– Que pena, Wesley.

E o lateral direito Wesley, ex-Flamengo e atualmente na Roma, foi desconvocado da Seleção Brasileira e está fora da Copa do Mundo.

Que judiação…

Fico pensando: o auge da carreira do atleta é jogar um Mundial! O cara se prepara, vê o sonho se concretizando e… uma semana antes, em amistoso, se machuca.

Aliás, todo ano é assim: sempre algum(s) atleta(s) se machuca(m).

Por outro lado, Ederson vê a grande oportunidade de jogar a Copa, como sua convocação emergencial para o torneio.

Sorte de um, azar de outro…

– Todos os uniformes que as seleções utilizarão nos confrontos da 1ª fase da Copa do Mundo:

Muito bom: todos os uniformes das equipes na primeira fase da Copa do Mundo.

Eu gosto quando a Seleção Brasileira entra com seu uniforme tradicional, como o fará contra Marrocos:

– Brasil 2×1 Egito: valeu?

No amistoso Brasil 2×1 Egito, em que pese a fragilidade do adversário, vale ressaltar: é um treino, e treinos servem para testes e correções.

A questão é: Ancelotti realmente tem o “11 ideal” na cabeça, como disse, ou dúvidas pairam?

– A última Copa do Mundo de vários jogadores craques…

E quantos craques estarão fora da Copa de 2030! A de 2026 será a derradeira desses abaixo

Mas, em compensação, teremos outros surgindo. Ou não?

Certamente sim.

– A Inteligência Artificial retratando ilustres personalidades torcendo na Copa do Mundo:

Renato Russo, Zacarias e Mussum, Sílvio Santos, Mamonas Assassinas, Jô Soares…

E se grandes personalidades brasileiras estivessem vivas hoje, acompanhando os jogos do Brasil?

Essa IA… Seleção e torcedores ilustres, abaixo:

Assista em: https://www.instagram.com/reels/DZOiGSdOTd_/

https://www.instagram.com/reels/DZOiGSdOTd_/

 

– Como será chamada a próxima Copa do Mundo?

Desde 1930, as Copas do Mundo eram em um único país. Em 2002, surgiu a bizarrice Japão-Coréia (no intuito de agradar os dois países, mas que supostamente resolveria um problema de que a FIFA “pegou dinheiro das duas nações” e essa foi a saída, desagradando a todos).

Em 2026, a “Copa dos Estados Unidos” não é nos mesmos moldes da de 1994. Agora, é a primeira Copa de sede Continental (México, EUA e Canadá). Sim, temos a Copa da América do Norte (não confunda o México, alegando que ele pertence à America Central, pois muita gente confunde a divisão de América Latina e Anglo-Saxônica com a do Sul, Central e do Norte).

Enfim: 2030 teremos jogos em 6 países: começará no Uruguai (para festejar o 100 anos do Mundial de Futebol) pulará para a Argentina, irá ao Paraguai, atravessará o Oceano Atlântico desembarcará no Marrocos, passando por Portugal e terminando na Espanha. Ufa, que logística!

Como a FIFA chamará essa Copa? Mundial Intercontinental? Copa do Mundo Centenária? Copa Multisede?

Claro, essa decisão foi política, para favorecer a Arábia Saudita em 2034. Mas issoé assunto para outro post…

Como deverá ser chamada a Copa 2030? Deixe sua opinião:

– A última Copa do Mundo de vários jogadores craques…

E quantos craques estarão fora da Copa de 2030! A de 2026 será a derradeira desses abaixo

Mas, em compensação, teremos outros surgindo. Ou não?

Certamente sim.

– O primeiro beneficiário pelas novas regras do futebol foi… a Seleção do Japão!

E as novas regras do futebol já estão em vigor, com o final da temporada 2025/2026.

Falamos das modificações para a temporada 2026/2027 (que visam acelerar o jogo e que nesse domingo já foram vistas nos amistosos internacionais), em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Pois bem: na partida entre Japão vs Islândia, o atleta islândes Hlynsson demorou para sair de campo (mais de 10 segundos), e seu substituto teve que ficar fora de campo por 1 minuto, como punição pela cera. Resultado: nesse período em que os japoneses estavam com um atleta a mais, Ogawa fez o gol da vitória (aos 86 minutos).

Relembrando as novas regras, em postagem do começo do ano, aqui:

A International Board (IFAB), na reunião do último sábado (28/02), discutiu uma série de modificações nas Regras do Futebol. Em específico, o encontro se preocupou em formas de agilizar o jogo, buscando maior tempo de bola rolando.

