– A insistente resistência a Richarlyson

O jogador Richarlyson, ex-São Paulo e que estava no Goa, da Índia, acertou sua volta ao futebol brasileiro pelo Guarani. E na 2a feira, ao ser apresentado no Brinco de Ouro da Princesa, 5 bombas caseiras foram atiradas por dois homens de moto.

Ainda se discutirá a resistência ao atleta, por suposto fato de ser homossexual?

Se é ou não, o atleta foi contrato para jogar bola, não para outras coisas. 

Não sei se já não era hora de, em caso sendo gay, assumir publicamente sua orientação sexual a fim de acabar com tantas fofocas e bobagens.

E você, o que pensa sobre o assunto?

– O Perigoso Consumo de Certos Energéticos

No Brasil, vemos um sem-número de marcas de bebidas energéticas sendo lançadas. Do tradicional Red Bull ao Burn da FEMSA / Coca-cola, passando pelo TNT da Petrópolis / Itaipava, o mercado cresce muito. Até a AmBev lançou o seu, à base de “Guaranaína”.

Tais bebidas têm certas quantidades limites de cafeína, taurina e estimulantes, todas controladas pelos órgãos de saúde. Algumas marcas desconhecidas usam doses acima do permitido e estão na praça. Outro costume é o de jovens misturarem a mesma com bebidas alcoólicas.

Mas o que surpreende é o seguinte: nos EUA, uma determinada marca de energético está causando mortes, devido ao seu consumo desregrado e formulação!

Extraído de: http://super.abril.com.br/cotidiano/energetico-virou-caso-policia-eua-622557.shtml

ENERGÉTICO QUE VIROU CASO DE POLÍCIA

por Carolina Cimenti

Cafeína, taurina, guaraná e três vezes mais álcool que a cerveja dentro de uma só lata. Conheça o Four Loko.

“O gosto era péssimo, mais doce que xarope pra tosse. Mas o efeito era ótimo. Era a melhor bebida para curtir as festas da faculdade sem ficar dormindo por aí”, conta a estudante Christine Chiang, 23, da Universidade de Nova York. Ela está se referindo ao Four Loko – um superenergético que combina 156 miligramas de cafeína (o dobro de uma lata de Red Bull) e 12% de álcool, quase o triplo da graduação alcoólica da cerveja. Além de forte, era barato: custando menos de US$ 1 a lata, logo virou a principal escolha de quem queria ficar “bem louco” gastando pouco. Mas isso logo deu margem a excessos. “A pessoa continuava alerta, mesmo depois de ingerir o que seria equivalente a várias doses de bebida destilada. E por isso acabava bebendo mais, até desmaiar”, conta Christine. Criado e fabricado por uma empresa até então desconhecida, a Four Energy Drinks, o Four Loko ganhou o apelido de “apagão em lata” e começou a criar polêmica nos EUA. Em Washington, 7 jovens foram hospitalizados com sintomas de coma alcoólico depois de consumir o produto numa festa, e a polêmica chegou ao auge no final do ano passado, quando um rapaz de 19 anos sofreu um ataque cardíaco na Filadélfia, supostamente provocado pelo consumo da bebida. Tudo isso fez com que o governo dos EUA proibisse a comercialização do Four Loko. As latinhas que já estavam no mercado foram recolhidas e enviadas para uma refinaria na Virgínia – onde a bebida está sendo destilada e transformada em álcool para carros.

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– Dirigir Embriagado ou Dirigir ao Celular?

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência da bebida. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. 

Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.

”A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen.

Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.

”As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse.

”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”.

”É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou.

As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

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– Definindo “Felicidade”! Você concorda com esse conceito criado?

Em uma matéria da Revista Superinteressante (ed Dez/2013, por Karin Hueck e Rafael Quick), há a definição de Felicidade pelo psicólogo (e vencedor de um Prêmio Nobel de Economia) Dr Daniel Kahneman. Segundo ele:

“Felicidade não é só um estado de espírito, é também a soma das nossas memórias (…) ser feliz na vida durante cada momento é diferente de ser feliz com a vida”.

A idéia do estudioso é que quando estamos em uma maré de boa sorte, alguns eventos difíceis não derrubam a felicidade das nossas memórias, apenas a felicidade das nossas experiências. Ao final, quando olhamos para os últimos acontecimentos, as lembranças e as experiências caminham juntas, porque são as experiências mais recentes que definem a nossa felicidade.

E aí, concorda com ele ou não?

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– Ser idiota tem limites: o canto insensível da torcida do Porto

Que desumanos: a torcida do Porto quis ofender o rival Benfica e simplesmente cantou em um jogo de handebol: “Quem me dera se o avião da Chapecoense fosse do Benfica”.

Tolos! Amaldiçoar o próximo com tamanha falta de sensibilidade mostra que existem seres humanos irracionais aos montes mundo afora…

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/04/13/chapecoense-repudia-canto-agressivo-da-torcida-do-porto-desrespeito.htm?cmpid=tw-uolesp

CHAPECOENSE REPUDIA ‘CANTO AGRESSIVO’ DA TORCIDA DO PORTO: “DESRESPEITO”

A Chapecoense soltou uma nota nesta quinta-feira (13) repudiando os cantos entoados pela torcida do Porto durante um jogo de handebol na última quarta (12). Neles, os portistas provocaram os benfiquistas com uma referência ao desastre aéreo da Chape: “Quem me dera se o avião da Chapecoense fosse do Benfica”.

Em nota, a Chapecoense lamenta os ‘tristes acontecimentos’ e diz que os cantos ‘não são próprios de pessoas de bem e do meio esportivo, cujo ambiente deve ser sempre de respeito e solidariedade ao adversário e não de propagação de ódio’.

A posição da torcida foi rebatida oficialmente pelo próprio Porto e por seus dirigentes. Em sua conta no Twitter, o diretor de comunicação do clube, Francisco Marques, pediu “bom senso” da torcida.

Também nesta quinta-feira (13), a própria torcida organizada do Porto, chamada “Super Dragões”, garantiu que o canto não voltará a ser repetido nos próximos eventos esportivos.

“A letra da música entoada no dia de ontem [quarta] no referido jogo não é mais do que uma sátira sem quaisquer consequências reais. Ainda assim, e por percebermos que a mesma foi interpretada como ofensiva, quer a direção esclarecer que não vai se vai repetir. Já por diversas ocasiões demos mostras de respeito pelos adversários e vidas humanas, como nos vídeos em que o nosso líder exige respeito pelo minuto de silêncio em memória de Eusébio após o seu falecimento”, diz a nota publicada no Facebook.

Veja a nota:

A ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL, em relação aos tristes acontecimentos ocorridos nesta semana em Portugal, quando uma parte da torcida do Clube do Porto, em disputa esportiva local, incitou o público presente, fazendo referência desairosa e ofensiva ao acidente do voo da Chapecoense, entoando canto agressivo e de desrespeito à memória dos mortos e do Clube, na lamentável tragédia ocorrida na Colômbia, manifesta-se com profundo pesar sobre tais fatos, que não são próprios de pessoas de bem e do meio esportivo, cujo ambiente deve ser sempre de respeito e solidariedade ao adversário e não de propagação de ódio e cizânias, mormente nos conturbados tempos atuais da humanidade.

No futebol, como em qualquer disputa no campo esportiva, deve se sobrepor o primado da ética e da solidariedade humana, sempre em busca do congraçamento e da felicidade das pessoas e dos povos, aliás, estes os objetivos maiores da vida.

Por fim, a Chapecoense, concita seus Clubes irmãos de Portugal e de todo o mundo para que disseminem o congraçamento, respeito e concórdia nas relações esportivas.

Chapecó, SC, Brasil, 13 de abril de 2017.

A Diretoria:

PLÍNIO DAVID DE NES FILHO – PRESIDENTE

IVAN TOZZO – VICE PRESIDENTE ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

LUIZ ANTÔNIO PALAORO – VICE PRESIDENTE JURÍDICO

LUIZ ANTÔNIO DANIELLI – VICE PRESIDENTE MARKETING E PATRIMÔNIO

NEI ROQUE MOHR – VICE PRESIDENTE DE FUTEBOL

Tradutor: Do UOL, em Chapecó (SC)

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– Machismo ou Exagero do Feminismo?

Sempre devemos tomar cuidado quando você ouve uma “frase solta” ou uma declaração “fora do contexto”. Digo isso por ver toda a polêmica de uma fala do Presidente Michel Temer no evento comemorativo do Dia Internacional da Mulher.

