– Tem que falar inglês mesmo? Wilton depois dos memes e a expulsão histórica pela mão na boca.

A comunicação entre jogadores e árbitros numa Copa do Mundo deve ser sempre bem clara, e isso já foi um problema histórico. Por exemplo, tivemos o surgimento dos cartões (Amarelo e Vermelho inspirados nos sinais de trânsito), motivados pela conhecida confusão entre o árbitro alemão Rudolf Kreitlein e o jogador argentino Rattín, que fingia não entender que havia sido expulso.

Pois bem: isso foi se aperfeiçoando, com a introdução de gesticulação cada vez maior dos árbitros nas marcações de lances específicos (ou seja, os gestos substituíam a comunicação verbal, para que atletas, imprensa e torcedores compreendessem melhor).

Na década de 90, nas três Copas existentes optou-se por árbitros que falassem a mesma língua, facilitando a comunicação entre Árbitros, Bandeiras e Quarto Árbitro.

Mais recentemente, a FIFA determinou que obrigatoriamente aos testes físicos, escritos e técnicos, cobrasse o inglês como língua universal da Copa do Mundo. Se o árbitro não falar inglês, não apita!

Criou-se até mesmo um conjunto de frases “prontas”, para os árbitros decorarem, a fim de saberem o que se conversava. Uma espécie de subterfúgio para quem não tem fluência.

Eis que no México x África do Sul, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, ao comunicar a decisão de expulsar um atleta sul-africano, falou com certa dificuldade seu inglês, levando a criação de memes na Internet devido às expressões dos jogadores, com dificuldade de compreensão.

Wilton voltará a campo no Noruega x Senegal, pela 2ª rodada. E fica a pergunta:

– Depois da confusão, escalou-se VAR e 4º árbitro na partida procedentes da… Austrália.

Fico imaginando: com o sotaque da Terra dos Cangurus, se o quarto-árbitro Arana Waugh Campbell-Kirk precisar comunicar algo importante ao Wilton, conseguirá existir um diálogo compreensível? E pergunto isso respeitosa e preocupadamente, pois os atletas são nativos em norueguês e francês.

Claro que hoje devemos ser fluentes em inglês e demais idiomas, mas será que a exigência da FIFA faz sentido?

Dulcídio, Godoy e tantos outros grandes árbitros brasileiros precisariam falar o idioma para fazer parte do quadro internacional, o que não é cabível em nossas mentes, conhecendo-os…

Nessa mesma toada, como prova de que nem sempre é a língua que deve prevalecer, eis que vimos a primeira expulsão na história do futebol pelo protocolo “Vinícius Jr”, sobre mão na boca ao falar com um adversário.

Uma introdução: tudo isso surgiu após o episódio envolvendo Gianluca Prestiani, do Benfica, e Vinícius Jr, do Real Madrid, quando o atleta argentino escondeu a boca e supostamente ofendeu o jogador brasileiro com palavras racistas. Desde então, a FIFA proibiu que jogadores escondessem a boca (com a camisa, a mão ou qualquer outro artifício) ao falar com seus adversários, tendo como punição a expulsão.

Perceba-se: aqui, corretamente, é uma decisão que o gestual está acima da língua falada, pois o futebol se entende por diversos atos.

Enfim: Almirón, do Paraguai, abordou seu adversário turco na segunda rodada da Copa do Mundo e entrou para a história por receber Cartão Vermelho por tal gesto. E acho excelente que isso ocorra, pois inibe os racistas em campo. Se alguém cometer ofensas, será visível e ocorreria a expulsão. Se tentar disfarçar, idem.

O futebol não é somente a língua falada, mas o jogo jogado e suas relações discutidas.

– Qual dos empates foi mais decepcionante: Brasil, Espanha ou Portugal?

Avalie: 3 países de língua latina (Brasil, Espanha e Portugal) empataram com 3 países africanos (respectivamente: Marrocos, Cabo Verde e Congo).

Para você: qual dos “supostamente favoritos” fraquejou / decepcionou/ ficou muito aquém do esperado?