Em outras reuniões, muita coisa já houvera sido discutida: paralisação de cronômetro, 2 tempos de 50 minutos e acréscimos majorados (essa última, tornou-se uma orientação a partir da Copa de 2022: não mais o básico “1′ de acréscimo no primeiro tempo e 3′ de acréscimos no segundo tempo”, mas sim a quantidade ideal de tempo de acordo com as paralisações e tempos perdidos).

Vamos lá, aqui estão as modificações, extraídas do comunicado IFAB em seu site oficial (originalmente em inglês e traduzidas por mim de uma maneira menos técnica e mais didática):

– REGRA 3: Os Jogadores.
Ninguém pode conversar com o árbitro contestando suas decisões. Porém, há duas temporadas, optou-se pela experiência de que somente o capitão da equipe pode conversar com o árbitro, de maneira respeitosa (e todos os demais que o abordassem, deveriam tomar Cartão Amarelo). Isso tornou-se o ano passado optativo: você escolhe o modelo “ninguém fala nada”, ou “somente o capitão fala, e os outros recebem amarelo”.
Agora, o texto da regra diz que os organizadores de um torneiopreferencialmente devem sugerir que suas competições permitam que o capitão possa falar com o árbitro (e os demais recebam amarelo), para “melhorar o comportamento em campo, aumentar a cooperação e fortalecer o relacionamento entre os jogadores e o árbitro”.
Ou seja: antes, era opção; agora, uma recomendação preferencial.
Uma novidade passa a ser: os jogadores, no processo de substituição, deverãosair de campo em até 10 segundos (por qualquer ponto do campo) após serem informados pelo árbitro. Se não o fizer, o substituto terá que esperar 1 minuto para entrar em campo.

– REGRA 5: O Árbitro.
Os árbitros deverão publicamente fazer a contagem regressiva para o goleiro repor a bola em jogo, quando a defende, a partir do 5º segundo dos 8 segundos que a regra exige.
Ou seja: ele não precisa contar publicamente os 8 segundos, somente a partir do 5º segundo, levantando a mão e indicando.

– REGRA 8: Início e Reinício de Jogo.
No Bola ao chão, existem momentos em que a bola possa claramente ir para um adversário da equipe que tocou nela por último (mas não vai). Nesses casos, segundo a IFAB, é mais justo que o bola ao chão seja concedido à equipe que teria ficado com a posse, desde que isso seja evidente para o árbitro. Fora da área penal, a bola será agora colocada em jogo na posição em que se encontrava quando a partida foi interrompida.
Ou seja: o reinício com bola ao chão não será mais necessariamente à equipe que estava com a posse de bola em seu pé, mas essencialmente à equipe que dominaria a bola, caso ela não esteja com o domínio efetivo.

– REGRA 9: Bola em Jogo e Bola fora de Jogo.
Existem situações em que um treinador, substituto ou jogador que esteja temporariamente fora do campo de jogo (entre outros) toca na bola enquanto ela se dirige para fora de campo, com a intenção de ajudar a agilizar o reinício da partida. Nesses casos, será marcado um tiro livre indireto, mas não haverá sanção disciplinar, a menos que tal sanção seja aplicada por abandonar a área técnica de forma persistente.
Ou seja: se alguém invadir o campo precipitadamente para devolver uma bola que vai sair (mas não saiu ainda), será marcado tiro livre indireto (dois lances), sem o cartão amarelo. O motivo é: se você tenta agilizar o jogo, não tem má fé. Portanto, o que antes era cartão amarelo, passa a não ser mais.

– REGRA 11: Impedimento.
Aqui, se torna mais um esclarecimento do que uma mudança na regra: quando um goleiro lança uma bola ao ataque, e se quem receber a bola estará em posição duvidosa de impedimento, o VAR deverá considerar o último ponto de contato durante o lançamento com a mão. Já quando for chute, será considerado o primeiro contato com o pé.
Ou seja: a regra diferencia o chute do arremesso manual:
No Chute (Regra Geral): O momento considerado para o impedimento é o início do toque (o primeiro contato da chuteira com a bola). Isso evita dúvidas sobre a deformação da bola ou o tempo que o pé fica em contato com ela.
No Arremesso do Goleiro: Como o braço faz um movimento de alavanca e a mão “acompanha” a bola por mais tempo, o “primeiro contato” ocorre quando a bola ainda está junto ao corpo do goleiro. O último contato (o momento em que a bola efetivamente sai da mão) é muito mais fácil de ser identificado pelas câmeras do VAR e reflete melhor o momento real do lançamento.