Muitos disseram que ele foi machista ao dizer sobre a importância da “mulher dona-de-casa” e outras coisas. Algumas publicações retrataram ele como causador de uma grande e infeliz gafe. Mas… leram todo o discurso?

Me assusto pois não foi nada disso o que aconteceu! Creio que o sensacionalismo ocorreu pela frase solta ou por quem quis polemizar propositalmente. Temer, na totalidade do seu discurso, exalta as várias facetas da mulher (de executivas, políticas e até mesmo as que cuidam do lar). E quando fala daquelas que olham pela casa / não trabalham fora ou das que se preocupam com os aumentos de preço nos supermercados, as elogia por tal dedicação. Simples, nada mais do que isso, não denegriu ninguém.

Ou será que chegamos ao absurdo da mulher que, caso deseje optar, não poder ser dona-de-casa e cuidar da educação dos filhos ou do asseio do lar? Aí seria radicalismo condenável…

Leia a íntegra do discurso (mas leia todo):

Discurso do Presidente Michel Temer na Solenidade do Dia Internacional da Mulher

“Olha, eu quero em primeiro lugar, naturalmente saudar indistintamente a todos, aos que estão à mesa, e aqueles que estão no auditório. E vejo que está sendo extremamente prestigiado este evento pela bancada feminina da Câmara e do Senado. O que revela desde logo a importância da recordação anual que se faz do Dia Internacional da Mulher.

E eu vejo como é importante, ou como são importantes, essas solenidades, que não basta marcar no calendário o Dia da Mulher, é preciso comemorá-lo. E comemorá-lo significa recordar a luta permanente da mulher por uma posição adequada na sociedade.

Eu não preciso, depois do discurso emocionado da Luislinda, de todos enfim, dizer da importância da mulher e da luta permanente que a mulher vem fazendo ao longo do tempo no Brasil e no mundo. Que aqui e fora do Brasil, em outras partes do mundo, a mulher ainda é tratada como se fosse uma figura de segundo grau, quando na verdade, ela deve ocupar o primeiro grau em todas as sociedades.

Eu digo isso com a maior tranquilidade, porque eu tenho absoluta convicção, até por formação familiar e por estar ao lado da Marcela, o quanto a mulher faz pela casa, o quanto faz pelo lar, o que faz pelos filhos. E, portanto, se a sociedade de alguma maneira vai bem, quando os filhos crescem, é porque tiveram uma adequada educação e formação em suas casas. E seguramente isso quem faz não é o homem, isso quem faz é a mulher.

Então ter essas solenidades como esta que nós estamos comemorando aqui no Palácio do Planalto, é recordar o que está sendo recordado pelos discursos e pelas palavras que nós estamos agora pronunciando. Mas é interessante notar como, e aqui eu recordo mais uma vez, só para dizer do absurdo e muitas vezes da nossa história, que a mulher só começou a votar pelos idos de 30, 32 não é? Quando se lhes deu o direito a voto, o direito mínimo, que é de participar. A mulher representa, e representava, no passado 50% da população brasileira. E, sem embargo disso, o fato é que 50% estava excluído. Portanto, a representação que antes que se fazia era uma representação política de pé quebrado. Era uma representação de 50%, quem sabe, da população brasileira. Mas, ao longo do tempo, devo registrar com grande satisfação, que a mulher foi conseguindo o seu espaço.

Quando a Fátima Pelaes relembra que, quando criei a primeira Delegacia da Mulher, parece um fato extraordinário, não é? Mas era uma consequência natural da luta das mulheres e até conto muito rapidamente como isso se deu. Eu era secretário da Segurança Pública em São Paulo, pelos idos de 85, quando uma comissão de mulheres veio a mim e me contou, naturalmente, das violências que sofriam, da mais variada natureza, e do mau atendimento que tinham nas delegacias porque eram atendidas por homens, pelo escrivão, pelo investigador, pelo delegado. E aqui comigo logo surgiu a ideia interessante de algo que não tem, ou não tinha, e não tem, nenhum custo orçamentário. Por que que eu não coloco uma ou duas delegadas mulheres, três, quatro escrivãs, 15, 20 investigadoras para atender a mulher? E assim se deu com a instalação da primeira Delegacia da Mulher no Brasil.

Ela teve tanto sucesso, ministro Imbassahy, que a primeira delegada da mulher logo depois foi eleita deputada estadual, tamanha repercussão que se verificou, e eleita, naturalmente, pelas mulheres. E ao depois, quando voltei a ser secretário da Segurança, tempos depois, havia praticamente mais de 90 delegacias da Mulher no estado de São Paulo e no Brasil. É um reconhecimento, portanto, da posição da mulher no conserto nacional.

Eu estou falando de um período que antecede a Constituinte de [19]87 e [19]88, pois, precisamente, senador Medeiros, em função destes fatos que estou relatando, é que na Constituinte, quando as constituições anteriores diziam todos são iguais perante a lei. A Constituinte de 88 decretou: homens e mulheres são iguais em direitos e deveres. Parece de pouca significação, mas significa inserção na estrutura do Estado brasileiro, portanto, o próprio Estado brasileiro, a ideia de que os direitos e deveres são iguais para homens e mulheres.

Portanto, é um longo trajeto histórico que vem revelando a presença importantíssima da mulher. Aliás, em função disso, no próprio Plano Nacional de Segurança Pública, um dos primeiros pilares do Plano Nacional de Segurança Pública, lançado muito recentemente, é exatamente o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Nós estamos até cuidando de criar um fundo de combate à violência contra a mulher, e a bancada feminina já esteve comigo, é nós estamos cuidando disso, que é mais um passo no combate à violência contra a mulher. E estamos fortalecendo a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, que é o 180.

E digo com toda franqueza: isso tudo é fruto do movimento das mulheres. É da compreensão dos homens, vamos dizer assim, mas do movimento muito entusiasmado, muito persistente, muito consistente, muito argumentativo até, das mulheres brasileiras. E, no particular, daquelas que participam dos movimentos sociais, daquelas que estão no Legislativo, que se constituem na voz natural das eleitoras em todo o Brasil.

De modo que, ao longo do tempo as senhoras, as mulheres, deram uma colaboração extraordinária ao nosso sistema. E hoje, como as mulheres participam em intensamente de todos os debates, eu vou até tomar a liberdade de dizer que na economia também, a mulher tem uma grande participação. Ninguém mais é capaz de indicar os desajustes, por exemplo, de preços em supermercados do que a mulher. Ninguém é capaz de melhor detectar as eventuais flutuações econômicas do que a mulher, pelo orçamento doméstico maior ou menor.

E nesse particular, até eu tomo a liberdade de dizer que neste momento, depois de nós termos passado por um momentos recessivos, por momentos difíceis, agora segundo IBGE, em janeiro deste ano, a produção industrial no Brasil cresceu 1.4%. Eu digo isso, dou esse dado não é? Porque esse é um número, primeiro número positivo em 34 meses, primeiro número positivo que não temos na produção industrial um índice dessa natureza.

Ontem, até na reunião do Conselho, nós temos um Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, hoje integrado por 101 figuras dos mais variados setores, nós enfatizamos que a recessão vai indo embora. E que a recessão indo embora, volta o crescimento. E eu digo isso, porque com o crescimento volta o emprego.

E hoje, graças a Deus, as mulheres, sem embargo das dificuldades, têm uma possibilidade de empregabilidade que não tinham no passado. Então, a queda da inflação que nós estamos assistindo, a queda dos juros, o superávit recorde da nossa balança comercial, o crescimento do investimento externo, tudo isso significa empregos. E significa também que a mulher, além de cuidar dos afazeres domésticos, vai vendo um campo cada vez mais largo para o emprego. Porque hoje homens e mulheres são igualmente empregados. Com algumas restrições ainda. Mas a gente vê em muitas reportagens, das mais variadas, como a mulher hoje ocupa um espaço executivo de grande relevância.

O número de mulheres que comandam empresas, que comandam diretorias, é imenso. O número de mulheres que hoje está no Legislativo e tendo uma atuação extraordinária. Não foi sem razão, lembrou a Fátima, que sendo eu presidente pela última vez na Câmara dos Deputados, eu criei a Procuradoria Parlamentar da Mulher. E, sobremais, ainda estabeleci que uma deputada teria assento, não é Elcione, teria assento na reunião de líderes, para ter voz e voto.

O que significa que, pouco a pouco, mas neste momento cada vez mais rapidamente, a mulher vai ocupando um espaço cada vez mais significativo, mais expressivo e mais enaltecedor da sociedade no nosso Brasil.