Não tenho dúvida: para mim, pela ordem, a Espanha e depois Portugal. O Brasil não foi decepção, pois eu respeito o bom momento de Marrocos (tanto que quase acertei o meu bolão, de 2×2).

Screenshot

– A não-expulsão de Messi: pedir desculpas vale?

Szymon Marciniak, árbitro polonês que apitou o último jogo da Argentina na Copa do Mundo 2022 (vitória da Argentina sobre a França), foi escalado para apitar a primeira partida dos hermanos em 2026, contra a Argélia.

Eis que houve um lance em que Messi atinge a panturrilha de Aïssa Mandi, situação que gerou pedidos de expulsão (ali, se apitar com o “livrinho embaixo do braço”, é para Cartão Vermelho).

Leio o seguinte: Marciniak (que tem muita moral na FIFA e respeito entre os atletas) não se esquivou de responder o que achou do lance, e disse:

“Expulsão ao Messi? Não sei não, seria um pouco exagerado, talvez um amarelo, mas não aconteceu nem um e nem outro porque Messi pediu desculpas ao rival, é isso o que futebol tem de ser.”

Eu entendi o que ele quís dizer. Mas… se fosse um Brasil x Argentina, e Felipe Melo fizesse isso (caso existisse um pedido de desculpas), também teria “aliviado”.

Defendo sempre o Fair Play no futebol. Mas a Regra é a Regra, e pedir desculpas (em tese) não pode substituir um eventual cartão.

Cá entre nós: quantas vezes você viu unfair-play de Lionel Messi?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– Quem assistiu Áustria x Jordânia, depois de ver Mbappé e Messi?

A Copa do Mundo tem de tudo.

Imagine que alguém assistiu a França (que jogou mal o primeiro tempo e depois arrebentou no segundo) com um Mbappé jogando o fino, depois viu a Argentina tendo Messi fazendo um hat-trick, e tinha como última opção à noite assistir Áustria x Jordânia

É muito desnível!

A analogia é ter assistido Manchester City x PSG duas vezes, e à noite assistir Bolivar x Emelec…

Cada jogo non sense que há na Copa, não?

– As regras que a FIFA mal explicou e que estão sendo vistas na Copa: o “Novo 4 D’s para Cartão Vermelho”.

Antes, nos queixávamos que as Regras do Futebol eram estáticas, imexíveis, que nunca mudavam

Agora, mudam demais!

Relendo as alterações das Regras para a Copa do Mundo (ler a edição atualizada do livro de regras com certa frequência me faz, muitas vezes, crer que nada sei…), vi que na questão dos 4D’s (quando você avalia se foi uma situação clara e iminente de gol), houve uma relevante alteração, não discutida a contento!

Basicamente, era:

Os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

 Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– O que mudou?

O texto da regra acrescentou em “Defensores” que os “Companheiros do Atacante” devem ser avaliados também. E isso significa que: não se deve avaliar mais “apenas se algum outro zagueiro alcançaria a bola”, mas a possibilidade de quem domina “tocar a bola para um adversário, ao invés de insistir em carregá-la”.

Confesso: não vi nenhuma orientação mais clara sobre isso. E pense: “quantos lances de cartões vermelhos a menos” teríamos, nos jogos já realizados ao longo dos tempos?

– Qual dos empates foi mais decepcionante: Brasil, Espanha ou Portugal?

Avalie: 3 países de língua latina (Brasil, Espanha e Portugal) empataram com 3 países africanos (respectivamente: Marrocos, Cabo Verde e Congo).

Para você: qual dos “supostamente favoritos” fraquejou / decepcionou/ ficou muito aquém do esperado?

Não tenho dúvida: para mim, pela ordem, a Espanha e depois Portugal. O Brasil não foi decepção, pois eu respeito o bom momento de Marrocos (tanto que quase acertei o meu bolão, de 2×2).

Screenshot

– A não-expulsão de Messi: pedir desculpas vale?

Szymon Marciniak, árbitro polonês que apitou o último jogo da Argentina na Copa do Mundo 2022 (vitória da Argentina sobre a França), foi escalado para apitar a primeira partida dos hermanos em 2026, contra a Argélia.