– REGRA 12: Faltas e incorreções.
Aqui, apenas um reforço na redação sobre o goleiro ter que repor a bola em 8 segundos: o texto da regra acrescentou que obrigatoriamente o árbitro deve fazer a contagem de 5 segundos finais (dos 8 de tolerância, já citado na regra 5), para que o goleiro não seja surpreendido pelo final do tempo.
Também há a recomendação em que, nos lances em que um atleta comete uma falta numa situação clara e iminente de gol, e há vantagem resultante em gol, nenhum cartão deverá ser aplicado.
Por fim, uma novidade: o VAR poderá intervir em lances em que um jogador seja expulso não somente pelo cartão vermelho, mas também pelo segundo amarelo.

– REGRA 15: Arremesso Lateral.
A partir do momento que um atleta ter condições de cobrar o arremesso lateral, ele deve fazê-lo em até 5 segundos. Caso contrário, a bola estará em posse do adversário (a clássica “reversão”). Antes, você não tinha limite determinado de tempo e, ao invés de reversão, aplicava-se Cartão Amarelo por retardamento.

– REGRA 16: Tiro de Meta.
O tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos, após a bola ser posicionada e estar pronta para o chute. Caso não ocorra, deverá ser marcado um tiro de canto para a equipe adversária.

– REGRA 17: tiro de canto:
Todo escanteio (e inclua-se tiro de meta) que for marcado equivocadamente pelo árbitro e o VAR perceber, deverá ser informado. O VAR só poderá intervir de maneira rápida, sem paralisar a partida e nem pedir para que o árbitro vá ao monitor.

– JOGADORES LESIONADOS:
Aqui, talvez o ponto mais polêmico! Um atleta que precisar sair de campo e ser atendido pelo médico, só poderá voltar ao campo de jogo após 1 minuto depois de ultrapassar a linha (exceto, óbvio, o goleiro).
Isso tem um lado positivo: acabará com simulações de contusões.
Isso tem um lado negativo: se eu sofro uma lesão real e preciso sair, o time infrator ficará com um jogador a mais por 1 minuto.
Na Copa Árabe 2025, testou-se essa situação, com a ressalva: se o atleta infrator receber qualquer cartão (amarelo ou vermelho), o lesionado não tem esse tempo mínimo de aguardo. Porém, no documento da IFAB, não consta essa observação. Aguardemos mais esclarecimentos.

Aqui, um grande problema: as alterações das regras do Futebol valem para a temporada 2026/2027 (que são no meio do ano, quando se inicia a temporada europeia). A Copa do Mundo, que é a maior vitrine, já começará com essas regras. E até o ano passado, a CBF tinha autorização especial para adiantar as regras (pois o Brasileirão começava em Abril). Em 2026, o Campeonato Brasileiro já começou em Janeiro! Assim, você não pode mudar as regras do esporte no meio da competição, e devemos ir até dezembro com as regras velhas.
Imagine quantos arremessos laterais seriam revertidos, quantos tiros de meta teriam virado escanteio e quantas simulações a menos teríamos até a 4ª rodada jogada. Sem contar o tempo de bola rolando. Assim, um placar com essas regras poderia ter sido diferente.

    • Qual a solução?

Imagino que a CBF tentará reunir os clubes e convencê-los a unanimamente aceitar que as regras novas sejam aplicadas a partir das próximas rodadas(e usar isso como argumento à FIFA para liberar).

– Já temos árbitro para a final da Copa do Mundo 2026!

Todos nós sabemos que a FIFA é historicamente uma entidade política. Mas, com essa politicagem que faz, há uma oportunidade de ouro para ela aproveitar essa característica e usar de meritocracia.

Acontece que Alireza Faghani, árbitro iraniano que se naturalizou australiano, se tornará no próximo Mundial o primeiro juiz de futebol a apitar 4 Mundiais. E, sejamos honestos, seu histórico de partidas importantes é considerável. Sempre atuou muito bem em todas as competições que foi convocado.

Cá entre nós, com o conflito envolvendo Trump e os aiatolás, escalar um árbitro do Irã em uma final de Copa nos EUA, seria significativo. Afinal, é simbólico para o “sistema” ter alguém que debandou daquela teocracia asiática (ele está com 48 anos, e resolveu deixar Teerã com a família e morar na Austrália). Mas o mais importante (apesar desse fato) é que Alireza Faghani está em seu último ano, é excelente árbitro e uma possível escala em uma final de Copa do Mundo seria justíssima.

– O primeiro beneficiário pelas novas regras do futebol foi… a Seleção do Japão!

E as novas regras do futebol já estão em vigor, com o final da temporada 2025/2026.

Falamos das modificações para a temporada 2026/2027 (que visam acelerar o jogo e que nesse domingo já foram vistas nos amistosos internacionais), em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Pois bem: na partida entre Japão vs Islândia, o atleta islândes Hlynsson demorou para sair de campo (mais de 10 segundos), e seu substituto teve que ficar fora de campo por 1 minuto, como punição pela cera. Resultado: nesse período em que os japoneses estavam com um atleta a mais, Ogawa fez o gol da vitória (aos 86 minutos).