Portanto, eu quero dizer às colegas, às mulheres, aos senhores e às senhoras, a todos que eu fico muito, digamos assim, orgulhoso por sediar neste momento um encontro que recorda o Dia da Mulher. Especialmente porque não foram apenas palavras, mas viram pelos gestos tomados pelo ministro da Saúde, que houve gestos concretos. Ou seja, gestos executivos pela a assinatura dos atos que ele aqui decretou.

De modo que mais uma vez, digamos assim, o Brasil conta com as mulheres, conta com todos os brasileiros, mas tem a mais absoluta convicção de que a força motriz mais relevante do exercício da cidadania brasileira, está nas mulheres.

Nossa homenagem, portanto.”

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– A Saia Masculina começa a virar moda no Brasil!

O que você acha disso: homens brasileiros usam cada vez mais “saia” como roupa de passeio.

Sem preconceito nem entrando na opção / preferência sexual de ninguém, mas… eu não me sentiria a vontade usando um vestido, por exemplo.

Motivos? Constrangimento e desconforto.

E você, homem, o que acha disso?

Extraído de ISTO É, ed 2463, pg 50

ELES ESTÃO DE SAIA

Por Camilla Brandasille

Nas passarelas da alta-costura masculina desde 1980, tendência chega aos guarda-roupas dos homens e enfatiza discussão sobre moda sem gênero

A primeira saia usada pelo artista baiano Leonardo França, 36 anos, foi emprestada da mulher. Foi depois de ouvir uma entrevista com Laerte, cartunista que ganhou manchetes ao expor sua preferência por vestir modelos femininos. França gostou do estilo e da mensagem que vestir a peça carregava. “Acho bonito esteticamente e, ao usá-la, tento expandir o entendimento de ser heterossexual experimentando coisas tidas como femininas, independentemente se vai coincidir com o que se chama pretensamente ‘de homem’ ou ‘de mulher’”, afirma. Depois das primeiras experiências com o traje, até então inusitado, decidiu ele mesmo entrar em uma loja e comprar sua saia, hoje uma peça usual em seu guarda-roupa. “Uso também para mostrar ao meu filho de três anos que ele pode utilizar elementos de vários universos.”

Construção social
Como França, outros homens, famosos e anônimos, têm aderido a essa tendência, que surgiu nas passarelas na década de 1980, em desfiles dos estilistas Jean Paul Gaultier, Giorgio Armani e Kenzo, como explica Astrid Façanha, professora de Moda do Centro Universitário Senac, em São Paulo. Na época restrita aos desfiles, hoje, mais de 30 anos depois, a moda tem ocupado ruas e vitrines, principalmente de marcas que surgem com uma proposta “genderless” (sem gênero). “Ainda que seja uma tendência contemporânea, é interessante perceber que em outras culturas e momentos históricos as saias eram peças masculinas”, afirma o estilista e consultor de moda Dudu Bertholini. Como na Grécia Antiga e no Império Romano, na Índia e na Irlanda dos “kilts”. “Então, se olharmos de um ponto de vista objetivo, a roupa não tem gênero. Nada vai dizer que isso ou aquilo é masculino ou feminino. São construções sociais que criamos ao longo da história.”

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– Emprego ou Trabalho?

Essa eu ouvi do Mário Sérgio Cortella, um dos filósofos que mais vende livros do Brasil e de frases de grande efeito:

“Emprego é aquilo que te era renda. Trabalho é aquilo que te gera prazer“

Não há como discordar… Mas há outras ainda! Abaixo:

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– Só para entender… Coerência, Incoerência ou Irrelevância?

Suzane Von Richtofen está na cadeia por matar os pais. Todo ano, por bom comportamento, tem direito ao induto de dia das mães e dia dos pais. Na prisão, chegou a engatar um namoro lésbico com a colega de cadeia Sandrão, que após ser solta criticou a ex-namorada dizendo que a relação era pretexto para ter mais benefícios. Posteriormente, virou adventista e conseguiu um noivado com um advogado do interior, dizendo querer casar e ser mãe. Agora, pela ajuda do Governo Federal através do FIES, poderá cursar uma Faculdade Católica em Taubaté.

Sem preconceito (embora a história de vida da moça possa trazer tal mote):

  • ela está tendo uma verdadeira chance de recomeçar a vida, com a ajuda do Estado;
  • ela está sendo privilegiada; ou
  • ela está usando um subterfúgio para ter mais tranquilidade na espera do término da sua pena?

Enfim, é difícil (e não devemos) julgar, embora seja perturbante saber que muitos brasileiros estão tendo dificuldades com o FIES.

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– A Polêmica de Eurico Miranda e os árbitros gays

E o presidente do Vasco da Gama polemizou: em entrevista à Antônia Fontenelle em seu canal no YouTube, disse que é contra árbitros gays:

“Eu não sou contra o gay. Me manifestei no futebol sobre isso por ser contra árbitro gay. Isso desde lá atrás. Motivo de eu ser contra? Não tenho nada contra o gay. Agora, contra a bicha, a bicha extrovertida e toda cheia de coisa… (…) Eles tendem a favorecer o parceiro ou querer namorar alguém”.

Xi… e se for mulher como árbitra ou bandeirinha? Não há jogador que quer namorar a juíza ou vice-versa? Ou a ética do profissionalismo de Eurico só vale para “paqueras homoafetivas”?

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– O Pré Carnaval Carioca e a Turma do Xixi?

Não é que de novo há gente abusando do “direito a fazer xixi” em qualquer lugar?

Neste final de semana, 300 pessoas foram presas por urinar na rua, em público, durante os desfiles pré-carnavalescos no Rio de Janeiro.

Cá entre nós: sabemos que é uma tremenda falta de educação, turbinada por muita bebida. Mas até para ser trouxa tem limite, não?

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– Meninas do ISIS podem casar com 9 anos. A cartilha das terroristas que assusta as crianças!

O fanatismo não tem limites. O grupo terrorista que criou um território islâmico entre a Síria e o Iraque (ISIS ou “Estado Islâmico”) abusa da falta de sensibilidade.

Agora, criou um departamento feminino, a Brigada Al-Khansaa, que publicou uma cartilha de como as mulheres devem se portar!

Nela está escrito que:

“Meninas a partir de 9 anos já podem se casar. Aos 16, todas as mais puras já devem estar casadas. As mulheres devem ser mães e considerar a maternidade o propósito da sua existência. (…) Devem estar cobertas e longe dos olhos públicos. Devem rejeitar lojas de roupas e salões de beleza como se rejeitam as obras do demônio.

A educação das meninas se dará entre os 9 e 15 anos. Devem aprender a sharia (lei islâmica do casamento), tricô, culinária, religião e ciências. A mulher só poderá deixar seu lar se estudar teologia ou se desejar ser professora ou ainda médica. Não deve ter restrições se for chamada para a jihad (guerra santa).”

Estamos no século XXI e isso ainda existe!

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– É realmente diversão?

Leio que todo domingo à tarde, cerca de 20.000 adolescentes se reúnem no Parque do Ibirapuera para, segundo eles, “beber, fumar narguilé e beijar na boca até ficar doendo”.

“Programaço” de final de semana, não?

Fico me perguntando: são levados a tais bobagens por imposição cultural, modismo, falta de opções de lazer ou educação?

Salvemos essa moçada… urgente, pois são os futuros adultos do nosso Brasil.

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– Se cuida, Sassá!

Senti falta do Sassá no jogo do Botafogo 2×1 Colo-Colo pela Libertadores da América. E eis que soube que ele estava suspenso por indisciplina.

Pudera, bom jogador mas com a “cabeça de vento”… Alienada e desgraçadamente postou essa insensível foto ostentando “algum dinheiro” (ainda mais com a crise que se vive). Veja abaixo:

Aliás: a pintura do Engenhão e a festa da torcida mostraram o quão bonito está o Estádio Nilton Santos. Parece que fez bem substituir o nefasto nome de “Estádio João Havelange”.

– Escute e não escute o Casão sobre o tema DROGAS

E não é que “bombou” na Internet a entrevista do ex-jogador Casagrande no programa da Fátima Bernardes?

Sobre Drogas, tratou o assunto com muita polêmica, na base do “tem efeitos nocivos, mas eu me viciei em coisa que eu gosto”.

Extraído de: http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/01/27/casagrande-diz-gostar-de-drogas-e-relata-ajuda-de-baby-para-superar-vicio/

CASAGRANDE DIZ “GOSTAR DE DROGAS” E RELATA AJUDA DE BABY PARA SUPERAR VÍCIO.