Eis que houve um lance em que Messi atinge a panturrilha de Aïssa Mandi, situação que gerou pedidos de expulsão (ali, se apitar com o “livrinho embaixo do braço”, é para Cartão Vermelho).

Leio o seguinte: Marciniak (que tem muita moral na FIFA e respeito entre os atletas) não se esquivou de responder o que achou do lance, e disse:

“Expulsão ao Messi? Não sei não, seria um pouco exagerado, talvez um amarelo, mas não aconteceu nem um e nem outro porque Messi pediu desculpas ao rival, é isso o que futebol tem de ser.”

Eu entendi o que ele quís dizer. Mas… se fosse um Brasil x Argentina, e Felipe Melo fizesse isso (caso existisse um pedido de desculpas), também teria “aliviado”.

Defendo sempre o Fair Play no futebol. Mas a Regra é a Regra, e pedir desculpas (em tese) não pode substituir um eventual cartão.

Cá entre nós: quantas vezes você viu unfair-play de Lionel Messi?

– Estou contigo, Vini Jr.

Um gesto simples, mas correto: se estou servindo a Seleção Brasileira e os brasileiros estão ouvindo, por que responder em espanhol?

Estou contigo, Vini. Na imagem abaixo:

– Espanha 0x0 Cabo Verde, com dupla façanha:

Se não bastasse a humilde seleção africana de Cabo Verde ter conseguido parar a poderosa La Furia, com defesas incríveis do goleiro “quarentão” chamado Josimar (quem não lembra do LD da Seleção dos anos 80?), cujo apelido curioso é “Vozinha”, eis que o time cometeu uma ÚNICA FALTA!

Há partidas no Brasileirão em que a bola não rola, o jogo não flui, o árbitro não ajuda e os atletas não colaboram. E ao ver um time que joga futebol, sem “apelar” ao anti-jogo diante de um adversário muito superior, e arranca um ponto de tal forma, só me resta aplaudir.

Aliás, perceberam que os árbitros nem tem sido notados na Copa do Mundo? E os que são…

Dividida de bola entre jogadores de Cabo Verde e Espanha — Foto: Reuters

– As regras que a FIFA mal explicou e que estão sendo vistas na Copa: o “Novo 4 D’s para Cartão Vermelho”.

Antes, nos queixávamos que as Regras do Futebol eram estáticas, imexíveis, que nunca mudavam

Agora, mudam demais!

Relendo as alterações das Regras para a Copa do Mundo (ler a edição atualizada do livro de regras com certa frequência me faz, muitas vezes, crer que nada sei…), vi que na questão dos 4D’s (quando você avalia se foi uma situação clara e iminente de gol), houve uma relevante alteração, não discutida a contento!

Basicamente, era:

Os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

 Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– O que mudou?

O texto da regra acrescentou em “Defensores” que os “Companheiros do Atacante” devem ser avaliados também. E isso significa que: não se deve avaliar mais “apenas se algum outro zagueiro alcançaria a bola”, mas a possibilidade de quem domina “tocar a bola para um adversário, ao invés de insistir em carregá-la”.

Confesso: não vi nenhuma orientação mais clara sobre isso. E pense: “quantos lances de cartões vermelhos a menos” teríamos, nos jogos já realizados ao longo dos tempos?

– Quem assistiu Áustria x Jordânia, depois de ver Mbappé e Messi?

A Copa do Mundo tem de tudo.

Imagine que alguém assistiu a França (que jogou mal o primeiro tempo e depois arrebentou no segundo) com um Mbappé jogando o fino, depois viu a Argentina tendo Messi fazendo um hat-trick, e tinha como última opção à noite assistir Áustria x Jordânia

É muito desnível!

A analogia é ter assistido Manchester City x PSG duas vezes, e à noite assistir Bolivar x Emelec…

Cada jogo non sense que há na Copa, não?

– Ancelotti está frustrando?

Você está gostando do que já mostrou a Seleção na Copa do Mundo 2026?

A mim, credito como  decepção. Marrocos foi muito melhor do que nós.

