Feliz Páscoa!
Hoje é dia de estar com a família e celebrar com a alegria a Ressurreição de Cristo!
Boas confraternizações, repletas de paz e orações!
Feliz Páscoa!
Hoje é dia de estar com a família e celebrar com a alegria a Ressurreição de Cristo!
Boas confraternizações, repletas de paz e orações!
Mensagem encorajadora do Papa Francisco em seu twitter na última 3a feira:
“Nos piores momentos, lembrai-vos: Deus é nosso Pai; Deus não abandona os seus filhos.”
Consolador!
Neste mundo de trevas, muitas vezes nos fazemos de órfãos e não procuramos a necessária ajuda do Alto.

Hoje é dia de alegria; afinal, é dia de São Casimiro, Padroeiro dos Jovens no Leste Europeu.
Veja que bela história de santidade:
SÃO CASiMIRO
Mesmo sendo patrono da #juventude da#Lituânia, o #santo de hoje é modelo para todas as idades. Seu nome significa ‘comandar’. De fato, com a graça de #Deus e muito esforço, foi comandando ao longo de sua vida, todo o pensar, todo falar, todo o querer para Deus.
#Filho do #rei da #Polônia e de #família #católica, Casimiro nasceu no ano de 1454. Com a ajuda da #oração, da #penitência, da direção #espiritual e até do #Papa do seu tempo, ele pôde discernir que seu chamado não era suceder ao seu #pai. Renunciou ao trono, mas não deixou de ser solidário à realidade paterna, às necessidades do reino, sendo braço direito no #governo de seu pai.
Teve toda uma #vida de #dedicação aos #carentes e #sacrifícios, sendo modelo para a juventude. Faleceu com apenas 26 anos.
#São #Casimiro, rogai por nós!

Gostei e compartilho a dica de Francisco:
“Ter filhos não pode se tornar uma opção irresponsável, mas não ter filhos é uma escolha egoísta. Com os filhos a vida rejuvenesce e ganha energia.”
Filhos: alegria dos pais!

Continuando nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, discutiremos hoje o Apocalipse. Compartilho:
O APOCALIPSE DE SÃO JOÃO
Com a morte de Jesus Cristo e sua ressurreição, os judeus convertidos (cristãos) receberam a missão de continuar a pregação do amor, e anunciar a boa nova (Evangelho). Os discípulos se reuniam para cultuar a Deus nas reuniões cristãs (missas); porém, os romanos, que dominavam a região da Palestina, acreditavam que essa ’seita’ era um movimento de fanáticos e de políticos revolucionários contra o poder do imperador.
As idéias de amar, perdoar, viver em comunhão, eram vista com maus olhos pelas autoridades de Roma. Por isso, a ordem era de perseguir essas pessoas chamadas de cristãos.
São João Evangelhista, apóstolo de Jesus, durante essas perseguições, tentava escrever para as comunidades cristãs, dando-lhes explicações do que estava acontecendo e do que poderia acontecer futuramente com aquelas comunidades. Mas, por estar impossibilitado de lhes falar às claras (ou seja, objetivamente) devido ao seu exílio (estava preso na ilha de Patmos), ele achou por bem escrever em metáforas e em comparações para que os romanos não entendessem.
Reflexão 1: Quando você ouve falar de “Apocalipse”, do que você lembra?
Portanto, diante da missão de continuar a evangelização, de levar o testemunho do amor de Cristo e de encorajar os cristãos a lutar e perseverar na fé, João escreve através de uma linguagem simbólica suas orientações sobre a fé. Temos que nos lembrar sempre que o livro do Apocalipse não é o anúncio do fim do mundo, mas um retrato do desfecho das perseguições cristãs naquela época.
Diante desse simbolismo que São João utiliza para escrever, é importante entender alguns trechos principais do Apocalipse para que não haja erros de interpretação devido a desconhecimentos do panorama da época. A leitura ao pé da letra do Apocalipse, sem o cuidado de entender os sinais e costumes judaicos, nem ao menos entender a situação de como esse livro foi escrito, nos possibilita umainterpretação errada, o que acaba fazendo com que muitos irmãos vejam no Apocalipse um anúncio de tragédias futuras e devastação, o que não é verdade.
Reflexão 2: quantas vezes você já leu trechos soltos de textos e interpretou errado, sem levar o contexto?
Algumas considerações sobre passagens apocalípticas:
Em Ap 1, 4-6 = Nós vemos a utilização do número sete, e a citação de Sete Espíritos diante do trono de Deus.
Temos que entender que 7 é o número judaico que representa a plenitude, a perfeição, a imensidão. Lembremo-nos que Cristo nos mandou perdoar setenta vezes sete (ou seja, infinitamente). Sete Espíritos de Deus quer dizer o Espírito perfeito, ou seja, o Espírito Santo ao lado do Pai e do Filho na Trindade, como a própria leitura nos mostra.
Na verdade, João saúda todas as comunidades cristãs da Ásia, e se refere com uma benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Em Ap 1, 12-20, vemos João dizendo que vê um homem com sete estrelas e sete candelabros que pede para escrever para as comunidades asiáticas.
Na verdade, João mostra a cobrança dele mesmo em levar em nome de Deus orientações e pregações de fé às sete comunidades gregas que estão sendo ameaçadas pelos imperadores romanos. (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). A cada comunidade ele dá uma orientação para coibir a decadência da fé.
Em Ap 4, 1-11, nós vemos o relato do Reino dos Céus e do poder de Deus. É claro que João está escrevendo por símbolos, pois ao lerem essas cartas, os romanos não entendiam o que queriam dizer e achavam que era loucura de João. (por exemplo, João fala dos relâmpagos e trovões constantes do trono em que alguém em um trono coberto pelo arco-íris sentava, rodeado por 24 anciãos).
Na verdade, João fala da providência e ação de Deus imediata aos homens (trovões e raios). A expressão ‘alguém sentado no trono’ é a própria majestade de Deus. O arco-íris representa a misericórdia e o amor citado em Gênese 9,13, e os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo; porém, o povo terrestre é reunido com os anjos no Céu, e lá louvam sem cessar a Deus (2X12=24).
Reflexão 3: será que os romanos entendiam todas essas coisas? É claro que não. Mas os cristãos entendiam porque eram simbologias da religião.
Em Ap 5, 6-8 , vemos o relato da visão de um cordeiro (carneiro) com sete chifres e sete olhos recebendo o livro da mão direita de quem está no trono.
Na verdade, Cristo é o Cordeiro de Deus (o cordeiro era o animal utilizado em sacrifícios) que se sacrificou por nós, e cheio do Espírito Santo, Onipotente e Onipresente ( 7 ch e 7 olh) está, com toda a sua autoridade, na glória do Céu à direita do Pai.
Em Ap, 12, vemos a analogia da mulher revestida de Sol com uma coroa de 12 estrelas frente ao Dragão.
Na verdade, a mulher/ ora é Maria e as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo/ ora é a Igreja formada pelos 12 apóstolos. O Dragão é o mal. Não é uma profecia do final dos tempos, mas um alerta para o povo perseverar diante das perseguições do imperador Nero. É muito interessante ler todo o cap 12 e as notas de rodapé da Bíblia edição Pastoral, pois temos muita simbologia explicada.
Em Ap 13 – a besta sobre o número 666; quem sucumbir à besta verá que também adorará a segunda besta que virá, e os homens se marcarão pelo pecado. Na verdade, a besta é a representação do imperador romano Nero. Vespersiano, que iria assumir o lugar de Nero como imperador, é a representação da segunda besta.
Nero era maldoso e cruel, e queria ser adorado como Deus; quando morre, Vespersiano institui como religião o culto a imperador mortos, sendo que eles deveriam ser idolatrados desde sua vida.
O número 666 representa 3 X a trilogia da matéria. Mas o que é isso?
Para os judeus:
2 = matéria
3 = perfeição do relacionamento ou Trindade. 2X3=6
6= perfeição da matéria, o puro materialismo, o egoísmo, o mal.
666 = 6-6-6 (três seis seguidos) = perfeição da maldade.
O Apocalipse, nada mais é, do que o livro do grande exemplo de perseverar na fé e enfrentar as perseguições que os nossos antepassados mostraram em nome de Cristo Jesus.
Reflexão 4: Quantas pessoas você conhece que enxergam no Apocalipse um livro de esperança, ao invés de um livro de “fim trágico”? Que tal mudar a compreensão das pessoas que assim entendem?
Assustador: os terroristas do ISIS (ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria) já decapitaram cidadãos das chamadas “nações inimigas” do Ocidente: franceses, canadenses, americanos e até do Oriente, como japoneses. Atearam fogo num jordaniano vivo dentro de uma jaula. E, o que parecia uma guerra com alvos políticos, mudou o rumo: agora, alvo religioso.
O ISIS sequestrou 21 egípcios cristãos coptas (um grupo próximo do catolicismo) e os decapitaram em um vídeo intitulado: “Mensagem de sangue à nação da Cruz”, enviando ainda um aviso ameaçador ao Vaticano, chamado de “Reino do Sul da Itália”.
Até quando esses malucos acabarão com vidas inocentes?