O comentarista da Globo Walter Casagrande foi o convidado do Encontro com Fátima desta sexta-feira (27) e deu um longo depoimento sobre seu período de vício de drogas, que chegou a afastá-lo da TV.

O comentarista chegou a dar uma declaração polêmica afirmando ”gostar de droga” para esclarecer que as campanhas contra o uso das mesmas precisam ser relacionadas aos efeitos nocivos e não em ”como drogas são ruins”.

”Eu não acho certo fazer campanhas ‘não use drogas’. Ninguém se vicia em coisa ruim. Sou dependente, que vive em recuperação. Eu me viciei em coisa eu adoro, eu gosto de droga. Me viciei naquilo. Curti com aquilo. Tem processo que avança, você perde o controle. Eu só esclareço o que pode acontecer. Isso aconteceu comigo. Não é certo que vai acontecer com todas, história dessa, pesada. Esclareço o que aconteceu comigo, o que é droga, onde pode acontecer. Não falo que é ruim. Precisa saber onde está entrando”, disse Casagrande.

Casagrande sofreu com o vício em drogas e foi internado em 2007 após sofrer acidente de carro. Ele ficou um ano em uma clínica de recuperação e voltou à TV em 2008. Em 2015, um novo susto com o comentarista o afastou da TV Globo por duas semanas. Casagrande sofreu um infarto na ocasião.

FAMÍLIA E PREOCUPAÇÃO DAS DROGAS CHEGAREM AOS FILHOS

”Eu tinha preocupação com meus filhos, mas eu não tinha uma moral para chegar. Eu tinha para ficar observando. Tem que perceber a mudança do filho com o tempo se a droga entrar na vida dele. Eu fui internado em 2007 e fiquei um ano. De lá para cá foi uma luta constante para eu alcançar o entendimento da doença para estar onde estou hoje. Faz 10 anos que tento, bato cabeça e tento encontrar o caminho para sair disso. Eu consigo ir ao teatro, cinema, eu consigo chegar inteiro para fazer um jogo. Eu me sinto bem orgulhoso”.

SÓCRATES E VÍCIO DO AMIGO

”Do Sócrates. Quando aconteceu uma coisa drástica com ele já era o fim. Na época do falecimento dele eu estava chegando ao entendimento completo da doença. Quando eu fui visita-lo, fui o primeiro a chegar quando ele estava mal. Não me deixaram entrar e no outro dia eu cheguei e ele falou para mim que estava pronto para outra. Naquele momento eu fiquei chocado porque ele não tinha o entendimento que eu estava tendo. Quando ele fala para mim “dessa vez não fui, estou pronto para outra”, ele não entendeu. Ele não poderia sair e tomar um vinho, uma cerveja”.

O FUNDO DO POÇO E O ACIDENTE DE 2007

”Importância muito grande. Dependente jamais vai assumir. Ele não aceita que é doença. Na sua cabeça, paro como quiser. Quando é dependente não está usando droga. Quem está sendo usado é você. Meu caso estava situação crítica, muito aguda. Aquele período pesado, perto da morte. Eu sofri acidente de carro. Fiquei desacordado três dias e minha família me viu. Eu estava afastado, isolado, só na companhia da droga. Quando viram meu estado físico, corpo todo furado, usava droga injetável, cocaína. Eles me internaram. Quando vi dentro da clínica, primeiros quatro meses é de negação”.

AJUDA DE BABY DO BRASIL 

”A segurança que eu tenho do lado dela, é completo. O entendimento que ela tem. Ela tem uma escolha espiritual que a levou a entender a vida de forma diferente. Mas é um entendimento dela, eu tenho outro. Mas junto dela eu me sinto mais seguro”.

”Ela está fazendo uma excursão agora. mesmo à distância ela me coloca em uma situação segura. Tem a presença dela ao meu lado. Nesse compromisso isso me deixa muito seguro”.

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– El Salvador não quer mais mulheres grávidas devido ao Aedes Aegypti!

Se você está apavorado com o Zika Vírus, saiba que em outros lugares a coisa está mais assustadora ainda.

Quer um exemplo incrível?

O Governo de El Salvador pediu à população para que evite filhos até 2018. É isso mesmo: as autoridades imploram para que as mulheres não engravidem pelos próximos dois anos a fim de evitar a microcefalia.

Até onde isso vai, não?

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– A “CÁCA” na distribuição de ingressos para Paulista x Batatais na Copa SP 2017

Se primeiramente aplaudi a Federação Paulista de Futebol em cobrar ingressos para evitar tumultos, superlotação e outros problemas na partida de Quarta-de-Final entre Corinthians x Flamengo, agora repudio TOTALMENTE a decisão tomada para as entradas da semifinal entre Paulista x Batatais.

Entenda: com ótimo público em todas as partidas, o Jayme Cintra viu na última partida contra a Chapecoense cerca de 15.000 torcedores nas arquibancadas e cerca de 1.000 jundiaienses para fora do estádio, por motivo de fechamento dos portões devido a lotação.

Pois bem: preocupada com esse fator, a Polícia Militar, juntamente com o Paulista Futebol Clube e a FPF, discutiram como evitar esse problema para o jogo de domingo, às 10h, valendo a vaga para a finalíssima no Pacaembu (contra o vencedor de Juventus x Corinthians).

1- A PM definiu que, para controle de acesso e a fim de evitar superlotação, existisse uma carga limitada de ingressos ao invés de entrada livre. Determinou-se, em comum acordo, 11.000 entradas para a torcida de Jundiaí e 900 entradas para a torcida de Batatais (uma capacidade menor que a do estádio, para maior conforto e segurança).

2 – O Paulista solicitou que cada ingresso fosse trocado antecipadamente por 1kg de alimento não perecível, com o intuito de ser doado para entidades assistenciais.

3- A FPF, pasmem, PROIBIU a troca de ingressos por alimento alegando que poderia existir cambistas se aproveitando de tal fato, e ordenou que, às 08h da manhã de domingo, os ingressos sejam distribuídos gratuitamente por ordem de chegada nas bilheterias do Jayme Cintra!

Amigos, se houve tumulto no último jogo, quando a partida marcada às 21h teve os portões abertos às 17h45 (sem a necessidade de compra, troca ou entrega de ingressos, inexistindo filas em cabines), pensem na multidão que se aglomerará no estádio bem antes das 08h, com as poucas bilheterias e a muvuca que estará. Ademais, impossível não crer que haverá gente entrando na fila para ganhar ingressos e os vendendo para quem não conseguir.

Se a venda de ingressos para qualquer partida de futebol no próprio dia do jogo já é algo a ser evitado por conta de confusão, imagine distribuir pouco antes da partida 11.900 bilhetes?

Além disso, a PM avisa que haverá rigorosa revista, proibindo a entrada de guarda-chuva, rádio, garrafa d’água e qualquer objeto que possa ser transformado em arma.

Meu Deus… é o fim da picada! Não há alguém de bom senso na FPF e na PM para mudar esse péssimo planejamento? E justo agora que as mulheres e crianças estão colorindo as arquibancadas do estádio de Jundiaí, tão abandonado nos últimos tempos?

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– Vale a pena certos sacrifícios na vida?

Uma pergunta muito difícil para se responder sincera e honestamente para muitas pessoas: VOCÊ É FELIZ?

A dificuldade é: responder baseando-se em qual conceito de felicidade? Aliás, o que é ser feliz?

Difícil definir. Muitas vezes, você acha que é feliz mas não é. E outras, que é infeliz e justamente é o contrário.

Tudo isso é confuso. O grande problema é que hoje vivemos tempos de tribulações excessivas. Tomo por exemplo minha própria rotina: não dá para viver sem relógio, em especial àqueles que como eu detestam atrasos ou descumprimento de afazeres.

Gosto de muitas coisas que, por motivo de situações e de pessoas, me impedem de realizá-las. Falta-me tempo para hobbies e descanso. Acordo cada vez mais cedo e durmo cada vez mais tarde para cumprir minha carga de compromissos. E, devido a elas, sou obrigado a abrir mão das que verdadeiramente me dão prazeres.

Claro, você cairá no inevitável paradoxo do cotidiano: trabalhar para poder viver ou viver para trabalhar? Ou ainda: trabalhar no que se gosta ou naquilo que te remunera?

Com a crise brasileira, surgem ainda mais dificuldades, como as de que todo o sacrifício profissional é insuficientemente transformado em rentabilidade financeira. Somando-se os da vida pessoal, piorou!

