e perdeu o tempo, atingindo o adversário). Deveria ser marcado tiro penal, sem a aplicação de cartão amarelo.
E por quê Sandro Meira Ricci errou?
Por dois motivos:
1- O Árbitro Assistente Adicional 1 Evandro Tiago Bender, que estava muito melhor posicionado do que Sandro, nada fez;
2- Jonathan cai e põe a mão na canela, sendo que o pisão foi no pé. Talvez com a preocupação em demonstrar que sofreu a infração, “exagerou” nos lamentos de dor e forçou a barra.
Muitos árbitros tiveram como preparador físico na carreira o “Cesinha”, cujo último trabalho foi na Chapecoense.
Vitimado pelo trágico acidente na Colômbia, a família dele está totalmente desprotegida e reclama dos dirigentes da Chape.
Vejam só que contrastante: a sensível situação em que o clube passou, somado aos tormentos e horrores daqueles que perderam seus entes queridos, despertaram o sentimento de piedade sobre o time catarinense. Entretanto, os cartolas sobreviventes e novos diretores estão simplesmente desprezando a dor de quem deveria ser ajudado.
Os familiares de vítimas do acidente aéreo com o time de futebol vivem um drama à parte: sem dinheiro e apoio, foram excluídos da reconstrução do clube
Após a queda do avião da delegação da Chapecoense, o clube foi abraçado pelo mundo. Homenagens, doações e o carinho de torcedores de todos os cantos deram condições para que o time pudesse se reerguer. Mas um grupo ficou de lado: os familiares de 71 pessoas que morreram no acidente aéreo ocorrido na Colômbia em 29 de novembro de 2016. Inconformados, reclamam da maneira como a Chape isolou aqueles que viram outra tragédia começar ao enterrar os corpos de entes queridos.
“Há uma separação entre o drama real do clube e o drama real das famílias das vítimas”, diz Mara Paiva, viúva de Mário Sérgio, ex-comentarista da FOX Sports. De acordo com as famílias, o valor arrecadado pelo jogo entre Brasil e Colômbia em 27 janeiro, e que foi entregue a eles, ficou aquém da necessidade. Enquanto isso, alguns dependentes de jogadores, jornalistas e funcionários do clube que estavam no avião – em busca do que poderia ser o maior título da história do clube – passam por dificuldade financeiras. “A prioridade é reconstruir o clube”, afirma Fabienne Belle, viúva do fisiologista Luiz César Martins Cunha.
A reclamação não se limita ao dinheiro. O tratamento – ou melhor, a falta dele – aos familiares também tem sido questionado. A instituição designou apenas uma assessora de imprensa como canal de comunicação com as famílias. Os pertences dos passageiros foram expostos com desleixo em um grupo de WhastApp. Mara conta que passou mal na fila do banco ao ver no celular a foto do sapato do marido. A mulher de umas das vítimas sofreu uma crise de pânico no estacionamento da Arena Condá ao buscar a mala do marido. “Não tinha na ocasião nenhuma assistente social ou psicólogo”, diz Fabienne. Quem não pôde ir a Chapecó buscar os pertences recebeu os objetos pelo correio.
Mas não é só isso. Outros fatos são motivo de nó na garganta. Em uma participação no programa do Luciano Huck, um diretor do clube disse que as famílias estavam sendo bem tratadas. A fala causou indignação. Os familiares também não foram convidados a participar de um evento com deputadas bolivianas que visitaram Chapecó com documentos sobre o acidente. Também não foram chamadas para uma visita ao papa Francisco em Roma, a ocorrer em setembro.
A mulher de umas das vítimas sofreu uma crise de pânico no estacionamento da Arena Condá ao buscar a mala do marido
Parentes dos jogadores endossam a indignação. “Eles estão ganhando dinheiro com a morte do marido da gente”, diz Rosângela Loureiro, que perdeu o marido e ídolo do time, Cléber Santana. De acordo com Rosângela, o clube ainda não pagou os direitos de imagem do jogador. Ela também afirma que a Chape prometeu continuar pagando o aluguel do apartamento em que ela morava em Chapecó, mas que isso não aconteceu. “Três meses depois eu recebi uma ordem de despejo”, disse.