Sobre o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e como lema “Eu vim para servir”, começará mais uma Campanha da Fraternidade, tradicional evento anual promovido pela Igreja Católica na Quaresma.
Compartilho artigo enviado pelo jornalista da Pastoral da Comunicação, Reinaldo Oliveira. Abaixo:
IGREJA E SOCIEDADE – A IGREJA PROMOVE O DIÁLOGO
Por Diácono José Carlos Pascoal – Salto/SP – Diocese de Jundiaí
“Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus” (Objetivo Geral da Campanha da Fraternidade de 2015, Texto-base, pg. 10). Este é o objetivo geral da CF 2015, que tem como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e como lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). Ela nos convida a sermos uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana.
“A CF 2015 faz memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade: quer identificar e compreender os principais desafios da situação atual; apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da Doutrina Social da Igreja, com elementos autenticamente humanizantes; identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral; aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas; buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade; atuar profeticamente à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária” (Apresentação da CF 2015 – CNBB, Regional Sul 1).
Por ser instituição de grande credibilidade na sociedade, a Igreja propõe o diálogo, o debate e a busca por soluções que melhorem a vida do povo. Os altos índices de violência requerem não apenas estudos, mas ações que provoquem a cultura da paz. Os escândalos de corrupção, que há muitas décadas vêm causando a indignação do povo, deve ser combatida na raiz. A CNBB tem tomado a frente nesses debates em uma das suas principais causas: a falta de uma autêntica reforma política, indesejada pelos mandatários e congressistas, justamente por interromper essa perniciosa “fonte de lucros” pessoais, grupais e partidários.
Ainda há, infelizmente, dentro do seio da Igreja quem se oponha a esse debate porque requer ação política. Esquecem esses que a reflexão quaresmal, que nos prepara para a Páscoa nos leva a atitudes em favor do próximo. Rezar é primordial para nos sustentar na fé, mas não devemos nos esquecer que é a fé que nos motiva à ação: “Fé com obras”, como nos ensina São Tiago (cf. Tg 2,14-18).
A sociedade precisa desse diálogo que a Igreja no Brasil propõe nesta Campanha da Fraternidade. E a Igreja precisa dar testemunho de Jesus Cristo, não apenas em palavras, mas em obras. “Eu vim para servir, não para ser servido” (Mc 10,45) não é apenas uma frase de efeito, mas o mandato de Jesus que diz: “vai e faz o mesmo”. Mãos às obras!

Em nosso encontro semanal da catequese do Crisma, falaremos hoje sobre o que aconteceu depois da Ressurreição de Jesus.
Abaixo:
PENTECOSTES E O NOVO TESTAMENTO
Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.
Veremos ainda outras aparições em João 20, 19-31, onde Jesus vai ao encontro dos discípulos e São Tomé não o encontra. Jesus volta em outra oportunidade para que este também creia.
Reflexão 1: Assim como Tomé, você tem dificuldade em acreditar em coisas que não vê?
Em Lucas 24, 13-53, vemos a belíssima passagem de Emaús, além da promessa de Cristo sobre o Paráclito, ou seja, o Espírito Santo descendo sobre os discípulos a fim de que tivessem coragem, fé, bênçãos e perseverança para anunciar a todo os povos de todas as raças e crenças a sua ressurreição.
Reflexão 2: Se Jesus viesse hoje ao mundo, será que as pessoas acreditariam com a mesma, maior ou menor intensidade do que o povo daquela época?
No Livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-42), vemos o Pentecostes e a instituição do Batismo como nos dias atuais
Reflexão 3: Como é a sua percepção do Divino Espírito Santo? Consegue identificar sua ação poderosa no dia-a-dia?
Reflexão 4: Você sente / percebe / se inspira com seu Batismo? E com os demais sacramentos que já recebeu?
Depois de tudo isso, começou a Evangelização mundo afora. Vamos lembrar dos apóstolos: eram inicialmente 12; com a morte de Judas Iscariotes, ficaram em 11. Com isso, resolveram eleger mais um discípulo para completar 12 (o 13o). Isso aconteceu antes de Pentecostes; portanto Matias, eleito pelos apóstolos, também recebeu o Espírito Santo (Atos dos Apóstolos 1, 17-26).
Mas o que os discípulos faziam para evangelizar?
Eles viajavam pelos povoados, levavam a Palavra de Deus, ensinavam, e até curavam. Porém, eram duramente perseguidos. Em determinado momento, são ameaçados pelo próprio Caifás (Atos 4, 1-22)
Reflexão 5: Já passou por alguma grande intimidação, como Pedro e João? Como reagiu / reagiria?
Em Atos 6, 1-7 vemos Estevão (primeiro bispo cristão) sendo eleito também pela imposição das mãos. Todos os bispos católicos foram ordenados, de geração por geração, por esse ato de imposição das mãos. Portanto, nosso clero repete o que o próprio Cristo fez a todos os seus antecessores. Com isso, se pegarmos algum bispo e fizermos uma árvore genealógica, chegaremos a algum dos discípulos e consequentemente a Cristo. O martírio de Estevão está relatado em Atos 7, 54-60 e 8, 1-3. Nestas passagens, vemos a firmeza em morrer por Cristo e a garantia de receber um lugar no Céu. Vamos ver também um devastador de cristãos: Saulo.
Reflexão 6: você renunciaria sua fé para sobreviver, em caso de ameaça?
O governo romano queria de todas as formas proibir o culto a Deus (Pai, Filho, Espírito Santo) e forçava as pessoas a se submeterem à crença dos deuses romanos. Saulo de Tarso era um dos mais temidos perseguidores. Porém, em Atos 9. 1-19 Saulo se converte ao cristianismo, e torna-se o 14o apóstolo. É conhecido como São Paulo.
Reflexão 7: você se convence quando alguém que você conhece e outrora teve um passado ruim lhe dá orientações e conselhos?
Tanto Saulo (Paulo), como Pedro, Tiago e os demais viajaram por todo o continente, propagando a fé em Jesus Cristo. As comunidades se tornaram maiores e mais numerosas. Os judeus que aceitavam ouvir os apóstolos eram chamados de cristãos, termo que nos diferencia dos judeus que não aceitaram Cristo. Devido as distâncias percorridas, era costume escrever cartas. Paulo escreveu muitas cartas, e teve como mensageiros delas Timóteo e Tito, que lhe contavam como andava o cristianismo nessas localidades e seus problemas. Escrevia as cartas a diversas comunidades (Coríntios, Filipenses, etc), e procurava disciplinar a fé e desfazer possíveis más interpretações de como viver a fé.
Vejamos alguns ensinamentos de Paulo às primeiras comunidades cristãs, e percebamos que o que ele ensinava é atualíssimo para nós. Muitas vezes estamos cometendo os mesmos erros que elas cometiam. Alguns exemplos das cartas de Paulo:
Aos Romanos (5, 1-11): quem é a Santíssima Trindade.
I Coríntios 15, 3-11: se Cristo perdoa até Paulo, que era perseguidor de cristãos, não nos perdoará?
II Coríntios 12, 1-10: vaidade e orgulho destroem o mundo; perseverar na fé.
Gálatas 5, 13-26: as comunidades verdadeiras vivem na fé.
Efésios 2, 4-10: a misericórdia de Deus.
Efésios 6, 10-17: luta contra o maligno e contra os pecados.
Outros discípulos também escreveram, como Tiago: em Tiago 2, 14-26 vemos um discernimento importantíssimo para a nossa salvação: não adianta ter fé e não realizar boas ações. A fé é morta sem obras. São Tiago nos diz que o diabo também acredita em Deus, porém não pratica boas ações. Assim somos nós: não seremos salvos só porque digo que tenho fé. É preciso demonstrar a fé, realizando boas obras.
Reflexão 8: Você tem tido fé e praticado boas obras?
Cartas de Pedro:
Em I Pedro 1, 14-16 vemos a missão de cada um de nós: sermos santos.
II Pedro 2, 1-12: cuidado com as falsas religiões e falsos profetas.
Escritos de João:
São João, além de escrever o evangelho, escreveu cartas e o livro do Apocalipse.
I João 2, 18-25: todo aquele que for contra Cristo é um anticristo. Existem muitos em nosso meio.
Apocalipse: João foi muito perseguido, por isso era obrigado a escrever por simbolismos. Não podemos entender o livro do Apocalipse ao pé da letra, pois a linguagem tem que ser adaptada a todo o contexto que se apresentava. Podemos comparar o Apocalipse às composições de vários músicos durante o regime militar brasileiro: diziam uma coisa para ser entendida por outra. A perseguição era tanta, que as missas eram realizadas no que chamamos de catacumbas, e devido ao amor a Cristo muitos morreram em seu nome. As pessoas que morreram em nome de Cristo levaram o nome de mártires.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO
1- Todos nós temos uma “cruz” para carregar no nosso dia-a-dia. Que tipo de “cruz” é essa que carregamos?
2- Você se incomoda com a leitura de Tiago 2, 14-26? Como praticá-la?