Agradar o próximo, ser simpático, dedicado, amável ou ainda bondoso parecem ser qualidades cada vez mais raras e desprezadas pela sociedade. Tudo é em função do tempo, do dinheiro e do trabalho. Da carreira também? Talvez.

O ponto da questão é: por culpa de tarefas que me roubam disposição, devo abrir mão daqueles que me entusiasmam. São poucas as oportunidades onde busco a endorfina, aquela sensação de bem-estar (ou ainda o prazer simples de se fazer algo que gosto): no esporte, na escrita, no bate-papo ou na docência do ensino superior.

É por essas e outras que devemos avaliar muito bem nossas decisões e condutas. Planejar o futuro como? Com a esposa e filhos, com o emprego e o plano de carreira? Com amigos?

Nada disso. Planejar viver dia-a-dia, com as pessoas que você ama (e aqui incluo a família), sem sacrificá-los. Talvez em uma vida muito mais modesta que se almeja. Com mais saúde (é incrível a quantidade de amigos da minha faixa etária que assustadoramente sofreram enfarte) e alicerçado em Deus (ou na sua fé pessoal).

Confidencio: triste por abrir mão de algumas coisas que gosto por conta de problemas que desgosto. Um deles: o não-aceite das aulas no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), cujo cargo de docência passei em primeiro lugar e não poderei assumí-las por uma série de fatores que me estressam.

Mais ainda: quando você sabe que as recusas são motivadas por ocasiões evitáveis e pela falta de compreensão. Uma pena.

É vida que segue, forçando-nos a rever caminhos, parcerias e outros imbróglios. E mais ainda: o quanto vale a pena certos sacrifícios e a quem eles são?

Ótimo para refletir.

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– Paremos com gritos homofóbicos: pelo hábito, pela força ou pela multa.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres “Jesus é o Rei” ou “Alá é Grande”, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de “Hi Hitler” imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– A Consciente Elba

Gostei do que a cantora Elba Ramalho declarou à Revista Época desta semana:

“Passei pela experiência [do aborto]. Existe sempre aquela sequela que fica. Tem gente que toma drogas ou tenta o suicído para esquecer. Qualquer mulher é feliz se não abortar. Liberar o aborto é abrir um precedente complicado: uma sociedade que investe contra a própria espécie. São crianças inocentes no ventre da mãe.  (…) Conheço a indústria do aborto e sei que ela é lucrativa. E não existe aborto 100% seguro. Até onde é legalizado morre gente. A humanidade vai tentar se autodestruir até chegfar à beira do precipício.”

Não merece comentários. Só aplausos!

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– Dormir Mal, Mata?

Leio na Revista Isto É, ed 2300, pg 6 (por Wilson Aquino) a entrevista do neurologista Clete Kushifa, maior especialista de “Males do Sono” do mundo!

Ele diz que:

“Noites mal dormidas podem causar obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares e até levar a morte (…) os maus hábitos, a luz artificial e cerca de 80 transtornos desapercebidos estão fazendo com que a humanidade durma cada vez mais mal (…), enfim, cerca de 25% dos homens e 10% das mulheres simplesmente não conseguem dormir direito pois tem apnéia do sono, e o ronco é um dos sinais visíveis desse problema.”

Até aí, já tinha ouvido falar e, de um jeito ou de outro, todos sabem sobre isso. Mas há uma novidade! Disse Dr Kushifa:

“Hoje o sobrepeso tem sido o grande vilão do sono. Quanto maior o IMC, maior a dificuldade em respirar e dormir. Quanto mais se ronca, maior é o sinal de sono ruim”.

Portanto, estar em forma é fundamental para um bom descanso. E não se esqueça: nada de dizer que a pessoa dorme bem só porque está roncando. Pelo contrário, segundo as explicações!

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– Homem ou Mulher? As 12 expressões de sexualidade!

Que tempos modernos… para alguns, um pouco difíceis para adaptação.

É o meu caso: nada de homofobia ou algo equivalente, mas apenas uma questão pessoal baseada na minha cultura e valores. Aprendi que o homem casa com a mulher e forma a família para ter filhos.

Sim, o assunto é espinhoso e respeito o gosto sexual de cada um (e tenho o meu: heterossexual, bem definido). Mas achei curioso: João Luiz Vieira, Doutor em Educação Sexual e autor de diversos livros sobre o assunto, elencou 12 (DOZE) ‘tipos” sexuais.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/romance-urbano/noticia/2015/07/nem-todo-mundo-faz-sexo-do-jeito-que-voce-acha-que-deve-ser-o-mais-certo.html

Nem todo mundo faz sexo do jeito que você acha que deve ser o mais certo

onze sexos (Foto: )
(Foto: Thinkstock/Getty Images)

“Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo” , introdução de Arqueologia do Saber, Michel Foucault (1926-1984)

Lembro-me de em criança um tio implicar comigo quando eu usava “coisa” para pedir algo. Ele dizia que tudo tem nome, até o que não existe. A sociedade gosta de substantivar até a metafísica. Alfabetos e ideogramas, símbolos gráficos usados para representar uma palavra ou um conceito abstrato, foram criados para que a comunicação entre humanos fosse inteligível. A sexualidade não se livrou disso. O substantivo é inerente a uma espécie complexa como a nossa, em que a fricção de genitais ou o orgasmo não são pares no desejo porque o estado emocional decorrente deles nos interessa com peso igual ou até maior. 

Depois dessa preliminar, queria apresentar-lhe os 11 sexos elencados pelo psiquiatra, psicoterapeuta e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa em seu livro homônimo de 2005. Seu trabalho minucioso ainda hoje serve de base para muitos estudos a respeito desse mosaico que é nossa expressão sexual. Ele nomina essas demandas, que, provavelmente, ganharão companhia num futuro nem tão distante assim. Eu incluiria uma 12ª. Qual? Leia abaixo.

Se você ainda se restringe a meia dúzia delas, vou precisar desenhar a diferença entre identidade (quem eu sou) com orientação (o que eu desejo). Um dado relevante: a orientação afetivo-sexual é primária porque não existe “para sempre” quando falamos de libido e desejo, ou seja, o lado direito da coluna abaixo pode ser completamente questionado diante de um amor.

Tabela sobre os 11 sexos (Foto: época )

Como disse acima, eu incluiria uma 12ª categoria, os assexuais, que negam a prática sexual, mas não deixam de representar uma identidade. Os assexuais se dividem entre românticos, que se envolvem afetivamente, e os aromânticos, que preferem lamber os beiços por chocolates a corpos nus. Há ainda subdivisões entre eles, heteromânticos, homoromânticos e biromânticos. Publicamos matéria recente sobre esses grupos, aqui mesmo no Romance Urbano. Vamos, então, aos outros 11, segundo o psiquiatra e, de repente, você não se sentirá sozinho ou esquisito porque, graças a Eros, há paladar para todos as línguas.

1º Homem heterossexual

Essa é fácil. São homens que se identificam com o masculino e têm interesse afetivo-sexual por mulheres heterossexuais, o encontro entre pênis e vagina os satisfazem. Sobre sexo anal falaremos na semana que vem, porque ele também está no jogo nesse sexo.

2º Mulher heterossexual

São mulheres que se identificam com o feminino e têm interesse afetivo-sexual por homens heterossexuais, o encontro entre vagina e pênis as satisfazem e, provavelmente, do pênis com o ânus.

3º Homem homossexual

Discriminado em sociedades primariamente evoluídas, ele se identifica com o masculino e deseja um outro masculino na cama, ou o encontro entre dois pênis.

4º Mulher homossexual 

Igualmente discriminada em sociedades limitadas, embora seja objeto de fetiche de homens heterossexuais, ela se identifica com o feminino e deseja um outro feminino na cama, ou o encontro entre duas vaginas.

5º Homem bissexual    

Esse precisa se explicar o tempo inteiro. Os homens heterossexuais acham que são homossexuais que não se assumiram, e gays tendem a acham que eles fazem jogo duplo. Nem uma coisa, nem outra. Eles nasceram biologicamente perfeitos, não apresentam disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e crescem comportando-se de forma masculina. Eles se sentem homens, mas há um desejo equalizado entre homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

6º Mulher bissexual     

Ela nasceu biologicamente perfeita, não apresenta disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e cresce comportando-se de forma  feminina. Ela se sente mulher. Mais discretas que os homens bissexuais (ou não), sentem desejo por homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

7º Homens travestis

Travesti é um homem que nasceu macho, educado como menino, mas tem uma identidade de gênero diversa. Ele tem identidade de gênero masculina, desenvolvida através do reconhecimento de seu corpo biológico e da educação, mas se sente TAMBÉM feminino. Homem e mulher simultaneamente. O travesti masculino deseja, primariamente, um homem para se relacionar  e sabe, biologicamente, que é homem e não deseja eliminar o seu órgão sexual masculino. Há casos de homens heterossexuais que, durante a relação sexual com sua companheira, vestem lingeries. Isso é uma parafilia chamada travestismo, mas só falarei sobre ela em outra coluna. 