R$ 40 mil
é o valor que cada família deve receber das doações recebidas pelo clube
R$ 1.050.811,75
foi arrecadado no amistoso entre Brasil e Colômbia
R$ 15 milhões
liberado pelo Gov Federal p/ reforma da Arena Condá e construção de memorial
Em nota, a Chapecoense esclarece que: “Os familiares não receberam apoio adequado em nenhum momento: A Chapecoense sempre tratou da melhor maneira possível os familiares das vítimas do acidente. No primeiro momento todo apoio foi realizado para custear os gastos com os funerais e respectivos translados. Após isso todo o processo do repasse de doações foi realizado com a máxima transparência. Bem como as rescisões contratuais e quitações de valores relativos a direito de imagem e premiações dos atletas e membros da Comissão Técnica. Entrega dos pertences das vítimas: Esse posicionamento dos entrevistados é contraditório, pois não reflete a opinião de outros representantes que recentemente receberam os pertences. O Clube foi informado sobre manifestações de agradecimento pelo empenho e dedicação dos profissionais que atuaram no trabalho, bem como na máxima dedicação do Clube para agilizar os trâmites burocráticos com apoio irrestrito das autoridades dos dois países (Brasil e Colômbia) para que os pertences pudessem ser entregues as Famílias o mais rápido possível. Encontro com deputadas da Bolívia: O encontro contou com a presença de representantes das famílias, inclusive do jogador Cleber Santana. A parlamentar em sua manifestação durante coletiva de Imprensa informou que retornarão ao Brasil em breve para uma ampla reunião com familiares das vítimas do acidente aéreo. Essa manifestação foi amplamente divulgada pelos órgãos de comunicação presentes na ocasião. Manifestação da esposa do jogador Cléber Santana: Todos os valores relacionados ao Direito de Imagem foram pagos pelo Clube, além de pagamentos relativos a seguro de vida, premiações e rescisão contratual. Todos os valores foram quitados ainda em 2016. Em relação ao pagamento de aluguel do apartamento onde residia a Família, o Clube nunca se comprometeu em pagar o referido valor deste caso e de nenhum outro atleta. Mesmo assim após o falecimento de Cleber Santana todos os custos relativos ao aluguel do apartamento foram pagos pela Chapecoense em sua totalidade durante a permanência da Família.”
FAMILIARES – Mara Paiva (à esq.), mulher do comentarista Mário Sérgio, e Fabienne Belle, esposa do fisiologista Luiz César, criaram uma associação de vítimas (Crédito: ANDRE LESSA/ISTOE.)
Na Seleção Brasileira, já foram convocados Alysson (Roma), Diego Alves (ex-Valência), Muralha (Flamengo) e Weverson (Atlético Paranaense). Tite sinaliza que poderá convocar Vanderlei (Santos) e Cássio (Corinthians) para os próximos jogos.
Para você, quem seriam os 3 goleiros da Seleção caso a Copa do Mundo fosse hoje?
Na minha lista, os 3 melhores neste momento: Vanderlei (SFC), Victor (CAM) e Jeferson(BFR). Cássio seria o 4o nome da lista, pelo fato dos citados estarem “um pouquinho na frente”.
Minha geração assistiu a ascensão e queda de Adilson Maguila Rodrigues, sempre na TV Bandeirantes Canal 13 com o Luciano do Valle.
Não gosto de boxe, mas Maguila era um ídolo nacional. Simplório, chegou a lutar com George Foreman e perdeu.
Eu o respeito demais. E depois de tantas notícias ruins sobre a saúde dele, assisti a entrevista que concedeu a Danilo Gentili no SBT. Impressionante o que foi relembrado (até a sua participação no extinto Aqui Agora). Fazia muito tempo que não via a sua imagem, e vi nele um homem triste!
Inegavelmente, com a diferença de pontos do 1o ao 2o colocado, e pelo que vem jogando, dificilmente o Corinthians não será o Campeão Brasileiro de 2017.
A última vez que vi uma diferença tão grande ser extinguida foi daquele Palmeiras de Celso Roth, que disparou na tabela e depois despencou. Mas com a solidez do trabalho do ótimo Fabio Carrile, será que teremos alguma surpresa?
Eu penso que não. Nem a efervescência das Eleições da Presidência do clube poderão tirar o título. E, cá entre nós: dos 39 pontos disputados, conquistar 35, é algo absurdo! A briga e a emoção do campeonato será: quem classificará para a Libertadores e quem conseguirá fugir do rebaixamento.
Um sexteto gaúcho trabalhará no Allianz Park nesta Rodada 13 do Brasileirão 2017: apitará o experiente Leandro Pedro Vuaden, natural de Estrela-RS, 42 anos, que será assistido pelos bandeiras José Eduardo Calza e Maurício Coelho Silva Penna. Seus adicionais serão Roger Goulart e Jonathan Benkenstein Pinheiro. O quarto árbitro será Jorge Bernardi. São 3 profissionais de Administração de Empresas e 3 profissionais da Educação Física. Sabidamente, ninguém é árbitro profissional.
Vuaden surgiu como um fenômeno no quadro nacional em 2001, destacando-se com uma arbitragem “à europeia”, definindo muito bem o que era tranco legal e carga faltosa. Assim, suas partidas tinham mais tempo de bola rolando, jogador não fazia corpo mole e os treinadores começaram a orientar seus atletas a ficarem em pé. Seus jogos tinham mais cartões amarelos por reclamação do que por jogadas temerárias (número baixo no total)! O jogo se tornava mais prazeroso para assistir. Só que…
Isso gerou ciúmes, o que levou a críticas de colegas e da própria Comissão de Arbitragem, que achava o chamado “Estilo Vuaden”algo imprudente e perigoso.