Hoje é dia de um grande santo e filósofo: São Tomás de Aquino.
É dele a idéia de que:
“O homem é corpo e alma inteligente, incorpórea (ou imaterial), e se encontra, no universo, entre os anjos e os animais. Princípio vital, a alma é o ato do corpo organizado que tem a vida em potência.”
Extraído do Uol Biografias
ORAÇÃO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO
Criador inefável,
Tu que és a fonte verdadeira da luz e da ciência,
derrama sobre as trevas da minha inteligência um raio da tua claridade.
Dá-me inteligência para compreender,
memória para reter,
facilidade para aprender,
subtileza para interpretar,
e graça abundante para falar.
Meu Deus,
semeia em mim a semente da tua bondade.
Faz-me pobre sem ser miserável,
humilde sem fingimento,
alegre sem superficialidade,
sincero sem hipocrisia;
que faça o bem sem presunção,
que corrija o próximo sem arrogância,
que admita a sua correção sem soberba,
que a minha palavra e a minha vida sejam coerentes.
Concede-me, Verdade das verdades,
inteligência para conhecer-te,
diligência para te procurar,
sabedoria para te encontrar,
uma boa conduta para te agradar,
confiança para esperar em ti,
constância para fazer a tua vontade.
Orienta, meu Deus, a minha vida,
concede-me saber o que tu pedes
e ajuda-me a realizá-lo,
para o meu próprio bem
e de todos os meus irmãos.
Amém.

Hoje se celebra o dia de um grande santo: Francisco de Sales, que tanto escreveu sobre tolerância e amor!
Piedoso e trabalhador, São Francisco de Sales lutou contra o nervosismo (fruto do seu forte temperamento). Conta-se que sua mesa era toda arranhada por baixo, pois preferia arranhá-la do que responder ou praticar algo sem amor!
É dele a frase:
“Tenha paciência com todas as coisas, mas principalmente consigo mesmo. A cada dia, comece de novo”.
Também é sua tal percepção:
“A medida do amor é amar sem medida”.
Seus atos inspiraram outros santos, como Dom Bosco, fundador dos Salesianos.
Francisco de Sales semeou a mansidão de Deus com seu exemplo e zelo, trabalho e serviço.
– São Francisco de Sales, rogai por nós. Amém.

Hoje é dia de um dos santos mais valorosos e corajosos da Igreja Católica: São Sebastião, que levou flechadas mas não negou sua fé!
Sua história, abaixo, extraída de: http://santo.cancaonova.com
SÃO SEBASTIÃO
O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses, enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus!
O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia e aproximou-se dele percebendo que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.
São Sebastião, rogai por nós!

O papa Francisco foi inserido como um dos protagonistas e criticado sobre o conceito e debate de “Liberdade de Expressão” após declarar que ela deva ter limites, e esse limiar é exatamente a ofensa ao próximo. Ou seja: posso me manifestar a vontade, respeitando os demais cidadãos.
Penso exatamente igual a ele. O mau uso da liberdade de expressão pode trazer consequências indesejáveis devido a fanáticos e malucos que não estejam preparados para viver em sociedade civilizada.
Reinaldo Azevedo, polêmico jornalista de extrema direta e radical em alguns posicionamentos, na contramão desse pensamento, declarou na Rádio Jovem Pan e na Folha de São Paulo que:
“- Francisco tem cabeça e postura de cura de aldeia, não de papa. Suas entrevistas ambíguas são detestáveis. O jesuíta leu mal São Paulo e não sabe que cítara e flauta têm de soar de modo distinto. Suas opiniões sobre o atentado e a liberdade de expressão são covardes, imprecisas e politiqueiras. Deveria se esconder debaixo da cama com Barack Obama para conversar sobre o nada. Ainda bem que nenhum católico vai tentar me dar mil chicotadas por isso”.
Ora, o jornalista defende a liberdade de expressão e ao mesmo tempo critica o Papa pelo que ele expressou. Mas que raio de defesa é essa?
Nós temos um outro problema: a liberdade de ação! Todos nós podemos fumar, temos liberdade de ir a uma tabacaria e comprar cigarros. Mas se deve? Não faz mal à saúde e incomoda os não-fumantes (como eu)?
Nem tudo que é permitido, sempre será devido. Nossas ações são responsáveis por grande parte dos problemas da humanidade. Posso me expressar contra uma determinada religião, mas é correto ofender e escandalizar a quem a professa? Isso não dá o direito de quem se sente ofendido em promover uma jihad (guerra santa), mas deve permitir a expressão do protesto. Processar a revista Charle Hebdo, reclamar e boicotar a publicação são ações livres de resposta. Mas e se expressar com atitude violenta?
Nem a violência moral (ou imoral) deve ser incentivada como a de caricaturas ofensivas de coisa séria, tampouco a violência física como resposta. São nossas ações que conduzirão o futuro da sociedade e da vida de cada um de nós.
Nesta segunda-feira, ainda na Folha de SP, há o relato da missa campal do Papa nas Filipinas. E eis que uma garota que fora abandonada ainda bebê (Glyzelle Palomar, 12 anos) perguntou a ele em encontro de jovens preliminar à celebração na Universidade São Tomás de Manilla:
– “Muitas crianças acabam se envolvendo com drogas e prostituição. Como Deus permite uma coisa dessa?”
Emocionado, Francisco abraçou-a e disse a todos:
“- Nesse lugar, ela foi a única a perguntar uma questão a qual não existe resposta”.
Será que não existe? Para mim, o sumo pontífice quis ser gentil a todos e na sua simplicidade não se prolongou. Mas a ausência dos pais e a criminalidade dos irresponsáveis que defendem o uso de narcóticos e a liberação do sexo ainda precoce seria uma resposta justa; claro, não por omissão de Deus, mas pela liberdade mal gerida por nós, homens e mulheres, a qual não sabemos usar, além dos percalços do dia-a-dia.
Resumindo: o radicalismo, a criminalidade e o mal uso de nossa liberdade (de ação ou de expressão) são as causas que nos fazem discutir algo que dispensaria discussão.

Claro que faço parte daqueles que condenaram os atentados terroristas contra a revista Charlie Hebdo (mesmo considerando desrespeitoso o humor). Sou a favor da liberdade de expressão, mas acho que o respeito ético deve prevalecer. A ofensa deve ser evitada, ainda que travestido de humor. Escrevi dias atrás sobre esse assunto em: http://wp.me/4RTuC
Agora, leio que a França prendeu o humorista Dieuddone M’Bala M’Bala por suposto antissemitismo. Ele é francês e professa o islamismo, e foi classificado como infrator do “crime de ódio”, mesma pena de quem é homofóbico.
Deixa eu entender: ofender judeu e gay, dá cadeia e não entra no quesito “liberdade de expressão”. Para as caricaturas ofensivas ao Profeta Maomé que tanto ofenderam os muçulmanos, o conceito é outro?
Pirei.
Repito: condeno o terrorismo, estou triste pela barbaridade ocorrida, defendo a liberdade de expressão, também sou da turma do #JeSuisCharlie, mas acho não equitativo o tratamento dado ao que é respeitoso ou não.
Quer exemplos?
– Ofender o Cristianismo e o Conceito do Espírito Santo (Pai, Filho e Espírito Santo), PODE.