Relembrando as novas regras, em postagem do começo do ano, aqui:

A International Board (IFAB), na reunião do último sábado (28/02), discutiu uma série de modificações nas Regras do Futebol. Em específico, o encontro se preocupou em formas de agilizar o jogo, buscando maior tempo de bola rolando.

Em outras reuniões, muita coisa já houvera sido discutida: paralisação de cronômetro, 2 tempos de 50 minutos e acréscimos majorados (essa última, tornou-se uma orientação a partir da Copa de 2022: não mais o básico “1′ de acréscimo no primeiro tempo e 3′ de acréscimos no segundo tempo”, mas sim a quantidade ideal de tempo de acordo com as paralisações e tempos perdidos).

Vamos lá, aqui estão as modificações, extraídas do comunicado IFAB em seu site oficial (originalmente em inglês e traduzidas por mim de uma maneira menos técnica e mais didática):

– REGRA 3: Os Jogadores.
Ninguém pode conversar com o árbitro contestando suas decisões. Porém, há duas temporadas, optou-se pela experiência de que somente o capitão da equipe pode conversar com o árbitro, de maneira respeitosa (e todos os demais que o abordassem, deveriam tomar Cartão Amarelo). Isso tornou-se o ano passado optativo: você escolhe o modelo “ninguém fala nada”, ou “somente o capitão fala, e os outros recebem amarelo”.
Agora, o texto da regra diz que os organizadores de um torneiopreferencialmente devem sugerir que suas competições permitam que o capitão possa falar com o árbitro (e os demais recebam amarelo), para “melhorar o comportamento em campo, aumentar a cooperação e fortalecer o relacionamento entre os jogadores e o árbitro”.
Ou seja: antes, era opção; agora, uma recomendação preferencial.
Uma novidade passa a ser: os jogadores, no processo de substituição, deverãosair de campo em até 10 segundos (por qualquer ponto do campo) após serem informados pelo árbitro. Se não o fizer, o substituto terá que esperar 1 minuto para entrar em campo.

– REGRA 5: O Árbitro.
Os árbitros deverão publicamente fazer a contagem regressiva para o goleiro repor a bola em jogo, quando a defende, a partir do 5º segundo dos 8 segundos que a regra exige.
Ou seja: ele não precisa contar publicamente os 8 segundos, somente a partir do 5º segundo, levantando a mão e indicando.

– REGRA 8: Início e Reinício de Jogo.
No Bola ao chão, existem momentos em que a bola possa claramente ir para um adversário da equipe que tocou nela por último (mas não vai). Nesses casos, segundo a IFAB, é mais justo que o bola ao chão seja concedido à equipe que teria ficado com a posse, desde que isso seja evidente para o árbitro. Fora da área penal, a bola será agora colocada em jogo na posição em que se encontrava quando a partida foi interrompida.
Ou seja: o reinício com bola ao chão não será mais necessariamente à equipe que estava com a posse de bola em seu pé, mas essencialmente à equipe que dominaria a bola, caso ela não esteja com o domínio efetivo.

– REGRA 9: Bola em Jogo e Bola fora de Jogo.
Existem situações em que um treinador, substituto ou jogador que esteja temporariamente fora do campo de jogo (entre outros) toca na bola enquanto ela se dirige para fora de campo, com a intenção de ajudar a agilizar o reinício da partida. Nesses casos, será marcado um tiro livre indireto, mas não haverá sanção disciplinar, a menos que tal sanção seja aplicada por abandonar a área técnica de forma persistente.
Ou seja: se alguém invadir o campo precipitadamente para devolver uma bola que vai sair (mas não saiu ainda), será marcado tiro livre indireto (dois lances), sem o cartão amarelo. O motivo é: se você tenta agilizar o jogo, não tem má fé. Portanto, o que antes era cartão amarelo, passa a não ser mais.

– REGRA 11: Impedimento.
Aqui, se torna mais um esclarecimento do que uma mudança na regra: quando um goleiro lança uma bola ao ataque, e se quem receber a bola estará em posição duvidosa de impedimento, o VAR deverá considerar o último ponto de contato durante o lançamento com a mão. Já quando for chute, será considerado o primeiro contato com o pé.
Ou seja: a regra diferencia o chute do arremesso manual:
No Chute (Regra Geral): O momento considerado para o impedimento é o início do toque (o primeiro contato da chuteira com a bola). Isso evita dúvidas sobre a deformação da bola ou o tempo que o pé fica em contato com ela.
No Arremesso do Goleiro: Como o braço faz um movimento de alavanca e a mão “acompanha” a bola por mais tempo, o “primeiro contato” ocorre quando a bola ainda está junto ao corpo do goleiro. O último contato (o momento em que a bola efetivamente sai da mão) é muito mais fácil de ser identificado pelas câmeras do VAR e reflete melhor o momento real do lançamento.