No quadro internacional, Leandro Vuaden não conseguiu o sucesso que poderia com o potencial que tinha. Muitas vezes atrapalhado pelo rigoroso teste físico, poderia ter ido a uma Copa do Mundo quando foi pré-selecionado. Não foi.
Passado algum tempo, Vuaden começou a mudar o seu jeito de apitar as partidas de futebol. Tornou-se, em alguns jogos, um “administrador” de situações. Ressurgiu quando Sérgio Correa da Silva orientava os árbitros para deixarem de marcar faltinhas bobas e assim aumentarem o tempo de jogo efetivo. Entretanto, as faltas leves e reais passaram a não ser marcadas, diferenciando do momento anterior, onde o tranco legal não era confundido com faltas. Tornou-se um novo Vuaden, com uma proximidade do estilo anterior, menos vigoroso fisicamente, apitando um pouco mais de longe e sofrendo com o posicionamento dentro de campo pela orientação do “ponto futuro”, solicitado pelo novo comandante da arbitragem, o Coronel Marcos Marinho (você abandona a diagonal, corre pelo meio e tenta chegar onde a jogada vai terminar, aceitando o risco de sentir dificuldade física numa bola roubada pelo adversário – avalio como uma ruim orientação exigida). Perdeu o escudo FIFA por culpa da nova política da CBF, sendo compensado com muitas escalas de jogo. Está sendo escalado para o Derby pela experiência e por voltar a marcar poucas faltas (pode sentir dificuldades físicas se o jogo for corrido e “aumentar” o número de paralisações).
Se o árbitro é rodado, os bandeiras nem tanto: Calza fez 9 jogos na série A nos últimos 3 anos e Penna 7 no mesmo período. Também os árbitros da linha de meta são pouco experientes.
Para palmeirenses e corintianos, números que tranquilizam e assustam, contraditoriamente: Com Vuaden, o mandante perde muito raramente; mas o Corinthians está invicto com ele nos últimos 3 anos.
Veja:
Em 2017, por conta de problemas físicos, Vuaden apitou apenas 3 jogos, com 3 vitórias do time da casa – nenhum jogo apitado do Palmeiras, e um jogo do Corinthians (vitória contra Cruzeiro).
Em 2016, apitou 16 jogos, sendo 12 vitórias para o time da casa, 2 empates e 2 derrotas do mandante. Dos envolvidos, duas derrotas do Palmeiras e um empate + uma vitória do Corinthians.
Em 2015, apitou 21 jogos, sendo que foram 3 partidas do Palmeiras (derrotas para Figueirense, Fluminense e Goiás) e 4 partidas do Corinthians (vitórias contra Flamengo e Vasco, empates contra São Paulo e Avaí).
Em suma:
1- há 3 anos o Palmeiras não vence com Vuaden e o Corinthians não perde com ele.
2- há 9 jogos do Brasileirão série A o mandante não perde.
3- Desde 2016, em suas partidas, quase 80% dos jogos o time da casa ganhou e apenas 10% das partidas o visitante venceu.
Qual número será mais impactante / relevante essa noite?
Como não sou supersticioso, creio que cada jogo é uma história e espero que vença o melhor dentro de campo. Desejo uma boa partida para a arbitragem, boa sorte aos atletas e que tenhamos uma rodada pacífica de futebol nesta quarta a noite.
Em tempo: bem que esse jogo poderia ser em um domingo às 16h, não?
Fui alertado para esse lance da vitoria do Ceará contra o Figueirensepelo jornalista Thiago Batista do Olim, do site “Esporte Jundiaí”. E vale a pena estudá-lo:
Aos 12m do 2o tempo, com o placar estando 1×0 para o Ceará, após sofrer falta de Luís Otávio (CEA), o goleiro Thiago Rodrigues (FIG) foi cobrar o tiro livre (falta a seu favor) dentro da grande área. Só que ele sai jogando para o seu companheiro que a toca dentro da grande área! De acordo com as Regras do Jogo, tantos nos tiros livres como no de meta, a bola só pode ser tocada fora da área penal.Se ela não sair por inteiro da área, não está em jogo. Se alguém tocá-la antes, volta-se a cobrança!
O árbitro Antonio Dib de Souza não vê, o assistente Claryston Claynão avisa e o zagueiro devolve ao goleiro que a perde bisonhamente para Ricardinho (CE) fazer o gol!
Falha do juiz, do bandeirinha e principalmente do arqueiro!
É claro Erro de Direito e a partida pode ser anulada, já que não foi cumprida a regra (a bola não entrou em jogo). Mas será evidente que a arbitragem encontrará um subterfúgio, alegando que interpretou que a bola tinha a passado a risca, caracterizando Erro de Fato!
Triste fim que está se anunciando a Adriano Imperador…
O atleta que se destacou numa Copa América marcando o gol decisivo contra a Argentina, que fez parte do “quadrado mágico” de Parreira, se mantivesse o foco, seria centroavante da Seleção Brasileira até hoje e estaria ganhando muito dinheiro!