– Ofender o Islamismo e seu Conceito Heterossexual, PODE.

– Ofender o Judaismo, NÃO PODE.

Por fim… melhor não pensar nessa contradição e promover a PAZ INDISTINTA, pois se usarmos alguns critérios, enlouquecemos!

Na Missa celebrada por Ação de Graças em 2014, no último dia do ano, quem esteve na Paróquia Santa Rosa de Lima (Jardim Martins – Jundiaí/SP), participou de uma belíssima celebração. Sempre é bom agradecer o ano que passou e pedir pelo ano que se inicia. Claro, celebrar o Cristo Eucarístico suplanta tudo isso!
Mas algo desagradou: a infelicidade da mensagem projetada para os fiéis no Telão:
“Feliz Ano Novo para os Dizimistas”!
Ué, só para os dizimistas? Quem não paga o dízimo ou, como eu, que sou de outra paróquia, não mereço as felicitações?
Creio que o padre Márcio não observou tal infeliz frase…
Ok, sei da necessidade do dízimo para ajudar a custear as despesas da Igreja (e faço regularmente minhas contribuições à comunidade que frequento pelas formas que me permitem). Mas tornar uma saudação exclusiva a quem paga a oferta, aí é demais.
Não há Pastoral da Acolhida para corrigir essa má impressão?
Ninguém se preocupou em desejar bom ano de maneira comunitária, inclusiva, simpática e, acima de tudo, CRISTÃ (que abomina a discriminação)?
Puxa, como católico acho que tal frase afasta os fiéis, é antipática e o responsável mereceria ser melhor orientado.
Já ouviu a expressão “vai reclamar para o Bispo”? Esse seria um bom motivo!


A paciência é uma virtude cristã. Sendo assim, compartilho uma linda oração àqueles que carecem ter paciência (de Santa Teresa D’Ávila) e que nos dias atribulados e de correria em que vivemos, se faz necessária:
Nada te perturbe. Nada te espante. Tudo passa. A paciência tudo alcança.
Nada me perturbe. Nada me amedronte. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta.
Simples e belo, não?
Simplesmente…
BOAS FESTAS. Que a Luz do Cristo nos ilumine e aqueça nossos corações. Que todo dia seja Natal, para que o espírito de solidariedade seja cotidianamente vivido!
“Hoje a noite é bela, vamos à capela…”
Que a festa do nascimento de Jesus possa trazer paz e alegria em todas as casas. Cristo vive entre nós!
Feliz Natal
Sempre me impressionei com as ótimas reflexões do Padre Zezinho do Sagrado Coração de Jesus. Precursor da Música Católica, ele virou tuiteiro com oportunas mensagens.
Entretanto, cada tuíte permite apenas 140 caracteres. Então, resolveu fotografar seus pensamentos na tela do computador e aproveitar mais palavras a serem publicadas.
Neste domingo, a mensagem foi sobre como os seguidores de ídolos mundanos – e cita Lula, Dilma, Edir Macedo, Aécio – não contestam seus deslizes nem esperam justificativas dos seus atos. Porém, ao mesmo tempo, a maioria das pessoas quer que Deus explique tudo o que Ele faz, especialmente se a expectativa de alguém é frustrada. Leia sua reflexão:

Valei-me Virgem Maria!
Hoje é dia da Imaculada Conceição (que significa: concebida sem mancha), título de Nossa Senhora por ser gerada pelo Pai Celestial sem pecado, a fim de receber o Menino Jesus em seu ventre.
Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós!
Vivemos numa era onde o equilíbrio emocional, espiritual, físico e financeiro precisam estar cada vez mais em sinergia. E sinceramente, penso que isto não é bom. Este equilíbrio, honestamente, é necessário, pois verdadeiramente bom seria que simplesmente vivêssemos em paz. Mas como hoje é dia de Santo Ambrósio, um santo alemão do século 3, compartilho uma reflexão maravilhosa do mesmo e que se faz necessária neste mundo tão ferido dos dias de hoje, onde o conforto das pessoas, às vezes, se baseia na vigança; onde alardeia-se o sucesso às custas do insucesso profissional de outros; ou, ainda, que neste mundo capitalista tão competitivo, nem todos têm espaço. Tudo isso pode ser verdade, mas não deveria.
Assim, lembremo-nos do pensamento ambrosiano:
“Ninguém cura a si mesmo ferindo os outros”.
O amor, a oportunidade e a presteza podem ter lugar num mundo cada vez mais vazio e contraditoriamente repleto de anseios.
Nos nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, falaremos hoje sobre Pentecoste e Novo Testamento aos nossos crismados.
Abaixo:
PENTECOSTES E O NOVO TESTAMENTO
Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.
Veremos ainda outras aparições em João 20, 19-31, onde Jesus vai ao encontro dos discípulos e São Tomé não o encontra. Jesus volta em outra oportunidade para que este também creia.
Reflexão 1: Assim como Tomé, você tem dificuldade em acreditar em coisas que não vê?
Em Lucas 24, 13-53, vemos a belíssima passagem de Emaús, além da promessa de Cristo sobre o Paráclito, ou seja, o Espírito Santo descendo sobre os discípulos a fim de que tivessem coragem, fé, bênçãos e perseverança para anunciar a todo os povos de todas as raças e crenças a sua ressurreição.
Reflexão 2: Se Jesus viesse hoje ao mundo, será que as pessoas acreditariam com a mesma, maior ou menor intensidade do que o povo daquela época?
No Livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-42), vemos o Pentecostes e a instituição do Batismo como nos dias atuais
Reflexão 3: Como é a sua percepção do Divino Espírito Santo? Consegue identificar sua ação poderosa no dia-a-dia?
Reflexão 4: Você sente / percebe / se inspira com seu Batismo? E com os demais sacramentos que já recebeu?
Depois de tudo isso, começou a Evangelização mundo afora. Vamos lembrar dos apóstolos: eram inicialmente 12; com a morte de Judas Iscariotes, ficaram em 11. Com isso, resolveram eleger mais um discípulo para completar 12 (o 13o). Isso aconteceu antes de Pentecostes; portanto Matias, eleito pelos apóstolos, também recebeu o Espírito Santo (Atos dos Apóstolos 1, 17-26).
Mas o que os discípulos faziam para evangelizar?
Eles viajavam pelos povoados, levavam a Palavra de Deus, ensinavam, e até curavam. Porém, eram duramente perseguidos. Em determinado momento, são ameaçados pelo próprio Caifás (Atos 4, 1-22)
Reflexão 5: Já passou por alguma grande intimidação, como Pedro e João? Como reagiu / reagiria?
Em Atos 6, 1-7 vemos Estevão (primeiro bispo cristão) sendo eleito também pela imposição das mãos. Todos os bispos católicos foram ordenados, de geração por geração, por esse ato de imposição das mãos. Portanto, nosso clero repete o que o próprio Cristo fez a todos os seus antecessores. Com isso, se pegarmos algum bispo e fizermos uma árvore genealógica, chegaremos a algum dos discípulos e consequentemente a Cristo. O martírio de Estevão está relatado em Atos 7, 54-60 e 8, 1-3. Nestas passagens, vemos a firmeza em morrer por Cristo e a garantia de receber um lugar no Céu. Vamos ver também um devastador de cristãos: Saulo.
Reflexão 6: você renunciaria sua fé para sobreviver, em caso de ameaça?
O governo romano queria de todas as formas proibir o culto a Deus (Pai, Filho, Espírito Santo) e forçava as pessoas a se submeterem à crença dos deuses romanos. Saulo de Tarso era um dos mais temidos perseguidores. Porém, em Atos 9. 1-19 Saulo se converte ao cristianismo, e torna-se o 14o apóstolo. É conhecido como São Paulo.
Reflexão 7: você se convence quando alguém que você conhece e outrora teve um passado ruim lhe dá orientações e conselhos?
Tanto Saulo (Paulo), como Pedro, Tiago e os demais viajaram por todo o continente, propagando a fé em Jesus Cristo. As comunidades se tornaram maiores e mais numerosas. Os judeus que aceitavam ouvir os apóstolos eram chamados de cristãos, termo que nos diferencia dos judeus que não aceitaram Cristo. Devido as distâncias percorridas, era costume escrever cartas. Paulo escreveu muitas cartas, e teve como mensageiros delas Timóteo e Tito, que lhe contavam como andava o cristianismo nessas localidades e seus problemas. Escrevia as cartas a diversas comunidades (Coríntios, Filipenses, etc), e procurava disciplinar a fé e desfazer possíveis más interpretações de como viver a fé.
Vejamos alguns ensinamentos de Paulo às primeiras comunidades cristãs, e percebamos que o que ele ensinava é atualíssimo para nós. Muitas vezes estamos cometendo os mesmos erros que elas cometiam. Alguns exemplos das cartas de Paulo:
Aos Romanos (5, 1-11): quem é a Santíssima Trindade.
I Coríntios 15, 3-11: se Cristo perdoa até Paulo, que era perseguidor de cristãos, não nos perdoará?
II Coríntios 12, 1-10: vaidade e orgulho destroem o mundo; perseverar na fé.
Gálatas 5, 13-26: as comunidades verdadeiras vivem na fé.
Efésios 2, 4-10: a misericórdia de Deus.
Efésios 6, 10-17: luta contra o maligno e contra os pecados.
Outros discípulos também escreveram, como Tiago: em Tiago 2, 14-26 vemos um discernimento importantíssimo para a nossa salvação: não adianta ter fé e não realizar boas ações. A fé é morta sem obras. São Tiago nos diz que o diabo também acredita em Deus, porém não pratica boas ações. Assim somos nós: não seremos salvos só porque digo que tenho fé. É preciso demonstrar a fé, realizando boas obras.
Reflexão 8: Você tem tido fé e praticado boas obras? E o contrário?
Cartas de Pedro:
Em I Pedro 1, 14-16 vemos a missão de cada um de nós: sermos santos.
II Pedro 2, 1-12: cuidado com as falsas religiões e falsos profetas.
Escritos de João:
São João, além de escrever o Evangelho, escreveu cartas e o livro do Apocalipse.
I João 2, 18-25: todo aquele que for contra Cristo é um anticristo. Existem muitos em nosso meio.
Apocalipse: João foi muito perseguido, por isso era obrigado a escrever por simbolismos. Não podemos entender o livro do Apocalipse ao pé da letra, pois a linguagem tem que ser adaptada a todo o contexto que se apresentava. Podemos comparar o Apocalipse às composições de vários músicos durante o regime militar brasileiro: diziam uma coisa para ser entendida por outra. A perseguição era tanta, que as missas eram realizadas no que chamamos de catacumbas, e devido ao amor a Cristo muitos morreram em seu nome. As pessoas que morreram em nome de Cristo levaram o nome de mártires.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO
1- Todos nós temos uma “cruz” para carregar no nosso dia-a-dia. Que tipo de “cruz” é essa que carregamos?
2- Você se incomoda com a leitura de Tiago 2, 14-26? Como praticá-la?