8º Mulheres travestis       

Mulheres travestis são poucas e discretas. Não têm nenhuma disfunção orgânica e foram criadas como se do gênero feminino. As mulheres travestis comportam-se, na maioria das vezes, como homens, mas não rejeitam a sua condição biológica de mulheres e nem pensam em mudar de sexo.  Elas, porém, sentem necessidade de acrescentar caracteres sexuais secundários masculinos ao seu corpo: músculos, pelos e barba (adquiridos através de hormonização).

9º Mulheres transexuais 

Elas nascem com pênis e bolsa escrotal, mas se comportam e se sentem mulheres. Passam por momentos de crises de identidade violentas e sofridas, hormonizam-se e, na maioria das vezes, extirpam a genitália. Afinal, elas prefeririam ter uma vagina entre as pernas. Elas também não se veem como homossexuais porque a atração é por homens que se consideram heterossexuais. Ao se deparar com uma mulher transexual, com corpo feminino definido, e um homem, tenha certeza que está diante de um casal heterossexual. Alguns transexuais alteram apenas os caracteres sexuais secundários, como seios, forma do rosto e nádegas, e se adaptam à vida com sua genitália masculina.

10º Homens transexuais

A família tende a achar que a menina será homossexual. Como as mulheres transexuais, os homens trans desejam adequar o seu corpo biológico à sua identidade de gênero. Mas a situação é mais complicada porque as cirurgias são mais delicadas e, de certa maneira, restritas a alguns apectos sexuais secundários. Comum mesmo é realizar a mamoplastia masculinizadora, a retirada total dos seios. 

11º Intersexual  

A coisa é mais complicada por aqui porque tem a ver com problemas ligados aos cromossomos responsáveis pela nossa formatação sexual que podem enviar mensagens “erradas”, indicando formação de ovários e testículos ao mesmo tempo. Em linhas gerais, o indivíduo poderá nascer com órgão genital dúbio, em que os dois sexos, macho e fêmea, estão fundidos. Mas há diversas graduações de anomalias, como ausência de escroto e micropênis, úteros atrofiados, vulvas e vaginas mínimas, orifício no períneo. Esqueça a lenda que o intersexual tem os dois sexos desenvolvidos e que é como minhoca. Por que é preciso operar? Porque precisamos de UMA identidade genital. 

O que é que eu acho de todas essas rotulações? Ela é mais útil para quem é oprimido. O que significa, provavelmente, todos os 11 sexos, exceto os homens heterossexuais, que estão no topo da cadeia alimentar desde tempos imemoriais.

Identificando-se, certificando-se sobre a condução de seu desejo, descobrindo que você não é melhor nem pior que o vizinho, apenas diferente, chega-se à cidadania e o direito de ser o que nasceu para ser, e não estou falando de biologia. Estou falando de ressignificação e integração entre o que se é e o que aparenta ser.

Deu um nó na sua cabeça? Escreva para mim que eu tentarei esclarecer com mais detalhes: jluiz@edglobo.com.br. 

– Soninha no Pânico na Rádio: não curti!

Sou contra qualquer tipo de droga recreativa, lícita ou ilícita, pelos motivos jia ditos nesse blog. E ouvi dias atrás a ex-comentarista esportiva e ex-vereadora Soninha Francine, que será Secretaria do Desenvolvimento Social do município de São Paulo e cuidará dos viciados em drogas.

Respeito ela (em 3especial sua luta contra a doença da filhinha que sofreu de câncer), mas discordo do seu posicionamento a favor da liberação dos narcóticos. Foi ela quem sugeriu um dia uma lei de “bebedouros de água por cada X frequentadores de casas noturnas que consumiam ecstasy, a fim de acabar com a secura que a droga proporciona” (sem contar que ela já foi capa de revista afirmando que fuma maconha).

Tão inteligente e corajosa que é, e infelizmente abraça tal ridícula causa…

Assista o (cansativo) vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=gqWSp1OorYQ&feature=youtu.be

– E se “A chegada” fosse real?

Não assisti ainda o filme “A chegada” (com a atriz Amy Adams, a Louis Laine do novo Superman). Mas a história é curiosa: uma linguista tenta decifrar a língua dos extraterrestres que entram em contato com a Terra.

Além do desafio fascinante, fica a real constatação científica: o vocabulário ajuda a ter noções diferentes de como se enxerga o mundo!

Abaixo, extraído de Revista Época, ed 28/11/2016, pg 88-89.

GRAMÁTICA DAS ESTRELAS

por Nina Finco e Ruan de Souza Gabriel

Em 1940, Benjamin Lee Whorf, um engenheiro químico interessado em antropologia, publicou o artigo “Ciência e linguística” na revista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. No texto, Whorf aplicava as ideias do linguista alemão Edward Sapir sobre a influência da linguagem no modo de pensar dos indivíduos – ele defendia a tese de que os indígenas americanos tinham uma visão de mundo diferente dos falantes de inglês porque suas línguas originais não diferenciam a conjugação dos tempos verbais. Devido a essa peculiaridade, os nativos tinham dificuldade de compreender o conceito de temporalidade, mas conseguiriam intuir a teoria da relatividade de Albert Einstein, segundo a qual o tempo passa de forma diferente de acordo com o ponto de vista do observador.

Essa teoria sobre como a língua materna molda a forma como vemos o mundo recebeu o nome de Hipótese Sapir-Whorf, ou relativismo linguístico. Nas últimas décadas, cientistas tentaram provar essa teoria por meio de várias experiências. Nenhum deles foi tão bem-sucedido quanto o cineasta canadense Denis Villeneuve no filme A chegada, que estreou na quinta-feira (24). Valendo-se dos recursos da ficção científica, Villeneuve coloca em prática os conceitos de Sapir-Whorf. Mas, em vez de línguas humanas, a trama se debruça sobre línguas alienígenas.

Baseado no conto “História da sua vida”, do americano Ted Chiang, A chegada acompanha a linguista Louise Banks (Amy Adams), recrutada pelo governo americano para aprender a língua dos alienígenas que visitam a Terra. Os sons que esses seres emitem não se assemelham em nada ao que ela já ouviu. É preciso partir do zero. Para aprender o novo idioma, ela escreve palavras em inglês numa lousa e faz mímicas sobre seu significado repetidas vezes, até que o alienígena lhe apresente a palavra correspondente em sua língua. Essa é a técnica que linguistas usam para decifrar idiomas desconhecidos de tribos isoladas da sociedade. Baseia-se no conceito de “gramática universal”, segundo o qual todos os idiomas humanos compartilham alguns princípios básicos, como a organização em verbos e substantivos. Ao desvendar o idioma alienígena e sua forma de escrita, Louise experimenta uma nova e inusitada forma de enxergar o mundo a seu redor – exatamente como a Hipótese Sapir-Whorf diz que a linguagem influencia nossa percepção do mundo, nossa memória e nosso comportamento.

Pesquisas já atestaram que um vocabulário mais amplo, por exemplo, permite distinguir mais cores. Um estudo publicado em 1954 mostra que os falantes de zunhi (língua de tribos indígenas do sul dos Estados Unidos) tinham dificuldade de distinguir a cor laranja da amarela, pois contavam com apenas uma palavra para as duas tonalidades. Outro estudo, de 2007, mostrou que os russos, que têm vocábulos diferentes para azul-claro (goluboy) e azul-escuro (siniy), eram melhores que os anglófonos para perceber as gradações do azul.

A língua materna também está ligada à construção das memórias. Durante seu exílio americano, o escritor russo Vladimir Nabokov escreveu uma autobiografia em inglês, Conclusive evidence (Evidência conclusiva). Quando se ofereceu para traduzi-la para o russo, atendendo a um pedido de uma pequena editora nova-iorquina, Nabokov teve uma experiência proustiana: o contato com a língua de sua infância trouxe de volta lembranças que permaneceram encobertas quando escreveu a obra em inglês. O número de páginas aumentou. Anos depois, ele fez uma nova tradução, do russo para o inglês, intitulada Fala, memória. “Nabokov passou toda a sua infância na Rússia e talvez ele se sentisse mais confortável para escrever sobre aquela experiência em sua língua materna”, afirma a linguista Jessica Coon, consultora do filme. “As pessoas podem associar determinada língua a um determinado tempo ou cenário.”