Vez ou outra vemos o Adriano sendo encontrado alcoolizado, em situação deprimente, cheio de amigos da comunidade “gastando a grana” que ganhou ao longo dos anos de futebol da curta carreira.
Há quanto tempo ele não trabalha? Aposentou-se definitivamente?
Se a “cabeça vazia é oficina do Capeta”… lembremo-nos que $ não leva desaforo para casa.
Aos 18 minutos do 1o tempo, Roger Guedes (PAL) está no ataque e é empurrado próximo à Grande Área por Murilo (CRU). A dúvida somente é: a ação faltosa, iniciada fora da área, termina dentro ou não? Não importa se o jogador cai dentro, importa é onde ocorre o desequilíbrio.
Se um jogador é puxado fora da área e a falta continua dentro, marca-se onde termina. Mas nesse caso, os ângulos da TV não ajudaram. Errou o árbitro Péricles Bassols, que nada marcou (entendeu que não foi nem falta e nem pênalti, mas lance normal e assinalou equivocadamente tiro de meta). Pior ainda o AAA1 Gilberto Castro, que estava bem de frente a jogada e nada fez!
Assista o lance que está entre 2’20” e 2’28” e avalie: foi a chamada “falta continuada”, na qual a infração começa fora e termina dentro da área, ou não é um agarrão, mas um empurrão que começa e termina fora da área (apesar da queda dentro)?
Eu entendo como a situação 2: falta para o Palmeiras e cartão amarelo para o cruzeirense.
O Zenit da Rússia, clube que até a década passada evitava estrangeiros e não contratava negros, ofereceu ao São Paulo FC o pagamento integral da multa de R$ 67,3 milhões por Rodrigo Caio. Sendo assim, como está no contrato tal valor para a recisão o time do Morumbi tem que aceitar o depósito, desde que o atleta acerte o salário.
Há aqueles que defendem a tese de que, às vésperas da Copa do Mundo, Rodrigo Caio deveria recusar a proposta e ficar no SPFC, para ter mais visibilidade. Sair, só se fosse para ser titular no Real Madrid ou Barcelona.
Há outros que sugerem o aceite da transferência, já que jogaria na Rússia (sede do Mundial 2018) e Tite observa até atletas do fraco campeonato chinês.
Não nos esqueçamos: o Zenit é aquele que pagou um “caminhão de dinheiro” para ter o atacante Hulk, além de contar com a simpatia de Vladimir Putin.
E se fosse você: aceitaria a transferência ou não?
É ordem da FIFA repassada às federações filiadas: está proibida a manifestação política ou religiosa, ou ainda ofensas contra os organizadoresexpressadas em faixas nas arquibancadas. Isso já é de muito tempo…
Recentemente, se decidiu também proibir o uso de sinalizadores(desde o episódio da morte de Kelvin Spada na Bolívia). Primeiro a decisão foi da Conmebol e se estendeu por determinação da FIFA.
Em ambas as situações o árbitro deverá paralisar a partida e tomar as providências para que os protestos cessem e/ou o uso dos sinalizadores seja interrompido.
Não estou discutindo se a medida é autoritária, anti-democrática ou abusiva. Mas o certo é: ela deve ser cumprida, gostemos ou não. Ainda assim torcedores insistem em transgredi-la, podendo prejudicar o espetáculo e, por tabela, seus clubes.
Pra quê?
É o gosto de ser contra a lei?
Os clubes são responsabilizados. Quero ver a choradeira quando alguém perder mando ou pontos por decisão de algum Tribunal…
Muitas pessoas viram o logo do time de futebol Red Bull mesclado com cores da Portuguesa. Outros, após verem a postagem do mascote “Toro Loko” comendo bolinhos de bacalhau, creram que ali nascia uma parceria.
Nada disso. O ocorrido é que um movimento de torcedores da Lusa começou uma campanha para que o Red Bull assuma a gestão do time, buscando salvá-la da triste situação financeira e de descalabro administrativo que está. Portanto, os interessados foram os torcedores, que tomaram a iniciativa esperançosos de que existisse uma possível fusão!
Aqui em Jundiaí, quando surgiram especulações muito tímidas, o efeito foi contrário! Muitos torcedores repudiaram uma associação com a empresa austríaca para com o Paulista Futebol Clube, em situação tão ruim (ou pior, pois está sem calendário para o semestre) do que a Portuguesa.
Republico uma postagem feita há 3 meses, e hoje me convenço: o Red Bull não teria interesse em parceria com endividados clubes (como Paulista e Portuguesa), mas nas suas sedes e nos torcedores que remanescessem.
Relembrando minha posição e algumas informações da época. Abaixo:
O FUTURO DO GALO: EXISTIRIA REPULSA SE O RED BULL SUGERISSE UNIÃO AO PAULISTA? SOBRE A CHEGADA DA CARABAO NO BRASIL.
Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.
Todos nós estamos chateados com aimpensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.
Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…
Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade– é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.
Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?
Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:
O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem(não é isso que sempre cobramos?)
Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
Eles tem inovação. Nós temos tradição.
Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com aLousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.
Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).
Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.
Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada(a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!
E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M Citydos sheiks sauditas. O Chelseado russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?
Aliás, quando Dietrich Mateschitz(o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.
Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho?Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceria – do Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.
E sabem o que mais?
A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.
Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).
INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.
Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!
Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…
EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO(sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?
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Observações:
1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?
2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?
3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?
Qual Ricci estará na Vila Belmiro no próximo domingo?
O Sandro Meira Ricci dos dois últimos anos com o escudo de aspirante à FIFA mais seu 1o ano como árbitro internacional, era excepcional.
O Sandro Meira Ricci pré-Copa do Mundo 2014 do Brasil e seu ano seguinte, era um árbitro azarado e ruim (no Mundial, foi bem, inquestionável).
O Sandro Meira Ricci dos dois últimos anos, um árbitro comum(com alguns contratempos em jogos diversos, como o Fla-Flu polêmico do ano passado).
Torço que para esse interessante jogo tenhamos a melhor versão do árbitro. Ele, que é o candidato número 1 para a Copa do Mundo da Rússia 2018 (e o melhor vídeo-árbitro da Copa das Confederações 2017), anunciou que poderá se aposentar depois do Mundial.
Em tempo: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gassen (os árbitros assistentes da Copa passada e melhor dupla de bandeiras do Brasil), são únicos paulistas a trabalhar em clássico regional de São Paulo nesse Brasileirão 2017. Repare que até agora, somente sextetos de outros estados trabalharam nos confrontos.
Ouvindo a entrevista do presidente Leco, do São Paulo FC, fiquei impressionado com a sua cara-de-pauem insinuar que a diretoria está corretíssima e que deu todas as condições adequadas ao Rogério Ceni trabalhar. Isentou-se completamente!
Claro que Rogério tem seus defeitos, mas declarar o que disse, ignorando uma necessária autocrítica, é ruim. Bem fez o atacante Lucas Pratto, responsabilizando em primeiro lugar os atletas, e depois os outros.
A cartolagem do São Paulo, há tempos, está devendo…
A campanha do time do Palmeiras nas diversas competições que disputa em 2017, se olhar pelo custo do elenco e dos recursos investidos, é decepcionante!
Não que as vitórias sejam raras; mas como elas acontecem e da forma como o time sofre, é um custo-benefício altíssimo!
Compare com o Santos e principalmente com o Corinthians: qual rendimento em campo é melhor, pelo que foi gasto até agora? Não vale comparar com o São Paulo, claramente inferior até então nesse ano e em reconstrução com a chegada de Dorival Júnior.
Em que pese o fato do time equatoriano do Barcelona Sport Club “bater bastante” no time alviverde no jogo em Guayaquil, o desempenho foi muito ruim. Borja, contratado com status de estrela internacional, “trupica” na bola!
Vale o que tenho dito há tempos: em qualquer setor de atividade, nem sempre a abundância financeira está atrelada à capacidade / competência administrativa.
Aliás, como um time que foi campeão em 2016 consegue, mesmo com reforços, regredir tanto no ano seguinte?
Essa boa discussão ouvi em um comentário do jornalista Flávio Prado, e baseado nela, faço a pergunta: quem seria o maior nome da história do São Paulo Futebol Clube: o mestre treinador Telê Santana ou o mítico goleiro Rogério Ceni?
No Programa Esporte em Discussão, Flávio disse ser o goleiro. Eu também acho! Mas muitos amigos, ao depararem com o debate, se pronunciaram preferindo o treinador.
Estamos falando de gigantes: para você, quem seria o maior: Telê ou Rogério?
Vagner Mancinifoi demitido da Chapecoense por contas dos resultados atuais (mesmo tendo liderado o Brasileirão e alertado de que era uma falsa ilusão a posição).
A pergunta é: Mancini classificou o time catarinense para a segunda fase da Libertadores da América; entretanto, por culpa de uma decisão equivocada de um cartola do time – que autorizou a escalação de um jogador suspenso alegando que estava liberado, foi eliminado fora de campo.
Mancini, que classificou o time dentro de campo, está demitido. O dirigente, que desclassificou a equipe, continua lá!
A propósito: cogita-se Argel como possível novo treinador! Fico imaginando o comportamento dele no previsto jogo amistoso Barcelona x Chape… Vai mandar ou não bater em Messi e Neymar para “deixar de fazer graça”, como ele costuma ver o futebol?
Rogério Ceni foi demitido do São Paulo Futebol Clube. Entrará na lista de casos como Falcão (Internacional), Bobô (Bahia), e outros tantos craques-ídolos que foram treinadores em seus clubes e que não vingaram na nova função, seja por falta de paciência ou por falta de competência.