Extraído de William P. Young, escritor do best seller “A Cabana”: Texto ecumênico que independe se você é judeu, cristão, muçulmano…
“Acho que todos nós já tivemos uma experiência sobrenatural, que está escondido no dia-a-dia. Um pôr-do-sol, um arco-íris ou o choro de um recém-nascido podem ser experiências sobrenaturais. (…) Deus fala comigo por meio da minha família, dos meus amigos ou até mesmo de inimigos. Não há motivo pra separar as experiências sobrenaturais dos pequenos encontros com Deus que ocorrem em nossa vida cotidiana. Deus está presente em todos os momentos. Acreditar no sobrenatural é fácil demais. O mais difícil é encontrar a espiritualidade é na vida real. É preciso trabalhar duro.”
Dando continuidade aos nossos encontros semanais da catequese do sacramento do Crisma, falaremos hoje com nossos crismandos sobre a Paixão de Cristo:
PAIXÃO E RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
Durante a vida pública de Jesus, muitos poderosos queriam prendê-lo, condená-lo e matá-lo. Muitos nem queriam que Jesus nascesse com medo dele ser um rei. Os poderosos da época achavam que Cristo era um líder político, usando da religião para tirar proveito e não reconheciam seus milagres. Toda a bondade de Jesus levou-o a conseguir rancor das autoridades romanas, que não acreditavam em Deus e tinham prazer em dominar o povo.
Em Mateus 21, 1-11, vemos Jesus chegando a Jerusalém montado em um jumentinho. O povo que via as obras de Cristo o aclamava, cantando “Hosana” (que significa “Louvores, Glória”) e balançavam palmas, que representava uma homenagem. Este gesto é lembrado por nós no Domingo de Ramos.
Durante sua estada em Jerusalém, Jesus contou inúmeras vezes sobre o julgamento final. Muitas pessoas contam diversas impressões sobre o final dos tempos. Jesus contou-nos como isso acontecerá em Mateus 25, 31-46.
Reflexão 1: como e de que jeito você imagina que será o fim do mundo?
Em Marcos 14, 1-2 vemos os primeiros planos de se prender Jesus como um marginal. Porém, a principal colaboração para o se tramar a prisão de Cristo vem com Judas: veja em Mateus 26, 14-35.
Reflexão 2: você já passou por alguma situação em que vai se prejudicar, mas aceita passar por ela para ajudar um amigo? E se essa pessoa não é tão amiga?
Veremos agora o exemplo que Cristo nos dá de servir ao próximo. Ele diz que veio ao mundo para servir, e lava os pés dos discípulos como exemplo para que eles também sirvam ao próximo – João 13, 1-20. Celebramos na Quinta-Feira Santa a chamada Missa de Lava-pés.
Reflexão 3: o que vocês acham de luxúrias e ostentações? E de pessoas que se orgulham por ter autoridade, poder, e que gostam de ser servidas?
Passemos à Santa Ceia. Jesus, reunido com os apóstolos, faz a última refeição, e pede que nos lembremos de celebrar a Partilha do Pão e do Vinho freqüentemente, pois Ele próprio (Cristo) estará presente fazendo do Pão o seu Corpo e do Vinho seu Sangue, como sinal de uma Nova Aliança entre Deus e os homens. É a instituição do Sacramento da Eucaristia, onde temos o relato em Mateus 26, 17-29.
Cristo tinha natureza humana e divina. Era Deus que se fez homem. Por isso, temos o relato que Jesus também ficou agoniado com toda a dor a qual saberia que teria que enfrentar pela salvação dos homens. Então Ele se retirou e foi orar no Monte das Oliveiras – Lucas 22, 39-46.
Reflexão 4: Quando você está agoniado, o que você costuma fazer?
Toda a prisão de Jesus, seu injusto julgamento e crucificação estão relatados em Marcos 14, 43-65 e Capítulo 15, onde é possível observar os comentários sobre a injusta condenação do Salvador.
Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.
Reflexão 5: A cruz de Cristo simboliza o peso dos pecados do mundo sobre as costas de quem era Santo. E hoje: você vê pessoas que tem “cruzes pesadas para carregar”? Fale sobre isso:
Futebol cada vez mais é business. Prova disso é que as tradições dos clubes passam a ser suplantadas por excepcionais acordos mercadológicos.
Um atual exemplo é o espanhol Real Madrid. O poderoso clube acaba de vender por R$ 1,2 bilhão o naming rights do seu estádio à petrolífera Ipic, dos Emirados Árabes. O atual nome Santiago Bernabéu Yeste (ex-soldado franquista condecorado, ex-jogador de futebol que defendeu o clube e considerado o maior presidente da história do time madrilenho) perdeu a vez para o dinheiro árabe.
Ontem, outra prova de força monetária frente a tradição: o Real Madrid mudou o seu escudo, em troca da parceria com o Banco Nacional de Abu Dhabi, que lhe financiará 2,5 bilhões para a construção de um resort em uma ilha, o Parque Temático “Real Madrid Resort Island”, além do lançamento de cartões de créditos globais. A exigência é de que a cruz sobre a coroa real fosse retirada já que os patrocinadores muçulmanos não estariam felizes por bancar alguém que carregasse um símbolo cristão.
E aí, o que lhe parece tudo isso?
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O leigo é aquele voluntário, abnegado, servidor, que trabalha por amor a Deus e ao Próximo pela Igreja. E nesse domingo, que a liturgia celebra a Festa de Cristo Rei, é também o Dia do Leigo.
Veja a bela mensagem de Dom Frei Severino Clasen, Bispo de Caçador/SC, presidente da Comissão Episcopal para o Laicato:
MENSAGEM PARA O DIA NACIONAL DOS CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS
Saúdo todos os leigos e leigas do Brasil pelo seu dia na festa de Cristo Rei!
Viva Cristo Rei!
Todas as criaturas necessitam de um ambiente saudável para nascer, crescer e viver em paz. É preciso construir a casa para que se possa viver com dignidade como pessoa humana, desde o momento em que tem início a existência, pois, já carrega a imagem de Cristo.
Jesus Cristo é proclamado Rei do Universo no último domingo litúrgico do ano. Ele tem um Reino para nós. Pela graça do Batismo, somos filiados à Igreja. Como mãe, a Igreja oferece as condições espirituais e humanas para que a vida seja de fato vista como dom e riqueza imensurável. Portanto, cada criatura humana carrega dentro de si o grande sinal de Deus Uno e Trino. A festa de Cristo Rei é para todos os batizados. Lembramos nesse dia especialmente os leigos e leigas.
A Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato, ao saudar os leigos e leigas, convoca-os para trabalhar na messe do Senhor e construir o Reino de paz e de justiça. O nosso espaço, o lugar onde vivemos, deve se tornar um sinal do Reino definitivo anunciado por Jesus Cristo. Por isso, são chamados para contribuir na evangelização. Saudamos e cumprimentamos os milhões de leigos e leigas que se dedicam à evangelização; são infinitamente a maioria absoluta que anunciam o Cristo Rei através da catequese, da liturgia, da coordenação de grupos, das pastorais, dos movimentos, associações, novas comunidades, CEBs, dos conselhos de leigos e da presença nos diferentes espaços da sociedade como na cultura, na economia, no mundo do trabalho, nas artes, na família, na política, na vida profissional, na educação, nos meios de comunicação, dentre outros. Reconhecemos que a maioria dos agentes de evangelização são as mulheres.
O trabalho humilde, simples, cotidiano, constante, sereno, fecundo das mulheres é a beleza gigantesca no anúncio do Reino de Deus. Que os homens também se sintam participantes nessa tarefa divina e santa, pois temos tantos homens espalhados pelo mundo afora se dedicando no anúncio do Evangelho e sua justiça. Que na festa de Cristo Rei, dia do leigo, saibamos valorizar todos os que são partícipes da gloriosa vinda de Cristo e com Ele, possamos construir o Reino definitivo.
No ano de 2014, teremos muitas oportunidades para aprofundar a reflexão sobre a missão e o ministério dos leigos. Está na hora de somarmos forças para equilibrar as relações no mundo todo, que nenhum filho de Deus, passe fome, se perca no crime e seja recolhido em prisões, mas que tenha saúde, educação, espaço para o lazer, trabalho digno, moradia; esse é o Reino que ainda deve ser construído, e a força do Evangelho nos proporciona e nos condiciona para tanto. Como afirma do Documento de Aparecida os leigos e leigas são chamados a ser construtores do Reino. É uma questão de decisão, de participação e de iniciativa criativa e inspirada pela força de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
Que a fé, aumentada e professada neste Ano da Fé, seja a força motora em cada cristão para ser instrumento de paz em toda parte.
Que o modelo de vida de família, testemunhada por Jesus, Maria e José, encoraje os leigos e leigas para serem discípulos missionários do Reino de Deus.