– REGRA 12: Faltas e incorreções.
Aqui, apenas um reforço na redação sobre o goleiro ter que repor a bola em 8 segundos: o texto da regra acrescentou que obrigatoriamente o árbitro deve fazer a contagem de 5 segundos finais (dos 8 de tolerância, já citado na regra 5), para que o goleiro não seja surpreendido pelo final do tempo.
Também há a recomendação em que, nos lances em que um atleta comete uma falta numa situação clara e iminente de gol, e há vantagem resultante em gol, nenhum cartão deverá ser aplicado.
Por fim, uma novidade: o VAR poderá intervir em lances em que um jogador seja expulso não somente pelo cartão vermelho, mas também pelo segundo amarelo.

– REGRA 15: Arremesso Lateral.
A partir do momento que um atleta ter condições de cobrar o arremesso lateral, ele deve fazê-lo em até 5 segundos. Caso contrário, a bola estará em posse do adversário (a clássica “reversão”). Antes, você não tinha limite determinado de tempo e, ao invés de reversão, aplicava-se Cartão Amarelo por retardamento.

– REGRA 16: Tiro de Meta.
O tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos, após a bola ser posicionada e estar pronta para o chute. Caso não ocorra, deverá ser marcado um tiro de canto para a equipe adversária.

– REGRA 17: tiro de canto:
Todo escanteio (e inclua-se tiro de meta) que for marcado equivocadamente pelo árbitro e o VAR perceber, deverá ser informado. O VAR só poderá intervir de maneira rápida, sem paralisar a partida e nem pedir para que o árbitro vá ao monitor.

– JOGADORES LESIONADOS:
Aqui, talvez o ponto mais polêmico! Um atleta que precisar sair de campo e ser atendido pelo médico, só poderá voltar ao campo de jogo após 1 minuto depois de ultrapassar a linha (exceto, óbvio, o goleiro).
Isso tem um lado positivo: acabará com simulações de contusões.
Isso tem um lado negativo: se eu sofro uma lesão real e preciso sair, o time infrator ficará com um jogador a mais por 1 minuto.
Na Copa Árabe 2025, testou-se essa situação, com a ressalva: se o atleta infrator receber qualquer cartão (amarelo ou vermelho), o lesionado não tem esse tempo mínimo de aguardo. Porém, no documento da IFAB, não consta essa observação. Aguardemos mais esclarecimentos.

Aqui, um grande problema: as alterações das regras do Futebol valem para a temporada 2026/2027 (que são no meio do ano, quando se inicia a temporada europeia). A Copa do Mundo, que é a maior vitrine, já começará com essas regras. E até o ano passado, a CBF tinha autorização especial para adiantar as regras (pois o Brasileirão começava em Abril). Em 2026, o Campeonato Brasileiro já começou em Janeiro! Assim, você não pode mudar as regras do esporte no meio da competição, e devemos ir até dezembro com as regras velhas.
Imagine quantos arremessos laterais seriam revertidos, quantos tiros de meta teriam virado escanteio e quantas simulações a menos teríamos até a 4ª rodada jogada. Sem contar o tempo de bola rolando. Assim, um placar com essas regras poderia ter sido diferente.

    • Qual a solução?

Imagino que a CBF tentará reunir os clubes e convencê-los a unanimamente aceitar que as regras novas sejam aplicadas a partir das próximas rodadas(e usar isso como argumento à FIFA para liberar).

– Os árbitros de antigamente:

O uniforme da arbitragem na Copa de 1930: o jogo, a estética e aa roupas eram diferentes aos nossos padrões..

Olhe só:

– Os capitães que levantaram as taças das Copas do Mundo.

Olhe só o que esse vídeo por IA faz: os capitães que levantaram as Taças dos Mundiais e os principais jogadores.

Sensacional. Ligue o som, vale a pena.

Em: https://youtube.com/shorts/b8UUFZr7x6Y?si=1ckAc357W5ud6o08

– Copa do Mundo 2026: cuidados importantes com a saúde antes, durante e após a viagem.

Veja os principais cuidados com a saúde antes, durante e após viajar para a Copa do Mundo 2026 e aproveite os jogos com segurança.

Continua em: Copa do Mundo 2026: cuidados importantes com a saúde antes, durante e após a viagem

– Copa 2026: o ingresso mais caro da história.

A Copa 2026 redefine o acesso ao futebol com ingressos dinâmicos e valores históricos. #Linkezine ⚽ O post Copa 2026: o ingresso mais caro da …

Continua em: Copa 2026: o ingresso mais caro da história

– Sobre a convocação da Seleção Brasileira e o fator Neymar.