Talvez a personalidade forte tenha atrapalhado, ou a inexperiência na nova seara. As ideias de Rogério eram boas na teoria, mas obter êxito e comprová-las na prática nem tanto, devido a qualidade técnica do elenco e o “entra e sai” dos jogadores.
Você terá duas visões do caso:
1) O otimista dirá que as vendas de David Neres ou Luiz Araújo, que num primeiro momento tiveram aval negativo de Ceni (que houvera convencido ao menos Araújo para ficar mais um pouco no time) conseguiram uma valorização acima do que se saísse prematuramente, e isso pagaria a multa.
2) O pessimista dirá que, se aguardasse perder um ou mais dois jogos, chegaria ao índice inferior de 47% de aproveitamento, dispensando a multa contratual de 5 milhões de reaisestabelecida entre as partes em contrato, já que “o 1o semestre já estava sendo jogado fora mesmo”.
Mas pense: O SPFC já estaria com o semestre perdido mesmo? O time está em 17o colocado, na zona de rebaixamento, com míseros 11 pontos e 33,3% do total possível de rendimento. Só que o Vasco da Gama, o clube com menos pontos classificado para a fase inicial da Libertadores da América, tem 16 pontos e 48,4%! Sim, neste Campeonato Brasileiro, com menos de 50% de aproveitamento você já ganha uma vaga para o principal torneio sulamericano. Em duas rodadas, as posições poderiam se inverter?
Portanto, o São Paulo começará uma nova fase, com novos jogadores que estrearão e novo treinador. A diretoria se arriscou a recomeçar do zero, e só o tempo dirá se foi correta ou não a decisão.
E quem será o treinador?
Se fala em Dorival Jr (o “bola da vez”), mas se especula Paulo Autuori, Marcelo Oliveira…e, na tarde de ontem, uma informação do nosso comandante do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora, Adilson Freddo, sobre um nome-surpresa: Vadão, líder da Série B com o Guarani, houvera sido contactado.
E não é que Oswaldo Alvarez poderia ser o perfil desejado? Sabe montar bons esquemas com times de elenco médio, foi campeão do Rio-SP com o próprio Tricolor e é chamado de “homem que lançou Kaká”, dando oportunidade a ele e a outros garotos da base.
Não creio que seja loucura se Vadão for realmente contratado. Afinal, foi técnico da seleção feminina na gestão de Marco Aurélio Cunha, outro cartola são-paulino.
E você, o que acha desse nome?
Obs: em 2014, abordamos um tema interessante sobre ex-árbitros e ex-jogadores em nova função pós-carreira, e questionamos na oportunidade:
“Mas já imaginaram Marcos como treinador do Palmeiras ou Rogério Ceni do São Paulo? Aceitariam o risco de arranhar a imagem construída até hoje? Seriam treinadores de um clube só, como foram enquanto jogadores? E as vaias, para onde iriam? E, claro: a competência estará no mesmo nível?”
O link sobre essa postagem com outras considerações está em:
Quem disse que existe barreira na Regra do Futebol?
No intervalo da partida entre o Mengão e o Tricolor na Ilha do Urubu, Rogério Ceni, treinador do São Paulo, reclamou à Rede Globo que a barreira da sua equipe estava há mais de 10 metros de distância no gol de Guerrero. Se fosse verdade, irregular. Mas a própria emissora provou com seus recursos tecnológicos que ela estava com 9 metros… (menos do que se exige).
Saiba mais sobre o que a Regra diz sobre faltas (pois de barreiras, ela não diz nada).
– Otime que cobra a falta tem o direito de exigir as 10 jardas de distâncias (9,15m). Nada impede que ele abra mão desse direito. Se o fizer, e a bola atingir o defensor, segue o jogo. Afinal, o adversário não teve tempo de se posicionar a 9,15 metros.
Entretanto, se o adversário se posicionar em frente a bola, e impedir propositalmente a cobrança, ficando a menos de 9,15m, e a bola bater nele, repete-se a cobrança e aplica-se o cartão amarelo por não manter a distância regulamentar e/ou retardar o reinício de jogo.
Perceba que são situações diferentes: no primeiro lance, ele não teve tempo de se posicionar. No segundo lance, ele fez questão de não se posicionar.
Mas e quando o time que fez a falta “pede barreira“? Aí outro mito do futebol: o infrator não tem esse direito, ele tem o dever de dar a distância. O que acontece muitas vezes é que os batedores de falta exigem a distância de 9,15m, e as defesas se agrupam como “paredões”, “muralhas” ou, como conhecemos, “barreiras”. As barreiras não existem na regra; é que a própria regra não vê nada de ilegal no fato dos atletas se agruparem a 9,15m.
Outra curiosidade que você não costuma observar: se o atleta quer bater a falta rapidamente, e o adversário fica na sua frente, ele pode tirar grande proveito disso: a regra permite que ele “tabele’ com o adversário, ou seja, posso chutar nesse atleta que está me atrapalhando, a fim de recebê-la de volta e sair eu mesmo jogando!Quantas vezes você viu esse lance em campo? Dizem que Pelé fazia isso, mas com a bola rolando, não em lance de bola parada.