Alguém imaginaria tal combinação de resultados (na imagem) com a Seleção Brasileira de Ancelotti?

Claro, tudo pode mudar na Rodada 2 da Copa. Mas é frustrante

Imagino que contra o Haiti, muita coisa mudará. Ou não?

Aguardemos.

– E o desempenho da Seleção Brasileira contra Marrocos?

Minha humilde opinião, em: https://youtu.be/ElXU6tzHcOI?is=mEg4lBWjA0Oy8W_F

 

– A Mensagem Papal para a Copa do Mundo é atemporal.

REPOST, mas atual. De 2014 e 2025, mas serve para 2026…

Muito pertinente: em 2014, o Papa Francisco divulgou uma mensagem de paz e congraçamento para a Copa do Mundo de Seleções no Brasil.

Agora, às vésperas da Copa do Mundo de Clubes 2025, o mundo vê um clima bélico preocupante entre Rússia e Ucrânia, além de Israel e Irã. E a mesma mensagem torna-se atual. Vale a pena a leitura, abaixo:

“Queridos amigos,

É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– The FIFA World Cup 2026 is On!

For the next month, billions of people across the globe will share the same dream, the same heartbreak, and the same moments of wonder. Somewhere …

Continua em: The FIFA World Cup 2026 is On!!!

– Ancelotti está frustrando?

Você está gostando do que já mostrou a Seleção na Copa do Mundo 2026?

A mim, credito como  decepção. Marrocos foi muito melhor do que nós.

Alguém imaginaria tal combinação de resultados (na imagem) com a Seleção Brasileira de Ancelotti?

Claro, tudo pode mudar na Rodada 2 da Copa. Mas é frustrante

Imagino que contra o Haiti, muita coisa mudará. Ou não?

Aguardemos.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Marrocos (Rodada 1 da Copa 2026):

Slavko Vincic, 46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.

Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.

Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).

Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.

Em vídeo, aqui: https://youtu.be/ioySBCP_2Ek?is=uNTkPitbPwieiVo_

– Copa 2026: três aberturas, um só espetáculo global.

Três países, três festas e um só espetáculo: a Copa 2026 começou em ritmo global. #Linkezine 🌍 O post Copa 2026: três aberturas, um só espetáculo …

Continua em: Copa 2026: três aberturas, um só espetáculo global

– O Patch de debutante em Copas do Mundo.

Eu achei muito legal!

Cada jogador que estreará na Copa do Mundo 2026, receberá essae selo da FIFA.

Gostou também? Simples, mas simpático.

– Wilton Sampaio acertou nas 3 expulsões em MEX x AFS?

  • A Primeira Expulsão: Correta, o atleta da África do Sul impediu uma situação clara e manifesta de gol do mexicano (de acordo com os princípios de 4Ds da Regra do Jogo) e receber cartão vermelho.
  • A Segunda Expulsão: Wilton Pereira Sampaio não entendeu como agressão dentro de campo. Ao ser interpelado pelo VAR, mudou de ideia e deu Cartão Vermelho (justificando Conduta Violenta). Não foi, exagerou e errou.
  • A Terceira Expulsão: Aqui não dá para discutir, errou. Não foi jogo brusco grave.

Que pena ter falhado numa partida tão simples para apitar, onde os atletas colaboraram. Lamentável.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Marrocos (Rodada 1 da Copa 2026):

Slavko Vincic, 46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.

Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.

Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).

Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.

– Enfim começa a Copa do Mundo, com o Brasil em campo logo na abertura, no México.

Sorte de uns, azar de outros…

Considere: sorte é o encontro da competência com a oportunidade. Assim, Wilton Sampaio, que sempre agradou a FIFA (não nos esqueçamos que ele apitou “à europeia” na Copa do Mundo passada, diferente do que faz em alguns jogos do Brasil), foi escolhido para abrir o Mundial. México vs África do Sul, com árbitro brasileiro (sempre teremos continentes neutros no apito em uma disputa: enxergue, portanto, CONCACAF vs CAF, com arbitragem CONMEBOL).