Admiro o trabalho do Padre Marcelo Rossi, ícone da Renovação Carismática, um dos inúmeros e belos movimentos da Igreja Católica.
Sem dúvida, muitas pessoas recuperaram a fé, a esperança e o sentido da vida graças às suas palavras em canções, livros e palestras.
Mas me assusta a saúde do sacerdote: ele, que houvera engordado em uma época, emagreceu assustadoramente!
Serão as dificuldades em levar o Evangelho a todos os confins? As armadilhas do Inimigo da Igreja numa luta espiritual? A falta de cuidado com a própria saúde? Uma doença misteriosa, depressão ou qualquer outra coisa?
Seja o que for, que conte com nossas orações…

Dia de júbilo a todos nós! Imitar a vida dos santos e usá-la como propósito do dia-a-dia é tornar o mundo melhor; ser mais cidadão, mais cristão e fraterno.
Extraído de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/novembro/dia-de-todos-os-santos.php
A FESTA DO DIA DE TODOS OS SANTOS
Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.
Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.
Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso.
Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.
Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.

Dando continuidade aos nossos encontros semanais da catequese do Crisma, compartilho o tema deste sábado:
A VIDA PÚBLICA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. É o único nome divino que traz a salvação, e agora pode ser invocado por todos, pois se uniu a todos os homens pela Encarnação, de sorte que “não existe debaixo do Céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).>
Catecismo da Igreja Católica, § 432
Veremos neste tópico o Cristo iniciando sua missão, revelando-se publicamente Filho do Altíssimo. Após a pregação de João Batista para que o povo estivesse preparado para acolher o Messias, Jesus prega às comunidades o amor, a misericórdia, a vida em plenitude. Pela remissão dos pecados do mundo todo, Ele aceita vir como homem para morrer na cruz.
– Reflexão 1: Você acreditaria em alguém nascido do seu meio, e que depois de adulto formado começasse a pregar? E que fosse o Messias esperado?
Judeus esperavam um Salvador de diversas formas: (sicários, zelotas, anawins, essênios).
– Reflexão 2: Hoje, a Igreja espera Cristo nos diversos movimentos: quais são eles?
Em Mateus 3, 13-17 vemos Jesus Cristo iniciando sua vida pública ao ser batizado por João Batista. O Batismo, antes por água, passa a ser com o Espírito Santo. Jesus, mesmo cheio do Espírito Santo, quer ser batizado para iniciar sua pregação.
– Reflexão 3: Por que Jesus quis ser batizado?
Jesus, então com 30 anos, se retira ao deserto para jejuar. É um sacrifício e ao mesmo tempo uma preparação para sua missão. No deserto, vemos o relato em Lucas 4, 1-14 do diabo tentando impedir que Jesus cumprisse sua missão.
– Reflexão 4: Hoje, o que nos leva a ser tentados?
Em Lucas 4, 14-21 vemos que se cumpria a profecia de Isaías, pois nela Cristo se declara o Filho de Deus. É importante ver que depois de 700 anos tudo se cumpria em Jesus, o que caracteriza ainda mais a divindade dele
Será que se Cristo viesse ao mundo em nossos dias, encontraria um povo até certo ponto incrédulo como daquela época? – Com certeza, seria muito maior a incredulidade nossa. Se naquele tempo, com as profecias na mão, com os milagres que aconteciam por Jesus, o povo muitas vezes vacilava, imagine no nosso tempo, onde muitas pessoas exploram a necessidade de outras, há falsas religiões e charlatães em diversos lugares… Repare que somos privilegiados de vivermos neste tempo, pois vimos que o Messias veio e ressuscitou, e nos deixou aberto o caminho para a nossa vitória sobre o pecado. Basta aceitá-lo ou não.
– Reflexão 5: há gente que explora comercialmente o nome de Jesus nos dias atuais?
No Evangelho de São Mateus 4, 17-22 podemos ver Cristo chamando seus apóstolos, formando com eles uma comunidade. Aos apóstolos, Jesus costumava dizer: “Não foram vocês que me escolheram, mas Deus que os escolheu”.
– Reflexão 6: Na nossa vida, deparamos ou depararemos com muitos desafios. Como você reage às dificuldade: fica com medo; fica com medo e depois confia em Deus; demora para confiar; ou confia de imediato?
A partir daqui, veremos a pregação de Jesus: as bem-aventuranças, em Mateus 5, 1-12, onde ele mostra que é o consolador e que serão felizes aqueles que morrerem em prol do seu próximo ou de Deus.
– Reflexão 7: Você aceita tranquilamente a ideia de que Deus nos recompensará com a Vida Eterna aos que sofrem e aos que lutam, ou é preferível receber tudo agora em vida? Por que pessoas de bem, muitas vezes, sofrem? Ex: dona Zilda Arns.
Cristo mostra seu poder em diversas curas, como podemos ver em Mateus 8, 1-13 e Marcos 5, 21-43.
– Reflexão 8: No seu dia-a-dia, você procura o “Deus dos milagres” ou os “milagres de Deus?”
Jesus ensinava ao povo por parábolas. Parábolas são algumas estórias contadas comparando-as com os dias de hoje, usando modelos simples de fatos e de fácil compreensão para as pessoas entenderem como age Deus. Veja algumas parábolas em Mateus 21, 28-32 e Mateus 13, 24-30.
– Reflexão 9: Jesus resolveu utilizar parábolas para evangelizar. E você, quando vai explicar algo sobre a fé: consegue evangelizar com facilidade ou tem dificuldade para falar de Deus?
Nós veremos que Jesus Cristo ainda realiza muitos outros fatos em sua vida pública (vida de pregação) para não deixar dúvida que ele era (e é) Deus e também que possuía (e possui) autoridade sobre o Céu, a Terra e o inferno. Prova disso, são os relatos em Mateus 8, 28-34, onde Jesus Cristo expulsa (exorciza) satanás.
– Reflexão 10: e aí: você tem medo do diabo, receio ou não se preocupa com ele? Aproveite e responda: no mundo, o bem e o mal se confrontam, numa terra onde há equilíbrio entre essas forças?
Também em Mateus 16, 24-28 podemos ver a realeza de Cristo quando ele se transfigura (dá uma amostra aos discípulos da vida Eterna) e em Marcos 6, 30-44 onde ele realiza o nosso conhecido milagre da multiplicação dos peixes.
Jesus, na verdade, não veio mudar a Lei de Moisés, que era a Lei que Deus deixou ao povo, mas pelo contrário, ele aperfeiçoa a Lei, explica na Verdade o que é vontade de Deus, e um exemplo disso é o ensinamento do maior mandamento que Deus dá aos homens: o mandamento do amor, em Mateus 22, 34-40.
Cristo ainda facilita a comunicação entre o Céu e a Terra ensinando-nos a orar: É a oração do Pai Nosso, contida em Mateus 6, 1-15. No Pai Nosso, vemos uma série de pedidos: súplica, louvor, perdão, proteção!
– Reflexão 11: rezar é se comunicar com Deus. Você tem conseguido arranjar tempo para rezar todos os dias? Em que horários e em que situações você faz suas orações?
Finalizando, podemos ver que Cristo é o Senhor, um Senhor bondoso, misericordioso e paciente. Ele não veio para condenar, mas para ensinar. Ele é aquele próprio que nos julgará no dia do juízo final, como vemos relatado em João 5, 19-29 e João 6, 35-40.
DINÂMICA: Cristo veio nos salvar, ensinou-nos diversas coisas, curou, fez coisas milagrosas e revolucionou o mundo. O que mais lhe toca após o encontro sobre a “Vida Pública de Jesus?
Aos que estão em desespero, calma! Hoje é dia de São Judas Tadeu, considerado o santo auxiliador das pessoas que estão desesperadas.
Primo de Jesus, apóstolo e corajoso. Eis sua história (extraído de http://is.gd/J3ZYu7)