E quando vemos o gesto do árbitro mandando esperar o apito para cobrar a falta?
– Normalmente ocorre pela exigência da equipe que cobrará a falta em querer a distância. O árbitro indica que irá contar a barreira, e por estar de costas e o jogo paralisado, precisa indicar aos atletas quando o jogo deve ser reiniciado (ou melhor, a falta cobrada). Alguns batedores de falta exigem a barreira, por ela ser um ponto de referência a eles. Usam e treinam com esse artifício. Vale lembrar que também o árbitro poderá desautorizar a cobrança caso tenha que tomar alguma providência (como o atendimento a um atleta que se lesiona gravemente, por exemplo). O atacante não precisa esperar nem para a aplicação de cartão amarelo a um adversário, caso deseje cobrar rapidamente a falta(o árbitro aplica o cartão na primeira paralisação seguinte).
Não era lance difícil: o árbitro Rodolpho Toski, precoce e equivocadamente ganhador do escudo da FIFA, marcou pênalti na falta sofrida por Guilherme Arana fora da área. Errou!
Foi o 4o jogo apitado por Toski na Arena Corinthians, uma escala a ser evitada devido ao seu histórico de erros no mesmo estádio (vide aqui logo após o sorteio da CBF nosso lembrete: http://wp.me/p55Mu0-1vK).
Leio na Revista Runner (pg 62-68, por Patricia Julianelli) a história de superação de “Cleber Cowboy do Asfalto”, corredor profissional que só se tornou atleta pela necessidade de fugir de algo que o matava: as drogas! Começou a fumar maconha no ano de 1998 e em 2008 estava no fundo do poço, consumindo crack. Tentando se recuperar e em meio as crises de abstinência, se socorreu à… corrida!
Cada vez que fica em desespero pela falta do uso de entorpecentes, saía para correr, até conseguir se livrar da dependência.
Um dos depoimentos comoventes dele foi quando sua mãe descobriu o vício. Ele conta que:
“Minha mãe desabou e gritava ‘onde foi que eu errei?’ como se fosse culpa dela. Parecia que chorava minha morte“.
Porém, após vencer sua primeira maratona, ele se lembrou de tudo isso e disse:
“Ao completar minha primeira prova, eu flutuava. Droga nenhuma me proporcionou um sentimento com tamanha intensidade e com gosto de realidade“.
Taí. Se você caiu alguma vez em tentação ou se enfiou nessas porcarias, siga o exemplo de Cleber: arranje algo saudável para fazer e substituir a dependência. Seja um campeão como o “Cowboy do Asfalto” foi.
Temos visto muitas manchetes sobre dopping no esporte, e elas são cada vez mais cabeludas.
Tudo tem sido fajuto, mascarado? Os resultados dos atletas são artificiais, sendo conquistados com tecnologias de dopagem modernas e não descobertas?
Uma pena que isso esteja cada vez mais comum. Quantos dopings ocorreram e não descobrimos até agora?
O mais complicado é: descobrir quem está realmente ou não dopado, pois a modernidade usada pelos laboratórios para ajudar criminosamente os esportistas é avançadíssima.
Rápidos e importantes pitacos da Rodada 11 do Brasileirão, a ser disputada nesse próximo final de semana:
Para Corinthians x Botafogo, apitará Rodolpho Toski Marques, de péssimo retrospecto e que já se tornou FIFA! Há poucas semanas, foi muito mal em Ponte Preta x São Paulo (vide aqui: http://wp.me/p55Mu0-1tM). O problema maior é: dos 3 jogos que apitou do Corinthians em casa, foi mal nos 3, disputados em Itaquera. Contra o Internacional (veja aqui: http://wp.me/p55Mu0-1dJ), contra o Atlético Mineiro e, o mais polêmico, contra o Fluminense (gerando 8 lances discutíveis, relembre aqui: http://wp.me/p55Mu0-171).
Para Avaí x Ponte Preta, a Macaca vai chiar quando se deparar com o AAA Leonardo Cavaleiro, o mesmo de 3 absurdos erros no Moisés Lucareli contra o Internacionalnuma assombrosa péssima atuação. Relembre aqui: (http://wp.me/p55Mu0-11s).
Para Coritiba x Vasco da Gama, apitará Emerson de Almeida Ferreira, de irregulares atuações. Mas me chama a atenção que o AAA será Igor Benevenuto, que está fazendo um ótimo trabalho nessa temporada. A lógica não seria inverter os nomes, pelo mérito do trabalho? No Bahia x Flamengo, Benevenuto fez uma arbitragem irrepreensível(assim como Wilton Sampaio no Grêmio x Corinthians).
De correta, a escalação merecida de Wagner do Nascimento Magalhães para Palmeiras x Grêmio, que desde o Campeonato Carioca está fazendo arbitragens seguras e regulares. Um árbitro que não está se complicando.