Carlo Ancelotti é sempre muito inteligente e respeitado nos grupos que trabalha. Mas… será que a convocação de Neymar não foi por pressão popular?

Eu acho que não… o treinador italiano é estrategista. Nas entrevistas em que disse sobre Neymar ter chance de ser convocado se estivesse 100% fisicamente (como qualquer outro candidato à vaga), era nítido que não queria que o jogador relaxasse e que desse o seu melhor.

Ancelotti iria levar consigo a responsabilidade de bater no peito e dispensar Neymar, como há 24 anos Felipão fez com Romário? Óbvio que não, pois Luís Felipe Scolari tinha Ronaldo. 

Pergunto: Neymar seria barrado para, respeitosamente, se levar o João Pedro ou Richarlysson? Não dá…

Com seus próprios jogadores pedindo a convocação do Menino Ney, ficou ainda mais lógico que Ancelotti dividiria a responsabilidade nesse momento. Se ganhar a Copa, méritos! Se perder, ninguém levará a culpa sozinho.

Um dos fatores (em minha modesta opinião): Carlo Ancelotti não encontrou um jogador com a qualidade técnica de Neymar (mesmo não estando em seu auge), nem um atleta símbolo. Vinícius Jr não foi o craque do Real Madrid com a camisa verde-amarela, Estevão se machucou e Rodrygo também.

Daqui alguns meses, saberemos: Neymar mudará a sua imagem perante a torcida brasileira, assim como Messi fez ao ganhar o Tricampeonato para a Argentina?

Aguardemos.

– Ancelotti resgata força do futebol brasileiro na Seleção para a Copa de 2026.

Sete atletas que atuam no Brasil foram convocados por Ancelotti para a Copa de 2026. #Linkezine 🇧🇷⚽ O post Ancelotti resgata força do futebol …

Continua em: Ancelotti resgata força do futebol brasileiro na Seleção para a Copa de 2026

– Neymar na Copa:

E agora, a Panini vai produzir uma figurinha do Menino Ney?

Eu me surpreendi com Neymar na Copa, visto que tanto Ancelotti o g=havia cobrado para estar 100%.

Falaremos disso em breve.

Imagem

– Sobre a convocação da Seleção Brasileira e o fator Neymar.

Carlo Ancelotti é sempre muito inteligente e respeitado nos grupos que trabalha. Mas… será que a convocação de Neymar não foi por pressão popular?

Eu acho que não… o treinador italiano é estrategista. Nas entrevistas em que disse sobre Neymar ter chance de ser convocado se estivesse 100% fisicamente (como qualquer outro candidato à vaga), era nítido que não queria que o jogador relaxasse e que desse o seu melhor.

Ancelotti iria levar consigo a responsabilidade de bater no peito e dispensar Neymar, como há 24 anos Felipão fez com Romário? Óbvio que não, pois Luís Felipe Scolari tinha Ronaldo. 

Pergunto: Neymar seria barrado para, respeitosamente, se levar o João Pedro ou Richarlysson? Não dá…

Com seus próprios jogadores pedindo a convocação do Menino Ney, ficou ainda mais lógico que Ancelotti dividiria a responsabilidade nesse momento. Se ganhar a Copa, méritos! Se perder, ninguém levará a culpa sozinho.

Um dos fatores (em minha modesta opinião): Carlo Ancelotti não encontrou um jogador com a qualidade técnica de Neymar (mesmo não estando em seu auge), nem um atleta símbolo. Vinícius Jr não foi o craque do Real Madrid com a camisa verde-amarela, Estevão se machucou e Rodrygo também.

Daqui alguns meses, saberemos: Neymar mudará a sua imagem perante a torcida brasileira, assim como Messi fez ao ganhar o Tricampeonato para a Argentina?

Aguardemos.

– Enfim: Ancelotti deve levar Neymar ou não para a Copa do Mundo?

Na próxima segunda-feira, enfim saberemos quem são os jogadores brasileiros que irão para a Copa do Mundo 2026.

Sem enrolar: Neymar deve ser convocado ou não?

– E a Seleção atual?

Assim foi em 2002…

Como será em 2026?

– Enfim: Ancelotti deve levar Neymar ou não para a Copa do Mundo?

Na próxima segunda-feira, enfim saberemos quem são os jogadores brasileiros que irão para a Copa do Mundo 2026.

Sem enrolar: Neymar deve ser convocado ou não?

– O interesse do brasileiro pela Seleção Brasileira.

Parece que a rejeição à Seleção Brasileira atingiu índice recorde. Segundo o DataFolha, 54% dos brasileiros não têm interesse pelo Escrete Canarinho.