O economista comportamental Keith Chen vai além e argumenta que a língua pode até mesmo influenciar a capacidade de poupar dinheiro. Suas pesquisas concluíram que falantes de línguas que não diferenciam a conjugação de verbos no presente e no futuro, como o japonês e o chinês, são mais econômicos. Entre eles, o hábito da poupança é 30% maior do que entre anglófonos. As gramáticas de línguas como o inglês (e o português) constroem uma ideia de futuro distante do presente, o que desestimularia a poupança em favor dos gastos imediatos.

Em A chegada, a análise da linguista Louise conclui que o idioma dos alienígenas não se apoia em definições claras de presente, passado e futuro. Por isso, a escrita extraterrestre não é linear como as línguas humanas, escritas da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita. Todas as palavras se juntam em símbolos circulares nos quais os verbos não têm conjugação. Tampouco há correspondência entre a língua falada e a língua escrita. Os alienígenas falam por meio de sons que a garganta humana é incapaz de imitar, mas os círculos que eles escrevem não são a representação gráfica desse discurso. É nesse aspecto que A chegada se torna um filme mais ficcional que científico. Segundo a linguista Jessica, há sempre uma correspondência entre o escrito e o falado nas línguas humanas. Mas esse é o tipo de licença poética (ou, no caso, científica) que cabe bem nos filmes de ETs.

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– A Timidez no mundo feito para quem fala muito!

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não pára de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

“A solidão é como eu recarrego minha bateria”

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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– Ray Kurzweil e os Robôs

“Antes de 2.030 poderemos namorar robôs”

O que podemos falar do cara que é o número 1 de Bill Clinton e de Bill Gates?

Um dos maiores estudiosos sobre tendências afirma: em 2029 o computador se igualará com o homem em inteligência. Daqui 14 anos teremos serviçais autômatos em casa. E a morte será algo contornável na vida do homem.

Uau!

Entrevista na Isto É, Ed 2189, pg 8-12, por João Lóes, em: http://is.gd/v1IRei

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– Famílias “Moderninhas”: Você está preparado?

Na Suécia, a manifestação pública de um relacionamento de “3 membros casados e 5 filhos” traz à discussão: qual o conceito de “família hoje”?

Abaixo, da BBC.com:

‘CASAL DE 3’ ALIMENTA DEBATE SOBRE A FAMÍLIA

“Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três se amam”.

A declaração feita pela sueca Linda Fridland, em um programa do canal de televisão TV4, criou uma polêmica sobre o conceito tradicional de família na Suécia, debate que também vem ocorrendo no Brasil.

Linda Fridland e o marido Erik viviam juntos havia 15 anos quando conheceram, em 2012, Hampus Engström na empresa de táxi em que trabalham. Foi quando os três se apaixonaram.

Linda e Erik já tinham quatro filhos. Hampus era pai de uma menina de três anos e se separaria da mulher pouco depois.

Naquele ano, todos passaram a viver juntos na mesma casa em Strömsund, no norte da Suécia.

“A família formada por um homem, sua esposa e seus filhos ainda é o conceito predominante. Mas, hoje em dia, as pessoas estão mais abertas ao fato de que existem outras formas de se viver”, diz Linda, que criou um blog para contar como é a relação a três.

O caso de Linda e seus dois maridos ainda é, no entanto, um tabu, mesmo na progressista Suécia, onde várias fronteiras se romperam ao longo dos anos no tradicional conceito de família.

Na literatura infantil sueca, tornaram-se comuns as histórias de filhos de casais homossexuais – crianças com dois pais ou duas mães.

Desde 2003, casais homossexuais têm o direito de adotar crianças, e lésbicas têm acesso a subsídios estatais para tentar engravidar por meio de tratamentos de fertilização.

A Suécia foi o primeiro país do mundo a aprovar, em 1944, uma lei que legaliza a homossexualidade e que perdura até hoje – na Rússia, atos homossexuais foram legalizados apenas entre 1917 e 1930, ficando proibidos até 1993, quando foram novamente autorizados. Em 2009, o governo sueco também legalizou o casamento gay.

Mas a noção de poliamor e de poligamia ainda enfrenta barreiras, como demonstram as várias páginas de artigos de jornais dedicados na Suécia a debater o caso de Linda, Erik e Hampus.

“O que parece incomodar mais as pessoas é o fato de ser uma relação entre uma mulher e dois homens, e não o contrário. É como se pensassem ‘ela não se contenta com um só’. Mas é um equívoco”, destacou Linda em entrevista ao jornal Aftonbladet.

“Não sou eu que tenho dois maridos. Somos nós três que temos dois cônjuges.”

Naturalidade

No programa Jenny Strömstedt, da TV4, Hampus disse que a pergunta mais frequente é sobre como as crianças reagem e se sentem nesta situação.

“Conversamos com cada uma delas. Contamos que viveríamos juntos, e elas reagiram com naturalidade”, disse Linda.

Hampus acrescentou que crianças não têm preconceitos: “Elas são abertas a diferentes formas de se viver”.

Para Klara Hellner Gumpert, especialista em psiquiatria infantil do prestigiado Instituto Karolinska, da Suécia, a mudança gradual de valores na sociedade provavelmente tornará mais natural e menos problemática a aceitação de novos conceitos de família.

“Em certos aspectos, pode ser difícil para uma criança viver em uma situação como esta. Pode sofrer com comentários maldosos de coleguinhas, por exemplo”, disse a psiquiatra à BBC Brasil.

“Por outro lado, vejo frequentemente no consultório crianças com problemas causados por pais ausentes, violentos ou que abusam do álcool. Pais convencionais podem prejudicar os filhos de muitas maneiras. Será que é mais difícil para uma criança viver em uma família com uma mãe e dois pais?”

A psiquiatra diz não considerar uma relação algo condenável, indesejável ou prejudicial para os filhos.

“Há muitos tipos diferentes de família. Algumas crianças crescem com uma mãe solteira, outras são criadas por avós doentes. Se uma relação a três é a forma de algumas pessoas serem felizes, respeito a escolha”, destaca Gumpert.

“Mas estas pessoas devem ter consciência de que estão divergindo do conceito normal de família e, por isso, devem lidar cuidadosamente com as crianças em relação a isso. O mais importante para qualquer criança, em qualquer forma de família, é o amor, a atenção e o cuidado que recebem dos adultos que as cercam.”

Conceito em formação

Na família de Linda, Erik e Hampus, novos padrões vão sendo formados aos poucos.

Os três têm responsabilidade para com as cinco crianças. Na escola dos filhos de Linda e Erik, o diretor deu permissão especial para que Hampus possa se envolver no seu desenvolvimento, como participar das reuniões com professores.

Na cozinha de casa, foi colocada uma grande mesa com oito cadeiras. Na lavanderia, foi preciso instalar uma nova máquina de lavar, com capacidade para oito quilos de roupas. O quarto de dormir dos adultos fica ao lado da sala de estar.

A reação dos colegas das crianças, segundo Hampus, têm sido natural. “Eu e Erik levamos as crianças a uma aula de esportes, e um coleguinha delas disse: ‘Vocês têm dois pais? Bacana!'”, conta ele.

No entanto, reação dos familiares foi menos amistosa – especialmente dos pais de Erik, que romperam com o filho. “É difícil dizer por que eles fizeram isso”, disse Erik à apresentadora Jenny Strömstedt. “Acho que sentem vergonha.”

Linda diz que perdeu a melhor amiga, com quem costumava conversar várias vezes por dia.

“Mas, no geral, a reação das pessoas tem sido melhor do que esperávamos”, disse ela.

Problemas

Resta agora ao trio lidar com os problemas enfrentados por um novo modelo de família em uma sociedade feita para funcionar com dois cônjuges.

Linda e Erik são casados legalmente e têm direito de herdar os bens um do outro. Mas não teriam direito aos bens de Hampus, que também não poderia ser herdeiro de Erik e Linda.

A solução será escrever um testamento, a fim de garantir os direito de herança entre os três.

Eles gostariam de se casar oficialmente, mas a lei sueca não reconhece a poligamia.

Há dois anos, o Partido do Centro (Centerpartiet) chegou a incluir em seu programa de governo uma proposta para reconhecer legalmente o casamento poligâmico.