Considere ainda: azar é quando a oportunidade e a competência não se encontram. Dessa forma, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano em 2025), foi impedido de entrar nos EUA devido as restrições do país (a Somália está na lista de países com restrições para acesso ao território americano, por ser acusada de apoiar o terrorismo). O que o inocente (e capacitado) Omar Artan tem a ver com a briga desses países? Os homens que promovem a guerra e a discórdia podam o sonho de um trabalhador…

Que a FIFA possa compensar o árbitro excluído em outra oportunidade. E boa sorte ao Wilton!

– Wilton Sampaio acertou nas 3 expulsões em MEX x AFS?

  • A Primeira Expulsão: Correta, o atleta da África do Sul impediu uma situação clara e manifesta de gol do mexicano (de acordo com os princípios de 4Ds da Regra do Jogo) e receber cartão vermelho.
  • A Segunda Expulsão: Wilton Pereira Sampaio não entendeu como agressão dentro de campo. Ao ser interpelado pelo VAR, mudou de ideia e deu Cartão Vermelho (justificando Conduta Violenta). Não foi, exagerou e errou.
  • A Terceira Expulsão: Aqui não dá para discutir, errou. Não foi jogo brusco grave.

Que pena ter falhado numa partida tão simples para apitar, onde os atletas colaboraram. Lamentável.

– O Patch de debutante em Copas do Mundo.

Eu achei muito legal!

Cada jogador que estreará na Copa do Mundo 2026, receberá essae selo da FIFA.

Gostou também? Simples, mas simpático.

– O Papa e o Futebol:

Questionado sobre a Copa do Mundo e o futebol, disse o Papa Leão XIV hoje:

“O futebol também nos ajuda a lembrar algo muito importante: que a vida não é uma corrida para ser vivida de forma solitária. É algo que se joga em equipe, e é preciso aprender a correr juntos. Neste sentido, alguém pode ser uma estrela, mas se nunca passar a bola, então não deixa que os outros entrem no jogo e provavelmente vai perder”.

São João Paulo II, enquanto Papa, disse:

“O esporte deve servir para inspirar os valores éticos e cristãos”.

Que essas lições de respeito nos ajudem a aumentar a fé!

– Sobre o Mundial de Futebol:

Puxa, que legal! Eu e o @marcosbonequini (ex-goleiro do SP), falamos sobre a Seleção Brasileira ao Jornal de Jundiaí.

Obrigado pelo carinho!

– A Copa sempre será um momento diferente para a arbitragem.

Nas Copas do Mundo, sempre se vê uma arbitragem diferente do que estamos acostumados no Brasil. E isso inclui a atuação dos próprios árbitros brasileiros.

mais respeito.

menos simulações.

mais concordância nas marcações.

mais Fair Play.

Não poderia ser sempre assim? Aqui no Brasileirão, boa parte das conversas pós-jogo se dá a respeito da arbitragem e do comportamento das pessoas envolvidas (técnicos e jogadores). Não se aborda mais tática ou técnica.

Árbitro deve ser coadjuvante. E, evidentemente, sem o rótulo de vilão.

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Marrocos (Rodada 1 da Copa 2026):

Slavko Vincic, 46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.

Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.

Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).

Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.

– Wilton Pereira Sampaio abrirá a Copa do Mundo. E o árbitro da Somália…

Sorte de uns, azar de outros…

Considere: sorte é o encontro da competência com a oportunidade. Assim, Wilton Sampaio, que sempre agradou a FIFA (não nos esqueçamos que ele apitou “à europeia” na Copa do Mundo passada, diferente do que faz em alguns jogos do Brasil), foi escolhido para abrir o Mundial. México vs África do Sul, com árbitro brasileiro (sempre teremos continentes neutros no apito em uma disputa: enxergue, portanto, CONCACAF vs CAF, com arbitragem CONMEBOL).

Considere ainda: azar é quando a oportunidade e a competência não se encontram. Dessa forma, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano em 2025), foi impedido de entrar nos EUA devido as restrições do país (a Somália está na lista de países com restrições para acesso ao território americano, por ser acusada de apoiar o terrorismo). O que o inocente (e capacitado) Omar Artan tem a ver com a briga desses países? Os homens que promovem a guerra e a discórdia podam o sonho de um trabalhador…

Que a FIFA possa compensar o árbitro excluído em outra oportunidade. E boa sorte ao Wilton!