Aí vem a percepção: quem gosta de futebol, prefere seu clube à Seleção!

Abaixo:

– A tolice das discussões das pré-listas fakes.

Eu já vi pelo menos 3 pré-listas de Ancelotti. Cada uma delas com uma relação de jogadores com vários nomes diferentes.

Como é que a gente pode discutir em cima de algo que não é real? Pré-lista não é convocação, é apenas para encher de nomes.

Alguém acha que atletas que nem jogaram com Ancelotti, de última hora, serão chamados? Esquece. Sejamos realistas.

– O interesse do brasileiro pela Seleção Brasileira.

Parece que a rejeição à Seleção Brasileira atingiu índice recorde. Segundo o DataFolha, 54% dos brasileiros não têm interesse pelo Escrete Canarinho.

Aí vem a percepção: quem gosta de futebol, prefere seu clube à Seleção!

Abaixo:

– A tolice das discussões das pré-listas fakes.

Eu já vi pelo menos 3 pré-listas de Ancelotti. Cada uma delas com uma relação de jogadores com vários nomes diferentes.

Como é que a gente pode discutir em cima de algo que não é real? Pré-lista não é convocação, é apenas para encher de nomes.

Alguém acha que atletas que nem jogaram com Ancelotti, de última hora, serão chamados? Esquece. Sejamos realistas.

– A Política e o Futebol: e o deputado que enviou um ofício à CBF para pedir Neymar?

O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.

Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.

Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.

Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.

Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).

O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.

Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?

Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.

Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.

Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.

Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu”disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.

E assim “a banda anda…”.

IN ENGLIH, by Gemini AI:

Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”

Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.

I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.

Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).

Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.

Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?

To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”

In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.

Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).

And that is how the world turns…

– A Política e o Futebol: e o deputado que enviou um ofício à CBF para pedir Neymar?

O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.

Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.

Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.

Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.

Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).

O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.

Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?

Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.

Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.

Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.

Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu”disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.

E assim “a banda anda…”.

IN ENGLIH, by Gemini AI:

Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”

Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.

I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.

Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).

Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.

Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?

To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”

In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.

Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).

And that is how the world turns…

– A FIFA explica à CBF os detalhes da arbitragem para a Copa do Mundo:

Carlo Ancelotti, Rodrigo Caetano, Juan e Rodrigo Martins Cintra estiveram nessa semana em reunião com a FIFA, falando sobre as novidades da Regra do Jogo e o comportamento dos árbitros para o Mundial 2026.

Segundo a CBF (em seu site) Massimo Bussaca e Pierluigi Colina ressaltaram que o antijogo será coibido durante o Mundial. Mas… que tipo de antijogo?

Basicamente, o retardamento do jogo (a cera), que pode ser na demora do reinício das partidas com faltas, tiros de meta, arremessos laterais e outras situações. Também com as substituições de jogadores e atendimento a atletas lesionados.

Sobre isso, você pode acessar esse pacote de mudanças em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Outra modalidade de antijogo são as simulações de pênaltis ou de agressões sofridas, além das reclamações à arbitragem.

Aqui, fica a pergunta pertinente: se a Comissão Técnica da Seleção Brasileira e o presidente da Comissão de Arbitragem estiveram lá e ouviram tudo isso, não é deveras importante que se aplicassem todas essas orientações no Campeonato Brasileiro (onde se vê um comportamento inadequado de indisciplina de jogadores, além de pouco tempo de bola rolando)?

– Nem a Copa escapa: medo da imigração muda planos de turistas nos EUA.

Turistas estrangeiros demonstram receio crescente com a imigração americana antes da Copa de 2026. #Linkezine ⚽ O post Nem a Copa escapa: medo da …

Continua em: Nem a Copa escapa: medo da imigração muda planos de turistas nos EUA

– A FIFA explica à CBF os detalhes da arbitragem para a Copa do Mundo:

Carlo Ancelotti, Rodrigo Caetano, Juan e Rodrigo Martins Cintra estiveram nessa semana em reunião com a FIFA, falando sobre as novidades da Regra do Jogo e o comportamento dos árbitros para o Mundial 2026.

Segundo a CBF (em seu site) Massimo Bussaca e Pierluigi Colina ressaltaram que o antijogo será coibido durante o Mundial. Mas… que tipo de antijogo?

Basicamente, o retardamento do jogo (a cera), que pode ser na demora do reinício das partidas com faltas, tiros de meta, arremessos laterais e outras situações. Também com as substituições de jogadores e atendimento a atletas lesionados.

Sobre isso, você pode acessar esse pacote de mudanças em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Outra modalidade de antijogo são as simulações de pênaltis ou de agressões sofridas, além das reclamações à arbitragem.