A proposta provocou uma tempestade no debate em torno dos novos conceitos de família e acabou sendo retirada da versão final do programa do partido.

Mas o movimento jovem do Centerpartiet permanece comprometido com a ideia. “Trata-se de garantir que todos os cidadãos sejam iguais perante à lei”, observa a presidente do movimento, Hanna Wagenius.

“Já existem muitas pessoas vivendo relações não-convencionais. Se alguém ama mais de uma pessoa, essa pessoa deve ter os mesmos direitos e a mesma proteção legal que aqueles em uma relação monogâmica.”

Para Hanna, é uma questão de tempo a sociedade ver relações poligâmicas como algo normal.

“Não há nenhum argumento razoável contra este tipo de relação. Só não estamos acostumados a enxergar as coisas desta forma”, opina.

Linda e seus dois maridos concordam. Para eles, uma legislação mais flexível ajudaria não só a eles, mas também outras pessoas que não se enquadram no conceito tradicional de família.

“Da forma como as coisas são hoje, olham para nós e pensam estamos fazendo algo ilegal”, observa Linda. “Mas, se a lei dissesse que nossa forma de viver é válida, muitos olhariam de forma mais natural para outros tipos de união.”

Erik, Linda e Hampus vivem juntos há dois anos e cuidam de seus cinco filhos. "Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três se amam"

– Suas publicações nas redes sociais dizem o que você é. Sobre “Reputação Digital”:

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

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– Comece seus propósitos de Ano Novo agora mesmo. Que tal?

No final do ano, as pessoas costumam fazer planos, pensar em coisas melhores, enchem-se de esperança para o novo período. Alguns fazem listas de metas e objetivos; outros, ao contrário, se deprimem.

Mas se o assunto é mudar de vida, por quê precisa-se esperar a nova data?

Precisamos ter desejo de mudar (para melhor) sempre!

Se quer emagrecer, comece hoje!

Vai mudar de hábitos? Mude-os agora.

Durante minhas madrugadas de insônia, costumo conversar com Deus. E o ambiente de silêncio é excepcional para se ouvir bem a voz dEle. E nesses bate-papos, sempre fica o convite da mudança, ou melhor, da conversão diária. E ela consiste em: ser mais paciente; reclamar menos, envergonhar-se nunca, agir e nunca se omitir, sorrir mesmo quando dói, entusiasmar o próximo, ser amigo e solidário e… viver!

Difícil?

Quando vivemos cansados, reclamando, indispostos e rabugentos, isso se torna algo crônico em nós. Mas é preciso coragem, disposição e fé.

Que tal começar hoje o que você (e eu me incluo aqui) planeja fazer em 01 de janeiro?

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– Justin Bieber deixando os pais apavorados

O cantor “teen” Justin Bieber fará shows no Rio de Janeiro em Março de 2017. Mas há jovens e adolescentes já na fila da entrada para o evento.

Estamos começando novembro de 2016! O que eles farão tanto tempo lá?

Fanatismo absoluto. E os pais e mães dessa “molecada”?

Sem comentários…

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– Dia das Bruxas ou Dia do Saci?

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do Halloween. É uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– Intoxicação de informação: um mal dos nossos dias…

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– “Tive Nojo de Mim” – a corajosa declaração de Patrícia Marx sobre assédio!

Lembram do “Trem da Alegria” (das canções infantis “Uni-Duni-Tê” e tantas outras)?

Ela impressionou ao falar abertamente sobre assédio sexual na infância e adolescência quando era artista-mirim. Impressionante!

Compartilho, extraído de: http://extra.globo.com/famosos/patricia-marx-faz-desabafo-sobre-assedio-agressoes-dos-tempos-de-cantora-mirim-tive-nojo-de-mim-20261157.html

TIVE NOJO DE MIM

Patricia Marx fez sucesso como cantora infantil na banda Trem da Alegria. Na adolescência, seguiu fazendo sucesso, emplacando hits como “Festa do amor”. Quem acompanhava sua carreira podia acreditar que tudo corria às mil maravilhas. Mas não era bem assim. Hoje, aos 42 anos, Patricia resolveu fazer um desabafo, falando, inclusive, das agressões que sofria.

“No meu mundo de criança, tudo era mágico e suportável, mesmo com o cansaço e a exploração. Eu já não podia fazer coisas que uma criança normal faria. O jogo de manipulação era real: uma empresária nos controlava por trás do palco, puxando-nos por meio de um cordão para nos beliscar quando saíamos da coreografia. Depois do Trem da Alegria, já na minha carreira-solo, a coisa piorou. Aos 13 anos, eu sofria abusos ferozes, apesar dos meus pais estarem sempre comigo”, diz a cantora em depoimento à “Veja”.

‘FUI ASSEDIADA SEXUALMENTE MUITAS VEZES’

Patricia Marx faz também um relato do assédio que sofria, principalmente no período da adolescência. “Ao crescer, porém, comecei a querer gravar outros gêneros, pois sempre ouvia jazz, bossa nova, música erudita. Só que, em uma reunião com o diretor artístico, minha ideia foi desancada. ‘Ah, eu também queria ser loiro, alto e com um (…) desse tamanho’, disse ele, com uma menção chula ao órgão sexual masculino. Fiquei paralisada ao ouvir aquilo bem diante do meu pai. Carregaria a ferida para sempre”, relembra Patrícia, que viu as coisas piorarem dali em diante:

“Ouvi coisas tenebrosas e fui assediada sexualmente muitas vezes por produtores, cantores, artistas, diretores de gravadora… Tive nojo de mim. Isso me bloqueou. Anos depois, a ressaca viria na forma de uma depresssão profunda. Logo constatei que a maioria das letras do Trem da Alegria e da minha carreira-solo era de duplo sentido. Uma delas fazia menção à masturbação feminina. Por ingenuidade minha e dos meus pais, eu passara por uma erotização forçada”.

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– Os “Drogódromos” serão criados em Paris?

Certas coisas saem do limite da compreensão humana. Em São Paulo, por exemplo, criaram “espaços reservados” para os usuários de crack consumirem seus entorpecentes em paz (ridículo, isso não é política de combate às drogas).

Em Paris, uma proposta mais polêmica: a Prefeitura local quer criar “Salas de Drogas” em hospitais, onde os viciados receberiam kits para consumo, estariam supervisionados e teriam drogas mais letais (como heroína e LSD) substituídas por substâncias alucinógenas de menor poder. A ideia é que eles usem suas drogas com tranquilidade, sem perturbar a população.

A pergunta é: não se deve ACABAR com as drogas e o sério problema da dependência, ao invés de fomentar “o consumo seguro”?

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– O assustador mundo da Ostentação e Roubos entre os jovens!

É impressionante a matéria da Revista Época desta semana. Sob o título “ROUBO, LOGO OSTENTO”, em uma belíssima matéria dos jornalistas Aline Ribeiro e Helena Fonseca, conta-se um pouco a rotina de adolescentes e jovens em favelas e que vivem no mundo da ostentação.

Garotos roubam carros, celulares e tênis caros de pessoas descuidadas ou que se aproximam das suas comunidades, sem pudor algum, apenas para poderem desfilar nos locais de “fluxo” (lugares onde se encontram ao som de música alta e muita droga). Um dos alvos preferidos é a passagem de mulheres, que segundo os criminosos, são menos resistentes.

Os meninos, sem carteira de habilitação, praticam um ritual de andar a baixa velocidade com o braço para fora, chamando as meninas para um “rolê”. Meninas só querem sair com garotos motorizados (quem não tem carro, precisa roubar um). Aliás, a matéria conta a história de uma garota de 17 anos, que já tem um filho de 1 ano, e que relata ser “o máximo” sair sem calcinha, dançar funk e transar com um “menino de carrão”. O mais doloroso: ela diz que toda garota quer ser chamada de “novinha” e sentir os garotos soltando fumaça de maconha em sua boca.

O atual “kit ostentação” de sucesso nas periferias paulistanas é: boné Cyclone, camisa Lacoste, bermuda Rip Curl ou Quicksilver e tênis Mizuno Prophecy  ou Adidas “escama de peixe” (de R$ 1.000,00). Junto dessas marcas, carregam uma espécie de lança perfume, em sabores de coco, menta e chiclete, que custa R$ 5,00 o frasco e deve ser consumido sem moderação.

Desses jovens, 57% não vão à escola. Cerca de 42% nunca soube quem é o pai. Diante desses números, fica a questão: a relação de “falta de família e escolaridade” (valores fundamentais para a educação) é perceptível ou não?

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Foto: R7.com, de “Funkeiros Ostentação”.