Não deveria existir bom senso nas escalas para evitar juízes “propensos” a serem reclamados? Evitando polêmicas, já ajuda o bom clima de clubes e da própria arbitragem.
Sou defensor do bom uso da tecnologia no futebol, desde que feito de maneira sensata e a fim de legitimar os resultados. Claro, estou acompanhando as polêmicas com o uso dos VAR, normalmente criadas pela demora das decisões do que as decisões em si.
Devido aos últimos dias corridos em outras atividades que exerço, não consegui assistir nem ver os vídeos de Portugal x Chile e Salgueiro x Sport. No primeiro, dei uma olhadela na Copa das Confederações, e na prorrogação, Francisco Silva sofreu pênalti e o árbitro iraniano não marcou.Ninguém avisou lá das cabines de que houve um tiro penal a favor do Chile? Se Portugal elimina os chilenos, daria tanta polêmica…
No segundo jogo, a decisão do Campeonato Pernambucano, não consigo ver os lances polêmicos da partida, mas muita reclamação da equipe do Salgueiro, em especial ao suposto erro no auxílio do VAR Péricles Bassols(Bassols foi árbitro de vídeo na partida de ida e de volta). Sou obrigado a dizer novamente:não assisti, mas a chiadeira é grande.
Diante de tudo isso, fica a questão: o árbitro de vídeo está tirando a polêmica do futebol, aumentando-a ou simplesmente a mantendo?
Afirmo o que sempre pensei: não adianta qual seja a tecnologia, se o humano que a operar for falho.
Por fim, lembrando: os clubes brasileiros comunicaram a Conmebol que NÃO querem o VAR nas próximas fases da Libertadores da América.
À Folha de São Paulo de hoje, o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira descartou fazer um acordo de delação premiada com o FBI e declarou o seguinte:
“Não existe esse acordo. Tem lugar mais seguro que o Brasil? Qual é o lugar? Vou fugir de quê, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não.”
Taí. A sensação de impunidade que emana do povo se transforma em certeza de liberdade aos acusados.
Será que Marco Polo Del Neroe outros cartolas do futebol que não saem do Brasil comungam do mesmo pensamento do Dr Ricardo?
Aliás, o que será que cochichavam nesta foto mais antiga postada?
Viram o lance duplo de picaretagem do atleta Lucas Fonseca, no jogo da Fonte Nova pela Rodada 10 do Brasileirão 2017?
Lucas Fonseca (BAH)dá um pulo para antecipar a bola e na sequência dá um bico nela. Na queda, o jogador do Baêa atinge propositalmente seu adversário Guerrero (FLA). O atleta do Mengão, revoltado, protesta contra ele com os braços, que pela distância não o atinge. Mas não é que Lucas Fonseca simula grosseiramente ter sido atingido, apesar de estar longe?
Obs: O relato da súmula foi perfeito do árbitro Igor Junio Benevenuto, bem como a expulsão de Lucas Fonseca e a advertência a Guerrero:
“Golpear ou tentar golpear um adversário com uso de força excessiva fora da disputa da bola – Por atingir com um chute na coxa o seu adversario de n.09 sr. Jose Paolo Guerreiro Gonzales da equipe do C.R. Flamengo na disputa da bola. Informo que o mesmo já havia sido advertido anteriormente por contestar contra as decisões da arbitragem. (segundo cartao amarelo).”
Só faltou um outro cartão amarelo a Lucas pela péssima interpretação de simulação, logicamente irônico e impossível de se aplicar, pois o atleta já fizera por merecer a expulsão.
No sábado tivemos a vitória do Sport Recife em cima do Santos na Vila Belmiro. E duas coisas precisam ser discutidas:
Levir Culpi, de boas entrevistas, é um treinador atualizado?Ou está no Peixe por ser um “reformador de elencos” que barra estrelas, reconhecidamente?
Vanderlei Luxemburgo, outrora estrategista e de currículo vencedor, é um técnico que conhece o que há de mais novo mundo afora? Ou está no Leão por ser um “cara de nome”, que chama os holofotes para si?
Não desdenho de nenhum dos dois nomes (respeito-os muito), apenas questiono: eles têm estudado? Eles estão a par de tudo o que há de mais moderno? Estão em boa fase?
Vale refletir… eles estão “configurados” ao futebol moderno?
O bom jogador Diego Souza está sendo namorado pelo Palmeiras. Para voltar ao time no qual já jogou, o Sport pediu 15 milhões de reais pelos seus direitos federativos. Até aí, normal: é uma negociação cara (embora, sejamos justos: não é um craque na acepção da palavra, mas sim um atleta muito bom).
O detalhe é: diz-se que noSport ele recebe R$ 450 mil, e no Palmeiras ganharia R$ 800 mil!
Cá entre nós: não é muito dinheiro? Quanto receberiam Zico, Rivelino, Tostão, e outros atletas no auge, se fossem jogadores hoje?