SÃO JUDAS TADEU
São Judas, designado por Tadeu (que significa o corajoso), é um dos Doze Apóstolos escolhidos por Jesus para o acompanhar na Sua vida pública. Irmão de S. Tiago Menor, primo de Jesus, seguiu o Divino Mestre de perto e depois do dia de Pentecostes dedicou-se à pregação do Evangelho na Judéia, Samaria, Mesopotâmia (hoje região do Iraque) e na Pérsia, aonde viria a morrer martirizado, juntamente com o Apóstolo São Simão, apelidado «o Zelote». Costuma ser representado com uma moca ou cacete na mão porque foi assassinado à paulada. O seu corpo foi trazido para Roma, onde é venerado na Basílica de São Pedro, no Vaticano. O Papa Paulo III concedeu indulgência plenária a quem visitar o seu túmulo no dia da sua festa, que a Igreja fixou no dia 28 de outubro.
Por causa da traição de Judas Iscariotes, o nome de Judas (que significa Deus seja louvado) veio a cair no opróbrio, devotando os cristãos tal horror e desprezo por aquela designação que o termo Judas passou a ser usado como equivalente de traidor, criminoso, assassino, homem desprezível ou diabólico. Narra Santa Brígida que Nosso Senhor quis reparar tal estado de coisas e fazer justiça a nome tão belo e sublimemente usado por Seu primo materno. Numa aparição àquela famosa santa sueca, Jesus, num momento difícil, disse-lhe para recorrer a São Judas Tadeu, pois ele queria ajudar os seus irmãos neste mundo. A influência das revelações de Santa Brígida estendeu-se desde a Idade Média ate os dias de hoje e é por isso que muitos cristãos passaram a recorrer a São Judas, a exemplo de Santa Brígida. Tais foram e têm sido os favores espetaculares do Santo que a sua fama alcançou todo o mundo católico, tornando-se conhecido na tradição cristã como o advogado das causas consideradas perdidas, desesperadas, angustiosas ou muito difíceis de resolver satisfatoriamente.
Poderoso patrono das causas difíceis e desesperadas
Assim, desde o século XIV, S. Judas éinvocado nos casos difíceis e a experiência provou o poder da sua intercessão nas circunstâncias em que, esgotados todos os meios humanos, as causas parecem totalmente perdidas ou desesperadas.
Um escritor eclesiástico assegura que “entre os devotos de S. Judas, poucos há que não tenham recebido provas especiais da sua assistência nas doenças, nos assuntos mais difíceis e mesmo no desespero, nos temores, nos desgostos, nas calúnias, na pobreza, na miséria, e nas ocasiões em que toda a esperança humana parecia perdida”. S. Bernardo de Claraval tinha uma enorme devoção ao santo Apóstolo. Depois de ter conservado e honrado durante toda a sua vida uma relíquia do Santo, ordenou que, quando morresse, lhe pusessem sobre o coração e assim o enterrassem.
Dizia que não queria se separar daquele que tinha sido um poderoso protetor da sua pureza e o seu auxílio em todas as dificuldades.
Como São Bernardo, muitos têm encontrado no patrocínio de São Judas o alívio que há muito procuravam. A capela com a sua imagem na Basílica dos Mártires, em Lisboa, prova bem o agradecimento de inúmeras almas, que, aflitíssimas, a ele recorreram com eficácia. Mas capelas por todo o mundo atestam o mesmo fato. Ele entrou na devoção dos povos católicos e tem marcado a sua presença ao longo dos séculos com poderosos favores.

Hoje é dia de São Lucas, um dos 4 Evangelistas da Bíblia. Os profissionais da Medicina fetsejam nesse dia sua festa já que, segundo conta a Sagrada Tradição, Lucas é médico.
Veja sua bela história, extraída de: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=243172
SÃO LUCAS
O dia 18 de outubro foi escolhido como “dia dos médicos” por ser o dia consagrado pela Igreja a São Lucas. Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. Seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica; os dois que o precederam foram escritos pelos apóstolos Mateus e Marcos.
Lucas não conviveu pessoalmente com Jesus e por isso a sua narrativa é baseada em depoimentos de pessoas que testemunharam a vida e a morte de Jesus. Além do evangelho, é autor do “Ato dos Apóstolos”, que complementa o evangelho.
Segundo a tradição, São. Lucas era médico, além de pintor, músico e historiador, e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo maior cultura que os outros evangelistas, seu evangelho utiliza uma linguagem mais aprimorada que a dos outros evangelistas, o que revela seu perfeito domínio do idioma grego.
São Lucas não era hebreu e sim gentio, como era chamado todo aquele que não professava a religião judaica. Não há dados precisos sobre a vida de S. Lucas. Segundo a tradição era natural de Antióquia, cidade situada em território hoje pertencente à Síria e que, na época, era um dos mais importantes centros da civilização helênica na Ásia Menor. Viveu no século I d.C., desconhecendo-se a data do seu nascimento, assim como de sua morte.
Há incerteza, igualmente, sobre as circunstâncias de sua morte; segundo alguns teria sido martirizado, vítima da perseguição dos romanos ao cristianismo; segundo outros morreu de morte natural em idade avançada. Tampouco se sabe ao certo onde foi sepultado e onde repousam seus restos mortais. Na versão mais provável e aceita pela Igreja Católica, seus despojos encontram-se em Pádua, na Itália, onde há um jazigo com o seu nome, que é visitado pelos peregrinos.
Não há provas documentais, porém há provas indiretas de sua condição de médico. A principal delas nos foi legada por São Paulo, na epístola aos colossenses, quando se refere a “Lucas, o amado médico” (4.14). Foi grande amigo de São Paulo e, juntos, difundiram os ensinamentos de Jesus entre os gentios.
Outra prova indireta da sua condição de médico consiste na terminologia empregada por Lucas em seus escritos. Em certas passagens, utiliza palavras que indicam sua familiaridade com a linguagem médica de seu tempo. Este fato tem sido objeto de estudos críticos comparativos entre os textos evangélicos de Mateus, Marcos e Lucas, e é apontado como relevante na comprovação de que Lucas era realmente médico. Dentre estes estudos, gostaríamos de citar o de Dircks, [4] que contém um glossário das palavras de interesse médico encontradas no Novo Testamento.
A vida de São Lucas, como evangelista e como médico, foi tema de um romance histórico muito difundido, intitulado “Médico de homens e de almas”, de autoria da escritora Taylor Caldwell. Embora se trate de uma obra de ficção, a mesma muito tem contribuído para a consagração da personalidade e da obra de Sao Lucas.
A escolha de São Lucas como patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo é bem antiga. Eurico Branco Ribeiro, renomado professor de cirurgia e fundador do Sanatório S. Lucas, em São Paulo, é autor de uma obra fundamental sobre São Lucas, em quatro volumes, totalizando 685 páginas, fruto de investigações pessoais e rica fonte de informações sobre o patrono dos médicos. Nesta obra, intitulada “Médico, pintor e santo”, o autor refere que, já em 1463, a Universidade de Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem a São Lucas, proclamado patrono do “Colégio dos filósofos e dos médicos”.
A escolha de São. Lucas como patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como “dia dos médicos”, é comum a muitos países, dentre os quais Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos. No Brasil acha-se definitivamente consagrado o dia 18 de outubro como “dia dos médicos”.