– Lesão de Wesley reacende debate sobre medicina esportiva e prevenção no futebol.

A lesão de Wesley expõe a urgência da medicina esportiva e da prevenção no futebol. #Linkezine 🩺 O post Lesão de Wesley reacende debate sobre …

Continua em: Lesão de Wesley reacende debate sobre medicina esportiva e prevenção no futebol

– A Copa sempre será um momento diferente para a arbitragem.

Nas Copas do Mundo, sempre se vê uma arbitragem diferente do que estamos acostumados no Brasil. E isso inclui a atuação dos próprios árbitros brasileiros.

mais respeito.

menos simulações.

mais concordância nas marcações.

mais Fair Play.

Não poderia ser sempre assim? Aqui no Brasileirão, boa parte das conversas pós-jogo se dá a respeito da arbitragem e do comportamento das pessoas envolvidas (técnicos e jogadores). Não se aborda mais tática ou técnica.

Árbitro deve ser coadjuvante. E, evidentemente, sem o rótulo de vilão.

 

– Todos os uniformes que as seleções utilizarão nos confrontos da 1ª fase da Copa do Mundo:

Muito bom: todos os uniformes das equipes na primeira fase da Copa do Mundo.

Eu gosto quando a Seleção Brasileira entra com seu uniforme tradicional, como o fará contra Marrocos:

– Como será chamada a próxima Copa do Mundo?

Desde 1930, as Copas do Mundo eram em um único país. Em 2002, surgiu a bizarrice Japão-Coréia (no intuito de agradar os dois países, mas que supostamente resolveria um problema de que a FIFA “pegou dinheiro das duas nações” e essa foi a saída, desagradando a todos).

Em 2026, a “Copa dos Estados Unidos” não é nos mesmos moldes da de 1994. Agora, é a primeira Copa de sede Continental (México, EUA e Canadá). Sim, temos a Copa da América do Norte (não confunda o México, alegando que ele pertence à America Central, pois muita gente confunde a divisão de América Latina e Anglo-Saxônica com a do Sul, Central e do Norte).

Enfim: 2030 teremos jogos em 6 países: começará no Uruguai (para festejar o 100 anos do Mundial de Futebol) pulará para a Argentina, irá ao Paraguai, atravessará o Oceano Atlântico desembarcará no Marrocos, passando por Portugal e terminando na Espanha. Ufa, que logística!

Como a FIFA chamará essa Copa? Mundial Intercontinental? Copa do Mundo Centenária? Copa Multisede?

Claro, essa decisão foi política, para favorecer a Arábia Saudita em 2034. Mas issoé assunto para outro post…

Como deverá ser chamada a Copa 2030? Deixe sua opinião:

– Wilton Pereira Sampaio abrirá a Copa do Mundo 2026. E o árbitro da Somália…

Sorte de uns, azar de outros…

Considere: sorte é o encontro da competência com a oportunidade. Assim, Wilton Sampaio, que sempre agradou a FIFA (não nos esqueçamos que ele apitou “à europeia” na Copa do Mundo passada, diferente do que faz em alguns jogos do Brasil), foi escolhido para abrir o Mundial. México vs África do Sul, com árbitro brasileiro (sempre teremos continentes neutros no apito em uma disputa: enxergue, portanto, CONCACAF vs CAF, com arbitragem CONMEBOL).

Considere ainda: azar é quando a oportunidade e a competência não se encontram. Dessa forma, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano em 2025), foi impedido de entrar nos EUA devido as restrições do país (a Somália está na lista de países com restrições para acesso ao território americano, por ser acusada de apoiar o terrorismo). O que o inocente (e capacitado) Omar Artan tem a ver com a briga desses países? Os homens que promovem a guerra e a discórdia podam o sonho de um trabalhador…

Que a FIFA possa compensar o árbitro excluído em outra oportunidade. E boa sorte ao Wilton!