Aqui, fica a pergunta pertinente: se a Comissão Técnica da Seleção Brasileira e o presidente da Comissão de Arbitragem estiveram lá e ouviram tudo isso, não é deveras importante que se aplicassem todas essas orientações no Campeonato Brasileiro (onde se vê um comportamento inadequado de indisciplina de jogadores, além de pouco tempo de bola rolando)?

– Mais um jogador machucou… agora: Éder Militão!

Mais um jogador da Seleção Brasileira machucado e possivelmente fora da Copa do Mundo…

Seria o calendário e seu excesso de jogos?

Em: https://professorrafaelporcari.com/2026/04/23/contusoes-na-selecao-azar-de-uns-sorte-de-outros-2/

– Contusões na Seleção: Azar de uns, Sorte de outros…

Eu lamentei muito quando Rodrygo se lesionou e foi anunciado que estaria fora da Copa do Mundo. Idem, agora, ao Estevão.

A verdade é: toda edição de Mundial, lamentavelmente, o calendário se aperta mais, o intervalo entre os jogos é menor e há mais contusões. Assim, costumeiramente vemos craques ficando de fora do torneio por se machucarem.

O que é azar para alguns, pode ser sorte para outros: abre mais vagas para suprir o lugar de um desconvocado.

A questão é: ouviremos, de novo, a ladainha sobre “leva ou não leva Neymar”?

Deixemos o competente Carlo Ancelotti decidir.

– Contusões na Seleção: Azar de uns, Sorte de outros…

Eu lamentei muito quando Rodrygo se lesionou e foi anunciado que estaria fora da Copa do Mundo. Idem, agora, ao Estevão.

A verdade é: toda edição de Mundial, lamentavelmente, o calendário se aperta mais, o intervalo entre os jogos é menor e há mais contusões. Assim, costumeiramente vemos craques ficando de fora do torneio por se machucarem.

O que é azar para alguns, pode ser sorte para outros: abre mais vagas para suprir o lugar de um desconvocado.

A questão é: ouviremos, de novo, a ladainha sobre “leva ou não leva Neymar”?

Deixemos o competente Carlo Ancelotti decidir.

– Definidos os árbitros da Copa do Mundo de 2026.

Não se empolgue! O Brasil terá seu maior número de árbitros em uma Copa do Mundo (3: Raphael Claus, Wilton Sampaio e Ramon Abatti Abel, conforme adiantamos nesse espaço em dezembro, aqui: https://wp.me/p4RTuC-1cvG). A Argentina também terá 3 árbitros.

Leio que tal fato é pela “excelência dos nossos apitadores”. Não, como disse Pierluigi Colina, o “chefão da arbitragem da FIFA”:

A Copa do Mundo deste ano será a maior da história: 48 seleções participarão e 104 partidas serão disputadas, com o maior alcance geográfico do torneio até hoje. Esta é a maior Equipe FIFA de todos os tempos, com 41 árbitros a mais do que na Copa do Mundo do Catar de 2022“.

Ou seja: muito mais jogos, muito mais árbitros. E as nações mais importantes do futebol, naturalmente, cedem mais juízes. É a geopolítica do futebol…

A novidade é: enfim, teremos um VAR no Mundial: Rodolpho Toski representará o Brasil (até agora, nenhum árbitro de vídeo brasileiro tinha sido aceito nas duas últimas Copas ou no Mundial de Clubes)

A lista inteira aqui:

Clique para acessar o Final-List-of-Match-Officials-FWC-2026.pdf

– Definidos os árbitros da Copa do Mundo de 2026.

Não se empolgue! O Brasil terá seu maior número de árbitros em uma Copa do Mundo (3: Raphael Claus, Wilton Sampaio e Ramon Abatti Abel, conforme adiantamos nesse espaço em dezembro, aqui: https://wp.me/p4RTuC-1cvG). A Argentina também terá 3 árbitros.

Leio que tal fato é pela “excelência dos nossos apitadores”. Não, como disse Pierluigi Colina, o “chefão da arbitragem da FIFA”:

A Copa do Mundo deste ano será a maior da história: 48 seleções participarão e 104 partidas serão disputadas, com o maior alcance geográfico do torneio até hoje. Esta é a maior Equipe FIFA de todos os tempos, com 41 árbitros a mais do que na Copa do Mundo do Catar de 2022“.

Ou seja: muito mais jogos, muito mais árbitros. E as nações mais importantes do futebol, naturalmente, cedem mais juízes. É a geopolítica do futebol…

A novidade é: enfim, teremos um VAR no Mundial: Rodolpho Toski representará o Brasil (até agora, nenhum árbitro de vídeo brasileiro tinha sido aceito nas duas últimas Copas ou no Mundial de Clubes)

A lista inteira aqui:

Clique para acessar o Final-List-of-Match-Officials-FWC-2026.pdf