Hoje é dia de Santa Teresa, grandiosa religiosa que nos deixou a bela oração:
“Nada te perturbe.
Nada te espante.
Tudo passa.
A paciência tudo alcança.
Nada me perturbe.
Nada me espante.
A quem tem Deus nada falta.
Só Deus basta.”
(Extraído de: http://www.catequisar.com.br/texto/oracao/santos/45.htm)
Abaixo, história de vida de Santa Teresa D’Ávila
FRASES DE SANTA TERESA D’ÁVILA
Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração…
Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, na Espanha. Mulher de grande inteligência e sabedoria, foi proclamada Doutora da Igreja em 1970 pelo papa Paulo VI, como Mestra de espiritualidade.
Realizou uma grande reforma no Carmelo e fundou outros, inclusive dois de frades. Escreveu obras famosas e de grande valor espiritual como “Caminho de perfeição”, “Moradas ou Castelo Interior” e “Livro da vida”. Além de ser a autora do poema “Nada te perturbe”.
Confira um pouco de seu pensamento expresso em frases:
“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”
“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”
“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”
“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”
“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”
“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”
“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”
“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”
“Humildade é a verdade”
“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”
“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”
“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”
“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”
“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”
“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”
“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”
“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”
“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”
“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”
“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”
“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”
“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”
(Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4257)
por Reinaldo Oliveira
A comunidade católica do Bairro do Medeiros, mantendo a tradição de longos anos, iniciou neste domingo, dia 12 de outubro, as celebrações festivas em louvo à sua padroeira Nossa Senhora Aparecida.
Localizada na área rural de Itupeva, a comunidade Nossa Senhora Aparecida tradicionalmente conhecida como a “Igreja de Pedra”, realizou a Procissão, com início às 9h30, saindo do Posto de Saúde, com trajeto por entre as propriedades rurais, até a Capela.
Ali chegando, em solene celebração eucarística presidida pelo pároco – padre Geraldo da Cruz, seguida de coroação da Padroeira, centenas de fiéis participaram da parte religiosa. Após o final da celebração todos/as participaram da parte social, ao lado da Capela, nas barracas de alimentação com música ao vivo e outras atrações.
As celebrações prosseguem no dia 18 de outubro, com a celebração da Missa Sertaneja, às 18h30, com a participação dos romeiros, seguido da parte social. No dia 19, a partir das 11h30 tem o Desfile de Cavaleiros, com chegada à Capela onde recebem a bênção e depois participam da parte social com as barracas de comidas, bebidas, musica ao vivo e leilão de prendas.
A comunidade esta localizada à Estrada Municipal José Betelli, 2450 – Bairro do Medeiros – Itupeva/SP
Poucos sabem, mas na década de 90, em eleição entre os árbitros de futebol, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida como padroeira da categoria. Motivo: sendo que Maria é Mãe de Cristo, seria de bom grado a sua benção e invocação para os juízes de futebol (cujas mães são tão lembradas em campo). Assim, tornou-se também a Mãe dos Árbitros.
Há quase 12 anos, por indicação do Padre Ton Ferreira, o então bispo de Jundiaí, Dom Amaury Castanho (que se tornou conhecido nacionalmente por suas cartas à imprensa defendendo radicalmente os valores cristãos), aprovou e reconheceu oficialmente a Oração do Árbitro de Futebol, que não existia até então, direcionada ao Filho de Deus por invocação de Nossa Senhora Aparecida.
Abaixo, reconhecida pelo Vaticano, a oração aos árbitros de futebol devotos de Maria, neste dia onde ela é lembrada não só por ser padroeira do Brasil, mas também como patrona dos Árbitros de Futebol.
ORAÇÃO DO ÁRBITRO DE FUTEBOL
Senhor Jesus Cristo,
Tu, que conheces o íntimo de cada um de nós, tem piedade de todo o teu povo.
Pedimos tuas bênçãos para todas as pessoas que estão envolvidas na prática esportiva: árbitros e jogadores, torcedores e policiais, gandulas e jornalistas, fiscais e dirigentes das nossas federações.
Nós te amamos, mas sabemos de nossas fraquezas. Humildemente, te suplicamos a proteção, visando não as vitórias ou honrarias humanas, mas a um bom, honesto e seguro trabalho. Acima de tudo, que seja feita a tua santa e bendita vontade.
Tudo isso te pedimos por intercessão de Maria Santíssima, a quem carinhosamente temos por mãe, invocada como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Patrona dos Árbitros de Futebol.
Amém.
COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA DO SR BISPO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ, DOM AMAURY CASTANHO, EM 04/12/2002
Nesta semana está acontecendo um Sínodo Extraordinário sobre as Famílias. Os bispos estão discutindo várias temáticas delicadas dentro desse assunto: controle de natalidade, sexo antes do casamento, família homossexual e, o mais polêmico (devido aos últimos fatos): a Comunhão para Casais em 2a união.
Recentemente, o cardeal alemão Walter Kasper, teólogo preferido do Papa Francisco (segundo ele próprio), defendeu publicamente e escreveu sobre a necessidade da Igreja ser misericordiosa àqueles que fracassaram em um primeiro casamento e acolhê-los em uma segunda união, permitindo-os que permaneçam integralmente na Igreja recebendo normalmente a Eucaristia. O próprio Papa Francisco defendeu uma maior facilidade para anulações de casamento nos processos eclesiásticos, a fim de regularizar os casais em segunda união (que, na prática, se tornaria a primeira união com a não validação do anterior).
Porém, o cardeal americano Raymond Burke se irritou profundamente com essas idéias, e, nos últimos dias, publicou um livro condenando ferozmente a permissão de que os divorciados que se casaram novamente comunguem.
Assim, na abertura do Sínodo, coube a Francisco apaziguar os dois cardeais e puxar a orelha de ambos declarando:
“Um Sínodo não é para se discutir idéias lindas e inteligentes ou ver quem de nós é melhor, é para se deixar abrir à luz do Espírito Santo”.
Que realmente a Força do Alto esteja iluminando os religiosos ali presentes, a fim de que se esclareça conforme a vontade de Deus tal delicada questão.
Sinceramente, penso que os casais em 2a união já deveriam ter tido maior atenção desde outros pontificados! Parabéns ao Papa Francisco por querer resolver essa pendenga, assim como a questão do Batismo a crianças cujos pais não coabitam.

Hoje é dia de uma celebração tradicional da Igreja Católica: a invocação de Maria como “Senhora do Rosário”.
Conheça sua história (texto extraído de CancaoNova.com:
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.
A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.
A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Bento, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.
Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: “Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério”.
Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas – por isso Rosário – é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.
Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!
